Artefacto Curitiba celebra 50 anos com Mostra 2026

Com o tema “Maturidade”, nova edição reúne nomes da arquitetura e do design de interiores, apresenta a coleção Edition 2026 – Cosmos e marca um novo momento da operação da marca na capital paranaense.

No ano em que celebra cinco décadas de história, a Artefacto anuncia a Mostra Curitiba 2026, que tem como tema “Maturidade”. A edição reúne renomados arquitetos e designers de interiores convidados a desenvolver ambientes autorais que traduzem diferentes interpretações sobre o tempo, a permanência e as experiências acumuladas — e seus reflexos na evolução do morar contemporâneo.

Em Curitiba, o conceito ganha um significado particular. A abertura da Mostra coincide com um importante momento de expansão da operação local, marcado pela aquisição da Villa Margarethe, um dos casarões históricos da Rua Comendador Araújo. Construída em 1917, a residência integra a memória arquitetônica da capital paranaense e passa a fazer parte de um novo capítulo da presença da marca na cidade.

A incorporação de um imóvel centenário à operação estabelece um diálogo natural com o tema da Mostra. Maturidade, neste contexto, também se traduz na valorização do tempo, da memória e da permanência, abrindo novas possibilidades a partir de uma história já construída. A expansão reforça a presença da Artefacto no mercado paranaense e integra o atual ciclo de investimentos da empresa em endereços estratégicos no país.

Mais do que uma exposição de arquitetura e interiores, a Mostra reafirma um dos pilares construídos pela Artefacto ao longo de sua trajetória: o estreito e bem-sucedido relacionamento com os profissionais locais. Nesta edição, os ambientes exploram diferentes perspectivas sobre a maturidade, valorizando escolhas conscientes, identidade, memória, autenticidade e permanência — conceitos que dialogam tanto com as novas formas de morar quanto com o momento vivido pela própria marca em seu cinquentenário.

Em paralelo, a Artefacto apresenta a Edition 2026 – Cosmos, coleção assinada por sua diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade que estrutura o universo, a coleção reúne móveis marcados por linhas puras, volumes definidos e proporções exatas, em um equilíbrio entre forma, técnica e função. A pesquisa de materiais combina pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça em peças de presença serena, concebidas para atravessar o tempo e permanecer relevantes.

“Celebrar 50 anos é reconhecer nossa trajetória e continuar olhando para o futuro. Em Curitiba, esse movimento ganha um significado especial com a Villa Margarethe, um imóvel que carrega mais de um século de história. Sua incorporação à operação da Artefacto dialoga com o tema Maturidade e reforça nossa presença na cidade. É também um gesto para Curitiba, um presente que valoriza e ajuda a preservar sua memória”, declara Paulo Bacchi, CEO da Artefacto.
Da Villa Margarethe
A Villa Margarethe está inserida no Conjunto Urbano da Rua Comendador Araújo, oficialmente tombado pelo Estado do Paraná em 2004. Pela qualidade de sua arquitetura e estado de conservação, é considerada um dos exemplares residenciais remanescentes mais representativos da Curitiba das primeiras décadas do século XX, período em que a prosperidade da erva-mate e o avanço da indústria contribuíram para transformar a paisagem urbana da cidade.

Erguida originalmente para Oscar Charles Mueller, a residência recebeu o nome Villa Margarethe em homenagem à sua esposa, Margarethe Lepper. O imóvel remonta ao período de prosperidade econômica impulsionado pela erva-mate e preserva características da arquitetura residencial da Curitiba do início do século XX, reunindo referências do Art Nouveau, ecletismo europeu e da arquitetura germânica.

Segue abaixo os ambientes da Mostra.

Ana Letícia Virmond / @analeticiavirmond

Serenidade conquistada ao longo da vida: é assim que Ana Letícia Viermond define maturidade. Experiência que se transforma em repertório e conduz a escolhas conscientes e assertivas. O projeto Casa Lounge traduz essa ideia em um espaço gourmet que convida a desacelerar, compartilhar momentos e celebrar o prazer das boas escolhas. Para Ana, o verdadeiro luxo está no que permanece, no que desperta emoções e, acima de tudo, resiste ao tempo. Como os móveis. Cada um deles respeitando a essência da Artefacto e valorizando a excelência técnica e artesanal de seus produtos. A integração entre as áreas, por exemplo, é plena e natural, favorecida pelo módulo Lounge, peça protagonista, que segundo a profissional sintetiza o próprio conceito do projeto, ao colocar arte, matéria e permanência em perfeita harmonia. Nos demais móveis, materiais como madeira, mármore, tecido e couro reforçam a sensação de atemporalidade, enquanto o desenho limpo evidencia a simplicidade das formas. Como ocorre, por exemplo, com a mesa de jantar Jud, a cadeira Lille, a banqueta Hara e a poltrona Calix que se unem ao lounge em uma composição equilibrada onde cada detalhe dialoga com o todo.

André Bertoluci / @andrebertoluciarquitetura

Maturidade é compreender que o tempo e o silêncio revelam a essência das coisas. Fiel à máxima, Living & Convívio, projeto de Andre Bertolucci reflete exatamente isso: espaços que não seguem tendências, mas que acolhem histórias, fortalecem vínculos e permanecem atuais pela verdade de cada escolha. Para o arquiteto, o tempo não diminui o valor das coisas, mas as revela. Uma visão que se materializa em uma sequência de ambientes – living, sala de jantar, lounge e estar bar – que traduzem diferentes momentos da convivência: receber e compartilhar. Privilegiando materiais naturais – madeira, mármore, fibras naturais e cerâmica artesanal – a atmosfera é serena e atemporal. A iluminação combina luz natural, filtrada pelas cortinas, com camadas de iluminação artificial, reforça a sensação de permanência e bem-estar. Escolhido pela sua capacidade de equilibrar design e longevidade, o mobiliário traz como destaque o módulo Evans e o sofá Direc, coluna de jantar Sabang e poltronas como a Mayu e a Arua. Entre todas as peças, porém, a poltrona Arua, ocupa lugar especial no projeto, por sua linguagem, a um só tempo, artesanal e contemporânea.

Angela Chinasso Arquitetura / @angelachinasso

O projeto de Angela Chinasso e Carlos Reichmann é quase uma licença poética: transformar o sótão em uma suíte com três ambientes –quarto de vestir, sala de banho e hall de distribuição–, no qual a habilidade da profissional se revela na liberdade criativa e na harmonia entre espaço e indivíduo. A luz natural que entra pelas mansardas foi preservada, mantendo paredes e tetos brancos para dar respiro aos olhos e permitir que cores, texturas e mobiliário assumam protagonismo. Para a dupla, a maturidade pode ser definida como o silêncio do excesso e a permanência do essencial e o projeto confirma a tese.

Escolhido não apenas pelo seu componente estético, mas pela capacidade de emocionar e criar vínculos, o mobiliário traz peças de perfil atemporal e dimensões compatíveis com as dimensões do ambiente, tais como o buffet Kep e a coluna de jantar Maniang, que organizam e equilibram o espaço; a cabeceira Talalla que imprime continuidade ao quarto, sem obstruir a entrada da luz natural; a mesa de centro Pandia e a mesa componível Kentar: móveis que funcionam como pontos de apoio versáteis, capazes de se adaptar a diferentes momentos.

Ary Jacobs e Renan Mutao / @architetonika

Tempo Vivo, loft com jardim, que leva a assinatura da dupla Ary Jacobs e Renan Mutão, nasce da compreensão de que amadurecer não é imobilidade, nem apego ao passado. Mas sim a segurança de acolher o novo sem perder a identidade. Para os arquitetos, maturidade é permitir que o tempo nos transforme sem apagar aquilo que nos identifica. Dessa forma, integrando living, suíte e varanda, o espaço traduz essa filosofia ao criar uma base sólida sobre a qual novas histórias possam ser incorporadas. E revelando por meio do confronto de épocas, linguagens e estilo, que a verdadeira sofisticação está na continuidade e na autenticidade. A paleta de tons terrosos, marrons profundos e nuances minerais é pontuada por verdes intensos e inesperados. A iluminação em camadas valoriza volumes e texturas, destacando obras e objetos, enquanto zonas de luz e sombra reforçam o caráter cenográfico. Selecionado com critério, o mobiliário, integralmente especificado para compor essa atmosfera, traz móveis como o módulo Coltrane e a cama com cabeceira Talalla. Peças escolhidas pela capacidade de atravessar diferentes momentos, sem perder relevância.

Camila Picoli / @volarque

Um espaço que acolhe, desperta os sentidos e transforma a arquitetura em cenário de memórias, encontros e escolhas que permanecem. Assim pode ser definido Essência: quarto criado por Camila Picoli que traduz maturidade como a expressão do tempo vivido com significado. Uma ideia que se manifesta por meio de escolhas precisas – uma paleta de cores neutra e terrosa, a iluminação indireta e cênica – além de uma profusão de texturas, que ajudam a transformar o ambiente em uma autêntica experiência sensorial. Especificado para sustentar essa visão de sofisticação, o mobiliário marca presença, mas sem excessos: o sofá Illi e a cama Brasília estabelecendo o eixo de conforto, acompanhados por mesas como a Boyang, Vide e Nambu, que oferecem um tipo de apoio a um só tempo funcional e elegante. A estante Apex organizando o espaço com leveza e precisão, enquanto peças como o banco Emile e a mesa bar Lena acrescentam versatilidade. Entre todos os móveis, porém, a poltrona Pollux ocupa lugar especial: seu desenho baixo sugere pleno acolhimento, enquanto um detalhe na parte posterior, em material distinto, a torna escultural sob qualquer ângulo.

Caroline Andrusko Arquitetos / @carolineandruskoarquitetos

Compreender que a verdadeira riqueza está naquilo que permanece. Nos vínculos que construímos, nas histórias que compartilhamos e nas memórias que levamos. Tudo isso é o que define a essência da maturidade, segundo a arquiteta Caroline Andrusko. O projeto Capítulos surge assim como uma celebração da passagem do tempo: um espaço que acolhe o presente e preserva o futuro. Mais do que um espaço residencial, o ambiente foi concebido para acolher experiências que atravessam o tempo: refeições compartilhadas, conversas prolongadas, risadas que fortalecem vínculos. A curadoria do mobiliário reforça essa percepção. Módulo Orfei, mesas de centro como a Jud e a caixa bar Manhattan traduzem leveza e atemporalidade. Em contraponto, peças de personalidade como a mesa de jantar Radix e a cama Tassel revelam expressão artesanal. Essa composição de contrastes, segundo Caroline, resume a própria maturidade: razão e sensibilidade, matéria e memória. Entre todas as peças, porém, a mesa Radix e as cadeiras Nori são, para ela, as que carregam maior significado: representam o gesto de compartilhar alimentos e fortalecer vínculos.

Cris Daros / @crisdaros_arquitetura

Silenciar o excesso para revelar o essencial: é nesse gesto que Cris Daros encontra a maturidade. O projeto O Tempo que Transforma traduz essa filosofia em dois ambientes que dialogam com fluidez e onde o luxo não se impõe, mas acolhe. living e estar íntimo/escritório se conectam em um exercício de amplitude e sofisticação. Mármore, camurça, boiserie e tecidos texturizados criam uma composição elegante que convida à contemplação, à pausa e ao habitar a melhor versão de si mesmo. A paleta em branco e verde, por sua vez, reforça a atmosfera de serenidade, enquanto a iluminação cenográfica transforma o espaço em um oásis de conforto e acolhimento. O sofá Evans surge como o coração do living, com suas proporções generosas e linhas limpas. As poltronas Mayu imprimem movimento ao espaço, com seu design giratório que permite múltiplas interações. A mesa lateral Stewart, com seu desenho preciso e acabamento refinado, funcionando como ponto de apoio e elemento escultórico. E por fim, o buffet Sanur, com suas linhas suaves e acabamento que valorizam a materialidade, tornando-se peça-chave para o equilíbrio visual do ambiente.

Deborah Nicolau / @deborahnicolau

No ano em que celebra seus 50 anos, Deborah Nicolau apresenta o Home DNA, um espaço que traduz a maturidade como processo contínuo de evolução. Mais do que um home theater, o ambiente é concebido como refúgio: um lugar de silêncio e emoção, de leitura e contemplação, de encontros e memórias. Para Deborah, maturidade é viver com intencionalidade, cultivar gratidão e continuar evoluindo sem perder a essência. O Home DNA é a materialização dessa visão particular: um ambiente que emociona hoje e que pretende continuar fazendo sentido amanhã.

