Arte Viva! Viva a Arte!

Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner é uma das atrações da Mostra Lucia Camargo, da 30ª edição do Festival de Curitiba

Considerada por muitos estudiosos como um dos textos teatrais mais importantes dos últimos 50 anos, Angels In América é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de “O Milênio se Aproxima (parte 1)” e “Perestroika (parte 2)” e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. É com este espetáculo que a Armazém Cia.de Teatro retorna ao Festival de Curitiba para a edição que celebra 30 anos do evento.
Angels fará duas apresentações dentro da Mostra Lúcia Camargo, no dia 9 a partir das 21h e no dia 10 de abril partir das 19h, no Guairinha. As duas partes da montagem serão apresentadas em sequência, com intervalo de 30 minutos entre elas. Os ingressos para cada parte deve ser adquirido separadamente e quem comprar os passes para as duas partes terá desconto no valor total do pacote, que sairá por R$120,00 (R$60,00)
Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).
ANGELS IN AMERICA se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada “Era Reagan” e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.
“É um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, um mergulho no final do século XX, mas que revela uma atualidade esmagadora. É uma obra que reflete sobre o mundo ocidental, religiões, política, relações afetivas, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento”, comenta o diretor Paulo de Moraes. “Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista. Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre o espaço, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a História. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos, para que os corpos dos atores sejam determinantes pra narrativa e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético”, conclui Moraes. O espetáculo contém cenas de nudez.
Sobre a ARMAZÉM - Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014). A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 - de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço. Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.
Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Autor: Tony Kushner Direção: Paulo de Moraes Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Iluminação: Maneco Quinderé Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Figurinos: Carol Lobato Música Original: Ricco Viana Projeção Cênica: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca Diretor de Movimento: Paulo Mantuano Fotografia: Mauro Kury e Nityam
Designer Gráfico: Daniel de Jesus Diretor Técnico: Hugo da Matta Performance de Bateria: Rick De La Torre Assistente de Figurino: Amanda Rubelsperger Assistente de Cenografia: Samanta Toledo Costura e Alfaiataria: Ateliê das Meninas e Alex Leal Cenotécnicos: Marco Souza e Zé Maranhão Técnico de Montagem: José Djavan Costa Consultoria Ídiche e Hebraico: Sonia Kramer Assistente de Produção: Malu Selonk Produção Executiva: Isabel Pacheco Direção de Produção: Patrícia Selonk Produção: Armazém Companhia de Teatro

Elenco: Felipe Bustamante (Louis Ironson), Isabel Pacheco (Anjo), Jopa Moraes (Prior Walter)
Lisa Eiras (Harper Pitt), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt). Sergio Machado (Roy Cohn) Zéza (Belize + Sr. Mentira)

Serviço:
O que: ANGELS IN AMERICA no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 09 de abril a partir das 21h e 10 de abril a partir das 19h.
Onde: Guairinha (XV de Novembro, 971)
Valores: R$ 80,00 (inteira). Combo (parte 1 + parte 2): R$120,00 (R$60)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16 anos (Contém cenas de nudez)
Duração: 300 (140’ parte 1 e 160’ parte 2)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, Guairinha, Armazém Companhia de teatro, Tony Kushner

PÓS-FDe Fernanda YoungDireção de Mika Lins

Depois do enorme sucesso em sua versão on line, o espetáculo “Pós-F”, de Fernanda Young com Maria Ribeiro e direção de Mika Lins, faz estreia Nacional de forma presencial, no Guairinha

Fernanda Young foi embora cedo demais. Deixou o Brasil em luto em agosto de 2019, aos 49 anos, devido a uma parada respiratória provocada por uma crise de asma.
Com uma genialidade ímpar, fez sucesso como atriz, escritora e apresentadora. Como roteirista deixou um legado de programas que ficaram para história da Televisão Brasileira, como Os Normais, A Comédia da Vida Privada e Shipados.

Para alegria dos fãs, Maria Ribeiro, em parceria com a diretora Mika Lins, traz aos palcos um espetáculo que foi adaptado do seu livro “Pós-F, para além do masculino e do feminino”, o qual lhe rendeu o Prêmio Jabuti (Póstumo).

Em Pós-F, sua primeira obra de não ficção, Young trás para o debate o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens às quais deu voz, sempre independentes, transgressoras, dispostas a incomodar os acomodados.

Nos palco, Maria Ribeiro dá voz a Fernanda Young sob a direção criteriosa de Mika Lins. Com iluminação de Caetano Vilela o espetáculo possui uma linguagem poética e contemporânea, ao mesmo que seduz pela estética e envolve o público pela divertida e instigadora temática.

A estreia on-line aconteceu em 12 de setembro de 2020, marcando a retomada das atividades culturais do Teatro Porto Seguro e foi um sucesso de público e crítica. Em apenas 8 apresentações o espetáculo contou com mais de 8000 espectadores.
E agora, em sua versão presencial, ganha novos formatos e linguagens que faz desse um espetáculo tão provocativo ao mesmo tempo onde se ri do outro e de si mesmo.

Para a diretora Mika Lins, este espetáculo não ficcional procura ao máximo levar ao palco as experiências pessoais da autora. “Buscamos transformar o que é expresso na teoria em ação, na experiência pessoal dela. É quase como se a Fernanda estivesse em cena exposta como pessoa e contasse suas memórias e vivências. Para além das ideias avançadas propostas no livro pela Fernanda, a peça é muito baseada na visão pessoal que eu e a Maria Ribeiro tivemos depois que ela passou pelas nossas vidas. E eliminamos qualquer didatismo, pois é um espetáculo sobre uma artista, sobre uma criadora, sobre uma ficcionista”, explica.

