MON apresenta a exposição da artista Kika Costa

O Museu Oscar Niemeyer (MON) apresenta a exposição inédita “Formas & Anjos: Obras de Kika Costa (1984-2021)”, que reúne uma visão panorâmica da produção da artista desde a década de 1980 até hoje.
A artista, que é uma pessoa com deficiência, nasceu em 1961, em Porto Alegre (RS), onde vive. Trabalha exclusivamente com cerâmica, numa produção sistemática e contínua.
“A principal missão de uma instituição cultural é democratizar a arte, e ela deve ser exercida em sua plenitude”, diz a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika. “Certamente, a exposição de Kika Costa contribuirá para ampliar o debate sobre as produções artísticas de pessoas com deficiência, que muitas vezes encontram limitadores.”
Ela explica que o MON se consolida, ano após ano, como uma instituição dinâmica, aberta ao diálogo artístico e à troca de experiências múltiplas. Com essa preocupação, o MON criou o Núcleo de Acesso e Participação (NAP), para ampliar o acesso de todos os públicos a obras do acervo e às atividades oferecidas pela instituição.
“O objetivo é inserir cada vez mais a comunidade no Museu, participando ativamente de suas ações e propostas”, comenta Juliana.
Kika Costa tem obras nos acervos do Museu Oscar Niemeyer (MON), do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) e do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), entre outros.

A mostra
A exposição tem curadoria de Gaudêncio Fidelis e curadoria adjunta de Ana Zavadil. “A obra de Kika Costa é uma contribuição significativa para a história das formas artísticas dentro de uma perspectiva criativa, estética e cultural que tem muito a nos ensinar sobre a natureza do objeto de arte como gerador de conhecimento”, diz Gaudêncio.
Para a curadora Ana Zavadil, a produção da artista é uma “demonstração de superação dos mais diversos obstáculos que um artista precisa enfrentar para produzir e ter sua obra reconhecida. Especialmente se essa artista é também uma pessoa com deficiência em um mundo que é essencialmente normativo”, comenta Ana.
Durante a exposição, será lançado o livro homônimo de autoria do curador e historiador de arte Gaudêncio Fidelis. Com 320 páginas e ilustrado por cerca de 600 obras, o livro se propõe a investigar os deslocamentos da obra da artista no campo da arte e da cultura.

O curador
Gaudêncio Fidelis (Brasil, 1965) é curador e historiador de arte. É mestre em Arte pela New York University (NYU) e doutor em História da Arte pela State University of New York (SUNY), com a tese “A Recepção e a Legibilidade da Arte Brasileira Contemporânea nos Estados Unidos” (1995-2005). Foi fundador e primeiro diretor do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em 1992. Publicou inúmeros livros, entre eles, “O Cheiro como Critério: em Direção a uma Política Olfatória em Curadoria” (Argos, 2015). Foi diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) entre 2011-2014. Foi curador-chefe da 10a Bienal do Mercosul – Mensagens de uma Nova América, em 2015, e curador da exposição “Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, em 2017, exibida em Porto Alegre no Santander Cultural e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2018. Desde 2019, é financiado pelo Institute of International Education (IIE) – Scholars Rescue Fund (SRF) e pelo programa The New School University in Exile Consortium (UIE), enquanto trabalha como pesquisador na Parsons School of Design, em Nova York.

A curadora-adjunta
Ana Zavadil (Brasil, 1957) é curadora e historiadora da arte brasileira moderna e contemporânea. É graduada em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2004, e mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de Santa Maria/RS (2011) com a dissertação “Reatando os Nós: Arte & Fato Galeria, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e Torreão, espaços de legitimação em Porto Alegre” (1985-1997). Foi curadora-chefe do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS (2013-2014), curadora assistente da 10ª Bienal do Mercosul: “Mensagens de uma Nova América”, em 2015, e curadora-chefe do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS (2015-2018); pertenceu à equipe de acervo e curadoria do MACRS (2011, 2012). Publicou o livro “Entre Curadoria AZ” (2013), mapeamento da jovem produção de arte contemporânea no Rio Grande do Sul, do período 2000-2013. Publicou também o livro “Há Tempo Atento ao Tempo” (2011), monografia do artista Leandro Selister.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Exposição “Formas & Anjos: Obras de Kika Costa” (1984-2021)
Sala 11
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON inaugura a exposição da artista Sonia Dias Souza

O Museu Oscar Niemeyer (MON) reabriu ao público com uma nova exposição: "Radical", primeira individual da artista Sonia Dias Souza, na Sala 1 do Museu. Com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra tem caráter imersivo e reúne fotografias e instalações inéditas.

“O conjunto dos trabalhos propõe introspecção, mas, simultaneamente, diálogo com o imaginário universal, num dualismo instigante”, comenta a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O objetivo é compartilhado pela instituição: o Museu Oscar Niemeyer tem o propósito de sensibilizar as pessoas pela arte. “Ao oferecer experiências múltiplas, como a apresentação do interessante trabalho dessa artista, facilita ao espectador uma leitura mais plural sobre si mesmo e sobre o mundo”, diz Juliana.

Um exemplo é a instalação “A semente que somos”, trabalho composto por cerca de três mil sementes de flores de lótus desidratadas, unidas por finos fios de arame e penduradas através de fios de pesca. As sementes foram escolhidas pela artista em razão do seu simbolismo, por estarem ligadas ao processo da vida e de sua superação.

