85% dos portadores da COVID-19 são assintomáticos

Especialista em bacteriologia explica os riscos da transmissão e a importância da utilização de máscaras

Pesquisa divulgada pelo hematologista e pós-doutorando da Universidade de Paris, Ramy Rahmé, afirma que 85% dos contaminados pelo coronavírus são assintomáticos, ou apresentam sintomas moderados, como febre, cansaço, tosse seca, sem a necessidade de atendimento hospitalar. Estudos sugerem que é possível que esses indivíduos possam estar com a COVID-19 por até 14 dias antes de apresentar os sintomas, ou desenvolver imunidade a ele.

Cerca de 80% dos pacientes se recuperam da doença sem a necessidade de tratamentos especiais e, muitas vezes, sem sentir sintoma algum. “Depois de infectado, o indivíduo passa a multiplicar a carga viral dentro do organismo e, a partir do segundo dia de infecção, já está transmitindo o vírus para outras pessoas, mesmo que sem sintomas”, afirma o especialista em bacteriologia do LANAC, Marcos Kozlowski.

O uso de máscaras, mesmo as de tecido, estão sendo indicadas pelo órgãos de saúde para conter o vírus. “Elas criam uma barreira física que segura a emissão de gotículas enquanto a pessoa fala, tosse ou simplesmente respira. Assim, ajuda a reduzir a propagação viral de pessoas assintomáticas e auxilia na proteção de quem está ao seu redor”, afirma o especialista.

A chegada do inverno também ascende uma preocupação com as infecções, que aumentam consideravelmente nessa época, principalmente entre crianças e idosos. O LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, registra aumento de 20% nos resultados positivos para infecções de vírus e bactérias nesse período.

Segundo Kozlowski, atitudes simples impedem as infecções, e essas são as mesmas disseminadas para evitar o contágio do coronavirus. “É importante lavar as mãos com frequência, evitar colocá-las em contato com boca, nariz, olhos e ouvidos quando estão sujas e manter o corpo descansado e bem alimentado – isso ajuda o sistema imunológico a se manter forte”, explica, lembrando que é importante manter o ambiente sempre ventilado, apesar do frio.

Sobre o LANAC:

Há 28 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. A empresa possui 45 unidades de atendimento em diversos bairros de Curitiba, além da Região Metropolitana, Litoral do Paraná, Ponta Grossa, Palmeira e Rio Branco do Sul. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 400 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2015 atualizada desde 2004.

Pesquisa brasileira será apresentada no maior congresso mundial de transplante de medula óssea com apoio do Instituto TMO

Estudo de 11 autores, desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR, contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível

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Lide Mutimídia - O Instituto TMO é uma instituição que há 31 anos apoia o transplante de medula óssea (também conhecido pela sigla TMO) em várias frentes, inclusive dando suporte a pesquisas que beneficiam inúmeros pacientes. Recentemente, a instituição viabilizou a apresentação de um estudo desenvolvido no Hospital de Clínicas da UFPR (em Curitiba, Paraná), que será apresentado no maior congresso de TMO do mundo, em Madri, Espanha.

A última edição do Congresso Anual da Sociedade Europeia de Transplante de Medula Óssea (EBMT) contou com mais de 5500 participantes de 94 países. 1068 trabalhos foram selecionados. Destes, somente 182 (17%) foram escolhidos para apresentação oral. A data da 46ª edição deste congresso está agendada para agosto deste ano (originalmente seria em março, mas foi transferida devido à pandemia de coronavírus). Após a apresentação no congresso, os trabalhos serão publicados na revista Bone Marrow Transplantation, que pertence ao conceituado grupo Nature Research.

O Instituto TMO viabilizou a inscrição no congresso e também a viagem a Madri de um dos pesquisadores para a apresentação oral. O bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima ficará encarregado de apresentar o trabalho, que faz parte de sua tese de doutorado. Entre os 11 autores, estão incluídos médicos que fizeram ou ainda fazem parte do Serviço de Transplante de Medula Óssea do Complexo Hospital de Clínicas (STMO/CHC): Ricardo Pasquini (médico que integrou a equipe que realizou o primeiro transplante de medula óssea no Brasil, no HC/UFPR e foi orientador do estudo), Carmem Bonfim (coorientadora), Samir Kanaan Nabhan, Vaneuza Araújo Moreira Funke, Gisele Loth e Samantha Nichele.

Os demais autores incluem os bioquímicos Noemi Farah Pereira (coorientadora), Luciana Nasser Dornelles, Margareth Kleina Feitosa e Geovana Borsato do Amaral, que fazem parte do Laboratório de Imunogenética do CHC/UFPR. Este laboratório foi o primeiro do Brasil credenciado pela Sociedade Americana de Imunogenética, o que lhe confere um dos maiores padrões de qualidade do mundo.

Importância da participação brasileira
A seleção do estudo para o maior congresso de transplante de medula óssea do mundo vem a confirmar a importância do Hospital de Clinicas da UFPR na área, há muitos anos conhecido como referência mundial em TMO.

A conquista conta com vários outros méritos, conforme cita o bioquímico Alberto Cardoso Martins Lima. “É muito difícil ser selecionado para os 17% que vão apresentar, entre tantos trabalhos inscritos mundo afora. O segundo ponto é que este congresso tem foco nos aspectos clínicos do TMO. Ter um trabalho de imunogenética aceito para apresentação oral é muito raro”, afirma.

Mesmo não sendo um trabalho 100% clínico, o estudo tem um grande impacto prático, pois contribui para evitar a rejeição da medula óssea após o transplante, favorecendo para que o resultado seja o melhor possível. Afinal, uma rejeição que é evitada contribui para: poupar tempo de recuperação do paciente, poupar mais trabalho da equipe médica e poupar recursos e insumos. Além disso, um paciente com rejeição tem maior probabilidade de ter complicações depois do transplante.

“É interessante citar que este é um trabalho feito na área de doenças não-malignas, que é muito carente de estudos sobre o HLA-DPB1 (há apenas um, com pacientes com doença Thalassemia) e feito com 106 pacientes com doenças não-malignas, atendidos no HC/UFPR entre 2008 a 2017”, cita Alberto. Mesmo sendo doenças não-malignas, o transplante é necessário.

Questões técnicas sobre o estudo
A pesquisa intitulada “A Alorreatividade contra HLA-DPB1 na direção HvG está associada com risco aumentado de falha de enxertia após transplante com doador não aparentado para doenças não-malignas" foi desenvolvida no Laboratório de Imunogenética em conjunto com o STMO/CHC.

Antes de um transplante ser feito, é necessário encontrar um doador. O mais adequado seria um doador da mesma família do paciente (aparentado HLA idêntico), mas como nem sempre isso é possível, uma opção é a busca por um doador não-aparentado, que geralmente são localizados no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) ou em Registros Internacionais.

Para saber se há compatibilidade, é feito em laboratório um trabalho de tipagem para identificar os genes HLA compatíveis. Este estudo tem como objetivo avaliar o papel da resposta imunológica contra os antígenos HLA-DPB1 incompatíveis no contexto do transplante de medula óssea com doadores não aparentados para doenças não-malignas.

Uma peculiaridade que se observa é que nos transplantes com doadores não aparentados, a grande maioria (80% a 85%) dos voluntários apresentam incompatibilidades HLA-DPB1. Além disso, essas incompatibilidades podem ser classificadas em permissíveis (mais adequadas para transplante) e não permissíveis (menos adequadas e com maior risco).

Uso de algoritmos para encontrar doador compatível
Uma pesquisadora da Alemanha desenvolveu um estudo com uso de algoritmos na busca de doadores e criou um website para classificar o risco dos vários doadores não aparentados. Essa ferramenta, chamada IMGT/T-Cell-Epitope 3 (TCE3), classifica as incompatibilidade HLA-DPB1 em permissíveis e não permissíveis, e os médicos do STMO/CHC usam essa informação para selecionar o doador com menor probabilidade de ter complicação. Clinicamente, as incompatibilidades HLA-DPB1 permissíveis são melhor toleradas e conferem menor risco de complicações. Já as incompatibilidades HLA-DPB1 não permissíveis estão associadas a desfechos deletérios após o transplante. Este tipo de incompatibilidade DPB1 podem ser divididas em duas: não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) e não permissíveis na direção do enxerto contra o paciente (GvH).

Vários estudos com doenças malignas mostraram a utilidade da ferramenta IMGT/TCE3 para selecionar o melhor doador não aparentado. No entanto, quase não existem estudos avaliando o uso desta ferramenta no contexto das doenças não malignas. Os resultados desta pesquisa indicam que as incompatibilidades DPB1 não permissíveis na direção do paciente contra o enxerto (HvG) estão associadas com risco aumentado de rejeição do enxerto e diminuição de sobrevida-livre de eventos. Desta forma, tais incompatibilidades deveriam ser evitadas com o objetivo de otimizar o prognóstico do TMO não aparentado.

Por fim, os achados desta pesquisa validam a importância da tipagem HLA-DPB1 e a estratégia pioneira de seleção de doadores não aparentados atualmente utilizada pelo Serviço de Transplante de Medula Óssea do HC/UFPR em conjunto com o Laboratório de Imunogenética.

“É um gesto de coletividade”: cientistas reforçam uso de máscaras em novas respostas para perguntas da sociedade

