Músicas de cinema invadem o Guairinha. Pianista Thiago Lima conduz espetáculo em 14 de dezembro

Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes
No próximo dia 14 de dezembro, às 20h, o Teatro Guairinha apresenta o espetáculo “Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, conduzido por Thiago Lima.

O pianista Thiago Lima completa 25 anos de carreira este ano, e traz em sua trajetória musical a experiência de criar trilhas sonoras para teatro, cinema, dança, ginástica rítmica, entre outras mídias. Além de ter uma intensa atuação como Coach de carreira no projeto “Talentos no Palco”.

Quem não lembra daquele tema de 007, ou aquele nostálgico tema de Perfume de Mulher, a envolvente música de A Bela e a Fera, os divertidos temas das séries de TV, a lendária trilha de Star Wars, e por aí vai?

Foi pensando na emoção que as trilhas sonoras proporcionam que Thiago Lima preparou um espetáculo com trechos de grandes trilhas marcantes ao piano. “Será um programa de aproximadamente uma hora, com trechos de mais de 50 temas emocionantes”, assegura o artista.

Serviço

“Trilhas inesquecíveis do cinema ao piano”, com Thiago Lima

Data: 14 de dezembro, às 20h

Local: Teatro Guairinha, em Curitiba

Ingressos: https://ticketfacil.showare.com.br/Performance/ShoWareFrontEndPerSectionReservation.aspx?PerformanceId=20988&trk_eventId=2349

Realização: Amarias Cultura

Nova companhia de ópera de Curitiba faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”

Estrelada pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, Companhia Santa Cecília se apresenta no próximo dia 27 de novembro, no Guairinha

Curitiba acaba de ganhar uma nova companhia de ópera. Trata-se da Companhia Santa Cecília, que faz sua estreia com o espetáculo “La Sonnambula”, que será apresentado no próximo dia 27 de novembro (domingo), às 20 horas, no Guairinha (auditório Salvador de Ferrante).

Com direção musical de Thiago Plaça Teixeira, o concerto lírico será estrelado pela soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca, que acaba de voltar para a capital paranaense após uma temporada de trabalhos e estudos na Itália. Formada pela conceituada Universität Mozarteum de Salzburg, da Áustria, ela já participou de vários concertos, óperas e operetas tanto no Brasil quanto no exterior, cantando papéis principais.

Em “La Sonnambula”, Ornella será acompanhada pelo tenor Vitorio Scarpi, pelo barítono Cláudio de Biaggi, pela também soprano Melissa Bergonso e pela mezzo-soprano Diana Danieli. Com formações variadas e diversos trabalhos já realizados, todos eles integram a Companhia Santa Cecília, sendo naturais do Paraná e residentes de Curitiba.

O coro será formado pelos cantores líricos convidados Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello e Paloma López (sopranos); Maico Sant’Anna, Mario Malinconi e Odair Sebaniski (tenores); e Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães (baixos). A narração será feita pelo ator Renet Lyon.

A orquestra que tocará na montagem de estreia é composta por músicos de Curitiba que também participam de outros grupos da cidade, como Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Antiqua de Curitiba e Orquestra Filarmônica da UFPR. Eles contarão com a regência do maestro Felipe Biesek.

La Sonnambula

A ópera La Sonnambula, do compositor italiano Vicenzo Bellini, é dividida em dois atos, tendo sido apresentada pela primeira vez no Teatro Carcano, em Milão, em 1831. A ação acontece em uma vila suíça no início do século XIX. Amina (que será interpretada por Ornella de Lucca) - filha adotiva de Teresa (Diana Danieli), dona do moinho da vila - comemora seu noivado com Elvino (Vitorio Scarpi), um jovem e rico fazendeiro.

Durante os festejos, chega um misterioso estrangeiro, que é, na verdade, o Conde Rodolfo (Cláudio de Biaggi), que retorna à vila de sua infância depois de muitos anos. O Conde hospeda-se naquela noite na hospedaria da vila, cuja proprietária é Lisa (Melissa Bergonso), apaixonada por Elvino.

Ninguém sabe, mas Amina é sonâmbula e justamente naquela noite perambula pela vila chegando até o quarto do Conde. Vendo a moça em estado de sonambulismo, o Conde discretamente se retira, mas a presença dela no quarto é descoberta por Lisa e revelada, dando origem a um grande conflito.

FICHA TÉCNICA:

Direção musical e correpetição: Thiago Plaça Teixeira.

Solistas: Ornella de Lucca, Vitorio Scarpi, Cláudio de Biaggi, Melissa Bergonso e Diana Danieli.

Coro: Lívia Ribeiro, Maria Julia Mello, Paloma López, Maico Sant’Anna, Mario Malinconi, Odair Sebaniski, Divonei Scorzato, Johann Kamien e Roberto Guimarães.

Ator/narrador: Renet Lyon.

Regência: Felipe Biesek.

Violino I: Ângelo Martins da Silva (spalla), Pablo Malagutti, Paulo André Hübner,

Pedro Ferreira, Vinícius Henrique Batista e Vitor Andrade.

Violino II: Dan Tolomony (chefe de naipe), Cesar Augusto Vieira, Everton Escorissa Santos e Vinicius Marini Woicolesko.

Viola: Jader da Cruz (chefe de naipe) e Fabiane Nishimori Ferronato.

Violoncelo: Samuel Pessatti (chefe de naipe) e Bruno Vinicius Rosa.

Contrabaixo: Vitor Vieira da Costa.

Flauta: Denusa Castellain.

Oboé: Maicon Alves Nogueira.

Clarinete: Elvis Willian Ferreira Tosta e Karine Leticia Fragoso.

Fagote: Juliano Pontes.

Trompa: João Gustavo Schmidt Braz e Weber Alesandro Gomes.

Trompete: Otavio Rasera.

Tímpano: Ivan Souza Lemes.

Iluminação: Lucas Amado.

Projeções: Lumen Audiovisual.

SERVIÇO:

Ópera “La Sonnambula”

Quando: 27 de novembro (domingo)

Onde: Teatro Guaíra (Auditório Salvador de Ferrante - Guairinha). Rua XV de Novembro, 971, Centro, Curitiba.

Horário: 20 horas

Duração do espetáculo: uma hora e trinta minutos

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Classificação etária: 7 anos

Venda de ingressos: site Ticket Fácil (https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-concerto-lirico-la-sonnambula-de-bellini.aspx)

Protagonizado pela atriz Fernanda Thurann, peça será apresentadaem Curitiba nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Guairinha.

O hábito ancestral das famílias de se sentar para ouvir histórias fantásticas é resgatado no espetáculo Os Encantados do Sossego, estrelado pela atriz Fernanda Thurann e dirigido por Monique Sobral de Boutteville, que também assina a dramaturgia ao lado de Edyr Augusto. A montagem poderá ser assistida em Curitiba, em três apresentações nos dias 15, 16 e 17 de julho, no Centro Cultural Teatro Guaíra (auditório Guairinha).

Segundo Monique de Boutteville, idealizadora do projeto, o espetáculo nasceu da pesquisa para o doutorado dela sobre a preservação de algumas práticas artísticas/culturais amazônicas. “A pesquisa foi iniciada com a atriz Fernanda Thurann em 2015, como um processo de coleta lúdica de dados. Rapidamente, percebemos a potência cênica das narrativas e dos dispositivos de contação que identifico como métodos próprios ao contador marajoara”, revela.

A trama explora lendas e mitos amazônicos ao acompanhar a história de Joana, uma mulher que vive na “Casa do Sossego”, na Ilha do Marajó, na foz do Rio Amazonas. Ela embarca em suas lembranças mais antigas para desvendar os mistérios que rondam a sua família. E se depara com eventos extraordinários – ora trágicos, ora fantásticos – que pairaram sobre aquele núcleo, depois que a família decidiu morar em terras Marajoaras.

