Maior rede de corretoras de seguros independentes produz R$ 735 milhões em 2020

Montante representa prêmio líquido emitido por meio de seguros, consórcios e demais segmentos da Lojacorr

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O fechamento de 2020 chegou a R$ 735 milhões de produção em prêmio líquido emitido pela Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do País. A quantia refere-se à produção de seguros, consórcios e demais segmentos, por meio de um time de 4.500 profissionais de seguros, apoiados por 220 colaboradores espalhados de Norte a Sul do País.

A Lojacorr encerrou 2020 com 55 unidades de negócios, sendo 45 com estruturas físicas e 10 remotas, com atuação em 22 Estados e no Distrito Federal, abrangência de 3.800 municípios. De acordo com o diretor Comercial (CCO) da Rede Lojacorr, Geniomar Pereira, o montante produzido representa 25,15% a mais que 2019. “Outro ponto positivo foi a diversificação na carteira, em que a Rede teve produtos comercializados em 45 ramos distintos e mais de 200 diferentes produtos foram adquiridos. Como parâmetro dos expressivos resultados alcançados e da pujança da Rede, em números absolutos, a Lojacorr realizou R$ 130 milhões a mais que o ano anterior, só esse número já foi superior ao que foi produzido no ano de 2012 inteiro”, mensura o gestor.

O exclusivo modelo de negócios oferece produtos e serviços diferenciados e busca parcerias com as principais seguradoras do Brasil e com empresas que complementam o ecossistema de soluções, sendo que até o final do ano, foram disponibilizadas 63 parcerias. “Dessa forma, possibilitamos o acesso imediato junto às seguradoras a todos que fazem parte da Rede, bem como auxiliamos em muitos serviços complementares inerentes ao negócio”, valida o diretor.

O processo de expansão da Rede Lojacorr pelo território nacional continua sendo que entraram 229 novas corretoras de seguros e 236 prepostos. “Mesmo com períodos de instabilidade econômica, política e em meio à maior pandemia do século, os bons resultados de 2020 demonstraram a força da união, do compartilhamento, da colaboração e do sucesso do modelo de negócios criado pela Rede Lojacorr, reflexo de um trabalho sério e bem estruturado, regido com todo o cuidado no planejamento, investimento em tecnologias e nas parcerias com o mercado”, acrescenta Geniomar Pereira.

As Top 10 seguradoras do ano na Rede Lojacorr foram Bradesco, Tokio Marine, HDI, Liberty, Mapfre, SulAmérica, Mitsui Sumitomo, Zurich, Sompo e Alfa. Já as Unidades de destaque foram Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Brasília/DF, Maringá/PR, Campinas/SP, Porto Alegre/RS, Centro-Oeste/MG, Campos Gerais/PR, Blumenau/SC e São Paulo/SP.

As Corretoras de Seguros de destaque em 2020 foram Ouroseg (Curitiba-PR), M&K (São Luís-MA), Sacs (Tubarão-SC), Afirmativa (Ipatinga-MG), Rosa Tavares (Itumbiara-GO), Forte Brasil (Curitiba-PR), M&S RP (Ribeirão Preto-SP), Silveira (Santo Amaro da Imperatriz-SC), Sempre Bem (Belo Horizonte-MG) e A3MG (Governador Valadares-MG). Já os segmentos de destaque em toda a rede em 2020 foram Automóvel, Consórcio, Previdência Privada, Saúde, Vida, Empresarial, Rural, Residencial, RD Equipamentos e Condomínio.

Em números qualitativos, a Lojacorr atingiu 77,3 pontos na pesquisa de satisfação (NPS), realizada junto aos corretores da Rede, permanecendo na desejada zona de excelência. “De quebra, continuamos certificados, pelo terceiro ano consecutivo, pelo GPTW (Great Place To Work), como uma das melhores empresas para se trabalhar no Estado do Paraná, local da Sede Administrativa. Além disso, em 2020 a Rede Lojacorr no programa Scale-Up de aceleração da Endeavor, maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo. Diante de tantas excelentes notícias, concluímos que juntos vencemos 2020, o ano mais desafiador da história moderna e seguiremos no firme propósito de ajudar o brasileiro a se proteger mais e melhor”, conclui o gestor.

Sobre a Rede Lojacorr: A Lojacorr é a maior Rede de Corretoras de Seguros Independentes do Brasil. Por meio do seu modelo de negócios disruptivo, realiza a intermediação entre corretoras de seguros e as seguradoras, disponibilizando suporte operacional, comercial e estratégico. Fundada em 1996, a empresa se dedica para oferecer as melhores soluções em distribuição de seguros e produtos financeiros às corretoras e clientes. Presente em 22 Estados e no Distrito Federal, por meio de 55 Unidades de Negócios (45 físicas e 10 remotas), as 400 mil apólices ativas, foram comercializadas por 4.500 profissionais de seguros, que atuam em mais de 3800 municípios, atendendo segurados em todos os Estados da Federação e Distrito Federal. Tendo como sede administrativa, Curitiba (PR) e sede comercial em São Paulo (SP), a Rede Lojacorr conta também com 220 colaboradores. A Rede Lojacorr está entre as empresas emergentes do Sul, é certificada pelo Great Place to Work, acelerada pela Endeavor e Net Promoter Score (NPS) com 77 pontos no 2º semestre de 2020.

Hotéis em Curitiba se preparam para receber mais de 100 mil pessoas para concurso da Polícia Civil

Protocolos de higiene são reforçados na rede hoteleira para garantir a segurança dos candidatos que farão a prova no próximo domingo (21)

O concurso da Polícia Civil do Paraná atraiu candidatos de diversas regiões do Brasil, além do interior do estado. No total, serão 106 mil pessoas realizando a prova no próximo domingo (21), em 300 locais diferentes, espalhados por Curitiba e Região Metropolitana. O grande fluxo de pessoas na cidade tem preocupado as autoridades locais, em função da disseminação do Covid-19.

Para garantir a segurança dos concurseis, a rede hoteleira da capital precisou reforçar os protocolos de higiene e desinfecção, além daqueles que já vinham sendo aplicados, conforme regras e orientações da Secretaria de Saúde. De acordo com a gerente geral do Lizon Curitiba, Denise França, essa é a primeira grande procura que o hotel tem durante a pandemia e, mesmo estando dentro da capacidade permitida, realizou diversas adaptações no café da manhã, serviço de quarto e disponibilidade da equipe, a fim de receber os hóspedes com mais segurança.

“Além dos protocolos já estabelecidos desde o início da pandemia, neste final de semana, nós abriremos mais dois salões para o café da manhã, ampliando ainda mais a área e espaçamento entre as mesas. O buffet, que é reverso e fechado com material acrílico, permite que o hóspede não tenha acesso direto ao alimento. Todos são servidos por uma equipe protegida com EPI” explica França.

Demanda específica

A gerente ainda reforça que o Hotel Lizon vem se preparando há algumas semanas para receber os candidatos, disponibilizando mais colaboradores para limpeza, serviço de quarto e recepção, preparados para dar instruções aos hóspedes sobre locais de prova, meios de transporte e opções de menor custo.

“Junto com a Chef de Cozinha, preparamos um cardápio mais light para o jantar de sábado, pensando nos candidatos que querem uma alimentação mais leve antes da prova. Eles poderão pedir no restaurante ou room service, caso queiram permanecer no quarto. Além disso, todas as frutas do café da manhã são esterilizadas e embaladas com filme plástico, bem como todos os itens do frigobar, caso o candidato queira levar um lanche para a hora da prova” ressalta.

Preocupações com rodizio de água

Uma das grandes preocupações da rede hoteleira é com o rodízio de água que acontece há quase um ano em Curitiba, em virtude da severa estiagem de 2020. Muitos hotéis chegaram a cogitar um pedido de cancelamento do rodizio de água à Prefeitura neste final de semana, propondo um ajuste do calendário nos próximos dias. “Nós contratamos um caminhão pipa que ficará em ‘stand by’, caso falte água na região central da cidade”, completa a gerente do Lizon Curitiba Hotel.

O hotel já conta com um túnel de desinfecção para que todos os hóspedes passem por ele antes de entrarem na recepção e, desde o início da pandemia, estabeleceu uma dinâmica de limpeza com duas equipes distintas, a fim de evitar a contaminação cruzada.

