Arte Viva! Viva a Arte!

Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner é uma das atrações da Mostra Lucia Camargo, da 30ª edição do Festival de Curitiba

Considerada por muitos estudiosos como um dos textos teatrais mais importantes dos últimos 50 anos, Angels In América é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de “O Milênio se Aproxima (parte 1)” e “Perestroika (parte 2)” e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. É com este espetáculo que a Armazém Cia.de Teatro retorna ao Festival de Curitiba para a edição que celebra 30 anos do evento.
Angels fará duas apresentações dentro da Mostra Lúcia Camargo, no dia 9 a partir das 21h e no dia 10 de abril partir das 19h, no Guairinha. As duas partes da montagem serão apresentadas em sequência, com intervalo de 30 minutos entre elas. Os ingressos para cada parte deve ser adquirido separadamente e quem comprar os passes para as duas partes terá desconto no valor total do pacote, que sairá por R$120,00 (R$60,00)
Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).
ANGELS IN AMERICA se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada “Era Reagan” e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.
“É um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, um mergulho no final do século XX, mas que revela uma atualidade esmagadora. É uma obra que reflete sobre o mundo ocidental, religiões, política, relações afetivas, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento”, comenta o diretor Paulo de Moraes. “Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista. Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre o espaço, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a História. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos, para que os corpos dos atores sejam determinantes pra narrativa e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético”, conclui Moraes. O espetáculo contém cenas de nudez.
Sobre a ARMAZÉM - Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014). A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 - de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço. Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.
Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Autor: Tony Kushner Direção: Paulo de Moraes Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Iluminação: Maneco Quinderé Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Figurinos: Carol Lobato Música Original: Ricco Viana Projeção Cênica: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca Diretor de Movimento: Paulo Mantuano Fotografia: Mauro Kury e Nityam
Designer Gráfico: Daniel de Jesus Diretor Técnico: Hugo da Matta Performance de Bateria: Rick De La Torre Assistente de Figurino: Amanda Rubelsperger Assistente de Cenografia: Samanta Toledo Costura e Alfaiataria: Ateliê das Meninas e Alex Leal Cenotécnicos: Marco Souza e Zé Maranhão Técnico de Montagem: José Djavan Costa Consultoria Ídiche e Hebraico: Sonia Kramer Assistente de Produção: Malu Selonk Produção Executiva: Isabel Pacheco Direção de Produção: Patrícia Selonk Produção: Armazém Companhia de Teatro

Elenco: Felipe Bustamante (Louis Ironson), Isabel Pacheco (Anjo), Jopa Moraes (Prior Walter)
Lisa Eiras (Harper Pitt), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt). Sergio Machado (Roy Cohn) Zéza (Belize + Sr. Mentira)

Serviço:
O que: ANGELS IN AMERICA no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 09 de abril a partir das 21h e 10 de abril a partir das 19h.
Onde: Guairinha (XV de Novembro, 971)
Valores: R$ 80,00 (inteira). Combo (parte 1 + parte 2): R$120,00 (R$60)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16 anos (Contém cenas de nudez)
Duração: 300 (140’ parte 1 e 160’ parte 2)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

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“Trava Bruta”, solo de Leonarda Glück sobre a vivência da sua transexualidade na realidade brasileira, chega a 30ª edição do Festival de Teatro de Curitiba

Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, no Auditório da Biblioteca Pública do Paraná. Os ingressos podem ser retirados na própria Biblioteca Pùblica do Paraná 1h antes de cada sessão.

“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.

Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos - e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.

O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções, uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.

Sobre os artistas:
Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück - Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com
Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Teatro da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 - Centro, Curitiba - PR).
Entrada gratuita, com retirada de ingressos 1h antes do espetáculo no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

FICHA TÉCNICA
Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
Direção: Gustavo Bitencourt
Direção de produção: Igor Augustho
Trilha original: Jo Mistinguett
Luz: Wagner Antônio
Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Fotografias: Alessandra Haro
Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio
Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte
Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

SÚBITA COMPANHIA É A ATRAÇÃO DESTA SEMANA DA MOSTRA PÔR DO SOL

O espetáculo solo “Mulher, como se chama?” será apresentado sexta e sábado (25 e 26), no Campo das Artes.

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Foto: Elenize Dezgeniski

A terceira semana da Mostra Pôr do Sol traz ao palco o trabalho solo de Janaína Matter, com direção de Maíra Lour, da Súbita Companhia de Teatro (Curitiba), “Mulher, como se chama? ”. Serão duas apresentações, sexta (25) e sábado (26), às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã. Indicado em 3 categorias ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2019: dramaturgia, direção e iluminação, o espetáculo aborda a história sob a perspectiva das mulheres. Tenta responder à inquietação provocada pelo apagamento das mulheres na história do mundo.

“É sempre importante colocar espetáculos, companhias e linguagens diferentes em cruzamento, em diálogo. Ainda mais em um projeto cultural novo que propõe uma outra relação de geografia com a arte e cultura em nossa região. Para a Súbita Companhia estar na Mostra Pôr do Sol representa um movimento poderoso de retomada das artes presenciais, do contato com o público, as possibilidades infinitas da experiência coletiva renovada em um espaço tão especial quanto o Campo das Artes. É uma honra e uma responsabilidade grande fazer parte deste movimento que se inicia neste momento tão singular e que se faz tão necessário”, declara a diretora Maíra Lour.

Este ano a companhia completa 15 anos de trajetória, nasceu do encontro de artistas que desejam fazer arte de um ponto de vista coletivo, autoral e contemporâneo. Dedica-se a investigar o teatro explorando as potências do corpo, a criação de novas dramaturgias, as possibilidades de transposição da literatura para a cena e modos de criação colaborativa.

“Recentemente tivemos a experiência de uma temporada em São Paulo que marcou nosso retorno à cena e que nos fez reconectar com a possibilidade de horizontes para o teatro no momento que vivemos. Este reencontro com o público, que nos parecia tão simples e fácil antes de 2020, neste momento ganha novos contornos e desafios. Percebemos um desejo no público de ocupar as salas e estabelecer este contato. E nós estamos dispostos a investigar quais são estas novas relações e suas potências hoje, com as marcas atuais das experiências coletivas”, complementa.

Outro trabalho da Súbita que será apresentado na Mostra Pôr do Sol será “O Arquipélago”, trabalho solo de Pablito Kucarz, também com direção de Maíra Lour, dias 15 e 16 de abril.

“Estes trabalhos que estamos trazendo para a mostra estrearam em 2019 e fazem parte do repertório da companhia. Participaram de circulações e festivais pelo país, porém tiveram suas trajetórias interrompidas por conta da pandemia. Hoje, as temáticas abordadas nos trabalhos, se potencializam a partir do que o trauma coletivo recente nos revelou sobre nós e o modo que nossa sociedade se construiu ao longo de tanto tempo”, conta a diretora.

A Mostra Pôr do Sol foi idealizada e produzida pelo Campo das Artes, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo. O evento conta com coprodução do ator e diretor Marcio Juliano e Cia Ilimitada, de Curitiba e marca a abertura oficial do espaço que vem sendo construído desde 2008.

Confira a programação da Mostra que segue até 16 de abril:

25 e 26 de março – 20h

Mulher, como você se chama? – Súbita Companhia de Teatro

1 e 2 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h

O Arquipélago - Súbita Companhia de Teatro

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL

Local: Canal Campo das Artes no Youtube

https://www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw

Horário: 20h

Datas:

19 de abril

Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)

20 de abril

Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)

21 de abril

Aqui - Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022 que terá início no dia 28 de março.