Maria Ribeiro, corroborando com o pensamento da diretora, diz que “assim como Leila Diniz, Fernanda era daquelas mulheres que, apenas cumprindo sua psique, nos libertava de tudo o que não era natural, e sim, convenção”.

Sobre Maria Ribeiro
Maria Ribeiro é atriz, escritora e diretora de cinema. Cursou jornalismo na PUC, mas já conciliava a faculdade com a carreira de atriz. No Teatro participou das peças “Confissões de adolescente”, “O inimigo do povo”, “Feliz ano velho” e “Separações”. No cinema contabiliza inúmeros filmes com destaque para “Como nossos pais (2017) de Lais Bodansky, pelo qual conquistou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado, além de filmes como “Entre nós”, Histórias de amor duram apenas 90 minutos”, “Tropa de Elite”, entre outros.
Integrou a banca do programa de debates da GNT “Saia Justa” e várias participações em novelas como “Império” e a série “Desalma” na Rede Globo.
Atualmente tem um programa de variedades na plataforma Hysteria, escreve uma coluna no jornal O Globo e viaja em turnê com o projeto Você é o que lê, com Xico Sá e Gregório Duvivier.

Sobre Fernanda Young
Embora não tenha concluído os cursos de letras, jornalismo e rádio e tv, Fernanda Young teve uma marcante carreira como atriz, escritora, apresentadora e roteirista. Entre alguns de seus livros estão, Posso Pedir Perdão, Só Não Posso Deixar De Pecar, Estragos, A Mão Esquerda de Vênus, A Louca Debaixo do Branco, O Pau, Tudo Que Você Não Soube, Vergonha dos Pés, Dores do Amor Romântico.

Na televisão, foi roteirista de vários seriados e programas de sucesso, como Os Normais (2001-2003), A Comédia da Vida Privada (1995), Os Aspones (2004), Surtadas na Yoga (2013-2014), Vade Retro (2017), Como Aproveitar o Fim do Mundo (2012), Minha Vida Nada Mole (2006-2007) e Shippados (2019).

Além disso, apresentou os programas Saia Justa (2002-2004), Irritando Fernanda Young (2006-2010), Confissões do Apocalipse (2012) e Odeio Segundas (2015). E, no cinema, participou dos roteiros dos filmes Os Normais (2003) e Os Normais 2 (2009) e Muito Gelo e Dois Dedos D’Água (2006).

Fernanda faleceu no dia 25 de agosto de 2019, aos 49 anos, devido a uma parada respiratória provocada por uma crise de asma. Ela deixou o marido Alexandre Machado e quatro filhos, Cecília Maddona, Estela May, Catarina Lakshimi e John Gopala.

Sobre Mika Lins
Mika Lins tem uma longa e profícua carreira como atriz e desde 2009 tem se dedicado exclusivamente a direção teatral. Entre suas direções estão: “Dueto para Um”, de Tom Kempinski, vencedor do prêmio APCA de melhor atriz para Bel Kowarick, “Festa no Covil” de Juan Pablo Villalobos, “A Tartaruga de Darwin” de Juan Mayorga, “Tutankáton” de Otavio Frias Filho.
Na televisão dirigiu “Terradois” para a Tv Cultura, com apresentação de Jorge Forbes e Maria Fernanda Candido.É diretora da Cia Instável

Acesso as fotos do espetáculo (crédito Bob Wolfenson): https://drive.google.com/drive/folders/1me31fSfVazSbaV_iR7mQD3Timj3xGrZ1?usp=sharing
Acesso a logo do espetáculo: https://drive.google.com/drive/folders/1TPn6HOZ0WZJ1JtMSswkBSpCodHMByWSN?usp=sharing

Redes Sociais:
Instagram: @posf_fy
Facebook: @posfteatro

Serviço:

Onde:
Teatro Guaira – Guairinha
Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3304-7900

Quando:
Dias 5 e 6 de Fevereiro

SÁBADO às 21h E DOMINGO às 19h

Duração: 50 minutos
Recomendação: 14 anos

Ingressos: R$ 80,00

Vendas: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-pos-f.aspx
Bilheteria: de Segunda a sexta das 12h às 18h / Sábado e Domingo 2 horas antes do espetáculo.

Acessibilidade. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque.

OBRIGATÓRIO USO DE MÁSCARAS NA PLATEIA
E NAS DEPENCÊNCIAS DO TEATRO.
Ficha técnica

MINISTÉRIO DO TURISMO E PORTO SEGURO APRESENTAM

PÓS-F
De Fernanda Young

Texto: Fernanda Young
Com: Maria Ribeiro
Direção e cenografia: Mika Lins
Adaptação: Caetano Vilela, Maria Ribeiro e Mika Lins
Iluminação: Caetano Vilela
Figurino: David Pollack
Direção de Corpo: Fabricio Licursi
Trilha Sonora: Estela May, Maria Ribeiro, Mika Lins e Caetano Vilela
Ilustração: Fernanda Young, Estela May e Mika Lins
Cenotecnia e Direção de Palco: Alejandro Huerta
Fotos: Bob Wolfenson
Coordenação de Comunicação: Vanessa Cardoso
Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação
Designer: Luciano Angelotti
Coordenação técnica: Helio Schiavon Jr
Assistência, programação e operação de luz: Nicolas Caratori
Operação de Luz: Marcel Rodrigues
Operação de Som: Hayeska Somerlatte
Captação de imagens e edição: Paula Mercedes
Visagismo: Marcos Padilha
Assistente de Produção: Rafaella Blat
Produção executiva: Camila Scheffer

