Santo Grão & Páscoa

Os preparativos de Páscoa já chegaram à rede Santo Grão, e o chef Fabio Vieira destacou um prato e uma sobremesa para servir na Semana Santa, de Segunda a Domingo. Um vistoso lombo de bacalhau Gadus Morhua, em pétalas, com Picada Catalã, à base de salsinha e nozes torrada, musseline de batata com manteiga de bacalhau e grãos de bico crocantes (R$ 127) , e de sobremesa, um Mil Folhas com crocantes camadas de massa folheada intercaladas por creme de confeitero com brunoise de manga, acompanhado de um leve confit de manga flambada ao rum, com um toque de água de laranjeira (R$ 31)

Disponível nas unidades da Oscar Freire, Itaim, Cidade Jardim e sob consulta em outras.

Sobre o Santo Grão

A história do Santo Grão começa em 2003 quando o empresário Marco Kerkmeester inaugurou sua primeira loja na Oscar Freire. O nome vem da crença de que cada pessoa tem um “Santo” dentro de si, um “grão”. O papel do Santo Grão é ser uma incubadora para que estas sementes floresçam.

Hoje o Santo Grão conta com sete lojas que oferecem, além do ambiente de café, restaurante e lounge. São seis unidades em São Paulo – Oscar Freire, Itaim, Morumbi, Cidade Jardim, Vila Madalena, Edifício Une – e uma em Curitiba – Pátio Batel. Na unidade Oscar Freire, há também cursos para apaixonados por café e profissionais da área.

Já a marca de café Santo Grão, composta por inúmeros blends e edições inéditas (microlotes), está presente em mais de 300 estabelecimentos do Brasil e disponível na loja virtual.

Serviço Santo Grão

São Paulo

Oscar Freire: Rua Oscar Freire, 413, Jardins. Telefone: (11) 3062-9294. Presencial, to go: domingo a quarta-feira das 8h às 23h; quinta a sábado, das 08h à 00h. Delivery: das 8h às 23h.
Itaim – Rua Jerônimo da Veiga, 179, Itaim Bibi. Telefone: (11) 3071-1769. Presencial, to go e delivery: de segunda-feira das 9h às 23h; terça, quarta e domingo das 8h às 23h; quinta, sexta e sábado, das 8h até 00h.
Morumbi – Av. Dr. Chucri Zaidan, 1240, (Condomínio Morumbi Corporate Towers), Santo Amaro. Telefone: (11) 3957-9592. Presencial: segunda a sexta-feira das 8h às 20h; sábado e domingo, das 9h às 18h. Delivery: segunda a domingo das 8h às 20h
Cidade Jardim – Av. Magalhães de Castro, 12.000 – Shopping Cidade Jardim 2º piso. Telefone: (11) 3198-9373. Presencial: segunda a sábado das 10h às 22h; domingos e feriados das 12h às 20h.

Franco Italiano, de Colombo (PR), é única vinícola do Brasil a conquistar medalha de ouro com vinhos tintos em concurso internacional

Vinalies é reconhecida como uma das mais importantes premiações do mundo; vinícola lança linha Rodolpho

Os vinhos Censurato Cabernet Sauvignon 2018 e o Paradigma Rotto Cuvée Tannat, ambos da Vinícola Franco Italiano, ganharam medalha de ouro no concurso Vinalies, uma das mais respeitadas premiações do mundo. Estes foram os únicos vinhos tintos brasileiros vencedores na competição.

As degustações ocorreram de 2 a 5 de março em Bordeaux, com a patronagem da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da Federação Mundial das Grandes Competições Internacionais de Vinhos e Bebidas Espirituosas (Vinofed).

As 2.234 amostras inscritas por vinícolas de 38 países foram avaliadas por um júri internacional formado por 100 especialistas. O diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), João Carlos Taffarel, representou o Brasil entre os jurados. Segundo ele, o Vinalies é um grande concurso, reconhecido mundialmente devido seu rigor, organização e abrangência. “Rígido e totalmente informatizado, o Vinalies segue o formato de degustação às cegas. Além das notas, os jurados descrevem as características de cada amostra, qualificando ainda mais a avaliação”, destaca.