“A beleza desta obra está em fazer refletir sobre a flor de lótus, que brota destas sementes apesar do ambiente adverso em que está enraizada, como a esperança que nasce do lodo”, comenta Juliana.

As muitas possibilidades de interpretação e a expansão de significados são marcas registradas da artista, que recusa a temporalidade e a possibilidade de perspectiva única em sua obra.

Os trabalhos apresentados se desenvolvem em conexão, sobre a relação do homem consigo e com seu entorno; sobre sua finitude, sua existência subjetiva como parte da complexa estrutura que sustenta a vida. Todos foram concebidos como janelas pelas quais encontramos possíveis acessos de novos sentidos e alternativas para a solução dos conflitos, inquietudes e medos que nos afligem nessa experiência da vida contemporânea

O título da exposição é inspirado pelo contraste entre a essência da natureza humana e as manifestações do Universo, ambas presentes na sutileza da produção de Sonia Dias Souza. “Radical” também traduz a noção de raiz como metáfora do engajamento de qualquer ser vivo com sua própria evolução, algo presente em sua busca.

A artista acredita que o universo, em suas diferentes dimensões, do macro ao micro subatômico, se organiza e se autorregula como uma composição de energias que estão em movimento e fluxo constantes, acontecendo através de processos interdependentes de interação e comunicação, do qual nós, humanos, somos parte.

“O mundo material que nos rodeia não é diferente. É uma rede de padrões inseparáveis de relações e a nossa evolução está na qualidade dessas relações”, diz Sonia.

O trabalho apresentado reúne expressões plásticas de uma visão subjetiva de nossa existência como fenômeno da complexa estrutura que sustenta o grande mistério da vida.

“Esta não é uma simples exposição de obras de arte. Para sua individual no Museu Oscar Niemeyer, Sonia Dias Souza preparou um ambiente único, um espaço projetado para tocar num ponto essencial: nós e o mundo somos uma coisa só”, explica o curador Agnaldo Farias.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço:
Exposição “Radical”, da artista Sonia Dias Souza
Sala 1
Museu Oscar Niemeyer (MON)
www.museuoscarniemeyer.org.br

Legado do artista João Turin pode ser apreciado em um dos maiores jardins de esculturas do Brasil

E em memorial que reúne quase 100 obras

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Lide Multimídia - O escultor João Turin (1878-1949) é o grande destaque do Memorial Paranista, inaugurado em 14 de maio no Parque São Lourenço, em Curitiba. O novo espaço conta com 78 obras de Turin em uma exposição permanente, que pode ser visitada gratuitamente com agendamento antecipado pela internet (www.curitiba.pr.gov.br/memorialparanista) limitada a pequenos grupos em razão das medidas de prevenção de covid-19. O local guarda a memória do Paranismo, movimento artístico que exalta a identidade do estado do Paraná. Na área externa foi construído um dos maiores jardins de esculturas do Brasil, com 15 obras de Turin ampliadas em bronze. Ao todo, são quase 100 obras reunidas no Parque em uma junção de esforços entre Prefeitura de Curitiba (coordenadora geral do projeto), Copel, Família Lago (detentora dos direitos autorais de João Turin) e Governo do Estado do Paraná.

Vídeo sobre o Memorial Paranista João Turin:
https://www.youtube.com/watch?v=0ZevRuwdti8

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Escarpa Devoniana é tema de exposição

A artista visual Maria Baptista apresenta nesta terça-feira (18/5), no Museu da Fotografia do Solar do Barão, a exposição “Cartografia Mítica da Escarpa Devoniana”, com mapas, objetos, fotografias e vídeos que compõem uma proposta “work in progress”, iniciada em 2020.

Os trabalhos foram produzidos durante a passagem da artista por cidades como Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa e Tibagi, que integram a Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana, região de rica biodiversidade marcada pelo encontro dos biomas da Mata Atlântica com o Cerrado. Também fazem parte da exposição trabalhos anteriores, de 2018 e 2019, produzidos durante imersões nesse mesmo contexto geográfico.

Outro jeito de conhecer os resultados desta jornada é visitar o site www.cartografiamitica.wordpress.com, que reúne fragmentos da pesquisa, referências utilizadas para criação dos trabalhos e outras citações.

“O projeto surgiu da vontade de juntar questões da cartografia, como a feitura de mapas, a identificação de elementos no espaço, com uma investigação a respeito das histórias e mitos que permeiam esse território”, explica a artista que registrou cada passo da pesquisa também em seu instagram.

O Solar do Barão está aberto, mas por conta das restrições provocadas pela pandemia, é bom estar atento aos dias de funcionamento e aos protocolos de segurança. Também é possível agendar visita guiada diretamente com a artista, pelo instagram (@gutabap).

O Projeto é realizado com apoio do Fundo Municipal de Cultura – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba

Serviço:
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Solar do Barão).
Horário de visitação das 12h às 18h. Respeitando o protocolo de saúde com uso obrigatório de máscara, álcool gel e distanciamento. Com no máximo 4 pessoas em sala.
Informações: 3321-3240
Agendamento de visitas guiadas pelo instagram: @gutabap

MON reabre ao público com exposição inédita do premiado artista Schwanke

O Museu Oscar Niemeyer (MON) reabriu ao público de acordo com o decreto estadual 7.506/2021 e seguindo orientações de segurança determinadas pela Secretaria de Estado da Saúde.

