Exposição “João Turin: Vida, Obra, Arte” completa 10 anos, consagrada como a mais visitada na história do Museu Oscar Niemeyer

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Foto: Maringas Maciel

Este ano de 2024 marca uma década desde que a exposição "João Turin: Vida, Obra, Arte" abriu suas portas no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, e se tornou uma referência na história da arte brasileira. Durante o período de oito meses em que esteve em cartaz (de 05/06/2014 a 22/02/2015), a mostra atraiu um extraordinário número de visitantes, alcançando a marca de 266 mil pessoas, tornando-se a mais visitada na história do MON.

Além de conquistar o público local, a exposição obteve reconhecimento internacional, assegurando seu lugar no ranking da revista britânica The Art Newspaper entre as mais visitadas do mundo em 2014. No Brasil, conquistou o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como a melhor exposição do ano. No mesmo evento de premiação promovido pela ABCA, arrebatou também o Prêmio Sérgio Milliet na categoria melhor livro de arte por “João Turin: Vida, Obra, Arte”, biografia escrita pelo jornalista, historiador, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite.

Esta foi a maior mostra sobre João Turin já realizada, após um intenso trabalho de resgate de ponta a ponta de todo o trabalho deixado pelo artista, promovida pela Família Ferrari Lago, que adquiriu os direitos patrimoniais sobre a obra de Turin, sendo responsável pela gestão de seu legado, composto por 410 obras.

O trabalho de resgate foi acompanhado por José Roberto Teixeira Leite, que além de escrever a biografia de Turin, foi curador da exposição, montada no privilegiado espaço conhecido como “Olho” do Museu Oscar Niemeyer. Contou não apenas com esculturas (arte pela qual Turin é mais conhecido), mas também por pinturas, desenhos e até projetos de design, inclusive em arquitetura e moda deixados pelo artista, mostrando o quanto era versátil.

Cerca de 130 obras em bronze foram apresentadas, sendo que grande parte ainda estava inédita até aquele momento. “João Turin não pôde fundir em bronze boa parte de suas esculturas, que permaneceram em gesso, guardadas há décadas por sua família”, afirma Samuel Ferrari Lago, um dos gestores da obra de João Turin. “Durante o resgate de ponta a ponta, iniciado em 2013, montamos uma fundição para realizar a produção de mais de 100 obras de Turin em bronze. Muitas delas puderam ser vistas pela primeira vez na exposição no Museu Oscar Niemeyer”, completa.

Entre as peças expostas, uma parte considerável trazia onças e outros animais, mostrando porque Turin é consagrado como o maior escultor animalista brasileiro: “Marumbi”, “Luar do Sertão”, “Tigre esmagando a cobra”, entre outras. Os visitantes também puderam admirar “Frade Lendo”, escultura selecionada pelo governo brasileiro para presentear o Papa Francisco em sua visita ao Brasil em 2013. A mostra também contou com “Pietá” feita em 1917 na Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, na França, tendo sobrevivido a um bombardeio na Segunda Guerra Mundial que arrasou com a cidade.

O público que passou pelo local pôde contemplar também pinturas, desenhos, documentos, vestidos feitos a partir de projetos deixados pelo artista, projetos de arquitetura e design, e até apreciar a reprodução do ateliê em que João Turin trabalhava.

A celebração destes 10 anos é um momento para refletir sobre como esta exposição ajudou a propagar a obra e a importância de João Turin, bem como solidificar um ponto de referência na cena cultural de Curitiba e além. A exposição viajou para o Rio de Janeiro e São Paulo, onde foi apresentada de forma condensada no Museu Nacional de Belas Artes (em 2015) e na Pinacoteca de São Paulo (em 2016). Para celebrar esta década de impacto artístico e cultural, estão sendo programados eventos especiais ao longo do ano, que serão divulgados em breve.

Estão abertas as inscrições para a WTM Latin America 2024

Estão abertas as inscrições para a WTM Latin America 2024, que será realizada entre 15 e 17 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

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Sob a temática “The Future is Open. Be the change”, que propõe uma reflexão sobre a importância do protagonismo frente a um futuro pautado por rápidas mudanças, uma ampla programação de conteúdo qualificado está sendo confirmada com a participação de grandes líderes, referências em seus segmentos de atuação com o objetivo de reforçar o papel que cada profissional e empresa têm na criação coletiva de um futuro inovador e sustentável para toda a indústria.

O credenciamento é gratuito e obrigatório para a visitação, independentemente da categoria do visitante – trade, imprensa, autoridades e estudantes. Para se credenciar, basta acessar o site, nas páginas em português, inglês ou espanhol.

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Conteúdo qualificado
A edição de 2024 do evento contará com a presença de palestrantes renomados e que oferecerão uma visão aprofundada e atualizada do cenário da indústria do turismo e suas evoluções. As apresentações ocorrerão em três teatros de conferências: Transformation, Trends e Tech.

Em sua quarta, o Prêmio de Turismo Responsável ganhou novas categorias que dialogam com a realidade latino-americana e parceiros estratégicos especializados no tema e que atuam em diferentes países: as inscrições para o Prêmio estão abertas pelo site.

Sobre a WTM Latin America
A WTM Latin America é realizada, anualmente, em São Paulo e atrai mais de 27 mil profissionais de turismo durante os três dias de evento. O evento oferece conteúdo qualificado aliado a networking e oportunidades de negócios. Em sua mais recente edição, em 2023, a WTM Latin America manteve seu foco na geração efetiva de negócios, e conseguiu a marcação antecipada de seis mil reuniões que foram realizadas entre compradores, agentes de viagens e expositores. Os conteúdos da WTM Latin America estão disponíveis em inglês, espanhol e português.

Últimos dias da exposição de Victor Brecheret no MON

A exposição “O Feminino na Obra de Victor Brecheret” poderá ser vista até 21 de janeiro. A mostra é uma parceria do Museu Oscar Niemeyer com o Instituto Victor Brecheret (IVB), em cartaz na Sala 1.

Com obras que se relacionam ao eterno feminino, a exposição reúne pequenas, médias e grandes esculturas que alternam em materiais e técnicas variadas, como bronze e mármore, além de uma coleção de desenhos, em bico de pena e caneta tinteiro, uma expressão autônoma de criação artística. A curadoria é de Daisy Peccinini.

Também compõe a mostra uma linha do tempo que remete as principais realizações do modernista Victor Brecheret, nome imprescindível no cenário nacional e internacional.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “O Feminino na Obra de Victor Brecheret”, de Victor Brecheret
Sala 1
Até 21 de janeiro

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Últimos dias da exposição Poesia Experimental Portuguesa

Mostra na Caixa Cultural Curitiba celebra 60 anos do movimento

O público de Curitiba tem até o próximo domingo (21) para assistir a exposição "Poesia Experimental Portuguesa", que acontece na Caixa Cultural Curitiba na Galeria Mezzanino (Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro). O compilado de obras apresenta, pela primeira vez ao público brasileiro, um panorama da poesia experimental realizada em Portugal desde os anos 1960 até os dias atuais. São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri. A coletânea percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos. A exposição, com produção da Espaço Líquido, tem visitação gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas. E na próxima quinta-feira, dia 18, será realizado um bate-papo virtual com os poetas portugueses Fernando Aguiar, Rui Torres e Silvestre Pestana. O encontro terá mediação dos curadores Bruna Callegari e Omar Khouri e acontecerá via Youtube (youtube.com/@espacoliquido ), às 14h30.
A Poesia Experimental Portuguesa surgiu na década de 1960, desafiando métodos e convenções pré-definidas na cena artística portuguesa. Reconhecida em outros países como concreta, visual, espacial ou intersemiótica, autodenominou-se, em Portugal, Poesia Experimental com o lançamento, em 1964, de revista de mesmo nome, a qual alcançou o seu segundo número em 1966. Em cerca de 60 anos de existência, a Poesia Experimental segue em atividade. Cada artista desenvolve uma maneira diferente de expressão da visualidade na poesia. Ao longo dos anos, as novas gerações de poetas deram continuidade às experimentações, mantendo sempre o princípio da invenção. Tudo pode virar poesia: poemas-objetos, poesia visual, poesia-performance, poesia-cinética e videopoesia.