SAIBA MAIS SOBRE OS VINHOS PREMIADOS:

Censurato Cabernet Sauvignon

O vinho mais representativo da Vinícola Franco Italiano. É elaborado apenas em safras em que a natureza nos oferece uvas de excelente qualidade e passa obrigatoriamente por um longo período de maceração a frio e um período mínimo de 18 meses em barricas de carvalho de primeiro uso. Rico em aromas de amoras e ameixas maduras, com belas notas de carvalho, baunilha, tostadas delicadas e taninos macios, este vinho é dono de um grande volume de boca com muita elegância e complexidade. Um vinho com potencial de guarda para até 12 anos a partir da sua safra. É atualmente o vinho com maior número de prêmios da Vinícola Franco Italiano, sendo premiado praticamente em todas as safras desde 2005.

Harmonizações sugeridas: cordeiro ao molho de hortelã, ossobuco, boef bourguignon, massa ao molho bolonhesa, mignon (ou entrecote de hereford) ao molho de pimenta verde; gnocchi ao pesto de rúcula.

Paradigma Rotto Cuvée Tannat 2012/2014

Cuvée Tannat Paradigma Rotto é o guardião das safras 2012 e 2014, onde ambas amadureceram por 24 meses em barricas novas de carvalho francês. Ingrediente secreto, a paciência, foi utilizada em longos anos em garrafa nas caves subterrâneas sob cuidadosa guarda, o que proporcionou ao vinho complexidade única. Vinho com uma belíssima cor granada, com notas de frutas negras, passas e especiarias, como pimenta preta e um perfume de grãos de café, com toques de chocolate, caramelo e alcaçuz. Um vinho potente, complexo e atraente. Edição limitada de 1080 garrafas.

Harmonizações sugeridas: Carnes vermelhas e queijo parmesão.

Vinícola Franco Italiano lança linha Rodolpho: chardonnay e cabernet franc

Rodolpho faz parte de uma linha de vinhos francos, vigorosos e marcantes, que é dedicado àquele que foi símbolo do trabalho e da força do homem do campo.

Cabernet Franc (2020) elaborado com técnicas francesas em solo brasileiro, onde amadureceu por 18 meses em barricas também francesas, trazendo tipicidade, estrutura e elegância ao vinho.

O Chardonnay combina criatividade e ousadia. Ele foi fermentado e amadurecido por 12 meses em barricas francesas denominadas perle blanche. Carvalho especial e de tosta longa e sutil onde foram realizadas batonnage semanalmente para compor de maneira parcimoniosa: cremosidade, estrutura e sofisticação.

Vinícola Franco Italiano

Rua Rodolfo Camargo, 26. Colombo/PR

Fone: 41 3621-1211

WhatsApp: 41 99807-0920

www.francoitaliano.com.br

@vinicolafrancoitaliano

Primeiro dia de Lollapalooza conta com presença de Supla como repórter especial de Mike’s Ice

O Lollapalooza 2023 começou com muita refrescância e sabor! Para entrevistar a galera e conferir todas as novidades do festival que começa nesta sexta-feira (24) e vai rolar no Autódromo de Interlagos em São Paulo até domingo (26), Mikes, drink pronto de vodka com suco de limão da Ambev, escalou ninguém mais, ninguém menos que o cantor Supla, que também deu uma palinha hoje no show da banda Aliados cantando um dos seus maiores hits: “Garota de Berlim”.

Junto de influenciadores como Dora Figueiredo, o cantor conversou com o público que celebra a 10ª edição do festival e participou das ações da marca, que está pela primeira vez no festival, trazendo como ideia principal fazer com que o consumidor se divirta e crie boas lembranças com o drink pronto. Além das ações em digital, Mike’s conta com um stand especial dentro do festival, que estará disponível até domingo (26). Confira fotos:

Muito prestigiado o lançamento da coletânea de poesias de Bebel Ritzmann

A jornalista, fotógrafa e empresária estreia na literatura e apresenta poemas que contam amores e angústias, encontros e desencontros
Bebel Ritzmann estreia na literatura com coletânea de poesias
O espaço Elefante Voador, que fica no Hostel Bebel, foi palco para a noite de autógrafos da coletânea de poesias “Entrega - da alegria aos medos, paixões e prisões”, pelo Selo Editorial Livros Legais, da jornalista, fotógrafa e empresária Bebel Ritzmann. O lançamento aconteceu no dia 22 de março, quarta-feira.

