Cirque du Soleil visitará Curitiba com Alegría – Um Novo Dia, uma extraordinária releitura de sua produção mais icônica

Um clássico atemporal, reimaginado para o hoje
Apresentado pela EQI Investimentos, primeira apresentação será no dia 20 de agosto em São Paulo; Curitiba recebe o espetáculo a partir de 19 de novembro, no Expotrade, com ingressos à venda on-line e em ponto físico especial no Pátio Batel

Público poderá adquirir seus ingressos em www.eventim.com.br/cirquealegria e nas bilheterias oficiais

Paraná, 09 de março – Cirque du Soleil volta ao Brasil com Alegría - Um Novo Dia, uma ousada releitura de sua produção mais icônica, Alegría. Em 2026, a partir de 20 de agosto até 8 de novembro, em São Paulo, e de 19 de novembro a 13 de dezembro, em Curitiba, o público será convidado a entrar sob a Grande Tenda (Big Top) para vivenciar toda a magia do clássico atemporal do Cirque du Soleil, reinventado para uma nova geração.

Pré-venda EQI Investimentos: ingressos disponíveis nas bilheterias físicas (em Curitiba no Pátio Batel) e online a partir de 16 de março, às 10h, até 29 de março, às 23:59.

Pré-venda Cirque Club: ingressos estarão disponíveis online, com exclusividade para membros do Cirque Club, em 30 de março, das 10h até às 23:59. Para assinatura gratuita, visite cirqueclub.com.

Venda geral: a partir de 31 de março, às 10h, nas bilheterias físicas (em Curitiba no Pátio Batel) e online.

Parceiros Oficiais

O Cirque du Soleil agradece a seus parceiros oficiais no Brasil:
Apresentação, EQI Investimentos. Patrocínio Master, Shell. Patrocínio Gold, Accor; Zurich Santander Seguros e Previdência Brasil e Pátio Batel. Cerveja Oficial, Blue Moon. Vinho Oficial, World Wine. Realização, IMM.

Em Curitiba, o Pátio Batel será o responsável pela venda física dos ingressos. A ação é inédita e reforça o shopping como promotor do cenário artístico da capital paranaense e entusiasta de grandes eventos como os do Cirque du Soleil. “Para nós, ser a bilheteria oficial e o único ponto de venda de Alegría - Um Novo Dia, do Cirque du Soleil, em Curitiba é uma grande honra e oportunidade. Além de ser mais uma facilidade que trazemos para nossos clientes, a excelência dos espetáculos é algo inspirador para o Pátio Batel”, avalia Camila Fleischfresser, Head de Marketing do Pátio Batel.

Sobre o show

Alegría – Um Novo Dia é uma extraordinária releitura do clássico Alegría, do Cirque du Soleil — um dos espetáculos mais amados da companhia, que ajudou a forjar seu estilo característico ao encantar mais de 14 milhões de espectadores em 255 cidades ao redor do mundo, entre 1994 e 2013. Tão icônica quanto a própria montagem ao vivo, a trilha sonora de Alegría — com sua faixa-título de grande sucesso — recebeu uma indicação ao Grammy após seu lançamento, em 1995, e continua sendo, até hoje, o álbum mais comprado e reproduzido do Cirque du Soleil. Em turnê pelo Brasil entre 2006 e 2007, Alegría estabeleceu um vínculo inquebrável entre o Cirque du Soleil e o público brasileiro, abrindo caminho para outras sete produções que passaram a circular pelo país desde então.

Ao redefinir a narrativa original e a direção de cena, renovar os números acrobáticos e adotar uma estética contemporânea, Alegría – Um Novo Dia apresenta uma criação surpreendente — uma versão moderna que reacende as emoções e a magia de Alegría, celebrando os pilares do sucesso do espetáculo: suas melodias inesquecíveis, temas atemporais e um universo barroco imersivo, repleto de lirismo e nostalgia.

"Alegría irá tirar o seu fôlego mais uma vez"
Evening Standard (Londres, 2024)

"O Cirque du Soleil atinge com 'Alegría' seu feito mais difícil até hoje: superar a montagem original"
El Periódico (Barcelona, 2024)

Uma ode acrobática à força da esperança, Alegría – Um Novo Dia explora a disputa de poder entre a velha ordem e a juventude que anseia por renovação, no coração de um reino outrora glorioso que perdeu seu rei. Enquanto o bobo da corte tenta, desajeitadamente, assumir o trono, um desejo crescente de mudança emerge das ruas para desafiar o status quo e devolver a alegria a um mundo em decadência.

Como é tradição no Cirque du Soleil, Alegría – Um Novo Dia surpreende com uma fusão poderosa de acrobacias emocionantes, trilha sonora ao vivo de arrepiar, figurinos exuberantes, cenários inovadores e um humor irresistível — transformando a Grande Tenda (Big Top) em um reino imaginário onde a revolução paira no ar. Com um elenco de 54 artistas de diversas partes do mundo, o clássico reinventado já encantou mais de 3,5 milhões de espectadores em sete países desde sua estreia em 2019.

Para mais informações, acesse: cirquedusoleil.com/alegria.

Dados curiosos sobre o espetáculo
- Alegría – Um Novo Dia já foi visto por mais de 4 milhões de pessoas desde 2019, em 10 países.
- A montagem original de Alegría foi assistida por mais de 14 milhões de espectadores, em 255 cidades ao redor do mundo, entre 1994 e 2013.
- A trilha sonora de Alegría, que inclui sua faixa-título icônica, recebeu indicação ao Grammy em 1995 e permanece até hoje como o álbum mais vendido e mais reproduzido em streaming da história do Cirque du Soleil.
- A turnê conta com 119 profissionais entre elenco e equipe técnica.
- O espetáculo reúne profissionais de 25 países diferentes.

- Nos bastidores, são falados 14 idiomas.
- Somente no elenco artístico, são 54 artistas de 18 países: Argentina, Belarus, Brasil, Canadá, China, Croácia, Dinamarca, França, Alemanha, Mongólia, Rússia, Samoa, Espanha, Suíça, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos e Venezuela.
- A produção viaja com mais de 2.000 toneladas de equipamentos.
- São necessários 8 dias para montar a Vila do Cirque du Soleil e 2 dias para a desmontagem completa.
- A Grande Tenda (Big Top) tem 51 metros de diâmetro.
- A equipe viaja com mais de 1.500 peças de figurino.
- São servidas diariamente mais de 250 refeições na cozinha da Vila do Cirque du Soleil.

Sobre o Cirque du Soleil Entertainment Group

O Cirque du Soleil Entertainment Group é líder mundial em entretenimento ao vivo. Com mais de quatro décadas ultrapassando os limites da imaginação, a companhia artística traz sua abordagem criativa a uma grande variedade de formas artísticas, como shows ao vivo, produções multimídia, conteúdo de longa duração, música, experiências imersivas e eventos especiais. O Cirque du Soleil Entertainment Group celebra 40 anos desafiando a realidade, definindo o entretenimento e iluminando o mundo por meio da arte e da criatividade. Desde sua criação em 1984, mais de 400 milhões de pessoas foram inspiradas em 6 continentes e 86 países. A empresa canadense conta hoje com mais de 4.000 colaboradores, incluindo 1.200 artistas de mais de 80 nacionalidades diferentes. Para mais informações sobre o Cirque du Soleil Entertainment Group, visite cirquedusoleil.com.

