#1 – Boletim do 30º Festival de Curitiba

Hoje é 16 de março e faltam 13 dias para o Festival de Curitiba

A volta do público à plateia e dos atores aos palcos do 30º Festival de Curitiba, maior evento de artes cênicas da América Latina, são um marco na retomada e resistência do setor cultural após a suspensão de espetáculos presenciais por causa da pandemia.
Na programação, algumas das principais companhias de teatro do país, muitas delas com história no Festival de Curitiba. De hoje até 10 de abril, tudo o que é preciso saber sobre o 30º Festival de Curitiba estará nesta newsletter publicada todas as manhãs. Arte Viva! Viva a Arte!

Teatros com 100 % de ocupação
E falando em presença de público, a melhora dos indicadores da pandemia permitiu que, na semana passada, a prefeitura de Curitiba flexibilizasse as regras de ocupação dos espaços do Festival de Curitiba. Assim, uma nova leva de ingressos foi liberada para todos os espetáculos.
Os 30% de ingressos que estavam bloqueados por questões sanitárias estão agora à disposição do público. Quem queria ver peças que tinham ingressos esgotados como o clássico “O Mistério de Irma Vap” ou “Aurora”, dos Satyros, tem mais uma chance. Mas é preciso correr… Saiba mais aqui: https://bit.ly/3id5yFQ

Espetáculos com lotação esgotada:

Emicida – AmarElo:
https://festivaldecuritiba.com.br/evento/emicida-em-amarelo/
Abjetos Sujeito: Clarice Lispektor por Denise Stoklos: https://festivaldecuritiba.com.br/evento/abjeto-sujeito-clarice-lispector-por-denise-stoklos/

Guilherme Weber apresenta “Tudo”
Nascido e formado como ator nos teatros de Curitiba, o ator e diretor Guilherme Weber dirige a pré-estreia nacional do espetáculo Tudo, baseado no texto do ator e autor argentino Rafael Spregelburg. A carreira de Weber se confunde com a história do evento: ele foi ator em peça na primeira edição em 1992 e, depois de dezenas de participações como ator e diretor, foi curador do Festival de Curitiba entre 2016 e 2020. No elenco de Tudo estão Julia Lemmertz, Vladimir Brichta, Dani Barros, Márcio Vito e Cláudio Mendes. Mais informações aqui: https://bit.ly/3q9aoZ3

Festival é bom quando é NA RUA
E nas praças, parques, bares... ou qualquer lugar onde as pessoas transitem e que também possam abrigar a arte. Em 2022, o Festival na Rua vai. De 1º a 9 de abril, 60 companhias locais se apresentam em 10 palcos espalhados por Curitiba e Região Metropolitana. Serão, ao todo, cerca de 130 apresentações entre espetáculos teatrais, de música e outros. Tudo totalmente gratuito! Dá uma olhada na programação: https://bit.ly/364joI9

Olho na alteração de locais na mostra Festival na Rua:
Algumas peças da mostra Festival na Rua precisaram alterar os horários e espaços de apresentação originalmente programados. Veja abaixo a lista das mudanças e os novos locais e horários das peças: https://bit.ly/3CMjzE3
● Quem ainda não trocou seus ingressos do Festival de 2020 confira como é a política de trocas aqui: https://bit.ly/3u35D4u

Filhos de Peixes
O grupo Parlapatões já montou 9 peças em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. Em 2022, eles voltam com três peças, entre as quais “Parlapatões revistam Angeli”, grande sucesso no Festival de 2013 que volta com novidades como uma banda para executar ao vivo a trilha da peça.
E não é qualquer banda: o power trio tem na guitarra Yohan Kisser, filho de Andreas Kisser, do Sepultura, no baixo, Bento Mello, filho do “titã” Branco Mello, co-autor das canções da trilha e na bateria Gabriel Haddad. Todos tocam na banda de hard rock Sioux 66. Saiba mais no link ao lado: https://bit.ly/36pe6ad

Dançar para não dançar
De ballet passando por flamenco até a dança contemporânea, o Festival de Curitiba tem espetáculos para quem gosta de dança, e de dançar. O mix inclui desde espetáculos com grupos e coreógrafos consagrados até espetáculos gratuitos na rua. Saiba mais aqui: Confira abaixo os espetáculos de dança que vão movimentar os corpos no 30º Festival de Curitiba: https://bit.ly/3JepzaR

Festival de Curitiba no Telegram
O Festival de Curitiba 2022 tem agora uma lista no Telegram. Quem se inscrever tem acesso a debates sobre as peças, promoções, comunicados oficiais e conteúdo exclusivo. Acesse: https://t.me/festivaldecuritiba

Material do Festival de Curitiba 2022 para imprensa:
Os releases, fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://bit.ly/36js5hE

O 30º Festival de Curitiba nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/festivaldecuritiba/
Twitter: https://twitter.com/Fest_Curitiba
Facebook: https://www.facebook.com/fest.curitiba/
Youtube: https://www.youtube.com/c/festivalcuritiba
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/parnaxxoficial/

Arte Viva! Viva a Arte!

Remontagem de Brasileiro, Profissão: Esperança é destaque da programação do Festival de Curitiba

Quase 50 anos após sua primeira apresentação, um clássico absoluto do teatro nacional renasce adaptado ao momento histórico atual do país: o musical “Brasileiro, Profissão Esperança”, escrito por Paulo Pontes, é um dos grandes destaques da Mostra Lúcia Camargo do 30º Festival de Curitiba.

Com direção da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, a peça chega ao palco do festival nos dias 31 de março e 01 de abril às 21h, no Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro). O espetáculo conta com intérprete de Libras.

“O momento é este. A nossa profissão de artista e nossa profissão de brasileiro é ter esperança, é o que nos resta”, destacam os diretores no material de apresentação do espetáculo.

“Brasileiro, Profissão: Esperança” já teve versões com Maria Bethânia e Ítalo Rossi (1971), Clara Nunes e Paulo Gracindo (1973) e Bibi Ferreira e Gracindo Jr (1998). Em 2021, a peça foi recriada para comemorar os 50 anos da montagem original. Com figurinos e cenografia despojada, e com Cláudia Neto e Claudio Botelho como protagonistas, a versão agora dirigida por Botelho e Charles Möeller ganha uma inusitada importância diante da situação atual.

Na peça, Pontes conta a história de dois grandes nomes da cultura popular, a cantora Dolores Duran (1930-1959) e o cronista Antônio Maria (1921-1964), por meio de suas canções e crônicas. No repertório musical, grandes clássicos como Ternura Antiga, Manhã de Carnaval, Valsa de uma Cidade, Castigo, Lama, Fim de Caso e A Noite do Meu Bem.

Segundo Paulo Pontes, a ideia era que qualquer brasileiro se visse “um pouco nessa generosa, irônica e desesperada aventura existencial contida na vida” dos dois. A montagem original foi dirigida por Bibi Ferreira e fez um ano de temporada no Rio e outro em São Paulo.

Em 1974, a versão mais célebre da peça foi montada com Clara Nunes e Paulo Gracindo, acompanhados por uma grande orquestra e bateu recordes de público pelo país afora. Foi uma das primeiras peças multimídia que projetaram filmes de 35mm em telões laterais, numa direção cênica inovadora.

A construção teatral é habilidosamente arquitetada sobre canções e textos das duas figuras-síntese da vida carioca nos anos 50. O espectador vai tomando contato “com as pegadas de Dolores e Maria pelos bares e areias do Rio”, como descreveu a crítica de Júlio Viegas.
50 anos depois, o texto traz à tona um Brasil que parecia perdido no passado, mas que se encaixa, infelizmente, nas circunstâncias do Brasil de hoje. Um país incerto e inseguro, mas cheio de esperança.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA
Brasileiro, Profissão: Esperança
Um musical de Paulo Pontes com canções de Dolores Duran e Antônio Maria.
Elenco: Claudia Neto e Claudio Botelho.
Músicos: Guilherme Borges (piano e teclados), Márcio Romano (bateria, percussão e vibrafone) e Thiago Trajano (violão e guitarra).
Direção: Charles Möeller e Claudio Botelho.
Direção Musical e Arranjos: Thiago Trajano.
Iluminação: Paulo César Medeiros.
Som: Erick Lima.
Figurino: Constança Whitaker e Alex Santos.
Produção Executiva: Cris Fraga.
Operação de canhão: Jimy Menezes.
Produção e realização: M&B.

