Global Shopper conquista conta da CBCA

Global Shopper conquista conta da CBCA

Agência será responsável pela estratégica de lançamento da The Drummer no Brasil e EUA. A cerveja é fabricada pela Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal e assinada por Matt Sorum, ex-baterista da banda Guns N' Roses.

São Paulo, setembro de 2020 – A Global Shopper anuncia novidade no portfólio e estreia no segmento de cervejas. A agência conquistou a conta da CBCA - Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal e será responsável por toda estratégia de lançamento e posicionamento da cerveja The Drummer, resultado de uma parceria entre a CBCA e Matt Sorum, ex-baterista da banda Guns N' Roses. A american larger será fabricada pela companhia na Cervejaria Schornstein, em suas unidades de Pomerode-SC e Piracicaba, e exportada para a Califórnia, nos Estados Unidos, onde o músico e novo acionista reside.

“A chegada do Matt é o início de uma nova jornada na CBCA, a internacionalização, a conexão entre a cerveja artesanal Brasileira, de qualidade, com o mercado americano. E isso acontece através do projeto *The Drummer Beer*. Nos próximos 90 dias, iniciaremos nosso primeiro MVP em uma rede de supermercados da Califórnia. The Drummer conecta boa música, rock n roll e boa cerveja. Como diz o Matt, “se você gosta de boa música, esta será a sua cerveja! A cerveja do Rock n Roll!!””, comenta Gustavo Barreira – CEO da CBCA.

Como agência de comunicação e estratégia da The Drummer, o desafio da GS contempla criação de conceito e posicionamento de marca, planejamento das ações de visibilidade junto ao target durante o período de lançamento no Brasil e Estados Unidos e sustentação da campanha.

“Estamos muito felizes com mais esta conquista. É uma categoria nova para o nosso portfólio, que está em constante inovação, guiada pelos gigantes do varejo e com a experiência sendo um foco para o seu consumo. É uma oportunidade de acelerarmos a inovação e elevarmos a régua da experiência na categoria, de forma conectada.”, explica Mauricio Gallian, CEO da GS.

Para saber mais sobre a Companhia Brasileira de Cerveja Artesanal, acessehttp://cbcabrasil.com.br/.

Sobre a GS - Especializada em Digital Commerce, a GS conecta estratégias de digital e shopper marketing com uma inteligência criativa de data, olhando para toda a jornada e buscando pontos de contato onde quer que o shopper esteja, oferecendo uma plataforma sem fricções entre o On & Off. Inspirada na cultura das startups, é comandada pelo CEO Mauricio Gallian e conta com uma equipe de profissionais multidisciplinares. Entre os clientes atendidos estão: CBCA, C&A Fashiontronics, J&J Consumo Brasil e América Latina, Mondelez International e The Coca Cola Company. Mais informações sobre a GS no http://www.globalshopper.com.br. Siga a agência também nas redes sociais:

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PROFISSIONAIS DA ÁREA DE EVENTOS SÃO RECEBIDOS NA PREFEITURA DE CURITIBA

“Eventos testes foram colocados em pauta e devem ser realizados na segunda quinzena de outubro”

Representantes da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos – ABRAPE, Mac Lovio Solek, vice-presidente da região Sul, Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC PR, Fábio Skraba, Passeata Técnica CWB, Fabiano Wolochyn e Sandriane Fantinato foram recebidos na última sexta (18.09) na secretaria do governo na Prefeitura de Curitiba pelo Secretário de Governo, Luiz Fernando Jamur, pela Superintendente Executiva da Secretaria Municipal de Saúde, Beatriz Battistella Nadas, pelo vereador Pier Petruzziello, pela presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, e pela presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Claudia de Castro, para discutir a retomada urgente do setor de eventos na cidade.

Durante a reunião, foi discutido a defesa de paliativos claros para que a subsistência do setor seja garantida até que os eventos possam retornar de forma ampla, como o auxílio emergencial e Lei Aldir Blanc; Os editais de linha de crédito voltada para o setor que necessitam ter uma divulgação ampla para atender todas as categorias, pois existe uma grande variedade e quantidade de profissionais inseridos nesse segmento. ‘’Os recursos federais e municipais são muito importantes nesse momento, para ajudar as empresas, principalmente, a garantir empregos aos colaboradores, como também ajudar aos profissionais de eventos e músicos, mas infelizmente muito pouca gente se beneficia de recursos anunciados que dificilmente chegam na ponta. Nesse momento se os governos nos deixassem trabalhar, empresas e profissionais, poderíamos de forma mais direta e efetiva minimizar um pouco a crise do setor que está em frangalhos”, fala Mac Lovio Solek, vice- presidente da Abrape na região Sul.

