Exposição e lançamento de livro celebram os 100 anos do Movimento Paranista

Evento realizado na semana do aniversário de Curitiba homenageia o Paranismo, que exerceu influência em áreas como artes e arquitetura por meio de símbolos paranaenses
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O Movimento Paranista, que exalta a identidade do Paraná por meio da valorização de seus símbolos, está completando 100 anos. Para celebrar, um evento realizado no Memorial de Curitiba marca a abertura de uma exposição artística e o lançamento de um livro sobre o tema, nesta quinta-feira (30/03) às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, também é celebrado o aniversário de 330 anos de Curitiba.

O livro “Paranismo” foi escrito pelo pesquisador e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, o mesmo que lançou em 2014 a biografia do artista João Turin (1878-1949), um dos criadores e grande expoente do movimento. Teixeira Leite analisa a proposta que enaltece a identidade paranaense por meio do pinheiro, do pinhão, da erva-mate e de outros elementos típicos na arquitetura, esculturas, pinturas, móveis e até na moda.

Além de uma rica pesquisa sobre o tema, a publicação também traz um texto da Família Ferrari Lago, gestora do patrimônio artístico de João Turin, que relata a trajetória póstuma para preservação das obras (iniciado por familiares como Jiomar José Turin e Elisabete Turin) até o processo de resgate do legado deixado pelo artista. Turin também é citado diversas vezes em outras passagens do livro por sua relevância dentro da temática Paranista.

“O fortalecimento do legado do escultor paranista aconteceu graças à junção de esforços entre gerações de pessoas interessadas em manter sua arte viva ao longo dos anos”, comenta Samuel Ferrari Lago, um dos gestores das obras de Turin. O resgate realizado por sua família, a partir de 2011, possibilitou ações como a construção de uma fundição para produzir originais inéditos, montagem de três grandes exposições, localização e recuperação da obra “Pietá” na França, inauguração do Memorial Paranista (administrado pela Prefeitura de Curitiba), entre outras relatadas no livro.

Exposição artística
O livro “Paranismo” é um lançamento da Fundação Cultural de Curitiba, que também concebeu a exposição “Curitiba, Capital do Paranismo”. A mostra vai ocupar dois andares do Memorial de Curitiba com originais e reproduções de obras de diversos artistas, com linguagens artísticas que assimilaram as propostas do movimento, acompanhadas de textos explicativos.

Entre os trabalhos de João Turin presentes na mostra, o maior destaque é a releitura da obra perdida “No Exílio”, escultura com 2,70m de altura feita pela artista Luna do Rio Apa. No local, os visitantes poderão acessar um QR Code para acessar um vídeo que mostra a história desta obra e o trabalho para seu resgate e releitura. “No Exílio" foi a primeira escultura de grandes proporções feita por Turin, concebida em Bruxelas e premiada com Menção Honrosa em Paris.

A mostra também conta com duas esculturas em gesso de felinos (“Luar do Sertão” e “Tigre Esmagando a Cobra”), três vestidos produzidos a partir de croquis deixados pelo artista, especialmente criados pelo Centro Europeu para a premiada exposição “João Turin: Vida, Obra, Arte” no Museu Oscar Niemayer, entre 2014 e 2015; desenhos e reproduções arquitetônicas de Turin com a temática paranista. A exposição permanecerá em cartaz, podendo ser visitada de terça a domingo.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil. Possui obras em espaços públicos no Paraná, Rio de Janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Exposição “Curitiba, Capital Paranista”
Lançamento do livro “Paranismo”, de José Roberto Teixeira Leite
Local: Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 79 (Centro, Curitiba-PR)
Data e horário: 30 de março, quinta-feira, às 19h
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 15h.
Entrada gratuita

Ventura celebra os 330 anos da Capital do Paraná com a Exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’

O Ventura Shopping em parceria com o fotógrafo curitibano, Ricardo Marajó, estreiam nesta quarta-feira (29) de março, a exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’, em comemoração aos 330 anos da Capital do Paraná.

Ao todo 40 imagens compõe a exposição as quais retratam paisagens e cenas do cotidiano da capital. As fotografias foram captadas pelo profissional nos últimos dez anos, tempo suficiente para registrar as transformações rápidas que a cidade vem passando. “Sou um apaixonado por Curitiba. Embora ela tenha um clima um tanto temperamental, amo esse lugar”, brinca o profissional. “Convido todos para visitarem e perceber a cidade com um olhar amigo”, frisa Marajó.

De acordo com a Gerente de Marketing do Ventura, Daniela Leal, além de homenagear a cidade, a ideia é presentear o público com uma ação cultural que aproxima a pessoa do local onde vive. “A nossa cidade é muito rica em belezas naturais e, muitas vezes, na correria do dia a dia acabamos não percebendo tamanho privilégio. Estamos felizes por trazer essa exposição junto com o fotografo Marajó, convidando as pessoas a despertarem seu próprio olhar para seu arredor”, destaca Daniela.

Em paralelo a exposição, os visitantes também poderão apreciar e conferir a trajetória de celebridades artísticas curitibanas e conhecer um pouco mais sobre tradicionais locais da Capital. Entre elas estão Paulo Leminski, Alexandre Nero, Jovem Dionísio e Confeitaria das Famílias.

Serviço:

Exposição ‘Curitiba Olhar Amigo’

A partir de 29 de março de 2023.

Local – Ventura Shopping, Rua Itacolomi, 292, Portão.