Sobre a IMM

Há mais de 11 anos no mercado, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esportes e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para públicos e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Ele vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, a musicais da Broadway de primeira linha, incluindo Cirque du Soleil, o maior festival gastronômico do mundo, Taste Festivals, a GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo, e a São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do Hemisfério Sul. A partir de 2025, a IMM também passou a ser responsável pela equipe Mubadala Brazil SailGP e pela etapa brasileira da corrida mais emocionante sobre a água, a ENEL Rio SailGP.

SERVIÇO
CIRQUE DU SOLEIL: ALEGRÍA - UM NOVO DIA
SÃO PAULO
Local: Parque Villa-Lobos
Endereço: Av. Queiroz Filho, 1.315 (Bolsão B), Vila Hamburguesa, São Paulo, SP

Temporada: de 20 de agosto a 8 de novembro de 2026

Sessões e horários: Quarta e quinta-feira, às 20h

Sexta-feira, às 16h e às 20h

Sábado, às 16h e às 20h (*há sessão extra às 12h em datas específicas)

Domingo, às 15h e às 19h

Abertura do local: 30 minutos antes do show

Capacidade: 2.525 lugares
Duração: 2h15, com 25 minutos de intervalo

Classificação: Livre. Menores de 14 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Sujeito à alteração por decisão judicial.

Acesso para deficientes: Acesso e assentos disponíveis.

SETORES E PREÇOS DE 1º LOTE*
VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos: R$ 1.430,00 (inteira) | R$ 960,00 (meia)**
VIP EXPERIENCE BY EQI EQI Investimentos (visão parcial): R$ 1.430,00 (inteira) | R$ 960,00 (meia)**
PREMIUM: R$ 940,00 (inteira) | R$ 470,00 (meia)
PREMIUM (visão parcial): R$ 940,00 (inteira) | R$ 470,00 (meia)
GOLD: R$ 790,00 (inteira) | R$ 395,00 (meia)
GOLD (visão parcial): R$ 790,00 (inteira) | R$ 395,00 (meia)
PLATINUM: R$ 620,00 (inteira) | R$ 310,00 (meia)
PLATINUM (visão parcial): R$ 620,00 (inteira) | R$ 310,00 (meia)
SILVER: R$ 480,00 (inteira) | R$ 240,00 (meia)
SILVER (visão parcial): R$ 480,00 (inteira) | R$ 240,00 (meia)
Mobilidade reduzida GOLD: R$ 395,00 (meia)
Mobilidade reduzida SILVER: R$ 240,00 (meia)
Cadeirante + acompanhante: R$ 240,00 (meia)

(*) 1º LOTE de ingressos com DISPONIBILIDADE LIMITADA. A virada para o próximo lote ocorrerá automaticamente após o esgotamento das unidades deste lote.

(**) Neste setor, é necessário contratar o serviço adicional por R$490,00, além do valor do ingresso (meia-entrada ou inteira), para um número limitado de assentos de acordo com disponibilidade no ato da compra. O serviço não está sujeito à meia-entrada.

Serviço VIP EXPERIENCE BY EQI Investimentos – Na compra do ingresso para o Setor VIP EXPERIENCE BY EQI está incluso Setor Premium + um adicional de serviços, onde o espectador terá uma experiência especial e diferenciada, reservada para aproximadamente 400 pessoas. O cliente assistirá ao espetáculo nos melhores assentos da arena. Além disso, irá usufruir de todos os benefícios citados abaixo:

Estacionamento;

Serviço de coquetel com menu especialmente acompanhado de bebidas alcoólicas e não alcoólicas (servido uma hora antes do show e durante o intervalo);

Ambiente decorado;

Equipe exclusiva para atendê-lo;

Assentos privilegiados;

Credencial de acesso exclusiva;

Brinde exclusivo;

WI-FI;

Banheiros privativos.

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE SERVIÇO
De 16/03 a 16/08 - Shopping Vila Olímpia
Endereço: R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo - SP
De segunda à sábado das 10h às 22h, domingo e feriado das 14h às 20h

De 17/08 a 08/11 - Bilheteria Parque Villa-Lobos
Endereço: Av. Queiroz Filho, 1315 - Vila Hamburguesa - São Paulo - SP
Diariamente, das 11h às 19h

Orquestra feminina pioneira estreia temporada em Curitiba e São Paulo

Primeira orquestra exclusivamente feminina do país, a Ladies Ensemble inicia sua temporada de 2026 com duas apresentações importantes. Neste sábado (7/3), às 18h30, faz o primeiro concerto do ano, no Auditório Regina Casillo, dentro do projeto Música e Literatura, do Solar do Rosário. Já no dia 15 de março, às 10h50, retorna pela segunda vez a um dos palcos mais cultuados da música erudita na América Latina, a Sala São Paulo, na capital paulista. Nos dois eventos, mostra seu mais novo espetáculo, o “Concerto Espanhol”, que mistura influências de diferentes culturas que habitaram o país ibérico.

A apresentação no Auditório Regina Casillo, “casa” das Ladies, onde elas mantêm residência artística com ensaios e temporadas, tem ingressos a partir de R$ 15, disponíveis no site Disk Ingresso (www.diskingresso.com). Na Sala São Paulo, a orquestra toca na série Concertos Matinais, com entrada franca.

União de culturas

Com regência e arranjos de Alexandre Brasolim e direção artística de Fabiola Bach Akel, o “Concerto Espanhol” realiza um vibrante passeio musical pelo país ibérico. Para isso, não fica só em composições originalmente escritas para música clássica, trazendo também ritmos flamencos e árabes, neste último caso, relembrando a influência das invasões muçulmanas que duraram oito séculos nas terras espanholas.

“Toda esta efusão criativa e miscigenação cultural recebeu arranjos e orquestração inspiradíssimos do maestro Brasolim”, define Fabiola, que também é fundadora das Ladies. “O resultado é um repertório que envolve e encanta, tanto pela beleza como pela diversidade musical, indo desde a cultura de povos cristãos até muçulmanos e judeus sefaraditas. Temos desde um tema tradicional da Andaluzia, com forte alma oriental, até composições de Isaac Albéniz e Manuel De Falla”.

Guitarra e castanholas

O repertório completo traz: “Lama Bada” (música tradicional do Al Andaluz Moura), “Et Dodim Kala” (música tradicional sefaradita), “Santa Maria, Strela do Dia” (Alfonso X El Sabio), “Quinteto para Violão e Cordas nº 4 em Ré Maior – Fandango (de Luigi Boccherini), “Concerto de Aranjuez II Adagio” (Joaquin Rodrigo), “Sevilla” (Isaac Albéniz), “Recuerdos de la Alhambra” (Francisco Tárrega), “Astúrias” (Isaac Albéniz), “Suíte Espanhola nº6” e “Malagueña” (Ernesto Lecuona), “La Violetera / El Relicario” (José Padilla), “Dança do Fogo” (Manuel de Falla) e “España Cañi” (Pascual Marquina Narro).

Para acrescentar dois instrumentos tradicionalmente ligados à música espanhola, o concerto contará com os convidados especiais Murillo da Rós, na guitarra flamenca, e Blanca Hernando Barco, nas castanholas. Blanca é Cônsul Honorária da Espanha em Curitiba. A spalla das Ladies Ensemble, Juliane Martens Weingartner também terá destaque, com um solo em “La Violetera / El Relicario”.

Com todos estes ingredientes, o espetáculo segue a tradição de montagens com temática espanhola da Ladies Ensemble, que estão entre as mais aplaudidas da orquestra. “Temos aqui uma montagem com repertório inédito dentro de nossa história. E estamos muito felizes em estrear em Curitiba e depois seguir para a Sala São Paulo, o principal palco da música clássica na América Latina, à convite da Fundação OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo”, conclui Fabiola.