A narrativa, de acordo com a diretora, é um emaranhado de memorias. “Ela tem uma forte base nas narrativas coletadas (os mitos do Boto e da Mulher Cheirosa), mas também cita e encarna outras histórias ancestrais, como A Cobra Grande do Sossego. A própria Joana foi construída a partir de referências da mitologia amazônica, como as figuras de Iara, Matinta e Damiana. Mas o texto também tem um caráter autobiográfico de experiências familiares vividas na região. Minhas memorias hoje se confundem com as de Joana, não consigo mais dissociar inteiramente o que é memoria inventada, vivida e coletada”, relata.

A construção da protagonista também evoca importantes temas do universo feminino, como a solidão, a perda e a maternidade. “Eu me identifico com a Joana em diversos aspectos. Talvez muito desse lugar de solidão me é bastante particular e essa ideia de crescer e se ver só no mundo. Essa rotatividade de pessoas e sentimentos que entram e saem de nossas vidas. Outro ponto de identificação é a força que ela tem de, mesmo nas adversidades, tirar algo bonito e valoroso”, conta a atriz Fernanda Thurann.

“Os ensaios para esse trabalho se tornaram um processo muito íntimo, muito delicado, além de tratar de histórias muito reais. Apesar de estarmos contando sobre lendas e mitos da Ilha de Marajó, são histórias que tratam de dores reais e tentamos, de forma lúdica, contar sobre as perdas da vida, que é comum a todos”, acrescenta a atriz. O espetáculo é um convite para conhecer um lugar mágico e exaltar a cultura brasileira. É uma história de amor, fraternidade e de respeito à natureza, aos ancestrais e às crenças de um território místico.

A encenação
Ambientada em uma casa em ruinas corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza, a cenografia assinada pelo paraense Nando Lima aposta em um conjunto de elementos naturais e objetos cênicos para transpor uma ambientação que se divide entre a floresta amazônica e a casa em ruinas de uma família que já teve muita abundância, mas que que foi corroída pelo tempo, pelas encantarias e pela natureza. Os acessórios são assinados pelo artista-artesão Ronaldo Guedes, ceramista marajoara que traz à cena elementos em barro e madeira. O trabalho do artista também fala sobre ancestralidade e é marcado pelo grafismo marajoara.

O figurino evoca elementos de uma família outrora abastada com traços de vestimentas típicas das danças tradicionais da região. A trilha sonora do músico e compositor Thiago Sobral possui paisagens sonoras gravadas com sons da floresta que costuram a narrativa. A presença de dois músicos em cena permite um diálogo sonoro direto com a atriz.

Sobre a diretora Monique Sobral de Boutteville
Monique Sobral de Boutteville é formada em Cinema pela Universidade Paris 8, em Teatro pela CAL-RJ e em Letras – Língua Francesa pela Universidade do Pará. Tem mestrado em Estudos Teatrais pela Universidade Paris 8 e é doutoranda pela Universidade Saint Denis-Paris 8.

Atuou, dirigiu e escreveu várias peças de teatro no Brasil e na França e é cofundadora da Cia. 4Pontas, no RJ, e da Cie Ibrida em Paris. No seu percurso interartístico, associando teatro e cinema, dirigiu e atuou em curtas-metragens e documentários. Suas áreas de pesquisa e criação envolvem adaptação em cinema e teatro, memória imaterial, interculturalidade e práticas tradicionais amazônicas.

Sobre a atriz Fernanda Thurann
Atriz e produtora executiva da Brisa Filmes, Fernanda Thurann é formada pelo The Lee Strarsberg Theatre and Film Institute, em Nova York, nos EUA. No cinema, produziu o premiado longa Medusa que teve seu lançamento na Seleção Oficial da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes2021, participou como atriz e produtora do premiado longa de terror Cabrito, de Luciano de Azevedo, e do filme Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, do também premiado Pedro Gui. Atuou ainda em Paula, de Joana Collie; “Pedro Sob a Cama, de Paulo Pons, e Cartografia das Ondas, de Heloísa Machado. Em julho, estreia a série Maldivas da Netflix.

No teatro, ela produziu e atuou na adaptação de Dogville, dirigida por Zé Henrique de Paula, a partir do filme de Lars Von Trier. Participou também de O Nó do Coração, de David Elridge; Perto do Coração Selvagem, com direção de Luis Arthur Nunes; Diários do Paraíso, de Caio Andrade; O Mambembe, de Arthur Azevedo; e Café Playa Moon (OFF Broadway – Nova York/EUA).

Ficha Técnica:
Atriz: Fernanda Thurann. Músicos: Thiago Sobral e Lucas Fixel. Dramaturgia: Monique Sobral de Boutteville e Edyr Augusto. Direção: Monique Sobral de Boutteville. Direção Musical: Thiago Sobral. Assistência de Direção: André Garcia Alvez. Preparação Corporal: Brisa Caleri e Paula Fernanda Andrade. Preparação Vocal: Gabriella Florenzano e Jaqueline Priston. Cenografia e Iluminação: Nando Lima. Esculturas em cerâmica: Ronaldo Guedes / Ateliê Arte Mangue Marajó. Figurino: Maison Revolta. Design Gráfico e Criação - Pedro Pedreira. Fotografia: Vinícius Mochizuki e Walda Marques. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli. Produção de Comunicação: Ana Lobo. Coordenação Administrativo-Financeira: Felipe Valle e Mariana Sobreira / Fomenta Consultoria. Assessoria Jurídica: Ana Carolina Capozzi e Natália Beukers. Produção Executiva: Ana Beatriz Figueras. Assistência de Produção: Juliana Espíndola. Direção de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi. Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais. Idealização: 4Pontas Produções Artísticas. Realização: Brisa Filmes.

Serviço:
OS ENCANTADOS DO SOSSEGO
Dias 15, 16 e 17 de julho – Sexta e sábado, às 21h.Domingo às 19h.
Classificação etária: Recomendado a partir de 10 anos.
Duração: 60 minutos.

Centro Cultural Teatro Guaíra - Auditório Salvador Ferrante (Guairinha)
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Capacidade: 472 lugares.
Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30 (meia)
Na Bilheteria do Teatro Guaíra - de segunda a sexta, das 12 às 18 horas.
Nos dias de evento, a bilheteria abre com 02 horas de antecedência.
Compras via internet: www.ticketfacil.com.br
Informações: (41)3304-7900

Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito” com Vera Fischer

A peça ainda traz no elenco Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch. O texto é de Eduardo Bakr e direção de Tadeu Aguiar
Nos dias 3, 4 e 5 de junho, o Teatro Guairinha recebe “Quando eu for mãe quero amar deste jeito”, pela escrita por Eduardo Bakr com direção de Tadeu Aguiar. O espetáculo marca o retorno de Vera Fischer ao palco depois de 4 anos. Ao mesmo tempo completa 55 anos de carreira. No elenco ainda estão Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch.

“A peça coloca uma lente de aumento sobre sentimentos e sensações de cada um dos personagens. Destaco no texto o exagero sobre os pensamentos, desejos e motivações”, conta o autor Eduardo Bakr.

Vera Fischer é dona Dulce Carmona, uma septuagenária que recebe a notícia de que seu único filho, Lauro (Mouhamed Harfouch), vai se casar com uma mulher que ela não conhece (Larissa Maciel). A partir daí, a comédia mostra a luta de uma mãe obcecada para dar ao filho um futuro digno de sua “classe social”. A aristocrática Dona Dulce Carmona entra numa guerra com a noiva do filho para manter a imagem da família.