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

SERVIÇO:

MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril

Espetáculo: Mulher, como se chama? (Súbita Companhia de Teatro)

Data: 25 e 26 de março

Horário: 20h

Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)

Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383

Email: contato@campodasartes.com.br

Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/

Capacidade: 100 pessoas por apresentação

Duração: 40 minutos

Classificação Indicativa: 14 anos

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e Atuação: Janaina Matter /Direção: Maíra Lour /Trilha Original e Desenho de Som: Alvaro Antonio /Iluminação: Beto Bruel /Técnica de Luz: Lucri Reggiani /Cenário: Guenia Lemos /Figurino: Val Salles /Interlocução Artística: Francisco Mallmann /Orientação Dramatúrgica: Camila Bauer /Treinamento de Voz: Babaya /Assessoria em Canto: Paola Pagnosi /Colaboração em Movimento: Ane Adade /Realização: Súbita Companhia de Teatro

SAIBA MAIS:

https://www.campodasartes.com.br/

https://www.instagram.com/_campodasartes/

Facebook: @campodasartesbrasil

#6 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 23 de março e faltam 6 dias para o Festival de Curitiba

Gigante Tarsila
Este é o nome da exposição inspirada livremente na obra dos artistas plásticos Tarsila do Amaral (1886-1973) e Di Cavalcanti (1897-1976) montada na comemoração dos 100 anos da Semana de Arte Moderna, em São Paulo. De 1.º a 7 de abril, os infláveis gigantes, recriando figuras importantes da obra dos modernistas, farão parte do Festival de Curitiba, instalados na praça Santos Andrade.

Emicida – Ingressos Esgotados
Acabaram em duas horas os ingressos para balcão e plateia da sessão extra do espetáculo AmarElo, de Emicida. A sessão extra acontece dia 07 de abril, às 17h no Teatro Guaira. Saiba mais sobre AmarElo e Emicida aqui: https://bit.ly/3i8EkjB

Interlocuções
O Interlocuções é um evento com curadoria de Giovana Soar e Celso Curi que acontece dentro do 30.º festival de Curitiba e promove debates, oficinas, encontros, lançamento de livros, exibição de filmes e outras vivências que visam ampliar a experiência e integração entre artistas, público e atrair estudantes e grupos estimulando o pensamento sobre as artes cênicas. Toda a programação pode ser acessada aqui: https://bit.ly/3itzH3S

Nicole Puzzi de volta
Com 48 anos no teatro, televisão e cinema, Nicole Puzzi está de volta ao 30.º Festival de Curitiba. Paranaense de Floraí, Nicole foi enfermeira e modelo antes de começar na TV Tupi em 1974 com a novela “O Machão”. Entre as décadas de 1970 e 80, foi uma das estrelas do cinema brasileiro em uma de suas fases mais populares em filmes como Ariella (1980) e O Convite ao Prazer (1980). No teatro, Nicole já trabalhou em mais de 20 peças como atriz, autora e diretora. Em 2022, Nicole Puzzi está em cena na peça Aurora, da Cia de Teatro Os Satyros, com sessões no dia 7 e 8 de abril. Saiba tudo sobre a peça Aurora aqui: https://bit.ly/3iqhnc7

Cordel do Amor Sem Fim
O diretor, cenógrafo e figurinista mineiro Gabriel Villela é um dos mais premiados do teatro brasileiro e estará representado no 30.º Festival de Curitiba 2022 pelo espetáculo “Cordel do Amor sem Fim - ou A Flor do Chico”, que será encenado pelo grupo “Os Geraldos”. A peça conta a história de três irmãs que vivem às margens do Rio São Francisco e traz reflexões sobre espera, tempo e amor. Com músicas tocadas e cantadas ao vivo, a obra trará canções da Música Popular Brasileira. Saiba mais sobre este espetáculo musical aqui: https://bit.ly/3um7IJ5

Palestras Documentadas

Durante a programação do Interlocuções 2022, cinco palestras com grupos e criadores importantes vão debater questões de suas pesquisas e da situação do teatro contemporâneo. Vão participar o diretor e autor Gerald Thomas e os grupos Parlapatões, Magiluth, Os Fodidos Privilegiados e a Cia. Brasileira de Teatro. As palestras são gratuitas, tem mediação dos críticos Ruy Filho e Luciana Romagnolli e acontecem nos dias 30 e 31 de março e 4 e 10 de abril, no Sesc Paço da Liberdade. Confira a programação completa aqui: https://bit.ly/37FhYnV

Boca de Cena

É o questionário do 30.º Festival de Curitiba com 4 perguntas para atores e criadores que estão na programação do festival. O primeiro entrevistado foi o ator Luís Melo: https://bit.ly/3qrahsh

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

O 30.º Festival de Curitiba nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/festivaldecuritiba/
Twitter: https://twitter.com/Fest_Curitiba
Facebook: https://www.facebook.com/fest.curitiba/
Youtube: https://www.youtube.com/c/festivalcuritiba
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/parnaxxoficial/

Peça provoca reflexão na retomada cultural

A retomada do setor cultural está ocupando lentamente os espaços criativos da capital paranaense. Ainda com muito cuidado, o setor teatral comemora a volta do ator em cena e do público presencial. A peça Se Eu Fosse Deus, em cartaz na Cia. Do Abração (Rua Paulo Ildefonso Assumpção, 725, Bacacheri) é um exemplo disso. Em cartaz há três semanas, a montagem dirigida por Daniel de Mattos Keller, tem sido um sucesso de público e mostra que existe uma demanda muito grande de pessoas interessadas em voltar a frequentar os teatros. “Nós fomos um dos primeiros setores a fechar durante a pandemia e estamos sendo um dos últimos a voltar. As pessoas estavam com saudades de assistir as peças ao vivo”, analisa o diretor.
O público, por sua vez, vem prestigiando as apresentações – sempre aos sábados e domingos – com casa cheia. A peça Se Eu Fosse Deus continua por mais três finais de semana até o dia 10 de abril. Keller avalia que nessas primeiras semanas o público reagiu muito bem e, ao mesmo tempo, foi surpreendido com um texto que trabalha temas atuais e questiona: se fosse você Deus, como seria a sociedade em que você vive? “A peça traz como elemento de provocação, o julgamento. Ao mesmo tempo, apresentamos isso de forma suave, por meio de personagens típicos e de fácil identificação para que o público possa refletir e levar essas discussões para dentro do seu próprio cotidiano”.
Machismo, religião, intolerância, submissão são apenas alguns dos temas que estão presentes no texto de Oderval Figueiredo que, a partir de uma reunião de condomínio, apresenta sete personagens com personalidades diferentes e conflitantes. O diretor Daniel de Mattos Keller acredita que é fundamental provocar a discussão dessas divergências com uma sociedade contemporânea tão dividida. “Nós ficamos muito tempo fechados em casa. Agora que estamos voltando para os espetáculos presenciais é fundamental que a arte e a cultura, por meio de uma apresentação teatral, promovam uma reflexão sobre o momento que estamos vivendo. Esse é o nosso objetivo com essa apresentação teatral e o público está aprovando”, finaliza.

Serviço: Se Eu Fosse Deus. Texto: Oderval Figueiredo. Direção: Daniel de Mattos Keller. Elenco: André Moiano, Angélica Bueno, Patty Sozzi, Lara Moutinho, Kaue Marquetti, Luana Johnson e Vilson Kurz. Participação especial de Anidria Zielinski. Trilha original de André Richter. Maquiagem de Taynara Siqueira.
Cia. Do Abração (Rua Paulo Ildefonso Assumpção, 725, Bacacheri). Ingressos: R$30 – a venda pela plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/eventos?s=se+eu+fosse&tab=eventos. Classificação: 16+. Apresentações aos sábados, às 19h30, e domingos, às 18h30. A temporada prossegue até o dia 10 de abril.

