Thai Melo apresenta no Guairinha a turnê ‘Como é que eu vim parar aqui?’
Solo de Pagu Leal retorna ao Teatro Novelas Curitibanas e questiona padrões de beleza com humor e reflexão
O Samba que vem lá da Bahia – TERÇA FEIRA DIA 19
Espetáculo sobre Alzheimer transforma memória em cena bilíngue no Teatro Guaíra
Manual de Como Não Esquecer Meu Nome fica em cartaz de 28 de maio a 7 de junho, com sessões de quinta a domingo, unindo Português e Libras em narrativa inspirada em história real
Na foto de Luiza Helena, a atriz Amanda Curedes em cena do espetáculo Manual de Como Não Esquecer Meu Nome, que aborda memória e afeto em uma construção bilíngue entre Português e Libras. (Para mais imagens acesse: FOTOS Luiza Helena - Manual de Como Não Esquecer Meu Nome)
O espetáculo Manual de Como Não Esquecer Meu Nome chega ao miniauditório do Teatro Guaíra, em Curitiba, para uma temporada independente entre os dias 28 de maio e 7 de junho. Criada pela atriz Amanda Curedes, ao lado da diretora Laís Cristina, a montagem parte de uma experiência pessoal para construir uma narrativa sobre memória, cuidado e identidade. “A peça nasce da minha relação com a minha avó e da tentativa de entender o que permanece quando quase tudo se perde”, comenta Amanda.
Inspirado na história real de Eunice, avó da atriz, o espetáculo acompanha o avanço do Alzheimer e a perda gradual das memórias, até o ponto em que quase tudo desaparece, menos o nome do marido. Em cena, Amanda conduz esse percurso a partir da perspectiva da neta, revisitando a trajetória da avó e reconstruindo fragmentos de uma vida atravessada pelo cuidado, pelo trabalho e pela família.
Acessibilidade como eixo de criação
Um dos eixos centrais do espetáculo é a construção bilíngue em Português e Libras. Pensado desde o início para incluir o público surdo, o trabalho vai além da tradução simultânea: toda a dramaturgia é sinalizada em cena, integrando as duas línguas como parte da estrutura narrativa.
A presença da Libras atravessa ritmo, composição e atuação, criando uma experiência que amplia as possibilidades de comunicação e percepção no teatro. A consultoria em Libras é realizada por Gabriela Grigolom (Negabi), artista surda, em colaboração com o intérprete Nathan Sales, garantindo que a Libras esteja presente como língua de criação e não apenas como recurso de acessibilidade. O espetáculo também se relaciona com as investigações do CPTB - Coletivo de Pesquisa em Teatro Bilíngue, que acompanha o projeto como espaço de experimentação artística. “O processo de criação foi também um processo de aproximação com a Libras. A dramaturgia foi sendo construída junto com essa língua, entendendo como o corpo, o tempo e o espaço se organizam a partir dela”, comenta Amanda.
Memória, cuidado e identificação
Ao reconstruir a trajetória de Eunice, a peça lança um olhar sobre a vida de mulheres que dedicaram grande parte de suas histórias ao cuidado de outros, como mães, avós, esposas e trabalhadoras, e que, muitas vezes, tiveram suas próprias identidades diluídas por esses papéis.
Sem tratar o Alzheimer apenas como tema clínico, o espetáculo se aproxima das experiências cotidianas de quem convive com a doença, abordando suas dimensões afetivas, familiares e sociais. “Apesar de partir de uma história pessoal, é um trabalho que encontra identificação em muitas pessoas, principalmente em quem já viveu de perto o Alzheimer na família”, afirma Laís.
A temporada marca a continuidade de uma pesquisa artística que se desdobra agora em formato independente, reunindo artistas em torno de um processo colaborativo. Voltada para todos os públicos, a peça dialoga especialmente com mulheres, idosos, familiares de pessoas com Alzheimer e a comunidade surda.
SERVIÇO: Manual de Como Não Esquecer Meu Nome
Datas: 28 a 31 de maio e 4 a 7 de junho (quinta a domingo)
Horários: Qui e sex às 20h | Sáb às 18h e 20h | Dom às 16h e 18h
Local: Mini auditório Glauco Flores de Sá Brito - Teatro Guaíra (Rua Amintas de Barros, 70 - Centro)
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Língua: Português e Libras
Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada) + taxas
Link:https://www.diskingressos.com.br/grupo/2956/2026-06-07/pr/curitiba/manual-de-como-nao-esquecer-meu-nome
*À venda pelo Disk Ingressos e na bilheteria do teatro
Instagram: @teatromanual
Apoio: Larissa Camargo Confeitaria | Garalhufa Escola de Atuação | Padaria América
Informações adicionais
Sobre Amanda Curedes: Amanda Curedes é atriz, palhaça e professora de teatro, formada em Artes Cênicas pela UNESPAR- FAP. Faz parte do CPTB- Coletivo de Pesquisa de Teatro Bilíngue(Português e Libras), investigando memória, e experimentações que entrelaçam as duas línguas na cena teatral. Integra o Grupo de Teatro de Rua Olho Rasteiro, com participação em espetáculos e festivais, e além do teatro também atua no audiovisual, em 2024 participou do curta metragem "Depois Vem o Silêncio" com a personagem protagonista bilíngue "Beatriz". Atua também como educadora na formação artística de crianças e adolescentes no Instituto Playing For Change e realizou alguns trabalhos como professora de teatro em cursos de formação voltados a comunidade surda com a produtora Fluindo Libras em Curitiba.
Sobre Laís Cristina: diretora, atriz e bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, com 15 anos de trajetória dedicada ao teatro, marcada pelo aprofundamento contínuo em processos criativos e pesquisa artística. Seu trabalho se concentra na criação cênica em português e Libras, reconhecendo a língua de sinais como elemento estruturante da dramaturgia e da composição visual. Dirigiu as montagens Todos os Ossos da Língua (2023) e Copo d’Água à Uma e Quinze. Atualmente está à frente de Manual de Como Não Esquecer Meu Nome, espetáculo que articula memória e presença em uma encenação que valoriza o encontro entre diferentes modos de sentir e perceber a cena.
Ficha técnica:
Direção: Laís Cristina | Atuação: Amanda Curedes | Dramaturgia: Amanda Curedes e Laís Cristina | Consultoria em Libras: Gabriela Grigolom e Nathan Sales | Intérprete de Libras: Nathan Sales | Músicos: José Moura e Paulo Chierentini | Trilha original: José Moura, Paulo Chierentini e Wenry Bueno | Iluminação: Anry Aider | Operação de som: Nathani Ribeiro | Cenografia: Kamile Enzo | Cenotécnicos: Luis Curedes e Juvenal Pereira | Figurino: Belle Viana | Preparação corporal: Ane Adade | Interlocução acadêmica: Stela Fischer, Milena Flick, Márcio Mattana e Giovana Maria de Oliveira | Produção: Laís Cristina e Luiza Helena | Mídia e comunicação: Luiza Helena | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Thai Melo apresenta no Guairinha a turnê ‘Como é que eu vim parar aqui?’
Com sessões nos dias 16 e 17 de maio, a peça aclamada pelo público revela a amplitude artística da comunicadora, que faz transição do ambiente digital para o teatro com talento inquestionável.
Após um provocante sucesso de público e crítica em sua temporada em São Paulo, o espetáculo Como é que eu vim parar aqui?, estrelado por Thai de Melo, segue em turnê nacional ao longo de 2026. Apresentada pelo Nubank Ultravioleta, a peça já tem sessões confirmadas inicialmente em cinco capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba. Na capital paranaense, serão apresentadas duas sessões, sendo no dia 16 de maio, sábado, às 20 horas, e no dia 17 de maio, domingo, às 18 horas, no Guairinha.