Sobre o Lizon Curitiba Hotel

Com serviços de qualidade e elegância, o Lizon Curitiba Hotel oferece infra-estrutura para reuniões, seminários, workshops e treinamentos. É especializado em atendimento para núpcias, realização de recepções, espaço para o dia da noiva e pacotes especiais para convidados. Possui 78 apartamentos e suítes com hidromassagem, além de opções de quartos antialérgicos e adaptados para portadores com necessidades especiais. Visando atender às mais diversas expectativas, o Lizon Hotel Curitiba possui espaços diferenciados e personalizados para clientes e eventos. Mais informações em: www.lizon.com.br

Stone abre vagas de emprego em Curitiba

Fintech busca talentos para integrar o time comercial

Fevereiro de 2021 - A Stone, empresa de tecnologia em serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Curitiba. As vagas são para o time comercial externo da fintech que busca pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Para se candidatar, é só acessar o site e se inscrever.

Não há data limite para realizar a inscrição no portal. As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

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Escritório da Stone - divulgação

"Curitiba é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendendo bem aos nossos clientes", explica Augusto Lins, presidente da Stone.

"Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes", completa.

Diante do cenário de pandemia no país e seguindo as normas de segurança ditadas pela Vigilância Sanitária, a Stone está conduzindo os processos seletivos com todas as etapas de forma on-line, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores. O processo de contratação inclui testes on-line e entrevistas por videoconferência e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa, nesse primeiro momento.

A Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Além dessas oportunidades, empresa tem vagas abertas em outras cidades e áreas, todas elas estão listadas no portal Jornada Stone .

Sobre a Stone 
A Stone é uma empresa de tecnologia financeira que possui uma plataforma de soluções de venda e gestão cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

Tendências do varejo em seis highlights

Na tradicional devolutiva ao mercado, Grupo OM pontuou destaques capturados na edição remota 2021 do NRF Retail´s Big Show

O especialista em varejo Zeh Henrique Rodrigues, diretor da Brainbox e VP de Planejamento do Grupo OM Marketing & Comunicação, apresentou nesta quinta-feira os principais highlights observados no NRF Retail´s Big Show, maior evento de varejo do mundo, realizado em Nova York, que pela primeira vez foi transmitido de forma digital.

Após fazer um recorte sobre o cenário geral dos impactos das restrições impostas pela Covid-19 no cotidiano mundial – e na realização presencial do NRF Retail´s Big Show – Zeh Henrique dividiu sua apresentação em seis insights, intitulados: nostalgia cura, higiene mental, simples e conveniente, smartstores, social & live & selling e metaverse (o novo canal).

O especialista falou para um público de mais de 150 pessoas, que acompanharam a devolutiva pelo Canal do Grupo OM no YouTube (a live está disponível em https://www.youtube.com/watch?v=j0eo-wf1UTI).

Nostalgia cura e higiene mental

Durante os lockdowns, as pessoas mudaram sua percepção sobre o tempo e a realidade. “Alusões saudosistas surgiram como recurso, uma muleta, uma forma encontrada para reduzir o estresse e sentirmos aquela sensação de pertencimento”, disse. Evocar lembranças e resgatar memórias faz da nostalgia a primeira das tendências para o varejo.

Como exemplo, ele citou a performance das vendas dos discos de vinil: um incremento de 50% em 2020 nos Estados Unidos; enquanto que no Reino Unido já se igualam aos números comercializados no começo da década de 90. Neste contexto, a Biblioteca Pública de Nova York resgatou os sons da cidade em um vinil intitulado The Missing Sounds of NY, buscando levar conforto aos ouvintes.

A busca por uma vida e alimentação mais saudáveis, bem como por experiências sensoriais e espirituais, também cresceu com a pandemia. Estes fatores geram oportunidades principalmente quanto ao desenvolvimento de produtos e serviços voltados a rituais de reconexão física e paz mental. “Nossa racionalidade despenca em momentos de stress. É por isso que serviços como academia, atendimento psicológico, meditação e tantos outros estão em alta”, fala.

A Garrett Leight, tradicional marca de acessórios, vislumbrou a oportunidade e criou um conjunto de lentes de óculos que, graças à cromoterapia, permite ao usuário atingir estados mais contemplativos.

Simples, conveniente e consciente

Zeh Henrique lembrou da era da simplicidade, onde as marcas assumem o papel de solucionar problemas diários dos consumidores, ampliando a sua relevância e promovendo a fidelização. “A simplificação de mix de produtos e serviços, das jornadas, de processos e dos meios de pagamento é imperativa para fidelizar clientes”, frisou.

Se já era desafiador manter a atenção do consumidor, em 2020 as marcas foram colocadas à prova. “Os consumidores ficaram ainda mais ansiosos, com menos paciência. Assim, uma jornada mais fluida, eficiente e eficaz faz com que o cliente saia satisfeito e retorne”, disse, citando dados que indicam que 7 a cada 10 compradores on-line no mundo têm abandonado o carrinho de compras em função das distrações do ambiente e do canal.

Na pegada da simplicidade e da solução de problemas, ele citou ideias como o auto-refill, serviços por assinatura e pre-order (compras antecipadas). Como exemplos, a Amazon Smart Dash, que lançou aplicativo para recompras automáticas de itens necessários; e a Freshly, com a proposta de oferecer por assinatura comidas prontas repaginadas, mais saudáveis e nutricionais. A marca, adquirida recentemente pela Nestlé, já vende cerca de 1 milhão de refeições por semana em 48 estados norte-americanos.

Também em alta serviços como a assinatura de automóvel, como oferecido pela Lynk & Co., com seguro e manutenção incluídos e com a possibilidade de sublocação. E a entrega de conveniência, praticidade e mobilidade da Gacha by Muji, uma espécie de carro autônomo e elétrico que leva diversas opções de serviço ao consumidor.

E entre as marcas com apelo verde, ele citou as marcas de vestuário Pangaia, a Ikea Spare Parts (que cria peças para reposição) e a chilena Algramo (que, em parceria com a Unilever, oferece refis de produtos de higiene e limpeza).

Smartstores e livestreamming

Segundo o especialista, estudos da KPMG apontam que em 2023, 25% do varejo físico deixará de existir. E, até 2025, 50% de todas as vendas do varejo serão on-line. “A tendência é transformar o e-commerce em experiências virtuais, onde o consumidor navega pela loja no ambiente on-line. É a digitalização da loja física”, observou.

Outra tendência são as chamadas dark stores, que passaram a atender exclusivamente os pedidos online; e o modelo de livestreaming, totalmente integrado com a tecnologia e com o conceito de merchaintment. Na China, marcas ajudam produtores rurais a migrar do off para o on, um universo com mais de 50 mil usuários cadastrados.

Encerrando a live Pós-NRF, Zeh Henrique falou sobre o metaverse como um novo canal. “A ideia do mundo virtual para trabalhar, jogar e socializar não é novidade, mas agora o próximo passo está na integração cada vez maior com o mundo real”, disse. A Microsoft e o Facebook são alguns dos gigantes investindo nos universos virtuais. “E o 5G vem aí, para botar pólvora nessa brincadeira”, acrescentou.

Aos espectadores, Zeh Henrique concluiu sua fala recomendando ao varejo possibilidades como a implementação de canais integrados com foco na simplicidade e convergência, a automatização do processo logístico, a integração de mídias sociais com soluções de pagamento, o desenvolvimento de delivery altamente eficiente, processos de frete e devolução grátis, além de espaços com menos mix e mais serviços.

CORECONPR defende o modelo de Menor Preço na nova concessão do pedágio no Paraná

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), com o objetivo de contribuir com o seu conhecimento técnico em prol do desenvolvimento socioeconômico do Estado, tem participado ativamente das discussões sobre o novo modelo de concessão de pedágio a ser implantado nas rodovias paranaenses, com validade para 30 anos. O posicionamento da entidade é contrário ao projeto de concessão no chamado modelo Híbrido, com menor tarifa de pedágio, seguido de maior valor de outorga. No documento emitido pelo CoreconPR ao governador Carlos Massa Ratinho Junior, é defendida a adoção do modelo de Menor Preço.

O Governo de Estado abriu na quinta-feira (04/02) uma série de debates públicos, para ouvir sugestões da sociedade. Várias entidades já se posicionaram, assim como o CoreconPR na defesa para a adoção do modelo Menor Preço, sem cobrança de taxa de outorga, respeitando as melhores técnicas de projetos, para uma tarifa mais barata pelo custo benefício que irá oferecer para a sociedade. Ainda, alerta que a base produtiva do Estado é essencialmente do agronegócio, setor que emprega cerca de 40%, e qualquer sobrecusto impacta na renda do trabalhador e pode comprometer a competitividade dos diversos negócios.

Na carta enviada ao governador, o CoreconPR enfatiza os pontos negativos do modelo Híbrido, que prevê a licitação por menor tarifa, mas ocorrendo empate das empresas, levará quem pagar o maior valor de outorga. A entidade destaca que o valor proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17%, já poderá estar inflado para poder ter margem para uma outorga generosa ao Governo, em caso de empate, que poderá acarretar em preços maiores na cobrança do pedágio. Reafirma a defesa pelo modelo Menor Tarifa, para que não haja outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná.