Diariamente das 10h às 22h

Entrada gratuita

MON abrirá normalmente nos feriados de abril

O Museu Oscar Niemeyer (MON) terá funcionamento normal nos feriados do mês de abril: Sexta-feira Santa, Páscoa e Tiradentes (respectivamente dias 7, 9 e 21). O Museu abre ao público de terça a domingo, das 10h às 18h, com acesso até às 17h30. Os ingressos estão disponíveis no site ou na bilheteria física do MON.

Atualmente estão em cartaz as seguintes mostras: “África, Expressões Artísticas de um Continente”, “Ásia: a Terra, os Deuses, os Homens (Colonialismo), “Poty, Entre Dois Mundos”, “Invisível e Indizível – Jaume Plensa”, “Afinidades II – Elas!”, “MON sem Paredes”, “Bancos Indígenas do Brasil”, “Carne Viva”, “O Mundo Mágico dos Ningyos”, “Sou Patrono”, “Luz e Espaço”, Pátio das Esculturas, Espaço Niemeyer e Cones.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Horário normal de funcionamento MON nos feriados de abril:
Dias 7, 9 e 21/4, das 10h às 18h, com acesso até às 17h30.

www.museuoscarniemeyer.org.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A EXPOSIÇÃO “DESPIR A PELE, VESTIR O CORPO”

A mostra é gratuita e reúne obras tridimensionais moldadas no corpo da artista visual Isabela Picheth

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, entre os dias 6 de abril e 21 de maio, a exposição “Despir a pele, vestir o corpo”, da artista visual Isabela Picheth. Serão apresentados trabalhos produzidos nos últimos dois anos, durante os quais a artista aprofundou sua pesquisa poética resultando na criação de esculturas denominadas por ela de corpos-escultóricos.

Esses corpos-escultóricos são peças tridimensionais produzidas a partir do molde do seu próprio corpo, que no recorte expositivo proposto pelo curador Ricardo Ayres, tem o silicone e a cerâmica como principais materiais.
Além da exposição, Isabela Picheth irá ministrar a oficina “Molde e materialidades escultóricas”, nos dias 3 e 4 de maio, na qual apresentará aos participantes as técnicas de moldagem do corpo utilizadas em seu processo de criação. Na oficina serão usados gesso, alginato e silicone.

Por fim, nos dias 10 e 12 de maio, a artista oferecerá visita guiada à exposição, seguida de bate papo com o público.

(Imagem de divulgação)
Sobre a artista:
Isabela Picheth é curitibana e mestranda em artes. Vem desenvolvendo e aprimorando seu processo de criação no programa PPGARTES da Faculdade de Artes do Paraná. A artista é membro e idealizadora do grupo e coletivo de artistas visuais Em-cadeia.

SERVIÇO:
Exposição: “Despir a Pele, Vestir o Corpo” de Isabela Picheth
Local: Galeria Térreo da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR)
Abertura: 6 de abril de 2023, às 19h
Visitação: de 6 de abril a 21 de maio de 2023
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 4501-8309/ 8722 - CAIXA Cultural

Oficina: “Molde e materialidades escultóricas” -- com Isabela Picheth
Local: Sala de Oficinas da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR)
Data: 3 e 4 de maio de 2023
Horário: das 18h às 21h
Classificação indicativa: 18 anos
Inscrições gratuitas: acesse o link
Informações: (41) 4501- 8309 - CAIXA Cultural

Visita guiada e roda de conversa -- com Isabela Picheth
Local: Galeria Térreo da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR)
Data: 10 e 12 de maio de 2023
Horário: dia 10 às 19h e dia 12 às 16h
Classificação indicativa: livre
Entrada franca
Informações: (41) 4501- 8309 - CAIXA Cultural

Marta Berger inaugura individual “Levo meu tempo”, na Artestil

Marta Berger inaugura individual “Levo meu tempo”, na Artestil

O período de recolhimento gerado pela pandemia marcou a produção da artista visual gaúcha, radicada em Curitiba, Marta Berger e resultou na exposição “Levo meu tempo”, que abre ao público, neste sábado, 25 de março, na Artestil Galeria de Arte. Seus desenhos, que costumavam ficar no bico de pena ou no máximo aquarelados, ganharam cor no isolamento. Um tanto avessa ao colorido, na pandemia, a artista conta que as cores a salvaram. “Eram elas que traziam alegria pra mim”, conta Marta. A pandemia também foi tempo de voltar ao passado, para o tempo em que Marta se deu conta de que “era gente’, em suas palavras. Este olhar também é bem evidente na produção voltada para a família, sua relação com a mãe e as irmãs. As obras conversam com suas primeiras influências, a arte sacra, o vestido da missa de domingo herdado da irmã mais velha.

Passada a reclusão, a artista realiza sua primeira exposição individual que inaugura no dia 25 de março e estará aberta ao público até o dia 29 de abril. São mais de 30 obras, sendo 20 telas e 17 desenhos e mais duas esculturas que já fazem parte do acervo da galeria. O título da mostra, “Levo meu tempo”, é um convite à reflexão sobre o tempo de produção de cada obra, os tempos de pandemia e o tempo presente.

Exposição “Levo meu tempo”
Artestil Galeria de Arte
Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1663
Abertura: sábado, 25 de março
Horário: 11h às 13h30
Período expositivo: 25 de março até 29 de abril
De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30, e sábado, das 9h30 às 13h30.

Curitiba se prepara para receber a 4ª edição da Old & Low Car

A maior feira da cultura automotiva do Sul do Brasil reunirá atrações para toda a família, exposição de carros de diversos estilos e feira de negócios. Além de homenagear Ayrton Senna, destacando itens de colecionador.

A Old & Low Car, a maior e mais completa feira do universo automotivo do Paraná e do Sul do Brasil, chega à sua 4ª edição em Curitiba. Com data marcada para o feriado de Páscoa, entre os dias 06 e 09 de abril, no Centro de Eventos do Positivo, dentro do Parque Barigui, a feira apresentará uma grande variedade de veículos, produtos e serviços do setor automotivo em um só lugar.

