Festival de Teatro Infantil do Paraná encerra inscrições com 207 espetáculos de 80 cidades de todo o Brasil

A organização do Festin Paraná está analisando o cenário de pandemia para definir se manterá a data divulgada inicialmente

O Festival de Teatro Infantil do Paraná, o Festin Paraná, recebeu inscrições de 207 espetáculos para a edição deste ano, prevista inicialmente para o mês de agosto, entre os dias 18 e 23. O prazo encerrou no dia 5 de abril com companhias de todo o Brasil. Realizado pela terceira vez na cidade de Cascavel, o festival tem como grande novidade a participação especial de uma companhia internacional. Com o cenário de pandemia de Covid-19, a organização do Festin está analisando se irá manter a data ou se haverá alterações no calendário. A confirmação deverá ser anunciada com o resultado do edital, a partir de 5 de maio.

A abrangência geográfica foi um dos diferenciais entre os inscritos desse ano, conforme explica a coordenadora de produção do festival, Bruna Bayley. “Posso afirmar que metade das companhias inscritas é do Estado de São Paulo e que a grande diferença desse ano foi a adesão de grupos do interior”, conta. Os organizadores receberam inscrições de companhias de 80 cidades diferentes neste ano, contra 72 cidades em 2019.

“O número de grupos do Rio de Janeiro também surpreendeu. Depois desses dois Estados, os maiores números de inscrições vieram de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul”, avalia Bayley, lembrando que também chegaram inscrições da Bahia, Minhas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Amazonas.

Todo o processo de inscrição desta edição foi online. Os interessados enviaram a ficha de inscrição preenchida além de um vídeo da peça e dos demais documentos exigidos no edital, disponível no site do festival. Entre os inscritos, oito espetáculos serão selecionados. No total 10 companhias se apresentarão, sendo que duas serão convidadas a compor a programação especial desta edição.

Os nomes dos selecionados deverão ser conhecidos no mês de maio.

O festival é patrocinado pela Syngenta Brasil e tem o apoio cultural dos Hotéis Bourbon – Cascavel.

Em dose dupla: Circo da Cidade recebe dois espetáculos gratuitos de Circo-Teatro com o coletivo Palhaçx Gourmet

#palhacxgourmet Palhaçx Gourmet
As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita
As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade - Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 - aos sábados e domingos - com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.
As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.
Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.
Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.
Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.
“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco.
Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.
SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro - Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos - Classificação indicativa: 12 anos
Circo da Cidade - Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Ônibus gratuito aos domingos (15 e 22 de março), com saída da Praça Tiradentes (em frente à Catedral) às 14h e retorno para o mesmo local logo após o fim da sessão. Os ingressos para xs tripulantes começam a ser distribuídos às 13h30.
Informações: (41) 3287-5307
A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro
Em cena: Karina Pereira, Má Ribeiro e Diogo Bonito. Foto: Mateus Tropo.
Fim dos Tempos
Cena de “Fim dos Tempos”. Foto: Mateus Tropo.

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.
FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes - Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine - Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet
GRUPOS DE TRABALHO - CRIAÇÃO
- Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
- Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
- Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
- Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo
OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Espetáculo de dança “A Maré de Maria” circula pela Fazenda Rio Grande

Aprovada no 2o. Edital do PROFICE a obra é voltada para o público infantil e mostra grandes aventuras no fundo do mar

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Desenvolvido especialmente para o público infantil, o espetáculo solo de dança contemporânea “A Maré de Maria” conta a história de uma menina especial, que costuma navegar em sua própria imaginação com um barquinho de papel. Por meio de um visual lúdico repleto de bonecos coloridos que dançam em cena com a bailarina, o público é envolvido pelas aventuras da pequena sonhadora. O espetáculo, que foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, em 2013, terá circulação por oito cidades do Paraná nos meses de março e abril com entrada franca, viabilizada pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, do Governo do Paraná.

O espetáculo, colorido, alegre, poético e sensível, se passa no fundo do mar, onde a personagem principal viaja após navegar em um barquinho de papel. Para contar as aventuras da menina Maria neste mundo misterioso, animais marinhos aparecem em cena e são manipulados pela própria bailarina.

Para a diretora, coreógrafa e criadora do projeto, Eunice Oliveira, que também está em cena no espetáculo, o Paraná tem uma certa carência por criações de dança voltadas ao público infantil, especialmente direcionadas à Primeira Infância. A obra passará por Apucarana, Arapongas, Araucária, Campo Mourão, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Paranavaí e Toledo, cidades com 50 a 150 mil habitantes. “Queremos levar o espetáculo aos municípios do estado por entender a importância de democratizar o acesso à cultura na região”, diz. No total, são 28 espetáculos gratuitos, sendo 16 dirigidos aos alunos de escolas públicas.

Professores e educadores de cada cidade contam ainda com uma palestra gratuita que abordará o papel da arte no desenvolvimento do ser humano, bem como sua importância na formação de futuros agentes da economia criativa. As palestras serão ministradas por Eunice Oliveira, que é mestre e doutora em Educação.
O projeto “A Maré de Maria” estreou em Curitiba em fevereiro de 2015, e agora volta aos palcos com produção da BPC Produções Culturais.

SERVIÇO
A Maré de Maria
Circulação
Aberto ao público
Fazenda Rio Grande - Teatro Municipal - 21/03 às 16h
Arapongas - Cine Teatro Mauá - 28 e 29/03 às 16h
Paranavaí - Casa da Cultura Carlos Drummond de Andrade - 01/04 às 16h
Apucarana - Cine Teatro Fênix - 04 e 05/04 às 16h
Araucária - Teatro da Praça - 18/04 às 16h

Escolas
Nos espetáculos para as escolas, o projeto disponibiliza transporte para alunos residentes em cidades pequenas (com menos de 50 mil habitantes) localizadas próximas às cidades-sede, que não têm a possibilidade de receber a obra. Veja quais são:

- Região de Fazenda Rio Grande: Mandirituba, Quitandinha e Agudos do Sul
- Região de Arapongas: Pitangueiras, Astorga e Mandaguari
- Região de Paranavaí: Alto Paraná, São João do Cauiá, Paraíso do Norte e Amaporã
- Região de Apucarana: Rio Bom, Jandaia do Sul, Califórnia e Novo Itacolomi
- Região de Araucária: Contenda e Balsa Nova