Novas dúvidas da sociedade sobre o coronavírus foram esclarecidas por cientistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Dessa vez, as perguntas foram respondidas por 11 pesquisadores da Universidade, que reforçam o uso de máscaras sempre que for necessário sair de casa. “Atualmente, usar máscaras é um gesto de coletividade e solidariedade, pois mesmo que para quem está usando máscara a proteção seja baixa, barra parte das gotículas produzidas ao falar, ao tossir e ao espirrar, protegendo os outros”, explicam.
As dúvidas da população sobre prevenção, contaminação e outros temas que envolvem a doença Covid-19 integram a campanha “Pergunte aos Cientistas”, da Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica e Cultural da UFPR. Para participar, basta enviar a pergunta ao e-mail agenciacomunicacaoufpr@gmail.com ou no direct do perfil @agenciaescolaufpr no Instagram, com nome completo, idade, profissão e cidade onde reside.
Nessa semana, as perguntas foram respondidas pelas cientistas Maria Fernanda de Paula Werner, Juliana Geremias Chichorro, Janaina Menezes Zanoveli e Alexandra Acco, professoras do Departamento de Farmacologia, e Maria Carolina Stipp e Bruna Barbosa da Luz, doutorandas do mesmo departamento; Juliana Bello Baron Maurer, professora do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular; Lucy Ono (integrante da comissão de especialistas), Edneia Cavalieri e Patricia Dalzoto, professoras do Departamento de Patologia Básica. Também participou o presidente da Comissão de Enfrentamento e Prevenção à Covid-19 da UFPR, Emanuel Maltempi de Souza, professor do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular. Confira abaixo:
Prevenção
“Os chineses consideram que é um erro não usar máscaras, pois a Covid-19 pode ser transmitida mesmo por uma pessoa assintomática. A máscara, neste caso, deveria ser de uso de todos como apontam muitos cientistas na revista Science. Todo mundo está confuso com as informações. Uma hora o Ministério da Saúde diz que não é para usar, depois diz que deve. Devemos usar máscaras? Qual é o tecido ideal para a fabricação caseira destas máscaras?” (Claudia Quadros, professora de Comunicação da UFPR, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Claudia, você tem toda a razão. Esse é um ponto que gerou muita confusão. A recomendação inicial era para não usar máscaras. Mas essa recomendação foi mudada – talvez porque toda essa situação é muito nova e estamos aprendendo juntos. Como você mesma disse, novos experimentos publicados estão subsidiando essas mudanças. O uso de máscaras é indicado sempre que for necessário sair de casa. Mesmo as máscaras caseiras diminuem a propagação do vírus por pessoas contaminadas, e diminuem novas infecções. Mas veja que a máscara impede que você emita gotículas, mas pouco protege você das gotículas dos outros. Por isso é importante cobrar de todos o uso da máscara. As máscaras caseiras, feitas com tecido, permitem a entrada de 70% a 90% das partículas pequenas (aerossóis) emitidas por uma pessoa que esteja a menos de dois metros de distância. Ou seja, não protegem o indivíduo de forma direta. Por outro lado, com o uso destas máscaras, a saída de partículas pequenas é reduzida em até 78%. Além disso, limita o contato manual, tornando-se uma barreira física entre as mãos potencialmente contaminadas e as vias respiratórias. Atualmente, usar máscaras é um gesto de coletividade e solidariedade, pois mesmo que para quem está usando máscara a proteção seja baixa, barra parte das gotículas produzidas ao falar, ao tossir e ao espirrar, protegendo os outros. Portanto, quando estiver fora de casa, use máscaras de proteção individual.
As máscaras:
– Podem ser feitas com duas camadas de tecidos como algodão e tricoline, ou três camadas de TNT.
– Podem ser utilizadas por até duas horas.
– Podem ser higienizadas com água e sabão neutro, ao estarem secas, passadas com ferro para então serem utilizadas novamente.
Lembre-se:
– Mesmo com uso das máscaras, as medidas de proteção individual, como lavagem das mãos com água e sabão e o uso do álcool 70% em gel devem ser mantidas.
– Mantenha distância de pelo menos dois metros.
– Evite levar as mãos ao rosto para coçar abaixo da máscara ou coçar os olhos.
– É necessário ter cuidado ao retirar a máscara, pois pode estar contaminada.
Ainda não há estudos que tenham quantificado o efeito do uso universal de máscaras para diminuir a velocidade de disseminação da Covid-19, no entanto, países asiáticos que têm esse hábito de usar máscaras para proteger o outro da exposição às gotículas contaminadas da sua orofaringe têm conseguido, aliado às demais medidas de distanciamento social e de prevenção baseadas em higiene das mãos e ambientes, diminuir a velocidade de propagação do novo coronavírus. O Ministério da Saúde não recomenda o uso de máscaras cirúrgicas e respiradores N95 pela população, solicitando que esses equipamentos de proteção individual comerciais sejam destinados ao uso dos profissionais da área de Saúde para que esses materiais estejam disponíveis para aqueles que estão sob maior risco de infecção. A última recomendação do Ministério da Saúde, apoiada pela Comissão de Acompanhamento e Controle de Propagação do Novo Coronavírus na UFPR, é pelo uso universal de máscaras caseiras pela população assintomática, o que não influenciaria na disponibilidade de máscaras cirúrgicas para os profissionais da área de Saúde.
“Tenho feito caminhada ao ar livre mesmo com a ameaça do coronavírus. Não venho utilizando máscara, mas agora a orientação do Ministério da Saúde é que todos usem máscara. Devo caminhar de máscara ou devo parar as saídas e fazer exercícios de casa?” (Tamires Sales de Quadros, 24 anos, estudante, Salvador-BA)
Cientistas UFPR – Olá, Tamires! As máscaras podem oferecer uma proteção adicional, sendo muito úteis ao sair de casa. O Ministério da Saúde está recomendando que todos, mesmo sem sintomas, de forma universal, usem máscara caseira (de tecido) ao sair de casa. Esta recomendação se baseia no fato de que, embora para quem esteja usando máscara a proteção seja baixa, barra parte das gotículas que produzimos ao falar, ao tossir e ao espirrar. Assim, o uso da máscara protege os outros (e não a nós mesmos). Por que usarmos para proteger os outros, se não apresentamos sintomas? Há evidências robustas da liberação de partículas virais por pessoas que foram infectadas e apresentam sintomas muito leves (a ponto de não serem diagnosticadas clinicamente) ou que simplesmente não apresentam sintoma. Mesmo nesses casos, essas pessoas podem transmitir o vírus por meio das gotículas que eliminam ao falar, tossir e espirrar.
Um novíssimo estudo indica que as pessoas correndo, andando de bicicleta ou se exercitando ao ar livre expelem gotículas pela boca e nariz a distâncias muito maiores, de até quatro metros. Mesmo que seja apenas um estudo de modelagem Matemática, é prudente manter maior distância de pessoas se exercitando (quatro a cinco metros) e também usar a máscara. Por isso, é importante manter o distanciamento social quando possível e só sair de casa em casos urgentes. Sabemos que as caminhadas são importantes e que deve continuar se exercitando para manter seu corpo e sua mente saudável. A atividade física é essencial para a manutenção da saúde e é recomendada, neste momento de isolamento social, também por contribuir com a diminuição da ansiedade. A melhor maneira, agora, é fazer exercícios em casa. Várias pessoas têm feito isso com o auxílio da internet. Se tiver acesso à internet, você pode pesquisar no Google ou YouTube a atividade física que desejar e encontrará várias aulas de 10, 20 ou 30 minutos. Se não tiver internet, você pode se alongar, fazer exercícios de força e movimentar seu corpo (subir e descer escadas, fazer pequenas corridas, polichinelos, abdominais, alongamentos etc.), sem sair de casa.
Recomenda-se que sejam evitadas ao máximo possível as saídas que não sejam essenciais, pois ao sair de casa pode-se ter contato com objetos contaminados e eventualmente encostar a mão no rosto após tocá-los. Além de outras situações imprevisíveis como a aproximação de pessoas nesses espaços públicos ou a necessidade de dividir elevadores para descer à rua, ou seja, o risco de infecção existirá. Somente diminuindo a circulação de pessoas, nesse momento em que os números de casos infectados e de mortes está se elevando no Brasil e em que ainda não existe medicação comprovadamente eficiente ou vacina contra a Covid-19, conseguiremos diminuir a velocidade de transmissão do vírus.
“O café onde trabalho irá voltar a funcionar e irá fornecer máscaras de tecido para os funcionários. Com o que higienizá-las sem água sanitária já que a máscara é preta e água sanitária iria manchar?” (Ana Carolina Rodrigues Minucci, estudante, 23 anos, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Ana! É absolutamente necessário lavar as máscaras após o uso, mas basta usar água e sabão para lavar roupas comum. Esse é um método eficiente. O uso da máquina de lavar também é suficiente para a limpeza de máscaras. Neste caso, adicionais cuidados que podem ser utilizados (e caso ainda seja compatível com o tecido) incluem: usar a água na temperatura de 60 a 90 graus e utilizar a opção molho. Seque bem as máscaras, de preferência ao sol, e recomenda-se o uso de ferro de passar roupa. Lembre-se: as máscaras são para uso individual e também que não deve-se usar a máscara por muito tempo, pois o ar expirado úmido vai deixá-la molhada, facilitando contaminação. O ideal é trocá-la a cada duas horas e colocá-la em saco plástico até a hora de lavar.
Entre os desinfetantes recomendados pelo Ministério da Saúde, além da solução de água sanitária diluída, há a possibilidade de uso de soluções a base de peróxido de hidrogênio 0,5% para a desinfecção prévia à lavagem convencional das máscaras caseiras, e pode ser encontrado na formulação de desinfetantes para roupas hospitalares, preservando em parte a cor dos tecidos (deve ser usado de acordo com as instruções do fabricante). Além da recomendações de lavagem e desinfecção das máscaras caseiras de tecido, reforçamos a necessidade de uso correto das mesmas, o que pode ser acessado neste link.
“A Organização Mundial de Saúde (OMS) orientou usarmos um pouco de hipoclorito diluído na água para lavar as máscaras e roupas que usamos na rua. Porém tenho medo de manchar as roupas. Posso usar Lysoform para isso? É eficaz?” (Camila Nery, 28 anos, estudante, Santos-SP)
Cientistas UFPR – Olá, Camila! O uso da máquina de lavar deve ser suficiente para a limpeza e higienização de roupas. Pode-se utilizar o Lysoform como adicional cuidado na limpeza de roupas – duas recomendações: 90 ml ou um copo americano no processo final de lavagem (fabricante) ou usar diluído no programa pré-lavar/molho por cinco minutos. Como recomendação, fazer um teste inicial para verificar se o produto não causará nenhum dano ao tecido. Você pode ainda deixar de molho em sabão de lavar roupas em algumas horas para aumentar eficiência. Em caso de um baixo grau de contaminação viral, como parece ser a condição das roupas utilizadas, lavar com água e sabão e secar bem deve ser suficiente para a inativação viral. No caso das máscaras, também podem ser desinfetadas separadamente com solução diluída de água sanitária e enxaguadas, antes de serem colocadas para lavar juntamente com as outras peças de roupas. A máscara deve ser bem secada e, se possível, deve ser passada. Lembre-se que você deve usar por duas a três horas e então trocar, sempre sem tocar a frente da máscara, mas manuseando apenas pelo elástico ou fita.
“Tenho 63 anos, sou diabética tipo 2 e hipertensa. Sempre fiz caminhada, hidroginástica, musculação e pilates. Agora só dentro casa, como devo proceder? Gostaria muito de fazer pelo menos a caminhada” (Maria Aparecida Correa, Volta Redonda-RJ)
Cientistas UFPR – Olá, Maria Aparecida! Excelente gostar e praticar atividade física. Esse seu hábito com certeza ajuda a controlar sua diabetes e hipertensão. Você pode continuar se exercitando e deve fazer isso pelo seu corpo e para uma mente saudável. A melhor maneira, agora, é fazer exercícios em casa. Várias pessoas têm feito isso com ou sem o auxílio da internet. Se tiver acesso à internet, você pode pesquisar no Google ou Youtube a atividade física que desejar e você encontrará várias aulas de 10, 20 ou 30 minutos. Se não tiver acesso, você pode se alongar, fazer exercícios de força e movimentar seu corpo (subir e descer escadas, fazer pequenas corridas, polichinelos, abdominais, alongamentos etc.), sem sair de casa. Mudar os hábitos não é fácil. Mas nesse período de Covid-19 isso se tornou essencial. Boa sorte nessa fase, lembrando que é uma fase e vai passar! Que tal começar agora?
“É bom ter um nebulizador em casa?” (Ivani Marques, 32 anos, Salvador-BA)
Cientistas UFPR – Olá, Ivani! Boa pergunta. O nebulizador é um equipamento para auxiliar no tratamento de doenças respiratórias, como sinusite, bronquite, asma etc. Assim, a utilização adequada deste equipamento deve ser recomendada pelo médico ou por um profissional da saúde. Nenhuma recomendação de Sociedades Brasileiras (Pneumologia ou Pediatria) foi feita em relação à necessidade de adquirir nebulizadores para uso em casa. Por outro lado, nos serviços de pronto atendimento recomenda-se evitar o uso dos nebulizadores convencionais para mitigar possíveis contaminações e/ou transmissões. Além disso, em suspeita de Covid-19 deve-se dar preferência ao uso de broncodilatador em spray inalatório (“bombinha”). Para hidratar as vias aéreas se você vive em lugar muito seco, use soro fisiológico – lembre-se que o soro fisiológico é de uso pessoal: não deve ser compartilhado com ninguém, pois pode contaminar com conta-gotas usado por outra pessoa.
“A água sanitária pode ser guardada em frasco escuro para ser utilizada depois? Com a amônia quaternária o procedimento é o mesmo? Posso fazer a diluição e guardar num frasco com borrifador para limpar as embalagens vindas do mercado, maçanetas, pisos etc.?” (Eliane Américo, 38 anos, orientadora educacional, Valparaíso-GO)
Cientistas UFPR – Olá, Eliane! Sua preocupação é bem pertinente, pois vários fatores podem interferir na estabilidade das soluções de hipoclorito de sódio, como pH (medida de acidez da solução), temperatura, luminosidade, concentração, embalagem, contato com o ar, presença de matéria orgânica e íons metálicos. Aconselha-se armazenar a solução de hipoclorito de sódio em frascos bem fechados, protegidos da luz e em temperatura que não exceda 20 graus. Neste sentido, os frascos âmbar de vidro ou de plástico são práticos, pois protegem o hipoclorito da ação da luz. Um estudo mostrou que soluções de hipoclorito mantidas nestes frascos e em refrigeração se mantiveram estáveis por cerca de 120 dias. Importante ressaltar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda aos consumidores a utilização somente de produtos regularizados. O ideal é dar preferência aos saneantes classificados nas categorias “água sanitária” e “desinfetante para uso geral”, e que apresentem no rótulo o número de registro na Anvisa ou de notificação. A concentração de hipoclorito que inativa em até um minuto o SARS-CoV2 é de 0,1 % (diluição contendo uma parte de água sanitária e 25 partes de água ou aproximadamente três ou quatro colheres de sopa de água sanitária e um litro de água). Em geral recomenda-se que essa solução seja preparada diariamente quando mantida em frasco como o borrifador sem perda de eficiência, mas encontramos pelo menos um estudo que mostrou que após 30 dias nesse tipo de frasco e à temperatura ambiente houve redução de aproximadamente 50% de cloro ativo. O cloreto de benzalcônio é o sal de amônio quaternário mais comumente utilizado. É um agente eficiente contra bactérias patogênicas e parece ser de menor eficácia em baixas temperaturas (8 graus) do que em temperatura mais elevada (20 graus). Mas são poucos estudos que testam a eficiência desse desinfetante contra coronavírus. Alguns ensaios indicam que cloreto de benzalcônio a 0,05-0,2% é menos eficiente para inativar coronavírus SARS-CoV1 do que etanol 70% ou hipoclorito de sódio 0,1%, que são os desinfetantes de escolha para esse vírus. Por isso tem se sugerido uso de álcool 70% ou hipoclorito de sódio a 0,1 %, que tem capacidade de inativar o coronavírus em um minuto ou menos. O cloreto de benzalcônio é um composto bastante estável à temperatura ambiente e numa ampla faixa de pH. Assim, é possível guardar a solução estável em borrifador durante o uso por alguns dias sem perda de eficiência.
Contaminação
“Se uma pessoa com Covid-19 assintomática está numa piscina, todas as pessoas que estiverem naquela piscina serão contaminadas?” (Keila Corrêa Bittencourt, 35 anos, economista, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Keila! Provavelmente não, mas depende de qual é o tratamento da água desta piscina. Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, com base nas instruções da Organização Mundial de Saúde (OMS), água clorada com um a três partes por milhão (ppm) de cloro na piscina inativa o novo coronavírus em menos de 30 minutos. O risco de adquirir a Covid-19 dentro da piscina é pequeno ao se manter um distanciamento de três metros entre seus frequentadores. Além disso, tem o fator de diluição: algumas gotículas de saliva na água serão diluídas em milhares de litros de água, diminuindo muito a chance de que vírus encontre seu alvo. Assim, é improvável que alguém seja contaminado pela água da piscina.
Mas há questões importantes a serem lembradas:
