Festival de Teatro Infantil do Paraná divulga lista de companhias selecionadas

Foram escolhidos 9 espetáculos de 6 Estados, com muita música, contos de fadas, comédia, especialmente pensados para crianças de todas as idades
O Festival de Teatro Infantil do Paraná (Festin Paraná) terá em sua próxima edição companhias dos Estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Previsto inicialmente para o período de 18 a 23 de agosto, o Festin Paraná deverá ter nova data anunciada pela organização, por conta do cenário de pandemia da Covid-19.
“O Festival de Teatro Infantil do Paraná cancelou a execução do projeto em agosto deste ano tendo em conta que o cenário que o país apresentará na época não será favorável para celebrações artísticas ou de qualquer outra natureza, pois levamos em consideração todas as vidas que estão sendo perdidas neste árduo caminho. Uma nova data será estudada e formalizada por nota oficial pelos canais de comunicação do festival”, explicou a produtora executiva do evento, Bruna Bayley.
O Festin é um projeto aprovado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e em respeito ao edital de chamamento para a seleção de espetáculos, a organização do Festin divulgou a lista de selecionados, mas também uma nota explicando a necessidade de repensar o formato do evento. De acordo com o edital, o Festin não se obriga a contratar todas as companhias relacionadas na listagem (nem de chamá-las na ordem em que estão colocadas), requisitando-as conforme logística, orçamento e disponibilidade dos equipamentos públicos culturais.
Devido às novas condições econômicas e de readequação orçamentária de empresas e setores públicos do país - provocadas pelo Coronavírus - os organizadores estão buscando a melhor maneira de viabilizar o festival. De acordo com a diretora geral do Festin, Cynthya Borges,o orçamento do festival deverá ser recalculado junto ao Ministério do Turismo e Secretaria Especial da Cultura e, se necessário, o projeto deverá ser readequado sem causar danos ao órgão público responsável pela sua aprovação, nem aos patrocinadores responsáveis pela sua viabilização.
Selecionados
Com o tema “Livre brincar, rir e cantarolar: espetáculos feitos para experimentar a infância e o esperançar”, a curadoria escolheu montagens pensadas especialmente para o público infantil, de forma lúdica, porém sem perder a criticidade e a reflexão. Foram 9 selecionados, de 207 inscritos.
O processo seletivo priorizou espetáculos que tivessem em suas propostas o imaginário infantil e o jogo de faz de contas - alguns mostrados a partir das experiências do livre brincar posto em cena, conforme explica uma das curadoras do Festin, Herica Veryano. “Tivemos também um olhar delicado para acolher a perspectiva da tradição oral representada pelos contadores e contadoras de histórias selecionados, transmitindo de uma geração a outra os contos de origem nacional e mundial. A comicidade também estará bem representada com os grupos de pesquisa clownesca que escolhemos. Outro ponto que levamos em consideração foi a musicalidade presente nos espetáculos, pois todos os trabalhos escolhidos para essa edição trazem à tona uma linguagem musical única, a maioria com canções originais e com dramaturgias refinadas, cuidadosamente pensadas para comunicar com o público infantil”, contextualiza Herica.

Conheça os escolhidos:
O Cravo e a Rosa – Uma Nova Canção (Grupo Paiol) – Arapongas/PR. Trabalho musical cômico com dramaturgia inteligente que parte da tradicional música da cultura popular, “O Cravo e a Rosa”.
Era uma vez: contos, lendas e cantigas (Rococó Produções Artísticas e Culturais) – Porto Alegre/RS. Em uma divertida mistura de técnicas de teatro, contação de histórias, dança e música, o espetáculo revisita histórias como a de Nossa Senhora Aparecida e a do Negrinho do Pastoreio com músicas do cancioneiro popular gaúcho e algumas compostas especialmente para a montagem.
Um golinho só (Cia Cornucópia De Teatro) – Ribeirão Preto/SP. Um trabalho com canções que aquecem o coração, executadas por atores-cantores. Em cena, eles contam a história da Vila da Pedra Quebrada, um vilarejo onde a água do riachinho, que outrora era cristalina e abundante, passou a ser suja e escassa.
Os 3 porquinhos (Cia. Le PlatduJour) – São Paulo/SP. Um trabalho cômico especialmente pensado para crianças, com duas atrizes-palhaças de longa carreira, que apresentam essa versão irreverente e única do clássico “Os três porquinhos”.
A fada, a flor e a princesa (Teatro da Pedra) – São João del Rei/MG. Singelo, forte e emocionante, o espetáculo é encenado por três atrizes que contam histórias por meio de cantos populares de trabalho, de amorosidade e saudade.
Foi coisa de Saci (Cia Contacausos) – Chapecó/SC. Numa casa de caboclo, quando alguma coisa estranha acontece, as pessoas dizem que foi coisa de saci! O espetáculo faz um passeio pelos causos da nossa gente brasileira que jura que viu, ouviu e até já prendeu o danadinho na garrafa.
Brincante (Cia AristoClowntas) – Rio de Janeiro/RJ. A companhia apresenta um trabalho de palhaçaria com números clássicos, acrobáticos, magia, malabarismo, dentre outros. Garantia de ótimas risadas e muita interação.
Vida seca (Cia Manipuladora De Formas Etc i Tal) – Navegantes/SC. A companhia de bonecos apresenta, por meio da tradicional técnica de bonecos de luva, um cenário inspirado no romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos e na obra de Portinari. Poético e arrebatador.
Monstros e Cia (Cia Talagadá – Teatro de Formas Animadas) – Itapira/SP. Um grupo que trabalha com bonecos de diferentes formas e tamanhos, com uma música potente em cena, apresenta um universo monstruoso para a criançada, numa encenação grandiosa e inteligente.
Além desses espetáculos, os organizadores escolheram também três montagens adicionais, para o caso de desistência ou impossibilidade de agenda dos nove selecionados.
Suplentes:
Yaga, uma história para crianças corajosas (Severina Cia de Teatro) – Pindamonhangaba/SP
Espetáculo MalabaRindo (Cia. MB Circo) – Piracicaba/SP
O Menino e os sortilégios – Ópera para crianças de Maurice Ravel (Pequeno Teatro do Mundo) – Bragança Paulista/SP
Festin 2020
Todo o processo de inscrição desta edição foi online. Os interessados enviaram a ficha de inscrição preenchida além de um vídeo da peça e dos demais documentos exigidos no edital, que ficou disponibilizado no site do festival.
O Festin é patrocinado pela Syngenta Brasil e tem o apoio cultural dos Hotéis Bourbon – Cascavel.

