Fazenda Futuro faz collab inédita com marca sustentável de roupas

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Fazenda Futuro faz collab inédita com marca sustentável de roupas

Parceria com a Lab77, peças trazem estampas e frases que expressam o mood da marca pioneira no mercado carnes à base de plantas.

Com foco em apoiar projetos de reflorestamentos na floresta amazônica, 10% das vendas da coleção serão destinadas para a ONG SOS Amazônia.

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São Paulo, setembro de 2020 - Em 2019, quando a Fazenda Futuro, primeira foodtech 100% brasileira dedicada à produção de carne à base de plantas, chegou ao mercado, ela tinha um objetivo muito claro: mudar a maneira como o mundo come carne. Isso porque, entre seus valores, está o de que é possível sim se alimentar do que gosta, mas garantindo um impacto muito menor ao meio ambiente. Por isso, constantemente fecha ações com outras marcas que também acreditam e seguem os mesmos valores.

Esse é o caso da collab feita agora com a Lab77, marca de roupas sustentáveis que assina a coleção "Deixe Eles Loucos" como desdobramentos da primeira campanha de posicionamento da Fazenda Futuro. A inspiração para as peças vieram dos próprios elementos da marca como o já característico smile e algumas frases como "Ame Carnes, Coma Plantas" e "Aproveite como se houvesse amanhã", com letterings do designer gráfico Yomar Augusto, além de interpretações de todo esse universo feitas pela equipe da Lab77. São moletons, camisetas, bonés e bolsas desenvolvidos através de práticas de baixo impacto e com materiais sustentáveis.

Para a produção, foram usados apenas materiais naturais, orgânicos ou reciclados, com destaque para as camisetas de algodão sustentável certificado, as camisetas de algodão orgânico nacional, peças com tingimento natural e para as bolsas de lona de algodão reciclado. "As principais peças serão produzidas sob encomenda, o que permite um manejo muito mais eficiente da matéria-prima e uma menor utilização de materiais e insumos", explica Guilherme Pecegueiro, diretor de criação e sócio da Lab77.

S.O.S Amazônia

As 16 peças estão à venda no site da Lab77 e 10% da venda serão revertidos para a ONG SOS Amazônia e seu projeto Faça Florescer Floresta, ação de reflorestamento com espécies nativas de áreas degradadas na Amazônia.

Com quase 200k seguidores nas redes sociais, a Fazenda Futuro criou uma comunidade que compartilha dos ideais de que é possível revolucionar a indústria alimentícia sem causar um impacto negativo ao meio ambiente. "Chamamos de Futuristas todos os seguidores e consumidores da Fazenda Futuro, a coleção criada com a Lab77 foi desenhada com todo o carinho e cuidado, para que essas pessoas que se identificam conosco tenham a opção de mostrar isso para o mundo e também manter seu consumo sustentável nas roupas", conta Mariana Tunis, Head de Marketing da Fazenda Futuro.

Sobre a Fazenda Futuro

Lançada em abril de 2019, a Fazenda Futuro é a primeira foodtech brasileira voltada à produção de carne vegetal sem nada de origem animal, mas com um grande diferencial: a carne tem o mesmo gosto, textura e suculência de carnes bovina e suína. Futuro Burger, Carne Moída, Almôndega e Linguiça usam em suas bases de ingredientes proteína de ervilha, proteína isolada de soja e de grão de bico, além de beterraba para imitar a cor e o sangue da carne, tudo sem glúten, sem transgênicos e, claro, sem boi ou porco. A Fazenda Futuro é uma empresa World Changing Ideas 2020 da Fast Company.

Sobre a Lab 77

Lab77 é uma marca sustentável com raízes na cultura urbana de praia. Desenvolve produtos autorais que refletem as características culturais do Rio de Janeiro conectado com a nova cena de consciência global. As coleções priorizam sempre o uso de matéria-prima natural ou reciclada produzida no Brasil. Tudo isso acontece na matriz do Rio de Janeiro que combina loja com o ambiente de criação e produção da marca, em um novo sistema de produção sob demanda. Esse modelo racionaliza a produção e reduz o consumo de materiais e recursos para o desenvolvimento das peças. Essa experiência é possível ser acompanhada de perto, as pessoas podem ver quem faz e como fazem as peças na loja e também personalizar suas peças escolhendo cores, tecidos e estampas das coleções já lançadas.

Acompanhe a Fazenda Futuro:

www.fazendafuturo.io

@fazendafuturo

A gente te entende: máscara e álcool em gel são velhos conhecidos de quem tem fibrose cística

Álcool em gel, máscara, distanciamento social. Para muitos, isso tudo é novidade. Nunca passou pelo imaginário coletivo vivenciar algo tão sem precedentes como o que estamos vivendo agora, e que, em muitos momentos, se parece com cenas de um filme.

Porém, há uma fatia da população que já conhece bem tudo isso: que nunca sai de casa sem álcool em gel na bolsa, que não pode ficar próximo fisicamente de outras pessoas que têm a mesma doença, e que vai continuar usando máscaras em muitos momentos. São as pessoas que têm fibrose cística, doença genética rara, ainda sem cura e que, por conta de um defeito na condução de uma proteína no organismo, apresenta sintomas como tosse crônica, dificuldade para ganhar peso e estatura, diarreia, pólipos nasais e suor mais salgado do que o normal.

Quase 6 mil brasileiros têm fibrose cística, doença que pode ser identificada no teste do pezinho e ter seu diagnóstico confirmado no teste do suor. Ainda sem cura, demanda tratamento diário e constante, que engloba a ingestão de medicações como antibióticos, corticoides, suplementos vitamínicos, enzimas digestivas, além de fisioterapia respiratória diária, atividade física e inalações, entre outros cuidados. Em média, pessoas com fibrose cística dedicam duas horas diariamente para executar todas as etapas do tratamento. Estimativas indicam que um a cada 10 mil nascidos vivos possam ter fibrose cística, e que um a cada 50 indivíduos são portadores do gene para a doença - que é recessiva, portanto, a pessoa precisa herdar um alelo recessivo do pai e um da mãe para efetivamente ter a doença.

E por que a gente te entende tão bem?

Sabemos que ficar longe de quem a gente ama, por exemplo, não é nada fácil. Que perder a liberdade, mesmo que momentaneamente, é muito ruim. Nós, pessoas com fibrose cística, precisamos vivenciar estes isolamentos quando ficamos internados em hospitais para fazer algum tratamento medicamentoso ou para controlar algum quadro de infecção, de complicação de saúde. Usar máscara faz parte da nossa rotina médica, a cada ida ao hospital ou a laboratórios. O álcool em gel também já é nosso velho aliado na missão de tentar se proteger de vírus e bactérias que, para quem não tem a doença podem parecer inofensivos, para nós podem ser fatais. Ter fibrose cística é um desafio diário.

Eu convivo com essa realidade há 11 anos, desde que fui diagnosticada tardiamente aos 23 anos, em 2009. Antes disso, foram dezenas de pneumonias, infecções, complicações, cirurgias e internamentos, sem saber exatamente o que eu tinha. Boa parte da minha infância, adolescência e juventude foi marcada por idas e vindas de hospitais. E, somente aos 23 anos, após uma grave pneumonia que demandou um dos meus internamentos mais longos, quase dois meses respirando por aparelhos, recebi enfim o diagnóstico que mudou toda a minha vida: fibrose cística.

