CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA OS 35 ANOS DO FESTIVAL DO MINUTO COM MOSTRA VOLTADA AO PÚBLICO INFANTIL

Produções brasileiras e internacionais abordam o cotidiano de forma lúdica e divertida em vídeos de até 60 segundos

Vídeo-minuto “Sardines”, de Lucas Santiago

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 25 a 29 de março, a Mostra Infantil do Festival Permanente do Minuto, reunindo uma seleção de vídeos com até 60 segundos de duração, especialmente voltada ao público infantil. A programação é gratuita e integra as comemorações pelos 35 anos do Festival do Minuto, considerado um dos mais tradicionais eventos audiovisuais do país.

Cerca de 30 vídeos-minutos, produzidos entre 2011 e 2025, mesclam produções nacionais de dez estados brasileiros e trabalhos internacionais de sete países, evidenciando a diversidade estética, técnica e narrativa do acervo do festival. Os vídeos exploram, de forma lúdica e criativa, situações do cotidiano e temas inusitados, convidando crianças e acompanhantes a uma experiência sensorial e divertida.

A Mostra Infantil foi pensada para estimular a imaginação e a criatividade, reforçando a conexão entre o público mirim e o audiovisual, como espaço de descoberta e expressão artística desde a infância.

Ainda, como parte da programação comemorativa de 35 anos do Festival Permanente do Minuto, a CAIXA Cultural Curitiba recebe, em junho, o lançamento da Rede de Exibição do Minuto, com a exibição inédita da Mostra Melhores Minutos de 2025. Adicionalmente, mostras especiais do acervo e palestras com Marcelo Masagão – idealizador e curador do festival, integram as celebrações.

As sessões acontecem em diferentes horários ao longo da semana e do final de semana, favorecendo a aproximação do público infantil com o audiovisual e ampliando o acesso das famílias à programação cultural. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, reforçando o compromisso com a inclusão cultural e o incentivo à criação artística desde as fases iniciais da vida.

Festival Permanente do Minuto:
Criado em 1991, o Festival do Minuto é pioneiro no formato de vídeos com até 60 segundos, reunindo produções de amadores e profissionais e acompanhando a evolução das tecnologias, da linguagem audiovisual e diferentes formas de narrar tempo e espaço, ao longo de mais de três décadas.

Informações adicionais e inscrição para as categorias Animação, Nano Minuto, Vertical e Tema Livre, além dos concursos temáticos, estão disponíveis no site do festival. Os vídeos selecionados pela curadoria concorrerão ao Troféu Minuto.

Serviço:
[Audiovisual] Mostra Infantil do Festival do Minuto
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas e Horários: 25 a 29 de março de 2026
Nos dias 25, 26 e 27 de março (quarta a sexta-feira) as sessões ocorrem às 10h, 14h e 16h
• Nos dias 28 e 29 de março (sábado e domingo), as sessões ocorrem às 11h, 15h e 17h
Ingressos: gratuitos, distribuídos 1h antes do início
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessível para pessoas com deficiência
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: @caixaculturalcuritiba
Informações: CAIXA Notícias | Instagram CAIXA | imprensa.sul@caixa.gov.br

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança

Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder.

Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi.

Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais.

A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

“Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan.

Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI.

A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza.

O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.”

Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.”

Trajetória e reconhecimento
Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico.

“Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman

Serviço:
Dois Papas – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Teatro Guaíra (Guairão)
Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro
Data: 6 de 7 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Drama
Classificação: Livre
Duração: 135 min (+15 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
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CASACOR Paraná revela o elenco da edição 2026; mostra estreia em 9 de maio

Elenco da CASACOR Paraná 2026 posa no NH Collection, hospedagem oficial da mostra l Foto: Alice Sanzio
A CASACOR Paraná 2026 abrirá suas portas no dia 9 de maio em uma residência charmosa, com um interessante prédio lateral, localizada em uma das principais vias de Curitiba: Av. Cândido Hartmann, 405, Bigorrilho. O espaço, de propriedade da incorporadora parceira GT Building, ganhará nova vida sob a assinatura de um elenco que reúne prestigiados escritórios paranaenses de arquitetura e design — dos veteranos que participam desde as primeiras edições aos novos talentos que seguem despontando na mostra.

Conheça os nomes confirmados para esta 32ª edição:

Alessandra Gandolfi
Amanda Xavier e Debora Borkoski
Ana Paula da Fonseca
Ananda Nagashina e Nathália Cemim
André Henning
Arthur Calliari
Ary Polis Jacobs e Renan Mutao
Bianca Gemin e Rafaela Romitelli
Camila Rocha
Camille Scopel, Guilherme Belotto e Thiago Tanaka
Carla Grüdtner
Carlos Reichmann
Carol Bastos
Caroline Figueiredo
Cintia Ramos
Diego Miranda Leite e Zeh Pantarolli
Elaine Zanon e Claudia Machado
Fernanda Gonçalves
Flavia Glanert
Givago Ferentz
Helena Provesi
Janaina Marques
Jocymara Nicolau
Julia Akemi Tomita e Patricia Ampessam
Juliana Marques
Karolinna Venturi
Lucas Sampieri e Maria Luisa Bechtold
Marcelo Lopes
Marcelo Meirelles e Gabriela Batista Prêto
Maria Alice Crippa e Gustavo Assis
Marina Carvalho e Thalita Peron
Rebeca Zanuthi e Thiago Zoller
Roberta Lanza
Rodolfo Fontana
Sérgio Valliatti e Luciana Patrão
Thalison Soares
Walkiria Nossol
Wolfgang Schlögel

A principal inspiração para os expositores será o tema nacional da CASACOR deste ano, “Mente e Coração”, definido após estudos de cenários e tendências mundiais. A proposta criativa desafia os profissionais a pensar a casa como um espaço de cura diante do excesso de informações e das angústias provocadas pela inserção da inteligência artificial no cotidiano.

A campanha também fomenta a criação de ambientes que colocam em evidência a arte, o artesanato, o design, a moda e o craft em suas múltiplas expressões. A edição paranaense da mostra promete levar uma “onda colorida” ao novo endereço, transformando o local em palco de inspiração, criatividade e celebração do morar contemporâneo.

Além da residência principal, o projeto se estende a um prédio lateral com um conceito de uso misto, reunindo gastronomia, entretenimento e lojas temáticas que há anos acompanham a CASACOR Paraná. Também estão previstas unidades residenciais compactas e modernas, em sintonia com as novas formas de morar.

Reconhecida como a maior referência em arquitetura, design e decoração no estado, a CASACOR Paraná conta com o patrocínio master da Deca, a tinta oficial da Coral, o patrocínio local Eletrolux e GT Building, apoio local do Balaroti, apoio estrutural da Celana Construções, hospedagem oficial do NH Collection e segurança patrimonial da Alcatraz.

CASACOR Paraná
De 9 de maio a 5 de julho
Avenida Cândido Hartmann, 405, Bigorrilho – Curitiba
(41) 3155-6161 | (41) 98868-1517
info@casacorparana.com.br
www.casacor.com.br
@casacorpr

“Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora

“Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora: é aqui que a pulsação cinética começa a emergir com clareza, dissolvendo a rigidez geométrica em ritmo, fluxo e vibração. As diagonais multicoloridas atravessam o campo pictórico como ventos sonoros, criando a sensação de um espaço suspenso, onde luz e movimento se entrelaçam.
A obra se transforma em partitura visual — uma rapsódia aberta, em que céu, cor e deslocamento se convertem em experiência sensorial. “Rapsody in the Sky” marca um ponto de inflexão na pesquisa de Bernardo Mora: é aqui que a pulsação cinética começa a emergir com clareza, dissolvendo a rigidez geométrica em ritmo, fluxo e vibração. As diagonais multicoloridas atravessam o campo pictórico como ventos sonoros, criando a sensação de um espaço suspenso, onde luz e movimento se entrelaçam. A obra se transforma em partitura visual — uma rapsódia aberta, em que céu, cor e deslocamento se convertem em experiência sensorial.

Bernardo Mora

Mostra Black Home Sul entrega livro especial e troféu para os profissionais participantes

Na reta final, Mostra Black Home Sul entrega livro especial e troféu para os profissionais participantes
Durante evento exclusivo, os profissionais participantes da Mostra receberam a edição de luxo do livro do evento e um prêmio em homenagem à excelência e ao pioneirismo de seus projetos.

Na última sexta-feira (14), o CEO da Mostra Black Home Sul, Fernando Rodrigues, entregou para os profissionais que assinam os espaços do evento, um livro especial edição de luxo da Mostra. O exemplar, com mais de 100 páginas e capa dura, traz os 20 ambientes que compõem a Mostra, com fotos dos espaços, além de imagens do corredor humanitário - produzido pelo Instituto Construa com Elas - e anúncios dos patrocinadores e cotistas.

Durante o evento, que foi exclusivo para os profissionais, também foi entregue para os participantes um prêmio, produzido pelo artista plástico, arquiteto e designer David Tessler: “A Luneta: Uma Metáfora para a Arquitetura Visionária”. Trata-se de um objeto de design exclusivo, revestido em laca preta e com mármore Branco Paraná, produzido como uma homenagem à excelência e ao pioneirismo dos profissionais participantes. De acordo com o artista, a inspiração da peça reside na função histórica da luneta: expandir o olhar para o que está além do óbvio e revelar territórios inexplorados. “Esta analogia traduz a visão de vanguarda dos arquitetos, que, por meio de sua estética única e referências profundas, rompem barreiras e definem novos padrões no design e na arquitetura contemporânea.”

Reta final e próxima edição da Mostra Black Home Sul

A Mostra Black Home Sul agora está em contagem regressiva. O evento - que conta com 20 espaços assinados por 25 profissionais - fica aberto até o dia 25 de novembro, terça-feira, e está localizado na Rua Olavo Bilac, no Batel, em duas casas charmosas da região.

O horário de visitação é de terça a sexta, das 14h às 21h; aos sábados, das 13h às 21h; e aos domingos e feriados, das 13h às 19h. Os ingressos custam R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada) e estão à venda pelo link: https://eleventickets.com/ediprom/mostra-black-home-sul.

Desde a abertura da Mostra até o início de novembro, ao todo, foram mais de 2.500 pessoas que passaram pelo evento. Essa edição também contou com dezenas de eventos, visitas-guiadas e gravações realizadas e que contaram com a presença de cerca de 600 pessoas.

De acordo com Fernando Rodrigues, essa edição surpreendeu a cidade. “Quem visitou a Mostra, pôde ver de perto espaços exclusivos repletos das principais tendências da arquitetura e do design. Foi uma mostra que rendeu muitos elogios pela qualidade com que foi entregue, diante do grande elenco de profissionais participantes que são referência em Curitiba.”

A próxima edição da Mostra Black Home Sul já está em andamento e a previsão é de que o evento aconteça em 2026.

Elenco da Mostra:

No elenco, estão os profissionais: Ana Cristina Avila (Códigos de Luxo), Anna Kelly Margatto e Carla Grande (La Vigna Bar), Cássio Robledo (Restaurante Spot 105), Claudia Canales (Jardim das Boas Energias), Claudia Horta e Edison Vello (Recepção), Ivan Wodzinsky (Living com Lareira), Jaqueline Siebert (Banheiros Funcionais e Refúgio Gourmet), July Franchesca Dallagrana (Jardim do Caminhar), Karin Brenner, Ana Paula Pavelski e Cindie Choueri (Estar da Colecionadora), Karen Camilotti (Espaço Gourmet de uma chef Contemporânea), Laura Ribas e Tatiana Ravache (Suíte Reverso), Luiz Maganhoto e Daniel Casagrande (Living Contemporâneo), Natalya Lopes Ferreira (Raízes do Tempo), Priscilla Müller (Cabana Urbana), Rosa Dalledone e Camila Dalledone Gasparin (Suíte do Empresário), Roger França (Studio Casa Brasileira), Viviane Busch (Cozinha Gourmet) e Wilson Pinto (Fachada, Paisagismo Casa 1 e Paisagismo Casa 2).

