7ª Mostra Espetacular ocupa Curitiba com o melhor da arte para crianças

No início de setembro a capital paranaense vai virar um grande palco para receber artistas nacionais e internacionais, com atrações em diversas linguagens, que vão levar as crianças e famílias a experiências artísticas espetaculares, todas gratuitas.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=292322&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CCAC4Yo%252BCO_tv346oKQdEgdbxo_qzfsG8sWZqBe4QsOetVp1gMwg%2540mail.gmail.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CCAC4Yo%2BCO_tv346oKQdEgdbxo_qzfsG8sWZqBe4QsOetVp1gMwg%40mail.gmail.com%3E-1.2

Na foto de Caio Amon: O espetáculo do Projeto Gompa, de Porto Alegre, Franquinh@ “Uma História em Pedacinhos”, marca a abertura da 7ª Espetacular, no dia 7 de setembro no Teatro Guairinha, às 16 horas, gratuitamente.
(Para mais fotos acessar links ao final do release)

No feriado prolongado da independência, Curitiba é destino certo para viajar no universo lúdico e inspirador das artes com a 7ª edição da Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças. Linguagens artísticas como teatro, circo, dança, música, artes visuais e literatura fazem parte da programação gratuita, que vai ocupar diferentes espaços culturais da cidade, de 7 a 17 de setembro. A abertura acontece no Teatro Guairinha com o espetáculo do Projeto Gompa, de Porto Alegre, Franquinh@ “Uma História em Pedacinhos”.

Após dois anos de pandemia, quando a produtora cultural e diretora do projeto, Michele Menezes e sua equipe da Pró Cult, tiveram que reinventar o diálogo com o público em edições totalmente inovadoras com as versões online e pocket, a 7ª edição da Mostra Espetacular chega em 2023 como uma grande celebração aos encontros e às experiências que só o presencial proporciona, ocupando locais diversos: Guairinha, Teatro Sesi Portão, Teatro Cleon Jacques, Memorial de Curitiba, Sesi Paula Gomes. “A proposta desta edição é oferecer ao público uma programação extensa e intensa, experiências espetaculares, para crianças e também para adultos, em diversos espaços da cidade”, afirma Michele.

A cada ano a Mostra Espetacular ganha mais corpo, como uma criança de sete anos que se encanta e entusiasma com a simplicidade da arte. Para Michele, a arte tem o poder de criar sensações impactantes, permanentes, através de coisas muito simples. “Espetacular não precisa ser algo grandioso de tamanho. A grandiosidade está no poder de encantamento, do que fica na memória. Além disso, depois de dois anos longe dos rostinhos e sorrisos do nosso público, nos reencontrarmos presencialmente é o que torna realmente gigante a proposta”.

Nesta edição, serão mais de 10 atrações, em mais de 20 apresentações, cuidadosamente selecionadas pelas curadoras Michele Menezes e Bebê de Soares, para promover no público infantil um interesse especial pela arte e suas diversas formas de manifestação. Para Bebê, as artes proporcionam às crianças que vivem nas cidades uma série de benefícios, incluindo a criatividade, as capacidades de comunicação, a confiança, o trabalho em equipe, a consciência cultural, o pensamento crítico, a inteligência emocional e a participação na comunidade. “As crianças que frequentam eventos como a Mostra Espetacular contribuem para a vitalidade cultural da cidade e envolvem-se com a comunidade local, promovendo a coesão social”, completa.

Parte da programação foi realizada com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, através do Edital Difusão em Teatro.

A programação completa está no site oficial da Espetacular: www.mostraespetacular.com.br e também no instagram: @mostraespetacular.

SERVIÇO E PROGRAMAÇÃO

Espetacular - 7ª Mostra Internacional de Artes para Crianças
Data: 7 a 17 de setembro 2023
Ingressos:
https://www.sympla.com.br/produtor/mostraespetacular

Todas atrações gratuitas.
A bilheteria abre 1 hora antes de cada espetáculo.
Reservas podem ser efetuadas pelo Sympla (com retirada do ingresso até 30 minutos antes de cada atração).
50% dos ingressos serão distribuídos na bilheteria, 30 minutos antes de cada atração (sujeito à lotação)

* Nos dias 13, 14 e 15 os espetáculos serão direcionados a escolas. Ingressos remanescentes serão distribuídos 30 minutos antes.

ABERTURA
Dia: 07/09 16h
Local: Teatro Guairinha
Peça: Franquinh@ - Uma História em Pedacinhos

PROGRAMAÇÃO:

FRANQUINH@ - UMA HISTÓRIA EM PEDACINHOS (PROJETO GOMPA / PORTO ALEGRE RS)

Dias: 07 E 08/09 - 16h
Local: Teatro Guairinha

O coletivo Projeto GOMPA apresenta FRANKINH@ - Uma história em pedacinhos, vencedor do Prêmio SESC de Artes Cênicas. O espetáculo para crianças e adolescentes é inspirado nas personagens e situações da obra Frankenstein, de Mary Shelley.
Esta história, que já é um clássico entre diferentes gerações, funciona aqui como ponto de partida para falar de infância, crescimento, perda, isolamento, bullying, amizade, autoestima, criatividade e aceitação de si mesmo e dos outros.
A história é contada por meio de narração, teatro, dança, artes visuais e trilha sonora original, reinventando a primeira obra literária de ficção científica. A peça coloca a arte em diálogo com a ciência, a biologia, a literatura e a física, despertando o imaginário da criança e sua capacidade criativa.
Este espetáculo é patrocinado pela Arcelor Mittal através do edital Diversão em Cena.

OFICINA DE ARTES INTEGRADAS PARA CRIANÇAS

Dia: 08/09
Horário: 10h30 às 12h
Local: SESI Paula Gomes

Ministrantes: Camila Bauer, Fabiane Severo, Liane Venturella e Thiago Ruffoni (Projeto Gompa / Porto Alegre)

Com exercícios práticos de composição que enfatizam a ludicidade do gênero dramático por meio de jogos que propõem a fusão de diferentes formas de arte, a oficina, ministrada pelo elenco e direção do espetáculo Frankinh@, pretende estimular a criatividade das crianças através do teatro, da dança e da contação de histórias.

Público-alvo: crianças de 6 a 9 anos.

“UNSEEN WORLD PARA CRIANÇAS CEGAS OU COM BAIXA VISÃO” (DANSEMA DANCE THEATER / LITUÂNIA)

Dia: 09/09
Horário: 15h
Local: Sesi Paula Gomes

Ver o mundo com a mão e o coração. Sentir a dança respirando e tocando. Manter distância segurando e abraçando. A apresentação de dança inclusiva “UNSEEN WORLD” convida as crianças a se tornarem participantes ativos e, junto com dois dançarinos, explorarem e perceberem a dança sem instruções verbais.

O projeto vem ao Brasil com o apoio financeiro do Conselho Lituano da Cultura e da cidade de Vilnius.

Público alvo: Crianças de 1 a 8 anos.

“UNSEEN WORLD PARA BEBÊS” - (DANSEMA DANCE THEATER / LITUÂNIA)

Dia: 09/09
Horário: 17h
Local: Sesi Paula Gomes

"Unseen world" é repleta de vários movimentos, cores e superfícies que despertam os sentidos dos bebês e desenvolvem sua capacidade de perceber detalhes, conectá-los ao todo e reagir criativamente às ideias propostas pelos bailarinos. A performance convida as crianças a se tornarem participantes ativos da ação e deixa os pequenos livres para decidirem quando e como gostariam de participar.

Público alvo: bebês de 06 a 18 meses

ASSITEJ INTERNACIONAL SESSIONS / INTERNACIONALIZE A SUA PRÁTICA (ARTES CÊNICAS)

Dia: 10/09
Horário: 10h às 12h
Local: Ave Lola Espaço de Criação
ENCONTRO COM ANA ROSA TEZZA (AVE LOLA/BRASIL), MICHELE DHALLÚ (CARRE BLANC CIE/FRANÇA) E BIRUTE BANEVÍCIUTE (DANSEMA/LITUÂNIA). MODERAÇÃO: BEBÊ DE SOARES (Vice Presidente da ASSITEJ Internacional/ Amazonas Network - Produtora Criativa/ T4Garoupas - Diretora Artística).

A ASSITEJ Internacional (Associação Internacional de Teatro para a Infância e Juventude) organiza no mundo todo sessões dirigidas a profissionais do setor com o objetivo comum de internacionalizar a sua prática profissional e artística. O objetivo é a aprendizagem entre pares, com profissionais mais experientes a partilharem as suas ideias e pontos de vista. As sessões incluem palestras e mesas redondas sobre estratégias, conhecimentos e desafios na abordagem das digressões internacionais.

Este encontro tem como tema a co-criação e o intercâmbio artístico em projetos internacionais de artes cênicas.

PÚBLICO ALVO: Artistas (profissionais e amadores) e estudantes de artes cênicas.

HOJE GODOT NÃO VEM (CARAVAN MASCHERA / ITÁLIA, FRANÇA, BRASIL)

Dia: 10/09
Horário: 15h
Local: Teatro SESI Portão

Em um lugar incerto, acompanhados de nada, se não de uma árvore, encontram-se duas crianças que ficam à espera de Godot. Quem é Godot? O que é Godot? Certezas e noção do tempo se dissolvem, ali. Imagens poéticas, cinema Stop Motion e bonecos inspirados em quadros de René Magritte criam fantasias e intuições sobre questões profundas da vida, da infância e do ato de tornar-se adulto. Diversos bonecos de técnica variada e de tamanhos que se alteram de 0,5 metro à 2,5 metros de altura aparecem para encantar o imaginário infantil de forma sutil e introspectiva. Em um tempo suspenso, que se repete sempre, os protagonistas Didi e Juju passam os dias tentando preencher o silêncio da espera com perguntas delicadas e criando hipóteses de tom lírico e fantasioso para perguntas sem respostas.

O texto de Beckett é transcendido com poesia e graciosidade para o público jovem, sem abandonar sua qualidade filosófica

NO ARMÁRIO NÃO CABE NINGUÉM (GPETI/ CURITIBA PR)

Dia: 13/09 - 09h30 / 14h para escolas
Local: Teatro Londrina - Memorial de Curitiba (Escolas)

Com bonecos e objetos manipulados, conta-se a história de Pi e Tatá, dois monstros que vivem, juntos, rotinas repetitivas e tediosas, até que um dia uma enorme tempestade traz ao Vale dos Monstros uma criatura desconhecida. Permeado de muita diversão e ludicidade, o espetáculo promove diálogos e reflexões sobre tolerância e a convivência com a diferença.
Espetáculo realizado através do Edital Difusão em Teatro, da Fundação Cultural de Curitiba.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

CIRCO DA MADAME VIRGULINA (MADAME VIRGULINA/ CURITIBA PR)

Dia: 14/09 - 9:30 e 14h para escolas
Local: Teatro Londrina - Memorial de Curitiba

Madame Virgulina queria tanto participar de um grande espetáculo que criou seu próprio circo. No seu show realiza números de destreza como: mágica, malabares e equilíbrio. O público, peça chave fundamental para seu sucesso, se torna seu fã clube (sem ao menos saber disso). Então se você for assistir, leva um cartaz ou pede um autógrafo, isso ajuda a autoestima da Madame. Espetáculo realizado através do Edital Difusão em Teatro, da Fundação Cultural de Curitiba.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

INCONCERTINA (PALHAÇO RITALINO/ LONDRINA PR)

Dia: 15/09 - 09h30 e 14h par escolas e 19h para público espontâneo
Local: Teatro Londrina - Memorial de Curitiba

O palhaço Ritalino, munido de sua sanfona, realizará um concerto. Mas as coisas não saem como o esperado e Ritalino iniciará uma saga para vencer os obstáculos que surgem. O palhaço vive uma batalha que envolve partituras e bombas, melodia e marreta, o trágico e o cômico. Mesmo com a aparente falta de sorte, ele realiza um concerto emocionante, levando a plateia ao riso e ao mundo dos sonhos. Espetáculo realizado através do Edital Difusão em Teatro, da Fundação Cultural de Curitiba.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.
MOTHER EARTH – UM ENCONTRO SOBRE A SUSTENTABILIDADE DOS PROJETOS DE COLABORAÇÃO INTERNACIONAL

Dia: 15/09
Horário: 17h às 18h
Local: Teatro Londrina (Memorial de Curitiba)

A motherEarth international é um projeto @ThisEgg criado por equipes em 8 paises. É uma série de filmes de dança e podcasts, em resposta à crise climática. O projeto é apoiado pelas Comissões Criativas para o Clima do British Council Action, um programa global de exploração das alterações climáticas através da arte, ciência e tecnologia digital.
No Brasil o projeto foi produzido pelo projeto Dançando por um Futuro, de Curitiba, com produção do Teatro4Garoupas (Alemanha).

