Casillero del Diablo brinda pelo cinema

Pelo segundo ano consecutivo é o Vinho Oficial do EE BAFTA Film Awards

A reconhecida marca chilena retornou ao Royal Festival Hall, em Londres, como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards 2026, acompanhando indicados, cineastas e as estrelas mais influentes do cinema na noite mais importante da indústria britânica.

Casillero del Diablo, a premiada marca de vinhos da Viña Concha y Toro, celebrou pelo segundo ano consecutivo seu papel como Official Wine Partner do EE BAFTA Film Awards, a cerimônia mais relevante do cinema britânico organizada pela British Academy of Film and Television Arts (BAFTA).

No domingo, 22 de fevereiro, as figuras mais destacadas da sétima arte se reuniram no Royal Festival Hall, em Londres, onde indicados, apresentadores e convidados brindaram com uma seleção exclusiva de Casillero del Diablo, em uma noite marcada pela criatividade, emoção e momentos lendários que todos os anos distinguem o BAFTA.

Para Casillero del Diablo, ser o Vinho Oficial do BAFTA é o reflexo de um trabalho estratégico e contínuo ao longo do tempo, focado na construção permanente da marca no Reino Unido, seu principal mercado global.

Essa presença faz parte de uma estratégia global que busca consolidar parcerias de alto nível, gerar novas oportunidades de visibilidade e fortalecer vínculos com organizações que compartilham e valorizam a qualidade, a excelência e o caráter distintivo da marca.

Fazer parte do BAFTA reafirma o compromisso de Casillero del Diablo de estar presente em cenários de relevância cultural global, que fortalecem sua identidade e contribuem para um crescimento sólido e consistente, consolidando-se como um orgulhoso embaixador do vinho chileno no mundo.

A noite de domingo reuniu grandes nomes da indústria cinematográfica internacional, com destaque para Timothée Chalamet, reconhecido por seu trabalho em Duna e Me Chame Pelo Seu Nome, além de Kylie Jenner, ícone global do entretenimento e da moda. Também marcaram presença nomes como Cillian Murphy, vencedor do Oscar por sua atuação em Oppenheimer, e Emma Stone, celebrada por seus papéis em La La Land e Pobres Criaturas, entre outros convidados.

Durante a cerimônia, os convidados desfrutaram de uma seleção de vinhos de Casillero del Diablo, com destaque para as linhas Reserva e Reserva Especial. Casillero del Diablo também participou do tradicional BAFTA Nominees Party, realizado na noite anterior.

Claire Raine, Brands Controller da Viña Concha y Toro UK, declara: “Os Prêmios BAFTA 2026 reuniram alguns dos atores mais influentes do nosso tempo, e a Casillero del Diablo se orgulha de estar presente como vinho oficial deste evento. Juntos, celebramos o melhor do cinema e os momentos lendários que continuam encantando o público ao redor do mundo.”

Da primeira taça ao último aplauso, Casillero del Diablo acompanhou uma noite que homenageou o poder da imaginação, a excelência artística e as histórias que continuam a encantar milhões de pessoas em todo o mundo.
Sobre Casillero del Diablo
Casillero del Diablo foi lançado em 1883 pela Viña Concha y Toro, e hoje está presente em quase 150 países, com mais de 60 milhões de garrafas vendidas por ano. De acordo com o relatório Global Wine Brand Index, da renomada consultoria inglesa Wine Intelligence. Casillero del Diablo é a marca de vinho mais poderosa da América Latina - e a segunda do mundo pelo 7º ano consecutivo.

@casillerodeldiablobrasil

Sobre o BAFTA
A British Academy of Film and Television Arts (BAFTA) é uma organização beneficente independente que promove a excelência em cinema, televisão e videogames, além de incentivar o desenvolvimento de talentos criativos no Reino Unido e internacionalmente.

ESPM Talks abre o calendário 2026 no Paraná e marca lançamento do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas

Evento acontece no dia 5 de março, no Hard Rock Cafe Curitiba, reunindo lideranças acadêmicas, mercado e alunos em uma noite de conteúdo, tendências e conexões

Curitiba, fevereiro de 2026 - Curitiba recebe, no dia 5 de março, às 18h30, no Hard Rock Cafe, mais uma edição do ESPM Talks, encontro que abre oficialmente o calendário 2026 da Escola no Paraná e marca o lançamento do novo Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

Presente no Paraná desde 2024, em parceria com a Academic Ventures, a ESPM consolida sua atuação no Estado com uma proposta que integra excelência acadêmica, conexão com o mercado e formação orientada à performance. O ESPM Talks traduz esse posicionamento ao reunir lideranças acadêmicas, profissionais do mercado e alunos da instituição para debater os caminhos da inovação, os novos desafios do marketing e as estratégias que estão transformando os negócios no Brasil e no mundo.

A programação começa às 18h30, com welcome buffet e networking. Às 19h15, acontece a abertura oficial com apresentação do portfólio 2026, conduzida pela Diretora Acadêmica de Pós-Graduação Lato Sensu da ESPM, Profª. Frederike Mette, pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho e por Gisah Akel, sócios da Academic Ventures, partner regional da ESPM no Paraná.

Para a Profª. Frederike Mette, o encontro simboliza o fortalecimento da presença acadêmica da instituição no Estado. “Abrir o calendário de 2026 no Paraná com o ESPM Talks reforça nosso compromisso com uma formação conectada às transformações do mercado. O Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas nasce com esse propósito: integrar estratégia, criatividade e performance para preparar lideranças capazes de gerar impacto real nos negócios”, afirma.

Na opinião de Gisah Akel, o evento em Curitiba reforça o movimento de aproximação da ESPM com o ecossistema local. “Fico muito feliz com o dinamismo da ESPM em sinergia com o mercado de Curitiba. A marca desembarcou há quase dois anos na cidade e mantém diálogo aberto e próximo com o setor produtivo e profissionais, fomentando discussões de alto nível em temas sempre contemporâneos. A proposta do ESPM Talks é justamente essa, fomentar o networking e estimular o aprendizado ao longo da vida (lifelong learning) com o padrão de experiência que é a chancela do marketing powerhouse”, diz..

