Tributo à Stelinha Egg:A grande cantora do Paraná

A cantora paranaense Stelinha Egg (1914/1991), vai receber a partir da próxima terça-feira, dia 12, uma homenagem à altura de seu talento no projeto: “Tributo à Stelinha Egg: A grande Cantora do Paraná”, uma apresentação musical gravada na Casa Heitor Stockler de França, com 75 minutos de duração, que vai estrear às 18 horas no canal do Youtube do projeto, com direção do jornalista Rodrigo Browne, roteiro e pesquisa histórica de Etel Frota e direção musical de Sérgio Justen. No vídeo, com direção audiovisual de Alan Raffo, a trajetória de Stelinha Egg será relembrada com canções que foram imortalizadas na sua voz, com interpretação de um time de seis cantoras paranaenses: Cris Lemos, Edith de Camargo, Helena Bel, Lais Mann, Margareth Makiolke e Rogéria Holtz, acompanhadas pelos músicos Sérgio Justen (piano), Marcelo Pereira (baixo), Valmir Pegas (bateria) e Marina de Camargo (acordeão). No repertório estão composições de Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga, Catulo da Paixão Cearense, Chico Buarque, entre outros.
O roteiro, escrito pela poeta Etel Frota, vai recordar os principais momentos musicais da cantora paranaense que fez parte do elenco de intérpretes da Rádio Tupi, São Paulo e Cultura, em plena época de ouro do rádio no Brasil. A gravação é pontuada pela voz da própria Stelinha com trechos de sua entrevista com o jornalista Aramis Milarch. “A história da cantora será contada por ela mesma. Acredito que conseguimos fazer um recorte da personalidade dessa grande artista paranaense”, comenta Etel que também realizou a pesquisa histórica e musical. O projeto oferece, como contrapartida social, todas as canções e depoimentos de Stelinha Egg com tradução simultânea em libras.
A apresentação é dividida em vários momentos musicais da artista, que se traduz num repertório elegante e sem concessões. “Stelinha cantou aquilo que gostava de ouvir. Seu repertório sempre foi fruto de uma intensa pesquisa da música brasileira com temas regionais, canções infantis, modas de viola, modinhas e toadas que vão desde o tradicional cancioneiro brasileiro até compositores contemporâneos, além de um vasto repertório de canções de Dorival Caymmi. O que unia esse repertório tão eclético foi a marca pessoal que Stelinha imprimia em suas interpretações e que a tornou a grande cantora do Paraná”, avalia Rodrigo Browne, diretor do musical.
No vídeo a multifacetada Stelinha Egg é lembrada pela voz de seis cantoras que desenvolvem uma carreira sólida na cena cultural do Paraná: Cris Lemos, Edith de Camargo, Helena Bel, Lais Mann, Margareth Makiolke e Rogéria Holtz. O pianista Sérgio Justen, diretor musical do projeto, que faz uma ligação entre as gerações musicais do Paraná, lembra que essa homenagem acontece no ano do aniversário de três décadas de sua ausência. “Nós vamos revelar para o público um pouco mais da personalidade dessa cantora que durante sua trajetória artística e pessoal sempre se mostrou uma mulher avant garde, que conheceu o mundo com sua voz e, curiosamente, nunca teve sua carreira reconhecida no Paraná”, considera. Para reparar essa injustiça histórica, Justen, ao lado de Etel, compôs o tema “Stelinha”, uma homenagem musical que encerra o vídeo de forma emocionante.
O projeto: “Tributo à Stelinha Egg: A grande Cantora do Paraná” foi realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.
Stelinha Egg
Cresceu recebendo a influência do ambiente musical existente em sua família e com cinco anos começou a cantar em festas da Igreja Evangélica. Sua carreira profissional se iniciou na Rádio Clube Paranaense, em Curitiba (PR). Venceu um concurso de melhor intérprete do folclore brasileiro e foi contratada a partir daí pela Rádio Tupi de São Paulo, para onde transferiu-se logo depois.
Na capital paulista trabalhou nas Rádios São Paulo e Cultura. No início da década de 40, transferiu-se para a Rádio Tupi do Rio de Janeiro, onde apresentou-se ao lado de Dorival Caymmi e Sílvio Caldas. Em 1944, gravou seu primeiro disco, pela gravadora Continental, interpretando a toada "Uma lua no céu... outra lua no mar" (Jorge Tavares e Alaíde Tavares), e o coco "Tapioquinha de coco" (Jorge Tavares e Amirton Valim).
No ano de 1945, casou-se com o maestro Lindolfo Gaya, que conhecera na Rádio Tupi, de São Paulo, e que a partir daí trabalharia nos arranjos de suas músicas entre elas o samba canção "Terra seca" (Ary Barroso) e o baião "Catolé" (Humberto Teixeira e Lauro Maia). Em 1950 foi eleita a Melhor Cantora Folclórica no Congresso Internacional de Folclore, em Araxá (MG).
Em 1952, gravou a rancheira "Toca sanfoneiro", dela e Luiz Gonzaga, e a canção "Luar do sertão", de Catulo da Paixão Cearense. Em 1953, começou a gravar obras de Dorival Caymmi como as canções "O mar", "O vento", o samba canção "Nunca mais" e ainda os batuques "Noite de temporal" e "A lenda do Abaeté".
Entre 1955 e 1956 excursionou à Europa, apresentando-se na URSS, França, Polônia, Finlândia, Itália e Portugal, acompanhada do maestro Lindolfo Gaya.
Dedicada ao estudo e pesquisa do folclore brasileiro, gravou diversas composições de domínio público e folclóricas, com diversos LPs dedicados a distintos aspectos da música popular e folclórica, entre os quais: "Modas e modinhas", com modas de viola e modinhas, antigas e modernas; "Vamos todos cirandar", com canções de roda; e "Músicas do nosso Brasil", com canções tradicionais brasileiras.
A gravação do projeto “Tributo à Stelinha Egg: A Grande Cantora do Paraná” foi realizada na Sala Marita França, dentro da Casa Heitor Stockler de França, unidade do Sesi Paraná, respeitando os protocolos e as recomendações preventivas para enfrentamento da Covid-19, com todas as normas de segurança para garantir a saúde de todos envolvidos no projeto.

