Denominação de origem, a expressão máxima do vinho do Vale dos Vinhedos

Reconhecimento destaca a singularidade dos terroirs da região, primeira a obter tal distinção no país

Um vinho não é apenas um vinho. Há histórias contidas nele. Vinhos com Indicação Geográfica (IG), então, têm mais que isso. Somam-se, também, identidade, referência e reconhecimento. Imagine abrir uma garrafa de Merlot ou Chardonnay com o selo da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos. Esse selo garante que as uvas foram cultivadas exclusivamente na região, colhidas à mão, e que o vinho seguiu um padrão rigoroso que envolve desde a variedade plantada até o tempo mínimo de maturação. É como provar um retrato líquido do terroir local – algo que só poderia nascer aqui.

O lugar foi o primeiro do Brasil a ser reconhecido como IG, ainda em 2002. Indicação Geográfica é um registro concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) que, portanto, reconhece e garante a origem, a qualidade e as características regionais de um determinado produto ou serviço. É uma forma de diferenciar produtos de regiões que, ao longo dos anos, ganharam fama e reputação pelo saber fazer, comunicando sua excelência. No Brasil, as indicações geográficas se dividem em Indicação de Procedência (IP), relacionada ao nome geográfico do lugar que se tornou conhecido por seus produtos ou serviços, e em Denominação de Origem, quando, além disso, designa, produtos ou serviços cujas qualidades ou características estão ligadas exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.

Para ser reconhecida como I.G., o Vale dos Vinhedos percorreu um longo caminho. Primeiro de tudo foi preciso formar a Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), em 1995. Depois, foram anos de trabalho ao lado de órgãos de pesquisa e universidades, que originaram um dossiê técnico para embasar o pedido de reconhecimento de Indicação Geográfica, primeiro na modalidade Indicação de Procedência, até obter a distinção, em 2002. “Uma Indicação Geográfica não surge, ela já existe. O que ocorre é um reconhecimento a ela por reunir um notório conhecimento para produzir determinado produto dentro de uma condição que só lá existe”, diz o presidente da Aprovale, André Larentis.

Com isso, vinícolas que atendessem aos padrões estabelecidos no Caderno de Especificações Técnicas do Conselho Regulador da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos, atrelado à Aprovale, podiam exibir o selo de I.P. Mas a entidade queria uma classificação ainda mais restritiva a seus produtos, e deu início ao trabalho de obtenção da D.O. Na solicitação, é preciso apresentar a descrição das qualidades e das características do produto que se destaca, exclusiva ou essencialmente, por causa do meio geográfico e dos fatores naturais e humanos. A conquista da D.O. foi concedida em 2012, sendo a primeira para vinhos e espumantes no Brasil, evidenciando um grande avanço na tradição da cultura vitivinícola do Vale, em voga desde meados de 1875, com a chegada dos primeiros imigrantes italianos. Com ela, o vinho e o espumante passam a ter seu “nome”, com suas qualidades e características atribuídas à terra, ao clima, às pessoas, à história e à cultura da região. A conjunção desses fatores influencia no resultado final do produto, tornando-o único. Hoje, 14 vinícolas estabelecidas no Vale dos Vinhedos exibem rótulos com D.O., uma conquista balizada por uma série de rigorosas particularidades e que referendam o compromisso com a excelência. O diretor do Conselho Regulador da IG Vale dos Vinhedos, Moisés Brandelli, ressalta que a D.O. confere um selo distintivo de qualidade e autenticidade. “Ela resguarda a tradição e a identidade da região, mas também fortalece a reputação internacional dos vinhos e espumantes locais. Ao assegurar padrões rigorosos, promovemos a singularidade dos terroirs do Vale, destacando a maestria dos produtores e consolidando nossa posição entre os grandes expoentes mundiais de vinhos e espumantes”, avalia Brandelli.

Especificações para a D.O.
Para conquistar o selo da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, a jornada começa já no vinhedo. As uvas devem ser 100% provenientes da área demarcada – 72,45 km² que abrangem partes de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul – e a colheita, sempre manual. Só entram no processo vinhedos conduzidos em espaldeiras, com produção controlada: até 10 toneladas por hectare para vinhos e 12 para espumantes. As variedades emblemáticas são a Merlot, entre os tintos, e a Chardonnay, entre os brancos, reconhecidas como as que melhor expressam a identidade local. Elas podem ser acompanhadas por Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat, Pinot Noir e Riesling Itálico. No caso dos varietais, ao menos 85% das uvas devem ser da variedade emblemática; para assemblages, o mínimo é de 60%. Já os espumantes – sempre pelo método Tradicional, com segunda fermentação na garrafa – precisam ter no mínimo 60% de Chardonnay ou Pinot Noir, podendo incluir Riesling Itálico. Além disso, os vinhos tintos maturam por pelo menos 12 meses, e se passam por barricas, elas devem ser exclusivamente de carvalho; os espumantes, por sua vez, permanecem ao menos nove meses em contato com as leveduras.

Após todas as comprovações documentais, acontece mais um processo: a coleta das amostras dos vinhos inscritos, realizada pelo consultor técnico da Aprovale. Apenas ele sabe de quais vinícolas são as garrafas, uma vez que eles são etiquetados unicamente com códigos. Elas passam por uma análise sensorial às cegas em que são avaliados aspectos organolépticos qualitativos e quantitativos por um grupo de enólogos formado por profissionais da Aprovale, da Embrapa e da Associação Brasileira de Enologia. Nessa análise, são verificados aspectos visuais, olfativos, gustativos e tipicidade varietal, além de os vinhos serem avaliados nos laboratórios de enoquímica, para verificação da adequação à legislação brasileira e ao regulamento de uso.

Em caso de aprovação, a vinícola possui 60 dias para solicitar a numeração de controle de cada garrafa de vinho branco. Os tintos demandam 12 meses de maturação mínima, e os espumantes passam pelo período de tomada de espuma. Passado este prazo, o vinho ou o espumante deve passar por nova avaliação qualitativa no momento em que a vinícola decidir comercializá-lo, quando também deverá solicitar a aprovação do rótulo. Todos os vinhos recebem um laudo com aspectos apontados em análise, portanto, em caso de reprovação, o enólogo pode corrigir os aspectos apontados e solicitar um recurso para nova avaliação. Os vinhos com D.O.V.V. possuem um selo indicativo e um número de controle, único para cada garrafa. Desde 2012, foram elaboradas mais de 5 milhões de unidades com origem e qualidade garantida pela D.O. Vale dos Vinhedos.

Mais do que um selo, a Denominação de Origem Vale dos Vinhedos é a tradução em vinho da alma dessa terra. Cada garrafa carrega a história das famílias, a dedicação dos produtores, a singularidade do clima e do solo, e um saber fazer transmitido por gerações. É esse conjunto que torna os vinhos e espumantes do Vale únicos – e que os coloca lado a lado com as mais prestigiadas regiões vitivinícolas do mundo.

Números da IG do Vale dos Vinhedos

Selos emitidos até 2022
Indicação de Procedência: 17.708.706 selos
Denominação de Origem: 5.648.397 selos

Número de amostras até 2024
Indicação de Procedência: 448 amostras
Denominação de Origem: 320 amostras

Litragem até 2024
Indicação de Procedência: 14.263.990 litros / 19.018.653 garrafas
Denominação de Origem: 4.652.650 litros / 6.203.530 garrafas – espumantes representam aproximadamente 30%

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A conquista da D.O. foi concedida em 2012, sendo a primeira para vinhos e espumantes no Brasil. Crédito Naiára Martini

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Para conquistar o selo da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, a jornada começa já no vinhedo. Crédito Naiára Martini

CWB Wine Festival reúne grandes nomes do mercado em Masterclasses exclusivas

Experiências sensoriais guiadas por especialistas vão levar conhecimento técnico e imersão ao público curitibano apaixonado por vinhos

CURITIBA, 29/07/2025 - O universo do vinho invade Curitiba com elegância e conteúdo técnico entre os dias 01 e 03 de agosto, durante a primeira edição do CWB Wine Festival, que acontece no Pátio Batel. O evento propõe uma imersão completa no mundo da enogastronomia, reunindo degustações, palestras e, como destaque, masterclasses exclusivas, que serão realizadas na sexta-feira (01), que traduzem conhecimento em experiência sensorial.

