Museu da Fotografia recebe exposição fotográfica em homenagem à Feira do Largo da Ordem e seus feirantes

Com fotografias de Carol Castanho e curadoria de Lu Berlese, a exposição “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem” fica aberta para visitação gratuita entre os dias 21 de março e 07 de maio

Na foto, o artesão Benedito Martins. Créditos: Carol Castanho
Acesse aqui uma pasta com mais opções de fotos

A partir do dia 21 de março, o Museu da Fotografia (anexo ao Solar do Barão) recebe a exposição fotográfica “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem”, realizada em parceria entre a Flutua Produções, a Canô Produções e a fotógrafa Carol Castanho, que também é autora das obras. O evento de lançamento acontece na quinta-feira, 23 de março, às 19h, e a visitação segue até o dia 07 de maio, de terça a sexta, das 9h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h, com entrada gratuita.

As mais de 50 fotografias, escolhidas a dedo pela curadoria da fotógrafa, professora universitária e produtora cultural Lu Berlese, retratam momentos dos conhecidos domingos de Feira e o dia a dia dos feirantes, que são os grandes mantenedores do evento. A exposição é um desdobramento do projeto cultural de mesmo nome que resultou no volume 150 do Boletim Casa Romário Martins, da Fundação Cultural de Curitiba, lançado em 2022, e na história em quadrinhos “Histórias do Largo”, disponíveis para download em www.historiasdafeiradolargo.com.br.

Inicialmente, a equipe coletou as memórias das pessoas responsáveis pela permanência de uma das maiores feiras urbanas do Brasil a partir do enfoque histórico, com Soraia Gatti, antropológico, com Luana Camargo, e fotográfico, com Carol Castanho, que conta como foi a experiência de fotografar os feirantes: “as fotografias contidas no livro, e que agora estarão na exposição, são para que os feirantes se vejam e se apropriem do importante lugar que ocupam na história da cidade de Curitiba, e para que no futuro possamos consultar a história da cidade e ver quem eram essas figuras que movimentam a cidade aos domingos. Os registros fotográficos que fiz são para que essas histórias tenham cara, para fixar na memória que a feira é feita de gente”, diz

O objetivo é resgatar, valorizar e preservar as memórias das pessoas envolvidas na manifestação cultural, como reforça a antropóloga e uma das idealizadoras do projeto, Luana Camargo. “Nós entendemos e defendemos que os feirantes, cada um com sua história, seu trabalho e suas criações, são parte do nosso patrimônio cultural. Os feirantes e suas trajetórias atravessam e são atravessados pela Feira do Largo da Ordem e, quando pensamos nela e em sua importância histórica e cultural, não podemos deixar de pensar em cada um dos 1300 indivíduos que a constroem e mantêm, dia após dia. Ela é viva, pulsante e tecida por muitas mãos”, complementa.

A Feira do Largo da Ordem surgiu no início da década de 70 e logo em seguida foi oficializada. Hoje, 50 anos depois, reúne em torno de 1.300 pessoas mantenedoras do evento: artesãos, cozinheiros e comerciantes de produtos. No calçadão do Largo da Ordem, os passantes encontram comidas e bebidas populares de diferentes regiões e nacionalidades que hoje compõem nosso patrimônio em virtude das correntes migratórias e de refúgio. Além da alimentação, a Feira oferece uma variedade de roupas, calçados, acessórios de moda e moda casa, antiguidades e outros itens para todos os gostos. Em 2018, o evento foi reconhecido como patrimônio imaterial de Curitiba pelo Conselho Municipal de Patrimônio Cultural.

Sobre Carol Castanho
Carol Castanho é fotógrafa formada em Tecnologia em Produção Cênica na UFPR e pós-graduada em Fotografia e Imagem em Movimento pela Universidade Positivo. Atualmente, cursa Ciências Sociais pela UFPR. Esteve no Haiti por quatro vezes como fotógrafa voluntária. Tem registros de rituais importantes na aldeia Pindoty durante a gravação do documentário “Essa terra não vai terminar”. É uma das idealizadoras do projeto “Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem”.

Sobre a Flutua
Fundada em 2016 pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, a Flutua Produções tem como proposta o diálogo com as diversas linguagens artísticas, desenvolvendo projetos nas artes cênicas, música, literatura, patrimônio histórico, artístico e cultural, artes visuais e audiovisual. Presta serviços de planejamento, organização e produção de projetos e eventos culturais, com foco na elaboração e gestão de projetos via leis de incentivo à cultura, sempre com a premissa da democratização de acesso. Dentre os atuais trabalhos desenvolvidos destacam-se a coordenação de produção da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e o projeto Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem. Mais informações em www.flutuaproducoes.com.br e no instagram.com/flutuaproducoes.

Sobre a Canô
A Canô Produções, fundada por Luana Camargo em 2017, é pautada pelo compromisso da permanência artística e cidadã em suas ações, desenvolvendo produtos e bens artísticos culturalmente relevantes e socialmente responsáveis. Idealiza, elabora e executa projetos autorais nas áreas de antropologia, comunicação, cultura e arte, especialmente nas linguagens de patrimônio histórico, cultura popular, literatura e artes cênicas. Atentas ao desenvolvimento humano e à diversidade, as produções têm como público alvo pessoas em situação de vulnerabilidade social em diversos recortes. Acompanhem os percursos através das redes sociais da produtora: instagram.com/canoproducoes e facebook.com/canoproducoes.

SERVIÇO
Exposição fotográfica - Histórias e Retratos da Feira do Largo da Ordem
Evento de abertura: 23/03 (quinta-feira), às 19h | Visitação: de 21/03 a 07/05
De terça a sexta, das 09h às 18h | Sábados e domingos, das 12h às 18h
Museu da Fotografia de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Centro)
Entrada gratuita

Mais informações: https://historiasdafeiradolargo.com.br/exposicao/

FICHA TÉCNICA
Idealização: Carol Castanho, Gilmar Kaminski e Luana Camargo
Fotografia: Carol Castanho
Curadoria: Lu Berlese
Direção de produção: Gilmar Kaminski e Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Projeto expográfico: Vitória Werner
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Instalações sonoras: Carmen Agulham e Pitthi Zampronio
Montagem: Montadores de Eventos Curitiba
Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte
Site: SG Studio
Feirantes: Altamir Cabral, Angela Coraiola, Angela Hasselmann, Benedito Martins, Dolly Villanueva, Éder Ferraz, Edson Mendes da Silva, Fátima Sanson, Isaías Teixeira, Jane Castanho, Linda Grabowski, Maria Laskowski, Nilcema do Rocio Ratim, Odair Marlier, Reginaldo Carvalho, René Scholz, Richard Poppe, Santo Antônio Strapasson, Silvina Aranibar, Tiemi Takahashi e Wilson Guimarães
Realização: Flutua Produções e Canô Produções
Incentivo: Fundação Cultural de Curitiba

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

18 de março, sábado, das 11 às 14h.
18 de março
Galeria Zilda Fraletti faz prévia da SP-Arte neste sábado

Uma amostra do que será exibido no maior evento de arte do Brasil, que acontece em São Paulo entre março e abril, poderá ser visto na Galeria neste fim de semana

Acontece neste sábado, dia 18 de março, em Curitiba, a exposição “Interconexões: Cores, Formas e Texturas” com obras dos artistas selecionados pela Galeria Zilda Fraletti para estar em seu estande na SP-Arte 2023, maior evento de arte do Brasil, que será realizado entre 29 de março a 2 de abril no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

Para a mostra na capital paulista, a Galeria fez uma afinada seleção de artistas contemporâneos, cujos trabalhos trazem uma energia leve, alegre e positiva. Algumas destas produções, que seguem a mesma linha do que será exibido no evento paulistano, poderão ser vistas na exposição em Curitiba.