Também foi apresentado pela Abrape, um protocolo com as sugestões para a realização dos mais diversos tipos de eventos e de forma responsável e segura. Na conversa, foi abordado também o descaso de uma parte da população no consumo de serviços e produtos em alguns ramos de atividades, onde não são tomados os cuidados devidos pelos empresários, pelos consumidores e também não são fiscalizados de forma adequada pelos governos, o que colabora para esse retorno dos eventos ser ainda mais moroso. “Cada vez mais somos jogados para longe do nosso retorno. A desculpa são índices ruins impulsionados pelo descaso de órgãos públicos, empresários e consumidores irresponsáveis”, comenta Mac.

Assim como está acontecendo em algumas cidades, foi colocado em pauta ao final da reunião a realização de dois eventos testes na capital paranaense, com protocolos específicos, que devem ser realizados a partir da segunda quinzena do mês de outubro, que serão validados pelos gestores das secretarias que tratam diretamente do tema. A ideia é que um deles seja uma feira de negócios, e o outro será um show musical, pioneiro no Brasil."A partir da próxima semana, afinaremos isso, prevalecendo a excelência do modelo, que prima a saúde e integridade dos participantes e profissionais envolvidos na realização, com o objetivo de vislumbrar como seria uma possível retomada do setor diante de protocolos, normas, muito controle e seriedade", finaliza Mac Lovio Solek.

- Os números do impacto da pandemia no mercado nacional de shows
Com a recomendação de distanciamento social para combater a disseminação do novo coronavírus, o setor de eventos tem enfrentado estagnação, que pode trazer o pior ano em duas décadas. Empresários e representantes do setor ainda não conseguem estimar o prejuízo causado pela crise, mas o primeiro semestre foi morto. Levantamento indica que, desde o início da pandemia todos os eventos no país foram cancelados neste ano, com prejuízo. Ninguém duvida que a epidemia de coronavírus já causou prejuízos gigantescos nos shows e eventos do Brasil. Agora, seis meses depois do início das medidas de distanciamento social no país, surgem os dados concretos deste impacto. E eles são impressionantes.

Um censo realizado pela Abrape (Associação Brasileira de Promotores de Eventos), mostra que mais de 90% dos eventos previstos para ocorrer este ano foram cancelados, adiados ou estão em situação incerta. Outro dado assustador, também divulgado pela entidade, que reúne entre seus associados cerca de 60% do PIB de eventos do país, é o de que até o fim de abril, segundo o estudo, os cancelamentos e adiamentos de eventos fizeram com que mais de 240 mil pessoas perdessem os empregos. A tendência é que esse número possa chegar, em outubro, a 840 mil.

Outro dado relevante que a pesquisa apontou é que 92% das empresas associadas já relataram prejuízos que, juntos, somam R$ 290 milhões. A entidade estima ainda que esse número possa chegar à casa dos bilhões se somada toda a cadeia produtiva do setor de eventos, que envolve em torno de 60 mil empresas. O prejuízo frustrou as boas expectativas desse mercado para 2020, que estimava um aumento de receitas em shows e eventos de 6,15% em relação ao ano passado. Até outubro mais de 450 mil eventos deixarão de acontecer.

EXPECTATIVA 2020 (aumento da receita em shows)
+ 6,15% em relação a 2019
REALIDADE
+ de 90% dos eventos previstos foram cancelados, adiados ou situação incerta
+ de 450 mil eventos deixarão de acontecer até outubro
Estimativa Desemprego no setor
ABRIL 240 mil pessoas
AGOSTO 563 mil pessoas
OUTUBRO 841 mil pessoas

6ª Edição do Festival BB Seguros de Blues e Jazz

6ª Edição do Festival BB Seguros de Blues e Jazz

O evento de blues e jazz de maior abrangência nacional se reinventa e mostra novos caminhos para os grandes festivais

26/9 - Curitiba

Link para baixar fotos, vídeos e textos
https://www.dropbox.com/sh/30m1bfayi9ri09q/AADPDzSKjXK2uiuvuY8NPcyDa?dl=0

Multidão de pessoas Descrição gerada automaticamente
5ª edição do Festival, em 2019, São Paulo. Foto de Renato Jacob

17h - Dudu Lima Trio
18h - Hélio Brandão convida Airto Moreira
19h - Edgard Scandurra
20h - O Bando – Tributo Eric Clapton
21h - Bixiga 70
22h - Stanley Jordan
23h - Thornetta Davis

Ao todo 38 artistas participam da edição inovadora, em shows exclusivos exibidos via internet e também presencialmente, no sistema drive-in, em telões.
No elenco, grandes nomes internacionais como Robben Ford, Stanley Jordan, Rick Wakeman, Al Di Meola, além dos craques brasileiros Pepeu Gomes,
Toninho Horta, Yamandu, Edgard Scandurra, Blues Etílicos, entre outros.

Evento Gratuito!