FICHA TÉCNICA
EUNICE OLIVEIRA
Iniciou os estudos de dança no Teatro Guaíra em 1975 e ingressou o Balé Teatro Guaíra em 1980. Em 1993 foi dançar na Alemanha, em Gelsenkirchen e, mais tarde, em Nordhausen. No MusiktheaterImRevierGelsenkirchen colaborou com a criação coreográfica na obra La BelleetlaBète. No StadtheaterNordhausen participou das três Oficinas Coreográficas realizadas com os trabalhos In YourHands, Em Louvor e Gratidão, NotreAmour e Theeof a Kind. Coreografou também duas peças para teatro: Heinrich V de IgnaceCornelissen e Kleiner Mann, wasnun? De T.Dorst e P.Zadek. Retornou ao Brasil e ao Centro Cultural Teatro Guaíra em 2001, onde atuou até 2012 como ensaiadora do Balé Teatro Guaíra. Coreografou Sem texto, sem contexto para o Atelier Coreográfico do Balé Teatro Guaíra em 2007, e em 2009, o espetáculo Faces para a G2 Cia de Dança. Graduou-se em pedagogia em 2008 e concluiu em 2010 o Mestrado e em 2017 o Doutorado em Educação, pela Universidade Federal do Paraná.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.
Apoio: Copel

Mais informações:
www.facebook.com/bpcproducoes/

BPC Produções - A BPC Produções Culturais foi criada em outubro de 2017 pela produtora cultural Simone Bönisch. A empresa atua na elaboração, execução, produção, gerenciamento e consultoria de projetos culturais e iniciativas artísticas socioeducacionais. Desde a sua fundação, vem atuando na coordenação e produção dos projetos: Brasil x Israel (intercâmbio cultural entre artistas da dança contemporânea brasileira e israelense), Vilosidade (trabalho solo em dança contemporânea da artista Lívea Castro aprovado no Edital da Área da Dança – Solar 2018), Vário (espetáculo de dança-música aprovado no Edital de Mecenato Subsidiado da Fundação Cultural de Curitiba), Autorretrato (projeto de Cayo Vieira que usa a fotografia em intervenções psicoterapêuticas no tratamento de adolescentes internos no Hospital San Julian)

ENSAIOS A TODO VAPOR PARA PAIXÃO DE CRISTO DO GRUPO LANTERI

A tradicional encenação, que atrai um público de mais de 20 mil pessoas, será apresentada dia 10 de abril, na Sexta-Feira Santa, em Araucária.

Os ensaios e preparativos para a tradicional apresentação do espetáculo “Paixão de Cristo”, do Grupo Lanteri, de Curitiba, já começaram e estão a todo vapor. Os encontros acontecem todos os finais de semana até a data da encenação, que este ano será no dia 10 de abril. Assim como nos anos anteriores, a apresentação será no Parque Cachoeira, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Qualquer pessoa interessada pode participar, não precisa ter experiência com teatro e não há idade limite, basta comparecer aos ensaios realizados nos finais de semana, no Colégio CEEP, localizado no Boqueirão, próximo ao terminal do Carmo (Rua Frederico Maurer, 3015). Aos sábados, às 19h e aos domingos, às 14h30. Para mais informações é só acessar: www.grupolanteri.com.br ou facebook.com/GrupoLanteri e instagram:@grupolanterioficial

A encenação do Grupo Lanteri é a segunda maior, ao ar livre, do Brasil, ficando atrás apenas da Nova Jerusalém, em Pernambuco, e envolve cerca de 1.200 mil voluntários entre atores, técnica e produção. Esta será a 43ª montagem da peça que teve início na Vila São Paulo/Uberaba, em 1978.

CONTATOS:

Produção e Coordenação

Edson Luiz Martins

41 99935 8698

edsonluizmartins@gmail.com

Direção Geral

Aparecido Massi

41 99974 6330

massi@aparecidomassi.com.br

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

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Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta trilha sonora de “2001: Uma Odisseia no Espaço”

Espetáculo acontece no dia 15/03 para o público em geral e nos dias 10 e 11 exclusivamente para alunos do Ensino Básico

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Em uma galáxia distante, a evolução humana acontece. Do macaco surge o homem, que avança anos e anos à frente, dando espaço à tecnologia, à inteligência artificial, à vida extraterrestre e ao realismo científico. Esse é o cenário da história de “2001: Uma Odisseia no Espaço”, do diretor, produtor e roteirista Stanley Kubrick. Efeitos especiais pioneiros, imagens ambíguas que se aproximam do surrealismo, e as composições clássicas e eruditas que compõem a trilha sonora, tornam o resultado memorável. Para homenagear esse grande clássico do cinema, o IAOSP e a Orquestra Sinfônica do Paraná realizam a 3ª edição da série Clássicos Universais com o concerto “Assim Falou Kubrick”. O espetáculo acontece dia 15 de março, 10h30, no Teatro Guaíra a preços populares. O projeto é patrocinado pelo Grupo Positivo, e integra a série Clássicos Positivo, programação anual de incentivo à musica erudita realizada pela instituição. Nos dias 10 e 11 de março serão promovidos os ensaios abertos para as crianças das redes pública e privada de ensino, no Grande Auditório do Teatro Positivo.

O enredo é singular, ele é o fio condutor de uma das obras mais influentes da história do cinema. O concerto será regido pelo maestro titular Stefan Geiger, alemão que está à frente da Orquestra Sinfônica do Paraná, e serão executadas quatro obras da trilha sonora do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço” e uma faixa bônus, composta por John Williams para o filme “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”.

2001: Uma Odisseia no Espaço

O filme é enigmático e a ausência de diálogos é substituída por grandes trilhas sonoras que geram ao espectador a reflexão para a temática profunda e intrigante sobre as relações humanas com a tecnologia. Kubrick previu em 1978 como seria a relação do homem com os recursos tecnológicos e, sutilmente, faz uma crítica de como o ser humano pode estragar o lado positivo dos recursos conquistados por ele mesmo. Um simples pensamento - Tal como o macaco enxergou o osso como uma arma para matar, assim também o homem viu a tecnologia, como uma ferramenta para o seu próprio malefício. O silêncio do espaço traz a cada cena pequenas e grandes pausas e, com isso, a ação dos personagens é recheada pela música que traz movimento e intensidade à narrativa.