Entre as várias medidas adotadas para a reabertura está o limite de pessoas para visitação nas salas expositivas e em todo o Museu, para garantir o distanciamento seguro. O material impresso, como guias e folders, foi substituído por versões digitais, disponíveis por QR codes. Leia o protocolo de segurança completo aqui: http://bit.ly/protocolomon

Devido à pandemia, o MON ficou fechado ao público nos períodos de 17/3/2020 a 16/10/2020, de 6/12/2020 a 9/1/2021 e de 27/2/2021 a 30/4/2021.

Luiz Henrique Schwanke
Como novidade na reabertura, o Museu Oscar Niemeyer (MON) apresenta a exposição “Schwanke, uma Poética Labiríntica”, concebida exclusivamente para o espaço do Olho. É uma retrospectiva do trabalho do artista Luiz Henrique Schwanke (1951-1992), desde a década de 1970 até as últimas produções, num total de mais de 150 obras, sendo boa parte inédita.

“Ao realizar a exposição, que é inédita e foi idealizada especialmente para o espaço do Olho, o MON reverencia esse artista pesquisador tão importante que, com seu trabalho, explorou magistralmente as mais diversas linguagens, o que faz com que sua obra permaneça tão atual”, afirma a diretora-presidente do Museu, Juliana Vosnika. “Ao visitar a mostra, o público terá a oportunidade de encontrar um conjunto de obras múltiplas que permitem não apenas contemplar, mas que instigam”, comenta.

“Trata-se de uma retrospectiva de toda a produção de Schwanke desde 1976, percorrendo experiências múltiplas. Mais de 70% das obras apresentadas são inéditas, pertencentes ao acervo da família e de colecionadores”, explica Juliana.

A superintendente-geral de Cultura do Paraná, Luciana Casagrande Pereira, destaca a onipresença do artista no cenário das artes entre as décadas de 1970 e 1990. “Com a exposição em seu mais icônico espaço expositivo, o MON reconhece a importância desse profícuo e premiado artista, que viveu alguns anos em Curitiba, cidade que certamente o inspirou”, afirma Luciana.

O premiado artista tem em sua obra a singularidade de permitir diferentes abordagens e se estender por variadas formas, o que inclui desenhos, pinturas, livros, objetos, esculturas e instalações, num conjunto complexo e surpreendente.

“A obra de Schwanke é um campo de inquietação e desassossego e se constitui em um verdadeiro labirinto”, diz a curadora Maria José Justino. “Entrar em sua obra é um convite a percorrer caminhos que oferecem diversas linguagens e, quando acreditamos encontrar a saída, não passa de novas sendas para outras rotas, outras paragens e novos sentidos”, afirma.

A exposição “Schwanke, uma Poética Labiríntica”, realizada pelo MON, conta com o apoio do Instituto Luiz Henrique Schwanke.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba/Paraná
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
www.museuoscarniemeyer.org.br

APAP/PR faz vakinha online para reconstruir atelier destruído por incêndio

O artista visual Alfi Vivern perdeu seu espaço de criação e obras
Um incêndio acidental, na última quinta-feira (04), destruiu o atelier do artista visual Alfi Vivern, localizado em Campo Magro, região metropolitana de Curitiba. Com o intuito de ajudar nas despesas para a reconstrução do espaço de criação, um grupo de artistas da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP/PR) criou a ação de doação através de uma vakinha online.

Essa é a segunda ação feita pelo grupo de artistas. Na primeira as doações foram todas destinadas à reconstrução do atelier que, em pouco tempo, conseguiu ultrapassar a meta estipulada. Agora, nesse segundo momento, a campanha visa a auxiliar na compra dos materiais de criação, pois o artista trabalha com produtos nobres (cobre, mármore e outros).

As doações para a ação “Solidariedade da APAP/PR para o Atelier do Artista Alfi Vivern” podem ser feitas pelo link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/solidariedade-da-apap-pr-para-reconstrucao-do-atelier-alfi-vivern. A meta de arrecadação é atingir R$ 30 mil.

SOBRE ALFI VIVERN

Associado à APAP/PR – Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, artista visual, argentino, radicado em Curitiba, participou do Instituto Di Tella em Buenos Aires conhecido como "Viveiro de Talentos”. Graduou-se como designer pela escola Pan-americana de Arte em Buenos Aires/Argentina. Seu trabalho ganhou vários prêmios e concursos importantes, como: 2007–1º Prêmio no “EMAAR lnternational Art Symposium, Dubai/Emirados Árabes; 2006–“Prêmio na 1ª Bienal de Escultura, León/México; 1996–1º Prêmio “III Concurso Internacional de La Talla en Piedras”, Barichara/Colômbia; 1985 – 1º Prêmio no “Concurso de Esculturas: comemoração 20 anos do IPPUC”, Curitiba/Brasil. Suas obras encontram-se expostas em galerias, museus, coleções públicas e privadas em diversos países do mundo.

Conheça o trabalho do artista pelas redes sociais:

https://www.instagram.com/alfivivern/

https://www.facebook.com/alfi.vivern/

Obras do artista João Turin serão reunidas em memorial em sua homenagem

Artista que foi um dos criadores do Movimento Paranista conta com esculturas espalhadas pelo Brasil e França, além de ter uma obra no acervo do Vaticano, entregue ao Papa Francisco

João Turin - escultura Marumbi no Parque São Lourenço (foto Maringas Maciel) 2.jpeg

Lide Multimídia - Considerado precursor da escultura no Paraná, o artista João Turin (1878-1949) terá suas obras reunidas e reverenciadas no Parque São Lourenço, um dos cartões postais da cidade de Curitiba (PR), onde será abrigado o Memorial Paranista João Turin, uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Em 19/12 (sábado) será realizada às 11h a entrega simbólica do novo memorial pelo prefeito de Curitiba, Rafael Greca. Nesta ocasião, o parque contará com uma das obras mais conhecidas de Turin, “Marumbi”, em uma ampliação em tamanho heroico, com cerca de 3 metros.