Com prefácio assinado por Ernani Buchmann e apresentação da psicóloga Gisele Souza, o livro traz poemas que contam amores e angústias, encontros e desencontros. Amigos, familiares, advogados, professores, escritores e colegas prestigiaram o lançamento.

Aos presentes no lançamento, a autora disse que foi uma satisfação pessoal registrar escritos que a acompanham pela caminhada da vida. “Desde que lancei o selo Livros Legais de minha editora, não conhecia ao certo o sentimento do autor, sua necessidade e ansiedade quanto ao resultado de sua obra. O melhor é sentir na pele para poder atender cada vez mais nossos grandes escritores”, acentua Bebel.

A onça do largo da Estação e mais “causos” da Eufrásio Correia

Você sabia que a praça Eufrásio Correia já foi chamada de largo da Estação? E que a rua Barão do Rio Branco dividiria duas praças em frente à Estação Ferroviária? Do século 19 aos dias de hoje, a praça – que é palco, neste sábado (25), do evento Câmara 330 anos, que vai celebrar, com diversas atividades gratuitas, abertas à população, o aniversário do Legislativo e de Curitiba – guarda muitas histórias.

Em 2013, o Nossa Memória, desenvolvido pela Diretoria de Comunicação Social da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), já havia publicado a matéria especial “Três momentos na história da praça Eufrásio Correia”, do jornalista João Cândido Martins, sobre as origens do logradouro público. Agora, para marcar a festa dos 330 anos, o projeto resgata mais seis curiosidades sobre o espaço, vizinho ao Legislativo da capital paranaense. Confira!

1 – A onça e as duas praças
Até meados de 1880, a região onde hoje é a praça Eufrásio Correia era um descampado que pertencia à família Bittencourt, conhecido como “Potreiro do Conselho”. De acordo com um boletim da Casa Romário Martins, referente ao bairro Rebouças, no local havia três ou quatro casas com cercas de madeira. Na extremidade oposta ficava a travessa Leitner, que era a continuidade da rua Riachuelo e se prolongava por alguns metros após o cruzamento com a rua XV (à época a rua da Imperatriz).

A construção da Estação Ferroviária teve início em 1880, impulsionando o crescimento da região. Decidiu-se que ela ficaria a 800 metros da praça do Mercado (atual praça Generoso Marques), tomando como eixo de ligação a travessa Leitner, que teve o nome alterado para Dr. Trajano por deliberação da Câmara Municipal, em 1883. Em abril de 1890, ela passou a se chamar rua da Liberdade e por fim foi batizada de Barão do Rio Branco, em 1912.

Inaugurada a Estação Ferroviária, em 1885, a rua continuava pantanosa e praticamente intransitável em dias de chuva. Teve início então o processo de aterramento, a partir da terra retirada do Alto São Francisco. Durante as obras, para se ter uma ideia de como a região era erma, uma das equipes de operários foi atacada por uma onça, mas felizmente o episódio não resultou em nenhum ferido. No mesmo ano, o jornal “19 de Dezembro” chegou a sugerir o uso de detentos para as obras de aterro do Largo da Estação - como a praça Eufrásio Correia ainda era chamada.

Inicialmente, o plano era que a Dr. Trajano, hoje rua Barão do Rio Branco, dividisse duas praças de mesmo tamanho. Ou seja, quem saísse da Estação Ferroviária avistaria à esquerda a praça até hoje estabelecida. À direita, veria uma segunda área, com as mesmas dimensões. No entanto, houve uma rápida valorização imobiliária da região e a quadrilátero destinado à segunda praça foi loteado, restando somente os 11.500m² referentes à praça Eufrásio Correia.

2 – O primeiro comércio
De acordo com o historiador Marcelo Saldanha Sutil, em 20 de abril de 1885, apenas dois meses após a inauguração da Estação Ferroviária, a Câmara Municipal de Curitiba autorizou o comerciante Custódio José Martins a abrir um quiosque móvel com 12 metros de frente e dez de fundos. No espaço seriam vendidos biscoitos, pães, doces, cervejas, charutos e cigarros.