Espetáculo “Sinatra Forever” chega a Curitiba

Direto de Las Vegas, musical que homenageia o astro Frank Sinatra desembarca na capital para apresentação única no Teatro Bom Jesus

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Foto: Divulgação

Depois do sucesso em 2017, “Sinatra Forever” volta a Curitiba em maio de 2022 para uma apresentação única no Teatro Bom Jesus, no centro da cidade. O espetáculo musical icônico que homenageia Frank Sinatra é estrelado pelo ator e cantor norte-americano Rick Michel, reconhecido por interpretar o astro há 40 anos. “Sinatra Forever” saiu dos palcos de Las Vegas para rodar o mundo e já foi visto por mais de um milhão de pessoas. Em turnê, passou por diversos países como os Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Nova Zelândia, Costa Rica e Brasil, onde retornará neste ano para apresentações em seis cidades (Rio de Janeiro, Brasília, Maringá, Londrina, Cuiabá e São Paulo), além da capital do Paraná.

Acompanhado por uma orquestra de câmara, Rick Michel surpreende os espectadores em todas suas apresentações, não só pelo timbre de voz semelhante ao do astro Frank Sinatra, como também por interpretar de forma única o maior cantor pop americano de todos os tempos. Rick traz para os palcos a musicalidade dos clássicos I’ve got you under my skin, New York, New York, Lady is a tramp, Fly me to the moon, My way e, ainda, Garota de Ipanema, gravada por Sinatra e Tom Jobim em 1967. Com um repertório extenso e intocável, a proposta de “Sinatra Forever” vai além de um tributo ao ídolo, “o show é uma saudação, uma homenagem à voz mais marcante de todos os tempos e suas canções”, conclui o produtor do espetáculo.

Os ingressos para a grande apresentação em Curitiba já estão à venda pelo site da Ingresso Digital. O valor das entradas varia de R$ 105,00 (meia) a R$ 210,00 (inteira). O espetáculo seguirá todos os protocolos de higiene e distanciamento social exigidos pelas autoridades sanitárias locais contra o novo coronavírus.

Serviço:

Sinatra Forever, com Rick Michel e Orquestra
Data: 5 de maio de 2022 (quinta-feira)
Horários: às 20h
Abertura dos portões: 30 min antes da sessão
Local: Teatro Bom Jesus
Endereço: Rua Vinte e Quatro de Maio, 135, Centro, Curitiba – PR
Ingressos: R$ 210,00 (inteira)/ R$ 105,00 (meia-entrada)/ R$ 105,00 (solidário – 1kg de alimento não perecível)
Site de vendas: Ingresso Digital
Produção: 3LM Entretenimento
Classificação indicativa: 12 anos (menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis)

#4- Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 21 de março e faltam 8 dias para o Festival de Curitiba

Guritiba

A mostra voltada ao público infantojuvenil é para toda a família. O Guritiba conta com uma programação repleta de atrações teatrais, musicais, contação de histórias e atividades recreativas com o foco principal na formação de plateia e no lazer cultural das famílias O Guritiba já foi contemplado com o Prêmio ODS, que tem por objetivo incentivar, valorizar e dar visibilidade às práticas que contribuem para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no País, dentro das normativas da ONU. O Programa Guritiba acontece o ano todo. Confira a programação aqui: https://bit.ly/3tnZ8tO

10 vezes Gerald Thomas

O dramaturgo Gerald Thomas está de volta ao Festival de Curitiba. A montagem de G.A.L.A, monólogo estrelado por Fabiana Gugli, em cartaz no Guairinha, nos dias 29 e 30 de março, será a décima participação do autor e diretor no evento. Sobre G.A.L.A leia aqui: https://bit.ly/36tHw6O

Aos 68 anos, Thomas já assinou 84 trabalhos teatrais em 16 países. As 10 peças de Gerald Thomas no Festival de Curitiba:

1992 – The Flash And Crash Days

1993 – Império das Meias Verdades

1995 – Nowehere Man

1997 – Os Reis do Lê-Lê-Lê

2000 – Coro e camarim – Uma Tragédia Rave

2008 – Rainha Mentira/ Queen Liar

2012 – Gargólios

2014 – Entre Dentes

2022 – G.A.L.A

Conselho de Classe

O premiado espetáculo “Conselho de Classe”, da Cia. dos Atores, volta aos palcos do Festival de Curitiba com duas apresentações: nos dias 29 e 30 de março, ambas às 21h, no Teatro da Reitoria. A montagem, concebida em 2013 para comemoração dos 25 anos da Cia, retorna a Curitiba com elenco original. A peça tem uma carreira luminosa: 200 apresentações, 50 mil espectadores e os prêmios Shell (cenário), Cesgranrio (espetáculo, texto, direção e cenário) e APTR (texto, direção e ator), entre outros. A história se passa numa escola pública carioca e trata de questões macro e micropolíticas da educação. No texto, há a abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da sua atual situação no mundo. Saiba mais sobre a peça aqui: https://bit.ly/3qgQZFY

Lançamento de Livros

A programação do 30.º Festival de Curitiba inclui o lançamento de livros. Serão três obras lançadas na programação do Interlocuções, que também terá exibição de documentário, encontros críticos e oficinas. A programação do Interlocuções é totalmente gratuita, voltada, também, para o espectador. Os lançamentos acontecem na Alfaitaria (R. Riachuelo, 274), sempre às 11h com mediação do jornalista Ruy Filho.

06 de abril: “Forças de um corpo vazado”, de Ana Kfouri

07 de abril: “Tempos de Viver e Contar” – 40 anos do Grupo Galpão

08 de abril: “Entre o nada e o infinito”, de Ivam Cabral

A programação completa do Interlocuções: https://bit.ly/3usI8ST

Hélio Leites receita Tarja Branca

O artista plástico, performer, poeta e botoneiro, Hélio Leites vai armar sua tenda na chapelaria do Teatro Guaira para expor seu trabalho literário. Leites, que um dia Paulo Leminski definiu como “significador de insignificâncias”, apresenta seus dois livros que curiosamente tem o mesmo nome, Tarja branca – O Libreto que Faltava. Um de crônicas e outro de webcontos, ambos lançados em 2017 pela Editora Prosa Nova. Saiba mais sobre os livros aqui: https://bit.ly/3ijUxmi

Prego na Testa

Texto do ator e dramaturgo Eric Bogosian, Prego na Testa, ganhou versão brasileira em 2005, com tradução, adaptação e direção do dramaturgo Aimar Labaki e interpretação de Hugo Possolo, do Grupo Parlapatões. O texto é uma espécie de comédia stand-up de uma hora de duração que articula o absurdo da vida nas grandes cidades e faz rir das nossas próprias desgraças. Bogosian é autor de peças que viraram filmes como Talk Radio e Suburbia e atualmente faz parte do elenco da série Succession. Saiba tudo sobre Prego na Testa aqui: https://bit.ly/3ijbrl1

Conteúdos Digitais Pandêmicos

A pandemia de Covid 19 forçou os criadores de artes cênicas a migrarem para os formatos digitais durante os anos de 2020/21. Estes Conteúdos Digitais Pandêmicos, dentro da programação do Interlocuções, serão exibidos entre os dias 30 de março a 10 de abril sempre às 14h e 22h no Cine Passeio, na Sala Valêncio Xavier. Ao todo são 16 espetáculos com propostas e gêneros diferentes. Veja aqui a programação completa: https://bit.ly/3wjDpoX

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

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#3- Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 18 de março e faltam 11 dias para o Festival de Curitiba

MishMash

O circo chega ao 30º Festival de Curitiba no dia 8 de abril. Mágicos, equilibristas, palhaços contorcionistas e arqueiros estão entre as atrações do MishMash, a miscelânea de artistas que se unem no palco para surpreender, divertir e encantar adultos e crianças durante o Festival. Nesta edição, o MishMash será na Live Curitiba (Rua Itajubá, 143, Novo Mundo). Saiba tudo sobre as atrações, ingressos e horários aqui: https://bit.ly/34P3mBo

Vem trabalhar no Festival de Curitiba!