Serviço:
O que: Brasileiro, Profissão: esperança no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: Livre
Duração: 90’

Curitiba Honesta anuncia parceria com o Festival de Curitiba

Curitiba Honesta anuncia parceria com o Festival de Curitiba

16º Festival de Pão com Bolinho fará parte da programação oficial do evento artístico

A Curitiba Honesta entra em 2022 com uma novidade marcante: a parceria com o Festival de de Curitiba, o maior e mais importante do segmento artístico no país. Com isso, o 16º Festival de Pão com Bolinho fará parte da programação oficial do evento, que acontece de 29 de março a 10 de abril. “Participar do Festival de Teatro é uma grande emoção! Ainda mais neste ano, que comemora os 30 anos do evento. O Festival de Pão com Bolinho tem tudo a ver com Curitiba e agora teremos a oportunidade apresentar essa tradição curitibana para os milhares de turistas que vêm à cidade nessa época”, diz Sérgio Medeiros, sócio-proprietário da Curitiba Honesta.

As inscrições para bares e restaurantes interessados em participar do 16º Festival de Pão com Bolinho estão abertas e as vagas são limitadas. Informações: whatsapp/telefone (41) 999419372.

Festivais de 2022

Para 2022, a Curitiba Honesta programou cinco eventos. “Este promete ser o ano da retomada econômica e queremos ajudar o setor de gastronomia, tão prejudicado pela pandemia, a se levantar”, diz Sérgio Medeiros, sócio-proprietário da empresa.

Confira a programação da Curitiba Honesta para 2022:

Março: 16º Festival de Pão com Bolinho

Junho: 2º Circuito de Pizza

Agosto: 2º Festival do Pê Éfe

Setembro: 5º Festival de Carne de Onça

Novembro: 17º Festival de Pão com Bolinho

Mais informações pelo fone (41) 3434-3492 ou Whatsapp (41) 99941-9372 ou admcuritibahonesta@gmail.com.

Informações: www.curitibahonesta.com.br

Instagram @curitibahonesta

Facebook: https://www.facebook.com/curitibahonesta

Prego na Testa: a arte de rir da própria desgraça

Monólogo dos Parlapatões é uma comédia stand-up de humor raivoso sobre a loucura urbana

Quando a versão original da peça Prego na Testa foi montada em 1994 pelo dramaturgo Eric Bogosian, a crítica do jornal New York Times definiu o texto como “áspero e turbulento” e seu autor como “nosso mais vibrante portador de más notícias”.

No final da década de 1980 e meados da década seguinte, o verborrágico Bogosian era o “menino mau” do teatro underground de Nova York. Algumas de suas peças, como Talk Radio e Suburbia, foram adaptadas com sucesso para o cinema e falavam de um tema comum: a loucura e medo do homem nas grandes cidades da América.

“Pounding Nails in the Floor with My Forehead” (no original em inglês, “Martelando pregos no chão com a minha testa”, em tradução livre) só ganhou versão brasileira em 2005, com tradução, adaptação e direção do dramaturgo Aimar Labaki e interpretação de Hugo Possolo, do Grupo Parlapatões.

Desde o princípio, Labaki adaptou o texto à realidade brasileira, a começar pelo título em português que usa a expressão que faz jogo com o duplo sentido de ameaçar o crânio por um prego ou de que ele já esteja fincado em uma mente perturbada. O texto é um monólogo performático de alta intensidade. Uma espécie de comédia stand-up de uma hora de duração em que o espectador ri o tempo todo, mas, às vezes, ri de nervoso. O texto articula o absurdo da vida nas grandes cidades e faz rir das nossas próprias desgraças. As cenas vão do esquisito ao hilariante e a plateia da gargalhada à angústia.

A peça fez sucesso no Festival de Curitiba de 2006. Possolo lembra que o texto então fazia muitas referências a coisas que aconteciam na vida política e cultural do Brasil à época e avisa que a nova montagem vai repetir a fórmula.

“O universo do Bogosian é muito forte, mas esta versão para o 30º Festival de Curitiba está totalmente adaptada a esta realidade maluca que estamos vivendo. Um cenário bem louco: pandemia, caos político e guerra”, disse. A essência do texto e da montagem original, contudo, estão mantidas. Um texto impiedoso e com um humor corrosivo sobre a incapacidade humana em enfrentar a realidade do mundo.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco,New Holland, com patrocínio de Neodent, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

A partir de personagens anônimos, “Pessoas Brutas” retrata corrupção na política e levanta discussões sobre ética

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo e em como a corrupção na política deixa a vida mais bruta

A Companhia Os Satyros, de São Paulo, retorna ao Festival de Curitiba com duas peças, entre as quais “Pessoas Brutas”. O espetáculo terá apresentações nos dias 5 e 6 de abril, no Teatro Zé Maria, às 21h. A Companhia Os Satyros tem tradição no Festival de Curitiba, mas essa será a primeira vez que “Pessoas Brutas" será encenada no evento. O trabalho estreou em 2017 e recebeu indicações ao Prêmio Shell na categoria Melhor Figurino; ao Prêmio Aplauso Brasil, em oito categorias; e ao Blog do Arcanjo, em três.

A peça é contada a partir do sequestro da filha de um doleiro denunciado no ‘esquema da rachadinha’. Os destinos de vários personagens anônimos de São Paulo se cruzam em uma teia de relações violentas em que buscam desesperadamente figuras heroicas para dar sentido às suas vidas desesperançadas.

São 13 atores no palco para a terceira parte da Trilogia das Pessoas – com foco em personagens anônimos de São Paulo, pessoas que se parecem e podem representar todos os anônimos das metrópoles contemporâneas mundo afora.

“Pessoas Brutas” discute a viabilidade da ética num Brasil moralmente arrasado. O grupo pretende refletir sobre o momento atual a partir de um conceito - o heroísmo. O espetáculo olha para a figura do herói de forma desencantada. Não há herói à vista, somente missões heroicas equivocadas ou egoístas. Os artistas propõem a seguinte provocação: “se não temos mais heróis, a quem recorrer?”

“É um trabalho potente sobre histórias que se cruzam. O eixo que corta o espetáculo é o sequestro pelo tráfico da filha de um político importante que enriqueceu com os esquemas das rachadinhas. Falamos sobre o que sentimos em relação à corrupção e como isso contribui para que a vida seja mais triste, mais complicada e mais bruta”, explica o ator e dramaturgo Ivam Cabral.

Trilogia
Em 2014, Os Satyros resolveram dar início a uma trilogia que abordaria a vida dos personagens anônimos da cidade de São Paulo. A primeira montagem foi o premiado espetáculo “Pessoas Perfeitas” (vencedora prêmio APCA de melhor espetáculo, prêmio Shell de melhor texto e prêmio Aplauso Brasil de melhor dramaturgia), que tratava da vida de moradores da região central e da Zona Leste de São Paulo.

Em 2016, veio a segunda peça, “Pessoas Sublimes”, que tratava de uma região pouco explorada na dramaturgia sobre São Paulo - Parelheiros, bairro periférico da grande metrópole. O espetáculo falava da relação entre o mundo dos vivos e dos mortos.

Em 2017, a terceira parte – “Pessoas Brutas” -, que foi criada a partir de entrevistas e observação in loco, além de depoimentos dos artistas participantes, para investigar a questão das dependências química e psíquica no cotidiano de moradores da metrópole de São Paulo.

MANGÁS JAPONESES
Todo o visual da peça, em preto, branco e tons de cinza, é inspirado na “selva de pedra” das grandes metrópoles. Mas foi concebido também a partir de uma outra arte: os mangás japoneses.

“Os mangás eram incialmente em preto e branco, tiveram origem numa época em que o Japão passava por uma grande crise econômica. Eram impressos em folha de jornal e em preto e branco, para que eles não precisassem gastar muita tinta. Isso nos inspirou, pois não tínhamos dinheiro e queríamos fazer alguma coisa criativa e que fosse legal. Daí começamos a pesquisar o gênero dos quadrinhos - em especial quadrinhos em preto e branco - e os mangás. E, assim, todo o visual da peça acabou indo para o preto e branco com alguns tons pasteis”, contextualiza Cabral.

Retorno ao Festival

Ivam Cabral, radicado há anos em São Paulo, é natural de Ribeirão Claro, no Norte Velho do Paraná, e iniciou a trajetória profissional dele no teatro em Curitiba, cidade que visita com frequência. De acordo com ele, a 30ª edição do Festival é a celebração da volta dos artistas ao palco.