Serviço:
Exposição: "Poesia Experimental Portuguesa"
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro, Curitiba/PR
Informações: (41) 4501-8722
Período: Até domingo, dia 21/01/24
Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação Indicativa: livre para todos os públicos
Entrada Franca
Bate-papo virtual com poetas portugueses: quinta-feira, dia 18, às 14h30 no canal:https://www.youtube.com/@espacoliquido
Participação dos poetas portugueses Fernando Aguiar, Rui Torres e Silvestre Pestana. O encontro terá mediação dos curadores Bruna Callegari e Omar Khouri.

Sobre os participantes:
Fernando Aguiar (Lisboa 1956-). Poeta, artista plástico e performer, curador e colecionador,
tem sido responsável, nos últimos anos, pela divulgação da Poesia Experimental Portuguesa
dentro e fora do país. Aguiar organizou festivais, exposições e antologias de poesia
experimental, entre os quais Poemografias: Perspectivas da Poesia Visual Portuguesa (1985), 1º Festival Internacional de Poesia Viva (1987), Concreta, Visual, Experimental, Poesia Portuguesa 1959-1989 (1989), Imaginários de Ruptura, Poéticas Experimentais (2002) entre outros.
Rui Torres (Porto 1973-). Professor na Universidade Fernando Pessoa (UFP), leccionando
seminários de graduação e pós-graduação em comunicação, semiótica, literatura e hipermédia
– seus cruzamentos e metodologias. Faz trabalhos de escrita criativa digital, poesia digital e/ou
ciberliteratura. Criador e coordenador do site ARQUIVO DIGITAL DA PO.EX.
Silvestre Pestana (Funchal-Madeira 1949-). Poeta, artista plástico e performer, com obrasintegrando importantes coleções como as da Fundação Serralves e da Fundação Calouste Gulbenkian. Pioneiro da poesia com/para computador nos anos 80’, sua obra é marcada pelo hibridismo e permutação de signos linguísticos, misturando frequentemente procedimentos baseados em sistemas digitais com representações de carácter analógico. Fez parte da representação portuguesa na XIV Bienal de São Paulo, em 1977.

MON divulga programação de férias

MON divulga programação de férias
O Museu Oscar Niemeyer terá uma intensa programação neste mês de janeiro. A partir do dia 10, haverá diversas oficinas e ações para o público infanto-juvenil e famílias. As atividades acontecem até o dia 27/1.

As propostas irão ocupar o Espaço de Oficinas, as salas expositivas e a área externa (gramado do Museu), oportunizando novas experiências individuais, sensoriais e coletivas.

O objetivo é explorar algumas das diversas técnicas, linguagens, materiais e possibilidades que a arte proporciona. Durante as atividades, os participantes poderão experimentar pintura, gravura, fotografia, cinema conhecer melhor as exposições em cartaz do MON e ainda participar de uma contação de histórias, entre outras ações.

Nas atividades direcionadas ao público infantil, na intenção de criar um ambiente de interação entre as crianças e as suas famílias, os participantes deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante as atividades.

Para participar, é necessário adquirir ingressos no site do MON (específicos para cada atividade), no valor de R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) ou isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60. As atividades possuem vagas limitadas.

Os ateliês abertos que acontecem na quarta-feira (dia em que a entrada é sempre gratuita) são isentos para todos e obedecem à ordem de chegada para a atividade. Nas quartas-feiras, os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação de espaço.

Veja a programação:
10/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de gravura
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a gravura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. A participação na atividade segue ordem de chegada na fila do Espaço de Oficinas e está sujeita a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento
Odores

12/1 – 10h30 e 14h30
MON Primeiros Passos
Ponto de Encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 12 a 24 meses
Duração: 1h
Neste encontro, vamos explorar as obras de Joana Vasconcelos em uma jornada no universo das esculturas monumentais da artista na exposição Extravagâncias.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Luz reduzida
Restrição de movimento

17/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de fotografia
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 5 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar a fotografia. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para descobertas e desafios. É necessário trazer um celular com câmera.
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

18/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina de fotoperformance | Arquitetura do corpo
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: a partir de 14 anos
Duração: 2h

Ao caminhar, observar e nos movimentar dentro e fora do Museu, nosso corpo se relaciona o tempo todo com este espaço. Mas como podemos registrar as formas de vivenciar o Museu? Traga seu celular com câmera e venha descobrir.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimento

20/1 – 10h30 às 15h30
Ateliê sem paredes – pintura ao ar livre
Ponto de encontro: Parcão
Público-alvo: todas as idades
A área externa do MON se tornará um grande ateliê a céu aberto onde vamos explorar as cores que fazem parte da paisagem.
Gratuito. Não é necessário retirar ingressos, basta chegar ao local e participar. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Aberto para todas as idades. Sujeito a lotação de espaço.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Luz natural
Liberdade de movimento

24/1 - 10h30 às 15h30
Ateliê aberto de esculturas
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 3 a 12 anos
Neste ateliê aberto você poderá experimentar as diversas formas de pensar uma escultura. As propostas criadas pelo Educativo tornarão o Espaço de Oficinas palco para diversas descobertas e desafios
Gratuito. Retirada de ingresso de acesso comum ao MON. Capacidade para 60 pessoas simultaneamente. Sujeito a lotação de espaço. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruído
Luz natural
Liberdade de movimentos
Odores

26/1 - Sessões às 10h e 14h
Oficina: Cinema contra realidade
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: 14 a 21
Duração: 2h
Nessa oficina exploraremos o tempo cinematográfico em contraste com a realidade, compreendendo o audiovisual como a linguagem do tempo e da arte.
Reserva de ingressos pelo site do museu. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

27/1 – Sessão às 15h
Contação de Histórias Brincante – com Eric Sponholz
Ponto de encontro: Espaço de Oficinas
Público-alvo: Todas as Idades
Duração: 1h
Neste encontro, o contador de histórias Eric Sponholz irá realizar uma proposta artística de contação de histórias onde a brincadeira e as palavras, criarão um mundo de interação entre adultos e crianças.
Reserva de ingressos pelo site do museu. É obrigatório o acompanhamento de um responsável durante toda a atividade. Vagas limitadas.

MON para Todos – Pessoas autistas
Você poderá encontrar os seguintes estímulos sensoriais:
Interação com pessoas
Local com ruídos
Luz natural

Orientações:
Confira a idade indicada para cada atividade;
As atividades de “Ateliê aberto” que acontecem nas quartas-feiras de entrada gratuita são isentos para todos e obedecem fila por ordem de chegada no Espaço de Oficinas. Os ingressos devem ser retirados diretamente na bilheteria e estão sujeitos a lotação;
Para participar das atividades que ocorrem nas quintas, sextas-feiras e no dia 27/01 é obrigatório adquirir ingressos específicos para cada atividade no site do museu: isentos para crianças até 12 anos e maiores de 60 ou no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) para demais públicos e adultos acompanhantes. As atividades possuem vagas limitadas;
Participantes menores de 14 anos deverão obrigatoriamente ser acompanhados de um adulto responsável durante todas as atividades.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço:
Mais informações no site www.museuoscarniemeyer.org.br

Exposição Van Gogh & Impressionistas encerra temporada em Curitiba, no dia 30 de dezembro

Última semana para curtir a atração instalada no Shopping Estação

Fechando uma temporada de muito sucesso e mais de 130 mil ingressos vendidos em Curitiba, a exposição Van Gogh & Impressionistas chega ao fim no dia 30 de dezembro. Ainda dá tempo de conhecer e se encantar com essa atração imersiva e muito tecnológica, os ingressos podem ser adquiridos na hora e no local (piso 1, azul), para entrada imediata e também on-line no site lightland.com.br.