Compositores

Os compositores das trilhas sonoras são: György Ligeti, Aram Kachaturian, Richard Strauss, Johann Strauss II e John Williams. O húngaro György Ligeti foi um dos compositores de vanguarda mais importantes da segunda metade do século XX. Junto a Boulez, Berio, Stockhausen e Cage, é considerado uma das mais inovadores e influentes figuras do mundo musical de seu tempo. Seus trabalhos iniciais foram influenciados por seus conterrâneos Bela Bartók e Zoltán Kodály e, como eles, Ligeti estudou e transcreveu diversas obras de música folclórica húngara. Já Aram Kachaturian foi um compositor armênio nascido em Tbilisi, Georgia. Junto com Sergei Prokofiev e Dmitri Shostakovich, Kachaturian é considerado um dos grandes compositores do período soviético. Seu nome é reconhecido ao redor do mundo e suas composições são apresentadas em diversos países, sobretudo as obras “Dança do Sabre” e o ballet “Gayane”, cujo adágio será apresentado pela Orquestra Sinfônica do Paraná neste concerto.

Outro destaque é Richard Strauss, que demonstrou aptidão musical desde a tenra idade. Ele expandiu os limites da composição orquestral conhecidos até então, com trabalhos como Don Juan (1888-1889), Ein Heldenleben e Assim Falou Zaratustra (1895-1896). Esta última obra, que será apresentada no concerto pela Orquestra Sinfônica do Paraná, foi utilizada por Stanley Kubrick para a abertura do filme 2001, combinação que culminou em uma das cenas mais emblemáticas da história do cinema.

Já a composição escolhida por Kubrick para ilustrar as extensas cenas de estações espaciais e suas aterrissagens lunares em 2001: Uma Odisseia no Espaço foi a valsa Danúbio Azul, de Johann Strauss. O foco da obra do compositor austríaco foram as danças e operetas. Strauss compôs mais de 500 valsas, fato que o rendeu a alcunha de “Rei das Valsas”.

O último compositor presente no repertório é o estadounidense John Williams, que nasceu em Nova Iorque em 1932. Desde a década de 1970, Williams elaborou a trilha sonora de mais de 100 filmes: Tubarão (1975), todos da série Star Wars, E.T. (1982), A Lista de Schindler (1993), e Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1978). Foi ganhador de cinco Oscars e recebeu um número recorde de nominações.

A popular música clássica

Idealizado para cumprir um dos principais objetivos do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná - democratizar a música clássica - o projeto Clássicos Universais traz, em cada edição, obras consagradas mundialmente. São apresentações com composições que, de alguma forma, já permeiam o imaginário popular. “Um dos nossos grandes diferenciais é que a OSP executará obras de música contemporânea que raramente são executadas no Brasil. São obras que promovem novas abordagens às noções tradicionais de música, como harmonia e ritmo. O maior exemplo disso é a peça Atmosphères, do compositor Húngaro Gyorgy Ligeti, que usa elementos de composição musical baseados em texturas e micropolifonias. São novas formas de se pensar a música, que coincidem com uma nova forma de se fazer cinema, proposta por Kubrick”, explica a advogada e produtora cultural Marcella Souza, membro da diretoria do IAOSP.

Para cumprir este propósito, às 10h30 do dia 15 de março, serão abertas as portas do Teatro Guaíra com ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00 que, desde já, podem ser adquirido pelo Ticket Fácil (www.ticketfacil.com.br). Além do patrocínio do Grupo Positivo, o concerto tem o incentivo do Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal por meio da Lei Rouanet.

SERVIÇO

Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná e Grupo Positivo apresentam:

Série Clássicos Universais – Assim Falou Kubrick

Data: 15 de março

Hora: às 10h30

Classificação: livre

Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)

Local: Teatro Guaíra

Endereço: Rua Amintas de Barros, S/N - Centro

Informações: www.apoiosinfonicaparana.com.br/ contato@apoiosinfonicaparana.com.br

Sobre o Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná - Este espetáculo marca a continuidade das atividades Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná – IAOSP, associação civil sem fins lucrativos que atua em prol da Orquestra Sinfônica do Paraná e da música clássica paranaense. Criado em 2016 por iniciativa do maestro Stefan Geiger e de entusiastas apoiadores da arte e da cultura paranaense, o IAOSP tem o objetivo de viabilizar projetos e atividades em parceria com instituições, públicas e privadas, comprometidas com a valorização e fomento da música erudita. A associação visa, ainda, facilitar a captação de recursos para a manutenção e divulgação de uma programação anual sólida para a Orquestra Sinfônica do Paraná. Assim, pretende proporcionar à sociedade uma série de eventos relacionados à conservação, difusão e engrandecimento desta manifestação artística de representatividade ímpar para o Estado do Paraná. É, portanto, necessária e bem-vinda a participação da sociedade civil para a consecução de suas finalidades. Para mais informações, acesse www.apoiosinfonicaparana.com.br, o facebook e instagram do Instituto @apoiosinfonicaparana ou envie um e-mail para contato@apoiosinfonicaparana.com.br .

Sobre a Orquestra Sinfônica do Paraná - Fundada em 28 de maio de 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná é um dos quatro corpos estáveis do Centro Cultural Teatro Guaíra. Atualmente o maestro-titular é Stefan Geiger, eleito em 2016 pelos músicos e reeleito em 2018. A OSP é mantida pelo Governo do Estado do Paraná, uma orquestra que pertence a todos os paranaenses.

Sobre o Grupo Positivo - O Positivo nasceu em 1972 a partir da ideia uma equipe de professores que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou a sua liderança em todas as suas áreas de atuação: Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica. Por meio da sua Divisão de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior com aproximadamente 52 mil alunos. De acordo com a Revista Amanhã, o Positivo é a maior empresa do setor de educação do Sul do país.Mais de 1 milhão de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Tecnologia. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 50 milhões de livros por ano. Na área cultural, tem sete espaços em atividade. O Grupo conta ainda com o Instituto Positivo, que desenvolve ações voltadas para a melhoria da educação pública.