SOBRE A ORQUESTRA LADIES ENSEMBLE

Ladies Ensemble é a primeira orquestra profissional formada exclusivamente por mulheres no Brasil. Nasceu em 2009, em Curitiba, do sonho da violista Fabiola Bach de Andrade Akel: criar um espaço onde talento, excelência e protagonismo feminino caminhassem juntos. Reunindo musicistas experientes e jovens promessas, a Ladies Ensemble transforma a música clássica em algo vivo e próximo de todos. Seu repertório ousado resgata a world music e cria experiências culturais únicas e inesquecíveis.

Já foram mais de 300 mil pessoas impactadas em apresentações por todo o Paraná e Santa Catarina, na programação anual do Solar do Rosário – que abriu o Auditório Regina Casillo para ser a “casa” oficial da Ladies Ensemble –, em escolas, praças públicas e na marcante primeira apresentação na Sala São Paulo, em 2024.

Mais do que concertos, a Ladies Ensemble forma novas plateias e inspira gerações. Leva música de qualidade a quem não tem acesso e abre caminhos para que meninas e mulheres ocupem, cada vez mais, seu lugar de destaque na música. Ladies Ensemble é uma celebração vibrante do talento feminino e da força transformadora da música.

SERVIÇOS: “Concerto Espanhol”, com a orquestra Ladies Ensemble

Curitiba – Dia 7 de março de 2026, às 18h30, no Auditório Regina Casillo
Endereço: Rua Lourenço Pinto, 500 - Centro, Curitiba - PR
Ingressos: a R$ 10, pelo www.disnkingresso.com.br

São Paulo – Dia 15 de março de 2026, às 10h50, na Sala São Paulo
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 - Campos Elíseos, São Paulo - SP
Entrada: franca

Últimos ingressos para IL VOLO no Positivo

Fenômeno da música internacional, o trio italiano IL VOLO volta a Curitiba no próximo dia 17 de março, terça-feira, às 21 horas, com a turnê mundial WORLD TOUR 2026/2027. A única apresentação acontece no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Na ocasião o trio italiano formado Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble vai apresentar para o público as canções “Grande Amore”, “O Sole Mio”, “História de um Amor”, “Volare”, “Granada” e algumas árias de ópera como “Nessun Dorma”, todas em arranjos especiais acompanhados pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos. Os últimos ingressos para esse espetáculo estão à venda pelo site do Disk Ingressos.
A nova turnê sintetiza a essência artística do IL VOLO, e vai apresentar os maiores sucessos do trio, grandes clássicos da tradição operística e da música pop internacional, além das canções que marcaram sua trajetória global. A WORLD TOUR 2026/2027 começou esse mês na Cidade do México, e vai percorrer alguns dos principais palcos do continente antes de chegar ao Brasil, em uma jornada que celebra a forte conexão entre Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble com o público da América Latina.

SERVIÇO:
IL VOLO WORLD TOUR 2026/2027 – Show com o trio italiano formado pelos cantores Piero Barone, Ignazio Boschetto e Gianluca Ginoble. Terça-feira, dia 17 de março, às 21 horas, no Teatro Positivo – Grande Auditório (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Universidade Positivo). Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: livre.
Ingressos:
SETOR AMARELO - R$800 (inteira)
SETOR ROSA R$600 (inteira)
SETOR LARANJA R$450 (inteira)
+ Taxa de Conveniência.
Compras:
Site do Disk Ingressos.
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20h
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h;
Família Pavê (Av. Pres. Arthur da Silva Bernardes, 938 - de Terça à Sábado das 09h às 19h.
Não serão aceitos cheques.

Rock para todas as tribos no Jokers

Rock nacional, rock dos anos 70 e indie rock estão na agenda musical desta semana no Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro Histórico). A programação musical começa na quinta (05) com a Banda Rádio K7, que apresenta pop rock brasileiro da década de 70/80. Na sexta-feira (06) tem a noite 90’s Rock com apresentação das bandas Culto & Grosso (The Cult cover) e End Times (rock clássico dos anos 70). No sábado (07), é a vez do tributo Artic Monkeys e Foo Fighters com as bandas Breakout e Brian Storm.
Conhecida por abrigar vários gêneros musicais, a tradicional casa noturna de Curitiba, comemora em 2026, 25 anos de atividade, e apresenta uma variedade de atrações tanto no salão principal quanto no seu palco principal. Os lugares são limitados, com reservas antecipadas pelo telefone (41) 3324-2351.
A abertura do Jokers é às 18h, de segunda a sexta-feira, e às 21h nos sábados, com os shows iniciando às 19h30. A casa oferece o Happy Jokers das 18h. até as 20h30 com mais de 100 produtos com 50% de desconto. De quinta a sábado o cliente pode utilizar o estacionamento Gralha Azul – ao lado do Jokers que fica aberto durante o funcionamento da casa.
Confira a programação até o dia 07 de março:

QUINTA 05 MAR, 20 horas – A Banda Rádio K7, apresenta pop rock brasileiro da década de 70/80 com sucessos de Secos e Molhados, Os Mutantes, Rita Lee, Jorge Benjor, Erasmo Carlos, Blindagem entre outros. Entrada franca.

SEXTA 06 MAR, 22 horas – 90’s Rock. Apresentação das bandas Culto & Grosso (The Cult cover) e End Times com clássicos dos anos 70: Led Zeppelin, Deep Purple, AC/DC e outros. Ingressos R$20 – a partir das 20 horas.

SÁBADO 07, MAR, 22 horas – Especial Artic Monkeys. + Foo Fighters. Show com a banda Breakout que vai apresentar um repertório especial com os hits do Foo Fighters. Na mesma noite a banda Brian Storm realiza um tributo para Artic Monkeys. Ingressos R$20– a partir das 21 horas.

Jokers – R. São Francisco, 164 – Centro Histórico
Reservas e informações: (41) 3324-2351. www.jokers.com.br
Atenção: de quinta a sábado o estacionamento Gralha Azul - ao lado do Jokers estará atendendo durante o funcionamento da casa.

Rua da Música tem fim de semana dedicado às mulheres

Atividades serão realizadas nos dias 7 e 8 de março em celebração ao Dia Internacional das Mulheres

O Parque Jaime Lerner realiza nos dias 7 e 8 de março uma programação especial em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres. Durante todo o fim de semana, a Rua da Música terá atrações musicais, experiências de bem-estar, oficinas criativas, ativações de marcas e ações integradas ao Vale da Música.

Entre os destaques da programação, a Oficina de Home Spray convida as participantes a criarem sua própria fragrância personalizada, aliando experiência sensorial e pintura em uma atividade com vagas limitadas.

Ao longo do dia, o público também poderá aproveitar ações gratuitas de bem-estar, com sessões de massagem e distribuição de vouchers oferecidas pela Magrass, além de experiências de cuidados com a pele e entrega de vouchers promovidas pela Tropicana, ampliando a proposta de cuidado e autocuidado durante o evento.

“Preparamos uma agenda com atividades que começam cedo e outras ações que se estendem ao longo do dia com música e convivência. A proposta é que as mulheres ocupem o parque, celebrem juntas e vivam um fim de semana pensado especialmente para elas”, afirma Gabriella Leão, superintendente do Parque Jaime Lerner.

Destacando a proposta de criar uma experiência completa e distribuída ao longo dos dois dias, o CEO do Parque, Hélio Pimentel, ressalta que a iniciativa foi pensada para oferecer diferentes possibilidades de participação ao público feminino. “O Dia das Mulheres no Parque Jaime Lerner foi estruturado para integrar cultura, bem-estar e experiências ao ar livre em diferentes horários, permitindo que cada visitante construa sua própria vivência. É uma celebração que valoriza a presença feminina e fortalece o parque como espaço de encontro na cidade”, destaca.