SERVIÇO:
Mostra Black Home Sul
Data: até 25 de novembro de 2025
Endereço: Rua Olavo Bilac, 486, Casa 01, Batel – Curitiba (PR)
Instagram: @mostrablackhomesul
Ingressos: https://eleventickets.com/ediprom/mostra-black-home-sul
Valores: R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada - beneficiário legal com comprovação mediante documento) | Crianças até 12 anos não pagam (mediante comprovação de documento)
Dias e Horários:
De terça a sexta: das 14h às 21h
Sábado: das 13h às 21h
Domingos e feriados: das 13h às 19h
Segundas-feiras: fechado

I MOSTRA ATINJ ITINERANTE DE TEATRO PARA CRIANÇAS EM MATINHOS

A Associação de teatro para infância e Juventude do Paraná apresenta

“De 10 a 14 de setembro, a cidade litorânea será palco para nove apresentações teatrais de sete companhias paranaenses no Centro Cultural de Matinhos – UFPR litoral, que vai promover no público infantil um interesse especial pela arte e suas diversas formas de manifestação”.

A alegria e a magia do teatro vão descer a serra e tomar conta de Matinhos no mês de setembro. A Associação de Teatro para Infância e Juventude do Estado do Paraná (ATINJ/PR) vai realizar entre os dias 10 e 14 de setembro, a I Mostra ATINJ Itinerante de Teatro para Crianças, viabilizado através da parceria da ATINJ/PR e Universidade Federal do Paraná – Litoral. O evento é uma oportunidade de compartilhar a produção teatral de companhias paranaenses, direcionada ao público de todas as idades para incentivar o entretenimento para toda a família. As apresentações acontecerão no Auditório Juliano Fumaneri Weiss, no Teatro do Centro Cultural da UFPR - Litoral (R: Jaguariaíva,512).

A ideia é promover no público infantil um interesse especial pela arte e suas diversas formas de manifestação. A edição de 2025 traz esta novidade de levar para a cidade litorânea, grupos paranaenses voltados ao fazer teatral dirigido às infâncias. Serão 9 apresentações de 08 espetáculos diferentes de sete companhias das cidades de Curitiba, Matinhos, Maringá e Sarandi. Deste total, no final de semana, serão realizadas três apresentações gratuitas abertas ao público e, em dias letivos, 06 apresentações vão acontecer nos períodos manhã e tarde, direcionadas ao público das Escolas Públicas Municipais. Linguagens artísticas variadas como teatro, circo, dança, música, artes visuais e literatura fazem parte da programação.

Além das apresentações, a mostra também é composta por uma oficina teatral, direcionada a professores e interessados e uma mesa-redonda sobre a dramaturgia teatro para crianças em Curitiba. A programação completa da mostra está disponível em: https://mostraatinj.blogspot.com/.

A presidente da Associação, Letícia Guimarães, comenta sobre a importância da mostra que é uma forma de encontrar-se com as crianças, com as famílias, com os artistas e educadores, além de ser uma aposta na abertura do campo sensível e imaginativo da experiência estética e do fazer poético. “A primeira mostra ATINJ Itinerante leva espetáculos premiados e realizados por grupos comprometidos com este ofício há bastante tempo, para a cidade de Matinhos. O projeto é essencial para que cada vez mais a arte esteja presente na vida das pessoas. É uma grande alegria e prazer proporcionar a convivência criativa. Nossas expectativas são sempre as melhores. O evento brinda o público com bons espetáculos e reúne artistas para celebração e reflexão”.

O evento proporciona ao público de escolas públicas o acesso gratuito às apresentações. Neste aspecto, o teatro surge como fator de integração social, possibilitando às crianças, que muitas vezes nunca assistiram uma peça de teatro, um outro olhar ou até uma possibilidade de ver e rever a própria infância com mais sensibilidade. “É um evento muito importante que proporciona oficina, espetáculos e principalmente a mesa redonda, que é discutido as linguagens e as formas de se fazer teatro. Contamos com a participação e divulgação de todos”, reforça Pedro Uchoa, vice-presidente da ATINJ.

“A importância deste projeto para a cidade de Matinhos no litoral do Paraná está no impacto direto no que se refere à formação de novas plateias, principalmente por ser um projeto direcionado para as crianças e adolescentes matinhenses. A Mostra Atinj de Teatro para Crianças oportuniza a toda a comunidade ver espetáculos de teatro de alta qualidade técnica apresentado por várias Companhias de Teatro, vindas de todo o Estado do Paraná, especializadas na linguagem infanto juvenil, além de oferecer oficinas e debates para professores de artes do litoral e também da comunidade acadêmica, especificamente os estudantes do Curso de Licenciatura em Artes da UFPR litoral, que terão a oportunidade de participar desse movimento artístico-cultural que vem somar no processo de formação deles, já que serão os futuros arte educadores que atuarão em Matinhos e demais municípios do litoral”, afirma Alaor de Carvalho, ator, professor da UFPR Litoral e coordenador do projeto

Dentre a programação prevista, a mostra de espetáculos terá 100% de ingressos gratuitos, revertendo à população produtos culturais de qualidade.

COMPANHIAS PARTICIPANTES

COMPANHIA DO ABRAÇÃO (Curitiba): A Cia do Abração é um espaço de arte e cultura, fundado em 2001, por Letícia Guimarães e tem como proposta principal a pesquisa e produção teatral para todas as idades, embasados em dramaturgia própria e difundidas como espetáculos de repertório. Sua proposta estética está alicerçada na fusão de linguagens artísticas elaborada em investigações advindas de processos colaborativos. Além da dança e das artes visuais, trabalha e investiga as técnicas de manipulação de objetos, mímica, produção sonora e conhecimentos da antropologia.

CIA. PÉ NO PALCO (Curitiba): Fundada em 1995 por Fátima Ortiz o Pé no Palco Atividades Artísticas. Criação da companhia estável - Círculo de Encenação e Pesquisa e consolida quatro segmentos de atividades: Cursos Livres de Teatro, Círculo de Encenação e Pesquisa, Ação em Valores Humanos e Workshop, Cursos e Eventos.

MRG PRODUÇÕES ARTÍSTICAS (Curitiba): Fundada em 1995 por Marcio Roberto, é considerada uma das maiores produtoras de arte e cultura do Paraná. Com sede em Curitiba, tem como principal segmento artístico a produção de espetáculos teatrais através de clássicos da literatura. Oferece arte primorosa, criada por artistas premiados. Montagens consagradas atestam a sua sensibilidade e amor na produção artística.

CIA. PALAVRAAÇÃO (Curitiba): – A PalavrAção Cia de Teatro da UFPR, iniciou seus trabalhos em 1995 na cidade de Curitiba/PR, vinculada a PROEC - Pró Reitoria de Extensão e Cultura. Criada pelo Prof. Dr. Hugo Daniel Mengarelli, diretor e pesquisador de teatro, que por mais de duas décadas tornou possível e fértil a presença da pesquisa, formação artística e criação teatral na Universidade Federal do Paraná. Atualmente sediada em Matinhos/PR, desde 2018, como um projeto de extensão universitária vinculada ao Curso de Licenciatura em Artes da UFPR Litoral, sob a direção do professor Dr. Alaor de Carvalho, a PalavrAção faz um resgate de sua história revisitando seu repertório e propondo novas leituras de espetáculos já montados, como uma homenagem aos 30 anos de história dentro da UFPR, que serão comemorados em 2025.

CENATRUPE (Sarandi/PR): A companhia artística Cenatrupe de Sarandi-PR, município localizado no norte do estado Paraná surgiu em 2013. Em seu Histórico, a Cenatrupe ministrou oficinas de iniciação teatral ao grupo infantojuvenil “Os Petelekos”, contratada pela escola de artes “Ateliê das Artes” localizada em Sarandi/PR para instrução teatral, montagem e direção de espetáculos durante os anos de 2014 e 2015 (Espetáculos “Chapeuzinho vermelho em: O que a História não contou” e “O Mágico de Oz”), e ministração de oficina de “Teatro do Oprimido” a turma adulta de teatro da mesma escola artística. Em 2014 Cenatrupe também por meio de sua representante legal foi convidada pela SEJUV Secretaria Municipal da Juventude Cultura, Esporte e Lazer de Sarandi/PR a realizar o projeto “Proscênio” durante 15 dias com oficinas e ensaios resultando na montagem da esquete “Honesta”. Em seu Histórico pessoal a companhia Cenatrupe já montou mais de 40 espetáculos.

MEU CLOWN (Maringá/PR): O grupo Meu Clown nasce na cidade de São Paulo (2005), fruto da cooperação entre artistas e pesquisadores do campo da palhaçaria. Marcelo Colavitto, membro fundador e diretor da trupe, trouxe metodologias de formação de clowns de seus estudos com discípulos de Jacques Lecoq, buscando valorizar a gênese do teatro poético que tem no corpo sua fonte de inspiração criativa. O grupo já se apresentou em diversos festivais de teatro no Brasil e já fez apresentações na Itália (2013), Taiwan (2015), Chile (2016), França (2018), Portugal (2018) e Espanha (2022 e 2023). Possui 10 peças em seu repertório sendo 8 de autoria própria. Em 2021 publicou um livro no qual há o registro de sua dramaturgia e processo de criação cênica.

CENAHUM (Curitiba/PR) - Fundada em 1995 por George Sada, a Cena Hum Academia Multiartes surge no panorama artístico paranaense como a primeira instituição privada dedicada à formação de artistas nas artes cênicas do Paraná. Oferecendo cursos de teatro para todas as idades e abrigando o maior acervo de figurinos do estado, com mais de 25 mil peças, a Cena Hum expandiu suas atividades em 2015, criando o Grupo Empresarial Cena Hum, composto por três empresas: Academia, Produtora e Instituto. Com uma estrutura física ampla e equipe qualificada, a Cena Hum Academia Multiartes busca ser um espaço onde vida e arte se encontram.

RESUMO DOS ESPETÁCULOS DO FESTIVAL

10 de setembro (quarta) – 9:30h | Local: Teatro UFPR Matinhos - O GIGANTE EGOÍSTA - Cia MRG Produções Artísticas

Sinopse - Conta a história de um Gigante, dono de um espetacular jardim. As crianças das redondezas sempre brincam com as flores, os passarinhos, as árvores e os pequenos animais que ali vivem, mas o Gigante começa a ficar incomodado com aquela “invasão” e decide isolar o jardim, expulsando as crianças e impedindo suas entradas em definitivo. Então, durante muito tempo, somente a Neve, o Vento Norte e o Granizo podiam entrar no jardim. E tudo se tornou seco, triste e solitário. A felicidade, o prazer, a liberdade e a beleza abandonaram o jardim e como consequência, também a vida do Gigante. Um dia, surge no jardim um Menino Misterioso. Sensibilizado com a sua presença e carcomido pelo egoísmo e pela solidão, o Gigante permite ao menino brincar em seu jardim. E ficam amigos. O Gigante então percebe que o caminho para a felicidade passa pela generosidade e nos bons momentos vividos com os outros. Abre os portões do jardim, derruba os cadeados e os muros e convida as crianças a voltarem. Com elas volta a primavera, voltam os passarinhos, as flores, as folhas verdes e o calor. Os dois, o calor da natureza e o calor humano.

O GIGANTE EGOÍSTA não é apenas uma belíssima lição de vida para com ela compartilhar reflexões com as crianças; é também uma das mais belas páginas da literatura universal, escrita por um verdadeiro gênio das palavras, que lhes deu a dimensão de arte. Em outras palavras, o que o Gigante fez com seu jardim, Oscar Wilde fez com as palavras: deu-lhes um significado de arte, beleza e humanidade. Oscar Wilde nasceu em Dublin, na Irlanda. Escreveu contos, peças de teatro e romances e passou a vida rodeado por intelectuais. Na maturidade ganhou fama por sua sofisticação e inteligência. É reconhecido internacionalmente como um dos dez maiores escritores de todos os tempos. Duração: 50min / Classificação – Livre

10 de setembro (quarta) - 14h30 | Local: Teatro UFPR Matinhos - QUER BRINCAR DE ALGUMA COISA! QUE COISA? - Cia Pé no Palco – Curitiba/PR
Sinopse - Procura-se uma coisa. Como assim uma coisa? Uma coisinha, uma
coisona, uma coisita. Tem muita coisa que pode ser uma coisa. Calma, calma. Através da imaginação passamos por diversas culturas, mesclando estéticas e criando nossa própria identidade que vai do Blues até o forró, do Canto Lírico ao Rock´n´Roll. Já que vivemos nesse mundo cheio de informações, por que não deixar a criatividade livre para despertar novas conexões? Uma atriz e um ator em cena, cantam, dançam, tocam e contam a saga que é estar em busca de alguma coisa. A interatividade com o público se estabelece nas diversas linguagens do espetáculo, através do visual, da contação, das palavras, no jogo e da troca de olhares entre atores e plateia, no campo sensível, no campo da imaginação e através das músicas compostas especialmente para o espetáculo. Duração: 50min | Classificação – Livre

11 de setembro (quinta) – 9:30h | Local: Teatro UFPR Matinhos - O MÁGICO DE OSS –Cia do Abração – Curitiba/PR.