Divulgação cultural vence barreiras na quarentena

Lívia Zeferino*

Enquanto estamos em casa enfrentando um alto nível de ansiedade quanto à saúde de nossas famílias e em relação ao futuro, algumas pessoas sintonizaram suas antenas criativas e estão nos oferecendo formas de lidar um pouco melhor com o isolamento.
São os artistas, essa classe muitas vezes mal compreendida, mas que tem conseguido romper barreiras neste momento de quarentena. Graças ao trabalho sensível e à interação com diversos públicos, caíram muros de separação relacionados, principalmente, ao preconceito e à tecnologia.
Temos o exemplo da Orquestra Sinfônica do Paraná, que gravou uma versão emocionante para o “Trenzinho do Caipira” de Villa-Lobos, com cada músico em sua casa e a regência do maestro Stefan Geiger, feita diretamente de sua residência na Alemanha. Ao final, a cantora e atriz Uyara Torrente faz um solo da canção escrita por Edu Lobo. O resultado ficou tão bem-acabado que logo viralizou, de forma a alcançar espectadores que jamais estiveram na plateia de um concerto.
O caso do teatro é ainda mais emblemático. Em sua luta por ampliar audiências e ultrapassar estigmas, grupos como o curitibano Ave Lola iniciaram novas formas de alcançar seus fãs e públicos ainda mais abrangentes. A solução encontrada durante o período de isolamento foi criar a websérie “Viver no teatro em tempos de reclusão”, com depoimentos sobre dramaturgia e o fazer teatral, que envolveram quase 500 visualizações a cada capítulo.
As visitas digitais a museus também têm permitido um vínculo maior com as artes visuais, com destaque para o envolvimento de famílias ao redor do mundo na recriação de obras de arte dentro de casa, em fotografias pitorescas.
Esse papel do artista de agregar multidões, ao mesmo tempo em que fala individualmente aos corações, sempre foi fundamental, mas talvez estivesse um tanto quanto soterrado em nosso dia a dia de correrias pelo mundo. A arte é um dos poucos atalhos para a reflexão, rumo à calma interior que leva à transformação e mudanças de pensamento e comportamento.

Ela tem esse poder. Seja por meio da música, da dança, do teatro, um poema ou uma gravura. E mesmo nesse período tão conturbado, é muito importante que o artista continue ativo. A arte vive disso, ela não entra em “suspensão de contrato”.

Além de essas iniciativas ajudarem quem está em casa com muita ansiedade e, por que não, solidão, o ato de refletir decorrente da experiência artística traz mais calma a respeito do futuro – a vida não será a mesma depois. E o que você vai fazer dela?

É possível dizer que esse engajamento entre público e artistas sairá da quarentena para ficar, com um novo valor para a arte. É importante, porém, que a comunicação e divulgação que estão sendo realizadas neste momento não sejam negligenciadas depois, e nada melhor do que contar com apoio profissional para isso, pensando em um planejamento mais amplo de marketing cultural e digital.

É claro que a arte presencial nunca será substituída, mas a experiência que os próprios artistas estão tendo com a tecnologia tem trazido novos recursos a eles, de forma a agregar para sua criação agora e no pós-pandemia.

Esses são exemplos de como a arte nos ajuda na crise e como ela quebra barreiras – é o momento para a arte virar o jogo e mostrar sua verdadeira cara: da solidariedade, proximidade e engajamento.

* Lívia Zeferino é jornalista, atriz e especialista em comunicação cultural da Smartcom – Inteligência em Comunicação.

Sobre a Smartcom: Agência de comunicação sediada em Curitiba, a Smartcom oferece serviços de gerenciamento e conteúdo para redes sociais, assessoria de imprensa internacional, design, endomarketing e auditoria de posicionamento interno e externo. Com braços na Alemanha, Argentina e no interior do Paraná, além de profissionais de comunicação qualificados, garante a conexão entre os pontos envolvidos no segmento do Business to Business, que envolvem newsletters, revistas institucionais internas e externas, informativos, bem como ações de relacionamento individualizado com influenciadores digitais e da mídia. O portfólio de clientes é composto por companhias das áreas de Papel e Celulose, Tecnologia, Meio Ambiente, Saúde, Cultural, Terceiro Setor, Alimentação, Automotivo, Comércio e Indústria, Trânsito & Transporte e Direito.