Rosa Armorial em turnê pelo Paraná

O grupo Rosa Armorial fará entre os dias 5 e 9 de março uma turnê por cinco cidades do Paraná para o lançamento do DVD “Rosa Armorial convida Antônio Madureira”. As apresentações vão acontecer em Castro (dia 4), Campo Mourão (dia 5), Toledo (dia 6), Pato Branco (dia 7) e União da Vitória (dias 8 e 9). Neste espetáculo, o grupo de câmara apresenta a arte armorial brasileira, fundada pelo escritor Ariano Suassuna (1927-2014), inspirada pela literatura de cordel, pelos sons de viola e rabeca acompanhados por cantos e pela xilogravura de folhetos de espírito mágico do romanceiro popular nordestino. Assim, durante a encenação a história funde elementos da cultura popular do Nordeste e do Paraná, com ritmos que passeiam pelo fandango, boi de mamão e repente.
O espetáculo narra musicalmente a trajetória de um homem itinerante, residente no Paraná, ponto de partida, que, em busca de sua amada percorre parte do Brasil, encontrando-se com representações folclóricas diversas. Ao chegar ao Nordeste, é informado de que deveria procurar pela Pedra do Reino, lugar místico de música, magia e sabedoria. O sábio deste local o ajuda e o tropeiro finalmente encontra sua amada. O encontro caracteriza a fusão das culturas através do tempo.
A flautista Marcela Zanette, uma das fundadoras do grupo, espera que o público se diverta com um espetáculo alegre com muita música, figurinos coloridos e intervenções cênicas. “Nós vamos descentralizar o Armorial do Nordeste e mostrar que ele pode estar em todo o Brasil a partir de um tratamento musical sobre diversas tradições populares”, esclarece.
A violinista Carla Zago, também fundadora do Rosa, completa dizendo que a apresentação traz uma música brasileira refinada e farta em elementos nacionais. “É uma fusão das culturas do país através do tempo, incluindo obras de Antônio Madureira (1949) e César Guerra-Peixe (1914-1993), além de composições autorais” finaliza.
As apresentações terão como convidado especial o músico potiguar Mestre Antônio Madureira - um dos fundadores do movimento Armorial – que participa da encenação com os integrantes do Rosa Armorial - Carla Zago (violino), Marcela Zanette (flautas), Du Gomide (viola caipira), Bruna Buschle (contrabaixo), Gabriela Bruel (percussão) e Denis Mariano (bateria). Nesta turnê também foram convidados o músico e cantor Carlinhos Ferraz e a bailarina Marina Prado. O projeto foi viabilizado pelo PROFICE - Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura.

Serviço:
Rosa Armorial em Castro. Show de lançamento do DVD do grupo paranaense com a participação especial do Mestre Antônio Madureira. Quarta-feira, dia 4 de março, às 20 horas, no Auditório do Colégio SEPAM (Rua Getúlio Vargas, 15 – centro).
Rosa Armorial em Campo Mourão. Show de lançamento do DVD do grupo paranaense com a participação especial do Mestre Antônio Madureira. Quinta-feira, dia 5 de março, às 20 horas, no Teatro Municipal de Campo Mourão (Av. Comendador Norberto Marcondes, 684 – Centro).

Rosa Armorial em Toledo. Show de lançamento do DVD do grupo paranaense com a participação especial do Mestre Antônio Madureira. Sexta-feira, dia 6 de março, às 20 horas, Teatro Municipal de Toledo (Av. Parigot de Souza, 2626 - Vila Industrial).

Rosa Armorial em Pato Branco. Show de lançamento do DVD do grupo paranaense com a participação especial do Mestre Antônio Madureira. Sábado, dia 7 de março, às 19h30, Sesi Cultural (R. Xingu, 833 – Amadori).

Rosa Armorial em União da Vitória. Show de lançamento do DVD do grupo paranaense com a participação especial do Mestre Antônio Madureira. Domingo, dia 8 de março, às 19 horas, Auditório da Unespar (Pça. Cel. Amazonas, S/n – Centro).
Aula espetáculo na segunda-feira, dia 9 de março, às 14 horas.

Todas as apresentações tem Entrada gratuita. Classificação etária: livre. Duração 75 min.

Mais informações e entrevistas:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne
(41) 9145-7027 // 3363-7759
SUGESTÃO DE BOX
Antônio Madureira
Antônio Madureira nasceu em novembro de 1949, na cidade de Macau/RN. O compositor desde criança conviveu com a cultura nordestina. Com 17 anos mudou-se para Recife onde foi estudar violão na Escola de Música e Belas Artes. Junto a Ariano Suassuna, Guerra-Peixe, Francisco Brennand entre outros artistas e escritores, participou da fundação do “Movimento Armorial” em 1970, passando a liderar o Quinteto Armorial em 1974, tornando-se não somente o braço direito de Ariano bem como o principal compositor do movimento.

Rosa Armorial
Fundado em 2010, completa 10 anos de pesquisa e produção no universo armorial em 2020, ano do cinquentenário do Movimento Armorial. Já lançou dois CDs e esse DVD e realizou diversas turnês inclusive para o exterior (Portugal/2019). CDS disponíveis nas plataformas de streaming e YouTube. Instagram: rosaarmorial

Ficha técnica:
Rosa Armorial: Carla Zago (violino), Marcela Zanette (flautas), Du Gomide (viola caipira), Bruna Buschle (baixo), Gabriela Bruel (percussão) Denis Mariano(percuteria)
Antônio Madureira (Mestre Armorial - músico convidado)
Carlos Ferraz e Marina Prado (artistas convidados)
Mariana Zanette (direção artística e figurino)
Chico Santarosa (técnico de som)
Wilson Lirou (iluminador)
Fernanda Stancik (cenotécnica)
Aorélio Domingues (cenário)
Augusta Zanette (costureira)
Mariá Sallum (assistente de produção)
Rodrigo Browne (assessor de imprensa)
Carlon Hardt (designer gráfico e registro)
Sauí Gestão de Patrocínio (captação de recursos)
Cecília Didier (produção Antônio Madureira)
Marcela Zanette e Carla Zago (produção)
Incentivo- Havan e Copel
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.