1) O spray respiratório produzido ao nadar é semelhante à tosse e ao espirro, podendo ter a mesma amplitude de contágio.
2) O principal local de contaminação nesta situação são os vestiários, cadeiras compartilhadas e áreas comuns próximas à piscina.
3) Pessoas com qualquer sintoma que possa remeter à Covid-19 devem permanecer em distanciamento social – não devem frequentar piscinas ou salas de ginástica que sejam de uso comum em condomínios ou clubes.
Os cuidados são importantes porque não se tem ainda muitas evidências da sobrevivência do coronavírus na água limpa ou em esgoto. Pela característica deste vírus, de ter um “envelope” lipídico pouco resistente que o envolve, é provável que se torne inativo significativamente mais rápido do que vírus entéricos humanos não envelopados com conhecida transmissão por água, tais como adenovírus, rotavírus e vírus da hepatite A. Considerando os riscos citados acima, não recomendamos uso de piscinas comunitária nesse momento de alta disseminação do novo coronavírus.
“É verdade que o ciclo do vírus no organismo é de aproximadamente 15 dias? Então se fizer o exame de sorologia um mês depois de apresentar os sintomas o resultado será negativo?” (Eliane Alberti, 42 anos, professora UFPR, Piraquara-PR)
Cientistas UFPR – Olá, Eliane! O período de incubação do vírus, que seria o tempo entre a infecção e os sintomas da doença varia de um a 14 dias, em geral de três a sete dias, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas há relatos de casos discrepantes com período de incubação de até 27 dias. O tempo de recuperação médio da doença para casos leves é de duas semanas e de três a seis semanas para casos graves. Como na maioria dos casos o vírus não está presente depois de 14 dias, a recomendação é de isolamento domiciliar para pacientes com Covid-19 com sintomas leves. Pacientes hospitalizados podem ser testados para confirmar a eliminação do vírus antes de terem alta. Se o teste para a Covid-19 for um exame sorológico que detecta anticorpos (IgG/IgM) contra o vírus, indicará infecção em progresso (IgM positivo) ou passada (IgG positivo). Mas esse teste só dá positivo depois do desenvolvimento de anticorpos, aproximadamente sete a 10 dias após aparecimento de sintomas. O teste de RT-PCR detecta diretamente o material genético do vírus (RNA viral) e dá positivo a partir da infecção, quando o vírus começa a se replicar no paciente. Os vários tipos de testes imunológicos também apresentam características distintas como diferentes sensibilidades e especificidades. Se esse exame de detecção de RNA viral for feito após 30 dias do início dos sintomas, em um quadro leve ou assintomático de Covid-19, é provável que seu resultado seja negativo. Mas se nesse período de 30 dias sugerido por você forem usados testes de sorologia para detecção de anticorpos contra o novo coronavírus no sangue, serão positivos. Mesmo o vírus não estando mais presente na amostra clínica, os anticorpos que o sistema imune produziu contra ele poderão ser detectados. Dados epidemiológicos da Covid-19 ainda estão sendo estudados para conhecer melhor a forma de transmissão, a progressão e as respostas imunológicas frente ao SARS-CoV-2.
“Nos últimos dias foram noticiados o contágio em felinos, um gato e uma tigresa. Há a possibilidade de que eles possam se tornar hospedeiros intermediários para o SARS-CoV-2? Isto é, a doença poderia se espalhar entre eles e, porventura, nos contaminaríamos em contatos com esses animais? Além disso, há alguma chance de que o Aedes aegypti possa se tornar um transmissor do vírus?” (Wesley Rodrigo Santos, 27 anos, estudante, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Muito importantes e pertinentes essas perguntas, Wesley. De acordo com estudo publicado na revista Science, os gatos se mostraram suscetíveis à infecção para SARS-CoV-2. Porém, não foi verificado se os gatos podem ser hospedeiros intermediários ou vetores para transmissão do vírus. Recomenda-se, por questão de higiene pessoal, sempre lavar as mãos após brincar com qualquer pet. O mais importante é manter os animais de estimação afastados de pessoas com Covid-19 que estejam se tratando em casa. Essas pessoas precisam ficar em isolamento doméstico seguindo regras estritas para não terem contato com outras pessoas e nem com animais de estimação. Então reforçamos que não há registro de transmissão do SARS-CoV2 de animais de estimação para humanos.
O Aedes aegypti é vetor de doenças chamadas arboviroses, que são doenças provocadas por vírus que estão presentes na circulação sanguínea e cujo ciclo de vida depende de passagem por um artrópode (que é o mosquito). Ou seja, vírus como da dengue e febre amarela provocam doença no mosquito também e o mosquito doente transmite o vírus para humanos quando vai se alimentar. O SARS-CoV-2 não é capaz de se replicar no Aedes aegypti e também não há evidência de que esteja presente no sangue de pessoa com Covid-19. Assim, até o momento não há nenhuma informação de que o Aedes aegypti possa ser transmissor do SARS-CoV-2. A principal forma de transmissão da Covid-19 é de pessoa para pessoa. O que se sabe até agora é que o receptor utilizado por esse vírus está presente em células de outros tipos de primatas, humanos e porcos, e que há uma similaridade desse vírus aos encontrados em morcegos.
“Não sou do grupo de risco, tenho 36 anos, nenhuma comorbidade, pratico exercícios físicos e me alimento bem. Se minha imunidade estiver ok e eu entrar em contato com o vírus, obrigatoriamente eu vou desenvolver a doença (ou ficar com o vírus no meu corpo e ser um transmissor assintomático) ou pode ser que eu não contraia a doença por ter uma imunidade alta?” (Aline Marchese, 36 anos, professora de Agronomia UFPR, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Aline, não há certeza. Os dados têm mostrado que qualquer um pode ser infectado pelo vírus, em qualquer idade e qualquer condição de saúde. A taxa de infectados decresce com a idade, especialmente abaixo de 20 anos. A faixa de 30 a 39 anos constitui 17% dos doentes na China. Esses números variam um pouco dependendo da estratificação etária da população. Não há evidência indicando que uma pessoa “saudável”, sem comorbidade, será refratária à infecção. Comorbidade influi na probabilidade de desfecho positivo, assim como sexo. Mulheres sem comorbidade têm probabilidade menor de morte, mas não necessariamente de desenvolver a forma mais grave da doença. É possível que você entre em contato com o vírus, não desenvolva a doença, e seja uma portadora assintomática, mas capaz de transmitir o SARS-CoV-2 uma vez que a Covid-19 é contagiosa durante o período de latência. Pode ser que também não contraia a doença – não se pode dizer que seja por sua imunidade alta ou por outros fatores como carga viral, por exemplo. É comum na medicina humana relatos de infecções que não apresentam sintomas ou manifestação clínica.
A prática de exercícios físicos regulares e uma alimentação adequada podem contribuir sim para a manutenção de um estado hígido necessário para uma resposta imune que seja a mais adequada para a contenção da multiplicação do vírus. Mas mesmo dentro dessa condição ideal de condicionamento físico e alimentação, a exposição ao vírus poderá levar à infecção, sem aparecimento de sintomas ou com sintomas muito leves ou ao aparecimento de sintomas moderados e até mesmo graves. Ou seja, não é um impeditivo para o desenvolvimento de sinais e sintomas da doença. Dados epidemiológicos da Covid-19 ainda estão sendo estudados para conhecer melhor sobre a transmissão, a progressão e as respostas imunológicas frente ao SARS-CoV-2.
“Corro algum risco de contaminação indo ao meu sítio nos fins de semana? Entro no carro na garagem de casa e só saio no sítio – lá não terei contato com ninguém. Na volta para casa procederia da mesma maneira. Somos meu marido e eu com 73 e 71 anos, respectivamente” (Ângela Trece Lopes, 71 anos, economiária aposentada, Belo Horizonte-MG)
Cientistas UFPR – Olá, Ângela! Você e seu esposo são do grupo de risco. Portanto, o distanciamento social é altamente recomendado. Se vocês não têm contato com ninguém em casa e no sítio, correm pouco risco de serem infectados. Se alguém além de vocês tiver acesso à casa do sítio, pode ser uma fonte de contaminação. Portanto, importante manter a casa bem arejada na sua chegada e limpar as superfícies, de preferência, com álcool 70%. O vírus pode sobreviver em superfícies. É importante higienizar todos os produtos que chegam da farmácia e supermercado para que o vírus não tenha acesso à sua casa através desses produtos. Durante a higienização dos produtos, procure não levar as mãos ao rosto e lave bem as mãos com água e sabão quando terminar. Dê preferência às compras por telefone ou aplicativo ou peça ajuda aos mais jovens, evitando assim locais fechados e com aglomeração de pessoas. Além disso, devemos sempre considerar que a parte externa do carro está exposta ao vírus. Desta forma, é recomendado que após tocar a parte externa, como a porta e porta-malas, seja usado o álcool 70% para higienizar as mãos. É importante também limpar o volante, a marcha e o freio de mão com um papel toalha embebido em álcool 70%. Os tapetes do carro também devem ser lavados periodicamente com água e sabão, pois nossos sapatos levam a sujeira para o interior do carro. E sempre lavar as mãos com água e sabão, mesmo que não tenha tido contato com outras pessoas. Recomendamos que pesem a decisão de se deslocarem de casa, a probabilidade de acontecimento de imprevistos que poderiam levar ao contato não programado com outras pessoas e o fato de normalmente os locais como sítios, por serem afastados das cidades, levarem a maiores dificuldades de acesso a hospitais e unidades de saúde caso surjam emergências médicas. Parabéns pela sua preocupação e continuem praticando o distanciamento social, tão importante nesse momento para diminuir a velocidade de propagação da Covid-19 no Brasil.
“Tenho hipertensão e tomo o medicamento Losartana 50mg de 12 em 12 horas. Mesmo eu não tendo mais de 60 anos, também sou considerado do grupo de risco?” (Jean Pscheidt Weiss, 26 anos, químico, Curitiba-PR)
Cientistas UFPR – Essa deve ser uma dúvida de muita gente. A relação entre o uso de medicamento losartana (que é da classe dos bloqueadores do receptor AT1 da angiotensina 2 ou ARBs) e a maior propensão à infecção do SARS-CoV-2 é baseada em hipótese e não confirmada – ou seja, não é baseada em evidência clínica. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os hipertensos não devem em nenhuma circunstância deixar de tomar o hipertensivo prescrito e qualquer modificação do tratamento deve ser avaliada pelo seu médico. Quanto à sua pergunta, a resposta é sim. Você faz parte do grupo de risco. Em números significa o seguinte: pacientes com Covid-19 que são hipertensos têm 6-8% de morte enquanto os que não tem uma comorbidade têm risco abaixo de 1%. É uma grande diferença e por isso você precisa ser extra cuidadoso. Mas se sua hipertensão estiver descontrolada, o risco pode aumentar. Por isso, não deixe de tomar seu medicamento e monitore sua pressão. As pessoas hipertensas, assim como os portadores de doenças cardíacas e respiratórias crônicas, diabéticos e em tratamento contra câncer, devem reforçar as medidas de prevenção indicadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde. Fazer distanciamento social rígido (só saia de casa se for essencial e mantenha distância de pessoas que coabitam com você e precisam sair), lavar as mãos, usar de álcool gel quando necessário, usar máscara etc.
“Qual é a projeção percentual de contágio por Covid-19 nas pessoas que hoje estão confinadas? Findo o confinamento estas pessoas estarão em contato com possíveis pessoas ainda contaminadas. Se para chegar ao Brasil bastaria uma pessoa assintomática, por que não haverá contaminação? Por que o número total de contaminados na hipótese de ausência de restrição de contato social poderia ser maior que a soma do número de pessoas contaminadas durante a restrição do confinamento de contato social? Mais o número de pessoas que serão contaminadas após o fim da restrição de contato social? Mais os casos de pessoas recontaminadas? Imaginaria que o confinamento somente teria evitado as mortes por insuficiência de leitos se o pico ultrapassasse a capacidade hospitalar do Brasil. Estou certo? O número de imunes e ou imunizados seria sempre o mesmo nas duas situações, se não aparecer remédio ou vacina” (Liamar Bicalho, 77 anos)
Cientistas UFPR – Liamar, estudos realizados nos Estados Unidos e no Reino Unido utilizaram modelos Matemáticos para tentar prever possíveis cenários da pandemia no Brasil, considerando o confinamento ou não da população. O fato é que diante do cenário atual não dispomos de vacinas e nem medicamentos específicos para prevenir a contaminação e tratar a Covid-19. Até o momento, tanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto o Ministério da Saúde recomendam o isolamento social como importante ferramenta de saúde pública, pois diminuem significativamente o número de contágio por Sars-CoV-2. Estudos demonstraram que o percentual de incidência de Covid-19 entre pessoas que estão sob isolamento social é de 1,5%, considerando pessoas com histórico de viagens e que estiveram em contato com casos suspeitos. Atualmente, o Brasil não tem testes suficientes para avaliar a quantidade de pessoas que foram contaminadas e que pertencem ao grupo dos assintomáticos. Então, mesmo que nossas medidas de saúde pública não consigam conter completamente a disseminação da Covid-19 por causa das características do vírus, ainda serão eficazes para atrasar o início da transmissão generalizada na comunidade, reduzindo a incidência do pico da doença e seu impacto nos serviços públicos. Levando em consideração a gravidade dos sintomas clínicos, caso não houvesse isolamento social o número de leitos disponíveis não seria suficiente para atender todos os pacientes. Enquanto ainda não contarmos com testes suficientes para contabilizar a porcentagem de indivíduos que já foram contaminados com o Sars-Cov-2 não temos como fazer previsões nem como estimar a possibilidade de recontaminação. É preciso ainda lembrar que situações de pandemia como essa têm reflexos diferentes em países onde há grande desigualdade social, como é o caso do Brasil. Quando todos praticam o distanciamento social, permanecendo nesse momento em suas residências, estaremos ajudando a proteger também as parcelas mais vulneráveis socialmente da população brasileira. Enquanto não dispomos de medicamentos comprovadamente eficientes para tratar as pessoas infectadas, de vacinas seguras e eficientes e de testes para avaliar a população de modo geral, as medidas de distanciamento social são nesse momento o único recurso de que dispomos (associado às medidas de higiene de mãos e superfícies) para diminuir a velocidade de propagação do novo coronavírus. Como você mesmo observou temos mais interrogações do que respostas, mas é possível prever alguns cenários:
1) Se não houver regras de distanciamento social rígidas nesse momento, o fato de termos transmissão comunitária disseminada significa que o número de novos casos crescerá exponencialmente, dobrando a cada três a quatro dias no máximo. Nessa situação nosso sistema de saúde entra em colapso, pois cerca de 5% a 8% dos doentes precisam de cuidados em unidade de terapia intensiva (esse número parece estar se mantendo em todos os países). Podemos imaginar que os médicos teriam que escolher quem vive e quem morre. Os modelos mencionados acima preveem esta situação explosiva.
2) Podemos viver numa situação de distanciamento social que mantenha um número de casos novos em equilíbrio com o número de pessoas recuperadas e falecidas. Essa situação perdura até que número substancial da população estiver imunizada (as estimativas variam de 50% a 70%) ou descoberta de uma vacina. Há incertezas a respeito de recontaminação (estudo recente citado pela OMS diz que algumas pessoas não desenvolvem anticorpos contra o novo coronavírus), duração da imunidade, além de ser difícil definir o ponto de equilíbrio e a duração e quando vacina estará disponível.
3) Podemos aplicar regras rígidas até que o número de casos novos esteja bastante reduzido, nosso sistema de saúde tenha folga de leitos de UTI (números precisam ainda ser determinados). Nesse momento, duas ações são necessárias: afrouxar distanciamento social progressivamente com regras bem definidas (algumas regras de distanciamento devem ser permanentes como eliminar contato físico ao cumprimentar, uso de máscaras, eliminação de filas etc.), estabelecer um sistema de monitoramento por exames abrangentes e vigilância constante. Nesse cenário, a cada novo caso, todos contatos dessa pessoa são identificados e testados para barrar a transmissão, uma estratégia chamada de “contact tracking”. Além disso, seria importante analisar amostras da população para presença do vírus em assintomáticos (escolhidas usando análise estatística) e presença de anticorpos contra SARS-CoV-2.
Esses cenários são bem simplificados. Entre essas possibilidades a terceira parece trazer mais benefício com as informações que dispomos. Exemplos de aplicação dessa estratégia encontra-se a Coreia do Sul, China e Alemanha. Na Coreia do Sul e China o número de novos casos é bastante reduzido, depois de uma fase de crescimento exponencial. A Alemanha ainda tem um grande número de casos, mas um número de mortes muito menor que em outros países com características semelhantes.
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O inverno e os pets: combinação perigosa