“É preciso relembrar a força do sensível, a capacidade que possui um gesto criativo - mesmo que mínimo - de encontrar a surpresa no comum. Afinal, o mais arrebatador na arte são aqueles primeiros instantes, em que a lógica é suspensa e os sentidos nos acordam para o novo. Já passamos por turbulências demais nos últimos tempos. É preciso não esquecer que a beleza ainda existe e é necessária”, destaca Zilda.

Entre os artistas selecionados, Dee Lazzerini, Emerson Persona, Juliane Fuganti e Verônica Filipak convidam o espectador a um universo onírico de formas orgânicas e intuitivas, testando a inventividade de múltiplos meios e materiais para criar os seus trabalhos.

A produção do mineiro Dee concentra-se na criação de “corpos artificiais” e “novos seres” que partem de experiências microscópicas dentro da área biológica. O curitibano Emerson busca a representação do corpo em grandes formatos, usando técnicas como a pintura, o desenho e a colagem, e fazendo uso de figuras de animais e plantas no tamanho A3.

A catarinense Juliane tem como base a natureza e, por meio do uso de diversas técnicas, como pintura, gravura, fotografia e cerâmica, faz surgir imagens quase bucólicas e cheias de significado. Verônica tem seu trabalho baseado em tecidos costurados para construir paisagens oníricas cheias de formas e tramas.

Na exposição terão trabalhos do curitibano André Mendes e do mineiro Iuri Sarmento em que as curvas e as cores marcam presença. André cria elementos orgânicos com aspecto de sonho, que marcam a passagem do físico para o metafísico. Já os coloridos trabalhos de Iuri trazem um “barroco reinventado”, com uma roupagem mais contemporânea e que tende para o alegórico.

O jogo cromático de formas de Bruno Marcelino e do baiano Jean Araújo, dois outros selecionados, instigam os olhos mais atentos. Com produções que primam pela união entre cor, luz e superfície, Bruno mostra que não há limites para o que o olho pode perceber entre uma linha e outra de suas obras lineares. Já Jean utiliza a arte óptica para provocar a percepção do espectador, combinando tons claros e escuros, opacos e brilhantes, formas e linhas, que vibram ao olhar.

O paulistano Alexandre Frangioni foi escolhido pela forma como conversa com o público, com um humor leve e cheio de acidez nas entrelinhas, buscando traduzir na pintura uma percepção em relação ao tempo, espaço e valores na sociedade contemporânea. Suas obras bebem na engenharia, área na qual é formado, e que o guia pela exploração de materiais e tecnologias variados.

Os paranaenses Rogério Ghomes, Marcelo Conrado e Cleverson Oliveira trarão seus trabalhos que transportam o espectador para paisagens urbanas e naturais que parecem “esconder segredos”. Rogério parte de fotografias enigmáticas que vão além de meros registros, sugerindo um universo espiritual e existencial.

A produção de Marcelo, com foco principal na pintura e na fotografia, tem como base a pesquisa e a investigação criteriosa. Professor de Direito, explora temáticas como legitimidade e justiça social em suas obras. Cleverson atua em campos multidisciplinares para explorar os limites da imagem. Da produção mais recente, destacam-se os trabalhos de desenho em papel e tela usando materiais simples, como pó de grafite, lápis e marcador permanente.

“Os artistas que a Galeria Zilda Fraletti apresenta na SP-Arte 2023 nos lembram que nem a arte, nem nós mesmos, perdemos a vontade de encontrar fascínio no mundo”, destaca Zilda.

Serviço
Onde: Galeria Zilda Fraletti
Avenida Batel, 1750 – Lojas 07, 08, 10 e 12
Quando: 18 de março (sábado)
Horário: das 11h às 14h
A exposição permanecerá até 04 de abril

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Descubra a beleza e a fragilidade da Amazônia em uma exposição surpreendente de arte em vidro

A obra principal da mostra será uma instalação com centenas de peças, acompanhada de outras 10 esculturas
Por Emanuelle Spack

Você já se imaginou mergulhando em um mundo de imaginação e criatividade sem fim feitas com o vidro? Esse é o universo que a designer Désirée Sessegolo vai expor no Museu Municipal de Curitiba - MuMA (Portão Cultural), entre os dias 09 de março e 28 de maio, na Exposição Amazônia. A instalação principal terá centenas de folhas em diversos formatos e cores e será exibida sobre carvão como forma de chamar a atenção para as queimadas na Floresta Amazônica.

Uma Obra Fragmentada

Na abertura da mostra, uma das obras será fragmentada e passará a existir apenas em meio digital em uma galeria de NFTs – Non-Fungible Token, que em português significa token não fungível, no Marketplace OpenSea. “Os fragmentos da obra quebrada serão retrabalhados na criação de uma nova obra para a substituir a primeira”, conta a designer que explora a infinita capacidade de transformação do vidro em analogia ao meio ambiente.
Com obras inovadoras e impressionantes pelos detalhes que cada peça revela, esta será a oportunidade perfeita para o visitante se conectar com a arte e a inovação de forma intensa e profunda. De acordo com a curadora Edilene Guzzoni, essa mostra tem o intuito de proporcionar ao visitante uma imersão na dimensão ética da liberdade de criação artística e poética de Désirée Sessegolo que, “com sua técnica única na beleza do vidro, lamenta pelo desmatamento da floresta, pelas queimadas, pelas invasões das terras, pelos assassinatos dos que a defendem, entrando em defesa das culturas e terras”, esclarece a curadora.
Em 15 anos dedicados à arte em vidro, as folhas em vidro celular de Désirée foram exibidas em forma de esculturas, instalações, vitrais e painéis em diversas partes do mundo (Brasil, Itália, Bulgária, Reino Unido). Agora com uma mostra individual e com obras inéditas, Amazônia retorna para sua cidade natal como uma exposição única e diferenciada para surpreender e encantar a todos.

Acessibilidade

A mostra acontecerá em um espaço expositivo equipado para receber pessoas que possuem dificuldades de locomoção, terá etiquetas para a identificação das obras em braile e intérprete de libras. As pessoas com problemas de visão poderão ter contato com algumas obras e perceber suas formas e texturas através do tato.
Esta será a chance de se surpreender ao mergulhar nesse universo incrível que a arte em vidro oferece e experimentar a combinação única entre arte e tecnologia com o vidro celular. Em Amazônia, cada peça é moldada e transformada em uma obra de arte única refletindo a diversidade e a riqueza da floresta brasileira.

Sobre a artista:

      Désirée Sessegolo é designer e artista vidreira nascida em Curitiba. Seu trabalho é reconhecido pelo Museu Alfredo Andersen, Casa João Turin, Museo del Vidrio de Bogotá, International Biennale of Glass na Bulgária e The Venice Glass Week na Itália, entre as mais de 50 mostras que participou em 15 anos dedicados à arte do vidro.
A denominação “Vidro Celular”, técnica exclusiva da designer e artista visual, se define pelo seu processo de fusão, onde as partículas de vidro passam para o estado líquido, formando uma espécie de "caramelo" que e se movimenta naturalmente em busca de equilíbrio físico, originando texturas e espaços vazados com formas orgânicas.

Serviço
Exposição Amazônia
Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430, Portão - Curitiba, Paraná - CEP: 80610-270.
Entrada: Franca
Inauguração: Quinta-feira, dia 09 de março às 19h00.
Data: de 09 de março a 28 de maio de 2023.
Dias e Horários: de terça a domingo das 10h00 às 19h00.
O MuMa não abre as segundas-feiras.
Mais Informação sobre o MuMa:
http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/museu-municipal-de-arte-muma-r-portao-cultural/

Redes Sociais:
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Últimos dias da exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”

A exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea” poderá ser vista até o dia 12 de março, na Sala 11 do Museu Oscar Niemeyer (MON). A mostra reúne a produção recente de 40 artistas mulheres do Rio Grande do Sul, com curadoria de Ana Zavadil.