Às 19h30, o público acompanha a mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”, mediada pelo Prof. Zaki Akel Sobrinho. Participam do debate alunos formados pela ESPM no Paraná: Rodrigo Kroehn, especialista em gestão, expansão de marcas e liderança de equipes, com atuação em desenvolvimento de negócios e reestruturação de operações; Eduardo Machado, publicitário e sócio-fundador da Peppers – Agência Estratégica Criativa, com mais de 20 anos de experiência no mercado de comunicação; Mariah Luz, criadora do @oquefazercuritiba e pioneira em conteúdo de gastronomia com foco em cidade, cujo ecossistema regional soma quase dois milhões de seguidores e movimentou mais de 100 milhões de reais na economia local em 2024; e Joana Ciafrino Sabbag, gerente de marketing da Rappi Brasil, onde atua há cinco anos desenvolvendo estratégias em diferentes frentes do marketing. “O painel traz perfis de profissionais diferentes entre si e mostra como fazer parte da comunidade ESPM transforma a trajetória profissional dos nossos alunos”, afirma o Prof.º Zaki Akel.

Encerrando a noite, o professor e pesquisador Lucas Waltenberg ministra a palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”. Mestre e doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, Lucas desenvolve projetos de estratégia e comunicação para marcas e é professor de graduação e pós-graduação na ESPM Rio, além de atuar na coordenação da Pós-Graduação Lato Sensu nos cursos de Produção de Conteúdo, Data Science e Gestão de Projetos, entre outros.

A noite de encontros e conhecimento marca também o lançamento oficial do Prime MBA em Comunicação, Branding e Vendas em Curitiba, com início em abril. O curso é em modalidade híbrida, com aulas presenciais e on-line divididas em três semestres. O curso integra posicionamento, narrativa e estratégia comercial para transformar propósito em performance, fortalecendo marcas e impulsionando resultados. A proposta combina branding, comunicação e vendas com foco em métricas, dados e previsibilidade, além de projetos reais que conectam aprendizado e desempenho comercial, reforçando a excelência de ensino que caracteriza a ESPM.

Sobre a ESPM
A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi - dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui quatro unidades regionais em Florianópolis, Chapecó, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM. Acesse: espm.br

Sobre a Academic Ventures
Nesse hub de soluções estratégicas, o professor Zaki Akel Sobrinho lidera uma equipe multidisciplinar com grande experiência em gestão estratégica atuando nos ecossistemas de inovação e com fortes conexões tanto no meio acadêmico quanto no meio empresarial para administrar uma rica e diversificada rede de relacionamentos nos dois universos. A AV cria pontes para conectar problemas e soluções por meio de powerful connections - estratégicas, globais e de impacto - ajudando a construir resultados concretos que geram valor para os clientes, colaboradores, sócios e sociedade. Acesse: academicventures.com.br

Serviço:

ESPM Talks Curitiba
5 de março de 2026
A partir das 18h30
Hard Rock Cafe Curitiba – 3rd Floor (acesso pela entrada de eventos)
R. Buenos Aires, 50 – Batel – Curitiba/PR

Programação da noite
18h30 – Welcome buffet e networking
19h15 – Abertura e apresentação do portfólio 2026 com Frederike, Prof. Zaki Akel Sobrinho e Gisah Akel
19h30 – Mesa-redonda “Mobilidade de carreira com ESPMers”
20h a 21h – Palestra “Branding: Insights para construir marcas fortes”, com Lucas Waltenberg

Evento gratuito com inscrições prévias
Vagas limitadas
Inscrições: https://www.espm.br/eventos/pos-graduacao-eventos/espm-talks-curitiba/

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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58 anos de história e uma agenda contínua de pesquisa e lançamentos para atender a todos os momentos de consumo

Fundada em 1968, a Nutrimental é reconhecida nacionalmente pela fabricação da primeira barra de cereal do Brasil. Isso reflete uma história construída com base nos pilares do pioneirismo e da reinvenção, fatores que até hoje orientam sua cultura corporativa.

Atualmente, a Nutrimental opera duas plantas industriais — no Paraná e em Minas Gerais — e mantém um escritório comercial em São Paulo. Seus produtos estão presentes em mais de 90 mil pontos de venda no Brasil e são exportados para mais de 30 países da África, América do Sul, América do Norte e Caribe. As fábricas contam com certificações ISO 9001 e APPCC, reforçando o compromisso com qualidade e segurança alimentar.

O portfólio da empresa abrange desde cereais infantis e ingredientes para a indústria, até soluções para food service e barras proteicas voltadas aos mais diversos públicos. A marca Nutry reúne uma das linhas mais completas do mercado, com barras de cereais, frutas, nuts, bananinhas e proteínas – e com novos lançamentos previstos para 2026.

“Nossa estratégia é atender múltiplos momentos de consumo, com soluções que combinam conveniência, nutrição e inovação tecnológica”, destaca o fundador e CEO, Rodrigo Rocha Loures.

A companhia estrutura suas operações em quatro unidades de negócio: Consumidor (com as marcas Nutry, Nutrilon, Nutribom, Nutrilac e Nutrimental), Food Solutions (que engloba as frentes de food service efood ingredients, ou seja, insumos para outras indústrias de alimentos), Exportação (que tem nos cereais infantis seu principal destaque, atendendo mercados internacionais) e E-commerce (dedicada às oportunidades do comércio digital e ao relacionamento direto com o consumidor).

O começo de tudo

A empresa surgiu a partir de um desafio científico e de mercado: o excedente de produção de batatas no Paraná no fim da década de 1960. Tudo começou no laboratório da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde o professor Rodrigo Rocha Loures identificou no desperdício agrícola uma oportunidade de inovação. Ao lado de Arthur Leme e Marcos Hauer (in memoriam), liderou o desenvolvimento de tecnologias de desidratação de alimentos, inicialmente voltadas à produção de purê instantâneo. As limitações técnicas do processo à época levaram a equipe a buscar novas aplicações, chegando ao feijão pré-cozido e, posteriormente, às sopas para o mercado de merenda escolar. Mais tarde, atingindo o formato ideal, foi a primeira do Brasil a produzir e patentear o Purê Instantâneo.

O DNA da inovação fez com que, ao longo das décadas, a Nutrimental se consolidasse como uma das referências nacionais em alimentos, nutrição e soluções para a indústria alimentícia. “Desde o início, a Nutrimental foi movida por um espírito científico e empreendedor, transformando desafios em oportunidades concretas de negócio e impacto social”, afirma Loures.

A vocação para inovação acompanhou a empresa ao longo das décadas. Em 1984, a Nutrimental desenvolveu a alimentação do navegador Amyr Klink para sua histórica travessia do Atlântico Sul a remo, fornecendo produtos leves, nutritivos e de alta durabilidade. A parceria foi retomada cinco anos depois, durante a expedição de 13 meses na Antártica.