3 – Qual Eufrásio?
Durante muito tempo, houve uma confusão sobre a origem do nome da praça. O local passou a se chamar Eufrásio Correia a partir de 1888, com a morte do político parnanguara que, à época, exercia o cargo de presidente da província de Pernambuco. Em Paranaguá também foi inaugurada uma praça com o mesmo nome, conhecida popularmente como praça dos Leões.

Entretanto, em 9 de fevereiro de 1894, um soldado curitibano que também se chamava Eufrásio Correia morreu numa das batalhas da Revolta da Armada e gerou bastante repercussão. A morte foi extremamente comentada pelos jornais, que o descreviam como um herói, no mesmo patamar do General Carneiro ou do Coronel Dulcídio, ambos mortos no Cerco da Lapa, no mesmo ano. Com isso, muita gente passou a achar que o nome da praça era uma homenagem ao soldado.

A confusão durou alguns anos, mas o soldado e seu atos acabaram sendo esquecidos. Mais tarde, um terceiro Eufrásio Correia também ganhou certa projeção. Tratava-se de um advogado que teve participação intensa na disputa territorial entre o Paraná e Santa Catarina, a Guerra do Contestado. A exemplo do soldado, sua memória desapareceu na areia do tempo.

4 – O Hotel Tassi
A quadra onde seria implantada a segunda praça foi ocupada por hotéis e estabelecimentos comerciais. Os principais hotéis foram o Tassi, localizado na esquina entre a rua Barão do Rio Branco e a avenida 7 de Setembro, e o Roma, onde até hoje funciona um hostel.

O antigo Hotel Tassi, fundado pelo casal Ângelo e Ângela Tassi, teve seus dias de glória. Em 1894, durante a invasão de Curitiba pelos revoltosos maragatos provenientes do Rio Grande do Sul, ainda se chamava Hotel da Estação e lá se hospedou o coronel e médico Ângelo Dourado, que acompanhava as tropas gaúchas lideradas por Gumercindo Saraiva. Dourado fez do hotel um hospital de campanha improvisado. Naquele momento, a edificação possuía apenas um andar.

O hotel passou a se chamar Tassi em 1896 e, alguns anos depois, ganhou um segundo pavimento. Não foram poucas as celebridades brasileiras do início do século 20 que nele se hospedaram. O poeta Olavo Bilac, por exemplo, esteve ali em 1917, sendo homenageado num disputado jantar.

O Tassi atravessou muitas décadas sendo um dos principais hotéis da cidade, mas, nos anos 1980, com a estação ferroviária inoperante há algum tempo, viveu uma visível decadência. Chegou a ser rebatizado como Hotel Continental, empreendimento de curta duração. Nos anos 1990, o imóvel se tornou uma ruína, mas em seu interior ainda estão preservados os ladrilhos utilizados na reforma realizada em 1900.

5 – O primeiro crime
O primeiro crime na praça, que se tem registro, ocorreu em 4 de abril de 1904. De acordo com o jornal “A Republica”, duas mulheres que moravam nas proximidades da Eufrásio Correia, Iria Enéas de Paula e Maria da Conceição, foram convidadas para um passeio de carro por três homens, um deles de nome Moscardine, e aceitaram o convite.

Conforme descreveu a publicação (mantida a grafia original), “quando o vehiculo atravessava a praça Eufrásio Correia, foram assaltadas Iria e Conceição pelos seus companheiros de passeio, que quiseram forçal-as à prática de atos de repugnante obcenidade. Como as duas infelizes não aceitassem as propostas ignobeis, os três indivíduos espancaram-nas, empurrando-as do carro abaixo”. Os agressores foram identificados e presos.

6 – Praça da arte
“Curitiba vai viver uma nova experiência. Céu aberto, cheiro de verde. Arte brotando, na tela, na massa, na pedra, o buril, o grafite manchando formas, o coração dançando. Um espaço conquistado.” Com essa chamada, a população de Curitiba foi informada, em 1977, que a praça Eufrásio Correia seria ocupada pelo projeto Praça da arte, idealizado pelo artista plástico Sérgio Moura.