O documento redigido pelos economistas do CoreconPR, apresenta evidências técnicas, que apoiam um programa de pedagiamento que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para a sociedade, que é a licitação pelo modelo de Menor Preço para os usuários. Também se colocou à disposição para debater o assunto e colaborar para a grandeza do Estado do Paraná.

Acompanhe a Carta:

Carta do CoreconPR sobre a Concessão de Pedágios ao Governador

O Conselho Regional de Economia do Paraná (CoreconPR), dentro de suas preocupações com o desenvolvimento socioeconômico de nosso Estado e também do País, tem participado ativamente das discussões sobre o novo Programa de Concessões de Rodovias em nosso Estado. Diante de uma situação que impacta toda a cadeia produtiva do Estado do Paraná, que é o preço do pedágio, considerado um dos mais caros do País, a entidade vem manifestar o seu posicionamento contrário ao sistema defendido para as novas concessões, que é o Híbrido. A posição desta entidade é de que o melhor para a economia paranaense e para os usuários das rodovias é o modelo de Menor Preço. Por isso, enviou no dia 05 de fevereiro, o ofício que contém os dados técnicos abaixo, justificando a sua defesa ao Governo do Estado do Paraná.

Introdução

No dia 26 de janeiro do corrente ano ocorreu uma reunião na sede da FIEP com a participação presencial de autoridades do Ministério de Infraestrutura, do Governo Estadual, Parlamentares e Representantes de Entidades de Classe para uma apresentação final do referido Programa. A reunião foi transmitida ao vivo para o público.

Em função dos ocorridos na mesma, a entidade signatária da presente, tomou a decisão de reafirmar a sua posição pela manutenção do julgamento das licitações pelo chamado critério de Menor Tarifa e, fazer considerações sobre alguns pontos críticos do Programa e dos debates.

No início do ano passado foi reunido um grupo de representantes para discutir o Programa, envolvendo um grande número de Entidades, Câmaras Municipais, Prefeituras, Assembleia Legislativa e a Bancada Federal. Esta última apresentou um manifesto descrevendo o histórico da questão, adotando um posicionamento em favor do Modelo de Menor Tarifa, o qual foi endossado por toda a Comunidade referida.

Imediatamente resultou no apoio de diversas Entidades e Movimentos, inclusive com a criação de uma Comissão Especial na Assembleia Legislativa, resultando num respaldo ao Governo do Estado para que não abrisse mão da Menor Tarifa, especialmente porque a população do Estado já foi massacrada durante mais de duas décadas pelos pedágios dentre os mais caros do País e, em contrapartida desfrutando de uma malha rodoviária repleta de deficiências e obras não realizadas.

Se pudéssemos fazer a conta do quanto foi o sobrecusto pago pela nossa economia nesse período, chegaríamos a valores consideráveis (de vários bilhões de reais de diferença) a mais do que se tivéssemos as tarifas do tipo das BRs 116 e 376 que cruzam nosso Estado, as quais estão próximas de um quarto do valor das tarifas do Anel de Integração do Paraná, além de totalmente duplicadas.

Modelo

— Na reunião na FIEP com as Autoridades do Minfra, com atraso de cerca de um semestre, tivemos enfim o conhecimento do projeto, o qual traz efetivamente grandes avanços tecnológicos e estruturais para nossas vias. É evidente que alguns detalhes poderão ser melhorados, mas isso não desmerece sua alta qualidade e inovação.

— A grande divergência permanece no Modelo de Licitação, quando o Minfra insiste no Modelo Híbrido. Primeiramente é fundamental afirmar que neste Modelo ou no de Menor Tarifa, os Projetos de implantação não se alteram, pois é igual para qualquer dos casos. Assim, não se faz necessário misturar os conceitos dos projetos com os dos modelos.

— O que é o Modelo Híbrido? No julgamento das licitações ambos partem de um mesmo preço de referência para se atingir os objetivos, entretanto no modelo de Menor Tarifa os concorrentes que satisfaçam as exigências técnicas e legais apresentam suas propostas de desconto sobre o valor de referência e ganha quem oferecer o maior desconto, propondo a menor tarifa para os usuários.

No Modelo Híbrido os concorrentes também apresentam propostas de descontos, mas tendo um limite de 15% a 17% (quinze a dezessete por cento). Ocorrendo empate entre concorrentes passa-se para um segundo critério, aquele que oferece a maior outorga ao Governo. Ora, se algum concorrente se dispõe a dar maior valor de outorga mantendo o preço que vai cobrar dos usuários, é óbvio que o preço proposto na primeira rodada com desconto de 15% a 17% já é inflado e tem margem para permitir dar outorga generosa ao Governo, mas cobrando essa diferença nas tarifas do pedágio em caso de empate.

Este fato se assemelha a uma tributação disfarçada que o governo tende a cobrar, intencionalmente ou não, justamente sobre um segmento deficiente de nossa economia, qual seja a infraestrutura de transportes terrestres, encarecendo o valor do esforço de investimento e levando a que se gaste muito mais para um mesmo resultado macroeconômico (maior custo benefício).

Estudo feito para a FAEP em 2005 avaliou que aproximadamente 40% do valor das tarifas pagas no Anel de Integração se referiam à amortização das outorgas. Outro elemento de custos significativo foi a absurda tributação dos pedágios pelo ISS das Prefeituras, que se torna maior se maior for a sua base (tarifa).

Algumas vozes se mobilizaram para ao menos ampliar o valor de desconto permitido na primeira fase, passando para a faixa de 20% a 30%, entretanto isso também é descabido por pelo menos dois pontos: é uma ofensa à livre concorrência e, nas licitações de BRs nos últimos dois anos pela Menor Tarifa, os descontos ultrapassaram 40%, pois muitos dos concorrentes têm “fatores externos” que lhes permitem cobrar menos e remunerar adequadamente os seus serviços, beneficiando a economia.

Os exemplos estão aos nossos olhos, usando a BR-116 entre Curitiba e São Paulo (± 400 km) se paga R$ 19,80, um valor total de pedágios menor do que de Curitiba a Paranaguá BR 277 (± 100 km) = R$ 21,70. A razão básica está em que na licitação BR-277 houve pagamento de Outorga, ou seja, foi o tal modelo do quem paga mais pela outorga ganha a concessão. Várias empresas e cooperativas que partem do interior do Estado para Paranaguá fizeram contas de avaliações sobre o impacto dessas diferenças de preços, demonstrando quanto às cadeias produtivas poderiam ter economizado se a BR 277 estivesse nos padrões de preços da BR 116. Os resultados são dramáticos.

— A garantia de cumprimento dos contratos tem sido usada como argumento de defesa do Modelo Híbrido, o que não tem propósito. O que realmente garante os resultados é a qualidade dos competidores, o volume e qualidade das garantias entregues, o histórico cadastral deles — ficha limpa — e a rigidez no controle da execução dos projetos.

A tentativa de dizer que o novo Modelo dá tal garantia é uma fantasia para tentar justificar a retomada do pagamento de outorgas. O tipo de garantia aqui defendida, a qual se considera mais consistente, é a criação de “depósitos financeiros de caução”, constituídos em valores fortes, em títulos de Governo e representativos na dimensão do projeto.

No formato proposto, 70% dos valores seriam paulatinamente liberados em sincronia com a execução dos investimentos previstos no edital, mas os restantes 30% do lastro só o seriam depois de executado e auditado o integral cumprimento dos investimentos. Como o Programa compreende grandes extensões de vias para cada concessão, somente grandes grupos terão condições de enfrentar o risco, logo não terão dificuldades em constituir as garantias. Aliás, a repartição em grandes extensões é uma questão que deveria ser revista nas próximas licitações, porque dificulta a formação e o ingresso de consórcios regionais e favorece a desnacionalização da atividade.

Projeto Técnico da Concessão

— O Modelo Híbrido apresentado tem uma questão interessante: se o ganhador da licitação recorrer a empréstimos em moeda estrangeira, poderá ser criado um acréscimo de tarifa para constituir um fundo de garantia para eventuais prejuízos em flutuações cambiais (hedge), o qual será incorporado à tarifa. Inicialmente deve-se registrar que quem não tiver lastro financeiro para suportar os riscos do negócio não pode concorrer, também vem a pergunta: Mas se não ocorrer o risco, o adicional pago pelos usuários será devolvido a cada um?