Projeto inspirador da Duplo Produções Culturais

@duploproduçõesculturais que teve essa ideia bacana para promover nossos artistas!!
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Você artista pode se inscrever gratuitamente e se conectar a esta Rede para promover o seu trabalho!
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O objetivo é aproximar o artista de marcas, produtoras e produtores independentes para gerar parcerias e movimentar o segmento da arte e da cultura no Paraná!
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O teatro, a música, a dança e as artes visuais (como já percebemos em algumas ações pioneiras online) aproximam e propõem uma experiência inesquecível. A hora é agora!!

Festival de Teatro Infantil do Paraná encerra inscrições com 207 espetáculos de 80 cidades de todo o Brasil

A organização do Festin Paraná está analisando o cenário de pandemia para definir se manterá a data divulgada inicialmente

O Festival de Teatro Infantil do Paraná, o Festin Paraná, recebeu inscrições de 207 espetáculos para a edição deste ano, prevista inicialmente para o mês de agosto, entre os dias 18 e 23. O prazo encerrou no dia 5 de abril com companhias de todo o Brasil. Realizado pela terceira vez na cidade de Cascavel, o festival tem como grande novidade a participação especial de uma companhia internacional. Com o cenário de pandemia de Covid-19, a organização do Festin está analisando se irá manter a data ou se haverá alterações no calendário. A confirmação deverá ser anunciada com o resultado do edital, a partir de 5 de maio.

A abrangência geográfica foi um dos diferenciais entre os inscritos desse ano, conforme explica a coordenadora de produção do festival, Bruna Bayley. “Posso afirmar que metade das companhias inscritas é do Estado de São Paulo e que a grande diferença desse ano foi a adesão de grupos do interior”, conta. Os organizadores receberam inscrições de companhias de 80 cidades diferentes neste ano, contra 72 cidades em 2019.

“O número de grupos do Rio de Janeiro também surpreendeu. Depois desses dois Estados, os maiores números de inscrições vieram de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul”, avalia Bayley, lembrando que também chegaram inscrições da Bahia, Minhas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Amazonas.

Todo o processo de inscrição desta edição foi online. Os interessados enviaram a ficha de inscrição preenchida além de um vídeo da peça e dos demais documentos exigidos no edital, disponível no site do festival. Entre os inscritos, oito espetáculos serão selecionados. No total 10 companhias se apresentarão, sendo que duas serão convidadas a compor a programação especial desta edição.

Os nomes dos selecionados deverão ser conhecidos no mês de maio.

O festival é patrocinado pela Syngenta Brasil e tem o apoio cultural dos Hotéis Bourbon – Cascavel.

Virtualmente a Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta trilha sonora de “2001: Uma Odisseia no Espaço”

A apresentação do concerto “Assim Falou Kubrick” da Orquestra Sinfônica do Paraná ao público foi cancelada para priorizar a saúde da comunidade devido à pandemia do COVID-19 e, também, para cumprir a solicitação do Governo do Paraná.

Mas os músicos e o maestro Stefan Geiger subiram ao palco do Teatro Guaíra no último domingo (15) e executaram e gravaram as peças do espetáculo para que todos pudessem assistir. Neste sábado e domingo, os vídeos do concerto serão disponibilizados por meio das redes sociais e site do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP). Não perca!

Acesse:
Insta: @apoiosinfonicaparana
Facebook: facebook.com/apoiosinfonicaparana/
http://www.apoiosinfonicaparana.com.br/

Turnê de Bonnie Tyler no Brasil é adiada para outubro

As produtoras FG Music e Orth Produções, comunicam o adiamento do show comemorativo aos 50 anos da carreira da cantora Bonnie Tyler, que aconteceria no dia 17 de maio, no Teatro Positivo, em Curitiba. A turnê que passaria por várias cidades do Brasil foi adiada para o mês de outubro. Na capital paranaense, o show ficou confirmado para o dia 11 de outubro, às 20 horas, no Teatro Positivo.

O motivo do adiamento é para evitar a aglomeração de pessoas, seguindo as recomendações dos órgãos públicos, com o objetivo maior de evitar a propagação da contaminação das pessoas pelo COVID-19.

Quem comprou o ingresso

As pessoas que adquiriram os ingressos não precisam trocar, os mesmos bilhetes continuam valendo para a nova data e poltrona adquirida.

Se optar pela restituição de valor de compra, os clientes devem seguir as seguintes etapas para reembolso:

Compras on-line: Caso você seja de Curitiba pode comparecer a um dos quiosques e solicitar a devolução. Os clientes fora de Curitiba, devem enviar e-mail para: atendimento@diskingressos.com.br solicitando o reembolso.

Compras Lojas: crédito e débito e dinheiro: comparecer a um dos quiosques e solicitar a devolução de acordo com a forma de pagamento.

A nova data: dia 11 de outubro de 2020

Local: Teatro POSITIVO – Curitiba/ PR

Horário: 20h

Os ingressos continuam à venda pelo Disk Ingressos. Para mais informações, acesse https://www.diskingressos.com.br/ ou entre em contato pelo telefone (41) 3315-0808.

Espetáculo cancelado “A Maré de Maria”

Aprovada no 2o. Edital do PROFICE a obra é voltada para o público infantil e mostra grandes aventuras no fundo do mar

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Desenvolvido especialmente para o público infantil, o espetáculo solo de dança contemporânea “A Maré de Maria” conta a história de uma menina especial, que costuma navegar em sua própria imaginação com um barquinho de papel. Por meio de um visual lúdico repleto de bonecos coloridos que dançam em cena com a bailarina, o público é envolvido pelas aventuras da pequena sonhadora. O espetáculo, que foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, em 2013, terá circulação por oito cidades do Paraná nos meses de março e abril com entrada franca, viabilizada pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, do Governo do Paraná.

