O MON abrirá normalmente nos feriados de setembro

O MON abrirá normalmente nos feriados de setembro
O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá funcionamento normal nos feriados de 7 e 8 de setembro (quinta e sexta-feira). Nessas datas são comemorados, respectivamente, a Independência do Brasil e o Dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba.

O horário de visitação ao MON é das 10h às 18h, com acesso permitido até as 17h30. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria física ou de maneira remota, aqui.

As exposições atualmente em cartaz são: “Buraco no Céu”, de Túlio Pinto; “Sou Patrono”, “Perpétuo Movimento”, de Norma Grinberg; “África: Diálogos com o Contemporâneo”, “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Colonialismo”, “Sonoridades de Bispo do Rosário”, “Tela”, de Leila Pugnaloni, “O Mundo Mágico dos Ningyos”, “Serguei Eisenstein e o Mundo” e “Poty, Entre Dois Mundos”, além do “Pátio das Esculturas”, “Espaço Niemeyer” e “MON Sem Paredes”.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Mais informações
nas redes sociais:
@museuoscarniemeyer
e no site:
www.museuoscarniemeyer.org.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A EXPOSIÇÃO PERMANÊNCIA TRANSITÓRIA DE NANI SILVEIRA E CARLOS JANUÁRIO

A mostra explora o interesse mútuo dos artistas por elementos naturais e orgânicos

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta a exposição Permanência Transitória, entre os dias 30 de agosto e 1º de outubro. As peças selecionadas são resultado de uma produção conjunta, que ressalta o estilo denominado biomórfico e faz referência às formas e organismos vivos, experimentando os conceitos do surrealismo e do abstrato. Com classificação indicativa livre para todos os públicos, a visitação é gratuita e o evento de abertura será realizado na terça (29), às 19h.

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Foto: Divulgação.
A conexão criativa entre os artistas Nani Silveira e Carlos Januário, que compartilham o mesmo ateliê em Curitiba (PR), se fortalece no interesse comum pela exploração de elementos orgânicos, como por exemplo a argila, que por ser facilmente manuseada e combinada com outros materiais, permite a criação de formas tridimensionais, modeladas ou esculpidas, descritas pelos artistas como biomórficas.

A partir dessa interação de estilos, que mescla a cerâmica e as intervenções gráficas de Nani Silveira com os organoides de Carlos Januário, as obras transitam entre o clássico e o surrealismo e criam referências às formas vivas, representando o corpo humano na sua forma ideal ou em fragmentos autônomos. O resultado são peças únicas que se complementam e sugerem simbiose ou interdependência.

SERVIÇO:

Exposição - Permanência Transitória
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Galeria Térreo
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Abertura: 29 de agosto de 2023, às 19h
Visitação: 30 de agosto a 1º de outubro de 2023
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada: franca
Classificação Indicativa: livre

Queima do Alho: definidas comitivas que disputarão concurso na Festa do Peão de Barretos

Vinte representantes de diferentes regiões do país têm o desafio de preservar os sabores da comida típica do “estradão” e serão avaliados por juízes especializados; Concurso acontece dia 20 de agosto

Vinte comitivas estão confirmadas na disputa pelo título de melhor Queima do Alho no mais tradicional concurso de culinária típica do interior do Brasil. Representantes dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiânia participam do evento que integra a programação cultural da 68ª Festa do Peão de Barretos, no dia 20 de agosto, no Rancho Ponto de Pouso, no Parque do Peão.

Preservando o sabor original do prato típico preparado pelos cozinheiros das antigas comitivas que conduziam boiadas pelo interior do país no século passado, estão: Correadô do Rio Bandeirantes, de Jaguapitã/PR; Água Doce, de Icem/SP; Tropeiro Manoel Pedroso, de Osasco/SP; Água do Peão, de São José do Rio Preto/SP; União, de Mirassol/SP; Nossa Senhora Aparecida, de Barretos/SP; São Francisco, de Araçatuba/SP; Burro N’Água, de Olímpia/SP; Antônio Ângelo, de Barretos/SP; Capiau, de Paranapuã/SP; Anésio Garcia, de Barretos/SP; Boa Sorte, de Ubirajara/SP; Devoto de Tião Carreiro, de Riolândia/SP; Os Muladeiros, de Ribeirão Preto/SP; Mágoa de Boiadeiro, de Divinópolis/MG; Campo Verde, de Campina Verde/MG; Viajando Pro Mato Grosso, de Cuiabá/MT; Só Muares, de Rio Verde/GO; São Jorge, de Alexânia/GO e Juca Jacinto, de Nova Crixas/GO.

As comitivas precisam preparar dentro do tempo estimado a comida mais saborosa e fiel à receita e modo de preparo originais. O concurso gastronômico acontece desde 1956. O prato é composto por arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne seca e carne de churrasco.

Além do concurso – que chega a receber mais de 2 mil pessoas por edição, entre convidados e imprensa –, o prato também é comercializado ao longo da Festa para os visitantes. No ano passado, mais de 3 mil refeições foram comercializadas.