Conhecido pela direção de grandes musicais, Tadeu Aguiar completa 42 anos de carreira encenando uma comédia ácida. “Além do amor materno, há outros amores permeando a peça: o amor do filho pela mãe, do homem pela mulher, da mulher pelo homem, e, até, pelos filhos que poderão vir. “Quando eu for mãe quero amar desse jeito” mostra um pouco desse amor atávico, mais forte do que a gente”, detalha. Tadeu, também diretor do musical “A cor púrpura”, com mais de 70 prêmios.

“Quando eu for mãe quero amar desse jeito” reúne três atores com trajetórias bem diferentes. Recém-completados 70 anos, Vera Fischer diz que ama fazer teatro e trabalhar: “Minha vida não faz sentido sem trabalho. Eu preciso do trabalho. Sou independente. Quero trabalhar até meus 100 anos, quero fazer uma festa maior e melhor do que a dos meus 50! É isso! Eu sou daquele tipo de pessoa que todos os dias comemora a vida!". Larissa Maciel, lembrada até hoje pela interpretação da cantora Maysa na série da TV Globo, diz que sua personagem vai se revelando aos poucos. “O público terá que decifrá-la. Estou trabalhando com a Vera Fischer pela primeira vez, e pela segunda com o Mouhamed. Nosso trio teve sinergia desde a primeira leitura e temos nos divertido muito em cena”, revela Maciel. “Passa um filme na minha cabeça. A saudade do teatro era tanta antes dos ensaios, que quando o cenário chegou, parei e fui correndo brincar com os objetos de cena”, diz Mouhamed Harfouch.

O figurino de Dani Vidal e Ney Madeira busca acentuar a personalidade dos personagens, oferecendo apoio a suas transformações ao longo do espetáculo. Uma paleta que vai do tom nude ao bordô intenso, marca a trajetória de Carmona, sendo utilizada a mesma paleta em gradação inversa para Gardênia. “Desta forma, buscamos posicionar gradativamente a noiva e futura esposa de Lauro, no lugar em que encontra Carmona, inicialmente”, conta Dani Vidal. “Lauro se mantém em posição intermediária, mediando as duas intensas e queridas mulheres, marcado em tons de azul. Um contraste surpreendente será revelado na cena de casamento de Gardênia e Lauro, identificando os desejos reais das duas mulheres de sua vida”, especifica Ney Madeira.

O cenário de Natália Lana ambienta o espetáculo em uma casa aristocrática com certa decadência. “Apesar de à primeira vista termos um cenário realista, buscamos quebras e cortes que simbolizam a força da relação entre estas duas mulheres que não medem esforços para atingir seus objetivos. Optamos pela paleta de cores carregada no dourado e vermelho para enfatizar ainda mais esta força”, afirma Natália. A luz de Daniela Sanchez pretende manter a atmosfera de tensão constante. Com a luz é possível manipular quase que imperceptivelmente, através dos diferentes ângulos e recortes, as mudanças de cenas, num clima de mistério e suspense. Isso, sem perder a lado do humor ácido que a peça proporciona. A trilha sonora de Liliane Secco será toda original. ”Faço uso de instrumentos virtuais, recurso que dispensa a participação de músicos ao vivo”, finaliza Secco.

FICHA TÉCNICA
Texto: Eduardo Bakr
Direção: Tadeu Aguiar
Elenco: Vera Fischer, Larissa Maciel e Mouhamed Harfouch
Cenário: Natália Lana
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Desenho de luz: Daniela Sanchez
Trilha sonora original: Liliane Secco
Assistência de direção: Flavia Rinaldi
Produção Executiva: Edgard Jordão
Coordenação de produção: Norma Thiré

Serviço
“Quando eu for mãe quero amar desse jeito”
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 80 minutos
Data: 03, 04 e 05 de Junho | Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h
Local: Teatro Guairinha – Rua XV de Novembro, s/n - Centro | Curitiba - PR
Telefone: (51) 3227.510 | 3227.5300
Vendas Online: www.ticketfacil.com.br
Bilheteria: CCTG - Centro Cultural Teatro Guaíra
Rua Conselheiro Laurindo, s/n - Centro, Curitiba – PR
Horário: Segunda à Sexta das 12h às 18h
Valores Ingressos
Balcão: Inteira – R$ 90,00 | Meia-entrada: R$ 45,00
Plateia: Inteira – R$ 140,00 | Meia-entrada: R$ 70,00
Descontos: consulte os descontos legais no site da ticketeira

ESPETÁCULO CONTOS ENCERRA TEMPORADA EM CURITIBA NO MINIAUDITÓRIO DO TEATRO GUAÍRA NESTE FIM DE SEMANA

Cia Ilimitada faz as últimas apresentações neste sábado e domingo (28 e 29 de maio), às 19h. Ingresso gratuito

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Foto: Maringas Maciel

Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach, que integra música, teatro e contação de histórias encerra neste fim de semana a circulação por teatros de Curitiba. As últimas apresentações serão neste sábado e domingo, 28 e 29 de maio, às 19h, no Miniauditório do Teatro Guaíra. A entrada é gratuita.

O espetáculo reúne atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro que se alternam entre narradores e personagens para narrar histórias construídas a partir de contos da tradição oral. A música é executada ao vivo. “Essas histórias não são contadas somente pelas palavras, pelo texto, por atores, mas também pela música, sons, silêncio e, principalmente, pelas imagens que se constroem no imaginário da plateia. Contos exige a participação ativa do público. Nós apenas preparamos o ambiente e oferecemos tempo e espaço, é um trabalho que carrega simplicidade, por isso exige uma entrega verdadeira e sincera dos artistas”, conta o diretor Marcio Juliano.

Fazem parte do elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. Nadja Naira (cia brasileira de teatro) assina a luz e divide a assistência de direção com Mônica Infante que também é responsável pela preparação corporal. As composições feitas especialmente para o trabalho são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

A classificação indicativa do trabalho é livre, pode ser visto por toda a família.

A Pele da Alma é um dos contos, se passa em uma terra gelada à beira mar e narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O Comprador de Sonhos, o outro conto, nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano

Direção Musical: Sérgio Albach

Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima

Elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.

Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira

Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante

Operação de Luz: Henrique Linhares

Operação de Som: Chico Santarosa

Produção Executiva: Marcos Trindade

Assistência de Produção: Vinícius Jardim

Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos

Mídias Sociais: Vanessa Brollo

Design Gráfico: Adriana Alegria

Fotografia: Maringas Maciel

Produção e Realização: Cia Ilimitada

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

Onde: Miniauditório do Teatro Guaíra

Quando: 28 e 29 de maio (sábado e domingo)

Que horas: às 19h

Endereço: Amintas de Barros/Centro

Ingresso: gratuito

Capacidade: 104 lugares

Classificação: Livre

Duração:60 minutos

Realização: Cia Ilimitada

CONTATOS:

Produção

Marcio Juliano da Silva

marciojulianocontato@gmail.com

41 99902-5147

Ministério do Turismo APRESENTA

Dias 20, 21 e 22 de maio, no Teatro Guairinha, espetáculo vencedor na categoria de melhor comédia do Prêmio de Humor.

Link para fotos em alta: https://www.dropbox.com/sh/he0u5a8hbeqmcoc/AAALL89B6ii8OTkjxHXI1vnZa?dl=0
Crédito fotos: Cátia Coelho

Marcelo Médici e Ricardo Rathsam escreveram, dirigiram e protagonizam a comédia TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA. Partindo da questão “o teatro está morto?”, a dupla de atores desdobra-se em 32 personagens para traçar um panorama da arte, desde a Antiguidade até os dias atuais, passando pela adaptação de clássicos como Édipo Rei e Romeu e Julieta, teatro de revista, infantil, musicais e stand-up comedies.

“Brincamos que o teatro está acabando, porque a gente vive uma grande crise econômica e claro que a bilheteria está refletindo esse problema. Já passamos pelas inovações do rádio, cinema, TV e agora outras plataformas, como a internet. O público sempre fica. O teatro persiste, é eterno. E aí a gente conta a história do teatro. De uma forma cômica, claro”, descreve Médici, que define o espetáculo como “uma declaração de amor ao teatro”.