Serviço - "Tributo à Stelinha Egg: A Grande Cantora do Paraná” - vídeo homenagem à cantora Stelinha Egg, nas vozes de Cris Lemos, Edith Camargo, Helena Bel, Lais Mann, Margareth Makiolke e Rogéria Holtz. Direção geral: Rodrigo Browne. Direção musical: Sérgio Justen. Roteiro e pesquisa: Etel Frota. Direção de audiovisual: Alan Raffo. Estreia terça-feira, dia 12, às 18 horas, no canal do youtube do projeto: https://www.youtube.com/channel/UCCDW9ZfRVilldrIuZZPiWuQ

Balanço Folha é finalista do Brasil Design Award 2021

Na categoria Design de Produto – Mobiliário, o projeto do Balanço Folha está entre os finalistas escolhidos pelo júri para a etapa final do Brasil Design Award 2021, cujos vencedores serão escolhidos por meio de voto popular. O produto foi criado pelo arquiteto e designer curitibano Guto Biazzetto para ser comercializado pela Lovato Móveis.

Com estrutura em alumínio 100% reciclado e trama em tricô náutico, lembra a forma natural de uma folha, podendo ser composto em ambientes externos e internos. “O Balanço Folha permite ao usuário a possibilidade de se conectar com sensações variadas, desde a nostalgia de um simples balanço da infância, passando pela própria conexão com a natureza da folha, até um momento de relaxamento e meditação”, conceitua Guto Biazzetto.

Ao todo, foram inscritos 1606 projetos para o BDA21, cujo tema este ano é “Qual bandeira você carrega?”. O link para o Balanço Folha é https://inscricoes.brasildesignaward.com.br/voto-popular/design-de-produto/85, , e a votação fica aberta até o dia 27 de outubro.