A empresa também protagonizou o lançamento do primeiro produto de desenvolvimento sustentável do país: a barra de granola com castanhas da Amazônia, apresentada ao mercado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) - Eco-92, em parceria com uma cooperativa de seringueiros. Foi este produto que, em 1994, chegou às gôndolas reformulado e batizado de Nutry, a primeira barra de cereais do país, hoje líder em vendas e lembrança de marca.

Atualmente, a Nutrimental vem ampliando sua agenda ESG com iniciativas como acessibilidade digital, políticas de diversidade, o projeto Aterro Zero, compensação integral de embalagens e a definição de metas e indicadores, com a retomada formal de sua jornada ESG, iniciada em 2023.

Refletindo seu foco no cliente, vem se mantendo entre as 100 melhores do Brasil em satisfação do consumidor (segundo o Instituto MESC) e tem reforçado o relacionamento com o público por meio da reabertura da Loja Nutri, além da participação em eventos.

E a inovação se faz presente sempre no dia a dia da empresa, que criou o Tastelab - grupo multidisciplinar e específico dedicado a estudar, desenvolver e lançar novos produtos -, visando não só a um complemento de portfólio mas principalmente à satisfação de necessidades ainda não atendidas de públicos específicos. Neste ano o primeiro projeto do grupo chegará às gôndolas: a Super Crispy, barra de proteína mais encorpada (com 55g), porém com textura crocante, contendo whey e colágeno e zero adição de açúcar.

Sobre a Nutrimental - Fundada em 1968, a Nutrimental é uma empresa brasileira de alimentos e nutrição com atuação nas frentes de consumo, food solutions, exportação e e-commerce. A companhia opera duas plantas industriais, no Paraná e em Minas Gerais, e mantém escritório comercial em São Paulo, com presença em mais de 90 mil pontos de venda no país e exportações para mais de 30 países. Com certificações ISO 9001 e APPCC, a Nutrimental oferece um portfólio diversificado que inclui cereais infantis, ingredientes para a indústria, soluções para food service e barras nutricionais da marca Nutry, líder em vendas e lembrança de marca no segmento. Alinhada às melhores práticas de ESG, a empresa desenvolve iniciativas nas dimensões ambiental, social e de governança, reforçando seu compromisso com inovação, qualidade e sustentabilidade, sempre com aprendizado contínuo, integridade, horizontalidade e orientação para o resultado.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

Instituto Natura e Pantys lançam calcinha absorvente exclusiva e ampliam debate sobre autonomia menstrual

Lucro arrecadado pela collab será revertido para projetos voltados para Direitos e Saúde das Mulheres

A menstruação é um marco que faz parte da vida das mulheres, mas que ainda é cercado por estigmas e tabus. Com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, o Instituto Natura, organização sem fins lucrativos do ecossistema Natura e Avon com ações voltadas para os Direitos e a Saúde das Mulheres, Educação e Consultoras de Beleza, em parceria com a Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes da América Latina e única clinicamente testada do mundo, trazem em collab exclusiva uma calcinha absorvente reutilizável, que entrega conforto, cuidado e propósito.

Disponível nos tamanhos P ao GG, o produto, que pode ser usado por até 12 horas, é clinicamente e dermatologicamente testado, respirável, antibacteriano, antiodor e vegano. Mais ecológicas e sustentáveis do que os absorventes descartáveis, as calcinhas menstruais surgem como uma alternativa que reduz o impacto ambiental e amplia as opções de escolha das mulheres em relação ao seu ciclo menstrual. A novidade chega ao mercado no valor de R$57,00.

A collab também nasce com um forte compromisso social: todo o lucro obtido com as vendas nos canais da Natura e da Avon será integralmente destinado às ações do Instituto Natura voltados ao cuidado com a saúde das mamas e ao enfrentamento à violência contra mulheres. Já a Pantys destinará 20% do lucro das vendas realizadas em seus canais físicos e online ao Projeto Arrastão, apoiando diretamente adolescentes de 13 anos atendidas pelo programa. A iniciativa inclui a doação de kits da marca para todas as alunas da turma, além da realização de uma aula sobre saúde feminina e ciclo menstrual, conduzida por uma ginecologista parceira, prevista para maio, em conexão com o Dia Internacional da Dignidade Menstrual (28 de maio).

“A Avon e a Natura carregam uma história centenária de diálogo direto com as mulheres brasileiras. Nossa expertise em vendas por relacionamento, aliada à força de milhões de consultoras e consultores, nos permite democratizar o acesso a produtos que geram impacto social real. Já fazemos isso com as linhas Ofertas do Bem, da Avon, e Natura Crer Para Ver. Agora, com a Pantys, não será diferente: o lucro das vendas será revertido para as causas ligadas ao cuidado com a saúde das mamas e o fim da violência contra mulheres no Brasil, ampliando o alcance de causas que fazem parte da nossa razão de existir”, afirma Letícia Passini, gerente de Reputação e Comunicação do Instituto Natura.

Esta iniciativa que une o Instituto Natura - que em 2024 integrou o Instituto Avon, pioneiro em ações de defesa aos Direitos e Saúde das Mulheres - e a Pantys reforça o compromisso das marcas com o planeta e com a saúde e o bem-estar das mulheres.

Ao colocar o bem-estar feminino no centro da iniciativa, Instituto Natura e Pantys reforçam que falar sobre menstruação é falar de saúde integral, autoestima e liberdade. Em um mercado em constante transformação, impulsionado pela busca por soluções mais sustentáveis, tecnológicas e alinhadas ao autocuidado, a parceria aparece com o intuito de ampliar a conscientização sobre o ciclo feminino, promover educação e fortalecer a liberdade de escolha.

Além da mensagem e do produto, o projeto foi estruturado estrategicamente para ampliar o acesso à calcinha menstrual. Pela primeira vez em uma collab, a distribuição ganha protagonismo ao integrar não apenas os canais próprios das marcas, mas também a rede de Consultoras de Beleza Natura e Avon, levando o diálogo sobre autonomia menstrual a milhões de pessoas em todo o país e fortalecendo ainda mais a relevância e a escala do lançamento no mercado.