Além da exposição de carros de diversos estilos e culturas automotivas, haverá uma grande feira de negócios com lançamentos de produtos e serviços e uma área de bazar com descontos em itens de roupas, semijoias, acessórios e decoração. A feira também contará com atrações para toda a família, como shows de Wheeling com o hexacampeão nacional Lukinhas, exposição de itens do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna, a 2ª edição do Auto Detalhe e o Maxx Bazar.

A Old & Low Car é um encontro de apaixonados por automóveis, uma feira de negócios e um evento para toda a família. A exposição dos carros permitirá que o público faça uma viagem ao passado e conheça mais sobre estilo, potência e características aerodinâmicas e estruturais dos veículos. A feira também reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços abaixo do mercado, sendo uma ótima oportunidade de compras para os visitantes.

A Old & Low Car se consolidou como um grande encontro dos amantes dos veículos automotores. Não perca a oportunidade de participar deste evento único e se encantar com as novidades e atrações que o universo automotivo tem a oferecer.

SERVIÇO:
4ª EDIÇÃO DA OLD & LOW CAR CURITIBA
Data: 6 a 9 de abril de 2023
Local: Centro de Eventos do Positivo (Pavilhão de feiras do Parque Barigui).
Datas e horários:
Na quinta (6), das 14h às 22h
Na sexta (7) das 10h às 22h
No sábado (8), das 10h às 22h
No domingo (9), das 10h às 20h

Classificação indicativa: livre.

Ingresso: Vendas antecipadas pelo Disk Ingressos com ingressos a partir de R$ 23,00.
https://www.diskingressos.com.br/grupo/1129/09-04-2023/pr/curitiba/old-low-car-curitiba

MON comemora 29 de março com palestra e visita à exposição do Poty

No dia do aniversário de Curitiba, 29 de março – e coincidentemente data de nascimento do artista Poty Lazzarotto –, o Museu Oscar Niemeyer incorporou, há um ano, a maior coleção já doada à instituição: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas por Poty (1924-1998).

Para a comemoração tripla, o MON irá promover, na próxima quarta-feira (29), uma palestra com a professora Maria José Justino, curadora da mostra “Poty, Entre Dois Mundos”. Em seguida, os participantes serão convidados para uma visita à exposição. O evento gratuito acontecerá às 17h, no miniauditório do Museu. Para participar não é necessário inscrição prévia.

A coleção doada ao MON um ano atrás foi a maior já recebida pelo Museu e reúne mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros. Feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto, a doação foi recebida pelo governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e passou a pertencer ao Estado do Paraná.

No último 25 de outubro, o MON inaugurou, na Torre do Olho, a exposição “Poty, Entre Dois Mundos”, com obras inéditas do artista. A curadoria é de Maria José Justino e a assistência de curadoria é de Juliane Fuganti.

A exposição, que continua em cartaz, inaugurou no Museu um espaço permanente, destinado a apresentar ao público o trabalho de Poty Lazzarotto.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Palestra – “Poty, Entre Dois Mundos”
29 de março
17h
Miniauditório do MON
* Para participar não é necessário inscrição prévia.

www.museuoscarniemeyer.org.br

CHANDON é o espumante exclusivo da SP-ARTE 2023

Viva mundo de possibilidades durante a 19ª edição da SP-Arte, com
benefícios especiais para os membros da Comunidade Chandon.
São Paulo, 21 de março de 2023 - A SP-Arte - Festival Internacional de Arte de São Paulo, é a maior feira de arte da América Latina, que acontece desde 2005, reunindo galerias de arte e design, editoras, revistas, museus e instituições, apresentando, a cada edição, mais de 5 mil obras e 2 mil artistas do Brasil e do mundo, ao longo de cinco dias. Este ano, a edição acontecerá no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 29 de março e 02 de abril.

A CHANDON estará presente em mais uma edição da feira, sendo o espumante exclusivo do evento, para proporcionar celebrações em apoio ao mercado de arte e cultura com ativações especiais para os convidados e visitantes, que poderão passear e conhecer obras e artistas mergulhando no universo de um mundo de possibilidades da marca.

A CHANDON te convida para fazer parte da Comunidade Chandon e receber informações em primeira mão sobre a marca e acesso a benefícios exclusivos através do link: Newsletter Chandon. Para os membros da Comunidade Chandon, há um desconto especial de 10% na compra do ingresso para visita à SP-Arte. E durante a visita à feira ao comprar uma taça de Chandon, será presenteado com o refil desta taça.

Durante a SP-Arte a CHANDON marcará presença com um bar e dois carrinhos espalhados pela Bienal com venda de seus espumantes Chandon Brut, Rosé, Passion e o drink Paixão Selvagem para que os convidados possam comprar suas taças e brindar!

Este ano, no terceiro andar da bienal haverá um espaço especial exclusivo para convidados VIPS: o Collector´s Lounge. A Chandon terá um bar de Chandon Excellence, e além dos espumantes Chandon Brut, Rosé, Passion e do drink Paixão Selvagem, poderão consumir Chandon Excellence Brut e Chandon Excellence Rosé, a expressão máxima da Chandon, um espumante excepcional dominado pelo Pinot Noir que ganhou complexidade aromática pelo longo amadurecimento sobre leveduras.

Nesta 19ª edição da SP–Arte, a CHANDON convidou membros do Squad CHANDON, um grupo de pessoas selecionadas que representam uma pluralidade de talentos brasileiros e ressaltam os valores do DNA da CHANDON, para uma visita guiada liderada pela curadora de arte Carollina Lauriano - @carollinalauriano, que também faz parte desse Squad. Esta visita se encerrará com um momento Chandon no Bar Chandon Excellence no Collector´s Lounge.