Os contratos de concessão usualmente preveem que periodicamente sejam feitas revisões tarifárias em função de fatos imprevistos, exatamente para cobrir tais casos, logo não cabe se estabelecer mais este ônus prévio e incabível. Adicionalmente, há pouco tempo tivemos em nosso Estado decisões judiciais que determinaram reduções tarifárias de pedágios — compliance — como punição por desvios de conduta em cobranças efetuadas, fato que está mobilizando especialmente empresas de maior porte e usuários frequentes a ingressarem com procedimentos judiciais para reaver os sobrepreços pagos, causando uma jurisprudência fazendo com que o Modelo Híbrido, além de onerar mais o custo Brasil e o custo Paraná, pode trazer mais desgaste político a esta governança, além de custos superiores ao benefício oferecido pela outorga.

— Os reajustes tarifários como propostos para a duplicação de trechos são uma impropriedade do projeto, pois entende-se que as tarifas são resultantes de uma fórmula que considera custos fixos e variáveis comparados aos volumes de tráfego. A proposta de permitir um reajuste automático de 40% quando da conclusão da melhoria projetada fere a relação técnica e provavelmente vai levar a que algumas tarifas fiquem próximas das atuais. O projeto já ampliou os prazos de concessão para os longínquos 30 anos, exatamente para permitir uma melhor condição de diluição de custos, atenuando impactos tarifários. O usual nesses casos é a adoção dos chamados gatilhos de compatibilização, para adequar a remuneração dos Concessionários paulatinamente às melhorias introduzidas na operação, levando em conta outros fatores, inclusive o aumento de tráfego que disparou o gatilho. A forma como é apresentada esta proposta conflita com os anseios da sociedade, do setor produtivo, logístico e dos princípios de sua governança.

A TIR — Para determinação do valor de referência da tarifa de pedágio, o Minfra, usando metodologia da ANTT, estabeleceu para as novas concessões de rodovias, a TIR, neste caso estabelecida como “não alavancada” e anual de 8,47%.

Aplicando-se a TIR de 8,47% em todo o período de 30 anos de duração da concessão de 30 anos, obtém-se 10,46 vezes o capital investido, isto é, R$ 100,00 após 30 anos, a valores atuais, serão R$ 1.146,00. O retorno do capital investido seria de: 9,06 vezes, caso da TIR não alavancada fosse reduzida para 8%, portanto qualquer redução na TIR, mesmo que centesimal, terá elevado impacto na tarifa de referência na nova concessão de rodovias.

Tal redução é factível e necessária. Acrescente-se ao fato de que a concessão será um monopólio, i.e., não existirá outra concessionária operando na mesma rodovia compartilhando ou angariando usuários, mas será decorrente da ínfima redução da TIR de 8,47% para 8%, aplicada ao CAPEX.

Novos investimentos no valor de R$ 0,2 bilhões poderiam ser realizados, ou mesmo aplicados na redução de tarifa para os usuários, se houvesse ínfima redução da TIR de 8,47% para 8% ao CAPEX do projeto de R$ 42 bilhões.

Na apresentação foi destacada a TJLP de 2,25% e 0,75% para financiamentos com prazo até 5 anos ou superior, respectivamente. Considerando-se na análise da TIR essas TJLP e a TIR não alavancada de 8,47%, resulta numa TIR anual alavancada pelo empréstimo superior a 15%. Essa TIR alavancada permite a redução da TIR não alavancada dos atuais 8,47%, para 8% e mesmo para 7%.

Duplicações — Também na proposta o Minfra fixou um acréscimo tarifário de 40% quando a rodovia passa de pista simples para pista dupla, o denominado grau tarifário. Esse acréscimo de um lado serve para assegurar com maior probabilidade para o futuro concessionário priorizar as obras de duplicação, de outro é uma carga adicional para os usuários. Acrescenta-se que o grau tarifário em outras concessões no Brasil é ao redor de 25%. Os 15% a mais no degrau tarifário no Paraná serão um valor a onerar os produtos transportados no Estado, espécie de tributo compulsório, que afetará a competitividade dos mesmos e o nosso desenvolvimento.

Base legal

Em síntese específica, as propostas acima estão em sintonia com o que dispõe a Lei 10.233/2001, artigos 2º e 3º, in verbis:

Art. 2o O Sistema Nacional de Viação — SNV é constituído pela infraestrutura viária e pela estrutura operacional dos diferentes meios de transporte de pessoas e bens, sob jurisdição da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Parágrafo único. O SNV será regido pelos princípios e diretrizes estabelecidos em consonância com o disposto nos incisos XII, XX e XXI do art. 21 da Constituição Federal.

[ ... ]

Art. 4o São objetivos essenciais do Sistema Nacional de Viação:
I – dotar o País de infraestrutura viária adequada;
II – garantir a operação racional e segura dos transportes de pessoas e bens;
III – promover o desenvolvimento social e econômico e a integração nacional.

§ 1o Define-se como infraestrutura viária adequada a que torna mínimo o custo total do transporte, entendido como a soma dos custos de investimentos, de manutenção e de operação dos sistemas.

§ 2o Entende-se como operação racional e segura a que se caracteriza pela gerência eficiente das vias, dos terminais, dos equipamentos e dos veículos, objetivando tornar mínimos os custos operacionais e, consequentemente, os fretes e as tarifas, e garantir a segurança e a confiabilidade do transporte. (Grifo nosso)

Conclusões

Os Deputados Federais do Paraná em reunião no final de 2020 com a Empresa de Planejamento e Logística — EPL enfatizaram a posição de que não abrem mão de um leilão de menor tarifa para as Rodovias de Integração do Paraná. Segundo eles, a tarifa mais baixa é a pauta deles até convencerem o Governo Federal. Hoje está encaminhado um sistema misto (híbrido), com limite de desconto e cobrança de cessão onerosa.

Para nós, o modelo deve ser o de investimento em menor tarifa. Não pode ter outorga nem para o Governo Federal e nem para o Governo do Paraná. O paranaense já pagou demais por causa dos contratos firmados na década de 1990 e, por isso, não vamos aceitar outorga alguma neste novo processo.

Em procedimento similar, os Deputados Federais e os Senadores do Paraná foram signatários de ofício ao Ministro da Infraestrutura defendendo o modelo de concessão pela menor tarifa, pois as tarifas de pedágio se constituem hoje num fator de perda de renda e competitividade de nossas cadeias produtivas. Como nossa base produtiva é essencialmente do Agro, somente cerca de 40% do emprego está na lavoura, portanto qualquer sobrecusto impacta na renda de trabalhadores de uma infinidade de outros segmentos, além de comprometer a competitividade geral dos diversos negócios.

Hoje as tarifas dos pedágios do Paraná estão entre as mais caras do País, enquanto em contrapartida o padrão de nossa malha não condiz com a tarifa paga pelo paranaense, salvo raras exceções.

Diante das evidências técnicas, fizemos solicitações ao governador, que diante de tais fatos, lidere a implantação de um programa de pedagiamento de rodovias que respeite as melhores técnicas de projetos, resultando no melhor custo/benefício para nossa sociedade, que é a Licitação pelo modelo de Menor Tarifa para os Usuários e, assim passe para a história de nosso Estado como o Governador que fez a grande reforma do sistema rodoviário de nosso Estado, reduzindo custos operacionais e aumentando a competitividade de nossa economia.

Rafael Greca homenageia Zonta pelo Natal de Curitiba

O prefeito de Curitiba, Rafael Graça, homenageou o fundador e presidente do Condor Super Center, Pedro Joanir Zonta, pelo patrocínio ao Natal da cidade. Além de um certificado de agradecimento, também foi entregue um álbum de fotografias do fotógrafo Daniel Castellano com os registros das atrações natalinas de 2020.

O patrocínio da rede viabilizou o Caminho de Luz Condor no Parque Barigui, que ofereceu uma atração gratuita em formato drive thru. Durante o percurso, foram distribuídas 10 estações decorativas com apresentações de coral, banda e encenações que remetiam ao nascimento de Jesus. A rede também viabilizou o Natal Condor no Passeio, que contou com uma decoração e exibições natalinas transmitidas no coreto digital.

Vem aí o Open Banking, que deve ampliar competição e reduzir preços de serviços financeiros para consumidores

Implementação deve estar concluída até dezembro de 2021 e deve diminuir a concentração bancária e permitir que fintechs, como a Juno, ofereçam novos produtos e serviços

CURITIBA, 29/01/2021 - O Open Banking – plataforma digital que dará ao cidadão seus dados bancários e histórico de transações – deve se tornar realidade no Brasil em 2021. O início de sua implementação está previsto para 1º de fevereiro, com conclusão para 15 de dezembro deste ano, conforme o Banco Central. A mudança deve beneficiar os consumidores, com redução de preços de serviços bancários a partir do aumento da competitividade entre instituições financeiras e a ampliação da transparência de dados.