Veterinária dá dicas de como proteger os animais de estimação nesses dias mais frios

Com o frio se aproximando em quase todas as cidades brasileiras, surge mais uma preocupação: como proteger os animais de estimação? Muitas pessoas pensam que, por terem pelos, os pets não sofrem com temperaturas baixas, mas a especialista Luana Sartori, veterinária responsável pela Monello Select, da Nutrire, alerta que cães e gatos podem ficar doentes se não forem aquecidos em dias com vento, chuva e frio.

Animais podem pegar gripe?

Sim, eles também ficam resfriados e os sintomas são bem parecidos com os da gripe nos humanos. “Espirros, falta de apetite, secreção ocular e nasal, e febre podem ocorrer. Além disso, quando estão gripados, os animais ficam apáticos, sem vontade de brincar ou interagir com seus tutores”, explica Luana. Muito embora eles possam ficar gripados em qualquer estação, o inverno é sempre mais perigoso, principalmente para os animais que dormem nos pátios das casas. Filhotes e idosos também sofrem mais com o frio e estão bem mais suscetíveis às doenças respiratórias.

Como saber se meu pet está com frio?

Vários sinais podem indicar que o seu melhor amigo está com frio. “O pet busca lugares quentes, como os cantinhos da casa, por exemplo. Eles costumam ficar enroladinhos no próprio corpo, os focinhos e orelhas ficam gelados”, indica. Os gatos procuram as cobertas para se aquecer. Luana alerta que felinos com acesso à rua estão mais propícios ao frio. “O principal fator de risco para a saúde e segurança dos gatos é rua”, acrescenta.

Devo colocar roupas em cães e gatos?

A resposta é: depende. Cachorros são mais tolerantes, mas os gatos realmente não gostam de roupinhas, com algumas exceções. “É preciso analisar com bom senso, pois o que pode ser bonitinho para as pessoas, pode ser desconfortável ao extremo para o pet”, diz. Luana revela que cachorros mais velhos e filhotes se adaptam melhor ao uso de roupas. “Para os animais idosos ou com pelo curto, que sentem mais frio, as roupinhas são uma boa opção”, explica.

No mercado há vários tipos de tecidos que ajudam a combater o frio, mas alguns pets podem ser alergicos, esse cuidado é essencial que você tenha ao escolher o tipo de roupa, converse com o veterinário antes. “Não esqueça que animais de rua sofrem muito mais com as temperaturas baixas. Se você quiser ajudar a aquecer um bichinho sem dono, encontre uma entidade protetora perto de você e doe o que puder”, pede a especialista.

Meu cachorro dorme no pátio, e agora?

A primeira coisa é garantir uma casinha com cobertura e cobertor para o pet, nunca em espaço aberto. Se o pet está acostumado a dormir na rua, garanta que ele esteja longe da chuva e do vento direto. “Proteja a cama do cão colocando revestimento de borracha ou estrado evitando o contato direto com o chão”, diz.