As curvas percorrem o espaço em movimento contínuo, inspiradas na ideia do infinito. Nada termina em si mesmo; cada gesto conduz ao próximo e o mobiliário vem reforçar essa filosofia. O módulo Baco, peça central do projeto, com suas proporções generosas e encostos móveis, adaptando-se aos mais diferentes momentos: de uma conversa a dois aos filmes assistidos com os amigos. Ao seu redor, poltronas como a Wiggins e a Times, mesas de centro Boyang e Lena, além da estante Apex, compõem uma escultura viva, onde forma e função coexistem em perfeito equilíbrio.

Denise Ribas e Carolina Ribas / @deniselribas / @carollealribas

Na Suíte Permanência, Carolina e Denise Ribas, mãe e filha, celebram a maturidade como a capacidade de fazer escolhas conscientes e valorizar aquilo que resiste ao tempo. Para as arquitetas, o verdadeiro luxo está no que permanece: materiais que envelhecem com dignidade e que atravessam gerações sem perder relevância. No ambiente, o pé-direito elevado amplia a sensação de liberdade e bem-estar, enquanto a madeira, presente no forro, e nos painéis das paredes, aquece o ambiente. Aparente, a estrutura do telhado reforça a honestidade construtiva, enquanto linho, pedra, couro e um grande tapete revelam uma arquitetura que merece ser experimentada pelos sentidos. A paleta cromática privilegia tons terrosos, beges e off-white, criando uma atmosfera serena e atemporal, ao passo que o mobiliário traduz maturidade em estética. Móveis como o sofá Argand e a cabeceira Maschio selecionados por suas linhas orgânicas e atemporais, privilegiando conforto e permanência. A poltrona Coquile simbolizando o equilíbrio conquistado ao longo do tempo, enquanto o módulo e puff Baco complementa a experiência com versatilidade.

Elaine Zanon e Claudia Machado / @arquitetareoficial

Inspiradas pela busca de bem-estar e pela valorização da experiência cotidiana, Elaine Zanon e Claudia Machado, do estúdio Arquitetare, reafirmam, neste projeto, que a verdadeira maturidade na arquitetura é construir espaços que permanecem significativos, revelando sua força na essência, e não na quantidade de elementos. Reflexo da experiência acumulada pelas profissionais na criação de ambientes que reúnem sofisticação e acolhimento, o projeto não apenas atende às necessidades práticas, mas também promove contemplação e pertencimento.

Desenvolvido para valorizar proporção e equilíbrio, o mobiliário foi escolhido com base em seu design atemporal e potencial de permanência como o sofá Patong e poltrona Zac, estruturam as áreas de convivência, enquanto mesas como a componível Lang, e a lateral Moh, traduzem funcionalidade com elegância. Como grande destaque a poltrona Eiru sinaliza a herança oriental da composição. Vistos em conjunto, cada elemento, segundo as arquitetas, foi integrado ao projeto para reforçar a ideia de maturidade como legado ou, em outras palavras, das escolhas que resistem ao tempo e, ainda assim, permanecem relevantes.

Guilherme Bez / @studioguilhermebez

Guilherme Bez parte da ideia de que maturidade é ousar com equilíbrio. Assim, seu espaço foi concebido como uma experiência sensorial, inspirado na superfície lunar e em sua materialidade moldada pelo tempo. Cada relevo é memória, cada textura é registro de transformação. Imperfeições são celebradas como expressão de autenticidade. Tudo nele convida à contemplação: o olhar feminino impresso na cortina sugerindo pausa, o poema em homenagem ao fundador da Artefacto, Albino Bacchi, oculto atrás de uma cortina translúcida.

Reforçando a atmosfera intimista e acolhedora da composição, o mobiliário explora ciclos e permanência. O sofá Papillon, a mesa de jantar Eclipse, as poltronas Ricci e as mesas Louise evocam formas orgânicas e circulares, remetendo às fases da Lua.

A mesa lateral Louise Plissê, em forma de ampulheta, sugere a passagem do tempo, enquanto as molduras Orbit e Aka evocam o movimento dos astros. Entre todas as peças, porém, as molduras Orbit e Aka ocupam lugar especial no imaginário do arquiteto. Além de ampliar o espaço por sua reflexão, elas criam dramaticidade – itens essenciais em seus projetos.

Gustavo Scaramella / @gustavoscaramella

O ambiente Déco Privé, assinado por Gustavo Scaramella, é uma declaração de autenticidade. Com perfume art déco e mistura de épocas e estilos, o projeto não teme sobrepor camadas. As linhas retas da marcenaria funcionam como pano de fundo para obras de arte, mobiliário e objetos compondo uma atmosfera marcante. O jogo de cheios e vazios, texturas e cores imprime intensidade, sem recorrer a falsos neutros. Para o arquiteto, maturidade é autenticidade, ousadia, repertório e segurança. E Déco Privé reproduz essa visão em um espaço marcante, onde moda, arte e arquitetura se encontram para sugerir experiências.

A iluminação é cênica e acolhedora, resolvida em grande parte com peças decorativas que criam uma atmosfera intimista e sofisticada. Escolhido, em função de suas proporções e escala, móveis como a poltrona Moh, a estante Jeri, a mesa de centro Trieste e o buffet Kep compõem um layout fluido e elegante. Juntos, cada item dialoga com a proposta, imprimindo profundidade visual ao espaço e estimulando uma abordagem sensorial. Entre todos, porém, o sofá Direc ocupa lugar especial: versátil, ele é um dos preferidos do arquiteto nos mais diversos projetos.

Ivan Wodzinsky / @ivanwodzinsky

Definições claras, diretas e conscientes. Um espaço residencial com dimensões reais, compatíveis com o mercado atual. O trabalho de Ivan Wodzinsky parte da ideia de que maturidade está nas experiências e no entendimento mais profundo das situações, tanto na vida pessoal quanto no exercício da profissão. Para Ivan, maturidade é continuar trabalhando com a mesma dedicação e entusiasmo dos 20 anos. E essa visão se torna perceptível em cada detalhe deste projeto. Camurça, madeira, couro e microtexturas criam uma atmosfera acolhedora, em tons de bege e marrom, enquanto a iluminação, intimista, divide o protagonismo com a luminosidade intensa das janelas do ambiente. Restrito ao essencial, o mobiliário foi escolhido por sua atemporalidade e pela predominância de materiais naturais na sua confecção. Entre os destaques estão a coluna de jantar Turen, com tampo em mármore marrom imperial, a poltrona Tanah giratória, a escrivaninha Moya e a poltrona Hobie. No living, o sofá Nocmii, a poltrona Tanah e o aparador Delray formam o triângulo conceitual que, segundo o arquiteto, sustenta a harmonia da composição.

Jacy Ebrahim, Cymara Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura / @ebrahimarquitetura

Chegar à 15ª participação na Mostra Artefacto Curitiba é, para as arquitetas Camila, Cymara e Jacy Ebrahim, um marco de maturidade e continuidade. E, para comemorar a data, nada melhor do que celebrar as raízes da marca por meio da presença simbólica de uma jabuticabeira: árvore que evoca memória e permanência. Assim, foi em torno dela, que o trio projetou um lugar de encontros. Um espaço integrado a uma área gourmet e a uma grande varanda, pensado para receber e reunir. E foi assim que nasceu o Café e Varanda. Um ambiente projetado para reconhecer raízes, preservar memórias e criar novas camadas de encontro e convivência.

Reforçando essa narrativa de tempo e legado, o mobiliário foi escolhido em função de sua atemporalidade e capacidade de atravessar gerações sem perder relevância. A poltrona Kamari, com seu desenho orgânico e proporções generosas, sugerindo momentos de contemplação. O banco Hara adicionando versatilidade e, por fim, arrematando a composição, dois móveis essenciais: a imponente poltrona Indiana e a cadeira Molu, inspirada na cadeira diretor, convidando ao convívio em torno à mesa.

Jayme Bernardo / @jaymebernardoarquitetos

Para Jayme Bernardo, a maturidade não tem hora marcada para chegar: é um estado de espírito que acaba sendo alcançado por todos, cedo ou tarde, mas sempre com enorme valor. No projeto Vida Plena, concebido pelo arquiteto para ocupar a vitrine, essa visão se materializa em um loft inspirado pela cidade eterna de Roma. Uma composição na qual painéis e cortinas setorizam o espaço, produzindo uma atmosfera, ao mesmo tempo, sofisticada e acolhedora. Enquanto a iluminação, pensada em camadas, coloca em destaque volumes e materiais, conferindo profundidade e dramaticidade ao conjunto.

Tal qual a capital italiana, trata-se de um espaço que convida a desacelerar e apreciar o belo e, no qual, o mobiliário ocupa papel-chave, ampliando a sensação de requinte: os módulos Opus e Baco estabelecendo o tom exato de conforto. As mesas de centro como a Tarakan e a Lux criando pontos de apoio permanentes. Enquanto, a cama Capricórnio e as cômodas Ray e Greta reforçam a ideia de permanência. E, por fim, a Caixa Bar Pietra que ocupa um lugar especial no projeto, perfeitamente alinhado ao ideal de maturidade perseguido pelo arquiteto.

Jocymara Nicolau / @jocymaranicolauarq

Neste projeto, que leva a assinatura de Jocymara Nicolau, a maturidade é entendida como a capacidade de reconhecer o valor do essencial e transformar escolhas conscientes em espaços relevantes. Inspirada pela cultura nórdica, Jocymara valoriza o luxo silencioso: materiais naturais, conexão com a natureza e escolhas que transcendem tendências. Tal como ocorre no desenho neste loft, no qual a iluminação, desenvolvida por meio de automação, permite diferentes cenários que revelam camadas da arquitetura e transformam a percepção ao longo do tempo.

Pensado com base na sua capacidade de dialogar com a arquitetura, a escolha do mobiliário reforça a intenção de criar um ambiente sofisticado e, ao mesmo tempo, duradouro. Entre os destaques, estão o contemporâneo módulo Kadan – em versão atualizada que ampliou ainda mais as suas possibilidades de configuração –, a coluna de jantar Mulligan com tampo em cristal, a mesa de centro Lamai, de mármore, e a cama Zafra, com suas formas curvas e leveza visual. Entre todas elas, para a arquiteta, a cadeira Etta tem lugar especial. Segundo ela, por conta do equilíbrio e da precisão de seu desenho.

Juliana Meda / @julianamedaarquiteta

Juliana Meda entende maturidade como respeito ao tempo, às pessoas e às escolhas. Uma ideia que se materializa em um lounge concebido para convivência e criação e onde arquitetura e relacionamento se entrelaçam de forma natural. Em síntese, um espaço de trabalho pensado para receber clientes, promover encontros e apresentar projetos, transformando a convivência em eixo central da composição. Concebida em camadas, a iluminação valoriza texturas e reflexos, tendo por base uma combinação de madeira, mármore, couro e tecidos naturais, em permanente diálogo com os tons de vinho e de verde que envolve o espaço. No coração do ambiente, uma ampla ilha de mármore dialoga com a mesa Arco, apresentando o móvel como símbolo de convivência. Ao redor desse núcleo, diferentes atmosferas se revelam: o sofá Geta, as poltronas Nyx e a chaise longue Harrison oferecem acolhimento e pausa, enquanto mesas como Lena, Lux e Giocco imprimem versatilidade e sofisticação. Arrematando a composição, a escrivaninha Regia, acompanhada da poltrona Solis, configuram o espaço criativo, enquanto a caixa bar Pietra amplia a experiência de receber.

Larissa Galindo Arquitetura / @larissagalindoarq

Determinados espaços se limitam a abrigar, outros, a respirar. O Loft Equilíbrio, assinado pela arquiteta Larissa Galindo, nasce dessa intenção: ser um lugar para reunir, contemplar e permanecer. Em meio ao ritmo acelerado da vida contemporânea, o ambiente propõe devolver ao corpo a calma e à mente o equilíbrio. Para a profissional, maturidade é ter segurança para propor aquilo em que realmente acreditamos. O Loft Equilíbrio surge como materialização dessa ideia: um espaço que não remete apenas ao tempo, mas sobre como escolhemos vivê-lo. Como fio condutor, a própria matéria: o linho, que ganha personalidade com o uso; o revestimento das paredes, que celebra as marcas do tempo em vez de tentar escondê-las; e as pedras, que carregam em sua origem milhares de anos de existência. São escolhas que não almejam a perfeição, mas a autenticidade, assim como os móveis: o sofá Blossom, a poltrona Zac, a coluna de jantar Tibau e a cadeira Batar com suas proporções equilibradas e elegância silenciosa. A mesa componível Paloh e os bancos Kalao e Kawe, projetos adaptáveis às diferentes fases da vida, mas sem nunca perder significado.