Guto Biazzetto Creative Studio
Arquiteto e Designer Guto Biazzetto
studio@gutobiazzetto.com
www.gutobiazzetto.com
instagram: @gutobiazzettostudio
facebook: @gutobiazzettoarchitect

Intimista e descomplicada: conheça a suíte assinada pelo Studio Architetonika Nomad para a Artefacto 2021

Transmitir a sensação de um abraço acolhedor e aconchegante foi o pensamento base para o ambiente assinado pelos profissionais Ary Jacobs, Renan Mutao e Bianca Moraes, do Studio Architetonika Nomad, para a Artefacto 2021. Marcando a segunda participação na Mostra, o escritório projetou uma suíte com estar íntimo de 37 m², que ganha uma arquitetura sofisticada e, ao mesmo tempo, descomplicada e multifuncional.

Clientes do Condor ganham casa e carro na Promoção Super Marcas da Apras

Os dois maiores prêmios da Promoção Super Marcas da Apras (Associação Paranaense de Supermercados) saíram para clientes do Condor. Os sortudos ganharam uma casa e um carro, entregues em forma de barras de ouro. A ação foi realizada nos meses de julho e agosto em diversos supermercados paranaenses e consistia em reverter uma rasgadinha a cada compra acima de R$50,00. Foram 1.223 contemplados com milhares de prêmios: 1 casa, 2 carros, 10 smartphones, 10 smart tv e 1.200 prêmios instantâneos.

A ganhadora da casa, Amabily Mullinoff, já vinha adiando o sonho da casa própria há um tempo. "Moro com meu esposo e dois filhos de favor na avó do meu marido e graças a esse prêmio finalmente vamos realizar o nosso sonho de ter o nosso cantinho".

Já a ganhadora Isabel Teixeira vinha ajudando uma família vizinha que estava passando por necessidades e quando soube que ganhou o prêmio decidiu aumentar essa ajuda. "Acredito que nada é por acaso e se Deus me permitiu ganhar um prêmio como esse quero retribuir minimizando o sofrimento desta família. Também quero partilhar com a minha filha, que foi quem me entregou os cupons para preencher".

Para o diretor de operações do Condor, Maurício Bendixen, é gratificante ver que os dois maiores prêmios da promoção saíram para clientes do Condor. “Estou muito feliz que a nossa rede deu sorte para eles e que essa promoção está ajudando a realizar sonhos e a mudar a vida dessas famílias”.

Legenda da foto: Ganhadora do carro, Isabel chincoviaki Teixeira; diretor de operações do Condor, Maurício Bendixen e a ganhadora da casa, Amabily Myllena Aparecida Mullinoff

Rogério KouryA Arte do Piano Popular

Pianista com forte influência da música erudita, mas especialista na música popular, está levando para os palcos do Brasil o seu novo espetáculo intitulado “A Arte do Piano Popular”, onde se apresenta em piano solo e mostra ao público de todas as idades a sua maneira singular de interpretação.
Com arranjos próprios, muita sensibilidade e leveza, resgata temas e canções que marcaram época e se eternizaram em nossas memórias. Standards de jazz, música popular brasileira, temas de filmes e musicais famosos, canções francesas e até Beatles se pode ouvir neste autêntico concerto de música popular.
Uma das principais características das apresentações de Rogério Koury, é a informalidade com que se apresenta, deixando o público à vontade até para sugerir
músicas durante sua performance.
Tom Jobim, Chico Buarque, Ernesto Nazaret, Cole Porter, Henry Mancine, Michel Legrand, Burt Bacharach, Edith Piaf, por exemplo, costumam ganhar destaques em seus programas.
O pianista tem 12 álbuns lançados que foram distribuídos em todo território nacional e hoje disponível em todas as plataformas digitais. Já tocou nas principais capitais do país, e fora do país, como Nova York e Portugal, apresentou-se em diversos programas de rádio e TV, tendo conduzido os seus próprios programas na cidade de Sorocaba por mais de 5 anos (Rádio Cruzeiro FM e TV Legislativa de Sorocaba), é professor de música com formação acadêmica.
Atualmente tem reunido milhares de espectadores e seguidores através das redes sociais, onde costuma postar seus vídeos e fazer transmissões ao vivo, tocando e interagindo com seus fãs.
A Arte do Piano Popular, o atual recital de Rogério Koury, mostra um pouco de tudo aquilo que o artista vem fazendo ao longo dos seus 30 anos de carreira, desde quando iniciou aos 15 anos de idade, excursionando com seus shows temáticos.