Hoje, 18/03, é o último dia para a inscrição às 100 vagas de trabalho temporário no 30º Festival de Curitiba. Os postos são de aprendiz de técnico de som, montador de som, operador de luz, técnico de som, recepcionista, entre outros. O trabalho dos selecionados será entre os dias 28 de março e 10 de abril.

Além de experiência e habilidades técnica, os candidatos devem ter disponibilidade integral para o período e devem comparecer à Agência do Trabalhador da Cultura (Rua Saldanha Marinho, 240, Centro), com documentos pessoais e preencher uma ficha. Mais detalhes aqui: https://bit.ly/3tkgt74

Uma Homenagem à Lúcia Camargo

A principal mostra do 30º Festival de Curitiba é uma homenagem a uma das mais importantes personalidades culturais brasileiras: a jornalista, produtora e curadora Lúcia Camargo (1944-2020).

Como gestora cultural, Lúcia foi diretora (1979-1983) e presidente da Fundação Cultural de Curitiba (1989-1992), e secretária de Estado da Cultura (1998-2004) do Paraná Fora do Paraná, foi diretora artística do Teatro Municipal de São Paulo, presidente do Instituto Cultural da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, secretária-adjunta de Cultura do Estado de São Paulo e coordenadora da organização SP Escola de Teatro, entre outros cargos.

Seu legado nas artes e na cultura, contudo, vai além das posições oficiais que ocupou. Lucia esteve envolvida com o Festival de Curitiba desde a edição de 1995. Foi curadora durante anos e deu uma larga contribuição na consolidação do festival como evento internacional.

A partir de 2022, o Festival faz uma homenagem permanente à sua memória. A Mostra Lúcia Camargo traz 25 opções de espetáculos reunindo estrelas brasileiras, atrações premiadas e aclamadas pela crítica, tudo isso com a atuação de fortes nomes profissionais das artes! Saiba tudo sobre a mostra aqui: https://bit.ly/3wlNlhT

O Casamento e algumas frases fatais

O Festival de Curitiba sem uma peça de Nelson Rodrigues (1912-1980) não fica completo. Sem o maior dramaturgo brasileiro falta aquele olhar pelo buraco da fechadura que enxerga as sombras de cada um de nós.

No 30º Festival de Curitiba o grupo Os Fodidos Privilegiados monta um dos mais célebres textos, O Casamento, único romance assinado por Nelson, proibido pela censura em 1966. Com adaptação de João Fonseca e Antônio Abujamra, a peça já teve outras duas montagens no Festival de Curitiba. Saiba tudo sobre a remontagem da peça aqui: https://bit.ly/36oZjw4

Algumas frases do texto de Nelson Rodrigues só para entrar no clima de O Casamento:

“Todo canalha é magro!"

"Qualquer um pode ser obsceno, menos o ginecologista."

"O amor normal é triste e doente. Doente, não. Mas é triste, o amor normal é triste."

"O que não se diz apodrece em nós."

"Em cada família, há trevas que convém não provocar."

“Só não estamos de quatro, urrando no bosque, porque o sentimento de culpa nos salva”.

Léo Sem Filtro no Festival

Quem também está no 30º Festival de Curitiba é o ator, humorista, criador de conteúdo, influencer e Tiktoker Léo Sem Filtro, que já tem mais de 1,5 milhão de seguidores na internet.

Pela #leonofest é possível acompanhar o vídeos e conteúdos sobre a programação e bastidores do festival: Olha o Léo aqui no Insta: https://bit.ly/3KQpLxB

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Arte Viva! Viva a Arte!

Espetáculo PPP@wllmshkpr.br, que estreou em Curitiba há 24 anos, volta com status de clássico imperdível

Na 7ª edição do Festival de Curitiba, em 1998, o Grupo Parlapatões fez estrondoso sucesso com a estreia nacional da peça PPP@wllmshkpr.br. Foi com este espetáculo que o grupo construiu sua reputação em todo o Brasil. O nome incomum do espetáculo precisa ser explicado.

PPP é a sigla para Parlapatões, Patifes e Paspalhões, nome original do grupo de humor circense criado em 1991. O resto do endereço eletrônico é o nome sem vogais do bardo William Shakespeare.

Como a peça foi apresentada aqui há longos 24 anos fizemos uma lista para demonstrar porque a remontagem deste novo clássico do teatro de humor internacional é uma das peças imperdíveis do 30º Festival de Curitiba, na Mostra Lúcia Camargo:

1) O argumento da peça é ótimo:
A ideia original do espetáculo é sensacional: pegar as 37 peças de William Shakespeare, cânone máximo do teatro mundial, resumi-las num texto de 90 minutos e entregá-lo a uma enlouquecida trupe de palhaços. A montagem pode ser resumida como uma hora e meia de tirar o fôlego de um público que ri ouvindo os textos mais brilhantes da história do teatro.

2) Uma seleção do teatro brasileiro a montou:
O texto original da peça é dos atores americanos Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer, cuja trupe montou a primeira versão e conseguiu ficar seis anos ininterruptos em cartaz em Londres. Mas na versão brasileira da montagem convergiram forças poderosas do teatro brasileiro: a tradução do texto foi de Bárbara Heliodora, professora, ensaísta e crítica de teatro brasileira, maior autoridade da obra de Shakespeare no Brasil. Já a direção foi de Emílio Di Biasi, histórico ator e diretor paulistano que também foi muito importante dirigindo a Oficina de Atores da Rede Globo, onde revelou grandes talentos. Junte a eles a força dos Parlapatões...

3) Tem Shakespeare para todos os gostos
Na encenação predominam trechos da popularíssima peça Romeu e Julieta e há muito Hamlet, considerada a maior obra da dramaturgia ocidental, mas há um pouco de todos os escritos de Shakespeare. Mas tudo é trazido para a rês do chão: as peças históricas com sangrentos embates por reinos, coroas e poder são comparadas a jogos de futebol; os versos de Otelo são ditos sobre beats de rap; e as comédias são condensadas em uma única encenação absurda, que faz sátira ao teatro de animação.

4) Não tem desculpa para não ver (ou rever)
Os cenários, figurinos e elenco original mudaram, mas o texto brilhante é o mesmo. Assim a peça é e não é uma reprise. A reencenação então serve, como dizem os próprios Parlapatões, “para quem diz que não viu e ouviu falar muito, possa ver. Para quem já viu, poder rever. Para quem não tinha idade para ver, poder ver”. Se você se enquadra em qualquer dessas categorias não perca tempo e garanta seu ingresso.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de Neodent, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

PROGRAMAÇÃO DO FIM DE SEMANA DA MOSTRA PÔR DO SOL EXIBE O MALEFÍCIO DA MARIPOSA

Com ingressos esgotados Trupe Ave Lola se apresenta na segunda semana da Mostra que segue com programação gratuita até dia 16 de abril.