Sinopse - Na nossa história, a protagonista, Doroti, uma menina egoísta e dominadora, briga com seus amigos e se sente incompreendida por seus avós. Em um ataque de fúria, a menina egoísta que acredita que a vida que leva é sem graça e sem cores, se vê abduzida por um furacão que a transporta para um lugar mágico e colorido. Na jornada psicodélica de Doroti, ela encontra um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um tigre covarde. Todos se unem para encontrar o único que poderá dar-lhes o que cada um necessita: o poderoso Mágico de OSS, o único capaz de dar um cérebro, um coração, coragem e o caminho de volta para casa. Porém, em nossa história, toda esta viagem, todos estes encontros, tudo foi apenas projeção do subconsciente de Doroti que, com a viagem, transcendeu suas fraquezas e conquistou virtudes. Duração: 50min/Classificação – Livre

11 de setembro (quinta) - 14h30 | Local: Teatro UFPR Matinhos - FÁBULA DOS RATOS – Cia Cenatrupe – Sarandi/PR.

Sinopse - Fábula dos Ratos é uma adaptação das fábulas de domínio público “O rato Roeu a Roupa do Rei”, “A Assembleia dos Ratos” e “O Leão e o Ratinho” e objetiva um resgate das fábulas apoiado na linguagem simples e popular, e assim durante a história o ratinho vai se envolvendo em muita confusão, desde decidirem uma solução para os problemas com o gato, até ajudar um leão capturado pelos caçadores. Duração: 45 min/Classificação – Livre

12 de setembro (sexta) – 9h30 e 14h30| Local: Teatro UFPR Matinhos- ESTÓRIAS BRINCATES DE MUITAS MAINHAS - Cia do Abração – Curitiba/PR
Sinopse - O foco temático apresentado na peça é a relação entre mães e filhos, as diferentes relações que se podem estabelecer neste mesmo binário, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele mãe ou filho. Três simpáticos velhinhos contadores de histórias, movidos pelos sentimentos de saudades e lembranças, falam sobre suas próprias mães e sobre as diferentes mães que conhecem. Duração: 50min/Classificação – Livre

12 de setembro (sexta) – 20h | Local: Teatro UFPR Matinhos - SALTIMBANCOS – Grupo PALAVRAÇÃO – UFPR/LITORAL
Sinopse – “Os Saltimbancos” é um musical infantil inspirado no conto “Os Músicos de Bremen”, dos Irmãos Grimm, com adaptação brasileira feita por Chico Buarque. A história acompanha quatro animais — um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata — que, após serem maltratados por seus donos, decidem fugir e formar um grupo musical. Unidos pelo sonho de liberdade e por uma vida melhor, eles enfrentam desafios e descobrem a força da amizade, da união e da arte como forma de resistência e transformação. Com músicas marcantes e mensagens de justiça social, o espetáculo encanta crianças e adultos com sua leveza, humor e crítica social disfarçada de poesia. Duração: 50min/Classificação – Livre

13 de setembro (sábado) - 15h | Local: Teatro UFPR Matinhos - O TELEPATA - Cia Meu Clown – Maringá/PR.

Sinopse – A trupe Meu Clown preparou uma atração internacional para oferecer a sua audiência, porém, tudo leva a crer que o palhaço Benedito não cumpriu com a sua importante função de contratar os artistas para a apresentação conforme o combinado. Agora só resta uma solução: O improviso e o talento artístico musical do grupo terá que dar conta desse lapso indesculpável. A diversão é garantida nesse modesto espetáculo baseado em cenas clássicas da palhaçaria brasileira, recheadas com muita música e interação. Duração: 50min / Classificação – Livre

14 de setembro (domingo) – 15h | Local: Teatro UFPR Matinhos - DOIDO PRA VOAR – CenaHum
Sinopse - Baseada na obra homônima de Hermes Bernardi Junior, “Doido pra Voar” conta a história de um menino que sonha em comprar um avião vermelho presente na vitrine da única loja de brinquedos da cidadezinha onde vive. Incapaz de realizar o desejo, ele acaba inventando seu próprio avião e uma série de outros brinquedos em seu laboratório mágico, o quintal de sua casa. Lá, a imaginação corre solta. Porém, a vida do menino muda totalmente quando sua família vai para uma cidade maior e ele precisa manter a imaginação em meio a uma nova realidade, onde a tecnologia também passa a fazer parte de suas brincadeiras e de seus novos amigos. Duração: 50min / Classificação – Livre

SERVIÇO:
I Mostra ATINJ Itinerante de Teatro para Crianças - MATINHOS
Quando: de 10 a 14 de setembro de 2025 ( de quarta a domingo)
Local: Teatro da UFPR Litoral/Matinhos - Auditório Juliano Fumaneri Weiss (R: Jaguariaíva, 512)
Classificação etária: Livre

ENTRADA GRATUITA

APRESENTAÇÕES DIRIGIDAS ÀS ESCOLAS
10/09/25 (quarta, 09h30): O GIGANTE EGOÍSTA
10/09/25 (quarta, 14h30): Quer Brincar de Alguma Coisa? Que Coisa?
11/09/25 (quinta, 09h30): O MÁGICO DE OSS
11/09/25 (quinta, 14h30): FÁBULA DOS RATOS
12/09/25 (sexta, 09h30): ESTÓRIAS BRINCANTES DE MUITAS MAINHAS
12/09/25 (sexta, 14h30): ESTÓRIAS BRINCANTES DE MUITAS MAINHAS

Apresentações ABERTAS AO PÚBLICO
12/09/25 (sexta, 20h): SATIMBANCOS
13/09/25 (sábado, 15h): O TELEPATA
14/09/25 (domingo, 15h): DOIDO PRA VOAR

ATIVIDADES COMPLEMENTARES - Oficina Teatral para professores– 20 Vagas
QUANDO: 10/09/25 (quarta), das 17 às 20h
Local: Auditório Juliano Fumaneri Weiss, da UFPR Litoral (R: Jaguariaíva, 512)
A essência deste projeto é o incentivo e a motivação da arte e da cultura para professores em geral, trabalhando aspectos importantes no desempenho profissional e pessoal através dos jogos teatrais. A proposta é levar para o público-alvo, o conhecimento de que o teatro, além de lazer, pode trazer muitos benefícios para quem o pratica, como por exemplo: concentração, desinibição, integração, trabalho em equipe, criatividade, autoestima, expressão corporal etc. Os participantes farão atividades e exercícios utilizando-se de algumas técnicas teatrais através de jogos, dando ênfase na expressão corporal e vocal, na integração do grupo, na desinibição, na disciplina e em especial na concentração. O relaxamento e a respiração também serão pontos fortes a serem exercitados. Com aula de 3h de duração, a oficina será desenvolvida a fim de auxiliar numa nova opção de ver as situações do cotidiano e buscar suas soluções de maneira a incentivar a colaboração ou cooperação entre seus colegas de trabalho. Nas cenas improvisadas, todos terão a oportunidade de vivenciarem personagens diferenciados e ao mesmo tempo despertar empatia, a imaginação e criatividade.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES – INDICADO A PROFESSORES DE ARTE E INTERESSADOS - Mesa-Redonda e Palestra
Quando: 13/09/2025, das 17h às 19h (Sábado)
LOCAL: TEATRO DA UFPR LITORAL/MATINHOS - Auditório Juliano Fumaneri Weiss (R: Jaguariaíva, 512)
Mesa-Redonda com os artistas participantes da Mostra e mediado por Letícia Guimarães e Palestra “Dramaturgia para Infância”, com Fátima Ortiz. Nosso intuito é fortalecer as ações de democratização dos bens culturais, cumprindo nosso papel de artistas e cidadãos conscientes destas necessidades.

Cozinha Gourmet e Jardim na Mostra Black Home Sul traduz o “novo luxo” com móveis planejados da Movepar Curitiba

Movepar Curitiba

Cozinha Gourmet e Jardim na Mostra Black Home Sul traduz o "novo luxo" com móveis planejados da Movepar Curitiba

Ambiente assinado por Viviane Busch combina memórias afetivas, sofisticação e personalização extrema, com marcenaria sob medida que é o coração do projeto

Na Mostra Black Home Sul, a arquiteta Viviane Busch apresenta o ambiente Cozinha Gourmet e Jardim, um espaço que une acolhimento, sofisticação e funcionalidade, com móveis planejados e sob medida assinados pela Movepar Curitiba.

Com a proposta de criar “um ambiente com alma”, Viviane buscou despertar memórias afetivas, traduzindo a essência da casa como lugar de encontro. “Quisemos um espaço que acolhesse e fizesse as pessoas quererem ficar. É na cozinha que acontecem as melhores conversas e momentos”, conta.

A escolha de materiais reforça esse conceito. As pedras naturais nas paredes, a madeira e as vigas aparentes no teto evocam a sensação de uma “casa de vó modernizada”, enquanto os eletrodomésticos de última geração, tendências em marcenaria e mobiliário solto de alto padrão revelam o que Viviane chama de “novo luxo”. “Hoje, luxo é viver bem nos espaços, sem ostentação. Tudo tem intenção e propósito”, explica.

Para dar vida ao projeto, a parceria com a Movepar Curitiba foi fundamental. “Tudo o que pensamos foi acolhido e respeitado. Encontramos todos os padrões de acabamento que queríamos, com ferragens e acessórios que completaram a proposta. Cada painel, gaveta com detalhes em palha e iluminação foi feito de forma personalizada, sem precisarmos nos adaptar a módulos ou padrões engessados”, afirma Viviane.

Segundo Simone Oliveira, diretora da Movepar Curitiba, a atenção aos detalhes e a personalização foram determinantes para o resultado. “A cozinha é o coração da casa, e nesse ambiente conseguimos unir técnica, estética e funcionalidade. Cada peça foi planejada para atender às necessidades do projeto e garantir durabilidade e beleza”, destaca.

O espaço, leve e sofisticado, conta ainda com um jardim integrado, repleto de verde, e um estar perfeito para saborear as receitas preparadas na cozinha. Uma copa e um wine bar completam o ambiente, criando um refúgio para receber, viver e celebrar.

SERVIÇO:

Mostra Black Home Sul

Data: de 28 de agosto a 25 de novembro de 2025

Endereço: Rua Olavo Bilac, 486, Casa 01, Batel – Curitiba (PR)

Instagram: @mostrablackhomesul

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Movepar Curitiba leva móveis planejados e inovadores à Suíte do Empresário na Mostra Black Home Sul

Movepar Curitiba

Movepar Curitiba leva móveis planejados e inovadores à Suíte do Empresário na Mostra Black Home Sul

Ambiente criado pelas arquitetas Rosa e Camilla Dalledone homenageia o empresário curitibano Gari Marques e conta com móveis planejados e sob medida da Movepar Curitiba

Curitiba

De 28 de agosto a 25 de novembro, o bairro Batel, em Curitiba, será palco da Mostra Black Home Sul, evento que reúne grandes nomes da arquitetura e do design em duas charmosas casas da Rua Olavo Bilac. A Movepar Curitiba marca presença em dois ambientes, entre eles a Suíte do Empresário, assinada pelas arquitetas Rosa Dalledone e Camilla Dalledone Gasparin (@rosadalledonearquitetura e @camilladalledone_arq).

O espaço presta homenagem ao empresário curitibano Gari Marques, um dos fundadores da rede Mais Um Café, hoje a maior do Brasil. A escolha foi uma forma de valorizar o papel do empreendedor na economia nacional.

“Eu acho bastante importante homenagear os verdadeiros heróis que trazem emprego e oportunidade para este país. A figura do empresário é essencial para termos uma economia saudável. Escolhemos o Gary como representante, mas a homenagem se estende a todos que movimentam o mercado com inovação e coragem”, explica Rosa Dalledone.

A inspiração para o projeto veio do perfil de um jovem empresário moderno, apreciador de design arrojado, carros esportivos e soluções contemporâneas. O mobiliário desenhado especialmente para o ambiente traz linhas dinâmicas e fluidas, que transmitem leveza, movimento e sofisticação.

“Não se trata de imitar um carro, mas de traduzir o conceito de velocidade, leveza e modernidade presentes nesse universo. Buscamos um espaço elegante, mas também acolhedor e funcional”, destaca Camilla Dalledone Gasparin.