Produção: Dani Angelotti
Realização: Cubo Produções
Patrocínio: Porto Seguro

Balé Teatro Guaíra reencontra público no Guairinha

Companhia traz nova coreografia de Lili de Grammont e discute a vida pós-pandemia

O Balé Teatro Guaíra retorna ao palco do Guairinha no dia 4 de dezembro com uma coreografia que conversa com o público sobre os desafios vividos durante a pandemia de Covid-19 e a esperança de retorno para o novo normal. O novo trabalho do BTG também brinca com a tecnologia: o cenário é virtual e um celular em cena transmitirá o espetáculo ao vivo, como se o público on-line fosse um bailarino da companhia. Os espectadores também vão se surpreender com a trilha sonora, com elementos do erudito ao funk.

A coreografia VICA foi criada por Lili de Grammont. Com formação pela Juilliard School, em Nova York, e passagem pelo Balé da Cidade de São Paulo, Lili trouxe reflexões sobre o papel da tecnologia. O acrônimo VICA significa volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, características já parte do mundo pós-moderno, mas exacerbadas com a pandemia de Covid-19. O termo surgiu nos Estados Unidos após o fim da Guerra Fria. “Trazemos esses elementos para o trabalho. Estamos em um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Como viver nesse contexto?”

A saída para os desafios do mundo pós-pandemia são as conexões entre as pessoas, por isso a coreografia explora a relação, o toque entre os bailarinos – algo que havia ficado “suspenso” com a pandemia. Lili conta que usou uma metáfora com a água para explicar aos bailarinos o que desejava transmitir ao público. “Como ser água em um mundo árido, com areia movediça e cheio de montanhas? Os caminhos vão mudando e precisamos descobrir como contornar os obstáculos e chegar ao mar. A mensagem é dizer que, apesar de tudo, a essência do ser humano é sempre caminhar para a vida, para a cor, para o sorriso. Por mais difícil que o percurso seja, há beleza”, diz a coreógrafa.

No palco do Guairinha, o cenário será virtual, trazendo técnicas de ilusão de ótica. “O virtual é algo que veio para ficar, não há como voltar atrás. O desafio da coreografia é discutir como manter nossa essência nesse contexto”, conta Lili. A trilha sonora que encerra o espetáculo traz trechos de ritmos brasileiros, como samba e funk. A ideia é reproduzir e discutir o que se vive no mundo virtual, como no Instagram, onde vemos diversos estilos e perspectivas. “Os bailarinos são provocados como se estivessem no feed do Instagram: passamos de um conteúdo lírico ao futebol em um clique, por exemplo”, finaliza de Grammont.

Para Monica Rischbieter, diretora-presidente do Teatro Guaíra, a coreografia que marca o retorno do Balé ao Guairinha faz uma reflexão sobre o mundo que queremos após a pandemia. “Vivemos nos últimos dois anos talvez o período mais difícil deste século, longe das pessoas que amamos. Neste mundo tão complexo que vivemos, precisamos debater o que queremos daqui pra frente. A arte tem esse papel e VICA traduz nossas angústias e esperanças sobre o futuro”, diz Monica.

Serviço

Balé Teatro Guaíra | VICA

Salvador de Ferrante – Guairinha

Dias 4, 5, 11 e 12 de dezembro – sábado às 20h30 e domingo às 19h

Classificação etária: 14 anos

Ingressos: R$20 e R$10

Ticket Fácil https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-vica.aspx

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, clarice lispector, a hora da estrela, canto de macabéa, artes cênicas, artes, música, cultura, atrações

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Companhia formada por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra com artistas entre 53 e 65 anos comemora duas décadas com temporada no Guairinha

É comum escutar que a profissão de atleta e bailarino tem vida curta. A culpada? A idade. A G2 Cia de Dança vai na contramão dessa ideia. O grupo é composto por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra que não se conformaram com o argumento de que a faixa etária decide a carreira de um artista da dança. Ao contrário, eles usam a maturidade de seus componentes para desenvolverem um trabalho autoral de qualidade artística e técnica. O resultado dessa resiliência? Somaram-se à carreira deles mais 20 anos, que serão comemorados entre os dias 10 e 15 de dezembro, no Guairinha.

Foi em 1999 que um grupo de bailarinos decidiu ir além. Já tinham conhecimento de uma companhia master na Holanda, mantida pelo estado e composta por bailarinos que não queriam parar de dançar, tendo em vista que ainda tinham condições físicas e artísticas para tanto. A ideia foi colocada e Monica Rischbieter, então Diretora Presidente  do Centro Cultural Teatro Guaíra, comprou a ideia. Estava criada a G2 Cia de Dança, pioneira no Brasil com esse formato de atuação, e atualmente única em atividade.

O grupo surgiu com uma característica marcante: desenvolver um trabalho de linguagem contemporânea e com características mais autorais do que a companhia oficial do Guaíra, uma revolução para a época. O objetivo era fazer uso pleno da maturidade pessoal e profissional de seus componentes, apenas promovendo adequações nos parâmetros de uso das técnicas. 