O dramaturgo aponta a importância histórica do Festival de Curitiba. “O Festival de Curitiba reinventou a arte não só em Curitiba. A partir de 1992, o evento reformula a cidade, colocando-a como berço da cultura teatral. O Festival de Curitiba foi o primeiro grande festival de teatro, com reflexos em todo o país. Os festivais de teatro, antes do Festival de Curitiba, estavam ligados ao teatro amador. E o Festival de Curitiba surge como vitrine do teatro contemporâneo. O que acontecia em Curitiba seria sucesso no país todo”, diz.

De acordo com Cabral, o Festival de Curitiba é há muitos anos o maior evento cultural do país. “Sempre se espera muito pela realização do Festival. Quando a edição de 2020 acabou suspensa [em razão da pandemia], foi muito triste. Era como se a partir daquele momento tivéssemos perdido um jogo. Então, é muito importante termos a retomada presencial do Festival de Curitiba”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA:
Texto: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Direção: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andre Lu, Alex de Jesus, Dani Moreno, Diego Ribeiro, Eduardo Chagas, Gabriela Veiga, Gustavo Ferreira, Henrique Mello, Julia Bobrow, Sabrina Denobile, Thiago Mendonça e Tiago Leal.
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Flávio Duarte
Trilha Sonora: Henrique Mello, Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
Cenografia: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Pieratti e Carol Reissman
Perucas: Lenin Cattai
Programação Visual: Henrique Mello
Orientação Figurinos 2022: Adriana Vaz e Thiago Mendonça
Operação Técnica: Flavio Duarte
Fotografias: Andre Stefano
Produção: Os Satyros
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

Serviço:
O que: Pessoas Brutas no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 05 e 06 de abril às 21h
Onde: Teatro Zé Maria (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba - PR,)
Valores: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada) + taxa
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, pessoas brutas, rachadinha, esquema, ética, debate, discussão, política

Parlapatões voltam ao Festival de Curitiba parareviver três grandes sucessos

Grupo paulistano de humor já encenou 9 peças em oito
edições diferentes do Festival

O grupo Parlapatões surgiu em São Paulo, no ano de 1991, como um grupo de teatro de rua, que trabalhava com humor e linguagem circense e passava o chapéu no final dos espetáculos. No ano seguinte, o Festival de Curitiba foi criado por jovens estudantes para movimentar a estagnada cena cultural da cidade. Desde então, os dois projetos cresceram e apareceram e suas trajetórias se cruzaram muitas vezes.

A primeira delas foi em 1997, quando houve a estreia nacional de Piolim, no Festival de Curitiba. Na mesma edição, os Parlapatões apresentaram a peça de rua U Fabuliô. No ano seguinte, o espetáculo PPP@WllmShkspr.br estreou com grande sucesso de público e crítica no Festival e seguiu uma importante carreira nacional.

Em 2003, outra estreia: As Nuvens. Três anos depois, a trupe trouxe dois novos espetáculos Hércules e Prego na Testa. Em 2009 foi montado Oceano – Circo Roda, em 2010, O Papa e a Bruxa e a última passagem pelo Festival foi com o grandioso espetáculo Parlapatões Revistam Angeli.

Ao todo, os Parlapatões encenaram nove peças com quatro estreias nacionais em oito edições diferentes do Festival de Curitiba. “O grupo estreou muitas peças no Festival e nosso trabalho sempre foi muito bem recebido. O festival sempre serviu como um impulso muito grande para que nossos espetáculos começassem temporadas Brasil afora”, disse Hugo Possolo, um dos fundadores do grupo.

Possolo lembra que ouvia dos colegas mais experientes que o público de Curitiba era “duro e difícil para comédia”, mas que hoje tem a impressão contrária. “Para gente nunca foi duro e difícil. Ou a gente acertou muito, ou quem sabe temos uma empatia, uma relação forte com a cidade e há uma reciprocidade na conexão”, disse.

Quando a direção do Festival disse que queria fazer um uma edição comemorativa de 30 anos com de remontagens de grandes sucessos de festivais anteriores, a ideia soou muito bem para os Parlapatões. “Somos um grupo que mantém repertório. Essas três peças, cada uma a seu jeito, foram fáceis de retomar”.

Em 2022, os Parlapatões retornam ao palco do 30º Festival de Curitiba com uma trilogia de grandes sucessos para comemorar as três décadas de parceria. Todas as montagens serão no Sesc da Esquina e são parte da Mostra Lúcia Camargo.

Prego na Testa - A primeira peça é Prego na Testa, espetáculo solo de Hugo Possolo baseado na obra e performance do ator e dramaturgo americano Eric Bogosian. O texto expõe ao ridículo a neurose urbana que Possolo soube adaptar às circunstâncias da realidade brasileira ao viver 7 personagens de características bem diferentes como o mendigo que se considera dono de um vagão de metrô, o emergente apaixonado pela nova churrasqueira, o fã chato, o macho que participa de um grupo de autoajuda para fazer uma meia culpa por ser viciado em sua própria virilidade, entre outros.

Prego na Testa será encenado nos dois primeiros dias do Festival, 29 e 30 de março.

Shakespeare “abreviado” - Nos dias 31 de março e 01 de abril, o grupo apresenta PPP@wllmshkspr.br, a versão brasileira de The Complet Works of William Shakespeare (Abridged), do americano Adam Long, que também é ator e participou da montagem original.

O “Shakespeare abreviado” dos Parlapatões é um clássico instantâneo que estreou no Festival de Curitiba. A peça é uma sátira agilmente estruturada que compila a obra completa de William Shakespeare em 99 minutos, encenada por três atores que se dividem em 12 personagens. A tradução é de Barbara Heliodora, crítica de teatro e a principal tradutora de Shakespeare no Brasil. A peça foi dirigida por Emílio Di Biasi, o ator e diretor falecido em 2020, fundador do grupo teatral Decisão e um grande garimpeiro de talentos do teatro.

Universo Angeli - A trilogia dos Parlapatões fecha nos dias 2 e 3 de abril, quando o grupo retoma um de seus maiores projetos: a ampla pesquisa sobre a obra do cartunista Angeli. A peça Parlapatões Revistam Angeli rola em clima de Teatro de Revista, ao som do rock’n roll, com os personagens mais conhecidos do cartunista como Bob Cuspe, Rê Bordosa, Os Skrotinhos e Meia-Oito dando vida a situações criadas nas tiras, charges e textos de Angeli.

A peça estreou no Festival de Curitiba de 2013 com a presença do próprio Angeli e fez grandes temporadas no Auditório Ibirapuera e temporada no Espaço Parlapatões, com grande sucesso de público.

Três espetáculos testados, aprovados e imperdíveis para celebrar a simbiose entre Os Parlapatões e o Festival de Curitiba. “Estamos felizes de estar em Curitiba novamente e finalmente nos apresentando para um público. Vai ser uma lavada de alma, uma retomada”.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica, Novozymes e Governo do Estado do Paraná.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

FICHA TÉCNICA: PPP@ WllmShkspr.Br
Texto: Adam Long
Direção: Emílio Di Biasi
Tradução: Barbara Heliodora
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

FICHA TÉCNICA: Parlapatões Revistam Angeli
Textos: Angeli e Hugo Possolo
Roteiro e Direção: Hugo Possolo
Direção Musical: Branco Mello
Elenco: Raul Barretto, Camila Turim, Hugo Possolo, Rodrigo Mangal, Tadeu Pinheiro
Contrarregra e figurante principal: Rodrigo Belladona
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Espetáculo com audiodescrição

FICHA TÉCNICA: – Prego na Testa
Texto: Eric Bogosian
Adaptação e Direção: Aimar Labaki
Atuação: Hugo Possolo
Assistente de Direção: Carlos Baldin
Cenário: Ulisses Cohn
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Wagner Freire
Sonoplastia: Aimar Labaki
Edição da Trilha Sonora: Aline Meyer
Direção de Produção: Raul Barretto
Produção Executiva: Erika Horn
Assistência de Produção e Comunicação: Janayna Oliveira

Serviço:
O que: Prego na Testa – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 29 e 30 de março às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 60’

Serviço:
O que: PPP@wllmshkspr.br – Parlapatões no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 31 de março e 01 de abril às 21h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração:90’

Serviço:
O que: Parlapatões Revistam Angeli no 30.º Festival de Curitiba
Quando: 02 de abril as 21h e 03 de abril às 19h
Onde: Sesc da Esquina (Visc. do Rio Branco, 969 - Mercês).
Valores: R$ 80,00 (inteira)
Ingressos: Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’
Espetáculo com audiodescrição

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, sesc da esquina, parlapatões,angeli, barbara eliodora, hugo possolo

“O Náufrago” transpõe para o teatro a obra de um dos maiores autores da língua alemã no século XX

A peça será apresentada no Teatro Zé Maria dos Santos e faz parte
da Mostra Lúcia Camargo dentro do 30º Festival de Curitiba

O drama “O Náufrago”, uma transposição para o teatro da obra homônima do escritor alemão Thomas Bernhard, é uma das atrações do 30.º Festival de Curitiba. A peça, que será encenada nos dias 06 (quarta-feira) e 07 (quinta-feira) de abril, às 21h, no Teatro da Reitoria, faz parte da Mostra Lúcia Camargo.