Entre os destaques, estão os móveis com formas orgânicas e o uso do couro de micélio — material ecológico produzido no Paraná que se apresenta como alternativa ao couro natural. A madeira, o veludo das cortinas e a iluminação automatizada completam a proposta, criando cenários que variam conforme a necessidade.

“O mobiliário planejado não pode ser engessado. Ele precisa ter funcionalidades que se adaptem a diferentes projetos, mantendo acabamento impecável e a possibilidade de personalização. É isso que encontramos na Movepar”, ressalta Rosa.

Segundo o diretor da Movepar Curitiba, Diogo Oliveira, a parceria com as arquitetas reforça a essência da marca: unir estética, qualidade e originalidade em cada projeto. “Nosso objetivo é transformar ambientes em experiências únicas. A Suíte do Empresário mostra como é possível aliar inovação, materiais sustentáveis e um design pensado para transmitir a personalidade de quem vive no espaço”, afirma.

A Mostra Black Home Sul promete revelar tendências que vão do uso de formas curvas e iluminação estratégica a materiais inovadores e soluções de conforto, reunindo inspiração e funcionalidade em cada detalhe.

SERVIÇO:

Mostra Black Home Sul

Data: de 28 de agosto a 25 de novembro de 2025

Endereço: Rua Olavo Bilac, 486, Casa 01, Batel – Curitiba (PR)

Instagram: @mostrablackhomesul

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Detalhe moveis planejados na Suite do Empresário
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Suite do Empresário
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CASACOR Paraná: um passeio imperdível para curtir o inverno com ambientes aconchegantes, gastronomia e lojas

A 31ª edição da mostra de decoração segue aberta ao público até 27 de julho, em uma das casas mais emblemáticas do Batel, em Curitiba

Projeto: Roberta Lanza l Foto: Bia Nauiack

Durante a tradicional temporada de inverno curitibano, a CASACOR Paraná se destaca como uma opção de passeio imperdível para quem busca lazer com conforto e inspiração. Nesta 31ª edição, um dos casarões mais icônicos do Batel, localizado na Rua Carmelo Rangel nº 505, ganhou nova vida e abriga 33 ambientes assinados por profissionais renomados do estado.

Além de apresentar as principais tendências de arquitetura, design e paisagismo em propostas residenciais de diversos estilos, a mostra convida o público a explorar operações gastronômicas, lojas exclusivas e espaços instagramáveis. A atmosfera acolhedora é garantida por ambientes aquecidos e lareiras, o que faz da CASACOR Paraná o roteiro ideal para curtir os dias frios em Curitiba.

Confira 12 desses ambientes, que podem ser visitados até o dia 27 de julho:

Hall de Entrada

O espaço que antecipa a sofisticação dos ambientes internos da casa é também um convite ao aconchego do lar. O piso em madeira natural aquece a ambientação, assim como a iluminação direcionada. O projeto combina tons sóbrios com elementos esculturais em uma estética artística e marcante.

Projeto: Walkiria Nossol l Foto: Bia Nauiack

Living

A biofilia transforma o living em um verdadeiro refúgio urbano que integra sala de estar, sala de home theater, bar e espaço para receber. A iluminação é um elemento fundamental para criar uma atmosfera convidativa: durante o dia, a luz natural realça as formas orgânicas e as texturas naturais da ambientação; à noite, o projeto luminotécnico desenha cenas sofisticadas que reforçam a sensação de pertencimento.

Projeto: Maria Alice Crippa e Gustavo Assis l Foto: Eduardo Macarios

Sala da Lareira

A palavra "lareira" deriva do latim "lar", termo que se refere à casa. Ponto central desta sala, a lareira é mais do que uma fonte de conforto térmico, é símbolo de acolhimento. A parede bruta, iluminada por uma estrutura, representa a luz do convívio social, capaz de aquecer mesmo nos dias mais frios. Em contraponto, a grande caixa de madeira, combinada a outros materiais naturais, forma uma base sólida para o bem-estar e a qualidade de vida.

Projeto: Roberta Lanza l Foto: Bia Nauiack

Sala de Jantar

Pensado para proporcionar conforto térmico, este ambiente é inspirado nos ecossistemas naturais de cooperação. A sala de jantar se impõe como um organismo vivo ao traduzir a metáfora dos casulos de insetos em cada detalhe. A proposta ganha vida nas formas orgânicas, nos materiais naturais e nos estímulos sensoriais, que promovem acolhimento, trocas e convivência.

Projeto: Alessandra Gandolfi l Foto: Eduardo Macarios

Bar e Charutaria

Um ambiente atemporal, projetado para quem aprecia os momentos íntimos e os prazeres que exigem presença. O refúgio do dono da casa recepciona a partir de cores quentes, iluminação indireta e materiais nobres. O bar e a charutaria enriquecem a experiência na sala, pensada tanto para contemplação na solitude quanto para boas conversas com convidados.

Projeto: Mariana Andrade e Raissa Lamy l Foto: Eduardo Macarios

Cozinha

A decoração agradável desta cozinha exalta a madeira natural, que, somada aos tons terrosos, cria um ambiente acolhedor que vai além das soluções tecnológicas funcionais. O layout fluido e a luz natural generosa transformam a cozinha no centro vivo da casa, um espaço onde o tempo desacelera e as memórias ganham sabor.

Projeto: Carla Grüdtner l Foto: Eduardo Macarios

Quarto

Na área íntima, a comodidade se revela na poética da composição. Nesta proposta sensorial e simbólica, obras dos filhos do casal dividem a parede com criações de grandes artistas, esculturas e livros. Os tons terrosos, os materiais naturais e o mix de estampas conferem aconchego ao ambiente, com sofisticação e identidade.

Projeto: Talita Nogueira l Foto: Eduardo Macarios

Office

A multifuncionalidade também é sinônimo de conforto. Neste ambiente, além de local de trabalho, há espaço para livros, objetos decorativos e uma área de descanso e leitura. A ambientação, que combina madeira de manejo florestal, iluminação direcionada e outras texturas, como tecidos e cerâmicas, foi inspirada nos amantes de literatura, que, mesmo onde exercem seu ofício, encontram abrigo para folhear seus livros.

Projeto: Cintia Ramos l Foto: Emy Tsutsumi

Lounge

A celebração do design como extensão da natureza transforma este lounge em um espaço de aconchego, que abriga dois banheiros. Além de funcional, o local convida à permanência ao harmonizar tons neutros com cores vibrantes, texturas naturais com acabamentos cerâmicos, trabalho artesanal com soluções tecnológicas. A experiência é enriquecida pelo conforto térmico das lareiras.

Projeto: Maria Eduarda Caiado l Foto: Guilherme Rocha

Praça

A área externa da casa também é aquecida com lareiras, que conferem um charme especial à piscina. O design confortável do mobiliário e a naturalidade da vegetação estão inseridos em uma projeção acústica agradável, ideal para confraternizar durante o passeio. Os materiais utilizados no projeto, como revestimentos e iluminação, apostam em tecnologia para exposição e resistência ao ar livre.

Projeto: Wolfgang Schlögel l Foto: Eduardo Macarios

Bar

Com operação do Sacas Hub, o bar da casa oferece um cardápio de drinks – incluindo criações exclusivas para a mostra – e pratos. Ainda que o projeto seja inspirado no fundo do mar e promova a sensação de estar entre as ondulações reenergizantes das águas, a experiência sensorial é complementada por lareiras que aquecem o ambiente.

Projeto: Givago Ferentz l Foto: Antônio More

Bistrot

A operação gastronômica do Hard Rock Cafe Curitiba replica, dentro da CASACOR Paraná, a atmosfera intimista do projeto original. A alma roqueira da cidade se revela nos tons escuros, texturas sóbrias e iluminação cênica. O visitante é convidado a uma experiência completa pelo universo musical, como na exposição das icônicas guitarras que dão ritmo à decoração pulsante e acolhedora.

Projeto: Marcelo Lopes l Foto: Nenad Radovanovic

Serviço

Ingressos
Ingressos disponíveis para compra no site, no aplicativo oficial ou na bilheteria do evento. O valor individual é R$ 96,00 e as modalidades disponíveis são: ingresso comum, ingresso meia-entrada, ingresso cliente cartões Banco BRB (de 25 a 50% de desconto) e compra em grupo (acima de 30 ingressos).

Endereço
Rua Carmelo Rangel, 505, Batel – Curitiba/Paraná

Horário de funcionamento
De terça a sexta-feira das 14h às 21h
Sábado das 13h às 21h
Domingos e feriados das 13h às 19h
Fechada às segundas-feiras

Contato
(41) 98868-1517
info@casacorparana.com.br
www.casacor.com.br
@casacorpr

Festival de Curitiba divulga programação de sua 33ª edição

Um dos mais importantes eventos de artes cênicas do Brasil ocorre de 24 de março até 6 de abril
FOTOS: Festival de Curitiba 2025 - fotos Mostra Lúcia Camargo - Google Drive
Com aproximadamente 350 atrações em mais de 70 espaços de Curitiba e Região Metropolitana, o Festival de Curitiba divulgou a programação oficial de sua 33ª edição, que ocorre de 24 de março a 6 de abril, reunindo espetáculos teatrais premiados e aclamados pelo público, assim como estreias nacionais, dança, circo, humor, música, oficinas, shows, performances e gastronomias.

A venda de ingressos inicia nesta quinta-feira (6) pelo site oficial www.fesivaldecuritiba.com.br e pela bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 - Piso L2, Centro Cívico).

“O Festival de Curitiba é uma celebração vibrante do teatro, da arte e da cultura, levando uma programação diversificada e de qualidade ao público com o compromisso de inovar e proporcionar boas histórias, tendo parte de sua programação gratuita e acessível, buscando a pluralidade e promovendo a arte e a economia de Curitiba e região”, explica o diretor do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz. Em 2024, o evento recebeu mais de 200 mil pessoas, além de 2 mil artistas que movimentaram a economia criativa e o turismo da capital paranaense.

Para esta edição, estão confirmados nomes consagrados como Débora Falabella, Cláudia Abreu, Renata Sorrah, Paulo Betti, Reynaldo Gianecchini, Julia Lemmertz, Gregorio Duvivier, Deborah Evelyn, Heloísa Périssé, Marcelo Serrado, Rodrigo Pandolfo, Tainá Müller, Nena Inoue, Rosana Stavis, César Mello, Flávio Bauraqui, Grace Passô, Jessica Teixeira, entre outros.

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 24 de março, com a apresentação do espetáculo “Os Mambembes”, em que seis grandes atores (Cláudia Abreu, Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Leandro Santanna, Orã Figueiredo e Paulo Betti) e um músico (Caio Padilha) viajam pelo Brasil transformando a praça pública em teatro com um ônibus que se torna cenário. O texto que eles encenam e discutem é baseado na comédia escrita por Artur Azevedo, em 1904, sobre as aventuras de atores e atrizes de teatro.

Confira a programação das mostras e eventos culturais que fazem parte do 33º Festival de Curitiba:
Mostra Lucia Camargo - Com aproximadamente 30 espetáculos selecionados pela curadoria que segue para o seu terceiro ano de atuação, formada pela produtora e pesquisadora Daniele Sampaio, a atriz e diretora Giovana Soar e o dramaturgo e crítico teatral Patrick Pessoa, a Mostra Lucia Camargo tem como marca a diversidade contemporânea do teatro nacional e internacional e a representatividade de diferentes grupos. “Temos certeza que essa será uma edição memorável, com dezenas de nomes consagrados, montagens aclamadas pelo público e sucessos de crítica”, comenta a também diretora do Festival de Curitiba, Fabíula Passini. “Recebemos a proposta da curadoria desta edição com bastante entusiasmo, não só pela pluralidade, qualidade e sucesso dos espetáculos, mas também pela amplitude geográfica, vindo de diferentes regiões do Brasil, além de países como Argentina e Uruguai”, completa.

Em um dos mais importantes teatros do Paraná, o Guairão, estarão em cartaz espetáculos como “Prima Facie”, primeiro solo de Débora Falabella, que chega ao Festival após imenso sucesso, causando comoção nacional e internacional, e com três indicações ao Prêmio Shell, de Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Música; o aguardado musical “Ray - Você Não Me Conhece”, que retrata a trajetória de Ray Charles desde os primeiros passos na música até sua consagração como um dos maiores ícones, ressaltando sua luta pelos direitos civis e o papel como voz contra as injustiças sociais; a comédia romântica “Brilho Eterno”, com Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, altamente aclamada pela crítica e que conquistou quatro prêmios, incluindo o de "Melhor Espetáculo" no Prêmio Bibi Ferreira; “O Céu da Língua”, espetáculo de Gregorio Duvivier com direção de Luciana Paes que estreará em Curitiba após sucesso de público e de críticas em Portugal e no Rio de Janeiro; e a comédia “Avesso do Avesso”, em que ao apresentarem histórias de supostos casais, Heloísa Périssé e Marcelo Serrado vivem vários personagens em esquetes que conduzirão a plateia às gargalhadas.