Entre os destaques da programação está a masterclass da Importadora Tanyno, comandada por Marcelo Bernardoni, um dos grandes nomes do mercado nacional. O tema central será a influência das taças na degustação de vinhos, e os participantes poderão perceber, na prática, como o formato de uma taça pode alterar completamente aromas e sabores. Os rótulos degustados, todos da vinícola Chantal Lescure, incluem: Champagne Invitation 2019 – Hure Frere, Côte de Beaune Rouge "Le Clos des Topes Bizot" 2022, Beaune 1er Cru "Les Chouacheux" 2021, Pommard "Les Vaumuriens" 2021 e Nuits Saint Georges 2021.

Outros destaques ficam por conta da Masterclass Viña Morandé, sob o comando de Keli Bergamo, que com leveza e carisma, conduzirá o público por novas fronteiras do vinho chileno; e do encontro com o enólogo Carlos Abarzúa, da vinícola Cave Geisse, que vai falar sobre a denominação de origem Altos de Pinto Bandeira, com degustação premiados espumantes brasileiros.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DE MASTERCLASSES

12h – Luis Pato – Enólogo da Adega Luis Pato: Importadora Mistral
14h – Marcelo Bernardoni: Embaixador: Importadora Tanyno
16h – Keli Bergamo – Embaixadora da Viña Morandé: Importadora Mise en Place vins
18h – Carlos Abarzúa – Enólogo da Cave Geisse: Importadora Méritage
20h – House of Morandé, com Keli Bergamo - Importadora Mise en Place Vins

“O evento será uma grande oportunidade para o descobrir entre aromas, rótulos e histórias como o vinho pode unir paixão, ciência e sensibilidade. Com masterclasses guiadas por nomes de referência internacional, será CWB Wine será uma celebração da cultura, da diversidade e da experiência que só o vinho proporciona. Um brinde à descoberta”, destaca Elis Cabanilhas, sommelière, curadora e embaixadora oficial do CWB Wine Festival.

A primeira edição do CWB Wine Festival acontece entre os dias 01 e 03 de agosto, no Pátio Batel (Piso L4). Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Blueticket (www.blueticket.com.br). Mais informações sobre a programação serão divulgadas em breve nos perfis oficiais da CWB Brasil e da festa: @cwbbrasil, @joyeventosbr e @cwbwinefestival.

1ª edição do CWB Wine chega com megadegustação de mais de 200 rótulos

Com programação imersiva, o festival de vinhos vai oferecer degustações de rótulos nacionais e internacionais, masterclasses e experiências exclusivas para consolidar a cidade como referência nacional no consumo qualificado da bebida

CURITIBA, 28/07/2025 - Na época mais gelada do ano, poucas coisas "caem" tão bem quanto uma taça de vinho de qualidade. Entendendo o potencial do inverno curitibano para eventos enogastronômicos, a CWB Brasil e a Joy Eventos promovem nesta semana, entre os dias 01 e 03 de agosto, a primeira edição do CWB Wine Festival, uma atração indispensável para os apaixonados pela bebida milenar.  Serão mais de 200 rótulos disponíveis para degustação.
 
Com uma megaestrutura desenvolvida em parceria com o Pátio Batel, empreendimento reconhecido internacionalmente por seus eventos com foco em experiências, o festival vai contar com curadoria especializada e um formato que une conhecimento sensorial, conteúdo e lifestyle premium. "O festival chega para reforçar o protagonismo da capital paranaense no cenário vitivinícola brasileiro", destaca Elis Cabanilhas, sommelière, jornalista especialista em vinhos, curadora e embaixadora oficial do evento.
 
A programação oficial do CWB Wine Festival inclui masterclasses exclusivas, feira com expositores nacionais e internacionais, degustações verticais de ícones da enologia e ativações que conectam produtores, sommeliers e apreciadores em um ambiente sofisticado e acolhedor. Entre os destaques, estão rótulos de diversas regiões vinícolas do mundo e vinhos de produtores nacionais do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. "O CWB Wine Festival será muito mais do que uma feira de vinhos. Estamos tratando de uma celebração das histórias, dos sabores e da cultura por trás de cada taça. Queremos proporcionar uma experiência imersiva completa para entusiastas do universo do vinho", complementa Elis.
 
De acordo com a embaixadora, a expectativa é reunir um público seleto e engajado. "A cidade de Curitiba, que já representa cerca de 8% do consumo nacional de vinhos, receberá o festival como uma vitrine cultural do setor. Estamos muito entusiasmados com a ideia de trazer este evento que já nasceu com a proposta de fazer parte de um calendário permanente para os apreciadores de vinhos, se transformando em mais um grande destaque do mercado enogastronômico curitibano, que hoje é um dos mais pulsantes do Brasil", completa Elis.
 
AGENDA
 
01 de agosto (sexta-feira), das 14h às 20h: Masterclasses
02 (sábado) e 03 (domingo) de agosto, das 15h às 22h: Feiras de expositores e circuito de degustação livre
 
A primeira edição do CWB Wine Festival acontece nesta semana, entre os dias 01 e 03 de agosto, no Pátio Batel (Piso L4). Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Blueticket (www.blueticket.com.br). Mais informações sobre a programação serão divulgadas em breve nos perfis oficiais da CWB Brasil e da festa: @cwbbrasil, @joyeventosbr e @cwbwinefestival.
 

Grupo Wine lança Dínamo Wines, marca autoral de vinhos chilenos

Com rótulos varietais a menos de R$ 30, a novidade reforça a estratégia da companhia de democratizar o consumo e ampliar portfólio autoral no Brasil

Em uma movimentação estratégica que reforça sua posição de liderança no mercado brasileiro de vinhos, o Grupo Wine, grupo número 1 de vinhos do Brasil e líder no ranking de importação, anuncia o lançamento da Dínamo Wines, nova linha autoral de rótulos produzidos no Chile com foco em qualidade e preço acessível. Composta por quatro exemplares de vinhos varietais, Cabernet Sauvignon, Carmenère, Merlot e Sauvignon Blanc, a ideia é apostar em custo-benefício para o consumidor final, que poderá adquirir os rótulos por um valor abaixo de R$ 30,00 por garrafa.

Com um investimento direto de cerca de 4 milhões de reais, o projeto contou com quase dois anos de trabalho intenso, desde a seleção criteriosa do parceiro produtor até a definição de um protocolo exclusivo de elaboração. “Tivemos dedicação total: inúmeras viagens, visitas técnicas, análises de vinhedos e fornecedores, além da busca pela matéria-prima ideal”, diz German Garfinkel, VP Corporativo do Grupo Wine. “Tudo isso acompanhado de uma rigorosa supervisão técnica, com o objetivo de garantir excelência em cada garrafa.”

Com mais de 11 mil rótulos degustados e catalogados ao longo dos anos, o Grupo Wine construiu uma base de dados robusta sobre as preferências do consumidor brasileiro. O executivo explica que esta inteligência de mercado permitiu a identificação de uma demanda reprimida por vinhos de perfil varietal, com padrão superior e valor competitivo. “O projeto leva isso em consideração e, como resultado, temos uma linha que nasce para disputar espaço com grandes marcas consolidadas, prometendo superar a concorrência na relação custo-benefício”, complementa Garfinkel.

A linha Dínamo Wines consiste no terceiro projeto autoral da companhia, após os lançamentos bem-sucedidos de Entre Dois Mundos, de vinhos brasileiros, e Metropolitano, também de vinhos chilenos, consolidando a estratégia de crescimento com marcas próprias que oferecem controle total da cadeia, desde a escolha do terroir até o design do rótulo. Os vinhos da nova linha serão distribuídos pela Cantu Grupo Wine, importadora que faz parte do grupo e está presente em mais de 15 mil pontos de venda no Brasil.

Terroirs

Cada vinho da linha Dínamo Wines reflete características singulares de sua origem. O Merlot vem do Vale Central, com solos profundos e influência andina que conferem taninos suculentos e aromas intensos. O Cabernet Sauvignon, da mesma região, destaca-se por sua estrutura e intensidade, enquanto o Carmenère, cultivado na depressão intermediária, entrega textura aveludada e tipicidade. Já o Sauvignon Blanc, proveniente de áreas próximas à Cordilheira dos Andes, aposta em acidez vibrante e caráter mineral, preservando a identidade aromática da casta. Com produção inicial de 388.800 unidades na safra de 2024, a empresa aposta em escala para viabilizar a proposta de valor e garantir capilaridade na distribuição.

A empresa pretende comercializar 400 mil garrafas da linha ao longo de 2025 e já está trabalhando com a safra de 2025, que deve ser lançada entre o fim deste ano e o começo de 2026, conforme o tempo ideal para cada varietal.

Conceito da linha

O nome Dínamo remete à transformação e movimento contínuo, ideias que ecoam tanto no processo natural da vinificação quanto no próprio espírito empreendedor da marca. Assim como um dínamo converte energia mecânica em elétrica, cada garrafa de Dínamo é fruto da conversão de conhecimento, natureza e técnica em uma experiência acessível ao consumidor.