“Tem muita gente que não costuma frequentar o teatro, mas vem atraído pelo título (risos). Fiz um trabalho de pesquisa para escrever o texto, mas a ideia não é dar uma aula. Pretendemos contar a história do teatro, porém sem didatismo.”, conta Ricardo Rathsam, que dividiu o palco com o Médici em Eu Era Tudo Para Ela e Ela me deixou e é coautor de Cada Um Com Seus Pobrema e Cada Dois Com Seus Pobrema. ”Tem gente que vem apenas para rir e diz que esse objetivo é alcançado. E tem gente que agradece pela aula.”, brinca Ricardo, que foi indicado como melhor performance no Prêmio de Humor de 2019, por sua atuação em TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA.

“A ideia da peça surgiu quando assisti ao Jô Soares falando de um comediante italiano, o Vittorio Gassman, que fazia a história do teatro em uma hora. Era um solo. Fiquei com isso na cabeça, durante uns dez anos. E agora, eu e Ricardo, responsável por 90% do texto, estamos em cena”, revela Marcelo.

A peça estreou em agosto de 2018, em São Paulo, e recebeu, na categoria melhor comédia do ano, o Prêmio do Humor – do Fábio Porchat. Foi indicada, também como melhor comédia, ao Prêmio Risadaria.

Com produção de Rodrigo Velloni, figurinos de Fábio Namatame, trilha de Ricardo Severo, cenário e supervisão de direção de Kleber Montanheiro, Médici e Rathsam criaram um espetáculo dinâmico, com referências clássicas e contemporâneas, misturando estéticas e linguagens teatrais. O espetáculo conta com Lei de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo. Em seu percurso pelo teatro mundial e brasileiro, TEATRO PARA QUEM NÃO GOSTA encanta e faz rir. O teatro, afinal, passa bem.

SERVIÇO

CURITIBA
DATAS: 20, 21 E 22 DE MAIO
SEXTA ÀS 21H, SÁBADO ÀS 21H E DOMINGO ÀS 18H
INGRESSOS: INTEIRA R$ 100,00 | MEIA-ENTRADA (DESCONTOS LEGAIS): R$ 50,00
LOCAL: TEATRO GUAIRINHA
ENDEREÇO: R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba
CAPACIDADE: 472 LUGARES
Duração: 120 minutos.
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia
IMPORTANTE: SERÁ OBRIGATÓRIO O USO DE MÁSCARAS.

FICHA TÉCNICA

Texto e elenco: Marcelo Médici e Ricardo Rathsam
Supervisão e Cenário: Kleber Montanheiro
Produção: Rodrigo Velloni
Figurino: Fabio Namatame
Trilha original composta: Ricardo Severo
Iluminação: Adriano Tosta
Arte: Marcio Villar
Fotos: Jairo Goldflus
Produção Executiva: Luciana Rathsam
Assistente de Produção: Swan Prado e Adriana Souza
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas
Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

NESTE FIM DE SEMANA TEM CONTOS NO GUAIRINHA

Cia Ilimitada faz as últimas apresentações neste sábado e domingo (07 e 08), às 20h, do espetáculo que integra música, teatro e contação de histórias. Ingresso gratuito.

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Foto: Maringas Maciel

O espetáculo Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach faz as últimas apresentações neste fim de semana no Guairinha, sábado e domingo (07 e 08), às 20h. A entrada é gratuita, não é necessário fazer reserva, mas como a capacidade do espaço para este trabalho foi reduzida para 68 lugares, é bom chegar um pouco antes para garantir a entrada. A bilheteria do teatro abre uma hora antes do espetáculo para a retirada dos ingressos.

No palco, atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro narram histórias construídas a partir de contos da tradição oral com música executada ao vivo. No elenco: Glaucia Domingos, Marcel Malê, Marcio Juliano e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. Nadja Naira (cia brasileira de teatro) assina a luz e divide a assistência de direção com Mônica Infante que também é responsável pela preparação corporal. As composições feitas especialmente para o trabalho são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

A indicação é livre, pode ser visto por toda a família. A plateia, disposta em semicírculo, ocupa o palco do teatro e se acomoda bem próxima dos atores para ouvir as histórias.

A Pele da Alma é um dos contos, se passa em uma terra gelada à beira mar e narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O Comprador de Sonhos, o outro conto, nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

Após a temporada no Guairinha, o espetáculo irá fazer uma breve circulação em Curitiba fazendo apresentações no Teatro Cleon Jacques (no Parque São Lourenço), dias 10 e 12 de maio e no Teatro da Vila, na CIC, dias 28 e 29 de maio.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano
Direção Musical: Sérgio Albach
Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima
Elenco: Marcel Malê, Glaucia Domingos, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.
Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante
Operação de Luz: Henrique Linhares
Operação de Som: Chico Santarosa
Produção Executiva: Marcos Trindade
Assistência de Produção: Vinícius Jardim
Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos
Mídias Sociais: Vanessa Brollo
Design Gráfico: Adriana Alegria
Fotografia: Maringas Maciel
Produção e Realização: Cia Ilimitada

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

*Guairinha - 7 e 8 de maio, às 20h
*Teatro Cleon Jacques/São Lourenço - 10 e 12 de maio, às 20h
*Teatro da Vila/CIC - dias 28 e 29 de maio, às 17h
Ingresso: gratuito

Capacidade: 68 lugares
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada

CONTOS DA CIA ILIMITADA REESTREIANO GUAIRINHA

A primeira apresentação da nova temporada do espetáculo que integra música, teatro e contação de histórias será neste sábado (30/04), às 20h. Ingresso gratuito.
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Contos da Cia Ilimitada – Foto: Maringas Maciel

Atores e músicos da Orquestra à Base de Sopro levam ao palco neste fim de semana, em Curitiba, o espetáculo Contos, uma remontagem da Cia Ilimitada com direção e dramaturgia de Marcio Juliano e direção musical de Sérgio Albach. A nova estreia será dia 30 de abril (sábado), às 20h, no Guairinha. Nesta primeira temporada serão dois finais de semana de apresentação no mesmo teatro (dias 30 de abril, 01, 07 e 08 de maio), sempre aos sábados e domingos, às 20h. A entrada é gratuita.

A dramaturgia construída a partir de contos da tradição oral traz ao palco histórias ancestrais e, ao mesmo tempo, atuais, histórias que se inscrevem no tempo e nos conectam com nossas memórias. A primeira montagem estreou em 2019, com produção da Cia Ilimitada em parceria com a OABS – Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Esta remontagem conta com parte do elenco original, os atores: Marcel Szymanski e Marcio Juliano, a atriz Glaucia Domingos e os músicos: Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori, integrantes da OABS. A assistência de direção e a iluminação é de Nadja Naira (cia brasileira de teatro), parceira de incontáveis trabalhos com a Cia Ilimitada. Outra artista sempre presente é Mônica Infante que também assina a assistência de direção e a preparação corporal da peça. As composições são de Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima.

Como na proposta anterior, a música é executada ao vivo e, atores e músicos se alternam entre narradores e personagens. “É uma equipe diversa na sua formação. Busco sempre nos meus trabalhos este encontro das artes cênicas com a música, a mistura destas linguagens na criação de um trabalho me instiga. A música não acompanha e nem sublinha o texto, ela também narra”, conta o diretor Marcio Juliano.

“Essas histórias não são contadas somente pelas palavras, pelo texto, por atores, mas também pela música, sons, silêncio e, principalmente, pelas imagens que se constroem no imaginário da plateia. Contos exige a participação ativa do público. Nós apenas preparamos o ambiente e oferecemos tempo e espaço, é um trabalho que carrega simplicidade, por isso exige uma entrega verdadeira e sincera dos artistas”, complementa.