A exposição utiliza tecnologia de ponta para dar vida às obras apresentadas. Por meio de efeitos e movimentos de videografismo, as pinturas ganham vida e proporcionam uma experiência única e emocionante ao público. Além disso, uma trilha sonora especial completa a experiência.

Os realizadores comemoram o sucesso junto ao público da capital paranaense: a forma como os curitibanos abraçaram Van Vogh & Impressionistas é algo jamais visto. E o envolvimento das pessoas daqui com a arte é algo incomparável, diz Davi Telles, CEO da produtora.

SERVIÇO
Van Gogh & Impressionistas
Dias de funcionamento: diariamente, exceto às terças-feiras
Horário:
Segunda a sábado: das 10h às 22h (último horário de entrada às 21h)
Domingos e feriados: das 11h às 22h (último horário de entrada às 21h)
Local:
Estacionamento superior do Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças -
Curitiba/PR
Quanto custa:
- Segunda a sexta - Diurno: R$70 inteira / R$35 meia-entrada;
- Segunda a sexta - Noturno: R$90 inteira / R$45 meia-entrada;
- Fim de semana e feriados: R$110 inteira / R$55 meia-entrada
- Meia-entrada: para segmentos previstos em lei, mediante apresentação de comprovação na entrada: estudantes; jovens com idade entre 15 e 29 anos que possuam Carteira de Identidade Jovem; professores das redes pública e privada; pessoa com deficiência e seu acompanhante, se necessário; pessoa com 60 anos ou mais; doadores de sangue e medula e outras hipóteses previstas em legislação
local.
Gratuito para crianças até 4 anos

Fotos: Vinicius Porto - Lightland Produções

“Lina Faria – Passando a limpo”: MIS-PR celebra trajetória de fotógrafa paranaense com exposição inédita

Com curadoria do fotógrafo João Urban, a artista revela sua abordagem e captação sensível em imagens que protagonizam as mulheres em dimensões e diversas realidades, e hoje faz parte do projeto Memória Viva até 23 de fevereiro de 2024.

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Entra em cartaz na segunda (11), na Sala Adalice Araújo, às 17h, a exposição “Lina Faria – Passando a limpo”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som do Paraná. A mostra consagra uma homenagem à fotógrafa paranaense e sua contribuição para a fotografia do Paraná, com destaque para sua forma sensível de capturar as imagens.
“A fotografia da Lina Faria é manuscrita, é escrita corrida, é feita “na mão”! Com a caligrafia do carinho pelas pessoas que fotografa, é feita de sorriso e abraços”, diz o curador João Urban, colega de profissão e amigo de Lina desde quando trabalharam juntos no antigo estúdio Zap.
Um dos pontos curiosos dessa exposição é a descoberta de um conjunto significativo de fotografias feitas por Lina na colônia polonesa Tomás Coelho, em Araucária e Campo Largo, no ano de 1984 para a Secretaria de Estado da Cultura. Essas fotos, originalmente creditadas a Urban devido a um erro na identificação, tiveram sua verdadeira autoria resgatada no acervo do MIS, evidenciando o olhar de Lina presente nessas imagens.
Em “Passando a Limpo”, Lina é apresentada como uma fotógrafa do mundo, uma flâneur moderna que explora não apenas as cidades, mas também as histórias e as pessoas que nelas habitam. Sua abordagem fotográfica capta fragmentos do cotidiano, revelando a poesia e a imaginação presentes ao nosso redor, desde os espaços íntimos das pessoas até as paisagens urbanas.
Os projetos de Lina revelam o interesse na relação estética das mulheres com seus espaços, explorando presídios, áreas rurais e urbanas para capturar a vida feminina em diferentes contextos. Seus trabalhos também incluem registros em Cuba, mostrando a rotina das cubanas em suas residências, sempre revelando fascínio pela relação das pessoas com seus ambientes e narrativas pessoais.
“O que posso dizer é que o tempo me tornou tímida para abordagens fotográficas”, relata Lina ao amigo e curador Urban. Apesar dos desafios da violência urbana e da crescente busca das pessoas por privacidade, ela não acredita na morte da fotografia documentária, mas afirma que tem medo. Em relação à verdade na fotografia, ela acredita que esta é a verdade que o fotógrafo quer imprimir ao seu público.
“Essa habilidade de Lina em capturar a essência das coisas, seu olhar sensível para o mundo ao seu redor é o que está estampada na exposição. É como consegue contar histórias através de suas fotografias de um jeito só dela, mesmo em lugares e tempos diferentes. Além de ser uma homenagem à jornada de todas as fotógrafas mulheres do Paraná e do Brasil”, conta Mirele Camargo, diretora do MIS-PR, que busca celebrar a trajetória de grandes fotógrafos paranaenses com o projeto Memória Viva.

HISTÓRIA PASSADA A LIMPO – Nascida no município de Nova Esperança, 1955, Lina teve o primeiro contato com a arte visual aos 17 anos, por meio dos slides projetados por Adalice Araújo durante aulas de História da Arte na UFPR, quando cursava Comunicação Social. Sua paixão pela fotografia solidificou posteriormente, quando teve acesso a equipamentos ao trabalhar com still para cinema.
Ela não se dedicou a pesquisas extensivas, mas absorveu influências significativas. No estúdio Zap, conviveu com o trabalho de diferentes fotógrafos como João Urban, Nego Miranda, Márcio Santos e Dico Kremer, absorvendo a efervescência cultural do ambiente. A poesia de Baudelaire, Walter Benjamin e Italo Calvino, juntamente com seu convívio com arquitetos durante o trabalho no IPPUC, também influenciaram a abordagem do urbano na fotografia.
Cuba, vilas rurais e o cotidiano do centro de Curitiba: sua sensibilidade e olhar atento se direcionam para diferentes cenários. Seus projetos abrangem uma rica variedade de temas, desde a série “Identidade e Intimidade”, que adentra os lares das pessoas para resgatar suas histórias, até “Prisão Feminina”, que explora a estética das mulheres em ambientes carcerários. Esses projetos refletem o tema comum para Lina: o embate entre o ser humano e seu ambiente, seja físico ou arquitetônico.

CRÉDITOS – A busca pelo ensaio perdido de Lina na colônia Tomás Coelho em 1984 se estendeu por anos, em diferentes fontes possíveis. Esse mistério se desenrolou por meio da descoberta de Catarina Knapri Cunha e Maria Fernanda Rodrigues, funcionárias do museu que pesquisavam fotografias e se depararam com uma imagem em preto e branco, semelhante a um cromo identificado como pertencente a João Urban.
Urban explica a origem da confusão: “Ninguém sabia explicar o sumiço dos cromos. Como eu estava fotografando a colônia desde 1980, algum funcionário, que sabia disso, identificou os slides como sendo meus”.
A revelação veio de uma identificação equivocada dos registros como pertencentes a Urban, devido ao seu trabalho fotográfico contínuo na colônia Tomás Coelho na década de 80.
“Foi aí que me buscaram para confirmar se eu e a Lina havíamos fotografado juntos em Tomás Coelho, o que desvendou o mistério do desaparecimento do ensaio que a Lina havia feito em 84... tanto eu como a Lina estávamos atrás desse material justamente para essa exposição”, esclarece Urban.

MEMÓRIA VIVA – “Lina Faria – Passando a limpo” é parte do projeto Memória Viva, uma iniciativa do MIS-PR que busca homenagear a trajetória de importantes agentes culturais do Paraná, ainda em vida.

Serviço
Abertura 11 de dezembro, às 17h
Visitação até 23 de fevereiro de 2024
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Sala Adalice Araújo – Rua Ébano Pereira, 240, Centro – Curitiba – Paraná.