O DESTAQUE PARANAENSE DA ORTOPEDIA

Ortoart se consolida no sul do país como uma das maiores empresas de órteses e próteses e com expansão exponencial, mira em filiais espalhadas pela região

Arthur Moro – CEO da Ortoart – Créditos: Valterci Santos

Há quinze anos, o empresário paranaense Arthur Moro iniciou sua empreitada profissional no ramo de representação de produtos hospitalares. O passar do tempo e a sua crescente penetração e reconhecimento no mercado fizeram com que o jovem, na época com 25 anos, estabelecesse contatos que seriam importantes em sua trajetória.
Depois de uma crise enfrentada pelo segmento, Moro propôs ao seu empregador, receber os produtos do estoque como parte do pagamento pelos seus serviços. A estratégia deu certo e ali nascia a Ortoart, hoje referência paranaense que está ganhando cada vez mais espaço e notoriedade no mercado nacional quando o assunto são as próteses ortopédicas.
De 15 anos para cá, o cenário mudou bastante. O empresário concretizou parcerias, iniciou novos contratos e atualmente responde como distribuidor exclusivo para os estados do sul do país da companhia Depuy Synthes, marca de próteses da gigante mundial da saúde, Johnson & Johnson.  
Em média, a Ortoart intermedia cerca de 30 cirurgias ortopédicas por dia somente em Curitiba/PR. Sua atuação se dá, principalmente, pelos planos de saúde, hospitais e médicos. Entre os destaques estão as próteses de joelho, quadril, ombro e implantes para traumatologia e medicina esportiva.

Crescimento expressivo
O setor no qual a Ortoart atua sofreu os impactos negativos da pandemia, pois as cirurgias eletivas foram suspensas, e com isso houve a queda expressiva dos procedimentos cirúrgicos. Porém, com o avanço da vacinação e retomada dos procedimentos, o segmento experimentou significativa melhora, o que trouxe à Ortoart a um crescimento expressivo (400%) somente em 2021. Reflexo disso são os investimentos realizados no negócio somente neste ano, cerca de R$ 25 milhões.
Desde maio de 2021, a empresa está localizada em sede nova, deixando para trás um espaço de 250m², ocupando atualmente um de 700m², “que já está pequeno”, afirma Arthur Moro.
A matriz congrega um moderno espaço de educação continuada, com o que há de mais tecnológico para apresentações, inclusive comportando treinamentos com realidade virtual. O espaço também é concedido aos médicos para que utilizem a estrutura para apresentações e treinamentos de suas equipes.
Na contramão de um cenário econômico que se mostrava pouco promissor, a empresa triplicou seu quadro de funcionários.
Para oferecer o que há de melhor e um serviço completo, desde a indicação cirúrgica, a empresa investe também em instrumentadores qualificados. “Hoje, quando chega uma solicitação de cirurgia à Ortoart, imediatamente buscamos a melhor solução em nosso estoque. Com a cirurgia confirmada e o material pronto para ser disponibilizado, encaminhamos nossa equipe, com todo o equipamento necessário para auxiliar o médico durante o procedimento. Isso fez com que as cirurgias ortopédicas acompanhadas pela equipe da Ortoart ganhassem mais qualidade e agilidade”, revela.

De olho no futuro
Para o último trimestre do ano, a gigante paranaense começa a expandir os horizontes. Em outubro, a Ortoart inaugura a primeira filial fora do Paraná, em Joinville/SC, em seguida, firma raízes em Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, e em 2022, segue para novas filiais no interior dos três estados.
“Nosso objetivo é, até o fim de 2022, ter ao menos uma filial nas principais cidades do Sul do Brasil. Nossos planos de expansão são ousados, mas conscientes. Queremos levar a toda região o que há de melhor em tecnologia e qualidade no seguimento de órteses e próteses”, conclui o empresário.