Lisiê Pissetti / @lisiepissettiarquitetura

Uma paleta de cores claras, enriquecida por texturas sobrepostas, criando uma sofisticação discreta, silenciosa, que não precisa de excessos para se afirmar. Uma iluminação pensada para ser parte da arquitetura: protagonista durante o dia, intimista à noite. Apresentando três atmosferas distintas – sala de jantar, living e refúgio – Permanência, ambiente assinado por Lissiè Pissetti, é exatamente isso: um convite a ficar, a contemplar e a transformar o cotidiano em legado. Afinal, para ela, a maturidade está em valorizar o que permanece. Nesse contexto, a natureza se torna igualmente presente. Fibras naturais, pedras e vegetação compõem uma narrativa sensorial que celebra o tempo como aliado da beleza. Traduzindo acolhimento e permanência, o mobiliário reforça essa linguagem, por meio de suas formas fluídas e orgânicas: o sofá Nouvel, ponto de partida do projeto, com suas linhas arredondadas e estofamento em plumas de ganso. A coluna de jantar Sabang, a poltrona Luisa, o buffet Anyer, com as mesas componíveis Biak e Kentar, ao seu redor, construindo uma composição coesa e atemporal.

Luiz Mori Neto / @luizmorinetoarquiteto

Nas palavras do arquiteto Luiz Mori Neto, maturidade é olhar para trás. É reconhecer uma trajetória construída com disciplina e paixão. Mas, também olhar para frente e acreditar que os melhores projetos ainda estão por vir. Este escritório materializa essa filosofia: um ambiente que honra o passado, ousa nas cores e abre espaço para o futuro. Um espaço, a um só tempo clássico e contemporâneo, instalado em uma casa tombada pelo patrimônio histórico, concebido sem a preocupação de ser arquitetonicamente correto. Mas, sim, a expressão genuína de um instante criativo. Reforçando este ideal de maturidade, o mobiliário foi selecionado com base na sua qualidade atemporal: a caixa bar Chet, a poltrona Armstrong, o cavalete Manuk, o puff Kallady, a cadeira Miarin, a mesa componível Kentar e o aparador Manui. Todos escolhidos pela precisão de seus desenhos e pela capacidade de unir funcionalidade e permanência. Segundo o arquiteto, peças essenciais para a construção de um espaço que não busca apenas atender às necessidades práticas do dia a dia, mas também traduzir identidade e emoção ao longo do tempo.

Priscilla Muller / @primuller.arq

Em Origem, projeto que engloba living, biblioteca e hall, Priscila Muller explora a maturidade como leveza e confiança. Para a arquiteta, amadurecer é aceitar que não temos controle sobre tudo e, ainda assim, viver com serenidade, reconhecendo quem somos e, principalmente, quem não somos. É também reconhecer os aprendizados ao longo da jornada, mas sabendo que nunca seremos completamente maduros. Reflexo dessas convicções, seu ambiente ousa nas escolhas, valoriza o silêncio e transforma o ato de habitar em uma experiência leve e altamente significativa.

A cor terracota domina a paleta, trazendo calor e intensidade, enquanto a iluminação suave, e delicada, reforça o caráter acolhedor. O mobiliário prima por sua capacidade de produzir conforto e oferecer acolhimento. Assim, o módulo e puff Pluma, as poltronas Calisto e Mios, as mesas de centro Pandia e Davis, além do banco Lucero, compõem um espaço pensado para o uso cotidiano e o bem-estar permanente. Entre todos os móveis, a poltrona Calisto ocupa lugar especial: moderna e exclusiva, segundo a profissional, é ela que confere uma personalidade singular ao conjunto.

Samara Barbosa / @arq_samarabarbosa

Em meio à velocidade e às urgências da vida contemporânea, Samara Barbosa apresenta um espaço criado para celebrar a convivência: o café servido sem pressa, a taça de vinho compartilhada, a conversa que se prolonga, o livro aberto sobre a mesa. Em Tempo de Encontro a maturidade se traduz na escolha de materiais que envelhecem com beleza, uma vez que, para a arquiteta, o importante é perceber que o tempo não tira valor das coisas; pelo contrário, ele revela aquilo que realmente importa. Selecionado para compor essa atmosfera de permanência e acolhimento, o sofá Piero estrutura o living com linhas generosas e curvas que convidam ao relaxamento, criando um eixo de conforto e convivência. As poltronas Harrison e Carrie, por sua vez, acrescentam personalidade: a primeira com imponência e proporções marcantes, a segunda com suavidade e versatilidade, permitindo diferentes formas de uso. Entre todas as peças, porém, a caixa bar Pietra é o móvel que traduz a essência do projeto. Mais do que mobiliário, ela simboliza hospitalidade e acolhimento, afinal, abrir suas portas para servir um café ou um vinho oferece sempre a oportunidade de um novo encontro.

Suelen Parizotto Arquitetos / @suelen_parizotto_arquiteta

Há momentos na vida em que a maturidade se revela como liberdade de viver de acordo com nossos próprios valores, sem precisar da aprovação dos outros. Foi com base nessa visão que a arquiteta Suelen Parizotto concebeu o Living Raízes: um espaço criado para traduzir autenticidade e pertencimento, que presta uma homenagem às histórias que nos moldam e às memórias que nos acompanham. Com base em uma paleta de cores sóbria –, em tons de marrom, fendi e café – e materiais como madeira, couro e tecidos naturais para reforçar a ideia de permanência e essencialidade.

Dando corpo a essa narrativa, a escolha do mobiliário evoca valores perenes e essenciais: o módulo Maddox e as poltronas Kan e Luna estabelecendo o tom de acolhimento. As mesas de apoio como a Fylla, Croma e Nambu oferecendo versatilidade e leveza. E, finalmente, a mesa de centro Grid, tomada pela arquiteta como peça de contemplação, com seu interior de vidro trabalhado, produzindo uma sensação de profundidade acentuada, e surpreendendo o olhar. Para Suelen, um exemplo perfeito do melhor design contemporâneo: sofisticado e capaz de atravessar o tempo.

Talita Nogueira / @talitanogueiraarquitetura

Entre Tempos – espaço residencial híbrido que reúne living, quarto e jantar – criado pela arquiteta Talita Nogueira, é uma declaração sobre liberdade e desapego. Inspirado em referências artísticas locais, como o quadro da artista Ju Maia, o projeto celebra a história como patrimônio maior. É um espaço que aponta a maturidade como autonomia: reconhecer que nossa trajetória, com suas camadas e memórias, é o que nos torna verdadeiramente independentes. Reforçando a narrativa de que a construção de um ambiente não deve se limitar a tendências passageiras, mas sim, traduzir repertório e história, o mobiliário assume papel protagonista. O sofá Eos estabelece o eixo de conforto, enquanto mesas como a Yego, Moon e Brass oferecem versatilidade e sofisticação. A cabeceira Mira e o aparador Arco reforçam a ideia de permanência tão cara à arquiteta, ao mesmo tempo em que a moldura Orbit cria um ponto de contemplação. Entre as peças preferidas da profissional, a mesa Shah, a cadeira Vimen e a poltrona Pol ocupam lugar especial: são escolhas recorrentes, que se tornaram quase assinaturas em seus projetos, traduzindo pertencimento e autenticidade.

Viviane Loyola Arquitetos Associados / @viviane_loyola

Para a arquiteta Viviane Loyola, a maturidade, traduzida na criação de espaços contemporâneos, está em compreender que a verdadeira sofisticação não está em perseguir o novo indistintamente. Mas, sim, aquilo que, de fato, permanece. Em criar espaços que acolhem, equilibram elegância e conforto e, acima de tudo, continuam fazendo sentido ao longo do tempo. Tal como neste refúgio integrado – com living, jantar e suíte –, que celebra a chegada da maturidade não como um marco cronológico, de passagem do tempo, mas como conquista de um olhar mais atento e consciente sobre a vida. Um olhar capaz, por exemplo, de selecionar, em meio ao acervo Artefacto, os móveis mais afinados com a linguagem atemporal e as proporções equilibradas do seu projeto. Como o sofá São Paulo que organiza a área de estar, acompanhado pelas mesas de centro Ginza e Pandia e pelas mesas laterais Halston e Ginza. Assim como, no dormitório, a cabeceira Piet, a cômoda Ray e a mesa de cabeceira Berge que reforçam a ideia de permanência. Sem esquecer, claro, da mesa de jantar Circa que ocupa papel central na composição, sinalizando a troca de experiências e a construção de memórias.

Wolfgang Schlögel / @wolfgangschlogelpaisagista

No trabalho de Wolfgang Schlogel, maturidade significa respeito. Tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Essa visão se reflete em seus projetos paisagísticos, concebidos para valorizar o que já existe na natureza e, quando necessário, apenas complementar com sensibilidade. Em seu jardim – que reúne espelho d'água, vegetações diversas, deck em madeira, vasos, esculturas, além de um painel artístico em cerâmica –, rochas e tons terrosos reforçam a conexão com a natureza, enquanto o verde predomina como cor essencial. A iluminação, pontual e calma destaca elementos-chave, criando uma atmosfera serena e acolhedora, adaptada aos mais diversos momentos.

Sintonizado com a proposta do paisagista, o mobiliário outdoor foi escolhido pela sua qualidade construtiva e capacidade de compor o projeto, sem no entanto interferir na leveza geral da composição. Entre os destaques módulos como o Zazah; poltronas como a Gap; e mesas de centro como a Lexter. A poltrona Calisto, porém, ocupa lugar especial: sua transparência e delicadeza permitem uso direto sobre o gramado, integrando-se, como poucas, ao desenho da área.

Serviço

Artefacto

Rua Comendador Araújo, 672 / Curitiba

Inverno: mantas e velas transformam a casa em um ambiente acolhedor

Mostra Artefacto Rio de Janeiro - Claudia Pimenta e Patricia Franco - Credito Marco Antonio (5).jpg
Com a chegada do inverno, os ambientes da casa ganham ainda mais protagonismo. As temperaturas mais baixas convidam a desacelerar e a valorizar espaços que transmitam conforto, bem-estar e uma atmosfera acolhedora, onde cada detalhe contribui para tornar a rotina mais agradável.

Na decoração, pequenos elementos têm o poder de transformar os ambientes. Mantas confeccionadas artesanalmente em lã adicionam textura, aquecem visualmente salas e quartos e proporcionam ainda mais conforto. Já as velas decorativas, mesmo sem fragrância, complementam a composição dos espaços por meio de formas, materiais e acabamentos que reforçam a sensação de aconchego.

Para a estação, a Artefacto Home apresenta uma seleção de mantas produzidas manualmente em lã, que evidenciam o cuidado com o acabamento e a valorização do trabalho artesanal. A curadoria também reúne velas decorativas em diferentes formatos e materiais, como concreto e metal, peças que unem design e sofisticação para compor mesas de centro, aparadores, estantes e cantos de leitura.

A combinação de texturas naturais, iluminação suave e objetos cuidadosamente escolhidos cria ambientes elegantes e convidativos, mostrando que pequenos detalhes são capazes de aquecer a decoração e tornar a casa ainda mais confortável durante o inverno.

Artefacto

www.artefacto.com.br

@artefactooficialbrasil

Artefacto Curitiba abre Mostra anual

Uma exibição de design ou uma exposição de arte.

O tema da Mostra Artefacto 2025, "Viver com Arte”, propõe uma nova janela para um mundo idílico: a arte, em todas as suas formas - desde que seja a que mais converse com você.

Espaços que integram o melhor do design ao melhor da produção artística contemporânea, com ideias escapistas que estão na cartilha de todo arquiteto. Uma leitura mais intelectual, que se apropria panoramicamente dessas expressões para agregar valor ao mobiliário da marca, de um jeito estético e ergonômico.

Inspirada fortemente pelo histórico Manifesto das Belas Artes, do italiano Ricciotto Canudo (1877-1923), a Mostra Artefacto 2025 conecta essa visão ao tema. Canudo defendia a ideia de que as artes deveriam se unir em uma sinfonia que capturasse a essência da experiência humana: a mostra reflete essa integração, promovendo ambientes em que design e arte contemporânea dialogam de forma harmônica, transcendendo
o utilitarismo e transformando cada peça em uma expressão artística e emocional.

A Artefacto, com seu compromisso de inovar, dá um passo adiante ao unir a alta decoração ao manifesto das belas artes, transformando cada peça em uma expressão única de criatividade.

Um novo olhar - e um olhar para o novo.

Esperamos vcs!

MOSTRA ARTEFACTO 2025

Ana Letícia Virmond, Ary Jacobs e Renan Mutao, Bo. Arch Studio, Carol Bollmann, Caroline Andrusko Arquitetos, Cris Daros, Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski, Elaine Zanon e Claudia Machado, Ester Kloss Arquitetos Associados, Fabio Petillo, Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura, Jayme Bernardo Arquitetos, Jocymara Nicolau, Juliana Meda, Larissa Galindo Arquitetura, Lisiê Pissetti, Samara Barbosa, Suelen Parizotto Arquitetos, Talita Nogueira, Viviane Loyola Arquitetos Associados, participam desta edição da Mostra Artefacto.