Venda ingresso
Os ingressos tanto para a Festa quanto para o Concurso da Queima do Alho estão à venda no site da Total Acesso. No ingresso para Queima do Alho estão inclusos no valor o acesso ao Parque/Rodeio/Show e ao Rancho Ponto de Pouso com a tradicional comida da Queima do Alho. As bebidas são vendidas à parte. Mais informações no site: Link

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Vinte representantes de diferentes regiões do país têm o desafio de preservar os sabores da comida típica - Crédito: André Monteiro

Comida típica do “estradão” e serão avaliados por juízes especializados - Crédito: André Monteiro

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão

Curitiba, 21 de agosto de 2023 – Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu?

Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla.

A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere.

O valor do inestimável

Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela.

Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria.
A parceria honesta entre duas marcas

A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado.

O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti

Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti.

"Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti.

A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado.

Swamp reúne 8 cervejarias do Brasil e do exterior para criar quatro cervejas intergalácticas no aniversário de 8 anos

Oito anos, oito cervejarias, quatro criações intergalácticas e quatro fins de semana de festa. O aniversário da badalada Cervejaria Swamp, referência em Curitiba e no Sul do país na fabricação de cervejas artesanais especiais, terá um calendário recheado de lançamentos e comemorações ao longo de todo este mês de agosto.

Neste sábado (19), a festa na fábrica da Swamp terá a badalada banda Hillbilly Rawhide tocando o melhor do country n'roll e o DJ Moon com uma seleção especial de músicas para embalar as comemorações a partir das 15h30.

Para celebrar os oito anos de funcionamento da Swamp, a marca dos amigos e sócios Eduardo Wamser e Amauri Maia convidou oito cervejarias do Brasil e do exterior para criarem quatro rótulos especiais em que apresentam suas melhores técnicas e estilos de bebidas.

Da própria capital paranaense, berço da Swamp, Edu e Maia chamaram as cervejarias Ignorius, Bastards, Moondri, Joy Project e Xamã para a comemoração, enquanto que as paulistas Juan Caloto e Avós completam a seleção dos brasileiros. Já do exterior, a dupla contou com a parceria da canadense Obsolete Brewing para trazer um estilo mais “gringo” para as criações.

“Apelidamos essa comemoração de oito anos da Swamp como um ‘universo intergaláctico’, o ‘Extraterrestre Brejo Attack’, em que as estrelas são as cervejarias que, longe de serem concorrentes, são nossas parceiras de anos de estrada. Elas formam o que chamamos de ‘resistência comemorativa’, deixando de lado as diferenças e juntando forças nestas ‘collabs’”, conta Edu Wamser.

E é deixando essas “diferenças” de lado que Maia ressalta a curiosidade da colaboração entre as cervejarias. As oito marcas outrora concorrentes se uniram em quatro duplas para elaborarem os rótulos especiais para a comemoração.

Maia explica que as marcas não hesitaram e toparam o desafio de trabalharem juntas nas “collabs”. “O resultado foi surpreendente, criamos todos juntos quatro rótulos que são bem diferentes entre si, de diferentes estilos. Mas, com nuances que as unem e as tornam únicas no paladar de quem as experimenta”, completa.

Entre essas “nuances” está o próprio design dos rótulos criados para a comemoração, em que o artista visual Marcelo Nê utilizou elementos que remetem ao “universo intergaláctico” para expressar o “Extraterrestre Brejo Attack”, como o lúpulo circundado por um anel como o planeta Saturno, extraterrestres e naves espaciais.

Como é tradição nas comemorações da Cervejaria Swamp, a celebração do aniversário de oito anos vai se estender ao longo de todo o mês de agosto, com uma festa por sábado nos dias 19 e 26. Além do lançamento das quatro cervejas intergalácticas, serão apresentadas também outras novidades na linha de produtos da marca, como camisetas, copos, bonés, bandeiras, entre outros.

Uma “collab” intergaláctica

Veja abaixo quais são os quatro rótulos criados pela “collab” da Cervejaria Swamp com as outras oito marcas:

Maruí Starway – a parceria com as curitibanas Ignorius e Bastards criou uma Double West Coast IPA que leva dois dos lúpulos preferidos dos sócios da Swamp: Simcoe e Mosaic Lupomax. É uma cerveja rica em sabor e aromas, com uma alta complexidade no paladar.

Pium Galaxy – com um toque mais cítrico e frutado, a “collab” uniu as cervejarias curitibanas Moondri e Joy Project para criar uma IPA equilibrada, suculenta e muito saborosa.

Muriçoca Intergalactic – feita com os lúpulos Amarillo Tropical Punch e Eldorado Mooxe, a “collab” das cervejarias paulistas Juan Caloto e Avós deu origem a uma Double India Pale Lager de sabor forte e intensamente lupulada.

Butuca Attack – a parceria da cervejaria curitibana Xamã com a canadense Obsolete Brewing deu origem a uma Double Sour forte e ácida, rica em toques intensos de graviola, caju e cupuaçu.

Serviço

O lançamento dos quatro novos rótulos e as comemorações pelos oito anos da Swamp serão realizados na fábrica da cervejaria, na Rua Willian Booth, 3015, no bairro do Boqueirão, região que é o polo de produção cervejeira artesanal de Curitiba. Outras informações estão disponíveis no (41) 3402-9099, em cervejariaswamp.com.br e no Instagram @swampbrewing.

