ESPORÃO RESERVA BRANCO 2019

A 34ª edição do primeiro vinho produzido pelo Esporão agora com certificação biológica
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Chega ao Brasil o Esporão Reserva Branco 2019, o primeiro vinho dessa linha com certificação de produção 100% biológica. Um marco desse vinho clássico produzido desde 1985 pelo Esporão, representando a materialização de um trabalho feito há dez anos na conversão das vinhas para a agricultura biológica.
Essa é sua 34ª edição, proveniente 100% das vinhas do Esporão com média idade de 20 anos. É elaborado com uvas das castas tradicionais da região (Antão Vaz, Arinto, Roupeiro e outras), vinificadas numa adega exclusiva para vinhos brancos.

O rótulo: o Esporão Reserva representa a aliança entre a cultura universal do vinho e as artes. Desde sua primeira safra, há 35 anos, o Esporão convida um artista para personalizar os rótulos do Esporão Reserva, renovado a cada ano. A fotógrafa holandesa Anne Geene é a artista convidada dessa safra.

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É na natureza, na paisagem e nas estações do ano que Anne Geene encontra inspiração para o seu trabalho, uma combinação entre fotografia e ciência. Após um período de imersão na propriedade da Herdade do Esporão, Anne criou um rótulo que destaca a singularidade do vinho e o ano de sua colheita. Além de expressar a filosofia do Esporão: "Mais Devagar" e o momento de transição, o primeiro Reserva certificado como biológico.

Importado pela Qualimpor, esse rótulo pode ser encontrado em empórios, lojas especializadas e supermercados pelo valor médio de 190 reais.

Instagram: @qualimpor

Dossiê “Eu Também TodoMundo” chega ao fim após 48 vídeos

Projeto virtual foi criado pelos atores do Teatro de Comédia do Paraná com base em peça que estrearia em março

Após 48 vídeos e sete meses de trabalho, chega ao fim o projeto “Eu também sou TodoMundo”, iniciativa dos atores da edição 2020 do Teatro de Comédia do Paraná e do Teatro Guaíra. O grupo discutiu virtualmente temas como amizade, amor e morte a partir da peça homônima do americano Branden Jacobs-Jenkins.

A peça TodoMundo! seria apresentada em março e abril e faria parte da temporada 2020 do TCP antes de as atividades do Teatro Guaíra terem sido suspensas em função da pandemia do coronavírus. Esta edição tem a direção de Rodrigo Portella, um dos mais renomados dramaturgos de sua geração, com mais de 150 premiações, incluindo o prêmio Shell de melhor direção.

Dossiê “Eu também sou TodoMundo”

Depois de dois meses de intenso processo criativo, o elenco e equipe técnica da peça TodoMundo! estavam ansiosos para estrear a peça na abertura do Festival de Teatro de Curitiba. No entanto, as atividades foram suspensas em função da pandemia do coronavírus. Para uma montagem complexa como é TodoMundo! isso poderia significar que o esforço dos últimos meses teria sido em vão.

O elenco criou então o projeto virtual “Eu também sou TodoMundo” a partir de reflexões feitas por Jacobs-Jenkins na peça. Um projeto experimental/poético/filosófico/pandêmico/documental que de abril a outubro produziu, junto ao Teatro Guaíra, 48 vídeos que nasceram das reuniões semanais do elenco. Ao todo foram 88 horas de ensaio e discussões via Zoom que abordaram principalmente o tema TodoMundo! durante este momento tão atípico em que todo mundo é mesmo o mundo todo.

A equipe contou com 12 atores, um editor e uma tradutora de libras, além da participação voluntária de 43 pessoas desde a comunidade surda, de cegos e de baixa visão até a comunidade acadêmica e artística.

Dos encontros semanais, da captação das imagens feita pelos atores em suas casas, dos depoimentos e relatos muitas outras questões se desdobraram sobre humanidade, inclusão e representatividade. Além disso, o grupo também discutiu como se dão processos artísticos a distância, até que ponto a tecnologia nos aproxima e até que ponta ela nos afeta e afasta.

O Dossiê TodoMundo! manteve nestes meses a criação e união deste elenco heterogêneo, em que cada ator também foi roteirista, editor, redator, músico e, como não poderia deixar de ser, um artista que tenta entender o mundo a sua volta e traduzi-lo em arte.

A ação é uma parceria do Governo do Estado do Paraná, Secretaria da Comunicação Social e da Cultura e Centro Cultural Teatro Guaíra.

Teatro de Comédia do Paraná (TCP)

O Teatro de Comédia do Paraná (TCP) foi reativado em 2016 e desde então foram apresentadas as peças O Homem Desconfortável, Hoje é Dia de Rock, indicada ao prêmio Botequim Cultural nas categorias de melhor direção e figurino, e Papéis de Maria Dias.

Foi criado em 1963 com a finalidade de orientar e coordenar as atividades teatrais do Centro Cultural Teatro Guaíra. O primeiro diretor do grupo foi Cláudio Correa e Castro que montou ‘Um Elefante no Caos’, de Millôr Fernandes. No elenco estavam Paulo Goulart, Nicete Bruno, Lala Schneider, Sale Wolokita, Manuel Kobachuk, José Maria Santos e Joel de Oliveira. A partir de 1964, o TCP atuou até os anos 2000 e chegou a produzir até cinco espetáculos em apenas um ano.