SP-ARTE 2023
19ª SP–Arte - Festival Internacional de Arte de São Paulo
29 de março – 02 abril de 2023
Horários abertos ao público
29 e 30 março, das 14h às 20h
31 março e 01 abril, das 12h às 20h
02 abril, das 11h às 19h
Valor
R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada)
Local
Pavilhão da Bienal – Parque Ibirapuera, Portão 3 – São Paulo

SOBRE CHANDON
CHANDON faz parte da Maison LVMH, fundada em 1959 por Robert-Jean de Vogüé, um pioneiro com visão, coragem e determinação para redefinir a categoria e criar vinhos espumantes excepcionais em terras inesperadas. Agora abrangendo quatro continentes, com vinhedos na Argentina, Califórnia, Brasil, Austrália, China e Índia, somos o maior empreendimento de espumantes do mundo e o único domínio em que o sol nunca se põe. Com base em uma rede colaborativa de dezesseis enólogos de sete nacionalidades diferentes, defendemos novos terroirs, métodos inovadores e uma visão sempre curiosa que felizmente une nossas diversas terras e povos.

CHANDON abre um mundo de possibilidades.
Facebook: /ChandonBrasil
Instagram: @Chandon_Brasil
Site: www.chandon.com.br
SAC CHANDON: 11 3062-8388

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A EXPOSIÇÃO “MYTHOLOGIA”

A mostra reúne série inédita de pinturas do artista Felipe Scandelari

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 25 de março a 28 de abril, a exposição “Mythologia”, do artista paranaense Felipe Scandelari, que traz referências renascentistas em suas obras inéditas. A entrada é gratuita.

O artista utiliza a técnica de óleo sobre tela e provoca o olhar do expectador ao contrastar o passado e o presente na arte. As pinturas homenageiam o trabalho de grandes pintores do renascimento que ajudaram a criar grande parte da iconografia que influencia nosso repertório sobre artes plásticas, como Sandro Botticelli, Rafael Sanzio e Jan Van Eyck.

Detalhe de “O Nascimento de Vênus” -- Felipe Scandelari -- Óleo sobre tela - 2022

As releituras de Scandelari levantam questões sobre nossa sociedade e o momento em que vivemos, ao ressignificar o tema central das pinturas de referência alterando o gênero, a idade ou a cor da pele dos personagens principais, além de trazer elementos contemporâneos como joias, acessórios e grafittis.

Felipe Scandelari ao lado da obra Atenas e o Centauro.

Sobre o artista
Felipe Scandelari é curitibano com formação pela escola de Música e Belas Artes do Paraná. Já participou de exposições em museus como o Oscar Niemeyer, em Curitiba (PR), e o Paço das Artes, no Rio de Janeiro (RJ).
Além da exposição, o artista vai ministrar em abril a oficina Pintura a óleo - introdução aos materiais e suas utilizações técnicas na CAIXA Cultural.

SERVIÇO:
Exposição: Mythologia -- de Felipe Scandelari
Local: Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR)
Abertura: 24 de março de 2023, às 19h
Visitação: de 25 de março a 28 de maio de 2023
Horário: terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: 16 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 4501-8309/ 8722 - CAIXA Cultura

MUSH SE DESTACA NO DW! COM PRIMEIRO MÓVEL DO BRASIL À BASE DE COGUMELOS

Uma imagem contendo relógio, mesa Descrição gerada automaticamente
Mesa Sertão, primeiro móvel a base de cogumelos no país, assinado por Anima Studio Design para Mush | Créditos: Divulgação
Peças assinadas feitas à base de micélio (parte vegetativa dos cogumelos) desenvolvidas pela Mush tem despertado a atenção de quem passa no BOOMSPDESIGN, evento âncora do festival. Desenvolvidos pela multipremiada startup paranaense de soluções biotecnológicas, em parceria com renomados escritórios de design brasileiros, os lançamentos destacam a tecnologia da Mush, pioneira no Brasil, que transforma resíduos da agroindústria em materiais resistentes, biodegradáveis, totalmente circulares, que quando descartados voltam à natureza promovendo o crescimento de novas plantas.
Primeiro móvel feito à base de cogumelos do Brasil, a mesa Sertão, assinada pelo Anima Studio Design, possui conceito inspirado na região brasileira que costuma ser castigada pela seca e pela terra árida, a peça também evoca o poder das conexões e da vida que brota do solo. Carrega o significado da origem da matéria-prima que também vem da terra - material biotecnológico pioneiro no país desenvolvido pela Mush para o design, arquitetura e construção civil, feito a partir dos resíduos da agroindústria .

Desenho de uma cadeira Descrição gerada automaticamente com confiança média Cadeira e mesa Descrição gerada automaticamente
Mesa Sertão Anima Studio Design para Mush | Créditos: Divulgação
Outro lançamento desenvolvido a partir do material inovador da Mush, a luminária de teto Hogar leva assinatura do estúdio Ola Luminárias Acústicas. Criada para inspirar a sensação de acolhimento e pertencimento, a peça explora a conexão da natureza a partir das referências orgânicas e promove conforto lumínico e acústico no ambiente.