Coro Cênico de Curitiba retorna ao palco do Guairinha

Com enredo que fala sobre a busca do amor e revolução, ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ retorna com curta temporada em março. Ingressos estão à venda

Após o sucesso de bilheteria da estreia em 2019, o Coro Cênico de Curitiba retorna à cena para uma curta temporada do espetáculo “Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais”, no Teatro Guairinha. Com direção cênica de Léo Moita e direção musical de Cainã Alves e Igor Ribeiro, o espetáculo criado pelo Coro Cênico de Curitiba, grupo artístico composto por mais de 20 profissionais, será apresentado nos dias 06, 07 e 08 de março. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos a partir de R$10 (meia entrada) pelo Ticket Fácil e na bilheteria do Centro Cultural Teatro Guaíra

“Vamos continuar o eco do espetáculo de estreia. A gente quer amar e mudar coisas, tanto no sentido de amar o próximo como no sentido de amor ao nosso país. Amar e revolucionar nossos sentimentos pelos Brasil e por toda a América Latina”, propõe o coordenador geral e diretor cênico do Coro, Léo Moita. “A música sempre foi um dos grandes meios de amar e também de revolucionar e nesse espetáculo isso não poderia ser diferente. O público vai escutar desde clássicos da música popular nacional e latino-americana até novas sonoridades e novos artistas que formam um grande caldeirão revolucionário com muito amor”, completa Cainã Alves.

O encontro da diversidade e a visibilidade do cenário social, tanto no país, quanto na América Latina, é o eixo condutor encenado pelos artistas, a partir das 18 canções que integram o repertório. “Todo o Coro Cênico, entre homens e mulheres, canta Pérola Negra (Luiz Melodia), Provável Canção de Amor Para Estimada Natália (Amanda Pacífico e Cacau de Sá) e Flutua (Johnny Hooker). Então, o arranjo é uma provocação para o próprio grupo e público. A criação é toda em conjunto”, relata Moita, sobre o processo de montagem ao longo dos meses.

Nascido em 2018, o grupo realiza ações frequentes de arrecadação de verba e apoios para viabilizar seus projetos. Desde financiamentos coletivos no seu ano de estreia, até festas de arrecadação, como o “Festival Primavera entre os Dentes”, criado e realizado em 2019. “ ‘Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais’ propõe uma ressignificação sobre a contemporaneidade, trazendo um novo sentido para o amor e a revolução em diferentes formas de canto, ancestralidade, nacionalidade e cultura”, diz o diretor cênico. “É um gesto de afago, de carinho. É um beijo, bem no meio do Brasil. É um amor que a gente não pode perder”, completa Moita.

O espetáculo conta com o apoio cultural da Secretaria da Comunicação e da Cultura do Estado do Paraná, Academia Ph.D Sports, Casa Quatro Ventos, Centro Cultural da Espanha, Centro Cultural Teatro Guaíra, De Inverno Comunicação, Effex - Tecnologia e Criação, Foto e Gráfico Digital, LACOMUS Unespar, MarqImpactaPDV - Comunicação Gráfica, Missê Mariá Comida e Arte, Oz Espaço Criativo, Padaria América, e da Psicóloga Carolina Krauss.

SERVIÇO | Amar e Mudar as Coisas Interessa Mais
Quando: 06, 07 e 08 de março
Onde: Teatro Guairinha
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Horário: 20h
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)
Compre Online: http://bit.ly/AmarEMudar2020
Informações: (41) 3304-7900

“Eu Acho Curitiba Bem Legal” traz gerações e diversidade em show cênico com homenagens e críticas à cidade

Equipe do espetáculo "Eu Acho Curitiba Bem Legal". Fotos: Juliana Biancato

Curitiba recebe em fevereiro uma estreia e uma homenagem, com críticas embutidas. O show cênico musical "Eu Acho Curitiba Bem Legal" fará apenas seis apresentações de 29 de fevereiro a 5 de março – mês de aniversário da cidade -, no Teatro José Maria Santos. A entrada é gratuita.

O espetáculo tem no repertório criações da atriz, cantora e compositora Kátia Drumond em parceria com artistas que moram em Curitiba. O espetáculo transita entre as linguagens do teatro, da música e da dança. “O espetáculo é uma maneira irreverente de louvar o ‘tipo curitibano’ com uma crítica mordaz, letras provocativas e ao mesmo tempo cômicas e lúdicas”, diz Kátia, responsável pela direção artística, cênica e pelo roteiro do espetáculo.

As composições contam breves histórias curitibanas e foram criadas em parceria com os artistas Luiz Felipe Leprevost, Ricardo Verocai, Chiris Gomes, Octávio Camargo e There Drumond. As canções abordam personagens típicos, fictícios, situações cômicas, irônicas, românticas e insólitas do cotidiano da cidade. “Curitiba pode ser legal se tiver música, cultura, arte na rua, parcerias, as pessoas se misturando. Tem uma parte da cidade que tá muito chatona, mas cantá-la, mesmo que de modo crítico, é necessário”, diz Leprevost.

A EQUIPE

Ao todo 25 pessoas participam do projeto. No palco estarão 14 artistas entre músicos, atores e bailarinos. A atriz Geisa Costa, premiada atriz negra da cidade, também compõe a cena. “É uma equipe multirracial, de maioria negra, que ajuda a ilustrar uma Curitiba cheia de diversidade. E essa interação social e artística entre músicos e atores em cena é importante para a cidade”, destaca Ricardo Verocai, diretor musical e responsável pelos arranjos.

A bailarina e coreógrafa Inês Drumond faz a direção de movimento e auxilia no roteiro. A artista Kátia Horn é a convidada para fazer os adereços. O projeto é realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo das empresas EBANX, Instituto Joanir Zonta e CONDOR.

SERVIÇO

Eu Acho Curitiba Bem Legal
Quando: 29 de fevereiro a 5 de março (de sábado a quinta-feira)
Local: Teatro José Maria Santos (Rua 13 de maio, 655, Curitiba)
Horário: Todos os dias às 20h, domingo às 19h
Entrada gratuita

FICHA TÉCNICA
Direção Musical e Arranjos: Ricardo Verocai
Direção Artística e Cênica e Roteiro: Kátia Drumond
Direção de Produção e Roteiro: Luiz Roberto Meira
Direção de Movimento e Roteiro: Inês Drumond

