Invasão “Pé Vermelho” nas ruas da capital e nas mostras do FRINGE

O Norte do Paraná está presente no 33.º Festival de Curitiba em três mostras do FRINGE, que reúnem espetáculos, oficinas, bate-papos e shows, e em cinco espetáculos gratuitos na rua.

A cor, uma das principais características do solo do Norte do estado do Paraná devido à decomposição de rochas basálticas, dá origem ao termo "Pé Vermelho" – apelido utilizado informalmente para designar quem vem da região. Na 33ª edição do Festival de Curitiba, no entanto, companhias de Maringá, Londrina e Ribeirão Claro devem trazer, além de algum barro nos pés, muita arte e conhecimento para compartilhar.

Juntas, elas entregam cinco espetáculos gratuitos de rua, com 18 apresentações no total, e três das 12 mostras do FRINGE: Mostra Iminente, que traz temáticas sociais urgentes e tangentes, como burnout e as consequências da pandemia de Covid-19, em três espetáculos e duas oficinas formativas; mostra Solos para (Re)existir!, com cinco espetáculos e três mesas redondas que celebram a arte como expressão e resistência, e ainda a mostra de 43 anos do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis, do londrinense radicado em São Paulo Mário Bortolotto, com quatro espetáculos e um show musical.

De Ribeirão Claro, município com cerca de 12 mil habitantes, chega o espetáculo infantil Piá Azul: Onde está o seu coração?, do Grupo Paiol. Com direção de Pedro Ziroldo, a peça usa a cultura para reviver sonhos e amizades esquecidas por meio da história de uma criança curiosa que busca um burrinho que saiba ler e, no caminho, descobre nos detalhes e encontros inesperados os presentes que a vida pode oferecer.

De Londrina, desembarcam onze atividades: na rua, os espetáculos Moridjane, da Cia Moonligth, que celebra as raízes africanas em um mergulho nas tradições e resistências afro-diaspóricas; Como dançar junto, da Cia Nua (Núcleo Artístico), que surpreende os transeuntes com dança em espaços públicos e Amma Circo Show, da Cia. AMMA, com palhaçaria clássica.

Na mostra Solos para (Re)existir!, a Cia Os Palhaços de Rua celebra a arte como expressão de resistência com reflexões sobre racismo, opressão e exclusão, com os espetáculos Leno - Queria Nascer Flor, no qual um grande saco de lixo perambula pelas ruas; O Pássaro Azul, em que a marionete protagonista adormece e embarca em uma viagem sonho; Preta do Leite, inspirada no livro “Mitologia dos Orixás”; Pret(A) - Resquícios De Uma Mulher Só, na qual as histórias de várias gerações de mulheres da mesma família se entrelaçam e Requiém Para Um Barbeiro, que retrata um jovem envolto por um emaranhado de situações que o oprimem, o enraivecem e o fazem perder a esperança em si mesmo e em tudo ao seu redor.

A mostra ainda vai oferecer três bate-papos gratuitos na CAIXA Cultural: A produção teatral e as políticas públicas para o interior do estado do Paraná; O papel do feminino e da negritude no teatro dos dias atuais e O teatro de rua e seu papel político na ocupação dos espaços públicos com arte e cultura.

Ainda que vindo de São Paulo, completa o time de londrinenses na 33ª edição de Festival, o diretor e dramaturgo Mário Bortolotto, que apresenta, no miniauditório do Teatro Guaíra, a Mostra de 43 anos do grupo de teatro Cemitério de Automóveis, fundado por ele, com quatro peças teatrais e o show da banda Saco de Ratos, da qual é vocalista.

Já Maringá está presente no FRINGE 2025 com a Mostra Iminente, da LadyLéo Produções Artísticas, com três espetáculos no sistema “pague quanto vale” e duas oficinas gratuitas: A Fantástica Fábrica de Atrocidades, uma produção interativa com discussões acerca do período da pandemia de Covid-19; Burnout 8760, que faz uma reflexão sobre esgotamento e como vivemos nossas horas utilizando a dança; Camaradas, que traz uma reflexão sobre política; e as atividades de formação Tecnologia como dispositivo de fabricação de personagens e A linha tênue entre movimentos cotidiano e dança.

A Mostra FRINGE no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar, CAIXA e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de CNH Capital – New Holland, EBANX, ClearCorrect – Neodent, Viaje Paraná – Governo do Estado Paraná e Copel – Pura Energia, além do patrocínio especial da Universidade Positivo.

Festival de Curitiba
Os ingressos para o Festival de Curitiba podem ser adquiridos pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br ou na bilheteria física localizada no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L2, Centro Cívico).

A 33ª edição do Festival de Curitiba acontece de 24 de março a 6 de abril, reunindo cerca de 350 atrações em mais de 70 espaços de Curitiba e Região Metropolitana. A programação inclui espetáculos teatrais premiados e aclamados pelo público, estreias nacionais e uma ampla diversidade de manifestações artísticas, como dança, circo, humor, música, oficinas, shows, performances e gastronomia.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Serviço:

Mostra FRINGE - 33º Festival de Curitiba
Data: De 24/3 a 6/4 de 2025
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo.
Confira também descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Fringe 2025 recebe oficinas e mostra teatral mineira: MINAS PARA VER DE PERTO

As companhias de teatro Sala de Giz e Futuros Carecas de Minas Gerais trazem para Curitiba, durante o Festival de Teatro, três espetáculos e duas oficinas para um encontro dedicado ao teatro intimista e a proximidade com artistas e público, entre os dias 26 e 30 de março no Teatro Novelas Curitibanas.

Mostra mineira "Minas para ver de perto” traz teatro intimista e oficinais de atuação para o público curitibano, durante o Festival de Curitiba, entre os dias 26 e 30 de março no Teatro Novelas Curitibanas. (Para mais imagens acesse: FOTOS, ARTE E VÍDEO)

De 26 a 30 de março, duas companhias de teatro mineiras - Sala de Giz de Juiz de Fora, e Futuros Carecas de São João del-Rei - desembarcam em Curitiba, para realização da Mostra Minas Para Ver de Perto, que acontece no Teatro Novelas Curitibanas - Claudete Pereira Jorge, durante a 33ª edição do Festival de Curitiba, o maior das artes cênicas da América Latina. O encontro é dedicado ao teatro intimista e à proximidade entre artistas e espectadores como protagonistas. De acordo com Felipe Moratori, ator e também diretor da Mostra, as companhias estão alinhadas com criações intimistas, desenhadas para duplas de atores, e têm na relação de proximidade espacial com o espectador as suas poéticas de encenação. “Ambas Cias têm o Lume Teatro como referência, o que nos leva a compreensão e criação de cena a partir de um teatro fundamentado no trabalho de ator, feito para ser assistido de perto. Não há necessariamente uma interação direta com o espectador (nenhum trabalho convida o espectador a exposição), mas sim ao olhar próximo e a valorização dos gestos e das sutilezas da encenação”, afirma.

As produções que fazem parte da programação, transitam entre o drama contemporâneo e o clássico do teatro brasileiro, sempre com uma abordagem sensível e próxima do público. “A Mostra Minas Para Ver de Perto é uma oportunidade única para o público curitibano experimentar um teatro que valoriza a troca direta e a imersão sensorial”, revela o diretor.

As apresentações das peças: Minas Impura, Terra Sem Acalanto e Dois Perdidos Numa Noite Suja, acontecem respectivamente nos dias 28, 29 e 30 de março às 20 horas. Além das peças, o grupo traz oficinas voltadas à atuação com disponibilidade de 16 vagas por turma. A primeira oficina, Atuação em Espaços Íntimos, ministrada pelos atores Bruno Quiossa e Felipe Moratori, propõe técnicas de atuação em espaços reduzidos, explorando a proximidade com o espectador e a construção de relações cênicas intensas. Já segunda oficina, Treinamento para Atuadores: Em Busca de Impulsos Internos, será conduzida por Pedro Barsa e Rafael Morais, baseada no treinamento físico e na busca por impulsos internos como gatilhos para a criação cênica.

A Sala de Giz, que traz duas montagens autorais, se destaca no cenário mineiro com produções que investigam temáticas contemporâneas e a relação entre memória e identidade. Já a Futuros Carecas, que apresenta um clássico do teatro brasileiro, pesquisa teatro físico e técnicas de atuação baseadas na fisicalidade, com montagens visceralmente conectadas com o corpo e o espaço. Os ingressos e inscrições já estão disponíveis para venda no site oficial do Festival de Curitiba, sendo R$60,00 a entrada inteira e R$30,00 (meia).

Sinopses

Minas Impura (Sala de Giz)
Em uma cidade mineira que cresce verticalmente, Lauro e Miguel vivem em uma casa que resiste entre prédios. Com a iminente chegada do pai de Miguel e a descoberta de uma intensa história de amor do passado, o casal se vê diante de uma suposta cabeça de boi enterrada no quintal. “Minas Impura” é uma obra contemporânea que mergulha nas complexidades do imaginário mineiro em territórios afetivos de fronteira.

Terra sem Acalanto (Sala de Giz)
Em um fictício interior de Minas Gerais, uma narrativa de devastação na qual um coveiro encontra sobreviventes de uma pequena comunidade submersa em lama. A peça questiona temas universais como fé, justiça e a capacidade humana de se recuperar diante de grandes catástrofes. A criação dramatúrgica foi motivada pelo maior crime ambiental do país: os rompimentos das barragens da Samarco/Vale.

Dois Perdidos Numa Noite Suja (Futuros Carecas)
Montagem do clássico brasileiro de Plínio Marcos, os personagens são Tonho e Paco, dois jovens adultos em uma situação financeira precária que dividem o mesmo espaço claustrofóbico de um quarto em uma pensão de última categoria. O desenvolvimento do diálogo e ações expõem questões emergentes em um contexto de tensão social, típico dos países latino-americanos no qual o crime se revela como a única opção de promoção social.

Crédito fotos: Filipe Fontes.

SERVIÇO

ESPETÁCULOS
Local: Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222, São Francisco)
Valores: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

Minas Impura – Sexta, 28 de março – 20h
Ingressos:https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/minas-impura/
Terra sem Acalanto – Sábado, 29 de março – 20h
Ingressos:https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/terra-sem-acalanto/29-03-2025/
Dois Perdidos Numa Noite Suja – Domingo, 30 de março – 20h
Ingressos:https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/dois-perdidos-numa-noite-fria/30-03-2025/

OFICINAS
1 - Atuação em Espaços Íntimos
Dias: 26 e 27 de março – 14h
Local: Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222, São Francisco)
Vagas: 16
Classificação: 16 anos
Valor: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Inscrição:https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/atuacao-em-espacos-intimos/26-03-2025/

2 - Treinamento para Atuadores: Em Busca de Impulsos Internos
Dias: 26 e 27 de março – 09h
Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Dr. Celso Charuri, Paula Gomes, 270, São Francisco)
Vagas: 16
Classificação: 16 anos
Valor: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Inscrição:https://festivaldecuritiba.com.br/atracao/treinamento-para-atuadores-em-busca-de-impulsos-internos/26-03-2025/

Informações Adicionadas

SALA DE GIZ

Com o primeiro espetáculo estreado em 2016, a companhia Sala de Giz, parceria entre os artistas Bruno Quiossa e Felipe Moratori vem construindo um repertório autoral, experimentando a cena e construindo linguagens sob temáticas contemporâneas e a partir do encontro com artistas convidados. A Sala de Giz tem um projeto de permanência em Juiz de Fora, com o compromisso de fortalecer, dinamizar e construir o território. O trabalho para construção dos projetos elaborados pela Cia tem genuíno interesse em memórias coletivas, narrativas ancestrais e histórias populares da cidade. Por meio do Festival Sala de Giz de Teatro, a companhia tem fortalecido sua rede com artistas e grupos expressivos do cenário nacional como LUME Teatro, Grupo Magiluth, Marcio Abreu, Inês Peixoto, entre outros.