A montagem revela a potência artística da comunicadora em sua estreia teatral solo, encantando o público com sua força criativa e de performance, o que tem resultado em ingressos esgotados com semanas de antecedência, praticamente em todas as sessões realizadas ao longo de 2024 e 2025. Nascida em Boa Vista, Roraima, Thai de Melo, formou-se em jornalismo, o que aprimorou seu lado comunicativo e questionador, escolhendo a Internet como seu principal canal. Sua habilidade na criação de conteúdo digital, refletindo sua trajetória no mundo da moda, atraiu a atenção de marcas prestigiadas como Gucci, Dior e Prada, ao mesmo tempo em que a fez ganhar muito reconhecimento online (@thaidemelobufrem).
A crítica especializada é praticamente unânime ao reconhecer, na força e na liberdade criativa de Como é que eu vim parar aqui?, o talento de Thai de Melo em se reinventar artisticamente, consolidando sua transição do ambiente digital para o teatro com linguagem própria, presença cênica e discurso autoral consistente. “O desejo foi transpor o mundo da internet para o teatro sem ser didática sobre isso. Testar essa persona em um ambiente completamente diferente. Nada é mais oposto à internet do que o teatro”, afirma Thai.
Dirigido por Bruno Guida e produzido por Dani Angelotti, o espetáculo é definido pela própria Thai como uma autoficção. No palco, ela conduz o público por provocações, críticas e reflexões que transitam entre humor, perplexidade, esmero cênico e emoção, abordando temas universais como maternidade, casamento, carreira, expectativas sociais, traumas, memórias de infância e o impacto da internet na construção da identidade contemporânea. Temas comuns e presentes no dia a dia de todo mundo apresentados de uma forma muito peculiar, que ora causa espanto, ora encanto, mas sempre com muito esmero técnico, cênico e de atuação.
A encenação aposta em uma construção estética singular, reunindo criadores de diferentes áreas. O figurino é assinado por Alexandre Herchcovitch e Flávia Laffer, a trilha sonora é de Dan Maia, a direção de movimento de Gabriel Malo e a direção de arte de Ana Ariette. O texto é de autoria da própria Thai de Melo, em parceria com Juliana Rosenthal.
Segundo o diretor Bruno Guida, o espetáculo nasce do encontro entre universos distintos: “São artistas que não vêm necessariamente do teatro tradicional, mas que criam uma linguagem conjunta, com estética apurada e um leve flerte com a bufonaria”. Ator, diretor e tradutor, membro do Lincoln Center Director's Lab, com formação no Teatro Escola Célia Helena, na École Philippe Gaulier, em Paris, e na Escola de Teatro de Moscou (GITIS). Dirigiu espetáculos como Bárbara e A Última Entrevista de Marília Gabriela, de Michelle Ferreira; In Extremis, de Neil Bartlett; Blackbox, do coletivo P.L.U.T.O., The Pillowman, de Martin McDonagh, e outros. Como ator, participou de mais de 20 montagens teatrais.
Para a produtora Dani Angelotti, a montagem dialoga com uma necessidade contemporânea das artes cênicas: “Pensar novos caminhos, atrair novos públicos e cruzar linguagens é fundamental. Thai possui uma potência rara e se revela uma grande presença nos palcos”. Dani possui mais de 20 anos de experiência em direção artística e produção, atuando principalmente nas artes cênicas. É diretora e criadora da Cubo Produções e vice-presidente da APTI. É idealizadora do MIACENA e conta com mais de 50 produções.
SINÓPSE
Como é que eu vim parar aqui? acompanha uma jornada marcada por reflexões sobre escolhas, expectativas e os caminhos que moldam a vida contemporânea. Ao longo da narrativa, surgem questionamentos universais que atravessam temas como maternidade, casamento, carreira, dinheiro, busca pela fama, impacto da internet, memórias de infância e as pressões sociais que influenciam a construção da identidade.
Com linguagem cômica e sensível, o espetáculo alterna humor e emoção para aproximar o público de situações reconhecíveis do cotidiano, convidando à reflexão sobre os desafios, contradições e transformações presentes em toda trajetória individual.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Juliana Rosenthal e Thai de Melo
Direção: Bruno Guida
Atuação: Thai de Melo
Direção de arte: Ana Arietti
Figurinos: Alexandre Herschcovitch e Flavia Laffer
Iluminação: Cesar Pivetti
Trilha sonora: Dan Maia
Direção de movimentos: Gabriel Malo
Assistente de direção: Giselle Lima
Fotografia: Mariana Maltoni
Designer: Laerte Késsimos
Diretor de palco: Sasso Campanaro
Camareiro: Jô Nascimento
Operação de luz: Rodrigo Pivetti
Técnica e operação de áudio, e microfonação: LABSOM - Julia Mauro, Kleber Marques e Rafu Ferraz
Assessoria de Imprensa: Fernando Sant’ Ana
Assistente de produção: Juliana Barbosa
Produção Executiva: Camila Scheffer
Direção de Produção: Dani Angelotti
Idealização: Thai de Melo e Dani Angelotti
Realização: Cubo Produções
SERVIÇO: Como É Que Eu Vim Parar Aqui?, com Thai de Melo
Data: 16 e 17 de maio – sábado às 20 horas e domingo às 18h.
Local: Guairinha (Auditório Salvador de Ferrante)
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba - Paraná
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 55 minutos
Ingressos à venda pela DiskIngressos a partir de R$ 50 a inteira social e R$ 25 a meia-entrada social.
Link: https://www.diskingressos.com.br/grupo/3060/2026-05-17/pr/curitiba/como-e-que-eu-vim-parar-aqui
** Todas as apresentações contam com recursos de acessibilidade comunicacional:
Intérprete de Libras e Audiodescrição prévia não continua.**
Vozes que resistem: “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna em nova temporada na Capela Santa Maria
Montagem híbrida que une tragédia grega, ópera e rap reestreia em Curitiba com protagonismo feminino e entrada gratuita nos dias 22 e 23 de maio.
Na foto de @fiscaazulfotogtafia, a atriz Taciane Vieira em cena ocupa o centro da narrativa como Antígona, conduzindo com voz e presença a travessia poética de “Édipo: Uma Ópera RAP”. (Para mais imagens acesse: Fotos Édipo na Capela)
Entre o trágico e o pulsante, entre o mito e a urgência do agora, o espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna para uma temporada, em novo formato, renovando sua potência estética e política ao revisitar um dos mais conhecidos mitos da antiguidade sob uma perspectiva radicalmente contemporânea: a das mulheres que sobreviveram à tragédia.
Após sessões lotadas no Teatro Guairinha, em 2024, a montagem da Entre 2 Produções chega à Capela Santa Maria para duas apresentações gratuitas, nos dias 22 e 23 de maio, precedidas por um ensaio aberto no dia 20. A obra, que articula tragédia grega, ópera e rap, transforma o palco em território de fricção entre linguagens, tempos e vozes, sobretudo aquelas historicamente silenciadas.
Sob direção cênica de Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid e direção musical e composição de André Ricardo Souza, o espetáculo constrói uma tessitura híbrida em que o erudito e o urbano não apenas coexistem, mas se tensionam e se reinventam mutuamente. Em cena, canto lírico, beats, corpos em movimento e poesia falada erguem uma narrativa que desloca o centro do mito: não mais o herói trágico, mas as mulheres que restam. “A gente não queria apenas revisitar o mito, mas escutar o que ficou à margem. É um trabalho sobre presença, sobre as mulheres que permaneceram e que agora conduzem a narrativa”, destaca a diretora Jossane.