Um dos grandes prejudicados pela pandemia do novo coronavírus foi o mundo dos shows musicais. Vários eventos importantes tiveram de ser cancelados ou mesmo adiados, e ainda sem novas datas confirmadas. Por isso, é animador saber que a 6ª edição do Festival BB Seguros de Blues e Jazz será realizada de 26 de setembro a 14 de novembro.

Para que isso fosse possível, várias adaptações se fizeram necessárias. Dado que os artistas são de várias regiões do Brasil e do exterior, os shows estão sendo previamente gravados, mas com todo o cuidado para preservar o clima quente e intenso das performances ao vivo. Cada apresentação está sendo registrada especialmente para esta ocasião, em locais e cenários diferentes (estúdios, casas dos músicos etc) e seguindo todas as recomendações de segurança e saúde.

Se nas edições presenciais o conceito era “um dia para curtir com a família e os amigos”, na edição online ele mantém a mesma essência, porém adaptada à nova realidade: “um dia para se conectar com a família e os amigos”. A programação mescla blues e jazz e conta com line up caprichada e programação para as crianças.
Como forma de tornar a experiência ainda mais agradável, um apresentador mostrará nos intervalos entrevistas feitas com os artistas, nas quais eles revelam curiosidades sobre suas carreiras e os shows. Também haverá interação ao vivo com os internautas.

Nas cinco primeiras cidades teremos a exibição simultânea do Festival no Drive, de acordo com a etapa: Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília e Porto Alegre. Os shows serão exibidos em um telão e os ingressos gratuitos poderão ser reservados pelo público em link a ser divulgado na semana de cada apresentação. As prescrições de segurança e saúde também serão seguidas à risca, para que as pessoas, dentro de seus carros, possam curtir os shows com toda a segurança e conforto.

O encerramento do projeto será uma edição especial celebrando a cidade do Recife, com três shows inéditos e a participação do público, que irá escolher os 4 shows favoritos entre os transmitidos nas cidades anteriores para poder curtir novamente!

Para as crianças, foi escalado o grupo A Hora da História, que se incumbirá da “contação de histórias”. A cada domingo, um conteúdo novo para a garotada.
Desde o seu início, em 2015, o Festival BB de Seguros de Blues e Jazz ultrapassou as 500 mil pessoas em termos de público, tendo se tornado o evento brasileiro dedicado ao jazz e ao blues com maior abrangência, ao atingir oito capitais de diferentes regiões do país.

O projeto é realizado via Lei de Incentivo à Cultura com patrocínio da BB Seguros e realização da Marolo Produções e Ministério do Turismo, Governo Federal / Pátria Amada.

Sobre a BB Seguros
A BB Seguros é a marca que representa os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil. A BB Seguros se orgulha de ser uma das empresas que mais investem no amanhã, tanto estimulando o planejamento financeiro do brasileiro quanto apoiando projetos culturais e esportivos. Seus patrocínios têm como princípio levar atrações a todas as regiões do país com eventos gratuitos em locais públicos ou a preços populares. Essa estratégia já fez com que quase 2 milhões de brasileiros tivessem mais acesso à cultura somente nos últimos anos.

Sobre a Marolo Produções
A Marolo Produções nasceu do sonho de levar cultura para a pequena cidade de Três Pontas, ao sul de Minas, e realizou em 2009 seu primeiro projeto o Festival Música do Mundo, hoje na 7ª edição. Desde então, a Marolo leva cultura para todo o país, sem nunca perder as origens. Mantendo o escritório em Três Pontas e a sede em São Paulo, realiza eventos culturais nas 5 regiões brasileiras.

6ª Edição do Festival BB Seguros de Blues e Jazz

26/9 – Curitiba, 03/10 – Belo Horizonte, 10/10 – São Paulo, 31/10 – Brasília, 7/11 – Porto Alegre, 14/11 – Recife

Confira a programação de Curitiba:

Curitiba

26/9 (sábado) - das 17h às 24h (cada show terá 50 minutos)

17h - Dudu Lima Trio
18h - Hélio Brandão convida Airto Moreira
19h - Edgard Scandurra
20h - O Bando – Tributo Eric Clapton
21h - Bixiga 70
22h - Stanley Jordan
23h - Thornetta Davis

Transmissão em Drive in: Planeta Drive In (Pedreira Paulo Leminski – R. João Gava, 970- Curitiba)

Contação de História: 27/09, Domingo às 11h
História, música e diversão para a criançada com a Cia. Da História!

Transmissão online: https://business.facebook.com/festivalbbseguros/
https://www.youtube.com/festivalbbsegurosdebluesejazz

Mais informações:
www.festivalbbseguros.com.br

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Trabalho remoto na pandemia: servidores públicos são mais cobrados e mulheres estão sobrecarregadas

Um relatório técnico baseado na pesquisa sobre o trabalho remoto na pandemia aponta que, em uma comparação entre setor público e privado, o número de servidores públicos que precisa cumprir metas de produtividade é maior que de trabalhadores de empresas privadas. O estudo também indica que profissionais do setor de educação têm apresentado dificuldades de adaptação à nova modalidade. Com relação ao gênero, o relatório destaca que a maior parte dos profissionais que diz estar trabalhando em um ritmo mais acelerado na pandemia é composta por mulheres. O trabalho foi realizado pelo Grupo Estudo Trabalho e Sociedade (GETS) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com a Rede de Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (Remir).