A versão teatral foi criada pelo diretor William Pereira e o elenco é composto pelos atores Luciano Chirolli e Romis Ferreira. Em uma prosa convulsiva e exasperada, a história narra a relação de três exímios estudantes de piano. Na trama, o músico Glenn Gould apresenta para os dois colegas, uma interpretação de “Variações Goldberg”, do compositor alemão Johann Sebastian Bach. A partir daí, o impacto da genialidade de Gould nos outros pianistas constrói toda a narrativa da peça.

Lançado em 1996 no Brasil pela editora Companhia das Letras, o livro “O Náufrago” foi um enorme sucesso de vendas. Tanto que, dez anos depois, a obra ganhou uma segunda edição que está esgotada, pois se tornou o trabalho mais conhecido de Thomas Bernhard.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).

Sobre a encenação – O grande desafio na transposição de uma obra literária para o ambiente das artes cênicas é criar um aspecto de teatralidade. Essa abordagem é necessária para que o espetáculo não se transforme somente em uma leitura dramática protagonizada pela atuação de um ator que narra os fatos. No livro "O Náufrago", essa narrativa é feita por um único personagem, mas, no espetáculo, ela é realizada por dois atores: o protagonista/narrador (Luciano Chirolli) e Wertheimer (Romis Ferreira), o personagem que é citado durante toda a obra e é um alter-ego, uma sombra daquele que conta a história e está sempre em um segundo plano.

Na peça, Wertheimer fica posicionado atrás de uma tela transparente, sobre os destroços de um piano de cauda que surge e desaparece como em um grande corte cinematográfico. Em cena, William propõe dois planos: memória e tempo presente, que vão se fundindo ao longo do espetáculo, fazendo com que os limites entre lembrança e realidade se rompam. “Eu trabalhei para que a densidade do texto fique emoldurada por uma dramaticidade visceral. Sinto como se, em vez de dirigir, eu estivesse regendo. Inclusive, eu pedi aos atores que chegassem no primeiro dia de ensaio com os textos completamente decorados para que eu pudesse reger as pausas, o ritmo, os volumes e os tempos, já que o grande foco nessa peça é a palavra, o texto”, explica o diretor.

A trilha sonora do espetáculo é o terceiro personagem e cria um contraponto entre a genialidade da execução de Glenn Gould e a interpretação medíocre de Wertheimer em seus últimos dias.

A relação de amizade de Chirolli e William foi extremamente importante no resultado final da montagem, pois eles se conhecem desde a década de 80, quando estudavam na Universidade de São Paulo (USP). A conexão pessoal da dupla se reflete na peça, afinal, tanto o talento quanto a experiência dos dois foram essenciais para a construção do espetáculo. “Enquanto estávamos na faculdade, eu dirigi muitas obras nas quais ele atuava e sempre quis voltar a trabalhar com esse excelente ator. ‘Náufrago’ é a oportunidade perfeita. O Romis Ferreira também empresta seu talento e vasta experiência nos palcos, o que contribuirá bastante para a encenação,” diz William.

“O Náufrago” conta com figurinos e cenário assinados pelo diretor William Pereira e luz de Caetano Vilela, que desenvolve parcerias artísticas com o diretor há mais de 20 anos. A direção de produção é de Leopoldo de Leo Jr., parceiro de William desde 2001. Os dois, ao lado do dramaturgo e diretor Newton Moreno, também são sócios na LNW Produções Artísticas desde 2009.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, New Holland e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba.

Ficha Técnica:
Tradução: Sérgio Tellaroli
Adaptação, Encenação e Direção: William Pereira
Elenco: O narrador: Luciano Chirolli. Wertheimer: Romis Ferreira
Cenários e Figurinos: William Pereira
Iluminação: Caetano Vilela
Direção de Cena: Henrique Pina
Ensaiadora: Lígia Pereira
Construção Cenográfica e Adereços: Giorgia Massetani e Alício Silva
Fotos e Vídeo: Marcos Frutig/João Maria
Programação Visual: Giuliano Almeida Ziviani
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Mobiliário: City Design
Operador de Luz: Guilherme Soares
Técnica de Som: Janice Rodrigues
Contrarregra e Maquinista: Popó
Técnico de Gravação: João Henrique Baracho
Piano de Wertheimer: Désirèe Brissac
Produção Executiva: Rafaela Penteado
Assistente de Produção: Adriana Florence
Direção de Produção: Leopoldo De Léo Jr.
Produção: LNW Produções Artísticas Ltda

Serviço:
O que: “O Náufrago” no 30.º Festival de Curitiba.
Quando: 6/04 (quarta-feira) e 7/04 (quinta-feira), às 21h.
Onde: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1.299 - Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira) + Taxa de Serviço e R$ 40,00 (meia-entrada) + Taxa de Serviço.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Gênero: Drama
Classificação: 14 anos.
Duração: 80’.

Hashtags oficiais - #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags - festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, o náufrago

Quarto 19 traz para o 30º Festival de Curitiba o drama de uma mulher e mãe em busca da liberdade

Quarto 19 traz para o 30º Festival de Curitiba o drama de uma mulher e mãe em busca da liberdade

Monólogo com Amanda Lyra é baseado no conto To Room Nineteen, da escritora britânica Doris Lessing, prêmio Nobel de Literatura em 2007

O 30º Festival de Curitiba apresenta em duas noites, 5 e 6 de abril, no SESC da Esquina, o espetáculo Quarto 19, trabalho solo de Amanda Lyra construído a partir do conto No Quarto Dezenove (To Room Nineteen), da escritora britânica Doris Lessing (1919-2013), prêmio Nobel de Literatura em 2007. A direção é de Leonardo Moreira, dramaturgo e diretor da Companhia Hiato, de São Paulo, e integra a Mostra Lúcia Camargo.

Quarto 19 conta a história de uma mulher de classe média que vive o que se conhece como uma vida perfeita: tem um marido bonito e amoroso, três lindos filhos, uma bela casa e estabilidade material. Após anos sem trabalhar fora por escolha própria, para se dedicar à criação dos filhos, ela espera o momento em que o mais novo entrará para a escola, quando finalmente voltará a ter algum tempo para si. Mas quando isso acontece, ela não encontra dentro de si a liberdade que buscava. Numa tentativa de se livrar da irritação doméstica e do intenso ritmo familiar, ela decide alugar um quarto de hotel no centro da cidade, o quarto 19.

“To Room Nineteen ” foi publicado pela primeira vez em 1963 e a peça estreou em 2017. É doloroso perceber a universalidade e a temporalidade desse texto. Perceber que estamos nos debatendo com mesmas questões tantos anos depois, com o movimento feminista já em sua quarta vaga. Mas Quarto 19 vai além de um retrato da condição da mulher, o conto questiona o ideal de felicidade da família burguesa, o modelo social racional e inteligente que soterra nossa sensibilidade, nossa selvageria”, explica Amanda, indicada ao prêmio Shell de melhor atriz em 2017 por “Quarto 19”.

Segundo a atriz, a personagem do conto está consciente de que é prisioneira de alguma coisa maior e, em seu discernimento embotado, passa a acreditar que está doente. Mas o mal que a aflige está também – e talvez principalmente – no âmago da sociedade, e não só em algum lugar escondido das anomalias individuais. A personagem vive assim a luta silenciosa de muitas outras mulheres.

O cenário e a luz de Marisa Bentivegna criam um espaço limpo e claro, que traz somente uma parede ao fundo, um carpete e uma poltrona. Na cena predominam os tons de verde. O figurino, realista, é de uma mulher comum, e suas cores dialogam com o tom geral da montagem. É por meio do trabalho da atriz que todos os espaços são desenhados: a casa da família, o jardim, o quarto 19.