Da tragédia clássica ao corpo contemporâneo
Inspirado na obra de Sófocles, o espetáculo desloca o eixo narrativo para Antígona e Ismene, filhas de Édipo, que assumem o protagonismo de uma história marcada por fatalidades e silenciamentos. Ao dar corpo e voz a essas personagens, a montagem propõe uma escuta ampliada, sensível e crítica, sobre as heranças simbólicas e afetivas que atravessam o feminino ao longo da história.
O trabalho nasce de um processo colaborativo que reúne artistas de diferentes campos, do hip hop à música de concerto, da dança urbana à interpretação teatral, criando uma linguagem cênica singular, marcada pela força coletiva e pela diversidade de expressões.
Quando as mulheres ocupam a narrativa
Em “Édipo: Uma Ópera RAP”, o mito é atravessado por um gesto político e poético que devolve às mulheres o lugar de narradoras de sua própria história. Antígona e Ismene emergem das margens para se tornarem eixo e pulsação da cena.
Em cena, Taciane Vieira, Jaquelivre, Vanessa Rafaelly, Jossane Ferraz e Kimberlyn Freitas tecem um tecido vivo de vozes e presenças que sustenta a narrativa. Entre canto, palavra e movimento, suas atuações não se organizam apenas como personagens, mas como um coro feminino que atravessa o espetáculo, ampliando a escuta e tensionando as camadas do mito. Soma-se a elas a presença do ator e bailarino Silvester Neto e do MC Junior Zehut, que irrompem em cenas de rap. Ao lado desse núcleo, outros artistas e musicistas reforçam a arquitetura coletiva da obra, na qual o feminino não é apenas tema, mas força estruturante da cena.
Entre batidas, árias e movimentos, o espetáculo constrói uma paisagem sonora e visual que evoca tanto o rito ancestral quanto a urgência urbana. O resultado é uma obra que reverbera no presente, questionando estruturas de poder, memória e apagamento. “A música nasce desse encontro entre mundos que, à primeira vista, parecem distantes. O rap traz a urgência da fala, enquanto o canto lírico expande o tempo da escuta. Juntos, eles criam uma dramaturgia sonora que atravessa o corpo e a memória”, afirma o diretor musical André Ricardo.
SERVIÇO: ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Ensaio aberto: 20 de maio (terça-feira), às 15h
Reservas: via Instagram @entre2producoes ou pelo e-mail entre2prod@gmail.com
Apresentações: 22 e 23 de maio ( sexta-feira e sábado), às 20h
Sessão com Libras: 23 de maio
Local: Capela Santa Maria
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: 14 anos
Realização: Entre 2 Produções
SINOPSE
A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo Édipo: Uma Ópera RAP, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas do rei tebano, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega.
FICHA TÉCNICA
Direção: Jossane Ferraz | Direção Musical e composição: André Ricardo | Dramaturgia: Marcelo Bourscheid | Assistência de direção e designer gráfico: Rapha Fernandes | Produção e Realização: Entre 2 Produções | Assistentes de produção: Róger Borges Araujo e Íris Pereira Gonçalves | Elenco: Taciane Vieira, JaqueLivre, Silvester Neto, Kymberlyn Freitas e Jossane Ferraz | Instrumentistas: Dalila Lopes, Violinista Chavosa, Lina Abe e João Martinez | Cantora lírica: Vanessa Rafaelly | MC: Junior Zehut | Iluminação: Lucri Reggiani | Cenografia: Jossane Ferraz e Rapha Fernandes | Figurino: Rapha Fernandes | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
13º Festival Comédia EnCena ocupa Curitiba com humor, drama e experiências teatrais para todos os públicos
De 7 de maio a 7 de junho, festival reúne espetáculos que transitam entre comédia, drama e diferentes experiências cênicas
Na foto de Walter Jaworski, o espetáculo Valentin, que está na 13ª edição do Festival Comédia EnCena, que chega com uma programação para todos os públicos, de 7 de maio a 7 de junho. (Acesse aqui para mais imagens: Espetáculos | Fotos)
Nem só de riso vive a comédia. Na 13ª edição do Festival Comédia EnCena, o humor se expande e se aproxima de temas, afetos e conflitos que atravessam o cotidiano. Entre os dias 7 de maio e 7 de junho de 2026, o Teatro Barracão EnCena recebe uma programação que percorre a comédia, o drama e a dramédia, reunindo criações próprias, grupos convidados e diferentes modos de relação com o público. “O festival cresce a cada edição, tanto em diversidade de propostas quanto na relação com o público. A ideia é criar um espaço onde diferentes experiências possam conviver”, afirma Juscelino Zilio, diretor do Teatro Barracão EnCena.
A abertura acontece no dia 7 de maio com Séquiço, Dorgas & Róquenrróu, do grupo criaCorvos, que retorna ao festival também com Inferno: A (Divina) Comédia, uma releitura irreverente do clássico de Dante. Nos primeiros dias, entram em cartaz Anáguas, Florais e Gin Tônica, comédia que mistura humor e memória afetiva, e Encontro em Semibreve ou Depois da Partida, realizada em parceria com o Teatro do Alvorecer, que investiga as permanências e rupturas nas relações amorosas.
Ao longo da programação, o Barracão EnCena apresenta diferentes frentes de sua produção. Em Entre Risos e Improvisos, o jogo cênico se constrói a partir da participação direta do público, enquanto Crush se volta ao universo adolescente, abordando descobertas, inseguranças e afetos. Já Valentin, inspirado na obra do dramaturgo alemão Karl Valentin, resgata o humor crítico e fragmentado dos cabarés europeus do início do século XX.
Rir, pensar e sentir: outras camadas da comédia
A programação também dedica espaço às infâncias, com os espetáculos João e Maria, que incorpora elementos da cultura brasileira à narrativa clássica dos irmãos Grimm, e A Incrível Aventura de Sofia e Vovô Ludovico, em parceria com a BN Produções, que aposta na imaginação e na relação entre gerações como motor da cena.
O drama aparece ao longo da programação e ganha destaque em diferentes momentos do festival. Na comédia Tem um Nome pra Isso, produção em parceria com a Sociedade Poética, com texto e direção de Pagu Leal, a maternidade é abordada a partir de suas contradições, tensões e sobrecargas cotidianas. Já Os Vivos e os Mortos, dirigido por Edson Bueno, propõe uma reflexão sobre amor, memória e finitude, enquanto Dois Perdidos Numa Noite Suja, com direção de Silvia Monteiro e produzida pela BN Produções, mergulha em um universo urbano marcado por desigualdades e conflitos. Completa esse eixo o solo A Saga de Lauren na Terra Sem Sol, de Cris Raséc, da produtora Sala de Atriz de São Paulo, que articula questões de identidade, opressão e emancipação feminina.
Entre os formatos que deslocam a experiência teatral, o festival apresenta O Enigma, inspirado na obra O Assassinato no Expresso Oriente, de Aghata Christie, realizado em parceria com a Serra Verde Express. A proposta leva o público para dentro de um trem em movimento, onde a narrativa se constrói a partir da participação direta dos espectadores, que são os detetives da história, aproximando teatro e jogo investigativo.
Ao longo de mais de um mês de programação, o Festival Comédia EnCena abre espaço para encontros e experiências compartilhadas, aproximando artistas e público em diferentes propostas estéticas e formatos de fruição. “A gente acredita na comédia como porta de entrada, mas também como linguagem potente para falar de temas profundos. Nesta edição, o público vai rir, mas também vai se emocionar e se reconhecer em cena”, afirma Mevelyn Gonçalves.