O espetáculo, colorido, alegre, poético e sensível, se passa no fundo do mar, onde a personagem principal viaja após navegar em um barquinho de papel. Para contar as aventuras da menina Maria neste mundo misterioso, animais marinhos aparecem em cena e são manipulados pela própria bailarina.

Para a diretora, coreógrafa e criadora do projeto, Eunice Oliveira, que também está em cena no espetáculo, o Paraná tem uma certa carência por criações de dança voltadas ao público infantil, especialmente direcionadas à Primeira Infância. A obra passará por Apucarana, Arapongas, Araucária, Campo Mourão, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Paranavaí e Toledo, cidades com 50 a 150 mil habitantes. “Queremos levar o espetáculo aos municípios do estado por entender a importância de democratizar o acesso à cultura na região”, diz. No total, são 28 espetáculos gratuitos, sendo 16 dirigidos aos alunos de escolas públicas.

Professores e educadores de cada cidade contam ainda com uma palestra gratuita que abordará o papel da arte no desenvolvimento do ser humano, bem como sua importância na formação de futuros agentes da economia criativa. As palestras serão ministradas por Eunice Oliveira, que é mestre e doutora em Educação.
O projeto “A Maré de Maria” estreou em Curitiba em fevereiro de 2015, e agora volta aos palcos com produção da BPC Produções Culturais.

SERVIÇO
A Maré de Maria
Circulação
Aberto ao público
Fazenda Rio Grande - Teatro Municipal - 21/03 às 16h
Arapongas - Cine Teatro Mauá - 28 e 29/03 às 16h
Paranavaí - Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade - 01/04 às 16h
Apucarana - Cine Teatro Fênix - 04 e 05/04 às 16h
Araucária - Teatro da Praça - 18/04 às 16h

Escolas
Nos espetáculos para as escolas, o projeto disponibiliza transporte para alunos residentes em cidades pequenas (com menos de 50 mil habitantes) localizadas próximas às cidades-sede, que não têm a possibilidade de receber a obra. Veja quais são:

- Região de Fazenda Rio Grande: Mandirituba, Quitandinha e Agudos do Sul
- Região de Arapongas: Pitangueiras, Astorga e Mandaguari
- Região de Paranavaí: Alto Paraná, São João do Cauiá, Paraíso do Norte e Amaporã
- Região de Apucarana: Rio Bom, Jandaia do Sul, Califórnia e Novo Itacolomi
- Região de Araucária: Contenda e Balsa Nova

FICHA TÉCNICA
EUNICE OLIVEIRA
Iniciou os estudos de dança no Teatro Guaíra em 1975 e ingressou o Balé Teatro Guaíra em 1980. Em 1993 foi dançar na Alemanha, em Gelsenkirchen e, mais tarde, em Nordhausen. No MusiktheaterImRevierGelsenkirchen colaborou com a criação coreográfica na obra La BelleetlaBète. No StadtheaterNordhausen participou das três Oficinas Coreográficas realizadas com os trabalhos In YourHands, Em Louvor e Gratidão, NotreAmour e Theeof a Kind. Coreografou também duas peças para teatro: Heinrich V de IgnaceCornelissen e Kleiner Mann, wasnun? De T.Dorst e P.Zadek. Retornou ao Brasil e ao Centro Cultural Teatro Guaíra em 2001, onde atuou até 2012 como ensaiadora do Balé Teatro Guaíra. Coreografou Sem texto, sem contexto para o Atelier Coreográfico do Balé Teatro Guaíra em 2007, e em 2009, o espetáculo Faces para a G2 Cia de Dança. Graduou-se em pedagogia em 2008 e concluiu em 2010 o Mestrado e em 2017 o Doutorado em Educação, pela Universidade Federal do Paraná.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.
Apoio: Copel

Mais informações:
www.facebook.com/bpcproducoes/

BPC Produções - A BPC Produções Culturais foi criada em outubro de 2017 pela produtora cultural Simone Bönisch. A empresa atua na elaboração, execução, produção, gerenciamento e consultoria de projetos culturais e iniciativas artísticas socioeducacionais. Desde a sua fundação, vem atuando na coordenação e produção dos projetos: Brasil x Israel (intercâmbio cultural entre artistas da dança contemporânea brasileira e israelense), Vilosidade (trabalho solo em dança contemporânea da artista Lívea Castro aprovado no Edital da Área da Dança – Solar 2018), Vário (espetáculo de dança-música aprovado no Edital de Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba), Autorretrato (projeto de Cayo Vieira que usa a fotografia em intervenções psicoterapêuticas no tratamento de adolescentes internos no Hospital San Julian)

PAIXÃO DE CRISTO DO GRUPO LANTERI ADIADA PARA SETEMBRO

A encenação, tradicionalmente apresentada na Sexta-Feira Santa, será realizada dia 06/09, em Araucária.

Por conta da pandemia do Covid-19 a apresentação do espetáculo “Paixão de Cristo”, do Grupo Lanteri, foi transferida para o dia 06 de setembro (domingo), véspera do feriado da Independência do Brasil. Os ensaios foram temporariamente cancelados. Como nos anos anteriores, a apresentação será no Parque Cachoeira, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

A encenação do Grupo Lanteri é a segunda maior, ao ar livre, do Brasil, ficando atrás apenas da Nova Jerusalém, em Pernambuco, e envolve cerca de 1.200 mil voluntários entre atores, técnica e produção e atrai um público superior a 20 mil pessoas. A deste ano será a 43ª montagem da peça que teve início na Vila São Paulo/Uberaba, em Curitiba, no ano de 1978.

