Agência ICE realizou na última sexta-feira (11/9) na sede da Embaixada da Italia, na capital federal, primeira etapa do roadshow I Love Italian Wines 2026

Agência ICE realizou na última sexta-feira (11/9) na sede da Embaixada da Italia, na capital federal, primeira etapa do roadshow I Love Italian Wines 2026

O evento reuniu 45 empresas entre vinícolas italianas e importadoras brasileiras na Embaixada da Itália em Brasília, apresentando cerca de 500 rótulos a profissionais do setor

FOTOS: JP Rodrigues Link

A ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália), em parceria com a Embaixada da Itália e as feiras Vinitaly e Wine South America, realizou na última sexta-feira (11/9), na Embaixada da Itália em Brasília, a abertura oficial do roadshow I Love Italian Wines 2026 (ILIW).

Os convidados foram recepcionados pelo Embaixador Alessandro Cortese, ao lado de Amedeo Scarpa (Diretor da Agência ICE para as Américas), Milena Del Grosso (Diretora da Agência ICE para o Brasil) e Marcos Milaneze (Diretor da Milanez & Milaneze / Grupo Veronafiere).
O encontro em Brasília reuniu 45 empresas — incluindo vinícolas italianas (algumas inéditas no país) e importadoras brasileiras — para apresentar cerca de 500 rótulos a compradores, sommeliers e profissionais do mercado. O objetivo central é promover a diversidade do vinho italiano e consolidar a imagem da Itália como referência no setor.

Calendário do Roadshow 2026
Após a abertura na capital federal, o circuito prossegue nas seguintes datas:
Rio de Janeiro: 14/09
São Paulo: 16/09
Curitiba: 18/09 (primeira edição na cidade)
Itália Lidera Avanço no Mercado Premium de Vinhos no Brasil
O roadshow ocorre em um momento favorável para o setor no mercado nacional. De acordo com o estudo O Vinho no Brasil, elaborado pela Agência ICE a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC):
Importações Totais: No primeiro semestre de 2026, o Brasil importou US$ 272,9 milhões em vinhos, registrando uma alta de 12,8% em valor financeiro — ritmo superior ao crescimento em volume (9,1%).
Crescimento da Itália: O valor das exportações de vinhos italianos para o Brasil cresceu 14,3% no primeiro semestre de 2026.
Preço Médio FOB por Litro: Alcançou US$ 4,81, representando uma evolução de 24,6% em três anos (em relação aos US$ 3,86 registrados no 1º trimestre de 2023). A Itália ocupa o segundo maior valor médio por litro entre os principais fornecedores do Brasil, ficando atrás apenas da França (US$ 10,51).
Posicionamento: A Itália lidera a consolidação no segmento premium acessível, ganhando espaço enquanto produtores de massa registram retração.
Comportamento do Consumidor: 77% dos consumidores regulares no Brasil exigem vedação com rolha de cortiça natural, enquanto 58% associam a tampa de rosca (screw cap) prioritariamente à praticidade.
Canais de Distribuição: Embora o varejo alimentar físico (supermercados e hipermercados) responda por 86,5% do volume off-trade, o e-commerce já representa 13,5% das vendas totais de vinho no país.
Masterclasses Exclusivas
O evento em Brasília contou com duas masterclasses conduzidas por Mário Márcio Lescano Júnior (Chief Academic Officer da ISG, fundador da Escola Celebrare e Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy).
nas próximas etapas, os painéis serão apresentados por Marcelo Copello (Rio de Janeiro), Jorge Lucki (São Paulo) e Julio Kunz (Curitiba).
Vinhos Selecionados nas Masterclasses de Brasília:
Sessão 1
Contarini Gran Cuvée Millesimato Brut – Contarini Vini e Spumanti (Vêneto)
Fidelis Aglianico del Taburno Sannio DOC – Cantina del Taburno | Vinifera Import (Campânia)
Ricossa Barbera d'Asti Appassimento – Argea | Epice (Piemonte)
Valpolicella Ripasso Classico Superiore DOC – Azienda Agricola Ca del Monte | Futuro Importação (Vêneto)
Primitivo Lamarossa – Cantina Amastuola | OP Global (Puglia)
Truffle Hunter Leda Moscato d’Asti DOCG – Bosio Family Estates | Porto a Porto (Piemonte)
Ben Ryé Passito di Pantelleria DOC – Donnafugata | World Wine (Sicília)
Sessão 2
Franciacorta Nodens Blanc de Noir DOCG 2016 – Le Marchesine | Sicilianess (Lombardia)
Pallianum DOC – Castello di Corbara | Italiamais (Úmbria)
Monte Antico Super Tuscan – BWR Importação (Toscana)
Amaranta Montepulciano d’Abruzzo DOP – Tenuta Ulisse | Domno Importadora (Abruzzo)
Abbadia Ardenga Brunello di Montalcino DOCG 2019 – Nine Imports (Toscana)
Barolo Riserva Bussia 2015 – Franco Conterno | Rosso & Rouge (Piemonte)
Cassa Lupo Amarone della Valpolicella 2020 – Casa Paladin | Importadora Qualimais (Vêneto)
Panorama dos Terroirs e Regiões Representadas
O I Love Italian Wines destaca a diversidade geográfica e patrimonial da Itália:
Vêneto: Região com a maior delegação. Destaque para o Prosecco DOC (Glera), Soave DOC (Garganega), Valpolicella e o emblemático Amarone della Valpolicella (Corvina, Corvinone e Rondinella).
Toscana: Notável pelos grandes tintos de Sangiovese como Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobile di Montepulciano, além dos históricos Vernaccia di San Gimignano e dos renomados Super Toscanos (IGT Toscana).
Piemonte: Terra dos longevos Barolo e Barbaresco (100% Nebbiolo), além de Barbera d'Asti, Dolcetto d'Alba, dos brancos Gavi e Roero Arneis, e dos espumantes/passitos de Moscato d'Asti.
Emilia-Romagna: Famosa pelos frisantes Lambrusco (diversas DOCs), pelo branco Albana di Romagna DOCG e pelo Pignoletto.
Campânia: Destaque para a uva vulcânica Aglianico (Taurasi) e para os brancos de prestígio Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina.
Puglia: Tintos intensos de Primitivo di Manduria, Negroamaro e Salice Salentino.
Abruzzo: Reconhecida pelo Montepulciano d'Abruzzo, o rosado Cerasuolo e o branco Trebbiano d'Abruzzo.
Trentino-Alto Ádige: Vinhos de perfil alpino, como Teroldego Rotaliano, Lagrein, espumantes Trento DOC e brancos de altitude (Chardonnay, Gewürztraminer, Pinot Grigio).
Sicília e Sardenha: A Sicília apresenta tintos encorpados (Nero d'Avola), brancos frescos (Grillo) e o histórico Marsala. A Sardenha destaca o Vermentino di Gallura e o Cannonau.
Outras Regiões: Presença de produtores de Friuli-Venezia Giulia (brancos elegantes como Friulano), Lombardia (Franciacorta DOCG), Úmbria (Sagrantino di Montefalco), Lazio (Frascati e Cesanese del Piglio) e Marche (Verdicchio e Rosso Conero).
Empresas e Importadoras Participantes
Vinícolas Italianas Participantes
Agricola Bellaria, Argea Group, Azienda Agricola Pietro Rinaldi, Bettili Wines, Bortolomiol, Cantina 4 Valli, Cantina Colli Euganei, Cantina Del Taburno, Cantina Di Dolianova, Cantina Kaltern, Cantina Sociale Terlano, Cantina Stentella, Cantine Paolini, Castello Di Corbara, Castello Di Perno, Castello Monterinaldi, Cesarini Sartori, Contarini Vini & Spumanti, Donnafugata, EMG SRL Agricola, F&A Vineyards, Glassierhof, IWB Italia, La Guardiense-Janara, Lidia & Amato, Marchesi Frescobaldi, Paladin, Perla Del Garda, Pesolillo Tenuta Agricola, Pian Delle Querci, Poderi Morini, Secondo Marco, Taverna e The Wine Company.
Importadoras Brasileiras Confirmadas
Aurora, Barrinhas, BWR Importação e Exportação, Casa Flora, Cecconello Vino, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Futuro Importação, Grand Cru, Importadora Qualimais, Inovini Fine Wines, Italibras – Vinifera Import, Italy Import, Italy's Wine, MMV Importadora, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Polaris Comércio Importação e Exportação, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess, Tucano e Vale do Sol.

Lançamento do Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027 impulsiona expansão do enoturismo

Publicação lançada durante o I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas responde ao crescimento de um segmento estratégico para vinícolas e consumidores

O mercado global de enoturismo deve crescer, em média, 12,6% ao ano até 2030, quando deverá movimentar US$ 106,7 bilhões, segundo a Grand View Research, consolidando-se como uma atividade cada vez mais relevante para a indústria do vinho. Mais do que uma tendência de viagem, o segmento tornou-se estratégico para a sustentabilidade econômica das vinícolas, ao criar novas linhas de receita e, ao mesmo tempo, funcionar como ferramenta de marketing, relacionamento e fortalecimento de marca.

Para os consumidores, representa uma oportunidade de ampliar a cultura do vinho por meio de experiências que unem vinhedos, gastronomia, hospedagem, paisagem, história e contato direto com os produtores. É em resposta a esse movimento que a Revista ADEGA lançou o Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027, apresentado enquanto realizava o I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas em colaboração com a ONU Turismo, no último 13 de agosto, em São Paulo.

No Brasil, o interesse por esse universo já se traduz na oferta das próprias vinícolas. Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, mais de 85% das vinícolas brasileiras já oferecem experiências relacionadas ao turismo. Para as empresas, receber visitantes significa ampliar as possibilidades de negócio com degustações, visitas aos vinhedos e às áreas de produção, restaurantes, eventos, hospedagem e venda direta. Ao mesmo tempo, permite que o público conheça a origem dos rótulos, o território, os processos de elaboração e as pessoas por trás de cada vinho, criando uma conexão mais próxima com as marcas.