O distanciamento social, medida necessária e mais eficaz para combater o avanço da pandemia de Covid-19, obrigou 8,3 milhões de pessoas a trabalharem remotamente nesse período, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID19 IBGE). Com o objetivo de compreender as condições gerais dos trabalhadores e a adaptação quanto à mudança do trabalho presencial para o trabalho remoto em razão da crise causada pela doença, o GETS aplicou uma pesquisa a cerca de mil profissionais dos mais diferentes segmentos econômicos, categorias e funções. Após sistematizar os dados gerais dos participantes, os pesquisadores fizeram uma análise reorganizando as informações a partir de recortes específicos que englobam docentes; setor público e privado; e gênero.

Setor público e privado
Entre os respondentes da pesquisa, foram entrevistados 593 trabalhadores do setor público e 303 do setor privado. Questionados sobre e existência de metas, a maioria dos funcionários públicos (62%) disse que precisa cumprir critérios de produtividade, enquanto no setor privado 51% possuem metas. No trabalho remoto, 25% dos profissionais das duas categorias tiveram suas metas de produtividade aumentadas. Durante a pandemia, o ritmo de trabalho ficou mais acelerado para 47% dos servidores públicos e para 52% dos profissionais do setor privado.

O estudo também constatou que os trabalhadores do setor público tiveram mais gastos pessoais e menos recursos oferecidos pelas instituições para a execução das atividades em regime remoto do que aqueles que atuam na esfera privada. O resultado está alinhado com a diminuição de gastos que vem sendo constatada pelo setor público com a adoção dessa modalidade de serviço. Os pesquisadores concluíram que houve uma transferência de custos de trabalho para os próprios profissionais, que não estão recebendo ajuda dos órgãos públicos e precisam arcar com as despesas demandadas por recursos e estruturas necessárias para trabalhar em regime remoto.

“A impressão que tenho é que trabalho muito mais e rendo muito menos. Em apenas dois meses já senti algumas dores nas costas por conta de a estação de trabalho não ser a mais adequada. Sinto pressão para mostrar que estou presente através de produtividade, quando no trabalho presencial isso não existia. Saliento que estou em um setor com uma equipe muito boa e com uma chefia bastante compreensiva, o que tem tornado essa experiência bem melhor do que poderia ser”, avalia um dos funcionários públicos que respondeu a pesquisa.

Para os especialistas, as falas dos trabalhadores do setor público, no espaço aberto para comentários, refletem dificuldades em equilibrar a atividade profissional, geralmente com cobrança de metas, com as atividades domésticas e cuidados com filhos, que estão com as aulas suspensas. A falta de treinamento e de capacitação para execução do trabalho nessa modalidade são alguns dos fatores evidenciados pelos participantes.
Trabalho docente
Sobre os profissionais do setor educacional, os pesquisadores observaram que a maioria (72%) encontrou dificuldades ao realizar o trabalho de forma remota. A nova condição demanda dos trabalhadores novas habilidades e conhecimentos ausentes da dinâmica cotidiana de muitos docentes antes da pandemia. Soma-se a esse aspecto a característica de indissociabilidade dos espaços de trabalho e de vida privada, acentuada na modalidade.

Outros aspectos dificultados no trabalho remoto apontados por essa categoria foram o recebimento de demandas de trabalho a qualquer horário e dia da semana (53%), a falta de contato com os colegas e alunos (50%), a dificuldade em separar a vida familiar da atividade profissional (48%) e muitas interrupções durante o trabalho (45%). Nessa questão, a pesquisa permitia a escolha de múltiplas respostas.Para a maioria desses profissionais (60%), o ritmo de trabalho ficou mais acelerado durante a pandemia e quase metade deles (44%) passou a trabalhar mais de oito horas diárias. Houve aumento também no número de dias trabalhados na semana. Enquanto a quantidade de docentes que trabalham seis dias na semana aumentou em 27%, a daqueles que passam todos os dias executando funções profissionais teve um crescimento de 35%.

Nesse setor, a maioria dos profissionais (79%) acredita que a qualidade do trabalho é melhor quando realizado presencialmente. Já 16% dos entrevistados acham que não há prejuízo no trabalho remoto e, somente, 5% consideram o trabalho em home office melhor. A maioria (58%) teve gastos pessoais para adaptar as condições de trabalho ao ambiente residencial. Ainda assim, muitos (48%) acreditam que existem aspectos positivos e negativos nessa modalidade, enquanto 44% veem só pontos negativos e 7%, positivos.