FUTUROS CARECAS

Futuros Carecas Companhia de Teatro é formada por Pedro Barsa e Rafael Morais, estudantes do Bacharelado em Teatro da UFSJ. Trabalham juntos desde 2022 como integrantes do Grupo de Pesquisa e Projeto de Extensão CASA ABERTA, coordenado pela Profª Drª Juliana Mota. Pesquisam treinamentos e metodologias teatrais ligadas ao trabalho corporal, ao teatro físico e técnicas de circo e dança. Têm como referência os estudos e treinamentos do LUME Teatro, de Campinas, onde ambos fizeram cursos de treinamento. Em 2022, contemplados pelo Edital de Criação de Circulação Artística da Pro-reitoria de Extensão/UFSJ, iniciam o trabalho de montagem do espetáculo "Dois Perdidos Numa Noite Suja" que já participou de diversos festivais, entre eles o Tiradentes em Cena, o Fentepira, o Festival Nacional de Passos e o Festival Sala de Giz.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA VIOLA E BATUQUE COM GRANDES NOMES DA MÚSICA BRASILEIRA

Marco Lobo e Marcos Assunção apresentam espetáculo instrumental com convidados especiais

Viola e Batuque. Foto: Julio Andrade

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta os ritmos vibrantes da música brasileira no projeto Viola e Batuque, que traz ao palco os renomados instrumentistas Marco Lobo e Marcos Assunção. As apresentações, que ocorrem de 19 a 23 de março, prometem encantar o público com uma fusão de estilos regionais e sofisticados, influenciados pela música erudita e jazz.

Em Viola e Batuque, Marco Lobo e Marcos Assunção apresentam uma combinação de sons da viola caipira, violão de 7 cordas, berimbau, pandeiro e outros instrumentos tradicionais da percussão brasileira. A colaboração entre Lobo e Assunção resultou no álbum homônimo, lançado em agosto de 2023. "A fusão de nossos backgrounds musicais proporcionou um projeto único que soma a música popular e clássica. Nosso objetivo é preservar a beleza da música brasileira”, acrescenta Marcos Assunção.

Marco Lobo, percussionista baiano, e Marcos Assunção, mestre da viola caipira sul-mato-grossense, destacam-se pela forte conexão com a cultura brasileira e sua musicalidade única. Juntos, criam uma harmonia instrumental que reflete a rica diversidade do patrimônio musical do Brasil. "Nossa música é uma jornada pelos sons do Brasil, do regional ao sofisticado. Então nada melhor que compartilhar a magia dos instrumentos, como o berimbau, pandeiro e a viola caipira, com o público curitibano”, revela Marco Lobo.

As apresentações contam também com a participação especial do Quarteto de Cordas Brasil Opus Música, sob a regência do maestro Eduardo Martinelli, e da cantora brasileira Virgínia Rodrigues, que transita entre o popular e o erudito. Virgínia, parceira de longa data de Marco Lobo, já se apresentou em importantes festivais e casas de show ao redor do mundo, como o festival Wassermusik Black Atlantic Revisited (Berlim, Alemanha), o Museu Quai Branly (Paris, França) e o Barbican (Londres, Inglaterra).

O repertório do show inclui composições originais e releituras de clássicos de Johann Sebastian Bach, Almir Sater e Egberto Gismonti. Os arranjos criativos da dupla capturam a inspiração das diversas influências culturais do Brasil, que vão da polca paraguaia ao choro, do baião ao jazz.

No dia 22 de março, além do show, haverá uma sessão de bate-papo interativa com o público, proporcionando insights sobre o universo da viola caipira e da percussão. Tanto o espetáculo quanto a interação pós-show serão acessíveis em Libras, enriquecendo a compreensão do público sobre a música instrumental brasileira e suas diversas facetas.

Sobre Marco Lobo e Marcos Assunção
Marco Lobo é um percussionista experiente, com mais de 40 anos de carreira, conhecido por suas performances dinâmicas e contribuições para a música brasileira. Marcos Assunção é um mestre da viola caipira, com uma carreira que se estende por mais de 20 anos. Juntos, eles trazem um enorme talento e paixão para o projeto Viola e Batuque, preservando e celebrando as ricas tradições da música brasileira.

SERVIÇO:
[Música] Viola e Batuque, com Marco Lobo e Marcos Assunção
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 – Centro
Datas: de 19 a 23 de março (quarta a domingo)
Horários: Quarta a sábado às 20h, domingo às 19h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA).
Venda dos ingressos a partir do dia 15 de março, a partir das 10h na bilheteria da CAIXA e após as 15h online pelo site www.caixacultural.gov.br
Horário da bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 90 minutos
Acesso para pessoas com deficiência e tradução para Libras na sessão de sábado, dia 22
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

FESTIVAL DE TEATRO DE ARAPOTI PROMOVE A CULTURA NA CIDADE

“Nos meses de março e abril, a cidade vai receber cinco peças, com onze apresentações, além de duas oficinas. A programação gratuita vai passar por escolas públicas, o Parque da Páscoa e na rua”.

Todos nós sabemos que a arte salva e ajuda a formar pessoas melhores. É para isso que foi idealizado o Festival de Teatro de Arapoti, continuidade do evento POMAR que que teve sua estreia em 2024, e vai tomar conta da cidade dos Campos Gerais do Paraná, entre os meses de março e abril. Ao todo, a programação inclui cinco peças teatrais - com onze apresentações -, que abordam os mais diversos temas.

O festival vai ser feito em duas etapas: o Circuito I, que começou nesta segunda (10.03) e segue até sexta, dia 14 de março, com apresentações em escolas rurais e urbanas da cidade de Arapoti. Já o Circuito II está previsto entre os dias 11 e 14 de abril, com apresentações destinadas às escolas e comunidade, no Parque da Páscoa.

“O festival chega para dar uma continuidade nas ações já executadas em 2024, com o Pomar. Esse é um projeto que tem apresentações teatrais direcionadas para escolas e também para a comunidade. Vamos realizar apresentações a céu aberto, onde a comunidade vai poder apreciar os espetáculos. O apoio da comunidade vai ser essencial”, destaca Juliana Cordeiro, uma das organizadoras do festival.

A mostra ficará em cartaz em Escolas da cidade e também no Parque da Páscoa (próximo ao chafariz). Uma produção do Ser Arteiro, o projeto conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Arapoti e o apoio da COPEL, é realizado com Incentivo do Programa Estadual De Fomento e Incentivo À Cultura/PROFICE – Secretaria De Estado da Cultura – Governo Do Estado Do Paraná.

Juliana Cordeiro, que também é atriz, produtora e arte-educadora, reforça que o objetivo do evento é promover o fortalecimento da cultura na cidade de Arapoti e também na região, das cidades que ficam no entorno.

“A continuidade é um fator essencial para que as pessoas se acostumem e tenham o hábito de procurar a arte, o teatro. A gente sabe que são poucas as oportunidades que existem em nossa cidade, que é pequena, são 35 mil habitantes, não temos equipamentos adequados, usamos espaços alternativos. Mas não é por conta disso que vamos deixar de fazer, pelo contrário”.

Formação de plateia

A ideia, conforme Juliana, é também a de chamar a atenção de todos os setores, para que percebam a importância que a arte tem como fator de transformação na vida das pessoas.

“Queremos promover a continuidade de festivais em nossa cidade para que o poder público e o privado vejam a necessidade e apoiem e patrocinem com equipamento teatral para que a gente possa trazer cada vez mais espetáculos para a nossa cidade. Quem vai, gosta. Queremos que toda a família possa ir junto e compactuar com esse momento cultural, depois conversar em casa, ter a reflexão sobre os temas que a gente traz com cada espetáculo”.

Luana Cordeiro, produtora do projeto reforça também a questão da formação de plateia. Por isso, os espetáculos são sempre destinados a quem quer vê-los.

“Assim, a gente visa incentivar a formação de plateia, com apresentações agendadas para crianças e jovens e educadores de escolas e instituições municipais, e outras abertas da comunidade em geral. O nosso evento proporciona um momento para ser compartilhado em família”.

Além das cinco peças teatrais, a programação do festival também inclui duas oficinas de formação, com atividades nos dias 10 de março e 11 de abril.

PROGRAMAÇÃO DE ESPETÁCULOS – CIRCUITO I

ESPETÁCULO “SIRICOTIANDO” – GRUPO EXPEDIÇÃO SORRISO
Siricotiando é um espetáculo composto por quadros cômicos criados pelo próprio ator/palhaço que utiliza uma linguagem simples e lúdica. Agrada todas as idades e tem sido muito aplaudido pelos lugares onde passa, um espetáculo sensível, divertido e muito comovente.
DIA 10/03 – 14h – Escola Municipal Dezidério José Correa
DIA 12/03 – 9h – Colégio Estadual de Calógeras
Dia 12/03 – 14h – Escola Municipal Paulo Novochado - Cerrado das Cinzas

ESPETÁCULO “KABUM!” – COCOTTE MINUTE PRODUÇÕES
Tata e Tutu são duas amigas que se juntam para relembrar as histórias que seus avós contavam. As lembranças despertam sentimentos fraternos, conhecimento da própria história e ancestralidade. Em uma tarde divertida, as personagens são surpreendidas por uma brisa nostálgica que as levam para um universo paralelo. Nessa viagem no tempo, Tata se lembra de uma de suas histórias preferidas: Kabum! Uma perereca grudou no meu bumbum.

DIA 13/03 – 9h – Colégio Estadual do Cerrado das Cinzas
DIA 13/03 – 14h – Escola Municipal de Calógeras
DIA 14/03 – 14h – Escola Municipal Dezidério José Correa

ATIVIDADES FORMATIVAS – CIRCUITO I
OFICINA – “Circo – Malabarismo, equilibrismo e acrobacia" com Renato Aguiar. Esta oficina tem como o objetivo compartilhar com o público técnicas circenses como o Malabarismo, equilibrismo e acrobacias.
Público Alvo: Jovens em formação magistério e professores
Dia: 10/03 – 8h as 11h - COLÉGIO ESTADUAL RUI BARBOSA (público agendado)

PROGRAMAÇÃO DE ESPETÁCULOS – CIRCUITO II

ESPETÁCULO “ZUM ZUM ZUM” – CIA TUPI PERERÊ
O musical do grupo Tupi Pererê, o “Zum Zum Zum”, busca despertar os pequenos para essa beleza escondida logo ali. Faz isso com uma mistura delicada de canções, contos e poesias inspirados nas estações do ano. Tempo para admirar a folha caindo da árvore e sentir o vento no rosto. Tempo para ouvir o passarinho cantar e ser aquecido pelo raio de sol. Tempo para jogar a pedra no lago e acompanhar o seu curso. Será que as crianças de hoje têm tempo para a poesia da vida?
DIA11/04 - 9h30 e 14h30 (Tradução em LIBRAS) – PARQUE DA PÁSCOA

ESPETÁCULO “O TERRENO BALDIO” – GRUPO OLHO RASTEIRO
A Sociedade do Betume se reúne em um terreno baldio todas as tardes, depois da escola. Nem suas próprias casas são mais importantes do que aquele espaço. Do outro lado da cidade, outro grupo - a Gangue do Ovo Podre - insatisfeito com o local onde brinca, resolve tomar posse do terreno baldio, criando uma grande batalha. A história, aparentemente infantil, vai muito além de uma disputa por território e vantagens. Fala de ideologia e do drama da vida real.
DIA 14/04 - 14h30 – PARQUE DA PÁSCOA e às 17:30h – Vila Santo Antônio próximo ao CRAS da Vila dos Funcionários (tradução em LIBRAS)