100 mil pessoas são esperadas para o retorno da Feira da Louça em Campo Largo

Depois de três anos sem realizar o evento, a Feira acontece no City Center Outlet Premium, com ampla estrutura para receber todos os visitantes

Banco de imagens

Depois de três anos sem realizar a Feira da Louça em Campo Largo, conhecida como a Capital da Louça, na região metropolitana de Curitiba, o evento volta com força total, comemorando sua 30ª edição, com grandes oportunidades para consumidores e lojistas. Neste ano, a organização estima receber mais de 100 mil pessoas nos 11 dias de exposição, que acontecem entre 31 de agosto e 10 de setembro.

As principais marcas ligadas à cerâmica e porcelana, tradicionais em todo o país, como a Schmidt, Germer e Cerâmica Brasília, estarão presentes apresentando desde linhas premium a produtos populares, além de vários stands com artesanato e a renomada Incepa, entre os cerca de 50 expositores.

Fabio Germano, presidente do Sindilouça - Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmicas de Louça e Porcelana, Pisos e Revestimentos Cerâmicos no Estado do Paraná -, comenta que a Feira da Louça é conhecida em toda a região, mas que também recebe pessoas de outras cidades do Paraná e mesmo de outros estados. “A última Feira da Louça realizada, ainda no ano de 2019, reuniu 40 mil visitantes. Essa é uma grande oportunidade não só para o setor, mas para apresentar a cidade. Neste ano realizaremos a nossa feira no City Center Outlet Premium, que reúne uma grande estrutura, preparada para receber todos estes interessados. Pretendemos ter um recorde de público neste ano, movimentando indústrias, lojistas, artesãos e consumidores.”

A decisão pela realização da feira no outlet de Campo Largo foi anunciada ainda no mês de abril. O local conta com mais de 2.400 vagas de estacionamento, amplo espaço, praça de alimentação variada e banheiros, gerando mais conforto para quem irá visitar a feira. Este local também é de fácil acesso para quem vem de Curitiba ou do interior do Paraná.

“Foram anos difíceis estes últimos três para o setor. Não pudemos realizar a feira em 2020 e 2021 por conta da pandemia de Covid-19 e em 2022 a falta de insumos e incerteza do mercado nos fizeram abortar o planejamento. Em 2023 voltamos fortes para impulsionar negócios e vendas, com apoio de vários órgãos do Governo do Paraná e da Prefeitura de Campo Largo, além de instituições privadas. Após cinco anos, a Incepa retorna para a exposição”, revela.

Com muitos descontos e peças vendidas a preço de fábrica, a feira terá oportunidades acessíveis de adquirir louças que dão um requinte especial às mesas diretamente ao consumidor final. Ainda terá um braço forte de artesanato na exposição, com itens diversos para casa, como cutelaria, panos de mesa e outros.

O evento tem o patrocínio do Sistema Fiep, Sistema Fecomércio PR, Sanepar, Celepar, BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Fomento Paraná e Secretaria de Turismo do Estado do Paraná e o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Largo.

Serviço

30ª Feira da Louça de Campo Largo, no City Center Outlet Premium - Rua João Bertoja, nº 1995 - Itaqui de Cima, Campo Largo.

Dia 31 de agosto das 16h às 22h e do dia 01 a 10 de setembro das 10h às 22h. Entrada gratuita. Siga no Instagram @feiradalouca e no Facebook @feiradaloucacampolargo.

Sobre a Feira da Louça

A Feira da Louça oferece uma verdadeira vitrine dos lançamentos e tendências do setor de louças e porcelanas fabricadas pelas indústrias de Campo Largo, considerada a Capital Nacional da Louça. Realizada desde a década de 90, está em sua 30ª edição, com o objetivo de promover a geração de negócios, comercializar os produtos no atacado e no varejo, apresentar institucionalmente suas empresas aos visitantes, como também lançar novos produtos.

João Turin tem obras em baixo-relevo entre as mais importantes de seu legado artístico

“Pietá” e a obra popularmente conhecida como “Homem-Pinheiro” estão entre os trabalhos mais conhecidas nesta técnica, que cria a ilusão de tridimensionalidade a partir de uma superfície plana
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Entre as mais de 400 obras realizadas pelo artista João Turin (1878-1949), destacam-se os numerosos baixos-relevos que produziu. Esta técnica consiste em esculpir uma figura em uma superfície plana, de modo que a imagem fique em destaque em relação ao fundo. “Conta-se entre os baixos-relevos algumas das obras mais importantes executadas por Turin, não apenas pela qualidade técnica como pelo apuro formal”, segundo seu biógrafo, o crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, no livro “João Turin: Vida, Obra, Arte”.

O baixo-relevo é uma técnica escultórica que foi muito utilizada na arte clássica e renascentista, e ainda é bastante valorizada nos dias de hoje. Requer habilidade e precisão do artista, pois é necessário esculpir a figura em profundidades diferentes para criar a ilusão de tridimensionalidade e profundidade, além de trabalhar com sombras e luzes para dar a percepção de volume. Teixera Leite afirma que determinados baixos-relevos de Turin tiveram influência de Art Deco. “Também se pode neles ver a influência de Donatello, por exemplo, e mesmo da arte egípcia”, conclui.