O movimento acompanha também um momento de expansão do turismo brasileiro. O país recebeu 5,26 milhões de turistas internacionais no primeiro semestre de 2026, segundo maior resultado da história, depois de encerrar 2025 com o recorde de 9,2 milhões de chegadas internacionais. No primeiro semestre deste ano, os gastos de visitantes estrangeiros chegaram a R$ 28,7 bilhões, alta de 13% em relação ao mesmo período de 2025. O turismo doméstico também registrou números históricos, com 50,2 milhões de passageiros viajando pelo país nos seis primeiros meses de 2026. São Paulo, sede do lançamento do Guia, recebeu 47,2 milhões de turistas em 2025, dos quais cerca de 3 milhões eram estrangeiros.

O Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027 reúne destinos da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, com informações sobre vinícolas, restaurantes, hotéis, experiências e dicas de viagem. A proposta é ajudar o leitor a transformar o vinho em ponto de partida para conhecer as regiões produtoras de maneira mais completa, aproximando cultura, gastronomia e turismo.

O lançamento aconteceu durante o I Fórum de Enoturismo e Gastronomia das Américas, promovido pela Revista ADEGA em colaboração com a ONU Turismo, que reuniu representantes de Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Peru e México para discutir desenvolvimento, investimentos, geração de emprego e renda e integração regional.

A venda na ADEGAonline.com.br, o Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027, R$ 170, em sua primeira edição, propõe uma imersão nos destinos, com informações que ajudam o leitor a descobrir onde ir, o que conhecer, onde comer e o que fazer durante uma viagem pelo universo do vinho.

A proposta parte da ideia de que o vinho vai muito além do que chega à taça. Por trás de cada rótulo existem paisagens, histórias, tradições, gastronomia e pessoas que fazem de uma visita a uma região produtora uma experiência completa.

Ao longo de mais de 20 anos, ADEGA acompanha produtores, regiões e grandes vinhos ao redor do mundo. Com o Guia ADEGA Rotas do Vinho, essa experiência ganha uma nova perspectiva: viajar pelo vinho e conhecer mais profundamente a cultura, a gastronomia e as particularidades de cada destino.

Publicado pela Inner Editora, o guia tem:
182 páginas, capa dura e formato 12 x 20 cm, pensado tanto para consulta quanto para acompanhar o leitor no planejamento de suas próximas viagens.

www.adegaoline.com.br,
@revistaadega

Como um Cabernet Sauvignon de Puente Alto se tornou o vinho Nº 1 do mundo?

Por Enrique Tirado, CEO e Diretor Técnico da Viña Don Melchor

No Dia Internacional do Cabernet Sauvignon, é inevitável refletir sobre o caminho que levou um vinho chileno a alcançar o mais alto reconhecimento da indústria do vinho.

Com sua safra de 2021, Don Melchor foi eleito Vinho do Ano pela Wine Spectator, tornando-se o vinho Nº 1 do mundo e posicionando o Chile e Puente Alto entre as grandes referências internacionais desta variedade.

Desde então, recebi muitas vezes a mesma pergunta: o que torna um vinho o Nº 1 do mundo?

Minha resposta é simples: nenhum grande vinho nasce de uma única safra.

Grandes vinhos são construídos ao longo do tempo. São resultado de uma visão de longo prazo, da convicção de uma equipe e da busca permanente por aprofundar o conhecimento do lugar que lhes dá origem. Os reconhecimentos são muito importantes, mas por trás de cada conquista existem anos de observação, aprendizado e dedicação.

Esse conhecimento nos levou a aprofundar o manejo do vinhedo. Hoje cultivamos 151 microparcelas individualmente, agrupadas em sete parcelas principais, o que nos permite compreender com maior precisão como o Cabernet Sauvignon se expressa em cada setor. Cada parcela contribui com uma dimensão distinta ao vinho e nos permite capturar de forma mais fiel a identidade de Puente Alto.

Ao mesmo tempo, promovemos uma viticultura baseada no respeito ao meio ambiente e à biodiversidade. Iniciativas como o Viñedo Solar fazem parte de uma visão de longo prazo voltada para ampliar continuamente nosso conhecimento do vinhedo e fortalecer uma agricultura cada vez mais resiliente para as futuras gerações.

A expressão mais completa desse trabalho é o que chamamos de Arte da Composição. Cada parcela aporta caráter, estrutura, energia ou elegância, e nosso desafio consiste em combiná-las com precisão para refletir a melhor expressão de Puente Alto em cada safra.

Por isso, quando Don Melchor foi eleito o vinho Nº 1 do mundo, entendemos esse reconhecimento como muito mais do que a consagração de uma safra excepcional. Foi também a confirmação do extraordinário potencial do Chile para produzir Cabernet Sauvignon de classe mundial.

No entanto, nenhum reconhecimento altera o essencial. Cada nova colheita nos apresenta o mesmo desafio: compreender o vinhedo com maior profundidade, interpretar o terroir com ainda mais precisão e continuar revelando tudo o que essa origem extraordinária é capaz de expressar.

Porque a excelência não é um objetivo que se alcança apenas uma vez. É uma busca permanente. E talvez essa seja uma das maiores lições deste ofício: sempre há algo novo para aprender.

Alpasión traz para o Brasil vinhos versáteis e descomplicados da linha La Huella

Produzida em Los Chacayes, em Mendoza, a coleção reúne um tinto e um branco da uva malbec, com perfil versátil e proposta voltada a ocasiões informais

A Alpasión amplia seu portfólio no Brasil com a chegada da linha La Huella, coleção que representa o lado mais leve, jovem e descontraído da vinícola argentina. A novidade desembarca no país com dois rótulos, um Malbec tinto e um Malbec Branco, reforçando a proposta de ampliar as ocasiões de consumo dentro do universo do vinho.

Além dos novos rótulos, a chegada de La Huella ao Brasil reforça o posicionamento da Alpasión ligado ao lifestyle, reconhecida internacionalmente por unir vinho, hospitalidade, gastronomia e experiências no coração do Valle de Uco. Os vinhos La Huella chegam ao mercado brasileiro como parte da estratégia de ter um portfólio premium cada vez mais completo, com a coleção sendo uma alternativa para consumidores que buscam vinhos versáteis para momentos espontâneos, com a garantia da origem e da qualidade do terroir argentino.

A linha já foi lançada nos Estados Unidos e na Europa, onde teve boa aceitação entre consumidores e parceiros comerciais. Um dos destaques do lançamento é o Malbec branco, estilo que o consumidor brasileiro tem poucas opções, e que reforça o caráter contemporâneo da coleção. Elaborado a partir da uva malbec com colheita manual e uma vinificação cuidadosa em tanques de aço inoxidável, o vinho apresenta perfil leve, fresco, aromático, com média acidez e sedoso no paladar. Já o Malbec tinto apresenta frescor, aromas marcantes, taninos suaves e acidez equilibrada, características que reforçam a versatilidade da coleção.

Harmonização
Com perfil jovem e acessível no paladar, os vinhos da coleção foram desenvolvidos para situações descontraídas e com possibilidades diversas de harmonização, como encontros entre amigos e confraternizações em casa. A linha La Huella combina com diversos tipos de pratos, desde saladas, peixes, frutos do mar e pratos leves com frango até churrascos. “O La Huella foi pensado para momentos de convivência, em que o vinho acompanha a experiência de forma natural. São rótulos que transitam bem entre diferentes ocasiões e estilos de consumo”, afirma Ezequiel Manoni, enólogo da Alpasión.
A coleção está disponível pelo site da Alpawines e em restaurantes, lojas especializadas e outros pontos de venda selecionados. Preço sugerido ao consumidor: R$ 110.

Sobre a Alpasión
Fundada em 2009, a Alpasión é uma vinícola localizada no Valle de Uco, em Mendoza, na Argentina, uma das principais regiões produtoras de vinho do mundo. Seus vinhedos estão situados entre 1.200 e 1.300 metros de altitude, sob alta amplitude térmica, solos pedregosos e práticas de produção sustentável, condições que favorecem a elaboração de vinhos premium que expressam a pureza e a força do terroir andino. Composta por um grupo internacional de empreendedores, a história da Alpasión nasceu quando seus fundadores decidiram transformar a paixão compartilhada pelo vinho em um projeto concreto. Hoje, a vinícola conta com um portfólio de 13 rótulos, produz cerca de 250 mil garrafas por ano e está presente em 25 países. No Brasil, os vinhos da Alpasión são distribuídos pela importadora Alpawines.

Beba com moderação. Venda proibida para menores de 18 anos.

Menin Douro Estates participa pela primeira vez do Wine Locals Festival

Com presença cada vez maior no mercado brasileiro, vinícola portuguesa apresenta diferentes expressões do Douro durante o festival

Divulgação: Menin Douro Estates
São Paulo, setembro de 2026 - A Menin Douro Estates participa pela primeira vez do Wine Locals Festival, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro, na Finca 5062, em São Paulo. A presença no evento faz parte do movimento de expansão da vinícola no mercado brasileiro, aproximando a marca de consumidores, profissionais e apreciadores de vinho no país.

Durante o festival, a vinícola apresentará uma seleção de vinhos que percorre diferentes estilos e expressões do Douro, incluindo Menin Branco, Menin Reserva Branco, Menin Tinto, Menin Grande Reserva Tinto e Porto Tawny 10 Anos. A proposta é mostrar ao público a diversidade da região a partir de rótulos que vão dos brancos frescos e equilibrados aos tintos de maior estrutura, além de uma das expressões mais tradicionais dos vinhos portugueses.

“O Brasil é um mercado muito importante para nós e temos trabalhado para ampliar cada vez mais nossa presença por aqui. Estar no Wine Locals representa justamente esse movimento: queremos nos aproximar do público, apresentar nossos vinhos e mostrar diferentes facetas do Douro, uma região que tem uma identidade muito particular e uma enorme diversidade”, afirma Eduardo Pires, diretor comercial da Menin Company no Brasil.

Ao longo dos dois dias, o Wine Locals Festival reunirá produtores e amantes do vinho em uma programação dedicada à descoberta de diferentes rótulos e terroirs. A expectativa é receber cerca de 400 pessoas por dia, com atividades das 18h às 23h no dia 11 de setembro e das 17h às 22h no dia 12 de setembro.