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Foto: Larissa de Lima

A Mostra Pôr do Sol, evento que inaugura oficialmente o Campo das Artes, projeto do ator Luis Melo, em São Luiz do Purunã/PR, é um sucesso absoluto de público. Com ingressos esgotados em apenas oito horas, após a abertura do site para reservas, a Mostra entra em sua segunda semana de programação. Existe uma lista de espera, no caso de alguma desistência, mas até mesmo ela anda disputada. Mas, mesmo sem ingresso é possível ir até lá, apenas para conhecer o Campo das Artes. Além de apreciar a bela paisagem dos Campos Gerais, o passeio ainda permite degustar, no espaço de convivência, deliciosos pratos típicos da região. Hoje (18/03) e amanhã (19/03), às 20h, a atração é a peça O Malefício da Mariposa, da Trupe Ave Lola.

Considerado o melhor espetáculo teatral do Paraná pelo Prêmio Gralha Azul de 2012, “O Malefício da Mariposa”, do espanhol Federico García Lorca, já circulou em todos os estados do Brasil, incluindo comunidades ribeirinhas da Amazônia. Em 2019, compôs a programação do Festival Internacional La Rebelión de Los Munecos, em Santiago do Chile e em 2020 foi convidado para integrar a programação do Festival Santiago a Mil, um dos maiores festivais de teatro da América Latina.

Há nove anos no repertório da Trupe Ave Lola, O Malefício da Mariposa é uma peça que tem a capacidade de dialogar com um público de diferente faixa etária e por isso é um programa que pode ser desfrutado por toda a família. “As crianças se encantam com o universo lúdico dos bonecos, enquanto que os adultos absorvem a sutileza e a densidade da poesia do espanhol García Lorca”, explica Ana Rosa Tezza, diretora do espetáculo.

As mesmas apresentações estão sendo realizadas durante a semana para público dirigido das escolas da rede pública de Balsa Nova e região, alunos do ensino Fundamental II e Ensino Médio.

O Campo das Artes é um espaço de encontro voltado para arte, educação e cultura que vem sendo construído desde 2008, em São Luiz do Purunã, no município de Balsa Nova, a cerca de 40 km de Curitiba/PR.

“Existia uma grande expectativa sobre a abertura do Campo das Artes, as pessoas estavam ansiosas por isso, então a Mostra foi uma maneira bonita de fazer esse convite e abrir oficialmente as portas. Acredito que vamos fazer esse movimento de abrir as portas muitas vezes porque o espaço é multidisciplinar e oferece muitas possibilidades de encontro e de troca. Estou muito feliz com o resultado, as peças estão sendo bem recebidas e as pessoas, muitas delas da própria região, estão gostando bastante do espaço. O público tem saído feliz daqui e isso me deixa feliz também”, comemora o ator Luís Melo, idealizador da Mostra.

“O sucesso da Mostra Pôr do Sol reúne muitos fatores: a beleza natural da região, a arquitetura do Campo das Artes, a curadoria do Luís Melo, a qualidade dos trabalhos apresentados pelas companhias convidadas e, principalmente, a presença do público ávido por compartilhar a experiência das artes vivas. Em um momento de mundo com tantos desafios e atravessamentos, com teatros fechados por tanto tempo e recursos para a criação de trabalhos artísticos cada vez mais escassos, retomar o encontro com as pessoas neste projeto tão bonito é afirmar nossa existência como classe trabalhadora da Arte e da Cultura no Brasil e celebrar o encontro entre os artistas e a comunidade”, define Marcio Juliano, coordenador geral da Mostra.

A Mostra segue até dia 16 de abril e reúne cinco trabalhos de três companhias de teatro de Curitiba: Trupe Ave Lola, Cia Ilimitada e Súbita Companhia de Teatro. Confira os próximos eventos da programação:

18 e 19 de março – 20h

O Malefício da Mariposa – Trupe Ave Lola

25 e 26 de março – 20h

Mulher, como você se chama? – Súbita Companhia de Teatro

1 e 2 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h

Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada

*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h

O Arquipélago - Súbita Companhia de Teatro

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL

Local: Canal Campo das Artes no Youtube

https://www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw

Horário: 20h

Datas:

19 de abril

Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)

20 de abril

Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)

21 de abril

Aqui - Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022 que terá início no dia 28 de março.

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Sinopse

O Malefício da Mariposa, do espanhol Federico García Lorca, mescla atores e bonecos revelando uma forma teatral transposta e poética que dialoga intrinsecamente com o texto. A aventura se passa em um jardim no qual os personagens são insetos que falam de amor e da paixão pela poesia. A música cria um espaço sonoro onde a magia e o trágico destino de Curianito (personagem central da obra) se revelam suavemente, transportando o público para um lugar onírico e cheio de surpresas.

Ficha Técnica

Direção: Ana Rosa Genari Tezza
Dramaturgia: Federico García Lorca

Composição Musical: Jean-Jacques Lemêtre

Elenco: Evandro Santiago, Helena Tezza e Ailén Roberto

Cenário e Figurino: Cristine Conde

Marionetes: Maria Adélia

Iluminação: Rodrigo Ziolkowski

Produção: Dara van Doorn, Laura Tezza e Carlos Becker

Comunicação: Jamilssa Melo e Larissa de Lima

Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA.

SERVIÇO:

MOSTRA PÔR DO SOL - 11 de março a 16 de abril

Espetáculo O Malefício da Mariposa (Trupe Ave Lola)

Data: 18 e 19 de março

Horário: 20h

Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)

Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383

Email: contato@campodasartes.com.br

Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: https://www.campodasartes.com.br/

Capacidade: 70 pessoas por apresentação

Duração: 60 minutos

Classificação Indicativa: Livre

Teaser: https://youtu.be/4K-EJlbwCGk

SAIBA MAIS:

https://www.campodasartes.com.br/

https://www.instagram.com/_campodasartes/

Facebook: @campodasartesbrasil

#2 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 17 de março e faltam 12 dias para o Festival de Curitiba

Risorama, 18 anos. Viva a Gargalhada!

Com 18 anos de história, o Risorama já é “de maior” - e considerado um dos mais importantes eventos de humor no Brasil. O primeiro evento do segmento no país que mistura variados estilos de humor com os melhores artistas do gênero como Fábio Porchat, Nany People, Murilo Couto e outros humoristas. Tudo com curadoria de Diogo Portugal, um dos pioneiros do stand-up comedy nacional. O Risorama começa dia 31 de março e vai até 5 de abril, na Live. Todas as informações sobre ingressos, datas e atrações estão aqui: https://bit.ly/3teqym4

Hora de rever (e ouvir) um clássico
Mais de 50 anos após a primeira montagem de Brasileiro, Profissão: Esperança, o clássico do teatro nacional renasce adaptado ao momento atual do país. Com direção da dupla de magos do musical, Charles Möeller e Claudio Botelho, o texto escrito por Paulo Pontes é um dos grandes destaques da Mostra Lúcia Camargo nos dias 31 de março e 01 de abril, às 21h, no Guairinha. A peça é toda baseada em textos e canções dos compositores Antônio Maria e Dolores Duran. Para entrar no clima, criamos uma playlist com a nata da MPB cantando os temas da peça, além da gravação do espetáculo dos anos 1970 com Paulo Gracindo e Clara Nunes.