No encontro, a produtora Bebê de Soares (curitibana que reside na Alemanha) lançará um olhar sobre questões sobre colaborações internacionais em dança. O evento também contará com a presença de Beto Caminatti, cineasta e diretor do filme no Brasil, e outros artistas participantes do filme.

Bebê de Soares é uma artista e produtora curitibana que mora na Alemanha, é vice presidente da Assitej Internacional, curadora da Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças, do FITA Chile e promove a circulação de artistas por diversos países, através da Amazonas Network.

PÚBLICO ALVO: Bailarinos e estudantes de dança

PO! EMA (ERANOS CÍRCULO DE ARTE/ ITAJAÍ SC)

Dia: 16/09
Horário: 10h, 15h e 17h
Local: Teatro Cleon Jacques

“Pô! Ema – criação poética com crianças” é uma experiência interativa que mistura teatro, literatura e audiovisual. As crianças encontram uma escritora em crise, que sente que sua inspiração e suas poesias estão ‘sumindo’. Com a ajuda da plateia ela descobre que na verdade uma Ema (em projeção digital interativa) está se alimentando de seus poemas. As crianças então, são estimuladas a criar junto com a escritora poemas fresquinhos para alimentar a dona Ema e seus filhotinhos. Através do jogo e da oralidade, aproxima crianças pequenas da brincadeira poética. Espetáculo realizado através do Edital Difusão em Teatro, da Fundação Cultural de Curitiba.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

CHIFFONADE (Cia. Dançando por um Futuro, co-produção T4Garoupas e Carré Blanc Ci / FRANÇA, ALEMANHA, BRASIL)

Dia: 16/09
Horário: 16h
Dia: 17/09
Horário: 10h
Local: Teatro Londrina - Memorial de Curitiba

No palco, uma esfera em forma de concha e planeta alberga uma figura e uma multiplicidade de figuras. São simultaneamente parceiros de dança e material de construção, orientando a dança expressiva.
Crescer significa construir, abrir-se e vaguear na distância. Novos mundos emergem de restos de tecido.

EMARANHADA (AMARÍLIS IRANI/ SP)

Dia: 17/09
Hirario: 15h
Local: Teatro Sesi Portão

Você já pensou no cabelo como uma árvore? O ato de cuidar, crescer e criar raízes são só algumas das similaridades que os fios de cabelo compartilham com as árvores. Inspirada na criação de raízes, o espetáculo “EMARANHADA” brota no palco valorizando os fios ancestrais presentes em nossa cabeça. Nesta história, a atriz Amarilis Irani traz ao teatro uma heroína negra, a pequena-grande Mavi. Menina inventora de palavras, braços e mãos tagarelas, dona de uma cabeleira enorme! Mavi cria suas aventuras, às vezes, solitárias outras recheadas de amigos: tranças, flores, árvores e animais. Numa fascinante saga de empoderamento feminino à personagem faz dos cabelos o caminho para encontrar aceitação. Emaranhando a força, beleza e poesia da representatividade negra.

FUZUÊ DO PERERÊ + LANÇAMENTO DO LIVRO “ A SEREIA DA POÇA DE CHUVA” DE GUGA CIDRAL E JULIANA ENGELHARDT (TUPI PERERÊ/ CURITIBA PR)

Dia: 17/09
Horário: 17h
Local: Praça da Espanha

Vamos fazer um Fuzuê!!!! O show Fuzuê do Pererê é um jeito divertido de festejar os ritmos brasileiros, as histórias, as adivinhas, as parlendas e outras expressões e brincadeiras do universo infantil. O espetáculo é um recorte com jogos cantados e contos da cultura popular. De forma lúdica e recreativa, o Fuzuê do Pererê trará um mix de canções autorais e do cancioneiro popular, oferecendo a criançada e famílias uma tarde muito especial com histórias, músicas e brincadeiras.

Links fotos:

MOSTRA ESPETACULAR
https://drive.google.com/drive/folders/1-GgPRNgoMO9pBPHAGsnoCA4DIXb0bdOA

FRANKINHA
Crédito: Caio Amon
https://drive.google.com/file/d/1M7a8EvAyQPv2EQdi248EOc_m9bLcHoD4/view?usp=drivesdk

UNSEEN WORLD

Concerto em Ri Maior comemora 18 anos no Guairinha

Espetáculo da Cia dos Palhaços tem duas sessões nos dias 29 e 30 de julho

A Cia dos Palhaços, conhecida por seus espetáculos divertidos e emocionantes, está comemorando 18 anos do seu primeiro espetáculo, "Concerto em Ri Maior", no Teatro Guairinha. As apresentações acontecem nos dias 29 e 30 de julho, proporcionando ao público a oportunidade de reencontrar essa comédia musical inesquecível.

Desde sua estreia, em 2005, no teatro Antonio Carlos Kraide, "Concerto em Ri Maior" encantou plateias por todo o Brasil e Portugal, passando por mais de 90 cidades. A peça é uma mistura envolvente de dança, improvisação e palhaçaria, liderada pelo maestro carismático e palhaço russo, Wilson Chevchenco, que não fala português. Com a ajuda de seu fiel amigo e tradutor, o palhaço Sarrafo, interpretado por Felipe Ternes, o espetáculo proporciona momentos de humor, interação e muitas confusões hilárias.

Eliezer Vander Brock, talentoso palhaço e músico, assume o papel de Wilson Chevchenco na montagem, trazendo uma figura excêntrica e mal-humorada que contrasta com a energia e alegria do divertido Sarrafo. A relação única entre esses personagens é o coração do espetáculo e se une às obras musicais de forma encantadora, proporcionando ao público uma experiência de catarse musical cômica. “A relação entre o funcionário e o chefe autoritário abordada na peça também estabelece uma conexão especial com a audiência, fazendo com que o público se identifique e se divirta com as experiências desenvolvidas”, explica Felipe.

Ao longo dos anos, "Concerto em Ri Maior" evoluiu, conquistando públicos de todas as faixas etárias e classes sociais. O espetáculo teve início com cenas de improviso e foi construído em pequenas partes, levando a apresentações em diversos cenários inusitados, como um canavial para cortadores de cana, fábrica de sutiã e peças automotivas, além de circulações pelo Sesi/PR e Sesc/PR.

Uma das ocasiões foi durante o Festival de Circo de Campo Mourão, quando a plateia testemunhou uma performance emocionante com um jovem rapaz, demonstrando uma conexão genuína entre os artistas e o público. “Em uma das cenas do espetáculo pedimos para uma pessoa da plateia subir ao palco, escolhemos um anão para a nossa surpresa, e na hora de dançar com o Sarrafo, que tem quase 2 metros de altura, ele pulou no colo e dançou lindamente. A plateia foi à loucura, foi um momento que nunca mais esquecemos. É incrível ver como as pessoas se entregam de coração”, comenta Eliezer.

Outra situação inusitada que a companhia passou, foi em uma cidade do interior do Paraná, era um evento para a prefeitura realizado em um salão paroquial. “Como era um evento grande, e depois da nossa apresentação, eles iriam continuar e só tinha uma saída, que era pelo palco. Não podíamos esperar o evento terminar, iríamos pegar estrada para realizar outra apresentação, então saímos pela janela do banheiro, e começamos a passar nosso cenário, figurinos e adereços por lá. Até que a polícia para no local e nos aborda. Foi uma situação bem engraçada, os palhaços “roubando” coisas pela janela da igreja. São lembranças tão gostosas que reforçam o quanto o espetáculo tem vida e boas histórias para contar”, lembra Felipe.

Diante do sucesso e do carinho do público, "Concerto em Ri Maior" se consagrou como um clássico da Cia dos Palhaços, cativando plateias de todas as idades com sua abordagem única e divertida da música, dança e palhaçaria.

Serviço:

Concerto em Ri Maior

Dias: 29 e 30 de julho

Horário:

Sábado, às 21h. Domingo, às 19h.

Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971).

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Duração: 70 minutos.

Classificação: 10 anos.

Venda antecipada de ingressos no link:

https://deubalada.com/evento/79/Concerto_em_Ri_Maior_-_Especial_de_18_anos

https://deubalada.com/evento/80/Concerto_em_Ri_Maior_-_Especial_de__18_anos

Ficha técnica

Direção Musical: Eliezer Vander Brock

Elenco: Eliezer Vander Brock e Felipe Ternes de Oliveira

Sonoplastia: Eliezer Vander Brock

Iluminação: Anry Aider

Técnico de Som: Henrique Rocha

Produção: Nathalia Luiz e Juliana Takenaka

Direção Artística: Felipe Ternes

Comunicação: Com Leite Comunicação Integrada

Realização: Cia dos Palhaços

VIAGGIATORI ARMONICI NO BRASIL: ORQUESTRA ITALIANA FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM EM CURITIBA

O show ‘Love Parade’ será apresentado em agosto na Caixa Cultural e no Teatro Regina Vogue. A agenda dos músicos na cidade inclui ainda oficina e lançamento de documentário.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=286095&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CCAAJyqrEP6WS1kfALih0_3nE051a9gfvjVDEmg-sXXhVMcEtzeg%2540mail.gmail.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CCAAJyqrEP6WS1kfALih0_3nE051a9gfvjVDEmg-sXXhVMcEtzeg%40mail.gmail.com%3E-1.1.2
Músicos do Ensemble Viaggiatori Armonici lançando o novo trabalho, Love Parade, em Curitiba – Brasil Tour 2023
(Foto: Sonia de Boni)