Serviço - Wine Locals Festival

Data: 11 e 12 de setembro de 2026
Horário: 11/09, das 18h às 23h; 12/09, das 17h às 22h
Local: Finca 5062 – São Paulo, SP
Público esperado: 400 pessoas por dia

Sobre a Menin Company

A Menin Company nasceu de um sonho: produzir grandes vinhos do Douro e levá-los ao mundo. Esse sonho tornou-se realidade em 2018 pelas mãos de Rubens Menin, um dos maiores empresários brasileiros, com um vasto portfólio de negócios, que vai do setor financeiro à maior construtora do continente americano.
A Menin Company é proprietária dos vinhos Menin Douro Estates, produzidos em Gouvinhas, na região do Cima Corgo, e dos vinhos H.O Horta Osório, provenientes de vinhas na região do Baixo Corgo, em Santa Marta de Penaguião.
A filosofia é a mesma em ambas as marcas e é reforçada pela visão da diretora-geral da empresa, Fásia Braga: produzir vinhos de alta gama que expressem o terroir duriense, privilegiando a qualidade em vez da quantidade. Esse trabalho tem se refletido em importantes reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2026, o vinho Maria Fernanda 2021 foi considerado o melhor tinto por um painel de 14 especialistas da Revista de Vinhos, enquanto o Rubens Menin Very Very Old Port recebeu a pontuação máxima de 100 pontos da mesma publicação. No mesmo ano, o Menin Porto Tawny 80 Anos conquistou 98 pontos no International Wine Challenge (IWC), a maior pontuação para um vinho do porto atribuída na história do concurso, figurando entre os dois vinhos mais bem avaliados da edição.
Em 2025, destacaram-se as pontuações dos vinhos do Porto da empresa, com 19 pontos em 20 atribuídos por Jancis Robinson ao Porto Branco 50 Anos. A estreia nos vinhos do Porto também foi marcada pelo Menin Porto Vintage 2020, eleito o melhor vinho português em uma das mais prestigiadas competições do setor, o International Wine Challenge, ao conquistar 96 pontos, Medalha de Ouro e os troféus "Port" e "Vintage Port".
Anteriormente, a Menin Douro Estates foi eleita Produtor do Ano 2023 pela revista Grandes Escolhas. Em 2022, Rubens Menin foi reconhecido como Personalidade do Ano no Brasil pela Revista de Vinhos e o vinho Dona Beatriz 2019 recebeu o Prémio de Excelência da publicação.

Menin Company
Menin Company
N 322-2 Km 20 5060-056 Gouvinhas Sabrosa, Portugal
E-mail: geral@menin.pt
Site: https://menin.pt/
Instagram Menin Company: https://www.instagram.com/menin.company/
Menin Douro Estates: https://www.instagram.com/menindouroestates/
Horta Osório: https://www.instagram.com/ho.dourowines/

DUAS PONTAS DO MAPA: A ESPANHA QUE A WORLD WINE ACABA DE TRAZER PARA O BRASIL

Quando alguém diz “vinho espanhol”, o reflexo mental costuma parar em Rioja, Ribera del Duero, talvez Priorat. É uma Espanha real, mas é só uma fatia dela. A que a World Wine acaba de trazer para o portfólio mora nas bordas do mapa: uma ilha vulcânica no meio do Atlântico, mais perto da África do que de Madri, e uma esquina verde e chuvosa do País Basco onde o vinho cresce literalmente na sombra de um restaurante três estrelas Michelin. São a Viñátigo e a Gorka Izagirre — dois nomes que ainda soam desconhecidos por aqui, e que deveriam parar de ser. Regiões nada convencionais mas que revelam expressões inusitadas, em linha com a aposta da importadora de abraçar a diversidade em seu portfólio.

Clique Para Download

Vinãtigo prova que resgatar variedades que já tinham praticamente sumido dos vinhedos pode ser também uma vantagem competitiva. Foto Divulgação World Wine
Clique Para Download

O inusitado acesso à Bodega, simulando a entrada dentro da cratera de um vulcão. Foto Divulgação World Wine

Viñátigo: o vinho que nasceu de um resgate
Tenerife não faz parte do roteiro clássico do vinho, mas talvez devesse: é uma ilha vulcânica varrida pelos ventos Alísios, com solos negros formados por erupções de dez milhões de anos e vinhas centenárias que nunca precisaram de enxerto — a filoxera, praga que dizimou quase toda a viticultura europeia no século XIX, simplesmente nunca chegou até lá. O resultado é uma coleção de castas que não existem em mais nenhum lugar do planeta, cultivadas do jeito antigo, em vasos e parreiras baixas, driblando ventos fortes e encostas quase verticais.
Clique Para Download

Listan Blanco de Canarias: salino, tenso e mineral. Foto divulgação World Wine. R$ 360. Foto Divulgação World Wine
Clique Para Download

Listán Negro é a leitura vulcânica de um tinto: fluido, de taninos finos e acidez vibrante, com fruta vermelha fresca, ervas secas e um fumê discreto que vem do breve (e comedido) contato com carvalho francês sem tosta. R$ 360. Foto Divulgação World Wine

Quem transformou isso em vinho — e quase sozinho evitou que boa parte dessas castas desaparecesse de vez — foi Juan Jesús Méndez, à frente da Viñátigo desde 1990 e hoje também presidente da denominação de origem das Ilhas Canárias. O trabalho da bodega sempre foi menos sobre “fazer um bom vinho” e mais sobre arqueologia líquida: resgatar variedades que já tinham praticamente sumido dos vinhedos e provar que identidade pode ser, também, uma vantagem competitiva.
Clique Para Download

Ensamblaje Tinto, quase um museu vivo engarrafado. R$ 694

O portfólio que chega ao Brasil mostra bem esse espírito. O Listán Blanco de Canarias é a casta mais emblemática do arquipélago, e aqui aparece salino, tenso e mineral, com notas de erva-doce, frutos secos e folha de figueira — um branco que carrega no nariz a sensação exata de estar em frente ao mar batido pelo vento.

Já o Listán Negro é a leitura vulcânica de um tinto: fluido, de taninos finos e acidez vibrante, com fruta vermelha fresca, ervas secas e um fumê discreto que vem do breve (e comedido) contato com carvalho francês sem tosta. E no topo está o Ensamblaje Tinto, quase um museu vivo engarrafado — reúne castas quase extintas como Baboso Negro, Negramoll, Tintilla e Listán Prieto num corte complexo, de fruta escura, especiarias, chá preto e aquela pedra vulcânica que parece impossível descrever até você provar e entender exatamente do que se trata.
Clique Para Download

Vinhedos Gorka, no país Basco. Foto Divulgação World Wine

Gorka Izagirre: o txakoli que virou vizinho de um três-estrelas

Se a Viñátigo é sobre resgate, a Gorka Izagirre é sobre reputação. Txakoli sempre teve fama de vinho de praia — leve, ligeiramente agulhado, para tomar sem pensar muito. A bodega, instalada em Larrabetzu, no País Basco, ajudou a mudar essa conversa, e não por acaso: fica literalmente ao pé do Azurmendi, o restaurante três estrelas Michelin do chef Eneko Atxa, sobrinho de Gorka Izagirre, fundador da casa. Vinho e alta gastronomia nasceram ali lado a lado, quase como sócios.
Clique Para Download

Vinho Gorka Izagirre Blanco: R$ 239
Clique Para Download

Gorka Izagirre Ilun, R$309

As castas também são autóctones e praticamente exclusivas do País Basco — Hondarrabi Zuri, Hondarrabi Zerratia e a rara Hondarrabi Beltza —, cultivadas em pequenas parcelas espalhadas por vales com solos e microclimas próprios. O rótulo de entrada, batizado com o próprio nome da bodega, une metade Zuri e metade Zerratia colhidas em trinta hectares e dez parcelas diferentes, vinificadas separadamente antes da montagem final: um branco fresco, alegre e aromático, com maçã, toques florais e um fundo cítrico que engana pela leveza — tem corpo e estrutura de sobra.
Clique Para Download

G22: cem por cento Hondarrabi Zerratia, envelhecido sobre as próprias borras por meses, ganhando camadas de pera, toranja, flores brancas e notas quase de confeitaria. R$ 309

Já o G22 é a versão mais séria da mesma uva: cem por cento Hondarrabi Zerratia, envelhecido sobre as próprias borras por meses, ganhando camadas de pera, toranja, flores brancas e notas quase de confeitaria que só a paciência na adega consegue construir. E para quem acha que já viu de tudo em txakoli, existe o Ilun — “escuro” ou “deus da noite” em euskera —, tinto raríssimo feito inteiramente da quase desconhecida Hondarrabi Beltza, leve, floral, especiado e surpreendentemente fácil de amar, ainda que ninguém mais no mundo esteja engarrafando essa uva com tanta convicção.

Vale registrar, de passagem, que uma das criações da mesma família — o “42 by Eneko Atxa” — já foi eleito o melhor vinho branco do mundo no Concurso Mundial de Bruxelas de 2019. Não é o vinho que chega agora ao Brasil, mas é a prova de que a vizinhança com um três-estrelas não é só golpe de marketing: é ofício mesmo.

Duas pontas do mapa, um mesmo instinto
O que une essas duas bodegas, apesar da distância de quase três mil quilômetros entre elas, é uma teimosia parecida: em vez de plantar Cabernet ou Chardonnay para agradar o mundo, ambas escolheram proteger — e provar — o que só existe ali. Para quem está começando a beber vinho, isso se traduz em taças frescas, frutadas e fáceis de gostar de cara. Para quem já bebeu de tudo, é a chance rara de provar castas que não cabem em nenhuma prateleira convencional. A Espanha que a World Wine está trazendo agora não é a Espanha óbvia — é a mais interessante.