Luiz Felipe Leprevost: Cantor, Ator e Compositor
Kátia Drumond: Cantora, Atriz e Compositora
Chiris Gomes: Cantora, Atriz e Compositora
Kabuto: Cantor, Bailarino e Ator
Ricardo Verocai: Tecladista e Compositor
There Drumond e Octavio Camargo: Compositores
Eduardo Ansay: Guitarrista
Virgílio Milléo : Guitarrista
Evangivaldo Santos: Baixista
Samir Souza: Baterista
Otávio Augusto: Saxofonista e Clarinetista
Geisa Costa: Atriz e Coro
Gil Rhodrigues: Ator e Coro
Flávia Martins e Bianca Ribeiro: Dancers e Coro
Tassy Dal Negro: Figurinista
Kátia Horn: Adereços
Crys Avelleda: Maquiagem
Luigi Castel: Diretor de Palco e Técnico de Som
Bianca Lima: Iluminadora e Op. Vídeos
Tonico Rasta: Roadie
Cindy Napoli: Produção Executiva
Gil Rhodrigues e Simone Avelleda: Assistentes de Produção
Juliana Biancato: Fotos, Vídeos e Mídias Socias
Eduardo Simões: Assessoria de Imprensa
Daniel Castellano: Imagens da Identidade Visual
Paula Roque: Atriz Surda / tradução em LIBRAS
Fotos: Juliana Biancato

Solistas convidados dão brilho ao espetáculo de 20 anos do Bolshoi Brasil

Duas noites de espetáculo marcam a data
Em março de 2020, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, localizada em Joinville, única filial do famoso Teatro Bolshoi da Rússia, completa 20 anos no país.

Para celebrar, dois espetáculos, nos dias 14 e 15 de março, às 20h, no Centreventos Cau Hansen, estão sendo preparados. A Escola Bolshoi, ao longo de 20 anos, vem mostrando ao mundo os talentos lapidados que buscam na instituição a transformação de suas vidas. Prova disso, é que três dos quatro solistas convidados para dançar nos dois espetáculos que marcam o aniversário, são ex-alunos, que atuam em grandes teatros da Rússia.

No sábado, 14 de março, a Primeira Bailarina da Ópera de Kazan, Amanda Gomes, sobe ao palco com seu partner e também Primeiro Bailarino, o russo Mikhail Timaev, para dançar o Balé “O Quebra-Nozes”. Já no domingo, 15 de março, os bailarinos do Teatro Bolshoi da Rússia, Bruna Gaglianone e Erick Swolkin, apresentam a Grande Suíte do Balé “Don Quixote”. Mais de 100 alunos, bailarinos da Cia. Jovem e professores da Escola Bolshoi sobem ao palco junto com os solistas convidados para encenar esses dois clássicos universais da dança. Os balés tem remontagem do mestre russo Vladimir Vasiliev, que é Patrono Fundador da Escola Bolshoi.

O fim de semana de celebrações marca também da renovação do contrato com o Teatro Bolshoi de Moscou, com a presença dos diretores do Teatro Bolshoi, Serguei Maksimenko, diretor financeiro e Makhar Vazijev, diretor artístico do balé o lançamento do livro “Uma Escola para a Vida”, organizado pela Escola Bolshoi com apoio da Manuscritos Editora. A comemoração dos 20 anos tem apoio do Ministério da Cidadania.

Espetáculos que marcam os 20 anos

“O Quebra-Nozes”

O Balé “O Quebra-Nozes” teve sua estreia em novembro de 2014 na Escola Bolshoi. Os personagens da história ganham vida e movimento por meio da linguagem do balé clássico e o cenário, com projeção mapeada, completa essa temática fascinante, fazendo com que as imagens entrem em sintonia com a coreografia. O balé resgata em muitas pessoas o espírito sonhador e aventureiro de uma eterna criança, além de fazer uma viagem por vários lugares do mundo. A estreia em 2014 contou com o patrocínio da Petrobras.

Grande Suíte do Balé Don Quixote

Este balé é a primeira grande obra remontada pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, e teve sua estreia no ano de 2007.

A narrativa se passa na Espanha, e conta uma linda e engraçada história de amor. Kitri é noiva do insolente e nobre Gamache, com quem seu pai, Lorenzo, a obriga a se casar. Mas o pobre barbeiro Basílio não mede esforços para que isso não aconteça, e juntos, Kitri e Basilio enfrentam uma longa jornada para viverem esse amor.

Com a ajuda de Don Quixote, nobre cavalheiro, e Sancho Panza, seu fiel escudeiro, eles se casam numa grande festa em Barcelona.

Novidades em Cena

Assim como acontece nos grandes teatros do mundo, a Escola Bolshoi resgata uma prática já realizada em outras apresentações, e traz ao palco professores da instituição no papel de protagonistas e que ajudam a narrar a história. Outra novidade é a participação de alguns colaboradores, que já foram alunos da Escola, mas que hoje trabalham na área administrativa, mas nesse evento, em especial, vão relembrar a emoção dos aplausos da plateia.

Renovação do contrato com o Teatro Bolshoi

Esse é o momento mais aguardado das comemorações. Renovar o contrato com o Teatro Bolshoi é a comprovação de que a Escola Bolshoi vem realizando um trabalho de excelência e que utiliza a metodologia de forma adequada. No dia 15 de março, data que marca o aniversário da instituição, a Escola recebe dois diretores do Teatro Bolshoi, Serguei Maksimenko, diretor financeiro e Makhar Vazijev, diretor artístico do balé. A vinda dos diretores russos para a renovação do contrato oficializa o reconhecimento ao trabalho realizado pela instituição brasileira e de que está cumprindo com todas as exigências feitas pelo Teatro Bolshoi de Moscou. O texto do contrato ressalta que os dois países estão interessados no incremento do intercâmbio cultural, educacional e esportivo visando o estreitamento das relações entre as instituições.

Lançamento do Livro

O Livro “Uma Escola para a Vida” é uma narrativa sobre a história da Escola Bolshoi, durante seus 20 anos. Os capítulos são divididos por anos e neles são narrados os principais acontecimentos vividos pela instituição. Organizado pela Escola Bolshoi, pelo núcleo de comunicação, com apoio da Manuscritos Editora. O lançamento do Livro será no dia 14 de março, às 18h, na Escola Bolshoi.

Homenagem

A Câmara dos Deputados realizará Sessão Solene em celebração aos 20 anos da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, na manhã do dia 18 de março de 2020, em Brasília/DF. O Deputado Federal, Joinvilense, Rodrigo Coelho, foi proponente dessa homenagem.

Venda de ingressos

Os ingressos estão a venda na secretaria da Escola Bolshoi e no site da enjoyticket (www.enjoyticket.com.br), com preços acessíveis a todos os públicos.