Com esse lançamento, o Grupo Wine avança na construção de um ecossistema vitivinícola próprio e sinaliza ao mercado que, mais do que importadora, quer ser protagonista da nova fase de consumo de vinhos no Brasil: mais democrática, mais conectada ao consumidor e mais comprometida com inovação e excelência.

Sobre o Grupo Wine
O Grupo Wine é o grupo número 1 de vinhos no Brasil, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação. O GW é formado pelas marcas Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas representando mais de 40 produtores premiados e reconhecidos no mundo inteiro e Bodegas Grupo Wine, que atua com inovação na distribuição de vinhos por meio de uma plataforma online de autosserviço B2B.

Com a Cantu e Bodegas, o Grupo Wine garante presença em todo o mercado regional de varejo, tanto no off-trade (hipermercados, supermercados, minimercados, hortifrutis e mercearias) quanto no on-trade (bares, restaurantes, casas noturnas, clubes e hotéis) e segue na sua missão de tornar o vinho um produto hiper disponível.

Em 2023, a empresa passou a integrar o ranking Valor 1.000, que reúne as maiores empresas do Brasil. Além disso, em 2024, a empresa lançou a Entre Dois Mundos, a primeira vinícola de vinhos do Grupo Wine, em parceria com a Miolo e com distribuição exclusiva pela Cantu Grupo Wine.

Mais informações em https://ri.grupowine.com.br/.

Cooperativismo integra conhecimento à jornada dedesenvolvimento do produtor rural

Prática na Cooperativa Vinícola Garibaldi é motivo de celebração neste sábado,
Dia Internacional do Cooperativismo

Como uma grande rede de apoio, o cooperativismo promove o crescimento de seus associados a partir de princípios que regem o movimento, como a educação, a formação e a informação. Preceitos assim ficam ainda mais evidentes neste dia 5 de julho, quando se comemora o Dia do Cooperativismo, lembrado no primeiro sábado de julho.

É um reconhecimento ao papel que as cooperativas desempenham para o progresso das comunidades ao redor do mundo, como ocorre na Cooperativa Vinícola Garibaldi. Com cerca de 470 cooperados, a organização prepara seus produtores com uma série de treinamentos e orientações, impulsionando o desenvolvimento econômico, social e sustentável. “Temos um olhar muito atencioso ao compromisso de preparar o cooperado para vencer os desafios frente às transformações do mercado, estimulando sua prosperidade e, sobretudo, a perpetuidade da propriedade rural dentro do núcleo familiar", pondera o presidente da cooperativa, Oscar Ló.

A aposta na valorização do capital humano compõe um elemento estratégico na capacitação de conhecimentos baseados na vivência da agricultura familiar. Os cooperados recebem, durante todo o ano, assistência técnica para produzir de modo mais eficiente e econômico. As orientações para o cultivo dos vinhedos vão desde técnicas de manejo, como a melhor época para realizar as podas, a explicações acerca da calibração de pulverizadores. Nesse campo, ainda, as viagens técnicas internacionais são outro componente essencial na formação de agricultores cada vez mais atentos às práticas de cultivo pelo mundo. Há três anos, grupos de cooperados vão à Itália conhecer vinhedos, se inteirar de inovações no campo, participar de intercooperação internacional e conhecer novas variedades mais resistentes frentes aos desafios climáticos.

Os treinamentos também incluem conhecimento para que os produtores desempenhem sua produção a partir de boas práticas agrícolas. Mais de 200 agricultores já foram diplomados pela participação do Programa Alimento Seguro Uva para Processamento (PAS Uva) – uma ferramenta preventiva aos riscos de contaminação dos alimentos. Esse programa atende aos requisitos do LocalGAP, um regulamento técnico da GlobalGAP, organização que estabelece padrões para a certificação de produtos agrícolas em todo o mundo. Com isso, a cooperativa caminha para a obtenção de certificados internacionais, rumando para a conquista de uma agricultura cada vez mais segura e sustentável e, dessa forma, cumprir requisitos para alcançar as demandas da sociedade e acessar mercados mais exigentes.

A educação dos produtores também inclui uma outra etapa fundamental. Comandar uma propriedade agrícola requer atenção às práticas de gestão como qualquer empreendimento, por isso, a cooperativa promove o curso de Desenvolvimento da Propriedade Rural. O programa de ensino envolve tópicos como instrumentos de controle e monitoramento que podem ser empregados na propriedade, bem como aproxima os associados de novas tecnologias.

Essa visão de valorizar as pessoas tem sido responsável, por consequência, pelo crescimento da própria cooperativa, que reinveste seus resultados na atualização do parque fabril, no desenvolvimento de produtos, na assistência técnica, no acesso à inovação para seus produtores e, também, no enoturismo. Tudo isso, de outro modo, ajuda a entender, ainda, por que a Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas.

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O cooperado Vanderlei Bera, no Vinhedo Experimental, onde são realizados testes com novas variedades para identificar as mais resistentes ao clima da região. Crédito Cesar Silvestro
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Representando a quarta geração da família, Matheus Marodin é cooperado da Cooperativa Vinícola Garibaldi, para a qual entrega sua
produção há quase duas décadas. Crédito Augusto Tomasi
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Alcides Laste em sua propriedade, em Coronel Pilar - Crédito Alessandro Manzoni
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Viagens técnicas internacionais são componente essencial na formação de agricultores cada vez mais atentos às práticas de cultivo pelo mundo. Crédito divulgação Cooperativa Vinícola Garibaldi

Dia Mundial do Chocolate: aprenda a harmonizar esta iguaria com vinhos

Sommelière da Wine conta que chocolates combinam sim com os vinhos, mas há algumas dicas para tornar esta combinação mais saborosa

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Na próxima segunda-feira, dia 7 de julho, é o Dia Mundial do Chocolate, iguaria apreciada em rituais sagrados de civilizações antigas, como a dos maias e dos astecas. O chocolate chegou à Europa no século XVI e, quando passou a compor uma mistura com leite e açúcar, se tornou um dos doces mais apreciados mundialmente.
É difícil resistir a um bom chocolate, mas já experimentou harmonizá-los com vinhos? Esta dupla pode revelar sabores interessantes e inesperados, sobretudo, para quem gosta de testar e surpreender o paladar. Para cada tipo de chocolate, há uma indicação diferente de estilo de vinho.

Para facilitar a tarefa, Thamirys Schneider, Sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, comenta como fazer boas combinações: “É preciso estar atento a algumas orientações para a experiência se complementar e gerar um terceiro sabor espetacular, como à quantidade de açúcar e gordura do chocolate, se ele tem castanhas e frutas ou se é mais amargo ou com mais leite. Tudo isso nos dá dicas para uma escolha mais assertiva do vinho ideal para cada chocolate. Mas o principal é não se esquecer que a harmonização certa é aquela que agrada cada paladar.”

Confira algumas dicas.

Chocolate branco e vinhos brancos adocicados

O chocolate branco tem mais açúcar e gordura, pois é elaborado com manteiga de cacau ao invés da massa, então, é importante se atentar a dois detalhes: o vinho precisa ser igual ou superior em doçura e ter uma alta acidez para ajudar a limpar o paladar da untuosidade presente nesse chocolate.

Espumantes Moscatéis, vinhos botritizados como Sauternes e Tokaji Aszú, ou o estilo doce do uva Riesling, são excelentes harmonizações com o chocolate branco, pois trazem alto dulçor e acidez vibrante. O exemplar brasileiro Espumante Maraví Moscatel é uma ótima escolha para harmonizar com chocolate branco, e vai super bem também se o chocolate branco tiver frutas cristalizadas, os aromas e sabores irão se complementar.

(https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-maravi-moscatel/prod30798.html)

Chocolate branco com frutas cítricas ou raspas de gengibre

Para um chocolate branco com sabores cítricos, também é preciso observar à quantidade de açúcar e gordura do chocolate para escolher o vinho. O vinho precisa ser mais doce, pois o chocolate branco tem mais açúcar, e de alta acidez, para contrastar com a gordura do chocolate e limpar o paladar. Os sabores cítricos como raspas de limão, laranja ou gengibre, agregam mais complexidade aos aromas e sabores, tornando interessante uma harmonização mais complexa.