Hoje, com o tratamento adequado, usufruo de uma melhora na minha qualidade de vida, se comparado a antes do diagnóstico, mas ainda lido, quase que diariamente, com os altos e baixos impostos por essa doença.

Setembro Roxo – Mês Nacional de Conscientização sobre a fibrose cística

Dias antes de descobrir que eu tinha fibrose cística, durante um internamento, tive um sonho no hospital. Sonhei que estava embaixo de uma árvore, em um campo bem verde, conversando com as pessoas sobre a importância que temos que dar para o ar que respiramos, e não somente quando sentimos a falta dele durante uma crise de asma, uma pneumonia, uma infecção respiratória. Acordei, anotei o sonho e comecei um projeto para auxiliar pessoas com problemas respiratórios. Quando soube que tinha fibrose cística, comecei estudar a doença com afinco e descobri que tudo o que eu tinha vivido até então era por falta de diagnóstico e tratamento, e imediatamente comecei a pensar em quantas pessoas estariam na mesma situação que eu, ou que já não estavam mais aqui, porque não tiveram a chance de serem diagnosticadas e tratadas. Nascia, então, o Unidos pela Vida, que hoje é o Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística, reconhecido atualmente como a Melhor ONG de Pequeno Porte do Brasil dentre as 100 Melhores do País.

Hoje, nossa missão é fortalecer o ecossistema da fibrose cística no Brasil, através de ações que impactem diretamente na qualidade de vida de quem tem ou convive com a doença. Desenvolvemos nacionalmente projetos que visam conscientizar a população sobre a patologia, acolher novas famílias e pacientes, orientar e estimular a pesquisa e educação no país, atuar por políticas públicas e defesa de direitos, desenvolver e profissionalizar outras organizações sociais e incentivar a prática da atividade física.

Um dos projetos do Instituto é o Setembro Roxo - Mês Nacional de Conscientização sobre a fibrose cística, que em 2020 contará com diversas ações online para informar a sociedade sobre os sintomas, diagnóstico e tratamento da doença. Além de levar a mensagem de que nós, pessoas com fibrose cística, entendemos o que todos estão passando, e que com resiliência, força e coragem é possível enfrentar momentos difíceis como esse que todos estão passando.

Convido você a conhecer, compartilhar e nos apoiar nesta campanha que pretende salvar a vida de muitas pessoas por meio da informação. Acesse: www.unidospelavida.org.br/setembroroxo2020

Autora: Verônica Stasiak Bednarczuk de Oliveira, 33 anos, psicóloga, especialista em análise do comportamento, fundadora e diretora geral do Unidos pela Vida - Instituto Brasileiro de Atenção à Fibrose Cística, membro do Grupo Brasileiro de Estudos em Fibrose Cística. Foi diagnosticada aos 23 anos, é casada e tem uma filha um ano e nove meses.

Cassio Scapin emEu Não Dava Praquilo no Teatro Alfredo Mesquita, com transmissão ao vivo no facebook

Espetáculo Eu Não Dava Praquilo, de Cássio Scapin e Cássio Junqueira com direção de Elias Andreato, reestreia no dia 18 de Setembro às 21h no Teatro Alfredo Mesquita com transmissão Online no Facebook da Produtora NOSSO cultural

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Esse pequeno monólogo cômico dramático criado a partir da biografia da atriz paulista Myrian Muniz, através de depoimentos pessoais raros dela mesma e de outros artistas que tiveram a oportunidade de conviver com esta, que foi uma referência no teatro paulista e figura como um dos importantes nomes da história da dramaturgia no Brasil, conta muito mais do que uma passagem da nossa memória cultural, mas nos mostra, através das suas experiências e da visão de vida desta grande artista , a importância de valorizar o indivíduo e suas capacidades, a importância do autoconhecimento, da descoberta de si mesmo e de suas potencialidades. Hoje temos uma forte filosofia no mercado de trabalho em qualquer âmbito profissional de que o indivíduo deva agir de maneira atuante, contando sempre com a inventividade e capacidade criativa e a coragem de exercer seu potencial! Myrian nos mostra como a experiência teatral é relevante para a abertura das portas dessa capacidade, como a arte e a cultura tem papéis definitos para que o indivíduo possa abrir pensamento para a relatividade e consiga ser um agente mais seguro e atuante independentemente da função que ocupe , com seu potencial humano e inventivo valorizado e explorado!

Dona de uma história ímpar de vida, com sua graça, sensibilidade e talento, Myriam nos ensinou que a crença nas possibilidades do indivíduo é um instrumento importante para o crescimento de todos e a construção um mundo melhor! Uma senhora que trazia de maneira simples e divertida um dos mais avançados pensamentos de valorização do potencial de trabalho, moldado de forma humanística e gentil!

Devolvendo a ideia de um homem inteiro íntegro e realizado dentro de suas possibilidades criativas e produtivas! Pretendemos que este espetáculo seja uma semente em um terreno fértil, para que cada um se reconheça na história dessa atriz que soube aprender com as experiências e os instrumentos que lhe foram oferecidos, mesmo nas situações adversas, e tirar disso com bom humor o melhor proveito para construção de um homem melhor!

Texto: Cássio Junqueira e Cássio Scapin
Atuação: Cássio Scapin
Direção: Elias Andreato
Figurino e cenário: Fabio Namatame
Iluminação: Elias Andreato e Cleber Eli
Trilha original: Jonatan Harold
Assistente de direção: André Acioli
Produção executiva: Heitor Garcia
Operação: Diego Redondaro
Direção de produção: Ricardo Grasson e Isabel Gomez
Produção: Nosso cultural
Fotos: João Caldas
SERVIÇO
ESPETÁCULO: EU NÃO DAVA PRAQUILO
Quando: 18 E 25 de setembro e 02 de outubro.
Horário: Sexta 21H
Local: Teatro Alfredo Mesquita Transmissão: Via Facebook na página da produtora NOSSO cultural (https://www.facebook.com/Nossocultural)
Classificação: 14 anos.
Duração: 70 minutos. GRATUITO

COEP BRASIL LANÇA O DESAFIO DA JORNADA CIDADANIA E INOVAÇÃO

Participantes devem realizar uma ação solidária relacionada aos impactos da Covid-19, oferecendo melhorias locais a pessoas vulneráveis, e concorrerão ao Prêmio Betinho – Atitude Cidadã 2020
O Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep Brasil), acaba de lançar o Desafio da Jornada Cidadania e Inovação, que consiste em uma ação solidária e inovadora relacionada aos impactos da pandemia da Covid-19. O desafio pode ser realizado individualmente ou em grupo, e os participantes que cumprirem concorrerão ao Prêmio Betinho – Atitude Cidadã 2020.