Julio Mota fez carreira no Balé Teatro Guaíra e é um dos bailarinos da G2 Cia de Dança. Segundo ele, o grupo tem uma importância não apenas artística, mas um papel social também. “Com a expectativa de vida do brasileiro aumentando, a atuação da G2 destaca algo de relevância social. Ela mostra para a sociedade que você pode continuar produtivo, ativo e propositor de coisas novas, rompendo com o paradigma do condicionamento físico e da barreira da idade”, declara.

Hoje, a G2 Cia de Dança é formada pelos bailarinos: Ana Silva, Clionise de Barros, Deisi Wor, Grazianni Canalli, Inês Drumond, Julio Mota, Leandro Nascimento, Ricardo Garanhanin e Rogério Halila. Eles têm idade entre 53 a 65 anos. Grande parte deles iniciou a vida profissional dentro do Guaíra, na década de 80.

Em seus 20 anos de atuação, a G2 possui 12 espetáculos montados com a participação de diretores convidados, quatro montagens de criação coletiva do próprio grupo, um espetáculo especial que marcou a retrospectiva dos vinte anos da companhia - o “Portfólio”, circulações nacionais pelo Ceará, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo; apresentações internacionais na Argentina e uma premiação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como reconhecimento ao trabalho de ampliação da carreira do bailarino.

Em 2019, para comemorar os 20 anos de atuação da G2 Cia de Dança, o grupo iniciou uma nova turnê nacional com os espetáculos “Blow Elliot Benjamin”, “La Cena” e a intervenção “Banquete das Diferenças”. A circulação já passou por Recife, Fortaleza e Vitória, com previsão de apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo em 2020. Em Curitiba, a grande comemoração acontece em dezembro, no Guairinha, com espetáculos a preços populares.

O projeto de circulação nacional da G2 Cia de Dança é realizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Copel e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), Centro Cultural Teatro Guaíra,  Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Governo do Paraná,  Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Governo Federal – Pátria Amada, Brasil.

SERVIÇO

 

G2 Cia de Dança no Guairinha

La Cena

Data: 10 e 11 de dezembro

Hora: 20h30

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Blow Elliot Benjamin

Data: 14 e 15 de dezembro

Horário: sábado às 20h30 e domingo às 18h 

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Companhia formada por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra com artistas entre 53 e 65 anos comemora duas décadas com temporada no Guairinha

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É comum escutar que a profissão de atleta e bailarino tem vida curta. A culpada? A idade. A G2 Cia de Dança vai na contramão dessa ideia. O grupo é composto por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra que não se conformaram com o argumento de que a faixa etária decide a carreira de um artista da dança. Ao contrário, eles usam a maturidade de seus componentes para desenvolverem um trabalho autoral de qualidade artística e técnica. O resultado dessa resiliência? Somaram-se à carreira deles mais 20 anos, que serão comemorados entre os dias 10 e 15 de dezembro, no Guairinha.

Foi em 1999 que um grupo de bailarinos decidiu ir além. Já tinham conhecimento de uma companhia master na Holanda, mantida pelo estado e composta por bailarinos que não queriam parar de dançar, tendo em vista que ainda tinham condições físicas e artísticas para tanto. A ideia foi colocada e Monica Rischbieter, então Diretora Presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, comprou a ideia. Estava criada a G2 Cia de Dança, pioneira no Brasil com esse formato de atuação, e atualmente única em atividade.
O grupo surgiu com uma característica marcante: desenvolver um trabalho de linguagem contemporânea e com características mais autorais do que a companhia oficial do Guaíra, uma revolução para a época. O objetivo era fazer uso pleno da maturidade pessoal e profissional de seus componentes, apenas promovendo adequações nos parâmetros de uso das técnicas.
Julio Mota fez carreira no Balé Teatro Guaíra e é um dos bailarinos da G2 Cia de Dança. Segundo ele, o grupo tem uma importância não apenas artística, mas um papel social também. “Com a expectativa de vida do brasileiro aumentando, a atuação da G2 destaca algo de relevância social. Ela mostra para a sociedade que você pode continuar produtivo, ativo e propositor de coisas novas, rompendo com o paradigma do condicionamento físico e da barreira da idade”, declara.
Hoje, a G2 Cia de Dança é formada pelos bailarinos: Ana Silva, Clionise de Barros, Deisi Wor, Grazianni Canalli, Inês Drumond, Julio Mota, Leandro Nascimento, Ricardo Garanhanin e Rogério Halila. Eles têm idade entre 53 a 65 anos. Grande parte deles iniciou a vida profissional dentro do Guaíra, na década de 80.
Em seus 20 anos de atuação, a G2 possui 12 espetáculos montados com a participação de diretores convidados, quatro montagens de criação coletiva do próprio grupo, um espetáculo especial que marcou a retrospectiva dos vinte anos da companhia - o “Portfólio”, circulações nacionais pelo Ceará, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo; apresentações internacionais na Argentina e uma premiação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como reconhecimento ao trabalho de ampliação da carreira do bailarino.
Em 2019, para comemorar os 20 anos de atuação da G2 Cia de Dança, o grupo iniciou uma nova turnê nacional com os espetáculos “Blow Elliot Benjamin”, “La Cena” e a intervenção “Banquete das Diferenças”. A circulação já passou por Recife, Fortaleza e Vitória, com previsão de apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo em 2020. Em Curitiba, a grande comemoração acontece em dezembro, no Guairinha, com espetáculos a preços populares.