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Ana Letícia Virmond (@analeticiavirmond)

Ana Letícia Virmond traduz o conceito de “Viver com Arte” por meio de um loft integrado onde arquitetura, arte e cotidiano se entrelaçam com harmonia e fluidez. A paleta em tons de areia e off-white é acentuada por madeira escura e aço, enquanto texturas como linho, couro e mármore branco polido criam uma atmosfera acolhedora e elegante. Os móveis da Artefacto, com suas linhas esculturais e refinadas, tornam-se pontos focais e sensoriais, elevando o espaço à condição de obra viva. Influenciada pela convivência afetiva com seu pai, um apaixonado pelas artes, Ana desenvolveu desde cedo uma sensibilidade estética que permeia sua abordagem profissional. Para ela, arte é linguagem, memória e presença – e deve habitar o dia a dia de forma orgânica e emocional. “Minha identidade profissional é guiada pela sensibilidade, pela elegância atemporal e pelo equilíbrio entre forma, função e emoção.”

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Ary Jacobs e Renan Mutao (@architetonika)

Para Ary Jacobs e Renan Mutao a arte não é coadjuvante: é ponto de partida, estrutura e desfecho neste projeto para a Mostra Artefacto onde o mobiliário foi curado com precisão, compondo uma narrativa calorosa e habitável. O módulo Key Biscayne amplo funciona como convite ao relaxamento e ao convívio; as poltronas Calixto e Crandon, estrategicamente posicionadas diante da caixa-bar Chet, sugerem encontros e pausas afetivas. A mesa de centro apoia momentos cotidianos – de uma leitura a um brinde –, enquanto a estante acolhe livros e objetos afetivos que conectam o morador ao mundo. O resultado é um espaço que transcende a estética e se revela como um refúgio contemporâneo. Um ambiente multifuncional que acolhe tanto o convívio quanto o recolhimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Bo. Arch Studio - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Bo. Arch Studio (@bo.archstudio)

Inspirado na força evocativa da arte, o ambiente assinado por Marina Carvalho e Thalita Peron, do Bo. Arch Studio, propõe um respiro sensível em meio ao cotidiano acelerado. Um lugar que silencia o ruído externo e convida à escuta interna. No espaço, cada curva, textura e escolha estética nascem de uma narrativa afetiva, ancorada na obra “Jardim Secreto”, do artista curitibano Emerson Persona – ponto de partida criativo que reverbera em contornos orgânicos, cores improváveis e atmosferas quase oníricas. O mobiliário, com acabamentos artesanais e traços fluidos amplia essa experiência sensorial – mais do que decorar, acolhe. Pensado como um refúgio íntimo, o ambiente desperta uma sensação de abrigo. Não apenas físico, mas emocional. “Queríamos criar um espaço que escuta, conforta, cura e abraça”, dizem as arquitetas.

Mostra Artefacto Curitiba - Carol Bollmann - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Carol Bollmann (@carol_bollmann)

Na Suíte Master criada por Carol Bollmann para a Mostra 2025, a arte não só ornamenta: ela conduz. O espaço nasce da contemplação da obra de Carlos Araújo, cuja sensibilidade para o sagrado ecoa profundamente na alma da arquiteta. Inspirada por esse diálogo entre espiritualidade e beleza, Carol concebe um ambiente que vai além do repouso físico: ali, o descanso é também da alma. A curadoria de móveis reforça a narrativa: a cama elevada define o centro da composição, enquanto peças como o sofá e a chaise Papillon, as poltronas Vimen, a caixa bar Pietra e as mesas laterais Louise, revelam-se como esculturas funcionais. Não por acaso, Carol descreve essas escolhas como verdadeiras obras de arte: por seu desenho, proporção e capacidade de traduzir sentimentos em forma. A suíte, intitulada “Descanso da Alma”, é também uma síntese da própria trajetória da arquiteta, que também é pianista formada e pintora desde a juventude.

Mostra Artefacto Curitiba - Caroline Andrusko Arquitetos - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Caroline Andrusko Arquitetos (@carolineandruskoarquitetos)

Na intersecção entre o natural e o moldado, Caroline Andrusko propõe uma morada que se lê como paisagem: o espaço não se exibe, ele respira. Para a Mostra, a arquiteta transforma o “Viver com Arte” em gesto essencial, convertendo materiais em linguagem e matéria em silêncio. O ponto de partida é simples e radical: reconhecer na natureza uma estética suficiente: e então, tensioná-la delicadamente com o refinamento do design contemporâneo. O módulo Opus abraça o ambiente com suas linhas generosas; o Austral, comedido, guia o olhar e os movimentos. As mesas de centro Lena e Pandia e a mesa lateral Boyang sintetiza o conceito do projeto: o diálogo entre o bruto e o entalhado, entre a força do mineral e o traço humano. Há quase 20 anos à frente de projetos no Brasil e no exterior, Caroline Andrusko reafirma aqui sua assinatura: uma arquitetura sensível, estratégica e profundamente comprometida com o pertencimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Cris Daros - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Cris Daros (@crisdaros_arquitetura)

No espaço assinado por Cris Daros para a Mostra, a arte não ocupa um lugar: ela conduz o pensamento. Habita as entrelinhas do projeto como uma partitura silenciosa, onde cada linha, sombra e textura parecem contar uma história íntima – o ambiente reflete uma busca por leveza: formas orgânicas, proporções precisas e materiais naturais compõem um cenário que não grita, mas sussurra. O sofá Nocmii, com curvas generosas e acolhimento tátil, é o fio condutor dessa narrativa, operando como um ponto de repouso e de encontro que organiza a fluidez ao redor. O espaço foi concebido como uma “galeria viva”, onde morar e sentir se entrelaçam. Nada é imposto: tudo convida – ao toque, ao silêncio, à escuta. “Valorizo a escuta atenta”, diz. E o espaço, de fato, escuta. Cada curva, cada respiro no layout, parece ter sido pensado para acolher não apenas o corpo, mas o estado de espírito de quem o visita.

Mostra Artefacto Curitiba - Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski (@deborahnicolau)

Inspiradas pela música, Deborah Nicolau e Ana Carolina Wojciechowski compõem um ambiente que soa como melodia. O espaço assinado pela dupla para a Mostra é mais do que visual: é sinestésico. Evoca ritmo e pausa, volume e silêncio, em formas orgânicas que fluem como notas suaves, onde cada escolha é guiada por esse princípio. A caixa bar Pietra, elemento-chave da composição, não é apenas mobiliário: é presença escultórica, ponto de força e refinamento. A luz, distribuída em focos estratégicos, cria cenas intimistas e acolhedoras, valorizando volumes, texturas e a paleta sensorialmente orquestrada. “Mais do que projetar, buscamos emocionar”, dizem. E o fazem com autenticidade: seus ambientes são extensões do humano – verdadeiros em forma e intenção, pensados para tocar quem chega, como uma partitura feita de afeto.

Mostra Artefacto Curitiba - Elaine Zanon e Claudia Machado - Crédito Marco ANtonio (2).jpg
Elaine Zanon e Claudia Machado (@arquitetareoficial/ @elainezanon /@claudiamachadoarqui)

Há espaços que simplesmente se habitam. Outros se experienciam como se fossem obra viva. É essa a proposta da Arquitetare para a Mostra: um loft espetáculo, onde o “viver com arte” se desdobra em camadas de forma, luz e intenção. No coração do projeto, uma escultura suspensa rompe com a lógica tradicional da exposição estática. Instalada diretamente do teto sobre uma mesa central da Artefacto, ela se impõe não por peso, mas por leveza. O mobiliário reforça essa sensação de pertencimento e conexão por meio de uma paleta clara, com tons neutros e naturais, pontuados por um chocolate caramelo intenso, aquecendo o ambiente e acentuando o contraste entre suavidade e potência, entre delicadeza e presença. Para Elaine e Claudia, arte é presença que interroga. E arquitetura é cultura em movimento. “Queremos que o visitante se sinta dentro de uma obra viva”, explicam.

Mostra Artefacto Curitiba - Ester Kloss Arquitetos Associados - Crédito Fabio Jr Severo (3).jpg
Ester Kloss Arquitetos Associados (@ester.kloss.arquitetos)

No ambiente assinado por Ester Kloss, escultura e habitar se entrelaçam: tudo foi pensado como se o tempo tivesse esculpido o espaço com as próprias mãos. A referência ao manifesto das belas artes não se apresenta de forma literal, mas sensorial – em tramas, fibras, volumes, texturas. O quarto do casal é mais do que refúgio: é poema tátil. Os móveis Beach & Country não foram apenas inseridos: foram o ponto de partida. Mais do que mobiliário, essas peças representam uma filosofia estética – o luxo despretensioso de quem valoriza o tempo, a origem, a matéria. A cabeceira central, emoldurada pela arquitetura, transforma-se em foco da composição, como se repousar ali fosse também um ato escultórico. “Este espaço é uma escultura habitável”, afirmam. E é exatamente isso: um espaço onde se sente a matéria viva, onde se percebe o gesto do fazer manual e onde a natureza se manifesta no projetual.

Mostra Artefacto Curitiba - Fabio Petillo - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Fabio Petillo (@petillo.arq)

Na contramão da pressa cotidiana, “Aether Haus” sugere uma pausa. Assinado por Fabio Petillo para a Mostra, o ambiente é menos um espaço e mais um estado: de presença, contemplação e leveza. No centro da cena, uma escultura co-criada com o artista João Moro serve de âncora. Não adorna: comunica. É a tradução física de um ambiente que, embora projetado para ser um living com jantar e bar, se assume como santuário contemporâneo. A mesa de jantar Eclipse inaugura o ritmo do espaço: elegante, atemporal, silenciosamente potente. Os materiais, escolhidos com o rigor de quem traduz conceitos em textura, reforçam a busca por transcendência, sendo que a estética não está ali para impressionar, mas para ressoar interiormente. “É uma morada para o que não se vê – sensações, memórias, intuições. É arquitetura como arte viva, feita para ser sentida antes de ser entendida.”

Mostra Artefacto Curitiba - Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Jacy Ebrahim Largura e Camila Ebrahim Largura (@ebrahimarquitetura /@cymaralargura)

O trio formado por Jacy, Cymara e Camila Ebrahim apresenta um ambiente que traduz a arte como linguagem de identidade e presença, em um projeto que parte da luz natural como fio condutor. No mobiliário, a curadoria reforça a intenção estética e funcional do espaço: a mesa orgânica de centro, com sua presença escultural, atua como ponto de convergência do living, em torno da qual o ambiente se organiza com fluidez. Módulo Kubrick, poltronas Coquille e demais peças de design limpo completam a composição com elegância e conforto, integrando funcionalidade e sofisticação – um refúgio contemporâneo, onde arte, design e natureza se entrelaçam, transformando o morar em uma experiência sensorial e afetiva. Para elas, viver com arte significa habitar um espaço que inspira e emociona.

Mostra Artefacto Curitiba - Jayme Bernardo Arquitetos - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Jayme Bernardo Arquitetos (@jaymebernardoarquitetos)

Em sua participação na Mostra, a arte não é um adereço – é estrutura, conceito, intenção. A vitrine assinada por Jayme Bernardo se divide entre living e jantar com uma planta fluida, porém rebelde. O módulo Meteora, por exemplo, quebra expectativas: de costas para quem observa de fora, ele subverte a lógica da vitrine e redefine o gesto de acolhimento. Aqui, a surpresa é o projeto. Mais do que explorar o tema “Viver com Arte”, Jayme o incorpora como premissa vital. A arte – com “A” maiúsculo – está presente em cada decisão: nas obras escolhidas com precisão cirúrgica, nos objetos cheios de personalidade, no painel de madeira geométrico que se repete ao fundo como textura, ritmo e luz. A mesa de jantar Arco com prato giratório e as cadeiras Carrie ocupam o centro do jantar com a postura de um clássico redesenhado. Jayme tem aversão ao óbvio e faz disso sua maior assinatura. Seu ambiente não é sobre tendências, mas sobre tempo. E sobre estar sempre um passo adiante.