Uma imagem contendo escuro, banana, mesa, laranja Descrição gerada automaticamente Uma imagem contendo mesa, grande, sanduíche, frutas Descrição gerada automaticamente
Luminária Hogar evoca conexão à natureza e inspira sensação de pertencimento. Assinada por Ola Luminárias Acústicas para Mush | Créditos: Divulgação

Urna leva sustentabilidade ao último momento da vida
Água do mar Descrição gerada automaticamente
Urna Navegar, assinada por Furf Design Studio para Mush | Créditos: Divulgação
A urna funerária Navegar, assinada pelo escritório Furf Design Studio, é outra peça que acaba de ser lançada pela Mush. Apresentada em paralelo à Semana de Design de SP, possui formato de “barquinho de papel” e foi concebida para trazer leveza, poesia e homenagear o último momento da vida. A partir do conceito de que navegar é uma forma simbólica de encerrar a jornada na terra, a urna pode se dissolver em poucos dias na água doce ou salgada, tornando-se um fertilizante natural, graças ao material biotecnológico da Mush à base de micélio. “Nosso material visa a circularidade, essencial para a manutenção da vida no planeta. Ele nasce do resíduo agrícola e retorna à natureza como fertilizante de plantas. A vida é feita de ciclos, e esta peça possui homenageia o fim da jornada de uma pessoa. Em seu último momento, ela impacta de forma positiva o meio ambiente e inspira as gerações futuras”, explica CEO da Mush, Eduardo Sydney.

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Fundada em 2019 pelos sócios Eduardo Sydney, Leandro Oshiro e Antônio Carlos de Francisco, a Mush é uma startup paranaense, pioneira no Brasil em soluções biotecnológicas que aliam design, sustentabilidade e funcionalidade. Premiada nacional e internacionalmente, nasceu como incubada do campus Ponta Grossa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e desenvolve produtos para o setor da construção civil, arquitetura, decoração e design. Empresa carbono neutro, segue o conceito de negócio regenerativo, visando gerar impactos positivos ao meio ambiente. Desenvolve materiais feitos com micélio (parte dos cogumelos composta por uma rede de fibras finas que se assemelha a raízes), com propriedades antichamas que visam o conforto térmico e acústico, criados de maneira customizada. Com uma cadeia produtiva 100% circular, usa tecnologia para transformar resíduos da agroindústria em materiais resistentes, seguros e biodegradáveis, que se descartados, ainda voltam à natureza promovendo o crescimento de novas plantas.
www.mush.eco
loja.mush.eco
@mush.eco

Premiações:

32º Congresso Brasileiro de Cosmetologia – menção honrosa embalagens sustentáveis | 2022
TOP3 Construtechs mais inovadoras no MINASCON | 2020
Campeã da Órbita Agro no Rocket Startup, da Rede Globo | 2020
2º Lugar - Concurso Internacional “From Linear to Circular Ideas” | 2021
Selo ODS | 2021
Brasil Design Awards | 2021
Selo ODS | 2022

SERVIÇO
MUSH NO DW! 2023 | BOOMSPDESIGN
ABERTA AO PÚBLICO | das 12h às 20h
Local: Terraço COPAN
Endereço: Av. Ipiranga, 200 – República
Inscrição gratuita: www.eventbrite.com.br/e/boomspdesign-2023-tickets-549685402837

CAIXA INAUGURA SALA DAS CIDADES E ESTADOS EM CURITIBA (PR) PARA ATENDIMENTO AOS ENTES PÚBLICOS DA REGIÃO

Projeto será implementado em fases e tem previsão de disponibilizar 54 salas contemplando todos os estados brasileiros

A CAIXA inaugurou, nesta terça-feira (14), em Curitiba (PR), o espaço do projeto Salas das Cidades e Estados. Outras 13 salas estão em condições operacionais para funcionamento. Até abril, serão disponibilizados 54 desses espaços pelo país para atendimento técnico, institucional e negocial aos entes públicos, visando o fortalecimento do relacionamento com a CAIXA.

As salas são um espaço exclusivo para atendimento e utilização por representantes de estados e municípios, para realização de reuniões, assessoramento técnico em projetos do setor público, assinatura de contratos de repasse, de financiamento, de empreendimentos habitacionais, entre outros.

A presidenta da CAIXA, Maria Rita Serrano, destaca a importância das salas para estados e municípios. “Com essa iniciativa, a CAIXA estreita o relacionamento com as cidades e estados e coloca à disposição todo o corpo técnico do banco para auxiliar os gestores locais a construírem projetos para impulsionar o desenvolvimento econômico e social”, avalia.

O projeto reafirma o papel do banco como o principal parceiro do poder público nos segmentos federal, estadual, municipal, judiciário e RPPS, oferecendo atendimento integral e portfólio de produtos e serviços técnicos especializados na execução e no gerenciamento das disponibilidades financeiras dos referidos segmentos.

Sala das Cidades e Estados em Curitiba

Museu da Fotografia recebe exposição fotográfica em homenagem à Feira do Largo da Ordem e seus feirantes

Com fotografias de Carol Castanho e curadoria de Lu Berlese, a exposição “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem” fica aberta para visitação gratuita entre os dias 21 de março e 07 de maio

Na foto, o artesão Benedito Martins. Créditos: Carol Castanho
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A partir do dia 21 de março, o Museu da Fotografia (anexo ao Solar do Barão) recebe a exposição fotográfica “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem”, realizada em parceria entre a Flutua Produções, a Canô Produções e a fotógrafa Carol Castanho, que também é autora das obras. O evento de lançamento acontece na quinta-feira, 23 de março, às 19h, e a visitação segue até o dia 07 de maio, de terça a sexta, das 9h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h, com entrada gratuita.