João Turin abordou diversas temáticas dentro desta técnica, como retratos, futebol, povos indígenas, animalismo, entre tantos outros. A obra originalmente denominada “Ilustração Paranista”, mais conhecida como “Homem-Pinheiro” está entre seus baixos-relevos mais populares, sendo uma das imagens mais icônicas do Paranismo, integrando o homem com elementos do Paraná. Também bastante conhecida, “Fundação de Curitiba” representa a lenda de como teria surgido a capital do Paraná. “Pedagogia” é considerado um de seus melhores baixos-relevos. Com grande detalhismo, mostra uma professora rodeada e crianças segurando materiais escolares. Pode ser vista na entrada do Instituto Estadual de Educação Dr. Caetano Munhoz da Rocha, em Paranaguá, no litoral paranaense.

Por meio desta técnica, Turin também retratou pessoas, incluindo alguns de seus amigos ilustres, os artistas Theodoro De Bona e Zaco Paraná, como uma forma de homenageá-los. “Nos baixos-relevos, João Turin fez muitos retratos, sempre praticando a Lei da Frontalidade”, explica a professora Elisabete Turin, sobrinha-neta do escultor, referindo a uma característica muito presente na arte egípcia. “Nas imagens de gênero, como as representações de indígenas ou arte religiosa, ele fazia um pouco diferente, em que as pessoas estão de corpo inteiro. Isso é um diferencial”, completa.

A Pietá de Turin
Elisabete Turin lembra que o material de origem de todas as obras de João Turin foi a argila. “Ele podia agregar ou retirar o material sempre que fosse necessário. A plasticidade da argila permitia esse recurso tanto para os baixos-relevos como para as esculturas plenas”, relata. Porém, existe uma única obra que Turin produziu em pedra. Trata-se de “Pietá”, que o artista realizou em 1917, quando morava na Europa. Localizada no interior da Igreja de Saint Martin, na cidade Condé-sur-Noireau (Norte da França), este baixo-relevo homenageou combatentes que padeceram na Primeira Guerra Mundial, em 1914.

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A cidade acabou sendo bombardeada tempos depois, em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial e a obra foi dada como perdida. Mas em 2013, “Pietá” foi localizada, e então uma equipe foi enviada até o local para produzir um molde da obra. Assim, foi possível fazer a fundição de um exemplar em bronze no Brasil, que hoje pode ser apreciado no Memorial Paranista, em Curitiba, entre 100 obras do escultor em exposição permanente no local. Esta operação de resgate artístico foi regsitrada no documentário "A Pietá de João Turin”, disponível no Youtube.

Em diversos outros pontos do Paraná é possível apreciar os baixos-relevos do autor, inclusive em praças públicas, como no Monumento Comemorativo ao Centenário da Colonização Alemã (na cidade de Rio Negro), no monumento ao General Gomes Carneiro (no município da Lapa) e em Curitiba, na Praça Tiradentes, onde estão dois baixos-relevos no Monumento à República.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil. Possui obras em espaços públicos no Paraná, Rio de Janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Documentário "A Pietá de João Turin"
https://www.youtube.com/watch?v=P7Xlh92EzSo&t=5s

João Turin - Homem Pinheiro_3 - Foto Maringas Maciel.jpg

MON promove oficina artística para crianças de 1 a 2 anos

Em agosto, o programa “MON Primeiros Passos” levará crianças (de 12 a 24 meses) a conhecerem a explosão de cores da exposição “Pintura Vingada”, do artista contemporâneo Delson Uchôa, em cartaz na Sala 1.

A oficina sensorial e artística será na quinta-feira, 10/8, das 10h30 às 11h30. Para participar, é necessário adquirir os ingressos previamente pelo site. As vagas são limitadas.

Obrigatoriamente acompanhados de um adulto, os pequenos irão explorar quantas camadas de tintas é possível perceber. Durante a oficina, essa mistura de tons irá se transformar numa dança.

MON Primeiros Passos
Por meio de investigações e ações multissensoriais, o projeto MON Primeiros Passos proporciona para as crianças de 1 a 2 anos um contato sensível com a arte e com o espaço do Museu. Os encontros envolvem dinâmicas, oficinas e atividades nas exposições em cartaz e no Espaço de Oficinas do MON.

Em cartaz
Com curadoria de Moacir dos Anjos e curadoria-adjunta de Steve Coimbra, “Pintura Vingada” conta com obras que transitam por todo o processo criativo de Delson Uchôa. Seu trabalho reúne pinturas e objetos de arte com escalas elevadas e variados suportes, como tecido, couro, resina, borracha e lona. A exposição ainda inclui fotografias de autoria do artista.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON Primeiros Passos
10 de agosto
Das 10h30 às 11h30
Espaço de Oficinas

Público-alvo: crianças de 12 a 24 meses (a participação de um adulto é obrigatória).

Ingressos a partir das 10h de sábado (5/8): bit.ly/MONPrimeirosPassosAgosto

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Mega Artesanal 2023: Quatro tendências de décor feita à mão

Maior feira de produtos para arte e artesanato do mundo, a Mega Artesanal traz tendências e inspirações.

São Paulo, 01 de agosto de 2023 - Até quarta-feira acontece a Mega Artesanal 2023, no Expo São Paulo, a maior feira de produtos e técnicas para artes manuais do mundo. Dentre a infinidade de técnicas e lançamentos de produtos, os itens de decoração ganham destaque pela renovação e elevação no nível de qualidade dos produtos e profissionalização dos artesãos.