Mulheres
O estudo revelou que homens e mulheres vivenciam o trabalho remoto de formas diferentes e que as desigualdades entre os gêneros persistem também nessa modalidade. Os pesquisadores destacam que as mulheres são incumbidas, historicamente, ao trabalho reprodutivo e de cuidados e, em um momento como esse em que essas atividades estão concentradas aos domicílios, elas estão ainda mais sobrecarregadas.

Das mulheres entrevistadas na pesquisa que deu origem ao relatório, mais da metade (51%) avalia que passou a trabalhar em um ritmo mais acelerado durante a pandemia. Com relação aos homens, essa percepção é menor: 43%. Paralelamente, mais homens relataram que o ritmo de trabalho não sofreu alterações (24%) ou que passaram a trabalhar em uma velocidade mais lenta (33%) durante o distanciamento social. Para as mulheres, esses quesitos correspondem a 43% e 17%, respectivamente.

Nesse período, o percentual de mulheres que têm trabalhado cinco dias na semana caiu de 83%, antes da pandemia, para 57%, assim como dos homens que passou de 78% para 55%. Isso se reflete no aumento de dias trabalhados semanalmente. Antes da pandemia, apenas 8% das mulheres exerciam atividades profissionais seis dias na semana. Durante a quarentena, na modalidade remota, esse percentual mais que dobrou, atingindo 19% do sexo feminino. Para os homens, trabalhar seis dias na semana passou de 10% para 16%. Já o trabalho sete dias na semana passou de uma taxa de 1% a 17% para as mulheres e de 4% a 18% para homens. Esses dados são relativos apenas ao trabalho remunerado.

De acordo com a pesquisa, 65% das mulheres e 53% dos homens tiveram dificuldades em executar o trabalho de modo remoto, enquanto 47% dos homens e 35% das mulheres disseram que não tiveram dificuldades.

“O grande problema é enfrentar sozinha questões emocionais. No meu caso, os sintomas de ansiedade generalizada retornaram. A angústia aumenta e não sinto tanta liberdade para conversar com meus gestores sobre isso por medo de perder o emprego”, declarou uma trabalhadora do setor privado casada e sem filhos.

“Acredito que o trabalho remoto impacte mais as mulheres, principalmente as mães solo como eu. Se as jornadas de trabalho já eram três ou quatro (trabalho fora, estudo, trabalho em casa, filhos), elas continuam as mesmas, mas com a diferença de estarem sendo realizadas no mesmo momento. Enquanto faço a janta, respondo e-mail, falo com a chefia, medico meu filho. Está pesado, estou cansada”, desabafa uma servidora pública mãe de dois filhos.

Para os pesquisadores, notam-se percepções sobre o trabalho remoto totalmente diferentes entre homens e mulheres, as quais estão relacionadas com seus papéis sociais. A conclusão do relatório aponta que, quando discorreram livremente sobre suas experiências em home office, as mulheres destacaram-se pela centralidade dos termos “casa”, “filho, “cuidado” e “criança”, enquanto os homens utilizaram mais as palavras “tempo”, “contrato”, “pandemia” e “casa”, sendo que esse último termo tem a ver, para os homens, com a gestão do tempo e não com cuidado dos filhos e trabalho doméstico.

Trabalho pós-pandemia
De acordo com a coordenadora da pesquisa e professora de Sociologia, Maria Aparecida da Cruz Bridi, o estudo sinaliza alterações no mundo do trabalho após a pandemia e uma possível ampliação da modalidade remota em distintos setores da economia. “Ele aponta os desafios para a classe trabalhadora e seus sindicatos: Como assegurar direitos e condições de trabalho que garantam a saúde física e mental dos trabalhadores? Como certificar que o trabalho seja realizado com jornadas que não ultrapassem as oito horas regulares, que foi uma conquista histórica da classe trabalhadora?”.

Para a pesquisadora, é importante garantir que as pessoas tenham vida para além do trabalho. “Como salvaguardar que a empresa não se estenda para todos os domínios da vida do trabalhador, agora também em seu espaço privado? Há a necessidade de uma regulamentação que assegure direitos e saúde. Os sindicatos estão desafiados também a enfrentar esse tema e atuar, sobretudo, na questão das jornadas de trabalho. Poder trabalhar a partir de casa é uma boa saída para os trabalhadores, mas os ganhos obtidos com a redução de custos pelas empresas, por exemplo, devem ser repartidos com os profissionais”, avalia Maria.

A pesquisa sobre trabalho remoto na pandemia e o relatório técnico que categorizou os resultados foram realizados pelos pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR): Alexandre Pilan Zanoni, Fernanda Ribas Bohler, Fernanda Landolfi Maia, Giovana Uheara Bezerra, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Mariana Bettega Braunert, Kelen Aparecida da Silva Bernardo, Zélia Freiberger e coordenados pela professora Maria Aparecida da Cruz Bridi.