Até a data do aniversário de Curitiba, em março de 2021, está previsto para inaugurar todo o complexo que fará parte do Memorial Paranista João Turin, onde estarão reunidas 78 esculturas do artista, doadas ao Governo do Estado do Paraná pelos detentores dos direitos autorais, a SSTP Investimentos Ltda, da Família Lago. Estas obras foram cedidas pelo Governo do estado em regime de comodato para o município de Curitiba.

A SSTP Investimentos Ltda também doará uma fundição elétrica, segura, moderna e ambientalmente correta, em substituição à existente no local, que está obsoleta. “Isso vai propiciar aos novos artistas meios para fundir suas peças, estimulando e ajudando o desenvolvimento da arte escultórica paranaense. Acreditamos que seria o que João Turin gostaria de ver, pois ele mesmo teve imensa dificuldade em fundir suas peças à sua época, deixando muitas obras inéditas”, comenta Samuel Lago, da SSTP Investimentos Ltda.

“Além disso, também fará parte do Memorial Paranista João Turin o Jardim das Esculturas, um espaço de mais de 8 mil m², que vai contar com outras 12 obras de bronze, adquiridas pelo Governo Municipal, em tamanhos ampliados, sendo que duas terão proporções heroicas, com cerca de 3 metros de altura, que transformarão o Parque em um grande centro de artes a céu aberto”, completa.

Quem assina o Projeto é o arquiteto Guilherme Glock, do IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, órgão ligado à Prefeitura Municipal da cidade. “O memorial se ergue como uma grande galeria em aço e vidro translúcido, que pede licença ao conjunto existente para conduzir a uma nova experiência e produzir uma sinergia capaz de organizar os espaços, distribuir as funções, orientar os visitantes e conduzir às artes da fundição, para compreender nossos maiores mestres nas artes da proporção, modelagem e técnica”, comenta o arquiteto.

A iniciativa tem o objetivo de atrair um grande público, entre admiradores das artes e turistas que visitam a capital paranaense, valorizando este importante artista e também o Parque São Lourenço, que já é um espaço privilegiado com uma série de atrativos de cultura e lazer. Além de ser próximo de outros dois pontos turísticos da cidade: a Ópera de Arame e a Pedreira Paulo Leminski.

"Além de um reconhecimento internacional de preservação cultural tão importante, o Memorial, no Parque, vai incentivar o turismo, trazendo mais recursos à cidade. Trata-se de um pensamento de desenvolvimento sustentável, e precisamos lembrar que a preservação cultural e o patrimônio cultural são benefícios bastante diretos para a cidade", avalia Samuel Lago, da SSTP Investimentos Ltda.

Obras no Brasil e na França
Hoje é impossível falar na arte paranaense sem citar João Turin. Ele foi um dos primeiros artistas a levar a arte de seu estado para o Brasil e o mundo. Há esculturas de Turin em locais públicos de municípios paranaenses, no Rio de Janeiro e até na França, onde o artista tem exposta uma Pietá, feita em 1917, para a Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, uma verdadeira relíquia, que resistiu aos bombardeios da guerra. Um exemplar desta obra estará exposta no Memorial.

Curitiba, onde Turin passou boa parte de sua vida, conta com muitas esculturas do autor espalhadas pela cidade, como “Tigre esmagando a cobra”, localizada próximo ao portal do bairro de Santa Felicidade, “Luar do sertão”, na rótula do Centro Cívico e “Tiradentes”, na praça de mesmo nome.

Existem 410 obras catalogadas. Apesar de ser associado como escultor, João Turin também produziu desenhos, pinturas, design de moda e criações arquitetônicas com sua arte. Essa versatilidade pôde ser conferida de perto pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Foi inaugurada em junho de 2014, com duração de oito meses no espaço mais nobre e privilegiado do museu (a construção conhecida como “olho”, que confere o nome como o local é popularmente conhecido).

Tal sucesso de público levou-a a compor o ranking anual das exposições mais visitadas no mundo, no ano de 2014, realizado pela revista inglesa especializada The Art Newspaper. Esta exposição também teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e na Pinacoteca de São Paulo.

Obra de Turin nas mãos do Papa Francisco
Em julho de 2013, a escultura “Frade Lendo”, de João Turin, foi entregue como doação para o Papa Francisco, na primeira visita do pontífice ao Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude. A troca de presente faz parte do protocolo de encontro entre chefes de Estado, sendo a escultura um presente oficial do Governo Brasileiro.

Criada nos anos 30, a estátua de 44 centímetros de altura representa um frade de meia idade, levemente curvado, calvo e com uma longa barba, lendo um livro. Turin está entre os raríssimos artistas brasileiros presentes no acervo de arte do Vaticano.

Uma vida envolta na arte da escultura
Nascido em 1878 em Morretes, cidade histórica do litoral do Paraná, João Turin veio para a capital Curitiba, ainda garoto, onde foi aprendiz de ferreiro, torneiro, marceneiro e entalhador. Em seus estudos, foi aluno e posteriormente professor na Escola de Belas Artes e Indústrias do Paraná.