Trajetória: um festival que cresce com o tempo
Criado em 2011, o Festival Comédia EnCena nasceu no Teatro Barracão EnCena e, ao longo dos anos, se consolidou como um espaço próprio de criação e encontro com o público. Realizado de forma independente, o festival se sustenta por meio de parcerias, incentivos e apoio de pessoas físicas, reunindo espetáculos já reconhecidos e novos trabalhos da cena local. “Foi um movimento natural de crescimento. Ao longo do tempo, entendemos o festival como um espaço nosso, de continuidade e troca com o público”, afirma Mevelyn Gonçalves, diretora do teatro e produtora do festival.
SERVIÇO: 13º Festival Comédia EnCena
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160)
Data: 07 de maio a 07 de junho de 2026
Ingressos: de R$ 30 a R$ 90 (consulte valores por espetáculo)
Sympla:https://www.sympla.com.br/eventos?s=Com%C3%A9dia%20EnCena
Classificação indicativa: variada (de livre a 16 anos)
Vendas: bilheteria do teatro e canais oficiais
Informações: @teatrobarracaoencena | www.barracaoencena.com.br
PROGRAMAÇÃO
07/05 (quinta-feira) - 20h: Séquiço, Dorgas & Róquenrróu (criaCorvos). Abertura do festival com humor irreverente e esquetes que misturam nonsense, música e crítica.
08/05 (sexta-feira) - 20h | 09/05 (sábado) - 18h30 | 10/05 (domingo) - 21h: Anáguas, Florais e Gin Tônica (Barracão EnCena). Comédia que mistura memória, afeto e relações, acompanhando um casal em sua trajetória.
09/05 (sábado) - 21h | 10/05 (domingo) - 18h30 | 14/05 (quinta-feira) - 20h: Encontro em Semibreve ou Depois da Partida (Barracão EnCena + Teatro do Alvorecer). Dramédia sobre encontros, despedidas e os atravessamentos do amor.
10/05 (domingo) - 16h | 17/05 (domingo) - 11h30 | 24/05 (domingo) - 16h: A Incrível Aventura de Sofia e Vovô Ludovico (Barracão EnCena). Espetáculo infantil que convida o público a uma viagem pelo universo da imaginação.
15/05 (sexta-feira) - 20h | 16/05 (sábado) - 21h | 17/05 (domingo) - 18h30: Entre Risos e Improvisos (Barracão EnCena). Show de improviso com participação da plateia, cada sessão é única.
17/05 (domingo) - 21h | 06/06 (sábado) - 18h30 | 07/06 (domingo) - 18h30: Inferno: A (Divina) Comédia (criaCorvos). Adaptação irreverente da obra de Dante, com humor ácido e visual impactante.
21/05 (quinta-feira) - 20h | 23/05 (sábado) - 18h30 | 24/05 (domingo) - 21h: Os Vivos e os Mortos. Drama sobre amor, memória e as marcas deixadas pelas relações.
22/05 (sexta-feira) - 20h | 23/05 (sábado) - 21h | 24/05 (domingo) - 18h30: Tem um Nome pra Isso (Barracão EnCena). Comédia sensível sobre maternidade, sobrecarga e afetos contemporâneos.
24/05, 31/05 e 07/06 (domingos) - 16h: João e Maria (Barracão EnCena). Clássico infantil com elementos da cultura brasileira e participação do público.
28/05 (quinta-feira) - 20h | 30/05 (sábado) - 18h30 | 31/05 (domingo) - 18h30: Crush (Barracão EnCena). Comédia juvenil que aborda descobertas, sexualidade e o universo adolescente.
29/05 (sexta-feira) - 20h | 30/05 (sábado) - 21h | 31/05 (domingo) - 21h: Valentin (Barracão EnCena). Espetáculo inspirado no cabaré alemão, com humor crítico e cenas do cotidiano.
04/06 (quinta-feira) - 20h: A Saga de Lauren na Terra Sem Sol. Solo que aborda opressões e atravessamentos femininos em busca de liberdade.
05/06 (sexta-feira) - 20h | 06/06 (sábado) - 21h | 07/06 (domingo) - 21h: Dois Perdidos Numa Noite Suja. Clássico do teatro brasileiro sobre desigualdade e sobrevivência urbana.
05/06, (sexta-feira) | 06/06 (sábado) | 07/06 (domingo) - 19h30: O Enigma (Barracão EnCena + Serra Verde Express). Experiência imersiva em um trem em movimento, onde o público participa da investigação.
CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A 10ª MOSTRA CENA BREVE DEDICADA À LINGUAGEM DOS GRUPOS DE TEATRO
Doze cenas curtas selecionadas entre 43 produções inscritas evidenciam a diversidade das criações coletivas
10ª Mostra Cena Breve Curitiba (Foto: Divulgação)
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 29 de abril e 2 de maio, a 10ª Mostra Cena Breve Curitiba – a linguagem dos grupos de teatro. Após nove anos desde a última edição, o evento é retomado e reúne artistas de diferentes coletivos teatrais contemporâneos para compartilharem suas inquietações, pesquisas e criações poéticas em cenas de 15 minutos.
Criada em 2005, a Mostra Cena Breve consolidou-se ao longo das edições como um espaço de visibilidade e troca para o teatro de grupo, mantendo como proposta a apresentação de cenas de curta duração, que exploram o diálogo entre diferentes linguagens, processos criativos e modos de organização artística. Nessas duas décadas, o projeto já contou com a participação de 110 grupos de teatro de nove estados brasileiros, totalizando 184 apresentações em Curitiba e outras cidades paranaenses.
Para esta edição, foram selecionadas 12 cenas apresentadas em sessões com quatro trabalhos por noite, intercaladas por entreatos conduzidos pelo ator e rapper, Henrique Augusto. A curadoria privilegia a diversidade de coletivos e formatos, reunindo grupos, companhias, parcerias e formações temporárias, além da interlocução entre diferentes linguagens cênicas. A seleção foi realizada por Anne Celli, Greice Barros e Sueli Araújo, artistas com trajetória reconhecida nas artes cênicas.
Adicionalmente, no período da manhã, a programação inclui o Papo Aberto, que promove um encontro com os artistas que se apresentaram no dia anterior. A oportunidade busca ampliar o diálogo sobre processos criativos, manutenção de grupos, saberes e fazeres no campo do teatro, promovendo a troca de experiências entre os participantes e o público interessado.
Com a retomada das atividades em 2026, em sua 10ª edição, a Mostra reafirma sua importância no cenário das artes cênicas, tanto pela mobilização de artistas participantes quanto pela adesão do público, consolidando-se como um espaço de criação, experimentação e fortalecimento dos coletivos teatrais.
Realizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, o projeto conta com apoio da CAIXA Cultural Curitiba e patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, fortalecendo a criação artística e a diversidade das produções culturais no país.
Serviço:
[Artes Cênicas] 10ª Mostra Cena Breve dedicada à linguagem dos grupos de teatro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Abertura: 29 de abril às 20h – entrada gratuita com distribuição 30 minutos antes na bilheteria
Data: 29 a 03 maio de 2026
Site: CAIXA Cultural Curitiba
Instagram: caixaculturalcuritiba
Informações: (41) 3041-2155
Greice Barros (41) 99601 6446 - e-mail
Cenas Curtas
Data: 30 de abril a 02 de maio
Horário: 20h
Duração: 75 minutos com 4 cenas por sessão
Classificação indicativa por sessão:
Dia 30/04 - Indicado para a partir de 12 anos
Dia 01/05 - Indicado para a partir de 18 anos
Dia 02/05 - Indicado para a partir de 14 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Bilheteria: Venda presencial a partir de sábado (25) às 10h, e na Bilheteria Digital após as 15h
Papo Aberto:
Data: 1º a 03 de maio
Horário: 10h30
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre para todas as idades
Ingressos: gratuitos, com distribuição 30 minutos antes na bilheteria
COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER REALIZA TURNÊ NACIONAL DO ESPETÁCULO MAIS OUSADO DE SUA TRAJETÓRIA
”Remix” reúne cenas icônicas criadas pela companhia carioca ao longo de três décadas
A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado “Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Nos dias 25 e 26 de abril, a cidade de Curitiba recebe as apresentações no Teatro Guaíra.