Devo diminuir a frequência do banho?

Se for possível, sim. Além disso, banhos devem ser com água morna e a secagem é muito importante. Não deixe o pet molhado e nem saia com ele após o banho. Espere, no mínimo, 30 minutos. “Nesses tempos de quarentena, os passeios devem cessar. Se o animal precisa sair para as necessidades fisiológicas, evite locais com aglomeração de pessoas. No retorno do passeio, lave as patinhas com água e sabão”, explica. Nos gatos, aumente a frequência da escovação. “Com o frio eles se lambem mais e, consequentemente, engolem mais pelos que podem prejudicar o estômago. A indicação é que o tutor escove o pet três vezes por semana”, conclui a veterinária.

Animais podem pegar o novo Coronavírus?

Até o momento não há indicações de que isso possa acontecer. A gripe felina se chama Rinotraqueíte Felina e pode ser provocada pelo vírus Herpesvírus felino tipo 1 ou FeHV-1. “Por ser caracterizada pelos sintomas respiratórios, é também conhecida como Complexo Respiratório Viral Felino (CRVF) e acomete o trato respiratório superior”, explica. Seu período de incubação é curto, sendo que no inverno os casos se multiplicam e se manifestam com muita intensidade.

Já nos cães, a gripe é pelo vírus influenza A e a Traqueobronquite Infecciosa Canina é fruto da infecção por parainfluenza, bordetella e adenovirus. Cães e gatos também podem pegar resfriados mais comuns, onde os sintomas também são mais leves”, conclui a veterinária. A indicação da OMS é de que humanos com sintomas do Covid-19 devem ficar longe de seus animais de estimação, evitando o contato o máximo possível. Embora não haja evidências científicas de contágio, o cuidado é sempre bem vindo.

Rede Lojacorr assina manifesto #nãodemita

CURITIBA, ABRIL DE 2020 – LIDE MULTIMÍDIA - No início desse mês, mais de 40 empresas brasileiras se uniram para criar o manifesta #nãodemita, pensando em manter os quadros de colaboradores, evitando e minimizando um possível colapso econômico e social no País. Compartilhando dessa ideia, é que o CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, assinou o manifesto poucos dias depois, ampliando a rede de empresas aderentes ao propósito.

Para ele, “o País precisa do nosso protagonismo e esforço máximo para minimizarmos os impactos dessa pandemia em nossa sociedade. Se todos fizerem sua parte, para mantermos o isolamento social e empenharmos nossos esforços para sustentar a atividade econômica, logo sairemos dessa”, diz.

Na Rede Lojacorr, após o cancelamento dos eventos, reuniões e treinamentos presenciais, todos os colaboradores foram colocados em home office com o apoio das equipes de tecnologia, suporte, pessoas e cultura, comunicação e o comitê multidisciplinar, de forma rápida para manter a qualidade das operações, focando nas entregas dos projetos estratégicos prioritários. Em paralelo, foram desenhadas novas medidas financeiras para auxiliar as unidades e corretoras. Essas ações priorizaram manter os empregos diretos do quando colaborativo da Rede, bem como as estruturas das corretoras do ecossistema.

O manifesto também sugere que os gestores de fábricas e instalações que permanecem em operação, que sigam as orientações da OMS e do Ministério da Saúde, criando um ambiente de trabalho em que as pessoas possam comer e trabalhar com distância física, e assim se sintam tão seguros quanto se estivessem em casa.

O movimento é válido até o final de maio e está criando uma cadeia de reflexão sobre os custos empresariais, bem como a criação de alternativas que não a demissão para manter as organizações após a pandemia do coronavírus no Brasil. O manifesto recomenda a busca de linhas de crédito e opções para evitar as demissões em massa, em meio às circunstâncias das dificuldades financeiras que as empresas estão enfrentando.

Para aderir e conhecer mais sobre o programa, acesse o link https://www.naodemita.com/

Sobre a Rede Lojacorr: A Lojacorr é a maior Rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil. Por meio do seu modelo de negócios disruptivo, realiza a intermediação entre corretoras de seguros e as seguradoras, disponibilizando suporte operacional, comercial e estratégico. Fundada em 1996, a empresa se dedica para oferecer as melhores soluções em distribuição de seguros e produtos financeiros às corretoras e clientes. Presente em 22 estados e no Distrito Federal, por meio de 55 Unidades de Negócios, as 360 mil apólices ativas, foram comercializadas por 3.330 profissionais de seguros, que atuam em mais de 3600 municípios. Tendo como sede administrativa, Curitiba (PR) e sede comercial em São Paulo (SP), a Rede Lojacorr conta também com 220 colaboradores. A Rede Lojacorr está entre as empresas emergentes do Sul e é certificada pelo Great Place to Work.

20 DÚVIDAS MAIS COMUNS EM CADA FASE DA GRAVIDEZ

A preocupação em cuidar do bebê aparece desde o primeiro momento em que a mulher descobre que vai ser mãe. A partir desse momento as mamães começam a se interessar por qualquer informação que possa ajudar no desenvolvimento de uma gravidez tranquila e saudável. Algumas delas até se transformam em “experts“ de bebês e até orientam outras grávidas sobre suas descobertas.
De acordo com o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997), a cada fase que a gestante avança, o corpo modifica. “A gestação é uma fase marcada por mudanças físicas e psíquicas. Durante a gravidez a mulher começa a produzir uma quantidade enorme de hormônios, como o Beta HCG, a progesterona e diversos outros, que vão interferir diretamente no seu corpo”, explica o ginecologista.
A gestação é dividida em três fases: Primeira, Segunda e Terceira, cada uma referente a um trimestre.
O primeiro trimestre corresponde a 1ª a 13ª semana. É a fase mais difícil para a mãe e o bebê. “Enjoos matinais, cansaço, alterações de humor, seios sensíveis são um dos sintomas que correspondem ao primeiro trimestre da gravidez. O exercício físico, substituir os sutiãs por outros mais confortáveis, consumir bebidas quentes e frutas secas são boas escolhas para atenuar esses sintomas durante esse estágio”, destaca o ginecologista Dr. Domingos Mantelli Borges Filho.
O segundo trimestre ocorre da 14ª a 27ª semana. A barriga começa a crescer e as náuseas desaparecem. É a hora de a mãe passar a cuidar melhor da alimentação e evitar os excessos para não engordar. “A partir do quarto mês, o alargamento da cintura é mais nítido e com isso surge à necessidade de começar a usar roupas mais confortáveis e soltas. É possível que a gestante engorde, em média, de 5 a 7 quilos, devido ao apetite que aumenta na mesma proporção em que o bebê cresce. A digestão fica mais lenta e pode ocorrer constipação e prisão de ventre. Por isso, é importante uma alimentação rica em grãos integrais e fibras”, alerta o médico.
O terceiro trimestre que acontece da 28ª a 40ª semana marca a última fase da gestação. “Nesse último estágio que antecede a chegada do bebê a gestante pode sentir falta de ar provocada pela pressão do ventre desenvolvido sobre o diafragma. Outro fator é o crescimento do bebê que também aperta a bexiga, podendo levar a perdas involuntárias de pequenas quantidades de urina ao tossir, correr, rir ou fazer algum esforço”, ressalta o ginecologista.

O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli esclarece 20 dúvidas das gestantes que estão passando por cada uma dessas fases.
Primeiro Trimestre
1.Sangrar durante o início da gravidez é normal?
A perda de sangue no início da gravidez ocorre em quase 20% das gestantes e pode sim ser normal, correspondente à nidação que é a fixação do embrião dentro do útero! Porém as patologias como a ameaça de abortamento devem ser descartadas.
2.Os meus sintomas de gravidez parecem ter desaparecido, significa que posso ter tido um aborto?
A intensidade dos sintomas como cansaço, tensão mamária, náuseas variam muito de mulher para mulher. Caso, você note alguma anormalidade diante desses sintomas, procure o seu médico para ele fazer um exame que possa detectar se existe algum problema fora do comum.
3. Como deve ser feita a alimentação?
Alimentação da gestante deve ser equilibrada. Frutas, verduras, carnes, cereais e leite devem ser incluídos. “O ideal é a gestante comer pouco e fazer de quatro a seis refeições ao dia, bebendo bastante líquido (de um a dois litros de água por dia). Evite massas, doces, bebidas gasosas e álcool. E observe o seu peso, o recomendado é 9 a 12 Kg referentes ao IMC da gestante, que é considerado uma medida saudável para a mãe e o bebê”, orienta o ginecologista. E nada de comer por dois!!
4. É possível sentir os movimentos do feto a partir do primeiro trimestre de gestação
Os movimentos do bebê nesse estágio ainda não são perceptíveis pela mãe. O bebê só pode ser sentido a partir da décima oitava semana. Antes disso o que a gestante sente são os movimentos peristálticos do intestino.
5. Inchaço em grávidas é sempre sinal de que a pressão está alta?
No final da gestação o edema é bastante comum, devido á compressão da veia cava dentro do abdômen e muitas vezes não significa que é problema de pressão alta.
6. Sexo durante a gravidez faz mal para o bebê?
A relação sexual pode ser bem-vinda para o casal. Exceto em casos especiais, como o surgimento de sangramento ou contrações.
Segundo Trimestre
7. Já dá para saber o sexo do bebê e a data do parto?
A data do parto pode ser calculada a partir da primeira data da última menstruação. Quanto, ao sexo do bebê, por meio do exame de sangue a partir da 10 semanas e com o ultrassom com 18 semanas é possível saber o sexo do bebê.
8. Grávidas não podem fazer nenhum tratamento odontológico?
Isso é mito. A gestante pode realizar um tratamento bucal normalmente, pois é nesse estágio de gravidez que há maior incidência de cáries e inflamação na gengiva. Caso for necessário realizar exames de raios-X, a gestante deve vestir um avental de chumbo para proteger o feto, e a anestesia deverá ser preferencialmente sem substância vasoconstrictora.
9. A partir de quantas semanas é possível ouvir o coração do bebê?
Os batimentos cardíacos são audíveis a partir da quinta semana com o uso do ultrassom.
Entre 12ª e 14ª semanas de gestação, é possível ouvir o coraçãozinho do bebê com outro equipamento, o sonar Doppler.
10. Quantos quilos posso engordar?
A gestante deve se preocupar com o ganho de peso durante o segundo trimestre. As futuras mamães não podem ultrapassar o seu IMC (Índice de Massa Corpórea), ela pode ter variações de peso para um pouco mais ou para menos conforme o seu IMC.
O ideal seria engordar de 5 a 12kg no máximo .
11. Posso passar qualquer hidratante no corpo ou precisa ser um tipo específico para gestantes?
Alguns ativos de hidratantes comuns são proibidos na gravidez, como ureia em concentrações altas. Por essa razão, o melhor é optar por produtos exclusivos para gestantes. Mas saiba que mesmo eles podem causar alguma irritação.
12. Posso fazer tratamento para varizes?
As varizes que aparecem durante a gestação normalmente somem após o parto. O ideal para as gestantes que estão passando por esse problema é não optar por nenhum tratamento. Deixar as pernas levantadas por alguns minutos, evitar ficar muito parada em pé ou sentada e fazer caminhadas podem amenizar os sintomas.