Mais tarde seguiu para a Bélgica, para a Real Academia de Belas-Artes, onde se especializou em escultura. Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa. Destacou-se como escultor animalista, conforme afirmava seu sobrinho-neto Jiomar Turin, falecido em 2014: “João Turin talvez seja o maior escultor animalista do Brasil, pois era profundo conhecedor da anatomia animal e suas obras, mais especificamente as esculturas de onças, que apresentam muito vigor e movimento”.

João Turin também é lembrado como um dos criadores do Paranismo, movimento regionalista que buscava uma identidade para a arte paranaense, caracterizando-se pelo uso de motivos típicos do estado do Paraná em arquitetura, pintura, escultura e grafismos.

“Turin é um dos expoentes deste movimento, que buscava construir a identidade regional do Paraná por meio da arte e de símbolos como o pinheiro e a erva-mate. Ou seja: sua arte está nas veias de todos os paranaenses, ela marca uma parte bastante importante da nossa história e do nosso jeito de ser”, afirma Samuel Lago, da SSTP Investimentos Ltda.

Foi premiado no salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949, quando ainda exercia seu trabalho, deixando um precioso acervo, que inclui pequenas esculturas e baixos relevos, pinturas, monumentos, desenhos, documentos e obras em locais públicos.

Balneário Camboriú terá uma das mais altas esculturas em madeira do mundo

Com 10,80 metros de altura, panda gigante será uma das atrações do PZ Ecomall. A inauguração será em janeiro de 2021.

Nos últimos dois meses, o artista catarinense Cainã Gartner, 30, dorme poucas horas. Dedica-se em tempo integral à produção artesanal de uma escultura que é um sonho e também um resgate da sua história familiar. Quarta geração na arte da carpintaria, o artista, natural de Gaspar, no interior de Santa Catarina, trabalha na construção um panda gigante, de 10,80 metros de altura, todo feito em madeira, que será as boas-vindas do PZ Ecomall, um espaço gastronômico sustentável, que inaugura em janeiro de 2021, em Balneário Camboriú.

Mockup do PNDA gigante no PZ Ecomall

O projeto, que também dá início a marca PNDA, está sendo construído usando apenas serras e parafusadeiras. Ao final, a escultura terá consumido 15 mil pedaços de compensado naval, cortados em pequenos retângulos, de forma abaulada, que são colados um a um para formar os membros, o tronco e a cabeça, e por fim, unidos por uma estrutura interna em ferro. Serão ainda consumidos em torno 50 mil parafusos, 30kg de cola e 45 litros de verniz à prova d’água.

Escultura em produção

A ideia de construir o boneco veio de uma tradição. Há mais de 30 anos, o avô produzia enfeites em madeira para a árvore de Natal, que eram vendidos em vários estados. O urso panda ganhava o destaque, no topo da árvore. “Eram peças feitas em série, baratas, por isso logo pararam de ser produzidas para dar lugar a outros projetos mais rentáveis”, lembra o artista. A reinvenção do artista veio quase de forma mágica. “Há alguns anos, mexendo nas coisas de família, achei uma caixa com os objetos que tinha, inclusive, sobrevivido a uma grande enchente na região de Gaspar”, conta. Entre os pequenos enfeites, estava o pequeno ursinho, que agora ganha proporção de gigante. “Por isso, o PNDA vem para resgatar esse espírito de consciência e de sensibilidade”, define.

Cainã Gartner

O projeto ainda evolui para a marca PNDA, com loja própria no PZ Ecomall, que fará reproduções do boneco no estilo toy art, em madeira certificada, e estampa uma série de produtos, como roupas, acessórios e souvenirs. O PZ Ecomall é um espaço gastronômico sustentável e contará com 10 operações gastronômicas, dentre elas as já confirmadas: Barolo Trattoria, de Curitiba, Matteo Gelato Criativo, de Cuiabá, Café Cultura, de Florianópolis, a nova Puppilo Pizza, de Itajaí e a Yellow Beer Box, de Passo Fundo, Guache Cozinha Oriental, de Itapema, Luau Poke e Siberiano Club. Fica na Rua 3500, esquina com Avenida Brasil, com funcionamento das 11h às 1h.

Mudando by Murilo Silvestrim

Mudando é o primeiro single do novo disco Encontrar, do compositor curitibano Murilo Silvestrim. O single representa a fundação de um novo momento na carreira do artista. Com sonoridade mais contemporânea, ambiências lentas e instrumentação enxuta, a canção propõe uma reflexão sobre nossas memórias e nosso caminho e tempo interior. O lançamento do clipe ocorre nessa sexta-feira, dia 18/09, às 13h com estreia no canal do YouTube do compositor. O single também entra ao ar durante o dia nas principais plataformas digitais.

Sobre do autor

Murilo Silvestrim é natural de Maringá, mas criado em Curitiba desde criança. É compositor apaixonado da canção de todas as coisas, inclusive as de não se ver. Desenvolve um trabalho conjunto entre música, poesia e literatura. Busca, por meio desse trabalho, mergulhar na arte do dia-a-dia e abrandar suas inquietações Tem parcerias com diversos músicos da cena curitibana, e em 2016 lançou seu primeiro CD, chamado Prisma. Em 2018 lançou seu primeiro livro chamado Viagem ao início das coisas. Trabalha como instrumentista, cantor, compositor e arranjador se apresentando em diversos estados do país. No momento se dedica à pré-produção de seu segundo disco, chamado Encontrar, que trabalha os temas da memória, das buscas, das mudanças e da essência de cada um.