A capital paranaense será a única do país a receber o Ensemble Viaggiatori Armonici, orquestra composta por 11 músicos ecléticos com base em Treviso (Itália), durante turnê pelo Brasil. As apresentações serão em agosto, de 03 a 06, na Caixa Cultural Curitiba e dia 15, no Teatro Regina Vogue. Será a segunda vez que o grupo vem ao Brasil e escolhe a cidade para se apresentar. Em 2019 foram apenas duas apresentações. Desta vez a temporada será mais extensa, com programação prevista até no litoral do Paraná, na Ilha do Mel, dia 19/08, no Festival Jazz A Gosto.
Curitiba é especial para os músicos porque o seu fundador, o violonista, compositor e arranjador Carlos da Costa Coelho nasceu aqui. O curitibano vive na Itália há 34 anos e fundou o grupo em parceria com a flautista Sabrina Agosto, em 2012. A Orquestra não é nada convencional, atualmente é formada por 11 músicos que tocam cerca de 40 instrumentos variados: à base de cordas, sopro e percussão.
‘Love Parade’, título do terceiro álbum da Orquestra dá nome ao show da atual turnê. O lançamento mundial do trabalho foi em Treviso, em dezembro de 2022. “A faixa que nomeia o trabalho foi composta na pandemia, enquanto estávamos fechados em casa, é uma marcha, ela revela a necessidade que tínhamos de caminhar em alguma direção, de nos movermos coletivamente, de nos unirmos. Estávamos todos sofrendo e tínhamos em comum a busca pelo movimento, por uma saída”, conta Carlos. A Itália foi o primeiro país da Europa a ser fortemente impactado pela Covid-19 e a adotar confinamento rígido para conter a doença.
De acordo com o músico ‘Love Parade’ se diferencia das demais músicas do álbum, é mais simples do ponto de vista técnico, da harmonia, foi composta de uma maneira nova e acabou abrindo para ele novas possibilidades de fazer música. “Nas outras composições os instrumentos conversam, dialogam, nesta eles se encontram de maneira coral”, explica.
O repertório do novo disco que reúne músicas totalmente instrumentais retrata a trajetória do grupo, a sua liberdade de estilo e sonoridade única. “Cada arranjo tem uma cor, uma ideia, uma paisagem, essas composições carregam nossas vivências, nosso trabalho, nossas ideias. É um grande arcabouço musical”, descreve.
O novo single do álbum já pode ser ouvido nas principais plataformas de streamings de música, quem preferir pode também ter o CD físico, a edição limitada será comercializada nos shows.
Ao todo são nove faixas, duas delas foram compostas e dedicadas ao grupo: ‘Quando a Lua Canta no Mar’, de Fabiano Silveira, o Tiziu e ‘Viaggiatori Armonici’ de Daniel Migliavacca, ambos de Curitiba.
O show na Caixa conta, inclusive, com a participação deles no palco na execução dessas músicas e ainda com o percussionista Vina Lacerda. Outro brasileiro que também vai tocar como convidado especial em todas as apresentações é o baixista curitibano Glauco Solter. No Teatro Regina Vogue a atração convidada será o Grupo Vocal Baobá. Além das composições próprias (novas e antigas), Lenine e César Guerra-Peixe também estão no repertório do show.
“Curitiba é uma cidade especial para mim, é o lugar onde nasci e onde a paixão pela música começou. Trazer o meu trabalho para cá é como fechar um ciclo e abrir um novo ainda maior. A oportunidade de trocar com os músicos daqui é empolgante e poder me apresentar com os músicos com os quais trabalho no dia a dia na Itália é muito inspirador. O público daqui também é sensacional”, conta Carlos.

AGENDA EM CURITIBA - AULA-SHOW E LANÇAMENTO DE DOCUMENTÁRIO
Além dos shows o Ensemble Viaggiatori Armonici também vai oferecer uma aula-show em Curitiba, voltada para público dirigido, músicos e estudantes da área. A ideia é falar sobre a experiência de trabalho do grupo, contar como as músicas nascem, sobre a criação dos arranjos, o tratamento das composições, a escolha dos instrumentos.
Outro evento será o lançamento do documentário ‘Iperreale – Viaggiatori Armonici no Brasil’, dirigido por Fernando Coelho, um registro da turnê do ensemble italiano pelo Brasil, em 2019. O filme registra o show de estreia em Curitiba, na Capela Santa Maria e o encontro do diretor, Carlos da Costa Coelho com diversos músicos locais, como: Daniel Migliavacca, Fernando Deghi, Vina Lacerda, Vadeco, Alvaro Borges, Julião Boemio e Fabiano Tiziu.
A exibição será dia 26 de julho, às 19h30, no Sesc Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques, 189 – Centro). Entrada gratuita.

CARLOS DA COSTA COELHO, fundador e arranjador do Ensemble Viaggiatori Armonici, deixou Curitiba há mais de 30 anos e percorreu vários continentes para conhecer a música e os músicos do mundo. Morou na Índia, Suécia, Espanha, Turquia, entre outros, até radicar-se na Itália onde fundou o grupo.

SOBRE O ENSEMBLE VIAGGIATTORI ARMONICI:
Com repertório amplo executa desde a música renascentista até a música contemporânea, abraçando com originalidade épocas distintas e interpretando com arranjos próprios músicas de autores como John Dowland, Guerra-Peixe, Henrique de Curitiba, Peter Gabriel, David Byrne, Dominguinhos, entre outros.
Lançou seu primeiro CD ´Storie D’Inverno´, em 2017. E o segundo ´A Semente Que Virou Pássaro´, em 2019. Love Parade é o terceiro álbum (2022). Este ano está lançando o documentário ‘Iperreale – Viaggiatori Armonici no Brasil’, dirigido por Fernando Coelho, um registro da turnê realizada no Brasil, em 2019.

Atuais integrantes:

Sabrina Agosto
flautas transversal em do, contralto e baixo - piccolo
Kishalaya Zordan
flautas transversal em do, contralto - melodica
Teresa Storer
violino
Lucia Torresan
bandolim - cuatro venezuelano - violão de aço
Elisa dal Bianco
banjo - violão - cavaquinho - teclados - melodica
Carlos da Costa Coelho
violão - violão de aço - viola caipira
Giacomo Benvenuto
guitarra - lap steel - guitarra havaiana resofônica - cavaquinho - sintetizador
Tommaso Valdesolo
viola caipira - violão - guitarra - teclados - melodica
Arianna Bastanzetti
piano - teclados
Rita Brancato
percussões

SAIBA MAIS:
Site: www.viaggiatoriarmonici.com
Canal YouTube:http://youtube.com/viaggiatoriarmonici
Vídeo de Introdução: https://youtu.be/6hgMga8kpRg
Vídeo Capela Santa Maria Curitiba: https://youtu.be/LJ8v5oKrXvc

Redes Sociais:
https://www.instagram.com/viaggiatori_armonici/
https://www.facebook.com/ViaggiatoriArmonici

Canais de Streaming:
SPOTIFY - YOU TUBE MUSIC - APPLE MUSIC

SERVIÇO:

Show Love Parade – Brasil Tour 2023 com Ensemble Viaggiatori Armonici

Participação especial: Glauco Solter (baixista)

Classificação: Livre
Duração: 90 minutos

Local: CAIXA CULTURAL CURITIBA (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)

Músicos convidados: Fabiano Silveira, o Tiziu; Daniel Migliavacca, Vina Lacerda.

Data e horário: de 03/08 a 06/08 (quinta a sábado, às 20h) e (domingo, às 19h)

Ingresso: R$30/R$15 (meia)

Local: TEATRO REGINA VOGUE (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 - Piso 2 – Rebouças).
Músicos Convidados: Grupo Vocal Baobá.

Data e horário: de 15/08 (terça-feira), às 20h

Preço: R$90/R$45 (meia)

Ingresso: https://www.diskingressos.com.br/evento/5176/15-08-2023/pr/curitiba/viaggiatori-armonici
A venda de ingresso na bilheteria física ocorre somente no dia, 2 horas antes do show.

Barbatuques na mostra de grupos vocais ‘Vozzes’

Grupo referência em música corporal faz única apresentação em Curitiba, com o espetáculo interativo Barbatuquices
Dia 22 de julho, o Barbatuques estará no Vozzes - Mostra de grupos vocais, que acontecerá no Teatro Guairinha. Única apresentação em Curitiba, o grupo leva para a programação do festival o show interativo Barbatuquices, recomendado para toda família. Os ingressos estão disponíveis pelo DiskIngressos.

Barbatuquices é o show mais interativo do grupo paulista, propondo uma divertida aula de música e percussão corporal, onde o público participa, descobrindo seu próprio corpo como instrumento. Desafios e brincadeiras propostos pelos músicos exploram diferentes sons e a diversidade de timbres, utilizando recursos como palmas, estalos, sons da boca, pés etc.

No repertório, hits do grupo como Você Chegou (trilha do filme Rio 2), Baianá, Barbapapa's Groove, Tum Pá e também músicas do acervo popular brasileiro em arranjos personalizados, como Peixinhos do Mar e Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi).

"Vozzes" é uma mostra inédita em Curitiba, acontece pela primeira vez na cidade, com apresentações a preços populares de seis grupos vocais contemporâneos brasileiros: Vocal Brasileirão, Curitibôcas (ambos de Curitiba), o septeto Ordinarius, grupo BeBossa (do Rio de Janeiro) e o grupo Cobra Coral (de Belo Horizonte). Além do Barbatuques, que será o único grupo com apresentação voltada ao público infantil.

Barbatuquices cativa público de todas as idades, uma brincadeira musical para toda família.

Serviço
Barbatuques
Barbatuquices no Vozzes - Mostra de grupos vocais
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: 15h (abertura 14h)
Local: Teatro Guairinha (Auditório Salvador de Ferrante)
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba
Telefone: (41) 3304-7900 / 3304-7999
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Capacidade: 472 lugares
Ingresso: R$15,00 (R$7,50 meia entrada) + taxa
Vendas online: www.diskingressos.com.br/evento/5054/22-07-2023/pr/curitiba/vozzes-barbatuques
Programação: www.diskingressos.com.br/grupo/1229/23-07-2023/pr/curitiba/vozzes-guairinha

Repertório
1 - Mãos à Obra e Pé na Tábua (Helô Ribeiro)
2 - Barbapapa's Groove (Fernando Barba)
3 - Tum Pá (Lu Horta)
4 - O Sapo Não Lava o Pé (domínio público)
5 - Peixinho do Mar (domínio público)
6 - Orquestra Maluca (improvisação)
7 - O Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi)
8 - Que som? (João Simão)
9 - Baianá (releitura Barbatuques para Boa Noite de Maria do Carmo Barbosa)
10 - Você Chegou (André Hosoi e Renato Epstein)
11 - Hit Percussivo (Fernando Barba e Giba Alves)

Guairinha é palco para o lançamento do novo EP da Banda Mais Bonita da Cidade em Curitiba

Reuniões, encontros musicais e produções com artistas paranaenses, "Maré alta, enfim.” é o título do álbum de versões com 5 faixas, que será celebrado em grande show, em agosto, na cidade que lançou a Banda pro mundo.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=283573&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CCAC4Yo%252BA%253DiYVdDBLR5wsy4ZJYR7-6WzmPwGx%253DVx-LgRAoGvo96Q%2540mail.gmail.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CCAC4Yo%2BA%3DiYVdDBLR5wsy4ZJYR7-6WzmPwGx%3DVx-LgRAoGvo96Q%40mail.gmail.com%3E-1.1.3

Foto de Heloisa Vecchio. Faça o download de mais fotos de divulgação clicando aqui:
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1JdsVboYtb3ZFWI3rJdlUDYbcs-BU9f7f

Formada em 2009, A Banda Mais Bonita da Cidade hoje já é mais que uma ideia que surgiu com a proposta de produzir e cantar músicas de compositores curitibanos. A banda ganhou o mundo quando viralizou na internet conquistando a rede, e concorreu ao VMA da MTV com o webclipe “Oração”, música de Léo Fressato, em 2011.

Após 12 anos do primeiro sucesso, A Banda Mais Bonita tem atualmente um trabalho de pesquisa de compositores nacionais, conferindo novos arranjos e releituras ao estilo do grupo. Reunindo a experiência de palcos em turnês no Brasil e no mundo a Banda e seus integrantes: Uyara Torrente no vocal, Vinícius Nisi no teclado, Vic Vilandez no baixo, Luís Bourscheidt na bateria e, Eduardo Rozeira na guitarra, colecionam uma série de vivências e musicalidades traduzidas para o novo EP: “Maré alta, enfim.”, com parcerias de peso. A vocalista, Uyara Torrente conta que durante o isolamento social "sentimos muita falta do contato com o público que gosta da Banda, então criamos novas linguagens ao reunir artistas, amizades e o público em um só lugar, mesmo que de maneira online, e a partir da experiência criativa resolvemos selecionar músicas produzidas para o trabalho que expressa a chegada de um novo momento, olhando para trás, mas também olhando para frente e para o que pode vir”, conta.
O trabalho é fruto de um período de praticamente 2 anos de dedicação, quando o isolamento social da pandemia reinventou o diálogo do grupo com o público.