Nascido em Manaus, em 1949, Moura iniciou a carreira artística em 1965, na Pinacoteca do Estado do Amazonas. Entre 1969 e 1971, expôs seus trabalhos em espaços como o Museu de Arte Moderna (MAM), o Parque Lage e o Festival de Ouro Preto, em Minas Gerais. Entre 1974 e 1980, frequentou o Centro de Criatividade de Curitiba, especializando-se em artes gráficas e serigrafia.

Na mesma época, Moura foi aluno da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Foi lá que ele teve a ideia da ocupação artística de um espaço público, criando o Praça da Arte, em 1977. O prefeito Saul Raiz (1930-2021) entregou a praça Eufrásio Correia aos artistas, num evento que teve a presença da professora Henriqueta Garcez (1928-2000), à época, diretora da EMBAP e um dos nomes mais importantes da música erudita no estado. O apoio de Henriqueta ao Arte na Praça foi fundamental para a revelação de artistas como Geraldo Leão Veiga de Camargo, Denise Roman e o próprio Sérgio Moura, entre outros participantes que ganharam projeção nacional e internacional.

“Aos domingos pela manhã”, relata Moura em seu site, “em pleno inverno curitibano nos encontrávamos na praça. Os equipamentos eram transportados da EMBAP – mesas, cadeiras, cavaletes, piano, barro, pranchetas etc. –, e deixados em local combinado”. “Durante o dia, os artistas trabalhavam e também mostravam o que haviam feito na semana. Os alunos de música tocavam piano, os cantores se apresentavam com o coral. Levávamos também grupos de teatro que executavam peças breves”, acrescenta o idealizador do projeto.

Nossa Memória
Iniciado em 2009, pela Diretoria de Comunicação Social da CMC, o Nossa Memória é um projeto de resgate e valorização da história da Câmara Municipal e de Curitiba, já que ambas se entrelaçam. Além das reportagens especiais, a página traz, por exemplo, “Os Manuscritos”, que reúnem documentos desde a fundação oficial da cidade, em 1693, e o “Livro das Legislaturas”, com os vereadores da capital paranaense desde 1947.

Bibliografia
BAHLS, Aparecida Vaz da Silva. O verde na Metrópole: a evolução das praças e jardins em Curitiba (1885-1916). Dissertação apresentada para o mestrado em História pela UFPR. Curitiba, 1998. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/24659?show=full

DREHMER, Felipe. Caminhos do liberalismo: a urbanização de Curitiba na 1ª República. Monografia apresentada no curso de Direito da UFPR. Curitiba, 2009.
https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/48704

JÚNIOR, Valério Hoerner. Momentos vibrantes no Hotel Tassi. Coluna Histórias de Curitiba. Gazeta do Povo, 31 de dezembro de 1989. (Arquivo: João Cândido Martins)
REPÚBLICA, A. 4 de abril de 1904. Hemeroteca Digital Brasileira. Biblioteca Nacional.
http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

SUTIL, Marcelo Saldanha. O espelho e a miragem. Dissertação de mestrado apresentada na UFPR. Curitiba, 1996
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/25450/D%20-%20SUTIL%2C%20MARCELO%20SALDANHA.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba

Curitiba se prepara para receber a 4ª edição da Old & Low Car

A maior feira da cultura automotiva do Sul do Brasil reunirá atrações para toda a família, exposição de carros de diversos estilos e feira de negócios. Além de homenagear Ayrton Senna, destacando itens de colecionador.

A Old & Low Car, a maior e mais completa feira do universo automotivo do Paraná e do Sul do Brasil, chega à sua 4ª edição em Curitiba. Com data marcada para o feriado de Páscoa, entre os dias 06 e 09 de abril, no Centro de Eventos do Positivo, dentro do Parque Barigui, a feira apresentará uma grande variedade de veículos, produtos e serviços do setor automotivo em um só lugar.

Além da exposição de carros de diversos estilos e culturas automotivas, haverá uma grande feira de negócios com lançamentos de produtos e serviços e uma área de bazar com descontos em itens de roupas, semijoias, acessórios e decoração. A feira também contará com atrações para toda a família, como shows de Wheeling com o hexacampeão nacional Lukinhas, exposição de itens do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna, a 2ª edição do Auto Detalhe e o Maxx Bazar.