Podcast do Arcanjo estreia na OLA Podcasts com Antonio Fagundes

O jornalista Miguel Arcanjo Prado lança o Podcast do Arcanjo em parceria com a OLA Podcasts nesta quinta, 3 de setembro. O ator Antonio Fagundes é o entrevistado da estreia e gravou dias antes do decreto da quarentena. Toda quinta, um episódio inédito com os bastidores da cultura estará disponível na OLA Podcasts, com app disponível gratuitamente no Google Play e na Apple Store. Arcanjo ainda está à frente do Blog do Arcanjo, em fase independente com mais de 1 milhão de views.
 
CEO da OLA Podcasts, Bruno Venga celebra a parceria. "A OLA Podcasts nasceu de um sonho de dar voz a todos, principalmente a quem tem como maior propósito apresentar informação e conteúdo de qualidade ao mundo. Ter o Miguel Arcanjo conosco é prova importante que estamos no caminho certo", declara. 

Friboi patrocina Arraia do Enzo Rabelo

Neste domingo (12), a partir das 17h, empresa promoverá sua linha de espetinhos em live junina do artista mirim

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Neste ano, em virtude do distanciamento social, o tradicional arraial será no formato digital. E para um arraial virtual de respeito o que não pode faltar é praticidade. Por isso, a Friboi aposta em quatro opções de espetinhos para serem degustadas durante o show, são elas: carne bovina, carne bovina com bacon, kafta e costela bovina. Com agilidade no preparo, saboroso e rico em proteínas, a linha de Espetinhos Friboi é perfeita para curtir as festas juninas.

O evento será apresentado pela youtuber Júlia Franco. Durante a transmissão, o público também contará com ativações no Instagram oficial @FriboiBrasil como parte das ações de merchandising realizadas durante o evento, além de projeções da marca na área da churrasqueira e na tela principal do show online.

Sobre a Friboi
Com mais de quatro décadas de história, a Friboi – unidade de negócios de carne bovina da JBS – revolucionou o mercado ao descomoditizar a carne bovina brasileira e construir uma marca referência no mercado. A empresa mantém algumas das marcas de carne bovina mais reconhecidas do Brasil, com um amplo portfólio de produtos, composto pela homônima e líder de mercado Friboi, Maturatta Friboi, Do Chef Friboi, Reserva Friboi, 1953 Friboi e Swift Black, que atendem a diversos públicos. Com foco na garantia de origem, na qualidade e na segurança do alimento entregue ao consumidor, desde o bem-estar animal até a entrega do produto final, a Companhia adota as melhores práticas de sustentabilidade em toda sua cadeia de valor, e monitora seus fornecedores de gado de forma constante por meio do uso de imagens de satélite, mapas georreferenciados das fazendas e acompanhamento de dados oficiais de órgãos públicos. A Friboi está presente em mais de 150 países e, atualmente, conta com 37 unidades produtivas em todo o Brasil.

Nave Gris Cia Cênica anuncia chamamento para Mostra de Videodança.

Até 31 de julho de 2020 grupo recebe obras de bailarinas(os), coreógrafas(os), performers e artistas do audiovisual de todo o país que exploram a linguagem videodança.

Mostra faz parte de projeto contemplado pela 27ª Edição do Programa de Fomento a Dança para a Cidade de São Paulo

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Até 31 de julho de 2020 a Nave Gris Cia Cênica receberá obras de bailarinas(os), coreógrafas(os), performers e artistas do audiovisual de todo o país que exploram a linguagem videodança, e que possuem como matéria poética as culturas tradicionais-populares brasileiras em sua inter-relação com as artes contemporâneas. As produções selecionadas estarão na GIRA - Mostra Nave Gris de Videodança, que tem previsão de estreia para o segundo semestre deste ano, na cidade de São Paulo. O evento faz parte do “Mãos que bordam o tempo, pés que acordam o chão - circulação dos espetáculos A-VÓS e Corredeira” contemplado pela 27ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. O projeto, que tem duração de 18 meses, prevê apresentações gratuitas dos espetáculos A-VÓS e Corredeira, palestras, rodas de conversa e cursos gratuitos que visam fomentar um olhar ético e sensível para maneiras de conceber e vivenciar o tempo, a memória e os saberes ancestrais presentes nas culturas negras e ameríndias.
Tanto o regulamento da mostra como o formulário para inscrições estarão disponíveis a no site www.navegris.com.br. O resultado dos selecionados será divulgado em 31 de agosto de 2020 por meio dos canais da Nave Gris e as produções selecionadas serão exibidas gratuitamente em outubro de 2020, em espaço cultural aberto ao público, na capital paulista. De caráter não competitivo, a mostra visa proporcionar um espaço de visibilidade e circulação artística sem fins lucrativos, não havendo premiação de qualquer espécie.

Critérios:
1.A – Serão aceitas videodanças executadas por artistas que dialogam com as culturas tradicionais-populares do Brasil e suas inter-relações com as artes contemporâneas, explorando as possibilidades entre corpo e audiovisual.
1.B - Podem ser inscritas videodanças finalizadas com produção feitas a partir de 2015.
1.C – Serão aceitos vídeos finalizados de 01 até 10 minutos, que poderão estar hospedados em qualquer site ou compartilhamento de vídeos como Vimeo, YouTube, Dropbox, OneDrive ou SendSpace com resolução mínima de 640X480, em qualquer extensão.
1.D - Vídeos fora dos critérios acima não serão aceitos.
1.E– Limite de até 02 vídeos por artista e/ou grupo.
1.F – Até 20 videodanças serão selecionadas para esta edição.