Não se trata de um espetáculo voltado exclusivamente para crianças, a indicação é livre, mas é um espetáculo para toda a família. Além das apresentações abertas o projeto prevê mais 12 apresentações fechadas para público dirigido das escolas públicas e outras instituições. Essas apresentações estão sendo agendadas pela produção durante a semana.

As histórias contadas foram escolhidas por trazerem reflexão e apontarem caminhos de transformação e de superação dos desafios. São histórias que sinalizam esperança ativa e o entendimento de que a mudança é coletiva e que depende de uma ação colaborativa.

O conto A Pele da Alma, que se passa em uma terra gelada à beira mar, narra o encontro e desencontro de um solitário homem com a mulher foca, abrindo espaço para a discussão sobre a essência feminina e a busca pelo resgate da natureza instintiva.

O conto O Comprador de Sonhos nos apresenta Kanhru, indígena brasileiro, trabalhador braçal, sem-terra, que ao comprar um sonho, planta uma semente que transforma a realidade da sua comunidade.

O espetáculo é um convite para nos reunirmos em volta do fogo para ouvirmos histórias, como faziam nossos ancestrais, provável local de origem dos contos que compõem a dramaturgia da peça. O calor se dá no encontro dos atores com o público e um tapete circular no meio da cena representa a fogueira, o jogo. A plateia, disposta em semicírculo, ocupa o palco do teatro e se acomoda bem próxima dos atores.

“É um momento feliz! Uma grande oportunidade de retornar ao teatro, contar uma história, reencontrar o público. Nossos corpos deixam de ser virtuais e se tornam presentes novamente, gerando afeto e celebrando a vida”, comemora Marcio. “Cada vez que contamos essas histórias elas ganham um novo sentido, sobretudo após estes intensos últimos três anos. Definitivamente, não somos mais os mesmos, temos um outro entendimento sobre a vida, sobre a arte, sobre estar em cena, sobre estarmos vivos. Contos nesta remontagem ganhou uma nova dimensão, sem dúvida, ainda mais profunda”, encerra.

Ficha Técnica

Direção e Dramaturgia: Marcio Juliano
Direção Musical: Sérgio Albach
Composições: Davi Sartori, Sérgio Albach e Gilson Fukushima
Elenco: Marcel Szymanski, Glaucia Domingos, Marcio Juliano, Sérgio Albach, Luís Rolim e Davi Sartori.
Assistência de Direção e Iluminação: Nadja Naira
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Mônica Infante
Operação de Luz: Henrique Linhares
Operação de Som: Chico Santarosa
Produção Executiva: Marcos Trindade
Assistência de Produção: Vinícius Jardim
Assessoria de Imprensa e Comunicação: Glaucia Domingos
Mídias Sociais: Vanessa Brollo
Design Gráfico: Adriana Alegria
Fotografia: Maringas Maciel
Produção e Realização: Cia Ilimitada

Sobre a Cia Ilimitada
A Cia Ilimitada foi criada em 2005, em Curitiba, pelo cantor, produtor, ator e diretor teatral Marcio Juliano e pela atriz e jornalista Glaucia Domingos, companheiros em trabalhos realizados nos últimos vinte anos. Além de conceber e produzir seus próprios projetos, realiza produção local para diversas companhias. Alguns trabalhos próprios: Noël, No Samba, Tempo de Voo, Noite de Reis, Outro Samba.

Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO:

Espetáculo CONTOS

*Guairinha - 30 de abril, 1, 7 e 8 de maio, às 20h
*Teatro Cleon Jacques/São Lourenço - 10 e 12 de maio, às 20h
*Teatro da Vila/CIC - dias 28 e 29 de maio, às 17h
Ingresso: gratuito

Capacidade: 68 lugares
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada

Arte Viva! Viva a Arte!

Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner é uma das atrações da Mostra Lucia Camargo, da 30ª edição do Festival de Curitiba

Considerada por muitos estudiosos como um dos textos teatrais mais importantes dos últimos 50 anos, Angels In América é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de “O Milênio se Aproxima (parte 1)” e “Perestroika (parte 2)” e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. É com este espetáculo que a Armazém Cia.de Teatro retorna ao Festival de Curitiba para a edição que celebra 30 anos do evento.
Angels fará duas apresentações dentro da Mostra Lúcia Camargo, no dia 9 a partir das 21h e no dia 10 de abril partir das 19h, no Guairinha. As duas partes da montagem serão apresentadas em sequência, com intervalo de 30 minutos entre elas. Os ingressos para cada parte deve ser adquirido separadamente e quem comprar os passes para as duas partes terá desconto no valor total do pacote, que sairá por R$120,00 (R$60,00)
Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).
ANGELS IN AMERICA se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada “Era Reagan” e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.
“É um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, um mergulho no final do século XX, mas que revela uma atualidade esmagadora. É uma obra que reflete sobre o mundo ocidental, religiões, política, relações afetivas, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento”, comenta o diretor Paulo de Moraes. “Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista. Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre o espaço, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a História. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos, para que os corpos dos atores sejam determinantes pra narrativa e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético”, conclui Moraes. O espetáculo contém cenas de nudez.
Sobre a ARMAZÉM - Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014). A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 - de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço. Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.
Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Autor: Tony Kushner Direção: Paulo de Moraes Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Iluminação: Maneco Quinderé Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Figurinos: Carol Lobato Música Original: Ricco Viana Projeção Cênica: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca Diretor de Movimento: Paulo Mantuano Fotografia: Mauro Kury e Nityam
Designer Gráfico: Daniel de Jesus Diretor Técnico: Hugo da Matta Performance de Bateria: Rick De La Torre Assistente de Figurino: Amanda Rubelsperger Assistente de Cenografia: Samanta Toledo Costura e Alfaiataria: Ateliê das Meninas e Alex Leal Cenotécnicos: Marco Souza e Zé Maranhão Técnico de Montagem: José Djavan Costa Consultoria Ídiche e Hebraico: Sonia Kramer Assistente de Produção: Malu Selonk Produção Executiva: Isabel Pacheco Direção de Produção: Patrícia Selonk Produção: Armazém Companhia de Teatro

Elenco: Felipe Bustamante (Louis Ironson), Isabel Pacheco (Anjo), Jopa Moraes (Prior Walter)
Lisa Eiras (Harper Pitt), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt). Sergio Machado (Roy Cohn) Zéza (Belize + Sr. Mentira)

Serviço:
O que: ANGELS IN AMERICA no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 09 de abril a partir das 21h e 10 de abril a partir das 19h.
Onde: Guairinha (XV de Novembro, 971)
Valores: R$ 80,00 (inteira). Combo (parte 1 + parte 2): R$120,00 (R$60)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 16 anos (Contém cenas de nudez)
Duração: 300 (140’ parte 1 e 160’ parte 2)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, Guairinha, Armazém Companhia de teatro, Tony Kushner

PÓS-FDe Fernanda YoungDireção de Mika Lins

Depois do enorme sucesso em sua versão on line, o espetáculo “Pós-F”, de Fernanda Young com Maria Ribeiro e direção de Mika Lins, faz estreia Nacional de forma presencial, no Guairinha

Fernanda Young foi embora cedo demais. Deixou o Brasil em luto em agosto de 2019, aos 49 anos, devido a uma parada respiratória provocada por uma crise de asma.
Com uma genialidade ímpar, fez sucesso como atriz, escritora e apresentadora. Como roteirista deixou um legado de programas que ficaram para história da Televisão Brasileira, como Os Normais, A Comédia da Vida Privada e Shipados.

Para alegria dos fãs, Maria Ribeiro, em parceria com a diretora Mika Lins, traz aos palcos um espetáculo que foi adaptado do seu livro “Pós-F, para além do masculino e do feminino”, o qual lhe rendeu o Prêmio Jabuti (Póstumo).