O universo da cartunista Laerte na Caixa Cultural

A Caixa Cultural Curitiba apresenta Trans Laerte, uma exposição interativa inédita de cartuns, tirinhas e charges dos mais de 50 anos de produção da cartunista Laerte Coutinho, uma das mais importantes artistas brasileiras. A abertura acontece na próxima terça-feira, dia 5, às 19 horas, Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro), com a presença do curador Nobu Chinen, pesquisador na área de história em quadrinhos e membro do Observatório de Histórias em Quadrinhos. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até 28/01/24, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas. O projeto tem patrocínio da Caixa e Governo Federal, realização Somos Comunicação e produção Via Press Comunicação.
A exposição é uma viagem pela criatividade fascinante de Laerte: TRANSformadora, TRANSgressora e TRANSmidiática. O público terá oportunidade de se conhecer, rever e apreciar uma pequena amostra do imenso talento dessa artista absolutamente genial, se inquietar com sua aguçada inteligência e sensibilidade e se divertir com seu estilo de humor e ironia, aliás, nem sempre fina. Ninguém chegará à porta de saída da mesma maneira que entrou na exposição. Algo da desafiadora, ousada e corajosa Laerte irá junto.
A âncora no fio condutor, TRANS é fincada numa multiplicidade de sentidos, com o propósito de resgatar e valorizar uma brilhante carreira que já conta mais de 50 anos no humor gráfico e na qualidade narrativa. A mostra oferece passagens por diversas fases do trabalho de Laerte como chargista e cartunista, desde a revista amadora Balão até sua produção mais recente, passando por uma intensa produção que inclui charges, tiras diárias, histórias de página única e outras mais extensas. A arquiteta Ana Kalil, responsável pelo projeto expográfico, teve o desafio de condensar cerca de 400 trabalhos da cartunista. Segundo Ana, “Pensar em uma exposição sobre Laerte foi inquietante! Como trazer esse espírito revolucionário e livre para uma exposição? Como fazer com que os personagens "pulem" das tirinhas ou charges e nos apresente a essa artista? É um tira gosto feito com muito cuidado e alguma ousadia desse banquete que é sua vida e sua arte.”
Quem assina a curadoria é Nobu Chinen, pesquisador e escritor de vários artigos e livros sobre histórias em quadrinhos, que criteriosamente fez um recorte do que melhor se produziu no Brasil em termos de arte sequencial. Chinen usa como eixo curatorial a construção de um diálogo da obra de Laerte cartunista com questões política, econômica e social, do país e do mundo. "É uma oportunidade rara de se conhecer, de se rever e de se apreciar o talento dessa artista genial. De se inquietar com sua aguçada inteligência e sensibilidade e de se divertir com seu estilo de humor e ironia, aliás, nem sempre fina", destaca Nobu Chinen.

Serviço:
Exposição Trans Laerte
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro, Curitiba/PR
Informações: (41) 4501-8722
Período: Abertura dia 05/12 às 19h. Período da exposição de 05/12/23 a 28/01/24
Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação Indicativa: Livre
Entrada Franca
Realização Via Press
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Mais informações e entrevistas
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne (41) 9 9145-7027

SUGESTÃO DE BOX

Curador fará oficina e visita gratuita no dia 6
Na quarta-feira, dia 06, às 14 horas, o curador da exposição TransLaerte, Nobu Chinen, ministrará uma oficina de curadoria seguida de uma visita guiada na Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Na ocasião ele vai apresentar o processo de curadoria de uma exposição de histórias em quadrinhos detalhando as etapas desde o estudo do tema até as questões técnicas como espaço da exposição e discussão do projeto cenográfico.
Pesquisador e escritor de vários artigos e livros sobre histórias em quadrinhos, Nobu fez criteriosamente um recorte do que melhor se produziu no Brasil em termos de arte sequencial e usa como eixo curatorial a construção de um diálogo da obra de Laerte cartunista com questões política, econômica e social, do país e do mundo.

Serviço: Oficina e Visita com Nobu Chinen
Quarta-feira, dia 6, às 14 horas, na Galeria Térreo da Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Entrada franca.
Link para inscrições:
https://docs.google.com/forms/d/1QLj1kojxZPp30B8iwD0_CqpMcUHILcwQAhhbQVFsGCA/edit

Com 120 mil ingressos vendidos em Curitiba, exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas anuncia suas últimas semanas

Curitiba tem sido palco de uma experiência de arte e tecnologia única com a exposição Van Gogh & Impressionistas, instalada no Shopping Estação. Com mais de 120 mil ingressos vendidos na cidade, a atração tem encantado visitantes de todas as idades.

A exposição imersiva utiliza tecnologia de ponta para dar vida às obras apresentadas. Por meio de efeitos e movimentos de videografismo, as pinturas ganham vida e proporcionam uma experiência única e emocionante ao público. Além disso, uma trilha sonora especial completa a atmosfera envolvente da exposição.

Nesta quinta-feira, 23 de novembro, a produtora Lightland, que promove a atração em várias capitais brasileiras, anunciou que a temporada curitibana está em suas últimas semanas e abriu novas datas na plataforma de vendas.

Prestes a completar meio milhão de ingressos vendidos em todo o país, os realizadores comemoram o sucesso junto ao público da capital paranaense: a forma como os curitibanos abraçaram Van Vogh & Impressionistas é algo jamais visto. Estamos com 99% de nossa lotação preenchida desde que estreamos. E o envolvimento das pessoas daqui com a arte é algo incomparável, diz Davi Telles, CEO da produtora.

Para quem ainda não conseguiu ir à exposição, esta é a última chance para aproveitar. Ingressos limitados com novas datas já disponíveis para venda no site lightland.com.br e na loja física no piso L1 do Shopping Estação.

SERVIÇO
Com 120 mil ingressos vendidos em Curitiba, exposição imersiva Van Gogh &
Impressionistas anuncia suas últimas semanas
Dias de funcionamento:
diariamente, exceto às terças-feiras
Horário:
Segunda a sábado: das 10h às 22h (último horário de entrada às 21h)
Domingos e feriados: das 11h às 22h (último horário de entrada às 21h)
Local:
Estacionamento superior do Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças -
Curitiba/PR
Quanto custa:
- Segunda a sexta - Diurno: R$70 inteira / R$35 meia-entrada;
- Segunda a sexta - Noturno: R$90 inteira / R$45 meia-entrada;
- Fim de semana e feriados: R$110 inteira / R$55 meia-entrada
- Meia-entrada: para segmentos previstos em lei, mediante apresentação de
comprovação na entrada: estudantes; jovens com idade entre 15 e 29 anos que
possuam Carteira de Identidade Jovem; professores das redes pública e privada;
pessoa com deficiência e seu acompanhante, se necessário; pessoa com 60 anos
ou mais; doadores de sangue e medula e outras hipóteses previstas em legislação
local. Gratuito para crianças até 4 anos
Sobre o Shopping Estação
O Shopping Estação é ponto de encontro e referência em entretenimento e gastronomia na cidade, com um mix de lojas e serviços completo, além de reunir parte da história de Curitiba no Museu Ferroviário, único museu dentro de um shopping no Brasil. Inaugurado em 14 de novembro de 1997, há 25 anos o Shopping Estação tem participação ativa na vida dos curitibanos e de milhares de turistas que passam pela capital paranaense.
Fotos: Vinicius Porto/Lightland Produções