Para quem ainda não foi visitar, a feira fez aqui uma lista de tendências que permeiam o segmento de decoração artesanal:
Macramé ganha ares de obras de arte.
A arte milenar de tecer nós tem conquistado novamente o coração dos entusiastas de decoração e artesanato, tornando-se muito popular nos ambientes contemporâneos. Essa técnica manual, que remonta a séculos atrás, ganha vida em uma variedade de objetos e peças decorativas, proporcionando um toque boho-chic, elegante e ao mesmo tempo aconchegante aos espaços. Na feira, a exposição Macramê e Criatividade diversas peças compõem um ambiente muito moderno e aconchegante, decorado com peças feitas por diversos artistas.

Exposição Macramê e Criatividade

Exposição Macramê e Criatividade

Tricô e crochê
As peças em tricô e crochê garantem um toque aconchegante na decoração e estão em alta na Mega Artesanal 2023. Os visitantes poderão se maravilhar com uma ampla variedade de itens confeccionados com essa técnica artesanal, desde toalhas de mesa e almofadas. O crochê e o tricô trazem consigo a beleza do trabalho manual, proporcionando peças únicas e cheias de personalidade.

Peça do estande Elo7

Decor com Juta e da Malva

Outra característica marcante desta edição é a valorização das fibras naturais da Amazônia, como a juta e a malva. Essas fibras exóticas trazem consigo a essência da natureza brasileira, destacando suas cores e texturas únicas. Além de acrescentar beleza e proteger as peças, a incorporação dessas fibras contribui para o conceito de sustentabilidade, reforçando o compromisso com a preservação do produto nacional e a identidade brasileira. "A tendência é valorizar a beleza da juta e da malva em suas cores e texturas. As fibras naturais da Amazônia também levam o conceito da sustentabilidade às peças e de valorização do produto brasileiro, da identidade nacional.” destaca Del Carmen Villar, artesã da Companhia Têxtil de Castanhal e André Sousa, gerente comercial da Companhia Têxtil de Castanhal.

Companhia Têxtil de Castanhal.

Arranjos de Flores em Bicicletas

As bicicletas se tornaram objetos de decoração cada vez mais populares, trazendo um toque de charme e nostalgia aos ambientes. É uma maneira criativa e encantadora de usar bicicletas como parte da decoração através dos arranjos de flores. Combinar a beleza das flores com a elegância das bicicletas pode transformar qualquer espaço em algo administrativo especial.

A Mega Artesanal ocorre de 28 de julho a 02 de agosto no São Paulo Expo, reunindo mais de 400 expositores em 40 mil metros quadrados de área. A feira espera receber mais de 120 mil visitantes, incluindo 600 caravanas de todo o país, sendo um público essencialmente feminino, 40+, composto por empreendedores, artesãos e entusiastas das artes manuais.

Serviço
MEGA ARTESANAL 2023
Data: 28 de julho a 02 de agosto de 2023
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5. Água Funda, São Paulo/SP.
Horários
28/07 - Exclusivo para lojistas das 10 às 14h / Aberto ao público das 14 às 20h.
De 29/07 a 02/08 - Aberto ao público das 10 às 18h.
Ingressos: Online ou na bilheteria.
Valores: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia) (até 27 de julho). R$ 50 na entrada.
Restrições: Proibida e entrada de menores de 12 anos, exceto lactentes de até 2 anos.
Estacionamento: Informações aqui.

Sobre a WR São Paulo - Especializada na promoção e organização de feiras e congressos, nacionais e internacionais, iniciou suas atividades em 1992, com a realização de eventos para o setor florestal. Em 2003, entrou no setor de arte, artesanato e artes manuais e, desde então, responde pela realização das principais feiras do setor, com ênfase na oferta de cursos, oficinas e workshops para capacitação e reciclagem de técnicas e de espaços de inspiração, com exposições, simulações de ambientes, instalações etc. Integram ainda o calendário de feiras a Artesanal Sul (Porto Alegre/RS​), a Artesanal Nordeste (Olinda/PE), a Brazil Patchwork e Scrapbooking Show (São Paulo/SP), ​e a Patch Scrap & Arte SP (São Paulo/SP).

Dia dos Pais: Pátio Batel sorteia BMW R 1250 GS e traz exposição exclusiva da marca

Campanha estrelada pelo modelo curitibano Chico Lachowski traz, além do prêmio especial, exposição de motos icônicas da marca alemã para o mall e mostra fotográfica