A Companhia de Dança Deborah Colker é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras e tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet.
A ideia desse “Remix” surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. “Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado”, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.
O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisariam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena “Delírios” de “Belle” (2014), “As Meninas” e “Vasos” de “4x4” (2002) e as coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).
O resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. “São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem”, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. “São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza”, explica Elias, que também assina a dramaturgia.
“Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento”, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou “Paixão” para o espetáculo “Vulcão”.
Para Deborah, “Remix” também direciona o olhar para além do próprio repertório. “Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida”, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. “Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com ‘Remix’".
A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.
“Remix” é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de “Mix” (1995) e “Vero” (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.
SOBRE AS CENAS E OS ESPETÁCULOS
por ordem de aparição em “Remix”
“Paixão”, do espetáculo “Vulcão” (1994), foi extraída do primeiríssimo trabalho da Companhia de Dança Deborah Colker. A coreografia não é sobre o amor. É sobre situações que revelam o ímpeto, o fascínio e o descontrole, oscilando entre o sublime e o patético.
A temperatura se mantém elevada com a cena “Delírios” de “Belle” (2014), espetáculo livremente inspirado no romance “Belle de Jour” (1928), de Joseph Kessel, e no filme “A Bela da Tarde” (1967), de Luís Buñuel. Em seus sonhos, a recatada personagem Séverine trava um duelo entre a razão e o instinto, encontrando seu alter ego, a libidinosa Belle.
A atmosfera onde pairam o sublime e a tensão tem sequência nas cenas originadas no espetáculo “4x4” (2002). “As Meninas” dançam ao som de uma sonata de Mozart, tocada ao vivo em piano no palco, anunciando o começo de uma das coreografias mais icônicas da Companhia. Em “Vasos”, bailarinos dançam alternando velocidade e delicadeza, fechando o primeiro ato de ‘’Remix”.
Após o intervalo, o segundo ato de “Remix” é composto por duas cenas do espetáculo “Rota” (1997). “Gravidade” instaura um outro estado de espírito e uma outra condição física, onde o desequilíbrio se torna uma busca pelo equilíbrio.
O encerramento de “Remix” fica por conta da “Roda”, uma coreografia sobre a ocupação e exploração do espaço. A roda gigante também é uma referência lúdica ao brinquedo do parque de diversões e ao fluxo do nosso planeta, que gira constantemente para garantir a continuidade da vida.
COMPANHIA DE DANÇA DEBORAH COLKER
Criada em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker celebrou 30 anos de atividades em 2024 e recebeu da ALERJ a Medalha Tiradentes, tornando-se Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Com dezesseis espetáculos em seu repertório, a Companhia se mantém como uma das mais premiadas e prestigiadas no Brasil e no mundo, recebendo em 2018 o Prix Benois de la Danse de Moscou, o mais importante prêmio da categoria. Recebeu ainda um Laurence Olivier em 2001, célebre prêmio britânico, concedido pela The Society of London Theatre. Em 2009, Deborah Colker foi convidada pelo Cirque du Soleil para a criação de “OVO”, sendo a primeira mulher a dirigir um espetáculo para a trupe canadense. Em 2016, foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro, evento transmitido para mais de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. Em 2024, se tornou a primeira brasileira a dirigir uma ópera no Metropolitan de Nova York (Met), com “Ainadamar". A experiência resultou no convite para criar uma obra inédita: “El Último Sueño de Frida y Diego”, que vai estrear no Met em maio de 2026. Em três décadas, a Companhia já realizou mais de 2 mil apresentações, em cerca de 168 cidades, de 32 países, atingindo um público de mais de 3,5 milhões de pessoas.
https://www.ciadeborahcolker.com.br/
https://www.instagram.com/ciadeborahcolker/
PRINCIPAIS PRÊMIOS
PRIX BENOIS DE LA DANSE
2018 (Moscou, Rússia), espetáculo CÃO SEM PLUMAS
LAURENCE OLIVIER AWARDS
2001 (Grã-Bretanha), coreografia do espetáculo MIX
SINOPSE
REMIX. O espetáculo reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4x4” (2002) e “Belle” (2014). A dramaturgia convida o público a viver e reviver emoções em uma experiência inédita, que demarca a produção mais ousada já realizada pela Companhia para os palcos de teatro.
FICHA TÉCNICA
Criação e Direção
DEBORAH COLKER
Direção Executiva e Dramaturgia
JOÃO ELIAS
Direção Musical
BERNA CEPPAS
Direção de Arte
GRINGO CARDIA
Figurinos
CLAUDIA KOPKE (supervisão de figurino)
YAMÊ REIS (criação original)
SAMUEL CIRNANSCK (criação original)
Desenho de Luz
JORGINHO DE CARVALHO
Serviço:
REMIX - COMPANHIA DEBORAH COLKER
Data e horário: 25 de 26 de abril -Sábado, 20h e Domingo 18h
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 10 anos.
Tempo: 100 minutos (com intervalo)
Ingressos: a partir de R$ 25,00 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.
Vendas:
DIA 25/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2967/25-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker
DIA 26/04 - https://www.diskingressos.com.br/evento/2968/26-04-2026/pr/curitiba/remix-cia-deborah-colker
Festival “É no choro que eu vou” homenageia os paranaenses
Evento vai promover durante cinco dias 26 shows em Curitiba
O Dia Nacional do Choro foi criado em 23 de abril do ano 2000, em homenagem a data de nascimento de Pixinguinha – um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos. Dezesseis anos depois, as comemorações se estendem em Curitiba com a realização do Festival É no Choro que Eu Vou para celebrar o mestre e, ao mesmo tempo, fortalecer e difundir o choro em Curitiba. O evento, que completa onze anos, nesta edição apresenta o tema “Choro das Araucárias”, destacando a produção do gênero no Paraná. A programação, que acontece de quarta (22) a domingo (26), reúne exclusivamente grupos paranaenses e ocupa diferentes espaços culturais da cidade, com atividades que incluem shows, rodas de choro, oficinas e ações formativas.
Durante cinco dias vão acontecer 26 rodas de choro junto com a 6ª edição do Encontro de Choro da Unespar. O Festival acontece em vários pontos de Curitiba como Teatro Paiol, Rua da Música, Conservatório de MPB, na Feirinha do Largo da Ordem e em vários bares e restaurantes da cidade, nos horários mais variados. Os shows principais acontecem no Teatro do Paiol, reunindo grupos de diferentes cidades do estado, como Cascavel, Maringá, Londrina e Curitiba. Todas as apresentações contam com músicos convidados, promovendo encontros inéditos no palco e reforçando o espírito colaborativo do festival.
O festival
O principal objetivo do Festival É no Choro que Eu Vou é divulgar o choro, reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil (IPHAN, 2024), por meio de apresentações em espaços públicos, teatros e bares. Muitas dessas apresentações terão entrada gratuita, enquanto outras contarão com ingressos a preços populares, garantindo que um grande número de espectadores tenha acesso a essa música de inegável importância histórica e cultural. Ao longo de sua trajetória, o festival tornou-se uma das principais iniciativas dedicadas ao choro no Paraná, promovendo circulação artística, formação de público e valorização da música instrumental brasileira. Já passaram por suas edições nomes relevantes da música brasileira, como Nailor Proveta, Maurício Carrilho, Daniela Spielmann, Silvério Pontes e Eduardo Neves, além de homenagens a mestres como Pixinguinha, Paulinho da Viola, Altamiro Carrilho e Radamés Gnattali.