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Jocymara Nicolau (@jocymaranicolauarq)

Na composição assinada por Jocymara Nicolau para a Mostra, arte e arquitetura se dissolvem uma na outra. O espaço nasce da natureza – sua paleta, suas formas, seus intervalos – e transforma o orgânico em design, o design em experiência, e a experiência em tempo. A composição se desdobra em quatro ambientes, costurados por um mesmo espírito: o de uma arte que não se impõe, mas se revela. Obras de artistas como Juliano Lopes, Renata Kandelman, EneGoes e Thiago Bruno surgem como prolongamentos visuais da arquitetura, jamais como apêndices decorativos. Sofás Direc, a cama Zafra, mesas laterais Nusa e cadeiras Batar são mais do que peças: são presenças. Formas que tocam. Texturas que acolhem. Ao fundo, o jardim natural emoldurado pela janela transforma-se em obra viva, dissolvendo os limites entre interior e exterior. Um lugar onde o visitante é convidado a sentir com o corpo, a escutar com o olhar.

Mostra Artefacto Curitiba - Juliana Meda - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Juliana Meda (@julianamedaarquiteta)

O espaço de Juliana Meda para a Mostra é atmosférico – um refúgio onde o tempo desacelera e o silêncio se torna matéria-prima. A escultura de Kyria Oliveira, em tom terroso, opera como pausa: suspensa entre arquitetura e ar, ela ancora o olhar e pausa a pressa de quem passa. Móveis com traços orgânicos, mesas que funcionam como pequenos respiros, tecidos crus, cerâmicas artesanais e superfícies minerais compõem uma partitura tátil onde o olhar repousa e o corpo desacelera. “Quis materializar o ar”, diz Juliana. E conseguiu. O espaço é leve, poroso, quase inaudível. “A arte”, ela afirma, “não vem depois – nasce junto”. E isso se sente em cada centímetro do projeto, que não impõe, mas revela. Ao atravessar o ambiente, o visitante entra num outro tempo: algo mais interno, onde o vazio também fala e onde a beleza não ostenta, mas permanece.

Mostra Artefacto Curitiba - Larissa Galindo Arquitetura - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Larissa Galindo Arquitetura (@larissagalindoarq)

Em sua participação na Mostra, a arquiteta Larissa Galindo propõe um gesto calmo, sutil, porém memorável – seu ambiente convida à desaceleração. Dividido em três espaços integrados – sala principal, hall dos banheiros e lavabo – o projeto nasce do desejo de provocar bem-estar. Na ausência de janelas, Larissa cria uma solução delicada, por exemplo: uma falsa abertura zenital, que simula a luz natural e integra visualmente o verde externo. A natureza aparece não só nos jardins, mas também na paleta de cores, nos materiais orgânicos, nas texturas artesanais e na presença de obras como a tapeçaria que domina a parede do hall. “Para mim, viver com arte é conseguir perceber o extraordinário no ordinário”, sintetiza.

Mostra Artefacto Curitiba - Lisiê Pissetti - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Lisiê Pissetti (@lisiepissettiarquitetura)

O ambiente assinado por Lisiê Pissetti para a Mostra nasce do espaço, da memória e da música. Inspirado nas antigas tertúlias que aconteciam em salões privados e casas de família, onde arte e afeto se misturavam com naturalidade, o projeto é uma homenagem à cena artístico-musical do Paraná e ao gesto atemporal de reunir. No centro, o módulo Zazah, peça-chave da Artefacto Beach & Country estabelece o tom: convida à conversa, à permanência, à contemplação. Ao fundo, uma escultura de violoncelo em grande escala não apenas pontua a presença da música, mas a reafirma como alma do espaço. A homenagem se estende à família Brandão, notável por seu protagonismo na música erudita local. “Um projeto com identidade, presença e intenção”, define Lisiê.

Mostra Artefacto Curitiba - Samara Barbosa - Crédito Fabio Jr Severo (2).jpg
Samara Barbosa (@arq_samarabarbosa)

O projeto desenvolvido por Samara Barbosa se revela como um gesto contínuo de elegância onde viver com arte é mais do que cercar-se de peças visíveis: é transformar o próprio espaço em um organismo sensível. Inspirada pela arte moderna brasileira e pelos princípios do modernismo europeu, Samara concebe um refúgio que equilibra sofisticação estética com conforto. As linhas são fluidas, a marcenaria é escultural, e a paleta – sóbria e aquecida por tons terrosos – conduz o olhar com suavidade. Em meio a essa composição, a arte não se impõe: ela emerge. A mesa de centro e a chaise assumem protagonismo na narrativa ajudando a contar a história de um lugar pensado para receber, acolher e desacelerar. Tudo convida à permanência e, ao valorizar o traço arquitetônico, Samara também realça o silêncio entre as formas – espaço onde mora o pertencimento.

Mostra Artefacto Curitiba - Suelen Parizotto Arquitetos - Crédito Fabio Jr. Severo (3).jpg
Suelen Parizotto Arquitetos (@suelen_parizotto_arquiteta)

Suelen Parizotto converte seu living numa celebração. Não só do encontro, mas da natureza, da brasilidade e da arte que nasce do simples. Em seu primeiro ambiente totalmente Beach & Country, a arquiteta revela um gesto maduro e afetuoso, onde a estética não domina, mas acolhe. Inspirada pelos encontros em família, pelas texturas da terra e pela beleza contida nas imperfeições, Suelen concebe um grande living dividido em dois espaços integrados. A arte, neste projeto, não está na assinatura de um nome, mas sim no gesto que molda uma garrafa de barro, no tear que borda um tapete, na curva de um sofá que abraça o ambiente. “Viver com arte é permitir que a natureza também participe – que o vento atravesse, que a terra respire, que o silêncio dos elementos diga o essencial”.

Mostra Artefacto Curitiba - Talita Nogueira - Crédito Marco Antonio (2).jpg
Talita Nogueira (@talitanogueiraarquitetura)

Talita Nogueira apresenta um espaço inspirado por um poema japonês, numa proposta que nasce do silêncio, da contemplação e do tempo desacelerado. Um abrigo sensorial onde a arquitetura se transforma em verso e o habitar se revela como gesto poético. Uma galeria afetiva atravessa a sala: quadros compostos por frases escritas por clientes ao longo da história do escritório – é arquitetura que se constrói a partir do vínculo. A paleta é clara, etérea, mas pontuada com toques de bordeaux que aquecem e surpreendem. Para Talita, “viver com arte é habitar a poesia”. Seu projeto na Mostra entrega isso com delicadeza e coragem, transformando o uso em experiência, o cômodo em contemplação, a arquitetura em presença. Sua identidade reside nos detalhes – este ambiente, calmo e potente, é um convite à pausa.

Mostra Artefacto Curitiba - Viviane Loyola Arquitetos Associados - Crédito Fabio Jr. Severo (2).jpg
Viviane Loyola Arquitetos Associados (@viviane_loyola)

Viviane Loyola traz uma proposta que parte da fluidez. O ambiente se constrói como uma experiência contínua, em que a cor, a forma e a luz dançam de maneira orquestrada. Com base neutra, quase inteiramente branca, o projeto é um campo aberto onde a arte ganha protagonismo: obras fluidas, esculturas orgânicas, peças de pedra com veios que lembram pinceladas espontâneas. O mobiliário da Artefacto desempenha um papel essencial nessa composição, com peças repletas de detalhes, mas que nunca pesam. A sofisticação surge da contenção, da harmonia entre matéria e presença. “Amor e cuidado” são as palavras-chave da arquiteta que se manifestam em cada gesto seu profissional. Um espaço que, em meio à correria do cotidiano, oferece abrigo, contemplação e respiro.

Serviço

Artefacto

Rua Comendador Araújo, 672

Curitiba / PR

www.artefacto.com.br

@artefactooficialbrasil

ARTEFACTO CURITIBA APRESENTA VITRINES ASSINADAS POR

A Artefacto Curitiba revela suas novas vitrines dentro do conceito “Meu Lugar”, em sintonia com a Mostra Artefacto 2024. Os espaços levam a assinatura das arquitetas Caroline Bollmann, do Espaço A Arquitetura, e Jocymara Nicolau, do escritório Jocymara Nicolau Arquitetura, em uma interpretação única e inspiradora do tema.

Para Caroline Bollmann, a proposta de sua vitrine foi conceber um ambiente que simbolizasse o escritório da homenageada, Jocymara Nicolau, que, por sua vez, assina a segunda vitrine. O resultado é um espaço imponente de mais de 100m², que reflete a essência de um escritório de arquitetura sofisticado, atemporal e equilibrado.

“Busquei criar um ambiente sem excessos, mas repleto de personalidade, formas e texturas — elementos que, de certa forma, conectam o meu trabalho ao da Jocymara”, destaca Caroline Bollmann.

O espaço da homenageada é estruturado em quatro amplas áreas, onde a presença marcante do mobiliário Artefacto Beach & Country se destaca. A curadoria das peças reflete uma paleta harmoniosa, combinando diferentes texturas e materiais, como o couro soleta, linho e madeira freijó. Elementos icônicos, como o banco Porter, o banco Kalao e as mesas de centro Lang, reforçam a sofisticação do projeto.

A varanda — ponto de partida do conceito de integração das vitrines — funciona como uma instalação que propõe uma reflexão sobre a importância das texturas e tramas. A composição explora o impacto das matérias-primas e do design no despertar de novas percepções e sensações.

Na vitrine assinada por Jocymara Nicolau, o conceito traduz a essência do universo arquitetônico por meio de uma composição equilibrada entre formas retas e orgânicas, texturas autênticas e materiais em seu estado mais puro. Este espaço presta uma homenagem a Caroline Bollmann, consolidando o intercâmbio criativo entre as duas profissionais.

Juntas, Jocymara e Caroline conceberam uma instalação efêmera que une ambas as vitrines, criando uma continuidade visual e física com a área externa. Esse espaço, por sua vez, recebe com destaque as poltronas Ella, lançamento exclusivo da Artefacto Beach & Country.

A escolha por elementos naturais também foi um ponto central na concepção do projeto. Um exemplo marcante são as mesas Paloh, que trazem tampos em pedra mineral, enfatizando a conexão com a natureza — um dos pilares do trabalho de Caroline Bollmann.

Cada detalhe das vitrines foi pensado de forma conjunta, respeitando as individualidades e preferências de cada arquiteta, ao mesmo tempo em que evidencia os pontos de convergência entre seus estilos. O resultado é um encontro de criatividade e sofisticação que traduz, com maestria, a identidade da Artefacto Curitiba.

Serviço

📍 Artefacto Curitiba

Rua Comendador Araújo, 672 – Batel

📞 (41) 311-2300

📲 @artefactooficialbrasil

📲 @bcartefacto

📲 @carol_bollmann

📲 @jocymaranicolauarq

#Artefacto #ArtefactoCuritiba #BCArtefacto

Swell Construções e Artefacto no Paraná: o Jardins Artefacto by Swell

Concerto de lançamento do primeiro empreendimento da collab das marcas Swell Construções e Artefacto no Paraná: o Jardins Artefacto by Swell.

Na ocasião, teremos uma apresentação ao vivo da sinfonia Tapajós 177, uma homenagem a esse endereço tão especial em Curitiba, pelo Quinteto Brandão.

Artefacto Home traz novos cestos para decoração.

Ambiente Andrea Teixeira - Mostra Artefacto Beach & Country - Crédito:Marco Antonio

Além de facilitar a organização e a limpeza, os cestos ajudam a imprimir uma sensação de acolhimento, e bem-estar, aos mais variados ambientes da casa. Na coleção Artefacto Home, eles podem ser encontrados em diversos materiais, sempre a postos para atender a diferentes funções no contexto doméstico: desde o armazenamento de objetos até a criação de nichos decorativos. Produzidos artesanalmente, conheça alguns modelos indicados para equipar não apenas as áreas de estar, mas também os quartos, o home office, o lavabo e o hall de entrada. Sempre deixando qualquer espaço ainda mais charmoso.

CestoParati_Marron_01154040_001.jpgCestoParati_Laranja_01154034_001.jpgCestoParati_Natural_01154033_002.jpg

Cesto Parati

Medidas: Diâm 050x040h

Material: Feito a mão em palha de milho e detalhe em couro.

CestoSaquarema_PalhaNatural_01154088_01154087_002.jpg

Cesto Saquarema

Medidas: 040x030x020 / 035x023x018h

Material: Feito a mão em palha de milho e detalhe em couro.

CestoTubo_Preto_12154053_001.jpg CestoTubo_Preto_12154055_001.jpg

Cesto Tubo

Medidas: Diâm 040x035h / Diam 050x022h

Material: Tubo de fita malha em poliéster, com enchimento de fibra siliconada, feito a mão, alça de couro.

CestoBrighton_07154014_001.jpg

Cesto Brighton

Medidas: Diâm 040x040h

Material: Tubo de lã de fibra siliconada, feito a mão com alça de couro

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Cesto Copacabana

Medidas: 040x040x034h

Material: Feito a mão, em palha de milho e detalhe em couro

CestoTranca_01154127_002.jpg

Cesto Joatinga

Medidas: Diâm 031x042h

Material: Feito a mão, em palha de milho e detalhe em couro.