13. Posso tingir o cabelo?
Somente a partir do quarto mês de gestação. As tinturas, mesmo aquelas sem amônia na composição, e a hena, não devem ser usadas no primeiro trimestre da gravidez. Escova progressiva, alisamentos também deve ser evitados durante toda a gestação.
14.Como calculo a semana de gestação?
Faça a contagem a partir do último dia da menstruação e considere que a gravidez tem 280 dias, ou 40 semanas. Mas, não misture o cálculo das semanas com o dos meses. Isso porque quatro semanas tem 28 dias, e não um mês

Terceiro Trimestre
15. A ansiedade pode acelerar o parto ou fazer mal para o bebê?
Independente do grau de ansiedade da mãe ela não interfere no aceleramento da gestação. Em alguns casos, alguns médicos orientam o uso de medicamentos para controlar o equilíbrio emocional, pois você querendo ou não, essa ansiedade apesar de não acelerar o parto, ela libera hormônios que passa para o bebe causando varias alterações.
16. Estou muito inchada. Devo me preocupar?
O inchaço é comum no final da gestação, mas se ele acontece de forma generalizada, procure o seu médico para diagnosticar se esse edema pode desencadear um problema grave, por exemplo, a doença hipertensiva que ocorre na gravidez.
17. Tenho tido muitas dores nas costas. O que posso fazer para aliviá-las?
A coluna vertebral é bastante sobrecarregada durante a gestação. Se as dores forem insuportáveis, pode-se ainda utilizar analgésicos.
Alongamentos e massagens pode ser a salvação durante toda a gravidez.
18. Até quantas semanas uma gestação pode ir?
O tempo previsto é de 40 semanas. O envelhecimento da placenta pode comprometer tanto a circulação do sangue como a troca de nutrientes entre o bebê e a mãe. Essa situação é arriscada para ambos. Porém hoje em dia os estudos mostram que podemos aguardar em segurança até 41 semanas
19. Como sei que estou entrando em trabalho de parto?
As contrações aumentam e duram em torno de 30 a 40 segundos cada uma. Ocorrem em media de 3 contrações em 10 minutos. O rompimento da bolsa é o sinal que a mãe deve ir imediatamente para o hospital, pois ela pode estar entrando em trabalho de parto.
20. Quando o bebê encaixa?
A mulher não tem como saber. Somente um exame clínico e o toque vaginal é que são capazes de revelar se há ou não a dilatação.

Dr. Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra - autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia pela mesma instituição. Dr. Domingos Mantelli tem pós-graduação em Ultrassonografia Ginecológica e Obstétrica, e em Medicina Legal e Perícias Médicas.

Site: http://domingosmantelli.com.br

Redes Sociais:

Instagram: @domingosmantelli

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McDonald’s Gestão de resíduos é tema de webinar promovido pela Arcos Dorados

Conteúdo faz parte do curso oferecido pela empresa para micro e pequenos negócios do setor de alimentação

A Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald's no mundo, realiza na próxima quinta-feira, 16 de abril, o webinar Gestão de Resíduos, que integra o curso online e gratuito oferecido pela companhia para micro e pequenos empresários do setor de alimentação. As inscrições podem ser realizadas no site www.trilhas.info.

A preocupação com os resíduos vem sendo discutida há algumas décadas nas esferas nacional e internacional, devido à expansão da consciência coletiva com relação ao meio ambiente. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a complexidade das atuais demandas ambientais, sociais e econômicas induz a um novo posicionamento, tanto do governo, como também da sociedade civil e da iniciativa privada. Este webinar, que conta com coordenação do Diretor Corporativo de Desenvolvimento Sustentável e Compromisso Social da Arcos Dorados, Leonardo Lima, irá abordar como os estabelecimentos do setor de alimentação podem contribuir com este cenário.

O curso completo apresenta uma grade dividida em três pilares principais: Segurança Alimentar, Higiene e Desenvolvimento Sustentável, frentes em que a companhia é reconhecida internacionalmente por sua excelência. Essas áreas têm importância essencial para assegurar medidas de prevenção de contaminação por microrganismos, incluindo o novo Coronavírus.

O curso já conta com 1.845 inscritos e teve início no final de março. As gravações dos módulos anteriores já estão disponíveis no site www.trilhas.info, para que os novos interessados possam acompanhar o conteúdo.

“O momento exige comprometimento de todos para proteger a população. Acredito na união de forças para que o país possa superar esse momento de pandemia causada pelo novo Coronavírus”, comenta Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Além do conhecimento, os participantes do curso receberão 10 pontos na plataforma Gooders, que oferece benefícios para aqueles que buscam empreender de forma consciente, fazendo o bem e gerando um impacto social positivo. Os pontos poderão ser trocados por descontos ou experiências, por meio do site https://www.gooders.com.br/.

Medidas para segurança de seus colaboradores

Tendo como prioridade proteger a saúde e bem-estar de seus funcionários e clientes, a companhia implementou um comitê focado especialmente em monitorar e agir em torno de diversos assuntos relacionados ao tema.

A empresa estabeleceu um protocolo especial para a operação de seus serviços que serão mantidos, como Delivery e Drive-Thru, incluindo a demarcação de áreas de distanciamento social nos restaurantes, disponibilização de produtos para higienização das bolsas dos entregadores e lavagem de mãos, cuidado no condicionamento de produtos, além do reforço dos protocolos de higiene em todos os restaurantes da rede, como aumento na frequência da limpeza de equipamentos, ampliação do número de dispensers de álcool em gel, entre outras ações.

Além disso, a empresa seguiu a recomendação de uso de máscaras feita pelo Ministério da Saúde no início de abril. Já foram adquiridas máscaras descartáveis e de tecido e também começaram a ser instaladas barreiras acrílicas para proteção física entre atendentes e clientes nas cabines Drive-Thru.

Entre as iniciativas já implementadas pela empresa, estão o home office ou licença remunerada para seus colaboradores que pertencem ao grupo de risco, em todos os setores, inclusive restaurantes, e a recomendação de trabalho remoto para todos os funcionários da sede administrativa.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo, tanto em vendas totais do sistema quanto em número de restaurantes. A Companhia é a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe, com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios, incluindo Argentina, Aruba, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, México, Panamá, Peru, Porto Rico, St. Croix, St. Thomas, Trinidad & Tobago, Uruguai e Venezuela. A Companhia opera ou franqueia mais de 2.200 restaurantes McDonald’s com mais de 90.000 funcionários e é reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no América Latina. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia visite a seção de Investidores de nosso site: www.arcosdorados.com/ir.

Quarentena e o risco de obesidade para os pets

Cães ociosos tendem a comer mais e o excesso de peso pode reduzir em até dois anos o tempo de vida.

Médica-Veterinária dá dicas para o período de quarentena.

Mais de 50% da população mundial de pets sofre com o sobrepeso e a obesidade, sendo essa a condição clínica mais importante que afeta os pets do mundo todo. No cenário atual, com o distanciamento social e as atividades ao ar livre restritas, o pet pode estar menos ativo que o habitual e convivendo grande parte do seu dia na companhia da família, o que exige a atenção dos tutores para que um quadro de obesidade seja evitado no futuro.

Como doença primária, a obesidade pode predispor ao aparecimento de várias outras condições como diabetes, doenças osteoarticulares, dermatológicas, digestivas, entre outras. Mas, o perigo não para por aí. A partir de um estudo realizado pela Universidade de Liverpool e o WALTHAM™ Science Institute, parte da Mars Petcare, com mais de 50 mil cães do continente americano, de 12 raças diferentes, descobriu-se que, para cada uma delas, o sobrepeso estava associado com um menor tempo de vida. Em cães de porte grande isso significou uma média de 6 meses, enquanto raças pequenas representou cerca de 2 anos a menos.

As pessoas, de um modo geral, amam agradar seus pets oferecendo porções extras de alimentos, petiscos ou sua própria refeição, afinal, muitas têm o entendimento de que “comida” é amor, e esse é um dos grandes desafios na luta contra a obesidade. Estes hábitos, combinados a uma rotina de falta de exercícios, pode trazer consequências graves para a saúde do animal.

A Médica-Veterinária Natália Lopes, Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® e Representante de WALTHAM™ no Brasil, selecionou 8 dicas que podem auxiliar o tutor a lidar com esse momento e aproveitar melhor o tempo em que todos estão em casa:

Coloque sempre a refeição na quantidade correta recomendada, pesada em uma balança de cozinha. Não coloque mais do que o necessário, pois no período de ociosidade alguns pets podem comer mesmo sem ter fome, o conhecido comportamento glutão.

Avalie se o pet está menos ativo que o habitual. Se necessário, ajuste a quantidade das porções de alimento de acordo com o nível de atividade para evitar o ganho de peso. No rótulo da embalagem do alimento, o tutor encontra a porção diária recomendada de acordo com o nível de atividade física praticado pelo pet.

O consumo de calorias vindas de petiscos deve ser de até 10% da necessidade energética do pet, um cálculo que o Médico-Veterinário pode orientar. É muito importante se atentar a tabela nutricional de cada petisco para que o consumo de calorias seja respeitado.

Cuidado com alimentos destinados aos humanos. Alguns deles, como por exemplo o alho, a cebola, uvas e chocolates, são tóxicos para os animais.

O fato do tutor estar em casa o dia todo pode confundir o pet e levá-lo a desenvolver um comportamento pedinte. Mude o hábito de oferecer alimento nesses momentos por oferecer carinho ou uma brincadeira, e continue mantendo os horários habituais de suas refeições.

A hora da alimentação também pode ser um momento para exercitar a mente e brincar com o pet. Opte por colocar o alimento em comedouros interativos que desafiam o pet a “conquistar” sua refeição, além de diminuir a velocidade de consumo.

Procure encontrar novas maneiras de interação dentro de casa: brinquedos para ambientes internos podem ajudar a estimular a mente e exercitar o corpo do cão.

Treinamentos de agilidade e obediência também são uma boa opção para pet e tutor realizarem juntos.

Sobre WALTHAM™

WALTHAM™ é o centro científico fundamental da Mars Petcare e se concentra na nutrição e no bem-estar de cães, gatos, cavalos e peixes e em seus benefícios para os seres humanos. Desde seu primeiro artigo científico, há mais de 50 anos, a WALTHAM compartilhou sua experiência através de 1.700 publicações, incluindo mais de 600 artigos de periódicos revisados ​​por pares. Além disso, os pesquisadores da WALTHAM colaboram com alguns dos mais renomados cientistas veterinários e nutricionais do mundo. Em colaboração com os principais institutos de pesquisa do mundo, fornece a ciência e a experiência subjacentes às principais marcas da Mars Petcare.

Sobre a Mars, Incorporated

A Mars, Incorporated é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como ROYAL CANIN®, PEDIGREE®, WHISKAS®, EUKANUBA®, OPTIMUM™, M&M’S®, TWIX®, SNICKERS®, UNCLE BEN’S®, MASTERFOODS®, ORBIT®, EXTRA®, SKITTLES® e STARBURST®. Sediada em McLean, no
estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento acima de US$ 35 bilhões providos de seus 4 segmentos de negócio: Petcare (alimentos e cuidados para animais de estimação), Confeitos (chocolates, balas e gomas), Alimentos e Pesquisa. Cerca de 125 mil colaboradores, em mais de 80 países, estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa - Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade - trabalhando, diariamente, para desenvolver relações mútuas com todos os seus públicos, buscando um crescimento do qual a empresa se orgulha.
Para mais informações sobre a Mars, Incorporated, por favor acesse www.mars.com/brazil/pt

Doenças de inverno e imunidade baixa podem ser porta de entrada para a COVID-19

Doenças de inverno e imunidade baixa podem ser porta de entrada para a COVID-19

Melhorar a imunidade é fundamental pode ajudar a atravessar o outono e inverno com mais resistência às doenças comuns dessas estações

Comando News - “É verdade que o vírus não vai acabar seu ciclo e que todos nós vamos pegar o corona?”. A pergunta foi respondida por cientistas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Os questionamentos relacionados ao novo coronavírus envolvem vários aspectos, como vacina, animais de estimação, exercícios físicos, atividades para crianças, visitas, grupos de risco, uso de máscaras, limpeza de embalagens e alimentos, ações de solidariedade, fatores de risco e ansiedade. Mas, sobre se todos nós vamos pegar o vírus, eles responderam o seguinte: “Não temos como afirmar que todas as pessoas vão se infectar, pois como esse é um vírus novo ainda estamos descobrindo como ele se comporta e os modelos matemáticos, embora muito bons, dependem de características do vírus que ainda não conhecemos. Porém, já sabemos que ele é um vírus com alta taxa de transmissibilidade, ou seja, é fácil pegar o vírus de uma pessoa infectada. Assim, é bem provável que no futuro a maior parte da população seja exposta”, afirmam os cientistas.