Por meio de um conjunto de obras, muitas inéditas, as artistas questionam a situação da mulher numa história da arte dominada pelos homens. A resistência é expressada pelo processo criativo de cada uma delas, formando um conjunto inquietante e questionador.

São 140 obras de diversas técnicas. O modelo curatorial de exibição das obras é o labiríntico, sem seguir cronologia, deixando o visitante livre para escolher o seu caminho dentro da sala expositiva. Faz parte da proposta provocar questões que possam ampliar as pesquisas individuais produzidas pelas artistas.

Os trabalhos apresentados constituem fonte de resistência e poder dentro do cenário vigente da produção das artistas, muitas com um caráter feminista. A arte deve potencializar a militância artística coletiva pela busca de respeito, igualdade e diversidade, buscando romper valores do sistema patriarcal, bem como reconhecer a qualidade da obra de artistas mulheres e o seu lugar na sociedade.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”
Sala 11
Até 12/3/2023
www.museuoscarniemeyer.org.br

MON promove imersão na vida e obra de Poty Lazzarotto

A arte é para todos. Seguindo na missão de reaproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer (MON), a instituição apresenta a primeira edição do Arte para Maiores em 2023. Este encontro ocorrerá em duas etapas, nos dias 7 e 14 de março, ambas centradas na vida e na obra do desenhista curitibano Poty Lazzarotto.

Na primeira data, às 14h, os participantes farão uma visita mediada pela exposição “Poty, Entre Dois Mundos”, seguida de uma oficina prática. Já no segundo encontro, os inscritos participarão de uma videoconferência com a artista Juliane Fuganti, assistente de curadoria da exposição, no mesmo horário, de maneira remota.

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingressos no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do Museu deve ser pago para que ter acesso à atividade. Todos e todas são bem-vindos(as).

Em 2019, o programa Arte para Maiores conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

Em cartaz
“Poty, Entre Dois Mundos”, em cartaz na Torre do Olho do Museu Oscar Niemeyer, reúne aproximadamente 130 obras e é um recorte da maior coleção já doada à instituição, com aproximadamente 4,5 mil obras. A mostra “Poty, Entre Dois Mundos” inicia no MON um espaço contínuo de exposições deste importante artista.

Sobre a convidada
A catarinense Juliane Fuganti nasceu em 1963 e é natural de Joaçaba (SC). Atuou como professora de Desenho e Gravura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Formou-se em Economia pela FAE em 1983 e, em 1989, em Pintura pela Unespar. É mestre em Poéticas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 2011). No exterior, participou da Trienal de Gravura de Cracóvia 2000, Bienal Bela-Porto 2012, Bienal de Assunção 2017 e Bienal de Gaia 2021. Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, em cidades como Londres, Madrid, Lisboa, Porto, Frankfurt, Berlim, Paris, Lyon, São Petersburgo e Nova York. Em 2001, foi selecionada para o programa de residência de artista em Lyon, na França.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Arte para Maiores
Inscrição: bit.ly/APMmarco2023
Visita mediada e oficina
7 de março
14h às 17h
Videoconferência com Juliane Fuganti
14 de março
14h às 15h30

Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Ristorantino Opera Arte & Eventos até 90 pessoas & Almoço executivo de segunda a sexta-feira

Nesta sexta-feira estive no Ristorantino Opera Arte ♥️ com conceito da deliciosa gastronomia italiana contemporânea inserido em uma arquitetura belíssima, espaço ideal para se reunir e aquecer esse clima de inverno!

Além do almoço executivo padrão de qualidade já conhecido, o lugar está preparado para eventos, exposições etinerantes de artistas super especiais, vão vir novidades no cardápio, vou contsando tudo para vocês…

Agradeço o gentil convite Isabela!

Fiz algumas imagens para você meu leitor!

Vem conferir de pertinho!
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MON realiza programação especial para o Dia das Mulheres

Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, celebrado anualmente em 8 de março, o Museu Oscar Niemeyer oferece ao público, ao longo do mês, diversas atividades gratuitas dedicadas ao tema. A programação conta com oficinas, mediações e videoconferências com artistas convidadas.

A primeira ação do mês será a oficina “Laboratório de Experiências: Tinta Acrílica”, no dia 1º, com sessões às 13h30 e 15h30. Inspirada nas obras da artista Leila Pugnaloni, a atividade irá explorar as potências da tinta acrílica, experimentando diversas formas de pintar.

No dia 8, às 15h, haverá uma visita mediada que propõe um roteiro exclusivo, com um percurso pelos trabalhos de artistas mulheres, em exposição no MON, explorando suas linguagens e diversidade.

Para o dia 11, às 15h, está marcada uma conversa com as artistas e com a curadora Ana Zavadil, da exposição “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”.

A oficina artística “Paisagens Costuradas” acontecerá no dia 15, com sessões às 13h30 e 15h30, inspirada na obra da artista Mariana Palma. Seu trabalho pode ser visto atualmente na exposição “Afinidades II – Elas!”, na Sala 3 do MON, e na mostra “MON sem Paredes”, no gramado do Museu.

Durante a oficina, o público participante fará uma expedição sensorial na área externa do MON, onde haverá coleta de materiais que, como fragmentos do mundo com suas cores, formas e texturas, irão compor imagens diversas.

Uma visita mediada na exposição “Afinidades II – Elas!” acontecerá no dia 15, às 15h. A mostra reúne obras de dez artistas mulheres, de diversas regiões do Brasil.

No dia 16, às 19h30, será realizada a videoconferência “A Dimensão do Feminino Traumático”, com a artista Juliana Notari. A atividade estará acessível também em Libras.

Artista, pesquisadora, doutora e mestre em Artes Visuais, Juliana Notari abordará temas que compõem sua trajetória artística, como corpo, sexualidade, nascimento e morte, experiência estético-política, femininos, feminismos, trauma e a relação entre natureza e cultura. Seu trabalho pode ser visto atualmente na exposição “Afinidades II – Elas!”, na Sala 3 do MON.

Para encerrar a programação de março, no dia 22, às 14h, haverá uma oficina com a artista Cintia Ribas: “Laboratório Experimental de Colagem”. Neste laboratório experimental, uma conversa irá anteceder a produção de colagens e a investigação das imagens. A atividade é recomendada para maiores de 14 anos.

A artista é cofundadora do Clube da Colagem de Curitiba (CCC), faz parte do grupo de artistas participantes da ação e exposição coletiva Queer Museu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, com curadoria de Gaudêncio Fidelis. Seu trabalho pode ser visto atualmente na exposição “Carne Viva”, na Sala 7 do MON.

Serviço
Laboratório de Experiências: Tinta Acrílica
Data: 1° de março
Hora: Sessão 1 – 13h30 às 15h / Sessão 2 – 15h30 às 17h
Local: Espaço de Oficinas

A oficina é recomendada para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeita a lotação.

Visita mediada | Roteiro temático pelas exposições do MON
Data: 8 de março
Hora: 15h
Local: em frente à bilheteria

Conversa com as artistas e a curadora Ana Zavadil | “Fora das Sombras: Novas Gerações do Feminino na Arte Contemporânea”
Data: 11 de março
Hora: 15h
Local: Sala 11

Oficina Paisagens Costuradas
Data: 15 de março
Hora: Sessão 1 – 13h30 às 15h / Sessão 2 – 15h30 às 17h
Local: Espaço de Oficinas

A oficina é recomendada para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila, sujeita a lotação.