“Celebre quem te inspira”. A frase é a essência deste Dia dos Pais no Pátio Batel, que preparou uma série de novidades em sua nova campanha, seguindo a linguagem visual alusiva aos seus 10 anos. As peças contam com o renomado modelo curitibano Chico Lachowski, que já foi o rosto de marcas internacionais como Dolce & Gabbana e Gucci. Para esta data, o shopping traz ações especiais, desde exposições de motos, mostra fotográfica, apresentações de músicos e, para completar, o sorteio de uma BMW R 1250 GS.
Durante a campanha, de 28 de julho a 13 de agosto, cada R$500 em compras dão direito a um cupom para concorrer ao prêmio. O cadastro das notas fiscais pode ser realizado no posto de troca do piso L1, pelo site ou também pelo app do Pátio Batel. O sorteio será realizado na segunda-feira, dia 14 de agosto, e o vencedor será conhecido pelas redes sociais do mall.
A partir do dia 4 de agosto, o shopping também recebe uma exposição especial de motos e uma exibição de fotografias, ambas abertas ao público: trata-se de uma coleção de motos de luxo da BMW Motorrad, com modelos antigos de colecionador, e modelos inéditos da marca, além de uma mostra fotográfica elaborada por Pablo Vaz. O fotógrafo, inclusive, é creator oficial da marca alemã no Brasil, e exibe sua série que retrata pais e filhos da sociedade curitibana em viagens pelo Paraná.
A BMW Motorrad tem uma base global de fãs e entusiastas de motocicletas que apreciam a combinação de desempenho, qualidade e estilo que a marca oferece. Neste ano, a divisão Motorrad completa 100 anos de história e desenvolvimento, e será possível conferir ao vivo na exposição desde modelos antigos de colecionadores, até as mais recentes novidades.
Especialmente no dia 12 de agosto, véspera do Dia dos Pais, o shopping também terá um dia completo de música ao vivo, das 13h às 20h pelo mall.

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um lugar único inspirado no charme da inovação curitibana. O Pátio Batel é o único shopping de luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 71 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co, além de ser o primeiro do segmento a criar seu próprio laboratório de produção de conteúdo in-house, o Content Lab. Em seus nove anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como luxo na experiência, onde a sofisticação reside no conhecimento, cuidado e vivência.
Consulte o regulamento e o Certificado de Autorização SRE/ME em www.patiobatel.com.br.

Artista plástica de Curitiba participa de exposições na Europa

Ara Vilela apresenta seus quadros em Florença e em Liechtenstein

A artista plástica Ara Vilela está ganhando cada vez mais espaço na Europa, ano passado, a artista apresentou seus quadros em uma exposição em Veneza. Esse ano, a artista apresentou suas obras em Liechtenstein e agora está em Florença.

Até 03 de agosto, Ara Vilela vai participar do “All of Us, Embracing our Differences”, exposição internacional de arte de Florença/Itália, no Palazzo Ximènes-Panciatichi.

“A carreira de um artista é baseada em constantes evoluções e conquistas. Participar de uma exposição internacional, é de suma importância, pois significa que já percorremos um caminho importante e sólido na nossa terra natal e que estamos preparados para apresentar um trabalho maduro e consistente em outros países. Com isso, tornando a nossa responsabilidade cada vez maior em relação à criação e ao nosso público. Agradeço muito por esse reconhecimento”, pontua a artista plástica Ara Vilela.

A exposição vai contar com artistas do mundo todo como Alemanha, Índia, Austrália, Estados Unidos, Brasil e outros. A curadoria da exposição é da Simone Piva.

A artista plástica ainda participou do 8º Salão de Arte Brasileira no Principado do Liechtenstein (Europa Central). A exposição “One Love/ Futebol Arte” contou com 56 artistas brasileiros, entre eles o Cobra e o Crânio.

A exposição aconteceu no Museu Gazometer em Triesen e a curadoria foi realizada pelo artista plástico Bruno Portella e pela diretora do museu Petra Büchel. A organização do evento ficou por conta da cônsul honorária Denise da Cruz.

Sobre Ara Vilela

Ara Vilela é natural de Mineiros/GO, mas vive em Curitiba/PR desde 1985. Desde criança admirava a sua mãe transformando simples pedaços de tecidos em maravilhosos vestidos de festa. Inspirada, Ara passou a criar roupinhas de papel e de tecido para as suas bonecas. Um pouco mais tarde, começou a desenhar seus próprios vestidos, sonhando tornar-se uma grande estilista.

Apaixonada por trabalhos manuais, resolveu embarcar na experiência de pintura em tela em 2003. Desde então, tornou-se uma artista plástica autodidata. Em 2018, teve um grande incentivo de seu marido e de seus dois filhos para se profissionalizar e dedicar-se integralmente à carreira de pintora.

Buscando sempre se aprimorar, muitas pesquisas, estudos e experiências na área das artes fazem parte de sua rotina diária, com isso, aperfeiçoando a técnica, estilo e conceito da sua arte.

Sua arte é a pintura em tela e seu estilo é o abstrato. Ela retrata um universo de sentimentos, conceitos e vivências através da linguagem das cores, das formas e do brilho dos metais em suas obras.

Artestil apresenta a exposição de Kazuo Wakabayashi

São ao todo 19 obras que mostram as diversas fases do artista japonês que teve a infância marcada pela guerra

A Artestil Galeria de Arte terá traz a exposição de Kazuo Wakabayashi, renomado artista visual, até o dia 29 de julho de 2023, e apresenta uma coleção exclusiva de 19 obras, pertencentes ao acervo da família do artista, proporcionando aos visitantes uma oportunidade única de apreciar o talento e a visão criativa de Wakabayashi.

As obras selecionadas para a exposição abrangem diferentes períodos da carreira de Kazuo Wakabayashi, revelando a sua evolução artística ao longo do tempo. Os visitantes terão a oportunidade de explorar séries monocromáticas, criadas pelo artista no Brasil na década de 1960, que capturam formações geológicas brasileiras. Além disso, serão exibidas pinturas que apresentam referências da cultura japonesa tradicional da década de 1970, como os símbolos da bandeira do Japão, o teatro Kabuki e a arte do origami orizuru ou tsuru.