O exemplar italiano Cantine Pellegrino D.O.C. Pantelleria Passito Liquoroso 2023 (500ml) faz um bom par com este doce. Elaborado pela Cantine Pellegrino, vinícola localizada no oeste da Sicília, na Itália, este vinho é feito com uvas que passam por um processo de secagem antes da vinificação, com o objetivo de diminuir a concentração de água dos bagos e, assim, evidenciar o açúcar e outros compostos naturais da fruta. Intenso no aroma e no sabor, com notas de frutas cristalizadas, compota de damasco, notas cítricas, baunilha, acácia e mel, este rótulo é muito saboroso e persistente no paladar, uma excelente opção para harmonizar com chocolates brancos mais complexos.

(https://www.wine.com.br/vinhos/cantine-pellegrino-d-o-c-pantelleria-passito-liquoroso-2023-500-ml/prod31185.html)

Chocolate ao leite com tintos doces - similaridade

Atenção à similaridade: quanto mais doce o chocolate, mais doce deve ser o vinho, e o contrário também vale. No caso do chocolate ao leite, a harmonização pode ser mais desafiadora, já que ele concentra bastante açúcar e gordura e tem pouco cacau. Essa combinação preenche o paladar de forma intensa e pode sobrepor vinhos tintos muito secos, ressaltando o amargor e provocando um contraste desagradável. Por isso, se você prefere chocolate ao leite, opte por vinhos tintos mais suaves ou com certo dulçor, que equilibram melhor a experiência.

Para compor a harmonização de chocolate ao leite com vinho, pode-se variar entre vinhos fortificados, como Vinho do Porto, conhecido como vinho de sobremesa, ou vinhos tintos na classificação suave. É importante se atentar, também, aos taninos do vinho, pois é preciso que seja um tanino mais macio. Outra dica é optar por tintos mais jovens, leves, frutados e com maior acidez, pois como o chocolate ao leite tem muita gordura, é preciso maior acidez para limpar o paladar.

A dica é o chileno U By Undurraga Cabernet Sauvignon Suave 2023, um tinto mais leve, docinho e com taninos macios. É um vinho com um perfil fácil de beber, alegre e a escolha acertada para harmonizar com chocolates ao leite.

(https://www.wine.com.br/vinhos/u-by-undurraga-cabernet-sauvignon-suave-2023/prod30840.html)

Chocolates amargos com vinhos mais estruturados

Os chocolates amargos, especialmente aqueles com teor de cacau a partir de 70%, são mais fortes e intensos no paladar, além de ter menos açúcar e gordura. Por terem maior concentração de cacau, permitem ter como par um vinho tinto mais seco e estruturado que acompanhe o peso do chocolate e tenha um equilíbrio nos sabores. Os taninos presentes no vinho e no chocolate (o cacau também tem tanino) irão se complementar, por isso um rótulo mais tânico pode ser uma boa pedida. Outra dica é considerar vinhos tintos com passagem por barrica, pois as nuances amadeiradas têm potencial para enriquecer a combinação.

Vinhos tintos mais encorpados californianos das uvas Cabernet Sauvignon ou Zinfandel, tintos da uva Malbec provenientes de Mendoza, tintos do Alentejo, Portugal, ou até mesmo os exemplares Cabernet Sauvignon ou Pinotage da África do Sul, preferencialmente com passagem por barrica, são ótimas opções para harmonizar com chocolates amargos.

Para harmonizar o chocolate amargo, a sugestão da sommelière da Wine é o californiano Apothic Red 2021, que irá render uma complementação de sabores incrível. Elaborado com as uvas Zinfandel, Syrah e Merlot, este vinho tem breve passagem por carvalho e apresenta notas de frutas pretas maduras como amora, cereja e mirtilo, frutas vermelhas, especiarias, baunilha, mocha e chocolate. Um vinho com boa estrutura, acidez agradável e taninos macios que irá te surpreender nessa harmonização.

(https://www.wine.com.br/vinhos/apothic-red-2021/prod29682.html)

Na dúvida, aposte nos vinhos licorosos

Os vinhos licorosos, também conhecidos como fortificados ou de sobremesa, são encorpados e geralmente doces, como é o caso do Vinho do Porto e do Marsala. Estes exemplares, por terem muito dulçor, harmonizam bem por similaridade com chocolate ao leite. Outra possibilidade bacana é a harmonização por contraste com chocolates mais amargos, criando um terceiro sabor espetacular unindo o dulçor do vinho com o amargor do chocolate amargo.

Outra vantagem dos vinhos licorosos é que eles têm boa estrutura para também acompanhar chocolates com frutas, amêndoas, nozes, castanhas, e até mesmo se o chocolate for aquele recheado com licor. Esse estilo de vinho é um coringa para harmonizar com chocolates! E para tamanha versatilidade, a indicação é o português Porto Burmester 10 years Old Tawny (375 ml), que amadureceu em cascos de carvalho por cerca de 10 anos e apresenta aromas de frutas secas, avelã, amêndoa, mel e baunilha. Na boca, é encorpado, elegante, com estrutura aveludada, taninos macios e final longo.

(https://www.wine.com.br/vinhos/porto-burmester-10-years-old-tawny-375-ml/prod14713.html)

Deixou o presente do Dia dos Namorados para a última hora? 🍷

Aqui vai uma dica que certamente vai agradar: vinhos italianos da região de Friuli, com o sabor refinado do nordeste da Itália. 🇮🇹✨
*Janguito*
Esse blend é uma mistura intrigante e equilibrada, proporcionando uma experiência única.
Composto por 50% Refosco, 40% Merlot e 10% Cabernet Franc, este vinho passa 24 meses em barricas de carvalho francês e repousa em cave por 12 meses.
Investimento: R$119/grf
Na compra de uma caixa com 6, pague R$606 (R$101/grf)
*Lena*
Garrafas numeradas — 1.621 unidades. Uma combinação única de características: aroma frutado e floral, com notas de pêssego, pera e maçã, complementadas por um toque floral delicado.
Composto por 45% Friulano, 25% Pinot Grigio, 20% Ribolla Gialla e 10% Verduzzo.
Investimento: R$99,90/grf
Na compra de uma caixa com 6, pague R$509 (R$84,80/grf)
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Vinhos com personalidade! Um presente que traz sabor, história e sofisticação.
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Anteriormente pertencido à tradicional família Felluga, o terreno é reconhecido por sua história e a alta qualidade do terroir, com vinhedos de mais de 40 anos.
Experimentar um vinho de uma vinícola boutique é uma experiência única. Dirigido com muito cuidado pelos vitivinicultores, que se preocupam em entregar um vinho na sua forma mais natural, o terroir é manifestado em sua forma mais pura.

No Dia dos Namorados, celebre com ícones atemporais

Uma seleção da Wine Trader para brindar amores que atravessam o tempo

Existem vinhos que emocionam. Outros, eternizam momentos. Nesta data feita para celebrar o amor, a Wine Trader e seu sommelier Gustavo Giacchero seleciona rótulos que são verdadeiras joias da enologia mundial — ideais para brindar relações que atravessam o tempo com elegância, profundidade e significado.

Sassicaia Bolgheri DOC 2003 – R$ 4.300,00
Considerado o precursor dos Super Toscanos, esse ícone italiano é elaborado com Cabernet Sauvignon (85%) e Cabernet Franc (15%), oriundos de vinhedos próximos ao mar Tirreno. A safra 2003 apresenta uma bela evolução, com notas de couro, tabaco, cassis, grafite e especiarias. No paladar, mostra equilíbrio entre estrutura e frescor, taninos polidos e final longo e mineral. Um clássico reservado para momentos memoráveis.

O clássico Sassicaia Bolgheri, na Wine Trader, foto Divulgação

Château Pétrus 1958 – R$ 20.000,00
Entre os vinhos mais prestigiados da história, o Pétrus é elaborado quase exclusivamente com Merlot, cultivado em um terroir argiloso único em Pomerol, Bordeaux. A safra de 1958 é uma raridade viva — com bouquet complexo que remete a trufas, tabaco doce, ameixas secas e cogumelos. Na boca, é um vinho de textura sedosa, etéreo e surpreendentemente vivo, com um final persistente e elegante. Um presente que simboliza o eterno.

O mítico Chateau Petrus para celebrar, foto Divulgação

Montes Taita – R$ 1.890,00 (de R$ 2.899,90)
O topo da pirâmide dos tintos chilenos. Produzido em quantidades limitadas somente em anos excepcionais, o Taita é um corte dominado por Cabernet Sauvignon, com pequenas parcelas de Syrah e outras variedades do Vale de Colchagua. Denso, profundo e altamente estruturado, exibe camadas de frutas negras, especiarias doces, chocolate amargo e um toque defumado. Tem longa capacidade de guarda, sendo ideal para ser apreciado em grandes ocasiões.