A Jornada Cidadania e Inovação, segundo o presidente do Coep Brasil, André Spitz, é uma iniciativa de cooperação solidária que busca incentivar a criação e a realização de ações inovadoras, promotoras da solidariedade e da dignidade humana, que incidam sobre as novas formas de lidar com os impactos ocasionados pela Covid-19 tanto agora, durante a pandemia, quanto no período pós-pandemia.

A Jornada acontece entre os dias 1º de setembro e 18 de dezembro de 2020, sendo esse o último dia para a submissão do desafio, e é aberta ao público. A proposta é o cumprimento de um desafio capaz de oferecer melhorias locais, especialmente aquelas voltadas a pessoas vulneráveis, a partir do enfrentamento à Covid-19. Os participantes devem colocar em prática ideias organizadas em três etapas: proposta, mobilização e ação. Todos os detalhes estão descritos no regulamento do desafio, ao qual todo participante inscrito terá acesso.

As ideias podem ser originais ou exemplos replicados de ideias cadastradas no Banco de Iniciativas da Sociedade Civil no Combate ao Coronavírus, que pode ser acessado no seguinte endereço: http://coepbrasil.org.br/iniciativas-da-sociedade-civil-no-combate-ao-coronavirus.

Os vencedores receberão o Prêmio Betinho 2020. Desde sua primeira edição, em 2008, o prêmio homenageia a memória de Herbert de Souza, um dos fundadores do COEP, e as pessoas que atuam no desenvolvimento de práticas de mobilização, de participação cidadã e de transformação social.

Como participar
Para cumprir o Desafio da Jornada Cidadania e Inovação, assim como demais informações sobre o prêmio, os participantes devem se inscrever no seguinte endereço: http://coepbrasil.org.br/covid-jornada-desafio.

Serviço:
Desafio da Jornada Cidadania e Inovação – Coep
Período: 1º de setembro e 18 de dezembro de 2020 (período de inscrição dos projetos)
Inscrições, regulamento e demais informações: http://coepbrasil.org.br/covid-jornada-desafio

Especialistas discutem como a pandemia impactou o mercado de fusões e aquisições no Paraná

Advogados e executivos de finanças se reúnem para discutir as percepções do atual cenário e as oportunidades na integração da nova operação no pós-pandemia

A pandemia do coronavírus no Brasil trouxe grandes impactos para as finanças empresariais, principalmente nos contratos de operações de fusões e aquisições “M&A”. Com os caixas afetados, muitas empresas de grande potencial econômico precisaram recorrer ao processo de fusão e até mesmo de venda, para conseguirem retomar os negócios e voltarem a capitalizar. Mesmo diante desse cenário, muitos investidores encontraram boas oportunidades no mercado, fazendo com que as operações dessa natureza voltassem a acontecer.

Com objetivo de ressaltar os principais pontos de atenção trazidos pela pandemia, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) convidou três especialistas em operações de M&A para debaterem o tema em um webinar que acontecerá na próxima quinta-feira (17), às 18h30.

Olhando para os diferentes estágios das operações de fusão e aquisição, a sócia do escritório Martinelli Advogados e gestora das operações de M&A no Paraná, Cíntia Meyer, vai apresentar no webinar as percepções do mercado durante o período de pandemia e quais as perspectivas projetadas para os próximos meses. O sócio-diretor na Martinelli Atria, Francisco Blanco, também falará sobre as ações que potencializam e desaceleram as oportunidades durante a operação, ao lado do sócio no Grupo Stratus, Mauro Finatti. O webinar será mediado pelo CFO da Junto Seguros S.A. e membro do Comitê de Finanças do IBEF-PR, Eduardo Freitas.

“Queremos ressaltar aos possíveis compradores e vendedores, quais aspectos devem ser levados em consideração no processo de M&A, principalmente após a pandemia e também em relação às próprias partes quanto ao objeto da aquisição”, explica André Leal, coordenador do Comitê de Finanças e CFO da Biotrop.

O evento online acontecerá das 18h30 às 20h00, por meio da plataforma online Zoom, e recebe o patrocínio do escritório Martinelli Advogados, além dos patrocinadores de gestão: PwC Brasil e Gaia Silva Gaede & Associados. A transmissão é gratuita e para participar é necessário inscrever-se antecipadamente.

Webinar – A pandemia e os impactos no mercado de fusões e aquisições (M&A)

Dia: Quinta-feira, 17/09

Horário: Das 18h30 às 20h00

Evento online e gratuito, transmitido pela plataforma Zoom.

Inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_A7dmcWXnSX6iEszlQBvFlg

CONTATOS DE IMPRENSA IBEF-PR

EXCOM COMUNICAÇÃO

Kamilla de Almeida / Julia Nascimento / Cecile Kruger

41 99271-1281 / 41 99226-4557 / 41 98848-2726

kamilla@excom.com.br / julia.nascimento@excom.com.br / cecile@excom.com.br

SOBRE O IBEF-PR

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR) é uma instituição sem fins lucrativos, que congrega executivos de finanças dos vários segmentos da atividade econômica do Paraná: executivos das áreas de indústria, comércio, consultorias, empresas de serviços, auditorias, instituições financeiras (bancárias e não-bancárias) e instituições governamentais.

Através de seus comitês de Finanças, Compliance e Riscos, Tributário e Empresarial, Inovação e Desenvolvimento de Executivos, o IBEF-PR realiza vários eventos, discussões e compartilha conhecimento para contribuir com o desenvolvimento dos profissionais de finanças do Paraná.

“QUE ABSURDO!” CONTINUA TEMPORADA NACIONAL PELO YOUTUBE EM SETEMBRO

Monólogo em formato digital pode ser acessado pela Smart TV, Celular, Tablet ou Laptop sem sair de casa

A temporada nacional do Monólogo QUE ABSURDO!– Teatro Digital Ao Vivo – continua em setembro após duas sessões que atingiram quase mil visualizações no Youtube. Um número considerado muito bom pela produção do espetáculo, principalmente diante da crítica situação que passa o setor cultural com a pandemia. A nova sessão ocorrerá no dia 19 de setembro às 21 horas. As vendas já estão abertas e os ingressos podem ser adquiridos pela Plataforma Sympla com valores a partir de R$ 12,50 (meia-entrada). Basta acessar o link para obter mais informações: https://www.sympla.com.br/que-absurdo---teatro-digital-ao-vivo----sessao-19-de-setembro-21h__963637

O Projeto é resultado da parceria da CL Produções com a TP Produções. QUE ABSURDO! é um monólogo escrito e dirigido pelo jornalista, produtor cultural Cicero Lira e interpretado por Thadeu Peronne. O ator comemora 30 anos de carreira com trabalhos desenvolvidos para o Teatro, Cinema e TV. QUE ABSURDO! conta a história de um artista que está isolado e recebe uma visita inesperada. Durante este encontro, ele faz revelações sobre seu passado e reavalia a carreira que está em crise. Perturbado por um pesadelo recorrente que o coloca sempre diante do caos, o personagem busca refúgio na arte para tentar se libertar e dar sentido a sua vida.

