Irresistíveis queijos especiais da Cruzília chegam ao mercado na versão fatiados

Os queijos especiais da Cruzília (empresa da plataforma UltraCheese) chegam ao mercado na versão fatiados, reforçando a proposta de entregar ao consumidor ainda mais praticidade e versatilidade, com o mesmo sabor surpreendente e a mesma qualidade.

Elaborados em uma fábrica localizada ao pé da Serra da Mantiqueira, no melhor terroir do Brasil para a produção de queijos finos, os queijos Gouda, Gruyère e Emmental possuem flora natural de propiônicos em sua preparação, o que proporciona olhaduras naturais e um paladar mais acolhedor, suave e harmonioso.

“Gouda, Gruyère e Emmental da Cruzília, oferecidos fatiados em embalagens práticas, podem ser utilizados em diversas receitas, desde um simples sanduíche a um prato gourmet”, ressalta Maria do Céu, especialista em queijos e consultora da UltraCheese.

O Emmental tem sabor suave, levemente adocicado e olhaduras em toda a sua massa. É um queijo de origem suíça, que a Cruzília produz com leite selecionado e cuidados artesanais. Possui média maturação, feita sempre com o cuidadoso acompanhamento do mestre queijeiro.

O Gruyère Cruzília é levemente frutado e adocicado, com textura firme e olhaduras ovaladas, ideal para utilizar no preparo de gratinados e sanduíches quentes ou frios sofisticados. O produto harmoniza bem com vinhos das uvas Pinot Noir, Cabernet Sauvignon e Chardonnay e cervejas Pale Ale, Vienna, Kölsch e Belgian Blond Ale.

O Gouda Cruzília é produzido com leite e fermentos selecionados, possui textura cremosa e sabor suave. Premiado oito vezes no Concurso Nacional de Produtos Lácteos do ILCT/EPAMIG, em Juiz de Fora (MG), tem sabor levemente adocicado, textura macia, pequenas olhaduras e massa amarelo-clara.

“Nossa meta é estar cada vez mais presente no cotidiano do consumidor. Assim, com esta ampliação de linha, mostramos a versatilidade de nossos produtos ao mesmo tempo em que oferecemos novas opções de consumo, reforçando a qualidade e o sabor que são característicos da Cruzília”, diz o COO da UltraCheese, Edson Martins.

Sobre a UltraCheese – A UltraCheese foi criada a partir do sonho de ser a melhor e mais completa plataforma de cremes e queijos do país. A marca integra o fundo de investimentos independente Aqua Capital, que tem como objetivo a expansão de empresas de médio porte dentro da cadeia de valor do agronegócio no Brasil e na América do Sul. No portfólio, constam queijos, manteigas e cremes para o dia a dia, queijos únicos e exclusivos para momentos especiais, além de uma linha de derivados premium de leite de búfala. O amor pelo leite e a preservação da verdadeira arte de fazer cremes e queijos é o que uniu a Cruzília, Lac Lélo, Búfalo Dourado e Itacolomy neste grande projeto.

Sobre a Cruzília – Fundada em 1948, com uma pequena banca no Mercado Municipal de São Paulo. O empreendimento cresceu e, ao final da década de 80, a marca abriu laticínio próprio em Cruzília/MG. A fábrica está situada ao pé da Serra da Mantiqueira, no melhor terroir do Brasil para a produção de queijos finos. A Cruzília é herdeira do milenar conhecimento queijeiro europeu, trazido para a região por dinamarqueses. Com equipamentos modernos, matéria-prima selecionada e processos quase artesanais somados a rigorosos controles de qualidade, desde a origem do leite até a maturação ideal dos queijos, fabrica queijos únicos que tornaram a empresa a queijaria brasileira mais premiada no mundo. Possui um mix de queijos especiais, cotidianos e exclusivos. Mais em https://www.instagram.com/queijoscruzilia/

The OX Room Steakhouse de Curitiba conquista prêmio de excelência do TripAdvisor

Excelência, sofisticação, produto e serviço impecável. Estes quatro atributos da prestigiada The OX Room Steakhouse, de Curitiba, conquistaram os paladares dos usuários da plataforma de avaliações TripAdvisor, que concedeu à casa o prêmio Travellers’ Choice de 2021.

Concedido a apenas 10% dos estabelecimentos e atrações cadastrados na plataforma mundial referência para os viajantes, o selo atesta um conjunto de fatores de alta qualidade de um local, como a comida oferecida, o serviço prestado aos clientes e o preço praticado.

A The OX Room Steakhouse alcançou as mais altas pontuações graças a um projeto de excelência que vem sendo constantemente aprimorado desde que a casa foi inaugurada há dois anos. Hoje, figura entre os primeiros lugares dos mais de cinco mil restaurantes cadastrados em Curitiba.

Segundo Juliano Maia Loss, gerente de relacionamento e relações públicas da The OX Room Steakhouse, a conquista do Travellers’ Choice é uma vitória em meio a tantos desafios trazidos pela pandemia da Covid-19. Mesmo com todas as restrições impostas pelos decretos municipais, a casa não parou de atender – e foi se adaptando conforme as regras eram ditadas.

“Fizemos muitos treinamentos com todo o time da casa, aprimoramos o nosso cardápio seguindo as sugestões que os nossos clientes traziam, sempre ouvindo-os com muita transparência. Todos aqui dentro trabalham em perfeita sintonia, o que faz com que nossos convidados tenham sempre a melhor experiência”, afirma.

Para ele, a chancela do Travellers’ Choice é uma conquista conjunta de todos os profissionais da The OX Room Steakhouse.

Não à toa, as avaliações dadas pelos clientes e viajantes ressaltam a alta qualidade do atendimento, o sabor inigualável dos pratos e as características aconchegantes do ambiente. Este, aliás, que já foi premiado duas vezes pela beleza e hospitalidade à frente de concorrentes de peso da América Latina, como o LIV Hospitality Design Awards e o International Design Award, ambos neste ano.

Sobre a The OX Room Steakhouse

Diferente de uma churrascaria convencional, a The OX Room Steakhouse é um restaurante de alta culinária com um lounge bar, drinks autorais e um atendimento diferenciado. São cortes especiais com acompanhamentos e bebidas selecionados especialmente para surpreender o paladar.

A inspiração para a criação da OX veio das steakhouses dos Estados Unidos que se tornaram uma grande febre internacionalmente, onde o churrasco é preparado e apresentado de maneira especial em um ambiente descontraído e requintado. Com o objetivo de oferecer uma experiência gastronômica moderna com uma comida incrível em um ambiente agradável e inovador.

O cardápio da OX é dividido em opções para o almoço, menu executivo, entradas, saladas, principais de carnes e frutos do mar, surf n’turf (do mar à terra), sobremesas e happy hour. Todas as carnes são certificadas da raça de gado Angus com textura e sabor inigualáveis selecionadas diretamente no açougue da OX.

Já a adega de vinhos possui rótulos de 27 regiões do mundo, entre brancos, rosés, tintos e espumantes. Todos os drinks foram pensados de acordo com as carnes servidas, levando em consideração os cortes, o preparo, o nível de gordura, o molho, os temperos e tudo o que há no prato para harmonização.

Serviço

A The OX Room Steakhouse fica na Al. Dom Pedro II, 390, no bairro do Batel. Reservas e informações pelo telefone (41) 99779 3354 ou (41) 3039 4577, e ainda no site oxsteakhouse.com.br e no Instagram www.instagram.com/oxroom_steakhouse/.

Festival de Ostras movimenta restaurante em Curitiba Iguaria é servida em diferentes versões

O Anarco Restaurante surpreende e faz uma edição especial do Festival de Ostras Anarco, que normalmente acontece somente no verão. Até 20 de setembro, a iguaria será servida em quatro versões, incluindo uma criação exclusiva. Ostra Gratinada (R$ 59,90); Ostra Natural (R$ 39,90), Ostra ao Bafo (R$ 39,90) e Ostra ao Brie com Frutas Vermelhas (R$ 64,90), uma combinação exótica que não pode passar despercebida. Os pratos são bem servidos para até duas pessoas e vem acompanhados de uma taça de vinho branco.

O evento acontece nas duas unidades, Batel e Mercado Municipal. No Batel, almoço (11h às 15h) e jantar de terça a domingo (19h30 às 22h). No Mercado Municipal o funcionamento é no almoço de terça a domingo das 11h às 15h. Para quem não aprecia esse fruto do mar, pode optar pela variedade do menu que contempla carnes, peixes e massas. Como sugestão, tem o prato Frutos do Mar, com opção para uma ou duas pessoas (a partir de R$ 99 até R$199). É preparado com camarões, pedaços de bacalhau e salmão, lula, polvo e casquinha de siri com ovas de capelin, acompanhado de massa a escolher (pappardelle, spaghetti, talharim, penne ou nhoque). Tudo regado a molho de frutos do mar exclusivo. Mais detalhes no site www.anarco.com.br ou nas redes sociais @anarcorestaurante e @anarcobatel.

Unidade Batel
Almoço terça a domingo das 11h às 15h
Jantar sexta e sábado das 19h30 às 22h
Rua Marechal José Bernardino Bormann, 600
Informações e reservas pelo 41 3013 5379

Unidade Mercado Municipal
Terça a domingo das 11h às 15h
Av. Sete de Setembro, 1865 Mercado Municipal de Curitiba – Box 339 – Praça João Snege
Informações e reservas pelo 41 3264 1764

Sugestão de foto: ostra ao bafo; ostra gratinada; prato Afeto dos Mar Individual

Serviço
O que: Festival de Ostras Anarco
Quando: até 20 de setembro nas unidades Batel e Mercado Municipal
Informações: @anarcorestaurante e @anarcobatel

Crédito de foto: Divulgação

Popular nos Estados Unidos, Orange Chicken convida brasileiros para uma experiência de sabores curiosa

Prato oriental agridoce será protagonista na campanha de setembro da rede China in Box

Brasil, 30 de agosto de 2021 – Após uma campanha com os pratos líderes de vendas, o China in Box convida seus fãs para uma vivência única, incentivando que se deliciem com uma das opções mais diferenciadas do cardápio – o Orange Chicken.

Sob o mote ‘É doce? É salgado? É delicioso’, o prato ganha destaque e instiga o consumidor a desvendar os mistérios por trás da gastronomia. Tradicionalmente, ele compõe uma harmonização com deliciosos pedaços de frango desossados, cobertos com molho de laranja agridoce e gergelim, fazendo com que desperte no público sensações, sabores e experiências.