Criado em 2016 por músicos da cena curitibana — Clayton Rodrigues, Jonas Lopes, João Luis Rodrigues, Marcela Zanette e o designer gráfico Renato Próspero — o festival nasceu com o objetivo de fortalecer e difundir o choro em Curitiba, conectando artistas, espaços culturais e público em torno da música instrumental brasileira. Desde então, o projeto consolidou-se como um movimento coletivo. Ao longo dos anos, diversos artistas passaram a integrar ativamente sua realização, contribuindo na produção, comunicação e programação, como a percussionista e produtora cultural Thatá Medeiros, o músico e produtor audiovisual Rodrigo Milek e o cavaquinista e apresentador Julião Boêmio, entre outros nomes importantes da cena local. O festival também conta com a presença constante do Conjunto Choro e Seresta, grupo mais tradicional do gênero em Curitiba, que participa de todas as edições e se consolidou como um dos pilares do projeto.
SERVIÇO: Festival 2026 – Choro das Araucárias
APRESENTAÇÕES:
DIA 22/04 – QUARTA-FEIRA
15:30
Regional Roseira - Beatriz Schneider (violão), Dayane Naeser (saxofone), Gisele Fontoura (cavaquinho), Sílvia Rolim (flauta transversal), Thatá Medeiros (pandeiro).
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
20:00
Clube Do Choro De Cascavel - Artur Gobbi (bandolim), Pedro Defonso (percussão), Gustavo Zago (violão 7 cordas), Denis Almeida (cavaquinho) e Murilo Damasceno (violão 6 cordas). Músicos convidados: Carla Zago (violino) e Julião Boêmio (cavaquinho).
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.
22:00
Rodrigo Milek Trio - Rodrigo Milek (clarinete), Vinicius Chamorro (violão) e Otto Lenon (pandeiro).
Local: Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita
23/04 QUINTA-FEIRA
10:00
Choro Cruzado - Lucas Melo (violão), Marcela Zanette (flautas), Otto Lenon (percussão), Rodrigo Milek (clarinete e clarone) e Victor Romero (cavaquinho)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
12:40
L.O Trio – Choro De Guitarra - Luis Otávio Almeida (guitarra), Vinícius Araújo (violão) e Mateus Azevedo (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
18:30
Roda de Choro convida Marcos Aurélio Almeida (trompete), Julião Boêmio (cavaquinho) e Lucas Melo (violão).
Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66)
Entrada: gratuita
19:30
Clube Do Choro Do Brasileirinho – Apresentação do regional e convidados.
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita
20:00
Maraka Trio (Maringá) - Rafael Marinho (violão 7 cordas), Andro Gustavo (pandeiro) e Isaías Alves (saxofone). Músico convidado: Daniel Migliavacca (bandolim)
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.
20h00
Jazz Cigano Quinteto - Leonardo Santos (gaita harmônica), Lucas Miranda (violão), Mateus Azevedo (bateria), Vinícius Araújo (violão) e Wagner Bennert (contrabaixo)
Don Max (R. Petit Carneiro, 394 - Água Verde)
Entrada: R$20
24/04 - SEXTA-FEIRA
12:40
Günther Pedroso Trio - Günther Pedroso (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Maurílio Oliveira (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
15h30
Renan Bragatto Quinteto - Renan Bragatto (acordeon), Heloisa Draghetti (pandeiro), Jonas Lopes (bandolim), Luiz Ivanqui (violão) e Tiago Portella (cavaquinho)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
20h00
Conjunto Choro e Seresta (Curitiba) - Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Marcos Aurélio Almeida (trompete). Músico convidado: Tiago Portella (cavaquinho)
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.
22h00
Silvia Rolim Trio - Silvia Rolim (flauta transversal), Matias Cherem (violão) e Tiago Portella (cavaquinho);
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita
25/04 – SÁBADO
12h30
Feijoada com choro no Otelo - Tiago Portella (cavaquinho), Matias Cherem (violão), Melissa Anze (flauta transversal)
Local: Bar Otelo (Al. Carlos de Carvalho, 625).
Entrada Gratuita
12h40
Choro De Coromandel - Catarina Liesenberg (clarinete), Günther Pedroso (violão), Julia Nagel (bandolim e violino) e Heloisa Draghetti (pandeiro)
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
13h00
Feijoada no Sambiquira – Choro Cruzado - Lucas Melo (violão), Marcela Zanette (flautas), Otto Lenon (percussão), Rodrigo Milek (clarinete e clarone) e Victor Romero (cavaquinho)
Local: Sambiquira (R. Visconde do Rio Branco, nº 1199)
Entrada Gratuita
13h00
Roda de Choro no Ostra Bêbada – Choro e Seresta Trio
Local: Ostra Bêbada (R. Desembargador Ermelino de Leão, 95)
Entrada Gratuita
20h00
Regional Flor Do Café (Londrina) - Felipe Ziliotto (violão 7 cordas), Vinicius Oliveira (cavaquinho), Débora Almeida (flauta), Priscila Grossi (violino) e Rogério Ivano (pandeiro). Musicista convidada: Helena Passos (violino).
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Entrada: R$30 e R$15.
21h00
Brejeiras - Beatriz Schneider (violão), Gisele Fontoura (cavaquinho e voz), Jô Nunes (percussão e voz) e Mariana Zibah (flauta transversal, percussão e voz)
Local: Quintal do Almirante (R. Almirante Gonçalves, 2045)
Entrada: R$25
26/04 - DOMINGO
10:00
Conjunto Choro e Seresta – Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho) e Marcos Aurélio Almeida (trompete). Músico convidado: Geraldo Vargas (bandolim).
Feira do Largo da Ordem (Praça Garibaldi, s/n - São Francisco)
Entrada: livre
11:30
Domingo Onze e Meia- Regional É no Choro que Eu Vou - Clayton Rodrigues (flauta transversal), João Luis Rodrigues (pandeiro), Jonas Lopes (bandolim), Lucas Melo (violão), Lucas Miranda (cavaquinho), Luis Rolim (percussão), Marcela Zanette (flauta transversal) e Rodrigo Milek (clarinete).
Conservatório de MPB de Curitiba (R. Mateus Leme, 66 - São Francisco)
Entrada: livre
12h40
Berta Vidal Trio - Berta Vidal (flauta transversal), João Jacques (violão) e Thatá Medeiros (pandeiro).
Rua da Música (R. João Gava, 970 – Abranches)
Entrada: R$30 e R$15 (Curitiba e Região Metropolitana não pagam)
13h00
Roda de Choro - Jonas Lopes (bandolim), João Luis Rodrigues (pandeiro), Lucas Melo (violão). Músico convidado: Geraldo Vargas (bandolim)
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: R$12
14h00
Domingo no Centro – Mulheres no Choro - Beatriz Schneider (violão), Gisele Fontoura (cavaquinho), Marcela Zanette (flauta) Carla Zago (violino) e Gabriela Bruel (pandeiro)
Calçadão da Rua XV de Novembro (Praça Osório s/nº)
Entrada: gratuita
17h00
Na Madrugada Trio - Julião Boêmio (cavaquinho), Vinicius Chamorro (violão), Ricardo Salmazo (pandeiro)
Brasileirinho Bar (R. Mateus Leme, 67)
Entrada: gratuita
19h00
Roda de Choro de Encerramento do Festival - Günther Pedroso (violão), Marcos Zimmer (bandolim), Maurílio Oliveira (pandeiro)
Local: Casa Guizo (Rua Venezuela 309 casa 10 – Bacacheri)
Entrada: R$15
VI ENCONTRO DE CHORO DA UNESPAR
Local: Escola de Música e Belas Artes do Paraná - EMBAP - Campus Curitiba I – Unespar (R. Barão do Rio Branco, 370, Centro)
Todas as atividades são gratuitas.