No Guairinha, a estreia nacional de “Daqui Ninguém Sai”, novo espetáculo do Teatro de Comédia do Paraná, com direção de Nena Inoue. A montagem apresenta mais de 30 contos de Dalton Trevisan, que completaria 100 anos em 2025, e trechos de cartas inéditas do autor com outros escritores, tendo em seu processo de criação a participação do contista curitibano.

Também o drama “Alaska”, em que pela primeira vez em sua carreira, Rodrigo Pandolfo dirige e atua ao mesmo tempo em uma história misteriosa que gera uma grande porta aberta para diferentes interpretações do público; a tragédia “Rei Lear”, posicionada entre os melhores espetáculos pela Folha de São Paulo no último ano, conecta a dramaturgia shakespeariana ligada à vida da drag queen contemporânea, tendo o protagonista sido indicado ao Shell de melhor ator; além disso o drama “Júpiter e a Gaivota - É Impossível Viver Sem o Teatro”, em que a Companhia Setor de Áreas Isoladas cria uma nova escritura cênica da obra “A Gaivota”, do russo Anton Tchékhov, para discutir a ideia de amor e evocação nos tempos atuais, a partir de uma leitura feminina, contemporânea e brasileira; e “Nebulosa de Baco”, da premiada companhia curitibana Stavis-Damaceno, com dramaturgia de Marcos Damaceno, que traz para a capital paranaense pela primeira vez o seu novo espetáculo, sucesso de críticas em sua estreia no Rio de Janeiro, com Rosana Stavis e Helena Jorge.

Já no Teatro José Maria Santos, a peça contemporânea “Cabaré Haikai”, que parte de obras consagradas de Paulo Leminski, que completaria 80 anos em 2024, com sua filha Estrela Leminski na dramaturgia, reflexiona sobre seu legado como poeta e escritor, mas também consagra a sua vertente musical; o drama “Língua”, uma elogiada trama criada em português e em Libras para refletir sobre os impasses de comunicação universais, sem colocar a condição de surdez como tema central da história, conta com diração de Vinicius Arneiro; o espetáculo “A Última Ceia”, projeto que teve sua estreia em 2024 no Kunstenfestivaldesart (Bruxelas), tendo sido apresentado também no Kaserne Theatre (Basel), Theaterformen (Braunschweig), Berlim (Sophiensaele) e em São Paulo (Casa do Povo), em uma peça-jantar que parte do famoso quadro homônimo de Leonardo Da Vinci e do acontecimento bíblico para se perguntar sobre como criar uma imagem final que persista, ainda que aquele grupo não exista mais; o documentário contemporâneo “Homens Pink”, da La Vaca Companhia de Artes Cênicas, de Florianópolis, projeto que iniciou sua trajetória com um premiado filme documentário, traz ao palco do Teatro José Maria Santos uma performance que celebra o orgulho da ancestralidade LGBT+; e “Sebastião”, um musical da companhia Ateliê 23, de Manaus, inspirado no livro “Um Bar Chamado Patrícia”, do estilista Bosco Fonseca, que traz à cena questionamentos e afirmações sobre corpos que ainda são postos à margem dos cuidados e do direito à existência.
No Teatro da Reitoria, a Companhia Brasileira de Teatro traz o contemporâneo “AO VIVO [dentro da cabeça de alguém]”, com texto original e direção de Marcio Abreu, com Renata Sorrah, Rodrigo Bolzan, Rafael Bacelar, Bárbara Arakaki e Bixarte, com montagem formada por diferentes elementos de diversos campos de memória dos artistas que a compõem; também o drama musical “Bom Dia, Eternidade”, do Grupo O Bonde, em que em cena os atores e atrizes são espelhados por músicos com mais de sessenta anos, alguns influentes pré bossa-nova, num jogo cênico carregado de simbolismo; o famoso drama “IN ON IT”, sucesso de público e crítica, estrelado por Emílio de Mello e Fernando Eiras, que volta depois de 15 anos com uma temporada aclamada em 2024; e o premiado espetáculo porto alegrense de dança urbana “Trivial - Um Espetáculo de B-Boys”, que traz à cena seis bailarinos da periferia, que cruzam o trivial cotidiano e as dificuldades comuns da região em que vivem e o preconceito com a expressão artística, em que dançar breaking é a forma de expressão e profissão que sustenta.

Na Caixa Cultural Curitiba, dois espetáculos premiados internacionais, sendo a performance “No Estoy Solo”, diretamente da Argentina, em que Iván Haidar, um dos mais importantes coreógrafos do país vizinho, usa o toque como ferramenta para ativar os sentidos como veículo de comunicação; e o uruguaio “El Desmontaje”, um híbrido entre conferência, documentário e peça de teatro, que destaca a respeitada dançarina, coreógrafa, atriz, diretora e professora de literatura Jimena Márques, e abre a possibilidade de redefinição da cena, questionando diferentes formas possíveis.

No Teatro Cleon Jacques, a estreia nacional de “Gaviota”, vindo também direto da Argentina e aclamado pelo mundo todo, por meio de um drama que desafia as convenções teatrais com um elenco feminino notável, em que quase não há limite entre o espaço da ficção e o do público; e a montagem experimental “O Fim É Uma Outra Coisa”, premiada no 8º Prêmio Leda Maira Martins, da atriz e pesquisadora da culinária afro mineira Zora Tikar Santos, que conduz um encontro em que seus saberes alquímicos e ancestrais estão em jogo entre suas memórias, sonhos e as influências indígenas e negras no país.

O Teatro Paiol recebe “Monga”, direto de Fortaleza, Ceará, da Catástrofe Produções e Corpo Rastreado, em uma continuidade da pesquisa de Jéssica Teixeira iniciada no seu primeiro solo "E.L.A" (2019), em que o seu corpo estranho se fez matéria bruta para suas construções dramatúrgicas.

E para finalizar, dois espetáculos gratuitos na Mostra Lucia Camargo, o “Laborioso Contato: Um Palhaço Anuncia o Fim do Mundo”, na Ruína de São Francisco, que mistura a música, o circo, o teatro de animação e a dança em um solo performático, que tem como principal objetivo abordar temas despóticos; e o aclamado e super aguardado “A Velocidade da Luz”, na Praça Santos Andrade, dirigido pelo premiado argentino Marco Canale, em que a montagem é criada junto de pessoas idosas selecionadas em Curitiba, nascendo de suas memórias, dos conflitos do presente, da imaginação de futuro e de suas relações com a cidade que habitam. A montagem foi criada na Argentina (FIBA, 2017), Alemanha (Festival Theaterformen, 2019), Japão (Tokyo TOKIO Festival, 2021), Suíça (FAR - Nyon, 2022), Espanha (FIT de Cádiz, 2023), Brasil (Festival Mirada, 2024) e no Chile (Centro GAM, 2024).

Mostra Fringe - Com parte de sua programação gratuita e acessível a todos os públicos, a mostra ocupa teatros, praças, parques e ruas de Curitiba e Região Metropolitana, com aproximadamente 280 espetáculos, produzidos por mais de 1800 artistas e técnicos vindos de 12 estados do Brasil, como Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de outros países, como Argentina, Peru, Bolívia e Estados Unidos, sendo 153 deles apresentados de forma gratuita e 18 no sistema “Pague Quanto Vale”.

O Fringe é uma mostra que não passa pela curadoria do Festival. Nela, companhias de teatro, circo, música, dança e outras vertentes artísticas participam por meio de cadastro voluntário, separadas por “Mostras”, “Espetáculos de Rua” e pelo “Circuito Independente”.

Neste ano, o Fringe contará com atrações vindas de quatro regiões do Brasil e promoverá a sua terceira edição da “Rodada de Conexões”, que reúne e aproxima curadores e programadores de festivais e salas de teatro de todo o Brasil, com companhias presentes no Fringe e também de grupos radicados em Curitiba.

Interlocuções - O Interlocuções foca em ações formativas, que objetivam a experiência e a integração entre artistas e público, estimulando o pensamento crítico sobre as artes cênicas e atraindo também estudantes de grupos. Com parte de sua programação indicada pela curadoria da Mostra Lucia Camargo, estão previstos vários debates, encontros, palestras, oficinas e lançamentos de livros para a edição de 2025, com programação totalmente gratuita. Parte das oficinas possui vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail interlocucoes@festivaldecuritiba.com.br

A Mostra Lucia Camargo, a Mostra Fringe e o Interlocuções são apresentados por Petrobras, Sanepar, CAIXA e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de CNH Capital - New Holland, EBANX, ClearCorrect - Neodent, Viaje Paraná e Copel - Pura Energia, além do patrocínio especial da Universidade Positivo.
Mostra Surda de Teatro - A fim de promover a importante acessibilidade à arte e fortalecendo um “Festival para Todos”, a Mostra Surda de Teatro, que se consolida em sua segunda edição, celebra o protagonismo de artistas surdos, apresentando a cultura e a expressão artística em Libras.

Com espetáculos e montagens de diferentes regiões do Brasil, a mostra destaca e valoriza as produções teatrais da comunidade surda, ocupando o Sesc da Esquina. Estarão em cartaz, os espetáculos “Vozes Silenciadas”, drama de Fortaleza, em uma performance que dramatiza relatos reais de surdos do interior cearense; a contação de história infantil “A Chapeuzinho Azul”, também de Fortaleza-CE, que transporta o público para uma floresta repleta de personagens únicos, cada um com lições valiosas sobre a cultura surda; “A Palhaça Surda Mara”, direto do Ceará, em que a talentosa artista surda Lyvia Cruz apresenta sua mais recente performance, assumindo o papel da adorável e divertida Palhaça Mara; o infantil "A Astronauta Mara: Aventuras no Mundo das Bocas e das Mãos", também do Ceará, em uma apresentação bilíngue (Libras e Língua Portuguesa) que leva o público em uma jornada cósmica, promovendo inclusão e diversidade; o espetáculo “Corpo, Preto, Surdo: Nós Estamos Aqui”, de Belo Horizonte, com uma produção teatral que aborda a experiência de pessoas surdas e ouvintes negras, ao explorar questões de identidade, representatividade e resistência; a peça “Ilíada em Libras - Canto I”, uma montagem teatral da Ilíada de Homero, com o ator Jonatas Medeiros, traduzido e performatizado na Língua Brasileira de Sinais; e “Movimento de Escuta”, um espetáculo de dança sobre cultura surda da Cia de Dança SOM, do Rio de Janeiro, composta por cinco bailarinos surdos.
Guritiba - Projeto cultural, social e de formação de plateia, que ocorre durante todo o ano e tem início junto ao Festival de Curitiba, tem como foco a democratização do acesso à arte para crianças, adolescentes, educadores e famílias. Em 2025, o Guritiba ocorre de 25 de março a 6 de abril com uma programação especial com espetáculos para toda a família.

Nesta edição, o Teatro Bom Jesus recebe a estreia nacional de “O Menino Maluquinho - O show”, do Grupo Tupi Pererê, que é uma releitura da obra com as canções de Rosy Greca e uma homenagem para Ziraldo e todos os fazedores de arte para crianças; a peça “Ítaca”, de São Paulo, que conta sobre um barco, tripulado por um único, valente e pitoresco marinheiro, que cruza o oceano, em uma história com humor sensível e técnica apurada; além de “Dinossauros do Brasil”, nova montagem da Pia Fraus, de São Paulo, que comemora 40 anos de história, com 13 cenas independentes que contam o surgimento dos dinossauros brasileiros até os dias atuais. Vale destacar também o espetáculo “Elefanteatro”, um dos mais aguardados desta edição, de Belo Horizonte, em que um enorme elefante, um ser sagrado e gigante, feito com materiais reciclados e sucata, caminha acompanhado por uma multidão que ele mesmo forma, em uma apresentação surpreendente e gratuita no Passeio Público.

Dando o pontapé inicial para o Programa Guritiba, contará ainda com três peças que circularão escolas e instituiçõe sociais de Curitiba e região, sendo “Vida Plástica”, da companhia Lado a Lado, repleto de arte circense que alia arte, educação e consciência ambiental, ideal para promover reflexões importantes entre alunos de todas as idades; “Yeye & Seu Espelho”, que conta a história de uma jovem cheia de sonhos que vive na cidade do rio; e o teatro de formas animadas “Dia Claro, Noite Escura”, que apresenta uma costureira em seu ateliê, que canta lindamente e tem como ofício criar bonecas de pano.