A Old & Low Car é um encontro de apaixonados por automóveis, uma feira de negócios e um evento para toda a família. A exposição dos carros permitirá que o público faça uma viagem ao passado e conheça mais sobre estilo, potência e características aerodinâmicas e estruturais dos veículos. A feira também reunirá empresas com produtos e serviços que serão comercializados com preços abaixo do mercado, sendo uma ótima oportunidade de compras para os visitantes.

A Old & Low Car se consolidou como um grande encontro dos amantes dos veículos automotores. Não perca a oportunidade de participar deste evento único e se encantar com as novidades e atrações que o universo automotivo tem a oferecer.

SERVIÇO:
4ª EDIÇÃO DA OLD & LOW CAR CURITIBA
Data: 6 a 9 de abril de 2023
Local: Centro de Eventos do Positivo (Pavilhão de feiras do Parque Barigui).
Datas e horários:
Na quinta (6), das 14h às 22h
Na sexta (7) das 10h às 22h
No sábado (8), das 10h às 22h
No domingo (9), das 10h às 20h

Classificação indicativa: livre.

Ingresso: Vendas antecipadas pelo Disk Ingressos com ingressos a partir de R$ 23,00.
https://www.diskingressos.com.br/grupo/1129/09-04-2023/pr/curitiba/old-low-car-curitiba

Menu tem quatro etapas – cada uma trazendo referências gastronômicas de uma região específica da França chef Marco França

(Gabriel Ramos)
Koré Suryaa realiza jantar harmonizado unindo gastronomia francesa e vinhos brasileiros
Menu do chef Marco Schafer foi harmonizado pelo sommelier André Porto com vinhos e espumantes da Casa Valduga
O restaurante Koré, do Suryaa Curio Collection by Hilton, realiza em 30 de março um jantar harmonizado que une gastronomia francesa e vinhos brasileiros. O menu elaborado pelo chef Marco Schafer foi harmonizado com vinhos e espumantes da prestigiada vinícola Casa Valduga pelo sommelier e consultor de vinhos André Porto. O jantar começa às 19h30.

O menu tem quatro etapas – cada uma trazendo referências gastronômicas de uma região específica da França. O couvert reúne especialidades da charcutaria da Córsega, como prisuttu (fiambre curado) e coppa (filete seco), além de queijo Roquefort, pain batard (pão de fermentação longa e natural) e compota de figo e nozes corsa. A etapa será harmonizada com o espumante Casa Valduga Arte Tradicional Brut.

O prato intermediário faz referência à cidade de Nice com a Niçoise – uma tradicional salada da região preparada com vegetais branqueados, azeitonas pretas, ervilhas frescas, tomatinhos confitados, chalotas e lombo de atum selado regado com azeite extravirgem. O prato será harmonizado com o vinho rosé Casa Valduga Arte Gewurztraminer e Malbec.

O amuse-bouche, um sorbet de frutas vermelhas com licor de cereja, será servido para limpar o paladar antes do prato principal – o boeuf bourguignon, tradicional da Borgonha, servido com batatas duchesse. A etapa será servida com o vinho Casa Valduga Terroir Exclusivo Marselan, feito com uvas Cabernet Sauvignon e Grenache cultivadas em Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste Gaúcho.

A etapa final cita Paris com o trio de sobremesas choux à la creme, tarte au citron e mousse au chocolat, servidas com o espumante Casa Valduga Premium Moscatel.

“A ideia, elaborada em conjunto com André Porto, é proporcionar ao cliente um tour gastronômico pela França, destacando peculiaridades e especificidades destas regiões e harmonizando-as com vinhos e espumantes brasileiros”, explica o chef do Koré Suryaa, Marco Schafer.

O jantar tem lugares limitados e as reservas devem ser feitas antecipadamente pelo email recepcao.suryaa@hcchotels.com.br e pelo telefone e WhatsApp (41) 3097-9900.

Koré Suryaa
Localizado no Suryaa Curio Collection by Hilton (R. Jaguariaíva, 344 – Alphaville Graciosa – Pinhais), o Koré aposta na chamada cozinha de produto, que aproveita o máximo da qualidade dos ingredientes ao respeitar a sazonalidade e privilegiar pequenos produtores regionais. Além de almoço com preço fixo em dias de semana e um menu diário sofisticado de almoço e jantar, o restaurante serve regularmente menus temáticos e jantares harmonizados. Assim como a unidade do Qoya Hotel Curitiba, o Koré está aberto para o público em geral.