Com uma programação que une cultura, movimento, cuidado e celebração, o evento reafirma a vocação da Rua da Música como um espaço de encontro e experiências, e consolida o Parque Jaime Lerner como um dos principais cenários da cidade para ações que valorizam e fortalecem o protagonismo feminino.

Programação

Sábado e domingo
Oficina de Home Spray - Criação de fragrância e pintura
Atividade especial com vagas limitadas, voltada para criação de fragrâncias personalizadas.
11h às 12h30 (25 inscritas)
14h às 15h30 (25 inscritas)
Valor: R$ 85 (pix)

Ações de Bem-Estar
Durante todo o dia, duas marcas promovem experiências gratuitas para o público.
• 11h às 17h - Magrass ofertarão sessões de massagem e distribuição de vouchers
• 11h às 17h - Tropicana Experiência de cuidados com a pele e distribuição de vouchers

Vale da Música – Programação especial
Durante os dois dias, o Vale da Música também recebe ações especiais integradas ao calendário do Dia das Mulheres, ampliando a experiência do público no Parque Jaime Lerner.

Atrações do vale da música - Palco Flutuante na ópera de arame

07/03/2026
• 10:00 às 12:30 – Regional Roseira — Samba / Samba e Choro
• 12:40 às 15:10 – Halanna Aguiar Trio — Samba e Choro
• 15:20 às 17:50 – Lilian Nakahodo Trio — Música Instrumental

08/03/2026
• 10:00 às 12:30 – Beca Trio — Jazz / Música Universal
• 12:40 às 15:10 – Trio Anástacia — Choro / Forró
• 15:20 às 17:50 – Thatá Medeiros Convida — Choro

Sábado (07/03)

Atrações musicais
A Rua da Música recebe quatro atrações ao longo do dia, com estilos que vão do rock ao soul, passando por MPB e choro.
• 10h às 12h – Fer Cordeiro Trio Rock/blues – apresentação itinerante
• 12h30 às 15h30 – Rúbia Divino MPB – apresentação cantada
• 16h às 17h45 – Regional Roseira Choro – instrumental
• 18h às 21h30 – Carine Lupp Soul – apresentação cantada

Corrida Clube da Alice
O sábado começa com a presença do Clube da Alice, que realiza uma corrida fechada para seus participantes.
• 7h às 8h30 – Corrida
Percurso: Rua da Música → Parque São Lourenço → Rua da Música
Acompanhamento com professor e ambulância
• 9h às 10h – Aula no palco da Rua da Música
• 10h – Visita guiada pelo parque
• Encerramento, convidamos a todos para prestigiarem o ambiente e almoçarem na rua da música.
Vagas limitadas
Inscrição via formulário no link da bio do https://www.instagram.com/clubedaalice/.

Domingo (08/03)

Programação musical
O domingo segue com atrações instrumentais, samba e jazz.
• 10h às 12h – Fer Cordeiro Trio Instrumental
• 12h às 14h30 – Amanda Cortez Roda de samba – apresentação cantada
• 15h às 17h30 – Metafour Jazz – instrumental
Serviço
Dia das Mulheres – Parque Jaime Lerner
Datas: 7 e 8 de março (sábado e domingo)
Local: Parque Jaime Lerner
Endereço: Rua João Gava, 970 – Curitiba (PR)
Programação na Rua da Música e no Vale da Música, palco flutuante na Ópera de Arame
Entrada: R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) | R$ 15 moradores de Curitiba

Espetáculo mistura ópera e teatro para celebrar herança cultural africana e combater preconceito

Canto lírico, teatro, música erudita, canções populares, raízes africanas e gritos de resistência contra o racismo se encontram em um só palco no espetáculo “Ópera Presença Lírica Africana”, que ganha estreia em Curitiba. Numa curta temporada na Capela Santa Maria, de 11 a 14 de março, a nova montagem da Companhia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo reúne dois atores e três cantores. O elenco traz como convidado especial uma das maiores vozes do canto lírico mundial em atividade, o premiado barítono David Marcondes, do Teatro Municipal de São Paulo. A entrada é franca.

Com direção musical de Paulo Barato e direção cênica de Isidoro Diniz e Cesar de Almeida, o espetáculo narra a saga da cultura africana no Brasil e sua importância para a formação do país. Para isso, traz um repertório com músicas eruditas e populares – de Chiquinha Gonzaga e Caetano Veloso até Villa-Lobos e Hekel Tavares - mesclado ainda com encenações teatrais contemporâneas, inspiradas nos contextos históricos da colonização e na musicalidade do povo brasileiro.

A soprano Milena Tupy e o barítono Paulo Barato completam o trio de cantores com David Marcondes, que é conhecido em Curitiba pelo grande sucesso da ópera “Anjo Negro”, apresentada em 2023 no Guairão, e já venceu diversos concursos internacionais na Europa. Eles cantam acompanhados pelo piano de Davi Sartori. A parte teatral reúne os atores Carlos Roberto Barbosa e Marcyo Luz.

O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Combate ao racismo

“Infelizmente, séculos depois, ainda é muito necessário combater o racismo e valorizar a presença cultural negra na construção da identidade brasileira. Os efeitos perversos dos quase 400 anos de escravidão continuam presentes, e um deles é justamente subvalorizar toda a grandiosidade da cultura que veio da África junto com os escravizados”, ressalta o diretor Isidoro Diniz, cuja carreira tem como uma de suas marcas a afirmação do protagonismo negro nas artes. “Nesta montagem, cuja linha mestra é a música, misturamos o erudito com o popular para reforçar a dimensão fundamental da negritude na verdadeira alma brasileira, com seu caráter de miscigenação cultural”.

A estrutura do espetáculo traz blocos musicais intercalados pelas cenas teatrais. O repertório selecionado por Paulo Barato parte de obras clássicas para se misturar com canções populares e folclóricas, num sincretismo que sintetiza a própria essência brasileira, para terminar, de forma apoteótica, em Carnaval, com um samba-enredo, “Sankofa” (Sílvio Costa (Turco). Esta composição foi vencedora do Carnaval de Curitiba de 2025, com a escola Mocidade Azul. Tem inspiração no símbolo africano ancestral que traz uma ave voltando a cabeça para trás, fazendo alusão à importância de conhecer o passado para entender o presente.

Miscigenação cultural

“O repertório faz um tour pela formação musical brasileira, com canções eruditas que retratam a tragédia da escravidão e também o lado alegre e resistente dos negros, presentes em sua religiosidade e musicalidade, passando pelo popular e a mistura de ritmos europeus e africanos para a criação de novos estilos”, explica Paulo Barato. “Samba, maracatu, bossa novas, lundu e maxixe são alguns dos filhos desta mesma mãe que é a contribuição da cultura negra ao país”.

A conversa entre teatro e música é costurada pelos atores, caracterizados com uma estética afrofuturista, como revela o codiretor cênico Cesar Almeida. “Eles fazem comentários sobre a invasão portuguesa no Brasil, colonização e escravidão, demonstrando a fundamental presença africana e negra na musicalidade e cultura do nosso povo, um legado ainda menosprezado”, completa Almeida.

Repertório musical

O repertório musical ganha vida em três blocos. O primeiro reverencia os indígenas, habitantes originários da terra invadida: “Um Índio” (Caetano Veloso), “Maru Upi” (canção tradicional Guarani) e “Nozani Ná” (harmonizada por Heitor Villa-Lobos a partir de registros dos índios Parecis feitos por Roquete Pinto no Mato Grosso). O segundo, traz: “Estrela é Lua Nova” (Heitor Villa-Lobos), “Estrela do Mar” (Marlos Nobre), “Cantilena” (Heitor Villa-Lobos) e “Xangô”, de Babi de Oliveira.