Ainda, segundo o grupo de cientistas da UFPR, um estudo da Universidade de Harvard previu algo entre 40% e 70% da população, enquanto epidemiologistas do Imperial College of London, cuja previsão foi publicada em 26 de março de 2020, preveem que, caso nenhuma medida de distanciamento social não fosse tomada, mais de 80% da população brasileira seria infectada pelo novo coronavírus. Embora o vírus não seja tão letal quanto alguns outros vírus que causam síndromes respiratórias graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), ainda assim o número de pessoas afetadas seria tão grande que a previsão é que um número elevado de pessoas morreriam.
Sintomas de doenças comuns no outono e inverno podem ser confundidos com os da COVID-19

“Algumas pessoas têm quase nenhum ou poucos sintomas. Porém, outras pessoas são bastante vulneráveis, os chamados grupos de risco, que envolvem idosos, hipertensos, diabéticos, asmáticos, entre outros.”, completam os cientistas na UFPR.
Além disso, há outras preocupação com a chegada das estações mais frias do ano como outono e inverno, pois é nesse período em que aparecem outras doenças respiratórias, gripes e resfriados. “É importante neste momento, todos, sem exceção, cuidarem da sua imunidade, pois precisamos estar fortes para enfrentar esse período da melhor forma. Não sabemos se seremos ou não infectados e quais as reações do nosso organismo. Por isso, a BelClinic, empresa especializada em bem-estar, autoestima e saúde, formulou um nutracêutico em cápsulas para ajudar o balanço vitamínico para fortalecer as defesas naturais do organismo”, salienta Cleyton Ogura, CEO da Belclinic Dermoativos, que trouxe ao mercado o Imunity, nutracêutico em cápsulas com vitamina D3, vitamina C, vitamina A, zinco e selênio. O Imunity pode ser encontrado no www.belclinicbrasil.com.br

BelClinic Imunity - frasco com 30 cápsulas 550mg

Suplemento alimentar em cápsulas com vitamina D3, vitamina C, vitamina A, zinco e selênio
Preço sugerido: R$89,00. Onde comprar: www.belclinicbrasil.com.br

Sobre a BelClinic Dermoativos

Fundada em 1991 por Mutsumi Ogura, a empresa é referência em tratamento de pele, com presença em 11 estados por meio de uma rede de distribuidores. Atualmente, conduzida por Cleyton Ogura que é engenheiro formado pela Unicamp e pós-graduado em administração pela FGV-SP e palestrante.

App para busca de fontes opera com palavra-chave automática COVID-19

Desde o dia 13 de abril, a Press Manager, criadora do primeiro aplicativo para busca de fontes, o Press Voice, criou um sistema diferenciado para envio de informações estritamente sobre a pandemia do novo Coronavírus. O intuito é facilitar o trabalho da imprensa que esteja em busca de notícias específicas sobre o assunto.

A Press Manager, primeira empresa a lançar uma solução completa de gestão online para o serviço de divulgação, foi pioneira, também, ao lançar o primeiro app de busca de fontes, uma atitude que está ajudando a melhorar a dinâmica das redações. Com o app, o jornalista pode cadastrar palavras-chave e encontrar fontes, sejam empresas ou especialistas, para suas matérias. Durante o período de pandemia, o Press Voice está com uma ação especial, oferecendo diretamente no app filtros de notícias sobre COVID-19.

Com este recurso, os jornalistas recebem na plataforma, além dos releases das suas respectivas editorias, também releases filtrados pelo assunto “COVID-19” separados numa área exclusiva do app, a ideia é facilitar ainda mais a apuração de fatos e a busca de informações sobre o assunto mais falado, e necessário, do momento. Também poderão usar o banco de fontes onde já constam especialistas do assunto.

Segundo Eduardo Rocha, CEO da Press manager, o aplicativo, que permite personalizar o recebimento de releases e sugestões, indicando as editorias de interesse do jornalista, criando filtros por palavras-chave, também se coloca a serviço desse momento tão inusitado para todos, inclusive para a imprensa, que tem pouco tempo para checar a origem de dados e fazer com que a informação chegue em tempo real à população.

Vale falar que o aplicativo é totalmente gratuito, está disponível para iOS e Android, além da versão Web, e já está sendo usado por mais de 2.000 jornalistas, que podem tirar suas dúvidas com os assessores diretamente via chat, diminuindo ainda mais o tempo de apuração. O link para conhecer mais sobre o Press Voice é o https://www.pressmanager.com.br/pressvoice/

Sobre a Press Manager

A Press Manager é a primeira empresa no mercado com plataforma completa e integrada que engloba todas as rotinas diárias dos assessores e com interação em tempo real nas principais redações de revistas, jornais, tv’s, rádios e portais de notícias. Agrega, hoje, mais de 2 mil clientes, entre assinantes e usuários do plano gratuito, e mais de 55 mil jornalistas e blogueiros em sua base, com mais de 5 mil interações entre agências e redações. Além do serviço de gestão e do mailing, a empresa lançou, em 2018, o primeiro app exclusivo para jornalistas, o Press Voice, que permite consultar o banco de fontes com milhares de especialistas cadastrados pelos assessores e solicitar informações, entrevistas por meio de contato em tempo real com as agências. Em fevereiro de 2019, a Press Manager também lançou o aplicativo para os assessores que pode ser acessado por clientes e também de forma gratuita, com serviços moderados.

Apoie Um Maquiador: conheça a ação social de [quem disse, berenice?] em apoio a profissionais autônomos

Apoie Um Maquiador: conheça a ação social de [quem disse, berenice?] em apoio a profissionais autônomos

Em sua já tradicional data do Dia Do Beijo, 13/4, a marca de maquiagem inicia atividade nacional que vai direcionar recursos para apoio e divulgação da categoria dos maquiadores, que enfrentam paralisação das suas atividades frente ao cenário da Covid-19

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Crédito: divulgação.

São Paulo, abril de 2020 - O Dia do Beijo sempre foi uma data marcante para a [quem disse, berenice?]. Tradicionalmente, todos os anos a marca aproveita este dia para distribuir batons para suas clientes. Neste ano, porém, estaremos juntos de outra forma: a data marcará o lançamento do projeto “Apoie um Maquiador”, movimento em prol dos maquiadores autônomos que reduziram ou paralisaram suas jornadas devido às indicações de isolamento social pelas instituições nacionais e internacionais de saúde, em razão da pandemia do Coronavírus.

A dinâmica do projeto será feita via Instagram, no perfil @ApoieUmMaquiador, criado pela marca especificamente para essa ação. O perfil funcionará como um portfólio digital para conectar maquiadores a consumidores, que poderão conferir o trabalho de cada um dos maquiadores, e agendar os serviços conforme o que cada um oferece – de aulas a serem feitas após a quarentena até conteúdos digitais de maquiagem e automaquiagem.

Para participar, o maquiador deve se inscrever por meio do e-mail apoieummaquiador@quemdisseberenice.com.br, onde terá que preencher alguns dados de acordo com regulamento específico, indicado no perfil, a fim de provar o exercício da profissão e evitar fraudes. A partir deste cadastro, a marca inicia o movimento de divulgação e vai, de antemão, custear o equivalente a serviços de maquiagem para mais de 600 dos profissionais apresentados, com fundos próprios e advindos de reduções e doações de cachês de influenciadores e parceiros – número com possibilidade de expansão ao longo do programa. O valor custeado por maquiador é o mesmo valor do serviço de maquiagens das lojas da marca (neste momento 100% fechadas), o Menu de Makes, de R$120. Cada um dos maquiadores terá seu trabalho e contato divulgados em uma trinca de fotos, e todos estarão em stories fixados, divididos por estado do Brasil, para facilitar a localização ao longo do projeto. Serão divulgados 25 profissionais por dia. Para reforçar ainda mais o alcance deste perfil, a [quem disse, berenice?] vai reverter parte do seu investimento de mídia para focar na divulgação deste portfólio digital e investiu em parceiros influenciadores.

Reforçando seu compromisso social, nenhum dos conteúdos no perfil @apoieummaquiador terá qualquer vínculo com produtos ou movimentos de negócio da marca, bem como nenhum maquiador divulgado terá qualquer tipo de contrato ou compromisso de divulgação com a marca.

"Criar essa rede de apoio neste período tão delicado e incerto apenas reforça nosso ideal de liberdade, ao termos a possibilidade de auxiliar esses profissionais a se cuidarem e resguardarem de forma íntegra. Nós acreditamos que juntos somos muito fortes, e que, como marca, podemos fazer diferença na vida de profissionais talentosos e parceiros, que estão sempre conosco na missão de expressar a beleza de cada mulher.” diz Renata Gomide - Diretora de Marketing e Vendas da marca.

Participação especial
Engrandecendo ainda mais os esforços de divulgação, o maquiador Alê de Souza entra como padrinho dessa ação, acompanhado de um time de outros maquiadores e influenciadores parceiros da marca e que acreditam na importância dessa ajuda. Esse time, dentro de suas possibilidades, reduziram e/ou doaram parcial ou integralmente seus cachês, para que mais profissionais fossem contemplados e a mensagem ainda mais ampliada. Entre estes nomes, estão a cantora Luisa Sonza, o jornalista e apresentador Ikaro Kadoshi, as influenciadoras de beleza e estilo de vida Karen Bachini, Taciele Alcolea e Julia Tedesco, os maquiadores Savana Sá, Almanegrot e Lia Weiz, e a Escola Madre de maquiagem.

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Sobre quem disse, berenice?
A quem disse, berenice? nasceu em 2012 para questionar e ampliar os conceitos sobre maquiagem. Com a essência de liberdade, a marca inspira e provoca as mulheres a expressarem suas individualidades por meio de um portfólio completo com mais de 500 produtos para pele, olhos, boca, fragrâncias e acessórios. São mais de 100 cores de batom, 40 cores de sombra e uma régua de 27 cores de base, pós e corretivos com tonalidades desenvolvidas especialmente para a pele das brasileiras. Hoje, quem disse, berenice? possui 239 lojas no Brasil, 6 em Portugal, além dos e-commerces em cada país.

Treine em Casa – praticar exercícios é bom para a saúde mental

Pesquisa feita com mais de 2 mil pessoas mostra que 64,8% se sentem mais ansiosas durante isolamento social. Para 83,2%, praticar
exercícios ajuda a manter a saúde mental

Reunindo opiniões de 2.139 pessoas, entre 27 e 31 de março, pesquisa realizada pela Opinion Box a pedido da rede de academias Smart Fit mostra que seis em cada dez brasileiros (64,80%) estão se sentindo mais ansiosos desde que foi decretado o isolamento social como forma de conter a disseminação da Covid19. Um dos maiores aliados no controle da ansiedade tem sido a atividade física: 83,20% disseram que os exercícios ajudam a manter a calma e a mesma porcentagem afirmou ser importante ou muito importante fazer um exercício nesse período de crise que todos estamos vivendo.
A percepção dos entrevistados tem amparo na ciência. Estudos demonstram que as atividades físicas aumentam a liberação dos neurotransmissores ligados ao humor - serotonina e endorfina – contribuindo tanto com a saúde física quanto mental.