Quarto 19 é um dos espetáculos da Mostra Lúcia Camargo que conta com recurso de audiodescrição e é apresentado por EBANX, Paraná Banco, New Holland e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de ClearCorrect, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra Lúcia Camargo do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_Curitiba

Ficha técnica:

Idealização, Tradução e Atuação: Amanda Lyra. Direção: Leonardo Moreira. Cenário e Iluminação: Marisa Bentivegna. Figurino: Amanda Lyra. Criação de Som: Miguel Caldas. Técnico de Luz: Pedro Cameron. Preparação Corporal: Tarina Quelho. Fotos: Cris Lyra Direção de Produção: Aura Cunha.

Serviço:

O que: Quarto 19 no 30º Festival de Curitiba
Quando: 5 e 6 de abril, às 21h.
Onde: SESC da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 – Mercês).
Valores: R$ 80 (inteira) R$ 40 (meia entrada) + taxa administrativa
Gênero: Drama
Classificação: 16 anos
Duração: 80’
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Espetáculo conta com audiodescrição

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba30anos #vivaofestival #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, artes, quarto 19, sesc da esquina, amanda lyra, cultura, show, atrações, maternidade, mãe, casamento, família, liberdade

Bilheterias abertas:

O Festival de Curitiba celebra suas três décadas de existência com mais de uma centena de espetáculos que reúnem grandes nomes da classe artística nacional, em teatros e espaços públicos da capital paranaense e região metropolitana. A edição comemorativa será 28 de março a 10 de abril, com estreias e pré-estreias nacionais, espetáculos premiados, remontagens especiais e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para diferentes públicos, de todas as idades.

Os ingressos estão à venda pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L2).

Este ano a programação presta homenagem à jornalista Lúcia Camargo, e faz um resgate histórico em 25 espetáculos com a participação de companhias, diretores e atores que passaram pelos palcos durante as 29 edições já realizadas. Montagens de sucesso e com a presença de nomes conhecidos nacionalmente, como Mateus Solano, Vladimir Brichta, Júlia Lemmertz, Denise Fraga, Dani Barros, Nena Inoue, Ranieri Gonzales, Guta Stresser, Luís Melo, Deborah Colker, Denise Stoklos, Emicida, Nicole Puzzi, Rosana Stavis, Edson Bueno.

Como estreia nacional, “G.A.L.A” marca o retorno do autor e diretor Gerald Thomas ao Festival. Já entre as pré-estreias nacionais estão “Tudo”, comédia dramática com direção de Guilherme Weber, e “A Aforista”, novo texto do dramaturgo Marcos Damaceno.

Guia – Como já é uma tradição, o Guia impresso do Festival de Curitiba também está nas ruas, em pontos estratégicos da cidade e na bilheteria física, do Shopping Mueller. A capa do guia também fala de memória ao resgatar o cartaz assinado por Poty Lazzarotto para a edição de 1998. A obra do renomado artista plástico paranaense simboliza o ‘efeito Festival’ na cidade, lembrando a atmosfera lúdica que se espalha por ruas e praças da cidade, envolvendo a todos nesta celebração anual das artes e da cultura. As informações do guia impresso estão disponíveis também no site.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Valores:
Mostra Lúcia Camargo – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira), + taxa administrativa.
Risorama – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Circuito Espaço Aberto – De R$ 0 a R$ 80 (entrada inteira) + taxa administrativa MishMash – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Programa Guritiba – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa

Serviço:
O que: 30.º Festival de Curitiba
Quando: De 28/03 a 10/04 de 2022.
Valores: Os ingressos vão de R$0,00 até R$80,00 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #viva #vivaofestival #festival30anos

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, mishmash, guritiba, risorama, stand-up, artes cênicas, artes, circo, dança, música, cultura, show, atrações

Viva! Festival de Curitiba divulga programação desua edição comemorativa de 30 anos

O Festival de Curitiba celebra sua 30ª edição com centenas de atrações em vários espaços de Curitiba e Região Metropolitana, em programação que contempla grandes nomes da classe artística, além de ações que evidenciam a sua trajetória crescente nessas três décadas. Após ser o primeiro grande evento do país a adiar a edição de 2020 por conta da pandemia da Covid-19, o Festival retorna sua produção presencial com novidades.

Este ano, a edição comemorativa ocorre de 28 de março até 10 de abril, com estreias e pré-estreias nacionais, espetáculos premiados, remontagens especiais e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para diferentes públicos, de todas as idades. Além disso, a programação também marca o fortalecimento do evento no meio digital, com a apresentação de uma plataforma que conecta profissionais da economia criativa de todo o país e, até mesmo, do mundo.

“Essa é uma edição especial! Uma edição da celebração e do reencontro. Vamos preencher as ruas e os teatros com espetáculos, olhar para a memória desses 30 anos, homenagear pessoas importantes para o Festival, dar ênfase para espaços de diálogos e formação, além de dar o primeiro passo para o digital, com a criação de uma plataforma que facilita a conexão profissional de todos que trabalham com a cena, de atores a fornecedores, divulgando pessoas e oportunidades de trabalho. Na comemoração dessas três décadas vamos celebrar na rua, nos teatros e no universo digital”, explicam Leandro Knopfholz e Fabíula Passini, diretores do Festival de Curitiba.

Os ingressos estarão à venda, a partir do dia 21 de fevereiro, na bilheteria do evento, localizada no Shopping Mueller (Piso L3) e pelo site oficial www.festivaldecuritiba.com.br.
Um período exclusivo será dedicado à troca dos vouchers e ingressos adquiridos para a edição revogada de 2020. De 17 até 20 de fevereiro, na bilheteria física, os clientes poderão ter a preferência e realizar as trocas por ingressos dos espetáculos desta edição.

Mostra Lúcia Camargo – Uma das novidades desta edição é a nomeação da Mostra, em uma homenagem permanente à memória da produtora cultural, professora e jornalista Lúcia Camargo, que perpetua sua importância na arte brasileira e, especialmente, na história do Festival de Teatro de Curitiba.

Este ano a programação faz um resgate histórico dos 30 anos do evento, reunidos em 25 espetáculos com a participação de companhias, diretores e atores que passaram pelos palcos durante o período. Em cartaz, montagens de sucesso e com a presença de nomes conhecidos nacionalmente, como Mateus Solano, Vladimir Brichta, Júlia Lemmertz, Denise Fraga, Guta Stresser, Luís Melo, Deborah Colker, Denise Stoklos, Emicida, Nicole Puzzi, Rosana Stavis, Edson Bueno.

Como estreia nacional, o aguardado espetáculo “G.A.L.A”, que marca o retorno do premiado autor e diretor Gerald Thomas ao Festival. Já entre as pré-estreias nacionais estão “Tudo”, comédia dramática com direção de Guilherme Weber, e “A Aforista”, novo texto do dramaturgo Marcos Damaceno. Destaque também para as remontagens, com “O Casamento”, da companhia Os Fodidos Privilegiados, que estreou no Festival em 1997; com “Conselho de Classe”, da Cia. dos Atores, do Rio de Janeiro, que esteve na programação de 2014; com “Parlapatões Revistam Angeli”, sucesso de crítica na Mostra de 2013; e de “Till, A Saga de um Herói Torto”, estreia do Grupo Galpão no Festival em 2010 e que retorna dentro das comemorações dos 40 anos da companhia.

Fortalecendo a união da dramaturgia com a música, a 30ª edição também apresenta o show “AmarElo”, de Emicida, em única apresentação no Guairão, como também os musicais “A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa”, adaptação da obra de Clarice Lispector com músicas originais de Chico César; “Brasileiro, profissão: esperança”, um clássico dos anos 70 que já contou com interpretações de grandes nomes da MPB; e “Cordel do Amor Sem Fim”, com direção, cenário e figurino de Gabriel Villela.

Além das 25 atrações, a Mostra Lúcia Camargo também contará com duas mostras convidadas e que ocorrem em espaços alternativos: a 6ª Mostra Ave Lola, uma programação ao ar livre com variadas expressões artísticas, e a Mostra Pôr do Sol, produzida pelo Campo das Artes, projeto do ator e diretor Luís Melo, em São Luiz do Purunã, (a 60 km de Curitiba) em parceria com o cantor, ator e diretor Marcio Juliano. A Mostra Pôr do Sol marca também a inauguração do espaço ao público.

A Mostra Lúcia Camargo é apresentada por EBANX, Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e New Holland, com patrocínio de Neodent, Vonder, SulAmérica e Novozymes.