DIA 23/04 – QUINTA-FEIRA
09:00- 12:00
Prática de Conjunto de Choro
Prof. Jean Pscheidt e Eduardo Lobo
13h00 – 15h00
Palestra: Radamés Gnattali 120 anos
Prof. Daniel Migliavacca e Eduardo Lobo
24/04 - SEXTA-FEIRA
9:00- 12:00
Cavaquinho – Prof. Victor Romero (Sala 11)
Violão – Profa. Beatriz Schneider (Sala 12)
Sopros – Prof. Rodrigo Milek (Auditório)
13:00- 16:00
Oficina de Percussão – Prof. Otto Lenon (Sala 12)
Concerto “Jovens Solistas” destaca novos talentos da música clássica paranaense
Na busca por abrir um espaço cada vez mais raro para os novos talentos na música clássica, a orquestra Ladies Ensemble apresenta neste sábado (18/4), às 18h30, no Auditório Regina Casillo, o concerto “Jovens Solistas”. O espetáculo traz em destaque a violoncelista Bianca Devai e a violinista Maria Eduarda Bergel, duas das promissoras musicistas reveladas pela orquestra.
No repertório, elas apresentam duas obras consagradas do compositor alemão Max Bruch. Para iniciar a apresentação, será interpretada também a abertura da ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioacchino Rossini. Os ingressos custam a partir de R$ 15 e estão disponíveis no site Disk Ingresso (www.diskingresso.com).
A apresentação integra o projeto Música e Literatura, do Solar do Rosário. Esta iniciativa tem patrocínio das empresas Oregon, Cartório da Barreirinha, Impextraco, Grasp, Supermercados Tozetto e Brose.
Jovens solistas
Com regência e arranjos de Alexandre Brasolim e direção artística de Fabiola Bach Akel, o concerto “Jovens Solistas” foi criado especialmente para destacar a qualidade técnica das integrantes da orquestra, que é a primeira do Brasil formada exclusivamente por mulheres. No violino, Maria Eduarda Bergel, de 16 anos, acompanha a orquestra solando em “Concerto Nº 1 para Violino e Orquestra, Opus 26”. A composição de Max Bruch é um dos mais populares concertos para violino solo. Esta será a estreia de Maria Eduarda em um palco profissional como solista.
Já Bianca Devai, de 25 anos, faz o solo de violoncelo na “Kol Nidrei”, também um ícone musical de Max Bruch. Bianca já foi solista em outras apresentações das Ladies Ensemble, como em “Sinfonia das Águas”.
Max Bruch (1838–1920) foi um compositor, maestro e professor alemão do período romântico. Conhecido por sua adesão à tradição musical clássica, escreveu mais de 200 obras, ficando imortalizado pelas duas composições que integram o repertório deste sábado, além de “Fantasia Escocesa”.
Papel social
Para a diretora da Ladies Ensemble, Fabiola Bach Akel, a orquestra têm também o papel social de abrir espaço e destacar os jovens talentos. “Os novos músicos têm cada vez menos oportunidades em orquestras. E, no caso de mulheres, o campo é ainda mais restrito”, explica Fabiola. “Por isso, fazemos questão de dar este protagonismo a estas duas integrantes, que, apesar da pouca idade, apresentam grande talento e maturidade musical. Tocar os solos destas obras é um grande desafio técnico”.
Neste sentido, a manutenção de um repertório em cartaz com apresentações frequentes é fundamental, como salienta a diretora geral do projeto, Lucia Casillo Malucelli. “As temporadas anuais presenteiam o público com espetáculos de qualidade e, ao mesmo tempo, dão suporte profissional para que as musicistas sigam trabalhando com sua arte em Curitiba e no Paraná”.
SOBRE A ORQUESTRA LADIES ENSEMBLE
Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada exclusivamente por mulheres no Brasil. Nasceu em 2009, em Curitiba, do sonho da violista Fabiola Bach de Andrade Akel: criar um espaço onde talento, excelência e protagonismo feminino caminhassem juntos. Reunindo musicistas experientes e jovens promessas, a Ladies Ensemble transforma a música clássica em algo vivo e próximo de todos. Seu repertório ousado resgata a world music e cria experiências culturais únicas e inesquecíveis.
Já foram mais de 300 mil pessoas impactadas em apresentações por todo o Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Entre outros espaços a orquestra mantém uma programação anual em parceria com o Solar do Rosário – que abriu o Auditório Regina Casillo para ser a “casa” oficial da Ladies Ensemble –, além de já ter passado por diversos teatros, escolas e praças públicas. Seu currículo também destaca as marcantes duas apresentações num dos palcos mais destacados da América Latina, a Sala São Paulo, realizadas em 2024 e em março deste ano. Nesta última, os ingressos foram esgotados em apenas 45 minutos de venda.
Mais do que concertos, a Ladies Ensemble forma novas plateias e inspira gerações. Democratiza repertórios eruditos e abre caminhos para que meninas e mulheres ocupem, cada vez mais, seu lugar de destaque na música. Ladies Ensemble é uma celebração vibrante do talento feminino e da força transformadora da música.
O projeto também tem apoio do Solar do Rosário, Cia da Roupa e Casillo Advogados.
SERVIÇO: “Concerto Jovens Solistas”, com a orquestra Ladies Ensemble
Quando: Sábado (dia 18 de abril de 2026), às 18h30
Local: Auditório Regina Casillo
Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 - Centro, Curitiba - PR
Ingressos: a R$ 15
Vendas: www.diskingressos.com.br/evento/3004/2026-04-18/pr/curitiba/ladies-ensemble-jovens-solistas
Informações: (41) 3225-6232 - Solar do Rosário espaço de arte e cultura
Lançamento do livro 40 anos de Orquestra Sinfônica do Paraná
🎻 Venha celebrar as quatro décadas de história da OSP! Nesta segunda-feira (13), às 19 horas, o Centro Cultural Teatro Guaíra lançou o livro “Orquestra Sinfônica do Paraná - 40 anos”. O lançamento será no foyer do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão), com entrada gratuita.
A publicação nasceu de um ano de trabalho colaborativo feito a muitas mãos, com edição, pesquisa e entrevistas de Alvaro Collaço, pesquisa e texto final de Joanita Ramos, o projeto gráfico de Adalberto Camargo e revisão de Luciana Clausen.
Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná chegou a quatro décadas de existência em 2025. O lançamento coroa as comemorações, preservando a história e o legado deste corpo artístico mantido pelo Governo do Paraná.
SERVIÇO
📖 Lançamento do livro “Orquestra Sinfônica do Paraná - 40 anos”
📆 13 de abril de 2026 (segunda-feira), às 19 horas
📍 Teatro Guaíra - Foyer do Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 175, Centro - Curitiba/PR @aldicelopes @teatroguaira @fabiomartino_pianist @corpuszenstudio #livro #osp #teatro #teatroguaira
In Flames desembarca no Brasil para shows em São Paulo e Curitiba
Um dos maiores nomes do metal europeu contemporâneo, o grupo sueco retorna ao Brasil para duas apresentações nos dias 23 e 26 de abril
Curitiba, abril de 2026 - Um dos maiores nomes do metal europeu contemporâneo, o In Flames desembarca no Brasil neste mês para sua turnê pelo país, que terá início na próxima quinta-feira (23) em São Paulo. Na sequência, a banda se apresenta em Curitiba, na Ópera de Arame, no domingo (26).
Formado em 1990, na cidade de Gotemburgo, o In Flames é referência mundial na consolidação do death metal melódico e um dos principais responsáveis pela criação do chamado “Gothenburg Sound”, vertente que marcou gerações do metal escandinavo. Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o projeto nasceu com a proposta de unir a agressividade do death metal às harmonias do heavy metal tradicional, combinação que se tornaria assinatura do grupo.