Visita mediada na exposição “Afinidades II – Elas!”
Dia 15, às 15h
Local: Sala 3

Videoconferência | “A Dimensão do Feminino Traumático”, com Juliana Notari (acessível em Libras)
Data: 16 de março
Hora: 19h30
Inscrições: https://forms.gle/x8P7fndHoTW8aFga8

“Laboratório Experimental de Colagem”, com Cintia Ribas
Data: 22 de março
Hora: 14h
Local: Espaço de Oficinas
Inscrições: https://forms.gle/mDUUiihHUMZ4N19y9
A oficina é recomendada para maiores de 14 anos.

Mais informações pelo fone (41) 3350-4448, ou pelo e-mail educativo@mon.org.br.

www.museuoscarniemeyer.org.br

UP ExperienceNatureza feminina é tema de exposição cultural na Universidade Positivo

Com um trabalho desenvolvido com figuras em aquarela, esculturas em argila e outras técnicas mistas sobre papel, a Biblioteca Central da Universidade Positivo (UP) recebe, a partir de segunda-feira (27), a exposição “Natureza Feminina”, da artista Adrianne Moro. A exibição marca o início do ano letivo e abre o calendário cultural da biblioteca.

A artista explica que a mostra, que une representações e reflexões de imagens nas quais o feminino encontra a natureza, tem como objetivo retirar a mulher de seus múltiplos papéis da sociedade e levá-las a um mundo de sonhos, paz, tranquilidade, beleza e força. “A mulher se une com a terra, com os ciclos da lua e com a natureza que sempre esteve simbolicamente conectada ao corpo feminino, um gerador de vida, convidando o expectador a explorar cada imagem e a sonhar com esse universo feminino multifacetado”, define Adrianne, que cita o poder da mulher como principal fonte de inspiração das obras em suas diversas formas.

Adrianne é nascida na capital paranaense, formada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e trabalha explorando diversas áreas artísticas, como assemblage, colagem, escultura e arte digital, além da própria pintura, e já participou de exposições em todo o Brasil, e também na Itália e nos Estados Unidos.

A mostra faz parte das atrações anunciadas pela Biblioteca Central da Universidade Positivo em 2023, com uma programação especial realizada pela UP Experience. A exibição acontece entre os dias 27 de fevereiro e 28 de abril e está aberta ao público, no campus Ecoville, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8h às 13h. A entrada é gratuita.

Serviço

Exposição Natureza Feminina

Onde: Biblioteca Central da Universidade Positivo - Piso térreo (Rua Professor Pedro Viriato

Parigot de Souza, 5.300 - Ecoville)

Quando: de 27 de fevereiro a 28 de abril de 2023, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h; sábados, das 8h às 13h

Entrada gratuita

Informações: www.upx.art.br e @upexperiencebr

Museu Oscar Niemeyer leva arte para a área externa, num projeto inédito

O inédito projeto “MON sem Paredes – Artistas Conquistam os Jardins do MON” é a mais nova realização do Museu Oscar Niemeyer e faz parte das comemorações de 20 anos da instituição. A abertura será no dia 8 de fevereiro.

Obras dos artistas Gustavo Utrabo e Mariana Palma ocupam pela primeira vez o icônico espaço de área verde ao lado do MON, chamado de Parcão. A proposta e a curadoria do projeto são de Marc Pottier.

Na área interna do Museu, no hall do Pátio das Esculturas, o público pode conferir, simultaneamente, maquetes e desenhos feitos pelo paranaense Gustavo Utrabo durante o processo de concepção de suas obras que estão do lado de fora.

“Cada vez mais democrático e inclusivo, com esta iniciativa, o Museu Oscar Niemeyer rompe definitivamente o limite físico de suas paredes e abraça a população, chegando ao espaço externo da instituição e tornando-se acessível a todos”, explica a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

“MON sem Paredes” também é um convite para que o público externo e que, eventualmente, não tenha o hábito de frequentar o Museu perceba e se inspire com a arte e sinta-se instigado a visitar as outras exposições. Segundo Juliana, o projeto deverá ser de longa duração, com novas versões previstas.

Para a secretária de Cultura Luciana Casagrande Pereira, “MON sem Paredes” coroa a vocação do MON de ser “o lugar” imperdível a ser visitado e desfrutado.

“O Museu Oscar Niemeyer hoje transcende esse prédio magnífico feito de concreto e vidros. Ele é um local de encontros, trocas e contemplação que se estende pelos gramados e arredores. Poder oferecer ao público amplo a oportunidade de contato com a arte de forma tão simples e ainda gratuita é um privilégio”, avalia Luciana.

O curador Marc Pottier explica que esta é a primeira versão de um projeto em que o MON passará a, regularmente, convidar artistas para ocuparem os espaços públicos do Museu.

Ele comenta ainda que “a arte no espaço público também permite uma variedade de atividades interativas que nem sempre uma exposição museológica permite”. Segundo o curador, ao criar ligações entre os exteriores e as salas expositivas do Museu, este novo projeto permite mostrar muitas outras formas de expressão da criatividade artística.

“Semeador” e “Ao Redor de uma Árvore”, do artista-arquiteto paranaense Gustavo Utrabo

Com este trabalho, o artista cria paredes virtuais para este novo projeto do MON, uma nova sala sem paredes onde muitos outros artistas serão convidados no futuro.

O “Semeador” passa por uma declaração sobre a vida a partir da passagem do tempo e surge de um percurso elevado do solo que conecta o Museu ao jardim adjacente a ele. Esse trajeto é construído pela repetição de uma modulação de piso projetada por Niemeyer para o MON. Porém, em vez de uma simples repetição do existente, a proposta se põe a borrar os limites entre o construído e o natural, produzindo o piso a partir de uma mistura de sementes típicas da flora paranaense ao convencional cimento, areia, brita e água. Partindo-se do entendimento de que nascemos por onde caminhamos, é olhando para o chão que aprendemos a caminhar.

O caminho leva o visitante à obra “Ao Redor de uma Árvore”, uma criação de tamanho excepcional e que poderia ser considerada uma nova sala – sem paredes – do MON. É a partir de uma árvore que cresce levemente inclinada, buscando a luz do sol, que a instalação se encontra. Materializa-se como um gesto de cuidado, no qual uma amarração de peças metálicas, que sustentam a obra, envolve o caule e nos aproxima da copa. Buscam, em uma relação intrinsecamente ambígua, cuidar e ser protegido. A intervenção quer ser leve como a copa das árvores e, em um aceno de respeito, olha para cima e a circunda – um movimento que balança entre o zelo e a reverência. Um percurso ascendente em espiral materializa a proposta, estruturando-se num fino jogo de forças entre balanço e contrapeso. O toque no chão é feito por meio de quatro finos pilares e, assim como proferido por Ailton Krenak, pisar suavemente sobre a terra é o que se busca.

“Transparências”, da artista Mariana Palma

Com forte referência a Vanitas, um estilo de pintura produzido entre os séculos XVI e XVII no qual as composições procuravam provar a transitoriedade da vida, misturando símbolos de efemeridade e morte, as fotografias de Mariana Palma exploram esse espaço de memória presente e póstuma. Ao imprimir fotos em voil, a série “Transparências”, de Mariana Palma, comunica a sensação que a artista cria em suas telas. Nesta instalação apresentada num grupo de árvores em frente à entrada do MON, o espectador é convidado a participar e se ver em meio às cenas produzidas. Para além das justaposições conseguidas através da composição e da distância entre os tecidos, o público torna-se mais um elemento da obra. O caminho criado por e entre os tecidos abre caminhos e convites para acessar novas percepções e visões de uma mesma obra que se mistura com quem a observa e com o espaço.