Produção e Coordenação

Edson Luiz Martins

41 99935 8698

edsonluizmartins@gmail.com

Direção Geral

Aparecido Massi

41 99974 6330

massi@aparecidomassi.com.br

Em dose dupla: Circo da Cidade recebe dois espetáculos gratuitos de Circo-Teatro com o coletivo Palhaçx Gourmet

#palhacxgourmet Palhaçx Gourmet
As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita
As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade - Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 - aos sábados e domingos - com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.
As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.
Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.
Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.
Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.
“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco.
Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.
SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro - Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos - Classificação indicativa: 12 anos
Circo da Cidade - Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Ônibus gratuito aos domingos (15 e 22 de março), com saída da Praça Tiradentes (em frente à Catedral) às 14h e retorno para o mesmo local logo após o fim da sessão. Os ingressos para xs tripulantes começam a ser distribuídos às 13h30.
Informações: (41) 3287-5307
A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro
Em cena: Karina Pereira, Má Ribeiro e Diogo Bonito. Foto: Mateus Tropo.
Fim dos Tempos
Cena de “Fim dos Tempos”. Foto: Mateus Tropo.

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.
FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes - Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine - Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet
GRUPOS DE TRABALHO - CRIAÇÃO
- Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
- Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
- Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
- Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo
OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Festival de Curitiba tem data prorrogada e deve acontecer no período de 1º a 13 de setembro no Mabu Curitiba Business

Além de hospedar artistas e equipe técnica dos espetáculos, o hotel transformou a suíte presidencial na sala de entrevistas, que neste ano, junto com o Festival, homenageia Ariano Suassuna

O Festival de Curitiba foi prorrogado e a nova data será no período de 1º a 13 de setembro deste ano e a capital será palco da 29ª edição do Festival de Curitiba e, pelo terceiro ano consecutivo, o Mabu Curitiba Business será o hotel oficial do evento. É no Mabu, onde será instalada a sede do escritório central do Festival, que as equipes de comunicação, marketing, credenciamento e logística vão trabalhar na produção e montagem do evento. Durante esse período, o hotel passará a receber também artistas e equipes técnicas dos espetáculos.

Além disso, o hotel personalizou a suíte presidencial para a sala de entrevistas do evento. A suíte conta com características artísticas do Festival de Curitiba e alusão ao homenageado do evento neste ano, o escritor Ariano Suassuna, que tem entre suas obras-primas o enredo “O Auto da Compadecida” – que já recebeu adaptações para a televisão, cinema e teatro.

Um pouco sobre o Mabu Curitiba Business
O Mabu Curitiba Business está localizado na região central de Curitiba, na rua XV de Novembro, ao lado de dois dos principais cartões-postais da cidade – a Universidade Federal do Paraná e o Teatro Guaíra. Além da localização privilegiada, outro destaque é o amplo espaço para a realização de eventos. O centro de eventos e congressos tem uma área de mil metros quadrados e tem capacidade para atender 600 pessoas simultaneamente. Já a gastronomia segue os padrões da Rede Mabu. Entre as principais atrações estão a tradicional Feijoadíssima, servida aos sábados, no horário do almoço. A valorização da cultura também está presente com o Jayabujamra Espaço de Arte - espaço cultural voltado à arte contemporânea que abriga exposições.

O Mabu Curitiba Business é um dos quatro empreendimentos da Rede Mabu Hotéis & Resorts, formada ainda pelos hotéis: Mabu Thermas Grand Resort e Mabu Interludium Iguassu Convention, em Foz do Iguaçu; e Mabu Curitiba Express, em Curitiba.

As últimas novidades da rede de hotéis podem ser acessadas pelo site (www.hoteismabu.com.br), pelo Facebook (www.facebook.com/hoteismabu) e pelo Instagram ( https://www.instagram.com/hoteismabu)

Serviço
Endereço: Rua XV de Novembro, 830 – Centro – Curitiba (PR)
Telefone: 41 3219 6000
Site: www.hoteismabu.com.br
Facebook: www.facebook.com/hoteismabu
Instagram: https://www.instagram.com/hoteismabu/

Novozymes apoia o Programa Guritiba, mostra infantil do Festival de Curitiba 2020

Curitiba, março 2020 - A Novozymes, por meio da Lei Rouanet, é uma das empresas apoiadoras do Programa Guritiba 2020, mostra que faz parte do Festival de Curitiba, um dos maiores eventos culturais do Brasil e um dos mais importantes em artes cênicas do mundo, que será realizado de 24 de março até 5 de abril, em aproximadamente 70 espaços da capital paranaense e região metropolitana, com mais de 400 atrações. O Guritiba surgiu como a mostra infantil do Festival e hoje, na sua 11ª edição, é um projeto independente que atende mais de 8 mil crianças em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, integrantes 31 instituições em 7 municípios, levando as apresentações teatrais gratuitas e muita diversão a esses locais.

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

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Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

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O CASAMENTO DA FILHA DO PALHAÇO. UMA ÓPERA ROCK

Inspirado em um dos capítulos do livro “O Circo e a Cidade – Histórias do Grupo Circense Queirolo em Curitiba” de Luiz Andrioli, a peça teatral em formato ópera rock “O Casamento da Filha do Palhaço: Uma Ópera Rock”, conta a história de uma família circense ambientado nas décadas de 1950 e 1960. A história se passa em Curitiba, onde uma bela trapezista de circo itinerante se casa com um playboy sedutor. O casamento desagrada ao pai da artista que é o dono de uma das maiores companhias de circo do país. 
A montagem resgata a história de importantes personagens do universo circense,  unindo as linguagens da ópera rock, do circo e também do teatro.
O espetáculo recebeu 10 indicações ao principal prêmio das artes do Estado do Paraná: o Troféu Gralha Azul, sendo vencedor na categoria de Melhor Espetáculo do ano de 2019, Melhor Direção para Laura Haddad, Melhor Ator Coadjuvante para Maurício Vogue e Melhor Maquiagem para Lilian Marchiori.