CestoLecceDourado_01154119_001.jpg CestoLecceTelha_01154118_001.jpgCestoLeccePrata_01154117_001.jpg

Cesto Lecce (outdoor)

Medidas: Diâm 040x040h, Diâm 050x022h

Material: Estrutura em aço inox e corda náutica (feito a mão)

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Cesto Leeds

Medidas: 050x022h

Material: Tubo de lã com enchimento de fibra siliconada, feito a mão com alça de couro

CestoLeucaBeige_01154109_001.jpg CestoLeucaDourado_001154115_001.jpgCestoLeucaMarinho_01154103_001.jpg

Cesto Leuca (Outdoor)

Medidas: 040x034x019h / 050x040x024h

Material: Estrutura em aço inox, corda náutica (feito a mão)

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Cesto Palha Natural

Medidas: 035x023x018h / 048x034x021h/048x034x021h

Material : Feito a mão em palha de milho com detalhe em couro

Artefacto e Artefacto Beach & Country inauguram Mostra 2024

Meu lugar é o tema das Mostras Artefacto 2024, apresentando ambientes capazes de promover um real encontro entre talentos criativos: arquitetos - e/ou designers de interiores -, e seus homenageados. Assim, as Mostras Artefacto e Artefacto Beach & Country, D&D, deste ano, se propõem a investigar esses dois mundos, convocando cada criador a se inspirar em uma personalidade para projetar um espaço exclusivo. Ou, em outras palavras, um lugar no qual seus convidados - mas também eles -, pudessem chamar de seus.

Arte e design. Música e mobiliário. Literatura e moda. O contato direto com a natureza, mas, também, a necessidade de aprimorar as condições de conforto. Muitos foram os aspectos envolvidos na construção dos 14 ambientes que compõem a mostra deste ano. Espaços em condições de trazer à tona algumas questões nem sempre abordadas pelos profissionais: Afinal, qual o meu lugar neste espaço? O que nele reproduz meu estilo e valores? Ou, por outro lado, o que o torna tão familiar e reconhecível a quem ele se destina?

Em paralelo, nosso showroom apresenta a coleção Vér - Edition 2024. A sétima desenvolvida pela diretora - criativa Patricia Anastassiadis para a Artefacto, que dialoga com a leveza, com o movimento e com o resplendor da natureza, por meio de peças que desvelam um design contemporâneo, de caráter intemporal. Cara "Nós estamos vivendo tempos difíceis, ansiosos. Na intimidade, buscamos conforto e escape. A coleção nasce de um desejo de conexão com a delicadeza. Parte de um diálogo com o feminino e de um vínculo com o natural", explica Patricia. "Minha ideia foi encurtar a distância entre o móvel e a obra de arte. As peças têm um caráter escultórico, mas são também extremamente funcionais e confortáveis". Para atingir tal efeito, a designer empregou, em suas criações, a madeira torneada, em um trabalho muito cuidadoso, que une a indústria e o artesanal.

"Nossas coleções são apresentadas, anualmente, antes da temporada internacional do design, o que reforça nosso compromisso com a integridade do nosso desenho", pontua Paulo Bacchi, CEO Artefacto."Quase cinco décadas depois da nossa fundação, continuamos fiéis ao fatto a mano, associado às mais avançadas tecnologias", afirma. Segundo Bacchi, somente a partir de processos avançados - que permitem dobra, curvatura e usinagem sofisticadas - foi possível alcançar toda a leveza exigida pela Edition 2024. "Buscamos por formas atemporais e cosmopolitas, por trançados à mão. Poéticas na organicidade,rigorosas na qualidade e excelentes em sua autenticidade", resume ele.

Líder de mercado no sul dos Estados Unidos. Presente em edifícios projetados por Antonio Citterio, Renzo Piano, Bjarke Ingels e Zaha Hadid, entre outros, este ano a Artefacto se prepara para alçar vôos ainda mais altos. Em setembro, sob o comando de Pietro e Bruno Bacchi, terceira geração da Artefacto, a mais nova flagship da marca vai abrir suas portas na concorrida Madison Avenue, no coração de Manhattan, em Nova York. Sempre em sintonia com os novos hábitos,
demandas, desejos e anseios dos consumidores mais exigentes. Mas, ainda assim, em total conexão com o mundo natural.

Esperamos vocês!

MOSTRA ARTEFACTO 2024

Bc Arquitetos, Bruna Mokfa, Debora Valente, Gabriela Angonese Arquitetura, Hayasaki Arquitetura, Lethicia Panossian, Luciana Almeida e Rocha Andrade Arquitetura participam desta edição da Mostra Artefacto 2024.

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Bc Arquitetos / @bcarquitetos

Despojado, repleto de elementos naturais e livre de qualquer excesso, o living com jantar integrado, projetado pelo BC Arquitetos, em sua terceira participação da Mostra Artefacto, reproduz uma atmosfera leve, quase cenográfica, onde a suavidade da composição é tomada com recurso de estilo para evidenciar os poucos, e bons, móveis e objetos.

O minimalismo etéreo é endossado por coleções de caixas, castiçais e obras de arte de peso, cuidadosamente selecionados pelo homenageado, o consultor de estilo Aldi Flosi, que incluiu peças do seu acervo na ambientação. Com cerca de 46m², estar e jantar, o espaço tem na funcionalidade sua principal premissa, condição expressa por móveis como o módulo Meteóra, as mesas de centro Boyang, as poltronas Mentha, a mesa de jantar Eclipse e a caixa bar Pietra, compondo um lounge de convívio elegante e acolhedor. Perceptível em cada detalhe, a delicadeza, elemento que se faz sempre presente nas criações do escritório, é perceptível na escolha dos tecidos, dos revestimentos e até na vegetação, Em resumo, um ambiente no qual nada parece excessivo ou acessório. E onde a estética clean se revela na rigorosa curadoria dos móveis e objetos.

Bruna Mokfa - Mostra Artefacto D&D - Crédito MCA Estudio (2).jpg
Bruna Mokfa / @bruna.mokfa

Um home-office funcional, mas sem deixar de lado a originalidade. Foi essa a proposta da arquiteta Bruna Mokfa, em sua terceira participação na Mostra Artefacto. Um ambiente de 61m², inspirado na rotina da artista Laís Demarchi, designer de joias, que se destaca pela abordagem artesanal e pela preocupação com práticas sustentáveis.

Para imprimir exclusividade ao espaço, a arquiteta e designer de interiores, optou por tons neutros para evidenciar os elementos mais imponentes, como o mobiliário. “Usei a mesa Lena para a sala de reunião, o que trouxe a sensação de um lugar muito privado, quase de refúgio, para ser usado tanto em reuniões, como nos momentos de criação”, explica ela. Já a poltrona Wiggins foi alocada em um confortável canto de leitura, assim como elegante módulo Discovery, posicionado na sala de espera.

A diversidade de texturas é um elemento que ganha destaque. Tecidos nas paredes, veludo na poltrona e linho nos detalhes, ajudam a criar uma estética acolhedora e refinada, que fica ainda mais realçada pelos acabamentos originais no piso. Arrematando a composição, boisseries nas paredes e uma curadoria primorosa das obras de arte e objetos.

Debora Valente - Mostra Artefacto D&D - Crédito Raphael Briest (2).jpg
Débora Valente / @deboravalentedv

Com 52m², o living-lounge da designer de interiores Débora Valente seduz por sua atmosfera instigante, criada sob medida para Daniela Gontijo, CEO da Louis Vuitton. O universo luxuoso da grife francesa, assim como o estilo da homenageada - a primeira mulher a assumir o comando das operações da marca no Brasil -, aparecem refletidos em um ambiente de estar, e em um lounge com jantar, contemporâneos e originais.

Uma base de cores neutra, com destaque para os tons terrosos, evidencia as texturas bem marcadas e os móveis, escolhidos a dedo, para compor os diferentes setores do espaço. “Essas cores nos ajudam a desacelerar o ritmo agitado do dia a dia, colaborando para que possamos aproveitar melhor o lado envolvente do lar”, reflete a designer.

A harmonia evocada pela designer se faz presente no desenho de móveis como o aparador Emile, a coluna de jantar Alderaan, as mesas laterais Croma e Shade. Peças não apenas funcionais, mas que a partir de seu design livre de excessos, se colocam em fina sintonia com os dias de hoje. Por fim, o módulo Orfei, os puffs Nick e Dorset, assim como a caixa bar Pietra respondem pela atmosfera convidativa e agradável do ambiente.

Gabriela Angonese Arquitetura - MOstra Artefacto D&D - Crédito MCA Estudio (2).jpg

Gabriela Angonese Arquitetura / @gabiangonese

Em sua primeira participação na Mostra Artefacto, a gaúcha Gabriela Angonese projetou este living com jantar integrado, de 65m², para homenagear a empresária Esther Schattan. Inspirada pelo estilo de vida da empresária, a arquiteta criou um espaço generoso para receber a família com todo o conforto a elegância.

Principal elemento da composição, o sofá Eos - que aparece acompanhado das modernas e leves mesas laterais Boyang - colabora para tornar o living ainda mais funcional e convidativo. Interligando as áreas de estar e jantar está o buffet Greta, que ainda serve de apoio para a mesa Lena. Por fim, a impactante moldura Aka surge em uma inspirada composição que ocupa uma das paredes centrais do ambiente.

A sensação de harmonia e de equilíbrio que emana do espaço advém, segundo a arquiteta, do uso de revestimentos em tonalidades neutras, texturas e estampas originais. Assim como dos bouclês, couros e lâminas de madeira naturais, além dos muitos pontos de cor, presentes nos acessórios Artefacto Home, que ajudam a imprimir uma atmosfera ainda mais contemporânea e intimista à composição.

Hayasaki Arquitetura - Mostra Artefacto D&D - Crédito MCA Estudio (2).jpg
Hayasaki Arquitetura / @fabianohayasakiarquiteto / @taniahayasaki

Em sua quinta participação na Mostra Artefacto, o casal Fabiano e Tania Hayasaki apresenta um lofl com cerca de 80m², cheio de referências contemporâneas para um tema que é paixão nacional: o futebol. Como homenageado, o jogador Edmílson Moraes, pentacampeão mundial com a seleção brasileira, e, atualmente, à frente da Fundação Edmílson, instituição que, desde 2005, auxilia crianças carentes.

Ao todo, são três ambientes que evocam a afetividade, a carreira vitoriosa e o prazer do jogador em compartilhar a vida em família. Na base da composição, revestimentos em tonalidades rebaixadas, móveis em tons terrosos, além de ferragens metalizadas em dourado. Uma mistura equilibrada de materiais que, somada à iluminação cuidadosa e lúdica, resultou em um estar, conjugado com jantar, moderno e convidativo.

Integrados, os espaços foram setorizados pelo desenho do mobiliário, que valoriza o conforto e realça as lembranças da trajetória profissional do jogador. Caso da estante no quarto, que surge em composição com a cabeceira Maschio, o banco Emile, e a mesa de cabeceira Lou Lou. Ou ainda do módulo Escape, da poltrona Phili e do pu Dorset, no estar.

Lethicia Panossian - Mostra Artefacto D&D - Crédito Raphael Briest (2).jpg

Lethicia Panossian / @lethicia_panossian

A sensação de exclusividade e glamour nortearam a designer de interiores Lethicia Panossian, na composição deste lofl, com 67m², projetado para sua estreia na Mostra Artefacto. Ao homenagear o apresentador Amaury Júnior, a profissional investe em uma estética luxuosa, traduzida em espaços cheios de brilhos e revestimentos sofisticados.

Com base em uma paleta de tons o white, o requinte da composição fica evidenciado pela iluminação cênica e pela primorosa junção de muranos metalizados, cristais com toques dourados, perolados e bronze. Isso, sem falar das muitas, e diversas, texturas e tramas dos tecidos, carpetes e estofados, além das obras de artes e esculturas.

“O ambiente reflete, coincidentemente, o estilo dos meus interiores, sempre construídos com base em muita exuberância e exclusividade, e com especial cuidado na seleção das cores e texturas, pensadas para dotar os espaços de toda amplitude e grandiosidade” possíveis, conta Letícia. “Trata-se da atmosfera perfeita para realçar um mobiliário como o da Artefacto, que representa um verdadeiro convite ao acolhimento, tão bem expresso em peças como o módulo Kubrik e a cabeceira Piet”, resume ela.