2. Sobre a seleção dos vídeos:
A curadoria da GIRA - Mostra Nave Gris de Videodança é composta pelos diretores artísticos da Nave Gris Cia Cênica, Kanzelumuka e Murilo De Paula, e pela artista da videodança Vanessa Hassegawa.
A seleção dos trabalhos será baseada na qualidade das propostas cênicas dos(as) artistas, na relação com o conceito da mostra e na possibilidade de adequação do trabalho ao espaço da mostra.

Sobre a Nave Gris Cia Cênica:
A Nave Gris Cia Cênica, dirigida por Kanzelumuka e Murilo De Paula, nasceu em 2012 na cidade de São Paulo do encontro entre artistas de linguagens distintas e dedica-se, desde então, à pesquisa e desenvolvimento da cena como campo de pluralidade, espaço expandido e limiar entre dança, teatro e performance. As culturas afro-brasileiras e ameríndias estão presentes no trabalho da companhia como motores na pesquisa e produção de estéticas contemporâneas que afirmam a multiplicidade de vozes, corpos e pensamentos que nos constituem como latino-americanos. A Cia realizou Poéticas do Desacontecer (performance), o espetáculo de dança negra contemporânea Dikanga Calunga, a intervenção coreográfica Minha Cabeça Me Salva ou Me Perde, os espetáculos Corredeira, que estreou na Bienal Sesc de Dança 2017, e A-VÓS, indicado ao APCA 2018 na categoria Espetáculo/Estreia e como um dos melhores espetáculos de dança de 2018 pelo júri do Guia Folha de São Paulo.

SWIFT patrocina live “Churras da Yas”

Neste domingo, às 18h, além de cantar seus maiores sucessos, Yasmin Santos vai mostrar os segredos para preparar uma Picanha Swift

São Paulo, 28 de maio de 2020 – A Swift será parceira da cantora sertaneja, Yasmin Santos, na live que será realizada neste domingo, 31 de maio, às 18h, em seu canal no YouTube. Com o tema “Churras da Yas”, a artista fará uma live com seus maiores sucessos, ou seja, #SóModão.

Durante a apresentação, Yasmin, fã declarada de um bom churrasco, mostrará os segredos de como preparar uma Picanha Swift, que sempre faz sucesso entre seus amigos e familiares. Além de patrocinar com todos os produtos para o evento on-line, a Swift fará a doação de cestas com itens de marca para os integrantes da equipe da cantora, impactados pela falta de shows neste período de isolamento social.

Desde o início da pandemia, diversas ações sociais foram realizadas pela Swift com o intuito de oferecer suporte no combate, prevenção e enfrentamento ao novo coronavírus. Já foram doadas 13 mil refeições, entre lanches e marmitas, para moradores de rua por meio de 11 ONGs, como parte do programa de responsabilidade social da JBS “Fazer o Bem Faz Bem”.

Sobre a JBS
A JBS é uma das líderes globais da indústria de alimentos e conta com uma plataforma global de produção diversificada por geografia e por tipos de proteína. A Companhia conta com mais de 240 mil colaboradores, em unidades de produção ou escritórios em todos os continentes, em países como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, entre outros – no Brasil são 120 mil colaboradores, sendo a empresa uma das maiores empregadoras privadas do país.

No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Moy Park, Pilgrim’s Pride, Primo, Seara, Swift, Gold’n Plump, entre outras. São mais de 275 mil clientes atendidos em todo o mundo, de 190 nacionalidades. Com foco em inovação, essa diretriz se reflete também na gestão de negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem, embalagens metálicas e transportes.

A Companhia conduz suas operações com foco na alta qualidade e na segurança dos alimentos e adota as melhores práticas de sustentabilidade em toda sua cadeia de valor. Por meio do uso de imagens de satélite, mapas georreferenciados e dados públicos oficiais, a JBS monitora seus fornecedores de forma permanente. As melhores práticas de Bem-Estar Animal guardam estreita relação com o sucesso das operações da JBS, que trata o tema com extremo rigor e tem investido cada vez mais no aprimoramento de ações que sigam as melhores práticas de mercado.  

Música Solidária – no palco de casa

Em março de 2020 e em meio a tantas notícias trágicas, eis que algo belíssimo estampava quase todos os jornais do mundo: “italianos em quarentena cantam e tocam em suas janelas e sacadas”. Pronto, deu-se início a um movimento que eu me atrevo humildemente a chamar de Música Solidária.

É certo que estamos vivendo tempos difíceis, mas neste movimento solidário de mostrar aquilo que se tem de melhor aos vizinhos, de repente veio a ideia de mostrar ao mundo o que temos de melhor, aquilo que podemos fazer para que este distanciamento social se torne mais suportável.

Mas algo que me faz refletir sobre estes dias são as lives. São tantas e para todos os tipos de público, todos os estilos musicais, todos os gostos: sertanejo, clássico, rock, pop, música para dançar, chorar ou curtir. Nossos ídolos, de shows caríssimos, movidos a megaproduções, com grandes equipes, infraestrutura, estão ali na tela do nosso celular e muitas vezes na tela do celular deles, com uma maquiagem improvisada, equipamentos de som portáteis, talvez alguns ajustes de edição (ou não). Os artistas, assim como todos nós, também estão em casa, e se você prestar atenção poderá ver ao fundo uma foto, uma cama bagunçada, uma imagem de algum santo, um bicho de estimação, uma rede... Mas o que será que tem levado tantos famosos a realizar essas lives?