Sobre a World Wine
A World Wine, fundada em 1999, é o braço de vinhos premium e de luxo do Grupo La Pastina. Com portfólio de mais de 450 produtores e cerca de 270 marcas exclusivas de 17 países, destaca-se como uma das principais importadoras de vinhos franceses premium no Brasil. Conta com 20 lojas próprias e cobertura nacional via representantes e e-commerce. Sua operação inclui centro de distribuição climatizado com padrão internacional. Atua como referência em curadoria, formação de mercado e cultura do vinho no país.

Onde encontrar: rótulos à venda nas 19 lojas World Wine espalhadas pelas principais cidades brasileiras e no ecommerce www.worldwine.com.br com entrega para todo o Brasil.

Dia Mundial do Cabernet Sauvignon: World Wine e La Pastina celebram a uva mais plantada do planeta

Dia Mundial do Cabernet Sauvignon: World Wine e La Pastina celebram a uva mais plantada do planeta

World Wine e La Pastina destacam rótulos chilenos que traduzem tradição e viticultura orgânica na data celebrada em 27 de agosto

São Paulo, 26 de agosto de 2026. Nesta quinta-feira, 27 de agosto, é celebrado o Dia Mundial do Cabernet Sauvignon, data que homenageia a uva tinta mais plantada do mundo, cultivada em cerca de 340 mil hectares ao redor do planeta. Para marcar a ocasião, o Grupo La Pastina apresenta dois rótulos que expressam, cada um à sua maneira, a versatilidade da casta: o Los Compadres, importado pela World Wine e assinado pelo enólogo chileno Francisco Baettig, e o 57 Rocas safra 2019, da La Pastina, produzido pela Emiliana Organic Vineyards, reconhecida como a maior vinícola orgânica do mundo.
Clique Para Download

O nome do vinho homenageia os viticultores parceiros que cultivam as parcelas selecionadas para o rótulo, 100% Cabernet Sauvignon, de corpo médio a encorpado, com taninos firmes e polidos e final longo, com toque mineral e leve fumado. À venda na World Wine, por R$ 219,70

Elaborado no Valle del Maule, no Chile, com uvas de vinhas centenárias cultivadas em secano, o Los Compadres nasce do projeto pessoal de Baettig, ex-enólogo-chefe da Errázuriz e responsável por ícones como Seña e Almaviva. O nome do vinho homenageia os viticultores parceiros que cultivam as parcelas selecionadas para o rótulo, 100% Cabernet Sauvignon, de corpo médio a encorpado, com taninos firmes e polidos e final longo, com toque mineral e leve fumado.
Clique Para Download

Amadurecido por 13 meses em barricas novas de carvalho francês, o vinho tem 14% de teor alcoólico, aromas de frutas negras, menta, especiarias e chocolate amargo, e está à venda na Casa La Pastina e no e-commerce da marca, por R$ 260.

Já o 57 Rocas 2019 nasce no Vale do Maipo, cultivado sob manejo orgânico e biodinâmico certificado, em vinhedos entre 500 e 650 metros de altitude que homenageiam os 57 rochedos que pontuam a propriedade da Emiliana. Amadurecido por 13 meses em barricas novas de carvalho francês, o vinho tem 14% de teor alcoólico, aromas de frutas negras, menta, especiarias e chocolate amargo, e está à venda na Casa La Pastina e no e-commerce da marca, por R$ 260.

A casta Cabernet Sauvignon nasceu de um cruzamento acidental na região de Bordeaux, na França, provavelmente no século 17, entre a Cabernet Franc e a Sauvignon Blanc. A origem só foi confirmada em 1997, por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis, em um dos primeiros casos de identificação genética da paternidade de uma uva. Batizada oficialmente em meados do século 19, ela ganhou protagonismo global após a crise da filoxera, praga que devastou os vinhedos europeus no fim daquele século e abriu espaço para variedades mais resistentes.

Adaptável a climas e solos diferentes, da própria Bordeaux a Napa Valley, o Chile, a Argentina, a África do Sul e a Austrália, a Cabernet Sauvignon se consagrou pelo perfil sensorial marcante, com taninos firmes, acidez equilibrada e aromas de frutas negras, cedro e tabaco, além do alto potencial de guarda. Essas características a tornaram favorita de colecionadores e a base de blends históricos, ao lado da Merlot e da própria Cabernet Franc.

Diferentemente de tradições seculares, o Dia Mundial do Cabernet Sauvignon nasceu na era digital, impulsionado por entusiastas e influenciadores de vinho nas redes sociais sob a hashtag #CabernetDay. Hoje a data reúne degu
stações, jantares temáticos e homenagens à chamada rainha das uvas tintas, celebrada anualmente na quinta-feira que antecede o Labor Day americano, ou seja, na última quinta-feira de agosto.

Sobre o Grupo La Pastina
Fundado em 1947 como um armazém de cebolas no Brás, o Grupo La Pastina opera hoje em quatro unidades de negócio: La Pastina (alimentos e vinhos), World Wine (vinhos), Enosteria (restaurantes) e Inspirits (destilados). A empresa importa produtos de 16 países, dos quais a Itália representa cerca de 80% do mix, e conta com um centro de distribuição de 16 mil m² que abastece mais de oito mil pontos de venda em todo o território nacional. Desde que assumiu a presidência em 2020, Juliana La Pastina conduz a transformação da companhia rumo a uma plataforma completa de enogastronomia.

Onde encontrar 57 Rocas :
57 Rocas pode ser encontrado na Casa La Pastina Oscar Freire, nos e-commerces www.lapastina.com e www.worldwine.com.br, além dos principais empórios do país.

Onde encontrar Los Compadres :
Los Compadres pode ser encontradi nas 19 lojas World Wine espalhadas pelas principais cidades brasileiras e no ecommerce www.worldwine.com.br com entrega para todo o Brasil.

Roadshow I Love Italian Wines Roadshow I Love Italian Wines apresenta, em setembro, cerca de 60 expositores e vinhos inéditos para o mercado brasileiro

Inscrições para os eventos já estão abertas

Compradores de bares, hotéis, restaurantes, supermercados, empórios, distribuidoras e importadoras, interessados em conhecer ou revisitar o melhor da produção vinícola italiana, vão ter uma oportunidade única para isso em setembro, quando serão realizados os roadshows I Love Italian Wines.

Organizados pela ICE - Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (ITA – Italian Trade Agency), que atua no exterior como Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, em parceria com as feiras Vinitaly e a Wine South America, os eventos vão passar por quatro capitais: Brasília, no dia 11 de setembro, Rio de Janeiro (14/9), São Paulo (16/9) e Curitiba (18/9).

A programação inclui degustações de vinhos, muitos dos quais ainda inéditos no Brasil, e masterclasses que serão conduzidas por profissionais reconhecidos no Brasil e no exterior por seu conhecimento e experiência nesse mercado. É o caso de Mário Márcio Lescano Júnior, Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy e Chief Academic Officer da International Sommelier Guild (Brasília); Marcelo Copello, um dos principais críticos e curadores de vinhos do País (Rio de Janeiro); Jorge Lucki, membro da Académie Internationale du Vin e colunista do jornal Valor Econômico e das revistas Valor Investe e Prazeres da Mesa (São Paulo); e Julio Kunz, sommelier, consultor internacional, palestrante e Italian Wine Ambassador pela Vinitaly International Academy (Curitiba).

Os profissionais interessados em participar do I Love Italian Wines precisam cadastrar-se previamente pelo site www.italianwines.com.br

As regiões produtoras presentes no ILIW

ILIW promete uma verdadeira viagem enológica por 16 das vinte regiões italianas. Serão cerca de 60 vinícolas do país europeu e importadoras brasileiras que apresentarão mais de 600 rótulos.

Uma dessas regiões é o Vêneto, um dos terroirs mais versáteis e influentes da Itália, reconhecido pelas uvas tintas Corvina, Corvinone e Rondinella — base do Amarone della Valpolicella e do Valpolicella —, com Merlot e Cabernet Sauvignon/Franc presentes principalmente no Bardolino e em diversos IGT regionais, além das brancas Glera (mínimo 85% no Prosecco DOC), Garganega (mínimo 70% no Soave DOC), Pinot Grigio e Sauvignon. O Vêneto abriga rótulos emblemáticos como Amarone, Prosecco, Bardolino e Soave. De lá participam do ILIW oito empresas, o maior grupo do evento.

Da Toscana chegam seis vinícolas. A região central é célebre por grandes tintos à base de Sangiovese e notáveis pela longa capacidade de evolução — Chianti (mínimo 70% no Chianti DOCG e 80% no Chianti Classico), Brunello di Montalcino (100% Sangiovese, com no mínimo 5 anos de envelhecimento) e Vino Nobile di Montepulciano (no mínimo 70% Sangiovese, chamado localmente de Prugnolo Gentile). Entre os brancos históricos, destaca-se o Vernaccia di San Gimignano, primeira DOCG italiana (1966), produzido a partir da casta Vernaccia (mínimo 85%). A região também cultiva o tradicional Trebbiano Toscano, branco predominante desde o século XVII e historicamente exigido no Chianti, e Vermentino como branca mediterrânea em expansão. As variedades internacionais Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc entraram na região no século XX e ganharam destaque principalmente nos chamados "Super Toscanos" (IGT Toscana), como Tignanello, Sassicaia e Ornellaia.

Com cinco participantes, a Emilia-Romagna combina os estilos frisantes e espumantes típicos da Emília com a tradição vitícola da Romagna. Tem no Lambrusco seu grande ícone regional — tinto leve, levemente efervescente, produzido a partir de um conjunto de castas aparentadas (Grasparossa, Sorbara, Salamino, Maestri e outras, com 8 DOCs próprias). Brancos relevantes incluem o Albana di Romagna DOCG (mínimo 95% Albana, primeira DOCG branca da Itália, em 1987), sobretudo do tipo passito doce (incluindo a categoria "Passito" e "Amabile", o lendário "Albana Passito") e o Pignoletto (Colli Bolognesi Pignoletto DOCG, mínimo 85% da casta localmente chamada Pignoletto — botanicamente próxima do Grechetto).