“Na Pantys, acreditamos que falar sobre menstruação é falar sobre saúde e, principalmente, dignidade menstrual. Ainda hoje, milhões de meninas e mulheres enfrentam barreiras de acesso a produtos adequados, informação e acolhimento. Essa parceria com o Instituto Natura reforça nosso compromisso de ampliar esse acesso por meio de inovação e sustentabilidade, transformando o cuidado com o ciclo em um direito e não em um privilégio”, complementa Emily Ewell, CEO e cofundadora da Pantys.

Menos resíduo, mais autonomia

De acordo com a campanha Ciclo Clean, lançada em 2025 pela Pantys, o impacto ambiental dos produtos descartáveis é preocupante: um único absorvente pode ser composto por até 90% de plástico. Ao longo da vida, uma pessoa que menstrua utiliza, em média, mais de 15 mil itens descartáveis — materiais que podem levar centenas de anos para se decompor na natureza. Por isso, além de promover mais autonomia menstrual, o uso da calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura gera impacto ambiental positivo: em quatro anos, é possível reduzir o descarte de até 780 absorventes, o que equivale a aproximadamente 27,3 kg de lixo a menos no meio ambiente.

“Ampliar o debate sobre menstruação também significa ampliar escolhas. Ao lado da Pantys, trazemos uma alternativa sustentável que coloca a autonomia no centro da conversa e reforça nosso compromisso histórico com os direitos e o bem-estar das mulheres. Para nós, essa discussão se transforma em ação através da potência e capilaridade da nossa força de vendas, que levam essa mensagem de forma especialmente próxima e acolhedora a milhões de pessoas em todo país”, afirma Tatiana Ponce, vice-presidente de Marketing e Pesquisa e Desenvolvimento da Natura.

A calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura está disponível com a Consultora de Beleza Natura e Avon mais próxima de você e nos sites da Natura, Avon e Pantys.

Sobre o Instituto Natura

Criado em 2010, o Instituto Natura almeja transformar a educação pública, garantindo uma aprendizagem de qualidade para todas as crianças e jovens nos seis países da América Latina em que está presente (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru). Também como forma de atuação, se dedica ao desenvolvimento educacional das Consultoras de Beleza Natura e Avon e trabalha em conjunto com inúmeros parceiros no poder público, no terceiro setor e na sociedade civil. Desde 2024, o instituto ampliou sua atuação para a defesa dos direitos fundamentais das mulheres, desenvolvendo iniciativas voltadas à conscientização sobre o câncer de mama e ao combate à violência contra meninas e mulheres por meio do apoio da Avon, que historicamente tem sido uma parceira comprometida e continua apoiando as ações do Instituto Natura nessa causa.

Sobre a Pantys
Pantys, marca pioneira que promete quebrar definitivamente os tabus relacionados à menstruação, transformando, ressignificando e trazendo novas opções sustentáveis para o mercado. A marca apresenta o conceito de calcinhas, cuecas e sutiãs absorventes, em um mix de tecnologia, modernidade, design, saúde e sustentabilidade. Além de única marca de calcinhas absorventes clinicamente testada no mundo, a Pantys tornou-se a primeira marca de moda brasileira a adotar a etiqueta carbono neutro em suas peças, que mede, reduz e compensa as emissões de carbono que produz durante a confecção.

A temporada da Feijoadíssima recomeça no Mabu Curitiba

Tradicional buffet servido aos sábados aposta na personalização do prato e em um generoso festival de sobremesas

Após uma breve pausa para as férias de dezembro e janeiro, um dos programas mais tradicionais e saborosos do calendário gastronômico curitibano está de volta. A partir do dia 21 de fevereiro, a Feijoadíssima do Mabu Curitiba retoma seu lugar aos sábados, reunindo amantes da boa mesa no Restaurante Brasserie, no coração da cidade.

Servida em formato buffet, das 11h às 15h, a Feijoadíssima é daquelas experiências que agradam diferentes paladares — do mais clássico ao mais seletivo. A proposta é simples e democrática: cada cliente monta o prato do seu jeito. Entre carnes nobres e acompanhamentos tradicionais, é possível escolher exatamente o que vai na feijoada, respeitando preferências e restrições, sem abrir mão da autenticidade do sabor.

A variedade é um dos grandes atrativos. Além dos cortes tradicionais suínos e bovinos, o buffet reúne guarnições que fazem toda a diferença na composição do prato, permitindo combinações personalizadas — mais leves ou mais robustas. É a feijoada no ritmo de cada um.

Como toda boa feijoada pede um final à altura, o Mabu capricha também no buffet de sobremesas. A mesa é farta e diversa: bolos, cremes, docinhos, pudins, tortas e bombons dividem espaço e convidam a prolongar a experiência. Difícil é escolher apenas um.

Realizada no Mabu Curitiba Business, na Rua XV de Novembro, 830, no Centro, a Feijoadíssima é aberta ao público e tem valor de R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas). Em um ambiente acolhedor e com serviço já reconhecido na cidade, a volta do evento reforça o hotel como ponto de encontro para quem aprecia tradição, variedade e boa gastronomia. Para os curitibanos — e para quem visita a capital — o sábado ganha novamente aroma de feijão bem temperado e clima de celebração à mesa.

Serviço
O quê? Feijoadíssima do Mabu Curitiba
Quando? Todos os sábados, a partir de 21 de fevereiro.
Onde? Mabu Curitiba Business. Rua XV de Novembro, 830, Centro.
Quanto? R$ 109,00 + 10% de taxa de serviço (bebidas não inclusas).
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Espetáculo em Cartaz – Entre Risos

🎭😂 Humor ao vivo, interação total e nenhuma apresentação igual à outra!

No dia 07 de março (sábado), às 18h30, o espetáculo Entre Risos e Improvisos entra em cartaz aqui no Teatro Barracão EnCena para uma apresentação imperdível.

Um show de humor interativo, baseado em técnicas de improvisação instantânea usadas no mundo todo.
Quatro atores se revezam em cenas e jogos criados na hora, com a participação direta da plateia, que sugere lugares, situações e até mudanças no rumo das cenas. 🎤🎲

👉 A cada apresentação, um espetáculo diferente.
Riso e descontração do começo ao fim. 😂✨

🎟 Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro ou via Sympla. https://www.sympla.com.br/evento/entre-risos-e-improvisos/3323104?