Montes Taita, produzido no Vale do Colchagua, Chile, foto divulgação

Almaviva 2021 – R$ 1.899,00 (de R$ 2.399,99)
Resultado da colaboração entre a chilena Concha y Toro e a francesa Baron Philippe de Rothschild, Almaviva é uma referência em elegância. Um corte bordalês (geralmente Cabernet Sauvignon, Carmenère, Cabernet Franc e Petit Verdot) cultivado em Puente Alto. A safra 2021 é expressiva e intensa: notas de frutas negras, violeta, grafite, baunilha e um fundo tostado. Na boca, tem taninos aveludados e um equilíbrio admirável entre força e finesse.

Alma Viva 2021, referência em elegância, foto Divulgação

Para completar a experiência:

Taças de Cristal Lehman, foto Divulgação

Taça de Cristal Lehmann Nº3 – R$ 529,00 (de R$ 780,00)
Desenvolvida com o premiado chef francês Arnaud Lallement, essa taça foi criada para revelar todas as nuances dos grandes vinhos, com bojo amplo, haste elegante e acabamento preciso.

Cápsulas de Gás Argônio Coravin (12 unidades) – R$ 1.080,00 (de R$ 1.176,00)
Perfeitas para quem deseja degustar grandes rótulos sem oxidá-los. Um sistema inteligente para preservar o vinho e manter sua integridade por meses — ou anos.

Neste Dia dos Namorados, celebre o amor como se brinda um grande vinho: com tempo, profundidade e presença.
Descubra mais em www.winetrader.com.br

Sobre a Wine Trader
A Wine Trader é um marketplace de vinhos finos e raros, que conecta apaixonados por vinhos a uma seleção curada dos melhores rótulos do mundo. Com um catálogo que vai de vinhos acessíveis a grandes ícones, a Wine Trader oferece uma experiência de compra prática e sofisticada, aliada ao conhecimento especializado de sommeliers como Gustavo Giacchero, que assina as recomendações e garante a qualidade de cada garrafa.

Restaurante Armazém 71 inaugura segunda unidade, no Shopping Curitiba

Restaurante Armazém 71 inaugura segunda unidade, no Shopping Curitiba

O empreendimento funcionará o dia todo e reúne restaurante com cardápio assinado pela chef Bianca Krüger e loja de vinhos com mais de 450 rótulos

Shopping Curitibaa - Armazem 71-8 Crédito Daniel Shime.jpg

O Armazém 71 inaugura nesta quinta-feira (22) a sua segunda unidade, no Shopping Curitiba, em um ambiente sofisticado e descontraído, com capacidade para 65 clientes. O empreendimento se destaca na cidade ao unir no mesmo espaço um restaurante especializado em gastronomia italiana contemporânea e uma loja de vinhos com uma extensa carta, além do atendimento de excelência.

Essa foi a receita de sucesso do primeiro Armazém 71, localizado no Juvevê desde 2017, e que foi aprimorada para inauguração no Shopping Curitiba. “Nosso cardápio seguirá a mesma linha, mas com um toque pessoal da nova chef, Bianca Krüger. Já a adega está ainda mais presente nesta operação, pois permanecerá aberta durante todo o funcionamento do shopping”, explica Diego Czelusniak, proprietário do Armazém 71.

“Temos mais de 450 rótulos, de mais de 18 países e vamos manter o formato que fez sucesso em nossa primeira unidade, que permite ao cliente comprar o vinho na loja e consumir no restaurante sem pagar nada a mais por isso. Ou seja, um rótulo de muita qualidade e por um bom preço”, complementa.

A chef Bianca Krüger, com experiência de mais de 10 anos, traz no novo cardápio pratos como o Culurgione de abóbora cabotiá, o Camarão rosa grelhado com spaghetti al nero di seppia, o Ancho black angus com capeletti de ricota cítrica, o Peixe branco com crosta de amêndoas e o Tiramisù de sobremesa.

O restaurante funcionará o dia todo, com cardápios pensados para os diferentes momentos. O Pranzo Menu será servido de segunda à sexta-feira, das 11h30 às 15h, com pratos executivos a partir de R$ 69,90. Das 15h às 18h30, os clientes contarão com o Menu Dolce Far Niente, com opções de snacks, pizzas e sanduíches especiais. Durante a noite, finais de semana e feriados o Cena Menu é o destaque, um cardápio completo perfeito para ser acompanhado com os vinhos da adega.

A decisão pela abertura do novo restaurante surgiu após pedidos dos clientes, por uma unidade mais próxima da região do Batel e Água Verde. “Escolhemos o Shopping Curitiba pela sua localização estratégica e pelo público totalmente alinhado com o nosso perfil. Nossa operação de gastronomia juntamente com a de adega de vinhos vem completar o mix amplo do shopping”, comenta Diego Czelusniak.

O Armazém 71 está localizado no Largo Curitiba (Piso L2) e funciona das 11:30 às 22h.

SERVIÇO

Armazém 71 - Shopping Curitiba

Largo Curitiba (Piso L2)

Diariamente, das 11h30 às 22h.

https://www.instagram.com/armazem_71/

Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2.300, Centro, Curitiba (PR)
(41) 3026-1000 | www.shoppingcuritiba.com.br
@shoppingcuritiba| www.facebook.com/ShoppingCuritiba

Dia do Chardonnay traz melhor vinho branco do Chile pelo Descorchados com preço especial no Wine Trader

Vinhedo Quebrada Seca, berço do melhor vinho branco do Chile, pelo Guia Descorchados 2025, agora com preço especial no marketplace Wine Trader, em comemoraçao ao dia do Chardonnay, 22 de maio

Dia do Chardonnay traz melhor vinho branco do Chile pelo Descorchados com preço especial no Wine Trader
O protagonismo dos vinhos brancos entre os consumidores brasileiros mais experientes ganha destaque com a promoção do Amelia Chardonnay, eleito o melhor branco do Chile pela Descorchados 2025.

No Brasil, observa-se uma crescente valorização dos vinhos brancos, especialmente entre consumidores mais experientes que, após explorarem os tintos, passam a apreciar as sutilezas e complexidades dos brancos. Essa tendência reflete uma maturidade no paladar e um interesse por experiências enológicas mais diversificadas.

Um exemplo notável dessa evolução é o Amelia Chardonnay 2023, produzido pela Viña Concha y Toro no Vale do Limarí, Chile. Este vinho foi destacado no Guia Descorchados 2025 com 96 pontos, sendo reconhecido como o melhor branco do ano.

Amelia Chardonnay, um vinho para celebrar o Chardonnay Day
O Amelia Chardonnay é elaborado a partir de uvas cultivadas em solos ricos em calcário, sob influência de brisas marítimas, resultando em um vinho de grande elegância e complexidade. Apresenta aromas de frutas tropicais, notas cítricas e minerais, com toques sutis de baunilha provenientes do envelhecimento em carvalho. Na boca, é equilibrado, com acidez vibrante e final persistente.

Para celebrar o Dia do Chardonnay, que ocorre no dia 22 de maio, o Amelia Chardonnay está disponível no marketplace Wine Trader com um preço promocional de R$ 379,90, reduzido de R$ 549,90. É uma oportunidade para os apreciadores explorarem um vinho branco de alta qualidade e reconhecido internacionalmente.

Essa valorização dos vinhos brancos no Brasil reflete uma busca por diversidade e sofisticação, ampliando as possibilidades de harmonização e apreciação. O Dia Internacional do Chardonnay é uma excelente ocasião para brindar a essa evolução do paladar brasileiro.

Sobre a Wine Trader
A Wine Trader é um marketplace de vinhos finos e raros, que conecta apaixonados por vinhos a uma seleção curada dos melhores rótulos do mundo. Com um catálogo que vai de vinhos acessíveis a grandes ícones, a Wine Trader oferece uma experiência de compra prática e sofisticada, aliada ao conhecimento especializado de sommeliers como Gustavo Giacchero, que assina as recomendações e garante a qualidade de cada garrafa.

Para mais informações e compras:
Wine Trader –www.winetrader.com.br

Lidio Carraro vence em 4 categorias na ‘Grande Prova Vinhos do Brasil 2025’

A avaliação aconteceu às cegas e elegeu os melhores vinhos brasileiros em 51 categorias. Premiação será entregue durante a Wine South America 2025.

A vinícola gaúcha, Lidio Carraro, foi vencedora de quatro categorias da “Grande Prova Vinhos do Brasil 2025”, o maior concurso de degustação às cegas de vinhos brasileiros da atualidade.

Também foram premiados nove outros rótulos da casa com mais de 90 pontos, quatro deles medalha de ouro. A lista completa está no final do texto.