Links úteis
Matéria completa no site UFPR: https://bit.ly/3kpOLyF

Relatório técnico completo: https://bit.ly/3mwp7tZ

ESIC Internacional promove segunda Rodada de Negócios em parceria com a ACIMAFRA

Instituição reúne empresas e empresários para networking e geração de negócios em evento online e gratuito

No dia 16 de setembro, das 15h às 17h, a ESIC Internacional promove a sua segunda Rodada de Negócios, com o objetivo de desenvolver profissionais e estimular a aproximação das relações empresariais, visando contribuir com a ampliação do network e com a possibilidade de novos negócios e parcerias.

O evento, 100% online, será em parceria com a Associação Empresarial de Mafra (ACIMAFRA-SC) e tem abertura do diretor executivo da instituição e consultor de carreira, Alexandre Weiler, que abordará as tendências de mercado e os impactos na carreira frente à pandemia da COVID-19. Após a palestra, cada empresa ou empresário terá tempo para apresentar o seu negócio e colocar seus contatos à disposição. As vagas são limitadas e as apresentações acontecem por ordem de inscrição, que podem ser feitas pelo link https://pages.esic.br/rodada-de-negocios-2.

Sobre a ESIC Internacional:

A ESIC é uma Business School Internacional especializada em Gestão de Negócios e Marketing. Com mais de 50 anos de experiência, possui matriz em Madrid e Barcelona, 10 campus na Europa, campus brasileiro em Curitiba, acordos e convênios nos 5 continentes, especialmente E.U.A., Índia e China. A instituição atua em oito áreas: Graduação, Pós-Graduação (Master e MBA), Executive Education (cursos avançados e sob medida para empresas e formação in company), Módulos e Missões Empresariais Internacionais, ESIC Idiomas (Escola de idiomas Internacional), Colégio Internacional, Simuladores/Competições Empresariais Globais e ESIC Editora (com tradição em publicações renomadas, atualizadas e especializadas em Gestão de Negócios e Marketing). Para garantir respaldo internacional aos certificados de seus alunos, a ESIC está entre o seleto grupo que segue os padrões do Executive MBA Council (Conselho Internacional de MBAs), é membro da EFMD (European Foundation for Management Development), AACSB (Associationto Advance Collegiate Schools of Business of USA), AMBA (International Association of MBAs) e CLADEA (ConsejoLatinoamericano de Escuelas de Administración)

Sesc PR conta as lendas e as estórias do estado em cartões postais

Concurso está com as inscrições abertas até o dia 30 de setembro. O Paraná é repleto de histórias que podem virar desenhos e serem conhecidas em todo o estado

Foram diversos os povos, desde indígenas, religiosos, tropeiros, escravos, soldados, até imigrantes que ajudaram a formar a cultura do Paraná e trouxeram na bagagem histórias, estórias, crenças e hábitos. Muitas dessas peculiaridades foram retratadas em histórias extraordinárias que misturam tesouros, religião, fantasmas e assombrações, crenças, cemitérios, milagres e os mais diversos temas.
Para que a cultura do Paraná não fique apenas na tradição oral, o Sesc PR está com as inscrições abertas para a 3ª edição do Concurso Entre Lendas – uma seleção de ilustrações para compor uma coletânea de cartões postais inéditos – promovido pelo Sesc PR em parceria com a Academia Paranaense de Letras.
A seleção de ilustrações se propõe a incentivar a valorização dos aspectos culturais do Paraná, a despertar nas crianças o senso de pertencimento ao Paraná, por meio de suas lendas, personagens e histórias, e amplia as categorias do concurso.
Na edição de 2020, podem participar estudantes do Sesc, matriculados em algum projeto de educação da instituição no Paraná; trabalhadores do comércio e dependentes com cartão cliente válido, e o público em geral. Outra novidade é a categoria Ilustração Digital, em que o participante pode inscrever uma ilustração feita digitalmente, por meio de softwares.
Serão selecionadas 105 ilustrações que serão impressas em cartões postais a serem produzidos pelo Sesc PR. As inscrições estão abertas até o dia 30 de setembro e o edital completo do concurso está disponível no site https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edital-Entre-Lendas-3%C2%BA-Edi%C3%A7ao.pdf.

Top Soluções Imobiliárias comemora 32 anos de atuação no mercado paranaense

Empresa faz ação de rebranding para renovar a marca

O ano de 2020 vem sendo desafiador. No atual cenário, resiliência é palavra de ordem e, neste momento, a Top Soluções Imobiliárias resolveu inovar ao redesenhar sua marca mantendo seus pilares sólidos de negócios imobiliários.