O Guritiba é apresentado por CNH Capital - New Holland, Peróxidos do Brasil e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de BRFértil Fertilizantes, Ritmo Logística e Grupo Barigui.

MishMash - Mostra de variedades artísticas e performáticas que diverte famílias inteiras com números de malabarismo, mágica, mímicas, circo, palhaçaria, música, entre outras vertentes, ocorre nos dias 5 e 6 de abril, no Teatro UP Experience – Universidade Positivo, com curadoria de Rafael Barreiros, o Palhaço Alípio. Com o tema “Histórias Fantásticas”, a edição deste ano do MishMash contará, por meio da arte, as histórias marcantes dos artistas que irão compor o espetáculo.
O MishMash é apresentado por Tintas Darka, Vianmaq Equipamentos, Universidade Positivo, Arotubi, Unimed Curitiba e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio da TradeStar Group, Impextraco, Gelopar e Cimento Itambé.

Risorama - Mantendo sua tradição em formato de um grande comedy club com os maiores nomes do humor do país, o Risorama chega em sua maioridade, na 21ª edição, com humoristas de destaque da televisão, da internet e dos palcos. Com apresentações com serviço de bar ao público e tendo como anfitrião Diogo Portugal, um dos precursores do stand-up no Brasil, o mais tradicional festival de humor nacional ocorre de 27 de março a 1º de abril, na Live Curitiba. Entre os confirmados, estão Nany People, Diguinho Coruja, Criss Paiva, Rodrigo Marques, Dra. Rosângela, Fabiano Cambota, Matheus Ceará, Afonso Padilha, entre outros.

O Risorama é apresentado por Helisul Aviação, Havan, Paraná Banco e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio de Foxlux, Porto a Porto, Grupo Barigüi e Neovia Engenharia, tendo como cerveja oficial a Therezópolis.
Gastronomix - O primeiro evento artístico e gastronômico ao ar livre do país, o Gastronomix une programação de música instrumental, artes cênicas e gastronomia. Com curadoria do estrelado Chef Celso Freire, o festival de gastronomia conta com a participação de restaurantes e chefs nacionais e internacionais premiados. Já estão confirmados nomes como Flávia Quaresma, do Rio de Janeiro, Felipe Schaedler, do “Banzeiro”, de Manaus, Heiko Grabolle, do “Pommitz”, de Santa Catarina, Vitor Bourguignon, do “Stro” e “Boi and Beer”, de Curitiba, e Rafael Lafraia, do “Curry Pasta”, entre outros. O evento utiliza gastronomia sustentável e fornecedores locais para diminuir ao máximo os impactos ambientais, além de servir pratos de degustação em louças de porcelanas e talheres de inox, retornáveis, com valores especiais.
Aulas-show e atividades para toda a família fazem parte da programação. O Gastronomix ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março, das 11h às 18h, na Universidade Positivo, anexo ao lago e ao Espaço de Eventos.

O Gastronomix é apresentado por Grupo Potencial, Seara Gourmet, Universidade Positivo, Britânia e Prefeitura de Curitiba, com patrocínio da Servopa (70 anos) e Electra Comercialização de Energia, tendo a Therezópolis como cerveja oficial.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Valores:
Mostra Lucia Camargo – De GRATUITOS até R$85 (entrada inteira), + taxa adm.
Risorama – De R$42,50 até R$85 (entrada inteira) + taxa adm.
Fringe – De GRATUITOS até R$75 (entrada inteira) + taxa adm.
Mostra Surda de Teatro - GRATUITA.
MishMash – De R$30 até R$60 (entrada inteira) + taxa adm.
*Confira opções de combos de ingressos para a família.
Programa Guritiba – De GRATUITOS até R$60 (entrada inteira) + taxa adm.
Gastronomix – De R$10 até R$20 (entrada inteira) + taxa adm.
*Estudantes de teatro e artistas profissionais contam com ingressos promocionais de R$40 e R$20, somente na bilheteria física. Verifique as condições especiais para colaboradores de empresas apoiadoras e clubes de descontos.

Serviço:
33.º Festival de Curitiba
Data: De 24/3 a 6/4 de 2025
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo.
Confira também descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.
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MOSTRA BLACK HOME SUL REALIZA OPEN HOUSE EM CURITIBA

Capital paranaense será palco, em 2025, da segunda edição do evento que combina criatividade, luxo, arquitetura e tendências em design
No próximo dia 22 de janeiro, das 14h às 18h30, Curitiba recebe o Open House da Mostra Black Home Sul, o evento que marcará a apresentação oficial do projeto para patrocinadores, profissionais do setor e imprensa. A mostra, que acontecerá entre os dias 25 de agosto e 25 de novembro de 2025, promete ser um dos grandes destaques no calendário de decoração da cidade, com sua realização em duas charmosas casas na Rua Olavo Bilac, 486, no Batel.
O Open House será na “Casa 01” - uma das duas propriedades que sediarão a exposição. A ambientação do espaço terá a assinatura do renomado arquiteto Ivan Wodzinsky, que também participará da mostra. O evento contará ainda com a assinatura do TAJ na criação dos drinks, e com a exposição de um veículo da marca de automóveis elétricos BYD, na entrada da casa.
A incorporadora Adriática, proprietária das casas, é a patrocinadora local do evento, reforçando sua conexão com projetos que valorizam arquitetura e design.
“A ideia do evento ‘Open House’, além de apresentar a casa para arquitetos, empresas, imprensa e influencers, é apresentar também o Masterplan com todos os ambientes das duas casas, aproveitando a ocasião para fechar os espaços que ainda estão disponíveis. Nossa proposta é muito diferente de outros eventos do setor realizados em Curitiba”, diz Fernando Rodrigues, CEO da Mostra Black Home Sul.
A Mostra Black Home Sul A Mostra Black Home Sul teve sua primeira edição realizada em 2024, em Porto Alegre, em uma loja âncora no Shopping Iguatemi. Agora, o projeto chega a Curitiba com uma proposta que alia design, inovação e sofisticação. Ao todo, serão 23 ambientes, residenciais e comerciais, sendo 18 internos e 5 externos, que incluirão paisagismo, restaurante e um bar/café.
A mostra chega a Curitiba com o tema Black Experience, buscando trazer experiências e exclusividade, com uma programação de eventos, palestras e cultura. O tema propõe a reflexão sobre a importância de viver experiências únicas. O ponto fundamental é criar e esculpir ambientes que proporcionem aos visitantes os mais variados tipos de experiências sensoriais através do aconchego, conforto e bem-estar, em espaços funcionais, que desafiam as convenções arquitetônicas e se harmonizam com a natureza a partir de uma abordagem sustentável. Também haverá uma galeria de arte com diversos artistas apresentando seus talentos para o público visitante. “Curitiba tem um público muito exigente que valoriza arte, arquitetura, decoração e design. E também tem um mercado em grande expansão neste setor. Por tudo isso, Curitiba merece uma edição da mostra, ainda mais especial”, finaliza Rodrigues. SERVIÇO: Open House Mostra Black Home Sul Data: 22 de janeiro de 2025 Horário: das 14h às 18h30 Endereço: Rua Olavo Bilac, 486, Casa 01, Batel – Curitiba (PR)
Instagram: @mostrablackhomesul

Delírio Rubro de Lilo Passaes

Fragmentos e pontas soltas da experimentação têxtil desenvolvidos a partir de uma pesquisa poética. Essa é em resumo a proposta da exposição Delírio Rubro, da artista plástica Lilo Passaes, que será aberta nesta quinta-feira, dia 28, às 19 horas, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico). Na ocasião serão expostas 13 obras - pinturas, desenhos e instalações - que a artista define como anatomia das sensações. “Se as sensações fossem rastreáveis da mesma maneira que os órgãos, as células e os sistemas que nos formulam como corpo, como elas se materializariam?”. A mostra tem entrada franca e pode ser visitada de terça a sábado, das 14 às 20 horas, e aos domingos das 14 às 18h, até o dia 16 de janeiro.
Em Delírio Rubro, Lilo conta que desenvolveu sua própria tinta, um pigmento vermelho aguado que mancha o papel e o tecido de formas distintas, inclusive mudando de cor. “As tramas de fios são uma receita da minha avó, que me ensinou um ponto de crochê que utiliza os próprios dedos no lugar da agulha”. Ela explica que vem desenvolvendo uma pesquisa sobre escrita e leitura de poemas de forma compartilhada a partir de encontros semanais com a artista Vitória Gabarda, que convidou para escrever o texto que compõe a exposição.
Assim Delírio Rubro surge da leitura de um dos poemas de Laura Santos (1919-1981), poetisa paranaense que inspirou Lilo e Vitória numa aproximação através da escrita e da correspondência. “Nos anos 1980, a Secretaria da Cultura do Paraná reuniu sua obra poética no volume Poemas, contendo os livros finalizados em 1953: Sangue tropical, Poemas da noite e Desejo. Laura me marcou muito com sua investigação sobre o desejo, a carne e a negritude trazendo o corpo como linguagem; então selecionei alguns de seus poemas para serem manuscritos e exibidos na exposição, além de montar a instalação ‘Não há jardim por perto’ a partir do seu poema ‘Ilusão’".
Lilo é uma artista visual natural de São Bernardo do Campo (SP) que reside e trabalha em Curitiba (PR). Começou a pintar muito cedo: alguns quadros de natureza morta ou desenhos animados no ateliê de pintura na casa dos fundos da minha avó Marli. As experimentações têxteis surgiram a partir de retalhos de tecido e emaranhados de fio que minha avó Flora descartava das suas costuras. Com Graduação em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Lilo atuou em instituições culturais através de mediações culturais e oficinas de práticas artísticas, e desenvolveu uma pesquisa através da matéria têxtil, da viscosidade da tinta e do tensionamento dos espaços. Percorrendo os campos de pintura, desenho, escultura e instalação investigando as relações de permeabilidade entre o corpo, a palavra, o gesto e as sensações.

Serviço: Delírio Rubro. Exposição individual da artista visual Lilo Passaes, na Galeria do Multiespaço São Francisco 179 (Rua São Francisco, 179 - Centro Histórico).
Abertura na quinta-feira, dia 28, às 19 horas.
Visitação: de terça a domingo, das 14 às 20h (domingo até às 18h), até o dia 16 de janeiro de 2025.
Entrada gratuita.
Classificação indicativa: Livre.

Mostra de Teatro Negro realiza segunda edição em Curitiba

A presença negra na cultura de Curitiba e do Paraná ganha uma grande homenagem e celebração. A Mostra de Teatro Negro realiza sua segunda edição entre os dias 8 e 20 de novembro, com uma programação totalmente gratuita. São 25 atrações e ações culturais, entre espetáculos teatrais para adultos e crianças, ciclo de palestras e oficinas. O evento acontece em quatro espaços: Teatro Memorial de Curitiba, Solar da Cultura, TUC e Teatro do Paiol.

A proposta é montar um vibrante painel que reúne importantes artistas e pensadores da cultura afro-brasileira para destacar o protagonismo negro nas artes. A organização é do diretor, produtor e ator Isidoro Diniz, divulgador e ativista da presença cultural dos povos de origem africana no Paraná e no Brasil. O evento termina justamente no Dia da Consciência Negra e Dia Nacional de Zumbi dos Palmares, 20 de novembro.

Primeira edição presencial pós-pandemia

Esta será a primeira edição presencial do evento - a que foi realizada em 2021 teve versão totalmente online por causa da pandemia. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

“Estamos muito animados em fazer este evento de forma presencial e encaramos como a verdadeira estreia, pois teremos finalmente o encontro com o público”, define Isidoro Diniz. “O artista tem que ir onde o povo está, como canta Milton Nascimento”.

Celebrar e fazer eco à arte feita por negros segue sendo uma missão muito importante, urgente e atual, completa Diniz. “O protagonismo negro na cultura brasileira ganhou mais espaço, sem dúvida, mas segue limitado, acompanhando a exclusão histórica de todos os outros setores da sociedade”, aponta. “Por isso, mostrar a arte feita por artistas negros é um ato de resistência e uma maneira eficaz de informar sobre a fundamental importância dos afrodescendentes na formação do nosso país”.