Viva! 30 Anos por Lenise Pinheiro – Ainda dentro da programação comemorativa, o Festival de Curitiba promove a exposição gratuita “Viva! 30 Anos por Lenise Pinheiro”, de 29 de março a 29 de abril, no Museu Oscar Niemeyer (MON), e com intervenções urbanas em vários espaços na cidade. Será um recorte de 408 fotografias e imagens do acervo da cobertura exclusiva dessas três décadas de evento pelas lentes da fotógrafa Lenise Pinheiro, uma das maiores referências em fotografia documental do teatro brasileiro, num panorama da evolução dos artistas e da estética dos espetáculos no período. “Tem aquecimento de peças, muita foto em cena. Tem Bia Lessa conversando com uma atriz, Chico César comovido com o autor da peça. Uma característica da exposição é que não tem ator ruim. A excelência dos trabalhos é que levou as escolhas”, explica a fotógrafa.

A exposição “Viva! 30 Anos por Lenise Pinheiro” é apresentada por Paraná Banco, Governo do Estado do Paraná e Grasp, com patrocínio de Banco RCI Brasil, Chocolates Weissburg e Grupo Servopa.

Interlocuções – O Interlocuções mantém seu foco em ações formativas, que objetivam a experiência e a integração entre artistas e público, além de atrair estudantes e grupos estimulando o pensamento crítico sobre as artes cênicas. Com curadoria de Celso Curi e de Giovana Soar, estão na programação de 2022 os debates, encontros, palestras, oficinas, filmes e lançamentos de livros. Parte das oficinas contam com vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail interlocucoes@festivaldecuritiba.com.br

O Interlocuções é apresentado por Copel, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, com patrocínio da Klabin, da Celepar e da Vonder.

Festival na Rua – A Mostra Festival na Rua tem o objetivo de fomentar o setor da economia criativa de Curitiba e Região Metropolitana, conectando o espaço público com as pessoas. Serão mais de 120 sessões de teatro, música, circo e dança, distribuídas em áreas abertas, como parques e praças, e com a participação média de 250 artistas de companhias e grupos da Grande Curitiba. A abertura da mostra será no dia 1º de abril, às 19h30, com a estreia nacional do espetáculo “Roberta, uma Ópera Rock”, com texto de Roberto Innocente (falecido em abril de 2021) e direção artística de Nena Inoue e Mauricio Vogue.

A Mostra Festival na Rua é apresentada por Uninter, Junto Seguros, CNH Industrial e Bosch, com patrocínio de Vivo, Copel, Vale e Da Magrinha 100% Integral.

Guritiba – O Programa Guritiba é um projeto anual que tem seu pontapé inicial no Festival de Curitiba. Impacta anualmente mais de 30 mil crianças e chega ao seu 13 º ano com atrações para toda a família. Brincadeiras, shows e apresentações teatrais, como as comédias infantis “Momo e o Senhor do Tempo” e “Henriques”, estão na programação. O intuito do programa é o de formar plateias e tornar mais amplo o acesso à arte e à cultura.

O Programa Guritiba é apresentado por Peróxidos do Brasil, CNH Industrial, Da Magrinha 100% Integral e Schattdecor, com patrocínio da NTT DATA, Brose, Berneck e Cimentos Itambé.

MishMash – Mostra de variedades artísticas e performáticas que diverte famílias inteiras com números de malabarismo, mágica, mímicas, circo, palhaçaria, música, entre outras vertentes, o MishMash ocorrerá 8 e 10 de abril, na Live Curitiba, tendo como anfitrião o famoso Palhaço Alípio, que já confirma a presença de artistas como o ilusionista Willian Seven, o equilibrista Fábio Salgueiro, manobras de bike aérea com Marina Prado, entre outras atrações.

O MishMash é apresentado por Thales Group, Balaroti, Gelopar e Nissei, com patrocínio de Vianmaq Equipamentos, Grupo Arotubi, Cocamar e Cimentos Itambé.

Risorama – Um grande comedy club com os maiores nomes do humor do país, em um pot-pourri de apresentações com a possibilidade de serviço de bar para o público, tendo como anfitrião um dos percursores do stand-up no Brasil, Diogo Portugal. Ao chegar em seu 18º ano, o mais tradicional festival de comédia do país ocorrerá de 31 de março até 5 de abril, na Live Curitiba, com nomes já confirmados como Thiago Ventura, Fábio Porchat, Danilo Gentili, Igor Guimarães, entre outros.

O Risorama é apresentado por Paraná Banco, Potencial Biodiesel, Balaroti, Supermax e CNP Seguros, com patrocínio de Grasp, Grupo Barigüi, Helisul Aviação, Porto a Porto e Havan, tendo como cerveja oficial a Cacildis.

Circuito Espaço Aberto – O Circuito Espaço Aberto recebe apresentações de artistas da Grande Curitiba e convidados em seus próprios espaços, integrando a programação da 30ª edição do Festival de Curitiba. Serão 52 espetáculos, sendo 5 gratuitos e 15 no sistema “Pague Quanto Puder”, com atrações para diferentes idades e espalhados por toda a cidade.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Valores:
Mostra Lúcia Camargo – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira), + taxa administrativa.
Risorama – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Circuito Espaço Aberto – De R$ 0 a R$ 80 (entrada inteira) + taxa administrativa MishMash – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Programa Guritiba – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa

Serviço:
O que: 30.º Festival de Curitiba
Quando: De 28/03 a 10/04 de 2022.
Valores: Os ingressos vão de R$ 0,00 até R$ 80,00 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #viva #vivaofestival #festival30anos

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, mishmash, guritiba, risorama, stand-up, artes cênicas, artes, circo, dança, música, cultura, show, atrações

Festival de Curitiba faz a troca de ingressos adquiridos em 2020

O Festival de Curitiba fará um período exclusivo de troca de ingressos e vouchers da edição de 2020 para a edição 2022, que vai celebrar as três décadas de existência do evento, de 17 até 20 de fevereiro. Os clientes poderão fazer as trocas por quaisquer dos espetáculos da 30.ª edição, inclusive Risorama, MishMash e Programa Guritiba, na bilheteria física, instalada no Shopping Mueller (Piso L2).

O Festival de Curitiba foi o primeiro grande evento do país a adiar a edição de 2020 por conta da pandemia da Covid-19; e retorna agora sua produção presencial com novidades.

Com a programação divulgada no site do evento, e no guia impresso, o público poderá trocar seus ingressos adquiridos, seguindo a lei que trata das medidas emergenciais (Lei 14.046/2020). A produção ainda reforça que, caso o ingresso físico ou a compra online tenham sido perdidos, toda a compra é rastreada no sistema pelo número do CPF, podendo assim realizar o procedimento sem dificuldades.

A 30.ª edição, que ocorre de 28 de março até 10 de abril, vai celebrar os 30 anos do Festival de Teatro de Curitiba com estreias e pré-estreias nacionais, espetáculos premiados, remontagens especiais e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para diferentes públicos, de todas as idades, em diferentes espaços da Grande Curitiba.

Em cartaz, montagens de sucesso e com a presença de nomes conhecidos nacionalmente, como Mateus Solano, Vladimir Brichta, Júlia Lemmertz, Denise Fraga, Guta Stresser, Luís Melo, Nena Inoue, Deborah Colker, Denise Stoklos, Emicida, Nicole Puzzi, Rosana Stavis e Edson Bueno.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Valores:
Mostra Lúcia Camargo – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira), + taxa administrativa.
Risorama – De R$ 40 a R$ 80,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Circuito Espaço Aberto – De R$ 0 a R$ 80 (entrada inteira) + taxa administrativa MishMash – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Programa Guritiba – De R$ 25 a R$ 50,00 (entrada inteira) + taxa administrativa

Serviço:
O que: 30.º Festival de Curitiba
Quando: De 28/03 a 10/04 de 2022.
Valores: Os ingressos vão de R$ 0,00 até R$ 80,00 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva do Shopping Mueller (piso L2), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO ENCERRA A TERCEIRA EDIÇÃO FESTIVAL DE TEATRO INFANTIL “ERA UMA VEZ…ERAM DUAS, ERAM TRÊS”

“A nova adaptação do clássico da literatura infantil marca o retorno das apresentações ao vivo e com plateia reduzida e ficará em cartaz no Teatro Bom Jesus, neste sábado e domingo, dias 23 e 24 de outubro. A obra aborda a preservação do meio ambiente e a valorização das virtudes humanas. Toda a renda será revertida para as crianças e adolescentes atendidos pelo Programa Dedica e na ala Pediátrica do HC”.