Promovido pelo grupo Baco e com a liderança do jornalista Marcelo Copello, a prova foi feita por 22 jurados especialistas e renomados no assunto, entre os dias 24 a 27 de março, no Hotel Vila Galé, no Rio de Janeiro. Ao todo, mais de 1.000 rótulos foram avaliados.

Para coroar a conquista, a família Carraro receberá a premiação oficial em uma cerimônia marcada dentro da programação da Wine South America (WSA 2025), em Bento Gonçalves, no mês de maio. O reconhecimento será compartilhado com grande parte do trade de negócios do vinho, principal público da WSA.

Para Juliano Carraro, sócio-proprietário e diretor comercial da Lidio Carraro, a premiação é a evidência de ótima safra, mas também do DNA purista da vinícola, pauta amplamente defendida pela empresa.

“Tudo isso representa a consistência do trabalho que a Lidio Carraro faz de forma integrada entre viticultura e enologia, aplicando a filosofia purista na prática, em todas as etapas, desde o nascimento das uvas, até a transformação de vinho. Isso também representa uma consolidação, cada vez mais, dessa nossa filosofia e novamente da consistência qualitativa de entrega que todos os vinhos da Lidio possuem com reconhecimentos históricos internacionais e nacionais”, analisou.

Já para Patrícia Carraro, CMO da Lidio Carraro, os valores defendidos pela família e o amor pela arte de elaborar vinho resplandecem no reconhecimento do público e do mercado especializado.

“Cada conquista e reconhecimento como este aponta que estamos no caminho certo e que o trabalho e a dedicação contínua de mais de duas décadas vem consolidando a Lidio Carraro a cada ano como um referencial e vem fortalecendo nossa missão de elevar e levar o vinho do Brasil além fronteiras em um patamar de excelência, autenticidade e pureza, surpreendendo os paladares mais exigentes e alcançando o coração das pessoas.”

Vinhos da Lidio Carraro premiados com medalhas

Lidio Carraro Bianco Macerato 2016 — 91 pontos
🥇 OURO | Campeão - Melhor do Brasil na categoria

Lidio Carraro Grande Vindima Cabernet Franc 2018 — 93 pontos
🏅 DUPLO-OURO | Campeão - Melhor do Brasil na categoria

Lidio Carraro Agnus Tannat 2022 — 91 pontos
🥇 OURO | Campeão - Melhor do Brasil na categoria

Lisa Carraro Suco Integral NV — 95 pontos
🏅 DUPLO-OURO | Campeão - Melhor do Brasil na categoria

Lidio Carraro Grande Vindima Merlot 2018 — 91 pontos
🥇 OURO

Lidio Carraro Grande Vindima Tannat 2016 — 92 pontos
🥇 OURO

Lidio Carraro Elos Cabernet Franc/Marselan 2018 — 91 pontos
🥇 OURO

Lidio Carraro Quorum 2013 — 92 pontos
🥇 OURO

Vinhos da Lidio Carraro avaliados com mais de 90 pontos

Lidio Carraro Shaar-adonay 2018 — 90 pontos
Lidio Carraro Dádivas Sauvignon Blanc 2021 — 90 pontos
Lidio Carraro Faces Espumante Rosé Brut NV — 90 pontos
Lidio Carraro Espumante Nature Brut NV — 90 pontos
Lidio Carraro Singular Teroldego 2013 — 90 pontos
Sobre a Lidio Carraro

A vinícola boutique Lidio Carraro já está na quinta geração de produtores de uva e vinho dedicados a extrair o que há de melhor na viticultura brasileira. Os primeiros imigrantes chegaram a Bento Gonçalves, na serra gaúcha, em meados de 1875, com a leva inicial de italianos oriundos do Vêneto.

Em 1970, o patriarca da vinícola, senhor Lidio Carraro, ganhou destaque por ser o pioneiro no cultivo de variedades vitis viníferas no Rio Grande do Sul, sendo, ainda, um dos primeiros a plantar a casta Merlot.

A vinícola aposta na filosofia purista que busca expressar a essência do terroir, ou seja, mínima intervenção no processo de vinificação e a não utilização de barricas para evolução dos vinhos. O objetivo é ser o mais “puro” possível, sendo uma exclusividade em toda a produção vinícola do Brasil.

A não intervenção torna o processo, por vezes, mais difícil, mas reproduz por inteiro a expressão do terroir onde as uvas são plantadas, o que transcende apenas a experiência de beber vinho, mas de entender o papel da bebida no coração e na mente dos apreciadores.

A sede física da Lidio Carraro está no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, e oferece degustações exclusivas de rótulos da casa.

Os vinhedos são plantados dentro da propriedade da família na serra gaúcha, mas também em Encruzilhada do Sul, na região conhecida como Serra do Sudeste.

A nova área de terras tem sido a mais relevante na produção vitivinicultora do sul do Brasil, justamente por ter longos períodos de exposição solar e solo apropriado para o desenvolvimento das uvas viti viniferas.

Link

Casillero del Diablo lança Belight Red

Novo rótulo é o terceiro lançamento da linha de baixa caloria e álcool, um produto único no mercado brasileiro

Casillero del Diablo, marca renomada da vinícola chilena Concha y Toro, apresenta ao mercado mais uma inovação, o Belight Red. A linha, lançada em 2023 com as versões Rosé e Sauvignon Blanc, oferece até 42% menos calorias e 32% menos teor alcoólico em comparação com os vinhos tradicionais.

O lançamento, primeiro tinto da linha Belight no Brasil, também será comercializado no Chile, México e Finlândia e é produzido a partir de de uvas, como Syrah, Carménère e Cabernet Sauvignon, cuidadosamente escolhidas para obter um vinho leve, equilibrado, fresco e fácil de apreciar. O rótulo chega às gôndolas com 52 calorias por taça de 100ml e 8,5% de teor alcoólico, enquanto os vinhos tintos regulares possuem uma média de 87 calorias e 12,5% de álcool, garantindo os mesmos atributos como cor e aroma. “Estamos entusiasmados em apresentar um vinho que representa não apenas a inovação, mas também a evolução das preferências dos consumidores no mercado global de bebidas mais leves e com menos álcool”, conta Pietro Capuzzi, Country Manager - da Concha y Toro no Brasil.

Com Belight Red, Casillero del Diablo reafirma seu compromisso de atender às novas demandas dos consumidores com inovação, refletindo as tendências do mercado, oferecendo opções que aliam leveza e sabor sem comprometer a qualidade. O produto já está disponível nacionalmente nas principais redes de mercado e também no e-commerce oficial da Concha y Toro, www.descorcha.com.br.

A linha completa

Belight Red apresenta notas de mirtilo, framboesa e cassis, com toques de baunilha. Na boca paladar suave e equilibrado com taninos redondos e corpo médio. Ideal para servir com todos os tipos de aperitivos, massas e carnes brancas.

Belight Rosé apresenta aroma suave com notas de amora silvestre e morango, e toque floral sutil. Na boca traz paladar leve e fresco, com acidez balanceada. Boa opção para acompanhar aperitivo com queijo e frutas secas.

Já o Belight Sauvignon Blanc traz no nariz notas de pêssego e pêra, com toque herbáceos. Na boca apresenta notas cítricas e acidez rica e equilibrada, ressaltando sua leveza e frescor. Harmoniza bem com peixes e frutos do mar.

A temperatura de serviço recomendada para o Red é de 14ºC. Já para o Rosé e o Sauvignon Blanc é entre 8 e 10ºC.

Casillero del Diablo
Site: www.casillerodeldiablo.com
Instagram: @casillerodeldiablobrasil
Facebook: /Casillero-del-Diablo-Brasil

World Wine , “A Leveza do Outono”: Tintos leves para desfrutar em dias frescos

O outono chega trazendo temperaturas amenas e tardes douradas — o cenário perfeito para desfrutar de um bom vinho. A World Wine apresenta a campanha “A Leveza do Outono”, celebrando tintos leves, elegantes e versáteis, ideais para harmonizar os dias mais encantadores da estação. Para deixar tudo isso ainda melhor, selecionou rótulos que chegam com descontos especiais de até 30%.
Entre a seleção, destacam-se:
Laroche Réserve Pinot Noir (França)
De R$ 239 → Por R$ 167,30
Frutas vermelhas maduras, especiarias e toques de baunilha. Carnes grelhadas, aves e massas.
Ver Sacrum Garnacha (Argentina)
De R$ 219 → Por R$ 164,25
Cereja, framboesa, pimenta preta. Vegetais grelhados, carnes suínas, cogumelos.