Mariana Palma cria espaços pictóricos únicos, construídos pela justaposição de elementos de famílias distantes. Nas grandes telas de cores saturadas, azulejos convivem com folhagens, ralos com anêmonas, cortinas de teatro com flores, tecidos estampados, drapeados e desfiados. Nas aquarelas e fotografias, elementos naturais e artificiais geram híbridos improváveis.

O resultado são composições inesperadamente harmônicas e enigmáticas que, ao causar certo estranhamento, convidam o espectador a tomar tempo para observação. A contemplação revela indícios genéticos. O “grandeur”, a dramaticidade, a exuberância emocional, a vitalidade, a construção do movimento e o uso de texturas contrastantes e materiais luxuosos revelam o diálogo com a pintura barroca dos séculos XVI e XVII, evocando reflexões sobre a sensualidade, a efemeridade da beleza, o bombardeio de imagens da atualidade. O uso de cores puras remete aos pintores flamengos, enquanto os sutis efeitos perspectivos sugerem o domínio da lição renascentista (e sua subversão).

A artista parte dos pressupostos da tradição pictórica para abordar suas inquietações. As referências filtram o repertório emocional e geram um trabalho em que o aparente transbordamento de elementos segue, no fundo, uma organização precisa.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“MON sem Paredes – Artistas Conquistam os Jardins do MON”
No gramado do MON, a partir de 8 de fevereiro
Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br

Bradesco patrocina a maior exposição imersiva da Frida Kahlo

Banco faz ativação interativa e com recursos de acessibilidade na mostra que estreia no dia 1º de fevereiro, em São Paulo

São Paulo, janeiro de 2023 -- Apresentada pelo Bradesco, a exposição “Frida Kahlo: Uma Biografia Imersiva” chega a São Paulo nesta quarta-feira (1º). A mostra, que ficará instalada até 30 de abril, no Shopping Eldorado, tem um espaço temático, interativo e acessível do banco.

Esta é maior exposição imersiva já criada em torno da vida e obra da mexicana e o Bradesco preparou uma representação de 12 metros quadrados da “La Casa Azul”, residência da artista desde a infância e que hoje abriga o museu que leva o seu nome. Os visitantes podem entrar no espaço instagramável e se posicionar na janela para registrar imagens ao lado de um painel com ilustração da Frida.

O ambiente também conta com uma tecnologia que permite o público escolher, de forma digital, um dos figurinos e/ou acessórios da artista para tirar foto com moldura inspirada em suas obras.

A ativação do Bradesco ainda tem monitores para o atendimento dos visitantes, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e audiodescrição dos cenários, figurinos, entre outros elementos visuais.

Os ingressos de “Frida Kahlo: Uma Biografia Imersiva” estão disponíveis no site da Eventim. Clientes Bradesco e Bradescard têm 20% desconto (não-cumulativos) durante toda a temporada para ingressos com valor inteiro. Crianças até 2 anos e 11 meses não pagam.

SERVIÇO
FRIDA KAHLO: Uma Biografia Imersiva
Período de visitação: 01/02 a 30/04/2023
Local: Shopping Eldorado
Endereço: Av. Rebouças, 3.970 -- Pinheiros -- São Paulo/SP
Horário: Segunda a sábado das 10h às 22h (última entrada até 21h20) | Domingo das 11h às 21h (última entrada até as 20h20). A tolerância de atraso para a entrada é de até 20 minutos após o horário agendado no ingresso.
Venda: Eventim
Valores:
Segunda-feira a quinta-feira: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia-entrada)
Sexta-feira a domingo e feriados: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia-entrada)
VIP Experience: R$ 170 - Valor único com direito a atividade VR (apenas em Frida Kahlo), entrada sem filas e sem horário marcado, além de brindes

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO DE PALHAÇOS, EXPOSIÇÕES E OFICINAS

Programação é gratuita, com atividades presenciais e virtuais para todas
as idades

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no mês de fevereiro, uma programação variada, que inclui espetáculo de palhaços, exposições e oficinas gratuitas, presenciais e virtuais, para todas as idades. Ao longo do mês, o público poderá criar pinturas e trabalhos artesanais, como a confecção de máscaras festivas, bordados com lantejoulas e arte com papelão, e, ainda, aproveitar os jogos e brincadeiras na oficina de palhaçaria.

Todas as oficinas são gratuitas e as inscrições podem ser realizadas no site da CAIXA Cultural.

Na oficina Máscaras Festivas, os participantes vão aprender a criar uma máscara com as cores e as formas da sua preferência utilizando a técnica de papietagem. A atividade será presencial, com turma única e dois encontros, nos dias 4 e 11 de fevereiro, das 15h às 16h30.

Oficina Máscaras Festivas

A exposição Mulheres que Mudaram 200 Anos segue em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba até 16 de abril e propõe o resgate de personalidades importantes ligadas ao processo de construção do Brasil independente, como Maria Leopoldina, Maria Felipa, Maria Quitéria e Nísia Floresta, por meio de pesquisa histórica e da obra de artistas contemporâneas, convidadas a retratar essas mulheres.

Exposição Mulheres que Mudaram 200 Anos

No ateliê virtual O Retrato na História da Arte, serão analisadas imagens de retratos de diferentes épocas. O encontro será virtual, no dia 5 de fevereiro, das 15h às 16h30.

Aproveitando a presença das artistas Erika Lourenço, Fernanda Rodrigues, Mariê Balbinot e Thaiz Zafalon na exposição Mulheres que Mudaram 200 Anos, o encontro Artistas Mulheres em Curitiba propõe um bate-papo a respeito da produção das artistas da cidade. A atividade acontecerá no dia 26 de fevereiro, presencialmente, das 15h às 16h30.

Na oficina Como Criar com Papelão, os participantes aprenderão noções de como criar peças interessantes e com bom acabamento. Usando diferentes tipos de papelão, os participantes aprenderão a explorar as propriedades desse material, que pode ser usado para criar de porta-retratos a brinquedos. O encontro será online, no dia 8 de fevereiro, das 14h às 15h30.

Oficina Como Criar com Papelão

A oficina Bordado com Lantejoulas propõe o contato com referências do uso da lantejoula na arte e na cultura popular brasileira para a criação de bordados com o material. O encontro acontecerá presencialmente no dia 12 de fevereiro, das 15h às 16h30.

Na oficina Tinta Têmpera: da antiguidade ao século XX, os participantes irão conhecer obras produzidas com esse tipo de tinta, na qual pigmentos de terra são misturados à uma emulsão de água e ovos; às vezes também se usa cola ou leite. O público aprenderá suas principais características e produzirá suas próprias têmperas. A atividade ocorrerá em duas modalidades diferentes: no dia 15 de fevereiro, às 14h, será online e no dia 25 de fevereiro será presencial.

Outro destaque da programação de fevereiro é exposição Sussurro, da artista visual Pina, que apresenta um conjunto de trabalhos em pintura, escultura e instalação na Galeria Térreo. A programação da exposição inclui ainda a oficina de prática artística Figura humana e sensações: investigações poéticas, ministrada pela própria artista. A exposição abre no dia 3 de fevereiro, às 19h.

Além disso, a CAIXA Cultural Curitiba apresentará, de 3 a 12 de fevereiro, o espetáculo “Alcateia de Palhaços", da companhia Les Lupines, que também traz a “Oficina de Palhaçaria: Jogos e Brincadeiras”, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, das 18h30 às 21h30.
A programação completa pode ser conferida no site da CAIXA Cultural.