ESPETÁCULO “IRÂNMANDUTIÊ – COMO NASCE UM RIO?” – TONTOTOM
Conta a história de três amigos, Irán, Mandú e Tiê, que descobrem uma nascente d’água próximo de suas casas. A partir desse fenômeno da natureza, os três amigos Irán, Mandú e Tiê navegam pelas histórias dos rios do Brasil, conhecendo suas lendas e mistérios, repletas de arte e conhecimento. Guiando-se por personagens ancestrais como Nhanderú, uma Anciã, a Lavadeira e Sucata, aprendem sobre valores como o cuidado com o meio-ambiente, a proteção aos povos originários e principalmente, o ciclo de vida da água.
DIA 13/04 – 16h (Tradução em LIBRAS) – PARQUE DA PASCOA

ATIVIDADES FORMATIVAS – CIRCUITO II
OFICINA - "Corpo e presença - procedimentos para um teatro vivo" com a ministrante cofundadora do Grupo Olho Rasteiro, Rana Moscheta que busca refletir sobre o teatro como um lugar de manifestações que reivindicam causas, dos brincantes que interagem entre si e com aqueles que assistem, a oficina prática pretende abordar um estudo corporal que busque um estado de "presença cênica", com exercícios que permitam uma participação e relação entre artistas e expecta-atores através de corpos ativos e prontos para o jogo de cena.
Dia: 14/04 – das 8h às 11h - Colégio Estadual Rui Barbosa (público agendado)

Serviço:
Festival de Teatro de Arapoti
Quando: Circuito 1 - de 10 a 14 de março de 2025 / Circuito 2 - de 11 a 14 de abril de 2025
Onde:
CIRCUITO 1 - escolas rurais e urbanas
DIA 10/03 – 14h – Escola Municipal Dezidério José Correa
DIA 12/03 – 9h – Colégio Estadual de Calógeras
Dia 12/03 – 14h – Escola Municipal Paulo Novochado - Cerrado das Cinzas
DIA 13/03 – 9h – Colégio Estadual do Cerrado das Cinzas
DIA 13/03 – 14h – Escola Municipal de Calógeras
DIA 14/03 – 14h – Escola Municipal Dezidério José Correa
OFICINA - Dia: 10/03 – das 8h às 11h - COLÉGIO ESTADUAL RUI BARBOSA

CIRCUITO 2
DIA11/04 - 9h30 e 14h30 – PARQUE DA PÁSCOA
DIA 13/04 – 16h – PARQUE DA PASCOA
DIA 14/04 - 14h30 – Parque da Páscoa e às 17:30h – Vila Santo Antônio próximo ao CRAS da Vila dos Funcionários
OFICINA - Dia 14/04 – das 8h às 11h - Colégio Estadual Rui Barbosa (público agendado)
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre
ENTRADA FRANCA

FICHA TÉCNICA:
Coordenação Geral do Projeto: Juliana Cordeiro
Direção Artística: Juliana Cordeiro
Produção Executiva: Luana Cordeiro
Assistente de Produção: Jonattan Camargo
Equipe de Curadoria: Suilayne Araújo, Luana Cordeiro e Renato AguiarEquipe técnica: Valter Oliveira e Luiz Paulo Cordeiro de Sousa
Equipe Receptiva: Giane Correia, Larissa Paz, Yasmin Arruda Luiz, Larissa Silva.
Registro em Vídeo: Egler Cordeiro (Aeropix)
Registro em foto: Egler Cordeiro (Aeropix)
Layouts e artes finais: Luciane Esteves (Aeropix)
Impressão: Lek Comunicação Visual
Assessoria de Imprensa: Ana Paulla Righetto
Parceria: Prefeitura Municipal de Arapoti, Associação dos Fazedores de Arte de Arapoti
(AFAA), Arte Z Mobiliário.
Produção: Ser Arteiro e Cocotte Minute Produções

SOBRE AS PRODUTORAS
A Cocotte Minute Produções foi criada no ano de 2013 pela atriz, produtora e arte-educadora Juliana Cordeiro, que desenvolve, desde então, trabalhos relacionados com produções teatrais, audiovisuais e de arte educação nas cidades de Arapoti, Jaguariaíva, São José da Boa Vista e Curitiba no estado do Paraná.

Em 2024 associou-se à produtora Cultural Ser Arteiro, criada por Luana Cordeiro, que atua na região desde 2017 promovendo políticas culturais na área da dança e do teatro, e que por meio da arte-educação vem revelando talentos em toda a região. Ambas têm por objetivo fomentar a cultura local e tornar a cidade de Arapoti uma referência em arte e cultura na região.

‘PEDACINHO DE TUDO’, FÁBULA INSPIRADA NA INFÂNCIA,FAZ ÚLTIMA TEMPORADA NO TEATRO DO PIÁ

O espetáculo da Tecer Teatro voltado para crianças estará em cartaz em Curitiba nos dias 16, 23, 30 de março e 6 de abril. Entrada gratuita

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A atriz e diretora Cristine Conde volta aos palcos com o espetáculo Pedacinho de Tudo,
voltado para crianças. Foto: Lídia Ueta

O espetáculo “Pedacinho de Tudo”, produzido pela Tecer Teatro, faz nova temporada em Curitiba, nos dias 16, 23, 30 de março e 6 de abril, sempre aos domingos, às 11h, no Teatro Piá. A entrada é gratuita.

Voltada ao público infantil, entre 4 e 9 anos de idade, a peça marca o retorno da atriz, diretora e figurinista Cristine Conde ao palco. A multiartista criou o texto, o cenário, o figurino e os adereços do espetáculo que tem caráter biográfico. A direção é de Fabiana Ferreira.

‘Pedacinho de Tudo’ é uma obra autoral que nasceu das memórias de infância de Cristine, uma pesquisadora apaixonada pelo teatro de formas animadas. Neta de costureira, seu brinquedo favorito era o fardo de retalhos coloridos que sua avó cedia para que ela brincasse ao visitá-la.

O espetáculo, uma espécie de fábula multicolorida, reúne esses pedaços de panos e ressignifica tais lembranças. O tecido sempre foi matéria prima desta artista que há mais de 30 anos se dedica ao fazer teatral. A partir de retalhos, em ‘Pedacinho de Tudo’, ela conta suas histórias e resgata afetos e sonhos.

A estreia do trabalho foi em agosto de 2024 e com mais essa temporada serão realizadas ao todo 12 apresentações.

Cristine e Fabiana

Cristine Conde e Fabiana Ferreira (fundadora da Tecer Teatro), ambas multiartistas, trabalham juntas há mais de 20 anos. Realizaram diversos espetáculos de destaque na cena teatral de Curitiba. Pela primeira vez trocam de funções. Cristine vai atuar como atriz e Fabiana como diretora de cena. Em parceria buscam aperfeiçoar a pesquisa em teatro de animação de objetos e, com mais este trabalho e experiência de vida, avançam em maturidade artística.

Sobre a Tecer Teatro

A Tecer Teatro desenvolve pesquisa em teatro para crianças desde a sua fundação, o teatro de bonecos e de objetos sempre esteve presente nas obras do seu repertório. Ao longo de 20 anos de existência acumula vasta produção teatral que inclui espetáculos e eventos como mostras e festivais. Aproximou da arte e da cultura um público considerável de Curitiba e do Paraná, realizando um trabalho arte educativo de inclusão, democratização do acesso à arte e fomento da economia criativa.

“Projeto realizado por meio da Lei Municipal Complementar 57/2005 do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba”

Ficha Técnica:

Realização: Tecer Teatro – Arte, Educação e Cultura Ltda
Direção de arte, atriz e dramaturgia: Cristine Conde
Direção de cena e produção executiva: Fabiana Ferreira
Trilha sonora: Tiago Constante e Cristine Conde
Iluminação: Lucas Amado
Operação de Iluminação: Semy Monastier
Assessoria em animação de bonecos/objetos: Dico Ferreira
Identidade visual: Tiago Constante
Bordado para arte de identidade visual: Tatyla Barreto
Acessibilidade de comunicação: Fluindo Libras
Registro fotográfico e audiovisual: Lidia Ueta
Assessoria de imprensa e Mídias Sociais: Glaucia Domingos

Serviço:

Quando: 16, 23, 30 de março e 6 de abril. (aos domingos)
Horário: 11h
Local: Teatro do Piá (Praça Garibaldi, 7) Pátio interno do Palacete Wolf - São Francisco. Informações: 41 3321-3358
Ingresso: Entrada gratuita
Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes de cada sessão.
Sujeito à lotação.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA FRANKENSTEIN, UMA ADAPTAÇÃO MODERNA FEITA POR COLETIVO GAÚCHO

Em única temporada, espetáculo traz dança, música, teatro e reflexões sobre os desafios da mulher e da Amazônia

Fabiane Severo e Alexsander Vidaleti em cena. Foto: Vilmar Carvalho

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo Frankenstein, uma adaptação do grupo gaúcho Coletivo Gompa inspirada na obra homônima de Mary Shelley. Com sessões entre os dias 13 e 16 de março, a montagem mistura dança, música, teatro e artes visuais, marcas do grupo conhecido por suas experimentações híbridas. A trilha sonora, original e manipulada ao vivo, é parte essencial da peça que reinventa a primeira obra de ficção científica da história.

A dramaturgia revisita o clássico de Shelley com um olhar contemporâneo, criando paralelos entre o corpo feminino e a Amazônia, explorando questões como pertencimento, violência e identidade. “A obra propõe uma reflexão acerca de pertencimento, discutindo de modo poético questões vinculadas à condição da mulher em nossa sociedade. O enredo traça relações entre o corpo da mulher e nossa floresta amazônica que vem sendo destruída e historicamente submetida às vontades do homem”, explica Camila Bauer, que assina a encenação e é coautora da dramaturgia.

No palco, os bailarinos Fabiane Severo e Alexsander Vidaleti dão vida às vozes de Sandra Dani e Elcio Rossini em uma encenação que combina textos, cenário, figurinos e iluminação em uma narrativa decolonial. A trilha sonora, assinada por Álvaro Rosa Costa, é manipulada ao vivo e busca criar uma "dissonância Frankenstein", unindo samples, ruídos e improvisações.

A programação conta também com um bate-papo no dia 14 de março, após o espetáculo.

Coletivo Gompa
Reconhecido por sua inovação cênica, o grupo gaúcho tem no currículo obras premiadas e aclamadas no Brasil e no exterior. Recentemente, venceu o prêmio norueguês Ibsen Scope com o espetáculo “Instinto” e participou de festivais na Rússia, Cuba e Japão. O coletivo busca constantemente novos diálogos entre diferentes linguagens artísticas e públicos, com destaque para dramaturgias autorais e processos colaborativos.

SERVIÇO:
SERVIÇO:

[Teatro] Frankenstein

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, n° 280, Centro

Data: 13 a 16 de março (quinta-feira a domingo)

Horário: quinta e sexta às 20h; sábado às 17h (com acessibilidade em Libras)

e 20h e domingo às 17h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para todos os casos previstos em lei)

Vendas: a partir do dia 05 de março às 10h na bilheteria física e às 15h no site

www.sympla.com.br

Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 50 minutos

Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência

Acessibilidade em Libras na sessão de 15 de março

Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba

(41) 4501-8722

Coletivo “Negro Não Nego”, que dá a voz aos artistas pretos da cidade, realiza espetáculo gratuito em Curitiba

Peça tem objetivo de gerar reflexões sobre questões raciais e políticas sociais por meio do teatro e da dança

O coletivo “Negro Não Nego”, que há sete anos utiliza a linguagem cênica como ferramenta de ensino e debate sobre temas como racismo estrutural, colorismo e necropolítica apresenta o espetáculo "Negro Não Nego". A peça faz referência às construções a partir das próprias vivências.