Em Pós-F, sua primeira obra de não ficção, Young trás para o debate o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens às quais deu voz, sempre independentes, transgressoras, dispostas a incomodar os acomodados.

Nos palco, Maria Ribeiro dá voz a Fernanda Young sob a direção criteriosa de Mika Lins. Com iluminação de Caetano Vilela o espetáculo possui uma linguagem poética e contemporânea, ao mesmo que seduz pela estética e envolve o público pela divertida e instigadora temática.

A estreia on-line aconteceu em 12 de setembro de 2020, marcando a retomada das atividades culturais do Teatro Porto Seguro e foi um sucesso de público e crítica. Em apenas 8 apresentações o espetáculo contou com mais de 8000 espectadores.
E agora, em sua versão presencial, ganha novos formatos e linguagens que faz desse um espetáculo tão provocativo ao mesmo tempo onde se ri do outro e de si mesmo.

Para a diretora Mika Lins, este espetáculo não ficcional procura ao máximo levar ao palco as experiências pessoais da autora. “Buscamos transformar o que é expresso na teoria em ação, na experiência pessoal dela. É quase como se a Fernanda estivesse em cena exposta como pessoa e contasse suas memórias e vivências. Para além das ideias avançadas propostas no livro pela Fernanda, a peça é muito baseada na visão pessoal que eu e a Maria Ribeiro tivemos depois que ela passou pelas nossas vidas. E eliminamos qualquer didatismo, pois é um espetáculo sobre uma artista, sobre uma criadora, sobre uma ficcionista”, explica.

Maria Ribeiro, corroborando com o pensamento da diretora, diz que “assim como Leila Diniz, Fernanda era daquelas mulheres que, apenas cumprindo sua psique, nos libertava de tudo o que não era natural, e sim, convenção”.

Sobre Maria Ribeiro
Maria Ribeiro é atriz, escritora e diretora de cinema. Cursou jornalismo na PUC, mas já conciliava a faculdade com a carreira de atriz. No Teatro participou das peças “Confissões de adolescente”, “O inimigo do povo”, “Feliz ano velho” e “Separações”. No cinema contabiliza inúmeros filmes com destaque para “Como nossos pais (2017) de Lais Bodansky, pelo qual conquistou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado, além de filmes como “Entre nós”, Histórias de amor duram apenas 90 minutos”, “Tropa de Elite”, entre outros.
Integrou a banca do programa de debates da GNT “Saia Justa” e várias participações em novelas como “Império” e a série “Desalma” na Rede Globo.
Atualmente tem um programa de variedades na plataforma Hysteria, escreve uma coluna no jornal O Globo e viaja em turnê com o projeto Você é o que lê, com Xico Sá e Gregório Duvivier.

Sobre Fernanda Young
Embora não tenha concluído os cursos de letras, jornalismo e rádio e tv, Fernanda Young teve uma marcante carreira como atriz, escritora, apresentadora e roteirista. Entre alguns de seus livros estão, Posso Pedir Perdão, Só Não Posso Deixar De Pecar, Estragos, A Mão Esquerda de Vênus, A Louca Debaixo do Branco, O Pau, Tudo Que Você Não Soube, Vergonha dos Pés, Dores do Amor Romântico.

Na televisão, foi roteirista de vários seriados e programas de sucesso, como Os Normais (2001-2003), A Comédia da Vida Privada (1995), Os Aspones (2004), Surtadas na Yoga (2013-2014), Vade Retro (2017), Como Aproveitar o Fim do Mundo (2012), Minha Vida Nada Mole (2006-2007) e Shippados (2019).

Além disso, apresentou os programas Saia Justa (2002-2004), Irritando Fernanda Young (2006-2010), Confissões do Apocalipse (2012) e Odeio Segundas (2015). E, no cinema, participou dos roteiros dos filmes Os Normais (2003) e Os Normais 2 (2009) e Muito Gelo e Dois Dedos D’Água (2006).

Fernanda faleceu no dia 25 de agosto de 2019, aos 49 anos, devido a uma parada respiratória provocada por uma crise de asma. Ela deixou o marido Alexandre Machado e quatro filhos, Cecília Maddona, Estela May, Catarina Lakshimi e John Gopala.

Sobre Mika Lins
Mika Lins tem uma longa e profícua carreira como atriz e desde 2009 tem se dedicado exclusivamente a direção teatral. Entre suas direções estão: “Dueto para Um”, de Tom Kempinski, vencedor do prêmio APCA de melhor atriz para Bel Kowarick, “Festa no Covil” de Juan Pablo Villalobos, “A Tartaruga de Darwin” de Juan Mayorga, “Tutankáton” de Otavio Frias Filho.
Na televisão dirigiu “Terradois” para a Tv Cultura, com apresentação de Jorge Forbes e Maria Fernanda Candido.É diretora da Cia Instável

Acesso as fotos do espetáculo (crédito Bob Wolfenson): https://drive.google.com/drive/folders/1me31fSfVazSbaV_iR7mQD3Timj3xGrZ1?usp=sharing
Acesso a logo do espetáculo: https://drive.google.com/drive/folders/1TPn6HOZ0WZJ1JtMSswkBSpCodHMByWSN?usp=sharing

Redes Sociais:
Instagram: @posf_fy
Facebook: @posfteatro

Serviço:

Onde:
Teatro Guaira – Guairinha
Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3304-7900

Quando:
Dias 5 e 6 de Fevereiro

SÁBADO às 21h E DOMINGO às 19h

Duração: 50 minutos
Recomendação: 14 anos

Ingressos: R$ 80,00

Vendas: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-pos-f.aspx
Bilheteria: de Segunda a sexta das 12h às 18h / Sábado e Domingo 2 horas antes do espetáculo.

Acessibilidade. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque.

OBRIGATÓRIO USO DE MÁSCARAS NA PLATEIA
E NAS DEPENCÊNCIAS DO TEATRO.
Ficha técnica

MINISTÉRIO DO TURISMO E PORTO SEGURO APRESENTAM

PÓS-F
De Fernanda Young

Texto: Fernanda Young
Com: Maria Ribeiro
Direção e cenografia: Mika Lins
Adaptação: Caetano Vilela, Maria Ribeiro e Mika Lins
Iluminação: Caetano Vilela
Figurino: David Pollack
Direção de Corpo: Fabricio Licursi
Trilha Sonora: Estela May, Maria Ribeiro, Mika Lins e Caetano Vilela
Ilustração: Fernanda Young, Estela May e Mika Lins
Cenotecnia e Direção de Palco: Alejandro Huerta
Fotos: Bob Wolfenson
Coordenação de Comunicação: Vanessa Cardoso
Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação
Designer: Luciano Angelotti
Coordenação técnica: Helio Schiavon Jr
Assistência, programação e operação de luz: Nicolas Caratori
Operação de Luz: Marcel Rodrigues
Operação de Som: Hayeska Somerlatte
Captação de imagens e edição: Paula Mercedes
Visagismo: Marcos Padilha
Assistente de Produção: Rafaella Blat
Produção executiva: Camila Scheffer

Produção: Dani Angelotti
Realização: Cubo Produções
Patrocínio: Porto Seguro

Balé Teatro Guaíra reencontra público no Guairinha

Companhia traz nova coreografia de Lili de Grammont e discute a vida pós-pandemia

O Balé Teatro Guaíra retorna ao palco do Guairinha no dia 4 de dezembro com uma coreografia que conversa com o público sobre os desafios vividos durante a pandemia de Covid-19 e a esperança de retorno para o novo normal. O novo trabalho do BTG também brinca com a tecnologia: o cenário é virtual e um celular em cena transmitirá o espetáculo ao vivo, como se o público on-line fosse um bailarino da companhia. Os espectadores também vão se surpreender com a trilha sonora, com elementos do erudito ao funk.