No Brasil, cerca de 5 bancos concentram 85% dos ativos do segmento. De 2019 para 2020, houve aumento de 34% de fintechs, saltando de 553 para 742, conforme o Distrito Fintech Report do ano passado. Estima-se que 1 em cada 3 brasileiros acima de 16 anos não tem conta bancária, o que representaria 45 milhões de pessoas, que movimentam mais de R$ 800 bilhões por ano, segundo dados do Instituto Locomotiva.

Com o Open Banking, as fintechs terão mais facilidade em competir com os bancos, visto que os próprios consumidores poderão compartilhar os seus dados em busca de preços mais atrativos e da maior circulação de informações no segmento, desde que com a anuência do consumidor. “Nós conseguimos enxergar uma sinergia com produtos que, hoje, não conseguimos oferecer por sermos uma empresa de pagamentos. Há tendência de que seja possível oferecer produtos e serviços de maneira tão competitiva quanto um banco com mais de 100 anos. Isso é incrível para uma empresa como a nossa. Costumávamos brincar que os bancos eram cruzeiros, e as fintechs eram barquinhos. O barquinho das fintechs está virando um grande navio”, ressalta o Product Manager da fintech Juno, especializada em desburocratização de serviços financeiros, Gabriel Falk.

Uma das grandes novidades, na opinião de Falk, é que haverá visibilidade entre as instituições – o que permitirá a comparação de taxas, algo mais complexo atualmente. Essa transparência vai impedir a manutenção de preços muito elevados. “Como haverá uma competitividade entre os preços, são grandes as possibilidades de que os preços de produtos caiam”, explica.
Como paralelo, o Product Manager da Juno cita o mercado de cartões e o de corretoras. Há dez anos, os pequenos investidores precisavam ter conta em um banco e ficavam sujeitos a taxas de corretagem para investir na bolsa de valores. Hoje, é possível ter custo zero neste serviço com a ampliação do número de corretoras. Da mesma forma, até 2009, o mercado de cartões tinha exclusividade de adquirentes e bandeiras. Muitas empresas tinham que ter duas ou mais máquinas para atender os consumidores. “Quando se quebrou o duopólio, houve maior acesso a este produto, com pulverização de empresas, mais concorrência e menos custos”, explica.

Padronização total

“O Open Banking se trata de um movimento do mercado financeiro. Mais de 1 mil instituições financeiras vão precisar aderir à plataforma. De certa forma, essa tendência começou pelo Pix, como um tipo de test-drive para implementar um processo como do Open Banking, visto que se trata de uma padronização da tecnologia para oferecer serviços financeiros”, explica o Product Manager da Juno, Gabriel Falk. Assim como ocorreu com o Pix, a documentação precisa ser padronizada. “A documentação precisa ser padronizada, assim como ocorre com o Pix. Dessa forma, as empresas mantêm um mesmo modelo, o que facilita para o consumidor, derrubando barreiras para saídas ou trocas de players dentro do mercado, como acontecia antigamente”, completa Falk.

Hard Rock planeja 6 hotéis para crescer no Brasil na pandemia

Empreendimentos da marca americana, em parceria com a desenvolvedora VCI, pretendem atrair investidores com novo modelo multipropriedade
A relação do Brasil com as grandes redes internacionais do setor de serviços, como restaurantes e hotéis, é marcada por idas e vindas. Razões não faltam: custos elevados de operação, burocracia e baixo crescimento são alguns dos motivos que explicam saídas temporárias do país, como aconteceu com a Dunkin’ Donuts alguns anos atrás e chegou a se colocar em planejamento com os australianos do Outback antes da pandemia.

Por outro lado, o tamanho do mercado doméstico e o sucesso conquistado por redes como McDonald’s e Starbucks servem como argumentos para quem aposta no país. O mais novo representante desse movimento é o famoso Hard Rock, marca americana de lifestyle, hotéis e restaurantes que planeja a abertura de seis hoteis nos próximos anos. O aumento da presença no país vai se dar por meio de uma parceira, a VCI, uma incorporadora e desenvolvedora de projetos multipropriedade no segmento de alto padrão.

Os projetos mais avançados são o Hard Rock Hotel Fortaleza, na praia de Lagoinha, no Ceará, e o Hard Rock Ilha do Sol, em Sertaneja, na região de represas ao norte de Londrina, no Paraná, quase na divisa com o estado de São Paulo. Ambas as unidades haviam alcançado mais de 760 milhões de reais em vendas em novembro (dado mais recente divulgado). Os dois empreendimentos têm VGV (valor geral de vendas) projetado de 1,5 bilhão de reais.

A VCI contratou no ano passado a BN Engenharia, construtora do Grupo Bueno Netto, para acelerar a execução das obras do Hard Rock Hotel Fortaleza, em um contrato de 85 milhões de reais. É a unidade cujas obras estão em estágio mais avançado. O Hard Rock Hotel de Fortaleza tem previsão de entrega no fim deste ano, e o da Ilha do Sol, em 2022.

Haverá uma unidade também em São Paulo, o Hard Rock Hotel São Paulo (nome provisório), localizado na avenida Paulista, no prédio do grupo japonês Sumitomo.

As demais unidades em desenvolvimento são em Foz do Iguaçu (Paraná), Natal (Rio Grande do Norte) e Recife (Pernambuco). Quando entregues, os hoteis terão a operação a cargo da própria Hard Rock.

Quitação de debêntures e fundo de Cingapura

As receitas com as vendas para Fortaleza e Ilha do Sol permitiram que a VCI, por sua vez, quitasse integralmente suas debêntures antes do período de carência, com 22 meses de antecedência, e retirasse todos seus papéis de circulação na B3. No fim do ano passado, a empresa obteve um empréstimo de 400 milhões de reais com um fundo de Cingapura, com parte conversível em ações, avaliando a VCI em mais de 2 bilhões de reais.

Além da expansão por meio de hoteis, a Hard Rock tem quatro restaurantes no país, em Gramado (Rio Grande do Sul), Curitiba (Paraná), Ribeirão Preto (interior de São Paulo) e Fortaleza, que são administrados diretamente pela marca.

Modelo multipropriedade

A VCI comercializa cotas individuais dos apartamentos dos hotéis no Ceará e no Paraná, a um preço de entrada que na unidade de Fortaleza gira em torno de 60.000 reais. Ele dá direito ao registro de propriedade e a duas semanas de hospedagem por ano, uma vez que são negociadas 25 cotas por apartamento. Caberá ao proprietário usufruir do imóvel no período determinado ou rentabilizar por meio de um pool gerenciado pela VCI para aluguel.

Nos meses de crise mais aguda por causa das medidas de distanciamento social, a VCI lançou a startup 2Share, uma plataforma com um novo modelo de vendas online e franquias para empreendedores imobiliários. É um projeto que estava em desenvolvimento havia um ano e meio com a consultoria de negócios Cherto, do experiente Marcelo Cherto.

O modelo lançado em 2020 funciona com dois tipos de franquia. A primeira é uma microfranquia online para corretores individuais, pensada para gerar renda para microempreendedores durante a pandemia. Já o segundo modelo projeta uma loja física, com atendimento presencial tanto em pontos de rua como em shoppings.

O lançamento da startup praticamente fez dobrar as vendas online das frações da bandeira Hard Rock no Brasil - os números totais de 2019 foram superados em agosto do ano passado - e isso valorizou as cotas em 44%.

Conteúdo via Exame.com

LIDE Futuro promove mentoring com Marcelo Scandian

O primeiro unicórnio, apelido dado às companhias avaliadas em US$ 1 bilhão, anunciado em 2021 no Brasil é paranaense, o e-commerce MadeiraMadeira recebeu um aporte de US$190 milhões do fundo japonês Softbank e passou a ser a segunda startup fora de São Paulo a figurar na lista das bilionárias do país.

Marcelo Scandian, CFO e Co-Founder do Madeiramadeira abriu as mentorias do LIDE Futuro Paraná na última quarta-feira, 27, e recebeu um grupo de filiados na sede da empresa em Curitiba, seguindo todos os protocolos de segurança da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Scandian contou a trajetória de erros e acertos que levou do pequeno barracão em São José dos Pinhais, em 10 anos, a se tornar uma das empresas mais valiosas do país. "A fórmula é praticar o day one, cada dia pensar o que podemos fazer para superar nossos resultados. Sempre pensamos na frente, temos metas audaciosas, comemoramos as conquistas, mas no dia seguinte é começar tudo de novo. Um processo de crescimento constante", destacou.