O monólogo conta ainda com os seguintes parceiros criativos: A designer visual Miriam Fontoura, o compositor e musicólogo Harry Crowl e o cantor, compositor e percussionista carioca Thiago Mocotó (irmão de Gabriel O Pensador e compositor da Banda). “Seguimos em frente com nossa temporada, apesar de não termos patrocínio. A resposta do público foi muito boa e ganhamos projeção nacional pela qualidade artística e técnica que imprimimos no espetáculo”, declara o diretor e autor Cicero Lira.

Segundo o ator Thadeu Peronne, o Monólogo chama a atenção porque o público se identifica com o personagem. “De certa forma somos todos artistas e estamos procurando saídas. Cada um à sua maneira. O texto é profundamente humano e expõe um retrato ácido das nossas relações, mas sem perder a poesia”. Lira revela ainda que a peça digital dialoga com o teatro do Absurdo, faz referências ao pintor Paul Klee e ao filósofo Walter Benjamin. “Além desses gigantes da cultura mundial, a cada nova temporada do espetáculo iremos homenagear poetas que admiramos. A nossa estreia contou com um poema de Glória Kirinus. A autora, peruana naturalizada brasileira, também comemora 30 anos de literatura.

Mais informações sobre os artistas

Thadeu Peronne

Ator, professor, produtor e diretor teatral Bacharel em Artes Cênicas pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e Fundação Teatro Guaíra. Também passou pelo CPT, Centro de Pesquisa Teatral sob a coordenação de Antunes Filho São Paulo. Além de dezenas de Cursos de aprimoramento e ainda diversos Cursos de Extensão Universitária. Estudou com inúmeros diretores de outros países como Estados Unidos, França, Alemanha e Uruguai. Atua no Teatro, cinema, publicidade, música há trinta anos. Peronne já conquistou 2 Prêmios de Melhor Ator no “Troféu Gralha Azul” - principal premiação paranaense, concedida anualmente para a classe artística teatral, participando também, técnicos e produtores profissionais.

Cicero Lira

Jornalista, Mestre em Educação, ator e diretor teatral. Desde 2005, criou a CL Produções – A CL é uma das empresas mais atuantes do mercado de Curitiba, colaborando com o desenvolvimento do cenário da arte e da cultura da cidade, com espetáculos que atingem grande público. Além de produtor e gestor cultural, Lira é professor universitário e foi um dos fundadores do Curso de Bacharelado em Teatro da PUCPR, que em 2020 completa 10 anos. Atuou na Instituição cerca de 12 anos.

FICHA TÉCNICA:

Monólogo: QUE ABSURDO!
Texto, direção e concepção artística: Cicero Lira
Elenco: Thadeu Peronne
Música: Harry Crowl e Thiago Mocotó
Design Visual: Miriam Fontoura
Diretor de Produção: Cicero Lira
Produção Executiva: Thadeu Peronne
Produção e Realização: Cicero Lira Produções e Thadeu Peronne Produções

SERVIÇO:
Duração: 30 min
Faixa Etária: Acima de 12 anos

QUANDO:
SESÃO NACIONAL: 19 de setembro (sábado)
Horário: 21h (com abertura da Sala Digital no Youtube às 20h45)

COMO ASSISTIR “QUE ABSURDO!”- TEATRO DIGITAL AO VIVO

1-Adquira seu ingresso na Plataforma Sympla
2-Você receberá um email que valida sua compra do ingresso
3-A produção do espetáculo irá enviar, em seguida, informações via email de como ter acesso à sessão
4-Cerca de 12 horas antes da data da sessão Ao Vivo você receberá por email da Sympla o Link com a transmissão do Monólogo
5-É importante, após adquirir seu ingresso, verificar se os emails enviados pela Produção do Evento não foram parar na caixa de SPAM

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Um relatório técnico baseado na pesquisa sobre o trabalho remoto na pandemia aponta que, em uma comparação entre setor público e privado, o número de servidores públicos que precisa cumprir metas de produtividade é maior que de trabalhadores de empresas privadas. O estudo também indica que profissionais do setor de educação têm apresentado dificuldades de adaptação à nova modalidade. Com relação ao gênero, o relatório destaca que a maior parte dos profissionais que diz estar trabalhando em um ritmo mais acelerado na pandemia é composta por mulheres. O trabalho foi realizado pelo Grupo Estudo Trabalho e Sociedade (GETS) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com a Rede de Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (Remir).

O distanciamento social, medida necessária e mais eficaz para combater o avanço da pandemia de Covid-19, obrigou 8,3 milhões de pessoas a trabalharem remotamente nesse período, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID19 IBGE). Com o objetivo de compreender as condições gerais dos trabalhadores e a adaptação quanto à mudança do trabalho presencial para o trabalho remoto em razão da crise causada pela doença, o GETS aplicou uma pesquisa a cerca de mil profissionais dos mais diferentes segmentos econômicos, categorias e funções. Após sistematizar os dados gerais dos participantes, os pesquisadores fizeram uma análise reorganizando as informações a partir de recortes específicos que englobam docentes; setor público e privado; e gênero.

Setor público e privado
Entre os respondentes da pesquisa, foram entrevistados 593 trabalhadores do setor público e 303 do setor privado. Questionados sobre e existência de metas, a maioria dos funcionários públicos (62%) disse que precisa cumprir critérios de produtividade, enquanto no setor privado 51% possuem metas. No trabalho remoto, 25% dos profissionais das duas categorias tiveram suas metas de produtividade aumentadas. Durante a pandemia, o ritmo de trabalho ficou mais acelerado para 47% dos servidores públicos e para 52% dos profissionais do setor privado.

O estudo também constatou que os trabalhadores do setor público tiveram mais gastos pessoais e menos recursos oferecidos pelas instituições para a execução das atividades em regime remoto do que aqueles que atuam na esfera privada. O resultado está alinhado com a diminuição de gastos que vem sendo constatada pelo setor público com a adoção dessa modalidade de serviço. Os pesquisadores concluíram que houve uma transferência de custos de trabalho para os próprios profissionais, que não estão recebendo ajuda dos órgãos públicos e precisam arcar com as despesas demandadas por recursos e estruturas necessárias para trabalhar em regime remoto.

“A impressão que tenho é que trabalho muito mais e rendo muito menos. Em apenas dois meses já senti algumas dores nas costas por conta de a estação de trabalho não ser a mais adequada. Sinto pressão para mostrar que estou presente através de produtividade, quando no trabalho presencial isso não existia. Saliento que estou em um setor com uma equipe muito boa e com uma chefia bastante compreensiva, o que tem tornado essa experiência bem melhor do que poderia ser”, avalia um dos funcionários públicos que respondeu a pesquisa.

Para os especialistas, as falas dos trabalhadores do setor público, no espaço aberto para comentários, refletem dificuldades em equilibrar a atividade profissional, geralmente com cobrança de metas, com as atividades domésticas e cuidados com filhos, que estão com as aulas suspensas. A falta de treinamento e de capacitação para execução do trabalho nessa modalidade são alguns dos fatores evidenciados pelos participantes.
Trabalho docente
Sobre os profissionais do setor educacional, os pesquisadores observaram que a maioria (72%) encontrou dificuldades ao realizar o trabalho de forma remota. A nova condição demanda dos trabalhadores novas habilidades e conhecimentos ausentes da dinâmica cotidiana de muitos docentes antes da pandemia. Soma-se a esse aspecto a característica de indissociabilidade dos espaços de trabalho e de vida privada, acentuada na modalidade.