As mais de 50 fotografias, escolhidas a dedo pela curadoria da fotógrafa, professora universitária e produtora cultural Lu Berlese, retratam momentos dos conhecidos domingos de Feira e o dia a dia dos feirantes, que são os grandes mantenedores do evento. A exposição é um desdobramento do projeto cultural de mesmo nome que resultou no volume 150 do Boletim Casa Romário Martins, da Fundação Cultural de Curitiba, lançado em 2022, e na história em quadrinhos “Histórias do Largo”, disponíveis para download em www.historiasdafeiradolargo.com.br.

Inicialmente, a equipe coletou as memórias das pessoas responsáveis pela permanência de uma das maiores feiras urbanas do Brasil a partir do enfoque histórico, com Soraia Gatti, antropológico, com Luana Camargo, e fotográfico, com Carol Castanho, que conta como foi a experiência de fotografar os feirantes: “as fotografias contidas no livro, e que agora estarão na exposição, são para que os feirantes se vejam e se apropriem do importante lugar que ocupam na história da cidade de Curitiba, e para que no futuro possamos consultar a história da cidade e ver quem eram essas figuras que movimentam a cidade aos domingos. Os registros fotográficos que fiz são para que essas histórias tenham cara, para fixar na memória que a feira é feita de gente”, diz

O objetivo é resgatar, valorizar e preservar as memórias das pessoas envolvidas na manifestação cultural, como reforça a antropóloga e uma das idealizadoras do projeto, Luana Camargo. “Nós entendemos e defendemos que os feirantes, cada um com sua história, seu trabalho e suas criações, são parte do nosso patrimônio cultural. Os feirantes e suas trajetórias atravessam e são atravessados pela Feira do Largo da Ordem e, quando pensamos nela e em sua importância histórica e cultural, não podemos deixar de pensar em cada um dos 1300 indivíduos que a constroem e mantêm, dia após dia. Ela é viva, pulsante e tecida por muitas mãos”, complementa.

A Feira do Largo da Ordem surgiu no início da década de 70 e logo em seguida foi oficializada. Hoje, 50 anos depois, reúne em torno de 1.300 pessoas mantenedoras do evento: artesãos, cozinheiros e comerciantes de produtos. No calçadão do Largo da Ordem, os passantes encontram comidas e bebidas populares de diferentes regiões e nacionalidades que hoje compõem nosso patrimônio em virtude das correntes migratórias e de refúgio. Além da alimentação, a Feira oferece uma variedade de roupas, calçados, acessórios de moda e moda casa, antiguidades e outros itens para todos os gostos. Em 2018, o evento foi reconhecido como patrimônio imaterial de Curitiba pelo Conselho Municipal de Patrimônio Cultural.

Sobre Carol Castanho
Carol Castanho é fotógrafa formada em Tecnologia em Produção Cênica na UFPR e pós-graduada em Fotografia e Imagem em Movimento pela Universidade Positivo. Atualmente, cursa Ciências Sociais pela UFPR. Esteve no Haiti por quatro vezes como fotógrafa voluntária. Tem registros de rituais importantes na aldeia Pindoty durante a gravação do documentário “Essa terra não vai terminar”. É uma das idealizadoras do projeto “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem”.

Sobre a Flutua
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br e no instagram.com/flutuaproducoes.

Sobre a Canô
A Canô Produções, fundada por Luana Camargo em 2017, é pautada pelo compromisso da permanência artística e cidadã em suas ações, desenvolvendo produtos e bens artísticos culturalmente relevantes e socialmente responsáveis. Idealiza, elabora e executa projetos autorais nas áreas de antropologia, comunicação, cultura e arte, especialmente nas linguagens de patrimônio histórico, cultura popular, literatura e artes cênicas. Atentas ao desenvolvimento humano e à diversidade, as produções têm como público alvo pessoas em situação de vulnerabilidade social em diversos recortes. Acompanhem os percursos através das redes sociais da produtora: instagram.com/canoproducoes e facebook.com/canoproducoes.

SERVIÇO
Exposição fotográfica - Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem
Evento de abertura: 23/03 (quinta-feira), às 19h | Visitação: de 21/03 a 07/05
De terça a sexta, das 09h às 18h | Sábados e domingos, das 12h às 18h
Museu da Fotografia de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Centro)
Entrada gratuita

Mais informações: https://historiasdafeiradolargo.com.br/exposicao/

FICHA TÉCNICA
Idealização: Carol Castanho, Gilmar Kaminski e Luana Camargo
Fotografia: Carol Castanho
Curadoria: Lu Berlese
Direção de produção: Gilmar Kaminski e Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Projeto expográfico: Vitória Werner
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Instalações sonoras: Carmen Agulham e Pitthi Zampronio
Montagem: Montadores de Eventos Curitiba
Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte
Site: SG Studio
Feirantes: Altamir Cabral, Angela Coraiola, Angela Hasselmann, Benedito Martins, Dolly Villanueva, Éder Ferraz, Edson Mendes da Silva, Fátima Sanson, Isaías Teixeira, Jane Castanho, Linda Grabowski, Maria Laskowski, Nilcema do Rocio Ratim, Odair Marlier, Reginaldo Carvalho, René Scholz, Richard Poppe, Santo Antônio Strapasson, Silvina Aranibar, Tiemi Takahashi e Wilson Guimarães
Realização: Flutua Produções e Canô Produções
Incentivo: Fundação Cultural de Curitiba

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

18 de março, sábado, das 11 às 14h.
18 de março
Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

Uma amostra do que será exibido no maior evento de arte do Brasil, que acontece em São Paulo entre março e abril, poderá ser visto na Galeria neste fim de semana

Acontece neste sábado, dia 18 de março, em Curitiba, a exposição “Interconexões: Cores, Formas e Texturas” com obras dos artistas selecionados pela Galeria Zilda Fraletti para estar em seu estande na SP-Arte 2023, maior evento de arte do Brasil, que será realizado entre 29 de março a 2 de abril no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

Para a mostra na capital paulista, a Galeria fez uma afinada seleção de artistas contemporâneos, cujos trabalhos trazem uma energia leve, alegre e positiva. Algumas destas produções, que seguem a mesma linha do que será exibido no evento paulistano, poderão ser vistas na exposição em Curitiba.