Entre os principais desafios abordados por ele durante a mentoria está relacionado a pessoas, tanto na gestão quando na contratação eficiente. Hoje a empresa tem 300 vagas abertas e Scandian conta que tem dificuldade de preencher essas colocações. "Buscamos ajuda no Sebrae, em profissionais de recursos humanos. O problema do Brasil não é o desemprego, é a falta de mão de obra qualificada". Até o final de 2021 a MadeiraMadeira pretende ter um quadro de 3.000 colaboradores diretos.

Hoje a MadeiraMadeira atende todo o Brasil, cresce em ritmo acelerado ano a ano e com o recente aporte vai ampliar o mix de produtos, investir em private label, e em lojas físicas onde aumentará a experiência do consumidor com a marca. A presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett conduziu o encontro e destacou que uma das missões da entidade é inspirar os filiados com trajetórias vencedoras. "Estamos aos poucos retomando nossos encontros presenciais e é muito importante, neste momento onde os empreendedores passam por momentos desafiadores e também se deparam com oportunidades, ver que não estão sozinhos e podem encontrar em nosso ecossistema ajuda e inspiração", destaca.

Mais informações sobre o LIDE Paraná: www.lideparana.com.br

Dez fatos que podem agitar o ambiente tributário em 2021

Após a reforma da Previdência e Trabalhista nos últimos anos, a reforma Tributária segue sendo esperada por muitos brasileiros. No entanto, 2020 foi um ano desafiador, com crises políticas, pandemia e as eleições municipais, que adiaram a mudança. “Apesar dos empecilhos, a criação de grupos de trabalho para a consolidação de duas PECs (PEC 110/19 e PEC 45/19) e uma proposta de Reforma Tributária pelo Governo Federal evoluíram em 2020”, explica o gerente de controladoria e contabilidade do Grupo Positivo, Marco Aurélio Pitta, coordenador de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria.

Segundo ele, o ano de 2021 promete. “A pressão que o Governo vem sofrendo para simplificar o ambiente tributário nacional só aumenta. Motivos como reformas prometidas e não cumpridas, o aumento do desemprego, a falta de competitividade, a crise fiscal por conta da pandemia e até mesmo a saída da Ford do Brasil devem acelerar a Reforma Tributária total ou parcial para este ano”, acredita. O especialista elenca abaixo os principais prognósticos para o ambiente tributário brasileiro em 2021.

Teses tributárias em disputa: segundo Pitta, existem milhares de discordâncias entre os contribuintes e o Fisco, sobretudo na esfera federal. A mais famosa, já definida parcialmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017, pode ser definida em 2021. O impacto esperado para a União supera os R$ 300 bilhões, a depender da decisão final do Supremo.
Reforma tributária baseada nas PECs: para o especialista, as propostas de emenda 110/19 e 45/19 tendem a evoluir neste ano. Senado e Câmara dos Deputados deverão discutir uma proposta única ainda no primeiro semestre. "Consolidação de diversos tributos como ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI são os principais desafios", avalia.
Consolidação do PIS e COFINS: a fusão desses dois tributos “gêmeos” foi proposta pelo Governo Federal por meio do projeto de lei 3887/20 (CBS), em uma espécie de fase 1 de uma Reforma Tributária. Segundo Pitta, se não vingar via PL, acontecerá dentro da Reforma Tributária oriunda das PECs.
Tributação de Dividendos e redução do IRPJ: o professor acredita que, para pleitear possível entrada na OCDE, o Brasil precisa alterar a forma de tributação de dividendos. "A tributação deverá ser de 15% e, em contrapartida, haverá uma redução de alíquota dos atuais 25% no imposto de renda para as empresas".
Desoneração da folha: os últimos 17 setores que tinham a opção de recolher a contribuição previdenciária pela Receita Bruta (CPRB) ganharam fôlego com a prorrogação dessa sistemática até o final de 2021, de acordo com Pitta. Porém, ele adverte que existe um forte movimento para tornar esse benefício mais abrangente e definitivo, com objetivo de reduzir a grande taxa de desemprego no país.
Tributação sobre pagamentos: para fazer frente a uma possível desoneração da folha, a tributação sobre movimentações financeiras, algo próxima à antiga CPMF, pode aparecer como novidade. “A tributação de novos serviços e produtos digitais está na mira”, pontua.
Mudanças no imposto de renda da pessoa física: o Governo Federal é a favor de aumentar a faixa de isenção do imposto de renda para cerca de R$ 3 mil mensais. O professor avalia que possíveis mudanças nos critérios de dedução de despesas com saúde e educação também possam ocorrer. A tabela do imposto de renda não é atualizada desde 2015.
Simplificação de obrigações acessórias: a lei de liberdade econômica, criada em 2019, pretende reduzir a burocracia nas empresas. A simplificação do REINF e a eliminação do SISCOSERV são exemplos. “E vem mais por aí”, prevê.
Revisão de incentivos fiscais: são quase R$ 300 bilhões de reais anuais com renúncias como o Simples Nacional e a Lei Rouanet, por exemplo. Segundo Pitta, reformas tributárias devem reduzir – e muito – vários desses benefícios.
Novo REFIS: a Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro de 2020, em regime de urgência, requerimento para projeto de lei que cria um novo REFIS, por conta da crise gerada pela pandemia.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em ensino superior entre as IES do estado do Paraná e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m² de área verde no câmpus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam mais de 3.500m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em universidade.up.edu.br/

Programa de Negócios Internacionais está com inscrições abertas para webinar online sobre o mundo pós-pandemia

Sob coordenação do ISAE Escola de Negócios, de Curitiba (PR), o objetivo do BSIEM é compreender a realidade dos países participantes e obter subsídios para gerar impacto positivo na sociedade

CURITIBA, 20/01/2021 – O Programa Executivo Internacional: Negócios com Impacto Social nos Mercados Emergentes (BSIEM), desenvolvido pelo ISAE Escola de Negócios em parceria com a Universidad Externado (Colômbia), IBS-RANEPA (Rússia), SPJIMR (Índia) e Universidad de Monterrey (México), possibilita que alunos universitários façam intercâmbios entre os quatro países a fim de compreender a realidade dessas regiões e estimulá-los a fazer negócios que gerem impacto positivo nas sociedades em que vivem, buscando o bem-estar integral nas comunidades. O Programa BSIEM acontecerá de maneira online, e o primeiro módulo, organizado pelo SPJIMR da Índia, já está com inscrições abertas para fevereiro.

Para o lançamento da nova edição, especialistas do Brasil, Colômbia, Rússia, México e Índia participarão de um webinar online e gratuito para discutir as perspectivas do mundo pós-pandêmico, assim como apresentar as novas possibilidades de imersões para universitários oferecidas pelo programa. O evento internacional, que será realizado no dia 27 de janeiro, a partir das 11h (horário de Brasília), em inglês, está com as inscrições abertas para o público externo. O ingresso é gratuito.

Sob a coordenação do professor Gustavo Loiola, Mestre em Governança e Sustentabilidade e coordenador de Sustentabilidade e Relações Internacionais no ISAE Escola de Negócios, o webinar vai discutir as mudanças que o ambiente de negócios nos mercados emergentes devem se submeter nos próximos meses. “No mundo dos negócios, é preciso levar em consideração o desenvolvimento de todo o conjunto de stakeholders, incluindo o impacto social das ações empresariais. Afinal, o sucesso de uma empresa deve estar alinhado ao sucesso da sociedade como um todo”, afirma Gustavo Loiola.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site http://bit.ly/3bMw9rl. Mais informações em www.isaebrasil.com.br.

BURGER KING USA ‘PAULOS GUEDES’ PARA FALAR DE ECONOMIA EM NOVA CAMPANHA

Marca anuncia nova promoção em que os consumidores podem escolher entre seis opções de sanduíches a R$ 9,90, como Whopper e o Rodeio Duplo, todos os dias da semana

Janeiro, 2021 - O Burger King começa o ano de 2021 com uma boa notícia: o anúncio da promoção Todo Dia R$9,90. Nela, a rede de fast-food oferece seis opções de sanduíches a R$9,90, todos os dias da semana. Isso significa que o público não precisa mais escolher um dia específico para comer o seu sanduíche favorito, afinal, ele estará disponível a preço promocional de segunda a segunda.

Tendo em vista o cenário econômico atual, o Burger King convocou quem mais entende de economia, os Paulo Guedes da vida real, para comunicar a novidade, em uma campanha idealizada pela DAVID São Paulo. A promoção tem início em 18 de janeiro e os produtos participantes são: WHOPPER, o carro-chefe do BK no mundo; Big King, um clássico da rede de fast-food; Cheddar duplo, com dois hambúrgueres e queijo cremoso; Cheeseburger duplo bacon, com bacon crocante; Rodeio Duplo, com as clássicas onion rings do BK; e o Chicken Duplo, com dois frangos crocantes.