Após se apresentar em outras cidades, como Mogi Mirim (SP) durante o Quintal Cultural - Instituição de Incentivo à Criança e ao Adolescente (ICA), em São Paulo no Julho das Pretas da Nave Coletiva e em Foz do Iguaçu (PR), na Jornada dos direitos humanos (CRP) o coletivo retorna aos palcos curitibamos para curta temporada, com apresentações nos dias 7, 8, 9, 14, 15 e 16 de março, no Teatro José Maria Santos.

O grupo busca empoderar, conscientizar e resistir através da arte, utilizando o espaço cênico para denunciar o racismo e propor experiências sensoriais ao público. Dessa forma, o espetáculo “Negro Não Nego” é como uma sinfonia rítmica em movimento. A peça utiliza ferramentas do canto, da dança e do Gumboot (dança sul-africana) para criar uma experiência única ao público.

Segundo Glayson Cintra, diretor e fundador do Coletivo, o objetivo do “Negro Não Nego” é fomentar a arte e a cultura preta em Curitiba. “Buscamos redimensionar o lugar da arte como fonte de encontros e bens sociais em diálogo com a cidade”, explica.

"Nosso objetivo é fomentar a arte preta e incentivar a criação de dramaturgias e narrativas de corpos pretos e LGBTQIAPN+. Queremos estabelecer o teatro como ponto de convergência do pensamento e do encontro de públicos diversificados", afirma Loara Gonçalves, atriz, diretora e co-fundadora do coletivo.

Em sua trajetória, ao longo dos anos, “Negro Não Nego” também recebeu prêmios e menções honrosas, em sessões solenes na Câmara Municipal de Curitiba, da vereadora Giorgia Prates e da agora deputada federal, Carol Dartora.

Como forma de inclusão, das seis apresentações, duas são com tradução em Libras e duas com bate-papo com o elenco ao final da peça. Além disso, haverá uma oficina gratuita de dramaturgia e composições negras, ministrada pelo diretor Glayson Cintra, no dia 14 de março, das 13:30 às 18:30.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba. Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Serviço

Espetáculo: "Negro Não Nego”

Datas: 7, 8, 9, 14, 15 e 16 de março de 2025.

Horário: Sex e Sáb às 20h / Dom às 19h - Com Libras (símbolo de libras ao lado).

Local: Teatro José Maria Santos (Rua: Treze de Maio, 655).

Entrada Gratuita: ingressos distribuídos uma hora antes do espetáculo.

Faixa etária: a partir de 12 anos.

Ficha Técnica

Direção: Glayson Cintra e Loara Gonçalves @glaysoncintra e @loaraa

Produção: Dânatha Siqueira @sdanatha

Elenco: Everson Silva, Loara Gonçalves, Lucas dos Santos, Majo Farias, Silvester Neto, Vane Marques.

(@eversilvaoficial, @lucasbeggar, @majorfarias, @silvester_neto, @vanemrqs)

Figurino: Vane Marques

Preparador corporal: Silvester Neto

Iluminação: Everson Silva e Nathan Gabriel

Operação de luz: Nathan Gabriel @nathanbalaguer

Operação de som: Glayson Cintra

Design gráfico: vândala @vandalafoto

Intérprete de Libras: Nathan Sales @librascomnathansales

Colaboração de áudio: Vitinho Amaral @vitinho.amaral

Registro foto e vídeo: Orestes Jorge @orestesjorge (@suricattaproducoes)

‘CHEKYVY – TERRA SEM MAL’ ESTREIA EM CURITIBA

“No sábado, dia 08 de março, o espetáculo que reflete sobre nossas imperfeições e conexões culturais faz sua estreia na capital paranaense e seguem em cartaz até o dia 23 de março, na Sala Simone Pontes, na sede da Cia. do Abração”.

Em um mundo predominado pela internet e as falsas aparências, falar sobre o quanto podemos ser falhos é um enfrentamento que parece impossível. Pois é isso que propõe a peça “Chekyvy - Terra Sem Mal”, da Céu Vermelho Produções, que faz sua estreia em Curtiba. O espetáculo, que é direcionado ao público jovem e adulto, ficará em cartaz a partir deste sábado (08) até o dia 23 de março, na Sala Simone Pontes, na sede da Cia. do Abração (R: Paulo Ildefonso Assumpção, 725). A temporada de apresentações acontece na quinta (13.03) às 20horas, sextas (14 e 21.03) às 20horas, e aos sábados (08, 15 e 22.03) e domingos (09, 16 e 23.03) às 18h e 20h. Nas sessões dos dias 09 e 16, o espetáculo terá tradução em LIBRAS.

A peça flui a partir da história de um encontro espiritual, onírico e presencial, entre um velho Guarani e uma mulher cosmopolita, num insólito espaço e tempo. No palco, as experiências profundas e existências de duas culturas diversas e conflitantes se estabelecem através de uma conversa plena, pontuada de poesia, música, curiosidade, afetos e confissões.

O texto original e inédito, foi elaborado através do processo de criação coletiva. A peça foi escrita em uma parceria artística com o ator Blas Torres e o dramaturgo Rafael Camargo. Já, a direção é de Letícia Guimarães.

Chekyvy traz à tona a reflexão sobre atitudes e pensamentos humanos em relação ao mundo que construímos. A busca pela "terra sem mal" ilustra o que possivelmente une os seres humanos num planeta devastado pela ganância, ignorância e deslocamento da realidade e da essência da vida.

“Teatro é feito por gente. E, neste momento, CHEKYVY - meu irmão, por amigos que se encontram para unir vozes e clamar por mais uma chance. Teatro que conduz a transver realidade e buscar possibilidades. Ser sincero e amoroso com o nosso ofício. É isto que queremos. Nestes tempos confusos, morremos em vida muitas vezes. Mas, renascemos nestes instantes mágicos que dão sentido à vida. CHEKYVY, obrigada meus irmãos de arte, desta equipe que o destino, magicamente, ajudou a reunir. Meu desejo é que esta lufada de esperança possa tocar, carinhosamente o público, em comunhão, para um querer bem coletivo, para uma TERRA SEM MAL”, revela a diretora Letícia.

“Chekyvy é um ato de amor. A liberdade que tive na construção da peça é um exemplo transcendental da cultura Guarani, uma viagem de conexão, o olhar de quem vê e sorri com a experiência de simplesmente ver o que vê. A inexplicável existência se torna mágica e a alegria, os atores, a direção, a dramaturgia são alegorias num móbile suspenso no escuro da floresta do inconsciente humano”, comenta Rafael Camargo.

Segundo Blas, a história proposta por Chekyvy refletem sobre nossas escolhas de vida e permite também que possamos falar sobre nossos fracassos. “No palco, os dois personagens expõem seus fracassos e suas frustrações, e propõem uma discussão sobre a nossa sociedade, essa sociedade colonizadora e dominante. Questionam o nosso conceito de evolução, colocado do ponto de vista do Guarani, expondo as contradições e, sobretudo, o custo disso tudo, dessa nossa escolha para todos nós. É um convite para olhar a nós mesmos do ponto de vista de quem olha o mundo de outra perspectiva existencial, de um outro que parte da floresta para olhar o mundo. E a partir daí estabelece suas relações e seu modo de vida”.

No palco, Blas Torres se une a Christiane Macedo. Juntos, eles mostram que entender a falibilidade humana e reconhecê-la é importante para permitir construções necessárias e positivas. Isso tudo para perceber a responsabilidade com o coletivo.

"Fazer parte de uma reunião de pessoas, que prezam a humanidade, que declara o texto de Rafael Camargo, tem sido gratificante. Na medida em que nos questionamos, refletimos e compartilhamos de estar em confronto com nós mesmos e com o outro. Poder se dar a chance e a oportunidade de também ser o que o outro é”, comenta Christiane de Macedo.

O mergulho interior das duas figuras em suas almas promove o entendimento de que o futuro está ligado intrinsecamente ao passado e ao presente, num mesmo movimento do tempo, grafando as visões e cronologias e visões distintas de cada cultura. Por fim se estabelece uma mágica comunicação e a terra sem mal é encontrada dentro de cada um.

O projeto da Céu Vermelho Produções Artísticas foi realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, com apoio da Serra Verde Express Ltda., P J Zonta Administração de Bens e Participações Ltda., e Best Waytrips Agência de Viagens e Turismo Ltda.

O espaço cultural da Cia. do Abração, que fica no bairro Bacacheri, em Curitiba, comemora 24 anos de atividades em 2025, junto a Céu Vermelho Produções.

Os ingressos custam R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada) e estarão à venda na bilheteria do teatro nos dias das apresentações, sempre com uma hora de antecedência.

SOBRE OS ENVOLVIDOS
Letícia Guimarães, Formada pela Faculdade de Direito de Curitiba, há 40 anos trabalha no Teatro Profissional. Como artista teatral ganhou prêmios (Troféu Gralha Azul (Prêmio Governador do Estado do Paraná) de melhor, direção (3 prêmios), melhor texto (2 prêmios), melhor espetáculo (5 prêmios), melhor atriz (1 prêmio), e melhor atriz coadjuvante (2 prêmios). É diretora e produtora teatral e cinematográfica profissional. É idealizadora do Festival PEQUENO GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES (12 edições). É sócia fundadora da Cia. do Abração (24 anos de existência), da ATINJ/PR –Associação de teatro para Infância e juventude do Paraná, atual presidente e fundadora da AACA – Associação Abração Círculo das Artes.

Blas Agustin Torres de Araújo, ou simplesmente Blas Torres, cursou Cinema e Vídeo no Centro de Educación Teatral y Cinematográfica (CETC), em Assunção, Paraguai. Também fez artes cênicas no Instituto Municipal de Artes Escenicas em Assunção. Participou de grupos de teatro amador como ator, diretor e produtor. Esteve na coordenação do Festival Nacional de Teatro Juvenil, Festival de Teatro Juvenil/Asunción, Campamento Cultural Juvenil e na coordenação geral do Núcleo Juvenil de Acción Cultural – Asunción. Atualmente trabalha faz parte da Cia. do Abração como ator, produtor, cenógrafo e técnico. É sócio proprietário da Céu Vermelho Produções Artísticas LTDA – ME, focando na realização e produção e circulação de espetáculos teatrais e na coordenação de festivais e eventos culturais. Já produziu mais de 30 espetáculos para crianças e adultos, assim como produção de Festivais e mostras, nacionais e internacionais.

Rafael Veiga de Camargo se tornou ator nos anos 80, quando fez o CPT (Curso Permanente de Teatro / Teatro Guaíra). Trabalhou no Centro de Criatividade de Curitiba como animador cultural, em montagens teatrais, shows e oficinas. Suas primeiras experiências nas artes tiveram início com a música como clarinetista na Filarmônica Antoninense, e no teatro com o dramaturgo e escritor Wilson Rio Apa. Trabalhou no Rio de Janeiro, onde desenvolveu alguns trabalhos na Casa da Gávea e em Montagens no Centro Cultural Banco do Brasil. Também atuou alguns anos na Cia do ator Ary Fontoura e como roteirista em programas de humor na TV. Em 2000, voltou para Curitiba e continuou firme, com grande representatividade no setor cultural.