SERVIÇO:
Espetáculo: Alcateia de Palhaços - Les Lupines
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Teatro
Data: de 03 a 12 de fevereiro de 2023
Horário: sextas e sábados, às 15 e 17h, e domingos, às 17h
Bilheteria: R$ 10,00 (inteira) R$5,00 (meia). Até 15 minutos antes dos espetáculos
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 4501-8309/8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Exposição: Mulheres que Mudaram 200 Anos
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Galeria do Térreo
Data: até 11 de abril de 2023
Visitação: terça a domingo
Horário: terça a sábado das 10h às 20h e domingos e feriados das 10h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 4501-8309/8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Exposição: Sussurro - Artista Pina
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Galeria do Térreo
Abertura: 03 de fevereiro de 2023, às 19h
Data: de 04 a 26 de fevereiro de 2023
Visitação: terça a domingo
Horário: terça a sábado das 10h às 20h e domingos e feriados das 10h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 4501-8309/8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Máscaras Festivas
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) -- Sala de Oficinas
Datas: 4 e 11 de fevereiro de 2023
Vagas: 15
Horário: 15h às 16h30​
Duração: 3 horas
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Figura humana e sensações: investigações poéticas -- Oficina com Pina
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Galeria do Térreo
Datas: 07, 08, 09, 10, 14, 15 e 16 de fevereiro de 2023
Vagas: 15 (turma única)
Horário: 18h30 às 20h
Duração: 10 horas e 30 minutos
Classificação indicativa: a partir de 14 anos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Oficina de Palhaçaria: jogos e brincadeiras
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Teatro
Datas: 07 a 09 de fevereiro de 2023
Vagas: 50
Horário: 18h30 às 21h30 (turma única)
Duração: 9 horas
Classificação indicativa: acima de 16 anos
Inscrições gratuitas: Grupo Les Lupines - link
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Bordado com Lantejoulas
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) -- Sala de Oficinas
Datas: 12 de fevereiro de 2023
Vagas: 15
Horário: 15h às 16h30​
Duração: 3 horas
Classificação indicativa: A partir de 16 anos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Tinta Têmpera: da antiguidade ao século XX
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Sala de Oficinas
Datas: 25 de fevereiro de 2023
Vagas: 15
Horário: 15h às 16h30​
Duração: 3 horas
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Artistas Mulheres de Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba -- Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro. Curitiba (PR) - Sala de Oficinas
Datas: 26 de fevereiro de 2023
Vagas: 15
Horário: 15h às 16h30​
Duração: 3 horas
Classificação indicativa: A partir de 14 anos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

PROGRAMAÇÃO VIRTUAL
O Retrato na História da Arte
Local: Plataforma Microsoft Teams
Datas: 5 de fevereiro de 2023
Horário: 15h às 16h30
Duração: 90 min
Classificação indicativa: A partir de 14 anos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Como Criar com Papelão
Local: Plataforma Microsoft Teams
Datas: 8 de fevereiro de 2023
Horário: 14h às 15h30
Duração: 90 min
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

Tinta Têmpera: da antiguidade ao século XX
Local: Plataforma Microsoft Teams
Datas: 15 de fevereiro de 2023
Horário: 14h às 15h30
Duração: 90 min
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Inscrições gratuitas: CAIXA Cultural
Informações: (41) 4501-8309 / 4501-8502 | caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE A EXPOSIÇÃO “SUSSURRO”

Mostra é a primeira exposição individual da artista visual Pina e reúne trabalhos em pintura, escultura e instalação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, entre os dias 03 e 26 de fevereiro, a primeira exposição individual da artista visual Pina. A mostra Sussurro traz um conjunto de trabalhos em pintura, escultura e instalação que focam na temática do corpo humano e seus detalhes.

A partir de suas experiências pessoais, Pina cria retratos de personagens baseados em fotografias e memórias de sua infância, destacando gestos e características físicas e emocionais desses personagens. Os retratos apresentados na exposição possuem tamanho em escala natural e são produzidos em tinta à óleo sobre papel craft modulado.

A exposição é resultado de pesquisa iniciada pela artista durante sua formação universitária em Artes Visuais na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. A pesquisa, voltada para as poéticas visuais, aprofundou estudos em pintura e investigação da figura humana.

A artista também ministrará entre os dias 07 e 16 de fevereiro, a oficina Figura humana e sensações: investigações poéticas. São quinze vagas disponíveis e os trabalhos produzidos pelos participantes serão apresentados na própria exposição Sussurro, fomentando a circulação da produção artística na cidade.

Paisagem-carne -- Pina -- óleo sobre papel (2021)

SERVIÇO:
Exposição: Sussurro -- artista Pina
Local: Galeria Térreo da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro, Curitiba (PR)
Abertura: 03 de fevereiro de 2023, às 19h
Visitação: De 04 a 26 de fevereiro de 2023
Horário: terça a sábado das 10h às 20h e domingos e feriados das 10h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 4501-8309/ 8722
CAIXA Cultural

Oficina: Figura humana e sensações: investigações poéticas
Local: Galeria Térreo da CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 -- Centro, Curitiba (PR)
Período: 07, 08, 09, 10, 14, 15 e 16 de fevereiro de 2023, das 18h30 às 20h
Capacidade: 15 vagas (turma única)
Inscrições: caixaculturalcuritiba@caixa.gov.br
Classificação Indicativa: 14 anos
Informações: (41) 4501-8309/ 8722
CAIXA Cultural

Manoel Felipe Doria abre exposição em Curitiba celebrando a lineart

O coquetel de abertura terá bate-papo com o artista nesta quinta-feira (26); exposição fica em cartaz até 26 de abril

CURITIBA, 25/01/2023 - A força da simplicidade nas linhas desenhadas sobre o canvas cria espetáculos visuais na nova exposição artística de Manoel Felipe Doria. A mostra “infinito a infinito” reúne obras do artista, arquiteto e ilustrador, focadas na técnica lineart, e ganharão as paredes do Nex – Casa de Pedra a partir desta quinta-feira, dia 26 de janeiro. O coquetel de lançamento acontece a partir das 19h30, com bate-papo com o artista. A exposição ficará em cartaz até 26 de abril.

Graduado em Arquitetura e Urbanismo e sócio do escritório Doria+Arquitetos, Manoel Felipe Doria carrega sua expressão artística tanto na vida profissional como na pessoal, que permitem o uso de seus desenhos em interesses diversos. Com a lineart, técnica focada no uso de linhas, encontrou uma forma de trabalhar as camadas simbólicas da sua percepção sobre a linearidade da vida por meio do traçado ágil e intuitivo, uma expressão que define sua particularidade. Como artista já desenvolveu outros trabalhos variados, que vão do EP musical, “Olhos Nus” (2015) e o material ilustrativo da Bienal Internacional do Cairo (2018) até produções encomendadas para galerias particulares, como o caso da obra “O Mural” (2022).

Em “infinito a infinito”, Doria explora a ideia do movimento que direciona uma narrativa através do espaço ocupado por linhas. “É surpreendente a possibilidade de representar tudo o que é complexo através de uma simples linha”, conta. A técnica aplicada pelo artista pretende revelar sua expressão mais íntima concentrada no essencial.

O título da exposição reflete a característica dessa tipologia de traçado: “linhas paralelas possuem muito em comum, mesmo que jamais se cruzem. Por outro lado, qualquer outro par de linhas retas se encontram somente uma vez e depois se afastam no infinito.” reflete o artista sobre a visão de seus trabalhos. As obras carregam a magnitude da linha, seus movimentos e suas infinitas possibilidades de uso. A curadoria é de Monica Hirano e a produção de Altieres Fim Biela.

A exposição “infinito a infinito”, de Manoel Felipe Doria, será aberta oficialmente nesta quinta-feira, dia 26 de janeiro, a partir das 19h30, com coquetel e bate-papo com o artista. O Nex – Casa de Pedra fica na Alameda Presidente Taunay (nº 130), no bairro Batel. A exposição pode ser visitada até 26 de abril, de segunda a sexta, das 08h às 19h. Mais informações no perfil oficial do Nex no Instagram (@nexcoworking).