A nova campanha conta com cinco filmes, estrelados por quatro Paulos Guedes diferentes, e podem ser vistos aqui - https://www.youtube.com/watch?v=VhoonpAbgxw&feature=youtu.be A partir deles, o Burger King proporciona soluções econômicas, de forma leve e bem humorada, para que o público possa saborear os seus produtos favoritos, em todos os dias da semana.

A ideia da campanha é democratizar ainda mais o sabor de grelhado no fogo como churrasco, oferecendo uma gama maior de opções que cabem no bolso dos fãs de fast food, custando menos que uma nota de R$10,00.

“Temos em nosso posicionamento um tom leve e divertido de comunicar as nossas novidades, por meio de campanhas que sejam disruptivas e inovadoras. Para contar ao público sobre a nossa nova promoção, encontramos uma maneira de mostrar que poder aproveitar os seus sabores preferidos, em diferentes opções de sanduíches e pelo valor de R$9,90 é um ótimo investimento”, ressalta Thais Souza Nicolau, Diretora de Marketing do Burger King no Brasil.

Para Rafael Donato, vice-presidente de criação da DAVID São Paulo, “todo brasileiro tem seu lado economista, que cuida do orçamento, toma medidas necessárias, e sabe quando investir em algo que vale a pena, como um lanche no BK. Por isso fomos atrás dos Paulos Guedes da vida real, que sem meias palavras, e com muita competência, mostram o que é economizar no Brasil de hoje”, finaliza.

SOBRE BK BRASIL S.A.

O BK Brasil Operação e Assessoria a Restaurantes S.A. é o master franqueado da Burger King Corporation no Brasil e responsável pela gestão e desenvolvimento das marcas BURGER KING® e POPEYES® no País. O BURGER KING® abriu o primeiro restaurante no Brasil em novembro de 2004 e, atualmente, possui mais de 850 unidades. Para mais informações, visite www.burgerking.com.br ou acesse o Facebook, Twitter ou o Instagram.

Prefeitura de Curitiba oferece cursos gratuitos online para a capacitação de empreendedores

O programa Bom Negócio, desenvolvido em parceria com a startup Kultivi, disponibiliza conteúdos exclusivos sobre empreendedorismo e gestão

CURITIBA, 20/01/2020 - Nas últimas décadas, as inovações tecnológicas tem sido grandes aliadas para atender as novas necessidades da população, principalmente no quesito educação. Todos os dias surgem novas opções de sites e aplicativos que contribuem para facilitar a vida de milhares de pessoas com alternativas remotas de ensino. Mas se muitas vezes estes conteúdos continuam inacessíveis devido a mensalidades e investimentos altos há empresas e projetos que trabalham para produzir e disponibilizar cursos e capacitações completamente gratuitas.

Um exemplo é a startup curitibana Kultivi (www.kultivi.com), uma das principais plataformas de ensino online do país que oferece sem nenhum custo mais de 80 cursos em diferentes áreas, como idiomas, empreendedorismo, medicina e voltados ao Enem e à OAB – ao todo, somando cerca de 4 mil aulas distintas. Focada em expandir ainda mais o acesso à educação remota de qualidade, a Kultivi se uniu a Prefeitura Municipal de Curitiba no programa Bom Negócio – Vale do Pinhão. Idealizado pela administração do município, o projeto disponibiliza aos curitibanos cursos de capacitação em gestão empresarial com uma formação empreendedora, totalmente gratuita, que pode ser iniciada a qualquer momento e que aborda disciplinas voltadas à gestão inovadora, criatividade, finanças, vendas e novos produtos, cliente, recursos humanos, startups, criatividade e sustentabilidade.

“Nós desenvolvemos uma plataforma exclusiva para o programa Bom Negócio, com toda a dinâmica, praticidade e facilidade de acesso que garante a qualidade dos cursos. Também emprestamos os nosso estúdios para a gravação das videoaulas. Estamos muito contentes com o resultado e, principalmente, com a oportunidade de fazer parte de um projeto tão importante para o desenvolvimento social e econômico da cidade”, comenta Cláudio Matos, sócio fundador da Kultivi.

Inicialmente, o programa Bom Negócio oferece dois cursos voltados a gestão de negócios com 14 e 16 horas de duração divididos em vídeos de 5 a 15 minutos. Realizado de forma intersetorial, a produção das videoaulas contou, também, com a participação da Agência Curitiba, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Paraná (Sebrae-PR) e ISAE Escola de Negócios.

Para participar do Bom Negócio e ter acesso aos cursos, basta se cadastrar no site www.bomnegocio.curitiba.br.

Renault e Grupo Muffato vencem o Prêmio Líderes Unidades do Brasil 2020

A premiação é o reconhecimento nacional do talento, competência e comprometimento dos executivos atuantes no país, para um Brasil melhor e mais competitivo.
A entrega do Prêmio Líderes do Brasil 2020 – Premiados Regionais aconteceu na noite desta segunda-feira, 14, por meio digital e as empresas escolhidas pelo Comitê de Gestão de cada unidade do LIDE, em votação realizada remotamente, foram representadas por seus presidentes. O LIDE Paraná entregou o prêmio a Renault do Brasil, que foi representada pelo seu presidente, Ricardo Gondo, e o Grupo Muffato que é paranaense e tem uma grande importância no mercado paulista, foi premiado pelo LIDE Noroeste paulista.
Para Gondo, o prêmio é o reconhecimento aos colaboradores, aos fornecedores, e aos concessionários que ajudaram na construção da história da Renault do Brasil. "Temos muito orgulho de ser uma empresa paranaense. Nesses 22 anos de história da nossa instalação no estado, produzimos mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores nas nossas quatro fábricas que fazem parte do Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais. Além dos empregos diretos que geramos, temos cerca de 25.000 postos de trabalho indiretos em todo o estado", comentou o Presidente.

A presidente do LIDE Paraná, Heloisa Garrett, destacou a importância da Renault, além da industrialização e geração de empregos. "A Renault do Brasil investe no desenvolvimento de tecnologias, é uma referência em sustentabilidade e mobilidade, motivo de orgulho para todos os paranaenses", enfatiza. Gondo destacou ainda que a inovação sempre fez parte do DNA da indústria, "Contamos com um centro de engenharia em nossa fábrica e também por meio dos Renaults Labs que temos em parceria com universidades no estado do Paraná nós contribuímos com o desenvolvimento da inovação e da tecnologia no estado".

O Grupo Muffato, também premiado na noite, foi representado por Everton Muffato, que destacou durante sua fala que o Grupo decidiu avançar durante a pandemia. "Colocamos todos os nossos planos em prática , abrimos seis novas unidades, empregamos 1.500 novos colaboradores em 2020. Acreditamos no Brasil e nos líderes que o país tem e sempre fizeram a diferença", salienta.

A premiação é considerada o maior reconhecimento nacional do talento, competência e comprometimento dos executivos atuantes no país, para um Brasil melhor e mais competitivo. Na edição 2020, a premiação tem ainda mais relevância em função do cenário atípico que o mundo tem enfrentado. Os desafios foram muitos em todos os sentidos. E para as empresas e seus líderes não foi diferente. Conduzir as companhias e superar as dificuldades em uma das maiores crises da humanidade exigiu das lideranças forte capacidade de adaptação, ousadia, inovação e criatividade.

GRUPO MADERO INVESTE 40 MILHÕES EM SUA PRIMEIRA ECOPARADA PARA RODOVIAS

É a estreia do Grupo no segmento de complexos gastronômicos em estradas, com um espaço de 5 mil m²

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O empresário e chef Junior Durski inaugura, no dia 13 de dezembro, a primeira Ecoparada Madero, um grandioso complexo gastronômico na Rodovia Castello Branco. O local oferece um infinito de experiências, com toques de modernidade, inovação, sustentabilidade, lazer e qualidade – marca registrada dos negócios do Grupo Madero, que este ano comemora 15 anos.

A Ecoparada Madero será o maior conglomerado de restaurantes da Rodovia Castello Branco, que liga a capital de São Paulo ao interior do estado e por onde circulam cerca de 215 mil veículos por dia. O local escolhido foi o quilômetro 44, próximo à cidade de Araçariguama (SP).