Histórias que transcendem na Caixa Cultural

Na próxima terça-feira começa uma vivência inédita e gratuita para o público 60+

A Caixa Cultural apresenta o projeto “Sabedoria em Cena: Histórias que transcendem” uma vivência ministrada pela artista Lilian Abdalla (Cia ArleKrim) que busca resgatar a prática milenar de contar histórias tendo como protagonistas pessoas a partir dos 60 anos de idade, com o objetivo de valorizar e reconhecer a importância delas como detentoras de saberes e experiências enriquecedoras. As oficinas vão acontecer de terça a domingo, entre 28/11 a 03/12, na Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). As inscrições são gratuitas e já estão abertas pelo link: Sabedoria em Cena.. As vagas são limitadas a 20 pessoas por turma, uma de manhã – das 10 às 12h - e outra à tarde – das 14 às 16 h.
A artista Lilian Abdalla explica que a cada dia é realizado um exercício temático que aborda um aspecto da contação de histórias. Nos quatro primeiros encontros, de terça a sexta – ela vai trabalhar com os temas “O contador que me habita”, quando os participantes contam um fato inusitado que presenciaram ou viveram; “A imagem que conta” quando o contador usa o corpo, a modulação da voz e a cadência das frases como recursos para formar as imagens e atingir o ouvinte; “O cavalo que corre e o cavalo que come”, uma dinâmica sobre a contação; e “A minha história. O que eu tenho para ela e o que ela tem para mim?”, quando os participantes se conectam ao conto como parte de sua própria história de vida, enchendo-o de qualidades baseadas em suas experiências pessoais. No sábado será feito um “Ensaio geral” e no domingo um sarau com a apresentação das histórias e criações trabalhadas durante os encontros.
O objetivo dessa Vivência é durante as atividades, por meio da escuta de histórias da tradição oral, resgatar o papel das pessoas mais velhas como guardiãs das memórias. Os participantes vão compartilhar suas histórias, pontos de vista e reflexões sobre suas trajetórias de vida, promovendo um espaço de escuta ativa e valorização de suas experiências.
Para isso, são propostos jogos teatrais e outras atividades lúdicas, a fim de explorar a expressão corporal, criatividade e desinibição, para que se sintam confortáveis e confiantes durante o processo de compartilhamento. Também são trabalhadas atividades que desenvolvem a memória, utilizando imagens como recurso. Os encontros são permeados de música e brincadeiras, dando leveza para a atividade. Ao trabalhar com o corpo, mente e expressão artística, a vivência proporciona uma experiência enriquecedora e transformadora. Os participantes têm a oportunidade de ampliar suas percepções da realidade, ressignificar suas trajetórias de vida e fortalecer sua autoestima.
Ao final, é promovido um sarau aberto para celebrar e contar as histórias trabalhadas durante os encontros. Isso possibilita não apenas que os participantes sejam ouvidos e reconhecidos, mas também que as histórias escolhidas sejam preservadas e transmitidas, fortalecendo os laços intergeracionais e promovendo a valorização das pessoas idosas como agentes ativos na transmissão de conhecimento e sabedoria.

Serviço:
Vivência: “Sabedoria em Cena: Histórias que transcendem”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro, Curitiba/PR
Informações: (41) 4501-8722
Período: De terça (dia 28/11) a domingo (03/12).
Inscrições gratuitas com vagas limitadas: 20 pessoas por turma
Horários das turmas: Manhã, das 10h às 12h, e à tarde, das 14h às 16h.
Acesso para pessoas com deficiência
Inscrições pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfU0ICeCfD_c74RKQaxUS4p-CvMGN58O7gosPPH6nzqmud8kA/viewform
Classificação Indicativa: livre para todos os públicos

Mais informações e entrevistas
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne (41) 9 9145-7027

Sugestão de Box:

Cronograma “Sabedoria em Cena: Histórias que transcendem”

Encontro 1(28/11- terça-feira) – O contador que me habita
O contador como um bom mentiroso é o ponto de partida. Os participantes contam um fato inusitado que presenciaram ou viveram, enquanto outros tentam adivinhar se o contador convenceu a plateia de que viveu esses fatos.
Encontro 2 (29/11 - quarta-feira) – A imagem que conta
As histórias são feitas de imagens. O contador usa o corpo, a modulação da voz e a cadência das frases como recursos para formar as imagens e atingir o ouvinte. Os participantes trabalham as imagens através de desenhos que representam momentos de uma mesma história. As cores dos lápis coloridos dão o clima de cada passagem.
Encontro 3 (30/11 - quinta-feira) – O cavalo que corre e o cavalo que come
A imagem do cavalo que galopa ajuda a compreender o ritmo dos eventos em uma história, enquanto o cavalo que come simboliza uma pausa na narrativa para reflexão antes de retomar o fluxo. Essa dinâmica consciente de acelerar e expandir torna a contação mais natural aos ouvidos da plateia. Identificam-se os participantes que resumem os fatos e aqueles que preferem detalhar cada aspecto, expandindo a história.
Encontro 4 (01/12 - sexta-feira) – A minha história. O que eu tenho para ela e o que ela tem para mim?
Os participantes se conectam ao conto como parte de sua própria história de vida, enchendo-o de qualidades baseadas em suas experiências pessoais.
Encontro 5 (02/12 – sábado) – Ensaio geral
É realizado um ensaio geral das histórias e criações, planejando a abertura do sarau, a ordem das apresentações.
Encontro 6 (03/12 – domingo) – Sarau
Um dia após a finalização da vivência, terá a apresentação das histórias trabalhadas durante os encontros.

Pela primeira vez na Casa de Pedra, 7.ª edição da Mercatto Autoral reúne mais de 40 marcas

Feira multicultural será realizada nos dias 02 e 03 de dezembro; decoração e opções para presentear no Natal são destaques

Curitiba, novembro de 2023 - Com o Natal se aproximando, os consumidores de produtos autorais têm a oportunidade de conferir presentes e artigos de decoração na 7.ª edição da Mercatto Autoral, que será realizada nos dias 02 e 03 de dezembro (sábado e domingo) no Nex Coworking Casa de Pedra (Alameda Presidente Taunay 130 - Batel). A feira reunirá 45 marcas que têm em comum a produção exclusiva ou em pequena escala, o trabalho manual e a preocupação com a sustentabilidade social e ambiental.
Conduzida pela turismóloga e empreendedora Meroly Felizardo, criadora da pioneira Emporium Handmade, a Mercatto nasceu com o propósito de oferecer uma alternativa de consumo consciente, fortalecendo o mercado autoral e valorizando o que é produzido localmente e no Brasil. “É uma feira que se preocupa em destacar o talento e a criatividade dos artistas, proporcionando uma experiência de compra com propósito ao consumidor”, afirma Meroly.
Para aqueles que ainda não conhecem a qualidade das feiras produzidas pela Emporium Handmade, a Mercatto Autoral será mais um espaço de descobertas, com marcas autorais de alto nível. Muitas estão nascendo, o que firma sua posição de incubadora de novas marcas. As opções incluem produtos para decoração, pets, roupas e acessórios, velas e cosméticos naturais, brinquedos seguros, decoração de Natal e comidas, que podem ser consumidas no local ou levadas para casa.
Esta é a primeira vez que a Mercatto será realizada na Casa de Pedra, localizada no coração do Batel. A ideia é que os dois dias do encontro sejam de celebração e descontração, com o intercâmbio entre o público e os criadores. “Também teremos apresentações culturais e uma roda de conversa para empreendedoras, tornando a feira um encontro agradável e dinâmico para pessoas de todas as idades.”
Para as crianças, o duo João Carlos e Carolina Chianello, que forma o Papel Dobrado (@papeldobra.mus), faz uma apresentação cheia de músicas e danças afetivas no sábado, às 14h e no domingo às 13h30.
No domingo às 15 horas, o grupo de palhaços Circo Rodado apresenta um esquete de palhaçaria clássica, atualizando-as ao contexto e às questões contemporâneas.
Para descontrair, o Deu Jazz (@deujazzzz) faz uma apresentação recheada de improvisos com pitada de música brasileira e latin jazz, no sábado às 16h30.
No domingo, das 11h30 às 13h, será realizada a roda de conversa Ousadas & Prósperas, com entrada franca. No encontro, a escritora, orientadora e psicopedagoga Alethea Silveira, juntamente com a mentora de empreendedoras Mariana Nichele ensinam de uma maneira leve e divertida técnicas para fazer os pequenos negócios crescerem.