Menu harmonizado – chef Marco Schafer e sommelier André Porto
Restaurante Koré – Suryaa Curio Collection by Hilton
R. Jaguariaíva, 344 – Alphaville Graciosa – Pinhais
Dia 30 de março, às 19h30.
Valores
Reserva para 1 pessoa: R$ 290 (mais 10% de taxa de serviço)
Reservas para 2 pessoas: R$ 500 (mais 10% de taxa de serviço)
Reservas para 3 pessoas: R$ 750 (mais 10% de taxa de serviço)
Informações e reservas: recepcao.suryaa@hcchotels.com.br e (41) 3097-9900
Redes sociais: instagram.com/koresuryaa | facebook.com/koresuryaa

Menu completo

1. Couvert: “Une escale em corse”
Harmonização: Espumante Casa Valduga Arte Brut Método Tradicional
Prisuttu (fiambre curado)
Coppa (filete seco)
Chèvre (queijo de cabra)
Roquefort (queijo de ovelha)
Figue Corse Noix (compota de figo e nozes)
Pain Batard (pão de fermentação longa e natural)

2. Intermediário: “Profiter de la ville de Nice”
Harmonização: Casa Valduga Arte Rose Gewurztraminer Malbec
Niçoise (tradicional salada da vila de Nice, enfatizando a qualidade dos vegetais branqueados, azeitonas pretas, ervilhas frescas, tomatinhos confitados, chalotas, e lombo de atum selado Regado com azeite extravirgem)

Amouse bouche: Sorbet de frutas vermelhas com licor de cereja.

3. Principal: “Une pause em Bourgogne”
Harmonização: Casa Valduga Terroir Exclusivo Marselan
Boeuf bourguignone duchese (cubos de carnes marinados e preparados com vinho tinto em longa cocção e vegetais, guarnecido com batatas duchesse)

4. Sobremesa: “Un Adieu à Paris”
Harmonização: Casa Valduga Espumante Premium Moscatel
Trio de sobremesas:
Choux à la creme
Tarte au citron
Mousse au chocolat

MON comemora 29 de março com palestra e visita à exposição do Poty

No dia do aniversário de Curitiba, 29 de março – e coincidentemente data de nascimento do artista Poty Lazzarotto –, o Museu Oscar Niemeyer incorporou, há um ano, a maior coleção já doada à instituição: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas por Poty (1924-1998).

Para a comemoração tripla, o MON irá promover, na próxima quarta-feira (29), uma palestra com a professora Maria José Justino, curadora da mostra “Poty, Entre Dois Mundos”. Em seguida, os participantes serão convidados para uma visita à exposição. O evento gratuito acontecerá às 17h, no miniauditório do Museu. Para participar não é necessário inscrição prévia.

A coleção doada ao MON um ano atrás foi a maior já recebida pelo Museu e reúne mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros. Feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto, a doação foi recebida pelo governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e passou a pertencer ao Estado do Paraná.

No último 25 de outubro, o MON inaugurou, na Torre do Olho, a exposição “Poty, Entre Dois Mundos”, com obras inéditas do artista. A curadoria é de Maria José Justino e a assistência de curadoria é de Juliane Fuganti.

A exposição, que continua em cartaz, inaugurou no Museu um espaço permanente, destinado a apresentar ao público o trabalho de Poty Lazzarotto.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
Palestra – “Poty, Entre Dois Mundos”
29 de março
17h
Miniauditório do MON
* Para participar não é necessário inscrição prévia.

www.museuoscarniemeyer.org.br

9 – Hoje é 23 de março e faltam quatro dias para o Festival de Curitiba

SAIBA TUDO SOBRE O FESTIVAL DE CURITIBA AQUI:
Esta é a newsletter da Agência de Notícias do Festival de Curitiba, um boletim diário que organiza a informação referente ao Festival de Curitiba para facilitar o trabalho dos profissionais da imprensa e o acesso do público em geral às atrações do maior festival de arte dramática da América Latina.