Christiane de Macedo é atriz e diretora Teatral, locutora, ministrante de workshops e formadora de atores. Tem em sua trajetória 60 peças teatrais, 7 filmes e atuou em mini séries para a TV. Já trabalhou com expressivos nomes do teatro paranaense e brasileiro, entre eles, Márcio Abreu, Felipe Risch, Paulo Autran, Celso Nunes, Marcelo Marchioro, Raul Cruz, Octavio Camargo, Rafael Camargo, Paulo Afonso Grisolli, Sidney Cruz entre tantos outros. Recita o Canto II, da Iliada, como espectáculo permanente. Ganhou 7 prêmios de teatro, como melhor atriz e atriz coadjuvante. Vive em Portugal e no Brasil. Em Portugal, dirigiu por 5 anos o grupo de teatro da Gandaia, e itinerou pelo país, com várias peças e performances. Trabalha com companhias brasileiras e portuguesas, simultaneamente.

FICHA TÉCNICA:
DIREÇÃO – LETÍCIA GUIMARÃES
ASSISTENTE DE DIREÇÃO- ADRIANO PETERMANN
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO – VIDA SANTOS e PAULO SOARES
DRAMATURGIA – RAFAEL CAMARGO
MÚSICA – ALYSSON SIQUEIRA
CENOGRAFIA – ÉLIO CHAVES
FIGURINO – KÁTIA HORN
ILUMINAÇÃO – VICTOR SABAGG
TEATRO DE SOMBRAS - MARCELO KARAGOWSKI
ELENCO: BLAS TORRES E CHRISTIANE MACEDO
PRODUÇÃO: CÉU VERMELHO PRODUÇÕES

Serviço:
Chekyvy – terra sem mal
Quando: de 08 a 23 de março de 2025
Local: Sala Simone Pontes, sede da Cia. do Abração (R: Paulo Ildefonso Assumpção, 725 - Bacacheri)
Horários: quinta (13.03) às 20horas, sextas (14 e 21.03) às 20horas, e aos sábados (08, 15 e 22.03) e domingos (09, 16 e 23.03) às 18h e 20h.
Ingressos: R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada) e estarão à venda na bilheteria do teatro nos dias das apresentações, sempre com uma hora de antecedência.
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: maiores de 16 anos
Informações: (41) 99125-9595 ou (41) 99138-0321 ou @ciadoabracao

Orquestra Novva de Curitiba apresenta Rachmaninoff no Guairão

O concerto terá como convidada a renomada pianista Simone Leitão

A Orquestra Novva de Curitiba, sob a regência do maestro Gabriel Hermes, apresenta na quinta-feira (6), às 20 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/nº) o Concerto para Piano nº 2, de Sergei Rachmaninoff, com a participação da pianista Simone Leitão. No programa também será executada, do mesmo autor, o Prelúdio em Dó Sustenido Menor. Os ingressos já estão à venda e custam R$20 (meia) R$40 (inteira) – em todos os setores do Teatro – pelo site do Disk Ingressos.
O concerto vai além da execução musical, refletindo o compromisso da Orquestra Novva com a inclusão social e o respeito às diferenças. Com projetos que abraçam talentos de diversas origens e experiências, a Orquestra Novva se torna um espaço de acolhimento e crescimento para músicos de todos os perfis. Será uma noite única, onde a grandiosidade de Rachmaninov e a sensibilidade de Simone Leitão se encontram em um ambiente que celebra a diversidade e a arte, proporcionando a todos os presentes uma noite de pura emoção e beleza.
O maestro
Gabriel Hermes Bieniek, maestro curitibano à frente da Orquestra Novva, tem uma trajetória de destaque no cenário musical nacional e internacional. Formado em Bacharelado em Composição e Regência pela renomada Belas Artes do Paraná e aprovado para o mestrado em Composição no Royal Welsh College of Music and Drama (RWCMD), no Reino Unido, Gabriel alia sólida formação acadêmica a uma carreira em constante ascensão.
Sua atuação na Orquestra Novva tem sido marcada pela inovação, unindo grandes obras do repertório clássico a composições modernas e eletrônicas. Ele também compôs duas sinfonias e diversas obras para outras formações, ampliando sua versatilidade e criatividade no campo da música de concerto. Além disso, Gabriel é reconhecido por sua abordagem inclusiva, promovendo projetos sociais e educacionais voltados para crianças e comunidades carentes.
Sua trajetória internacional inclui uma participação significativa como regente do Coral da Diocese de Roma em 2019, o que reforça seu comprometimento com a excelência e o alcance global da música coral e orquestral. Gabriel tem se destacado por sua capacidade de conectar músicos locais a grandes palcos, contribuindo para a expansão da música de concerto no Brasil e no exterior.
Ao longo de sua carreira, trabalhou com músicos renomadas como Olga Kiun (RU), Martin Lawrence (UK) e Joshua Roman (US), fortalecendo sua reputação de colaborar com alguns dos mais importantes músicos da cena internacional.
Simone Leitão
Com uma sólida carreira internacional, Simone Leitão se destaca pela intensa vitalidade e ampla capacidade técnica em suas interpretações, especialmente de Bach, Rachmaninoff, Beethoven, Villa- Lobos e Ginastera. Aclamada por sua expressividade e virtuosismo, a pianista mineira realiza mais de 40 concertos anuais no Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, consolidando sua posição como uma das mais importantes artistas de concerto da atualidade.
Sua personalidade empreendedora a levou a criar e dirigir projetos de grande impacto no cenário musical brasileiro, como a Academia Jovem Concertante e a Semana de Música de Câmara do Rio, iniciativas que fomentam a alta performance de jovens músicos e democratizam o acesso à música de concerto em todo o país.
Simone Leitão possui doutorado em Piano Performance e História da Música pela University of Miami, mestrado em Performance pela Academia de Música da Noruega em Oslo e bacharelado em Educação Musical pela UniRio. Sua formação musical de excelência inclui o aprendizado com renomados pianistas como Ivan Davis (discípulo de Horowitz) e Linda Bustani.
A pianista mantém uma agenda internacional intensa, com turnês anuais na Europa, frequentes apresentações no Carnegie Hall e colaborações como solista com grandes orquestras mundiais, como a Miami Symphony, Filarmônica de Minas Gerais e a Orquestra Sinfônica Brasileira, entre outras.
Simone Leitão grava pelo selo americano MSR Classics e já teve seu trabalho transmitido pela BBC Radio 3, Danish Radio, Southern California Classical Radio e Rádio MEC. Sua turnê nacional com orquestra em 2013 foi tema do documentário "Pare, Olhe, Escute", dirigido pela premiada cineasta Katia Lund.

Serviço: Orquestra Novva de Curitiba - Solista: Simone Leitão (piano). Quinta-feira, dia 06 de março de 2025, às 20h, no Guairão.
Programa: Sergei Rachmaninoff -Concerto para Piano nº2 e Prelúdio em C#m
Classificação Livre.
Valores dos ingressos: R$20 (meia) R$40 (inteira) – em todos os setores do Teatro.
Compras:
Site do Disk Ingressos: Disk Ingressos
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20 h;
Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) - de segunda a sexta das 10 às 14h e das 15h10 às 18h. Sábados das 10 às 16h e das 17h10 às 20h;
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h;
50% de desconto para todas as categorias beneficiadas por Lei e para Clube DiskIngressos sobre o valor de inteira, para até dois ingressos.
Descontos não cumulativos.
Não serão aceitos cheques.

CRÉDITO FOTOGRÁFICO: Luciana Monteiro;divulgação

Trupe carioca se apresenta neste sábado em Curitiba

A mítica da pombagira e a força da mulher são temas de espetáculo no Teatro Bom Jesus

Curitiba recebe no sábado, 22 de fevereiro, às 19h, no Teatro Bom Jesus, a segunda temporada do espetáculo “Encruzilhadas”, que narra a jornada de mulheres que se tornaram ‘entidades pombagiras’ – figuras míticas das religiões de matrizes africanas. Os ingressos custam R$90 e podem ser adquiridos pela plataforma Ingresso Digital [https://ingressodigital.com//evento/14407/Encruzilhadas].

Após uma primeira temporada de sucesso, que inclui passagem por Curitiba, além de São Paulo, Rio de janeiro e Belo Horizonte, sob o comando da diretora e atriz Bia Laere, a trupe carioca retorna à capital paranaense. Essa nova montagem traz novidades no elenco, no figurino e especialmente nas histórias apresentadas. “Temos novas histórias para contar, além das que o público já conhece e ama. Nosso cenário e figurino foram totalmente reformulados, dando espaço para criações espetaculares”, celebra a diretora.

No palco, ao lado de Bia, estão Rhaissa Xavier, Alexandre Gonçalves e a musicista Vanessa Xavier, que faz participação ao vivo. Com um texto poético, vigoroso e performances envolventes, Encruzilhadas aborda temas urgentes, como o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. O contexto das religiões de matrizes afro-brasileiras, frequentemente alvo de preconceito, oferece um pano de fundo significativo para a narrativa.

Idealizado e escrito por Bia Laere, o espetáculo é uma produção independente. “Esse processo de reformulação está sendo maravilhoso, mas envolve um investimento alto. O que me move é a fé na importância desse trabalho que fala sobre as pombagiras, figuras tão demonizadas na nossa sociedade, mas que no fundo são apenas mulheres. Suas histórias são lindas, fortes, inspiradoras e merecem ser contadas”, diz.

Sobre Bia Laere
Com formação em História e pós-graduação em Psicanálise, Bia Laere construiu uma trajetória singular, que combinou sua paixão pela arte aos seus estudos acadêmicos. Sua incursão no mundo artístico teve início aos 19 anos, quando ingressou no Teatro Miguel Falabella, espaço carioca que viria se tornar palco de suas futuras performances profissionais. Mais tarde, aprimorou suas habilidades, estudando Teatro e Performance na renomada Universidade de Edimburgo, na Escócia, explorando também o teatro físico e o de máscaras, sob a orientação do Grupo Teatral Moitara. Também possui uma pós-graduação em Artes Performáticas.

SERVIÇO:
Data: 22 de fevereiro
Horário: sábado, às 19h
Local: Rua 24 de maio, 135 – Centro
Preço: R$90, 00 (inteira) R$45,00 (meia)
Ingressos: Ingresso Digital

‘Como Salvar Um Casamento’:

No espetáculo, com texto de Bruno Motta e Daniel Alves, a atriz interpreta uma palestrante de relacionamentos, pronta para dar conselhos amorosos e pitacos na vida a dois

Fotos de cena em alta (Crédito: Allison Valentim): https://drive.google.com/drive/folders/1BagdRn8OCx55lKP1t68dnBnj303Oppn9?usp=sharing

Cenas do espetáculo: https://drive.google.com/drive/folders/1azNU6g-Ak6JjHEEPm9kXjs1RIqji9lWL?usp=sharing

Um dos maiores ícones do humor no Brasil, Nany People se apresentará pela primeira vez em Curitiba com o espetáculo “Como Salvar Um Casamento", dia 9 de março, domingo, às 19h, no Guairinha - Auditório Salvador Ferrante. A peça, escrita por Daniel Alves e Bruno Motta, comemora um ano em cartaz e já foi vista por cerca de 35 mil pessoas em todo o país desde sua estreia. No palco, Nany interpreta uma palestrante infalível em relacionamentos, prometendo muitas risadas.

Nany ainda vai se apresentar, no mesmo fim de semana, em Maringá (dia 7 de março, sexta, às 20h, no Teatro Calil Haddad) e em Londrina (8 de março, sábado, às 20h, no Cine Teatro Ouro Verde).

Os ingressos já estão à venda e o público ainda poderá adquirir leques exclusivos de Nany People, em diversos modelos, desenvolvidos especialmente para a peça. Vrá! Nany ainda vai dar conselhos amorosos para a plateia e pedir dicas e opiniões, tornando o espetáculo interativo e único a cada sessão.