A combinação agridoce hoje representa a comida tradicional oriental mais consumida nos Estados Unidos e está presente no cardápio desde o ano passado, conquistando curiosos e apaixonados por mistura de sabores. Segundo Carlos Sadaki, CEO do China in Box, trata-se de uma experiência surpreendente e instigante. “É um prato excêntrico, ele deixa aquela dúvida sobre ‘o que será isto?’. Mesmo sendo típico do oriente, a América como um todo tem acolhido o prato de maneira massiva na cultura ocidental”, reforça Sadaki.

E aí? Você é #timedoce ou #timesalgado? Para se deliciar com essa explosão de sabores e tirar suas dúvidas a respeito do suspense do Orange Chicken, acesse chinainbox.com.br e faça o seu pedido.

**Consulte disponibilidade. Taxa de entrega não inclusa. Área de entrega restrita. Imagem ilustrativa.
Sobre o China in Box

Em 1992, Robinson Shiba deixou de exercer sua profissão como dentista para se tornar empreendedor e inaugurar a sua primeira loja China in Box, no bairro de Moema, em São Paulo, voltada exclusivamente para entregas. Depois, a empresa filiou-se à Associação Brasileira de Franchising, dando início ao sistema de franquias, que em menos de dois anos já possuía 60 unidades franqueadas. Hoje, o China in Box é a maior rede do segmento de delivery de comida oriental da América Latina – com 150 unidades. A marca faz parte do Grupo TrendFoods, que conta ainda com a rede Gendai, de comida japonesa. Atualmente, o grupo tem mais de 200 unidades no Brasil.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo 2021 reúne dezenas de atrações

A sexta edição do evento será totalmente on-line, com onze espetáculos transmitidos ao vivo a partir de unidades do Sesc; serão quatro estreias mundiais, três inéditas virtualmente, além de uma ampla programação formativa

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Cena de Bloom - Caminhos e Encontros, da Cia La Mala - Crédito da foto: Ricardo Avellar – CircoLab

Imagens e vídeos em: https://bit.ly/Circos2021

Qual a importância de um festival de circo em meio ao isolamento que estamos vivendo? Como a tecnologia pode ser usada para unir artistas e público, neste momento? É com o objetivo de trazer essas e outras perguntas para os palcos e para o debate que o Circos – Festival Internacional Sesc de Circo chega à sua sexta edição, entre 28 de agosto e 4 de setembro de 2021, de forma totalmente on-line, com criações inéditas, além de uma série de atividades formativas para todos os públicos.

"Apesar do distanciamento, a arte segue sendo um respiro e proporcionando encontros nas mais variadas plataformas on-line, chegando a diversas pessoas a partir do campo criativo, potente e inventivo que é o digital, com suas presencialidades possíveis.", afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. E complementa: "Frente aos novos desafios, o Sesc segue cumprindo sua missão de fomentar a difusão cultural e artística, e também as interlocuções, os encontros, as vivências e reflexões."

A programação tem onze espetáculos, sendo que quatro deles são estreias mundiais e outros três apresentados pela primeira vez de forma virtual. São mais de duas dezenas de atrações ao vivo, entre espetáculos transmitidos a partir de unidades do Sesc – SP e outras mais de 50 atividades gravadas, além de inúmeras ações formativas e encontros entre profissionais de várias partes do mundo. Todas as exibições acontecem a partir do youtube.com/SescSP em dias e horários disponíveis a partir de 19 de agosto no site circos.sescsp.org.br.

Entre os espetáculos, são quatro estreias mundiais: Circo Misterium, da cia. Barracão Teatro, em uma apresentação de palhaços que discute a finitude e a eterna continuidade da vida; CircomUns, do Circo e Teatro Palombar, que investiga a imagem de pessoas anônimas relacionando-as a uma 'estética periférica'; La Trattoria, do grupo Los Circo Los, com a história da inauguração de um restaurante; e Retumbantes, com Livia Nestrovski, Lívia Mattos, Tomás Oliveira e Rafé, espetáculo-show que promove o encontro do circo com a música e as artes visuais.

Além disso, alguns espetáculos, como A Caravana do Tempo, do Unidos do Swing, Bloom – Caminhos e Encontros, da Cia La Mala, e Ela - Em todos os lugares, da Troupe Guezá, são apresentados pela primeira vez de forma virtual.

Se numa ponta há ineditismo em montagens estreadas neste Circos de 2021, há também Exceções à Gravidade, obra apresentada há quase 40 anos no mundo inteiro pelo americano Avner Eisenberg - aclamado como um dos mais importantes palhaços de todos os tempos. Sempre arrancando gargalhadas do público, Eisenberg diverte a plateia em números de malabares, ilusionismo e palhaçaria, questiona o que é perder e ganhar com números engraçados, como engolir uma quantidade inacreditável de guardanapos ou equilibrar uma pena muito comprida em seu nariz.

Integram a programação ainda: Prot{agô}nistas - O Movimento Negro no Picadeiro, do coletivo Prot{agô}nistas - tema de documentário exibido durante a programação; Cachimônia, da Cia Artinerant's, que agora fecha a trilogia iniciada com os espetáculos Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017), que estarão disponíveis on demand durante o Festival; e Circo Charanga, o mais recente espetáculo da Cia. LaMínima.

E por falar em LaMínima, durante o CIRCOS 2021, será lançado o curso EAD de Palhaçaria dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O tema do curso é a criação dramatúrgica em palhaçaria, ministrado por uma companhia de circo e teatro que há quase 30 anos pesquisa o repertório clássico do palhaço.

A edição 2021 do CIRCOS conta ainda com encontros entre programadores brasileiros e internacionais para um intercâmbio de técnicas, conhecimentos e produções. A abertura (virtual) será no dia 30 de agosto, às 12h, pelo diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda e pelo Secretário Municipal de Cultura, Alê Youssef.

As estreias

Uma das estreias deste ano do CIRCOS reúne duas artistas de trajetórias diferentes e o mesmo nome. Retumbantes traz Livia Nestrovski e Lívia Mattos, além de Tomás Oliveira e Rafé, em um espetáculo-show, em que o som é a forma de lidar com o mundo. As canções que servem de trilha e complemento aos números circenses - que incluem acrobacia, malabarismo, equilibrismo, ilusionismos, entre outras técnicas - são todas tocadas ao vivo pelos artistas em cena. São composições instrumentais e canções, trabalhos autorais do grupo e criações de nomes como Hermeto Pascoal e Capiba, tocadas com voz, instrumentos tradicionais, como a sanfona, e excêntricos, caso do serrote, do piano de garrafa e do contrabanjo (espécie de contrabaixo).

Os quatro artistas buscam a sua forma de ser e estar no mundo, em ressonância paradoxal entre os seus anseios e a incoerência da existência. Um homem que perdeu a cabeça, gêmeas siamesas de genealogias diversas e um beatboxer malabarista, têm a música como linguagem de interlocução entre eles e também com o seu entorno.

Numa apresentação de circo, o palhaço Zabobrim se engasga com suas bolinhas de pingue-pongue e cai desfalecido. Este é o ponto de partida de Circo Misterium, do Barracão Teatro. Nesse enredo, o grupo fala sobre a vida, em um sentido mais existencial do que religioso, tratando sobre a finitude, sempre de um jeito leve, a partir de técnicas de palhaçaria.

O espetáculo mostra o Zabobrim tentando encontrar respostas com a ajuda de divindades (seres imortais) de crenças diversas – de matrizes judaico-cristã, africana, islâmica, espírita, budista e de povos originários das Américas, que são representados no espetáculo por artistas do circo, com diferentes habilidades. A direção é de Luiz Carlos Vasconcelos, o palhaço Xuxu.

Do Circo e Teatro Palombar, o inédito CircomUns traz nove artistas ao picadeiro virtual em apresentações que falam do território urbano e retratam os trabalhadores comuns que fazem a cidade acontecer e que passam despercebidas na maioria das vezes. O grupo valoriza o trabalho coletivo continuado, a multiplicidade de linguagens e a criação de uma poética periférica, retratando paisagens do bairro de onde o grupo vem, Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo.

O protagonismo de cada uma dessas figuras - estudantes, motoboys, artistas de rua, eletricistas e executivos - aparece em números individuais, como mágica, palhaçaria, roda cyr (círculo de metal usado em giros e acrobacias), cubo, manjota (hastes para equilíbrio sobre as mãos) e arame. A trilha sonora traz sons da cidade e ritmos urbanos, como o hip-hop, além de intervenções musicais tocadas ao vivo pelo elenco, com uso de saxofone, trompete e sanfona.

O que é o sucesso? São perguntas que estão em La Trattoria, da cia Los Circos Los. A sinopse trata da tão aguardada e sonhada inauguração do "La Trattoria", um requintado restaurante.

Em cena, números de palhaçaria, acrobacia e equilíbrio, costurados com comicidade físicas, gags (o efeito cômico obtido por surpresa ou improviso) e quedas. A cia Los Circo Los vem compondo seu repertório com números, cenas e espetáculos em que estão presentes a comicidade física, as acrobacias, o malabarismo e equilíbrio, em dramaturgias singulares.

Estreias virtuais

Três espetáculos poderão ser vistos virtualmente pela primeira vez. Abrindo a programação do Festival este ano, em um clima de animação que remonta tanto às antigas caravanas circenses de séculos atrás quanto ao carnaval de rua de New Orleans (EUA) - mas com o ritmo brasileiro - Unidos do Swing apresenta A Caravana do Tempo. Gravado diretamente da parte externa do Sesc Itaquera, o espetáculo tem o acompanhamento musical do jazz temperado com ritmos brasileiros.

O grupo, que tem a característica de brincar com a arquitetura dos espaços, subverte movimentos cotidianos por meio de números de circo, unindo as linguagens da música, da dança e do circo numa proposta estética acústica, performática e interativa. Os arranjos musicais originais vão do swing jazz ao maracatu, do blues ao baião, da música brasileira de carnaval ao ritmo das brass bands. O espetáculo inclui a participação de 12 músicos e 13 artistas circenses, com números de malabares, monociclo, bambolê, duplas acrobáticas, pernaltas acrobáticas e Mastro Chinês.

A Cia La Mala apresenta, também no dia da abertura de Circos, seu mais recente espetáculo, Bloom - Caminhos e Encontros. O motor criativo desta obra é o encontro, o florescimento, a percepção da diferença dos indivíduos e dos corpos e de que pessoas diferentes reunidas potencializam tudo - o conhecimento, as dores e as alegrias. A companhia, composta pelos artistas Carlos Cosmai e Marina Bombachini, resolveu ampliar sua parceria e chamar outros artistas para compor. Em cena, os acrobatas - munidos de suas ancestralidades, histórias, gestos e movimentos - amplificam com técnicas circenses as referências aos ciclos da natureza e das estações do ano, em que o florescer (bloom) da primavera concentra toda a potência do encontro em forma de cor, sonoridade e movimento.

Um espetáculo que nasceu da vontade de falar sobre temas comuns a todas as mulheres. Assim foi criado Ela - Em todos os lugares, apresentado pela Troupe Guezá. Fundado há 20 anos, o grupo se constitui de artistas circenses com múltiplas habilidades e interessados nas práticas e pesquisas corporais.

A versão que se verá no CIRCOS 2021 traz à cena três mulheres com seus tipos reais e diversos e que, enaltecendo a virtuosidade e leveza, buscam a representação poética do ser feminino. O coletivo se debruça neste universo tanto no trabalho físico – com acrobacias solo e aéreas pensadas para mulheres – quanto na temática, em que a narrativa apresenta figuras fortes que buscam em seus corpos e vivências a superação. É uma adaptação do espetáculo de sala Ela, de 2019.

Mais espetáculos on-line

Fazendo uso da mistura do circo, música e dança, e com base na comicidade, o Prot{agô}nistas apresenta um espetáculo com 25 artistas negros em cena. A ideia é mostrar uma diversidade de linguagens para manter o público atento, com números circenses a serviço da narrativa e embalado pela música. Trata-se de um convite à celebração, em uma dramaturgia que chama a plateia a contemplar a beleza negra na estética, discurso, humor e poesia.

O espetáculo, do coletivo homônimo do espetáculo, tem sequência com cenas e números circenses de faixa, palhaçaria, tecido, malabares, trapézio, contorcionismo e equilíbrio. Seu contexto vai além da celebração e transita pelo humor e poesia, com muita técnica e orgulho do futuro a partir do reconhecimento das ancestralidades presentes.

Antes da apresentação, haverá a exibição de um documentário produzido pelo grupo durante a pandemia. O foco não é o espetáculo em si, e sim o aquilombamento, o afeto, o cuidado e a troca de conhecimento entre os integrantes. A narrativa é construída mesclando depoimentos e imagens, com cenas de arquivo e outras inéditas.

Três palhaços erguem uma pequena lona no meio da rua e apresentam um espetáculo de variedades. Este é o enredo de Circo Charanga, da Cia La Mínima. Com direção de Esio Magalhães, o espetáculo é uma homenagem à tradição dos circos de lona, com números clássicos circenses.

Foram revisitados esquetes escolhidos e contados especialmente por artistas que são referência na palhaçaria brasileira, como Biribinha, Tubinho e Dedé Santana. Das técnicas e números, estão lá a manipulação de chapéus e acrobacias, o piano de garrafa e o trio de sopros, formando a charanga que batiza o espetáculo.

Com quase 30 anos de estrada, o grupo estará à frente de um EAD de palhaçaria lançado durante o CIRCOS 2021, dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O curso, em seis aulas, vai tratar da criação dramatúrgica em palhaçaria, abordando diversos temas pertinentes a este universo, como a comicidade física, a música excêntrica, os espetáculos de rua, a construção da dramaturgia e a pantomima (teatro gestual).

CachimÔnia é a parte final de uma trilogia, composta ainda por Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017) - que estarão disponíveis durante o CIRCOS 2021. Com elementos cênicos que remetem às artes plásticas, como se estivessem dentro de uma pintura, a dupla traz números acrobáticos, de equilíbrio e até de ilusionismo.

Dirigida por Lu Lopes e Tato Villanueva, a obra final da trilogia do Artinerant's revela que tudo pode ter sido um sonho. CachimÔnia mostra uma noite de um casal no campo, em um universo onírico e repleto de delírios, em que as vontades e emoções viram cenário de cenas surrealistas, com mesas que giram sozinhas, cabras que dão vinho no lugar de leite, objetos voadores e pessoas que se transformam em animais.

Cursos e oficinas

Uma das antigas expressões artísticas do mundo, o circo atravessa os séculos se reinventando e incorporando técnicas e linguagens como a música, o teatro e a dança. Para alcançar o espectador em 2021 - um ano marcado por fruições online, assim como 2020 - o Circos traz uma programação virtual para quem gosta de acompanhar esse universo e quer entender melhor como ele funciona (por meio das atividades formativas).

Para além das apresentações, conversas sobre questões ligadas ao circo estarão presentes durante a programação. Os debates serão transmitidos nas redes Sesc e terão diversos temas para discutir o papel do circo nos dias de hoje, como a participação de artistas com diferentes tipos de corpos até a produção circense em tempos de distanciamento social, passando pelo fazer rir em tempos em que uma pandemia deixa um rastro de morte e sequelas pelo planeta. Entre os debatedores, estão nomes como Christian Dunker (psicanalista e autor), Ronaldo Aguiar (palhaço e diretor da ONG Doutores da Alegria), Ermínia Silva (pesquisadora e quarta geração de circenses no Brasil), Bete Dorgam (palhaça, diretora e professora universitária), Lu Menin (diretora e artista circense) e Raimo Benedetti (videoartista e pesquisador), Tiago Munhoz (palhaço de rua), entre outros.

Ainda faz parte do CIRCOS 2021 uma série de cursos e oficinas a distância para crianças e adolescentes e para todos os tipos de público - parte pode ser acompanhada nas redes sociais do Sesc-SP, parte precisa de inscrições para participação. Também serão oferecidos oficinas e cursos para ensinar desde números circenses até técnicas de áudio e vídeo para melhorar a transmissão de apresentações, passando por maquiagem artística e exercícios de preparação corporal.

Uma sala de encontro entre programadores, artistas e produtores reunirá debates sobre os desafios do circo no futuro e a promoção de festivais em meio à pandemia de Covid-19, sendo também um espaço aberto para encontros, conversas e troca de ideias.

Outro destaque deste ano é o lançamento de um periódico reflexivo sobre a linguagem circense, com textos de pesquisadores da área, como Júlia Henning (artista, gestora cultural e fundadora da Cia Instrumento de Ver), Cibele Appes (cineartivista), Bel Mucci (artista circense, socióloga, professora de artes aéreas circenses e pesquisadora) e Mafalda Pequenino (atriz e diretora de circo e teatro, coordenadora dos Pernaltas do Orun, do grupo afro Ilú Obá de Min).

Está prevista, ainda, uma residência de palhaços, para instigar o processo criativo colaborativo. Participam Tato Villanueva e Letícia Vetrano (palhaços argentinos e diretores), Bruno Saggese (Palhaço Mimo), Dani Maimoni (Palhaça Danisguela), Tiago Marques (Palhaço Ritalino), Ariadne Antico (Palhaça Birita) e Dani Majzoub (Palhaça Olívia).

Programação para assistir quando quiser

Durante o Festival, obras audiovisuais estarão disponíveis on demand. São documentários, séries e outras obras sobre o atual momento do circo no Brasil e no mundo, além de investigar temas importantes como a negritude.

Alguns grupos que estão na programação do Circos 2021, também vão ser tema de outros materiais exibidos nas redes do Sesc. Como o coletivo Prot{agô}nistas, que produziu um documentário artístico durante a pandemia sobre o lugar do artista negro e sua representatividade na cena cultural paulista. E da exibição de Vizinhos e Balbúrdia, do grupo Artinerant's, que junto com CachimÔnia (uma das estreias deste ano), completam a trilogia que trata de forma divertida os encontros de um casal.

Será possível acompanhar também, por exemplo, "Palhaças do Mundo", seriado documental que mapeia poeticamente o universo de mulheres palhaças espalhadas pelo globo, com direção de Manuela Castelo Branco. A série será lançada no SescTV, com 12 episódios que trazem entrevistas com Fran Marinho, Drica Santos, Nola Rae, Enne Marques, Nara Menezes, entre outras palhaças que vão contar um pouco sobre a criação de personagens, suas inspirações e até suas pesquisas sobre o mundo circense.

"Guarany - A história do circo dos pretos", com direção de Mariana Gabriel, conta a história do Circo Theatro Guarany para resgatar a memória de negritude, racismo, questões de gênero, memória, terceira idade e até a arquitetura da antiga capital paulista dos anos 1940 e 1950. A diretora é bisneta de João (dono do circo do título) e traz à luz a história de sua família, em especial de sua mãe Deise Alves dos Reis Gabriel e da avó Maria Eliza, intérprete do Palhaço Xamego (uma mulher que se vestia de palhaço para trabalhar no circo do pai).

Haverá ainda a exibição de uma série de vídeos com apresentações circenses criadas especialmente para o meio audiovisual, feitas durante a pandemia. A série reúne mais de uma dezena de vídeos produzidos por profissionais de diversas partes do Brasil e do mundo, em trabalhos curtos, registrados nos mais diversos ambientes. Entre os artistas e grupos que que terão seus trabalhos exibidos estão Alice Rende, Daniel Seabra, Margarida Monteny, Kiriaki Baili e Luca Poit, e os grupos, Cia Duna, Cia Barnabô, Cia. do Relativo e Trupe Baião de Dois.

Os vídeos complementam a programação, mostrando a diversidade, a relevância e a amplitude das atividades circenses nos dias de hoje.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo
De 28 de agosto a 4 de setembro
Informações em circos.sescsp.org.br

Opções para comemorar o Dia da Cabernet Sauvignon com rótulos Concha y Toro

Motivos para celebrar o Dia da Cabernet Sauvignon, em 02 de setembro, não faltam! Prova disso é a variedade de rótulos oferecidos pela Concha y Toro, cada um dedicado especialmente para ocasiões diferentes, mas todos com algo em comum: a oportunidade em apreciar um belo vinho com a cepa que tem sua origem entre o cruzamento natural de Cabernet Franc e a variedade Sauvignon Blanc. Cabernet Sauvignon é soberana entre as uvas tintas - vinho que costuma envelhecer muito bem em barricas, de taninos amaciados, encorpados e de cor profunda. O resultado? Uma bebida intensa, versátil e de grande personalidade.

Reflexo de excelência e dedicação, Don Melchor é um grande Cabernet Sauvignon capaz de oferecer uma experiência única sobre a uva. O enólogo Enrique Tirado soube encontrar o equilíbrio de diferentes expressões de Puente Alto, terroir da Viña Don Melchor, um dos mais privilegiados do mundo. Presença marcada por frutas vermelhas, o rótulo apresenta taninos suaves que resultam em um vinho de elegância e densidade, com diferentes camadas de aromas e sabores, além de um nariz prolongado e persistente. Tal complexidade teve como reconhecimento a mais perfeita pontuação para a safra 2018: 100 pontos conferidos pelo crítico norte-americano James Suckling, o que é considerado um marco no setor vitivinícola do Chile.

Se a ideia for um jantar, podemos pensar na linha de alta gama da vinícola, a The Cellar Collection, com vinhos finos e raros originados dos mais prestigiados terroirs do Novo Mundo. As sugestões ficam por conta de Gravas Cabernet Sauvignon, com tremenda intensidade aromática e notas de frutas vermelhas e especiarias. Em seu paladar suave exibe uma fina evolução, um notável equilíbrio e uma destacada rede de taninos que conferem elegância e corpo a este grande vinho. 85% de cabernet sauvignon, 2% de cabernet franc, 3% Petit Verdot, com graduação alcóolica de 14,5%. Harmoniza bem com carnes vermelhas e brancas, aves e carnes de caça, massas com diferentes molhos, terrines e patês, queijos secos, maduros e cremosos. Há ainda o Terrunyo Cabernet Sauvignon, de cor vermelho vivo, um vinho muito expressivo no nariz, com aromas de frutos vermelhos, salsaparrilha negra e mirtilos, bem como notas minerais, como grafite de lápis. Com boa estrutura e equilíbrio na boca, oferece excelente densidade, acidez fresca e taninos sedosos, com notas sutis de baunilha e terra no seu final persistente. 99,75% Cabernet Sauvignon e 0,25% Cabernet Franc. Graduação alcóolica de 14,5%. Harmoniza com cordeiro, carnes vermelhas e carnes de caça, como cervo e javali, preparadas com tomate, vinho e ervas aromáticas como tomilho e louro. Perfeito para acompanhar queijos de sabor intenso.

Ótima opção para uma reunião descontraída, o vinho Marques de Casa Concha harmoniza muito bem para receber familiares e os mais chegados em casa, ou também no preparo de um jantar a dois, por exemplo. O rótulo Cabernet Sauvignon, do portfólio de Marques, apresenta uma cor vermelha profunda, com taninos firmes e uma textura suave que chega a ser quase sedosa no paladar. Harmoniza perfeitamente com carnes bovinas e de caça, assadas ou na grelha, molhos intensos e com toques de acidez e é a combinação ideal com queijos.

Sobre Marques de Casa Concha

A permanente vocação para explorar novas variedades de terroirs do Chile dá origem à vinhos inovadores e de vanguarda como os da linha Marques de Casa Concha, rótulo de alta gama da Vinícola Concha Y Toro. Desde sua criação, Marques de Casa Concha tem sido amplamente reconhecido pela imprensa internacional e conquistado menções por 5 vezes na lista dos 100 melhores vinhos do mundo pela Wine Spectator. São vinhos fiéis a expressão de origem e variedade, e que representam a diversidade de terroirs do Chile. Experimentar novas técnicas de vinificação e manter o espírito inovador da marca, somando-se à habilidade de dar aos vinhos personalidade e sentido de origem, é o que move Marcelo Papa, enólogo de Marques de Casa Concha, a criar rótulos excepcionais, e o que faz dele um dos profissionais mais reconhecidos e respeitados do Chile.

São atualmente 9 rótulos na linha completa, incluindo Rosé, Chardonnay, Pinot noir, Merlot, Cabernet Sauvignon, Carmenère, Syrah, Malbec e Etiqueta Negra.Suas uvas são cultivadas desde a costa, passando pela Cordilheira dos Andes, representando toda a diversidade do Chile. Possui 7 origens para suas variedades, o que garante que cada uma delas seja cultivada na área mais adequada a seu tipo, resultando em vinhos excepcionais.

Sobre The Cellar Collection

A Concha y Toro, em sua busca constante por inovar e levar qualidade a um novo patamar lançou The Cellar Collection, uma exclusiva seleção de vinhos finos e raros originados dos mais prestigiados terroirs do Novo Mundo. Chile, Argentina e Estados Unidos são as três origens que dão vida às marcas que compõem este portfolio, no qual se incluem vinhos atraentes, de antigas e atuais safras, e que são altamente reconhecidos pela mídia especializada.

Sobre Don Melchor

A cada ano, o enólogo Enrique Tirado percorre o vinhedo, provando fileira por fileira e checando a maturação dos cachos para definir o momento exato no qual a uva deve ser colhida. A vindima de Don Melchor é determinada após a degustação e a realização de análises específicas na uva. As frutas são colhidas manualmente, entre meados de abril e princípio de maio e apenas aquelas bagas de uva maduras, intactas e saudáveis são selecionadas para a fermentação em tanques de aço inoxidável. Cada seção homogênea é vinificada separadamente, com especial cuidado com a temperatura e as remontagens de cada tanque. A cor e os taninos são extraídos do bagaço e das sementes da uva através de uma delicada maceração. Após a fermentação, o bagaço juntamente com as sementes é prensado para preservar a máxima qualidade dos taninos da uva. Uma nova safra de Don Melchor nasce quando é definida a proporção dos distintos Cabernet Sauvignon, provenientes dos diversos lotes do vinhedo, que formarão o blend final, podendo chegar a representar 60 a 70% do vinho total.

Alguns anos, pequenas porcentagens de Cabernet Franc, Merlot e Petit Verdot são adicionadas para entregar complexidade e elegância ao blend final. Assim, todos os anos no povoado de Lamarque, Bordeaux, na França, o enólogo Enrique Tirado se reúne com Eric Boissenot - filho do renomado consultor bordalês Jacques Boissenot - para degustar em torno de 150 lotes do vinhedo, selecionando apenas aqueles que, na proporção exata, definirão uma nova safra de Don Melchor. Uma vez definida a mescla, a nova safra de Don Melchor é transferida para barris de carvalho francês dos bosques de Allier, Tronçais e Nevers. Cerca de dois terços dos barris são novos e o terço restante já foi usado anteriormente. Após um período de 14 a 15 meses, o vinho é engarrafado e continua seu envelhecimento por mais um ano, desenvolvendo assim a complexidade e a elegância próprias de Don Melchor.

Montblanc 1858: uma coleção de relógios com ar vintage para aproveitar a vida na natureza

Inspirada nos relógios militares dos anos 1930 e 1940 da célebre Manufatura Minerva, a coleção Montblanc 1858 é um convite para atividades ao ar-livre e esportes de aventura nas montanhas, nas geleiras, na areia e em todos os lugares.

De modelos automáticos a cronógrafos com 1 ou 2 botões até a exclusiva complicação Geosphere, representada pelos Hemisférios Norte e Sul em globos giratórios em cúpula, às 6h e ás 12h, a coleção está disponível nas joalherias credenciadas de todo o país. Inclusive aqui, na nossa cidade.

O Brasil tem paisagens maravilhosas. É um verdadeiro convite para aventuras ao ar livre. E a melhor companhia para essas aventuras são os relógios Montblanc 1858, modelos esportivos com um ar vintage, inspirados na tendência de se reconectar à natureza e ao patrimônio Montblanc.

Os relógios Montblanc continuam o legado de mais de 160 anos da história da Minerva com a linha Montblanc 1858, unindo o passado e o presente através do design, estilo e inovação técnica. Precisos, legíveis e robustos para uso em condições extremas, os lendários relógios profissionais Minerva das décadas de 1920 e 1930 foram concebidos para uso militar. Reinterpretando esses relógios históricos, Montblanc continua a história de sucesso da Minerva com a introdução de novos modelos à materiais como titânio e cerâmica, em três níveis de perícia artesanal: automático, cronógrafo e Geosphere.

Como em toda a linha 1858, os novos modelos têm caixas com acabamento acetinado com alças polidas e bordas chanfradas, realçando a sua forma. Outros detalhes incluem coroas caneladas, que lembram as dos relógios de época, e cristal de safira em cúpula, aumentando a robustez e a aparência de cada relógio.

Além disso, os relógios 1858 Montblanc revelam uma imagem única da montanha Mont Blanc gravada no verso da caixa, juntamente com uma bússola e duas picaretas de gelo cruzados, que reforçam ainda mais o espírito da exploração das montanhas e o pico icônico que inspirou os fundadores da Maison.

Para maior legibilidade e design, os mostradores destacam cores contrastantes com seus ponteiros históricos brancos, luminescentes e em forma de catedral, com um design "cloisonné". O mostrador inclui algarismos arábicos revestidos com SuperLumiNova® branco, minuteria em trilhos ferroviários e o logotipo original da Montblanc da década de 1930 com sua fonte histórica e emblema da montanha Mont Blanc. O Geosphere 1858 apresenta ainda uma gravura especial que presta homenagem às Sete Cúpulas, o Santo Graal das aventuras de alpinismo.

Os relógios possuem pulseiras de couro de bezerro azul Sfumato com costura branca proveniente da Pelletteria de Florença, Itália. A opção de braceletes artesanais "NATO" também está disponível para as versões automática e cronógrafo, como acessório, e podem ser adquiridas nos revendedores credenciados da Montblanc em todo o país ou no e-commerce da marca.

Em clima olímpico, Curitiba recebe seletiva de principal Campeonato Mundial de breaking

Red Bull BC One abre inscrições nesta segunda (30) e reúne os maiores nomes da modalidade, que agora faz parte do programa oficial de Paris-2024

Brasileiros se enfrentarão em busca de vaga na Final Mundial, que ocorre na Polônia, em novembro (Crédito: Little Shao/Red

Bull Content Pool)
Com quase duas décadas e fortes nomes do breaking reunidos ao redor do mundo, o Red Bull BC One retorna ao Brasil em 2021 e abre inscrições a partir desta segunda-feira (30), por meio do site www.redbull.com.br/bcone. Para conectar os mais talentosos dançarinos do País, o evento conta com seletivas regionais, as chamadas Cypher - que, neste ano, não permitirão a presença de público - nas cidades de Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), e Brasília (DF). Os 16 b-boys e 16 b-girls que se destacarem nesta primeira fase se enfrentarão na Final Nacional visando à uma vaga por categoria na etapa Mundial do evento, que ocorre na Polônia, em novembro.

A disputa deste ano, que conta com a participação de mais de 30 países, marca a primeira edição após entrada oficial da modalidade no maior evento multiesportivo do mundo, e possibilitará que o público acompanhe um alto nível de disputa e conheça os principais nomes da cena. No júri da etapa nacional, grandes referências avaliarão os dançarinos brasileiros, como o b-boy Pelezinho, lenda do breaking e figura presente na cena há mais de 20 anos; o b-boy Neguin, colecionador de diferentes títulos mundiais; e a b-girl FaB*Girl, dançarina, coreógrafa, pesquisadora e fundadora do BSBGIRLS, primeiro grupo nacional de breaking formado apenas por mulheres.