A experiência de curtir um bom espetáculo em família, no conforto da poltrona do Teatro, tem deixado a plateia com muita saudade, por conta da pandemia. Porém, a espera chega ao fim. Que tal assistir ao vivo a adaptação inédita de um dos clássicos da literatura infantil? João e o Pé de Feijão encerra a terceira edição do Festival de teatro infantil “Era uma vez...Eram duas, eram três”, com plateia aberta ao público. Realizado pela Montenegro, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e apoio da Associação dos Amigos do HC, a última temporada de apresentações de 2021 acontece no sábado (23out) e domingo (24out) no Teatro Bom Jesus (R: 24 de maio, 135) às 16horas, com capacidade reduzida. Com direção da Cia do Abração, a peça aborda temas como a preservação do meio ambiente e a valorização das virtudes humanas. As apresentações vão seguir todas as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) - medição de temperatura, distanciamento nas filas/poltronas, uso do álcool em gel, uso obrigatório de máscaras, entre outros. Para garantir mais segurança, os lugares serão marcados e o público será acomodado a cada duas pessoas com intervalo de uma poltrona.

Além do espetáculo, o público poderá apreciar o figurino do Pé de Feijão, criado pelo figurinista e artista visual Gustavo Krelling para a exposição “Caminhos do Encantamento”, que ficará disponível para visitação gratuita no foyer do teatro. “O figurino inspirado em João e o Pé de Feijão, assim como os outros que fazem parte da exposição, é feito com materiais reciclados ou inusitados, muitos deles de reutilização. Ele é feito com garrafas pet retorcidas, mangueiras de jardim, pedações de utensílios de cozinha, espuma e galhos. Tudo isso criando um volume e uma variedade de cores e texturas para representar o pé de feijão. Foram usados mais de 250 metros de mangueira, simbolizando os cipós e as raízes, o que resulta em um figurino muito inusitado e interessante”, comenta Gustavo.

“Estamos nos sentindo quase como se fosse a primeira vez! Toda estreia é emocionante, mas essa está sendo em dobro, pois estamos há quase dois anos (que pareceram um século!) longe das plateias presenciais”, revela Letícia Guimarães, da Cia do Abração, responsável pela direção.

As produções trazem leituras contemporâneas dos clássicos com linguagens que refletem temas cotidianos de pais e filhos. Um festival de múltiplas ideias, incontáveis saberes, diversas expressões de linguagens e qualificação, com atrações que ao mesmo tempo aproximam o tradicional teatro para a infância e juventude, da produção teatral contemporânea.

A Cia do Abração traz a releitura do clássico João e o Pé de Feijão, inspirada no original inglês de Joseph Jacobs, contextualizando-o na cultura brasileira das festas populares de São João, para ressaltar temas como a preservação do meio ambiente e a valorização de virtudes humanas, das produções artísticas e culturais, como caminho expressivo de possibilitar a renovação e recriação de nossas histórias, em busca de sempre novas “estórias”. “O artista é filtro de uma realidade que a companhia busca retratar, mas sempre com uma mensagem de esperança. Nosso intuito é que as crianças sejam tocadas e se conscientizem, porém de forma sensível e lúdica, para que cresçam serem humanos melhores”, comenta Letícia.

A montagem que o público terá oportunidade de assistir, o protagonista João do Fubá, jovem menino, da zona rural brasileira, em meio à fome e à seca que assolam seu povo e sua vila, vai ao mercado, à mando de sua mãe, vender a vaca da família. No caminho, encontra Ararin, um velho pássaro, que lhe propõe trocar a vaca por três feijões mágicos. Ao aceitar, João do Fubá embarca em uma aventura pelos céus, em busca de escapar da realidade em que vive: da seca e da fome. Nas alturas, conhece uma nova amiga, uma galinha, que o presenteia com um ovo de ouro, mas que nada serve, pois nem nas vendas estão tendo alimentos para oferecer. Em nova tentativa de trazer comida para casa, João sobe mais uma vez ao pé de feijão e lá descobre a beleza da arte da Viola Mágica. O encantamento foi tanto, que o protagonista decide trocar a viola, para que sua vila toda possa sentir na alma o que acabara de presenciar.

A arte traz de volta a esperança por dias melhores, e a natureza, de emocionada, enche as nuvens que transbordam em uma linda chuva de recomeço. A cidade por fim pode comemorar a festa de São João, e o João do Fubá passa a se chamar João do Pé de Feijão. “Toda dramaturgia é embasada em mitos universais. O teatro veste esses mitos com roupas diferentes. Nós fazemos com que essa roupa nos sirva”, finaliza Letícia.

A contrapartida social desse projeto é realizada em parceria com a Associação dos Amigos do HC, que ficará com a renda integral da bilheteria, além de apresentações exclusivas aos pacientes do DEDICA – Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, programa de enfretamento à violência infantil mantido pela associação, oficinas criativas e de contação de histórias. Ainda como parte do projeto, a construção de um novo espaço de leitura nas instalações do DEDICA está prevista para ser entregue no segundo semestre. Escolas públicas vão receber também apresentações dos espetáculos, que devem atingir um público total de 5.000 mil pessoas, entre alunos e professores.

Os ingressos para o espetáculo João e o Pé de Feijão estão à venda e custam R$30,00 (inteira)/ R$15,00 (meia-entrada) / R$10,00 (promocional antecipado). A meia-entrada é para estudantes, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes, idosos acima de 60 anos, doadores de sangue, professores e portadores de câncer. Pontos de Venda: Disk Ingressos (Ventura Shopping - de segunda a sexta, das 11hs às 22hs, aos sábados, das 10 às 22 horas, e aos domingos, das 14 às 20hs), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22hs, e aos domingos, das 9 às 18hs). É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro.

Para quem não pôde assistir as montagens da temporada 2021 do “Era uma vez...Eram duas, eram três, a partir de 30 de outubro, os espetáculos Cinderela, João e Maria, Chapeuzinho Vermelho e João e o Pé de Feijão estarão disponíveis gratuitamente no canal youtube da Montenegro.

Com uma equipe de produção formada por criativos, cenógrafos, figurinistas, jornalistas, designers, fotógrafos, cinegrafistas, técnicos de som e luz, músicos, produtores, advogados, contadores, intérpretes, entre outros, o festival movimenta a cena cultural desse início de ano. Com essa terceira edição, o festival deverá ultrapassar a marca de 10 mil espectadores. “Gerar valor aos produtos culturais é a fórmula de sustentabilidade de um segmento tão sensível as oscilações da política e economia. Ao nos colocarmos como parte da máquina, gerando empregos, renda, impactos sociais e de imagem, garantimos a continuidade das produções artísticas”, afirma Carolina Montenegro, diretora da empresa, que já aprovou e executou mais de 80 projetos.

A edição 2021 do “Era uma vez...Eram duas, eram três conta com os patrocínios da Credipar, Fertipar Fertilizantes, Cattalini, Jaguáfrangos, Tecnolimp, RDP Petróleo, Servopa, Engepeças, Trützschler, Elejor, Sanepar, Banco Digimais, PASA (Paraná Operações Portuárias), Ravato, Greca Asfaltos, Impress The Decor Company, Nórdica, Quasar, Ítalo Supermercados, Magnetron Componentes Elétricos. Apoio: Teatro Bom Jesus, Teatro Guaíra, Tutu Ateliê de Sapatilhas, Kromossomos Estranhos, Espaço Fantástico das Artes, Padaria América, Atelie Miniart. Instituição Beneficiada: Associação dos Amigos do HC

O ERA UMA VEZ...ERAM DUAS, ERAM TRÊS conta com o apoio financeiro de mais de 70 empresas patrocinadoras, sendo que 70% dessas mantém seus investimentos em todas as edições do projeto. As notícias do festival computam mais de 1 bilhão de reais em mídia espontânea, somados ao plano de mídia com inserções em rádio, mobiliário urbano, impressos e internet.

Sobre a Montenegro
Atuando há 11 anos, a Montenegro sempre apostou na cultura, o maior valor do Brasil. A empresa busca, com a realização de seus espetáculos, debater e desenvolver o teatro para a infância e juventude no Brasil, movimentando e valorizando o cenário artístico com as suas contribuições.

Além de colaborar com a formação artístico-pedagógica das crianças e adolescentes, a empresa oferece, através de espetáculos, exposições, oficinas, contação de histórias, encontros temáticos e rodas de conversa, toda a bagagem necessária para o fortalecimento da cultura no país.