Luaciana Almeida - Mostra Artefacto D&D - Crédito Raphael Briest (2).jpg
Luciana Almeida / @lucianaalmeidaarquitetura

Em sua sexta participação na Mostra Artefacto, a arquiteta Luciana Almeida, explora as muitas nuances da feminilidade, em um living com jantar, de aproximadamente 58m². O espaço homenageia a jornalista Mônica Salgado. Segundo ela, uma mulher delicada e, ao mesmo tempo, muito forte. “Sua beleza, seu carisma e, sobretudo, sua determinação em alcançar seus objetivos são inspiradores. Mas também pesou o fato dela trabalhar com moda, que eu amo, e gostar de cor de rosa, que eu também adoro”, diz.

Confortável, o ambiente traz um estar intimista, com dois módulos Austral posicionados de frente, um para o outro, para estimular o convívio e as conversas, assim como as poltronas Liberty e as cadeiras Silhouette e Hara.

Para reforçar ainda mais a estética delicada da composição, os revestimentos exibem tonalidades suaves, sobretudo o nude, o bege e o rosa. Além de texturas agradáveis ao toque, mas de presença marcante, como a do veludo, do bouclê e da camurça, determinando assim um ambiente harmonioso e muito acolhedor. “Leve e suave, mas nem por isso, menos elegante”, afirma a profissional.

Rocha Andrade Arquitetura - MOstra Artefacto D&D - Crédito Marco Antonio (3).jpg
Rocha Andrade Arquitetura / rochaandradearquitetura

A sensação de leveza caracteriza este lofl de 54m², com estar, jantar e quarto, criado pela arquiteta Cristina Rocha Andrade e pela designer de interiores, Patricia Rocha, do escritório Rocha Andrade Arquitetura. Homenageada pelo duo, foi a cantora Ana Clara, que inspirou a estética limpa, e sem maiores excessos evidenciada pelo ambiente. “Calmo e acolhedor, trata-se do espaço ideal para a Ana se desconectar após uma agenda agitada de shows”, conta Cristina.

Móveis protagonistas, a composição dos sofás Geta, complementada pelo conjunto de mesas componíveis Carlo, imprime um toque de contemporaneidade ao living. Uma solução de efeito, que assegura uma flexibilidade ainda maior ao layout, ao permitir ajustes sempre que necessários.

Já a moldura Elie realça ainda mais o painel de quartzo, valorizando ainda mais ainda mais o seu desenho e o do par de poltronas Times. Por fim, no quarto, a cabeceira Harrison, revestida em couro, se alinha, com precisão, ao ideal de contemporaneidade e nobreza perceptível em todo o projeto.

MOSTRA ARTEFACTO BEACH & COUNTRY 2024

André Leite e Bruna Ximenes, Beatriz Siqueira, Bruna Marrucci Arquitetura e Interiores, Camila Amabile, Celine Lupi Arq + Design e Joia Bergamo Arquitetura e Design de Interiores participam desta edição da Mostra Artefacto 2024.

André Leite e Bruna Ximenes - Mostra Artefacto Beach & Country - Crédito Raphael Briest (2).jpg

André Leite e Bruna Ximenes / @ximenesleitearquitetura

Projetado pelos arquitetos André Leite e Bruna Ximenes para a modelo Cássia Ávila, este lofl, com 96m², poderia muito bem estar localizado numa praia paradisíaca, ou em uma paisagem bucólica no campo. Com base em premissas como conforto, descontração e elegância, os profissionais criaram, de fato, um ambiente original, que surpreende pela sua curadoria primorosa e autenticidade.

Com estar e jantar integrados, a escolha dos móveis priorizou peças capazes de criar uma atmosfera, a um só tempo, luxuosa e instigante. Caso, por exemplo, da mesa de jantar Navagio e das cadeiras Batar. Assim como do módulo Noronha, do sofá Direc e das poltronas Mayu e Mios. Entre os revestimentos, o branco, o bege, além de uma pitada de mostarda, serviram de base para a criação de um visual harmônico e equilibrado.

Materiais como mármore, palha, pedra, madeira e tecidos nobres, somados à iluminação cuidadosa e bem marcada, realçaram ainda mais os detalhes e ajudaram a setorizar os diferentes espaços. O toque final ficou por conta de fotos da própria modelo, a maioria delas em poses icônicas, adicionando um toque pessoal e glamuroso ao ambiente.

Beatriz Siqueira - Mostra Artefacto Beach & Country D&D - Crédito Raphael Briest (2).jpg
Beatriz Siqueira / @beatrizsiqueiraarq

Ao homenagear Marcos Vieira, galerista com gosto apurado e olhar singular, a designer de interiores Beatriz Siqueira tomou como base a arte e a habilidade de Vieira em transformar sua galeria em um lugar permanentemente em movimento. Como resultado, surgiu este grande lounge, com 113m², que se conecta diretamente a um deck externo, e no qual a bem estudada paleta de cores promove uma integração que salta aos olhos. Imprimindo uma funcionalidade fluída ao ambiente, o mobiliário reforça a estética dinâmica almejada pela profissional. A linha See por exemplo agrega flexibilidade. Já a mesa de jantar Pantar, os puffs Lupion e Kamari, e as poltronas Moh e Kamari, evocam o bem-receber, uma característica marcante da personalidade do homenageado.

Dotado de um paisagismo digno de nota, o ambiente, como um todo, foi elaborado a partir de tonalidades suaves, combinadas ao verde alpine e ao sage. Cores capazes de colocar em destaque as muitas obras de arte que, estrategicamente posicionadas, se espalham por suas paredes. “Intimamente ligado à natureza e à arte, trata-se de um espaço que une a generosidade de um lounge ao frescor de um jardim”, resume Beatriz.

Bruna Marrucci Arquitetura e Interiores - Mostra Artefacto Beach & Country D&D - Credito Raphael Briest (2).jpg
Bruna Marrucci Arquitetura e Interiores / @brunamarrucci.arq

Um espaço de convívio moderno e flexível, com contrastes marcantes produzidos pela diversidade de materiais, marca a estreia de Bruna Marrucci na Mostra Artefacto Beach & Country. Com 62m², o estar explora a madeira, o concreto e as cores neutras e atemporais. Em contraponto, mármore, metais, tecidos nobres e obras de arte entram com vigor e requinte, criando uma atmosfera contemporânea e muito convidativa.

Homenageando Luiza Helena Trajano, a arquiteta se inspirou na trajetória empreendedora da empresária e no simbolismo de suas conquistas como mulher. Com isso, o ambiente ganhou toques eminentemente femininos. “A Luiza adora obras de arte, e, o ambiente, conta inclusive com um quadro de Burle Marx, além de muitos arranjos florais, que imprimem suavidade e sofisticação ao espaço”, conta ela.

Em sintonia com a proposta, o mobiliário reforça a função de convívio. O módulo Yar se estende por todo o living, amparado pela poltrona Maros e pela imponente mesa componível Talpe. Com seu tampo de mármore e a coluna de Jantar Tibau, foi pensada para contemplar as mais diversas finalidades, das refeições às reuniões de negócios.

Camila Amabile - MOstra Artefacto Beach & Country D&D - Crédito Marco Antonio (3).jpg
Camila Amabile / @camilaamabilearquitetura

O lofl de 60m² projetado por Camila Amabile, estreante na Mostra Artefacto Beach & Country, está alinhado à necessidade contemporânea de conceber a casa como um refúgio. No caso, para atender ao dia a dia da jornalista Karin Bravo, que, segundo a arquiteta, por conciliar muitas atividades, precisa, ao chegar em casa, simplesmente desacelerar. “Meu espaço foi pensado como um lugar para ela recarregar as baterias, mas, também, para inspirar a jornalista que precisa escrever textos e fazer leituras”, explica.

Nesse sentido, a iluminação recebeu atenção especial. Bem marcada, ela delimita os diversos setores, que exibem uma paleta de tons claros com toques de preto, gerando intensos contrastes. Ao mesmo tempo em que o mobiliário, com apelo contemporâneo, possibilita a criação de diferentes atmosferas no ambiente. O sofá Jaen, por exemplo, com seu conforto despretensioso. A poltrona Luisa, acolhendo os momentos de leitura e estudo. No mais, paredes com texturas variadas, pinturas artísticas em relevo, e pedras naturais evocam uma composição acolhedora, onde o conforto se faz presente em cada detalhe. Sem excessos, mas com afetividade e funcionalidade.

Cilene Lupi Arq + Design - Mostra Artefacto Beach & Country D&D - Crédito Raphael Briest (3).jpg
Cilene Lupi Arq + Design / @cilenelupi

A influenciadora e apresentadora Natalia Hamada, personagem de destaque no universo da decoração e do design de interiores, é a homenageada da arquiteta Cilene Lupi neste charmoso lofl, de 72m². Um espaço elegante, com atributos femininos exaltados, que não se prende a um estilo, mas ao bem-estar e ao conforto de quem o visita.

Presente em todo o ambiente, o apelo ao natural fica ainda mais realçado pelo piso de madeira, pela iluminação intimista e pelos tons neutros e terrosos. Enquanto formas orgânicas, além da rica mistura de texturas nos tecidos, evocam leveza, sensualidade e acolhimento. “Nos meus projetos sempre penso em boas condições de circulação, capazes de permitir plena integração entre os moradores e seus convidados.”

Delicado, o mobiliário funciona como elemento de conexão entre os diferentes setores: estar, sala de jantar e dormitório. Caso do módulo Zazah, com suas linhas curvas, da poltrona Tanah e da mesa componível Paloh. Móveis em direta conexão com as texturas que envolvem o ambiente. Assim como o mural da artista Raquel Gorzalka, que coloca em destaque a cabeceira Trapanni, a mesa de cabeceira Kelor e a mesa lateral Moh.

Joia Bergamo Arquitetura e Design de Interiores - MOstra Artefacto Beach & Country D&D - Crédito Raphael Briest (3).jpg
Joia Bergamo Arquitetura e Design de Interiores / @joiabergamo

Inspirada por seu amor pela vida à beira mar e pelas paisagens litorâneas, a arquiteta Joia Bergamo criou este living com jantar, que incorpora o frescor das praias à decoração, e preza por uma funcionalidade simples, porém sofisticada e convidativa. "Adoro a vida à beira mar. Um dia, um grande amigo me disse: 'casa é um aglomerado de edificações, mas lar é um sentimento'. Esta frase ficou na minha memória e resolvi aplicar a este projeto", conta ela.

Acolhedor, o ambiente explora uma paleta de cores suaves, além de tecidos atraentes, do ponto de vista tátil e visual, que imprimem ao mobiliário uma sofisticação despojada. Caso do módulo Pluma e o do conjunto de mesas laterais Gaivota e Nusa, e ainda da mesa componível Biak, que sugerem um estar harmonioso e equilibrado. Enquanto, na área do jantar, a coluna Sabang e as cadeiras Pasu oferecem o conforto necessário aos convidados. Lúdico e funcional, o ambiente ganhou ainda uma bossa especial ao incorporar a seu desenho flores e areia de praia naturais, além de aromas cítricos. “Sempre me sinto realizada quando o cliente entra no seu apartamento, ou casa, fica feliz e quer ficar ali. Sinto que o meu objetivo foi alcançado. Lar é um lugar que quero chamar de meu”, conclui.

Serviço

Avenida das Nações Unidas, 12.555 / D&D Shopping

@artefactooficialbrasil

@bcartefacto

Artefacto Curitiba apresenta as vitrines assinadas pelos profissionais Valliatti & Padrão Arquitetura e Ivan Wodzinsky / Em São Paulo Mostra Artefacto 2024: arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos homenageiam o artista brasileiro Carlos Araújo

À frente do escritório Dantas & Passos Arquitetura, a dupla promete surpreender com uma combinação de elementos fluídos atemporais, bem como com o uso de tramas e texturas em volta da temática “Meu Lugar”

Marcando presença pela terceira vez no evento paulistano, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos projetaram um dormitório e um terraço para reproduzir a temática da Mostra Artefacto. Ambos são interpretados como refúgios íntimos, de proteção e energizantes | Retrato: Dantas & Passos Arquitetura | Foto: Divulgação
Conhecida por reunir prestigiados escritórios de arquitetura e decoração do país, a consagrada Mostra Artefacto, na Avenida Haddock Lobo, em sua edição 2024, propõe uma instigante reflexão em torno do sugestivo tema "Meu Lugar", acompanhada ainda da missão de homenagear personalidades emblemáticas por meio da concepção criativa de ambientes. Inspiradas na temática, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos escolheram o artista Carlos Araújo.

Para o evento, as profissionais e sócias do escritório Dantas & Passos Arquitetura projetaram um quarto de casal completo com terraço, com área total de aproximadamente 38 m2 e 45m2, com o propósito de emanar a essência de refúgios aconchegantes e capazes de refletir o conceito pautado para esse ano.