O projeto de circulação nacional da G2 Cia de Dança é realizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Copel e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Governo do Paraná, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Governo Federal – Pátria Amada, Brasil.

SERVIÇO

G2 Cia de Dança no Guairinha

La Cena
Data: 10 e 11 de dezembro

Hora: 20h30

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Blow Elliot Benjamin

Data: 14 e 15 de dezembro

Horário: sábado às 20h30 e domingo às 18h

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Artrite

Artrite

de 29 de novembro a 1 de dezembro, sexta, sábado e domingo às 20h
Classificação 16 anos
Glauco Flores de Sá Brito – Miniauditório do Teatro Guaíra
Ingressos: R$ 16,00 (dezesseis reais) e R$ 8,00 (oito reais)

Gênero: Drama
Duração: 45 min.

Ficha Técnica:

Texto e Direção: Marcelo Leonel Felczak
Elenco: Janaina Ferreira e Andressa de Lima
Iluminação e Sonoplastia: Cassiano Fonsaca e Marcelo Felczak
Figurinos: Janaina Ferreira e Sabrina Marques
Cenário: Marcelo Felczak

Sinopse

Quando o caminho que tomamos não era aquele planejado no frescor da juventude e o resultado são dores e arrependimentos, um mergulho profundo em nossa história de vida pode nos dar a resposta necessária para, quem sabe, seguir em frente. “Artrite” são dores em articulações femininas, forjadas por homens de atitudes e conduta inflamatória.

Release

O espetáculo “Artrite” fala sobre escolhas e condicionamentos dos quais as mulheres, numa sociedade conduzida por leis formuladas por homens, estão sujeitas. O sentimento de superioridade e a exaltação masculina, ao longo da história, muitas vezes conduziram para a marginalidade as mulheres que ousaram quebrar alguns padrões sociais. A argumentação do texto surgiu no início de 2019, por iniciativa das atrizes Sabrina Marques e Janaína Ferreira, seguida por Andressa de Lima, expondo temas femininos, cabendo ao diretor do espetáculo Marcelo Leonel Felczak compilar toda a discussão em dramaturgia.
A peça apresenta as dificuldades encontradas pela protagonista ao longo de sua vida, seu sonho de ser uma artista e sua trajetória, saindo sozinha de sua cidade natal no interior do Brasil e se aventurando numa grande uma metrópole em busca de oportunidades mais promissoras. Neste caminho desconhecido e complicado a personagem encontra pessoas não muito amigáveis e individualistas, com valores retrógrados e machistas. Uma mulher presa em suas referências pouco libertárias, seguindo padrões que destoam de suas utopias, entre escolhas e imposições concebe a sua e outras vidas, educa reproduzindo sua prisão em novas gerações. Revisitar acontecimentos marcantes e entender laços familiares que forjaram sua personalidade acaba sendo a maneira encontrada de entender seu momento presente.
Um retrato de tempos já passados, com valores que insistem em permanecer enraizados em nossa sociedade, talvez uma página que não foi virada, ainda que muitas palavras já tenham sido modificadas, cabe a cada um tirar suas próprias conclusões e conduzir a discussão para novos patamares.

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS SESSÕES EM CURITIBA NESTA SEXTA E SÁBADO NO GUAIRINHA

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS SESSÕES EM CURITIBA

NESTA SEXTA E SÁBADO NO GUAIRINHA

Márvio Lúcio, o Carioca, canta dança e interpreta versões de personagens icônicos como Moraes Moreira, Padre Fábio de Melo, Fredie Mercury, além de outros, que o comediante prefere manter em segredo, para a surpresa do público.

“Carioca ao Vivo” é um espetáculo ímpar, completamente diferente de tudo que já vimos. “Esse espetáculo faz com que eu apresente no palco tudo que eu não pude mostrar na televisão, é a minha liberdade, levo ao palco o que eu tenho vontade de fazer”, revela o humorista que conta ainda que o público faz parte do show, com muita interação.

Como não podia deixar de ser, Carioca também leva ao palco personagens políticos atuais, que fazem muito sucesso nas redes sociais dele, como Bolsonaro e Sérgio Moro.

“Atualizo as piadas sempre, isso para levar o melhor do meu humor para o público. Tudo o que estiver acontecendo no Brasil no momento vai fazer parte do roteiro do show. Vou mostrar algo que jamais mostrei nos palcos, quero inovar”, completa o humorista.

Sobre o Carioca

Márvio Lúcio é humorista, radialista e repórter brasileiro, conhecido por sua irreverência e versatilidade como ator, repórter e apresentador. São mais de 21 anos de carreira com muito sucesso, conquistando uma grande legião de fãs. Carioca prende a atenção do público com inúmeras e emblemáticas imitações. Entre os personagens mais populares: Bolsonabo (Jair Bolsonaro), Dilma Ducheff (Dilma Roussef), Amaury Dumbo (Amaury Junior), Jô Suado (Jô Soares), Falso Silva (Fausto Silva), o cantor Lelé Santos (Lulu Santos) e muitos outros.

Carioca também se dedica a um espaço mais intimista, no YouTube, para todos que admiram o trabalho do comediante. O Canal do Carioca é um misto de tudo o que o humorista apresenta na televisão, mas com muita ousadia em vídeos jamais imaginados.