Nesse período foi criado o que chamam de SuperLive: shows feitos do encontro de Uyara e Vinicius, com a participação de convidades especiais, com performances em projeções e dimensão cênica, transmitidos nos canais da Banda. Dessa maneira, o formato deu início ao lançamento de 2023. A SuperLive do dia 1 de março, marcou a transição do virtual para o presencial. O EP já está disponível nas plataformas digitais de música desde o dia 2 do mesmo mês, quando foram iniciados os shows de lançamento nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

O primeiro single “Paciência” foi lançado na internet, em 10 de fevereiro. O sucesso na voz do cantor e compositor Lenine, ganha na versão da Banda Mais Bonita o “sentimento de contemplação à vida e ao tempo, à sensibilidade, aos questionamentos propostos pela letra com um arranjo simbiótico entre batidas eletrônicas e execuções orgânicas da violonista convidada Ana Cardon”, revela Uyara. No EP uma música inédita com o poema “Já vai Passar” de Luiz Felipe Leprevost, também ganhou a sonoridade da violonista Cardon. Na sequência as músicas “Na Hora do Almoço” e “Sujeito de Sorte” do compositor Belchior contam com as participações da cantora e compositora Rúbia Divino e de Jesus Lumma, cantore e poeta, respectivamente. E por último uma versão atualizada de “Maré Alta”, composição parceira de Tibério Azul e Rodrigo Lemos, gravada pela Banda em 2013, que agora carrega novo arranjo de timbres e batidas eletrônicas.

A Banda Mais Bonita da Cidade está em turnê nacional, e para celebrar esse novo momento no palco com a plateia curitibana, oficializa a novidade com o show do EP “Maré alta, enfim.”, no Teatro Guairinha, no dia 5 de agosto de 2023, as 20 horas. "É uma alegria poder fazer um grande show em um dos teatros mais tradicionais da cidade. O Guairinha dialoga muito com esse clima de festa que queremos que aconteça na nossa cidade natal", diz Vinícius Nisi.

No show, artistas que participaram da gravação do EP: Rúbia Divino, Jesus Lumma e Luiz Felipe Leprevost são atrações já confirmadas. Além das 5 faixas de versões criadas para o novo álbum, clássicos e sucessos como: “Oração", "Se eu Corro", "Uma Atriz" e "A Balada da Contramão", também estão no repertório.

Serviço
Show Lançamento EP “Maré alta, enfim.”
dia: 5 de agosto de 2023
hora: 20:00
onde: Teatro Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro
ingresso: R$ 60,00 inteira / R$ 30,00
link compra: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-show-a-banda-mais-bonita-da-cidade.aspx instagram: @bandamaisbonita

Informações Complementares:

O videoclipe de "Oração" foi lançado no YouTube em 17 de maio de 2011. Recebeu quase 5 milhões de visualizações em apenas três semanas.

Foi considerada a revelação musical e videoclíptica da semana (18 de maio de 2011) pelo website da MTV.

A Banda Mais Bonita da Cidade conquistou a impressionante marca de mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais, mais de 79 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, 7 turnês internacionais (França, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela) e quase 500 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da nova música popular brasileira (MPB).

Formação

Uyara Torrente (vocalista)
Vinícius Nisi (tecladista)
Eduardo Rozeira (guitarrista)
Vic Vilandez (baixista)
Luís Bourscheidt (baterista)

Discografia

- 2011: A Banda Mais Bonita da Cidade;
- 2012: Canções Que Vão Morrer no Ar;
- 2013: O Mais Feliz Da Vida;
- 2016: DVD Ao Vivo no Cine Jóia (SP);
- 2017: De Cima do Muro Eu Vi o Tempo;
- 2020: single “Quiçá”;
- 2023: Maré Alta, enfim.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=283573&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CCAC4Yo%252BA%253DiYVdDBLR5wsy4ZJYR7-6WzmPwGx%253DVx-LgRAoGvo96Q%2540mail.gmail.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CCAC4Yo%2BA%3DiYVdDBLR5wsy4ZJYR7-6WzmPwGx%3DVx-LgRAoGvo96Q%40mail.gmail.com%3E-1.1.2

Sucesso de público no Festival de Teatro de Curitiba, espetáculo ‘Diário de um Louco’ retorna no Mini-Guaíra

Em curtíssima temporada, encenação conta com apresentações de quinta a domingo (29 de junho a 2 de julho) a preços populares

Sucesso no Festival de Teatro de Curitiba, o espetáculo Diário de Um Louco volta em curtíssima temporada, de 29 de junho a 2 de julho, no simpático Teatro Mini-Guaíra, no Centro. A peça conta de forma descontraída, a história de um funcionário público de existência insignificante, explorando o limite entre a vida real e a vida desejável. A encenação conta com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

O monólogo é uma adaptação de um conto escrito por um dos maiores dramaturgos do século XIX: Nikolai Gogól (1809-1852). A história se passa em São Petersburgo (Rússia) onde um funcionário público, com uma vida pobre e solitária se refugia em seus delírios psicóticos. A trama leva o público a acompanhar o processo de comprometimento da sanidade do personagem de forma gradativa e imersiva.

Para escapar da autoconclusão miserável que é a sua vida, inconscientemente, o personagem cria para si situações fantasiosas e adquire novas identidades, que evoluem até tornar-se um rei. A obra encenada pelo ator carioca Fábyo Rolywer traz inúmeros pontos de reflexão sob a ótica da dramaturgia de Gogól. Rolywer já atuou em mais de 30 espetáculos teatrais em sua carreira e há 4 anos montou ‘Diário de Um Louco’.

"Em 2019, estreamos no Rio de Janeiro e passamos por diversos espaços culturais. Após a pandemia, retomamos com novas temporadas na capital paranaense. Desde o nascimento da peça, eu tinha uma vontade grande de fazer temporada em um dos teatros do complexo Guaíra. Já tinha vindo inúmeras vezes ao Festival de Teatro com produções anteriores e sempre tive um carinho especial pelo espaço. Estou ansioso em mostrar esse trabalho em um teatro tão querido e estimado da cidade”, conta Fábyo.

O espetáculo vem despertando a curiosidade de psicólogos em sua trajetória e também foi objeto de estudo em universidades, além de ser encenado por grandes nomes do teatro brasileiro. A peça explora a psicologia humana, tema que está em alta e aguça o interesse das pessoas neste novo momento pós-pandemia.

“É muito gratificante encenar uma adaptação de um autor tão importante e respeitado na dramaturgia teatral. Muitos outros artistas maravilhosos já mergulharam neste personagem, o que aumenta a nossa responsabilidade em contar essa história incrível. Esperamos todo mundo lá”, conclui Fábyo.

Serviço:

Dias das apresentações: 29/06, 30/06, 1/07 e 2/07 (Quinta a Domingo)

Horário: De Quinta a Sábado, às 20h e Domingo, às 19h.

Local: Teatro Mini-Guaíra - Rua Amintas de Barros S/N°, Centro.

Telefone: (41) 3304-7900

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$40 (inteira) / R$20 (meia)

Site compra de ingressos: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-diario-de-um-louco.aspx

Página: https://www.instagram.com/diariodeumlouco.teatro/

Ficha Técnica:
Texto: Nikolai Gogol
Atuação: Fábyo Rolywer
Direção: Rodrigo Souza
Iluminação e Arte: Dans Souza
Edições gráficas e visuais: Luciano Maccio e Rafael Dantana
Trilha Sonora: Federico Puppi
Operação de som: Jheny Goll
Assessoria de Imprensa: Leandro Bertholini
Produção: Fábyo Rolywer

Musical “O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk” estreia temporada no Guairinha

Espetáculo é uma grande produção com 14 artistas e músicas originais de compositor vindo da Broadway. Produtora paranaense Bife Seco aposta alto e apresenta novo musical original, com estreia nacional nos palcos do Guairinha

Ranieri Gonzales, Laura Binder e Sávio Malheiros, atores do elenco de O Fantasma de Friedrich - Uma Pop Ópera Punk (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Em uma opressora instituição para tratamento de saúde mental, uma jovem melancólica, junto de seu urso de pelúcia, procura pela irmã desaparecida. Mas em sua busca, ela encontra um misterioso livro que liberta um espírito perturbador, ou melhor, perturbado... O fantasma rabugento e existencialista do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Esse é o plot de O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk, um musical tragicômico que poderá ser conferido, em Curitiba, de 18 a 21 de maio, no palco do Teatro Guairinha.

O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk é o novo projeto inédito da Bife Seco, uma das produtoras culturais multiplataformas mais inovadoras do Sul do Brasil, que comemora 13 anos de carreira em 2023, reunindo prêmios, parcerias com artistas renomados, podcasts ouvidos em mais de 30 países e passagem por diversos palcos e festivais brasileiros em sua trajetória. Mirando um dos formatos que mais crescem no país, o teatro musical, a produtora dá mais um passo para ganhar o público de todo o Brasil, com temporada nos palcos de São Paulo, após a estreia em Curitiba.

De acordo com o produtor, Sávio Malheiros, o desejo de criar musicais autenticamente brasileiros é um sonho antigo, mas que só se tornou possível nos últimos anos, resultado da profissionalização do setor fora do eixo Rio-São Paulo e de uma demanda crescente do público por histórias com a cara do Brasil. “Hoje nós temos comunidades gigantescas dedicadas a assistir e apoiar os artistas que produzem esse tipo de teatro. E, cada vez mais, esse público quer se ver também representado nas histórias. Por isso, nossa meta é transformar o nome da Bife Seco em sinônimo de teatro musical autoral de excelência no Brasil”, explica.

O ator multipremiado Ranieri Gonzalez, que completa 36 anos de carreira, é um dos destaques do elenco (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Escrito e dirigido pelo premiado encenador Dimis, a obra é criada em parceria com o maestro e compositor Enzo Veiga, mestre em teatro musical pela New York University, que fez carreiras nos palcos americanos e agora estreia, além do “Fantasma de Friedrich”, o musical “Sparks”, no segmento Off-Broadway, em Nova York. Durante os 150 minutos de espetáculo, o público irá conhecer as 18 canções compostas e arranjadas por Veiga para uma banda punk-rock que irá executar toda a trilha ao vivo.

Aliás, punk-rock é a palavra que define este musical. Com influências que começam na banda punk britânica Sex Pistols e chegam até um dos maiores ícones da nova geração, a cantora Billie Eilish, o musical investe numa estética jovem e arrojada, com números musicais enérgicos para encantar o público e levar o espectador para dentro de um universo lúdico, de fábula e pesadelos. Como em outros trabalhos da Bife Seco, o cinema, a literatura e a cultura pop são elementos constantes de inspiração para criar histórias sempre originais – e com um humor peculiar, que é uma das marcas da produtora. É uma combinação ousada de Disney, Alice no País das Maravilhas e Um Estranho no Ninho para abordar temas urgentes e importantes para as novas gerações, como saúde mental, os efeitos nocivos da vida digital e amadurecimento.