Ouça a playlist aqui: https://spoti.fi/3tZH5cN
Saiba tudo sobre a peça aqui: https://bit.ly/3MVyoZs

Baseado em Histórias Reais

Mona Lisa, Noel Rosa, Hitler e Angeli... Você é do tipo que adora uma biografia? Então é aqui o seu lugar. O 30º Festival de Curitiba traz entre os dias 29 de março e 10 de abril uma seleção imperdível de espetáculos baseados em histórias reais. Tem de tudo, musical, comédia, drama, é só escolher e correr para adquirir os ingressos. Aqui a programação: https://bit.ly/34O63Df

O Dia em Que Norma Bengell Chorou
Uma das maiores atrizes e diretoras do teatro e do cinema brasileiro, Norma Bengell chorou no palco do Guairinha no festival de 2008 enquanto interpretava a personagem Madame Clessi da peça “Vestido de Noiva” montada pela Cia. De Teatros Os Satyros. Quer saber o que aconteceu leia a matéria sobre o episódio aqui: https://bit.ly/3Jn0nPG

Os Satyros, aliás, estão de volta, no 30º Festival de Curitiba com duas peças na Mostra Lúcia Camargo, ambas no Teatro Zé Maria, às 21h: “Aurora”, nos dias 7 e 8 de abril; e “Pessoas Brutas”, nos dias 5 e 6 de abril.
Saiba tudo sobre Aurora aqui: https://bit.ly/3iisfs8

E sobre Pessoas Brutas aqui: https://bit.ly/3CQk7cc

Mostra Ave Lola
A Mostra Ave Lola está de volta ao Festival de Curitiba com o tema “Celebrando a Resistência”. São mais de 30 horas de programação, incluindo espetáculos teatrais do Brasil e do Chile, shows musicais, ações formativas, leituras dramáticas e exibições audiovisuais. A mostra acontecerá na Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, situada na Associação Eunice Weaver do Paraná (Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10 – Bacacheri, Curitiba – PR), de 1º a 10 de abril. Para mais informações sobre programação e reservas, o público interessado deve acessar o site www.avelola.net.br

Uma homenagem a Emílio di Biasi

Emílio di Biasi (1939-2020) é uma eminência do teatro nacional. Ator e diretor foi um dos fundadores do Grupo Decisão, nos anos 1960, ao lado de nomes como Antônio Abujamra e Lauro César Muniz. Dirigiu novelas como Renascer e Rei do Gado e coordenou a Oficina de Atores da Rede Globo, onde deu oportunidade a gerações de atores e atrizes. Em 1998, foi dele a direção, no Festival de Curitiba, da estreia de ppp@wlmshkspr.com.br, a peça do grupo Parlapatões que compila toda a obra de William Shakespeare em 90 minutos. Segundo o grupo, a remontagem da peça no 30.º Festival de Teatro é, também, uma homenagem a Emílio. Veja aqui por que a peça é imperdível: https://bit.ly/3CL4wKQ

Bye-bye, baby, bye-bye...

O 30º Festival de Curitiba nem começou e já tem gente ansiosa pela festa de encerramento. Não é pra menos, pois a atração da festa é a Blitz, a banda mais teatral do rock brasileiro. Na árvore genealógica da banda um dos ascendentes é o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone. A festa rola no dia 9 de abril, no Jockey Eventos, parte da turnê de 40 anos da Blitz.
Com sucessos como A Dois Passos do Paraíso e Mais Uma de Amor (Geme-Geme), Evandro Mesquita e Cia prometem fechar com muita classe a edição mais celebrativa do Festival de Curitiba, Detalhes sobre preços e locais de compra de ingressos aqui: https://bit.ly/3N8inzN

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
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DANIEL SE APRESENTA EM CURITIBA COM O SHOW “VERSÕES DE MIM”

O show intimista faz parte das comemorações dos 40 anos de carreira

Depois de um longo tempo longe dos palcos devido a pandemia, o cantor Daniel retorna a Curitiba com o show intimista “Versões de Mim”. Um romântico declarado, Daniel faz uma releitura de grandes sucessos da carreira e novidades musicais, com a versatilidade de sua voz, o cantor promete um show que fala de amor.

O próprio nome já carrega a intenção do show, “Versões de Mim” é uma apresentação que revisita os anos de carreira de Daniel, passando por obras que fazem parte não só de sua trajetória pessoal como também de seu público.

“A primeira coisa que penso é sobre o repertório, quais canções trazer e, nesse caso, não tive dúvidas, queria contemplar as que tornam a minha carreira vitoriosa. Acabei escolhendo músicas que marcam uma época e que não podem faltar jamais”, afirma Daniel.

Versões de Mim é um show emocionante, único e elegante, que conta com os sucessos “Que era Eu”, “Vida Minha”, “Eu sem você”, “Fricote”, “Estou Apaixonado”, “Te amo cada vez mais”, “Adoro amar você”, “Declaração de amor” e no roteiro, ele ainda inclui a recente “Casava de Novo”.

“Fazer um show que diz muito sobre mim e ainda ser parte da história de uma geração que vem me acompanhando, me deixa muito feliz e comovido”, complementa Daniel.

Em 2022 Daniel da início a comemoração dos 40 anos de carreira e no início do ano Daniel lançou uma canção emocionante, “Tempo”, que fala da relação dos filhos com o pai e que no clipe conta com imagens do arquivo pessoal do cantor com a família e as filhas.

Serviço:

Daniel “Versões de Mim”

Quando: 19/03/2022 (sábado)

Onde: Teatro Positivo

Horário: 21:00

Classificação: Livre

Vendas: Disk Ingressos

Produção: Massa FUN e Plateia Entretenimento

LULU SANTOS APRESENTA ALÔ BASE NO GUAIRÃO – INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA

Lulu Santos apresenta seu novo show: ‘Alô Base!’ em comemoração aos 40 anos de sucesso, revisitando grandes obras e trazendo no set list músicas que marcaram época e recentes canções, com a proposta de reconectar todos os pontos da trajetória. Única apresentação em Curitiba no dia 21 de maio, sábado, às 21 horas, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade s/n٥). Os ingressos custam a partir de R$90 e estão à venda pelo Disk Ingressos na internet www.diskingressos.com.br, e no quiosque do disk-ingressos no shoppings Ventura – setor Azul (Antigo Shopping Total). Na bilheteria do teatro o ingresso pode ser comprado somente no dia do show a partir das 10 da manhã.
O show por Lulu:
“Do jeito que vejo, vamos simplesmente retomar do ponto em estávamos quando fomos rudemente interrompidos. A gira anterior, ainda que de férias em 3/2020, ainda não acabara de todo, diversas datas foram canceladas ou indefinidamente adiadas, cidades ficaram sem nossa visita periódica, pessoas ficaram sem nos ver. Não cabe aqui entrar nos deméritos dos últimos dois anos. De nossa parte fizemos tudo que era viável mediante as já mais que repassadas condições ou falta delas. Fizemos lives, televisão, clipes e mesmo um álbum de revisitações, que acabou condensado em uma das faixas inéditas do projeto: ‘Inocentes’; recém lançada como single com a balsâmica participação da Melim.
Em junho de 2021 lançamos ‘HIT’, a primeira canção e clipe da nova série, enfim, a fila andou e apesar de termos todos sido interrompidos no meio da frase, o tempo passou, o assunto mudou, ponto, parágrafo.
Alô, base é um chamado, uma reconexão.
2021 marca os 40 anos de lançamento do meu primeiro single, ou, como prefiro considerar, há 40 anos entre meu primeiro e o mais recente lançamento. A Singularidade ativou a dobra do tempo, serão 4 décadas em 100 minutos.
Preparar para a Reentrada.”
Lulu Santos

Ficha Técnica/ Banda:
Lulu Santos – Vocal
Hiroshi Mizutani – (Teclado) Jorge Ailton – Baixo
Robson Sá – Vocal
Sergio Melo (Bateria) Tavinho Menezes (Guitarra)

Serviço: Lulu Santos – Alô, Base. Dia 21 de maio de 2022, sábado, às 21h, no Grande Auditório do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade s/n٥). Duração aproximada: 100 minutos.
Classificação indicativa: Livre.