MON realiza workshop para crianças sobre o tema sustentabilidade

No dia 27 de janeiro, às 10h, o Museu Oscar Niemeyer vai oferecer ao público infantil o workshop gratuito “Terzo Paradiso”, que irá promover um diálogo sobre sustentabilidade, reciclagem de materiais e paz no planeta. Também será criado um manifesto sobre tais princípios.

O projeto foi desenvolvido e produzido a partir do movimento “Terzo Paradiso”, idealizado pelo artista italiano Michelangelo Pistoletto, um dos principais representantes da “Arte Povera” italiana.

“Terzo Paradiso” é um movimento mundial, já desenvolvido em diversos países do mundo, realizado pela primeira vez na América do Sul, em 2022, pelo Museu Oscar Niemeyer. Atualmente, uma instalação coletiva que reúne dezenas de artistas locais pode ser vista no Vão-Livre do MON. A exposição, produzida por Consuelo Cornelsen e com curadoria de Marc Pottier, fez parte das comemorações de 20 anos do Museu.

O Terceiro Paraíso é um símbolo concebido para difundir uma mensagem de renascimento e de partilha no mundo, por meio da promoção de atividades artísticas orientadas para alcançar efeitos tangíveis com impacto social nos lugares onde é realizado.

O workshop é recomendado para maiores de 5 anos, mas a participação de um adulto que acompanhe a criança é obrigatória durante as atividades. As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila. Atividade sujeita a lotação.
Mais informações: (41) 3350-4448 ou educativo@mon.org.br.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Workshop gratuito “Terzo Paradiso”
Dia 27 de janeiro, das 10h ao meio-dia.
As inscrições são liberadas 15 minutos antes e por ordem de chegada na fila. Atividade sujeita a lotação.
Mais informações: (41) 3350-4448 ou educativo@mon.org.br.

MON promove Colônia de Férias 2023 com atividades especiais

Entre os dias 24 e 27 de janeiro, o Museu Oscar Niemeyer (MON) promove uma série de atividades para as crianças. As palavras “imaginar, investigar, descobrir e compartilhar” inspiraram a programação especial. Elas representam a essência das ações educativas, com oficinas dirigidas, atividades em grupos, brincadeiras, dinâmicas e novas experiências que irão se conectar com o museu e as suas exposições, promovendo a criatividade e a sensibilização para a arte entre crianças e adultos.

As atividades vão ocupar diversas áreas do MON, como o Olho, o Espaço de Oficinas e a área externa (gramado do museu e Vão-livre), oportunizando novas experiências individuais, sensoriais e coletivas.

A programação é direcionada para crianças entre 7 e 10 anos que devem estar acompanhadas de um adulto responsável. Diariamente, uma das ações sempre será um ateliê aberto que funcionará das 13h30 às 17h (com entrada permitida até 16h30), no Espaço de Oficinas. Nas atividades será possível experimentar algum material ou técnica pelo tempo que cada um achar ideal. Para participar é necessário adquirir o ingresso para entrada no museu.

Outras duas oficinas serão realizadas diariamente. Com 1h30 de duração, elas são gratuitas e têm limite de 20 crianças por atividade. A primeira tem início às 13h30 e a segunda às 15h30. As inscrições são sujeitas à lotação e devem ser feitas 30 minutos antes em frente ao Salão de Eventos. Durante toda a programação a criança deve estar acompanhada de até um adulto responsável (um adulto poderá acompanhar até duas crianças inscritas).

NOVIDADE
Em 2023, o MON também oferta oficinas e atividades para crianças entre 2 e 3 anos completos. A programação acontece no dia 24 janeiro (terça-feira), das 10h30 às 11h30, no Espaço de Oficinas. Para participar basta adquirir o ingresso de entrada no Museu. São 10 vagas, sendo necessário chegar 15 minutos antes. É obrigatário o acompanhamento por um ou dois adultos. Sujeito à lotação.

Confira a programação completa para escolher as atividades que deseja:

24/01 – Terça-feira | IMAGINAR

10h30 às 11h30 – Imaginar o MON com pequenos passos (atividade destinada às crianças entre 2 e 3 anos completos)

Local: Espaço de Oficinas (subsolo)

Por meio de investigações e ações multissensoriais, o objetivo dessa atividade é proporcionar para os pequenos caminhantes um contato sensível com a arte, bem como com o espaço do museu. Nessa ação as crianças serão protagonistas das suas próprias experiências.

Necessária inscrição 15 minutos antes. Sujeito à lotação. Obrigatória a participação de um adulto.

13h30 às 17h (entrada permitida até 16h30)

Ateliê aberto de argila

Local: Espaço de Oficinas (subsolo)

Será possível criar uma escultura nova, pensar em algo que ninguém nunca fez? Ou ainda, você já imaginou como seria modelar de olhos fechados? Nesse ateliê aberto de argila convidamos você para imaginar outras formas de criar.

Sem inscrição prévia, basta chegar ao local e participar. Sujeito à lotação. Necessária aquisição de ingresso para entrar no museu.

13h30 – Dança das Esculturas

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Prepare-se para movimentar o seu corpo. Imagine um movimento que você nunca fez antes. Não esqueça de compartilhar conosco. Neste dia vamos ocupar o Pátio das Esculturas de diferentes formas enquanto pensamos: as esculturas possuem movimento? Como nosso corpo se comporta no espaço?

Necessária inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

15h30 – Universo Coletivo

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Imagine que você está conhecendo um lugar completamente novo, em um novo universo. Como seriam os animais? Partindo de uma contação de história da cosmologia Senufo, a proposta será criar um novo animal para compor um universo coletivo através do desenho.

Necessária inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

25/01 – Quarta-feira | INVESTIGAR

13h30 às 17h (entrada permitida até as 16h30) – Ateliê aberto de cores

Local: Espaço de Oficinas (subsolo)

Como seria fazer uma colagem sem cola e uma pintura sem tinta? Nessa oficina vamos provar que isso é possível. Utilizando cores, transparências e vidro vamos investigar as cores e criar composições que vão deixar o espaço de oficinas super colorido.

Atividade sem inscrição prévia, basta chegar ao local e participar. Sujeito à lotação. Necessária aquisição de ingresso para entrar no museu.

13h30 – Caça às sombras

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Já parou para investigar as sombras que estão à sua volta? Nesta atividade vamos caçar sombras e registrá-las em desenho. Para isso, escolhemos uma exposição repleta de sombras inusitadas: “Invisível e Indizível” do artista Jaume Plensa, em cartaz no Olho.

Necessária inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

15h30 – Pintura com luz

Ponto de encontro: Salão de Eventos

A inspiração desta vez será a exposição “Luz e Espaço”. Vamos usar o espaço a luz como suporte e material para as nossas “pinturas de luz”. Registraremos isso tudo em fotografias, pela técnica conhecida como “Light Painting”. Venha investigar como os nossos movimentos podem criar diferentes tipos de traços.

Necessária inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

26/01 – Quinta-feira | DESCOBRIR

13h30 às 17h (entrada permitida até as 16h30) – Ateliê aberto de desenho

Local: Espaço de Oficinas

Neste ateliê de desenho você poderá experimentar diversas formas de desenhar, como desenhar no vidro, desenhar com uma linha só ou de um jeito completamente inusitado. A partir de propostas criadas pelo Educativo a oficina se tornará palco para diversas descobertas e desafios.

Sem inscrição prévia. Basta chegar ao local e participar. Sujeito à lotação de espaço. Necessária aquisição de ingresso para entrar no Museu.