Baettig Los Parientes Pinot Noir (Chile)
De R$ 299 → Por R$ 224,25
Frutas vermelhas, florais, minerais. Cogumelos, massas com ervas, carnes brancas.
Pedro Parra y Familia Imaginador (Chile)
De R$ 229 → Por R$ 160,30
Frutas maduras, florais, herbáceos, minerais. Carnes assadas, cozinha mediterrânea.

F. Hugel Classic Pinot Noir (França)
De R$ 299 → Por R$ 209,30
Frutas em compota, florais. Carnes brancas, pescados, frutos do mar.

CARM Natural SO2 Free Tinto (Portugal)
De R$ 319 → Por R$ 223,30
Frutas pretas maduras, especiarias. Carnes suínas, embutidos, massas.

Os vinhos já estão disponíveis nas lojas World Wine e no e-commerce:
www.worldwine.com.br

Sobre a World Wine
Fundada em 1999 e parte do Grupo La Pastina, a World Wine é referência nacional na importação e distribuição de vinhos finos. Com um portfólio de mais de 3 mil rótulos de 425 marcas e 16 países, atua em múltiplos canais: e-commerce, televendas, horeca (hotéis, restaurantes, bares) e off trade (empórios, mercados, delicatessens). Conta ainda com 19 lojas próprias nas principais capitais do Brasil. Seu centro de distribuição, com 16 mil m² e cinco câmaras frias, garante a integridade dos vinhos do produtor ao consumidor final.

Serviço
E-commerce: www.worldwine.com.br
Instagram: @worldwine
Facebook: facebook.com/worldwinebrasil

Dia do Tannat: confira três indicações de vinhos feitas com a uva símbolo do Uruguai

Sommelière da Wine comenta sobre as características dos tintos produzidos com a uva e indica diferentes versões de vinhos para degustar

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No dia 14 de abril, comemora-se o Dia da Tannat, uva tinta mundialmente como uma das castas com maior carga tânica, uma variedade mais robusta com taninos altos e poderosos, grande concentração frutada e uma acidez marcante, características, inclusive, que dão à Tannat um bom potencial de envelhecimento. A uva tem origem na região de Madiran, no sudoeste da França, mas é no Uruguai que ela se destaca, tornando o país referência mundial no seu cultivo.

A Tannat é uma uva que tende a se beneficiar do amadurecimento em barricas de carvalho, onde seus taninos, geralmente mais duros, são amaciados, moderando sua adstringência. Outra forma de amaciar os taninos da Tannat, é realizar um corte com outras uvas, como Merlot e Cabernet Sauvignon.

Thamirys Schneider, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, explica porque esta variedade de uva se tornou símbolo do Uruguai: “Na França, seu lugar de origem, a Tannat tem um perfil mais tânico e duro, geralmente usada em cortes, dificilmente como varietal (uma só uva), e precisa de anos para amaciar. Já no Uruguai, a produção ao longo de mais de 150 anos de cultivo desta uva resultou em diversos aprimoramentos para gerenciar seu alto nível de tanino, como macerações mais suaves e uma vinificação mais sensível, o que proporcionou aos produtores uruguaios uma maior leque de estilos de produção, como Tannats mais jovens e despojados, prontos para o consumo logo após sua vinificação, sem a necessidade do uso de barricas.”

No país, é possível encontrar vinhos mais poderosos, elegantes e com estrutura mais robusta que se beneficia do amadurecimento em barricas e envelhecimento em garrafa, até perfis mais jovens com foco nos sabores frutados e no seu frescor, assim como rosés e espumantes elaborados com a Tannat, mostrando a versatilidade e diversas faces da uva.

Para aproveitar o dia da Tannat, confira indicações de rótulos feitas pela sommelière.

Um Tannat uruguaio com perfil moderno

Pueblo del Sol Ultra Tannat 2022 é um exemplar elaborado pela vinícola uruguaia Pueblo del Sol com uvas provenientes de vinhedos situados em Juanicó, Canelones. Este exemplar é um bom exemplo dos Tannats uruguaios, vinhos com muita fruta e taninos bem perceptíveis, em uma versão moderna, descomplicada e suculenta. O cuidado para a produção deste vinho começa nas vinhas de baixo rendimento, ou seja, uvas com maior concentração de nutrientes e qualidade superior. A seleção das uvas também passa por um cuidado especial: feita uma a uma para alcançar alto padrão e manter um caráter único. Apenas 10% do vinho passa por barrica em um período entre 12 a 18 meses, o restante em tanques de aço inox, justamente para arredondar os taninos e manter a máxima expressão da uva e do seu terroir em um vinho frutado, fresco e tânico.

(https://www.wine.com.br/vinhos/pueblo-del-sol-ultra-tannat-2022/prod29599.html?srsltid=AfmBOoqt6V-wiMZEg6WdBHnPJyWSt6ebwveVPB9ki3J_Xw0Cr8mi3Fkv)

Um Tannat Argentino

Outro país latino-americano em que os vinhos com Tannat possuem boa expressão é a Argentina. Chac Chac Reserva Tannat 2020, por exemplo, é um exemplar que entrega intensidade, maciez e grandiosa concentração frutada.

Elaborado pela renomada vinícola argentina Viña Las Perdices com vinhedos situados em Mendoza, aos pés da imponente Cordilheira dos Andes, Chac Chac Reserva Tannat amadureceu por 1 ano em barris de 2º uso de carvalho 50% Francês e 50% Americano para amaciar seus taninos e agregar maior estrutura e complexidade. Este rótulo entrega potência e muita elegância, marcantes aromas e sabores e longa e saborosa persistência, tornando-o perfeito para dias mais frios, acompanhando pratos mais estruturados.

(https://www.wine.com.br/vinhos/chac-chac-reserva-tannat-2020/prod28764.html)

Um Tannat brasileiro

Influenciado pelo vizinho de fronteira, o Brasil é um país onde crescem a sofisticação e o conhecimento sobre viticultura e qualidade de vinhos tintos. Por isso, há também bons Tannats brasileiros. Elaborado pela vinícola Entre Dois Mundos, uma parceria Miolo e Grupo Wine, Kaipu Tannat 2023 tem uvas provenientes da Campanha Central/RS, região onde a Tannat tem ganhado grande destaque.

Este exemplar é um Tannat com perfil jovem, fresco, intenso e descomplicado com breve passagem por carvalho francês para arredondar a bebida e agregar complexidade. Na boca, tem taninos polidos e bom volume, destacando-se pelo frescor de sua acidez vibrante e excelente integração da fruta com a madeira.

(https://www.wine.com.br/vinhos/kaipu-tannat-2023/prod30795.html?srsltid=AfmBOopB9Duv6R4VI6UnjAfY2HUY0xjZnaJLqEOCPvpRJjjC0UlP3q-U)

Harmonizações de Páscoa: cinco sugestões de vinhos e pratos para um almoço saboroso

Sommelière da Wine compartilha indicações de vinhos para os pratos salgados e chocolates

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A Páscoa vai muito além do chocolate. Comemorada este ano no dia 20 de abril, é um momento de celebração, espiritualidade, união e, claro, de uma mesa farta para ser saboreada na companhia de familiares e amigos. Seja ela composta com pratos tradicionais como o bacalhau, opções sofisticadas como o magret de pato ou mesmo um cardápio vegetariano surpreendente, a escolha do vinho certo pode transformar a experiência gastronômica. Confira sugestões de harmonização de Thamirys Schneider, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, para tornar seu almoço de Páscoa ainda mais especial.

Para o almoço do domingo de Páscoa, algumas dicas de harmonizações de pratos deliciosos com vinho.

1.Almoço vegetariano

É muito comum pensarmos no prato principal do almoço com alguma carne, mas dá para desfrutar de excelentes e saborosíssimas opções vegetarianas, como a lasanha de abobrinha com molho pesto com muito queijo e ervas finas.

Esse prato é mais untuoso devido aos queijos e azeite, e com sabores de ervas mais destacados. Para acertar na harmonização, uma boa opção é escolher vinhos brancos com maior acidez, volume e cremosidade no paladar, assim como aromas cítricos e herbáceos para somar aos aromas do prato.

O vinho branco chileno T.H. [Terroir Hunter] D.O. Valle De Leyda Sauvignon Blanc 2022 é uma escolha interessante, que possui expressivamente aromática, volume, refrescância e bem persistência no paladar.

(https://www.wine.com.br/vinhos/t-h-terroir-hunter-d-o-valle-de-leyda-sauvignon-blanc-2022/prod29509.html)

2. Bacalhau clássico

Por outro lado, não dá para falar do feriado de Páscoa sem citar o bacalhau, que pode aparecer em alguma das diversas possibilidades de preparo.