Outros aspectos dificultados no trabalho remoto apontados por essa categoria foram o recebimento de demandas de trabalho a qualquer horário e dia da semana (53%), a falta de contato com os colegas e alunos (50%), a dificuldade em separar a vida familiar da atividade profissional (48%) e muitas interrupções durante o trabalho (45%). Nessa questão, a pesquisa permitia a escolha de múltiplas respostas.Para a maioria desses profissionais (60%), o ritmo de trabalho ficou mais acelerado durante a pandemia e quase metade deles (44%) passou a trabalhar mais de oito horas diárias. Houve aumento também no número de dias trabalhados na semana. Enquanto a quantidade de docentes que trabalham seis dias na semana aumentou em 27%, a daqueles que passam todos os dias executando funções profissionais teve um crescimento de 35%.

Nesse setor, a maioria dos profissionais (79%) acredita que a qualidade do trabalho é melhor quando realizado presencialmente. Já 16% dos entrevistados acham que não há prejuízo no trabalho remoto e, somente, 5% consideram o trabalho em home office melhor. A maioria (58%) teve gastos pessoais para adaptar as condições de trabalho ao ambiente residencial. Ainda assim, muitos (48%) acreditam que existem aspectos positivos e negativos nessa modalidade, enquanto 44% veem só pontos negativos e 7%, positivos.

Mulheres
O estudo revelou que homens e mulheres vivenciam o trabalho remoto de formas diferentes e que as desigualdades entre os gêneros persistem também nessa modalidade. Os pesquisadores destacam que as mulheres são incumbidas, historicamente, ao trabalho reprodutivo e de cuidados e, em um momento como esse em que essas atividades estão concentradas aos domicílios, elas estão ainda mais sobrecarregadas.

Das mulheres entrevistadas na pesquisa que deu origem ao relatório, mais da metade (51%) avalia que passou a trabalhar em um ritmo mais acelerado durante a pandemia. Com relação aos homens, essa percepção é menor: 43%. Paralelamente, mais homens relataram que o ritmo de trabalho não sofreu alterações (24%) ou que passaram a trabalhar em uma velocidade mais lenta (33%) durante o distanciamento social. Para as mulheres, esses quesitos correspondem a 43% e 17%, respectivamente.

Nesse período, o percentual de mulheres que têm trabalhado cinco dias na semana caiu de 83%, antes da pandemia, para 57%, assim como dos homens que passou de 78% para 55%. Isso se reflete no aumento de dias trabalhados semanalmente. Antes da pandemia, apenas 8% das mulheres exerciam atividades profissionais seis dias na semana. Durante a quarentena, na modalidade remota, esse percentual mais que dobrou, atingindo 19% do sexo feminino. Para os homens, trabalhar seis dias na semana passou de 10% para 16%. Já o trabalho sete dias na semana passou de uma taxa de 1% a 17% para as mulheres e de 4% a 18% para homens. Esses dados são relativos apenas ao trabalho remunerado.

De acordo com a pesquisa, 65% das mulheres e 53% dos homens tiveram dificuldades em executar o trabalho de modo remoto, enquanto 47% dos homens e 35% das mulheres disseram que não tiveram dificuldades.

“O grande problema é enfrentar sozinha questões emocionais. No meu caso, os sintomas de ansiedade generalizada retornaram. A angústia aumenta e não sinto tanta liberdade para conversar com meus gestores sobre isso por medo de perder o emprego”, declarou uma trabalhadora do setor privado casada e sem filhos.

“Acredito que o trabalho remoto impacte mais as mulheres, principalmente as mães solo como eu. Se as jornadas de trabalho já eram três ou quatro (trabalho fora, estudo, trabalho em casa, filhos), elas continuam as mesmas, mas com a diferença de estarem sendo realizadas no mesmo momento. Enquanto faço a janta, respondo e-mail, falo com a chefia, medico meu filho. Está pesado, estou cansada”, desabafa uma servidora pública mãe de dois filhos.

Para os pesquisadores, notam-se percepções sobre o trabalho remoto totalmente diferentes entre homens e mulheres, as quais estão relacionadas com seus papéis sociais. A conclusão do relatório aponta que, quando discorreram livremente sobre suas experiências em home office, as mulheres destacaram-se pela centralidade dos termos “casa”, “filho, “cuidado” e “criança”, enquanto os homens utilizaram mais as palavras “tempo”, “contrato”, “pandemia” e “casa”, sendo que esse último termo tem a ver, para os homens, com a gestão do tempo e não com cuidado dos filhos e trabalho doméstico.

Trabalho pós-pandemia
De acordo com a coordenadora da pesquisa e professora de Sociologia, Maria Aparecida da Cruz Bridi, o estudo sinaliza alterações no mundo do trabalho após a pandemia e uma possível ampliação da modalidade remota em distintos setores da economia. “Ele aponta os desafios para a classe trabalhadora e seus sindicatos: Como assegurar direitos e condições de trabalho que garantam a saúde física e mental dos trabalhadores? Como certificar que o trabalho seja realizado com jornadas que não ultrapassem as oito horas regulares, que foi uma conquista histórica da classe trabalhadora?”.

Para a pesquisadora, é importante garantir que as pessoas tenham vida para além do trabalho. “Como salvaguardar que a empresa não se estenda para todos os domínios da vida do trabalhador, agora também em seu espaço privado? Há a necessidade de uma regulamentação que assegure direitos e saúde. Os sindicatos estão desafiados também a enfrentar esse tema e atuar, sobretudo, na questão das jornadas de trabalho. Poder trabalhar a partir de casa é uma boa saída para os trabalhadores, mas os ganhos obtidos com a redução de custos pelas empresas, por exemplo, devem ser repartidos com os profissionais”, avalia Maria.

A pesquisa sobre trabalho remoto na pandemia e o relatório técnico que categorizou os resultados foram realizados pelos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR): Alexandre Pilan Zanoni, Fernanda Ribas Bohler, Fernanda Landolfi Maia, Giovana Uheara Bezerra, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Mariana Bettega Braunert, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Zélia Freiberger e coordenados pela professora Maria Aparecida da Cruz Bridi.

Links úteis
Matéria completa no site UFPR: https://bit.ly/3kpOLyF

Relatório técnico completo: https://bit.ly/3mwp7tZ

Alto da XV Mall será inaugurado em outubro

Empreendimento administrado pela Argo tem conceito embasado em praticidade e conveniência

No dia 28 de outubro, será inaugurado o Alto da XV Mall, que ficará localizado na Rua Camões, 601, no bairro Alto da XV, em Curitiba. O empreendimento será administrado pela Argo Desenvolvimento & Gestão, empresa responsável pelo gerenciamento de dezenas de shopping centers em sete estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

O diretor de operações da Argo, Fabiano Bussi, afirma que a localização do Alto da XV Mall é economicamente e emocionalmente estratégica. “A vida de muitas pessoas se encontra nessa localidade, então acreditamos na influência que a região já oferece para continuar atendendo aos potenciais consumidores de modo mais assertivo. O Alto da XV Mall veio para resgatar a conveniência e a comodidade para os curitibanos, e oferecer tudo o que a região merece”, explica.