Tudo começou em 1988, quando a antiga Top Imóveis atuava como incorporadora de edifícios residenciais e, consequentemente, imobiliária pois vendia seus próprios bens. Buscando atender a demanda de alguns clientes, a empresa começou a construir prédios corporativos. Na época, Curitiba começava a se modernizar e foi conquistando grandes empresas para fazerem negócios na capital do Estado.

Antes, as lajes eram pequenas, o pé direito baixo, sem piso elevado, sem sistemas de segurança, ar condicionado ou detecção de incêndio. Nisso, a Top enxergou oportunidade, se inspirando em grandes centros urbanos para desenvolver novos produtos em Curitiba.

“Queria diferenciar nossos serviços. Sempre gostei da área comercial. Aprendi muito com as empresas e consultorias internacionais que desde sempre lidavam com esse tipo de demanda”, comenta Eduardo Schulman, sócio-presidente da Top Soluções Imobiliárias.

Evolution Towers

Um marco importante foi a construção e comercialização do edifício Evolution Towers um empreendimento que reúne torre corporativa – o Corporate Evolution – com onze andares, laje de 1.350m², piso elevado, ar condicionado central, sprinklers, sistema BMS de supervisão, gerador de energia e dentre outros diferenciais. Atualmente, é sede de empresas multinacionais como a ExxonMobil, Furukawa e Regus. A localização privilegiada também tem loft, restaurante, centro de eventos, o Espaço Cultural David Carneiro e o Hotel Pestana, maior grupo multinacional de hotéis de Portugal.

Curitiba Office Park

Outro desafio foi a construção do Curitiba Office Park de Curitiba cujas lajes alcançam 2.374,91m², mais de 3m de pé direito, certificado Leed Silver (Green Building Council), Life Safety Code - NFPA 101 Com localização estratégica é sede de empresas como Wipro, Sascar, Becomex e Amcham – Câmara Americana de Comércio.

A Top sempre se preocupou em atender os clientes de maneira integral. Seja na busca por bons negócios, seja no estudo de vocação e auxílio no processo de venda, seja o simples acompanhamento do contrato.

“O atendimento é completo desde a prospecção do imóvel ao desenvolvimento do produto, da comercialização à administração imobiliária. O conhecimento e aconselhamento da Top sempre foram fundamentais para o crescimento da nossa empresa. Sem falar na credibilidade, atenção e dedicação da equipe” comenta Patricia Prolik, diretora da Patriarca.

A empresa criou um grupo afinado de pessoas, cada uma com sua especialidade, onde todos sabem de tudo o que acontece ali e tem capacidade de atender qualquer tipo de operação. Seja a administração de patrimônio imobiliário, o desenvolvimento de condomínios de galpões, built to suit, contratos de permuta de grandes terrenos.

“Escolhemos trabalhar com a TOP pela seriedade, credibilidade, amplo portfólio de imóveis, e um fator determinante: buscaram entender a nossa necessidade sendo muito assertivos na apresentação dos imóveis, inclusive oferecendo oportunidades de negociação transparente e flexíveis, diria até que disruptivas em relação aos modelos já existentes no mercado. Acredito que nossa parceria será cada vez mais forte e duradoura” afirma Marcio Viana, CEO da TOTVS Curitiba

A mudança para Top Soluções Imobiliárias veio corroborar um serviço que a empresa vinha se dedicando há algum tempo: a entrega real de soluções imobiliárias. Assim, a empresa ganha nova logomarca, novas placas nas ruas, novo site e uma nova missão de estar de olho no mercado, pensando grande, com alegria e amizade com seus clientes.

Top Soluções Imobiliárias

Desde 1988, atua no setor imobiliário paranaense com foco em espaços empresariais. Tem a missão de gerar bons negócios para proprietários de imóveis, locatários, investidores imobiliários ou parceiros de mercado. Sua equipe possui sólidos conhecimentos sobre imóveis industriais - galpões e terrenos - e corporativos - salas ou prédios comerciais, lojas, strip centers e outros empreendimentos de varejo de Curitiba e região metropolitana. Alguns de seus clientes são: Ebanx, Bradesco, Itaú, Claro, Petrobras, Laguna, ESSEX, DCL, Andrade Ribeiro, Blue, Invespark, AG7, Monarca, dentre outras.

Top Soluções Imobiliárias
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Felipe Silva encara britânico Sam Patterson no BRAVE CF 41, em setembro

A 41ª edição do BRAVE CF marca o retorno da principal organização de MMA do Oriente Médio ao seu país-natal, o Bahrein. O do dia 17 de setembro será realizado com portões fechados e seguindo todos os protocolos de segurança devido à pandemia da Covid-19.

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Tutu Ateliê de Sapatilhas

A Tutu Ateliê de Sapatilhas está completando 9 anos. Para este momento especial a marca está lançando sapatos novos toda semana!

A empresa, que desde o início teve objetivo de fazer suas vendas online, se consolidou por levar um produto feito à mão local, para o Brasil inteiro.