“Como Salvar Um Casamento” apresenta um panorama contemporâneo dos relacionamentos amorosos. Desde a fecundação do óvulo pelo “espermatozóide machista” ao casamento de longa data, passando pelos novos formatos de relação, pelas relações LGBTQIAPN+ e pelas brigas conjugais, relacionar-se sempre foi um grande desafio. Mas também é possível rir dos altos e baixos da vida a dois. É para todas as idades e fases de vida.

“Quando o texto foi escrito, ele foi inspirado na separação dos meus irmãos. Hoje, eles estão casados de novo, e nesse período, muitos amigos também se casaram e se separaram. Nesta observação da vida a dois, eu vejo que muitas situações são as mesmas e que muitas perguntas continuam sem respostas. A ideia foi, então, aproveitar essa vibe de palestrante motivacional que está tão na moda, e trazer esses e novos questionamentos sobre as relações amorosas para o palco”, afirma Nany People.

A peça original fez grande sucesso e rodou todo o país há 15 anos. Agora, repaginada, tornou-se um monólogo, em que Nany também aborda novas nuances sobre o amor. A interatividade com o público, uma das maiores marcas do trabalho da atriz, não vai ficar de fora no monólogo dinâmico, divertido, inteligente e que carrega o “jeitinho Nany de ser” e de contar histórias.

“O fato de ter só uma atriz em cena torna tudo mais direto e visceral. Muitas pessoas vão se reconhecer e rir muito das situações apresentadas”, conclui a atriz.

Sobre Nany People:
Uma das maiores referências do humor brasileiro, Nany People é mineira de Machado, mas cresceu em Poços de Caldas de onde mudou-se cedo para São Paulo com o objetivo de estudar Artes Cênicas e conquistar seu espaço. Cursou interpretação na Unicamp e estudou Teatro no Teatro Escola Macunaíma. Como artista multifacetada, quebrou barreiras e foi uma das pioneiras da televisão brasileira. Integrou o elenco de diversos programas como Goulart de Andrade, Hebe, Xuxa Meneghel, Flash, A Praça é Nossa, Cante Se Puder, entre outros. Além de ter construído uma extensa carreira no Teatro, Rádio e Cinema, Nany estreou na teledramaturgia da Rede Globo em "O Sétimo Guardião", sua primeira novela, além de fazer as divertidas personagens Lurdes e Madame Lú, em "Quando Mais Vida Melhor". Ainda na Globo, participou do programa “Popstar”, em que mostrou seu talento também como cantora, apresentando outra faceta ao grande público. Participa atualmente do júri do Caldeirola no "Caldeirão com Mion" e do humorístico "Vai que Cola". Também participou da novela “Fuzuê”, vivendo a Mariângela. Está em turnê com os espetáculos “TsuNANY”, “Nany é Pop!” e "Sob Medida - Nany Canta Fafá”.

Ficha Técnica:
Um espetáculo de Nany People e Marcos Guimarães
Elenco: Nany People
Texto: Bruno Motta e Daniel Alves
Direção de cena: Bruno Motta
Concepção visual: Marcos Guimarães
Direção musical: Ricardo Severo
Iluminação: Ronny Vieira
Figurino: Fábio Ferreira
Produção Executiva: MG8 Cultural
Assessoria de Imprensa: Prisma Colab

Serviço:
Como Salvar Um Casamento
Única apresentação: 9 de março, domingo
Horário: 19h
Local: Guairinha - Auditório Salvador Ferrante (Rua XV de Novembro 971 Curitiba, PR)
Ingressos: A partir de R$45 (meia entrada)
70 minutos. 12 anos.
Vendas antecipadas: https://www.diskingressos.com.br/evento/8628/2025-03-09/pr/curitiba/como-salvar-um-casamento

Os grandes sucessos de Édith Piaf no Positivo – Ingressos à venda

A cantora francesa Anne Carrere, considerada a maior intérprete de Édith Piaf na atualidade, chega a Curitiba para apresentar o show Non, Je Ne Regrette Rien, no dia 30 de maio, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Em cena, Carrere une os eternos sucessos de Piaf com uma “Homenagem aos 100 anos de Charles Aznavour”, o maior cantor francês, grande amigo e parceiro de Piaf. Em cena a cantora será acompanhada por quatro maestros, em um espetáculo que percorre a história de vida de Piaf desde os anos 30 quando, sem dinheiro, cantava nas ruas e nos bares de Paris para sobreviver, tempo da “La Mome” (La Vie En Rose), até 1961, quando se apresentou no palco do Olympia, um dos mais memoráveis concertos da vida de Piaf. No palco ela vai interpretar clássicos como “La Vie Em Rose”, “Non, Je Ne Regrette Rien” e muitas outras canções, que fazem parte do patrimônio musical mundial. A super produção é realizada por Manoel Poladian, com roteiro e direção musical de Guy Giuliano. Os ingressos já estão à venda a partir de R$160 pelo site do Disk-Ingressos.

Mais informações e entrevistas:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – 9 9145-7027
Crédito foto: Lino Ventura/Divulgação

“Quarteto Hélio Brandão convida Marco Lobo”: encontro de grandes nomes da música brasileira em Curitiba

Espetáculo musical gratuito, que acontece nos dias 14 e 15 de fevereiro no Teatro Paiol, traz repertório desenvolvido especialmente para o evento

Nos dias 14 e 15 de fevereiro (sexta-feira e sábado), o Teatro Paiol recebe o projeto "Quarteto Hélio Brandão convida Marco Lobo", reunindo nada menos que dois ícones da música instrumental brasileira. Com repertório inédito e uma proposta multissensorial, o espetáculo une a virtuosidade do saxofonista paranaense Hélio Brandão à percussão inventiva do baiano Marco Lobo, em uma celebração da diversidade e da riqueza sonora do Brasil.

Sobre o espetáculo

A parceria entre os músicos será apresentada em dois dias de shows gratuitos, com registro em áudio e vídeo garantindo uma experiência além do palco. O projeto integra cenografia, iluminação de alto impacto e tecnologia em sonorização, transformando a apresentação em um grande espetáculo. O repertório, desenvolvido especialmente para a ocasião, traz arranjos que exploram a identidade única de cada músico, reforçando a missão de manter a qualidade da música brasileira.

Hélio Brandão: trajetória e reconhecimento

Nascido no Paraná, Hélio Brandão é um dos nomes mais respeitados da música instrumental nacional. Com mais de quatro décadas de carreira, o saxofonista, contrabaixista e compositor é influenciado pela música erudita, pela música brasileira e pelo jazz. Sua versatilidade rendeu prêmios como o Troféu Chiquinha Gonzaga (1984), o Prêmio Bianca Bianchi (como melhor solista de jazz) e o Prêmio Trajetórias 2021, além de ter seu trabalho reconhecido entre os "10 Melhores CDs do Brasil.

Marco Lobo: percussão que transcende fronteiras

Natural da Bahia e radicado no Rio de Janeiro há 30 anos, Marco Lobo é um multi-instrumentista autodidata cuja carreira inclui passagens pelas bandas de Milton Nascimento, Maria Bethânia, Marisa Monte e Caetano Veloso. Reconhecido por sua criatividade, ele mescla instrumentos tradicionais (como berimbau, tambor de onça e atabaques) a experimentações com pads eletrônicos, hangdrum e até sucatas, criando uma linguagem única. Com quatro CDs e um DVD lançados, Marco colabora com nomes como o baterista Billy Cobham e integra projetos internacionais, como o Trio Elf (Alemanha) e o Duo YAMI, ao lado do cellista italiano Federico Puppi.

“Participar deste projeto como convidado do Hélio Brandão é uma alegria. Já estivemos juntos em muitos trabalhos e tenho certeza de que este show em Curitiba, com esse time supertalentoso, será emocionante. Essa fusão entre a percussão baiana e a música universal do Helinho oferece inúmeras possibilidades”, diz Marco Lobo.

Um projeto com DNA curitibano

"Este encontro reforça o papel de Curitiba como polo cultural de projeção nacional e internacional. Unir a expertise de Hélio Brandão, um artista essencial do Paraná, à energia de Marco Lobo é uma forma de celebrar a música brasileira em sua máxima potência", afirma Marcelo Lemos, produtor musical.

Serviço

Show: "Quarteto Hélio Brandão convida Marco Lobo"
Data: 14 e 15 de fevereiro de 2024 (sexta-feira e sábado)
Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba-PR)
Horário: 20h
Ingressos: Gratuito Retirada pelo site Ingressos para Quarteto Hélio Brandão convida Marco Lobo | PIXTA.me ou na bilheteria do teatro.
Classificação: Livre

Grupo Obragem apresenta o monólogo“Breves palavras línguas e outras vozes”

Com dramaturgia de Olga Nenevê, a peça terá entrada franca,
no Teatro Novelas Curitibanas

De 13 a 23 de fevereiro de 2025, o Grupo Obragem apresenta a peça “Breves palavras línguas e outras vozes”, da dramaturga e diretora Olga Nenevê, no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, em Curitiba.

O monólogo, interpretado pelo ator Eduardo Giacomini, leva à cena o personagem “Infelicíssimo”, um homem de meia idade, com uma história marcada pelo abandono e que, durante uma crise existencial e com medo da morte, marca um encontro com figuras que estiveram sempre ao seu lado, para uma despedida e um acerto de contas. Dessa forma, sentimentos como a Dor; a Fúria; a Tristeza; e ainda, a Morte e a Memória aparecem como testemunhas de uma vida de solidão, pobreza e incomunicabilidade.

Com uma poética clownesca, que está no limiar do riso e da melancolia, o monólogo desperta uma potente reflexão sobre questões familiares, sociais, comportamentais e políticas contemporâneas. No auge das dinâmicas capitalistas e com as pessoas vivendo uma desintegração de suas qualidades humanas essenciais, a peça é uma voz de contestação contra a miséria e a violência.

Desde a sua fundação, em 2002, o Grupo Obragem cultiva e fortalece o pensamento artístico, como potente instrumento para o crescimento humano. Com várias produções, para público adulto e infantil, a Obragem já circulou por inúmeras cidades do Brasil e participou de importantes eventos culturais como: Festival Internacional de São José do Rio Preto; Festival Internacional de Londrina - Filo; circulou pela Caixa Cultural SP e BA; SESI/SP e SESI/PR.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

Ficha técnica:
Texto e direção: Olga Nenevê / Atuação, figurino e cenário: Eduardo Giacomini / Iluminação: Beto Bruel / Música: Ariel Rodrigues / Fotos: Elenize Dezgeniski / Designer gráfico: Alessandra Nenevê / Assessoria de imprensa: Adriane Perin / Produção: Grupo Obragem de Teatro

Serviço:
Espetáculo Breves palavras línguas e outras vozes / Grupo Obragem
Quando: de 13 até 23 de fevereiro de 2025, de quinta a domingo às 20h.
Onde: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (R.Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 - 41 3321-3358)
Entrada franca. Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações. Sujeito à lotação.
Classificação etária: 14 anos
Duração do espetáculo: 60 minutos

Festival de Curitiba divulga programação de sua 33ª edição

Um dos mais importantes eventos de artes cênicas do Brasil ocorre de 24 de março até 6 de abril
FOTOS: Festival de Curitiba 2025 - fotos Mostra Lúcia Camargo - Google Drive
Com aproximadamente 350 atrações em mais de 70 espaços de Curitiba e Região Metropolitana, o Festival de Curitiba divulgou a programação oficial de sua 33ª edição, que ocorre de 24 de março a 6 de abril, reunindo espetáculos teatrais premiados e aclamados pelo público, assim como estreias nacionais, dança, circo, humor, música, oficinas, shows, performances e gastronomias.

A venda de ingressos inicia nesta quinta-feira (6) pelo site oficial www.fesivaldecuritiba.com.br e pela bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 - Piso L2, Centro Cívico).