A terceira parte musical vem como “Rei Congo” (Osvaldo França e Liz Monteiro), “Funeral D'um Rei Nagô” (Hekel Tavares), “Lua Branca” (Chiquinha Gonzaga) e “Invocação” (Hekel Tavares). A quarta e última é composta por: “Boi Bumbá” (Waldemar Henrique), “Eu Avistei” (Aurinha do Côco), “Aquarela do Brasil” (Ari Barroso) e “Sankofa”(Sílvio Costa (Turco), Samba “Enredo da Escola de Samba Mocidade Azul de 2025”.

Contra o preconceito

Para David Marcondes, afrodescendente que enfrentou preconceito e conseguiu conquistar o topo da carreira na ópera, uma das expressões culturais mais elitizadas, o espetáculo é um grande marco em sua carreira e no meio lírico brasileiro. “Estou extremamente honrado em participar de um projeto com um tema tão grandioso e importante, que é valorizar a presença cultural negra no país e o sincretismo entre erudito e popular. Será a primeira vez que canto um repertório inteiro com este tema – penso que é inédito na ópera”, conta David. “Os 350 anos de escravidão e seu legado foram eficazes em varrer para o esquecimento muita coisa da cultura negra. Até mesmo eu, que sou negro, aprendi muito com esta montagem sobre temas como a mitologia e as religiões ancestrais da África”.

“Ópera Presença Lírica Africana”, com a Cia Nossa Senhora do Teatro Contemporâneo.

Data: 11 a 14 de março de 2026

Local: Capela Santa Maria - Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro - Curitiba

Horários: De 11 a 13 de março (quarta a sexta-feira), às 20h. Dia 14 de março (sábado), duas sessões, às 11h e às 18h30.

Entrada: gratuita

Todas as sessões contarão com intérprete de libras

Supertramp Experience prepara reencontro histórico com o público brasileiro

Em abril, fãs terão a oportunidade de reviver ao vivo melodias que marcaram histórias pessoais e atravessaram gerações.

“The Logical Song”, “Dreamer”, “Give a Little Bit” e outros clássicos eternos embalam a experiência que promete emocionar em diferentes cidades do país.

Fotos em alta, clique aqui - Créditos: Divulgação

Clássicos atemporais, letras profundas e melodias inesquecíveis mantêm viva a conexão emocional com fãs de diferentes idades e reacendem a expectativa para a chegada do Supertramp Experience ao Brasil.

Mais do que uma banda, o Supertramp se tornou um fenômeno emocional que atravessa décadas. Suas músicas falam sobre liberdade, identidade, questionamentos existenciais e sonhos — temas que continuam atuais e profundamente humanos.

Quem nunca se pegou cantando os primeiros versos de “The Logical Song” e refletindo sobre as pressões da vida adulta? Ou sentiu aquela mistura de inquietação e esperança ao ouvir “Dreamer”, com seu piano vibrante e energia contagiante?

Há também a atmosfera acolhedora de “Give a Little Bit”, que se transformou quase em um hino sobre generosidade e conexão humana. E o que dizer de “Breakfast in America”, que atravessou gerações com seu refrão marcante e espírito leve, mas cheio de personalidade?

Já “Take the Long Way Home” é praticamente um convite à reflexão — sobre escolhas, caminhos e recomeços. Uma música que muitos fãs associam a fases decisivas da vida.

Essas canções não são apenas sucessos do passado. São trilhas sonoras de histórias pessoais. Tocaram em rádios, festas, viagens de carro, momentos de descoberta e transformação.

Ao longo dos anos, o legado do Supertramp provou que grandes composições ultrapassam modismos. Suas melodias sofisticadas, arranjos marcantes e letras inteligentes continuam despertando emoção já nos primeiros acordes.

Em 2026, o Brasil terá a oportunidade de transformar lembranças em presença. E para muitos, será mais do que um show: será um reencontro com a própria história.

A turnê brasileira, confirmada para abril e maio de 2026, promete transformar nostalgia em experiência real. Não se trata apenas de revisitar músicas icônicas, mas de reviver sensações, memórias e momentos que fizeram parte da história de milhões de pessoas.

A estreia acontece em Belo Horizonte (24 de abril), seguindo para Rio de Janeiro (25 de abril) e São Paulo (26 de abril), antes de percorrer outras capitais do país.

SOBRE O SUPERTRAMP EXPERIENCE
Formada por músicos virtuosos que percorrem o mundo encantando plateias, a SUPERTRAMP Experience é a única banda europeia reconhecida por Roger Hodgson, e é considerada por muitos como a mais impressionante apresentação ao vivo (tributo) da obra do Supertramp em atividade hoje.
Antoine Oheix – teclados e vocais (com timbre surpreendentemente próximo a Hodgson e Davies)
Alice Valle – guitarra, teclados e backing vocals
David Martin – saxofone, teclados e coros
Lucas Fleurance – baixo e coros
Stéphane Glory – bateria

Cada músico carrega a missão de reacender a chama do Supertramp nos corações do público — e conseguem, noite após noite, emocionar do primeiro ao último acorde.

TURNÊ BRASIL 2026 - SUPERTRAMP Experience

24/04 – Belo Horizonte/MG – BEFLY Minascentro
Compra de ingressos: https://share.google/zPexqukKyIXI2cL2M

25/04 – Rio de Janeiro/RJ – Qualistage
Compra de ingressos:https://share.google/dLYEqvtV06MHC1WyN

26/04 – São Paulo/SP – Tokio Marine Hall -
Compra de ingressos: https://share.google/oLWfoFM8bSTYzDYj9

01/05 – Fortaleza/CE – Teatro Riomar
Compra de ingressos: https://share.google/Du9dg3nu5ZM3EZFzU

02/05 – Recife/PE – Teatro Riomar
Compra de ingressos: https://share.google/sMX6sCffrB2LF539Z

07/05 – Jaraguá do Sul/SC – Teatro SCAR
Compra de ingressos: https://www.eticketcenter.com.br/eventos/show/supertramp-experience-em-jaragua-do-sul/07-05/20-00/

08/05 – Blumenau/SC – Teatro Michelangelo
Compra de ingressos: https://share.google/1B9Ul0TpUNU2S8HPU

09/05 – Florianópolis/SC – Teatro CIC
Compra de ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/39936

10/05 – Porto Alegre/RS – Araújo Vianna
Compra de ingressos: https://share.google/21MQxUBLjJSOTK1Vq