Serviço:

Carioca ao Vivo

Quando: 08 e 09 de novembro (sexta e sábado)

Onde: Teatro Guairinha

Horário: 21:00

Valores: Os ingressos variam de R$ 46,00 (meia-entrada a R$ 92,00 (inteira);

Vendas: Disk Ingressos

Produção: Massa Fun, RA Produções e Non Stop

12º Festival de Cinema da Lapa acontece na próxima semana com dezenas de atrações gratuitas

12º Festival de Cinema da Lapa acontece na próxima semana com dezenas de atrações gratuitas
​Realizado na histórica cidade da Lapa, localizada na Região Metropolitana de Curitiba, o festival se consagrou como uma das principais celebrações do cinema nacional nos últimos anos

CURITIBA, 31/10/2019 – Entre os dias 07 e 10 de novembro, será realizada a 12ª edição do tradicional Festival de Cinema da Lapa, na histórica cidade da Lapa (PR), localizada na Região Metropolitana de Curitiba. Promovido pelo Instituto Histórico e Cultural da Lapa, em parceria com o Instituto Borges da Silveira, o evento se consolidou como uma das principais celebrações do cinema nacional e contará com uma programação gratuita repleta de atrações especiais.

Durante a programação oficial, serão exibidos gratuitamente, ao longo de quatro dias, dezenas de filmes, que serão divididos em diferentes mostras, além da realização de shows, homenagens e exposições. O evento acontece em espaços selecionados especialmente para o festival. Um dos destaques da programação ficará por conta da Mostra Competitiva de longa-metragem, que contará com a exibição dos filmes “O Amor dá Trabalho”, “Eu sou Brasileiro”, “Nóis por Nóis” e “Maria do Caritó”. Estarão em disputa, entre outros, os prêmios de Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Diretor e Melhor Filme.

A programação oficial trará, também, diversos filmes de curta e longa-metragem que vão ser exibidos na “Mostra Infantil” voltadas para as escolas, com destaque para a produção “Turma da Mônica: Laços”; na “Mostra Filmados na Lapa”, somente com produções locais; e nas mostras “Curtas-metragens Paranaenses” e “Celulapa”, com filmes produzidos em celular. Para completar a programação oficial, duas exposições fazem parte do evento: “O Cinema no Olhar ”, que trará fotografias do acervo do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS – PR), com curadoria de Gefferson Vaz e produção de Tiomkim, em cartaz na Casa Ney Braga; e “Projeções através do tempo”, que vai apresentar o acervo do do colecionador Orlando Gonçalves, disponível para visitação no Theatro São João.

Assim como aconteceu em todas suas edições, o 12º Festival de Cinema da Lapa vai homenagear grandes nomes do cinema nacional com o Troféu Tropeiro da Lapa, que destaca a carreira de grandes artistas brasileiros. Neste ano, o festival vai celebrar a carreira da atriz Lilia Cabral, que desembarca na cidade no sábado (09). Além da tradicional homenagem, o festival entregará a Comenda Tropeiro da Lapa para o Dr. Luiz Lauro Lacks e o Diploma de Mérito para o ator paranaense Licurgo Espínola e para o exibidor Milton Durski.

Mostra competitiva

A primeira exibição da Mostra Competitiva será o filme “O Amor dá Trabalho”, que será apresentado na quinta-feira (07), a partir das 21h. O filme é dirigido por Ale McHaddo e conta a história de Ancelmo, interpretado pelo ator Leandro Hassun, um malandro e aproveitador que morre e acaba ficando preso no limbo. Para garantir seu lugar no céu, o personagem precisa praticar uma boa ação cumprindo a missão de unir um homem e uma mulher com personalidades muito divergentes. O elenco conta, ainda, com Flávia Alessandra e Bruno Garcia.

Na sexta-feira (08), a partir das 20h, será a vez da exibição do filme “Eu sou brasileiro”, dirigido por Alessandro Barros, cujo enredo aborda a vida de Léo, homem que passou a sua vida inteira tentando se tornar um jogador de futebol famoso e bem-sucedido, mas nunca teve sucesso e encontra sua força na família e na vocação ao unir o amor por futebol com a escrita. A sessão contará com a presença do ator Daniel Rocha, interprete do protagonista do longa-metragem. Já no sábado (09), a partir das 20h, será a vez do filme “Nóis por Nóis”, dirigido por Jandir Santir e Aly Muritiba, que mostra a trajetória de quatro jovens que vagam pela pista de um baile de rap, com vidas e objetivos completamente distintos, mas que terão seus destinos selados para sempre após a noite.

Para completar a Mostra Competitiva, também no sábado (09), a partir das 21h, acontece a exibição do filme “Maria do Caritó”, dirigido por João Paulo Jabur. O filme aborda a história de Maria do Caritó, interpretada pela atriz Lilia Cabral, que nas vésperas de completar 50 anos vive em uma pequena cidade do Nordeste e se vê em meio a simpatias para que, enfim, consiga se casar. Prometida a São Djalminha assim que nasceu, devido a um parto difícil, Maria do Caritó nunca encontrou um companheiro de verdade, mas vê suas esperanças ressurgirem com a chegada de um circo, já que uma cartomante lhe disse que seu pretendente seria um homem de fora.

O 12º Festival de Cinema da Lapa é promovido pelo Instituto Histórico e Cultural da Lapa e Instituto Borges da Silveira, com produção à cargo de A Labirinto Produtora. Toda programação é gratuita e aberta para a população da cidade e turistas. A organização do evento disponibilizará uma van para transporte gratuito, durante os 4 dias de evento, com saídas do Guairinha ao 12h30 e retorno ás 23h. Mais informações no site www.festivalcinemalapa.com.br, nas redes sociais do evento ou pelo telefone (41) 3622-0055.