📍 Teatro Barracão EnCena
🗓 Sábado – 07/03
⏰ 18h30

Garanta seu ingresso e venha rir com a gente! 🎭🔥

Curitiba ganha novo “point” para amantes de forró

Pico do Sol lança a programação “Forró do Pico”, que vai transformar as sextas-feiras do bar em um pedacinho do nordeste brasileiro

Curitiba, fevereiro de 2026 – Em evidência em todo o mundo, o forró brasileiro está vivendo uma fase histórica, potencializada pelo sucesso estrondoso do astro João Gomes. Pensando nos curitibanos que amam o ritmo nordestino, o bar Pico do Sol, que funciona em frente à pista do Guabirotuba, na capital paranaense, acaba de lançar o “Forró do Pico”, uma noite pensada para quem quer sair, dançar e relaxar em um ambiente agradável e acolhedor.

Realizado nas sextas-feiras, o evento dedicado ao forró aposta em uma proposta mais leve e social: música ao vivo com bandas locais e, para quem ainda não sabe dançar — ou quer aprimorar os passos — aulas abertas ao público durante a noite. “A ideia é simples: ninguém fica parado”, destaca Felipe Floriani, um dos idealizadores do “Forró do Pico”.

Durante as noites, antes ou nos intervalos dos shows, professores conduzem uma aula descontraída que rapidamente integra quem chega sozinho, em casal ou entre amigos. “O resultado é uma pista cheia desde cedo e um clima de encontro entre pessoas”, ressalta Floriani.

Ambiente

Localizado em frente à pista do Guabirotuba, o Pico do Sol aposta em uma atmosfera praiana, com espaços amplos internos e externos, atendimento atencioso e uma experiência confortável para quem tem por objetivo curtir o final de semana sem excessos, mas com muita música e dança.

O Pico do Sol funciona na Rua Deputado Leoberto Leal (nº 207), em frente à pista do Guabirotuba. A casa conta com programação musical nas sextas, sábados e domingos. O “Forró do Pico” acontece toda sexta-feira, a partir das 17h. Reservas podem ser feitas pelo (41) 99935-0636. Para mais informações sobre os serviços e programação da casa, acesse o perfil oficial no Instagram: @pico_dosol.

Rua 24 Horas recebe Festival do Strogonoff com preços a partir de R$ 18,90

O evento, que acontece entre os dias 26 e 28 de fevereiro, vai ocupar um dos endereços mais tradicionais da capital paranaense

Curitiba, fevereiro de 2026 - Poucos pratos despertam tanta unanimidade no Brasil quanto o strogonoff. Presente em almoços de família, comemorações e no dia a dia dos restaurantes, a receita de origem russa ganhou sotaque brasileiro, tornou-se mais cremosa, incorporou acompanhamentos clássicos como arroz e batata e conquistou diferentes gerações. Versátil e afetivo, o preparo é hoje um dos mais pedidos no país, um símbolo de conforto e praticidade à mesa.

Com essa proposta e aproveitando o clima ameno na cidade, a Rua 24 Horas, um dos pontos turísticos e de entretenimento mais tradicionais da capital paranaense, recebe nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, um delicioso Festival de Strogonoff. Durante os três dias, serão comercializadas, cinco opções por preços que variam de R$ 18,90 a R$ 44,90. As receitas serão desenvolvidas pelo tradicional bar Bávaro.

Entre as opções do preparo, estão releituras que terão como “estrelas” itens como legumes, frango, costela, alcatra, filé mignon e camarão. Como acompanhamento, arroz e batata palha. “O strogonoff é um prato que atravessa gerações e desperta memórias afetivas em quase todo mundo. É uma oportunidade de revisitar um prato querido e também experimentar os sabores das novas opções”, destaca Luiz Breda, fundador do Bávaro, idealizador do evento.

O Festival do Strogonoff acontece nesta semana, entre os dias 26 e 28 de agosto, na Rua 24 Horas (Rua Visconde de Nácar, s/n). Os preparos serão servidos das 11h às 22h30h, com preços entre R$ 18,90 e R$ 44,90. Para mais informações, siga o perfil oficial do Bávaro no Instagram: @bavaro_.

Soleil Café lança novo Menu Executivo com proposta de almoço com calma e presença no Batel

Em meio à rotina acelerada da cidade, o Soleil Café apresenta uma nova proposta para quem deseja almoçar bem, com qualidade e tempo à mesa. O novo Menu Executivo é servido de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e foi pensado para transformar o intervalo do dia em um momento de pausa e presença.

Localizado dentro da Villa Mariantonio, na Rua Gutenberg, 585, no Batel, o Soleil integra uma galeria colaborativa charmosa, cercada por natureza, com mesas ao ar livre e ambiente pet friendly. O espaço convida a desacelerar, seja para um almoço de trabalho, um encontro entre amigos ou um momento individual de respiro no meio do dia.

O menu inicia com Salada da Casa, servida no carrinho de saladas, reforçando o cuidado no atendimento e a experiência personalizada.

Entre os pratos principais, as opções combinam técnica, sabor e equilíbrio:

- Fettuccine ao Ragu de Cogumelos (R$ 61), com creme trufado e quinoa crocante;

- Papillote de Peixe com Legumes (R$ 61), tilápia acompanhada de legumes, supremo de laranja e arroz cinco grãos;

- Carbonara al Mare (R$ 71), spaghetti com camarão, lula, gemas, parmesão, pimenta-preta e limão siciliano;

- Mignon Soleil (R$ 71), servido com manteiga da casa, farofa cítrica e opção de legumes ou aligot.

A proposta é oferecer um menu executivo diferenciado, que mantém a identidade do Soleil Café: leve, acolhedora e contemporânea - com pratos elaborados e serviço atencioso, mas sem formalidades. Para quem prefere seguir no ritmo do café da manhã prolongado, o brunch all day continua disponível das 9h às 19h, ampliando as possibilidades para diferentes momentos do dia.

Com o novo Menu Executivo, o Soleil reforça seu posicionamento como um espaço onde comer bem está ligado à experiência, ao ambiente e ao prazer de estar presente.

Serviço

📍 Soleil Café

📌 Villa Mariantonio: Rua Gutemberg, 585 – Batel

🗓 Menu Executivo: segunda a sexta

⏰ Das 11h às 15h

☕ Brunch All Day: das 9h às 19h

🐾 Pet friendly

XIV Retiro Nacional convida fiéis de todo o Brasil a “Reacender a Chama” em Curitiba

Encontro conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti será realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2026, no Centro de Eventos Positivo, e deve reunir cerca de seis mil participantes

O XIV Retiro Nacional, promovido pela Associação Evangelizar É Preciso e conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti, já tem data marcada: 28 de fevereiro e 1º de março de 2026. O encontro acontecerá no Centro de Eventos Positivo, em Curitiba (PR), e deve reunir cerca de seis mil fiéis vindos de diversas regiões do Brasil e até de outros países.