Diversidade e inclusão
Mãe e empreendedora de raízes africanas, Meroly Felizardo tem atuado nos últimos dez anos como aglutinadora cultural e agregadora de marcas criativas. Para fortalecer e marcar as ações afirmativas que sempre fizeram parte das feiras, a Mercatto disponibiliza a partir dessa edição vagas afirmativas para empreendedores pretos. “Nosso objetivo é ampliar as oportunidades para todos os talentos e dar espaço para vozes que muitas vezes são menos ouvidas”, afirma Meroly.

Marcas participantes
A.coli
Alfajor da Menina
Amô Cerâmica Artesanal
Amorizar Ateliê
Ateliê Mimos da Thais
Atelier Alberta
Bambicho
Caju Semijoias
Cãotegral
Charcutaria&Cia
Cocaeastwood
COMUM
Cora artesanato
Cosmos cerâmica
CR LNC Criei Lancei
Criei Lancei Criando Moda
CRR Estilo
Delícias da Danny
dipontta
Do Casal Produtos Artesanais
Feito a mão - Macramê
Fofurices Brinquedos de Pano
FuChik Acessórios Modernos
Garden Ateliê
Gentees Impacto Social
GIA Linhas e Formas
Granola dos Sonhos
Kati Ueber Casa
Keramikós Joias Autorais
Kheiron Hidroméis
KJ Comida Natural
Líria Cerâmica
Malva Studio
Maria Emilia Estamparia
Marina B
Milá Melo Semijoias
Naturel Velas
Pe.Ti.Tê Moda com Afeto
Pet Rock Chilli & Pepper
Pets by Bijoux
Samambaia Handmade
Santa Lou
SixG
Thera Ateliê
Volante Birra Mobile

Serviço:
7.ª edição da Mercatto Autoral
Dias 02 e 03 de dezembro
Nex Coworking Casa de Pedra (Alameda Presidente Taunay 130 - Batel)
Entrada gratuita
Roda de Conversa Ousadas e Prósperas
Dia 03, das 11h30 às 13h.
Inscrições gratuitas via formulario: https://forms.gle/hfWz8A5CX2gX7TWy6

Bazar Solidário da Fundação Pró-Renal precisa de doações para a continuar o atendimento do paciente em situação de vulnerabilidade social

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Desde 2008, o Bazar Solidário Pró-Renal é uma das principais fontes de recursos da Fundação Pró-Renal, entidade beneficente que cuida integralmente de pacientes em tratamento conservador (pré-diálise) para evitar a progressão da doença renal e promover a qualidade de vida.

Aberto à comunidade, o bazar precisa de roupas, calçados, utensílios de cozinha, eletrodomésticos, móveis, artigos de cama, mesa e banho, livros, entre outros. Os recursos arrecadados com a venda dos itens são direcionados ao cuidado integrado de mais de 1,2 mil pacientes por mês.

A renda do bazar é destinada aos serviços do ambulatório de consultas especializadas, prevenção e tratamento do pé do diabético, consultório odontológico, serviço social, psicologia e farmácia.

Economia circular

Além de fonte de sustentabilidade para a instituição, o Bazar Solidário é um exemplo de ação em econômica circular, que tem como premissa o reuso de produtos, aumentando a vida útil dos mesmos e reduzindo a produção de resíduos. E, ainda, a iniciativa contribui com a preservação do meio ambiente e incentiva o consumo consciente.

O Bazar Solidário também segue o objetivo 12 – Consumo e Produção Responsáveis dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ratificando a valorização do ciclo de vida do produto e incentivando a moda circular.

De acordo com uma pesquisa da Ellen MacArthur Foundation, realizada neste ano, 58,8% dos entrevistados preferem comprar roupas de materiais reciclados; 41,1% gostam de consumir roupas que passaram por um processo de renovação; 50% gostam de comprar de marcas que fazem upcycling (reaproveitamento e reutilização com muita criatividade) de roupas de outras estações; e 44,1% preferem comprar roupas de segunda mão.

“Essas informações indicam que o Bazar Solidário é um importante incentivador da economia circular”, afirma a coordenadora do Bazar Solidário Pró-Renal, Cláudia Melo. Segundo ela, “cada vez mais as pessoas estão se conscientizando da importância do reuso, procurando não somente a causa da instituição em si, mas também seguir uma nova tendência de moda que está em alta, fomentando o reaproveitamento, a troca e reuso de tudo que é possível”, conclui.

Doações

Para doar, basta entrar em contato com a Pró-Renal pelos telefones (41) 3312-5415 ou (41) 98404-8135, e agendar a coleta. Uma equipe da instituição fará a curadoria e o posterior recebimento das doações.

Sobre a Pró-Renal - Criada em 1984 por iniciativa do médico Dr. Miguel Carlos Riella, a Fundação Pró-Renal é uma entidade beneficente que cuida integralmente de pacientes em tratamento conservador (pré-diálise) para evitar a progressão da doença renal e promover a qualidade de vida. Atualmente, atende cerca de 6 mil pacientes por ano e também desenvolve campanhas educativas nas empresas, escolas e comunidade para a conscientização e prevenção das doenças renais.
www.pro-renal.org.br/ @fundacaoprorenal

Serviço: Bazar Pró-Renal
Endereço: Vicente Machado, 2190
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 18h
Instagram: @bazarprorenal |Facebook: @bazarprorenal
Contato: (41) 3312-5415 e (41) 98404-8135 (com Cláudia Mello)

Galeria Ybakatu completa 28 anos e apresenta a exposição “dejavu” com C. L. Salvaro

A abertura oficial está marcada para o dia 24 de novembro, a partir das 18h, entrada franca

Curitiba, novembro de 2023 - A Galeria Ybakatu apresenta a exposição individual intitulada "dejavu", uma obra do artista C. L. Salvaro. Após uma trajetória extensa de mostras e residências nacionais e internacionais, o artista volta a expor na Ybakatu, com algumas obras recentes e outras nem tanto, C. L. apresenta um recorte de sua pesquisa.
Na ocasião da abertura de C. L. Salvaro também celebramos o aniversário da Galeria Ybakatu, que completa 28 anos de existência.
A abertura oficial está marcada para o dia 24 de novembro, a partir das 18h, e promete ser um encontro entre a arte contemporânea, artistas e o público em geral. A Galeria Ybakatu, ao longo dos seus 28 anos de trajetória, tem se consolidado como um espaço dedicado à promoção e difusão das expressões artísticas, trocas, encontros e a inserção de obras em coleções privadas e institucionais.
A exposição "dejavu" reflete a trajetória de C. L. Salvaro em criar obras que proporcionam uma experiência única aos espectadores, explorando a familiaridade de experiências passadas e provocando uma reflexão profunda sobre a natureza efêmera da existência, da sustentabilidade de materiais e uma releitura da arquitetura.
Todos estão convidados a participar dessa experiência única e a contribuir para mais um momento especial na história da arte contemporânea e da Galeria Ybakatu.

dejavu

Através de seus trabalhos, C. L. Salvaro proporciona uma experiência singular que desafia a forma como percebemos o mundo ao nosso redor, estimulando uma conversa sobre a sustentabilidade, a beleza efêmera e a capacidade de transformar o ordinário em extraordinário.
Nesta exposição, C. L. Salvaro apresenta obras que exploram a aproximação de materiais sintéticos com elementos naturais e arquitetônicos em arranjos simples. A complexidade do ambiente urbano e o impacto do consumismo são explorados através da superfície de embalagens e resíduos arquitetônicos, que, por sua vez, refletem e contrastam com os resquícios de construções e ruínas urbanas. A disposição contígua de objetos fragmentados sugere que a completude pode ser encontrada na própria multiplicidade dos fragmentos, evidenciando as conexões entre esses elementos dispersos. A interação dinâmica entre materiais orgânicos e os meios culturais vernaculares revela uma intrincada relação entre a criação humana e o mundo que a circunda.
A incorporação da palavra "dejavu" com a pronúncia equivocada é uma escolha deliberada, atuando como um reforço à recorrência do erro como um recurso poético na produção do artista. A exposição reúne uma seleção de alguns trabalhos inéditos e outros que foram apresentados em ocasiões anteriores. No entanto, vale notar que muitos destes trabalhos foram compartilhados anteriormente apenas no âmbito virtual, intensificando a sensação de repetição ao nos confrontarmos com algo que, de certa forma, já foi visualizado. Esse método de exposição incita uma reflexão sobre a natureza da familiaridade, sugerindo que a repetição, mesmo ligada a uma experiência virtual, pode evocar uma sensação peculiar de déjà vu, acrescentando outras camadas à interpretação das obras.