Ana Ades é a superintendente que assume o Alto da XV Mall. Ela, que atua há mais de 20 anos nas áreas administrativa e financeira e há cerca de 10 está no ramo do varejo, acrescenta que o espaço também será um bom negócio para os lojistas. “Fizemos diversas pesquisas e entendemos que as pessoas têm um carinho especial por esse local, que se torna uma extensão da sua casa. Somos o grande amigo do bairro e vamos oferecer para toda a região conveniência e comodidade para o dia a dia. Com esse viés, estamos reformulando alguns elementos logísticos e comerciais, mas acreditamos que o fato de ser um centro de compras prático e rápido no Alto da XV já será atrativo por si só”, comenta.

Marcello Almeida, sócio da Cia Iguaçu, proprietária do empreendimento e responsável pelo projeto, expõe o quanto acredita no potencial da região e do espaço onde ficará instalado o centro de compras. “A origem da Cia Iguaçu é em Curitiba e ainda temos laços muito profundos por aqui. Por isso não poderíamos deixar de homenagear a cidade e nossa história. A partir de agora, a população de Curitiba e mais especificamente os moradores da região do Alto da XV podem contar com um projeto moderno, dinâmico e focado na praticidade, economia e parceria com os seus colaboradores e clientes”, ressalta.

Economia, conveniência e proximidade

O Alto da XV Mall possui características que devem atrair variados tipos de consumidor. Com a intenção de ser um “amigo” do cliente, o shopping contará com um mix de cerca de 180 lojas de diferentes segmentos como vestuário, calçados, telefonia, beleza, praça de alimentação, utensílios, acessórios, etc., com custo-benefício acessível e que traga praticidade e conveniência.

De acordo com a administradora, a estimativa é que o shopping movimente a economia local, gerando centenas de empregos diretos e indiretos por meio de lojistas, prestadores de serviço e funcionários próprios.

O shopping abre seguindo todos os protocolos de segurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias, que determina distanciamento necessário, obrigatoriedade de máscara, disponibilização de álcool gel, sanitização constantes de áreas comuns, como banheiros, mobiliário da praça de alimentação, quantidade limitada de clientes, cuidado na operação de ar condicionado, entre outras medidas que visam proteger os clientes e os funcionários do mall, com a vantagem de ser um empreendimento de piso único com várias portas de acesso que permanecerão abertas para favorecer a circulação do ar.

Serviço

Alto da XV Mall

Data de lançamento: 28 de outubro

Horário de funcionamento: Segunda a sábado das 10h às 20h; domingo do 12h às 18h.

Sobre o Alto da XV Mall

Administrado pela Argo Desenvolvimento & Gestão e lançado em outubro de 2020, o Alto da XV Mall é um shopping com variado mix de lojas que têm a intenção premissa de oferecer bom custo-benefício e praticidade aos clientes. Com apenas um piso, o empreendimento conta com quase 200 espaços para lojistas e praça de alimentação e um estacionamento com mais de 100 vagas. O endereço é Rua Camões, 601, Alto da XV – Curitiba/PR. Em breve, site à disposição: www.altodaxvmall.com.br.

Simone & Simaria e Wesley Safadão embalamnovo filme da campanha da BR Distribuidora

As grandes estrelas do sertanejo dão voz ao hit “Posto, POSTO é Posto BR”, em comunicação assinada pela agência Africa

São Paulo, 14 de setembro de 2020 - Posto, POSTO mesmo, é Posto BR. O mote da nova campanha da BR Distribuidora, líder na distribuição de combustíveis e lubrificantes com mais de 7.700 postos de serviços em todo Brasil, vai estar presente na mídia nacional agora cantado por algumas das vozes mais conhecidas do País: a dupla Simone & Simaria e Wesley Safadão. Confira: https://youtu.be/DNJ6c5CoDy8

O jingle com as estrelas do sertanejo destaca, de maneira leve e divertida, a máxima qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelos postos e franquias da BR. E é dançando ao ritmo dado pelos artistas, carregado de energia e brasilidade que resumem o novo posicionamento de comunicação da empresa, que a peça mostra carros, motocicletas e caminhões nas estradas, imagens inéditas dos postos Petrobras e clientes usando os diversos serviços mencionados na canção.

Os principais diferenciais da bandeira são ressaltados pelo típico jeito brasileiro de enfatizar aquilo em que acredita: a repetição. Desde a gasolina que é “GASOLINA” de verdade, com a Podium e a Grid entre as melhores do País; ao lubrificante “LUBRIFICANTE” de qualidade mesmo, sendo Lubrax a marca mais querida dos brasileiros no segmento; e o frentista “FRENTISTA”, profissional que continuou trabalhando e atendendo aos consumidores de maneira exemplar durante a pandemia.

“Temos um jingle contagiante, alegre, alto astral, pronto para agradar os consumidores que tornaram a rede da BR a líder do mercado e todos mais que vierem se juntar a essa rede de postos e franquias que representa o melhor do Brasil”, o diretor de Desenvolvimento de Negócios e Marketing da BR Distribuidora, Leonardo Burgos.

A campanha tem veiculação na TV Aberta e digital e contempla três filmes diferentes, um de 60” com os três cantores e dois filmes de 30”, sendo uma versão com Simone & Simaria e outra com Safadão, com montagem e letra um pouco diferentes.

“A grande força dos Postos BR é a sua brasilidade e enorme presença no país inteiro. E nada mais brasileiro do que a música. Ainda mais quando a gente tem a potência de artistas como Simone & Simaria e Wesley Safadão,” comentam Aaron Sutton e Sibely Silveira, diretores de criação da Africa.

Confira: https://youtu.be/DNJ6c5CoDy8
Wesley Safadão: https://youtu.be/3o9EvIijaS8
Simone & Simaria: https://youtu.be/VQQpcp23vec

ABRAPE E FETURISMO SÃO RECEBIDOS NA SECRETARIA DE SAÚDE DO PARANA

Representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, Mac Lovio Solek, vice-presidente da região Sul, e da FETURISMO, Susan Klein, diretora de comunicação, estiveram presentes na tarde da última quinta (10.09) na Secretaria da Saúde com Geraldo Biesek, Diretor Executivo de Saúde e chefe do Gabinete do Secretário Beto Preto, e com Fabio Oliveira, diretor de administração e finanças do Paraná Projetos, para solicitar a retomada urgente do setor de eventos no Estado do Paraná.

Durante a reunião, foi apresentado pela Abrape, um protocolo com as sugestões para a realização de eventos responsáveis e seguros, o qual passará nos próximos dias, por uma avaliação interna da Secretaria da Saúde do Estado, como falou o diretor e também presidente interino do COI, Geraldo Biesek. Na conversa, Biesek explicou também como está a curva de novos casos do COVID-19 em relação ao descaso da população durante o feriado da Independência, além de se dispor para ajudar a desenvolver com sua equipe um documento técnico e seguro para o segmento.