Poetisa negra curitibana que foi pioneira é homenageada

A homenageada do evento em 2024 será Laura Santos, poetisa negra de Curitiba que teve papel pioneiro em diversas frentes, numa época que poucas mulheres negras tinham espaço na poesia. Sua obra trazia ainda uma alta carga erótica, outro tabu para aqueles tempos. Nascida em 1919, Laura Santos faleceu em 1981. Boa parte de seu trabalho caiu no esquecimento. Foi a também poeta Helena Kolody, sua amiga, quem realizou o resgate de sua obra, em 1959, na antologia “Um século de poesia”, publicada pelo Centro Paranaense Feminino de Cultura.

Para celebrar vida e obra de Laura Santos, a atriz e diretora curitibana Loara Gonçalves vai apresentar a performance “Eu Toda Fluida Sou”, que traz reflexões sobre a homenageada.

Teatro em cena: sete espetáculos nos palcos

No total, o evento traz sete espetáculos teatrais, sendo cinco para adultos e dois para crianças, cinco Giras, como são chamadas as mesas redondas, três oficinas e uma performance. Entre as peças, estão montagens como “O Bom Crioulo”, “O Mestiço” e “Anjo Maldito”, com grupos paranaenses, com indicação para 18 anos. Também se destaca o espetáculo “Surdo, Logo Existo”, encenado por atores surdos.

Como um dos convidados especiais de outros estados, participa o escritor, produtor cultural, músico e ator Salloma Salomão, de São Paulo. Ele atua na peça “Fuzarca dos Descalços” e também integra uma das Giras do evento, com o tema “Teatralidades Negras Contemporâneas”.

Para as crianças, são dedicados dois espetáculos. “Enquanto Contava Chico Rei” e “Filhos do Tempo”. O primeiro trata das questões raciais brasileiras e sua formação histórica, enquanto o segundo utiliza teatro de sombras para resgatar contos africanos que falam sobre amizade, respeito e brincadeiras tradicionais.

Nesta primeira semana, estão em cartaz as seguintes peças, todas no Teatro Memorial: “Fuzarca dos Descalços” (dia 8/11, 20h30), “O Mestiço” (dia 11/11, às 19h e às 20h30), “Surdo, Logo Existo” (dia 13/11, às 19h), “Sarau Negritudes Surdas (dia 13/11, às 20h30), “Enquanto Contava Chico Rei” (dia 16/11, às 11h e 15h) e “O Bom Crioulo” (dia 16/11, às 20h30, e dia 17/11, às 19h).

Mostra de Teatro Negro – Segunda edição

Quando: de 8 a 20 de novembro de 2024.

Em quatro espaços culturais de Curitiba:

Teatro Memorial de Curitiba

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco, Curitiba - PR

Solar da Cultura

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 142 - São Francisco, Curitiba - PR

TUC - Teatro Universitário de Curitiba -

Endereço: Galeria Júlio Moreira, Tv. Nestor de Castro, s/nº - Centro, Curitiba - PR

Teatro Paiol

Endereço: Largo Professor Guido Viaro s/nº, Prado Velho, Curitiba - PR

Entrada: franca em todos os espetáculos e atividades.

Mais em: www.instagram.com/isidorodinizproducoes/

Cia Aire Flamenco apresenta “JONDO” no Memorial de Curitiba no próximo domingo

Esta é a segunda edição do Espetáculo Flamenco na capital paranaense, a primeira ocorreu no Festival de Teatro em 2022

Foto: Divulgação

A rica e vibrante cultura flamenca chega ao Memorial de Curitiba no próximo domingo (13) às 11h, com o espetáculo “Jondo”, da Cia Aire Flamenco. Em parceria com a Púrpura Produções, responsável por trazer para a capital paranaense sucessos como o musical da Broadway “Os Últimos 5 Anos”, a apresentação promete emocionar o público com a força e a beleza da dança flamenca.

Com direção artística de Cris Macedo, bailaora e coreógrafa, o nome “JONDO” é uma homenagem ao 1° Concurso de Cante Jondo de Granada (1922), evento que marcou a história do flamenco. O espetáculo, com uma hora de duração, explora os cantos profundos e viscerais que caracterizam o estilo, transportando o público para a alma da Espanha.

“Por ser um espetáculo muito bonito e significativo, desde a estreia em 2022, a Cia tinha intenção de reapresentá-lo, de propiciar que um público maior conhecesse esse nosso trabalho”, afirma Cris.

Sendo esta a segunda montagem do projeto, a primeira ocorreu em 2022 na mostra Fringe do 30° Festival de Teatro de Curitiba, em duas noites.O elenco é composto por quatro bailarinos (bailaores), Cris Macedo, Joe Caetano, Giovana Bianconi e Kelly Araújo.

Foto: Divulgação

Sobre a Cia Aire Flamenco

Criada em 2007, a Cia Aire Flamenco tem como objetivo difundir e desenvolver a arte flamenca em Curitiba. Com uma trajetória marcada por apresentações em diversos palcos da cidade, como o Teatro Guaíra e a Capela Santa Maria, a companhia já participou de grandes eventos, como o show de abertura do 11° Festival de Cinema da Lapa e o Ato Carmem do Sertão - Ópera da Serra da Capivara - Piauí, em 2023.

A direção musical da Cia é feita pelo guitarrista e cantaor Ozir Padilla e o grupo é formado por Fabián Siqueira (sax e flauta) e os bailaores-criadores, Joe Caetano e Cris Macedo.

Serviço

Espetáculo: JONDO
Data: 13 de outubro de 2023
Horário: 11h
Local: Memorial de Curitiba - R. Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco, Curitiba - PR, 80020-170
Companhia: Cia Aire Flamenco
Direção artística: Cris Macedo

Sobre a Púrpura Produções

A produtora cultural Púrpura é responsável por trazer grandes espetáculos para Curitiba, como o musical da Broadway “Os Últimos 5 Anos” e o Bloco Púrpura, que já conta com cinco edições. Com uma vasta experiência no mercado, a Púrpura busca sempre oferecer ao público curitibano o que há de melhor no âmbito cultural.

Artefacto Balneário Camboriú inaugura Mostra 2024, lança a coleção Vér – Edition 2024 e se prepara para abrir sua mais nova flagship em Nova York.

Meu lugar é o tema da Mostra Artefacto 2024, apresentando ambientes que promovem um real encontro entre dois talentos criativos: arquitetos - e/ou designers de interiores -, e seus homenageados.

Arquitetos e designers de interiores são criadores hábeis na tarefa de materializar lugares para outros, mas que continuam sendo, em essência, seus. Assim, em 2024, a Mostra Artefacto se propõe a investigar esses dois mundos, convocando cada profissional a se inspirar em uma personalidade para, a partir de sua vida e obra, projetar um espaço exclusivo. Ou, em outras palavras, um lugar no qual seu convidado - mas também eles -, pudesse chamar de seus.

Arte e design. Música e mobiliário. Literatura e moda. O contato direto com a natureza, mas também a necessidade de aprimorar as condições de conforto. Muitos foram os aspectos envolvidos na construção dos 12 ambientes que compõem a mostra deste ano. Espaços capazes de trazer à tona algumas questões nem sempre abordadas: Afinal, qual o meu lugar neste espaço? O que nele reproduz meu estilo e valores? Ou, por outro lado, o que o torna tão familiar e reconhecível a quem ele se destina?

Em paralelo, a coleção Edition 2024 Artefacto dialoga com a leveza, com o movimento, com o resplendor da natureza, por meio de peças que desvelam um design contemporâneo com caráter intemporal. Característica marcante da parceria de longa data da marca com a diretora criativa Patricia Anastassiadis, que apresenta, este ano, sua sétima coleção de mobiliário autoral.

"Nós estamos vivendo tempos difíceis, ansiosos. Na intimidade, buscamos conforto e escape. A coleção nasce de um desejo de conexão com a delicadeza. Parte de um diálogo com o feminino e de um vínculo com o natural. A ideia era encurtar a distância entre o móvel e a obra de arte. Mas, ao mesmo tempo em que as peças têm esse caráter escultórico, elas também são extremamente funcionais e confortáveis", explica Patricia. Para atingir esse efeito, a designer empregou, em suas criações, a madeira torneada. "É um trabalho muito cuidadoso que une a indústria e o artesanal", conta ela.

"As coleções são apresentadas antes da temporada internacional do design, o que reforça nosso compromisso original com a integridade do nosso desenho", pontua Paulo Bacchi, CEO Artefacto. "Quase cinco décadas depois, continuamos fiéis ao fatto a mano, associado às mais avançadas tecnologias". Segundo Bacchi, somente a partir de processos industriais avançados -que permitem dobra, curvatura e usinagem cada vez mais sofisticadas - foi possível alcançar toda a leveza exigida pela Edition 2024. "Buscamos por formas atemporais e cosmopolitas, por trançados à mão. Poéticas na organicidade, rigorosas na qualidade e excelentes em sua autenticidade", resume Paulo.

Líder de mercado no sul dos Estados Unidos. Presente em projetos de Antonio Citterio e Renzo Piano, Bjarke Ingels e Zaha Hadid, entre outros, este ano a marca se prepara para alçar vôos ainda mais altos. Em setembro, sob o comando de Pietro e Bruno Bacchi, terceira geração da Artefacto, a mais nova flagship da marca vai abrir suas portas na concorrida Madison Avenue, no coração de Manhattan, em Nova York. Sempre em sintonia com os novos hábitos, demandas, desejos e anseios dos consumidores mais exigentes. Mas, ainda assim, em total conexão com o mundo natural.

Esperamos vcs!

MOSTRA ARTEFACTO BALNEÁRIO CAMBORIÚ 2024

Ana Claudia Guerra e Phillippe Siarcos, Carol Lopes e Richard Gohr, Fernanda Eicke Arquitetura e Interiores, Granatti Studio, Natália Paludo de Melo, Patricia Furukawa Arquitetura, Sherlana Reis Design de Interiores, Studio CASAdesign, Studio Set7 Arquitetura e Interiores, Studio We.Arch, Studio We.Arch, Thiago Mondini Arquitetura e Tufi Mousse Arquitetura, participam desta edição da Mostra Artefacto 2024.

Ana Claudia Guerra e Phillippe Siarcos - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Ana Claudia Guerra e Phillippe Siarcos / @guerrasiarcosarq

Um living com jantar que homenageia uma das figuras ilustres de Balneário Camboriú: o prefeito Fabrício Oliveira. “Ele vem fazendo um trabalho incrível em nossa região. É um homem visionário, com grande carisma, jovialidade e energia. Além de ser um amigo de longa data e que acabou se tornando nosso cliente”, conta Phillippe Siarcos, à frente do escritório, juntamente com a também arquiteta, Claudia Guerra. Com 39m², o espaço recebeu uma paleta de cores elegante, que contrasta com os tons claros da madeira que reveste as paredes, bem como a maioria dos móveis escolhidos. Assim, com originalidade, o ambiente traduz o perfil do homenageado, unindo a solidez e energia da figura política, ao carisma e ao vigor do homem. Entre os móveis, uma composição equilibrada evidencia as escolhas para compor os dois setores da ambientação: o estar e o jantar. No living, os módulos Kubrick conversam com as poltronas Ricci e as mesas de centro Oro e Boyang. Já a mesa de jantar Jude e as cadeiras Lille compõe a área de refeições. Enquanto a mesa bar Lena surge como um grande e imponente aparador, integrando os ambientes, juntamente com a cadeira Nori.

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Carol Lopes e Richard Gohr / @lopesegohr / @arqcarollopes / @richarddgohr

Intimista, a suíte de hotel projetada pelo escritório capitaneado pelos arquitetos Carol Lopes e Richard Gohr, do escritório Lopes & Gohr Arquitetura, tem ares de boutique. Com 40m², o espaço é uma homenagem à influencer de moda Joy Alano. E foi inspirado pelo seu estilo de vida, que os arquitetos criaram este ambiente acolhedor e original. “A Joy é apaixonada por tecidos e suas padronagens. Por isso, vemos uma conexão imediata entre nossa homenageada e a marca Artefacto, que é uma empresa que preza pela riqueza de suas matérias-primas”, conta Gohr. Com foco no conforto e na convivência, e não apenas na experiência de repousar, o quarto investe em uma atmosfera sedutora e convidativa. A começar pela cabeceira Harrison e pelos módulos Orfei, móveis de curvas pronunciadas que ficam ainda mais evidenciadas pela moldura Aka. “Buscamos sugerir um conceito diferenciado de uso dos espaços através do contraponto de tonalidades”, explica Carol. Já o toque luxuoso e ousado fica por conta da parede em tom ameixa, o que, segundo ela, tornou a escolha das peças que compõem o espaço ainda mais compatível com o perfil da homenageada.