Infância marcada pela violência da guerra

Nascido em Kobe, no Japão, em 1931, Kazuo Wakabayashi viveu uma infância marcada pela turbulência da guerra. Aos 11 anos, após a morte de seu pai, assumiu a responsabilidade pela família. Foi durante esse período conturbado que ele encontrou refúgio na arte, acreditando que essa seria a sua resposta à barbárie e uma forma de promover a paz.

A exposição de Kazuo Wakabayashi é uma oportunidade única para os visitantes mergulharem na jornada artística e na narrativa emocional do artista. Suas primeiras pinturas refletem os sentimentos decorrentes da guerra, com tons mais sombrios, mas à medida que chegou ao Brasil, sua paleta de cores se expandiu, capturando a alegria de viver e a liberdade que encontrou no país.

Além disso, as obras de Wakabayashi demonstram sua habilidade em experimentar novas propostas e técnicas ao longo dos anos. Composições em texturas e relevos destacam a natureza e representações humanas, enquanto suas pinturas abstratas variam entre a informalidade plena e a participação mais evidente das formas. Nas últimas décadas, o artista explorou uma fusão da cultura oriental e ocidental, destacando formas geométricas e referências ao teatro Kabuki.

Comandada por Liliana Cabral, a Artestil Galeria de Arte tem mais de quatro décadas de atividade e representa grandes nomes da arte brasileira, como Juarez Machado, Fernando Velloso e, agora, Kazuo Wakabayashi. A galeria é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e aos sábados, das 9h30 às 13h30.

Serviço:
Exposição Kazuo Wakabayashi
Artestil Galeria de Arte
Alameda Carlos de Carvalho, 1663
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 e aos sábados, das 9h30 às 13h30

Museu Oscar Niemeyer realiza exposição do artista Bispo do Rosário

A exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”, com mais de 100 obras, estará disponível ao público a partir do dia 5 de julho, na Sala 6 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra coloca o legado de Arthur Bispo do Rosário em diálogo com outros artistas cujos processos criativos foram influenciados por ele e pela convivência com a Colônia Juliano Moreira, onde Bispo do Rosário passou a maior parte da vida como interno. A curadoria é de Luiz Gustavo Carvalho.

“Ao realizar esta exposição, o MON propõe ao espectador uma profunda reflexão sobre o que é arte e o seu papel transformador”, comenta a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika.

“Celebrado e reconhecido postumamente no Brasil e no exterior, num processo incomum, ausente de formação acadêmica, Bispo do Rosário produziu a partir de materiais inusitados, transformando sua genialidade em instalações surpreendentes, comparáveis à obra de Marcel Duchamp ao mostrar que a arte é possível também a partir da simplicidade de objetos do cotidiano”, afirma.

Evocando os aspectos sonoros e poéticos presentes na obra do artista, os diversos objetos, instalações, colagens, assemblages e estandartes presentes na exposição dialogam com a obra visual, performática e poética de outros artistas que integram a exposição, deixando evidente o impacto de seu legado no cenário da arte contemporânea.

São eles: Antônio Bragança, Stella do Patrocínio, Leonardo Lobão, Paulo Nazareth, Marlon de Paula, Rick Rodrigues, Eduardo Hargreaves, Fernanda Magalhães e Guilherme Gontijo Flores.

Arthur Bispo do Rosário (1909-1989) foi interno da Colônia Juliano Moreira (RJ), um dos maiores hospitais psiquiátricos do país no século passado, durante boa parte de sua vida. Carregou vários estigmas de marginalização social ainda vigentes em nossa sociedade – negro, pobre, louco, asilado em um manicômio – e conseguiu, na sua genialidade, subverter a lógica excludente proposta, a partir da sua obra.

A sua cela no Núcleo Ulisses Vianna, em vez de ser um lugar de confinamento, passou a ser ateliê e espaço de investigação. “Ele defendia os seus trabalhos com obstinação (...). Em um mundo ensurdecido pelo caos da normalidade e no qual as vozes são abafadas, Arthur Bispo do Rosário vê a necessidade de gritar”, explica Carvalho.

Durante anos, o artista desfiou os uniformes azuis do hospício, em um ato de subversão e lucidez contra a prisão manicomial, para em seguida transformá-los, bordando, rebordando, juntando, consertando, escrevendo, ocultando e criando catálogos e cartografias que ultrapassam as fronteiras entre o real e o imaginário, o visível e o invisível, o consciente e o inconsciente.

“Não podemos deixar de perguntar: como foi possível a uma pessoa que passou décadas enclausurada em um sistema manicomial que via como regra a exclusão do indivíduo ter nos legado uma obra de importância singular, em âmbito mundial, em pleno século 20?”, indaga o curador da exposição.

Centenas de exposições nacionais e internacionais feitas ao longo das últimas décadas em torno do seu trabalho mostram o incrível alcance de sua obra. Bispo do Rosário foi tema de livros, filmes e peças de teatro, entre outras vertentes artísticas.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Sonoridades de Bispo do Rosário”
A partir do dia 5/7
Sala 6

www.museuoscarniemeyer.org.br

MON realiza oficina artística para crianças de 1 a 2 anos

A edição de julho do programa MON Primeiros Passos, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer, convida crianças de 1 a 2 anos (12 a 24 meses) para explorar sensorialmente a cor amarela. As vagas são limitadas.