O Piemonte, terra do Barolo (100% Nebbiolo), estará presente com quatro vinícolas. A região assina uma gama que vai dos tintos de longa guarda — além do próprio Barolo, o Barbaresco (100% Nebbiolo), o Barbera d'Asti DOCG (≥ 90% Barbera) e o Dolcetto d'Alba DOC (100% Dolcetto) — aos brancos e espumantes marcantes do gênero, com destaque para o Gavi DOCG (100% Cortese), o Roero Arneis DOCG (100% Arneis) e os aromas de Moscato Bianco que dão origem ao Asti DOCG e ao Moscato d'Asti DOCG.

Também com quatro empresas participantes, Abruzzo apresenta o consagrado Montepulciano d'Abruzzo DOCG (da casta Montepulciano, distinta da Sangiovese toscana), complementado pela versão rosato do Cerasuolo d'Abruzzo DOC e pelo branco Trebbiano d'Abruzzo DOC.

Sinônimo dos grandes brancos italianos, que combinam limpidez aromática, textura e elegância em rótulos como o Friulano e a Malvasia Istriana, além de tintos de personalidade (Refosco) e doces raros como o Picolit, o Friuli-Venezia Giulia traz três vinícolas.

Outros três produtores chegam da Campânia, terroir de antiguidade e energia vulcânica. A uva Aglianico dá vida a tintos profundos e longevos (como o Taurasi, conhecido como o Barolo do Sul), enquanto uvas como Fiano, Greco e Falanghina geram brancos entre os mais nobres da Itália (Fiano di Avellino, Greco di Tufo e Falanghina).

Outro destaque do evento são as três vinícolas localizadas na Puglia, região que se destaca por tintos com notas de fruta madura, calor e intensidade. Entre as uvas tintas, destacam-se a Primitivo, a Negroamaro, a Malvasia Nera e a Susumaniello; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Giallo, a Bombino Bianco, a Verdeca e a Malvasia Bianca. Entre os vinhos mais icônicos da região estão o Primitivo di Manduria DOC, o Negroamaro e o Salice Salentino DOC.

Vales alpinos e encostas que dão origem a vinhos de refinamento técnico caracterizam a região do Trentino-Alto Ádige, que produz tintos intensos como o Teroldego Rotaliano DOC (100% Teroldego) e o Lagrein DOC, brancos tensos de Chardonnay, Pinot Grigio, Müller-Thurgau e Gewürztraminer, e a efervescência do Trento DOC. Para o evento virão duas vinícolas.

Sicília e Lombardia também mostrarão a produção de duas empresas, cada uma. A primeira é um mosaico mediterrâneo de solos e climas: brancos sápidos e aromáticos (Grillo, Catarratto, Inzolia) e tintos encorpados (Nero d'Avola), além do histórico Marsala DOC. A segunda combina a sofisticação do espumante e a tradição continental. Entre as uvas tintas, destacam-se a Croatina, a Pinot Nero, a Barbera e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Chardonnay, a Riesling Italico, a Pinot Grigio e a Trebbiano di Lugana. Entre os vinhos mais representativos da região estão o Franciacorta DOCG, Lugana DOC, Valtellina Superiore/Sforzato e Oltrepò Pavese.

As quatro outras regiões serão representadas por uma vinícola cada.

É o caso da Úmbria, com vinhos de expressão intensa, caso do Sagrantino di Montefalco DOCG (100% Sagrantino). Já o Grechetto e o Orvieto Bianco representam o lado gastronômico da região, marcado por frescor e tradição. Entre as uvas tintas, destacam-se a Sangiovese, a Merlot, a Sagrantino e a Cabernet Sauvignon; entre as brancas, sobressaem a Trebbiano Procanico.

A Sardenha conserva um patrimônio de castas e estilos muito próprios. Entre os vinhos mais representativos produzidos na Sardenha estão o Vernaccia di Oristano DOC, o Vermentino di Gallura DOCG (100% Vermentino) e o Cannonau di Sardegna DOC (Grenache local).

Tradicionalmente ligado aos brancos dos Castelli Romani, o Lazio combina vocação histórica e diversidade territorial e, entre os vinhos mais representativos da região, estão o Est!Est!Est! di Montefiascone DOC, o Cesanese del Piglio DOCG (≥ 85% Cesanese) e o Frascati DOCG (≥ 70% Malvasia/Bellone).

E, por fim, as Marche são uma terra de equilíbrio entre mar e colina, onde os brancos alcançam uma expressão particularmente refinada. Entre as uvas tintas cultivadas na região, destacam-se a Montepulciano, a Sangiovese, a Lacrima e a Merlot; entre as brancas, sobressaem a Verdicchio, a Biancame, a Passerina e a Pecorino. Entre os vinhos mais representativos figuram Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, o Verdicchio di Matelica DOCG, o Rosso Conero DOC (≥ 85% Montepulciano), o Lacrima di Morro d'Alba DOC e o Bianchello del Metauro DOC.

Além das vinícolas italianas, várias importadoras também vão marcar presença no I Love Italian Wines 2026: Aurora, Barrinhas, Casa Flora, Cecconello Vino, ItaliaMais, Italy Import, Domno do Brasil, Europa Distribuidora, Futura 2, Grand Cru Importadora, Italibras – Vinifera Import, Mondo Italy, Nine, OP Global, Parajú, Porto a Porto, Rosso & Rouge, Sicilianess e Tucano.

Crédito das fotos: Gladstone Campos

Open Vinho com Lasanha estreia no Jardim Secreto

Nova atração acontece de segunda a sábado, a partir das 19h

Créditos: Jardim Secreto.
Conhecido por proporcionar uma experiência gastronômica em um dos espaços ao ar livre mais charmosos de Curitiba, o Jardim Secreto, localizado no Batel, apresenta uma nova atração para quem aprecia boa comida, vinho e momentos de descontração: o Open Vinho com Lasanha. A novidade acontece de segunda a sábado, a partir das 19h, convidando o público a transformar o jantar em uma experiência ainda mais especial.

A proposta combina dois clássicos que têm tudo a ver com noites de inverno: vinho e lasanha. Durante a experiência, os clientes podem aproveitar o vinho à vontade enquanto saboreiam a lasanha preparada pelo restaurante, em uma combinação pensada para valorizar tanto a gastronomia quanto o clima acolhedor do espaço.

“Queremos criar uma experiência que tenha a cara do Jardim Secreto. Acolhedora e feita para as pessoas aproveitarem sem pressa. O vinho e a lasanha formam uma combinação afetiva, que combina muito com o nosso ambiente e com a proposta de reunir amigos e famílias em torno da mesa”, destaca Mariana Guerra, do Jardim Secreto.

O Jardim Secreto se destaca justamente por criar uma atmosfera que foge do tradicional, reunindo gastronomia, natureza e um ambiente descontraído, com área ao ar livre que se tornou um dos seus principais diferenciais. A novidade reforça a vocação do Jardim Secreto para criar programações gastronômicas que dialogam com diferentes momentos e preferências do público. A ideia é que o cliente possa chegar no início da noite, escolher seu lugar no ambiente do restaurante e aproveitar a combinação de vinho e lasanha em um dos endereços mais charmosos do Batel.

Serviço:
Open Vinho com Lasanha no Jardim Secreto
De segunda a sábado, a partir das 19h
Mais informações pelo (41) 99610-9602 e pelo Instagram https://www.instagram.com/jardimsecreto.ga/
O Jardim Secreto fica na Av. do Batel, 1190 • Curitiba | Seg a sáb: 11h30 às 23h | Dom: 11h30 às 16h.

Vinho ganha espaço no churrasco e pode ser boa escolha para o Dia dos Pais

Em um mercado que alcançou consumo recorde no Brasil, rótulos de diferentes estruturas mostram como a escolha do vinho pode valorizar da picanha aos cortes de longa cocção

Há alguns anos, harmonizar vinho com churrasco poderia parecer uma escolha menos habitual. Hoje, a combinação acompanha uma transformação mais ampla e diversificada no consumo da bebida no Brasil e pode estar presente em ocasiões como almoços em família para comemorar o Dia dos Pais ao redor da churrasqueira.

Na data comemorativa, quando a churrasqueira costuma assumir o centro da celebração, a escolha do vinho pode fazer mais do que acompanhar o cardápio. Acidez, taninos, passagem por madeira e intensidade aromática interferem diretamente na forma como a bebida se relaciona com a gordura, a textura e o sabor de cada carne.

“O melhor vinho para um churrasco não é necessariamente o mais potente, mas aquele cuja estrutura acompanha o corte servido. Quando existe equilíbrio entre a intensidade da carne, sua gordura e as características do vinho, a experiência muda completamente”, afirma Ezequiel Manoni, enólogo da Alpasión.

Produzidos em Los Chacayes, no Vale do Uco, em Mendoza, os vinhos da Alpasión apresentam diferentes níveis de frescor, estrutura e complexidade. Essa variedade permite acompanhar tanto os cortes mais tradicionais quanto carnes de preparo lento, defumadas ou servidas com temperos mais marcantes.

De acordo com Manoni, o Alpasión Malbec Estate, por exemplo, é a escolha mais versátil para um churrasco com diferentes carnes. Com aromas de frutas vermelhas, leves notas de especiarias, boa acidez e taninos macios, o vinho acompanha cortes suculentos sem se impor sobre seus sabores. Picanha, fraldinha, bife ancho e linguiça artesanal encontram no Malbec uma combinação equilibrada, especialmente quando o almoço se estende e diferentes preparações chegam à mesa ao longo do dia.

“Em um churrasco variado, é importante escolher um vinho que tenha estrutura para acompanhar a carne, mas que também preserve o frescor. O Malbec cumpre bem esse papel porque seus taninos são macios e sua fruta conversa com cortes bastante presentes nesse tipo de celebração”, complementa.

Para carnes mais intensas, o Alpasión Grand Cabernet Franc oferece maior profundidade aromática. O vinho amadurece por 12 meses em barricas de carvalho francês e apresenta notas de frutas vermelhas e negras maduras e especiarias.

Essa combinação encontra afinidade com costela bovina assada lentamente, bife de chorizo, ancho, cupim e cordeiro preparado com alho e ervas. A estrutura do vinho acompanha a textura e a concentração de sabor desses cortes, enquanto seu frescor ajuda a equilibrar preparações mais gordurosas.