Inicialmente produzindo apenas sapatilhas, a marca ampliou a gama de produtos ao passar dos anos e hoje trabalha com modelos como oxfords, botinhas, mules e outros calçados autorais.

Com um instagram de mais de 120 mil seguidores, a empresa aposta na plataforma para atrair novos fãs. Entre as parcerias da marca está a influenciadora Consuelo Blocker, que constantemente assina collabs de sucesso com a Tutu.

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Dia do bacon: receitas de coquetéis
para comemorar a data

Técnica conhecida como fat-washing traz aromas e sabores ao seu drink de gim

São Paulo, 04 de setembro de 2020 - Bacon vai bem com tudo. Não por menos, desde 2004 a carne tem como o primeiro sábado de setembro sua data não oficial. A homenagem foi feita por estudantes da Universidade do Colorado, em Boulder, nos EUA, e adotada por quase todo o globo. Além de compor a culinária, como ingrediente ou prato principal, o bacon pode também dar um up na coquetelaria.

EMPRESAS E PROFISSIONAIS DE EVENTOS ORGANIZAM PASSEATA EM CURITIBA PARA REIVINDICAR PLANO EMERGENCIAL

“Manifesto acontece na terça (08), a partir das 10horas, durante o feriado da padroeira da cidade. São os profissionais que ninguém vê, mas sem o trabalho deles, nenhum evento acontece”.

Empresas e profissionais de eventos organizam uma passeata pacífica em Curitiba no próximo dia 08 de setembro, durante o feriado que celebra o dia de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba. O evento tem início às 10horas e o percurso será pela Avenida Cândido de Abreu (em frente a Fiep) com caminhada até o Palácio do Governo.

Segundo a organização, o ato cívico visa a defesa de paliativos claros para que a subsistência do setor seja garantida até que os eventos possam retornar de forma ampla. Sob orientação jurídica, juntamente com empreendedores e profissionais do meio, realizou-se a elaboração de um documento que representará as reivindicações, de forma coletiva e eficaz, por um plano emergencial junto ao Governo.

Existe uma grande variedade e quantidade de profissionais inseridos nesse setor. Para se ter uma breve ideia, é possível citar como exemplo os produtores, gerentes operacionais, diretores técnicos, cerimonialistas, técnicos, montadores, auxiliares técnicos, carregadores, músicos, recepcionistas, garçons, brigadistas, seguranças, bartenders, auxiliares da limpeza, promoters, motoristas, etc. Esses profissionais de eventos sempre foram praticamente invisíveis, justamente por sempre estarem nos bastidores dos eventos. Porém, sem eles nenhuma marca apresenta seu produto, nenhum artista sobe ao palco e nenhuma experiência é proporcionada. Empurram cases, carregam materiais, montam eventos surpreendentes, trabalham durante intensas horas e fazem o “show” acontecer!

Durante a passeata, os profissionais vão fazer todo o percurso empurrando os cases, que estão sendo utilizados como um símbolo, justamente por serem usados nos bastidores para guardar os equipamentos fundamentais para a montagem dos mais variados tipos de eventos que existem (shows, festivais, teatros, casamentos, festas, formaturas, corporativos, etc).

O Ato Cívico conta com a organização de Empresas e Profissionais de Eventos do Estado do Paraná. Apoio: Curitiba Convention & Visitors Bureau, Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos), ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos) e da ABEOC BRASIL PR (Associação Brasileira de Empresas de Eventos).

O futuro da alimentação e da gastronomia será tema da segunda edição do Festuris Connection

Evento online exclusivo será transmitido diretamente dos empreendimentos da coleção Casa Hotéis, em Gramado/RS

Após o sucesso da primeira jornada, o Festuris Connection tem a sua segunda edição confirmada para mais um evento online exclusivo de 6 a 8 de outubro. Desta vez o tema central será “O futuro da alimentação e da gastronomia - Origem, Mesa, Turismo”, conectando as experiências e culturas de cinco países latinos: Brasil, México, Paraguai, Peru e Panamá. As transmissões serão realizadas diretamente dos empreendimentos da coleção Casa Hotéis (Casa da Montanha, Wood e Parador).

Horário de atendimento do Shopping Mueller para os dias 7 e 8 de setembro

 

Em virtude dos feriados nos dias 7 e 8 de setembro – Dia da Independência do Brasil e Dia da Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba, respectivamente –, o Shopping Mueller terá horário diferenciado para o atendimento ao público.

- As lojas: das 14h às 20h;

- A Praça de Alimentação das 12h às 20h;

- Os restaurantes das 12h às 22h;

SERVIÇO:

Shopping Mueller

Local: Avenida Cândido de Abreu, 127 - Centro Cívico, Curitiba (PR)

Telefone: 41 3074-1000

Informações: www.shoppingmueller.com.br

Facebook: www.facebook.com/MuellerCtba

Instagram: @muellercwb