13h30 – Paisagens Costuradas

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Como você percebe a paisagem? A partir de uma expedição sensorial na área externa do MON, vamos expandir nossa capacidade de sentir a paisagem à nossa volta, além de coletar alguns vestígios materiais. Esses fragmentos do mundo com suas cores, formas e texturas vão ser colados ou costurados em outras imagens. Esta atividade está relacionada com a obra de Mariana Palma, artista da exposição “Afinidades-Elas”.

Inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

15h30 – Expedição criativa, uma oficina ambulante

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Como ver com outros olhos um lugar que você já conhece? O que ainda não descobrimos no MON? Essas perguntas que guiarão nossa investigação pelo museu, vão nos levar a lugares e sensações únicas, capazes de transformar nossa percepção do espaço.

Inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

27/01 – Sexta-feira | COMPARTILHAR

13h30 às 17h (entrada permitida até as 16h30) – Ateliê aberto de monotipia

Local: Espaço de Oficinas

A monotipia é uma técnica na qual realizamos apenas uma cópia de cada desenho, geralmente feito com tinta. Nesse ateliê você vai aprender como fazer isso para depois compartilhar os vestígios do seu desenho com as outras pessoas, resultando em produções com sobreposições de cores e traços.

Sem inscrição prévia, basta chegar ao local e participar. Sujeito à lotação de espaço. Necessária aquisição de ingresso para entrar no museu.

13h30 – Pintura por um fio

Ponto de encontro: Salão de Eventos

Como pintar com um pincel de apenas um fio? Tendo como inspiração obras da artista Vera Martins, nas quais ela usa o que chama de “pincel chicote”, vamos criar nossos próprios pincéis e realizar uma pintura coletiva com muito movimento. Prepare-se para compartilhar com a gente uma grande pintura.

Necessária inscrição meia hora antes. Sujeito à lotação.

15h30 – Soprando Cores

Ponto de encontro: Salão de Eventos

As bolhas podem pintar? Nesta oficina vamos unir duas coisas capazes de divertir qualquer um: bolhas de sabão e cores. Venha compartilhar essa curiosa experiência com a gente e descobrir novas formas de colorir.

Necessária inscrição meia hora antes da atividade. Sujeito à lotação.

Serviço:
Colônia de Férias do MON
Para crianças de 7 a 10 anos (e um adulto responsável):
Entre os dias 24 e 27 de janeiro

Ateliê
13h30 até às 17h (entrada permitida até 16h30)
No Espaço de Oficinas

Oficinas
As atividades acontecem em dois horários: 13h30 e 15h30
Inscrições devem ser feitas 30 minutos antes.
Limite de 20 crianças por horário
Ponto de encontro: Salão de Eventos
Para crianças entre 2 e 3 anos completos (e um ou dois adultos responsáveis)

Oficinas e atividades
Dia 24 de janeiro (terça-feira)
10h30 às 11h30
No Espaço de Oficinas

É necessário chegar com 15 minutos de antecedência. São 10 vagas por dia, sujeito à lotação.

Mais informações pelo fone: (41) 3350-4468.

Há atividades gratuitas e para outras é necessário comprar o ingresso de entrada no MON.

Valores: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) para professores e estudantes com identificação, doadores de sangue, pessoas com deficiência, titulares da ID Jovem e portadores de câncer com documento comprovatório. Entrada gratuita para menores de 12 anos e maiores de 60 anos.

LINK PARA IMAGENS: https://drive.google.com/drive/folders/1GiTMnCnkQt_2GyS1boprZjlBZIQyrcEg?usp=share_link
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico
CEP 80530.230 - Curitiba | PR
+55 41 3350-4400

CAIXA COMEMORA 162º ANIVERSÁRIO COM EXPOSIÇÃO “MULHERES QUE MUDARAM 200 ANOS”

Mostra destaca a participação de mulheres no processo de independência do Brasil e fica em cartaz nas unidades da CAIXA Cultural até 16 de abril

Imagem de divulgação. Da esquerda para a direita: Maria Leopoldina, Maria Felipa, Nísia Floresta e Maria Quitéria.

A CAIXA comemora 162 anos nesta quinta-feira (12) e, para celebrar a data, todas unidades da CAIXA Cultural - Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo - recebem a exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”. Com visitação gratuita, a exposição estará aberta ao público a partir de 12 de janeiro em todas as unidades, com exceção da CAIXA Cultural Brasília, que abrirá a exposição no dia 13.

“Mulheres que Mudaram 200 anos” é uma exposição histórico-biográfica sobre mulheres que tiveram participação relevante durante o processo de independência do Brasil e nos anos de sustentação do movimento.

Com pesquisa historiográfica de Mary del Priore e direção curatorial de Marina Bortoluzzi, a exposição apresenta obras de arte de artistas visuais mulheres. Toda a equipe de produção da exposição é integralmente formada por mulheres.

As experiências vividas por Maria Leopoldina, Maria Felipa, Maria Quitéria e Nísia Floresta demonstram a importância das mulheres para o desenvolvimento do Brasil como nação. Destacando o legado delas, a CAIXA Cultural propõe, por meio da exposição, a valorização e a divulgação da arte e da cultura brasileira, além de trazer diferentes olhares sobre ser mulher.

Em cada unidade da CAIXA Cultural serão apresentadas visões diferentes das personagens, ilustradas em pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, vídeos, instalações e bandeiras, através do olhar de artistas como Janaína Vieira, Dani Rampe, Aline Motta, Moara Tupinambá, Keila Sankofa, Salissa Rosa, Maré de Matos, Mônica Ventura, dentre outras.

Mulheres homenageadas:
Maria Felipa fez história por sua grande coragem. Mulher negra, pescadora, capoeirista, marisqueira, ficou conhecida pelo episódio em que liderou um grupo de 40 pessoas que incendiou navios portugueses na luta pela independência do Brasil e da Bahia.

Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, imperatriz consorte do Brasil e rainha consorte de Portugal e Algarves, foi a primeira mulher a estar no poder do Brasil e quem assinou o decreto de separação entre Brasil e Portugal.

Maria Quitéria foi uma heroína de guerra brasileira na luta contra as tropas portuguesas na Independência. Em 1822, Quitéria fugiu da casa de seu pai, escondeu sua identidade, travestiu-se de homem e se tornou Soldado Medeiros, sobrenome de seu cunhado, de quem também levou o uniforme ao se alistar. No exército, ascendeu em muitos cargos, foi homenageada, condecorada e abriu precedentes para a presença feminina nas forças armadas. Com a derrota das tropas portuguesas, foi promovida a Cadete do Exército Pacificador, e recebeu o título de “Cavalheiro da Ordem Imperial do Cruzeiro" do imperador D. Pedro I.

Nísia Floresta, considerada a precursora do feminismo no Brasil, foi uma escritora, intelectual e revolucionária que transcendeu os limites impostos da sua época e lutou, através da literatura e da educação, pela emancipação da independência das mulheres. Publicou o primeiro livro feminista do país, em 1832, aos 22 anos de idade, “Direitos das mulheres e injustiça dos homens”, que reivindicava igualdade de direitos e de educação para suas contemporâneas.

Além dessas mulheres, a exposição resgata a memória de Hipólita Jacinta de Teixeira de Melo, Bárbara Alencar, Urânia Vanério, Joana Angélica, Caretas do Mingau, Ana Lins, Mariana Crioula, Maria Joaquina de Almeida e Maria Josephine Matilde Duroche.

Mais informações podem ser consultadas no site da CAIXA Cultural.

SERVIÇO:
Exposição “Mulheres que Mudaram 200 anos”

Local: CAIXA Cultural Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo
Data: De 12 de janeiro a 16 de abril de 2023
Entrada franca
Classificação: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

Local: CAIXA Cultural Brasília (DF)
Data: De 13 de janeiro a 16 de abril de 2023
Entrada franca
Classificação: Livre
Acesso para pessoas com deficiência