“O Cabernet Franc apresenta aromas de frutas vermelhas e pretas e ervas frescas. Acima de tudo, é um vinho com um caráter muito picante, com notas de especiarias, pimentões vermelhos maduros, pimentões assados, páprica, pimenta-do-reino, cravo, entre outros, que funciona especialmente bem com carnes preparadas na brasa e temperadas com alecrim, alho ou pimenta. A harmonização não acontece apenas pela potência, mas também pela aproximação entre os aromas do vinho e os ingredientes utilizados no preparo”, diz o enólogo.

Já o Alpasión Private Selection é indicado para um churrasco em que os cortes e o vinho dividem o protagonismo. Elaborado a partir de Malbec, Syrah, Petit Verdot e Cabernet Franc, o blend amadurece por pelo menos 18 meses em carvalho francês e reúne aromas de frutas escuras, tabaco e madeira tostada.

A maior concentração e a persistência do rótulo pedem carnes igualmente estruturadas, como costela preparada em fogo baixo, chorizo, cupim defumado, cordeiro ou fraldinha maturada. Nesses casos, o tempo de cocção, a caramelização da superfície e os aromas produzidos pela brasa criam pontos de conexão com as notas desenvolvidas durante o amadurecimento do vinho.

Embora os tintos sejam escolhas frequentes para acompanhar carnes, a intensidade não deve ser o único critério. Cortes mais magros e preparações delicadas podem ser encobertos por vinhos muito estruturados, enquanto carnes gordurosas ou de longa cocção costumam pedir rótulos com maior presença de taninos e acidez.

Mais do que substituir a cerveja, o vinho amplia as possibilidades do churrasco e permite pensar a bebida a partir de cada etapa do almoço. Da picanha servida assim que sai da grelha à costela que permanece por horas no fogo, a harmonização transforma um dos encontros mais tradicionais do Dia dos Pais em uma experiência gastronômica mais completa.

Todos esses rótulos da Alpasión podem ser adquiridos pelo site da importadora Alpawines (alpawines.com.br), em restaurantes, lojas especializadas e outros pontos de venda selecionados.

Sobre a Alpasión 
Fundada em 2009, a Alpasión é uma vinícola localizada no Vale de Uco, em Mendoza, na Argentina, uma das principais regiões produtoras de vinho do mundo. Seus vinhedos estão situados entre 1.200 e 1.300 metros de altitude, sob alta amplitude térmica, solos pedregosos e práticas de produção sustentável, condições que favorecem a elaboração de vinhos premium que expressam a pureza e a força do terroir andino. Composta por um grupo internacional de empreendedores, a história da Alpasión nasceu quando seus fundadores decidiram transformar a paixão compartilhada pelo vinho em um projeto concreto. Hoje, a vinícola conta com um portfólio de 13 rótulos, produz cerca de 250 mil garrafas por ano e está presente em 25 países. No Brasil, os vinhos da Alpasión são distribuídos pela importadora Alpawines.

Beba com moderação. Venda proibida para menores de 18 anos.

Dia dos Pais: vinho português de vinhas velhas transforma presente em experiência afetiva

Produzido no Douro com mais de 20 castas, rótulo indicado pela sommelière Lindslei Antunes reúne história, tradição e complexidade
No Dia dos Pais, presentes que proporcionam experiências e criam memórias ganham espaço entre as escolhas de quem deseja fugir das opções convencionais. Para os pais que apreciam o universo dos vinhos, um rótulo especial pode representar mais do que uma bebida: pode se tornar um convite para reunir a família, compartilhar histórias e celebrar a data ao redor da mesa.

A sugestão da sommelière Lindslei Antunes é o Quinta da Devesa Douro Tinto Reserva Vinhas Velhas, um vinho português produzido na região do Douro a partir de um field blend, técnica que reúne diferentes variedades de uvas cultivadas em uma mesma parcela. Nesse caso, são mais de 20 castas que contribuem para a complexidade e a identidade do rótulo.

Segundo Lindslei, a escolha de um vinho para presentear deve considerar não apenas as preferências de quem vai recebê-lo, mas também a história que existe por trás da garrafa.

“Um vinho especial proporciona uma experiência completa. Ele carrega a história da região, o trabalho de quem o produziu e ainda pode ser compartilhado em um momento importante. É um presente que permanece na memória”, explica a sommelière.

Encorpado e elegante, o Quinta da Devesa (R$ 380) é produzido com uvas provenientes de vinhas velhas, característica que costuma resultar em menor produtividade, mas em frutos mais concentrados. A diversidade das castas também contribui para a construção de diferentes camadas de aromas e sabores.

A elaboração preserva métodos tradicionais da vitivinicultura portuguesa. As uvas passam pela pisa a pé em lagares de granito e, posteriormente, o vinho permanece por 12 meses em barricas novas e usadas de carvalho francês. Antes de chegar ao mercado, o rótulo ainda passa por um período mínimo de 12 meses de estágio em garrafa.

“É um vinho para ser apreciado com tempo e atenção. A combinação entre as vinhas velhas, a diversidade de castas e o método tradicional de produção entrega profundidade e elegância, características que fazem dele uma escolha marcante para o Dia dos Pais”, afirma Lindslei.

Para a sommelière, mais do que escolher uma garrafa pelo preço ou pela aparência, o ideal é buscar um vinho que tenha significado e esteja relacionado ao perfil de quem será presenteado.

“Quando conhecemos a origem e a trajetória de um vinho, o presente deixa de ser apenas um objeto. Ele se transforma em uma história que pode ser compartilhada”, finaliza.

Sobre Lindslei Antunes
Lindslei Antunes é sommelière profissional formada pela Escola Alta Gama, de Curitiba, com especializações em enologia e harmonizações realizadas em Roma, na Itália. É fundadora da Celebrar Bebidas e da confraria feminina Brut com Batom.

https://www.instagram.com/lindsantunes/
https://www.instagram.com/celebrarbebidas/
https://www.instagram.com/confrariabrutcombatom/

Vinho Quinta da Devesa (R$ 380) está à venda na Celebrar Bebidas

Lindslei Antunes | Crédito: Leandro Vidoreto

Zanlorenzi Bebidas sugere rótulos premiados e vinhos finos para celebrar o Dia dos Pais

Neste Dia dos Pais, a Zanlorenzi Bebidas sugere seus vinhos de mesa e vinhos finos como uma forma de agradar e surpreender

Vinhos de mesa

As versões Seleção Tinto Suave e Branco Suave do vinho de mesa Campo Largo conquistaram a Grande Medalha de Ouro no Concurso Brasileiro de Vinhos de Mesa, certificando a sua qualidade e consistência.

Atualmente, o consumo de vinhos de mesa no Brasil gira em torno de 200 milhões de litros por ano, sendo aproximadamente 75% a 80% desse volume composto por vinhos suaves. “Os vinhos suaves representam a maior parcela do consumo brasileiro, e receber a Grande Medalha de Ouro justamente nessa categoria demonstra que qualidade e preferência do consumidor podem caminhar juntas. É um reconhecimento que fortalece a marca Campo Largo e evidencia o compromisso da Zanlorenzi Bebidas em oferecer produtos que atendam às expectativas dos consumidores em diferentes momentos de celebração, como o Dia dos Pais”, destaca Mateus Poggere, Diretor de Produto e Estratégia das Zanlorenzi Bebidas.

Vinhos finos

As marcas Toro e Caballo são as sugestões da Zanlorenzi Bebidas para consumidores que buscam uma experiência enológica de maior refinamento ou desejam presentear com elegância na ocasião. Com rótulos cuidadosamente elaborados, as marcas proporcionam experiências diferenciadas à mesa, aliando qualidade, autenticidade e excelência, características que tornam esses vinhos escolhas ideais seja para celebrar o Dia dos Pais ou para presentear com sofisticação.

Sobre a Zanlorenzi Bebidas – Fundada em 1942, a Zanlorenzi Bebidas é uma das maiores empresas do setor de bebidas do Brasil. Com operações no Paraná, Rio Grande do Sul e Vale do São Francisco (PE), reúne um portfólio com sete marcas e mais de 50 rótulos entre vinhos, espumantes, sucos, chás, água de coco e bebidas derivadas da uva.
A companhia controla toda a cadeia produtiva, do processamento da fruta ao envase, investindo continuamente em tecnologia, inovação e qualidade para atender consumidores em todo o território nacional. Atualmente, a empresa é conduzida pela terceira geração da família Zanlorenzi, sob a presidência de Giorgeo Zanlorenzi e tendo como COO o executivo Edson Martins.

Shopping Curitiba lança campanha de Dia dos Pais com vinho argentino

A partir de 28 de julho, os clientes garantem o rótulo El Andinista Cabernet Sauvignon, com R$ 750 em compras

O Dia dos Pais do Shopping Curitiba chega com opções para todos os estilos de pais e uma vantagem exclusiva para os clientes. A partir do dia 28 de julho, o shopping lança a sua campanha de Compre-Ganhe: com R$ 750,00 em compras nas lojas participantes, os clientes ganham um vinho tinto argentino El Andinista Cabernet Sauvignon Selection.

De origem andina, a bebida é encorpada, com aromas intensos de frutas pretas e vermelhas maduras, toques sutis de especiarias e notas de carvalho. O vinho leva assinatura da Alta Vista, vinícola argentina da região de Mendoza

"Queremos que a experiência de escolher o presente do Dia dos Pais seja especial do início ao fim. Nosso mix de lojas foi pensado para oferecer praticidade e diversidade, permitindo que cada cliente encontre exatamente o que combina com seu pai. O brinde exclusivo vem para brindar esse momento em família e reforçar nosso carinho pelos clientes", destaca a gerente de marketing do Shopping Curitiba, Débora Ramos.

A campanha tem patrocínio da Mr. Cat, referência em calçados que combinam design sofisticado e conforto absoluto, e da Beagle, marca de vestuário reconhecida pela qualidade e pelo estilo casual adventure. A promoção é válida até o dia 9 de agosto ou enquanto durarem os estoques, limitada a uma troca por CPF.