Plateia 1 – R$ 120,00 + taxa / R$ 60,00 (meia entrada) + taxa

Plateia 2 – R$ 80,00 + taxa / R$ 40,00 (meia entrada) + taxa

Plateia 3 - R$ 50,00 + taxa / R$ 25,00 (meia entrada) + taxa

Arquibancada – R$ 20,00 + taxa / R$ 10,00 (meia entrada) + taxa

Camarote – R$ 30,00 + taxa / R$ 15,00 (meia entrada) + taxa

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

A única extensão do Teatro Bolshoi fora da Rússia está instalada na cidade de Joinville, estado de Santa Catarina, desde 15 de março de 2000, estabelecendo uma verdadeira ponte cultural entre o Brasil e a Rússia.

Em 2020 a instituição completa vinte anos, cumprindo o desafio de preservar a tradição e a excelência do ensino do Balé Bolshoi.

Atualmente a Escola Bolshoi educa 240 dos cursos técnicos e básico em dança clássica. A instituição ressalta o seu compromisso social, ao conceder 100% de bolsas de estudo e benefícios para todos os alunos do curso técnico.

Com personalidade jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, a realização de todas as atividades da Escola são possíveis graças aos recursos garantidos pelos chamados “Amigos do Bolshoi”, empresas e pessoas cientes do seu papel na sociedade, que doam produtos, prestam serviços gratuitamente e repassam contribuições financeiras, seja por benefícios fiscais, como a Lei Rouanet ou por recursos próprios. A Caixa é a maior patrocinadora da instituição.

Empregabilidade

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil disponibiliza para o mercado de trabalho da dança não só bailarinos com formação de qualidade, mas também pessoas conscientes do seu papel na sociedade.

A Escola já formou 377 bailarinos e 75% atuam na área da dança pelo Brasil e Exterior. A empregabilidade relaciona-se com a realidade de todo e qualquer profissional. Atualmente 115 jovens trabalham no Exterior, 23 estão na Rússia, país sede do Teatro Bolshoi.

“Terra Nova”, com dramaturgia e direção de Don Correa, da FALA Companhia de Teatro

O espetáculo “Terra Nova”, com dramaturgia e direção de Don Correa, da FALA Companhia de Teatro, estreia dia 13 de fevereiro, e fica em cartaz de de quinta a domingo às 20h até dia 15 de março no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, em Curitiba ⚡
Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos 1h antes de cada apresentação no próprio teatro.
Quinta a domingo, às 20h.
De 13 de fevereiro a 15 de março

A inspiração do dramaturgo e diretor Don Correa para criação da obra é a jornada do Capitão Robert Falcon Scott rumo ao pólo sul em 1911, intitulada de “Expedição Terra Nova”. Na ocasião, ele e seus homens não completaram a missão de serem os primeiros a pisarem na Antártida e pereceram durante a viagem de volta. Antes de morrer de hipotermia, Scott deixa um diário, no qual narra os detalhes da expedição e histórias de seus companheiros.
Na montagem “Terra Nova”, o público é convidado a embarcar em uma jornada com três artistas que tiveram uma vida fortemente ligada à migrações. Ao longo dos 60 minutos de espetáculo, através de músicas e interações, o artista refugiado sírio Abed Tokmaji, a atriz suíça radicada no Brasil, Edith de Camargo, e o ator brasileiro Eduardo Ramos trazem à plateia sensações análogas àquelas de sua experiências com a migração e refúgio, desde sonhos e a busca constante de seguir em frente, até as frustrações e perdas que os acompanham nesse caminho.
Para a elaboração da peça, a equipe seguiu um processo de criação dramatúrgica definido como “Teatro da Escuta” que, nesse caso, consiste numa forte interação com grupos de refugiados na cidade, somado à experiência da equipe com as temáticas propostas. O resultado é um evento estético elaborado e sensível propiciado pela dramaturgia vivencial.
Além das 20 apresentações gratuitas no Teatro Novelas Curitibanas, “Terra Nova” promove um diálogo entre os moradores de Curitiba com grupos de pessoas refugiadas no município, através de bate papos após o espetáculo e uma exposição de fotografias no saguão do teatro em parceria com fotógrafos e o TOM Cadernos de Ensaios da UFPR. O projeto também conta com quatro oficinas gratuitas de Arte Dramática, ministradas pelo dramaturgo Don Correa.

Sobre a FALA Companhia de Teatro

Fundada em 2012 pelo diretor e dramaturgo Don Correa e pelo ator Brian Townes, a FALA Companhia de Teatro é sediada em Curitiba. A companhia investiga a concepção de novas dramaturgias e formas do público se relacionar diretamente com as obras e tem como premissa que a vivência dos criadores é parte indissociável de suas criações. Dentre os trabalhos, destacam-se os espetáculos “Parido” (2012), “Zero” (2013), “Gafanhoto” (2013), “Tutorial” (2017), e “Nós Outros” (2018). 
*com divulgação

ESPETÁCULO CONTOS É ATRAÇÃO NA 37ª OFICINA DE MÚSICA DE CURITIBA

Contos da tradição oral com música executada ao vivo pela OABS (Orquestra à Base de Sopro de Curitiba) faz apresentação única na Oficina de Música de Curitiba, neste domingo (19), às 21h, no Teatro da Reitoria.

Após temporada de sucesso em 2019, em Curitiba, realizando 20 apresentações, todas gratuitas, 14 delas para público dirigido de escolas da rede pública, privada e outras instituições, atingindo ao todo um público estimado de 3.500 pessoas, o espetáculo CONTOS da Cia Ilimitada montado em parceria com a OABS (Orquestra à Base de Sopro de Curitiba) volta a ser apresentado. Desta vez, como uma das atrações da programação da 37ª Oficina de Música de Curitiba. A apresentação única será neste domingo (19), às 21h, no Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 – Centro).

A montagem reúne narrativas que fazem parte do imaginário universal, suscitam interesse, conflitos, perguntas, anseios permeados pelas complexidades da vida. São velhas histórias adaptadas que buscam instigar a imaginação e a reflexão. Como se faz para ser feliz? É a questão comum presente nas histórias escolhidas. Elas são alimento para a alma, fragmentos de mapas, sinalizam caminhos e encorajam o desenvolvimento do indivíduo.