FICHA TÉCNICA
Direção: Cia do Abração - Letícia Guimarães
Assistência de Direção: Juliana Cordeiro
Elenco: Heloisa Giovenardi, Ana Sercunvius, Dylan Willms
Direção Musical e sonoplastia: Alysson Siqueira
Produção: Juliana Cordeiro
Assistência de Produção: Ana Sercunvius
Cenário: Blas Torres, Élio Chaves
Iluminação: Blas Torres
Assistência de Iluminação: Rayssa Gualberto
Cenotécnico: Dylan Willms
Figurinos: Rayssa Gualberto
Assistência de Figurino: Heloisa Giovenardi
Adereços: Élio Chaves

Serviço:
Ministério da Cidadania e Montenegro apresentam
“Era uma vez...Eram duas, eram três”
JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO
Local: Teatro Bom Jesus (R: 24 de maio,135, Centro)
Quando: 23 e 24 de outubro de 2021 (Sábado e Domingo)
Horários: Abertura do teatro: 15h30 / Início do espetáculo: 16h
Duração da peça: 50 minutos
Ingressos: R$30,00 (inteira)/ R$15,00 (meia-entrada) / R$10,00 (promocional antecipado). A meia-entrada é para estudantes, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes, idosos acima de 60 anos, doadores de sangue, professores e portadores de câncer.
Pontos de Venda: Disk Ingressos (Ventura Shopping - de segunda a sexta, das 11hs às 22hs, aos sábados, das 10 às 22 horas, e aos domingos, das 14 às 20hs), Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22hs, e aos domingos, das 9 às 18hs). É obrigatória a apresentação de documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário na compra do ingresso e na entrada do teatro.
Classificação etária: Livre. De 04 a 08 anos para o público infantil, e 08 a 12 anos para o público infanto-juvenil.
Informações: www.montenegroproducoes.com
Realização: Montenegro

Antunes Filho: $odoma \G/omorra

Em parceria com o Sesc-SP, a obra audiovisual estreia em uma transmissão ao vivo, concebida e dirigida por Luiz Päetow, no Festival Online

Inicialmente, em seu formato tradicional (pré-pandemia), o Festival de Curitiba apresentaria duas sessões de “Sodoma & Gomorra”, denominadas {tubos de ensaio I & II}, cujo objetivo era inaugurar os processos criativos do espetáculo inédito. Agora, em sua versão digital, o Festival realiza esta transmissão, que transcende as molduras convencionais do teatro. Com ela, o público terá acesso a uma fruição inesperada das artérias cênicas pesquisadas pelo visionário diretor Antunes Filho (1929-2019), a partir de sua peça inédita Sodoma & Gomorra. 

A estreia em transmissão ao vivo pelas redes sociais do Festival de Curitiba e do Sesc-SP será no dia 20 de setembro, as 21h30, gratuitamente.  O Festival online segue até dia 24, com bate-papo sobre teatro, live do Grupo Triii", sessão especial do projeto Teatro Vivo em Casa, com a peça "Maternagem" e a oficina “Compor a Cena”, com Paulo Moraes da Cia Armazém. Todas as são gratuitas.  Os shows, o bate papo e a oficina terão tradução em libras.

“Antunes Filho: $odoma \G/omorra” é um projeto secreto (de 1998) sonhado por Antunes em parceria com Päetow, mas que, devido à sua laboriosa gestação, nunca chegou a ser ensaiado. No último diálogo que tiveram, Antunes entregou-lhe um texto “inacabado” (já que, de acordo com seus notórios, longos processos criativos, somente chegaria à versão definitiva, quando fosse retrabalhado em cena) com a seguinte dedicatória: “Päetow, só você consegue encenar esta peça. Eu te amo! Antunes Filho”. 

Há um ano começaram os esforços para concretizar este sonho, após 22 anos! Diante das inúmeras transformações sócio-científico-políticas transcorridas, fez-se urgente “reiventarmos” a obra. De fato, uma reinvenção, no sentido mais profundo, e leal, do termo, pois a meta essencial adquiriu ainda mais potência: investigar o nosso tempo neste espanto apocalíptico: pandemia e confinamento, dignos de Sodoma & Gomorra. A dramaturgia de Päetow autopsia rastros contemporâneos de passagens bíblicas escritas por Moisés (“Gênesis”) e João de Patmos

Novozymes apoia o Programa Guritiba, mostra infantil do Festival de Curitiba 2020

Curitiba, março 2020 - A Novozymes, por meio da Lei Rouanet, é uma das empresas apoiadoras do Programa Guritiba 2020, mostra que faz parte do Festival de Curitiba, um dos maiores eventos culturais do Brasil e um dos mais importantes em artes cênicas do mundo, que será realizado de 24 de março até 5 de abril, em aproximadamente 70 espaços da capital paranaense e região metropolitana, com mais de 400 atrações. O Guritiba surgiu como a mostra infantil do Festival e hoje, na sua 11ª edição, é um projeto independente que atende mais de 8 mil crianças em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, integrantes 31 instituições em 7 municípios, levando as apresentações teatrais gratuitas e muita diversão a esses locais.

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, clarice lispector, a hora da estrela, canto de macabéa, artes cênicas, artes, música, cultura, atrações

As aventuras de João Grilo e Chicó no Festival de Curitiba 2020

Com direção de Gabriel Villela, o clássico Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, ocupa o palco do Teatro da Reitoria para duas apresentações

Um dos maiores sucessos da dramaturgia brasileira, o texto Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, faz parte da Mostra da 29.ª edição do Festival de Curitiba em montagem do Grupo Maria Cutia, com concepção e direção de Gabriel Villela. O espetáculo, que celebra a primeira parceria do Grupo com o diretor, fará duas apresentações no Teatro da Reitoria, dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

O Auto da Compadecida apresenta as aventuras de João Grilo e Chicó, que começam com o enterro e o testamento do cachorro do padeiro e de sua mulher e acabam em uma epopeia milagrosa no sertão envolvendo o clero, o cangaço, Jesus, Maria e o Diabo. Suassuna faz uma abordagem mítica brasileira do herói sem caráter, com suas vicissitudes morais - e o espetáculo do Grupo Maria Cutia traz para o texto de Suassuna pitadas brechtianas.

“Com tom irônico, o trabalho pode ser enquadrado no gênero cênico-musical-picaresca. O olhar político (sem didatismo ou partidarismo) do espetáculo, desprendido do enredo criado pelo célebre autor paraibano, traz outra camada para a obra de Ariano”, explica Gabriel Villela. O espetáculo revela acontecimentos de um Brasil atual, a partir de personagens e situações que ganham acento ainda mais sarcástico do que os encontrados na dramaturgia original.

O Grupo Maria Cutia de Teatro nasceu em Belo Horizonte, em 2006, e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas Gerais, do Brasil e do mundo. Nos últimos anos aventurou-se em produções criadas para palcos e também adaptou suas obras de rua para teatros fechados. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro, numa investigação autoral que denomina música-em-cena. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia dramaturgia à canção. O Grupo Maria Cutia já se apresentou em seis países, 19 estados nacionais totalizando mais de 150 cidades brasileiras, para um público superior em mais de 400 mil espectadores em seus 13 anos de história.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Leonardo Rocha – João Grilo Hugo da Silva – Chicó e Severino do Aracaju Mariana Arruda | Jimena Castiglioni – Mulher do Padeiro e Nossa Senhora Compadecida Dê Jota Torres – Palhaço, Padeiro e Manuel (Nosso Senhor Jesus Cristo) Thiago Queiroz– Sacristão Marcelo Veronez – Padre João e O Diabo Polyana Horta – Antônio Morais e O Bispo.
Direção: Gabriel Villela.
Assistente de Direção: Lydia Del Picchia.
Preparação Vocal: Babaya.
Direção Musical: Babaya, Fernando Muzzi e Hugo da Silva.
Cenário e Figurino: Gabriel Villela.
Assistente de Figurino: José Rosa.
Coordenação do Ateliê Gabriel Villela: José Rosa.
Pintura de Arte: Rai Bento.
Iluminação: Richard Zaira e Pedro Paulino (CiaTecno).
Consultoria de Sonorização: Vinícius Alves.
Fotografia: Tati Motta.
Produção: Luisa Monteiro - Grupo Maria Cutia.

Serviço:
O que: Auto da Compadecida no 29.º Festival de Curitiba
Quando: dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 – Centro).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos.
Duração: 90´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, artes cênicas, ariano suassuna, auto da compadecida, joão grilo, chicó, gabriel villela, maria cutia, artes, cultura, show, atrações