“Sangue Latino” vai agitar o Centro Histórico no domingo

A primeira edição da Festa “Sangue Latino” acontece no próximo domingo, dia 8, das 16h às 21h, no Espaço SFco 179 (Rua São Francisco, 179 – Centro Histórico). O evento vai promover uma grande celebração de ritmos, sabores e imagens da América Latina, com a banda Soul Latino e a DJ Medusa. Além da música, haverá um bar temático e uma experiência audiovisual imersiva. Os ingressos já estão à venda pelo link: Sangue Latino.
A programação musical tem duas atrações especiais. A apresentação da Soul Latino, que vai apresentar um repertório latino-caribenho. No setlist estão ritmos como salsa, cumbia, merengue, cha-cha-cha, reggaeton, bachata e pop rock em espanhol. O grupo, conhecido por seus shows de alta intensidade, é formado por cinco integrantes de diferentes nacionalidades da América Latina. A proposta é oferecer uma experiência completa com música ao vivo, celebrando o “sazón” e a vibração das festas do continente. “Sangue Latino” também traz uma atração da Argentina: a DJ Medusa, artista em ascensão na cena underground, conhecida por sua energia contagiante, que traz para a festa uma verdadeira viagem sonora. Ela promete um set que vai passear pela música contemporânea e inovadora da América Latina com sets que transitam entre Cumbia, Reggaeton, Reggae e Rap, sempre valorizando a autenticidade cultural do continente.
Outro destaque da festa é a ação da DTMF, que levará um time de fotógrafos para registrar o público ao longo do evento. As imagens serão projetadas em tempo real no salão, criando uma ambientação dinâmica e interativa. A projeção terá como tema a América Latina, reunindo imagens de todos os países do continente e registros de fotógrafos contemporâneos, formando uma verdadeira colcha de retalhos visual com os participantes da “fiesta”. Após o evento, as fotos também estarão disponíveis em um site para download.
Além da música e da fotografia, o evento contará com bar temático oferecendo coquetéis clássicos como Mojito, Cuba Libre, Caipirinha e Margarita, além de cervejas Pilsen e IPA, vinho em taça (Brasil) e soft drinks como Coca-Cola, Coca-Cola Zero e chá. No cardápio, empanadas, pastéis e fatias de torta de caramelo salgado completam a experiência gastronômica.

Serviço:
Festa Sangue Latino - apresentação da banda Soul Latina + Dj Medusa.
Local: Espaço de Eventos SFco 179 (R. São Francisco, 179 – Centro Histórico)
Data: 08 de março (domingo), das 16h às 21h.
Ingressos: R$30 (lote 2) pelo link: Sangue Latino.
Classificação etária: 18 anos
Site: https://sfco179.com.br/
Instagram: @sfco179

BRYAN ADAMS LOTA SETORES E ENTRA EM CONTAGEM REGRESSIVA PARA O ESPERADO SHOW EM CURITIBA

Apresentação acontece no dia 9 de março, às 21h, na Live Curitiba, e já registra diversos setores esgotados.

Curitiba/PR — No dia 9 de março, às 21h, o ícone do rock mundial Bryan Adams sobe ao palco da Live Curitiba e já confirma o forte engajamento do público paranaense. A apresentação registra diversos setores esgotados e reforça a alta demanda para o retorno do artista ao Brasil.

Estão esgotados os seguintes setores:
Plateia Superior Nível 1
Plateia Superior Nível 2
Plateia Superior Nível 3
Plateia Superior Nível 4
Plateia Superior Nível 5
Camarote Inferior
Camarote Superior

Os ingressos remanescentes entram na fase final de comercialização impulsionados pela procura intensa e pelo histórico de performances arrebatadoras do artista. Os setores ainda com espaços disponíveis são: Plateia Gold e Silver inferiores, plateia inferior e pista, cuja acomodação é em pé para o público que gosta de assistir, dançar e interagir diretamente com as canções.

Reconhecido por sua voz inconfundível e por composições que marcaram gerações, Bryan Adams construiu uma carreira sólida e internacional desde os anos 80. Seus shows são momentos inesquecíveis que entregam energia constante, interação com o público e um repertório que transforma arenas em grandes corais coletivos.

Com produção de alto nível, iluminação impactante e banda entrosada, a apresentação promete uma noite memorável para Curitiba — reafirmando o protagonismo da cidade no circuito de grandes turnês internacionais.

A escassez de setores reforça o momento: quem ainda deseja garantir presença precisa agir rápido e fazer parte de algo único.
PARA CREDENCIAMENTO CLIQUE AQUI

SOBRE A LIKE PRODUTORA

A Like Produtora é uma das principais realizadoras de espetáculos internacionais e nacionais no sul do Brasil. Com sede em Porto Alegre, a empresa atua há mais de uma década na produção e promoção de grandes shows, turnês e experiências culturais. Reconhecida pela excelência na execução e relacionamento próximo com o público, a Like já trouxe à capital gaúcha artistas e bandas de renome mundial, consolidando-se como referência em entretenimento premium e na conexão entre fãs e seus ídolos.

SOBRE A MERCURY CONCERTS

A Mercury Concerts é responsável pelo agenciamento de turnês internacionais, idealização e produção de shows e festivais de grande sucesso em todo o Brasil. Entre suas realizações nesses 30 anos de história estão festivais como Monsters of Rock, Ruffles Reggae, Skol Rock, São Paulo Trip e Rockfest. A produtora também foi responsável por turnês históricas de artistas como AC/DC, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Aerosmith, KISS, Sting, David Gilmour e Black Sabbath.

SERVIÇO BRYAN ADAMS EM CURITIBA

Data: 09 de março de 2026 (segunda-feira)
Local: Live Curitiba — Curitiba / PR
Últimos ingressos: Bilheteria Digital.
Classificação: 16 anos (menores acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Realização local: Like Entretenimento
Produção nacional: Mercury Concerts

CAIXA CULTURAL CURITIBA CELEBRA O PROTAGONISMO DE MULHERES NAS ARTES DURANTE TODO O MÊS DE MARÇO

Programação reúne performance, marcenaria, audiovisual, teatro, fotografia artesanal e música

O primeiro estágio de um milagre, Cap VII – Foto: Raphaela Graf

Em março, a CAIXA Cultural Curitiba dedica sua programação às múltiplas presenças e práticas de mulheres na arte contemporânea, reunindo ações formativas, performances, oficinas e exposições que evidenciam processos de criação, investigação e partilha. A agenda apresenta nomes de destaque nas artes visuais, na performance, na marcenaria, no audiovisual, na fotografia e na música, reforçando o compromisso da instituição com a diversidade de linguagens e narrativas.

O mês tem início com o ciclo Mulheres do Audiovisual, que acontece de 3 a 27 de março, reunindo profissionais de diversas áreas da cadeia cinematográfica.

Entre os dias 6 e 8 de março, a artista visual Rubiane Maia conduz uma série de atividades voltadas à performance. O ciclo começa no dia 6, das 19h às 21h, com a palestra Práticas artísticas em Performance, aberta a estudantes, artistas, pesquisadores e ao público interessado. No dia 7, das 10h às 18h, acontece o Encontro Formativo em Performance, um workshop intensivo que compartilha procedimentos e experimentações performativas. Para encerrar, no dia 8, das 15h às 17h, a artista apresenta a performance O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição, inédita no Brasil, com participação de Eliana Brasil na leitura performativa.

No teatro, também de 6 a 8 de março, o espetáculo Não Me Chame de Mãe convida a refletir sobre maternidade, identidade e afeto.

De 10 a 22 de março, o Brutas Coletivo, formado pelas artistas Érica Storer, Estelle Flores, Gio Soifer, Jéssica Luz e Paula Calory, ocupa a Galeria Mezanino da CAIXA Cultural. Nos dias 10, 11 e 12, das 18h30 às 21h, o coletivo realiza a oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa, atividade teórico-prática que propõe o desenvolvimento conceitual e a criação coletiva de uma instalação utilizando materiais reciclados e recicláveis em um exercício de curadoria compartilhada. A instalação ficará aberta à visitação entre os dias 13 e 22 de março.

Nos dias 13, 14 e 15, Roberta Sá sobe ao palco com o show Tudo Que Cantei Sou, celebrando sua trajetória artística.

A partir de 17 de março, a Galeria Térreo recebe a exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban, com abertura marcada para as 19h.