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS APRESENTAÇÕES NO GUAIRINHA EM CURITIBA

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS APRESENTAÇÕES

NO GUAIRINHA EM CURITIBA

Márvio Lúcio, o Carioca, chega a Curitiba no dia 08 de novembro para cantar, dançar e interpretar versões de personagens icônicos como Moraes Moreira, Padre Fábio de Melo, Fredie Mercury, além de outros, que o comediante prefere manter em segredo, para a surpresa do público.

“Carioca ao Vivo” é um espetáculo ímpar, completamente diferente de tudo que já vimos. “Esse espetáculo faz com que eu apresente no palco tudo que eu não pude mostrar na televisão, é a minha liberdade, levo ao palco o que eu tenho vontade de fazer”, revela o humorista que conta ainda que o público faz parte do show, com muita interação.

Como não podia deixar de ser, Carioca também leva ao palco personagens políticos atuais, que fazem muito sucesso nas redes sociais dele, como Bolsonaro e Sérgio Moro.

“Atualizo as piadas sempre, isso para levar o melhor do meu humor para o público. Tudo o que estiver acontecendo no Brasil no momento vai fazer parte do roteiro do show. Vou mostrar algo que jamais mostrei nos palcos, quero inovar”, completa o humorista.

Sobre o Carioca

Márvio Lúcio é humorista, radialista e repórter brasileiro, conhecido por sua irreverência e versatilidade como ator, repórter e apresentador. São mais de 21 anos de carreira com muito sucesso, conquistando uma grande legião de fãs. Carioca prende a atenção do público com inúmeras e emblemáticas imitações. Entre os personagens mais populares: Bolsonabo (Jair Bolsonaro), Dilma Ducheff (Dilma Roussef), Amaury Dumbo (Amaury Junior), Jô Suado (Jô Soares), Falso Silva (Fausto Silva), o cantor Lelé Santos (Lulu Santos) e muitos outros.

Carioca também se dedica a um espaço mais intimista, no YouTube, para todos que admiram o trabalho do comediante. O Canal do Carioca é um misto de tudo o que o humorista apresenta na televisão, mas com muita ousadia em vídeos jamais imaginados.

Serviço:

Carioca ao Vivo

Quando: 08 e 09 de novembro (sexta e sábado)

Onde: Teatro Guairinha – Salvador de Ferrante

Horário: 21:00

Valores: Os ingressos variam de R$ 46,00 (meia-entrada) a R$ 92,00 (inteira);

Vendas: Disk Ingressos

Produção: Massa Fun, RA Produções e Non Stop

Trupe Ave Lola faz sua estreia no Guairinha

Trupe Ave Lola faz sua estreia no Guairinha
Companhia teatral fará temporada curta e aproveitará para apresentar a sua programação para 2020. Ingressos promocionais estão à venda.

A Trupe Ave Lola faz sua estreia no palco do Guairinha com a curta temporada do espetáculo “Manaós - uma saga de luz e sombra OU A Pequena Abelha e a Árvore Alta”. As apresentações marcam também o início das festividades de 10 anos e o anúncio da programação 2020, que já conta com viagens, nacionais e internacionais, além da estreia de novo trabalho.

“Manaós”, que tem trilha sonora ao vivo executada pelos músicos Breno Monte Serrat e Arthur de Lima Jaime, sob direção do músico francês Jean Jacques Lemêtre, artista do Theatre Du Soleil, conta uma história do Brasil pouco conhecida dos brasileiros, ambientada na época áurea do ciclo da borracha, na Manaus de 1911.

A temporada será de 28 de novembro a 1.º de dezembro. Os ingressos estão à venda e ir acompanhado é mais barato. Quem comprar dois ingressos diretamente na bilheteria do Teatro Guaíra vai pagar R$ 25,00 cada. Neste combo, o ingresso sai mais barato do que a meia-entrada. O preço individual válido para as compras pela internet é de R$60,00 (inteira) e R$30 (meia entrada).

Ave Lola – Em nove anos foram montados quatro espetáculos, que chegaram a aproximadamente 45 mil pessoas em apresentações nacionais e internacionais e tiveram o reconhecimento da crítica especializada. A Ave Lola realizou também conquistou o prêmio Myriam Muniz da Funarte, e o “Brasil Fronteiras do Norte” patrocinado pela Petrobras, ambos executados em 2015. Com eles, a trupe levou o teatro para as comunidades ribeirinhas da região norte do país, percorrendo em três meses aproximadamente 7.000km, abrangendo mais de 20 comunidades ribeirinhas.

SERVIÇO
Espetáculo: Manaós - uma saga de luz e sombra OU A Pequena Abelha e a Árvore Alta
Quando: 28, 29, 30/11/2019 às 20h30 e 01/12 às 19h
Local: Teatro Guairinha | Rua XV de Novembro, 971
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)
Classificação Indicativa: 12 anos
Ingressos à venda no site http://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-a-pequena-abelha-e-a-arvore-alta.aspx e na bilheteria do Teatro Guaíra, de segunda a sábado, das 9h às 21h, e domingos das 9h às 18h. Informações: 3304-7953

PROMOÇÃO + TEATRO
Compre 2 ingressos pelo valor de R$ 25,00 cada. Neste combo, o ingresso sai mais barato do que a meia-entrada. É mais barato se você vier acompanhado! Válido somente para compras realizadas na bilheteria do Teatro Guaíra.