SERVIÇO: 
Temporada de 12 a 22 de março no Teatro José Maria Santos. 
De quinta à sábado às 20h e domingo às 19h. 
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). 
Duração: 1h - Classificação indicativa: Livre
INGRESSOS ANTECIPADOS PELO TICKET FÁCIL 

FICHA TÉCNICA
Autor: Luiz Andrioli
Direção: Laura Haddad
Ass. de Direção: Giovana de Liz
Elenco: Marcelina Fialho, Diegho Kozievitch, Edson Bueno, Mauricio Vogue, Mauro Zanatta, Taciane Vieira.

Iluminação: Beto Bruel e Lucas Amado
Cenários: Guenia Lemos
Figurinos: Eduardo Giacomini
Sonoplastia e Composição Musical: Gilson Fukushima e Thiago Menegassi
Produção e Realização: Duplo Produções Culturais (www.duploproducoes.com.br)

MARCO LUQUE EM TODOS POR UM

“No sábado, dia 14 de março, o ator e comediante paulista desembarca em Curitiba com seu novo espetáculo que reúne seus personagens mais marcantes e carismáticos da carreira. A apresentação acontece no Teatro Positivo – Grande Auditório”.

Marco Luque está de volta aos palcos. Após dois anos, o artista volta a Curitiba e traz seu show solo e inédito “Todos por Um”, que reúne seus personagens mais marcantes e carismáticos. Com realização da Prime, a apresentação acontece no próximo dia 14 de março no Teatro Positivo – Grande Auditório (R: Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300) às 21h15.

Reunindo toda a experiência como ator, humorista, dublador e apresentador, Luque mostrará ao público paranaense as novidades e histórias do universo de cada um de seus personagens mais populares na tevê e no YouTube. Em “Todos Por Um”, Luque conta as façanhas de Jackson Faive, o motoboy paulistano mais famoso do país; Silas Simplesmente, um taxista que incrementou seu táxi para agradar seus clientes; Mustáfary, um rastafári baiano que ama a natureza e os animais, defende a sustentabilidade do planeta. O personagem ficou famoso após um vídeo viralizar ao lado de um cãozinho, que ficou conhecido como “serumaninho”; Ed Nerd, um nerd que sofreu bullying durante toda sua vida, mas deu a volta por cima e quer se vingar de todos os seus colegas do 3B; Mary Help, uma diarista engraçadíssima, garantem o clima de diversão.

Além disso, números de mágica foram inseridos ao show, trazendo momentos inesquecíveis para o público. Marco Luque mostra toda sua versatilidade nos palcos, com números de dança e canto, um tanto quanto peculiares. Alguns outros personagens participam do show, proporcionando surpresas e ainda mais risadas para os fãs e admiradores do trabalho de Luque. Recursos tecnológicos de audiovisual também foram introduzidos, surpreendendo os espectadores.

“Marco Luque em: Todos Por Um” tem 80 minutos de duração e conta com texto totalmente novo, escrito por Luque e Guilherme Rocha. A direção é de Marco Luque e a produção fica por conta de sua produtora Macatranja Produções.

Os ingressos estão disponíveis e variam de R$60,00 (meia-entrada) a R$240,00 (inteira), de acordo com o setor. Plateia Vermelha - R$240,00 (inteira) e R$120,00 (meia-entrada) / Plateia Azul - R$220,00 (inteira) e R$110,00 (meia-entrada)/ Plateia Amarelo - R$200,00 (inteira) e R$100,00 (meia-entrada)/ Plateia Roxo - R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia-entrada)/ Plateia Laranja - R$160,00 (inteira) e R$80,00 (meia-entrada)/ Plateia Rosa - R$140,00 (inteira) e R$70,00 (meia-entrada)/ Plateia Verde - R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada). A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE) e de câncer. Clube Prime possui 50% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. Clientes Disk Ingressos possuem 30% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. ***Há o valor de R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos. É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. Os ingressos podem ser adquiridos através do Disk Ingressos (Loja Palladium - de segunda a sexta, das 11h às 23h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, - e quiosques instalados nos shoppings Mueller, Estação - de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9h às 18h), na bilheteria do teatro Positivo (de segunda a sexta, das 9h às 21h, e aos sábados, das 9hs às 18hs), na bilheteria do teatro Guaíra (de terça a sábado, das 12h às 21h) e pelo portal www.diskingressos.com.br.