Em uma opressora instituição para tratamento de saúde mental, uma jovem melancólica, junto de seu urso de pelúcia, procura pela irmã desaparecida (Créd. Gutyerrez Erdmann)
Escrito e dirigido pelo premiado encenador Dimis, a obra é criada em parceria com o maestro e compositor Enzo Veiga, mestre em teatro musical pela New York University, que fez carreiras nos palcos americanos e agora estreia, além do “Fantasma de Friedrich”, o musical “Sparks”, no segmento Off-Broadway, em Nova York. Durante os 150 minutos de espetáculo, o público irá conhecer as 18 canções compostas e arranjadas por Veiga para uma banda punk-rock que irá executar toda a trilha ao vivo.

Aliás, punk-rock é a palavra que define este musical. Com influências que começam na banda punk britânica Sex Pistols e chegam até um dos maiores ícones da nova geração, a cantora Billie Eilish, o musical investe numa estética jovem e arrojada, com números musicais enérgicos para encantar o público e levar o espectador para dentro de um universo lúdico, de fábula e pesadelos. Como em outros trabalhos da Bife Seco, o cinema, a literatura e a cultura pop são elementos constantes de inspiração para criar histórias sempre originais – e com um humor peculiar, que é uma das marcas da produtora. É uma combinação ousada de Disney, Alice no País das Maravilhas e Um Estranho no Ninho para abordar temas urgentes e importantes para as novas gerações, como saúde mental, os efeitos nocivos da vida digital e amadurecimento.

Cartaz "O Fantasma de Friedrich" - Cred Bife Seco / Divulgação
Na trama, uma jovem melancólica, chamada Alana, vive atormentada pelo desaparecimento de sua irmã, depois da garota ter sido internada no Hospital das Graças, uma clínica de saúde mental. Acompanhada por Adolfo, seu fiel urso de pelúcia, Alana força sua própria internação na instituição e lá encara o cotidiano difícil de tratamento e remédios, tendo que aprender a conviver com um grupo adolescentes insurgentes e encarar a intimidadora equipe de enfermagem. Mas, em sua busca pela irmã, ela encontra um misterioso livro que libera o fantasma de Friedrich Nietzsche, um filósofo rabugento com crises sobre a vida e a morte.

É uma história que fala sobre a dor da perda, mas também ensina a nunca desistir, pensada para agradar tanto adultos como adolescentes. Inclusive, o elenco mescla nomes consagrados, como o ator multipremiado ator Ranieri Gonzalez, que completa 36 anos de carreira, a novos talentos da geração Z, escolhidos durante um processo de audição que selecionou 10 atores e atrizes entre os mais de 300 candidatos do Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

“Criar um musical desse tamanho, envolvendo 30 artistas e técnicos, com 18 canções originais, cenário, figurino, coreografias, efeitos especiais é um trabalho gigantesco, que leva anos pra se concretizar. Mas nós conseguimos montar uma equipe de excelência, com artistas que fazem parte da história do teatro brasileiro e também novos artistas extremamente talentosos, para incentivar o setor e mostrar como Curitiba pode se tornar polo de criação na área, gerando empregos e levando os nossos artistas para todo o país”, comenta Malheiros.

As apresentações de “O Fantasma de Friendrich” ocorrem às 20h, de quinta-feira a sábado, e às 19h, no domingo. Os ingressos estão disponíveis com valores de R$20 (meia-entrada) a R$40 e podem ser adquiridos pelo Ticket Fácil. Mais informações pelas redes sociais da produtora Bife Seco (Instagram @bife_seco).

SINOPSE – Alana é uma jovem melancólica que vive atormentada pelo desaparecimento de sua irmã, depois da garota ter sido levada ao Hospital das Graças, uma clínica para tratamento de saúde mental que acredita na felicidade a qualquer preço. Após forçar sua própria internação no hospital, Alana inicia uma busca por pistas que a levem ao paradeiro da irmã. Junto de Adolfo, seu fiel urso de pelúcia, ela encara o difícil dia a dia dentro da clínica, tendo que aprender a conviver com um grupo de adolescentes insurgentes e encarar a intimidadora equipe de enfermagem. Mas em sua investigação, ela encontra um misterioso livro que libera o fantasma de Friedrich Nietzsche, um filósofo rabugento com crises existenciais. Agora ela precisará seguir as ideias punks do fantasma para vencer os traumas de seu passado e finalmente encontrar o que procura.
O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk é um grande musical, criado por Dimis e Enzo Veiga, com 14 artistas em cena, incluindo o multipremiado ator Ranieri Gonzalez, que aborda de maneira sensível temas importantes como saúde mental, amadurecimento e a beleza da vida.

Serviço:
“O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk!”
Data: De 18 a 21 de maio (Quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 19h)
Local: Guairinha - Centro Cultural Teatro Guaíra (Rua XV de Novembro, 971)
Gênero: Musical / Tragicomédia
Classificação etária: 14 anos
Duração: 150 minutos (com intervalo)
Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)
Link de vendas: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-o-fantasma-de-friedrich-uma-pop-opera-punk.aspx

Ficha Técnica:
Direção Geral & Dramaturgia: Dimis.
Direção Musical & Composições Originais: Enzo Veiga.
Letras: Dimis & Enzo Veiga.
Elenco: Ranieri Gonzalez, Sávio Malheiros, Laura Binder, Henrique Augusto, Mo Amaral, Laís Cristina, Emanuel Bill, Amanda Nicolau Schubert, Helen Tormina, Filipe Dassie.
Direção de Movimento: Val Salles.
Desenho & Programação de Luz: Lucas Amado.
Desenho & Operação de Luz: Anry Aider.
Sonorização: Chico Santarosa.
Microfonista: Helena Sofia.
Cenografia: Dimis & Leo Gegembauer.
Cenotecnia: Fabiano Hoffmann.
Figurino & Maquiagem: Leo Gegembauer
Costureira: Sandra Canônico.
Boneco Adolfo: Ateliê Miniart.
Fantoches: Tadica Veiga.
Identidade Visual: Amorim.
Fotos: Gutyerrez.
Assistência de Produção: Mariana S Pinheiro, Vini Heimann.
Produção Executiva: Jac Alber.
Direção de Produção: Sávio Malheiros
Realização: Bife Seco

Sobre a Bife Seco – A Bife Seco é uma produtora curitibana, fundada em 2010, que nasceu para contar histórias e encantar o público, pois acredita que só a cultura tem o poder de despertar emoções, ampliar a visão sobre o mundo e aproximar as pessoas. Comemorando 13 anos de sucesso, a Bife soma no currículo mais de 10 produções de destaque, 20 prêmios nacionais, indicação dos principais críticos e jornais, participação nos mais relevantes festivais nacionais e um público de mais de 500 mil espectadores em todas as regiões do Brasil. Em sua trajetória, busca sempre criar obras autorais, com narrativas inovadoras e que tenham uma cara autenticamente brasileira, com destaque para os trabalhos Peça Ruim (2012) e Terrível Incrível Aventura – Um Musical Fabulesco Marítimo! (2016). Em 2021, lançou sua primeira áudio série original, País do Futuro 2024, maior e mais complexo podcast de ficção lançado no Brasil que já alcançou a marca de 50 mil ouvintes em 33 países. No ano seguinte, lançou também a áudio série Selvageria, indicada pela plataforma Deezer como um dos melhores podcasts de 2022. Atualmente, além da estreia do Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk, a Bife se concentra na pré-produção do espetáculo Humanismo Selvagem – Uma Tragicomédia Karaíba, criado a partir do texto vencedor do Prêmio OUTRAS PALAVRAS 2020, e no desenvolvimento da segunda temporada de País do Futuro.

Remontagem de peça de Gianfrancesco Guarnieri discute questões raciais em apresentações no Guairinha

Um grito (preto) parado no ar leva aos palcos texto clássico de Gianfrancesco Guarnieri que furou a censura e é considerado um dos marcos do teatro brasileiro.

No final de abril, Curitiba terá em sua programação uma das obras mais importantes da dramaturgia brasileira: Um grito (preto) parado no ar, que remonta o texto clássico de Gianfranco Guarnieri, encenado na capital paranaense em 1973. Marco do teatro nacional, a peça de Guarnieri foi um importante instrumento de luta contra a ditadura militar, que governou o Brasil entre 1964 e 1985, e, apesar do seu tom contestatório, não foi vetada pela censura, em parte pela linguagem que o autor construiu.
A obra conta a história de uma trupe teatral às raias de estrear sua peça mas que se vê impedida por inúmeros entraves burocráticos, físicos e emocionais. Flutuando em uma névoa de incerteza, o grupo precisa se defrontar com a realidade e também os seus próprios fantasmas. O texto de Guarnieri esmiúça as muitas interpretações do que é ser artista e das relações entre arte e realidade.
Por isso, mesmo passados cinquenta anos, Um grito parado no ar é uma peça forte e atual, que expande ainda mais discussões que Guarnieri começou na década de 1970.

Espírito combativo
A montagem, que tem produção da Prosa Nova EduCultTech e direção de Loara Gonçalves, terá o mesmo espírito combativo que marcou o espetáculo desde a sua estreia, cinco décadas atrás, atualizando a temática paro as demandas sociais atuais, como a precarização do trabalho em certas categorias, e também para a discussão racial. E, por isso, da inclusão do adjetivo “preto” no título.
Portanto, ao colocar o adjetivo “preto” no título, evidencia-se preocupação e a necessidade de dar visibilidade e protagonismo a uma parcela da população que é marginalizada, destituída dos seus direitos. Segundo Loara Gonçalves, diretora do espetáculo, o teatro é um espaço de manifestação, de busca pelo grito, onde os silenciados podem contar as suas histórias.
“Vivemos em um sistema que massacra, que está tolhendo sonhos”, explica. “Quando a gente fala de ‘um grito preto’, está falando das mazelas e das denúncias que são fundamentais. A gente ainda vive em uma sociedade racista, que nos boicota a ponto de recebermos menos. A população carcerária é, em sua maioria, preta. A gente percebe que nossos lugares são sempre impostos, por isso, as nossas urgências são outras”.

Serviço
Um grito (preto) parado no ar
Quando
Quarta | 26/04/2023 | 21h
Quinta | 27/04/2023 | 21h
Sexta | 28/04/2023 | 21h
Sábado | 29/04/2023 | 18h
Sábado | 29/04/2023 | 21h
Domingo | 30/04/2023 | 18h
Domingo | 30/04/2023 | 21h

Onde
Guairinha – Auditório Salvador Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971, 80020-310

Ingressos: https://bit.ly/IngressosUGPPNA

Ficha técnica
Direção: Loara Gonçalves
Elenco: Maicon José Gonçalves de Morais; Monica Margarido; Vanessa Marques; Murilo Ique; Cleo Cavalcantty; Taciane Vieira.

Equipe: Luiz Andrioli – Diretor de produção; Marina Rodrigues Pires Padilha – Maquiadora; Gui Almeida – Cenógrafo e figurinista; Katia Drumond – Coreógrafa; Jamille Reddin – Produtora; Luana Mello – Designer; Salve Samuca – Sonoplasta.

Realização: Prosa Nova EduCultTech | prosanova.com.br prosanova.com.br
Página do espetáculo com mais informações: prosanova.com.br/umgritoparadonoar

Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra

Incentivo: Ebanx e Serra Verde Express

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Um Molière levado ao extremo no Festival de Curitiba

Sem abrir a boca, Companhia Teatro Esplendor tempera clássico da
comédia francesa com expressionismo, tragédia e até capoeira

Por Sandoval Matheus – Agência de Notícias Festival de Curitiba

Como montar uma das maiores comédias de todos os tempos? Os cariocas da Companhia Teatro Esplendor escolheram ser extremamente originais e subverter quase tudo. O resultado é que depois de nove meses de trabalho intenso, a livre adaptação de “O Tartufo”, a peça clássica do francês Molière, se transformou em uma obra expressionista, sombriamente estilizada, de ações carregadas e que, como num filme de Charles Chaplin, diz tudo sem dizer uma única palavra. O espetáculo, que em 2018 foi indicado aos prêmios Shell de Inovação, Melhor Figurino e Melhor Iluminação, chega agora à Mostra Lucia Camargo do Festival de Curitiba, com sessões nos dias 4 e 5 de abril, no Guairinha.