Noite de improvisação no palco do Guairinha

Noite de improvisação no palco do Guairinha

Grupo Antropofocus comemora 19 anos com convidados e em busca da melhor cena. Ingressos antecipados está à venda

No dia em que completa 19 anos de existência, 28 de outubro, o grupo Antropofocus vai receber amigos no palco do Guairinha para começar a celebração de aniversário com a apresentação de RESTA 1, espetáculo em que diversos improvisadores dividem o palco com dois diretores. Além do elenco da companhia, convidados de Santa Catarina, São Paulo e do Paraná participarão do desafio cujo objetivo é um só: fazer uma boa cena! Será uma única apresentação e os ingressos antecipados estão à venda pelo Ticket Fácil www.ticketfacil.com.br ou na bilheteria do teatro Guaíra.
“Nada poderia ser mais perfeito do que estar improvisando cercado de parceiros de criação que estiveram conosco durante estas quase duas décadas. Essa conquista, para nós, é mais do que uma comemoração, é uma celebração à nossa trajetória, à nossa continuidade e principalmente à nossa resistência”, diz Andrei Moscheto, diretor fundador da companhia.
Entre os convidados está o Daniel Nascimento, da Cia Barbixas de Humor, que estava junto com Moscheto quando a ideia que deu origem ao espetáculo nasceu. Eles participavam, em 2011, de um curso no Canadá com um dos mais importantes criadores e professores de improviso do mundo, o inglês Keith Johnstone, quando surgiu a ideia de criar a ImproDnA, uma companhia de improvisadores com o objetivo de trazer formatos internacionais para o Brasil e, no futuro, desenvolver formatos próprios de improvisação. “O primeiro formato trazido foi o RESTA 1, produzido pelo Antropofocus”, explica Moscheto, que será um dos diretores de cena, junto com Daniel.
Nada é previamente ensaiado e tudo acontece espontaneamente, diante da plateia. A cada nova rodada os diretores sorteiam quais improvisadores farão a próxima cena e, com a ajuda da plateia, propõem os temas. Ao final de cada improvisação o público vota e os atores com menor pontuação vão sendo eliminados, até sobrar apenas um improvisador ganhador.
Resta 1 é o começo da festa, que seguirá com a estreia nacional do novo espetáculo da companhia, que será apresentada no Teatro José Maria Santos, de 13 a 24 de novembro.

SOBRE O ANTROPOFOCUS - Desde a sua fundação, em 28 de outubro de 2000, o Antropofocus dedica-se a observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Esta premissa inicial instigou o grupo a explorar diferentes formas de comicidade, que podem ser reconhecidas no repertório de 12 espetáculos produzidos pelo grupo ao longo de sua trajetória.
Quando o grupo começou a se reunir para montar espetáculos em que todos os artistas pudessem colaborar com a construção da dramaturgia, a improvisação foi o caminho técnico mais viável. Naquela época, enquanto os integrantes ainda cursavam a Faculdade de Artes do Paraná, as referências eram Augusto Boal, Viola Spolin e Dario Fo. Ao desenvolver o caminho para a construção da dramaturgia, no entanto, os atores perceberam o potencial que o improviso em si continha. Com o passar dos anos e com a criação de pontes de comunicação com outros grupos de comédia e improviso no Brasil e no mundo, a amplitude da ferramenta de improvisação ficou cada vez mais evidente e era necessário buscar uma maneira de poder extrapolar sua utilização, com um detalhe: sem abrir mão da teatralidade.
As bases de estudo do Antropofocus vieram de outros grupos de humor, como: o Monty Python (Inglaterra), com a liberdade da linguagem nonsense; o Les Luthiers (Argentina), com seus textos de humor refinado e jogos de palavras; o Asdrúbal Trouxe o Trombone (Brasil), pelo processo colaborativo de criação; os Parlapatões (Brasil) pela referência de ser um grupo de pesquisa de humor.
Além das parcerias e do desenvolvimento da pesquisa continuada, para a construção dos espetáculos, importantes artistas contribuíram para o aprofundamento do Antropofocus nas pesquisas sobre humor, possibilidades cômicas e construção dramatúrgica, entre os quais: Marcio Ballas (SP), Gustavo Miranda (Colombia), Daniel Nascimento (SP), Omar Argentino (Espanha), Adriana Ospina (Colombia), Frank Totino (Canadá), Shawn Kinley (Canadá), Daniel Tausig (SP), Rafa Pimenta (SP).

FICHA TÉCNICA – RESTA 1
Direção: Andrei Moscheto e Daniel Nascimento
Elenco Antropofocus: Anne Celli, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues
Elenco Convidados: Alisson Lopes, Bruno Lops, Carlos Becker, Fabricio de Carvalho, Henrique Serena, Larissa Lima, Massa Nakatani, Nilo Netto, Rodrigo Fowolski, Sayuri Schmidt, Vitor Berti
Músico: Andrés Giraldo
Iluminação: Paulo Rosa
Realização: Antropofocus

SERVIÇO – RESTA 1
Dia 28 de outubro às 20h
Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971)
Ingressos: 40,00 (inteira) e 20,00 (meia-entrada)
Vendas de ingresso: Ticket Fácil – http://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-resta-1.aspx ou na bilheteria do teatro Guaíra
Informações: 3304-7953.