“O Festival de Curitiba é uma celebração vibrante do teatro, da arte e da cultura, levando uma programação diversificada e de qualidade ao público com o compromisso de inovar e proporcionar boas histórias, tendo parte de sua programação gratuita e acessível, buscando a pluralidade e promovendo a arte e a economia de Curitiba e região”, explica o diretor do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz. Em 2024, o evento recebeu mais de 200 mil pessoas, além de 2 mil artistas que movimentaram a economia criativa e o turismo da capital paranaense.

Para esta edição, estão confirmados nomes consagrados como Débora Falabella, Cláudia Abreu, Renata Sorrah, Paulo Betti, Reynaldo Gianecchini, Julia Lemmertz, Gregorio Duvivier, Deborah Evelyn, Heloísa Périssé, Marcelo Serrado, Rodrigo Pandolfo, Tainá Müller, Nena Inoue, Rosana Stavis, César Mello, Flávio Bauraqui, Grace Passô, Jessica Teixeira, entre outros.

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 24 de março, com a apresentação do espetáculo “Os Mambembes”, em que seis grandes atores (Cláudia Abreu, Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Leandro Santanna, Orã Figueiredo e Paulo Betti) e um músico (Caio Padilha) viajam pelo Brasil transformando a praça pública em teatro com um ônibus que se torna cenário. O texto que eles encenam e discutem é baseado na comédia escrita por Artur Azevedo, em 1904, sobre as aventuras de atores e atrizes de teatro.

Confira a programação das mostras e eventos culturais que fazem parte do 33º Festival de Curitiba:
Mostra Lucia Camargo - Com aproximadamente 30 espetáculos selecionados pela curadoria que segue para o seu terceiro ano de atuação, formada pela produtora e pesquisadora Daniele Sampaio, a atriz e diretora Giovana Soar e o dramaturgo e crítico teatral Patrick Pessoa, a Mostra Lucia Camargo tem como marca a diversidade contemporânea do teatro nacional e internacional e a representatividade de diferentes grupos. “Temos certeza que essa será uma edição memorável, com dezenas de nomes consagrados, montagens aclamadas pelo público e sucessos de crítica”, comenta a também diretora do Festival de Curitiba, Fabíula Passini. “Recebemos a proposta da curadoria desta edição com bastante entusiasmo, não só pela pluralidade, qualidade e sucesso dos espetáculos, mas também pela amplitude geográfica, vindo de diferentes regiões do Brasil, além de países como Argentina e Uruguai”, completa.

Em um dos mais importantes teatros do Paraná, o Guairão, estarão em cartaz espetáculos como “Prima Facie”, primeiro solo de Débora Falabella, que chega ao Festival após imenso sucesso, causando comoção nacional e internacional, e com três indicações ao Prêmio Shell, de Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Música; o aguardado musical “Ray - Você Não Me Conhece”, que retrata a trajetória de Ray Charles desde os primeiros passos na música até sua consagração como um dos maiores ícones, ressaltando sua luta pelos direitos civis e o papel como voz contra as injustiças sociais; a comédia romântica “Brilho Eterno”, com Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, altamente aclamada pela crítica e que conquistou quatro prêmios, incluindo o de "Melhor Espetáculo" no Prêmio Bibi Ferreira; “O Céu da Língua”, espetáculo de Gregorio Duvivier com direção de Luciana Paes que estreará em Curitiba após sucesso de público e de críticas em Portugal e no Rio de Janeiro; e a comédia “Avesso do Avesso”, em que ao apresentarem histórias de supostos casais, Heloísa Périssé e Marcelo Serrado vivem vários personagens em esquetes que conduzirão a plateia às gargalhadas.

No Guairinha, a estreia nacional de “Daqui Ninguém Sai”, novo espetáculo do Teatro de Comédia do Paraná, com direção de Nena Inoue. A montagem apresenta mais de 30 contos de Dalton Trevisan, que completaria 100 anos em 2025, e trechos de cartas inéditas do autor com outros escritores, tendo em seu processo de criação a participação do contista curitibano.

Também o drama “Alaska”, em que pela primeira vez em sua carreira, Rodrigo Pandolfo dirige e atua ao mesmo tempo em uma história misteriosa que gera uma grande porta aberta para diferentes interpretações do público; a tragédia “Rei Lear”, posicionada entre os melhores espetáculos pela Folha de São Paulo no último ano, conecta a dramaturgia shakespeariana ligada à vida da drag queen contemporânea, tendo o protagonista sido indicado ao Shell de melhor ator; além disso o drama “Júpiter e a Gaivota - É Impossível Viver Sem o Teatro”, em que a Companhia Setor de Áreas Isoladas cria uma nova escritura cênica da obra “A Gaivota”, do russo Anton Tchékhov, para discutir a ideia de amor e evocação nos tempos atuais, a partir de uma leitura feminina, contemporânea e brasileira; e “Nebulosa de Baco”, da premiada companhia curitibana Stavis-Damaceno, com dramaturgia de Marcos Damaceno, que traz para a capital paranaense pela primeira vez o seu novo espetáculo, sucesso de críticas em sua estreia no Rio de Janeiro, com Rosana Stavis e Helena Jorge.

Já no Teatro José Maria Santos, a peça contemporânea “Cabaré Haikai”, que parte de obras consagradas de Paulo Leminski, que completaria 80 anos em 2024, com sua filha Estrela Leminski na dramaturgia, reflexiona sobre seu legado como poeta e escritor, mas também consagra a sua vertente musical; o drama “Língua”, uma elogiada trama criada em português e em Libras para refletir sobre os impasses de comunicação universais, sem colocar a condição de surdez como tema central da história, conta com diração de Vinicius Arneiro; o espetáculo “A Última Ceia”, projeto que teve sua estreia em 2024 no Kunstenfestivaldesart (Bruxelas), tendo sido apresentado também no Kaserne Theatre (Basel), Theaterformen (Braunschweig), Berlim (Sophiensaele) e em São Paulo (Casa do Povo), em uma peça-jantar que parte do famoso quadro homônimo de Leonardo Da Vinci e do acontecimento bíblico para se perguntar sobre como criar uma imagem final que persista, ainda que aquele grupo não exista mais; o documentário contemporâneo “Homens Pink”, da La Vaca Companhia de Artes Cênicas, de Florianópolis, projeto que iniciou sua trajetória com um premiado filme documentário, traz ao palco do Teatro José Maria Santos uma performance que celebra o orgulho da ancestralidade LGBT+; e “Sebastião”, um musical da companhia Ateliê 23, de Manaus, inspirado no livro “Um Bar Chamado Patrícia”, do estilista Bosco Fonseca, que traz à cena questionamentos e afirmações sobre corpos que ainda são postos à margem dos cuidados e do direito à existência.
No Teatro da Reitoria, a Companhia Brasileira de Teatro traz o contemporâneo “AO VIVO [dentro da cabeça de alguém]”, com texto original e direção de Marcio Abreu, com Renata Sorrah, Rodrigo Bolzan, Rafael Bacelar, Bárbara Arakaki e Bixarte, com montagem formada por diferentes elementos de diversos campos de memória dos artistas que a compõem; também o drama musical “Bom Dia, Eternidade”, do Grupo O Bonde, em que em cena os atores e atrizes são espelhados por músicos com mais de sessenta anos, alguns influentes pré bossa-nova, num jogo cênico carregado de simbolismo; o famoso drama “IN ON IT”, sucesso de público e crítica, estrelado por Emílio de Mello e Fernando Eiras, que volta depois de 15 anos com uma temporada aclamada em 2024; e o premiado espetáculo porto alegrense de dança urbana “Trivial - Um Espetáculo de B-Boys”, que traz à cena seis bailarinos da periferia, que cruzam o trivial cotidiano e as dificuldades comuns da região em que vivem e o preconceito com a expressão artística, em que dançar breaking é a forma de expressão e profissão que sustenta.

Na Caixa Cultural Curitiba, dois espetáculos premiados internacionais, sendo a performance “No Estoy Solo”, diretamente da Argentina, em que Iván Haidar, um dos mais importantes coreógrafos do país vizinho, usa o toque como ferramenta para ativar os sentidos como veículo de comunicação; e o uruguaio “El Desmontaje”, um híbrido entre conferência, documentário e peça de teatro, que destaca a respeitada dançarina, coreógrafa, atriz, diretora e professora de literatura Jimena Márques, e abre a possibilidade de redefinição da cena, questionando diferentes formas possíveis.

No Teatro Cleon Jacques, a estreia nacional de “Gaviota”, vindo também direto da Argentina e aclamado pelo mundo todo, por meio de um drama que desafia as convenções teatrais com um elenco feminino notável, em que quase não há limite entre o espaço da ficção e o do público; e a montagem experimental “O Fim É Uma Outra Coisa”, premiada no 8º Prêmio Leda Maira Martins, da atriz e pesquisadora da culinária afro mineira Zora Tikar Santos, que conduz um encontro em que seus saberes alquímicos e ancestrais estão em jogo entre suas memórias, sonhos e as influências indígenas e negras no país.

O Teatro Paiol recebe “Monga”, direto de Fortaleza, Ceará, da Catástrofe Produções e Corpo Rastreado, em uma continuidade da pesquisa de Jéssica Teixeira iniciada no seu primeiro solo "E.L.A" (2019), em que o seu corpo estranho se fez matéria bruta para suas construções dramatúrgicas.

E para finalizar, dois espetáculos gratuitos na Mostra Lucia Camargo, o “Laborioso Contato: Um Palhaço Anuncia o Fim do Mundo”, na Ruína de São Francisco, que mistura a música, o circo, o teatro de animação e a dança em um solo performático, que tem como principal objetivo abordar temas despóticos; e o aclamado e super aguardado “A Velocidade da Luz”, na Praça Santos Andrade, dirigido pelo premiado argentino Marco Canale, em que a montagem é criada junto de pessoas idosas selecionadas em Curitiba, nascendo de suas memórias, dos conflitos do presente, da imaginação de futuro e de suas relações com a cidade que habitam. A montagem foi criada na Argentina (FIBA, 2017), Alemanha (Festival Theaterformen, 2019), Japão (Tokyo TOKIO Festival, 2021), Suíça (FAR - Nyon, 2022), Espanha (FIT de Cádiz, 2023), Brasil (Festival Mirada, 2024) e no Chile (Centro GAM, 2024).

Mostra Fringe - Com parte de sua programação gratuita e acessível a todos os públicos, a mostra ocupa teatros, praças, parques e ruas de Curitiba e Região Metropolitana, com aproximadamente 280 espetáculos, produzidos por mais de 1800 artistas e técnicos vindos de 12 estados do Brasil, como Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de outros países, como Argentina, Peru, Bolívia e Estados Unidos, sendo 153 deles apresentados de forma gratuita e 18 no sistema “Pague Quanto Vale”.

O Fringe é uma mostra que não passa pela curadoria do Festival. Nela, companhias de teatro, circo, música, dança e outras vertentes artísticas participam por meio de cadastro voluntário, separadas por “Mostras”, “Espetáculos de Rua” e pelo “Circuito Independente”.

Neste ano, o Fringe contará com atrações vindas de quatro regiões do Brasil e promoverá a sua terceira edição da “Rodada de Conexões”, que reúne e aproxima curadores e programadores de festivais e salas de teatro de todo o Brasil, com companhias presentes no Fringe e também de grupos radicados em Curitiba.