Com o tema “Reacender a Chama: Voltar ao Primeiro Amor”, o Retiro propõe dois dias de profunda imersão na Palavra de Deus, com momentos de estudo, oração, espiritualidade, testemunhos, Adoração ao Santíssimo e Santa Missa. Ao longo da programação, Padre Reginaldo Manzotti conduzirá quatro palestras, além de momentos especiais de louvor e espiritualidade, fortalecendo a experiência de comunhão entre os participantes.

Para o sacerdote, o retiro é um chamado concreto à renovação espiritual. “O XIV Retiro Nacional é um convite muito especial para quem deseja reacender a chama da fé e voltar ao primeiro amor, que é Jesus. Em meio às pressões e desafios da vida, muitas vezes nossa espiritualidade vai se enfraquecendo e precisamos desse tempo de silêncio e de encontro com Deus. Serão dois dias intensos de oração, formação e profunda experiência com Deus. Tenho certeza de que cada participante sairá renovado, fortalecido e com o coração ardendo novamente pela presença de Deus”, afirma Padre Reginaldo Manzotti.

Mais do que um evento, o Retiro Nacional se tornou, para muitos, um marco anual de renovação espiritual. É o caso de Sandra Mara Mucke Silva, de Ouro Verde do Oeste (PR), que participa desde a primeira edição. A organização de caravanas começou no terceiro ano do Retiro, motivada pelo desejo de compartilhar com familiares e amigos a experiência que vive todos os anos. “Na minha vida pessoal o impacto foi grande. Alcancei muitas graças e, quando estou em retiro, minha alma descansa em Deus e volto renovada para enfrentar as dificuldades”, afirma. Segundo ela, a cada edição novas pessoas se unem ao grupo, atraídas pelo testemunho de quem já participou.

De Fortaleza (CE), Stela Maria Teixeira Pinheiro também organiza caravanas e destaca a seriedade da Associação como um dos motivos para incentivar a participação. Atuando com turismo religioso católico, ela ressalta que o Retiro proporciona “um encontro pessoal com o Senhor e a busca da santidade”. Para 2026, sua expectativa é clara: “Um crescimento na fé que me leve, a cada dia, a um desejo maior de santidade”.

Em Chopinzinho (PR), Ivana Lucia Hartmann participa desde o segundo Retiro e define o encontro como um verdadeiro combustível espiritual. “Para minha vida é como um combustível para passar o ano”, resume. Para ela, o testemunho vivido durante o evento motiva quem viaja na caravana a não querer perder mais nenhuma edição. A expectativa para o próximo ano é intensa: “A sede de buscar a Jesus, preencher os vazios da vida, é grande”.

Programação completa

No sábado (28/02), os portões devem abrir por volta das 9h. A programação começa às 13h, seguida da primeira palestra com Padre Reginaldo Manzotti às 13h30. A tarde contará ainda com momentos de música e oração, a segunda palestra, às 15h30, o momento especial com os Mensageiros de Jesus das Santas Chagas, às 18h, e a Adoração ao Santíssimo às 18h30. O encerramento do primeiro dia está previsto para as 20h30.

No domingo (1º/03), a programação inicia às 9h, com abertura e espiritualidade. A terceira palestra será às 9h30, seguida de música e oração e da quarta palestra às 11h15. Após a conclusão e testemunhos, às 13h40, a Santa Missa será celebrada às 15h30 e aberta ao público geral, sem necessidade de ingresso para participar, encerrando o Retiro às 17h.

Ao longo de duas décadas de evangelização, Padre Reginaldo Manzotti tem reunido multidões em eventos que unem formação, espiritualidade e vivência comunitária. O XIV Retiro Nacional reforça esse chamado: reacender a chama da fé, retornar ao primeiro amor e permitir que a experiência com Deus transforme a vida cotidiana.

Restam poucas vagas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://evangelizarepreciso.com.br/eventos/xiv-retiro-nacional/ .

Capacitação gratuita da Diageo democratiza acesso à coquetelaria de alto padrão

Através de uma trilha contínua de capacitação, companhia contribuiu para a profissionalização de bartenders

Luana Galdino já foi aluna do Learning for Life
O mercado de coquetelaria de alto padrão vive uma transformação impulsionada pela educação. A jornada de desenvolvimento promovida pela Diageo, líder mundial em bebidas alcoólicas premium, com marcas icônicas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff consolidou-se como a principal engrenagem de ascensão social e profissional no setor, conectando talentos ao mercado de luxo através de programas como o Learning for Life e a Diageo Bar Academy. Essa trajetória ganha destaque especial no Dia Mundial do Bartender, em 24 de fevereiro, data que celebra os profissionais que são a alma por trás do balcão.

A base dessa evolução começa no impacto social do programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia, quebrando barreiras de entrada no setor. “O programa garante que o talento encontre a oportunidade. Investir em educação e diversidade é o único caminho para um mercado sustentável e de alta performance, transformando o balcão em um espaço de carreira estratégica" destaca Daniela de Fiori da Diageo.

Um dos casos mais emblemáticos dessa jornada é o de Luana Galdino, destaque na cena paulistana e competidora do World Class Diageo, maior campeonato de bartenders do mundo. "O Learning for Life foi a virada de chave que me permitiu fazer da coquetelaria minha profissão. Ele me ensinou técnicas, postura e abriu portas para um networking que cultivo até hoje", afirma Luana, que personifica como a capacitação técnica converte potencial individual em liderança.

Para Luana, ocupar esse espaço sendo mulher é um dos grandes desafios e, ao mesmo tempo, um diferencial. "Temos uma sensibilidade e uma hospitalidade mais cativante e humanizada. Precisamos aproveitar esse olhar atento para sermos cada vez mais aceitas em um mercado majoritariamente masculino", pontua. Ela destaca que sua trajetória foi marcada pela paciência e pelo estudo constante de insumos e harmonizações, respeitando cada etapa do processo.

Mesmo enfrentando desafios pessoais, como a superação diária da gagueira em uma profissão que exige comunicação constante, Luana seguiu firme até os palcos do World Class. "Todos os dias eu me supero. Sigo pesquisando e aprendendo, pois tenho apenas quatro anos de área e muito a evoluir. No momento, vivo o presente e vejo o que o futuro me reserva", conta a bartender, que hoje vislumbra planos entre a indústria e consultorias.