SERVIÇO:
MARCO LUQUE – “Todos por Um”
Quando: 14 de março de 2020 (Sábado)
Local: Teatro Positivo – Grande Auditório (R: Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300)
Horários:
Abertura do Teatro: 20h15 / Início do show: 21h15
Duração do show: cerca de 1h20
Ingressos: variam de R$60,00 (meia-entrada) a R$240,00 (inteira), de acordo com o setor.
Plateia Vermelha - R$240,00 (inteira) e R$120,00 (meia-entrada);
Plateia Azul - R$220,00 (inteira) e R$110,00 (meia-entrada);
Plateia Amarelo - R$200,00 (inteira) e R$100,00 (meia-entrada);
Plateia Roxo - R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia-entrada);
Plateia Laranja - R$160,00 (inteira) e R$80,00 (meia-entrada);
Plateia Rosa - R$140,00 (inteira) e R$70,00 (meia-entrada);
Plateia Verde - R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada).
A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue e portadores de necessidades especiais (PNE) e de câncer.
Clube Prime possui 50% de desconto na compra de até dois ingressos por associado. Clientes Disk Ingressos possuem 30% de desconto na compra de até dois ingressos por associado.
Promoções não cumulativas com descontos previstos por Lei.
***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
****Há o valor de R$10,00 de acréscimo por bilhete referente à taxa de administração Disk Ingressos
***É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro.
Forma de Pagamento: Não serão aceitos cheques, apenas dinheiro e cartões de débito e crédito Visa, Mastercard, Dinners e RedeShop – parcelamento em até 3x
Pontos de Venda: Disk Ingressos (Loja Palladium - de segunda a sexta, das 11hs às 23hs, aos sábados, das 10 às 22 horas, e aos domingos, das 14 às 20hs, - e quiosques instalados nos shoppings Mueller e Estação -de segunda a sábado, das 10hs às 22hs, e aos domingos, das 14hs às 20hs), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22hs, e aos domingos, das 9 às 18hs), na bilheteria do teatro (de terça a sábado, das 12 às 21 horas) e também pelo site (www.ingressos.tguaira.pr.gov.br/bilheteria/vendainternet).
Classificação etária: Livre
Informações p/ o público: (41) 33150808 / 33173283/ www.maisumadaprime.com.br
Realização: Prime

As aventuras de João Grilo e Chicó no Festival de Curitiba 2020

Com direção de Gabriel Villela, o clássico Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, ocupa o palco do Teatro da Reitoria para duas apresentações

Um dos maiores sucessos da dramaturgia brasileira, o texto Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, faz parte da Mostra da 29.ª edição do Festival de Curitiba em montagem do Grupo Maria Cutia, com concepção e direção de Gabriel Villela. O espetáculo, que celebra a primeira parceria do Grupo com o diretor, fará duas apresentações no Teatro da Reitoria, dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

O Auto da Compadecida apresenta as aventuras de João Grilo e Chicó, que começam com o enterro e o testamento do cachorro do padeiro e de sua mulher e acabam em uma epopeia milagrosa no sertão envolvendo o clero, o cangaço, Jesus, Maria e o Diabo. Suassuna faz uma abordagem mítica brasileira do herói sem caráter, com suas vicissitudes morais - e o espetáculo do Grupo Maria Cutia traz para o texto de Suassuna pitadas brechtianas.

“Com tom irônico, o trabalho pode ser enquadrado no gênero cênico-musical-picaresca. O olhar político (sem didatismo ou partidarismo) do espetáculo, desprendido do enredo criado pelo célebre autor paraibano, traz outra camada para a obra de Ariano”, explica Gabriel Villela. O espetáculo revela acontecimentos de um Brasil atual, a partir de personagens e situações que ganham acento ainda mais sarcástico do que os encontrados na dramaturgia original.

O Grupo Maria Cutia de Teatro nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Nos últimos anos aventurou-se em produções criadas para palcos e também adaptou suas obras de rua para teatros fechados. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro, numa investigação autoral que denomina música-em-cena. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia dramaturgia à canção. O Grupo Maria Cutia já se apresentou em seis países, 19 estados nacionais totalizando mais de 150 cidades brasileiras, para um público superior em mais de 400 mil espectadores em seus 13 anos de história.

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Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Leonardo Rocha – João Grilo Hugo da Silva – Chicó e Severino do Aracaju Mariana Arruda | Jimena Castiglioni – Mulher do Padeiro e Nossa Senhora Compadecida Dê Jota Torres – Palhaço, Padeiro e Manuel (Nosso Senhor Jesus Cristo) Thiago Queiroz– Sacristão Marcelo Veronez – Padre João e O Diabo Polyana Horta – Antônio Morais e O Bispo.
Direção: Gabriel Villela.
Assistente de Direção: Lydia Del Picchia.
Preparação Vocal: Babaya.
Direção Musical: Babaya, Fernando Muzzi e Hugo da Silva.
Cenário e Figurino: Gabriel Villela.
Assistente de Figurino: José Rosa.
Coordenação do Ateliê Gabriel Villela: José Rosa.
Pintura de Arte: Rai Bento.
Iluminação: Richard Zaira e Pedro Paulino (CiaTecno).
Consultoria de Sonorização: Vinícius Alves.
Fotografia: Tati Motta.
Produção: Luisa Monteiro - Grupo Maria Cutia.

Serviço:
O que: Auto da Compadecida no 29.º Festival de Curitiba
Quando: dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 – Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 90´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, ariano suassuna, auto da compadecida, joão grilo, chicó, gabriel villela, maria cutia, artes, cultura, show, atrações

Grupo Corpo volta ao Festival de Curitiba para mostrar duas famosas coreografias

“GIL”, com música especialmente composta por Gilberto Gil e “Sete ou Oito Peças para um Ballet” (1994), com trilha de Philip Glass/Uakti, serão apresentadas no Guairão

Como em todas as criações do coreógrafo Rodrigo Pederneiras, os movimentos do mais recente balé, “GIL”, nasceram da música. Mas a trilha engendrada por Gilberto Gil para o espetáculo do Grupo Corpo a convite do diretor artístico Paulo Pederneiras, chegou trazendo um paradoxal desafio ao coreógrafo: ali estavam, juntos e indissociáveis, o conhecido e amado Gilberto Gil... e um compositor inteiramente novo. “Era um Gil que eu não conhecia e, ao mesmo tempo, o Gil de quem sou tiete desde que ouvi sua música pela primeira vez”, diz Rodrigo.