Interlocuções - O Interlocuções foca em ações formativas, que objetivam a experiência e a integração entre artistas e público, estimulando o pensamento crítico sobre as artes cênicas e atraindo também estudantes de grupos. Com parte de sua programação indicada pela curadoria da Mostra Lucia Camargo, estão previstos vários debates, encontros, palestras, oficinas e lançamentos de livros para a edição de 2025, com programação totalmente gratuita. Parte das oficinas possui vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail interlocucoes@festivaldecuritiba.com.br

A Mostra Lucia Camargo, a Mostra Fringe e o Interlocuções são apresentados por Petrobras, Sanepar, CAIXA e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de CNH Capital - New Holland, EBANX, ClearCorrect - Neodent, Viaje Paraná e Copel - Pura Energia, além do patrocínio especial da Universidade Positivo.
Mostra Surda de Teatro - A fim de promover a importante acessibilidade à arte e fortalecendo um “Festival para Todos”, a Mostra Surda de Teatro, que se consolida em sua segunda edição, celebra o protagonismo de artistas surdos, apresentando a cultura e a expressão artística em Libras.

Com espetáculos e montagens de diferentes regiões do Brasil, a mostra destaca e valoriza as produções teatrais da comunidade surda, ocupando o Sesc da Esquina. Estarão em cartaz, os espetáculos “Vozes Silenciadas”, drama de Fortaleza, em uma performance que dramatiza relatos reais de surdos do interior cearense; a contação de história infantil “A Chapeuzinho Azul”, também de Fortaleza-CE, que transporta o público para uma floresta repleta de personagens únicos, cada um com lições valiosas sobre a cultura surda; “A Palhaça Surda Mara”, direto do Ceará, em que a talentosa artista surda Lyvia Cruz apresenta sua mais recente performance, assumindo o papel da adorável e divertida Palhaça Mara; o infantil "A Astronauta Mara: Aventuras no Mundo das Bocas e das Mãos", também do Ceará, em uma apresentação bilíngue (Libras e Língua Portuguesa) que leva o público em uma jornada cósmica, promovendo inclusão e diversidade; o espetáculo “Corpo, Preto, Surdo: Nós Estamos Aqui”, de Belo Horizonte, com uma produção teatral que aborda a experiência de pessoas surdas e ouvintes negras, ao explorar questões de identidade, representatividade e resistência; a peça “Ilíada em Libras - Canto I”, uma montagem teatral da Ilíada de Homero, com o ator Jonatas Medeiros, traduzido e performatizado na Língua Brasileira de Sinais; e “Movimento de Escuta”, um espetáculo de dança sobre cultura surda da Cia de Dança SOM, do Rio de Janeiro, composta por cinco bailarinos surdos.
Guritiba - Projeto cultural, social e de formação de plateia, que ocorre durante todo o ano e tem início junto ao Festival de Curitiba, tem como foco a democratização do acesso à arte para crianças, adolescentes, educadores e famílias. Em 2025, o Guritiba ocorre de 25 de março a 6 de abril com uma programação especial com espetáculos para toda a família.

Nesta edição, o Teatro Bom Jesus recebe a estreia nacional de “O Menino Maluquinho - O show”, do Grupo Tupi Pererê, que é uma releitura da obra com as canções de Rosy Greca e uma homenagem para Ziraldo e todos os fazedores de arte para crianças; a peça “Ítaca”, de São Paulo, que conta sobre um barco, tripulado por um único, valente e pitoresco marinheiro, que cruza o oceano, em uma história com humor sensível e técnica apurada; além de “Dinossauros do Brasil”, nova montagem da Pia Fraus, de São Paulo, que comemora 40 anos de história, com 13 cenas independentes que contam o surgimento dos dinossauros brasileiros até os dias atuais. Vale destacar também o espetáculo “Elefanteatro”, um dos mais aguardados desta edição, de Belo Horizonte, em que um enorme elefante, um ser sagrado e gigante, feito com materiais reciclados e sucata, caminha acompanhado por uma multidão que ele mesmo forma, em uma apresentação surpreendente e gratuita no Passeio Público.

Dando o pontapé inicial para o Programa Guritiba, contará ainda com três peças que circularão escolas e instituiçõe sociais de Curitiba e região, sendo “Vida Plástica”, da companhia Lado a Lado, repleto de arte circense que alia arte, educação e consciência ambiental, ideal para promover reflexões importantes entre alunos de todas as idades; “Yeye & Seu Espelho”, que conta a história de uma jovem cheia de sonhos que vive na cidade do rio; e o teatro de formas animadas “Dia Claro, Noite Escura”, que apresenta uma costureira em seu ateliê, que canta lindamente e tem como ofício criar bonecas de pano.

O Guritiba é apresentado por CNH Capital - New Holland, Peróxidos do Brasil e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de BRFértil Fertilizantes, Ritmo Logística e Grupo Barigui.

MishMash - Mostra de variedades artísticas e performáticas que diverte famílias inteiras com números de malabarismo, mágica, mímicas, circo, palhaçaria, música, entre outras vertentes, ocorre nos dias 5 e 6 de abril, no Teatro UP Experience – Universidade Positivo, com curadoria de Rafael Barreiros, o Palhaço Alípio. Com o tema “Histórias Fantásticas”, a edição deste ano do MishMash contará, por meio da arte, as histórias marcantes dos artistas que irão compor o espetáculo.
O MishMash é apresentado por Tintas Darka, Vianmaq Equipamentos, Universidade Positivo, Arotubi, Unimed Curitiba e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio da TradeStar Group, Impextraco, Gelopar e Cimento Itambé.

Risorama - Mantendo sua tradição em formato de um grande comedy club com os maiores nomes do humor do país, o Risorama chega em sua maioridade, na 21ª edição, com humoristas de destaque da televisão, da internet e dos palcos. Com apresentações com serviço de bar ao público e tendo como anfitrião Diogo Portugal, um dos precursores do stand-up no Brasil, o mais tradicional festival de humor nacional ocorre de 27 de março a 1º de abril, na Live Curitiba. Entre os confirmados, estão Nany People, Diguinho Coruja, Criss Paiva, Rodrigo Marques, Dra. Rosângela, Fabiano Cambota, Matheus Ceará, Afonso Padilha, entre outros.

O Risorama é apresentado por Helisul Aviação, Havan, Paraná Banco e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de Foxlux, Porto a Porto, Grupo Barigüi e Neovia Engenharia, tendo como cerveja oficial a Therezópolis.
Gastronomix - O primeiro evento artístico e gastronômico ao ar livre do país, o Gastronomix une programação de música instrumental, artes cênicas e gastronomia. Com curadoria do estrelado Chef Celso Freire, o festival de gastronomia conta com a participação de restaurantes e chefs nacionais e internacionais premiados. Já estão confirmados nomes como Flávia Quaresma, do Rio de Janeiro, Felipe Schaedler, do “Banzeiro”, de Manaus, Heiko Grabolle, do “Pommitz”, de Santa Catarina, Vitor Bourguignon, do “Stro” e “Boi and Beer”, de Curitiba, e Rafael Lafraia, do “Curry Pasta”, entre outros. O evento utiliza gastronomia sustentável e fornecedores locais para diminuir ao máximo os impactos ambientais, além de servir pratos de degustação em louças de porcelanas e talheres de inox, retornáveis, com valores especiais.
Aulas-show e atividades para toda a família fazem parte da programação. O Gastronomix ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março, das 11h às 18h, na Universidade Positivo, anexo ao lago e ao Espaço de Eventos.

O Gastronomix é apresentado por Grupo Potencial, Seara Gourmet, Universidade Positivo, Britânia e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio da Servopa (70 anos) e Electra Comercialização de Energia, tendo a Therezópolis como cerveja oficial.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Valores:
Mostra Lucia Camargo – De GRATUITOS até R$85 (entrada inteira), + taxa adm.
Risorama – De R$42,50 até R$85 (entrada inteira) + taxa adm.
Fringe – De GRATUITOS até R$75 (entrada inteira) + taxa adm.
Mostra Surda de Teatro - GRATUITA.
MishMash – De R$30 até R$60 (entrada inteira) + taxa adm.
*Confira opções de combos de ingressos para a família.
Programa Guritiba – De GRATUITOS até R$60 (entrada inteira) + taxa adm.
Gastronomix – De R$10 até R$20 (entrada inteira) + taxa adm.
*Estudantes de teatro e artistas profissionais contam com ingressos promocionais de R$40 e R$20, somente na bilheteria física. Verifique as condições especiais para colaboradores de empresas apoiadoras e clubes de descontos.

Serviço:
33.º Festival de Curitiba
Data: De 24/3 a 6/4 de 2025
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo.
Confira também descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.
Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #fringe #risorama #mishmash #gastronomix #interlocuções #mostrasurda #temporadademusicais

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A mítica da pombagira e a força da mulher são temas de espetáculo no Teatro Bom Jesus

A mítica da pombagira e a força da mulher são temas de espetáculo no Teatro Bom Jesus
Trupe carioca volta a Curitiba e se apresenta no dia 22

Histórias inéditas, um novo elenco e figurinos reformulados marcam a segunda temporada do espetáculo Encruzilhadas, dirigido e estrelado por Bia Laere. Após uma primeira temporada de sucesso, que inclui passagem por Curitiba, além de São Paulo e Belo Horizonte, a trupe carioca retorna à capital paranaense e se apresenta no dia 22 de fevereiro, às 19h, no Teatro Bom Jesus. Os ingressos custam R$90 e podem ser comprados pela plataforma Ingresso Digital.

No palco, ao lado de Bia, estão Rhaissa Xavier, Alexandre Gonçalves e a musicista Vanessa Xavier, que faz participação ao vivo. A nova temporada traz também novidades na equipe de produção e na estética do espetáculo. “Temos novas histórias para contar, além das que o público já conhece e ama. Nosso cenário e figurino foram totalmente reformulados, dando espaço para criações espetaculares”, celebra a diretora.

Mesclando presente, passado e futuro, a peça narra a jornada de sete mulheres que se tornaram ‘entidades pombagiras’ – figuras míticas das religiões de matrizes africanas. Com um texto poético, vigoroso e performances envolventes, Encruzilhadas aborda temas urgentes, como o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. O contexto das religiões de matrizes afro-brasileiras, frequentemente alvo de preconceito, oferece um pano de fundo significativo para a narrativa.

Idealizado e escrito por Bia Laere, o espetáculo uma produção independente. “Esse processo de reformulação está sendo maravilhoso, mas envolve um investimento alto. O que me move é a fé na importância desse trabalho que fala sobre as pombagiras, figuras tão demonizadas na nossa sociedade, mas que no fundo são apenas mulheres. Suas histórias são lindas, fortes, inspiradoras e merecem ser contadas”, diz.

Trajetória na cultura
Com formação em História e pós-graduação em Psicanálise, Bia Laere construiu uma trajetória singular, que combinou sua paixão pela arte aos seus estudos acadêmicos. Sua incursão no mundo artístico teve início aos 19 anos, quando ingressou no Teatro Miguel Falabella, um ambiente que viria se tornar palco de suas futuras performances profissionais. Mais tarde, aprimorou suas habilidades, estudando Teatro e Performance na renomada Universidade de Edimburgo, na Escócia, explorando também o teatro físico e o de máscaras, sob a orientação do Grupo Teatral Moitara. Também possui uma pós-graduação em Artes Performáticas.

Apesar do currículo fortemente artístico, inicialmente Bia não imaginava seguir o caminho das artes. “Sempre fui quieta, tímida e esquisita, mas profundamente artística. Cresci dizendo que a única coisa que jamais faria era ser atriz!”, relembra. Tudo mudou quando assistiu a um espetáculo onde sua irmã atuava. “Naquele momento, me apaixonei profundamente pelo teatro. Foi o início da descoberta da minha paixão e propósito de vida. O teatro é o sangue que corre nas minhas veias e o que me mantém viva.”

SERVIÇO:
Data: 22 de fevereiro
Horário: sábado, às 19h
Local: Rua 24 de maio, 135 – Centro
Preço: R$90, 00 (inteira) R$45,00 (meia)
Ingressos: Ingresso Digital