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Fernanda Eicke Arquitetura e Interiores / @arquitetura.fernanda.eicke / @fernanda.eicke.arquiteta

Para a edição deste ano, Fernanda Eicke projetou uma ampla suíte com estar integrado. O espaço, de aproximadamente 100m², reflete a expertise de Balneário Camboriú em construções de alto padrão, próximas ao mar. “Estou homenageando o corretor Guilherme Pilger e a maneira que ele apresenta seus imóveis da região”, conta a arquiteta, que assina um ambiente sofisticado, pronto para ser reproduzido em um deles. Para tanto, a profissional investiu em uma grande diversidade de materiais nobres, como madeiras e mármores, além de diferentes texturas de linho. “Os tons neutros utilizados como base valorizam ainda mais o desenho do mobiliário” afirma Fernanda, que aponta a sofisticação dos móveis escolhidos, seja pelo seu design, seja pelos materiais empregados, como outro dos destaques da composição. A começar, segundo a profissional, pela cama Tassel, com seu desenho encantador, passando pela mesa de centro Halston, que traz tampo em mármore, em uma tonalidade sóbria e elegante. “Sem esquecer também dos módulos Escape, cuja proporção, o design e o conforto ficam evidentes logo ao primeiro olhar”, destaca ela.

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Granatti Studio / @granattistudio

Com 50m², o espaço projetado por Granatti Jr., este ano, é composto por living e sala de jantar, além de bar e adega. Reunindo funcionalidade e estética apurada, o ambiente homenageia o empresário Claudio Fisher. Uma personalidade que, segundo Granatti, representa bem a cidade de Balneário Camboriú. “Claudio nasceu no hotel Fischer, de propriedade de sua família, que foi, por anos, referência na cidade”, explica ele. Daí, segundo o profissional, nasceu o conceito do espaço, que é inspirado na arte do viver e do bem receber. Uma composição na qual o apelo visual decorre de soluções criativas envolvendo o uso de materiais naturais, como o teto, em pérgola de madeira, e o bar, em pedra. Já a paleta de cores passeia por tons claros, como o areia e o fendi, trazendo sobre uma base marcadamente acinzentada, nos tecidos e acabamentos. Em sintonia com a vocação modernista da decoração, o mobiliário ganhou curadoria especial. No living, uma combinação do módulo Discovery com as poltronas Pol e Poline, e a cadeira Vimen reforçando a natureza acolhedora do espaço. Na sala de jantar, com a mesa Eclipse, ajudando a setorizar o espaço de refeições, da adega e do bar.

Natália Paludo de Melo - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Natália Paludo de Melo / @nataliapaludoarquitetura

A suíte de 41m² projetada por Natália Paludo de Melo, conecta diretamente o seu visitante à natureza. Com ares de refúgio moderno, o espaço explora texturas brutas e atemporais para criar uma atmosfera intimista e convidativa ao uso. Tudo em sintonia com o delicado trabalho da empresária, e designer de joias, Georgia Gelbcke.“A combinação da rusticidade e ‘handmade’, somada a detalhes de acabamento, foi fundamental para traduzir a personalidade da Georgia”, explica Natalia. Assim, com base em cores neutras e claras, a ideia foi compor um ambiente funcional e contemporâneo. “Procurei compor espaços adequados tanto para a criação, como para o descanso, por meio de soluções multifuncionais e de materiais capazes de traduzir leveza e paz, além de inspiração para os momentos de trabalho e serenidade para os momentos de pausa”, resume a arquiteta. Assim, a suíte recebeu tecidos leves e objetos, em sua maioria, feitos à mão. Dessa forma, o contraste entre o simples e o sofisticado acabou resultando em composições harmônicas e equilibradas, nas quais materiais naturais, como a madeira e o couro, produzem uma atmosfera de acentuada leveza. Como, por exemplo, a estante Maurice, que junto com a poltrona Coquille, ajudam a setorizar os espaços de estar e trabalho.

Patricia Furukawa Arquitetura - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg
Patricia Furukawa Arquitetura / @patriciafurukawa.arquitetura

O living com área gourmet, de 50m², projetado pela arquiteta Patricia Furukawa, teve como personagem síntese uma mulher, fundamentalmente, empreendedora e contemporânea. Uma mulher interessada em arte, design e moda. Assim, com uma paleta de cores que transita entre preto, branco, cinza e marsala foi estabelecida uma harmonia visual que realça não só as obras de artes, mas que também coloca em primeiro plano o mobiliário, além de uma primorosa curadoria de revestimentos e acabamentos. Outra das premissas do projeto, a funcionalidade, foi devidamente contemplada pela iluminação, pelo layout arejado e pela ampla e generosa circulação Já o mobiliário, investe, essencialmente, no contemporâneo. O módulo Kondey, à frente da recepção, é um bom exemplo de como a arquiteta contrapõe, com habilidade, o quente e o frio. Já no ambiente dedicado às refeições, a mesa de jantar Pantar recebe o apoio das cadeiras Lanta, estimulando a convivência, com praticidade,e, claro, sem abrir mão da sofisticação tão cara a todos os seus projetos de interiores.

Sherlana Reis Design de Interiores - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Sherlana Reis Design de Interiores / @sherlanareisinteriores

A suíte com estar e lareira projetada por Sherlana Reis tem como inspiração o glamouroso universo da moda. Com 38m², o espaço traduz a personalidade e o estilo de vida da empresária e estilista Nanda ManzKe, a homenageada pelo escritório. “A Nanda propôs que incluíssemos no ambiente uma obra de Abraham Palatnik, que faz parte de seu acervo pessoal. Assim, todo o projeto foi concebido para que o trabalho fosse o ponto focal do ambiente”, explica a designer de interiores. Com referências à arte e ao design, o espaço recebeu cores neutras, entre as quais, o terracota e o dourado. Outro ponto alto é o contraste entre materiais, imprimindo um dado contemporâneo à ambientação. Como no caso dos metais sobrepostos ao mármore fosco. Ou o papel de parede em degradê, que emoldura objetos e obras de arte. A partir de uma setorização eficiente, o mobiliário se destaca por permitir uma boa circulação e ainda por suas linhas suaves, que sugerem um espaço eminentemente feminino. Como na área de repouso, onde a cama Brasília surge acompanhada da mesa de cabeceira Gio, produzindo um efeito de acentuada leveza.

Studio CASAdesign - Mostra Artefacto Balneario Camboriu - Credito MCA Estudio (1).jpg

Studio CASAdesign / @studio_casadesign

Os designers Moacir Junior e Salvio Junior, do studio CASAdesign, não veem exagero em afirmar que a empresária Bianca Bobato, homenageada em seu espaço na Mostra Atefacto, mudou a face do mercado de beleza em Santa Catarina. “Ela é uma super influenciadora e empreendedora. Seu centro de beleza, o GBeauté, localizado em Balneário Camboriú, virou referência de negócios. Um case de sucesso”, conta Salvio. Nada, no entanto, neste ambiente, de 47m², que bem poderia ser uma suíte descolada, em qualquer lugar do mundo, remete diretamente à Bianca. “Buscamos a essência. Como a enxergamos e o que conhecemos dela, o que acabou resultando em uma composição clara, com muita textura e identidade. Um espaço contemporâneo, com áreas de estar, comer e dormir, além de bar e bancada de cozinha” resume Moacir. Justamente por ir de encontro ao gosto da homenageada, que é super ligada a marca, todos os móveis selecionados são da Artefacto Beach & Country. Caso, por exemplo, da poltrona Phante e da cama Zafra, que, com suas formas arredondadas, se ajustaram com precisão ao espaço, bem como ao seu conceito geral.

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Studio Set7 Arquitetura e Interiores / @studioset7

Em sua estreia na Mostra Artefacto, o Studio Set7, dos arquitetos Eduardo Melo e Maressa Ferreira, produziu um ambiente cênico e bastante original: o lavabo de uma vinícola. Espaço no qual os pro­fissionais prestam uma homenagem à influencer, e chef de cozinha, Aline Dorneles, personagem célebre por visitar lugares vibrantes e cosmopolitas, onde os prazeres da mesa são celebrados sempre em grande estilo. “A gente se identi­fica com o lifestyle da Aline. Ela sempre nos indica lugares e endereços que merecem ser visitados. Neste projeto, nossa inspiração vem de uma vinícola. O tipo de lugar que ela costuma frequentar bastante”, explica Maressa. Elementos sensoriais, sons de cascata, obras de arte. Nada escapou à atenção dos arquitetos, ­ firmemente empenhados em capturar a atenção do visitante. Dessa forma, em pouco mais de 14m², o ambiente ganhou elementos que se destacam pela nobreza de seus materiais e design. “Os móveis escolhidos trazem algo de atemporal, seja pelo uso do couro, seja pelo uso da madeira. Com destaque para a estante Maurice, a poltrona Wiggins e a moldura Lumio”, resume Melo.

Studio We.Arch - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Studio We.Arch / @studio.wearch

Intimista e, em certa medida, intimidadora: assim o Studio We.Arch – das arquitetas Maria Fernanda Wiethorn Aliano, Stéphanie Lucchese Borsatto e, da designer de interiores, Maria Cristina Rubio – define a atmosfera deste lounge de 39m², que tem como homenageado o lutador campeão de UFC, Maurício Milani Rua, também conhecido como “Shogun”. Um ambiente que traz, como principal destaque uma grande parede dourada, de inox martelado, que simboliza a vitória e a resiliência de uma luta. “Também trouxemos obras de arte criadas especificamente para mostra, que retratam momentos importantes da vida do lutador”, destaca Maria Fernanda. Já o piso em marchetaria remete à tradição japonesa e ao apelido do lutador. Enquanto a parede martelada evoca as muitas vitórias conquistadas pelo campeão, além de funcionar como um pano de fundo vibrante para o elegante sofá Jaen. Além dele, as formas fluidas ganham destaque também em móveis como as mesas Nusa, Nolay e Anker. Além das cadeiras Molu, que ganharam ainda maior protagonismo, por meio de composições harmônicas e equilibradas.

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Thiago Mondini Arquitetura / @thiago_mondini

O imponente lounge externo criado por Thiago Mondini impressiona por seu impacto visual. Organizado a partir de uma volumetria cênica, o espaço, de 35m², fica delimitado por três grandes blocos de pedra, no interior dos quais surge o lounge, propriamente dito, composto por estar coletivo, estar individual e área de refeições. “Cada agrupamento de móveis é destacado por meio de cores: ameixa para o estar maior, saffron para o jantar, cappuccino e grafite para os demais ambientes”, explica o arquiteto. Segundo Mondini, o espaço, é composto por elementos de impacto que remetem diretamente ao trabalho e estilo da cantora Hana Pickler, homenageada pelo profissional. “Hana é refinada, mas não é minimalista. Procurei explorar essas características, através de cores que trazem um apelo feminino, mas sem cair no lugar-comum”, resume. Fluída, a distribuição tem como bases móveis criteriosamente selecionados. Entre eles, os módulos e o puff Zazah e as poltronas Igarapé e Calisto. Enquanto as texturas dos blocos de pedra, bastante pronunciadas, contrastam com o refinamento dos tecidos de revestimento, criando um interessante jogo de contrastes.

Tufi Mousse Arquitetura - Mostra Artefacto Balneário Camboriú - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Tufi Mousse Arquitetura / @tufimoussearquitetura

O loft, de 40m², projetado pelo escritório Tufi Mousse Arquitetura, se propõe a celebrar o poder transformador de uma das mais expressivas tradições culturais brasileiras: o samba. Composto por living, sala de jantar e quarto, trata-se de uma homenagem à sambista Karinah, uma das responsáveis pela renovação do estilo musical. “O nosso loft é quase uma experiência sensorial. Cada detalhe, desde o mobiliário até os acessórios, foi pensado para criar um ambiente vibrante e inspirador”, explica Tufi Mousse, que assina o projeto com o também arquiteto Leonardo Silveira. Para tanto, a dupla apostou em tonalidades suaves, em contraste com cores mais marcantes, presentes, especialmente, em um imponente biombo de mármore. Obra pensada pela dupla para simbolizar os batimentos do coração, e que ocupa a quase totalidade de uma das paredes do espaço. Já o mobiliário investe em peças sinuosas, com um evidente toque feminino, expresso por curvas delicadas e elegantes, presentes em móveis como os sofás Carrie e Piero, o banco Nomade e a coluna de jantar Moon, entre outros.

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Serviço
Artefacto / Casahall Design District
Av. Do Estado Dalmo Vieira, 4770
(47) 3062-7000