Nos dias 18 e 19, a oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres, com Tatiana Barreto e o projeto Marcenaria Delas, oferece uma experiência prática de manuseio de ferramentas, medição, corte e construção em madeira, com acompanhamento técnico.

Entre os dias 20 e 22 de março, o público poderá participar do Ateliê Aberto de Marcenaria, iniciativa que estimula o desenvolvimento de peças em madeira a partir de diferentes formatos e materiais disponíveis.

A fotografia artesanal integra a programação com a oficina Pinhole: Câmera na Lata, realizada em duas etapas, nos dias 21 e 28 de março, das 14h às 17h. Na primeira etapa, participantes constroem suas câmeras pinhole; na segunda, são guiados por um percurso fotográfico pelo centro de Curitiba, seguido de intervenções manuais sobre as imagens reveladas.

Em parceria com o Festival de Curitiba, duas oficinas integram a agenda da CAIXA Cultural: Preparação corporal para a cena, no dia 24 de março, das 18h às 21h, dedicada a técnicas de movimento aplicadas ao teatro; e Preparação e prática vocal no Teatro, no dia 26 de março, também das 18h às 21h, abordando aquecimento vocal, projeção, articulação e a relação entre corpo e voz.

Ainda no diálogo com o audiovisual, o Festival Permanente do Minuto ocorre de 25 a 29 de março, exibindo três sessões diárias com filmes infantis de até um minuto de duração.

Na programação de artes visuais, segue em cartaz a exposição Eder Santos – A imagem não serve, que terá lançamento de catálogo no dia 24 de março, acompanhado da exibição do longa Girassol Vermelho.

Serviço:
[Artes Visuais/ Teatro/ Música/ Cinema/ Vivências]
PROGRAMAÇÃO DE MARÇO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h
Classificação: consultar a classificação indicativa de cada atividade no site ou Instagram da CAIXA Cultural Curitiba
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| caixaculturalcuritiba​

Atividades e datas:
– Ciclo Mulheres do Audiovisual: 3 a 27 de março
– Ciclo com Rubiane Maia - Práticas artísticas em Performance: 6/03, 19h às 21h
– Ciclo com Rubiane Maia - Encontro Formativo em Performance: 7/03, 10h às 18h
– Ciclo com Rubiane Maia - O primeiro estágio de um milagre, Livro-Performance, Capítulo VII, 2ª edição: 8/03, 15h às 17h
– Espetáculo Não Me Chame de Mãe: 6 a 8 de março
– Oficina Infalíveis – Como materializar uma conversa: 10, 11 e 12/03, 18h30 às 21h
– Show Tudo Que Cantei Sou, com Roberta Sá: 13 a 15 de março
– Instalação do Brutas Coletivo: 13 a 22/03
– Exposição As coisas que escapam, de Luiza Urban: abertura dia 17/03, às 19h
– Oficina Introdução à Marcenaria para Mulheres: 18 e 19/03, 18h às 21h
– Ateliê Aberto de Marcenaria: 20 a 22/03, 10h às 19h
– Oficina Pinhole: Câmera na Lata: 21 e 28/03, 14h às 17h
– Oficinas em parceria com o Festival de Curitiba: 24 e 26/03
– Exposição Eder Santos – A imagem não serve: em cartaz (lançamento do catálogo dia 24)
– Festival Permanente do Minuto: 25 a 29/03

EQI Investimentos apresenta o espetáculo Alegría – In A New Light by Cirque du Soleil, em celebração aos 20 anos da companhia no Brasil

Iniciativa reforça a estratégia da corretora de ir além do mercado financeiro, fomentando a cultura e o esporte nacionais

São Paulo, fevereiro de 2026 — A EQI Investimentos anuncia que será a apresentadora oficial da turnê brasileira do espetáculo Alegría – In A New Light do Cirque du Soleil, uma extraordinária releitura da produção mais icônica da principal companhia de entretenimento ao vivo do mundo. A parceria, que se estenderá ao longo de 2026, por meio da IMM, responsável pela produção do espetáculo no Brasil, passará por São Paulo e Curitiba no segundo semestre do ano, celebrando 20 anos de apresentações da companhia canadense no país.

Alegría – In A New Light é uma reimaginação encantadora do clássico do Cirque du Soleil, Alegría, um dos espetáculos mais amados da companhia, que consolidou seu estilo característico ao cativar mais de 14 milhões de espectadores em 255 cidades ao redor do mundo, de 1994 a 2013. Tão icônica quanto a própria produção ao vivo, a trilha sonora de Alegría, que inclui sua popular faixa-título, recebeu uma indicação ao Grammy após seu lançamento em 1995 e permanece, até hoje, como o álbum do Cirque du Soleil mais comprado e mais reproduzido em streaming.

Ao redefinir a narrativa e a direção cênica originais, renovar o conteúdo acrobático e abraçar uma estética contemporânea, Alegría – In A New Light apresenta uma nova criação marcante, um renascimento moderno que reacende as emoções e a magia de Alegría e celebra os próprios fundamentos de seu sucesso: suas melodias inesquecíveis, temas atemporais e um universo barroco imersivo, permeado por lirismo e nostalgia.

Ao longo de toda a temporada, a parceria entre a EQI, o Cirque du Soleil e a IMM incluirá campanhas teaser, presença em mídia on e offline. Também está prevista uma pré-venda exclusiva para clientes da companhia, além de menções especiais antes de cada apresentação, visitas guiadas com acesso à infraestrutura do espetáculo e workshops exclusivos voltados a colaboradores e convidados.

O patrocínio reforça a iniciativa da EQI de realizar investimentos relevantes nos universos do esporte e da cultura, com foco em estratégia de negócios, posicionamento de marca e criação de valor de longo prazo.

“Ao apresentar Alegría – In A New Light no Brasil, um dos maiores espetáculos do entretenimento global, reforçamos nosso compromisso de ir além das finanças. A parceria com o Cirque du Soleil e a IMM é uma extensão natural da nossa estratégia de oferecer experiências memoráveis por meio de investimentos em cultura e conexões relevantes que fortalecem a marca no longo prazo”, explica Patrik Castilho, Diretor de Marketing da EQI Investimentos.

Como é tradição no Cirque du Soleil, Alegría – In A New Light surpreende com uma poderosa fusão de acrobacias eletrizantes, uma trilha sonora ao vivo arrebatadora, figurinos luxuosos, cenários inovadores e um humor irresistível. Visto por mais de 4 milhões de pessoas desde 2019, em 10 países, o clássico reimaginado reúne 54 artistas de 18 países diferentes, incluindo Brasil, 120 figurinos e 9 atos de tirar o fôlego. “Desde 2012, temos uma relação sólida e de confiança com o Cirque du Soleil no Brasil e na América do Sul, e contar com um parceiro tão importante quanto a EQI Investimentos é essencial. Juntos, estamos trazendo ao país um dos espetáculos mais icônicos da companhia, certamente um dos principais motivos da paixão única que os brasileiros têm pelo Cirque du Soleil”, disse Stephanie Mayorkis, COO da divisão de entretenimento da IMM.

A EQI também investe em iniciativas proprietárias que conectam conteúdo e relacionamento. Entre elas está a Money Week, hoje um dos principais eventos do mercado financeiro brasileiro, reunindo especialistas e investidores para debater investimentos e o cenário econômico. Outro destaque é a Match Point Mansion, um projeto que reúne tênis, lifestyle e negócios em experiências exclusivas. Após a edição no Rio de Janeiro, a iniciativa terá sua primeira edição internacional neste ano, em Miami, Estados Unidos, mantendo seu foco em gerar conexões relevantes e oportunidades de negócios.
Sobre a EQI Investimentos
Fundada em 2008 em Santa Catarina, a EQI Investimentos foi a primeira do tipo a obter licença para atuar como corretora no Brasil. Desde sua criação, investe de forma consistente na capacitação de seus profissionais e foi por meio desse modelo que cresceu e se tornou uma das líderes do mercado. Atualmente, tem R$ 51 bilhões sob custódia e mais de 90.000 clientes ativos. Com volume médio mensal de captação superior a R$ 1 bilhão e mais de duas mil novas contas por mês, a plataforma tem expectativa de atingir R$ 180 bilhões sob custódia em cinco anos.