“É preciso relembrar a força do sensível, a capacidade que possui um gesto criativo - mesmo que mínimo - de encontrar a surpresa no comum. Afinal, o mais arrebatador na arte são aqueles primeiros instantes, em que a lógica é suspensa e os sentidos nos acordam para o novo. Já passamos por turbulências demais nos últimos tempos. É preciso não esquecer que a beleza ainda existe e é necessária”, destaca Zilda.

Entre os artistas selecionados, Dee Lazzerini, Emerson Persona, Juliane Fuganti e Verônica Filipak convidam o espectador a um universo onírico de formas orgânicas e intuitivas, testando a inventividade de múltiplos meios e materiais para criar os seus trabalhos.

A produção do mineiro Dee concentra-se na criação de “corpos artificiais” e “novos seres” que partem de experiências microscópicas dentro da área biológica. O curitibano Emerson busca a representação do corpo em grandes formatos, usando técnicas como a pintura, o desenho e a colagem, e fazendo uso de figuras de animais e plantas no tamanho A3.

A catarinense Juliane tem como base a natureza e, por meio do uso de diversas técnicas, como pintura, gravura, fotografia e cerâmica, faz surgir imagens quase bucólicas e cheias de significado. Verônica tem seu trabalho baseado em tecidos costurados para construir paisagens oníricas cheias de formas e tramas.

Na exposição terão trabalhos do curitibano André Mendes e do mineiro Iuri Sarmento em que as curvas e as cores marcam presença. André cria elementos orgânicos com aspecto de sonho, que marcam a passagem do físico para o metafísico. Já os coloridos trabalhos de Iuri trazem um “barroco reinventado”, com uma roupagem mais contemporânea e que tende para o alegórico.

O jogo cromático de formas de Bruno Marcelino e do baiano Jean Araújo, dois outros selecionados, instigam os olhos mais atentos. Com produções que primam pela união entre cor, luz e superfície, Bruno mostra que não há limites para o que o olho pode perceber entre uma linha e outra de suas obras lineares. Já Jean utiliza a arte óptica para provocar a percepção do espectador, combinando tons claros e escuros, opacos e brilhantes, formas e linhas, que vibram ao olhar.

O paulistano Alexandre Frangioni foi escolhido pela forma como conversa com o público, com um humor leve e cheio de acidez nas entrelinhas, buscando traduzir na pintura uma percepção em relação ao tempo, espaço e valores na sociedade contemporânea. Suas obras bebem na engenharia, área na qual é formado, e que o guia pela exploração de materiais e tecnologias variados.

Os paranaenses Rogério Ghomes, Marcelo Conrado e Cleverson Oliveira trarão seus trabalhos que transportam o espectador para paisagens urbanas e naturais que parecem “esconder segredos”. Rogério parte de fotografias enigmáticas que vão além de meros registros, sugerindo um universo espiritual e existencial.

A produção de Marcelo, com foco principal na pintura e na fotografia, tem como base a pesquisa e a investigação criteriosa. Professor de Direito, explora temáticas como legitimidade e justiça social em suas obras. Cleverson atua em campos multidisciplinares para explorar os limites da imagem. Da produção mais recente, destacam-se os trabalhos de desenho em papel e tela usando materiais simples, como pó de grafite, lápis e marcador permanente.

“Os artistas que a Galeria Zilda Fraletti apresenta na SP-Arte 2023 nos lembram que nem a arte, nem nós mesmos, perdemos a vontade de encontrar fascínio no mundo”, destaca Zilda.

Serviço
Onde: Galeria Zilda Fraletti
Avenida Batel, 1750 – Lojas 07, 08, 10 e 12
Quando: 18 de março (sábado)
Horário: das 11h às 14h
A exposição permanecerá até 04 de abril

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Descubra a beleza e a fragilidade da Amazônia em uma exposição surpreendente de arte em vidro

A obra principal da mostra será uma instalação com centenas de peças, acompanhada de outras 10 esculturas
Por Emanuelle Spack

Você já se imaginou mergulhando em um mundo de imaginação e criatividade sem fim feitas com o vidro? Esse é o universo que a designer Désirée Sessegolo vai expor no Museu Municipal de Curitiba - MuMA (Portão Cultural), entre os dias 09 de março e 28 de maio, na Exposição Amazônia. A instalação principal terá centenas de folhas em diversos formatos e cores e será exibida sobre carvão como forma de chamar a atenção para as queimadas na Floresta Amazônica.

Uma Obra Fragmentada

Na abertura da mostra, uma das obras será fragmentada e passará a existir apenas em meio digital em uma galeria de NFTs – Non-Fungible Token, que em português significa token não fungível, no Marketplace OpenSea. “Os fragmentos da obra quebrada serão retrabalhados na criação de uma nova obra para a substituir a primeira”, conta a designer que explora a infinita capacidade de transformação do vidro em analogia ao meio ambiente.
Com obras inovadoras e impressionantes pelos detalhes que cada peça revela, esta será a oportunidade perfeita para o visitante se conectar com a arte e a inovação de forma intensa e profunda. De acordo com a curadora Edilene Guzzoni, essa mostra tem o intuito de proporcionar ao visitante uma imersão na dimensão ética da liberdade de criação artística e poética de Désirée Sessegolo que, “com sua técnica única na beleza do vidro, lamenta pelo desmatamento da floresta, pelas queimadas, pelas invasões das terras, pelos assassinatos dos que a defendem, entrando em defesa das culturas e terras”, esclarece a curadora.
Em 15 anos dedicados à arte em vidro, as folhas em vidro celular de Désirée foram exibidas em forma de esculturas, instalações, vitrais e painéis em diversas partes do mundo (Brasil, Itália, Bulgária, Reino Unido). Agora com uma mostra individual e com obras inéditas, Amazônia retorna para sua cidade natal como uma exposição única e diferenciada para surpreender e encantar a todos.