Entre os que começaram uma rotina fitness agora, 37% praticam exercício para diminuir a ansiedade, 35,20 % para aumentar a imunidade, 33,30% para preencher o tempo livre, 33,30% para se manter em movimento e 18,50% para melhorar o humor. Desse grupo, 54,40% seguem as aulas via internet (site, aplicativos ou Youtube). O site Treine em Casa, da Smart Fit, por exemplo, já teve 3,5 milhões de acessos, desde que entrou no ar, no dia 17 de março. “Os treinos remotos são muito importantes para que as pessoas mantenham sua saúde em dia. A atividade física fortalece o sistema imunológico e isso ajuda a combater diversas patologias”, explica Luiz Carnevali, diretor técnico da rede Smart Fit.

Um expressivo percentual dos entrevistados pretende adotar hábitos mais saudáveis como emagrecer (40,70%), dormir bem (42,60%), consumir uma alimentação mais saudável (48,10%) e beber mais água (51,90%). Porém, 61,20% desse total sentem dificuldade em seguir esses hábitos, com ênfase no fato de estarem comendo mais nesse período.

Já aqueles que pararam de se exercitar na quarentena (33,70% do total), 28,90% justificam dizendo que não têm espaço em casa e 22% não se sentem motivados.

“Uma dica para quem está parado é começar com pequenas metas, como treinos curtos de 15 minutos”, afirma Carnevali.

A modalidade preferida de quem já treinava e manteve a prática de exercícios em casa é o funcional (34,40%), que se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. Esse tipo de exercício melhora força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. A musculação tem sido a opção de 17,5% dos entrevistados que já praticavam uma atividade física antes do isolamento social.

Sobre Treine em Casa

Exercícios de musculação, hipertrofia, emagrecimento e funcionais estão disponíveis gratuitamente, para alunos e não alunos, em https://smartfit.com.br/treineemcasa Preocupados com a saúde das pessoas, os professores da Smart Fit se uniram para garantir que todo mundo pudesse treinar com segurança e eficiência mesmo sem sair de casa, durante a quarentena: “Levar mais alternativas de exercícios para nossos clientes, para que todos possam praticar, não importa onde, reforça o lema da marca que é democratizar o fitness de alto padrão. Precisamos criar opções para que o brasileiro continue se exercitando”, afirma André Pezeta, vice-presidente da Smart Fit na América Latina.

Mobilis passa a oferecer solução da Dahua Technology no Brasil

Câmera de medição de temperatura de alta precisão pode ser uma importante aliada na prevenção de doenças como o COVID-19

Curitiba, abril de 2020 – A Mobilis, empresa brasileira especializada em tecnologia, que oferece desde soluções para o reconhecimento facial, realidade aumentada e gestão do trânsito, entre outras, agora também oferecerá ao mercado brasileiro uma solução voltada para a detecção de temperaturas alteradas de pessoas que circulam em locais como aeroportos, metrôs, rodoviárias, shoppings centers, escritórios, hospitais, escolas etc.
A câmera térmica da Dahua Technology (maior empresa global de segurança eletrônica, cujos produtos e serviços são usados em mais de 180 países) é uma tecnologia de baixo custo, altamente confiável e pode ser usada em longa distância, ou seja, é uma solução segura na triagem preliminar. “É um equipamento de medição de temperatura de alta precisão, com uma margem de erro muito pequena (+ou- 0,3ºC) e que proporciona uma detecção segura e sem contato, abrangendo uma distância de 3 metros”, explica Jobel Araújo, gerente da Mobilis. “Tecnologia, de modo geral, é um dos pilares para que o mundo passe por esse momento e saia dele melhor e mais fortalecido. É no que a Mobilis acredita e por isso soma forças para proteger o maior número de pessoas aqui no Brasil”, finaliza.

TCP apoia campanha de combate ao coronavírus em Paranaguá

Campanha liderada pela APPA tem o objetivo de equipar o Hospital Regional para atender vítimas da doença; campanha arrecadou R$ 2,4 milhões

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, se juntou à APPA – Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, na campanha de combate ao COVID-19, que tem como objetivo arrecadar recursos financeiros e materiais que serão doados para o Hospital Regional, sediado na cidade. Até o momento foram arrecadados R$ 2,4 milhões entre as 26 empresas participantes.

O Hospital Regional de Paranaguá foi escolhido para receber as doações porque centraliza os casos de pacientes com perfil intermediário e avançado da doença, e abrange os sete municípios do litoral do Paraná. “Para a campanha, a entidade disponibilizou uma lista com equipamentos e insumos médicos necessários para o combate ao Coronavírus. O foco é ampliar os leitos de UTI existentes no Hospital”, explica Luiz Carlos Narok, Superintendente Institucional e Ambiental da TCP.

Para dar mais agilidade ao processo de compra dos materiais e equipamentos necessários, as empresas acessam diretamente os fornecedores indicados pelo Hospital. “Todo este esforço e mobilização das empresas visa garantir que os itens sejam entregues diretamente ao Hospital Regional e no menor prazo possível para garantir o atendimentos dos pacientes necessitados”, enfatiza.

A campanha, sob liderança da APPA, conta com uma comissão formada pelas empresas responsáveis pela tomada de decisões e articulações das ações. "Estamos convictos de estar participando de uma atividade que visa o bem do ser humano, procurando garantir a sua sobrevida em um momento ímpar em que o mundo atravessa com esta pandemia. Precisamos olhar em primeiro lugar às pessoas em detrimento dos bens materiais", finaliza.

Sobre a TCP
A TCP é a empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá - um dos maiores terminais de contêineres da América do Sul - e a empresa de operações logísticos TCP Log, que oferece serviços de integração da cadeia logística para cargas localizadas no Sul e Sudeste do Brasil.

Responsável pelo maior investimento do setor portuário Brasil na atualidade, onde estão sendo aplicados mais de R$ 550 milhões nas obras de ampliação da capacidade de movimentação do terminal dos atuais 1,5 milhão de TEUs/ano para 2,5 milhões de TEUs/ano, a TCP está se preparando para atender a demanda de mercado brasileiro pelos próximos 30 anos.

Desde março de 2018, a TCP integra o portfólio da China Merchants Port Holding Company (CMPort), o maior e mais competitivo desenvolvedor, investidor e operador de portos públicos da China. Atualmente, as operações e investimentos da empresa se estendem pelas áreas costeiras em Hong Kong, Taiwan, Shenzhen, Ningbo, Shanghai, Qingdao, Tianjin, Dailian, Zhangzhou, Zhanjiang e Shantou. A empresa também vem ampliando sua presença no Sul da Ásia, na África, no Mediterrâneo e na Austrália.

Em março de 2018, o portfólio global de portos da CMPort abrangia 6 continentes, 17 países e regiões e 34 portos. Em 2017 a CMPort movimentou 100 milhões de TEUs.

Mulheres que correm machucam mais o joelho

Entenda como e por que essa predisposição acontece

Cuidar da aparência é algo intrínseco no universo feminino, recursos como maquiagem e boa alimentação costumam ser necessidades básicas. A prática de exercícios regularmente está se tornando comum, afinal, a estética do corpo também influência, e, para isso é preciso tomar as precauções necessárias para praticá-los sem prejuízo, ou seja, sem provocar lesões ao corpo.

Especialistas na área esportiva já constataram que o gênero feminino tem maior predisposição a sofrer lesões nos joelhos que os homens. A diferença é significativa, são 7 vezes mais chances entre as mulheres que correm.

“Essa predisposição não é decorrente de diferenças na musculatura, mas sim de um conjunto de fatores relacionados a função mecânica da corrida”, explica Dr. Daniel Carvalho, ortopedista esportivo.

As mulheres tem uma maior tendência de realizar um movimento involuntário no joelho chamado valgo dinâmico, onde, devido a resposta neuromuscular atrasada do comando vindo do cérebro, o fêmur roda para dentro, fazendo com que o joelho sofra sobrecargas, principalmente na patela.

“Quando a mulher com Valgo Dinâmico corre, causa microtraumas na região da patela, que, a longo prazo, trarão dor e desconforto ”, conta o especialista.

Outro fator de predisposição é que as mulheres costumam ter ligamentos mais frouxos que os homens, principalmente durante o ciclo menstrual, que causa alterações nos hormônios.

Serviço: Dr. Daniel Carvalho

Ortopedia do Esporte

(41) 30266959 e WhatsApp (41) 97020013

@drdanielcarvalhoesporte

www.ortopediadoesporte.com.br

Endereço: Av. Sete de Setembro, 6496 – Seminário, Curitiba, PR.

Apras adere à Campanha #VaiterPáscoa da Abras e Abicab

A poucos dias da celebração da Páscoa e em meio ao isolamento social, a Apras (Associação Paranaense de Supermercados) adere à Campanha #VaiterPáscoa, promovida pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e pela Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas). O objetivo é incentivar a celebração da data e fomentar as vendas dos produtos sazonais com todo o cuidado e o respeito à saúde e à segurança dos consumidores.

A proximidade do consumidor com a data é reiterada por levantamento feito pela Kantar a pedido da Abicab. No último ano, mais de 67% dos lares brasileiros compraram ou ganharam produtos de chocolate nas semanas de Páscoa. E é por isso que as indústrias de chocolate, assim como os pontos de venda, têm ampliado as opções de acesso ao consumidor, com o fortalecimento de canais de venda online, serviços de delivery e entrega por aplicativos. Além disso, os supermercados estão empenhados em garantir um ambiente seguro e protegido aos seus clientes e colaboradores.

A comunicação da campanha mostra às pessoas que, apesar da distância, é possível viver esse momento tão importante com as suas famílias e amigos e que a tecnologia pode ser uma grande aliada para isso. A celebração será diferente, mas “estar longe, não quer dizer não estar junto”, como diz a campanha.

“Neste momento difícil, acho fundamental não desanimarmos e mantermos as celebrações que nos trazem alegria, amor, solidariedade e fé. Além de ser a segunda data mais importante para o varejo, a Páscoa representa o renascimento de Cristo e deve ser usada para fortalecer as pessoas, mesmo para quem não seja cristão, afinal, este é o momento de demonstrarmos o carinho que sentimos uns pelos outros”, afirma o superintendente da Apras, Valmor Rovaris.

Campanha

Criada pela agência NBS, a campanha #VaiterPáscoa será divulgada nas redes sociais e nos pontos de venda.

"Num momento difícil como esse, distância é a palavra da vez. Mas estar longe, não quer dizer não estar junto. Por isso, essa Páscoa vai ter que ser diferente [..]. Vai ter almoço pela internet, reza pela live, música pela janela [...]. Vai ter brinde pelo celular, vai ter abraço virtual, vai ter beijo só de longe. Vai ter alegria de quem não vai desistir nunca. Nesse domingo, #VaiterPáscoa", diz o filme manifesto da campanha.

Nas redes sociais, a campanha #VaiterPáscoa contará com conteúdos para Instagram, Facebook e para a plataforma Youtube, além da veiculação nos canais da Turma do Chocolate, gerenciados pela Abicab. Também haverá ativação nos pontos de venda, com cartazes e um spot de áudio, que estão sendo distribuídos pela Abras para redes supermercadistas em todo o Brasil.

Clique aqui e confira o vídeo da campanha