“Neste ano, estou muito a fim de ver além de corpos altamente preparados: a expressão da autenticidade e espiritualidade. Ver as pessoas sendo quem elas verdadeiramente são e assumindo suas origens, regionalidades e suas histórias é tocante, inspira e emociona. Além disso, a tranquilidade e segurança expressa são fatores importantes. É sobre presença, saber a que veio e assumir a sua posição ali ou aqui no mundo - está na própria postura e comportamento ao dançar”, reflete Fab*Girl.
E MAIS:
> Confira o ‘beabá’ do breaking na produção “ABC do... Red Bull BC One”, que apresenta os diferentes elementos e movimentos que compõem uma dança da modalidade.
A competição funciona no formato 1x1, com duas a três entradas dos dançarinos em cada round. As apresentações levam de 30 segundos até 1 minuto, a depender da estratégia adotada pelo participante em cada um dos momentos. Para surpreender aos jurados, os artistas devem considerar em suas performances fatores como criatividade, originalidade, dinâmica, combinações de movimentos e musicalidade - que significa dançar em cima da ‘quebra’ da música, o que traduz o nome da modalidade.

“A expectativa para esse evento é imensa, já que, por conta da pandemia, não tivemos o evento por um ano aqui no Brasil. Com esse período em casa, os dançarinos tiveram bastante tempo para treinar, pensar e criar, então, acredito que o nível estará altíssimo e que os participantes virão bem afiados para disputar as cyphers deste ano”, revela Pelezinho.

Conheça o Red Bull BC One:
O Red Bull BC One é a maior competição individual do mundo entre b-boys e b-girls. Criado em 2004, o evento de breaking é realizado em diversos países, onde a cada ano milhares de dançarinos competem em batalhas regionais, as chamadas Cyphers. Após essa primeira fase, os melhores 16 b-boys e 16 b-girls se enfrentam na final nacional do evento que, neste ano, ocorre em outubro na cidade de São Paulo. Os vencedores dessa etapa (um de cada categoria) garantem uma vaga na final mundial, que acontece no dia 6 de novembro, em Gdansk, na Polônia. A grande decisão funciona no formato mata-mata, no qual os participantes dançam em frente a um painel formado por cinco jurados e têm suas habilidades avaliadas. Vale tudo para impressionar: técnica, criatividade e simpatia. Quem for melhor em todos os requisitos e conquistar os juízes, vence.

Fique de olho nas datas!
30/08 - Início das inscrições por meio do site www.redbull.com.br/bcone
10/09 - Último dia de inscrições
11/09 - Cypher Fortaleza
19/09 - Cypher Brasília
25/09 - Cypher Curitiba
02/10 - Cypher São Paulo
03/10 - Final Nacional em São Paulo
06/11 - Final Mundial na Polônia

Jokers programação de setembro

A programação mensal de setembro do Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico) inicia com uma variedade de shows que vão contemplar vários gêneros musicais. Todos os shows são realizados no formato pocket show, sem pista de dança e com o público sentado, seguindo as recomendações preventivas para a Covid-19.
A casa trabalha com capacidade reduzida e por isso os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone e (41) 3324-2351.
A abertura da casa é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto.

Confira a programação até o dia 10 de setembro:

QUARTA 1º SET, às 19h30 horas - Ney Ranjel Trio Jazz –. Ingressos R$5.

QUINTA 2 SET, às 19h30 horas – Guima Looper e Will Costa – Pop Rock Internacional –. Ingressos R$5.

SEXTA 3 SET, às 19h30 horas – Bruno (Anacrônica) e Ivan Rodrigues –Rock anos 90 Nacional –. Ingressos R$5.

SÁBADO 4 SET, às 21 horas – Discotecagem com DJ Gilber – Hits dos anos 80/90 no vinil com o melhor do pós punk–. Ingressos R$10.

QUARTA 8 SET, às 19h30 horas – Jazz Pirata com Pirata e Boldrini –. Ingressos R$5.

QUINTA 9 SET, às 19h30 horas – Amandio e Renato Ximú – Clássicos do Rock –. Ingressos R$5.

SEXTA 10 SET, às 19h30 horas – Men in Black – Rock –. Ingressos R$5.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br

Projeto Doze Belas – Edição Especial 10 anos

Com a missão de resgatar a beleza da mulher real em sua totalidade, a empreendedora Maribel Souza idealizou o Projeto Doze Belas, que valoriza a essência feminina nas diferentes etapas da vida, exaltando os traços e estilos únicos que toda mulher possui. O projeto busca por 12 belas mulheres entre 30 e 70 anos ou mais, para compor um editorial de moda, assinado por grandes nomes e publicado em uma revista. Estas mulheres serão escolhidas não somente pela beleza exterior, mas também por suas histórias de vida. Trabalhadoras, mães, donas de casa, avós ou empresárias: para o Projeto Doze Belas o que conta é a garra, a força, a coragem e a determinação destas mulheres.
E não é a primeira vez que o projeto mexe com as emoções das mulheres de Curitiba. A primeira edição foi desenvolvida no ano de 2011, seguida de mais três edições (2012, 2013 e 2014) na cidade e uma em São Paulo. Agora, depois de 5 edições de absoluto sucesso, volta com a sexta edição, especial de 10 anos. Em breve doze novas estrelas irão compor um super editorial de moda assinado pelos maiores nomes do cenário nacional da beleza, moda e consumo.
As inscrições estarão abertas a partir do dia 13/9 e se encerram 13/10. Na primeira etapa de seleção, serão 30 mulheres classificadas e somente doze vão para a final, compondo o time da Edição Especial de 10 anos do projeto. Todas as doze belas escolhidas por suas trajetórias terão pela frente uma maratona de momentos especiais, que inclui sessões fotográficas, eventos, entrevistas, ações sociais, além de muitos mimos e cuidados especiais. O cronograma do projeto inicia com a abertura das inscrições e vai até a festa final, que se realizará no final de novembro com a apresentação do editorial e do filme com as doze belas, seus familiares, convidados, patrocinadores e imprensa.
As interessadas poderão se inscrever no link que será disponibilizado na bio do instagram e facebook do Projeto Doze Belas.
Instagram: @projetodozebelas
Facebook: /projetodozebelas
Email: projetodozebelas@gmail.com Idealizadora: Maribel Souza (@maribelsouza)

Transamerica Prime Batel lança pacote especial para feriados do segundo semestre

Novidade traz tarifas diferenciadas e city tour pela capital paranaense

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Com o avanço das vacinas, o segundo semestre trará um novo ânimo para os viajantes. Para oferecer ainda mais vantagens neste momento, o Transamerica Prime Batel acaba de lançar um pacote exclusivo, valido para feriados até dezembro, no valor de R$ 849,00 para três noites, com café da manhã incluso e um city tour cortesia pelas melhores atrações de Curitiba. O hotel é uma opção de hospedagem charmosa, localizado ao lado do shopping Pátio Batel e dos melhores bares e restaurantes da cidade, A estada conta ainda com facilidades como parcelamento das diárias no cartão de crédito e Check-in antecipado pelo aplicativo Easy Check-In da Transamerica.

As suítes do Transamerica Batel são cuidadosamente decoradas e equipadas com cama king size, TV LCD, ar-condicionado, frigobar, estação de trabalho, cofre digital, TV a cabo e Wi-fi. Para a categoria Premium estão disponíveis ainda água cortesia, cafeteira com opções de cafés e chás, roupão e chinelos, e amenities diferenciados. A experiência pode ser completa com as refeições do restaurante Elegance Gastronomia que oferece o melhor da cozinha contemporânea.

Nas proximidades do Transamerica Batel o hóspede vai encontrar muitas opções gastronômicas para aquecer o coração, principalmente no SoHo curitibano, um espaço que abrange 10 quarteirões. Ali é possível encontrar o melhor da gastronomia brasileira, italiana, japonesa, francesa, espanhola, árabe e de diversos outros cantos do mundo. Também é impossível perder o café do Santo Grão, um dos espaços mais acolhedores da região.

Para quem gosta de aproveitar a natureza mesmo nas baixas temperaturas dos últimos dias de inverno, é possível ainda andar de pelo parque Barigui, com mais de 1.400.000 m², localizado cerca de 20 minutos de bike do Transamerica Prime Batel.

Vale ressaltar que o hotel opera sob os mais rigorosos protocolos sanitários e em conformidade com as leis municipais e estaduais de saúde.

Serviço:
Avenida do Batel, 1732 | Batel - Curitiba/PR
Contato para reserva: rscuritiba@transamerica.com.br
Tel.: (55 41) 3017-1700 / WhatsApp: (55 41) 99283-9852

Redes Sociais:
Siga a Transamerica Hospitality Group no Instagram (@transamericaprimebatel) e no Facebook (fb.com/transamericaprimebatel)!

Accor estimula vacinação entre os colaboradores

Empresa, pioneira no lançamento do selo de segurança ALLSAFE no início da pandemia, sai na frente mais uma vez ao anunciar ação que tem como objetivo garantir a segurança do cliente e de todo quadro de colaboradores

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ibis São Paulo Paulista, um dos hotéis da Accor com vacinômetro para incentivar seus colaboradores quanto a importância da vacinação contra a COVID-19

A Accor sai na frente mais uma vez no setor hoteleiro no combate à pandemia da Covid-19. A empresa, que no início da crise sanitária global foi pioneira em mostrar aos clientes que seus hotéis são ambientes seguros, agora anuncia mais uma medida nessa missão. No mês de agosto, gestores de 180 hotéis de marcas operadas pela Accor no país receberam um termo de compromisso para ser assinado por todos os colaboradores de cada unidade.

O documento engaja o colaborador nessa missão e informa que deve manter sua carteira de vacinação em dia, principalmente com vacinas contra doenças contagiosas, incluindo a Covid-19 e suas variantes. O termo ainda esclarece que o gestor do hotel pode pedir para qualquer colaborador a apresentação da carteira de vacinação como comprovação para que todos à sua volta e hóspedes estejam mais seguros dentro dos hotéis da operadora.

"O objetivo aqui é garantir ao nosso cliente que os hotéis são 100% seguros, além de dar segurança ao próprio colaborador ao ter contato com outros colegas no ambiente de trabalho adequado", explica Daniel Battistini, Gerente de Relações do Trabalho & Sindicais na Accor Brasil.

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Vacinômetro do ibis São Paulo Paulista

"Até o momento, a aceitação por parte dos colaboradores tem sido surpreendente, o que nos enche de orgulho do nosso time. Mais de 6.500 profissionais que atuam na linha de frente dos hotéis da Accor assinaram o termo. O índice de não engajamento até agora não chega a 0,5%, bem abaixo de outras ações internas, até menos expressivas", contabiliza o executivo.

O termo de compromisso que aborda a questão de vacinação compõe um código interno chamado "Regras do Jogo". Trata-se de um guia de conduta para que os colaboradores se integrem à cultura de serviços da Accor. O documento define regras claras para que todos trabalhem com disposição, bem-estar, segurança e responsabilidade. O material, disponibilizado a todos os colaboradores da empresa, aborda questões diversas como o uso de armários e vestiários, crachás e uniformes, segurança e proteção, primeiros socorros, saúde e segurança no trabalho, entre outros pontos que são importantes na convivência das equipes e bem-estar do cliente.