Valores dos ingressos:

Plateia - R$240 (meia) R$480 (inteira)
1º balcão - R$160 (meia) e R$320 (inteira)
2º balcão - R$90 (meia) e R$180 (inteira)

ATENÇÃO: Na compra de um ingresso no valor da inteira você ganha outro no mesmo setor.

50% de desconto sobre o preço de inteira e não cumulativo com outras promoções ou descontos beneficiados por lei para cartão do Clube do Assinante da GAZETA DO POVO ou Clube DISKINGRESSOS na compra de até dois ingressos válido somente para o titular do cartão.
FORMAS DE PAGAMENTO: Cartões de crédito (em até 3 parcelas com acréscimo), cartões de débito e Pix. Não serão aceitos cheques. Ingressos à venda no quiosque do DiskIngressos no Shopping Ventura – Setor Azul (antigo shopping Total) e pela internet www.diskingressos.com.br. Na bilheteria do Guairão serão disponibilizados ingressos no dia do show das 10 horas até às 21h30.

A partir de personagens anônimos, “Pessoas Brutas” retrata corrupção na política e levanta discussões sobre ética

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo e em como a corrupção na política deixa a vida mais bruta

A Companhia Os Satyros, de São Paulo, retorna ao Festival de Curitiba com duas peças, entre as quais “Pessoas Brutas”. O espetáculo terá apresentações nos dias 5 e 6 de abril, no Teatro Zé Maria, às 21h. A Companhia Os Satyros tem tradição no Festival de Curitiba, mas essa será a primeira vez que “Pessoas Brutas" será encenada no evento. O trabalho estreou em 2017 e recebeu indicações ao Prêmio Shell na categoria Melhor Figurino; ao Prêmio Aplauso Brasil, em oito categorias; e ao Blog do Arcanjo, em três.

A peça é contada a partir do sequestro da filha de um doleiro denunciado no ‘esquema da rachadinha’. Os destinos de vários personagens anônimos de São Paulo se cruzam em uma teia de relações violentas em que buscam desesperadamente figuras heroicas para dar sentido às suas vidas desesperançadas.

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo, pessoas que se parecem e podem representar todos os anônimos das metrópoles contemporâneas mundo afora.

“Pessoas Brutas” discute a viabilidade da ética num Brasil moralmente arrasado. O grupo pretende refletir sobre o momento atual a partir de um conceito - o heroísmo. O espetáculo olha para a figura do herói de forma desencantada. Não há herói à vista, somente missões heroicas equivocadas ou egoístas. Os artistas propõem a seguinte provocação: “se não temos mais heróis, a quem recorrer?”

“É um trabalho potente sobre histórias que se cruzam. O eixo que corta o espetáculo é o sequestro pelo tráfico da filha de um político importante que enriqueceu com os esquemas das rachadinhas. Falamos sobre o que sentimos em relação à corrupção e como isso contribui para que a vida seja mais triste, mais complicada e mais bruta”, explica o ator e dramaturgo Ivam Cabral.

Trilogia
Em 2014, Os Satyros resolveram dar início a uma trilogia que abordaria a vida dos personagens anônimos da cidade de São Paulo. A primeira montagem foi o premiado espetáculo “Pessoas Perfeitas” (vencedora prêmio APCA de melhor espetáculo, prêmio Shell de melhor texto e prêmio Aplauso Brasil de melhor dramaturgia), que tratava da vida de moradores da região central e da Zona Leste de São Paulo.

Em 2016, veio a segunda peça, “Pessoas Sublimes”, que tratava de uma região pouco explorada na dramaturgia sobre São Paulo - Parelheiros, bairro periférico da grande metrópole. O espetáculo falava da relação entre o mundo dos vivos e dos mortos.

Em 2017, a terceira parte – “Pessoas Brutas” -, que foi criada a partir de entrevistas e observação in loco, além de depoimentos dos artistas participantes, para investigar a questão das dependências química e psíquica no cotidiano de moradores da metrópole de São Paulo.

MANGÁS JAPONESES
Todo o visual da peça, em preto, branco e tons de cinza, é inspirado na “selva de pedra” das grandes metrópoles. Mas foi concebido também a partir de uma outra arte: os mangás japoneses.

“Os mangás eram incialmente em preto e branco, tiveram origem numa época em que o Japão passava por uma grande crise econômica. Eram impressos em folha de jornal e em preto e branco, para que eles não precisassem gastar muita tinta. Isso nos inspirou, pois não tínhamos dinheiro e queríamos fazer alguma coisa criativa e que fosse legal. Daí começamos a pesquisar o gênero dos quadrinhos - em especial quadrinhos em preto e branco - e os mangás. E, assim, todo o visual da peça acabou indo para o preto e branco com alguns tons pasteis”, contextualiza Cabral.

Retorno ao Festival

Ivam Cabral, radicado há anos em São Paulo, é natural de Ribeirão Claro, no Norte Velho do Paraná, e iniciou a trajetória profissional dele no teatro em Curitiba, cidade que visita com frequência. De acordo com ele, a 30ª edição do Festival é a celebração da volta dos artistas ao palco.

O dramaturgo aponta a importância histórica do Festival de Curitiba. “O Festival de Curitiba reinventou a arte não só em Curitiba. A partir de 1992, o evento reformula a cidade, colocando-a como berço da cultura teatral. O Festival de Curitiba foi o primeiro grande festival de teatro, com reflexos em todo o país. Os festivais de teatro, antes do Festival de Curitiba, estavam ligados ao teatro amador. E o Festival de Curitiba surge como vitrine do teatro contemporâneo. O que acontecia em Curitiba seria sucesso no país todo”, diz.

De acordo com Cabral, o Festival de Curitiba é há muitos anos o maior evento cultural do país. “Sempre se espera muito pela realização do Festival. Quando a edição de 2020 acabou suspensa [em razão da pandemia], foi muito triste. Era como se a partir daquele momento tivéssemos perdido um jogo. Então, é muito importante termos a retomada presencial do Festival de Curitiba”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andre Lu, Alex de Jesus, Dani Moreno, Diego Ribeiro, Eduardo Chagas, Gabriela Veiga, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Julia Bobrow, Sabrina Denobile, Thiago Mendonça e Tiago Leal.
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Flávio Duarte
Trilha Sonora: Henrique Mello, Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Cenografia: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Pieratti e Carol Reissman
Perucas: Lenin Cattai
Programação Visual: Henrique Mello
Orientação Figurinos 2022: Adriana Vaz e Thiago Mendonça
Operação Técnica: Flavio Duarte
Fotografias: Andre Stefano
Produção: Os Satyros
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

Serviço:
O que: Pessoas Brutas no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 05 e 06 de abril às 21h
Onde: Teatro Zé Maria (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba - PR,)
Valores: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada) + taxa
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

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Concerto operístico alerta para a violência contra mulher

Espetáculo da Ladies Ensemble une personagens das óperas “Carmen”, de Bizet, e “Madame Butterfly”, de Puccini, para alertar contra a violência e destacar colaboração entre mulheres

A orquestra feminina Ladies Ensemble apresenta nos dias 17, 18 e 19 de março o concerto operístico “Carmen encontra Butterfly” no Auditório Regina Casillo (R. Lourenço Pinto, 500). Com regência da maestrina Priscila Bomfim, o espetáculo reúne as protagonistas das óperas “Carmen”, de Georges Bizet, e “Madame Butterfly”, de Giacomo Puccini, para criar um alerta cênico-musical contra situações de violência e destacar a colaboração entre as mulheres.