Ao investir no desenvolvimento de profissionais como Luana, a Diageo soluciona uma das maiores dores do mercado: a carência de mão de obra qualificada. O Learning for Life já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa. A iniciativa garante que o crescimento da coquetelaria brasileira caminhe junto ao desenvolvimento humano, criando um legado de excelência técnica, visão de negócio e sensibilidade social para a indústria.

Sobre a Diageo

A Diageo é líder mundial em bebidas alcoólicas premium, com marcas icônicas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff e Ypióca. Presente em mais de 180 países, a companhia atua com o propósito de celebrar a vida, todos os dias e em qualquer lugar, e lidera globalmente a agenda de Positive Drinking, que promove o consumo e a compra responsáveis como pilares de um setor sustentável e seguro.

No Dia Internacional do Bartender, Diageo anuncia 17ª edição do World Class, maior competição de coquetelaria do mundo

Conectando mais de 50 países, o programa celebra a criatividade, técnica e inovação em desafios que colocam os participantes para competirem em um palco mundial

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Ariel Todeschini, vencedor na etapa nacional do World Class 2025
Divulgação: Diageo
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Fevereiro de 2025 - No Dia Internacional do Bartender, celebrado em 24 de fevereiro, a Diageo anuncia a 17ª edição do World Class, a maior e mais prestigiada competição de coquetelaria do mundo. Criada para elevar o padrão da mixologia global e revelar talentos capazes de atuar em palco internacional, a plataforma chega a 2026 reforçando seu papel como catalisador de criatividade, técnica e protagonismo cultural na coquetelaria contemporânea.

Presente em mais de 50 países, o campeonato conecta bartenders a uma comunidade global de especialistas, mentores e embaixadores de marcas icônicas do portfólio da companhia em um intercâmbio cultural, desenvolvimento técnico e visibilidade internacional. Ao mesmo tempo, o programa reforça um de seus pilares centrais: fazer com que as pessoas se importem não apenas com o que bebem, mas com como e onde bebem, promovendo uma cultura de celebração mais consciente e qualificada.

A estrutura da edição foi desenhada para gerar impacto além da visibilidade, com novos desafios inspirados na evolução da cultura de bares e no comportamento do consumidor contemporâneo, que valoriza experiências autorais, técnicas inovadoras e consumo responsável. “O World Class atua como plataforma estratégica para fortalecer o portfólio de luxo da Diageo no coração das principais ocasiões de consumo, impulsionando experimentação e crescimento sustentável da categoria. Rótulos como Johnnie Walker Blue Label, Tanqueray Nº Ten e Don Julio ganham protagonismo nos desafios, estimulando o uso criativo dos destilados e conectando excelência técnica à construção de experiências memoráveis que fomentam uma cultura de celebração mais consciente”, afirma Guilherme Martins, CMO da Diageo.

Este ano, o programa avança com uma estrutura regional unificada na América Latina, com critérios padronizados de avaliação, portal centralizado de inscrições e alinhamento direto com os padrões exigidos na final global, que acontecerá em Dubai, como um passo estratégico rumo à ambição de posicionar a região entre os Top 3 do mundo. Como incentivo regional adicional, os três maiores pontuadores da América Latina, de três países distintos, serão reconhecidos com um prêmio regional exclusivo, ampliando a visibilidade e o estímulo à excelência competitiva. “Mais do que elevar o nível técnico da competição, estamos construindo um sistema que prepara nossos talentos para competir em igualdade com os melhores do mundo. A unificação regional nos permite gerar consistência e comparabilidade, criando uma base sólida para que a América Latina não apenas participe da final global, mas dispute para ganhar. Este ano, o convite está feito: é hora de jogar em um palco mundial e mostrar ao mundo a potência da coquetelaria latina”, comenta Nicola Pietroluongo, Gerente de Advocacy e World Class na Diageo Brasil

No Brasil, o World Class se tornou sinônimo de excelência e transformação de carreira. A cada edição, o programa registra crescimento no número de inscrições e na diversidade regional dos participantes, refletindo a força e a pluralidade da coquetelaria brasileira. Os vencedores nacionais passam a integrar uma rede global de ex-campeões que hoje ocupam posições de destaque como proprietários de bares, consultores, embaixadores de marcas e referências criativas em seus mercados.

A iniciativa se consolida, ainda, como um sistema internacional de desenvolvimento profissional, combinando competição e educação com um papel importante no fortalecimento da indústria de hospitalidade. O programa impulsiona capacitação, promove networking entre profissionais e incentiva a troca de conhecimento por meio de mentorias, conteúdos educacionais e ativações em parceria com a Diageo Bar Academy e o programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia e já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa, quebrando barreiras de entrada no setor.

Ao anunciar a nova edição no Dia Internacional do Bartender, a Diageo reforça seu compromisso com a valorização desses profissionais que transformam técnica em experiência e serviço em arte. As inscrições podem ser realizadas a partir do Link se encerram no dia 24 de março de 2026 às 23:59.

Sobre a Diageo 

A Diageo é líder global em bebidas alcoólicas premium com um portfólio de marcas consagradas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff, Ypióca, Old Parr, entre outras, e está presente em 180 países. A empresa atua por meio da agenda do Espírito do Progresso: um plano de ação que direciona a ambição de crescimento, sustentada pelo compromisso de fazer negócios da forma correta.   Centrada em três pilares, a estratégia promove o consumo responsável de álcool, fomenta a diversidade e inclusão e garante a sustentabilidade da cadeia de produção do grão ao copo. Como parte dessa agenda, a Diageo promove globalmente o consumo responsável por meio do DRINKiQ, plataforma digital que reúne orientações e dicas para moderação.  A empresa está listada na Bolsa de Valores de Londres (DGE) e na Bolsa de Valores de Nova York (DOE). Para obter mais informações sobre a Diageo, nossas pessoas, marcas e desempenho, visite-nos em www.diageo.com e no Instagram @diageobrasil. 

Espetáculo gratuito inspirado no universo de Ariano Suassuna circula por 15 cidades do Paraná

Montagem "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" combina teatro, música e palhaçaria em apresentações ao ar livre, promovendo o encontro de culturas e a reflexão sobre a identidade brasileira

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Créditos: Divulgação
O espetáculo "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" passará por 15 cidades do Paraná entre os meses de março e abril. Com entrada gratuita e adaptada a cada espaço, a montagem convida o público a uma experiência cênica imersiva e interativa, inspirada na rica obra do escritor e filósofo paraibano Ariano Suassuna.