Para isso, foi entregue uma carta aberta com planos propostos sobre as ações de retomada do setor de eventos no Paraná, direcionada ao Secretário de Saúde, Carlos Alberto Gebrin, e ao Governador do Estado do PR, Carlos Roberto Massa Júnior.

A reunião é resultado direto do encontro das entidades, que aconteceu no dia 19/8 no Palácio Iguaçu, juntamente com o Vice Governador, Darci Piana, e o Secretário de Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge.

"O setor já está parado há mais de 180 dias. Entende-se a impossibilidade neste momento da retomada de forma integral, mas é preciso urgente da sua viabilidade parcial e bem como um plano a ser seguido com o aval das autoridades. Durante os últimos dias, fomos impactados com fatos e acontecimentos pelo Brasil que geraram espanto pelo comportamento das pessoas, e revolta pelo fato de nós que temos a legalidade estarmos sendo impedidos de trabalhar e manter nossas empresas e empregos sejam eles diretos ou indiretos”, cita Mac Lovio Solek, vice-presidente da Abrape na região sul, na carta entregue. “O intuito dessa retomada é diminuir o impacto o quanto antes gerado pelo fechamento das atividades de serviços para empresas de organização de eventos, que alcança mais de 60 tipos de categorias profissionais de colaboradores diretos ou indiretos. Entende-se que retomar as atividades não é 'virar uma chave' e tudo vai voltar (a ser) como era antes. Mas já demorou muito para enxergar como um setor importante do Estado e assim planejar a volta, primando pela responsabilidade sanitária, social, técnica, mas também econômica”, completa Mac.

Mário Queiroz se une a jornalistas em Paris e Milão para lançar curso de atualização internacional em Moda Masculina

Direto de Paris, Milão e São Paulo, as jornalistas Ana Garmendia, Camila Leonelli e o designer, professor e consultor de Moda Mário Queiroz lançam seu primeiro curso “Atualização Internacional em Moda Masculina” juntos. “Queremos oferecer nesse momento tão especial, uma gama de informações diretamente da Europa num período onde as pessoas não estão podendo viajar”, anuncia Queiroz que se reúne as duas jornalistas para o que eles chamam de requalificação profissional frente ao cenário do Covid 19. Com início no próximo dia primeiro de outubro, a atualização traz temas envolvendo marketing, varejo, design, moda de rua e VM. As informações estão sendo diretamente apuradas de Milão, Paris e São Paulo sobre as diversas frentes da moda masculina.
O público alvo são designers, empresários, gerentes de produto, jornalistas e publicitários. O programa busca entender os atuais perfis de consumidores, o design, o marketing, o VM e novas estratégias do Mercado para esse momento. As aulas terão duração de uma hora e acontecem sempre às 10 horas da manhã. As inscrições estão abertas na plataforma Sympla e podem ser feitas por Encontro ou todo o Curso. Ao todo são Cinco Encontros onde os inscritos terão acesso simultaneamente aos panoramas das três cidades, podendo assim atualizar e re-direcionar seus olhares para o que a moda masculina tem como foco hoje.

“Acreditamos que seja importante nós oferecermos o que as ruas, as lojas, o varejo, o designer estão vivenciando e apresentando ao mercado depois de mais de seis meses de Pandemia , onde vimos tudo com relação a moda parar abruptamente e muita gente que, habitualmente fazia viagens e participava de feiras para se atualizar, ficou parada vendo tudo pelas redes sociais”, ressalta Ana que vai entrar com as informações e pesquisas da Capital Francesa.

Para Camila Leonelli, nunca foi tão importante essa conexão internacional. “Milão sofreu arduamente com a pandemia, viu suas fábricas de moda reverterem a produção para produção de materiais para a linha de frente no combate ao Covid 19. Existiu até um certo orgulho que ressaltava a excelência do made in Italy dizendo que em nenhum outro lugar do mundo os jalecos eram Armani e as máscaras Prada. A Itália se viu diante de um pesadelo. O país, hoje, é responsável por 70% da produção do prêt- à - porter de luxo mundial e aposta na moda como um dos setores chaves para alavancar a retomada da economia italiana. É importantíssimo e crucial entender o movimento italiano nesse momento tão importante, seja na produção, criação e varejo de moda."

Serviço:

Atualização Internacional em Moda Masculina
Dias 1, 8, 15, 22 e 29 de outubro pelo Zoom.Inscrições pelo Sympla no link https://www.sympla.com.br/atualizacao-internacional-em-moda-masculina__958953

INVESTIMENTO:As inscrições poderão ser feitas por Encontro ou todo o Curso.
Cada encontro – R$ 180,00
Combo (5 encontros) – R$ 720,00

Quem Somos

Ana Clara Garmendia é jornalista e vive em Paris desde 2006 onde foi pioneira do movimento mundial de Street Style com o site Moda Paris (anagarmendia.com.br) que atualmente é uma plataforma independente onde vários colaboradores publicam. Colaborou com várias revistas brasileiras como Vogue, Marie Claire, GQ, Glamour, FFW e Elle, entre outras, sempre na área de moda e beleza. Atualmente se dedica a suas páginas no Instagram num trabalho independente, de opinião onde fala de moda de rua, tendências e comportamento.

Camila Leonelli é fotojornalista e repórter de moda em Milão. Atuou como relações públicas em São Paulo por cinco anos com as principais marcas do setor. Hoje na Itália, depois de uma longa experiência como assessora de imprensa, faz cobertura das semanas de moda em Milão como fotógrafa de street style e jornalista.Pós-graduada em Moda e Criação pela Faculdade Santa Marcelina e Comunicação de moda pelo IED- Roma, e especializada em Cool Hunting pela Central Saint Martins de Londres.

Mário Queiroz é designer, professor e consultor de moda. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC SP, onde também realizou seu mestrado. Tem uma carreira como Designer de moda em grandes empresas de varejo, têxteis e de confecção e também como diretor criativo da marca que leva seu nome. Com sua marca participou de grandes eventos no Brasil e na França: Tem linha assinada de joias com a empresa Rommanel, onde atua como consultor de moda. Criou e coordenou o Curso de Design de Moda da UAM SP e em seguida foi diretor do IED São Paulo. Atua como professor de pós-graduação em diversas instituições no Brasil. Tem três livros publicados, recentemente lançou o “Os Homens e Moda no séc XXI”. Criou e coordena o evento HOMEM BRASILEIRO, único evento transdisciplinar sobre as masculinidades.

ESIC Internacional promove segunda Rodada de Negócios em parceria com a ACIMAFRA

Instituição reúne empresas e empresários para networking e geração de negócios em evento online e gratuito

No dia 16 de setembro, das 15h às 17h, a ESIC Internacional promove a sua segunda Rodada de Negócios, com o objetivo de desenvolver profissionais e estimular a aproximação das relações empresariais, visando contribuir com a ampliação do network e com a possibilidade de novos negócios e parcerias.