Existe uma definição para música, do compositor italiano Paschoal Bona, que diz: “A música é a arte de manifestar os diversos afetos da alma mediante o som”.

O artista sem o seu público não tem voz e, com tantos shows cancelados, a utilização da tecnologia e das redes sociais para alcançar o público em casa tem sido algo incrível, pois se criou a possibilidade de alcançar os fãs mesmo em tempos de distanciamento social. Inclusive, para muitos desses músicos tem sido inspiração para compor músicas inéditas com a temática do que estamos enfrentando, com intuito de incentivar e homenagear àqueles que estão na linha de frente batalhando pelas vidas e também levar um pouco de alegria aos lares das pessoas que sofrem em meio a tantas notícias tristes. A música tem sido para muitos uma terapia, uma forma de expressão, de comunicação, como se através das lives os artistas rompessem as fronteiras distância para dizer às pessoas que tudo ficará bem.

Uma grande lição que podemos tirar disso tudo é que, famosos ou não, nessas horas somos todos iguais, somos humanos, temos uma vida privada, sentimos medo, insegurança, vivemos incertezas e quando tudo isso passar, com certeza, os shows apoteóticos voltarão a acontecer e os estádios e teatros voltarão a ficar lotados de fãs que jamais se esquecerão do dia em que viram seus artistas favoritos no palco mais improvável em que poderiam estar: em casa.

Autora: Florinda Cerdeira Pimentel é professora tutora no curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Internacional Uninter.

PRESENTEIE COM OBRAS DE ARTE

LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO TORNA O DIA DAS MÃES INESQUECÍVEL COM NOVA CAMPANHA QUE TRAZ DESCONTOS EM CONSAGRADAS OBRAS DE ARTE

Premiado artista paranaense lança promoção especial para o Dia das Mães com obras selecionadas com até 50% de desconto e outras novidades para marcar com muito amor e arte esta data tão sensível e especial

O Dia das Mães é considerado uma das datas mais importantes do ano, pois é uma oportunidade especial de reconhecermos para estas pessoas que dedicam tanto de sua vida e carinho a nós o quanto elas são importantes, imprescindíveis e amadas. Neste ano de 2020, particularmente, com o isolamento social e o grande desafio global da pandemia causada pelo coronavírus, atitudes sensíveis e delicadas podem fazer quem amamos tanto ainda mais felizes, com ternura, beleza e afeto. A arte tem um papel muito importante neste sentido. Presentear com arte no Dia das Mães é uma forma de eternizar nosso amor de geração a geração.

Pensando nisso, o reconhecido artista visual paranaense e galerista Luiz Arthur Montes Ribeiro lançou, a partir de 5 de maio, uma campanha especial para o Dia das Mães. As obras do artista, dos cobiçados quadros aos livros de sua autoria, são vendidas nesta campanha com até 50% de desconto. E tem mais, ao adquirir uma obra, o cliente ganha outra de igual valor, podendo presentear sua mãe e ainda tornar sua casa ainda mais bonita, personalizada e repleta de arte.

Dentro da promoção, o frete também é grátis na compra dos livros do artista.

Para facilitar, o espaço Luiz Arthur Montes Ribeiro Galeria de Arte atende os clientes por whatsapp, telefone, email e também com hora marcada individualmente, com todos os cuidados instruídos pela OMS.

SOBRE LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO
O modelo espanhol, do artista e sua galeria, é a forma como Luiz Arthur Montes Ribeiro conduz sua carreira artística. “Sempre reservei as tardes para produzir e mantenho meu ateliê e galeria abertos aos visitantes e interessados”, conta o artista. Em sua prolífica produção, a expressão poética se alinha à acurada técnica, desenvolvida com os melhores mestres, entre eles Maria Ivone Bergamini, Sidney Mariano, Dallwa Lobo e Edilson Viriato.

Filho de um casal proeminente, que muito incentivou a arte e a cultura de Ponta Grossa, sempre contou com o apoio dos pais e da família em sua carreira artística. “A arte e a cultura estão presentes desde muito cedo em minha história”, conta o múltiplo artista. “Atuar como artista foi um caminho natural para mim, em que me comunico com as pessoas e celebro, a cada livro, a cada desenho, a cada tela e escultura, a vida.”

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Serviço
PROMOÇÃO #DIADASMÃES #PRESENTEIECOMARTE
LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO GALERIA DE ARTE
Telefone/Whatsapp: (41) 99920-7349
Email: galeriadearte@luizarthur.com.br
Endereço: Av. Vicente Machado, 160, 4º andar, Cj. 43, Centro – Curitiba (PR)
Site: luizarthurarteegastronomia.blogspot.com
Facebook: @galeriadearteluizarthurmontesribeiro
Instagram: @luizarthurmontesribeiro
Twitter: @MontesLuiz
* Visitas individuais, sempre sob agendamento com a galeria.

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CONFIRA OBRAS DA NOVA CAMPANHA:

Artista: Luiz Arthur Montes Ribeiro

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"Araucária 5", acrílica sobre tela, 50 x 40 cm, 2019. Valor final: R$ 1.099,00 (desconto de 50%)

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"Florestas para meu amor 5", série "Árvores do meu ser III". aquarela e nanquim sobre papel, 33 x 12 cm, 2014. Valor final: R$ 434,90 (desconto de 30%)

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"Jardim das Borboletas - Fêmea 2", aquarela sobre papel, 37 x 27 cm, 2018. Valor final: R$ 488,90 (desconto de 30%)