Ambientada no sertão paraibano da década de 1930, a narrativa é conduzida por Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que é investigado pela misteriosa morte de seu padrinho, Pedro Sebastião Garcia-Barreto, e o enigmático desaparecimento de seus dois filhos, Sinésio e Arésio. Durante o inquérito conduzido pela Juíza, Quaderna aproveita para transformar o interrogatório em uma oportunidade para escrever sua grande obra literária, revelando sua descendência real. O personagem reflete, dessa forma, sobre a cultura e a identidade brasileira e explora pontos de vista de forma bem-humorada.

“Colocamos pontos de vista em cena, mas não entregamos respostas prontas. O espetáculo convida o espectador a tirar suas próprias conclusões, usando uma linguagem teatral acessível, encantadora e provocadora”, afirma Dafne Viola, atriz e proponente do projeto.

A circulação passa pelas cidades de Antonina, Morretes, Guaraqueçaba, Balsa Nova, Tijucas do Sul, Capanema, Ampére, Clevelândia, Carambeí e Tibagi, entre outras. As sessões ocupam praças e parques, transformando esses espaços em pontos de encontro entre arte e comunidade.

“A rua permite um encontro mais diverso e acessível com o público. Cada praça traz novos desafios e possibilidades, e isso faz com que o espetáculo se transforme a cada cidade, com mais improviso, mais escuta e uma participação ainda mais ativa das pessoas”, completa Dafne.

A montagem estreou em 2019, em Curitiba, e propõe uma experiência cênica que une teatro popular, elementos épicos e uma reflexão bem-humorada sobre a identidade cultural brasileira. Toda a sonoplastia do espetáculo é realizada ao vivo pelo elenco, formado por Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel, que também manipulam instrumentos musicais para criar atmosferas e conduzir a narrativa, tornando a experiência acessível a públicos de todas as idades.

"As presepadas, as histórias mirabolantes, os personagens astutos, tudo isso já faz parte da cultura brasileira e logo reconhecemos que a peça está falando daqui, do nosso país", destaca o ator Nathan Gabriel, ressaltando a conexão da obra com o público paranaense.

Além das 15 apresentações, o projeto contempla sete vivências de criação teatral em escolas públicas e duas oficinas formativas abertas ao público: Técnicas de Improvisação no Processo Criativo, com Andrei Moscheto, e Kryação – Ser Sonoro, com Vadecoo Schetini.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

SERVIÇO
O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.instagram.com/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e coordenação de projeto: Dafne Viola e Nathan Gabriel
Elenco: Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Assistência de produção: Álvaro Antonio
Figurinos: Patricia Cipriano
Interlocução artística: Andrei Moscheto e Vadecoo Schetini
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais: Gabriela Berbert

Gramarcal marca presença na Expo Revestir em parceria com a Infinity

A Gramarcal Granitos e Mármores confirma sua participação na Expo Revestir 2026, a maior feira de revestimentos da América Latina, que acontece entre os dias 11 e 13 de março, no Pavilhão São Paulo Expo, em São Paulo. Nesta edição, a empresa marca presença em parceria com a Infinity, referência internacional em lâminas ultracompactas de alta performance, que unem sofisticação, inovação e tecnologia.

Além de contar com estande próprio, a Gramarcal também estará presente no espaço da Infinity, reforçando a colaboração estratégica entre as marcas e ampliando a experiência dos visitantes com soluções de alto padrão para arquitetura e design.

Reconhecidas por sua durabilidade e resistência excepcionais, as lâminas ultracompactas da Infinity são ideais para diversas aplicações, como bancadas de cozinha, revestimentos de paredes e pisos, tanto em ambientes residenciais quanto comerciais. O material se destaca, ainda, por sua baixa absorção de água, resistência a manchas e arranhões, além de oferecer uma ampla variedade de designs, cores e acabamentos, atendendo aos mais exigentes projetos contemporâneos.

Entre os produtos apresentados durante a feira, a Gramarcal irá destacar alguns materiais selecionados da Infinity, entre eles:

· Hermitage - efeito mármore branco com veios acobreados, elegância atemporal
· Calacatta Brasile - fundo claro com veios dourados, luxo tropical e luminoso
· Santos - efeito ônix em tons dourados e verdes, impacto visual sofisticado
· Holos Vik Black - efeito mosaico em pedra negra, intensidade e rigor contemporâneo
· Crystal Clear - superfície cristalina, reflexos de luz atravessado por veios fluidos e irregulares
· Sandstone Gray - rocha cinza homogênea com fragmentos minerais sutis
· Ginza Midori - relevo cerâmico verde de inspiração orgânica e biofílica

A Infinity estará representada na Expo Revestir por meio da parceria entre três empresas de referência no setor: Gramarcal, Vitiello’s e Alpha Rochas, responsáveis por apresentar ao mercado soluções que elevam o padrão dos revestimentos ultracompactos no Brasil. Com um produto altamente tecnológico e inovador, a participação reforça o compromisso das marcas em oferecer materiais que aliam desempenho técnico, estética e sustentabilidade, acompanhando as principais tendências do mercado internacional.

A Gramarcal convida profissionais a descobrirem, no estande da Infinity na Expo Revestir, a união entre tecnologia, design e versatilidade em superfícies ultracompactas, ideal para elevar o nível de seus projetos.

Para mais informações entre em contato pelo whatsapp (41) 99219-9570 ou visite o estande L97 durante o evento.

Sobre a Gramarcal Granitos e Mármores

Com 40 anos de história, a Gramarcal construiu uma trajetória sólida no mercado de pedras naturais, unindo tradição, inovação e excelência. Empresa paranaense, atende desde grandes construtoras até o consumidor final e é hoje a maior distribuidora de mármores e granitos do Sul do Brasil. Presente em três estados brasileiros (Paraná, Espírito Santo e Santa Catarina) e com duas filiais nos Estados Unidos (Georgia e Carolina do Sul), a empresa oferece um portfólio completo de mármores nacionais e importados, granitos, quartzitos, quartzos, cristais, ônix e lâminas porcelânicas, sempre com alto padrão de qualidade e cuidado em cada detalhe.

Serviço

Gramarcal Granitos e Mármores

Endereço da sede: R. Fortunato Taverna, 40, Jardim Palmital - Colombo (PR)

Telefone: (41) 3605-6700

Site: gramarcal.com.br

Instagram: @gramarcal