O Shopping Curitiba é o destino ideal para que os filhos encontrem o presente perfeito. Com um mix variado que abrange desde moda, tecnologia, beleza e bem-estar, o shopping destaca marcas consagradas para o Dia dos Pais.

SERVIÇO
Campanha de Dia dos Pais — Shopping Curitiba
Período: De 28 de julho a 09 de agosto de 2026 (ou enquanto durarem os estoques de brindes).
Mecânica: R$ 750,00 em compras nas lojas participantes dão direito a 01 (um) Vinho Tinto El Andinista Cabernet Sauvignon Selection (limitado a 1 por CPF).
Patrocínio: Mr. Cat e Beagle.
Endereço: Shopping Curitiba, Rua Brigadeiro Franco, 2300, Centro, Curitiba.
Mais informações: www.shoppingcuritiba.com.br.

Vinhos brancos ganham espaço nos menus de inverno

Sommelière da Wine indica rótulos estruturados que harmonizam com pratos encorpados da estação

image.jpeg[Créditos: Magnific]

O inverno costuma ser a temporada oficial dos tintos encorpados, mas há uma tendência global que está transformando os padrões de consumo: a ascensão dos vinhos brancos.

Segundo um levantamento da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), a categoria, que reunia 46% da produção mundial de vinho no início dos anos 2000 já responde por 49% do total produzido, ultrapassando os tintos, cuja participação caiu de 48% para 43% no mesmo período.

Longe de ser um privilégio exclusivo dos dias quentes, a categoria tem conquistado espaço nas taças também nos menus de temperaturas mais baixas.

No Brasil, o movimento se confirma nos números de importação e consumo. Segundo a Ideal.BI, a fatia de vinhos brancos nas importações passou de 18% em 2021 para 24% em 2024. Já no primeiro semestre de 2025, os vinhos brancos alcançaram 26% do volume total de vinhos finos, nacionais e importados.

Por aqui, o crescimento reflete a valorização de estilos mais leves e refrescantes, adequados ao clima tropical e às diversas tradições gastronômicas – inclusive fora do verão.

“Engana-se quem pensa que o vinho branco combina só com o verão e suas altas temperaturas”, comenta Thamirys Schneider, sommelière da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo. “Há uma transformação global no perfil de consumo, com consumidores que buscam por frescor, versatilidade gastronômica e experiências mais leves. Hoje, os vinhos brancos tornaram-se escolhas populares em qualquer estação, e contam com uma variedade de estilos para diversas ocasiões.”

Para extrair o que há de melhor nesta tendência, confira abaixo as indicações da sommelière para o inverno:

Chac Chac Reserva Chardonnay 2024

A lista de indicações começa com um branco barricado, processo que confere estrutura e complexidade à bebida. É um Chardonnay argentino, com 6 meses em barris de 2º uso de carvalho francês de tosta suave, que traz um perfil mais cremoso, volumoso e untuoso no paladar, mas sem perder o frescor, exaltando suas notas tropicais, cítricas e de baunilha.

Harmoniza com pratos mais quentes e elaborados, como sobrecoxa recheada com queijo, bisteca ao molho de abacaxi ou um risoto tropical.

(https://www.wine.com.br/vinhos/chac-chac-reserva-chardonnay-2024/prod31730.html)

Inconsciente D.O.Ca Rioja Tempranillo Blanco 2024

Que tal sair do convencional com um vinho ousado e experimental? Inconsciente faz parte da linha IN, da renomada vinícola espanhola Bodegas D. Mateos, que traz rótulos com uma pegada moderna, ousada e cheios de personalidade, com presença e autenticidade que agrada paladares iniciantes e experientes pela sua riqueza de detalhes.

Este exemplar é elaborado com a uva Tempranillo Blanco, uma mutação da mesma variedade tinta, típica da região, que amadureceu por 6 meses sobre as borras em tanques de aço inox com remontagens semanais para abrir mais seu caráter aromático e trazer corpo, volume e complexidade no paladar.

O resultado é um vinho cremoso, com maior volume e acidez que acompanham cada gole do início ao fim. Um excelente exemplar que permite ousadia nas harmonizações, como um salmão ao curry de coco, camarões grelhados com molho de pimenta e manteiga, ou um nhoque ao pesto.

(https://www.wine.com.br/vinhos/inconsciente-d-o-ca-rioja-tempranillo-blanco-2024/prod31815.html)

Schola Sarmenti Mesia I.G.T. Salento Malvasia Bianca 2024

Um rótulo com cara de mar e a elegância das brisas que funciona muito além do verão. Elaborado com a uva Malvasia Bianca, uva branca popular na região da Puglia, Itália, este vinho evoca leveza e tranquilidade. Seu nome é uma palavra usada no contexto de “relaxar”, no dialeto local, e transmite a ideia de “relaxe, aproveite a vida e o vinho”.

Com um encantador buquê aromático que traz notas de peras maduras, frutas de caroço como pêssego, com um toque floral e de especiarias, possui paladar volumoso, macio, untuoso, com grande concentração frutada e uma vibrante e refrescante acidez.

Vai bem com macarrão ao molho de manteiga de ervas e camarões, ou um risoto de pera com gorgonzola.

(https://www.wine.com.br/vinhos/schola-sarmenti-mesia-i-g-t-salento-malvasia-bianca-2024/prod31715.html)

Casa Burmester Reserva D.O.C. Douro Branco 2023

Quer um vinho branco com grande estrutura e persistência no paladar? Este exemplar, da vinícola Burmester, tem este perfil. Elaborado com as uvas Gouveio, Rabigato e Viosinho criteriosamente selecionadas da D.O.C. Douro, Portugal, o vinho amadureceu por 6 meses em barricas de carvalho francês sobre as borras, resultando em um vinho expressivamente aromático, onde as camadas se revelam a cada virar da taça, e um paladar volumoso, untuoso, complexo e prolongado.

Um vinho branco super gastronômico, que aguenta harmonizações mais estruturadas, como caldos suculentos, fondue de queijo, filé mignon suíno ao molho de laranja e mel.

(https://www.wine.com.br/vinhos/casa-burmester-reserva-d-o-c-douro-branco-2023/prod31351.html)

Calyptra Gran Reserva Sauvignon Blanc 2019

Alguns vinhos marcam por sua audácia, como é o caso desse Sauvignon Blanc chileno, de perfil totalmente único da vinícola Calyptra. O vinho amadurece por 18 meses em barricas de carvalho francês sobre as borras finas – o que é bastante incomum para a casta, e resulta num exemplar único e inovador.

Um vinho que traz um buquê aromático glorioso, com camadas de maracujá maduro, pêra, baunilha, com nuances amadeiradas, de amêndoas laminadas torradas e caramelo. Na boca, é volumoso, cremoso, muito equilibrado, rico, com notas frutadas em sintonia com os toques de baunilha, madeira e amêndoas. Um vinho com acidez exuberante e com boa evolução na garrafa, que traz um final longo e complexo.

O vinho permite apostar em harmonizações mais quentes e estruturadas, como um badejo grelhado com crosta de amêndoas e purê de mandioquinha, peru ao molho de maracujá e risoto quatro queijos.

(https://www.wine.com.br/vinhos/calyptra-gran-reserva-sauvignon-blanc-2019/prod27923.html)

Ropiteau Frères A.O.C. Chablis 2024

É claro que um clássico vinho branco não ficaria de fora das indicações. É o tipo de vinho que vale tomar pelo menos uma vez na vida. Está programando aquele momento mais refinado, ou simplesmente quer se presentear com uma experiência incrível? Vá de Chablis.

Os vinhedos de Chablis são completamente separados do resto da Borgonha, na França, dando-lhes características que são totalmente distintas. O terroir único feito de margas se origina da era Kimmeridgiana: neste período, o mar cobria a região em questão, que, hoje, conta com ostras fossilizadas na composição do solo. Esta característica singular imprime nos vinhos Chablis uma nítida e exemplar mineralidade, tornando esse Chardonnay um ícone dos vinhos brancos mundiais.

Para dar um toque a mais de complexidade, uma pequena parte do vinho amadureceu em barricas de carvalho, proporcionando mais corpo e volume no paladar. Com aromas que remetem a frutas brancas como maçã e pêra, frutas cítricas, flores brancas, manteiga, toque de especiarias e uma perceptível mineralidade, este exemplar segue encantando com o paladar rico, mineral, vibrante, elegante e muito refrescante. Um clássico formidável!

O vinho pode ser degustado em qualquer época do ano, e harmoniza bem com a combinação clássica de Chablis com ostras gratinadas, ou ir para harmonizações mais elaboradas como paella ou risoto de limão siciliano.

(https://www.wine.com.br/vinhos/ropiteau-freres-a-o-c-chablis-2024/prod32183.html)

Sobre a Wine
A Wine foi fundada em 2008. A empresa, que já nasceu online há 15 anos, ousou investir em vinho no país da cerveja e, hoje, é o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.Com a missão de conectar mais pessoas por meio da paixão pelo vinho e tornar o vinho um produto hiper disponível no mercado brasileiro, além do Clube Wine, a marca atua com o e-commerce www.wine.com.br, o app Wine Vinhos (disponível para download na AppStore e Google Play) e possui 13 lojas físicas no Brasil. São duas unidades na capital paulista, uma no Rio de Janeiro e 10 em cidades como Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e Porto Alegre. Além disso, a Wine está presente no México, com o clube de assinatura “Vino como quieras”.Ao lado da Cantu Grupo Wine e da Bodegas Grupo Wine, marcas que atuam com foco no B2B, a empresa compõe o Grupo Wine, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação e se consolidou como o grupo número 1 de vinhos no Brasil.

Santa Helena apresenta nova linha à base de vinho no Brasil

Rótulos da vinícola chilena chegam nas versões chocolate, frutas vermelhas e pêssego, com perfil leve e proposta easy drinking: Gelou, Abriu, Partiu!