O evento, 100% online, será em parceria com a Associação Empresarial de Mafra (ACIMAFRA-SC) e tem abertura do diretor executivo da instituição e consultor de carreira, Alexandre Weiler, que abordará as tendências de mercado e os impactos na carreira frente à pandemia da COVID-19. Após a palestra, cada empresa ou empresário terá tempo para apresentar o seu negócio e colocar seus contatos à disposição. As vagas são limitadas e as apresentações acontecem por ordem de inscrição, que podem ser feitas pelo link https://pages.esic.br/rodada-de-negocios-2.

Sobre a ESIC Internacional:

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración)

Primeira cirurgia bariátrica robótica do Paraná é realizada em Curitiba

A cirurgia foi feita com o robô Da Vinci Xi em agosto, no Hospital Nossa Senhora das Graças

A primeira cirurgia bariátrica robótica feita no Paraná aconteceu no mês de agosto, no Hospital Nossa Senhora das Graças. O autor é o cirurgião curitibano Giorgio Baretta, que realizou treinamento da técnica no AdventHealth Nicholson Center, na Flórida, EUA, para operar com o robô Da Vinci XI.

Na data, foram operados dois pacientes com o método de Bypass Gástrico - um tipo de cirurgia bariátrica que consiste na redução do estômago e no desvio de parte do intestino, levando a pessoa a comer bem menos e absorver menor porção dos alimentos, podendo eliminar cerca de 35% a 40% do seu peso inicial e melhoria de doenças como diabetes do tipo 2, hipertensão arterial e dislipidemia. “O tempo para a realização da cirurgia e internamento são similares ao da cirurgia laparoscópica, porém, a técnica robótica é uma cirurgia com menor trauma dos tecidos devido a delicadeza dos movimentos do robô, com recuperação rápida do paciente, menor dor no pós-operatório e alta precoce, cerca de 24 horas após o procedimento”, afirma Baretta.

O robô Da Vinci XI, tecnologia mais moderna do mundo para realização de cirurgias de alta complexidade, está em Curitiba no Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) desde o começo do ano. Ele funciona por meio de controles manuais, semelhantes a um joystick, e permite ao cirurgião controlar os braços robóticos tendo uma visão de alta qualidade, tridimensional, podendo alcançar órgãos de difícil acesso e realizar movimentos precisos por meio de pequenas incisões no corpo. Além de eliminar possíveis tremores das mãos do cirurgião, o equipamento robótico oferece vantagens clínicas, com maior destreza, redução do trauma cirúrgico, de eventuais perdas sanguíneas, da dor e do desconforto pós-operatórios, do período de internação hospitalar, do tempo de retorno às atividades rotineiras e do risco de infecções.

O médico realiza a cirurgia a partir de uma mesa de controle chamada de console, que reproduz os movimentos das mãos e dedos do cirurgião, guiado por imagens fornecidas pela câmera introduzida no corpo do paciente. “O robô permite uma cirurgia pouco invasiva e muito mais precisa e delicada. O equipamento para imediatamente quando o médico tira as mãos do controle ou os olhos do visor, o que oferece segurança em todo o processo”, finaliza Baretta. As cirurgias levam em média 60 minutos e os pacientes ficam 24 horas internados após o procedimento, com recuperação excelente.

Sobre Giorgio Baretta:
O médico Giorgio Baretta é o responsável técnico pela Clínica Bariátrica Dr. Giorgio Baretta, especializada em cirurgia bariátrica e metabólica, que oferece tratamento atual e completo para pacientes com obesidade, tanto cirúrgico quanto endoscópico. Com tratamento individualizado e humanizado, tanto no pré quanto no pós-operatório, a clínica conta com profissionais capacitados, pós-graduados e especializados no tratamento da obesidade em todas as suas formas e aspectos.

Mercado de veículos seminovos registra aumento de 9% em agosto e segue em recuperação mesmo com pandemia

Os dados foram divulgados pela Associação dos Revendedores de Veículos Automotores do Paraná (Assovepar).

Apesar de ainda viver os impactos causados pela pandemia do novo coronavírus no Brasil, o setor automotivo, nos últimos meses vêm recebendo notícias animadoras. Dados do levantamento mais recente da Associação dos Revendedores de Veículos Automotores do Paraná (Assovepar), referente ao mês de agosto, revelam mais um crescimento, desta vez com o aumento de 9%, em relação ao mês de julho de 2020, na venda de veículos seminovos em todas as categorias que abrangem automóvel, comercial leve, comercial pesado, motos e outros. Foram vendidos 102.429 automóveis, contra 93.678 comercializados, no mês de julho de 2020. Os números evidenciam a gradual e firme retomada do segmento automotivo no Estado do Paraná.

Segundo o presidente da Assovepar, César Lançoni Santos, os dados de agosto só reforçam o crescimento e a expansão das vendas após o período a crise vivenciada no primeiro semestre deste ano. “Se continuarmos neste ritmo nos próximos meses, podemos até ter um balanço anual positivo das nossas lojas, mesmo diante deste cenário ainda incerto”.

De acordo com o levantamento, foram comercializados em agosto de 2020, 102.429 automóveis enquanto no mesmo período no ano passado, foram registrados 97.955 veículos vendidos, observando-se assim um aumento de 4% nas vendas em relação a 2019, quando não se previa o cenário pandêmico sofrido hoje no mundo inteiro.

Para César Lançoni Santos, os dados são animadores e as expectativas daqui pra frente, se tudo se mantiver como está, só tendem a melhorar os negócios, antes do fechamento de final de ano.

Sesc PR conta as lendas e as estórias do estado em cartões postais

Concurso está com as inscrições abertas até o dia 30 de setembro. O Paraná é repleto de histórias que podem virar desenhos e serem conhecidas em todo o estado

Foram diversos os povos, desde indígenas, religiosos, tropeiros, escravos, soldados, até imigrantes que ajudaram a formar a cultura do Paraná e trouxeram na bagagem histórias, estórias, crenças e hábitos. Muitas dessas peculiaridades foram retratadas em histórias extraordinárias que misturam tesouros, religião, fantasmas e assombrações, crenças, cemitérios, milagres e os mais diversos temas.
Para que a cultura do Paraná não fique apenas na tradição oral, o Sesc PR está com as inscrições abertas para a 3ª edição do Concurso Entre Lendas – uma seleção de ilustrações para compor uma coletânea de cartões postais inéditos – promovido pelo Sesc PR em parceria com a Academia Paranaense de Letras.
A seleção de ilustrações se propõe a incentivar a valorização dos aspectos culturais do Paraná, a despertar nas crianças o senso de pertencimento ao Paraná, por meio de suas lendas, personagens e histórias, e amplia as categorias do concurso.
Na edição de 2020, podem participar estudantes do Sesc, matriculados em algum projeto de educação da instituição no Paraná; trabalhadores do comércio e dependentes com cartão cliente válido, e o público em geral. Outra novidade é a categoria Ilustração Digital, em que o participante pode inscrever uma ilustração feita digitalmente, por meio de softwares.
Serão selecionadas 105 ilustrações que serão impressas em cartões postais a serem produzidos pelo Sesc PR. As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro e o edital completo do concurso está disponível no site https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edital-Entre-Lendas-3%C2%BA-Edi%C3%A7ao.pdf.