Sobre a IMM
Há mais de 11 anos no mercado, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esportes e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para públicos e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Ele vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, a musicais da Broadway de primeira linha, incluindo Cirque du Soleil, o maior festival gastronômico do mundo, Taste Festivals, a GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo, e a São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do Hemisfério Sul. A partir de 2025, a IMM também passou a ser responsável pela equipe Mubadala Brazil SailGP e pela etapa brasileira da corrida mais emocionante sobre a água, a ENEL Rio SailGP.

Sobre o Cirque du Soleil Entertainment Group
A Cirque du Soleil Entertainment Group é líder mundial em entretenimento ao vivo. Com mais de quatro décadas expandindo os limites da imaginação, a companhia artística leva sua abordagem criativa a uma ampla variedade de formas artísticas, como espetáculos ao vivo, produções multimídia, conteúdos de longa duração, música, experiências imersivas e eventos especiais. Desde sua criação, em 1984, mais de 400 milhões de pessoas foram inspiradas em 6 continentes e 86 países. A companhia canadense atualmente conta com mais de 4.000 colaboradores, incluindo 1.200 artistas de mais de 80 nacionalidades diferentes. Junto de suas afiliadas, Blue Man Group, VStar Entertainment Group e The Works Entertainment, a Cirque du Soleil Entertainment Group continua a expandir seu alcance criativo. Para mais informações sobre a Cirque du Soleil Entertainment Group, visite cirquedusoleil.com.

Referência do metal europeu, In Flames confirma show em Curitiba

A banda sueca carrega um vasto repertório que atravessa mais de três décadas de carreira. Apresentação acontece na Ópera de Arame, no dia 26 de abril

Curitiba, fevereiro de 2026 - Um dos nomes mais influentes do metal europeu, o In Flames acaba de confirmar seu retorno ao Brasil em 2026. Como não poderia ser diferente, a turnê da banda sueca no país terá, além da cidade de São Paulo, Curitiba na agenda: dia 26 de abril, com única apresentação na Ópera de Arame, com assinatura Bangers Open Air, Planeta Brasil Entretenimento e Honorsounds. A banda, formada em 1990, na cidade de Gotemburgo, é reconhecida por sua contribuição ao death metal melódico e por uma trajetória que atravessa gerações sem perder relevância.

Idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad, o In Flames começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Com 13 álbuns de estúdio e uma carreira construída entre tradição e reinvenção, o grupo mantém como marca a combinação de riffs precisos, melodias marcantes e composições que equilibram agressividade e densidade emocional.

Desde os primeiros trabalhos, como “Lunar Strain” (1994) e “The Jester Race” (1996), até títulos que ampliaram seu alcance global, como "Soundtrack to Your Escape" (2004) e "Come Clarity" (2006), a banda construiu um repertório que dialoga tanto com os fãs da fase clássica quanto com o público que a acompanhou nas transformações sonoras dos anos 2000 em diante. O resultado é um repertório que sustenta apresentações intensas, com setlists que costumam atravessar diferentes momentos da discografia.

Em Curitiba, o In Flames vai apresentar a turnê mundial do aclamado álbum "Foregone", de 2023, que celebra as mais de três décadas de carreira da banda. A formação atual reúne Anders Fridén (vocal), Niclas Engelin (guitarra), Björn Gelotte (guitarra) e Joe Rickard (bateria), músicos responsáveis por sustentar a identidade sonora que projetou o In Flames.

O show da banda In Flames em Curitiba acontece no dia 26 de abril, na Ópera de Arame, com abertura dos portões a partir das 19h. Os ingressos estão à venda pela plataforma Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br). Mais informações nos perfis oficiais no Instagram: @planetabrasilentretenimento, @honorsounds, @bangersopenair e @inflames.

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

Sensação entre a geração Z, Bea Duarte traz seu show “Acústico” a Curitiba

A cantora e multi-instrumentalista, ‘autista, vegana e bruxa', aposta em letras complexas com profundidade lírica.

Pela primeira vez em Curitiba, Bea Duarte trará seu show em formato intimista para o Teatro Fernanda Montenegro, no dia 07 de março de 2026. A jovem cantora, revelação da internet, promete uma experiência única e inesquecível para o público curitibano.

Indo além do óbvio, Bea conquistou a geração Z com canções profundas e bem-pensadas. A artista, diagnosticada com autismo e altas habilidades, toca mais de 20 instrumentos, aprendeu diversas línguas sozinha e aproveita o hiperfoco para criar.

No palco, Bea apresentará seu novo disco numa atmosfera mágica onde sua voz potente e suas interpretações tocantes serão as grandes protagonistas. O repertório, cuidadosamente selecionado para esta estreia em Curitiba, passeia por canções autorais que revelam a profundidade de sua arte que emocionam, mostrando toda a versatilidade da artista.

Mais do que um show, será um convite a uma jornada pessoal, onde Bea compartilhará histórias e inspirações por trás de suas criações, construindo uma ponte direta e sincera com a plateia.

Os ingressos custam a partir de R$ 185 mais taxa administrativa e estão à venda pelo site Zig. A produção é da Todt Produções e Lado C Ativadora.

Informações:
Onde: Teatro Fernanda Montenegro
Shopping Novo Batel - Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba/PR
Quando: Sábado, 07 de março, às 20 horas
Ingressos: https://zig.tickets/eventos/bea-duarte-acustico-em-curitiba
Abertura da casa: 19 horas
Classificação: Livre.
Realização: Todt Produções & Lado C Ativadora Cultural

[AGENDA CULTURAL] Roberta Sá comemora 20 anos de carreira na Caixa Cultural Curitiba

Espetáculo reúne canções marcantes da carreira da artista e destaca a produção musical feminina

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A cantora Roberta Sá. Crédito Foto: Flora Negri

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 13, 14 e 15 de março, o show Tudo Que Cantei Sou, da cantora e compositora Roberta Sá. O espetáculo celebra os 20 anos de carreira da artista e revisita canções marcantes de sua trajetória em formato intimista.

Após lançar o projeto em álbum e audiovisual, gravado na Casa de Francisca, em São Paulo, Roberta leva ao palco um repertório que percorre diferentes fases de sua discografia. Ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora revisita músicas como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), e “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão).

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos, que funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

Um dos destaques do show é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, a escolha dialoga diretamente com sua própria trajetória. “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”, questiona.

Ao revisitar o repertório feminino, a cantora reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto.”

Mais do que uma retrospectiva, Tudo Que Cantei Sou reafirma o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua caminhada na música brasileira. Em clima próximo e delicado, o show celebra a força das canções que moldaram sua identidade e convida o público a revisitar memórias, afetos e encontros construídos ao longo de duas décadas de carreira.

SERVIÇO:

[Música] - Roberta Sá – Show “Tudo Que Cantei Sou”

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas: 13, 14 e 15 de março de 2026 (sexta a domingo)
Horários: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: se iniciam no dia 7 de março, presencialmente na bilheteria a partir das 10h e online a partir das 15h em www.bilheteriadigital.com
Horário da bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba