Extra, Pão de Açúcar e Assaí Atacadista aceitam cartão de auxílio emergencial para pagamentos

Os beneficiários do auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal podem utilizar o cartão de débito virtual Caixa Elo, disponibilizado aos que não possuem conta em banco, para compras nas lojas físicas das redes Extra, Pão de Açúcar e Assaí Atacadista em todo o País.

A nova modalidade de pagamento poderá ser utilizada em todos os formatos alimentares e de medicamentos das redes, que incluem Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Drogaria, Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Mercado Extra, Mini Extra e Drogarias Extra, além das lojas dos Assaí Atacadista. A medida terá vigência enquanto o auxílio continuar sendo disponibilizado à população e traz uma alternativa de abastecimento para os consumidores, facilitando o momento de compras. O método de pagamento não valerá para os serviços de e-commerce e postos de combustível das bandeiras.

As bandeiras firmaram parceria com a Cielo, que adaptou um modelo de maquininha para aceitar o pagamento com o cartão de débito virtual. A iniciativa, além de oferecer novas opções de compra para os que desejam utilizar o benefício para abastecer a despensa, reduz a necessidade de deslocamento até uma agência da Caixa para sacar os recursos. Juntas, as redes Extra, Pão de Açúcar e Assaí oferecem mais de mil pontos de venda em todo o País.

Para utilizar o cartão virtual em uma das lojas físicas das redes, o beneficiário deverá gerar um código diretamente pelo aplicativo Caixa Tem e digitar os dados na maquininha da Cielo, no caixa. A transação é finalizada em segundos.

Entre as medidas preventivas à Covid-19, as lojas Extra, Pão de Açúcar e Assaí redobraram os cuidados com a limpeza, seguindo as recomendações das autoridades e dos órgãos de saúde, em prol da segurança de clientes e colaboradores. As unidades possuem, ainda, protocolos de acesso para evitar aglomerações e sinalizações nas áreas internas e externas das lojas sobre as práticas recomendadas durante as compras, como manter distância dos demais clientes e, sempre que possível, optar que apenas uma pessoa da família seja responsável pela ida ao mercado.

LIDE Paraná Talks discute a fórmula da retomada

Nesta sexta-feira (15), conversaremos com Pio Martins, reitor da Universidade Positivo

Neste momento de crise os questionamentos e esperanças estão em torno do momento em que a retomada pós COVID-19 irá começar a acontecer. Mas a pergunta principal é, será que existe uma fórmula da retomada?

Para falar sobre o assunto, no episódio desta sexta-feira (15) do LIDE Paraná Talks, a presidente do LIDE Paraná recebe no webinar o economista, escritor e reitor da Universidade Positivo José Pio Martins.

"Sabemos que o cenário econômico sairá da crise afetado, mas procuramos soluções para que a retomada aconteça de forma mais rápida. Com um especialista falaremos sobre como superar a crise imposta pela pandemia, procurando soluções que sejam cabíveis e ajudem a todos, buscando a fórmula ideal da retomada." salienta Garrett.

O LIDE Paraná vem oferecendo uma agenda rica de conteúdos em busca de ajudar o empresariado paranaense neste momento de crise. O episódio acontece a partir das 17h e é aberto para o público em geral. As inscrições são realizadas pelo link: https://bit.ly/lideparanatalks11

Crédito do texto: LIDE Paraná

BRF PROMOVE WEBINAR COM INFECTOLOGISTA ESPER KALLAS SOBRE A COVID-19

Durante o encontro virtual, que é aberto ao público e acontece nessa sexta-feira, os participantes poderão tirar dúvidas com o especialista

14 de maio de 2020 – A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, realiza nesta sexta-feira (15), a partir das 11 horas, um bate-papo virtual, aberto ao público, com o médico infectologista Esper Kallás, pesquisador e professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da USP e médico do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Durante o encontro, Kallás, que também apoia o Comitê Permanente de Acompanhamento Multidisciplinar da BRF, falará sobre o comportamento da doença no Brasil, prevenção, cuidados e tirará as dúvidas dos participantes.

O bate-papo tem como objetivo apoiar a sociedade com informações sobre a doença e as medidas preventivas, auxiliando os colaboradores da Companhia, seus familiares e toda a população. Trata-se de mais uma iniciativa da BRF, que vem implementando desde o início da pandemia de COVID-19 no País diversas medidas em sua cadeia operacional, além de compartilhar melhores práticas e conhecimentos com seus públicos de relacionamento.

O evento terá a mediação da diretora de Comunicação e Reputação da BRF, Raquel Ogando, e acontecerá pela plataforma Microsoft Teams. Não é necessária inscrição previa e pode ser acessado pelo link: https://bit.ly/2L8YIkm

Sobre a BRF
Maior exportadora global de frango do mundo, a BRF possui marcas icônicas como Sadia, Perdigão e Qualy. Seu propósito é oferecer alimentos de qualidade cada vez mais saborosos e práticos, para pessoas em todo o mundo, por meio da gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa, que proporciona vida melhor a todos, do campo à mesa. Pautada pelos compromissos fundamentais de segurança, qualidade e integridade, a Companhia baseia sua estratégia em uma visão de longo prazo e visa gerar valor para as comunidades em que atua, seus colaboradores e integrados, acionistas e para a sociedade.

Mitos e verdades sobre a barba na quarentena

Os homens que têm aquelas barbas dignas de lenhador provavelmente se perguntaram se é necessário tirar a barba para evitar a contaminação do Covid-19? Nesse período de pandemia é normal surgirem preocupações intensas relacionadas a limpeza e a higienização, não só das mãos, mas também do rosto.

Segundo o farmacêutico homeopata, Jamar Tejada, um rosto liso e sem barba pode ser mais uma iniciativa para manter a higiene e evitar a proliferação do vírus “Não há nenhum estudo que comprove que a barba possa ser transmissora do coronavírus, mas manter a barba aparada pode ser um incentivo a mais para uma higienização constante. Os cuidados devem ser os mesmos para alguém que vai lavar o rosto e que não possui barba”, explica o especialista.

A maior preocupação em relação a barba é a higiene, pois as secreções podem ficar alojadas nos pelos e gerar mais facilidade de transmissão. “O vírus pode estar em qualquer superfície, por isso é importante a higienização dos ambientes, mãos e rosto, o que inclui a barba. Os pelos no rosto costumam aumentar a oleosidade da pele, e dependendo do tamanho dos fios pode acumular sujidades, por isso é importante lavar o rosto com um sabonete neutro ou com shampoo próprio para barba”, explica Amilton Macedo, dermatologista e tricologista.

Para acabar de vez com as dúvidas relacionadas a barba e COVID-19, os especialistas esclarecem mitos e verdades sobre esse tema:

· A barba ajuda na contaminação do vírus?
Mito.

A barba nem protege e nem facilita o contágio do vírus, não há a necessidade de remoção da barba, no entanto, você precisa ter uma higienização adequada. Mantenha o rosto e as mãos sempre limpas, e evite o toque na região dos olhos, boca e nariz. O cuidado deve ser maior para os profissionais de saúde que precisam usar máscara, pois a barba pode prejudicar a vedação da mesma.

· Se a barba for curta, o risco de contágio é menor?
Mito.

Os cuidados que um barbudo precisa ter são os mesmos de uma pessoa sem barba. Você deve manter a região higienizada independente do comprimento do pelo. Reforçar a limpeza constante das mãos e rosto é o ideal para não se contaminar. Se você tem um pelo curto ou comprido, mas está sempre lavando o rosto junto as mãos após espirrar ou tossir está seguindo as orientações corretas e não precisa se preocupar.

· O hábito de colocar as mãos no rosto aumenta a chance de se contaminar?
Verdade.

Alguns homens têm o costume de tocar a barba frequentemente, por isso aumentam o risco de ser contaminado. Ao longo do dia pode ocorrer o contato das mãos e o rosto sem a lavagem das mãos, ou até mesmo espirrar e não fazer a higienização imediata, o que aumenta a chance de contrair o vírus.

· A barba favorece o aparecimento de alergias respiratórias?
Mito.

Se você faz a higiene correta da barba, não tem por que temer que ela se torne um depósito de ácaros, pólens e poeiras.

Hospitais filantrópicos de Curitiba realizam festival “Unidos pela Vida”

Intenção é arrecadar doações para suprir a demanda gerada pela pandemia do novo coronavírus

Dez hospitais filantrópicos de Curitiba se unem em um evento em favor da saúde e da vida neste sábado (16), das 15h às 21h, que será transmitido pelas redes sociais. O Festival “Unidos Pela Vida” terá participação de artistas e religiosos em uma campanha para arrecadar doações aos hospitais, que serão destinadas ao enfrentamento à pandemia de COVID-19. A intenção é que os recursos possam ajudar a saúde na aquisição de insumos e no custeio hospitalar.
Entre as atrações que vão participar do evento estarão as cantoras Rafa Gomes e Maria Clara Nery, que participaram do programa The Voice Kids; a dupla sertaneja católica Álvaro e Daniel; o ator Alexandre Nero; Padre Reginaldo Manzotti; cantor Nicolas Candido, Dj Nizo Gomide, entre outros. A programação é para toda a família.
O evento irá beneficiar as seguintes instituições: Grupo Hospitalar Nossa Senhora das Graças (que inclui o Hospital Nossa Senhora das Graças e a Maternidade Mater Dei); Hospital Cruz Vermelha do Paraná; Hospital Erasto Gaertner; Hospital Especializado Pequeno Cotolengo do Paraná; Hospital Madalena Sofia; Hospital Pequeno Príncipe; Hospital São Vicente; Hospital Universitário Cajuru; Hospital Universitário Evangélico Mackenzie; e Santa Casa de Curitiba.
Os hospitais filantrópicos são instituições sem fins lucrativos, que possuem, no mínimo, 60% de seu atendimento destinado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Para se integrar nesse perfil a entidade possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social na Área de Saúde (CEBAS), concedido pelo Ministério da Saúde.

Como será a doação
As arrecadações serão feitas pelo site www.unidospelavidacuritiba.com. Na página, as pessoas serão direcionadas a um ambiente seguro por meio do qual poderão cadastrar seus cartões de crédito para fazer a doação, que poderá ser nos valores de R$ 10, R$ 15, R$ 20 e R$ 50. Também haverá opção de fazer doações de qualquer valor.
O festival deste sábado é o primeiro passo nessa campanha, que terá, futuramente, a continuidade nas ações para arrecadação de doações. O montante será dividido igualmente a todos os hospitais que participam da campanha.

A importância de doar
Segundo o gerente de projetos sociais e mobilização de recursos do Hospital Nossa Senhora das Graças, Eduardo de Oliveira Filho, com a pandemia do novo coronavírus os hospitais tiveram uma desestabilização em suas programações financeiras. Uma caixa de máscara, por exemplo, que antes da pandemia custava R$ 5, atualmente é adquirida por R$ 200,00. "Mas não se trata apenas da compra de EPIs (equipamentos de proteção individual), que tiveram aumento de custos, mas toda a estrutura hospitalar, os insumos necessários e a mão-de-obra", afirma.
Mesmo para os hospitais que não são referência no atendimento da COVID-19, o custeio aumentou, tendo em vista que toda a rede hospitalar precisa proteger tanto os pacientes quanto as equipes de saúde e necessita manter o atendimento de outras doenças. "Um hospital está dando as mãos para o outro, para que todos possam cooperar neste momento", explica.

Conscientização: fique em casa
Além do pedido de doações, a campanha terá como objetivo conscientizar a população da importância de manter o isolamento social. O gerente de projetos sociais alerta que tem sido observadas algumas ações no intuito de flexibilização do isolamento. Porém, a curva de infecções ainda está crescente. "Estamos reafirmando a necessidade de prevenção: fique em casa e use máscaras. É importante essa atitude pois, além da COVID-19, outras doenças continuam em circulação, como a dengue, e as pessoas também precisam dos hospitais para tratamentos de outras comorbidades, como o câncer", evidencia.

Serviço:
Festival Unidos pela Vida
Data: 16 de maio de 2020
Horário: das 15h às 21h
Transmissão: No canal do YouTube do Festival unidospelavidacuritiba: https://www.youtube.com/channel/UCD1u4nTDgixVyF0odXuixug/featured
Doações: www.unidospelavidacuritiba.com
#UnidosPelaVidaCuritiba

Dupla curitibana dá exemplo de solidariedade

Sertanejos promoveram live solidária e vão ajudar ONG

A dupla sertaneja Bruno e Monzani, que realizou uma live solidária no início deste mês, se prepara para a entrega do montante arrecadado. A ONG Junta Mais, que ajuda moradores de rua, será a beneficiada. “Nós acreditamos que a música tem o poder de sensibilizar e unir as pessoas. Nossa live foi preparada com muito carinho e ficamos imensamente felizes com a solidariedade de quem assistiu”, comenta o cantor Bruno Pacífico.

No próximo sábado (16) a ONG Junta Mais recebe a dupla que fará a entrega de 500 máscaras e uma quantia em dinheiro. “Toda corrente do bem precisa ser estendida. Nós acreditamos nisso. E a live foi uma forma de ampliar a ajuda que podemos dar para quem precisa nesse momento de pandemia”, afirma Lesliel Monzani, cantor da dupla.

Quem ainda quiser fazer doações para que a dupla entregue à ONG no sábado pode entrar em contato pelo Instagram @brunoemonzanioficial.

Pandemia Locação de cozinha profissional por hora ajuda a aumentar produção de alimentos para venda

A palavra reinvenção tem sido uma das mais utilizadas em tempos de pandemia. Empresas e profissionais buscam novos caminhos para sobreviver e prosperar. E quem perdeu a renda se vira com criatividade. Produzir alimentos para comercializar tem sido a opção de muitas pessoas nesse momento. Para esse público, a Casa Curitiba Honesta oferece sua cozinha profissional para locação no sistema de coworking. “Temos equipamentos e espaço para produção de pães, geleias e outros produtos artesanais. É ideal para quem precisa aumentar a renda sem investir muito”, diz Sérgio Medeiros, proprietário da Curitiba Honesta. O aluguel tem valores a partir de R$ 62,50 a hora (mínimo de quatro horas).

Além de utensílios diversos, a cozinha dispõe de equipamentos profissionais como Forno de lastro com duas câmaras, forno elétrico pequeno, amassadeira para pão, fermentadora para pão, cilindro laminador elétrico (para abrir massa), balança digital, fogão industrial de 6 bocas com forno a gás, moedor elétrico de carne, canhão para encher linguiça, liquidificadores, multiprocessador, entre outros.

O aluguel pode ser por quatro ou oito horas. Há ainda a opção de locação por dia ou mês. A cozinha fica na Rua André Zanetti, 199, Vista Alegre, mais informações pelo email admcuritibahonesta@gmail.com ou pelo telefone (41) 3434-3492 ou whatsapp (41) 9 99419372.

Serviço:

Casa Curitiba Honesta

Rua André Zanetti, 199, Vista Alegre

Fone (41) 3434-3492 ou whatsapp (41) 9 99419372

www.curitibahonesta.com.br

Instagram @curitibahonesta

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Conhecimento sobre vinhos pode ser um novo hobby

Conhecer as diferentes nuances da bebida milenar pode ser uma ótima opção, que reúne história, cultura e gastronomia, para atravessar o período de distanciamento social

Comando News - A pandemia do coronavírus mudou a forma de consumir vinhos e espumantes. Durante a fase de distanciamento social, necessário para que o vírus não se dissemine rapidamente, o consumo de vinhos e espumantes virou uma experiência ainda mais íntima.

Sem restaurantes e bares abertos, a criatividade de profissionais do setor tem transformado a relação do consumidor com esse tipo de bebida. “Vinhos e espumantes têm muita história, é uma viagem cultural, com uma vasta capacidade de harmonização com receitas que podem ser preparadas em casa”, lembra Giselle Gura, da VinVino, e-commerce de vinhos e espumantes.

Aulas on-line, conteúdo digital, vinho como produto de entretenimento, aumento do impacto visual e rótulos com design diferenciados ganham destaque entre os consumidores. Comunicação atrativa, objetiva, além de boas histórias sobre cada rótulo escolhido e auxílio na hora da melhor escolha de harmonização precisam estar na lista de prioridades de quem comercializa vinhos e espumantes. “Também é preciso ter cuidado com a pontualidade e as melhores condições de higiene no momento de entrega dos produtos. Isso faz uma diferença positiva enorme durante a pandemia deve seguir assim quando isso tudo passar”, ressalta Giselle.

https://www.vinvino.com.br/

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Whatsapp – 41 98725-6329

Pão de Açúcar adere a movimento de conscientização e ‘veste’ máscara facial em seu logotipo

Com criação da agência BETC/Havas, atualização do logotipo dá sequência à campanha #JuntosPodemosMais, em que rede apresenta medidas implantadas como forma de prevenção à pandemia de covid-19

Desde que tudo mudou, o Pão de Açúcar tem atuado para garantir a segurança de seus clientes e colaboradores com medidas efetivas de prevenção à pandemia de covid-19. E para reforçar que veste a causa, a rede está aderindo ao movimento das marcas que atualizaram os logotipos com uma máscara de proteção facial. O objetivo é contribuir para a conscientização da importância de usar o acessório ao sair de casa como forma de proteger a si próprio e aos outros. O logotipo com a máscara passou a assinar todas as contas em redes sociais do Pão de Açúcar (Instagram, Twitter e Facebook) e do Pão de Açúcar Adega (plataforma especializada em bebidas premium da rede) já nesta terça-feira (12).

A iniciativa dá sequência à campanha nacional #JuntosPodemosMais, em que o Pão de Açúcar reuniu, em um filme de 90’’, as ações implantadas em lojas físicas e em seu serviço de e-commerce para mostrar como respondeu à crise do novo coronavírus e procurou ajudar a vida das pessoas – como a medida de obrigatoriedade do uso de máscaras em suas lojas e que foram disponibilizadas a todos os colaboradores. O filme também ressalta o trabalho dos profissionais essenciais que estão na linha de frente para atender a população e estimula a união para que todos possam superar juntos este momento de desafio. A criação da campanha e dos logotipos atualizados foram realizadas pela agência BETC/Havas. O filme pode ser conferido neste link: https://youtu.be/Sl1CGuF96hw

Medidas preventivas

Nas lojas físicas, o Pão de Açúcar adotou protocolos rígidos de higienização, com a utilização e disponibilização aos seus colaboradores de todos os equipamentos de segurança recomendados pelas autoridades de saúde, a obrigatoriedade do uso de máscaras, a desinfecção com álcool em gel nos pontos de atendimento e com a instalação de painéis de acrílico e adesivos no piso para a organização do distanciamento social. Também afastou temporariamente todos os seus colaboradores em grupos de risco e contratou quase 2 mil pessoas, temporariamente, em todo o Brasil, para ajudar com a operação. Na mesma linha, o Pão de Açúcar foi a primeira marca do grande varejo a adotar um horário de atendimento exclusivo para clientes com mais de 60 anos, oferecendo uma alternativa para um caso de extrema necessidade. Em momentos de alta demanda, a rede chegou a limitar a compra de produtos para garantir que as famílias pudessem se abastecer de maneira igualitária e concentrou seus esforços de fornecimento para atender as necessidades por produtos de alimentação, limpeza e cuidados pessoais. Também reafirmou o seu compromisso, em cadeia nacional de televisão, com o não repasse de possíveis reajustes de preços aos consumidores.

Já nos serviços de e-commerce do site www.paodeacucar.com e pelo app Pão de Açúcar Mais, a rede antecipou investimentos para triplicar a capacidade operacional de entregas em poucos dias, com a abertura de dois novos centros de distribuição, em São Paulo e no Rio de Janeiro, a fim de garantir que todos pudessem realizar suas compras sem precisar sair de casa. A marca realizou ainda a doação de 300 mil alimentos e produtos de higienes para instituições sociais parceiras, com alcance estimado de mais de 30 mil famílias.

Sobre o Pão de Açúcar

Com lojas distribuídas em 13 estados do Brasil, o Pão de Açúcar oferece soluções eficientes e inovadoras para deixar a compra de seus consumidores mais fácil, prática e gostosa. Focada no segmento premium de varejo alimentar, a marca é parte do GPA, uma das maiores companhias do varejo nacional. O Pão de Açúcar é pioneiro em inciativas sustentáveis dentro do segmento supermercadista brasileiro e no lançamento de um programa de fidelidade, o Pão de Açúcar Mais, hoje com mais de 7 milhões de cadastrados. A marca está presente em supermercados (185 lojas), lojas de bairro (Minuto Pão de Açúcar, com 84 unidades), e-commerce (www.paodeacucar.com) e por meio de seu aplicativo – gratuito e disponível nas lojas App Store e Google Play.

A DAJU DOA ÁLCOOL GEL E TECIDOS PARA A CONFECÇÃO DE MÁSCARAS

E ESTÁ COMERCIALIZANDO O ÁLCOOL E KIT DE MÁSCARAS A PREÇO DE CUSTO

Devido ao enfrentamento do coronavírus (covid-19) a Daju, marca querida dos paranaenses, tem realizado diversas ações para auxiliar a população no combate a essa pandemia.
A empresa fez doação de tecidos para confecção de máscaras e de 500 unidades do álcool gel para o Hospital do Trabalhador.
Segundo o marketing da Daju, a empresa procurou disponibilizar em caráter de urgência o álcool gel e máscaras de proteção, pois são itens fundamentais no combate a pandemia.
Para seus clientes, tanto o álcool gel como o kit de máscaras, estão sendo comercializados a preço de custo. O álcool gel de um litro está R$ 16,95 e o kit com três máscaras R$ 7,38.
Quem quiser comprar o álcool gel, o kit de máscaras de proteção, ou um dos 100 mil produtos da loja, que contemplam os setores de: cama, mesa, banho, tapetes, cortinas, homewear, utilidades, eletroportáteis e presentes, poderá ir até uma das unidades da Daju.
A empresa possui quatro lojas, em diferentes pontos da cidade e região metropolitana, nos bairros Água Verde, Cabral, Barigui e em São José dos Pinhais. E a partir do dia 15 desse mês inaugura sua quinta unidade – a Megaloja Daju Atuba.
A equipe da Daju está preparada para seguir todas as medidas de higiene, recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para prevenção do Coronavírus (COVID-19), proporcionando aos seus clientes e colaboradores, um ambiente seguro para a realização de suas compras.
Segundo a diretoria da empresa, essas ações são fundamentais para preservar a saúde de todos e assim retomar o mais breve possível a normalidade da vida, em todas as esferas da sociedade. Nós da Daju, estamos fazendo a nossa parte e todos podem contribuir fazendo a sua. Juntos somos mais fortes!
Para mais informações sobre a Daju, basta acessar o site daju.com.br

Fonte: Cris Osike Nova Comunicação

Em meio a pandemia de coronavírus, a importância dos profissionais de enfermagem

No Dia Internacional da Enfermagem, gerente de equipe fala sobre as dimensões do ofício e motivações em tempos difíceis

Em meio a pior crise de saúde do século, o trabalho de auxiliares, técnicos e enfermeiros tem sido fundamental para o enfrentamento da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Os responsáveis por cuidar diretamente da medicação, alimentação, necessidades básicas dos pacientes e equipamentos de leitos e UTIs são os chamados “profissionais de linha de frente” e é por todo o risco que correm para salvar vidas que merecem as homenagens do Dia Internacional da Enfermagem, comemorado no dia 12 de maio.

A data foi instituída em referência ao nascimento de Florence Nightingale, marco da enfermagem moderna no mundo. No Brasil, além do Dia da Enfermagem, comemora-se a Semana da Enfermagem, que inicia no dia 12 e termina no dia 20 de maio, com o Dia do Auxiliar e Técnico de Enfermagem. Segundo o Ministério da Saúde, a profissão tem origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficientes.

Mesmo para os profissionais que não atendem em emergências ou nos chamados hospitais de campanha contra o coronavírus, comemorar a data em meio a pandemia é um marco. “Estamos vivendo um momento histórico, intenso e de muito aprendizado. Todos os dias estudamos fluxos, processos e diretrizes. Temos medos e inseguranças como todo ser humano, mas, sabemos que não podemos recuar. O nosso trabalho faz toda a diferença na vida dos pacientes”, conta Silvia Benka, gerente de enfermagem do Hospital Cardiológico Costantini.

Para ela, a enfermagem é mais do que agir profissionalmente, é um dom. “Aqui, lidamos com pessoas com patologias ligadas ao coração, então, além da ciência, envolvemos muito carinho, amor, empatia e atenção, afinal, estamos cuidando do amor da vida de alguém. Por isso, seguimos sempre todas as orientações prescritas pela equipe médica ao longo das 24 horas”.

Benka ainda explica que é necessário aprender com as derrotas e comemorar as vitórias da profissão. “Não podemos nos abalar. Todos os dias são muito intensos e damos o nosso melhor para aprendermos cada vez mais. Ter uma data que representa a nossa escolha de vida profissional é um reconhecimento gratificante, pois muitos de nós abdicamos das nossas famílias e amores para estar o mais próximo possível de quem mais precisa”, orgulha-se.

Jogos com espectadores só devem ocorrer após vacina, indica relatório de instituto da UFPR

Pesquisadores da Universidade Federal do Paraná ligados ao Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva divulgaram, na última semana, o documento Recomendações e Orientações Gerais para o Esporte Brasileiro frente à COVID-19. Trata-se do primeiro material elaborado sobre o esporte diante da pandemia, amparado em evidências científicas. A proposta surgiu a partir de um ciclo de debates semanais realizados no canal do Youtube do grupo e tem entre seus principais pontos a defesa das indicações das autoridades sanitárias e a conclusão de que jogos com os espectadores só devem ocorrer após a descoberta de uma vacina contra a doença. O projeto de pesquisa “Inteligência Esportiva” (IE) é uma ação conjunta entre o Centro de Pesquisa em Esporte, Lazer e Sociedade (CEPELS) da UFPR e a Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento (SNEAR) do Ministério do Esporte.

De acordo com o professor Fernando Mezzadri, que assina o documento junto com o coordenador da comissão de integridade da Federação Paulista de Futebol, o advogado Paulo Schimitt, no cenário que se apresenta hoje, de manutenção de isolamento social, as práticas esportivas deverão se limitar as atividades física e esportivas sem nenhum contato físico e mantendo a distância de pelo menos um metro.

“As atividades devem se limitar em práticas como caminhada, ciclismo, corrida, exercícios em casa, yoga, alongamentos, entre outras, sempre evitando qualquer forma de aglomeração ou de incentivo à circulação de pessoas. Sempre que possível as pessoal podem caminhar perto de suas residências e não devem procurar ir aos parques para realizar as atividades”, explica Mezzadri. Segundo ele, este não é o momento para a reabertura de academias, por exemplo.
O relatório apresenta premissas e fatores de risco a serem levados em conta, indicando a importância do uso de máscaras e de equipamentos de proteção individual e da higienização e desinfecção de locais e objetos. A existência de uma infra-estrutura adequada para que tudo isso ocorra também é imprescindível.

No que diz respeito à prática profissional é preciso, quando houver possibilidade de retomada, levar em conta uma série de cuidados, como diagnosticar atletas e demais envolvidos, medir a temperatura e fazer testagem rápidas em quem frequenta os centros de treinamento e pensar em realizar eventos em localidades menos afetadas pela doença, com ausência de público. Mas isso, reforça Mezzadri, não deve ocorrer agora. “Tanto os atletas quanto as pessoas devem fazer os testes como uma forma de controle e precaução, mas a volta aos treinamentos normais e as competições ainda não devem ocorrer agora. Consideramos muito precipitado o retorno as competições pelo atual estágio da pandemia no Brasil”, explica.

Torcidas só quando houver vacina
O documento também sugere que jogos com espectadores só devem ser retomados quando houver vacina e aponta quatro cenários possíveis para a pandemia: o de isolamento social, o de atividades autorizadas em funcionamento, o de um retorno gradativo e o da retomada total. No caso de se autorizarem determinadas atividades, por exemplo, é necessário que não haja contato físico e que haja medidas rígidas de desinfecção, higiene e uso de proteção.
Já num cenário de retorno gradativo de competições, deve haver cautela quanto à uma pequena separação de grupos durante o treinamento. Todos os integrantes das equipes técnicas devem estar protegidos. “Gestores públicos, da iniciativa privada, atletas e espectadores terão que compreender o atual momento. Sabemos que as competições não devem começar agora, não podemos ter contato físico e a grande maioria das modalidades esportiva requer esse contato“, evidencia Mezzadri.

Ele lembra que o esporte profissional movimenta em torno de 2.5 trilhões de dólares por ano, no mundo, e que várias competições já foram canceladas, tais como Jogos Olímpicos e NBA. “Mesmo os campeonatos estaduais no Brasil estão suspensos, o que está impactando fortemente esse mercado“. Por conta disso, o professor sugere, no nosso caso o futebol, que gestores busquem ações para proteger os milhares de jogadores que ganham até três salários mínimos e já estão perdendo seus contratos. “Dificilmente haverá jogos com torcida enquanto não existir uma vacina para a COVID-19“, reforça.

Qualquer que seja o cenário, o relatório estabelece que é necessário seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotar medidas educativas, com rigor quanto aos aspectos relacionadas à higiene. A expectativa compartilhada pelos pesquisadores é de que a retomada gradual das atividades só comece a ocorrer em médio ou longo prazo.

Links
Matéria: https://www.ufpr.br/portalufpr/noticias/jogos-com-espectadores-so-devem-ocorrer-apos-vacina-indica-relatorio-de-instituto-da-ufpr/

Relatório: https://www.ufpr.br/portalufpr/wp-content/uploads/2020/05/Recomendac%CC%A7o%CC%83es-e-Orientac%CC%A7o%CC%83es-Gerais-para-o-Esporte-Brasileiro-frente-a%CC%80-COVID-19.pdf

Câmera de alta precisão para medição de temperatura pode ajudar a conter disseminação de doenças como a Covid-19

Experiências atuais na Argentina, México e Brasil mostram que a tecnologia ajuda não só na detecção, mas na proteção ao contágio dos profissionais de saúde e da população

Epidemias e pandemias assustam o mundo de tempos em tempos. Pela primeira vez em anos um vírus tomou proporções globais inimagináveis, causando milhares de mortes, perdas econômicas sem precedentes e imprevisões quanto aos danos residuais àqueles que sobrevivem à Covid-19.
No mundo, diversas áreas da ciência buscam soluções, que vão de medicamentos a vacinas, ainda experimentais, enquanto a Organização Mundial de Saúde, médicos, enfermeiros e profissionais da segurança pública atuam em condições de risco buscando identificar os possíveis casos nas triagens, fazendo isso, na maioria das vezes, por meio de um contato muito próximo aos possíveis infectados. E os danos, nesses casos, podem ser ainda maiores, como ocorre na Espanha, que anunciou, no dia 30 de março, um número assustador de profissionais da saúde infectados com a doença, chegando a quase 12,3 mil. No Brasil, diversas ocorrências estão sendo notificadas em vários estados.
Em situações como essas, poder manter uma distância segura, principalmente na triagem, pode ajudar a salvar muitas vidas. “Uma das coisas que esse vírus está ensinando ao mundo é que nós, humanos, precisamos muito da tecnologia para detectar, antecipadamente, focos de risco e minimizar as chances de que um vírus evolua se transformando no que vemos hoje, uma pandemia. E temos experiências bastante positivas nesse sentido, como é o caso das câmeras térmicas para medição de temperaturas”, comenta Jobel Araújo, gerente da Mobilis.
A Mobilis é uma empresa brasileira especializada em tecnologia, oferecendo desde soluções para o reconhecimento facial, realidade aumentada e gestão de trânsito, entre outras. Agora, a Mobilis é também uma parceira credenciada da Dahua Technology - maior empresa global de segurança eletrônica, cujos produtos e serviços são usados em mais de 180 países -, e vai oferecer uma solução que pode fazer a diferença na detecção de temperaturas alteradas de pessoas que circulam por locais como aeroportos, metrôs, rodoviárias, shoppings centers, escritórios, indústrias, hospitais, escolas etc.
A câmera térmica da Dahua Technology é uma tecnologia de baixo custo, altamente confiável e pode ser usada em longa distância, ou seja, é um recurso seguro para uma triagem preliminar. “É um equipamento de medição de temperatura de alta precisão, com uma margem de erro muito pequena (+ou- 0,3ºC). Utiliza Inteligência Artificial para identificar rapidamente pessoas com temperatura corporal anormal a uma distância de 3 metros”, explica Araújo.
Além disso, o executivo ressalta a possibilidade de medição de temperatura de múltiplos indivíduos, até 15 simultaneamente, e de até três faces por segundo em monitoramento de fila, mantendo a alta precisão na detecção de faces mesmo que as pessoas estejam usando máscaras. “Já temos exemplos bastante positivos no uso dessa tecnologia, como é o caso do Aeroporto Internacional de Ezeiza, na Argentina, que consegue medir a temperatura de mais de 800 pessoas em apenas 10 minutos. Outro exemplo é o Plaza Carso, na Cidade do México, um dos maiores empreendimentos de compras e escritórios da América Latina, que usa as câmeras para medir a temperatura dos funcionários e clientes”, conta.

Experiência brasileira no uso da tecnologia para medir temperatura
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) está atuando como apoio operacional nas ações de triagem de casos suspeitos de coronavírus, além de oferecer suporte na identificação e detecção de casos urgentes. A chefe da Comunicação do Corpo de Bombeiros, Major Lorena Athaydes, conta que a corporação já dispunha de câmeras térmicas, empregadas na avaliação da dinâmica do incêndio. “Assim, realizar monitoramento do público flutuante em locais determinados foi a maneira que a corporação encontrou para, dentro dos recursos disponíveis, auxiliar o governo e a comunidade do Distrito Federal”, explica.
Segundo ela, as ações de monitoramento acontecem com emprego de câmeras térmicas e termômetros, e são executadas em três vertentes. A primeira, realizada com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, é o monitoramento da temperatura dos passageiros de ônibus interestaduais, que chegam pelas BR 040 e 060. “Os ônibus são parados e os passageiros têm sua temperatura aferida. Para aqueles que apresentam estado febril ou febre são feitos os atendimentos e caso haja necessidade o CBMDF faz o transporte até hospital de referência”, conta.
No aeroporto, o monitoramento ocorre na área de desembarque nacional e internacional. “Neste caso, os passageiros que apresentam elevação da temperatura corporal são conduzidos ao posto médico da ANVISA, que possui protocolo próprio para atendimento à COVID-19. O transporte, caso necessário, é realizado pelo Corpo de Bombeiros até hospital de referência”.
A Major destaca, ainda, que recentemente foi inserido o monitoramento dos transeuntes nas feiras do Distrito Federal, que ocorre de forma semelhante ao dos aeroportos. “Estas ações de medição de temperatura são acompanhadas de orientações gerais sobre prevenção, principais sintomas e recomendações de como reduzir o risco de contaminação. Nesse sentido, as câmeras térmicas têm se mostrado positivas sobre o viés preventivo e educativo. Dentro dos recursos disponíveis, e tendo como alvo a prevenção, essas são as ações propostas pelo CBMDF como ferramentas para o enfrentamento à COVID-19”, diz.

Uso de máscara na pandemia de coronavírus: como deve ser o acessório

Diversos estados e municípios decretaram a obrigatoriedade do uso do acessório, porém, para que seja eficiente, alguns cuidados são essenciais

A pandemia de coronavírus tem levado os governantes a tomarem uma série de medidas que envolvem a sociedade civil e as empresas. Entre elas estão a obrigatoriedade do uso de máscaras em vias e espaços públicos, transportes coletivos, ambientes fechados com aglomeração e organizações. Até o momento, os Estados do Paraná, Piauí, Minas Gerais, Rondônia, bem como o Distrito Federal e as capitais do Espírito Santo, Pará, Amazonas, Rio de Janeiro, Ceará e Santa Catarina estão adotando a medida.

Essa visa reduzir o contágio entre as pessoas, já que se sabe que o coronavírus é transmitido por gotículas e contato próximo. Inclusive, muitos são assintomáticos e, ao deixarem de usar o acessório, acabam contaminando terceiros. Para se ter ideia, um estudo desenvolvido por pesquisadores chineses e publicado na revista Science, no mês de março, apontou que até o isolamento forçado em Wuhan, 86% das infecções por Covid-19 se deu por pessoas assintomáticas. Dessas, 55% eram tão contagiosas quanto aqueles que apresentavam sintomas comuns da doença, como dificuldade respiratória e febre.

No entanto, apesar das regulamentações governamentais, é comum haver dúvidas sobre o tipo de máscara a ser utilizada, já que nem todas são efetivas contra o coronavírus. De acordo com orientações do Ministério da Saúde, para serem eficientes como uma barreira física, as máscaras caseiras, por exemplo, devem ter ao menos duas camadas de pano, ou serem dupla face. Os tecidos utilizados podem ser algodão, tricoline, TNT e outros, desde que desenhados e higienizados de forma adequada. É importante frisar que se trata de um acessório de uso individual.

Para garantir que a máscara de proteção seja, de fato, eficiente, é possível investir em produtos desenvolvidos com essa finalidade, na mesma medida em que oferecem um bom custo-benefício tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Um exemplo é a máscara de proteção tripla, desenvolvida pela WAP, que está sendo comercializada pela empresa 18 Gigas para todo o território nacional.

O acessório é antialérgico, possui cinco níveis de ajustes auriculares e dispensa a necessidade de elástico. O objetivo é atuar como uma proteção efetiva e confortável das vias bucais e nasais, pois, a composição de duas camadas externas de TNT e uma camada interna de Microfibras P.P têm maior eficácia contra vírus, bactérias, pólens e poeiras.

Mais informações sobre o produto pelo e-mail comercial@18gigas.com.br ou pelo telefone/WhatsApp (41) 99505-0350.

Voluntárias produzem 2.800 máscaras para evitar propagação da Covid-19

Além dessa ação de voluntariado, já foram doadas mais de 3.500 máscaras para instituições de saúde

A pandemia da Covid-19 fez com que a Frísia se antecipasse às recomendações para evitar a propagação da doença. Com o uso obrigatório de máscaras em áreas comuns, desde o mês de abril, quem acessa as dependências da cooperativa tem ao alcance álcool gel e recebe máscara respiratória. Para seguir essa determinação, foram adquiridos insumos para voluntárias produzirem 2.800 máscaras, que estão sendo entregues a pedido de cooperados e da sociedade.

Até o momento, 13 voluntárias já produziram as máscaras de tricoline e estão se preparando para fabricar mais unidades. Para o trabalho, a Frísia já doou mais de 150 metros de tecidos, elásticos e fios. O trabalho está sendo colaborativo, quem não tem máquina de costura empresta de outras da comunidade.

A maioria das voluntárias é de Carambeí (PR). Com exceção de uma delas, as demais são esposas e filhas de cooperados, que confeccionaram cerca de 100 máscaras por dia, chegando as 1.200 já nos primeiros dias, quando iniciaram em 5 de abril.

Antes de entrar em alguma unidade, como lojas agropecuárias e a matriz, por exemplo, uma colaboradora aborda a pessoa para a entrega de uma máscara e álcool em gel. A proteção facial é de modelo universal e reutilizável, após lavar com água e sabão ou água sanitária.

Junto às mascaras também estão sendo entregues encartes para orientação sobre a forma correta de utilização. Após duas ou três horas, devido à umidade, as máscaras devem ser trocadas seguindo a etiqueta de preservação da saúde e de não contato com a área da boca e narina.

Além dessa ação de voluntariado, já foram doadas mais de 3.500 máscaras para instituições de saúde, e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários às atividades de profissionais da área.

Prevenção
Além das doações para combater a Covid-19, a Frísia implementou uma série de medidas para a preservação da saúde dos colaboradores, associados e familiares. Somadas às ações básicas, como lavar bem as mãos com água e sabão e utilizar álcool em gel, foram reduzidas ao máximo as aglomerações de pessoas, sendo proibida a recepção de comitivas e visitantes. As viagens foram canceladas, assim como a realização de reuniões presenciais.

A cooperativa determinou o trabalho em casa para colaboradores em grupos de risco e a realização de videoconferência para as reuniões. Em setores onde não é possível o home office, todos os colaboradores tiveram que redobrar as atenções: não tocar nos olhos, nariz e boca; não compartilhar objetos pessoais; aplicar a etiqueta da tosse; e limpar e desinfetar objetos que são utilizados com frequência.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial
Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Lide Multimídia passa a atender o movimento Fechados Pela Vida

Curitiba, maio de 2020 – A Lide Multimídia, agência especializada em Relações Públicas e Assessoria de Imprensa, com 27 anos de atuação, passa a atender o movimento Fechados Pela Vida, que é um grupo formado por mais de 150 estabelecimentos, entre bares, restaurantes, casas noturnas e outros tipos de comércios de Curitiba, que foi criado para lutar contra a reabertura e flexibilização da quarentena do COVID-19 antes do recomendado pelas autoridades de saúde na capital paranaense.
Outra demanda do movimento é por medidas econômicas para a permanência do fechamento dos seus estabelecimentos, como subsídios de despesas, ajuda para redução de aluguéis, bem como redução ou subsídio de todos os tributos municipais, estaduais e federais pelo tempo que durar a epidemia. Estes empresários entendem que não são eles que devem determinar o que é melhor para saúde das pessoas e sim autoridades de saúde competentes.