“Foi muito natural. Chegou um momento em que percebemos que as ações dos personagens falavam por si, estavam interessantes, loucas, uma coisa inédita. Era algo diferente. A gente não precisava dizer mais nada”, conta a atriz Yasmin Gomlevsky, que interpreta o personagem principal, o tartufo do título, um trambiqueiro profissional que usa a religião para se infiltrar em uma família, instalar o caos e saquear qualquer coisa em que puder colocar as mãos.

“O Molière está ali, a gente partiu do texto dele”, garante o diretor Bruce Gomlevsky. “Mas esse texto virou um pretexto, digamos assim. Até por isso, o título da nossa peça é ‘Um Tartufo’. É um entre tantos. É o nosso Tartufo.”

Para os integrantes da Companhia Esplendor, hoje a TV, o cinema e os catálogos dos serviços de streaming já dão conta de reproduzir, em suas obras, o realismo do mundo. Até por isso, eles queriam ir além. “É uma questão mesmo de colocar uma lupa, uma lente de aumento sobre as emoções humanas”, define Gustavo Damasceno, que no palco faz o papel de Orgonte, o pai de família praticamente abduzido por Tartufo, incapaz de ouvir os reiterados avisos daqueles que o cercam sobre a catástrofe que se avizinha.

Retiradas as palavras, sobrou espaço para a invenção. Dessa forma, a cena que no enredo original era uma grande discussão entre Orgonte e seu cunhado, Cleanto, sobre moral, ideologia e religião, na nova versão foi resolvida com um duelo de capoeira.

Já outra passagem, em que o impostor tenta seduzir Elmira, esposa de Orgonte, agora é levada às raias da barbárie, com uma encenação de abuso sexual. Tudo fica ainda mais marcante por conta da trilha sonora do compositor esloveno Borut Krzisnik.

Quando escreveu “O Tartufo”, no século 17, Molière foi censurado pela Igreja e pelo então rei da França, Luís XIV. O dramaturgo precisou retrabalhar o texto e deixar o final mais ameno. O primeiro rascunho se perdeu no tempo, mas a Companhia Esplendor recupera essa ideia e conclui o espetáculo de uma maneira bem menos feliz do que aquela que se popularizou, dando vazão a toda a tragédia em potencial.

“É um tema universal, esse da hipocrisia, da falsa moralidade, da imposição autoritária. O mundo nunca deixou de ter isso”, considera Yasmin Gomlevsky. “Eles ainda estão por aí, os tartufos.” Quem avisa, amigo é.

“Um Tartufo” faz parte da programação da Mostra Lucia Camargo, que é apresentada por Banco CNH Industrial e New Holland, Bosch, Novozymes, Copel e Sanepar – Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de EBANX, DaMagrinha 100% Integral, GRASP e ClearCorrect. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Ingressos disponíveis pelo site oficial e na bilheteria física no Shopping Mueller (Piso L3).

Cia. Teatro Esplendor. Direção: Bruce Gomlevsky. Elenco: Yasmin Gomlevsky, Gustavo Damasceno, Thiago Guerrante, Ricardo Lopes, Victoria Reis, Glauce Guima, Lucas Garbois, Gustavo Luz. Música Original: Borut Krzisnik. Cenário: Bel Lobo e Bruce Gomlevsky. Figurino: Maria Duarte e Márcia Pitanga. Luz: Elisa Tandeta. Caracterização: Mona Magalhães. Fotos: Dalton Valério e Manu Tasca. Programação Visual: Rita Ariani. Assistência de Direção: Luiza Espíndula. Assistência de Direção Remontagem: Lízia Bueno. Assistente de Cenário: Nathália Meyohas. Cabeleireiro: Netto Guarani. Direção de Produção: Gabriel Garcia.

Serviço:
Um Tartufo
Mostra Lucia Camargo - Festival de Curitiba
Data e Horário: 4 e 5 de abril às 20h30.
Local: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 – Centro)
Classificação: 14
Duração: 96'
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e no Shopping Mueller (Piso L3).
Valores: R$ 80 e R$ 40 (meia)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #luciacamargo

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, um tartufo, guairinha, molière, companhia esplendor

Circus Machine – Um novo mundo de descobertas

Guairinha recebe a estreia do espetáculo musical da Cia dos Palhaços com seis sessões

O espetáculo Circus Machine é a produção mais recente da Cia dos Palhaços, com seis sessões no Guairinha, nos dias 24, 25, 26 de fevereiro e 03, 04 e 05 de março. Mesclando a música e a comédia, o Circus Machine é um convite para que o público seja cúmplice de uma grande descoberta ao lado do cosmonauta W85 (Palhaço Wilson) em sua missão de busca e reconhecimento em uma ruína civilizatória que aos poucos se encanta pelo que encontra e se conecta com novas traquitanas.

O mistério da chegada do cosmonauta traz à tona a exploração de um novo mundo que carrega consigo a verdadeira essência que nos dias de hoje ainda desconhecemos. O público poderá conferir novas formas de interagir, em um trabalho desafiador que mistura elementos cômicos e tecnológicos, para criar efeitos especiais acessíveis e potencializar a linguagem do palhaço e da música.

Eliezer Vander Brock, diretor e ator do espetáculo, é apaixonado por música e tecnologia, além de todo universo clown. E, com a ajuda da tecnologia, desenvolveu traquitanas musicais interativas que possibilitaram a criação de novas criaturas e personagens excêntricos, anti-heróis, que ganharam vida a partir da interação com o palhaço e seus instrumentos inusitados.

O resultado é um espetáculo que foge do senso comum e que explora novos caminhos na palhaçaria. “Em 2005, a música tornou-se parte integrante do meu percurso artístico e até hoje continua a emocionar-me quando é trazida para o mesmo universo da palhaçaria. As possibilidades de desconstrução são infinitas - desde a pesquisa aprofundada sobre o timing cômico até as emocionantes traquitanas musicais”, revela.

Eliezer também conta sobre criar novas formas de interação que se tornam cada vez mais desafiadoras em um mundo digitalizado. “Felizmente, minha jornada também passa pela tecnologia, linguagem que venho estudando há muito tempo e que me abre todos os dias novos caminhos a explorar dentro da arte da palhaçaria, como a possibilidade de desenvolver mecanismos programados para efeitos especiais”, explica.

O diretor reflete que uma das grandes inspirações para realizar o Circus Machine foi fugir do senso comum, deixar um clima suspenso, sem que o público saiba qual será o próximo passo, e caminhar com a linguagem do improviso e do estado presente inerente ao palhaço. “Nessa história, busquei entender qual figura teria mais impacto: personagens estranhos que podem nos trazer diferentes sensações e como um ambiente construído com direção visual e fotográfica amplifica sua identidade. Nada mais inadequado do que trazer um estranho ‘ser’ do futuro, que navega em busca da vida”, diz.

Explorar novos caminhos na palhaçaria é sempre um risco. Tirar o palhaço de seu “habitat” natural que é o circo, mas desenvolver relações em novos ambientes, também pode mostrar que o palhaço não se limita a uma linguagem ou tipo de público.

Sobre o espetáculo

Circus Machine é a história de um cosmonauta eleito para desbravar, em looping, o planeta terra – ou o que restou dela. Essa é a prova viva de que a arte do palhaço desafia fronteiras. E, nesta jornada sensorial de cultura pop, seguem as tentativas fracassadas no caminho das descobertas. Em tempos de ameaça nuclear, rumores ditatoriais e tik tokers em busca da próxima trend, a maior de todas as tragédias é levar-se a sério demais.

Das ruínas civilizatórias de um futuro não muito distante, o espetáculo constrói a narrativa definitiva do caos estelar. “Trazer o futuro para a atual atmosfera apocalíptica para convergir para nossas essências e nossas relações é, em última análise, a única coisa que nos resta entre os escombros. A boa notícia é que você pode vivenciar esse novo mundo com tudo o que somos capazes de sentir e compartilhar”, comenta.

Não perca a oportunidade de experimentar esse novo mundo, onde tudo é possível e a única coisa que nos resta no meio dos escombros é a humanidade e o afeto que podemos compartilhar. E você é nosso convidado para ser cúmplice desta descoberta.

SERVIÇOS:
Espetáculo: Circus Machine
Datas: 24, 25 e 26 de fevereiro e 03, 04 e 05 de março de 2023
Horário: Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.
Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR)
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-circus-machine.aspx
Duração: 40 minutos.
Classificação: 12 anos.
Venda antecipada de ingressos no Ticket Fácil ou na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA
Direção: Eliezer Vander Brock
Colaboração dramatúrgica: Felipe Sarrafo
Atuação: Eliezer Vander Brock
Direção de arte: Luciano Wieser
Desenho de luz: Anry Aider

Consultoria musical: Gilson Fukushima
Direção musical: Gui Miudo
Produção musical, mixagem e masterização: Gui Miudo
Sonoplastia: Filipe Castro
Preparação vocal: Andrea Cechin
Efeitos especiais: Paulo Carneiro (Palhaço Abel) e Hurakan
Figurinos: Fabiana Pescara e Renata Skrobot
Visagismo: Mozart Machado
Adereços: Luciano Wieser
Ensaio fotográfico: Stefanny Ogata
Foto still: Magnö van Erven
Projeto Visual: Priscylla Nunes
Ilustração: Thiago Limón
Produção: Cia dos Palhaços (Nathalia Luiz, Juliana Takenaka e Fabrício de Angelis)
Agradecimentos especiais: Flávia Ulbrich, Valdir Vander Brock, Zélia Vander Brock e Alan
Cesar (Palhaço Pituxo)

Cia dos Palhaços nas redes sociais:
Site: www.ciadospalhacos.com.br
Instagram: www.instagram.com/ciadospalhacos/
Facebook: www.facebook.com/a.ciadospalhacos/
YouTube: www.youtube.com/user/CiadosPalhacos
E-mail: contato@ciadospalhacos.com.br

Concerto em Ri Maior Maior volta aos palcos no Guairinha

Espetáculo da Cia dos Palhaços é uma comédia musical para todas as idades

A Cia dos Palhaços completou 18 anos e comemora sua trajetória de sucesso com grandes espetáculos. O Concerto em Ri Maior foi a primeira montagem da companhia e ganha um espaço especial no repertório dos artistas. Já passou por 90 cidades pelo Brasil e Portugal, e volta em temporada nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro em Curitiba, no Guairinha.

Diversão garantida para todas as idades, “Concerto em Ri Maior” é uma comédia musical que une dança, improvisação e palhaçaria. Na história, um maestro e palhaço que não fala o idioma português, Wilson Chevchenco, apresenta um concerto baseado em sua origem russa. Para isso, conta com a ajuda de seu fiel amigo, o palhaço Sarrafo, que atua como tradutor para a plateia. A partir daí, muita interação com o público e humor entram em cena, numa sequência de divertidas confusões. “Um dos segredos deste trabalho é o envolvimento da plateia e a forma como os palhaços apresentam a música misturada à comédia, resultando numa catarse musical cômica”, explica o palhaço e músico Eliezer Vander Brock, que interpreta Wilson Chevchenco na montagem. "Trazer uma figura excêntrica como um palhaço russo mal-humorado (Chevchenco), destoando de seu tradutor contente e cheio de energia (Sarrafo), enriquece a relação dos dois em cena e amarra as histórias de cada obra musical.