A solução do paradoxo – fenomenal síntese – sobe ao palco do Guairão na 29.ª edição do Festival de Curitiba, dentro da Mostra 2020, nos dias 30 e 31 de março. O programa duplo, com intervalo de 20 minutos, conta ainda com a coreografia de “Sete ou Oito Peças para um Ballet”, de 1994.

A fagulha inicial para erguer a coreografia veio, então, de fora da música – um gesto inicial, buscado no candomblé. “Gil é filho de Xangô e usei como ponto de partida o movimento associado à presença do orixá: uma das mãos do bailarino bate no peito e a outra, nas costas”, conta o coreógrafo. “E assim o balé começou a se construir”. A “riquíssima trilha”, nas palavras de Rodrigo, se traduziu nos duos, trios e conjuntos que se alinham e desarmam, nos uníssonos e contrapontos gestuais, peças sempre renovadas do vocabulário marcante do coreógrafo. As muitas singularidades de GIL, a bem da verdade, já haviam começado na proposta de Paulo Pederneiras ao compositor. “Gil sempre esteve no nosso radar”, diz o diretor artístico. “Na primeira conversa, já me veio a ideia de sugerir que a coreografia se chamasse GIL. Normalmente o músico tem liberdade total – e agora não foi diferente – mas a sugestão que se debruçasse sobre a própria obra se consolidou naquele momento. E GIL se inscreve, então, entre os compositores que dão nome a coreografias do Grupo Corpo - já tínhamos feito essa homenagem a Bach, Nazareth e Lecuona”.

Sete ou Oito Peças para um Ballet
A partir de oito temas surgidos da parceria inédita entre o instrumentista e compositor norte-americano Philip Glass e o grupo instrumental mineiro Uakti, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras desvencilha-se, pela primeira vez, do rigor formal que marca suas criações para construir uma obra despojada, onde a partitura de movimentos emerge como uma série de esboços, apontamentos ou estudos para uma coreografia. Inacabados, na aparência. Mas irretocáveis, pela genialidade da forma.

Como em uma pintura contemporânea, onde as correções podem ser incorporadas ao resultado final, os movimentos dos bailarinos do GRUPO CORPO se sucedem em variações que vão da estética “suja” própria dos ensaios a um primoroso acabamento formal. Nesse sentido, 7 ou 8 Peças para um Ballet, que teve sua estreia em 1994, propõe mais do que vaticina. O componente obsessivo, frio e exato dos temas especialmente criados para o balé pelo ícone maior da música minimalista norte-americana leva Pederneiras a orquestrar repetições de movimentos que beiram o automatismo, executados, na maior parte das vezes, em solo, em contraposição a movimentos orgânicos de grupo, carregados da sensual latinidade intrínseca à sonoridade única produzida pelo Uakti. O cenário de Fernando Velloso e os figurinos de Freusa Zechmeister buscam nos primórdios da corrente minimalista da pintura americana a inspiração para as listras em verde, azul e tons de amarelo que dão identidade visual ao espetáculo, enquanto o branco reina absoluto na iluminação de Paulo Pederneiras. (texto: Angela de Almeida).

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Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
GIL [2019]
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Gilberto Gil
Cenografia: Paulo Pederneiras
Figurinos: Freusa Zechmeister
Iluminação: Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras
Banda: Gilberto Gil (violão, voz) / Bem Gil (guitarra) / Danilo Andrade (teclado, piano elétrico) / Domenico Lancelotti (MPC, bateria, percussão) / Thiago Queiroz, Diogo Gomes (sopros) / Bruno di Lullo (baixo) / José Gil (percussão) / Thomas Harres (balafon).

Sete ou Oito Peças para um Ballet [1994]
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Philip Glass e Uakti
Cenografia: Fernando Velloso
Figurinos: Freusa Zechmeister
Iluminação: Paulo Pederneiras.

Grupo Corpo:
Diretor Artístico: Paulo Pederneiras
Coreógrafo: Rodrigo Pederneiras
Bailarinos: Ágatha Faro, Bianca Victal, Dayanne Amaral, Débora Roots, Edésio Nunes, Edmárcio Júnior, Edson Hayzer, Elias Bouza, Filipe Bruschi, Helbert Pimenta, Janaina Castro, Jonathan de Paula, Karen Rangel, Luan Batista, Lucas Saraiva, Malu Figueirôa, Mariana do Rosário, Rafael Bittar, Rafaela Fernandes, Sílvia Gaspar, Williene Sampaio, Yasmin Almeida.
Diretora de Ensaios: Carmen Purri
Assistentes de Coreografia: Ana Paula Cançado, Carmen Purri, Miriam Pederneiras
Maître de Ballet: Bettina Bellomo
Pianista: Anna Maria Ferreira
Diretor Técnico: Pedro Pederneiras
Coordenador Técnico: Gabriel Pederneiras
Técnicos de Palco: Átilla Gomes, Murilo Oliveira, Stefan Böttcher
Produtora Executiva: Michelle Deslandes
Realização: Instituto Cultural Corpo.
O Grupo Corpo conta com o apoio da LEI DE INCENTIVO À CULTURA
Patrocínio: ITAÚ, CEMIG e GOVERNO DE MINAS GERAIS

Serviço:
O que: “Sete ou Oito Peças para Ballet” e “Gil” no Festival de Curitiba 2020
Quando: 30 e 31/03 às 21h
Onde: Guairão (Praça Santos Andrade, s/n)
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: Livre
Duração: 100’ (Cada apresentação 40’ e intervalo de 20’)

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Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, ballet, grupo corpo, gil, guaíra, cultura, show, atrações