A Interfood Importação traz ao Brasil a linha Santa Helena Selección, novidade da Viña Santa Helena que reúne bebidas à base de vinho nas versões chocolate, frutas vermelhas e pêssego. Produzida no Vale Central do Chile, a linha nasce da vinícola fundada em 1942 e combina tradição com uma proposta voltada a novas formas de consumo.

A chegada da nova linha acompanha um movimento dentro da categoria em direção a bebidas com menor teor alcoólico e perfil mais leve. São produtos pensados para o consumo mais direto, servidos bem gelados e presentes em ocasiões menos formais do que o vinho tradicional, abrindo possibilidades de consumo.

O Santa Helena Selección Chocolate (R$ 56,99) é a versão mais intensa da linha. Elaborado a partir de vinhos tintos selecionados, destaca as notas de chocolate natural logo na primeira prova, com textura macia e presença mais marcada no paladar. O perfil é direto, com a doçura bem integrada ao conjunto e um final que permanece sem pesar. Ideal para harmonizar como aperitivo, com sobremesas a base de morango ou chocolate.

As versões com frutas seguem uma linha mais leve e refrescante. O Santa Helena Selección Frutas Vermelhas (R$ 56,99) traz notas de morango e framboesa, com equilíbrio entre doçura e acidez e final suave. Já o Santa Helena Selección Pêssego (R$ 56,99) aposta em um perfil mais leve e tropical, com fruta madura em evidência, leve toque cítrico e acidez equilibrada, que mantém a sensação de frescor. São excelentes opções para acompanhar saladas e saladas de frutas, por exemplo.

A nova linha Santa Helena Selección pode ser adquirida no próprio e-commerce TodoVino, no canal de Televendas (11) 2602-7266, no WhatsApp (11) 99278-9369 ou nas melhores lojas especializadas.

SOBRE TODOVINO
TodoVino realiza uma seleção criteriosa dos vinhos, seja do Novo ou do Velho Mundo, também com cervejas, champagnes, espumantes e destilados, para que todos estejam disponíveis a você. Compartilhamos o nosso conhecimento em grandes rótulos e marcas prestigiadas, disponibilizando informações essenciais sobre os produtos, provenientes de diversos países, como o Chile, Argentina, Uruguai, França, EUA, Inglaterra, Escócia, Itália, Espanha, Portugal, Hungria, Alemanha e África do Sul. Somos um canal de vendas virtual, que utiliza a mais alta tecnologia para transformar a sua experiência de compra em momentos únicos e memoráveis, e uma equipe altamente qualificada, que prima pela excelência e visa proporcionar a satisfação absoluta de nossos clientes. @todovinobr.

SOBRE INTERFOOD
A Interfood Importação é uma empresa nacional, fundada há mais de 30 anos e seu portfólio é composto por diversas categorias de bebidas (vinhos, cervejas, licores, destilados e não alcoólicos), com marcas consagradas e importadas dos principais centros produtores de várias partes do mundo como Chile, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, África do Sul, Portugal, Espanha, França, Itália, Holanda, Escócia, entre outros. Atende aos principais canais de distribuição, incluindo venda direta ao consumidor final, além de contar com uma estrutura logística das mais confiáveis e qualificadas para atender todas as regiões do país, sempre acreditando em parcerias transparentes e de longo prazo. Saiba mais: www.interfood.com.br ou através de nosso e-commerce www.todovino.com.br.

De gole em gole, de gol em gol: a torcida da final já tem harmonização

A poucos dias da decisão, tudo indica um duelo entre Argentina e França pela taça mais cobiçada do esporte — e a World Wine já escolheu, taça a taça, como brindar a cada lado até o apito final.

São Paulo, 14 de julho de 2026 — Faltam poucos dias para o mundo inteiro sentar em frente à tela para a decisão da Copa do Mundo. No domingo, dia 19, tudo aponta para um confronto entre Argentina e França pela taça mais cobiçada do esporte — dois times que, cada um à sua maneira, representam o que o futebol tem de mais extremo e mais coletivo. A harmonização, a World Wine já resolveu: seis rótulos, três para cada lado, escolhidos para acompanhar a torcida de gole em gole, de gol em gol, até o apito final.

SE A ARGENTINA LEVANTAR A TAÇA: GENIALIDADE TAMBÉM TEM EXTREMO
Não existe meio-termo para quem já viu Messi jogar. O que ele faz em campo — a curva que não deveria existir, o passe que ninguém mais enxergou, o gol nascido do nada — é genialidade levada ao extremo, do tipo que só nasce nas margens do possível. A World Wine foi buscar, exatamente nessas margens, três vinhos que contam essa história sob três formas diferentes de extremo.

Patagônia extrema — Otronia 45 Rugientes Pinot Noir (R$ 248)

Patagônia extrema — Otronia 45 Rugientes Pinot Noir (R$ 248)
O próprio nome já entrega o recado: “Rugientes” remete aos Roaring Forties, os ventos que varrem os paralelos mais ao sul do planeta. Em Chubut, na fronteira do que se considera viável para viticultura, a 45º de latitude sul, o Pinot Noir amadurece devagar, sob um frio que intimida qualquer casta menos teimosa. O resultado é um tinto de elegância tensa — do tipo que não perdoa erro, mas também não erra.
Ver o vinho na World Wine →

Gualtallary, o topo do Valle de Uco — Sophenia Synthesis Malbec (R$ 389)

Gualtallary, o topo do Valle de Uco — Sophenia Synthesis Malbec (R$ 389)
Considerado o terroir mais nobre do Vale de Uco, a mais de 1.450 metros de altitude, Gualtallary é onde o Malbec deixa de ser resposta fácil e vira assinatura: solo pedregoso, amplitude térmica brutal entre o dia e a noite, um vinho de camadas que se revelam aos poucos — como o próprio jogo de Messi, que raramente entrega tudo de uma vez.
Ver o vinho na World Wine →
Clique Para Download

Salta, onde a altitude vira história — Vallisto Criolla (R$ 149)

Salta, onde a altitude vira história — Vallisto Criolla (R$ 149)
Os vinhedos de Salta estão entre os mais altos do mundo, e a Criolla é a casta que testemunhou essa história desde o início: trazida ainda no século XVI, é uma das raízes mais antigas da vitivinicultura argentina. No copo, é leve, fresca, quase despretensiosa — até lembrar que carrega quinhentos anos de resistência. Tem mais Argentina nisso do que em qualquer rótulo badalado.
Ver o vinho na World Wine →
Torcer pela Argentina é torcer pelo extremo — de latitude, de altitude, de história. E o extremo, no copo como em campo, faz o improvável parecer método.

SE A FRANÇA LEVANTAR A TAÇA: UM TIME, MUITOS MUNDOS, O MESMO BRINDE
O que torna a seleção francesa imbatível não é um estilo — é a soma de muitos. Jogadores nascidos em Paris e em Bamako, criados na Bretanha e em Argel, formados em escolas que falam a mesma língua com sotaques do mundo inteiro. A força francesa está exatamente aí: diversidade que vira sintonia, contraste que vira coletivo. A World Wine tem o catálogo para acompanhar essa complexidade taça a taça — somos a maior importadora de vinhos franceses do Brasil — e escolheu três rótulos que atravessam o país de norte a sul.

Champagne — Drappier Charles de Gaulle (R$ 849)

Champagne — Drappier Charles de Gaulle (R$ 849)
Poucas casas de Champagne carregam um nome tão simbolicamente francês quanto este: a Drappier, sediada em Urville, tinha o próprio General de Gaulle como cliente e vizinho — a cuvée é um tributo direto a ele. Abrir essa garrafa é brindar não só a um time, mas a uma ideia de França: tradição, grandeza e um toque de teatralidade que nunca soa exagero.
Ver o vinho na World Wine →

Bourgogne — Domaine Laurent P&F Bourgogne MCMXXVI (R$ 599)
Bourgogne — Domaine Laurent P&F Bourgogne MCMXXVI (R$ 599)
Domaine Laurent é um dos nomes mais respeitados — e mais discutidos — da Borgonha contemporânea, um négociant que trata cada parcela como um capítulo à parte. “MCMXXVI” é 1926 em algarismos romanos, o ano que a casa toma como referência: tradição centenária, sem nenhuma pressa de se explicar.
Ver o vinho na World Wine →

Bordeaux — Château Le Puy Emilien (R$ 739)

Bordeaux — Château Le Puy Emilien (R$ 739)
Le Puy é uma das propriedades mais antigas de Bordeaux, na mesma família há mais de quatro séculos, e uma pioneira da agricultura biodinâmica na região — décadas antes de isso virar tendência. Emilien é vinho de conversa longa: pede tempo, mas devolve em complexidade tudo o que exige de paciência. Uma boa lembrança de que o talento que dura é sempre o mais bem cultivado.
Ver o vinho na World Wine →
Torcer pela França, copo em punho, é torcer por essa diversidade toda ao mesmo tempo — de Champagne a Bordeaux, passando pela Borgonha, um roteiro tão rico quanto o elenco que pode levantar a taça no dia 19.

SEJA QUAL FOR O RESULTADO, NINGUÉM ASSISTE DE MÃOS VAZIAS
Não interessa quem sair com a taça no dia 19: o que interessa é que ninguém vai acompanhar a decisão sem uma taça por perto. A World Wine convida você a torcer pelo seu time do jeito que só o torcedor brasileiro sabe fazer — com identidade, com humor e com um copo sempre à mão. De gole em gole, de gol em gol, é a torcida que esquenta e o paladar que se apura.

Que vença o melhor time. Que se brinde com o vinho certo. E que a Taça — essa, com maiúscula — role até onde, no fundo, todo torcedor brasileiro secretamente também torce para ela ir parar.

A World Wine, fundada em 1999, é o braço de vinhos premium e de luxo do Grupo La Pastina. Com portfólio de mais de 450 produtores e cerca de 270 marcas exclusivas de 17 países, destaca-se como uma das principais importadoras de vinhos franceses premium no Brasil. Conta com 20 lojas próprias e cobertura nacional via representantes e e-commerce. Sua operação inclui centro de distribuição climatizado com padrão internacional. Atua como referência em curadoria, formação de mercado e cultura do vinho no país.