O resultado encanta o público e captura a atenção até o final", completa. O público, aliás, é parte fundamental da trama, pois é convocado pelo palhaço Sarrafo para fazer o papel de coral no concerto atrapalhado.

Sarrafo é vivido por Felipe Ternes, que também assina a direção artística da montagem. Cabe a ele ainda os números de malabarismo e dança. A direção musical é de Vander Brock, e ele também mostra seu talento múltiplo tocando vários instrumentos no espetáculo, como piano, violão, acordeom, gaita e harmônica.

A primeira encenação deste espetáculo foi em 2005. De lá para cá, percorreu o país de norte a sul, participando de festivais de teatro, circo e música. Passou também por Portugal, em 2012, com apresentações em Lisboa, Porto, Portalegre e Sintra.

Serviço:

Concerto em Ri Maior

Horário: Sextas, sábados e domingos, nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro de 2023.

Sextas e sábados, às 21h. Domingos às 19h.

Local: Guairinha (R. XV de Novembro, 971).

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Duração: 70 minutos.

Classificação: 10 anos.

Venda antecipada de ingressos no link:

https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-concerto-em-ri-maior.aspx

Ficha técnica

Direção Musical: Eliezer Vander Brock

Elenco: Eliezer Vander Brock e Felipe Ternes de Oliveira

Sonoplastia: Eliezer Vander Brock

Iluminação: Anry Aider

Técnico de Som: Henrique Rocha

Produção: Fabrício de Angelis, Nathalia Luiz e Juliana Takenaka

Direção Artística: Felipe Ternes

Comunicação: Com Leite Comunicação Integrada

Realização: Cia dos Palhaços

Músicas de cinema invadem o Guairinha. Pianista Thiago Lima conduz espetáculo em 14 de dezembro

Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes
No próximo dia 14 de dezembro, às 20h, o Teatro Guairinha apresenta o espetáculo “Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, conduzido por Thiago Lima.

O pianista Thiago Lima completa 25 anos de carreira este ano, e traz em sua trajetória musical a experiência de criar trilhas sonoras para teatro, cinema, dança, ginástica rítmica, entre outras mídias. Além de ter uma intensa atuação como Coach de carreira no projeto “Talentos no Palco”.

Quem não lembra daquele tema de 007, ou aquele nostálgico tema de Perfume de Mulher, a envolvente música de A Bela e a Fera, os divertidos temas das séries de TV, a lendária trilha de Star Wars, e por aí vai?

Foi pensando na emoção que as trilhas sonoras proporcionam que Thiago Lima preparou um espetáculo com trechos de grandes trilhas marcantes ao piano. “Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes”, assegura o artista.

Serviço

“Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, com Thiago Lima

Data: 14 de dezembro, às 20h

Local: Teatro Guairinha, em Curitiba

Ingressos: https://ticketfacil.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerSectionReservation.aspx?PerformanceId=20988&trk_eventId=2349

Realização: Amarias Cultura

Nova companhia de ópera de Curitiba faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”

Estrelada pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, Companhia Santa Cecília se apresenta no próximo dia 27 de novembro, no Guairinha

Curitiba acaba de ganhar uma nova companhia de ópera. Trata-se da Companhia Santa Cecília, que faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”, que será apresentado no próximo dia 27 de novembro (domingo), às 20 horas, no Guairinha (auditório Salvador de Ferrante).

Com direção musical de Thiago Plaça Teixeira, o concerto lírico será estrelado pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, que acaba de voltar para a capital paranaense após uma temporada de trabalhos e estudos na Itália. Formada pela conceituada Universität Mozarteum de Salzburg, da Áustria, ela já participou de vários concertos, óperas e operetas tanto no Brasil quanto no exterior, cantando papéis principais.

Em “La Sonnambula”, Ornella será acompanhada pelo tenor Vitorio Scarpi, pelo barítono Cláudio de Biaggi, pela também soprano Melissa Bergonso e pela mezzo-soprano Diana Danieli. Com formações variadas e diversos trabalhos já realizados, todos eles integram a Companhia Santa Cecília, sendo naturais do Paraná e residentes de Curitiba.

O coro será formado pelos cantores líricos convidados Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello e Paloma López (sopranos); Maico Sant’Anna, Mario Malinconi e Odair Sebaniski (tenores); e Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães (baixos). A narração será feita pelo ator Renet Lyon.

A orquestra que tocará na montagem de estreia é composta por músicos de Curitiba que também participam de outros grupos da cidade, como Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba e Orquestra Filarmônica da UFPR. Eles contarão com a regência do maestro Felipe Biesek.

La Sonnambula

A ópera La Sonnambula, do compositor italiano Vicenzo Bellini, é dividida em dois atos, tendo sido apresentada pela primeira vez no Teatro Carcano, em Milão, em 1831. A ação acontece em uma vila suíça no início do século XIX. Amina (que será interpretada por Ornella de Lucca) - filha adotiva de Teresa (Diana Danieli), dona do moinho da vila - comemora seu noivado com Elvino (Vitorio Scarpi), um jovem e rico fazendeiro.

Durante os festejos, chega um misterioso estrangeiro, que é, na verdade, o Conde Rodolfo (Cláudio de Biaggi), que retorna à vila de sua infância depois de muitos anos. O Conde hospeda-se naquela noite na hospedaria da vila, cuja proprietária é Lisa (Melissa Bergonso), apaixonada por Elvino.

Ninguém sabe, mas Amina é sonâmbula e justamente naquela noite perambula pela vila chegando até o quarto do Conde. Vendo a moça em estado de sonambulismo, o Conde discretamente se retira, mas a presença dela no quarto é descoberta por Lisa e revelada, dando origem a um grande conflito.

FICHA TÉCNICA:

Direção musical e correpetição: Thiago Plaça Teixeira.

Solistas: Ornella de Lucca, Vitorio Scarpi, Cláudio de Biaggi, Melissa Bergonso e Diana Danieli.

Coro: Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello, Paloma López, Maico Sant’Anna, Mario Malinconi, Odair Sebaniski, Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães.

Ator/narrador: Renet Lyon.

Regência: Felipe Biesek.

Violino I: Ângelo Martins da Silva (spalla), Pablo Malagutti, Paulo André Hübner,

Pedro Ferreira, Vinícius Henrique Batista e Vitor Andrade.

Violino II: Dan Tolomony (chefe de naipe), Cesar Augusto Vieira, Everton Escorissa Santos e Vinicius Marini Woicolesko.

Viola: Jader da Cruz (chefe de naipe) e Fabiane Nishimori Ferronato.

Violoncelo: Samuel Pessatti (chefe de naipe) e Bruno Vinicius Rosa.

Contrabaixo: Vitor Vieira da Costa.

Flauta: Denusa Castellain.

Oboé: Maicon Alves Nogueira.

Clarinete: Elvis Willian Ferreira Tosta e Karine Leticia Fragoso.

Fagote: Juliano Pontes.

Trompa: João Gustavo Schmidt Braz e Weber Alesandro Gomes.

Trompete: Otavio Rasera.

Tímpano: Ivan Souza Lemes.

Iluminação: Lucas Amado.

Projeções: Lumen Audiovisual.

SERVIÇO:

Ópera “La Sonnambula”

Quando: 27 de novembro (domingo)

Onde: Teatro Guaíra (Auditório Salvador de Ferrante - Guairinha). Rua XV de Novembro, 971, Centro, Curitiba.

Horário: 20 horas

Duração do espetáculo: uma hora e trinta minutos

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Classificação etária: 7 anos

Venda de ingressos: site Ticket Fácil (https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-concerto-lirico-la-sonnambula-de-bellini.aspx)

Protagonizado pela atriz Fernanda Thurann, peça será apresentadaem Curitiba nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Guairinha.

O hábito ancestral das famílias de se sentar para ouvir histórias fantásticas é resgatado no espetáculo Os Encantados do Sossego, estrelado pela atriz Fernanda Thurann e dirigido por Monique Sobral de Boutteville, que também assina a dramaturgia ao lado de Edyr Augusto. A montagem poderá ser assistida em Curitiba, em três apresentações nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Centro Cultural Teatro Guaíra (auditório Guairinha).

Segundo Monique de Boutteville, idealizadora do projeto, o espetáculo nasceu da pesquisa para o doutorado dela sobre a preservação de algumas práticas artísticas/culturais amazônicas. “A pesquisa foi iniciada com a atriz Fernanda Thurann em 2015, como um processo de coleta lúdica de dados. Rapidamente, percebemos a potência cênica das narrativas e dos dispositivos de contação que identifico como métodos próprios ao contador marajoara”, revela.

A trama explora lendas e mitos amazônicos ao acompanhar a história de Joana, uma mulher que vive na “Casa do Sossego”, na Ilha do Marajó, na foz do Rio Amazonas. Ela embarca em suas lembranças mais antigas para desvendar os mistérios que rondam a sua família. E se depara com eventos extraordinários – ora trágicos, ora fantásticos – que pairaram sobre aquele núcleo, depois que a família decidiu morar em terras Marajoaras.

A narrativa, de acordo com a diretora, é um emaranhado de memorias. “Ela tem uma forte base nas narrativas coletadas (os mitos do Boto e da Mulher Cheirosa), mas também cita e encarna outras histórias ancestrais, como A Cobra Grande do Sossego. A própria Joana foi construída a partir de referências da mitologia amazônica, como as figuras de Iara, Matinta e Damiana. Mas o texto também tem um caráter autobiográfico de experiências familiares vividas na região. Minhas memorias hoje se confundem com as de Joana, não consigo mais dissociar inteiramente o que é memoria inventada, vivida e coletada”, relata.

A construção da protagonista também evoca importantes temas do universo feminino, como a solidão, a perda e a maternidade. “Eu me identifico com a Joana em diversos aspectos. Talvez muito desse lugar de solidão me é bastante particular e essa ideia de crescer e se ver só no mundo. Essa rotatividade de pessoas e sentimentos que entram e saem de nossas vidas. Outro ponto de identificação é a força que ela tem de, mesmo nas adversidades, tirar algo bonito e valoroso”, conta a atriz Fernanda Thurann.

“Os ensaios para esse trabalho se tornaram um processo muito íntimo, muito delicado, além de tratar de histórias muito reais. Apesar de estarmos contando sobre lendas e mitos da Ilha de Marajó, são histórias que tratam de dores reais e tentamos, de forma lúdica, contar sobre as perdas da vida, que é comum a todos”, acrescenta a atriz. O espetáculo é um convite para conhecer um lugar mágico e exaltar a cultura brasileira. É uma história de amor, fraternidade e de respeito à natureza, aos ancestrais e às crenças de um território místico.

A encenação
Ambientada em uma casa em ruinas corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza, a cenografia assinada pelo paraense Nando Lima aposta em um conjunto de elementos naturais e objetos cênicos para transpor uma ambientação que se divide entre a floresta amazônica e a casa em ruinas de uma família que já teve muita abundância, mas que que foi corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza. Os acessórios são assinados pelo artista-artesão Ronaldo Guedes, ceramista marajoara que traz à cena elementos em barro e madeira. O trabalho do artista também fala sobre ancestralidade e é marcado pelo grafismo marajoara.

O figurino evoca elementos de uma família outrora abastada com traços de vestimentas típicas das danças tradicionais da região. A trilha sonora do músico e compositor Thiago Sobral possui paisagens sonoras gravadas com sons da floresta que costuram a narrativa. A presença de dois músicos em cena permite um diálogo sonoro direto com a atriz.

Sobre a diretora Monique Sobral de Boutteville
Monique Sobral de Boutteville é formada em Cinema pela Universidade Paris 8, em Teatro pela CAL-RJ e em Letras – Língua Francesa pela Universidade do Pará. Tem mestrado em Estudos Teatrais pela Universidade Paris 8 e é doutoranda pela Universidade Saint Denis-Paris 8.