Acessibilidade

A mostra acontecerá em um espaço expositivo equipado para receber pessoas que possuem dificuldades de locomoção, terá etiquetas para a identificação das obras em braile e intérprete de libras. As pessoas com problemas de visão poderão ter contato com algumas obras e perceber suas formas e texturas através do tato.
Esta será a chance de se surpreender ao mergulhar nesse universo incrível que a arte em vidro oferece e experimentar a combinação única entre arte e tecnologia com o vidro celular. Em Amazônia, cada peça é moldada e transformada em uma obra de arte única refletindo a diversidade e a riqueza da floresta brasileira.

Sobre a artista:

      Désirée Sessegolo é designer e artista vidreira nascida em Curitiba. Seu trabalho é reconhecido pelo Museu Alfredo Andersen, Casa João Turin, Museo del Vidrio de Bogotá, International Biennale of Glass na Bulgária e The Venice Glass Week na Itália, entre as mais de 50 mostras que participou em 15 anos dedicados à arte do vidro.
A denominação “Vidro Celular”, técnica exclusiva da designer e artista visual, se define pelo seu processo de fusão, onde as partículas de vidro passam para o estado líquido, formando uma espécie de "caramelo" que e se movimenta naturalmente em busca de equilíbrio físico, originando texturas e espaços vazados com formas orgânicas.

Serviço
Exposição Amazônia
Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430, Portão - Curitiba, Paraná - CEP: 80610-270.
Entrada: Franca
Inauguração: Quinta-feira, dia 09 de março às 19h00.
Data: de 09 de março a 28 de maio de 2023.
Dias e Horários: de terça a domingo das 10h00 às 19h00.
O MuMa não abre as segundas-feiras.
Mais Informação sobre o MuMa:
http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/museu-municipal-de-arte-muma-r-portao-cultural/

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Últimos dias da exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”

A exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea” poderá ser vista até o dia 12 de março, na Sala 11 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra reúne a produção recente de 40 artistas mulheres do Rio Grande do Sul, com curadoria de Ana Zavadil.

Por meio de um conjunto de obras, muitas inéditas, as artistas questionam a situação da mulher numa história da arte dominada pelos homens. A resistência é expressada pelo processo criativo de cada uma delas, formando um conjunto inquietante e questionador.

São 140 obras de diversas técnicas. O modelo curatorial de exibição das obras é o labiríntico, sem seguir cronologia, deixando o visitante livre para escolher o seu caminho dentro da sala expositiva. Faz parte da proposta provocar questões que possam ampliar as pesquisas individuais produzidas pelas artistas.

Os trabalhos apresentados constituem fonte de resistência e poder dentro do cenário vigente da produção das artistas, muitas com um caráter feminista. A arte deve potencializar a militância artística coletiva pela busca de respeito, igualdade e diversidade, buscando romper valores do sistema patriarcal, bem como reconhecer a qualidade da obra de artistas mulheres e o seu lugar na sociedade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”
Sala 11
Até 12/3/2023
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON promove imersão na vida e obra de Poty Lazzarotto

A arte é para todos. Seguindo na missão de reaproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer (MON), a instituição apresenta a primeira edição do Arte para Maiores em 2023. Este encontro ocorrerá em duas etapas, nos dias 7 e 14 de março, ambas centradas na vida e na obra do desenhista curitibano Poty Lazzarotto.

Na primeira data, às 14h, os participantes farão uma visita mediada pela exposição “Poty, Entre Dois Mundos”, seguida de uma oficina prática. Já no segundo encontro, os inscritos participarão de uma videoconferência com a artista Juliane Fuganti, assistente de curadoria da exposição, no mesmo horário, de maneira remota.

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingressos no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do Museu deve ser pago para que ter acesso à atividade. Todos e todas são bem-vindos(as).

Em 2019, o programa Arte para Maiores conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

Em cartaz
“Poty, Entre Dois Mundos”, em cartaz na Torre do Olho do Museu Oscar Niemeyer, reúne aproximadamente 130 obras e é um recorte da maior coleção já doada à instituição, com aproximadamente 4,5 mil obras. A mostra “Poty, Entre Dois Mundos” inicia no MON um espaço contínuo de exposições deste importante artista.

Sobre a convidada
A catarinense Juliane Fuganti nasceu em 1963 e é natural de Joaçaba (SC). Atuou como professora de Desenho e Gravura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Formou-se em Economia pela FAE em 1983 e, em 1989, em Pintura pela Unespar. É mestre em Poéticas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 2011). No exterior, participou da Trienal de Gravura de Cracóvia 2000, Bienal Bela-Porto 2012, Bienal de Assunção 2017 e Bienal de Gaia 2021. Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, em cidades como Londres, Madrid, Lisboa, Porto, Frankfurt, Berlim, Paris, Lyon, São Petersburgo e Nova York. Em 2001, foi selecionada para o programa de residência de artista em Lyon, na França.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Arte para Maiores
Inscrição: bit.ly/APMmarco2023
Visita mediada e oficina
7 de março
14h às 17h
Videoconferência com Juliane Fuganti
14 de março
14h às 15h30

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br