A coreografia VICA foi criada por Lili de Grammont. Com formação pela Juilliard School, em Nova York, e passagem pelo Balé da Cidade de São Paulo, Lili trouxe reflexões sobre o papel da tecnologia. O acrônimo VICA significa volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, características já parte do mundo pós-moderno, mas exacerbadas com a pandemia de Covid-19. O termo surgiu nos Estados Unidos após o fim da Guerra Fria. “Trazemos esses elementos para o trabalho. Estamos em um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Como viver nesse contexto?”

A saída para os desafios do mundo pós-pandemia são as conexões entre as pessoas, por isso a coreografia explora a relação, o toque entre os bailarinos – algo que havia ficado “suspenso” com a pandemia. Lili conta que usou uma metáfora com a água para explicar aos bailarinos o que desejava transmitir ao público. “Como ser água em um mundo árido, com areia movediça e cheio de montanhas? Os caminhos vão mudando e precisamos descobrir como contornar os obstáculos e chegar ao mar. A mensagem é dizer que, apesar de tudo, a essência do ser humano é sempre caminhar para a vida, para a cor, para o sorriso. Por mais difícil que o percurso seja, há beleza”, diz a coreógrafa.

No palco do Guairinha, o cenário será virtual, trazendo técnicas de ilusão de ótica. “O virtual é algo que veio para ficar, não há como voltar atrás. O desafio da coreografia é discutir como manter nossa essência nesse contexto”, conta Lili. A trilha sonora que encerra o espetáculo traz trechos de ritmos brasileiros, como samba e funk. A ideia é reproduzir e discutir o que se vive no mundo virtual, como no Instagram, onde vemos diversos estilos e perspectivas. “Os bailarinos são provocados como se estivessem no feed do Instagram: passamos de um conteúdo lírico ao futebol em um clique, por exemplo”, finaliza de Grammont.

Para Monica Rischbieter, diretora-presidente do Teatro Guaíra, a coreografia que marca o retorno do Balé ao Guairinha faz uma reflexão sobre o mundo que queremos após a pandemia. “Vivemos nos últimos dois anos talvez o período mais difícil deste século, longe das pessoas que amamos. Neste mundo tão complexo que vivemos, precisamos debater o que queremos daqui pra frente. A arte tem esse papel e VICA traduz nossas angústias e esperanças sobre o futuro”, diz Monica.

Serviço

Balé Teatro Guaíra | VICA

Salvador de Ferrante – Guairinha

Dias 4, 5, 11 e 12 de dezembro – sábado às 20h30 e domingo às 19h

Classificação etária: 14 anos

Ingressos: R$20 e R$10

Ticket Fácil https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-vica.aspx

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, clarice lispector, a hora da estrela, canto de macabéa, artes cênicas, artes, música, cultura, atrações

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Companhia formada por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra com artistas entre 53 e 65 anos comemora duas décadas com temporada no Guairinha

É comum escutar que a profissão de atleta e bailarino tem vida curta. A culpada? A idade. A G2 Cia de Dança vai na contramão dessa ideia. O grupo é composto por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra que não se conformaram com o argumento de que a faixa etária decide a carreira de um artista da dança. Ao contrário, eles usam a maturidade de seus componentes para desenvolverem um trabalho autoral de qualidade artística e técnica. O resultado dessa resiliência? Somaram-se à carreira deles mais 20 anos, que serão comemorados entre os dias 10 e 15 de dezembro, no Guairinha.

Foi em 1999 que um grupo de bailarinos decidiu ir além. Já tinham conhecimento de uma companhia master na Holanda, mantida pelo estado e composta por bailarinos que não queriam parar de dançar, tendo em vista que ainda tinham condições físicas e artísticas para tanto. A ideia foi colocada e Monica Rischbieter, então Diretora Presidente  do Centro Cultural Teatro Guaíra, comprou a ideia. Estava criada a G2 Cia de Dança, pioneira no Brasil com esse formato de atuação, e atualmente única em atividade.

O grupo surgiu com uma característica marcante: desenvolver um trabalho de linguagem contemporânea e com características mais autorais do que a companhia oficial do Guaíra, uma revolução para a época. O objetivo era fazer uso pleno da maturidade pessoal e profissional de seus componentes, apenas promovendo adequações nos parâmetros de uso das técnicas. 

Julio Mota fez carreira no Balé Teatro Guaíra e é um dos bailarinos da G2 Cia de Dança. Segundo ele, o grupo tem uma importância não apenas artística, mas um papel social também. “Com a expectativa de vida do brasileiro aumentando, a atuação da G2 destaca algo de relevância social. Ela mostra para a sociedade que você pode continuar produtivo, ativo e propositor de coisas novas, rompendo com o paradigma do condicionamento físico e da barreira da idade”, declara.

Hoje, a G2 Cia de Dança é formada pelos bailarinos: Ana Silva, Clionise de Barros, Deisi Wor, Grazianni Canalli, Inês Drumond, Julio Mota, Leandro Nascimento, Ricardo Garanhanin e Rogério Halila. Eles têm idade entre 53 a 65 anos. Grande parte deles iniciou a vida profissional dentro do Guaíra, na década de 80.

Em seus 20 anos de atuação, a G2 possui 12 espetáculos montados com a participação de diretores convidados, quatro montagens de criação coletiva do próprio grupo, um espetáculo especial que marcou a retrospectiva dos vinte anos da companhia - o “Portfólio”, circulações nacionais pelo Ceará, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo; apresentações internacionais na Argentina e uma premiação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como reconhecimento ao trabalho de ampliação da carreira do bailarino.

Em 2019, para comemorar os 20 anos de atuação da G2 Cia de Dança, o grupo iniciou uma nova turnê nacional com os espetáculos “Blow Elliot Benjamin”, “La Cena” e a intervenção “Banquete das Diferenças”. A circulação já passou por Recife, Fortaleza e Vitória, com previsão de apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo em 2020. Em Curitiba, a grande comemoração acontece em dezembro, no Guairinha, com espetáculos a preços populares.

O projeto de circulação nacional da G2 Cia de Dança é realizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Copel e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), Centro Cultural Teatro Guaíra,  Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Governo do Paraná,  Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Governo Federal – Pátria Amada, Brasil.

SERVIÇO

 

G2 Cia de Dança no Guairinha

La Cena

Data: 10 e 11 de dezembro

Hora: 20h30

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Blow Elliot Benjamin

Data: 14 e 15 de dezembro

Horário: sábado às 20h30 e domingo às 18h 

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Maturidade é a força da G2 Cia de Dança

Companhia formada por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra com artistas entre 53 e 65 anos comemora duas décadas com temporada no Guairinha

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É comum escutar que a profissão de atleta e bailarino tem vida curta. A culpada? A idade. A G2 Cia de Dança vai na contramão dessa ideia. O grupo é composto por ex-integrantes do Balé Teatro Guaíra que não se conformaram com o argumento de que a faixa etária decide a carreira de um artista da dança. Ao contrário, eles usam a maturidade de seus componentes para desenvolverem um trabalho autoral de qualidade artística e técnica. O resultado dessa resiliência? Somaram-se à carreira deles mais 20 anos, que serão comemorados entre os dias 10 e 15 de dezembro, no Guairinha.