No espetáculo, as personagens Carmen e Cio-Cio-San, ambas marcadas pela violência, se encontram e se unem contra a desesperança em uma sociedade opressora e violenta. Outras personagens das óperas de Bizet e Puccini também ganham destaque, em um encontro que destaca a fraternidade entre as mulheres.

Com o espetáculo, a orquestra busca contribuir para um maior entendimento sobre o papel da mulher na sociedade, seus sentimentos e sua luta diante de situações que, mesmo hoje, com direitos das mulheres garantidos, são causas de depreciação e desrespeito à vida feminina.

Ladies Ensemble
A Orquestra Ladies Ensamble é formada apenas por mulheres e já atua desde 2009 promovendo o encontro de musicistas de diferentes idades, vertentes, influências e inspirações, mostrando que a mulher, que dificilmente tinha uma posição de destaque em uma orquestra, pode ser protagonista.

Através dessa paixão, a Ladies Ensemble criou seu brilho próprio, que já inspirou e está inspirando muitas outras mulheres a seguirem seus sonhos sem medo.

Serviço
Ópera “Carmen encontra Butterfly”
Local: Auditório Regina Casillo (R. Lourenço Pinto, 500 — Centro — Curitiba)
Datas: 17, 18 e 19 de março de 2022, às 20h
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), disponíveis no Disk Ingressos — (41) 3315 0808 e atendimento@diskingressos.com.br.

Parlapatões voltam ao Festival de Curitiba parareviver três grandes sucessos

Grupo paulistano de humor já encenou 9 peças em oito
edições diferentes do Festival

O grupo Parlapatões surgiu em São Paulo, no ano de 1991, como um grupo de teatro de rua, que trabalhava com humor e linguagem circense e passava o chapéu no final dos espetáculos. No ano seguinte, o Festival de Curitiba foi criado por jovens estudantes para movimentar a estagnada cena cultural da cidade. Desde então, os dois projetos cresceram e apareceram e suas trajetórias se cruzaram muitas vezes.

A primeira delas foi em 1997, quando houve a estreia nacional de Piolim, no Festival de Curitiba. Na mesma edição, os Parlapatões apresentaram a peça de rua U Fabuliô. No ano seguinte, o espetáculo PPP@WllmShkspr.br estreou com grande sucesso de público e crítica no Festival e seguiu uma importante carreira nacional.

Em 2003, outra estreia: As Nuvens. Três anos depois, a trupe trouxe dois novos espetáculos Hércules e Prego na Testa. Em 2009 foi montado Oceano – Circo Roda, em 2010, O Papa e a Bruxa e a última passagem pelo Festival foi com o grandioso espetáculo Parlapatões Revistam Angeli.

Ao todo, os Parlapatões encenaram nove peças com quatro estreias nacionais em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. “O grupo estreou muitas peças no Festival e nosso trabalho sempre foi muito bem recebido. O festival sempre serviu como um impulso muito grande para que nossos espetáculos começassem temporadas Brasil afora”, disse Hugo Possolo, um dos fundadores do grupo.

Possolo lembra que ouvia dos colegas mais experientes que o público de Curitiba era “duro e difícil para comédia”, mas que hoje tem a impressão contrária. “Para gente nunca foi duro e difícil. Ou a gente acertou muito, ou quem sabe temos uma empatia, uma relação forte com a cidade e há uma reciprocidade na conexão”, disse.

Quando a direção do Festival disse que queria fazer um uma edição comemorativa de 30 anos com de remontagens de grandes sucessos de festivais anteriores, a ideia soou muito bem para os Parlapatões. “Somos um grupo que mantém repertório. Essas três peças, cada uma a seu jeito, foram fáceis de retomar”.

Em 2022, os Parlapatões retornam ao palco do 30º Festival de Curitiba com uma trilogia de grandes sucessos para comemorar as três décadas de parceria. Todas as montagens serão no Sesc da Esquina e são parte da Mostra Lúcia Camargo.

Prego na Testa - A primeira peça é Prego na Testa, espetáculo solo de Hugo Possolo baseado na obra e performance do ator e dramaturgo americano Eric Bogosian. O texto expõe ao ridículo a neurose urbana que Possolo soube adaptar às circunstâncias da realidade brasileira ao viver 7 personagens de características bem diferentes como o mendigo que se considera dono de um vagão de metrô, o emergente apaixonado pela nova churrasqueira, o fã chato, o macho que participa de um grupo de autoajuda para fazer uma meia culpa por ser viciado em sua própria virilidade, entre outros.

Prego na Testa será encenado nos dois primeiros dias do Festival, 29 e 30 de março.

Shakespeare “abreviado” - Nos dias 31 de março e 01 de abril, o grupo apresenta PPP@wllmshkspr.br, a versão brasileira de The Complet Works of William Shakespeare (Abridged), do americano Adam Long, que também é ator e participou da montagem original.

O “Shakespeare abreviado” dos Parlapatões é um clássico instantâneo que estreou no Festival de Curitiba. A peça é uma sátira agilmente estruturada que compila a obra completa de William Shakespeare em 99 minutos, encenada por três atores que se dividem em 12 personagens. A tradução é de Barbara Heliodora, crítica de teatro e a principal tradutora de Shakespeare no Brasil. A peça foi dirigida por Emílio Di Biasi, o ator e diretor falecido em 2020, fundador do grupo teatral Decisão e um grande garimpeiro de talentos do teatro.

Universo Angeli - A trilogia dos Parlapatões fecha nos dias 2 e 3 de abril, quando o grupo retoma um de seus maiores projetos: a ampla pesquisa sobre a obra do cartunista Angeli. A peça Parlapatões Revistam Angeli rola em clima de Teatro de Revista, ao som do rock’n roll, com os personagens mais conhecidos do cartunista como Bob Cuspe, Rê Bordosa, Os Skrotinhos e Meia-Oito dando vida a situações criadas nas tiras, charges e textos de Angeli.

A peça estreou no Festival de Curitiba de 2013 com a presença do próprio Angeli e fez grandes temporadas no Auditório Ibirapuera e temporada no Espaço Parlapatões, com grande sucesso de público.

Três espetáculos testados, aprovados e imperdíveis para celebrar a simbiose entre Os Parlapatões e o Festival de Curitiba. “Estamos felizes de estar em Curitiba novamente e finalmente nos apresentando para um público. Vai ser uma lavada de alma, uma retomada”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

FICHA TÉCNICA: Parlapatões Revistam Angeli
Textos: Angeli e Hugo Possolo
Roteiro e Direção: Hugo Possolo
Direção Musical: Branco Mello
Elenco: Raul Barretto, Camila Turim, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal, Tadeu Pinheiro
Contrarregra e figurante principal: Rodrigo Belladona
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Espetáculo com audiodescrição

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração:90’

Serviço:
O que: Parlapatões Revistam Angeli no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 02 de abril as 21h e 03 de abril às 19h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’
Espetáculo com audiodescrição

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, sesc da esquina, parlapatões,angeli, barbara eliodora, hugo possolo