“Ao contar essas histórias universais, rapidamente entramos em contato com nossa essência ancestral. Algo que está no centro de nossa cultura e é comum a todos. Nossos anseios e medos, nossa busca pela felicidade, nossa necessidade de revelar a verdade. Uma verdade que está dentro de todos nós e, por isso, pode ser compartilhada sem nunca ser subjugada. Por anos e anos essas histórias foram oralmente transmitidas, contadas, reinventadas e hoje temos a oportunidade de atuar como um elo, contando e semeando para que elas sigam vivas por muito e muito tempo”, explica Marcio Juliano, diretor do espetáculo.
O projeto reúne um time de artistas do cenário teatral e da música com ampla trajetória na cidade. Além da direção de Marcio Juliano, que também compõe o elenco e é o responsável pela dramaturgia, a equipe artística é formada por antigos e atuantes parceiros da Cia Ilimitada, como Sérgio Albach, regente da Orquestra à Base de Sopro, que assina a direção musical e o premiadíssimo iluminador Beto Bruel. As composições são de Davi Sartori, Gilson Fukushima e Albach. A assistência de direção e a preparação corporal é de Mônica Infante. O elenco, além dos 17 músicos da OABS, conta ainda com a atriz Glaucia Domingos e o ator Marcel Szymanski.

SERVIÇO:

Espetáculo teatral CONTOS com a Orquestra a Base de Sopro de Curitiba

Data e horário: 19/01 (domingo), às 21h

Local: Teatro da Reitoria (Rua XV de Novembro, 1299 – Centro)

Ingresso: R$30 e R$15 (meia-entrada).

*Vendas pelo aloingressos.com.br ou diariamente na bilheteria da Capela Santa Maria, das 9h às 12h e das 14h às 17h30. No Teatro da Reitoria os ingressos

poderão ser adquiridos com uma hora de antecedência.

Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Realização: Cia Ilimitada

Degustação de vinho no Pecorino, Bar e Trattoria com sommelière Daniele Lopes

A sommelière Daniele Lopes conduz uma degustação de vinhos italianos e antepasti no happy hour da comfort food italiana Pecorino, no espaço gourmet do Shopping Mueller, em Curitiba, na quarta-feira, 15 de janeiro, a partir das 19 horas. A degustação vai tratar da harmonização e caracterização dos vinhos da Itália e das principais regiões produtoras. Os vinhos são da importadora Mistral. O valor da degustação é R$ 105,00 por pessoa e o evento vai até às 21 horas. A proposta, segundo a sommelière, é trazer confrarias para participar de degustações no Pecorino.

Serviço:

Happy hour de vinhos com Daniele Lopes
Quando: 15 de janeiro (quarta-feira), das 19 às 21 horas
Onde: Pecorino, Bar e Trattoria. Shopping Mueller, Piso L-4, Avenida Cândido de Abreu, 127, Centro, Curitiba
Preço: R$ 105,00 por pessoa
Informações: 41 99689-0236

Pecorino, Bar e Trattoria - Curitiba

Ellas: o universo das vozes femininas com AVEduo

Ellas, o novo espetáculo do AVEduo, tem cerca de 80 minutos de duração. Para Viviana Mena essa é uma oportunidade para o público reencontrar parte do repertório dessas três grandes interpretes da música de todos os tempos. “Muita gente de uma geração anterior a minha se lembra de Eydie Gormé, americana filha de espanhóis que fez muito sucessos nos anos 50/60 cantando boleros mexicanos com o Trio Los Panchos. O mesmo vale para Ella Fitzgerald que teve uma longa carreira e fez uma verdadeira escola de interpretação dentro do jazz. Sem contar com a Elis um divisor de águas na minha carreira. Ela me ensinou a respirar e me deu liberdade para cantar”, finaliza.

É Hoje: Maria Fumaça Rumo ao Natal dos seus sonhos!

É Hoje: Maria Fumaça Rumo ao Natal dos seus sonhos! Moradores da Lapa e região, estão ansiosos para que a noite de hoje chegue! Ela,  a "velha senhora" , com seus 135 anos, toda enfeitada para festa, já está em terras lapeanas, para o espetáculo : Maria Fumaça Rumo ao Natal de seus Sonhos". A estação ferroviária já está preparada para receber o grande público , que vai começar assistindo  atrações locais, como a banda municipal e o coral da "casa de Música" , a partir de 19h30 e às 20h30, o espetáculo principal se inicia, como muita musica, dança, efeitos especiais e a participação da locomotiva 11, a grande estrela do evento.   O espetáculo Rumo ao Natal deste ano traz a divertida história de quatro ajudantes de Papai Noel que acabaram ficando sem as renas em plena noite de Natal.  Agora os presentes precisam ser entregues e é aí qa , Maria Fumaça , entra em cena. Os duendes precisarão encontrar a peça especial para fazer o conserto com a ajuda das crianças da plateia e salvar a noite. A apresentação contará com intérprete de libras. 

Ensaios do Natal do Bradesco movimentam centro de Curitiba

Ensaios do Natal do Bradesco movimentam centro de Curitiba

No sábado e domingo, coralistas já estavam nas janelas. Show de Luzes estreia nesta segunda

Quem estava passando em frente ao Palácio Avenida neste fim de semana teve a oportunidade de assistir aos ensaios gerais do Natal do Bradesco. Às vésperas da estreia, as cerca de 100 crianças do coral, anjos e o ator Felipe Montanari – mestre de cerimônias do espetáculo deste ano – já estiveram nas janelas demonstrando o que o público pode esperar a partir de 6 de dezembro.

Nesta segunda (2) estreia o Show de Luzes Bradesco, espetáculo de projeções, iluminação e música, que vai manter o Palácio Avenida vivo também de segunda a quinta, até 19 de dezembro.

Nesses dias, as projeções serão criadas pelo público, que pode participar via o aplicativo “Natal Bradesco”, disponível para download nos sistemas Android e iOS.

O aplicativo traz informações gerais sobre o espetáculo, figurinhas para mandar por WhatsApp e a função “Pinte o Palácio”. Ali o público encontra uma imagem do Palácio Avenida que poderá ser colorida e enviada online.

Além das pinturas enviadas pelo app, o Show de Luzes também trará os desenhos da população recebidos no mês de novembro, em uma ação realizada nas agências do Bradesco.

Serviço:
O que: Show de Luzes Bradesco
Tema 2019: As Cores do Natal
Onde: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR
Quando: 2 a 19 de dezembro (de segunda a quinta-feira)
Horário: 20h15

O que: Natal do Bradesco
Tema 2019: As Cores do Natal
Onde: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR
Quando: 6, 7, 8, 13, 14, 15, 20, 21 e 22 de dezembro (às sextas, sábados e domingos)
Horário: 20h15