O nome traz o DNA da sustentabilidade, com padrões ESG (padrões ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) e iniciativas que contribuem para a preservação do meio ambiente. O empreendimento terá uma composteira, onde todo o lixo orgânico coletado será utilizado como adubo para os canteiros dos restaurantes do Grupo Madero. Também será feita a captação e utilização de água da chuva para reuso nos banheiros, e irrigação de mais de 4.000 mudas ornamentais e de 320 m² de telhado verde. Outra medida será a captação de energia solar, por meio de placas fotovoltaicas, que produzem energia limpa e alimentam todo o sistema de iluminação e controles, além do ponto de carregamento de carros elétricos no estacionamento.

O projeto arquitetônico é de Kethlen Ribas Durski, onde os visitantes poderão desfrutar de ambientes com muito conforto, modernidade e sofisticação, além do acesso a diversos serviços e conveniência. Um Posto de Combustível fornecerá abastecimento e serviços de segurança para os viajantes, além de pontos de recarregamento para bateria de carros elétricos. Haverá um Bicicletário para os ciclistas e disponibilidade de aluguel de bicicletas, para passeios no trajeto em meio à natureza. A Conectividade também será destaque, com Wi-Fi gratuito, tomadas nas mesas de refeição e a praticidade de caixas eletrônicos 24h. A garotada terá distração de sobra, com um moderno Espaço Kids projetado com brinquedos e muito entretenimento para crianças acompanhadas e para o conforto das mães, o Banheiro Família foi planejado com trocadores e poltronas para amamentação. Animais de estimação também foram lembrados, com o Espaço Pet, que oferece estrutura própria para segurança e comodidade deles.

O complexo gastronômico oferecerá todas as delícias do chef Junior Durski em seus restaurantes, além de novas operações assinadas por ele, com opções saudáveis e saborosas para todas as preferências. O Madero Burger encabeça os restaurantes com os clássicos aperitivos, os premiados burgers grelhados em fogo forte, além dos burgers vegetarianos, veganos e kids, sandwiches tradicionais e fit, sobremesas e bebidas. O Madero Chicken é novidade e trará o frango frito no balde, que promete ser uma das sensações, com diversas outras opções em pratos, sandwiches, saladas e porções. Já o Madero Grill & Salad dedica o cardápio a cortes de carnes cuidadosamente selecionados, saladas, burgers, massas, pratos vegetarianos, veganos e sobremesas especiais. No novo Madero Café, os visitantes poderão planejar aquela parada gostosa, para degustar cafés especiais e bebidas, além de salgados, sandwiches, saladas e doces. Também os fãs do Jeronimo Burger poderão encontrar suas opções preferidas para o café da manhã, salgados, sandwiches e bebidas, além de cheeseburgers (conhecidos pelo pão brioche quentinho, casquinha crocante por fora e suculência da carne por dentro), saladas, porções e doces. Para adoçar e refrescar as viagens, o Jeronimo Ice convida a uma variedade de sorvetes, casquinhas, sundaes e milk-shakes com sabores para toda a família.

Mais uma novidade muito aguardada é o Empório Madero, que oferecerá “comfort food”, trazendo as lembranças da tradicional e deliciosa “comida de vó”, como galinha caipira na panela de ferro, rabada, empadão de camarão e de frango, vaca atolada, lasanha, doce de abóbora orgânica, figo em caldas, além de guloseimas de padaria, bolachas e doces artesanais. O espaço também trará itens de conveniência e de churrasco.

Outro diferencial é o domínio total do alto controle de qualidade e procedência dos alimentos, pois o Grupo Madero produz praticamente tudo que será servido nos restaurantes. Da Cozinha Central, em Ponta Grossa (PR), vem a maior parte dos alimentos, sob processos rigorosos de qualidade. De lá sai também à frota própria de caminhões, que abastecerá o complexo gastronômico, garantindo a qualidade da entrega dos produtos, transportados em temperatura adequada. A Fazenda Madero, em Palmeira (PR), há dois anos também cumpre a missão de produzir e fornecer hortifrútis com selo ORGÂNICO BRASIL- TECPAR aos restaurantes do Grupo Madero.

Para atender os visitantes com toda a agilidade e qualidade necessária, mais de 300 empregos foram gerados, com contratação de profissionais de diversas partes do Brasil. Todos receberam capacitação e treinamento, se unindo ao time do Grupo Madero, hoje com mais de 7 mil colaboradores, que vestem a camisa, diariamente, para manter a excelência da marca.

“A Ecoparada Madero é o grande projeto da minha vida, de todo time e do Grupo Madero! Acredito que será um divisor de águas para rodovias, não do Brasil, mas do mundo. O projeto é inovador, vamos mudar o conceito de uma simples parada no posto de gasolina para se alimentar. O empreendimento foi pensado nos mínimos detalhes, para encantar o público e vai muito além de um complexo gastronômico! É um convite para embarcar numa experiência ímpar com todos os sabores do grupo, muito conforto para a família, lazer e entretenimento com modernidade e sustentabilidade”, comemora Junior Durski.

O empreendimento representa um sonho alcançado do chef Junior Durski de levar às estradas todos os sabores, inovações e “Experiências Madero”, com o DNA sustentável da marca. Perfeccionista e autodidata, o empresário transformou a paixão pela cozinha e foco em qualidade em propósitos e muito mais do que a elaboração de pratos, ele é a alma do Grupo Madero, com sua missão de levar seu amor pela gastronomia, aos quatro cantos do Brasil.

Sobre o Grupo Madero –
Fundado pelo Chef Junior Durski, o Grupo Madero é uma das redes de restaurantes que mais cresce no Brasil. Impulsionada pelo compromisso inabalável com a qualidade - para consumidores e funcionários - o Grupo Madero cresceu de uma única unidade em 2005 para um portfólio multimarcas, com mais de 200 restaurantes distribuídos em mais de 70 cidades no Brasil, desenvolvido sobre uma plataforma verticalmente integrada de produção, distribuição e logística. No coração dessa plataforma está a Cozinha Central, uma unidade de produção automatizada de última geração, que produz e distribui praticamente todos os alimentos consumidos nos restaurantes.

Ecoparada Madero
Endereço: KM 44 | Rodovia Castello Branco – Araçariguama (SP).
Funcionamento: 24 horas por dia, todos os dias da semana.

LIDE Futuro Paraná apoia curso gratuito de programação

Curso de introdução à programação será online e gratuito para público geral, sem a necessidade de conhecimento prévio. A Kenzie Academy, com apoio do LIDE Futuro Paraná, realiza o evento nos dias 16 a 29 de novembro

A área de Tecnologia está cada vez mais em alta no mercado, a procura de profissionais qualificados só aumenta a cada ano. Para quem nunca teve contato com a área pode ficar difícil saber se este ramo é ou não o indicado para ela. Para abrir as portas a Kenzie Academy, com apoio do LIDE Futuro Paraná, vai oferecer curso online e gratuito sobre introdução à programação. O evento acontecerá entre os dias 16 a 29 de novembro com mais de 80 horas de conteúdo exclusivo. Para quem nunca teve contato com programação esta será uma excelente oportunidade de saber mais sobre o assunto, já que além das aulas haverá suporte em tempo real e uma comunidade exclusiva aos participantes.

Com o mercado de programação em constante ascensão, segundo a consultoria Mckinsey, até 2030 cerca de 3 milhões de vagas na área serão abertas. O mercado que já movimentou R$479 bilhões em 2018 tem previsão de crescimento de 5,7% até 2020, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, a Brasscom. Além disso, dentro da área de Tecnologia da Informação, o setor de programação corresponde a 40% das vagas no mercado.

Acontece que nem todas as pessoas têm a oportunidade de pagar por um curso para compreender mais sobre o assunto. E fazer um curso de programação é extremamente importante para quem busca este primeiro contato com a área. Começar programação pode parecer um desafio muito complicado para quem não tem conhecimento na área de tecnologia, mas com profissionais competentes da área o primeiro passo fica mais fácil e ágil.

Por ser um curso introdutório à programação, os alunos matriculados não precisam de um conhecimento prévio sobre o assunto, muito menos necessitam trabalhar na área. A ideia é justamente passar conhecimento inicial sobre programação. O curso é justamente feito e pensado para quem quer ter o primeiro contato com tecnologia, o único pré-requisito é querer saber mais sobre a área.

Sobre a Kenzie Academy

A Kenzie Academy é uma escola norte-americana que veio para o Brasil com o objetivo de ofertar ensino de qualidade para quem deseja trabalhar na área da tecnologia. Com o foco no aprendizado do aluno, ensina as principais linguagens de programação do mercado para o desenvolvimento de um programador full stack, inclusive soft skills. A metodologia inovadora vai ao encontro do modelo de negócio inédito, em que o estudante só paga a mensalidade do curso após estar empregado e com remuneração mínima de R$ 3 mil por mês.

Para inscrição e mais informações: https://participe.kenzie.com.br/curso-javascript-16