Para motivar ainda mais seus colaboradores quanto ao avanço da vacinação contra a Covid-19, alguns hotéis da Accor adotaram ações individuais internas como a elaboração de vacinômetros, indicando quantos colaboradores tomaram a primeira dose ou quantos completaram seu primeiro ciclo vacinal contra a doença. "Não queremos impor a vacinação, mas sim conscientizar a todos que esse é o caminho para vencermos mais essa batalha, juntos", finaliza Battistini.

Selo ALLSAFE

O cuidado em garantir ao cliente que seus hotéis são ambientes seguros é uma preocupação da Accor desde o início da pandemia do novo coronavírus. Em 2020, a empresa foi a primeira do setor de turismo no mundo a anunciar a criação de um selo de segurança, que garante que os hotéis operados pela marca são ambientes limpos, seguindo os mais rígidos padrões de limpeza exigidos por órgãos competentes no Brasil e no mundo.

Atualmente todos os serviços ofertados pelos hotéis Accor contam com a garantia do ALLSAFE, selo exclusivo de limpeza, sanitização e segurança da Accor. Os padrões globais do ALLSAFE foram desenvolvidos e aprovados pela Bureau Veritas. A certificadora internacional segue as diretrizes dos órgãos sanitários, auditando e revisando documentos, inspecionando remota ou presencialmente a implementação das ações de biossegurança, assim como fazendo a emissão do certificado ALLSAFE - Bureau Veritas.

Para download de imagens, clique aqui.

Acesse a nossa press room para mais informações sobre a Accor e as suas marcas, clique aqui.

Sobre a Accor

A Accor é um Grupo líder global em hospitalidade, composto por mais de 5.100 propriedades e 10.000 locais de comidas e bebidas em 110 países. O grupo tem um dos ecossistemas de hospitalidade mais diversificados e totalmente integrados do setor, abrangendo marcas de luxo e premium; ofertas de classe média e econômica; conceitos de estilo de vida exclusivos; locais de entretenimento e vida noturna; restaurantes e bares; residências privadas de marca; propriedades de acomodação compartilhada; serviços de concierge; espaços de co-working e muito mais. A Accor também possui um portfólio incomparável de marcas distintas e aproximadamente 260.000 membros de equipe em todo o mundo. Mais de 68 milhões de membros se beneficiam do abrangente programa de fidelidade da empresa ALL - Accor Live Limitless - um companheiro de estilo de vida diário que oferece acesso a uma ampla variedade de recompensas, serviços e experiências. Por meio das iniciativas Planeta 21 - Acting Here, Accor Solidarity, RiiSE e ALL Heartist Fund, o grupo está focado em impulsionar ações positivas por meio da ética nos negócios, turismo responsável, sustentabilidade ambiental, engajamento comunitário, diversidade e inclusão. Fundada em 1967, a Accor SA está sediada na França e listada publicamente na Bolsa de Valores Euronext Paris Stock Exchange (código ISIN: FR0000120404) e no Mercado OTC (Ticker: ACCYY) nos Estados Unidos. Para obter mais informações, visite o site group.accor.com ou siga a Accor no Twitter, Facebook, LinkedIn e Instagram.

Pizzaria da Mathilda tem 2º Festival de Margueritas com oito sabores

Releituras e receitas exclusivas fazem parte do evento, que acontece nas duas unidades da pizzaria até 17 de setembro

CURITIBA, 27/08/2021 – Um dos sabores mais tradicionais de pizza tem seu próprio evento na Pizzaria da Mathilda, na cidade de Curitiba (PR). O 2º Festival de Marguerita da Mathilda apresenta oito versões do clássico preparo, com o preço único de R$ 40 cada, até o dia 17 de setembro. As pizzas do festival são exclusivas para consumo nas duas lojas da marca na capital paranaense: Centro (Av. Vicente Machado, 859) e Juvevê (R. Rocha Pombo, 265).

A Marguerita foi criada em 1889 por um pizzaiolo de Nápoles, na Itália, que buscava agradar a rainha Margherita. Utilizando ingredientes das cores da bandeira italiana, ele incluiu na receita mozzarella, tomate e manjericão. Mais de um século depois, o sabor está entre os mais populares do mundo. Mesmo com a tradição, a receita pode ainda ganhar interessantes releituras – que é a proposta do evento da Mathilda.

Uma novidade desta edição 2º Festival de Marguerita da Mathilda é a exclusividade de sabores, com cada loja tendo um sabor disponível apenas naquela unidade. A Pizzaria da Mathilda do Centro, por exemplo, conta com a Marguerita Vicente, feita com azeite, basílico, parmesão, mozzarella de búfala e confit de tomate cereja. Já a Marguerita Juvevê é preparada com passata amarela, basílico, parmesão ralado, mozzarella de búfala e azeite.

Os outros sabores podem ser encontrados em ambas as lojas. A Marguerita Pesto é preparada com pesto de castanhas da Mathilda, basílico, mozzarella de búfala e tomate cereja amarelo, enquanto a Marguerita Brasileira leva molho de tomate, mozzarella, tomate cereja, orégano e azeite. A receita da Marguerita das Montanhas tem molho de tomate, basílico, mozzarella de búfala, farofa de castanha com parmesão e azeite.

A Marguerita Bianca apresenta mozzarella de búfala, azeite, basílico, parmesão, tomate cereja amarelo e tomate cereja vermelho. A Fake Marguerita é preparada com molho de tomate, basílico, parmesão, creme de ricota (de receita exclusiva da Mathilda) e azeite. Já a Marguerita Vegana leva molho de tomate, queijo vegano, basílico e azeite.

O 2º Festival de Marguerita da Mathilda vai até 17 de setembro nas duas lojas da marca em Curitiba (PR). A Pizzaria da Mathilda Centro fica na Av. Vicente Machado (n° 859). Já a Pizzaria da Mathilda Juvevê fica na R. Rocha Pombo (n° 265). Mais informações o perfil oficial da pizzaria no Instagram (@pizzariadamathilda).

ACBH Com tema da união, evento pretende mostrar como folclore mantém ligação entre pessoas e culturas

Grupos folclóricos mostram, por meio da dança, suas tradições em apresentações virtuais

O tradicional Festival Folclórico de Etnias do Paraná foi adiado novamente devido às orientações de isolamento social. Organizadas pela Associação Inter-Étnica do Paraná, as apresentações presenciais que reuniam os grupos folclóricos do estado devem ficar para 2022. Neste ano, o evento será mais uma vez on-line, com o tema “O que nos une?”, para contar a história de cada um dos grupos que cultivam há anos as tradições por meio de sua dança.

Os vídeos, produzidos pelos próprios integrantes, trazem as histórias dos antepassados, dos primeiros imigrantes que se estabeleceram no Paraná às tradições de cada etnia preservadas até os dias de hoje. “Além de divulgar diversas culturas, nós queremos mostrar que o folclore não é apenas a dança, mas também as amizades que levamos para o resto de nossas vidas”, comenta o presidente da Associação, Rogério Flores.

São 16 grupos folclóricos que, por meio da dança, mostram um pouco mais da sua história. Entre eles, o Grupo Folclórico Holandês de Castrolanda. “A trajetória de 68 anos do grupo, desde 1953, será representada com fotos, entrevistas e danças. Além disso, teremos a participação especial do Boerenkoor (coral dos fazendeiros) e também do Grupo Folclórico Infantil da Escola Evangélica da Comunidade de Castrolanda”, conta a coordenadora do grupo e integrante da Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH), Margje Rabbers.

As apresentações estão sendo veiculadas no canal do YouTube da Associação e seguem até dia 30 de agosto. O Grupo Folclórico Holandês de Castrolanda irá apresentar sua trajetória no dia 27 de agosto, sexta-feira, às 21 horas.

SERVIÇO

O que nos une?

Data: 16 a 30 de agosto de 2021

Horário: 21h

Mais informações:

Instagram: https://www.instagram.com/aintepar/

Youtube: https://www.youtube.com/c/AINTEPAR/featured

Sobre a ACBH

A Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH) é uma organização formada por holandeses e descendentes de holandeses no Brasil, oriundos de diversas colônias. Visa preservar o patrimônio histórico artístico e cultural holandês e brasileiro para a posteridade. Também quer incentivar, desenvolver e divulgar as várias formas de expressão cultural. Mais informações: https://www.acbh.com.br

Pianístico 2021 terá 12 espetáculos em cinco dias

Festival chega à 4ª edição, ampliando atrações presenciais, além da programação educativa

PianOrquestra fará espetáculo de abertura do Pianístico 2021

“O Tom que nos Une.” Inspirada por esse preceito, está chegando a 4ª edição do festival que se propõe a transformar Joinville na capital do piano. O Pianístico 2021 está programado para 15 a 19 de setembro – um dia a mais que na edição de 2020, quando ocorreu excepcionalmente em dezembro, e apenas on-line. Se a transmissão pela internet permitiu que o festival rompesse fronteiras, alcançando público internacional, a expectativa dos organizadores era enorme para a retomada da presença de plateia. Com a liberação gradual das restrições impostas pela pandemia, espera-se que o evento possa prever uma faixa de 30% a 50% da capacidade dos locais de realização (veja abaixo), que serão palco de 12 espetáculos, além dos cursos e workshops confirmados. Também será mantida a exibição on-line, via YouTube, e o formato drive-in, no estacionamento aberto do Shopping Mueller.

Grandes nomes do piano brasileiro e mundial integram a programação que, neste ano, será aberta pelo consagrado grupo PianOrquestra. Criado em 2013, é formado por quatro pianistas, um percussionista e um piano preparado – instrumento em que peças como moedas e parafusos são colocadas entre as cordas para produzir diferentes efeitos sonoros. O grupo explora técnicas de preparação, expansão do piano e processamento eletrônico, em apresentações alegres, lúdicas e belas. Destaque, também, para o piano tangueiro de Nicolás Guershberg, que presta homenagem ao centenário de Astor Piazzolla, e uma segunda homenagem, ao grande Luiz Eça, com o Diogo Monzo Trio.

Outro pianista que virá a Joinville é o russo Evgeni Mikhailov. Um dos mais originais pianistas russos, sua intensa atividade em concertos iniciou-se em 1995. Atuou nas mais prestigiosas salas de concerto de Moscou, São Petersburgo e outras cidades russas, como também nos Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Turquia, Coreia do Sul, entre outros países. Tem atuado em programas solos e acompanhado de famosas orquestras. Em 2018, realizou turnê pelo Japão. Já a australiana Primavera Shima, que faz um dos concertos programados, coleciona prêmios e se apresentou nos mais prestigiados teatros e salas de concerto. Mais uma presença internacional é a do norte-americano Cliff Korman, pianista e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação.

A produtora cultural Albertina Tuma, coordenadora geral do Pianístico, salienta a expectativa por mais uma edição, ainda em meio à pandemia: “Não é tarefa fácil, por toda situação em que enfrentamos, sofrendo medidas restritivas em vários níveis, e ainda mais com relação ao setor cultural, um dos mais afetados por essa nova realidade”. Ela reforça que o evento será realizado de acordo com os protocolos sanitários em vigor, trazendo, mais uma vez, música de qualidade, “em um momento em que todos anseiam por um alento, uma esperança para dias melhores”.

"O Pianístico 2021 repete sua fórmula de sucesso, reunindo as mais diferentes tendências e gêneros musicais, reunindo alguns dos principais pianistas da atualidade”, afirma o produtor cultural Carlos Branco, presidente da Comissão Central Organizadora e diretor artístico. “Teremos uma variada gama de gêneros e países, com destaque para pianistas eruditos, como Evgeni Mikhailov e Primavera Shima, além da brasileira Erika Ribeiro e de pianistas que se dedicam à música popular e ao jazz.”

Nesta edição, a coordenação técnica é do maestro e músico Voldis Sprogis e a pedagógica, da professora e pianista Giane Gomes, e tem como patrono um dos mais reconhecidos músicos da cidade e região, o maestro José Mello. Gaúcho de Rio Grande, José Mello é um joinvilense de coração. Também é cidadão honorário da cidade em que escolheu viver em 1980. Empresário e engenheiro de formação, é músico desde criança. Pianista e acordeonista, o maestro Mello, com sua banda, sempre foi um incentivador da música e dos profissionais joinvilenses desse segmento.

“Piano nos Estabelecimentos”, workshops e contrapartida social

Presente desde a primeira edição do festival, o “Piano nos Estabelecimentos” tem o desafio de aproximar o Pianístico da comunidade, integrando pianos, pianistas locais e comércio ao cotidiano da cidade. Neste ano, em torno de dez estabelecimentos – restaurantes e lojas – participam da iniciativa.

Na programação pedagógica, os cursos e workshops ocupam papel fundamental, na intenção de aproximar o artista de seu público, compartilhando conhecimento. São cinco workshops, dirigidos à execução e prática musical ao piano, além de um curso focado no ensino e aprendizado do piano. Esses encontros acontecem no auditório da Casa da Cultura e no Teatro Juarez Machado, com acesso virtual e presencial – dentro do regramento sanitário estabelecido.

Na contrapartida social, a coordenadora pedagógica Giane Gomes sublinha a necessidade de “desmistificação” do piano, sobretudo diante público de alunos das escolas municipais que, em tese, tem pouco contato com o instrumento. “É importante combater a ideia de que o piano é um instrumento difícil ou acessível apenas para quem tem condições de pagar aulas e ter o instrumento”, reitera, acrescentando que as várias ações pedagógicas previstas pela cartilha deste ano precisam ser complementadas no trabalho presencial ou virtual das escolas. O projeto deve atingir cerca de 500 crianças entre 8 e 11 anos de até 30 escolas da rede municipal.

Confira a programação

15 de setembro
20h – PianOrquestra, Teatro Juarez Machado

16 de setembro
15h – Workshop “Ritmos do piano brasileiro”, Salomão Soares, Casa da Cultura
20h30 – Nicolás Guerschberg, Teatro Juarez Machado

17 de setembro
9h – Curso para professores “Do ouvir ao tocar: estratégias para o desenvolvimento de habilidades desde a primeira infância”, Izabela Pavan, Teatro Juarez Machado
10h – Workshop “Interpretação e análise da música de Astor Piazzolla”, Nicolás Guerschberg
19h – Salomão Soares Trio, Shopping Mueller (drive-in, quarto piso estacionamento)
20h30 – Primavera Shima, Teatro Juarez Machado
22h – Ari Borger Trio, Shopping Mueller (drive-in, quarto piso estacionamento)

18 de setembro
10h – Workshop “Imaginação sonora ao piano”, Erika Ribeiro, Casa da Cultura
11h – Fábio Oliveira e Trio Babitonga, Sociedade Harmonia-Lyra
14h – Workshop “Interpretando a música popular”, Délia Fischer
16h – Diogo Monzo Trio, Sociedade Harmonia-Lyra
18h30 – Erika Ribeiro, Sociedade Harmonia-Lyra
21h – Evgeni Mikhailov, Teatro Juarez Machado

19 de setembro
9h30 – Workshop “A música de Luiz Eça”, Diogo Monzo, Casa da Cultura
11h – Délia Fischer, Teatro Juarez Machado
17h – Cliff Korman Trio, Teatro Juarez Machado
19h30 – Fábio Torres e Trio Corrente, Teatro Juarez Machado

QUEM É QUEM
Conheça os músicos que estarão no Pianístico 2021

Evgeni Mikhailov (Rússia). Um dos mais originais pianistas russos, nasceu em 1973, em uma familia de músicos. Depois de estudar no Kazan State Conservatory, finalizou a pós-graduação no Moscow State Conservatory. Venceu competições internacionais, em países como Rússia, Suécia, Itália e Estados Unidos. Sua intensa atividade em concertos iniciou-se em 1995. Atuou nas mais prestigiosas salas de concerto de Moscou, São Petersburgo e outras cidades russas, como também nos Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai, Chile, Turquia, Coreia do Sul, entre outros países. Apresentou-se nas principais salas desses países, como Steinway Hall (Nova York), Verdi Hall (em Milão), St. Martin-in-the-Fields Church (Londres) e Teatro Colón (Buenos Aires). Participou de diversos festivais na Alemanha, na Suíça, na Noruega, na Polônia, entre outros países. Tem atuado em programas solos e acompanhado de famosas orquestras, incluindo a Russian National Orchestra, a Academic Symphony Orchestra de São Petersburgo Philharmonic, Deutsche Symphonie-Orchester e Berlin Symphoniker, de Berlim. O repertório do artista inclui trabalhos de Bach, Scarlatti, barroco francês, Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Schumann, Brahms, Liszt, Debussy, Ravel, Tchaikovsky, Rachmaninoff, Prokofiev e compositores contemporâneos. Em 2018, realizou turnê pelo Japão ao lado da Berlin Symphoniker, sob a batuta de L. Shambadal.

Primavera Shima (Austrália). Premiada no 7° Concurso Internacional de Piano de Mayenne, no 16° Concurso Internacional Scriabin em Grosseto, no Concurso Internacional de Piano da Orquestra Filarmônica de Marrocos e no Concurso Internacional de Piano de Vigo. Em 2010, recebeu o Sterndale Bennett Prize e o Sterndale Bennett Scholarship, da Royal Academy of Music. Obteve seu diploma superior de concertista na Ecole Normale de Musique, em Paris, e de bacharelado pela Royal Academy of Music em Londres, após estudar na Colburn School e na Juilliard School. Em 2016, abriu a temporada da Società dei Concerti e regularmente se apresenta no Festival Internacional Palermo Classica. Estreou em Budapeste na Liszt Academy em 2017 com a Orquestra Sinfônica de Rádio Húngara, sob a condução de János Kovács. Recentemente, atuou com a Filarmônica de Gaia no Festival Internacional Gaia de Música.

Cliff Korman (Estados Unidos). Pianista, educador e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação, participa e desenvolve numerosos projetos envolvendo músicos brasileiros e norte-americanos, apresentando grande variedade de composições e arranjos. Entre os brasileiros, constam Toninho Horta, Leny Andrade, Carlos Malta, Wagner Tiso, Gilson Peranzzetta e Cristovão Bastos. Atua no Instituto Paulo Moura como diretor musical, arranjador e coordenador do projeto de digitalização do Acervo Paulo Moura. Entre suas gravações próprias, destacam-se “Mood Ingênuo, o sonho de Pixinguinha e Duke Ellington” (Jazzheads, 1999) e “Gafieira Dance Brasil” (Almonds and Roses Music, 2001), com Paulo Moura, “Migrations” (Planet Arts, 2003), que busca conexões entre as tradições musicais do Brasil e do jazz americano, e “Trains of Thought” (Almonds and Roses Music, 2014), uma coleção de improvisações para piano solo. Como produtor e diretor musical, realizou para a gravadora Chesky Records as gravações “Entre Amigos”, com Rosa Passos e Ron Carter, “The Feeling’s Back”, com Chuck Mangione, “Blue Bossa” da Ana Caram, e “I Thought About You” com a cantora Christy Baron. No espetáculo, estará ao lado de Augusto Mattoso (baixo) e Márcio Bahia (bateria).

PianOrquestra (Brasil). Dez mãos e um piano. É a proposta pioneira do grupo, criado em 2003, sob a direção artística do músico Cláudio Dauelsberg, com a participação dos músicos Verónica Fernandes, Patricia Mol, Matheus Kern e Mako. Seu trabalho envolve quatro pianistas, uma percussionista e um piano preparado. Com luvas, baquetas, palhetas de violão, fios de náilon, sandálias de borracha, peças de metal, madeira, tecido e plástico, a PianOrquestra explora infinitas possibilidades de timbres e sonoridades produzidas pelo piano, transformando o instrumento em sua própria orquestra. O novo trabalho inaugura uma experiência no conceito de “Coletivo de Piano Brasileiro”, com reflexões sobre divisão do espaço, compartilhamento do teclado, soma de individualidades e virtuosismo, explorando as sonoridades do piano em seus limites e extensões. No repertório, obras de compositores brasileiros como Pixinguinha e Villa-Lobos, chegando à cena pop contemporânea mundial, com Beatles, Queen e Michael Jackson, e os mineiros Milton Nascimento e Toninho Horta.

Salomão Soares Trio (Brasil). Jovem pianista paraibano, Salomão é vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2017 e do Prêmio Novos Talentos do Festival Savassi 2018. Foi finalista do Piano Competition no Festival de Montreux, na Suíça, sendo o único representante da América Latina em 2017. Já realizou performances ao lado de artistas como Hermeto Pascoal, Leny Andrade, Hamilton de Holanda, Toninho Horta e Arismar do Espírito Santo. Estará acompanhado de Paulinho Vicente (bateria) e Felipe Brisola (baixo acústico). O repertório reúne músicas autorais e inéditas, com improvisos e arranjos que transitam por diferentes referências na formação do trio.

Trio Corrente (Brasil). Formado em 2001, pela união do baterista Edu Ribeiro com o pianista Fabio Torres e o contrabaixista Paulo Paulelli, o grupo vem criando um som original, interpretando de forma única os clássicos do choro, da MPB e do repertório autoral. Referência entre músicos e amantes de música, desde os primeiros concertos, o grupo vem juntando um número de seguidores cada vez maior, formado não só por apaixonados pelo jazz e pelo choro, mas também pelo grande público em geral. Conquistou destaque no circuito nacional e internacional. Um de seus álbuns, de 2011, levou o Grammy Award como melhor álbum de jazz latino.

Ari Borger (Brasil). Em atividade desde 1985, é mestre em piano blues, boogie-woogie e hammond B3. Foi pioneiro no piano blues brasileiro, inspirando vários instrumentistas, com destaque nos principais festivais do gênero nos Estados Unidos e Europa. Borger improvisa sem “decorar” suas linhas melódicas, soando doce em alguns momentos, incendiário em outros. Abriu shows para artistas como B.B.King e tocou com lendas do piano blues, como os mestres Johnnie Johnson e Pinetop Perkins – pianistas de Chuck Berry e Mudy Waters. Morou em Nova Orleans, onde se apresentou em renomadas casas de shows. Tocou por duas vezes no maior festival de piano blues e boogie-woogie do mundo, o “Cincy Blues Fest”, em Cincinnatti. Em 20 anos de carreira, já gravou sete discos, que figuraram entre os top 10 de publicações americanas e britânicas, alternando-se entre blues tradicional, boogie-woogie, soul, groove e jazz.

Nicolas Guerschberg (Argentina). Pianista, diretor e arranjador, já atuou em grupos como Quinteto Astor Piazzola e Escalandrum e ao lado de artistas como Richard Galliano (França), Paquito D’Rivera (Cuba-EUA), Hermeto Pascoal (Brasil) e Julieta Venegas (México), além de várias orquestras, na Costa Rica, na Argentina e no Uruguai. Bacharel com especialização em artes musicais, foi professor sênior de Piano e Teoria Musical. Compôs obras para piano solo, conjuntos de câmara, sinfônicas e variadas formações instrumentais, desde o tango, ao jazz e à música de câmara e orquestral. Três Prêmios Gardel pelo disco “Studio 2”, gravado nos estúdios Abbey Road, de Londres, em 2019, entre várias outras distinções internacionais. Em maio de 2019, foi declarado “Personalidade excepcional da cultura pelo Legislativo Porteño”.

Delia Fischer (Brasil). Nascida no Rio de Janeiro, a compositora, cantora, pianista e diretora musical recebeu indicação ao Grammy Latino de Melhor Álbum da MPB de 2019 por seu álbum “Tempo Mínimo”. Ao longo da pandemia, esteve presente em “lives”, nas quais explorou seu repertório autoral, além de temas que compuseram seu universo afetivo e de influências artísticas, e lançou novos trabalhos. Seu novo álbum, “Hoje”, é um registro íntimo de voz e piano. A trajetória foi iniciada em 1988, com o premiado “Duo Fenix”, formado com Claudio Dauelsberg. O duo lançou dois álbuns, logo estabelecendo para Delia a reputação como grande instrumentista no mundo do jazz brasileiro. Delia já participou de festivais como Montreux Jazz (na Suíça) e Sofia Jazz Festival (na Bulgária). Na música nstrumental brasileira, gravou e trabalhou com os maiores nomes e nos mais prestigiosos palcos. Foi pianista das bandas de Ed Motta e Toninho Horta, e formou um duo com o saxofonista Nivaldo Ornellas. Atua em projetos como cantora e intérprete de suas próprias composições, além de um vasto trabalho como arranjadora e diretora musical de musicais em cartaz no eixo Rio-São Paulo, todos laureados por prêmios importantes do teatro nacional. Tem mais 60 participações em gravações de artistas como Bob Baldwin, Ana Carolina, e Ed Motta, Lisa Nilsson.

Diogo Monzo Trio (Brasil). Doutorando em música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), selecionado entre os Top 5 no “Made in New York Jazz Competition”. Autor do CD “Luiz Eça por Diogo Monzo”, lançado pela gravadora “Fina Flor”, do CD “Hinos Tradicionais Sob uma Nova Concepção” e do livro “Hinos Tradicionais Sob Uma Nova Concepção”. O pianista estuda o músico Luiz Eça desde 2004. Admirador e estudioso da obra de Eça, Diogo teve grande influência do mestre em sua forma de tocar e improvisar ao piano. Em 2007, tornou-se mestre em música ao defender a sua dissertação sobre Luiz Eça. Como fruto de sua pesquisa, gravou um CD com as obras do Luizinho, o qual foi reconhecido como uma importante releitura do trabalho de Eça pela crítica. Ao lado dos músicos Bruno Rejan e Di Stéffano, Diogo Monzo propõe apresentar um concerto em homenagem a Luiz Eça, que neste ano de 2021 completaria 85 anos.

Erika Ribeiro (Brasil). Uma das artistas mais expressivas da nova geração de pianistas brasileiros. Sua musicalidade singular e versatilidade fazem com que ela seja conhecida pelos diversos estilos que aborda, tanto em sua maneira de tocar quanto nos repertórios que interpreta. Iniciou seus estudos musicais com a mãe, aos 4 anos de idade. Doutora em Música pela Universidade de São Paulo (USP), realizou especialização em piano na Hochschule für Musik "Hanns Eisler" Berlim e aperfeiçoamento na Écoles d' Art de Fontainebleau, França. É vencedora de dez concursos nacionais de piano, entre eles o 3º Concurso Nelson Freire. Tem se apresentado como solista e camerista nas principais salas de música do Brasil. Seu disco com a violinista americana Francesca Anderegg intitulado “Images of Brazil” foi lançado internacionalmente em 2018 pelo selo Naxos Latin Music Series, e recebeu elogiosos comentários da crítica especializada.

Fábio Oliveira (Brasil). Natural de Joinville, é pianista, compositor, intérprete, arranjador, integrante da Joinville Jazz Big Band, pianista na Escola do Ballet Bolshoi no Brasil e dirigente fundador do projeto de música instrumental Trio Babitonga. Entre as parcerias realizadas nos últimos cinco anos, destaca-se a participação no último álbum do baixista itajaiense Arnou de Melo (nome expressivo na música catarinense). No Pianístico, vai homenagear pianistas como Michel Petrucciani, Bill Evans e Chick Corea, Tom Jobim, ao lado dos músicos Rafael Vieira (bateria) e Rafael Calegari (contrabaixo), no Trio Babitonga.

Izabela Pavan (Brasil) – Natural de Belo Horizonte (MG), é bacharel e mestre em Música (Piano) pela UFMG. Desenvolve pesquisa de doutorado sobre o Método Suzuki de Piano no Programa de Pós-Graduação em Música da UFMG. Nos últimos anos, dedica-se à área da Pedagogia do Piano, promovendo e participando de cursos de capacitação de professores. Professora do Ecos Centro Musical desde 2013, lecionando piano para crianças a partir dos 3 anos de idade e, desde 2016, integra o corpo docente da Escola de Música da UEMG, atuando nos cursos de graduação e na extensão. Como pianista, foi premiada em importantes concursos nacionais e atua regularmente como camerista.

Projeto que premia microempresas de Curitiba com 10 mil reais anuncia 2ª fase

Na segunda etapa, empreendedores terão apoio da Redhook School para elaborar um plano de estratégico de marketing para a fase final, que premiará os três melhores

A vhsys, empresa que oferece sistema de gestão para micro e pequenas empresas, acaba de anunciar os 10 selecionados para a segunda fase do projeto Conexão Futuro, que oferece a donos de pequenos negócios treinamentos e consultorias para elaboração de planos estratégicos e, ao final desta etapa, premiará os 3 melhores pitches com R$5.000, R$3.000 e R$2.000.

"O projeto Conexão Futuro tem como objetivo ajudar micro e pequenos empreendedores a desenvolverem e estruturarem ainda mais os seus negócios. Nessa primeira fase conhecemos empresas incríveis, de diversos setores, e sentimos a importância do programa em cada uma delas. Agora estamos entrando em uma outra etapa que vai auxiliar no plano estratégico de marketing dessas empresas e, por fim, vamos então conhecer os 3 melhores que vão receber uma premiação em dinheiro do programa", afirma Robson Salgado, coordenador de branding da vhsys.

Na primeira etapa do projeto, 20 donos de negócio foram treinados pela Youngers, consultoria de desenvolvimento de negócios, ganharam 1 ano de cortesia ao sistema de gestão vhsys e loja virtual gratuita. O processo de seleção para a segunda etapa foi resultado da participação nas aulas online, realização de desafios e entrega do documento final, avaliado por facilitadores e representantes da vhsys.

Foram selecionados os negócios BBT Makes, Esquina do Espetinho, Folie Ótica Exclusiva, Framosima, Grão Casa de Pães, História em Feltros, Lemons Vídeos, Pode Me Encher, Raphael Bernadelli Fotografia e Verônica Winter.

Na segunda fase, esses 10 empreendedores devem criar um plano estratégico de marketing, com o apoio do centro de criatividade e inovação Redhook School, e ganharão peças promocionais, além do treinamento de como utilizá-las.

Dona da História em Feltros, uma das empresas selecionadas, Waldrey Lemos conta o que a levou a participar do projeto. "Ter iniciado o meu negócio agora, ter pouca experiência e estar em busca de direcionamento me levaram até o Conexão Futuro", afirma a empreendedora. Para Bárbara Thomas Metznet, sócia proprietária da BBT Makes, a expectativa é aproveitar a segunda etapa para aprimorar o marketing da empresa e se tornar mais forte para a fase final. "Ter a oportunidade de aprender mais sobre empreendedorismo e sobre negócios, principalmente com pessoas que já estão a mais tempo no mercado, foi uma das coisas que mais me chamou a atenção", completa Bárbara.

A terceira e última fase do projeto acontece em setembro, quando os donos de negócios terão que apresentar um pitch para uma banca avaliadora usando os aprendizados adquiridos ao longo do projeto.

Sobre a vhsys
A vhsys é uma empresa de tecnologia que oferece um sistema de gestão empresarial descomplicado para micro e pequenas empresas. O sistema conta com módulos online para emissão de nota fiscal, controle financeiro, vendas e estoque, além de uma loja de aplicativos e integrações exclusivas que ampliam os recursos do empreendedor. Em 2019, a empresa se tornou uma das investidas do grupo StoneCo, e desde então alia sua ferramenta de gestão com o serviço de pagamentos da Stone. Sediada em São José dos Pinhais, Paraná, a vhsys também integra o ranking das melhores empresas para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, e é uma das empresas mais amadas do Paraná, de acordo com a Glassdoor.