Atuou, dirigiu e escreveu várias peças de teatro no Brasil e na França e é cofundadora da Cia. 4Pontas, no RJ, e da Cie Ibrida em Paris. No seu percurso interartístico, associando teatro e cinema, dirigiu e atuou em curtas-metragens e documentários. Suas áreas de pesquisa e criação envolvem adaptação em cinema e teatro, memória imaterial, interculturalidade e práticas tradicionais amazônicas.

Sobre a atriz Fernanda Thurann
Atriz e produtora executiva da Brisa Filmes, Fernanda Thurann é formada pelo The Lee Strarsberg Theatre and Film Institute, em Nova York, nos EUA. No cinema, produziu o premiado longa Medusa que teve seu lançamento na Seleção Oficial da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes2021, participou como atriz e produtora do premiado longa de terror Cabrito, de Luciano de Azevedo, e do filme Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, do também premiado Pedro Gui. Atuou ainda em Paula, de Joana Collie; “Pedro Sob a Cama, de Paulo Pons, e Cartografia das Ondas, de Heloísa Machado. Em julho, estreia a série Maldivas da Netflix.

No teatro, ela produziu e atuou na adaptação de Dogville, dirigida por Zé Henrique de Paula, a partir do filme de Lars Von Trier. Participou também de O Nó do Coração, de David Elridge; Perto do Coração Selvagem, com direção de Luis Arthur Nunes; Diários do Paraíso, de Caio Andrade; O Mambembe, de Arthur Azevedo; e Café Playa Moon (OFF Broadway – Nova York/EUA).

Ficha Técnica:
Atriz: Fernanda Thurann. Músicos: Thiago Sobral e Lucas Fixel. Dramaturgia: Monique Sobral de Boutteville e Edyr Augusto. Direção: Monique Sobral de Boutteville. Direção Musical: Thiago Sobral. Assistência de Direção: André Garcia Alvez. Preparação Corporal: Brisa Caleri e Paula Fernanda Andrade. Preparação Vocal: Gabriella Florenzano e Jaqueline Priston. Cenografia e Iluminação: Nando Lima. Esculturas em cerâmica: Ronaldo Guedes / Ateliê Arte Mangue Marajó. Figurino: Maison Revolta. Design Gráfico e Criação - Pedro Pedreira. Fotografia: Vinícius Mochizuki e Walda Marques. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Produção de Comunicação: Ana Lobo. Coordenação Administrativo-Financeira: Felipe Valle e Mariana Sobreira / Fomenta Consultoria. Assessoria Jurídica: Ana Carolina Capozzi e Natália Beukers. Produção Executiva: Ana Beatriz Figueras. Assistência de Produção: Juliana Espíndola. Direção de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi. Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais. Idealização: 4Pontas Produções Artísticas. Realização: Brisa Filmes.

Serviço:
OS ENCANTADOS DO SOSSEGO
Dias 15, 16 e 17 de julho – Sexta e sábado, às 21h.Domingo às 19h.
Classificação etária: Recomendado a partir de 10 anos.
Duração: 60 minutos.

Centro Cultural Teatro Guaíra - Auditório Salvador Ferrante (Guairinha)
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Capacidade: 472 lugares.
Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30 (meia)
Na Bilheteria do Teatro Guaíra - de segunda a sexta, das 12 às 18 horas.
Nos dias de evento, a bilheteria abre com 02 horas de antecedência.
Compras via internet: www.ticketfacil.com.br
Informações: (41)3304-7900

Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito” com Vera Fischer

A peça ainda traz no elenco Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch. O texto é de Eduardo Bakr e direção de Tadeu Aguiar
Nos dias 3, 4 e 5 de junho, o Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito”, pela escrita por Eduardo Bakr com direção de Tadeu Aguiar. O espetáculo marca o retorno de Vera Fischer ao palco depois de 4 anos. Ao mesmo tempo completa 55 anos de carreira. No elenco ainda estão Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch.

“A peça coloca uma lente de aumento sobre sentimentos e sensações de cada um dos personagens. Destaco no texto o exagero sobre os pensamentos, desejos e motivações”, conta o autor Eduardo Bakr.

Vera Fischer é dona Dulce Carmona, uma septuagenária que recebe a notícia de que seu único filho, Lauro (Mouhamed Harfouch), vai se casar com uma mulher que ela não conhece (Larissa Maciel). A partir daí, a comédia mostra a luta de uma mãe obcecada para dar ao filho um futuro digno de sua “classe social”. A aristocrática Dona Dulce Carmona entra numa guerra com a noiva do filho para manter a imagem da família.

Conhecido pela direção de grandes musicais, Tadeu Aguiar completa 42 anos de carreira encenando uma comédia ácida. “Além do amor materno, há outros amores permeando a peça: o amor do filho pela mãe, do homem pela mulher, da mulher pelo homem, e, até, pelos filhos que poderão vir. “Quando eu for mãe quero amar desse jeito” mostra um pouco desse amor atávico, mais forte do que a gente”, detalha. Tadeu, também diretor do musical “A cor púrpura”, com mais de 70 prêmios.

“Quando eu for mãe quero amar desse jeito” reúne três atores com trajetórias bem diferentes. Recém-completados 70 anos, Vera Fischer diz que ama fazer teatro e trabalhar: “Minha vida não faz sentido sem trabalho. Eu preciso do trabalho. Sou independente. Quero trabalhar até meus 100 anos, quero fazer uma festa maior e melhor do que a dos meus 50! É isso! Eu sou daquele tipo de pessoa que todos os dias comemora a vida!". Larissa Maciel, lembrada até hoje pela interpretação da cantora Maysa na série da TV Globo, diz que sua personagem vai se revelando aos poucos. “O público terá que decifrá-la. Estou trabalhando com a Vera Fischer pela primeira vez, e pela segunda com o Mouhamed. Nosso trio teve sinergia desde a primeira leitura e temos nos divertido muito em cena”, revela Maciel. “Passa um filme na minha cabeça. A saudade do teatro era tanta antes dos ensaios, que quando o cenário chegou, parei e fui correndo brincar com os objetos de cena”, diz Mouhamed Harfouch.

O figurino de Dani Vidal e Ney Madeira busca acentuar a personalidade dos personagens, oferecendo apoio a suas transformações ao longo do espetáculo. Uma paleta que vai do tom nude ao bordô intenso, marca a trajetória de Carmona, sendo utilizada a mesma paleta em gradação inversa para Gardênia. “Desta forma, buscamos posicionar gradativamente a noiva e futura esposa de Lauro, no lugar em que encontra Carmona, inicialmente”, conta Dani Vidal. “Lauro se mantém em posição intermediária, mediando as duas intensas e queridas mulheres, marcado em tons de azul. Um contraste surpreendente será revelado na cena de casamento de Gardênia e Lauro, identificando os desejos reais das duas mulheres de sua vida”, especifica Ney Madeira.

O cenário de Natália Lana ambienta o espetáculo em uma casa aristocrática com certa decadência. “Apesar de à primeira vista termos um cenário realista, buscamos quebras e cortes que simbolizam a força da relação entre estas duas mulheres que não medem esforços para atingir seus objetivos. Optamos pela paleta de cores carregada no dourado e vermelho para enfatizar ainda mais esta força”, afirma Natália. A luz de Daniela Sanchez pretende manter a atmosfera de tensão constante. Com a luz é possível manipular quase que imperceptivelmente, através dos diferentes ângulos e recortes, as mudanças de cenas, num clima de mistério e suspense. Isso, sem perder a lado do humor ácido que a peça proporciona. A trilha sonora de Liliane Secco será toda original. ”Faço uso de instrumentos virtuais, recurso que dispensa a participação de músicos ao vivo”, finaliza Secco.

FICHA TÉCNICA
Texto: Eduardo Bakr
Direção: Tadeu Aguiar
Elenco: Vera Fischer, Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch
Cenário: Natália Lana
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Desenho de luz: Daniela Sanchez
Trilha sonora original: Liliane Secco
Assistência de direção: Flavia Rinaldi
Produção Executiva: Edgard Jordão
Coordenação de produção: Norma Thiré

Serviço
“Quando eu for mãe quero amar desse jeito”
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 80 minutos
Data: 03, 04 e 05 de Junho | Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h
Local: Teatro Guairinha – Rua XV de Novembro, s/n - Centro | Curitiba - PR
Telefone: (51) 3227.510 | 3227.5300
Vendas Online: www.ticketfacil.com.br
Bilheteria: CCTG - Centro Cultural Teatro Guaíra
Rua Conselheiro Laurindo, s/n - Centro, Curitiba – PR
Horário: Segunda à Sexta das 12h às 18h
Valores Ingressos
Balcão: Inteira – R$ 90,00 | Meia-entrada: R$ 45,00
Plateia: Inteira – R$ 140,00 | Meia-entrada: R$ 70,00
Descontos: consulte os descontos legais no site da ticketeira

ESPETÁCULO CONTOS ENCERRA TEMPORADA EM CURITIBA NO MINIAUDITÓRIO DO TEATRO GUAÍRA NESTE FIM DE SEMANA

Cia Ilimitada faz as últimas apresentações neste sábado e domingo (28 e 29 de maio), às 19h. Ingresso gratuito

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=245689&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CSJ0PR22MB35253A268922EE711712536BA1D79%2540SJ0PR22MB3525.namprd22.prod.outlook.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CSJ0PR22MB35253A268922EE711712536BA1D79%40SJ0PR22MB3525.namprd22.prod.outlook.com%3E-1.1.2
Foto: Maringas Maciel

Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach, que integra música, teatro e contação de histórias encerra neste fim de semana a circulação por teatros de Curitiba. As últimas apresentações serão neste sábado e domingo, 28 e 29 de maio, às 19h, no Miniauditório do Teatro Guaíra. A entrada é gratuita.

O espetáculo reúne atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro que se alternam entre narradores e personagens para narrar histórias construídas a partir de contos da tradição oral. A música é executada ao vivo. “Essas histórias não são contadas somente pelas palavras, pelo texto, por atores, mas também pela música, sons, silêncio e, principalmente, pelas imagens que se constroem no imaginário da plateia. Contos exige a participação ativa do público. Nós apenas preparamos o ambiente e oferecemos tempo e espaço, é um trabalho que carrega simplicidade, por isso exige uma entrega verdadeira e sincera dos artistas”, conta o diretor Marcio Juliano.

Fazem parte do elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. Nadja Naira (cia brasileira de teatro) assina a luz e divide a assistência de direção com Mônica Infante que também é responsável pela preparação corporal. As composições feitas especialmente para o trabalho são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

A classificação indicativa do trabalho é livre, pode ser visto por toda a família.

A Pele da Alma é um dos contos, se passa em uma terra gelada à beira mar e narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O Comprador de Sonhos, o outro conto, nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano

Direção Musical: Sérgio Albach

Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima

Elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.

Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira

Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante

Operação de Luz: Henrique Linhares

Operação de Som: Chico Santarosa

Produção Executiva: Marcos Trindade

Assistência de Produção: Vinícius Jardim

Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos

Mídias Sociais: Vanessa Brollo

Design Gráfico: Adriana Alegria

Fotografia: Maringas Maciel

Produção e Realização: Cia Ilimitada

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

Onde: Miniauditório do Teatro Guaíra

Quando: 28 e 29 de maio (sábado e domingo)

Que horas: às 19h

Endereço: Amintas de Barros/Centro

Ingresso: gratuito

Capacidade: 104 lugares

Classificação: Livre

Duração:60 minutos

Realização: Cia Ilimitada

CONTATOS:

Produção

Marcio Juliano da Silva

marciojulianocontato@gmail.com

41 99902-5147