28 anos da Galeria Ybakatu
Fundada em 1995, a Galeria Ybakatu comemora orgulhosamente seus 28 anos de dedicação à promoção e exposição da arte contemporânea. Desde o início, a galeria tem sido uma peça central no cenário artístico da região Sul do Brasil, inicialmente destacando o trabalho de artistas locais da década de 1990 e, ao longo dos anos, expandindo suas atividades para representar talentos em todo o país.
O dinamismo da Galeria Ybakatu é notável, destacando-se não apenas pela diversidade de artistas que representa, mas também pela qualidade excepcional de suas exposições. Ao longo de suas quase três décadas de existência, a galeria estabeleceu uma reputação de excelência e compromisso com a arte contemporânea, sendo reconhecida como um espaço que abraça a inovação e a expressão artística única.
Além de seu papel vital no cenário artístico regional, a Galeria Ybakatu desempenha um papel crucial na cidade ao promover um calendário de eventos que vai além da simples exibição de obras. “A galeria é um espaço de diálogo e reflexão, apostando em atividades que estimulam a discussão sobre os processos artísticos atuais e incentivam o público a se envolver de maneira mais profunda com a arte contemporânea”, comemora a diretora Tuca Nissel. “A Galeria Ybakatu não é apenas um local de exposição, mas uma instituição que tem sido uma plataforma essencial para artistas emergentes e estabelecidos, proporcionando um espaço vital para a experimentação, inovação e diálogo artístico. Esses 28 anos de existência são um testemunho do compromisso contínuo com a promoção da cultura e da arte, contribuindo para a vitalidade e diversidade do cenário artístico brasileiro. Que esses anos sejam apenas o prelúdio de muitos mais, repletos de descobertas, inspiração e contribuições significativas para a cena cultural e artística do país”, completa.

Em cartaz em Curitiba e São Paulo

Além da exposição em Curitiba, o artista C. L. Salvaro marca presença em uma exposição especial que marca a reabertura da Casa das Rosas, após seu restauro, com a temática “Dimensão Cidade”, com obras de 15 artistas contemporâneos e curadoria assinada por Paula Borghi, entre eles C. L. Salvaro que participa junto de Abigail Campos Leal, Augusto de Campos, Bruno Baptistelli, Débora Bolzsoni, Gerty Saruê, Manu Costa Lima, Meliny Bevacqua, Natalie Salazar, Nino Cais, R. Trompaz, Roberto Freitas, Shirley Paes Leme, Thiago Honório e Xadalu Tupã Jekupé, abordando o tema da urbanidade, com trabalhos em diferentes modalidades artísticas, como pinturas, esculturas e instalações.
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c. l. salvaro, casca, 2021
fibra de vidro, cimento e ferro
328 x 132 x 80 cm

SERVIÇO EXPOSIÇÃO DEJAVU:
Galeria Ybakatu
Rua Francisco Rocha, 62 Lj. 06 Batel - Curitiba/PR
Tel: +55 41 3121-1103 | +55 41 99536-8787
www.ybakatu.com | ybakatu@ybakatu.com
Exposição “dejavu”
Artista: C. L. Salvaro
Abertura: 24 de novembro
Período expositivo: 27 de novembro a 22 de dezembro de 2023.
Visitas de segunda a sexta, das 10h às 12h00 e das 13h30 às 17h, ou agende a sua visita.
Entrada franca.

Poesia Experimental Portuguesa na Caixa Cultural

Exposição celebra 60 anos da poesia pós-verso portuguesa em variados formatos e mídias

A Caixa Cultural Curitiba apresenta, de 21 de novembro de 2023 a 21 de janeiro de 2024, a exposição "Poesia Experimental Portuguesa", na Galeria Mezanino. O compilado de obras proporciona, pela primeira vez ao público brasileiro, um panorama da poesia experimental realizada em Portugal desde os anos 1960 até os dias atuais. São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri. A coletânea percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos. A abertura acontece na próxima terça-feira (21), às 19h. A exposição, com produção da Espaço Líquido, tem visitação gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20 horas, e nos domingos, das 10 às 19 horas, na Caixa Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro).
Apelidada com as iniciais de Poesia Experimental, a PO-EX nunca se configurou como um movimento fechado e teve pouca visibilidade no Brasil, embora ambos os países compartilhem da mesma língua e os portugueses tenham sido influenciados pela Poesia Concreta brasileira. Na exposição, destacam-se obras de artistas como Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, Silvestre Pestana, António Barros, Fernando Aguiar, Abílio-José Santos, entre outros. Falecido no ano passado, o poeta E. M. de Melo e Castro, pai da cantora Eugénia Melo e Castro, recebe homenagem especial da curadoria.
O curador e poeta brasileiro, Omar Khouri, conta que a Poesia Experimental sempre foi considerada uma prática artística de resistência e transgressão. “Esta poesia nasce e se desenvolve no que se pode chamar Era Pós-Verso, instaurada pela Poesia Concreta, nos anos de 1950. Os experimentais são poetas que valorizam as visualidades todas, assim como as técnicas que as possibilitam. Fizeram uso de todos os media que se apresentaram acessíveis”, explica.
Em suas viagens a Portugal, Bruna Callegari, também curadora da coletânea, encontrou com artistas, colecionadores e instituições de arte e recolheu um variado material, que compreende desde revistas independentes, documentos, obras em papel, colagens, arte-postal, registros em vídeo e objetos. Ela esclarece que a PO-EX é uma poesia que, desde o início, teve como característica a desmaterialização. “Ela se fundou em um conceitualismo muito forte e utilizou meios e materiais frágeis e de pouca circulação. Nesta coletânea nós apresentamos um recorte significativo, que marca todas as décadas desde os anos 1960 até obras feitas em 2018. É um material rico e panorâmico dessa poesia, que atravessou os tempos, tendo preservado e expandido o seu projeto de resistência cultural e de radicalidade da linguagem”, declara a curadora.
A exposição visa resgatar e evidenciar o histórico dos artistas e de sua valiosa produção cultural. Ao longo do período expositivo, será lançado um livro-catálogo, com edição de textos dos autores portugueses E.M de Melo e Castro, Ana Hatherly e Fernando Aguiar, além de reprodução das obras em exposição, em sua maioria nunca publicadas no Brasil. Estão previstas ainda lives com os poetas Fernando Aguiar e Silvestre Pestana.
Sobre a Poesia Experimental Portuguesa
A Poesia Experimental Portuguesa surgiu na década de 1960, desafiando métodos e convenções pré-definidas na cena artística portuguesa. Reconhecida em outros países como concreta, visual, espacial ou intersemiótica, autodenominou-se, em Portugal, Poesia Experimental com o lançamento, em 1964, de revista de mesmo nome, a qual alcançou o seu segundo número em 1966.
Dois acontecimentos antecedem o aparecimento em Portugal de manifestações originais da Poesia Experimental: primeiro, a rápida visita a Lisboa do poeta concreto brasileiro Décio Pignatari em 1956 e, segundo a publicação em 1962, pela Embaixada do Brasil em Lisboa, de uma compilação da Poesia Concreta do grupo brasileiro Noigandres.
Em cerca de 60 anos de existência, a Poesia Experimental segue em atividade. Cada artista desenvolve uma maneira diferente de expressão da visualidade na poesia. Ao longo dos anos, as novas gerações de poetas deram continuidade às experimentações, mantendo sempre o princípio da invenção. Tudo pode virar poesia: poemas-objetos, poesia visual, poesia-performance, poesia-cinética e videopoesia.