Com uma discografia que soma 13 álbuns de estúdio, a banda construiu uma trajetória marcada pela evolução sonora sem perder sua identidade. Desde os clássicos “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), passando por trabalhos que ampliaram seu alcance global, como “Soundtrack to Your Escape” (2004) e “Come Clarity” (2006), o In Flames consolidou um repertório que dialoga com diferentes gerações de fãs.
As apresentações em São Paulo e Curitiba integram a turnê mundial do álbum “Foregone” (2023), trabalho que reafirma a potência criativa do grupo e celebra sua longa trajetória. No palco, o público pode esperar um setlist que percorre diferentes fases da carreira, combinando peso, melodia e intensidade, características que tornaram o In Flames um dos nomes mais respeitados do gênero.
A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por manter viva a essência da banda enquanto exploram novos caminhos sonoros, agora impulsionados pelo novo álbum recém-finalizado, ainda sem data oficial de lançamento.
Confira os detalhes da turnê do In Flames pelo Brasil:
São Paulo - 23 de abril - 19h
Local: Áudio
Realização: Bangers Open Air Brasil
Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/inflames-sideshow-sp
Curitiba - 26 de abril - 19h
Local: Ópera de Arame
Realização: Planeta Brasil
Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/evento/2708/26-04-2026/pr/curitiba/in-flames-em-curitiba
Mais informações nos perfis oficiais das produtoras e da banda no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.
Últimos ingressos para ‘Minha Vida em Marte’ com Mônica Martelli no Guairão
CRÉDITO: CAMILA CARA
O espetáculo, que já levou cerca de 500 mil pessoas ao teatro e originou uma versão cinematográfica com milhões de espectadores, terá a última exibição na capital paranaense.
Curitiba recebe no dia 18 de abril o espetáculo "Minha Vida em Marte", protagonizado pela multipremiada Mônica Martelli, sendo a última apresentação da peça, que está em cartaz desde 2017 e já foi vista por mais de meio milhão de espectadores. Com direção de Susana Garcia, o monólogo hilário e profundo, está com os últimos ingressos à venda. A apresentação na capital paranaense, que será às 21h, no Teatro Guaíra, conta com realização da Martelli Produções e produção local da Orth Produções. Os ingressos são vendidos pela DiskIngressos.com.br.
A divertida comédia protagonizada pela atriz Mônica Martelli, que vive no palco a personagem Fernanda, uma mulher de 45 anos, casada há oito e que se encontra imersa em uma crise conjugal, abordando temas universais como a rotina que esfria a paixão, a falta de libido, o acúmulo de mágoas, o machismo estrutural e o medo da solidão e de como recomeçar.
O espetáculo se passa durante as sessões de terapia de grupo de Fernanda, onde ela desabafa e revive, de forma catártica e engraçada, as alegrias e frustrações de sua relação, questionando: é possível reacender a chama ou a solução é seguir em frente? “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.
Tendo como inspiração suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno. Será que é possível voltar a se apaixonar pelo marido? Ou a solução é se separar? A comédia toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.
Desde que estreou, em 2017, Minha Vida em Marte passou por dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, sendo vista por cerca de 500 mil espectadores e recebendo cinco indicações a prêmios. Além disso, a peça inspirou o filme homônimo que levou mais de cinco milhões de espectadores aos cinemas e que marca a sua última atuação com o amigo Paulo Gustavo (1978-2021). Assim como no teatro e na televisão, Mônica foi dirigida por sua irmã, Susana Garcia, celebrando mais uma vez o sucesso da parceria.
O enredo de Minha Vida em Marte
A comédia conta a história de Fernanda, casada há oito anos e enfrentando uma crise no seu casamento. A personagem luta contra as intolerâncias diárias que a rotina traz, como a falta de libido e o acúmulo de mágoas de um relacionamento. Difícil separar, mas será que a gente tem que suportar tudo em nome da família? Ou por medo de ficar sozinha?
Esse é o pano de fundo para Fernanda se questionar na terapia de grupo. São nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõe assuntos íntimos como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de “trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas adia-se o afeto e acumulam-se as mágoas. “É muito comum no casamento a gente deixar para amanhã a ternura, o sexo: a gente adia o afeto.” revela Mônica sobre Fernanda.
Sobre Mônica Martelli
Nascida em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, Mônica Martelli é atriz, jornalista, criadora, roteirista e apresentadora. Uma voz potente de seu tempo que com seus trabalhos autorais lota salas de teatro e cinemas pelo Brasil afora. Criou e atuou no monólogo Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou!, que conquistou um público superior a 2,5 milhões de espectadores. A montagem ficou em cartaz durante 12 anos, passando por 40 cidades em 20 estados brasileiros, além de Portugal. O sucesso de Mônica em seu primeiro monólogo foi tamanho que a história migrou para o cinema em 2014 com mais de dois milhões de espectadores. Em seguida, protagonizou a série de quatro temporadas no GNT, um dos maiores sucessos do canal até hoje.
Em 2017, estreou a peça Minha Vida em Marte, também de sua autoria, que segue em cartaz – após um hiato por conta da pandemia – e já conquistou cerca de 500 mil espectadores pelo Brasil. Ao lado de Paulo Gustavo, lançou a versão cinematográfica da peça como roteirista e protagonista, resultando em outro grande sucesso: mais de cinco milhões de espectadores e uma das maiores bilheterias do cinema nacional dos últimos anos. Por nove anos, Mônica atuou como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no GNT – participou ainda de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros. Nas redes sociais, criou o quadro Mônica Total com vídeos autorais sobre diversos assuntos que são publicados em seu Instagram.
Sobre Susana Garcia, a diretora
Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do filme Minha Vida em Marte. Essa parceria profissional entre as irmãs começou quando Susana codirigiu o filme Os Homens São de Marte..., e continuou com as quatro temporadas da série do GNT, com o mesmo título e com Susana à frente da direção. Agora, essa parceria completou um ciclo artístico no teatro e no cinema. Diretora da maior bilheteria do cinema nacional, Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, Susana também dirigiu 220 Voltz, especial de fim de ano na Globo, estrelado por Paulo Gustavo. Susana foi responsável ainda pela direção do filme Minha Irmã e Eu, que conquistou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas.
SERVIÇO: MINHA VIDA EM MARTE COM MÔNICA MARTELLI
Data: 18 de abril de 2026
Horário: Abertura do teatro às 20 horas e início do espetáculo às 21 horas
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro
Classificação etária: 14 anos. Proibida a entrada de crianças menores de 5 anos.
Realização: Martelli Produções e Orth Produções
Ingressos: a partir de 110 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.
Vendas: https://www.diskingressos.com.br/evento/2563/2026-04-18/pr/curitiba/monica-martelli-em-minha-vida-em-marte
Whindersson Nunes se apresenta em Curitiba neste fim de semana
Espetáculo acontece no dia 12 de abril, às 19h, no Teatro Positivo
Curitiba recebe um dos maiores nomes do humor brasileiro no próximo domingo, 12 de abril. Whindersson Nunes sobe ao palco do Teatro Positivo, às 19h, com o espetáculo “Isso Definitivamente Não É Um Culto”, em uma apresentação que promete risos, emoção e identificação com o público.
Conhecido por sua autenticidade e presença marcante, o artista leva à capital paranaense um show que ultrapassa os limites do stand-up tradicional. No palco, Whindersson propõe uma imersão em seus pensamentos e vivências, transformando dilemas contemporâneos em risadas e reflexões sobre saúde mental.
Ingressos disponíveis em: https://www.diskingressos.com.br/event/2585












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