Foi em 1999 que um grupo de bailarinos decidiu ir além. Já tinham conhecimento de uma companhia master na Holanda, mantida pelo estado e composta por bailarinos que não queriam parar de dançar, tendo em vista que ainda tinham condições físicas e artísticas para tanto. A ideia foi colocada e Monica Rischbieter, então Diretora Presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, comprou a ideia. Estava criada a G2 Cia de Dança, pioneira no Brasil com esse formato de atuação, e atualmente única em atividade.
O grupo surgiu com uma característica marcante: desenvolver um trabalho de linguagem contemporânea e com características mais autorais do que a companhia oficial do Guaíra, uma revolução para a época. O objetivo era fazer uso pleno da maturidade pessoal e profissional de seus componentes, apenas promovendo adequações nos parâmetros de uso das técnicas.
Julio Mota fez carreira no Balé Teatro Guaíra e é um dos bailarinos da G2 Cia de Dança. Segundo ele, o grupo tem uma importância não apenas artística, mas um papel social também. “Com a expectativa de vida do brasileiro aumentando, a atuação da G2 destaca algo de relevância social. Ela mostra para a sociedade que você pode continuar produtivo, ativo e propositor de coisas novas, rompendo com o paradigma do condicionamento físico e da barreira da idade”, declara.
Hoje, a G2 Cia de Dança é formada pelos bailarinos: Ana Silva, Clionise de Barros, Deisi Wor, Grazianni Canalli, Inês Drumond, Julio Mota, Leandro Nascimento, Ricardo Garanhanin e Rogério Halila. Eles têm idade entre 53 a 65 anos. Grande parte deles iniciou a vida profissional dentro do Guaíra, na década de 80.
Em seus 20 anos de atuação, a G2 possui 12 espetáculos montados com a participação de diretores convidados, quatro montagens de criação coletiva do próprio grupo, um espetáculo especial que marcou a retrospectiva dos vinte anos da companhia - o “Portfólio”, circulações nacionais pelo Ceará, Santa Catarina, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo; apresentações internacionais na Argentina e uma premiação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como reconhecimento ao trabalho de ampliação da carreira do bailarino.
Em 2019, para comemorar os 20 anos de atuação da G2 Cia de Dança, o grupo iniciou uma nova turnê nacional com os espetáculos “Blow Elliot Benjamin”, “La Cena” e a intervenção “Banquete das Diferenças”. A circulação já passou por Recife, Fortaleza e Vitória, com previsão de apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo em 2020. Em Curitiba, a grande comemoração acontece em dezembro, no Guairinha, com espetáculos a preços populares.

O projeto de circulação nacional da G2 Cia de Dança é realizado via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Copel e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, Governo do Paraná, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Governo Federal – Pátria Amada, Brasil.

SERVIÇO

G2 Cia de Dança no Guairinha

La Cena
Data: 10 e 11 de dezembro

Hora: 20h30

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Blow Elliot Benjamin

Data: 14 e 15 de dezembro

Horário: sábado às 20h30 e domingo às 18h

Local: Guairinha

Endereço: Rua XV de Novembro, s/n, Centro

Ingresso: R$20 e R$10, na bilheteria do Teatro e pelo Ticket Fácil

Artrite

Artrite

de 29 de novembro a 1 de dezembro, sexta, sábado e domingo às 20h
Classificação 16 anos
Glauco Flores de Sá Brito – Miniauditório do Teatro Guaíra
Ingressos: R$ 16,00 (dezesseis reais) e R$ 8,00 (oito reais)

Gênero: Drama
Duração: 45 min.

Ficha Técnica:

Texto e Direção: Marcelo Leonel Felczak
Elenco: Janaina Ferreira e Andressa de Lima
Iluminação e Sonoplastia: Cassiano Fonsaca e Marcelo Felczak
Figurinos: Janaina Ferreira e Sabrina Marques
Cenário: Marcelo Felczak

Sinopse

Quando o caminho que tomamos não era aquele planejado no frescor da juventude e o resultado são dores e arrependimentos, um mergulho profundo em nossa história de vida pode nos dar a resposta necessária para, quem sabe, seguir em frente. “Artrite” são dores em articulações femininas, forjadas por homens de atitudes e conduta inflamatória.

Release

O espetáculo “Artrite” fala sobre escolhas e condicionamentos dos quais as mulheres, numa sociedade conduzida por leis formuladas por homens, estão sujeitas. O sentimento de superioridade e a exaltação masculina, ao longo da história, muitas vezes conduziram para a marginalidade as mulheres que ousaram quebrar alguns padrões sociais. A argumentação do texto surgiu no início de 2019, por iniciativa das atrizes Sabrina Marques e Janaína Ferreira, seguida por Andressa de Lima, expondo temas femininos, cabendo ao diretor do espetáculo Marcelo Leonel Felczak compilar toda a discussão em dramaturgia.
A peça apresenta as dificuldades encontradas pela protagonista ao longo de sua vida, seu sonho de ser uma artista e sua trajetória, saindo sozinha de sua cidade natal no interior do Brasil e se aventurando numa grande uma metrópole em busca de oportunidades mais promissoras. Neste caminho desconhecido e complicado a personagem encontra pessoas não muito amigáveis e individualistas, com valores retrógrados e machistas. Uma mulher presa em suas referências pouco libertárias, seguindo padrões que destoam de suas utopias, entre escolhas e imposições concebe a sua e outras vidas, educa reproduzindo sua prisão em novas gerações. Revisitar acontecimentos marcantes e entender laços familiares que forjaram sua personalidade acaba sendo a maneira encontrada de entender seu momento presente.
Um retrato de tempos já passados, com valores que insistem em permanecer enraizados em nossa sociedade, talvez uma página que não foi virada, ainda que muitas palavras já tenham sido modificadas, cabe a cada um tirar suas próprias conclusões e conduzir a discussão para novos patamares.

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS SESSÕES EM CURITIBA NESTA SEXTA E SÁBADO NO GUAIRINHA

“CARIOCA AO VIVO” EM DUAS SESSÕES EM CURITIBA

NESTA SEXTA E SÁBADO NO GUAIRINHA

Márvio Lúcio, o Carioca, canta dança e interpreta versões de personagens icônicos como Moraes Moreira, Padre Fábio de Melo, Fredie Mercury, além de outros, que o comediante prefere manter em segredo, para a surpresa do público.

“Carioca ao Vivo” é um espetáculo ímpar, completamente diferente de tudo que já vimos. “Esse espetáculo faz com que eu apresente no palco tudo que eu não pude mostrar na televisão, é a minha liberdade, levo ao palco o que eu tenho vontade de fazer”, revela o humorista que conta ainda que o público faz parte do show, com muita interação.

Como não podia deixar de ser, Carioca também leva ao palco personagens políticos atuais, que fazem muito sucesso nas redes sociais dele, como Bolsonaro e Sérgio Moro.

“Atualizo as piadas sempre, isso para levar o melhor do meu humor para o público. Tudo o que estiver acontecendo no Brasil no momento vai fazer parte do roteiro do show. Vou mostrar algo que jamais mostrei nos palcos, quero inovar”, completa o humorista.

Sobre o Carioca

Márvio Lúcio é humorista, radialista e repórter brasileiro, conhecido por sua irreverência e versatilidade como ator, repórter e apresentador. São mais de 21 anos de carreira com muito sucesso, conquistando uma grande legião de fãs. Carioca prende a atenção do público com inúmeras e emblemáticas imitações. Entre os personagens mais populares: Bolsonabo (Jair Bolsonaro), Dilma Ducheff (Dilma Roussef), Amaury Dumbo (Amaury Junior), Jô Suado (Jô Soares), Falso Silva (Fausto Silva), o cantor Lelé Santos (Lulu Santos) e muitos outros.

Carioca também se dedica a um espaço mais intimista, no YouTube, para todos que admiram o trabalho do comediante. O Canal do Carioca é um misto de tudo o que o humorista apresenta na televisão, mas com muita ousadia em vídeos jamais imaginados.

Serviço:

Carioca ao Vivo

Quando: 08 e 09 de novembro (sexta e sábado)

Onde: Teatro Guairinha

Horário: 21:00

Valores: Os ingressos variam de R$ 46,00 (meia-entrada a R$ 92,00 (inteira);

Vendas: Disk Ingressos

Produção: Massa Fun, RA Produções e Non Stop