Nas definições, o projeto é adornado por um tom verde fantasma que representa o frescor e a calmaria da natureza. Com essa paleta, Paula e Danielle elegeram um mobiliário contemporâneo e de formas assimétricas, além de materiais como pedra, couros, camurça, madeira e tecidos bouclet e tricot. “Fomos motivadas pela admiração que temos pelas obras do Carlos, que alcançaram a reverência internacional. Sua arte é uma incrível junção de sombras, luzes, aparências anônimas, silhuetas e feições sutis aquareladas que revelam um trabalho de extrema beleza e que causam um impacto profundo naqueles que apreciam suas tê-las”, avaliam as arquitetas.

Sobre o artista:
Carlos Alberto de Araújo Filho é pintor, desenhista, escultor e litógrafo brasileiro. Nascido em 1950, na capital paulista, foi descoberto aos 20 anos de idade e participou de diversas exposições, tendo pinturas e esculturas apresentadas no Museu do Vaticano, na reinauguração do Panteão de Roma e na Rotunda Gallery, em Hong Kong. Consagrou-se por seu acervo dedicado à pintura teológica e meditação espiritual.

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2024
Março de 2024
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
De Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h; De Sábado das 10h às 18h
@artefactooficialbrasil
www.artefacto.com.br

Sobre o escritório Dantas & Passos Arquitetura
Dantas & Passos Arquitetura desenvolve projetos de arquitetura e design de interiores para os segmentos residencial e comercial. Atuando no mercado desde 1996, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos valorizam os projetos que os clientes possam realmente aproveitá-los. Cores neutras e atemporais fazem parte da essência da dupla, que tem um vasto portfólio nas cidades de São Paulo, interior e Miami. “Buscamos sempre pensar em soluções exclusivas e feitas sob medida para cada cliente, sempre respeitando os sonhos de cada um. Participamos pessoalmente de todas as etapas do projeto, desde a criação até os objetos de decoração.”

Dantas & Passos Arquitetura
@dantaspassos.arquitetura
www.dantasepassosarquitetura.com.br
Tel. e WhatsApp: (11) 99366-9690 (Danielle Dantas)
Tel. e WhatsApp: (11) 98339-9096 (Paula Passos)

Mostra Artefacto 2024: com o tema “Meu Lugar”, Patricia Penna prepara ambiente para homenagear a jornalista Lucila Zahran, do Casa de Valentina

Patricia Penna completa sua 17ª participação no tradicional evento paulistano e inova com materiais ultramodernos e surpresas baseadas no universo da jornalista, referência no segmento de decoração no Brasil

Refletindo sobre o tema Meu Lugar, a veterana Patricia Penna projeta um amplo living para mostra de decoração, usufruindo de recursos tecnológicos em sincronia com os materiais naturais para criar um espaço acolhedor e, ao mesmo tempo, futurista | Foto: Marco Antônio
Em 2024, a tradicional Mostra Artefacto na Haddock Lobo – que reúne escritórios renomados de arquitetura e decoração – instigou a reflexão dos profissionais com o tema “Meu Lugar”, juntamente com a missão de homenagear personalidades icônicas nos espaços projetados por eles. O duplo desafio não intimidou a arquiteta e designer de interiores Patricia Penna, que completa, esse ano, sua 17ª participação no conceituado evento paulistano, com inauguração marcada para março de 2024.

Sobre a temática, a arquiteta, responsável pelo escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, reflete que o “Meu Lugar” é um universo particular, uma casa, onde “está tudo aquilo que você ama” e, para isso, ela propôs um living de 120 m², acolhedor e receptivo, que mistura materiais ultramodernos, como lâminas sinterizadas, e elementos naturais, como o pau-ferro e o linho. Tudo isso ganha ainda mais força com o uso de móveis e peças com linhas orgânicas, trazendo leveza e fluidez ao ambiente.

A personalidade escolhida para a homenagem foi Lucila Zahran Turqueto, publicitária e jornalista especializada em decoração, responsável pela criação do blog Casa de Valentina, que se tornou um dos principais no segmento de arquitetura da América Latina segundo a Worth Global Style Network (WGSN). Nas redes sociais, Lucila soma mais de 430 mil seguidores e a parceria com Patricia é a materialização de um espaço que acolhe as memórias afetivas da jornalista e coloca como protagonista espaços caros para ela como o estar e a sala de jantar.

Mostra Artefacto Haddock Lobo 2024
Março de 2024
Rua Haddock Lobo, 1405, São Paulo
De Segunda-feira a Sexta-feira das 10h às 19h; De Sábado das 10h às 18h
@artefactooficialbrasil
www.artefacto.com.br
Sobre Patricia Penna
No mercado há mais de 20 anos, a arquiteta Patricia Penna é destaque de mostra de decorações no Brasil e no exterior. Com a equipe multidisciplinar que faz parte do escritório Patricia Penna Arquitetura & Design, assina projetos de arquitetura e design de interiores nas áreas residenciais, corporativos e institucionais.
Seu principal objetivo é atender às expectativas de cada cliente, traduzindo seus anseios e concretizando-os. Transitando por estilos variados, trabalha com grande apuro e cuidado ao lado da equipe para atingir um resultado marcado pelo ecletismo e, sobretudo, pela identificação particular de cada cliente com o seu próprio projeto.

Patricia Penna Arquitetura & Design
Alameda Santos, 2326 – São Paulo | (11) 99792-0208

Rua Armando D’Oliveira Cobra, 50 – São José dos Campos | (12) 3209-9785
www.patriciapenna.arq.br
@patricia_penna_arquitetura

Fevereiro/2024

Artefacto recebe Prize Designs for Modern Furniture + Lighting com peças assinadas por Patricia Anastassiadis

Em 1949, com a intenção de estimular a excelência na produção autoral e industrial de um ainda nascente design de mobiliário, o Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York instituía o Prize Designs for Modern Furniture + Lighting. O ano passado, passadas mais de sete décadas de sua primeira edição, a premiação foi relançada pelo The Chicago Athenaeum: Museum of Architecture and Design. Desta vez, acrescida de um objetivo ainda mais ambicioso: divulgar, em escala global, a cultura do design, por meio de suas principais realizações e protagonistas. E é dentro desta perspectiva, que a Artefacto se sente honrada em ter três móveis de suas coleções recentes, todos eles assinados pela nossa diretora criativa, a arquiteta Patrícia Anastassiadis, incluídos na lista dos premiados de 2023: a mesa de jantar Eclipse, a mesa de Boyang e o caixa-bar Pietra. Este último eleito, apenas, o Melhor Armário do Ano, em meio a concorrentes de mais de cinquenta países. Parabéns, Patrícia! Parabéns a toda a sua equipe e a cada um de nossos colaboradores, que por meio de seu talento e dedicação ajudaram a construir uma conquista tão importante quanto essa para o design nacional.

•Designer: @patriciaanastassiadis
•Equipe Anastassiadis: @felipeanastassiadis & @analuizadedeus
•Marca: @artefactooficialbrasil

@thechicagoathenaeummuseum

@globaldesignnews

JORGE ELMOR DEIXA SUA MARCA NA MOSTRA ARTEFACTO 2023

Jorge Elmor leva o estilo de vida sofisticado e moderno para seu ambiente na Mostra Artefacto 2023, em Curitiba, que este ano traz como tema a Felicidade. Com 120m², o espaço é um tributo aos momentos de alegria compartilhados entre as pessoas nas áreas sociais como jantar, estar e jardim, e também na área íntima do quarto, onde prevalecem as sensações de serenidade e relaxamento.

Conhecido por sua visão única e abordagem criativa, o profissional trouxe uma interpretação contemporânea para o tema, criando um projeto que destaca a conexão entre a felicidade e a arquitetura. A inspiração de Elmor se baseia em estudos científicos sobre o impacto do ambiente nas emoções humanas. A presença de elementos visuais ligados à natureza, como o jardim, é uma expressão da Biofilia — o "amor pelas coisas vivas" — gerando sensação de bem-estar.

"Para mim, a felicidade é um estado emocional que reflete satisfação, contentamento e uma sensação universal de bem-estar. É um privilégio poder criar espaços onde as pessoas possam experimentar momentos significativos e gratificantes", explica o Elmor.

No ambiente, a felicidade é personificada em uma atmosfera acolhedora, repleta de afeto e momentos especiais. O foco no quarto reforça a busca pela máxima tranquilidade e paz interior. A paleta de cores, em tons de madeira mais escuros, cria uma harmonia acolhedora, contrastando elegantemente com a seleção cuidados dos móveis, acentuando a sensação de conforto. A iluminação foi meticulosamente planejada para envolver o espaço em uma atmosfera acolhedora.

Jorge Elmor mais uma vez se destaca como um mestre na criação de espaços que transcendem o mero design, elevando-os a experiências emocionais profundas e enriquecedoras. Sua contribuição à Mostra Artefacto 2023 é uma celebração da felicidade que nos lembra da importância de ambientes que nutrem a alma e inspiram alegria.

Fotos: Daniel Katz - https://drive.google.com/drive/folders/11-eBZW8jDUp7D_4F8AjaZ0Avv8qTxqwT?

Artefacto apresenta Edition 22 assinada por Patricia Anastassiadis

Com o título Psyché, coleção é inspirada na Grécia Antiga

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Em sua 5ª coleção desenvolvida com exclusividade para a Artefacto, a designer Patricia Anastassiadis apresenta móveis manufaturados a partir de matérias-primas naturais e atemporais, com inspiração direta na Grécia Antiga.

Premiada internacionalmente, eleita a Designer do Ano em 2021 e arquiteta consagrada no circuito, Patricia Anastassiadis assina a coleção Edition: desta vez, são 12 lançamentos em móveis que vão desde cadeiras, poltronas e peças de apoio aos sofás, mesas e objetos multifuncionais, desenvolvidos com exclusividade para a Artefacto.

"O que extraímos desse período de reclusão e confinamento?", indaga Anastassiadis, que atua como diretora artística para a marca há cinco anos. "Tivemos uma aproximação maior com os objetos e desenvolvemos uma relação e um entendimento da casa multifuncional – reaprendemos a aproveitar os espaços, buscamos a verdade das pessoas, procuramos entender como será a vida no futuro".

Sob o título "Psyché" (do grego "psukhē", significa "respiro, vida, alma"), a Edition 2022 busca "resgatar um momento da história em que a humanidade era capaz de transformar a natureza com equilíbrio e racionalidade por meio de uma conexão intensa. A inspiração na Grécia Antiga vem com muita força por meio da cultura, das referências históricas e das formas – a arquitetura. As pedras naturais entram com força nesta coleção – são materiais atemporais, que resultam em traços precisos. Para os estofados, busquei criar uma relação mais curvilínea e mais solta, composta por elementos mais livres, sempre enaltecendo a simplicidade dos desenhos e valorizando a arte", explica a designer. Alguns dos destaques em mobiliário são o sofá Eos, as poltronas Nyx e Pollux, a cadeira Daphne (que pode ser plissada ou lisa), as mesas laterais Calliope, Euterpe e Thalia (que remixam rochas naturais com acabamento high gloss) e a mesa de jantar Minos, além de outros móveis emblemáticos como a mesa de centro Midas (construída a partir de pedras naturais e com tampo elaborado em chapa de couro fino) e a ultra-versátil mesa lateral Fylla, composta por três peças sobrepostas em alturas e formatos diferentes. "São peças que tem uma missão para além da ergonomia: quero estimular o diálogo e o convívio entre as pessoas – fundamentos que são a base da civilização grega".

Peças

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Sofá EOS

As linhas do sofá seguem as leis áureas de proporção ao mesmo tempo que criam a leveza e grandiosidade da peça.

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Poltrona NYX

Variação individual do sofá Eos, a forma busca seguir a ergonomia do corpo humano.

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Poltrona Pollux

Encontro de formas geométricas puras com emoção e o gesto humano (costas em madeira torneada)

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Mesa Euterpe, Thalia e Calliope

As mesmas foram batizadas em homenagem as musas das artes, sua forma faz referência as Cariátides, que são figuras femininas esculpidas que tomam o lugar das colunas em monumentos da Grécia antiga.

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Mesa de Jantar Minos

Sua forma vem das esculturas milenares da arte Cicládica que se originaram na região do mar Egeu.

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Mesa de Centro Delphi

A estrutura da mesa remete aos encaixes das pedras utilizados na arquitetura grega revisitados de forma contemporânea misturando materiais.

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Mesa Lateral Fylla

Inspirada no movimento das folhas usadas nas coroas de louro.

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Cadeira Living Daphne

Sua concha foi inspirada nos plissados das esculturas femininas da Grécia antiga e é pousada em uma leve estrutura de madeira torneada.

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Mesa Lateral Louise Plissê

A variação da mesa foi criada inspirada nos plissados das esculturas femininas da Grécia antiga.

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@anastassiadis

Serviço

Artefacto