A regra geral é servir um vinho que o acompanhe em sua estrutura e intensidade, como o português Casa Burmester Reserva D.O.C. Douro Branco 2022. Um vinho branco mais estruturado que amadureceu por 6 meses em barricas de carvalho francês sobre as borras, o que agregou maior estrutura, volume e complexidade.

Produzido no Douro, em Portugal, pela renomada vinícola Burmester, este vinho traz três uvas brancas muito representativas desta região vitivinícola: Gouveio, Rabigato e Viosinho, que culminam num vinho branco que equilibra estrutura e refrescância, uma boa combinação para pratos com bacalhau.

(https://www.wine.com.br/vinhos/casa-burmester-reserva-d-o-c-douro-branco-2022/prod29927.html)

3. Carré de Cordeiro

O carré de cordeiro, por ser uma carne próxima ao osso, tem sabor mais intensificado e é uma peça bastante aromática. Uma carne nobre que pede um vinho tinto de região requintada na hora da harmonização, como os tintos de Bordeaux (França), um Chianti, um clássico vinho italiano, ou um tradicional blend de Rioja, na Espanha.

A indicação para esta harmonização é o italiano Monteguelfo D.O.C.G. Chianti 2023, um vinho elaborado pela família Cecchi, com paladar equilibrado e de excelente frescor que encanta com seus aromas frutados, nuances florais e uma nota que lembra serragem. Um chianti com perfil moderno e com foco na expressão da uva Sangiovese, tinta emblemática desta região.

(https://www.wine.com.br/vinhos/monteguelfo-docg-chianti-2023/prod30886.html)

4. Magret de Pato

Magret é o peito de pato com uma generosa camada de gordura, sendo um corte macio e suculento, muito usado na alta gastronomia, e uma ótima opção para compor almoços e jantares mais sofisticados com uma boa harmonização com vinho.

Este prato pede por harmonizações mais complexas e sofisticadas, como com tintos de Bordeaux, Cahors, Borgonha e Chianti, assim como Pinot Noirs mais elegantes e complexos. A harmonização vai depender muito, também, do molho e acompanhamentos. Geralmente, o Magret de Pato é servido com molho agridoce, e de frutas vermelhas. Para esta opção com toques de frutas vermelhas, um Pinot Noir será uma excelente escolha.

Com certeza o tinto chileno Calyptra Gran Reserva D.O. Cachapoal Valley Pinot Noir 2020, um Pinot Noir com perfil mais intenso, é uma ótima opção. Elaborado pela Calyptra, boutique chilena dedicada à produção de vinhos de alto padrão no terroir do Alto Vale do Cachapoal. O resultado desse processo é um exemplar bem estruturado, intenso, elegante, com grande concentração de fruta e mineralidade.

(https://www.wine.com.br/vinhos/calyptra-gran-reserva-d-o-cachapoal-valley-pinot-noir-2020/prod30587.html)

5. Ovos de Páscoa

A mesa de Páscoa não fica completa sem os ovos de chocolate, sejam eles de chocolate ao leite, meio amargo, amargo, com castanhas, ou com frutas. Para harmonizar vinhos com chocolate, a orientação é se atentar ao nível de gordura e doçura para a escolha do vinho. Quanto mais doce o chocolate, mais doce precisa ser o vinho, caso contrário, o vinho será atropelado pelo chocolate, pois o açúcar é muito denso, preenchendo demais o paladar.

Chocolates mais amargos, com mais concentração de cacau, até mesmo o nibs de cacau, conversa melhor com vinhos tintos com mais taninos, até mesmo os com passagem por barrica, como os Malbecs argentinos, Cabernet Sauvignon ou Zinfandel californianos, e os Primitivos da Puglia, Itália, pois o cacau também tem taninos, e essas características se somam, se atente apenas para que o vinho não seja tão seco.

De forma geral, vinhos tintos fortificados são ótimas opções para harmonizar com as diversas possibilidades dos chocolates, dos mais doces aos mais amargos, com frutas ou sem, como o português Burmester LBV Porto 2019 produzido pela renomada vinícola Burmester.

Um exemplar de qualidade superior cujas uvas foram colhidas manualmente e cuidadosamente selecionadas das melhores parcelas do vinhedo. Com atrativa coloração rubi profunda com reflexos violáceos, é um vinho com aromas expressivos, frescos e delicados onde as notas de fruta pretas maduras se unem com notas balsâmicas, herbáceas, florais e de chocolate.

(https://www.wine.com.br/vinhos/burmester-lbv-porto-2019/prod30471.html)

Páscoa com sofisticação: como harmonizar vinhos e chocolates com dicas da vinícola Villaggio Grando

Com a chegada da Páscoa, o universo da gastronomia ganha protagonismo — e não apenas pelos ovos de chocolate. A data também pode ser uma oportunidade deliciosa para explorar novas experiências sensoriais, como a harmonização de vinhos e chocolates, combinação que surpreende e conquista até os paladares mais exigentes.

O sommelier Guilherme Grando, sócio proprietário da Villaggio Grando, vinícola localizada na altitude catarinense, explica que a harmonização pode acontecer tanto por semelhança quanto por contraste, e é justamente esse equilíbrio que proporciona uma experiência mais rica e prazerosa.

“Ao unir chocolate e vinho, é possível criar momentos únicos de degustação, desde que escolhidos os estilos certos para cada tipo de chocolate”, explica Guilherme.

Harmonização por contraste: Espumante Brut com chocolate ao leite ou recheado

Para chocolates ao leite ou com recheios cremosos, a sugestão é apostar na harmonização por contraste. A acidez do espumante corta a doçura e a untuosidade do chocolate, proporcionando equilíbrio e refrescância ao paladar.

Destaque da vinícola:Villaggio Grando Brut Branco, elaborado pelo método champenoise com uvas Chardonnay e Pinot Noir, possui borbulhas finas e persistentes, notas cítricas e minerais, além de uma cremosidade delicada. Um espumante versátil e elegante, que acompanha perfeitamente a leveza e o dulçor do chocolate ao leite, além de ser ideal como aperitivo.

Harmonização por similaridade: Vinhos tintos com chocolate amargo

Para chocolates mais intensos, como os amargos com alto teor de cacau, a harmonização ideal é por similaridade, equilibrando estrutura, taninos e intensidade aromática. A recomendação da Villaggio Grando são seus tintos mais encorpados, que acompanham a potência do chocolate sem se sobrepor a ele.

Sugestões da vinícola:

Cabernet Sauvignon VG – Com corpo médio, aromas frutados e amadeirados, maturado em barris de carvalho americano, oferece estrutura e suavidade, ideal para harmonizar com chocolates mais marcantes.

Innominabile – Um dos vinhos mais icônicos da Villaggio Grando, é um blend de sete uvas nobres (Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec, Marselan, Petit Verdot e Pinot Noir), com taninos elegantes e complexidade aromática que complementa a intensidade do chocolate amargo.

Chocolate branco: acidez para contrabalançar a doçura

Por ser mais doce e cremoso, o chocolate branco pede vinhos com boa acidez para gerar contraste e leveza. A harmonização ideal está nos brancos frescos e estruturados, como os rótulos da Villaggio Grando à base de Chardonnay e Sauvignon Blanc.

Sugestões da vinícola:

MCG Chardonnay – Um vinho branco encorpado, fermentado e maturado em carvalho, com notas tropicais, baunilha e toque tostado, ideal para proporcionar equilíbrio à cremosidade do chocolate branco.

Chardonnay VG – De corpo médio, combina frescor e estrutura, com notas minerais e frutadas.

Sauvignon Blanc VG – Leve, aromático e com alta acidez, traz frescor ao paladar e realça os sabores delicados do chocolate branco.

A vinícola e seu propósito

A Villaggio Grando, na região de altitude de Santa Catarina, é reconhecida por seus vinhos que refletem o terroir da serra catarinense com excelência, elegância e identidade própria. A vinícola aposta na inovação sem abrir mão da tradição, com produção cuidadosa e foco na qualidade, valorizando cada detalhe — da escolha das uvas à evolução de cada rótulo. “Nosso objetivo é proporcionar experiências sensoriais completas. O vinho tem esse poder de transformar momentos, e quando combinado com alimentos de forma harmônica, o resultado é ainda mais especial”, reforça Guilherme.

A proposta da marca para a Páscoa é justamente essa: propor novas formas de apreciar o chocolate com sofisticação, explorando o potencial dos vinhos brasileiros, que se destacam cada vez mais no mercado nacional e internacional.

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