Serviço:
Exposição: "Poesia Experimental Portuguesa"
Local: Caixa Cultural Curitiba - Galeria Mezanino (R. Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Informações: (41) 4501-8722
Período: Abertura dia 21/11 às 19h. Período da exposição de 21/11/23 a 21/01/24
Horários de visitação: de terça-feira a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação Indicativa: livre para todos os públicos
Entrada Franca

Mais informações e entrevistas
RB Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne (41) 9 9145-7027

Artistas na exposição
Abílio-José Santos
Américo Rodrigues
Ana Hatherly
António Aragão
António Barros
António Dantas
António Nelos
César Figueiredo
E. M. de Melo e Castro
Emerenciano
Fernando Aguiar
Gabriel Rui Silva
Jorge dos Reis
José-Alberto Marques
Nuno M. Cardoso
Rui Torres
Salette Tavares
Silvestre Pestana

EXPOSIÇÃO DE MARCELO CONRADO TRANSITA PELA PINTURA E RETRATOS PRODUZIDOS POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

“O Lugar do outro” pode ser conferida de 18 de novembro a 10 de março de 2024, no MuMA

Curitiba, novembro de 2023 - No dia 18 de novembro, sábado, às 11h, o Museu Municipal de Arte de Curitiba - MuMA, abre a exposição O lugar do outro, do artista Marcelo Conrado. Com curadoria de Bené Fonteles, a Mostra apresenta a produção recente do artista, que transita por diversas poéticas, tais como pinturas e retratos produzidos por Inteligência Artificial. Interessa ao artista as implicações que a tecnologia da IA traz para o campo da arte, em especial sobre a autoria. Quem é o autor de tais obras, o software ou o artista? Conrado produziu autorretratos, descrevendo a sua figura, suas obras e seu ateliê. Em seguida, o artista descreveu os outros. Muitas são pessoas em situação de vulnerabilidade que o artista, que também é advogado, encontrou quando prestou assessoria jurídica gratuita. Estão ainda presentes pessoas que chamaram a atenção pela condição de desrespeito aos seus direitos, sofreram violência, preconceito ou abandono. Recorrendo à memória, buscou-se descrever o rosto de cada uma dessas pessoas para a tecnologia da IA produzir os retratos, de acordo com as possibilidades que o software oferece. Essas imagens podem ser consideradas fotografias? Retratos falados?

Na exposição, o público também encontrará pinturas e uma instalação que permitirá interação. O artista segue com o propósito de aproximar os seus dois campos de atuação, o artístico e o jurídico. São obras que tratam dos nossos direitos, declara o artista. Conrado também levou em consideração a localização do museu, que situa-se ao lado de um dos principais terminais de transporte público de Curitiba. É onde encontramos o outro.

Para o curador Bené Fonteles, “O lugar do outro”, de Conrado, é dentro de nós. E se o breve poeta Arthur Rimbaud nos disse que ‘Eu é um outro’, o que nos diz o artista com sua tocante obra – expostas as vísceras –, é que não podemos existir sem as identidades com que contracenamos na cena do espaço urbano”.

A exposição, que conta com produção assinada por Rebeca Gavião Pinheiro, foi contemplada no Edital de Mecenato da Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO
MuMA - Museu Municipal de Arte de Curitiba.
Endereço: Av. República Argentina, 3430;
Abertura: 18 de novembro, sábado, das 11h às 15h;
Estacionamento no local
Visitação até 10 de março de 2024, de terça a domingo, das 10h às 19h

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A EXPOSIÇÃO POESIA EXPERIMENTAL PORTUGUESA

Exposição celebra 60 anos da poesia pós-verso portuguesa

A CAIXA Cultural Curitiba recebe a exposição Poesia Experimental Portuguesa, entre os dias 21 de novembro de 2023 e 21 de janeiro de 2024. O compilado de obras apresenta um panorama da poesia experimental realizada em Portugal, desde os anos 1960 até os dias atuais. São cerca de 80 trabalhos de 18 artistas portugueses, com curadoria de Bruna Callegari e Omar Khouri.

A coletânea percorre uma trajetória de seis décadas de produção poética em diferentes formatos e suportes: impressões, pinturas, caligrafias, fotografias, objetos, áudios e vídeos.

Apelidada com as iniciais PO-EX, a Poesia Experimental nunca se configurou como um movimento fechado e teve pouca visibilidade no Brasil, embora ambos os países compartilhem da mesma língua e os portugueses tenham sido influenciados pela Poesia Concreta brasileira. Na exposição, destacam-se obras de artistas como Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, Silvestre Pestana, António Barros, Fernando Aguiar, Abílio-José Santos, entre outros. Falecido no ano passado, o poeta E. M. de Melo e Castro, pai da cantora Eugénia Melo e Castro, recebe homenagem especial da curadoria.

Fernando Aguiar. Ensaio para uma nova expressão da escrita (1983)

O curador e poeta brasileiro, Omar Khouri, conta que a Poesia Experimental sempre foi considerada uma prática artística de resistência e transgressão. “Esta poesia nasce e se desenvolve no que se pode chamar Era Pós-Verso, instaurada pela Poesia Concreta, nos anos de 1950. Os experimentais são poetas que valorizam as visualidades todas, assim como as técnicas que as possibilitam. Fizeram uso de todos os media que se apresentaram acessíveis”, explica.

Bruna Callegari, também curadora da coletânea, esclarece que a PO-EX é uma poesia que, desde o início, teve como característica a desmaterialização. “Ela se fundou em um conceitualismo muito forte e utilizou meios e materiais frágeis e de pouca circulação. Nesta coletânea nós apresentamos um recorte significativo, que marcam todas as décadas desde os anos 1960 até obras feitas em 2018. É um material rico e panorâmico dessa poesia, que atravessou os tempos, tendo preservado e expandido o seu projeto de resistência cultural e de radicalidade da linguagem”, declara a curadora.

A exposição visa resgatar e evidenciar o histórico dos artistas e de sua valiosa produção cultural. Ao longo do período expositivo, será lançado um livro-catálogo, com edição de textos dos autores portugueses E.M de Melo e Castro, Ana Hatherly e Fernando Aguiar, além de reprodução das obras em exposição. Estão previstas ainda lives com os poetas Fernando Aguiar e Silvestre Pestana.

Sobre a Poesia Experimental Portuguesa
A Poesia Experimental Portuguesa surgiu na década de 1960, desafiando métodos e convenções pré-definidas na cena artística portuguesa. Reconhecida em outros países como concreta, visual, espacial ou intersemiótica, em Portugal, foi denominada de Poesia Experimental, com o lançamento, em 1964, de revista de mesmo nome, a qual alcançou o seu segundo número em 1966.

Em cerca de 60 anos de existência, a Poesia Experimental segue em atividade. Cada artista desenvolve uma maneira diferente de expressão da visualidade na poesia. Ao longo dos anos, as novas gerações de poetas deram continuidade às experimentações, mantendo sempre o princípio da invenção - Tudo pode virar poesia: poemas-objetos, poesia visual, poesia-performance, poesia-cinética e vídeo-poesia.

SERVIÇO:
Exposição Poesia Experimental Portuguesa
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Teatro, Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro.
Data: Abertura dia 21/11 às 19h. Período da exposição de 21/11/23 a 21/01/24
Horário: Terça a sábado das 10h às 20h | Domingos e feriados das 10h às 19h.
Entrada: gratuita
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram caixaculturalcuritiba|
Classificação Indicativa: livre para todos os públicos