A oficina artística acontecerá em 13/7, das 10h30 às 11h30. Para participar, é necessário adquirir os ingressos previamente pelo site.

As crianças, acompanhadas obrigatoriamente por um adulto, farão uma viagem pela cor amarela, especialmente pela obra “Sem Título”, 2004, da artista Tomie Ohtake, que faz parte do acervo do MON.

Após esta dinâmica de percepção, haverá uma oficina de pintura monocromática coletiva. Por meio de investigações e ações multissensoriais, o MON Primeiros Passos proporciona às crianças um contato sensível com a arte e o espaço do Museu.

MON Primeiros Passos
Por meio de investigações e ações multissensoriais, o projeto MON Primeiros Passos proporciona para as crianças de 1 a 2 anos um contato sensível com a arte e com o espaço do Museu. Os encontros envolvem dinâmicas, oficinas e atividades nas exposições em cartaz e no Espaço de Oficinas do MON.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
MON Primeiros Passos
13 de julho
Das 10h30 às 11h30
Espaço de Oficinas
Público-alvo: crianças de 1 ano (completo) até 2 anos. A participação de um adulto é obrigatória.
Ingressos em: https://museuoscarniemeyer.byinti.com/#/event/voando-para-dentro-do-amarelo

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Exposição da artista Norma Grinberg é a mais nova realização do MON

O Museu Oscar Niemeyer (MON)
realiza a exposição “Perpétuo Movimento”, da artista Norma Grinberg. A inauguração será no dia 4 de julho, na Sala 3. A curadoria é de Daisy Grisolia.

“Uma trajetória artística de décadas, que se funde a experiências e inspirações coletadas num contínuo movimento entre localidades e culturas, chega ao público nesta inédita exposição realizada pelo MON”, afirma a diretora-presidente da instituição, Juliana Vosnika.

A exposição inclui painéis, esculturas, objetos e instalações, frutos da criatividade e inovação da artista, refletindo no espaço uma trajetória de experimentação e pesquisa estética. No total, a mostra reúne cerca de 30 conjuntos de obras produzidas a partir de suas vivências e encantamentos pelo mundo.

Inspirada nas correntes minimalista e construtivista, marcadas por cores limitadas, formas geométricas simples e compreensão universal, suas esculturas propõem um diálogo permanente com o visitante. Obras que ocupam o espaço tridimensional, com a leveza e a desenvoltura do voo dos pássaros, por exemplo, facilmente envolvem quem as observa.

Reconhecida e premiada no Brasil e no exterior, Norma Grinberg mistura em seu repertório materiais diversos como argamassa armada, ferro, alumínio, areia, madeira e resinas, mantendo a cerâmica como protagonista.

“O MON, como elemento vivo e pulsante, tem como missão proporcionar experiências transformadoras ao expor múltiplas linguagens artísticas. Ao facilitar o acesso de seus visitantes à grandiosa obra de Norma Grinberg, cumpre o importante papel de sensibilizar pela arte”, explica a diretora-presidente do Museu.

Luciana Casagrande Pereira Ferreira, secretária de Estado da Cultura, afirma que, como grande apreciadora das artes visuais, fica muito feliz pelo fato do MON abrigar uma exposição com obras de Norma Grinberg.

“Certamente, esta mostra vai encantar e impactar positivamente o espectador. E como secretária da Cultura acredito que mais uma vez a missão do MON, em exaltar as linguagens da arte e do design, se faz nítida nesta iniciativa. A obra de Norma representa de forma muito consistente a escultura brasileira aqui e no exterior”, diz a secretária de Estado da Cultura.

Norma Grinberg é um dos maiores destaques nacionais em escultura cerâmica. A artista conta com prêmios e menções honrosas e suas obras estão em coleções particulares e acervos de museus nacionais e internacionais.

Segundo a curadora Daisy Grisolia, “toda exposição é um tempo especial na vida do artista em que o trabalho autoral se apresenta para o diálogo com o público; tempo de compartilhar indagações, explorar os caminhos que elas nos propõem e, muito mais do que distribuir certezas, abrir espaço para as incertezas”.

“No caso da artista Norma Grinberg, trata-se de um perpétuo movimento, orquestrado pela razão e pela alma, no qual o barro é transformado pelo trabalho manual, pelas ferramentas, pela química, pelo fogo, subordinados à sensibilidade da artista”, diz a curadora.

A própria artista define tal processo assim: “Desde aquela experiência primeira com a cerâmica, continuo avançando no meu trabalho de investigação, descobrindo, além das suas potencialidades como matéria, suas aplicações e desdobramentos significativos na arte. Como artista, sei que as bases de uma produção ‘consistente’, tanto em matéria quanto em significado e amplitude interpretativa, são a liberdade e a consciência da experimentação. Isso implica registros e trocas de informações entre os que compartilham uma linguagem (...), não posso e não quero me esquivar do papel lúdico e rico de investigadora da linguagem artística, vasculhando seus meandros”.

Na exposição “Perpétuo Movimento”, o público terá a oportunidade de explorar e conhecer tal percurso, que vai da matéria mais bruta e primordial aos sonhos mais elevados.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Perpétuo Movimento”, de Norma Grinberg
Sala 3
Abertura: 4 de julho, 19h
www.museuoscarniemeyer.org.br