UM GUIA COMPLETO DO FESTIVAL DE CURITIBA AQUI:
https://tinyurl.com/yx4wj5j9

● TUDO SOBRE A VOLTA DO FRINGE: https://tinyurl.com/mtma3a28
● Risorama terá sessão extra em 1º de abril: https://tinyurl.com/mssnfdmk
● Restaurante Notiê estará no Gastronomix: https://tinyurl.com/yvmwx99p
● Cinco comédias que são diversão garantida no festival de Curitiba: https://tinyurl.com/dwmexmnw

CREDENCIAIS DE IMPRENSA: Os jornalistas que se credenciaram no Festival de Curitiba devem retirar suas credenciais no 11º andar do Hotel Mabu Business até sexta-feira (24).
CAFÉS COM A IMPRENSA:
Durante todos os dias do Festival de Curitiba (exceto aos domingos e a Sexta-Feira da Paixão, dia 7 de abril), às 10h, teremos nossos CAFÉS COM A IMPRENSA, na Sala Jô Soares, na suíte presidencial do Hotel Mabu Business.

● Estes encontros são o momento em que a imprensa poderá entrevistar e captar imagens das companhias, artistas e produções.
● O acesso à Sala Jô Soares será feito com a necessária apresentação da credencial de imprensa do Festival de Curitiba.
Material do Festival de Curitiba 2023 para Imprensa:
Os releases e fotos das atrações do Festival de Curitiba estão aqui:
https://tinyurl.com/ywht94ex
O 31º Festival de Curitiba nas Redes Sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/festivaldecuritiba/
Twitter: https://twitter.com/Fest_Curitiba
Facebook: https://www.facebook.com/fest.curitiba/
Youtube: https://www.youtube.com/c/festivalcuritiba
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Lançamento do livro sobre acervo do MON reúne artistas, curadores e patronos da instituição

O livro histórico de 400 páginas com um recorte da coleção permanente do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi lançado na noite desta quarta-feira (22), na Livraria da Vila (Pátio Batel), em Curitiba. O evento reuniu artistas, curadores, patronos e conselheiros da instituição. Para marcar a ocasião foi realizado um bate-papo com a secretária estadual da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika; o curador Marc Pottier, integrante do Núcleo Curatorial do MON, e o sócio-fundador da Editora Bei, Tomás Alvim.

Juliana Vosnika destacou que o livro é uma forma de ampliar o acesso ao acervo do MON, um museu que foi um passo importante nas artes visuais do Brasil, da América Latina e do mundo. “Além de um salto quantitativo no seu acervo, o MON alterou e expandiu o marco referencial, demonstrando amadurecimento como instituição museológica. Entendemos então que era hora de registrar esta conquista e compartilhar com o público diferentes momentos da construção de sua coleção permanente. Assim nasceu a ideia desta publicação”, disse.

“O MON desperta em cada um de nós a sensação de pertencimento, de que ele é nosso. E o livro reafirma isso. Artistas, curadores, colecionadores, o público. Todos ajudaram a construir o museu”, afirmou a secretária da Cultura.

Também estavam presentes no lançamento alguns dos autores de textos que fazem parte do livro, como o artista Fernando Velloso, o historiador Ricardo Freire e Fábio Domingos Batista, que integra o Núcleo Curatorial do MON.

O decano Fernando Velloso disse que a arte e cultura paranaense passaram por uma “evolução respeitável” nas últimas décadas. “Esse texto é o depoimento de alguém que viveu todos esses fatos e que na sua juventude conseguiu colher uma série de depoimentos de pessoas que hoje se tornaram importantes para construir esse edifício que é a arte paranaense”, afirmou.

O livro
A publicação, editada pela Bei em capa dura, conta com textos autorais e centenas de imagens que retratam os destaques deste acervo que, nos últimos anos, quintuplicou de tamanho, chegando atualmente a 14 mil obras.

Além do aumento quantitativo do acervo, o museu alterou e expandiu o marco referencial. As áreas de artes visuais, arquitetura e design, com ênfase em arte paranaense e brasileira, passaram a conviver também com arte africana contemporânea, latino-americana e asiática.

O livro enfoca todas essas áreas, destacando cerca de 500 obras. Também há textos assinados pelos curadores, que selecionaram obras que representam a amplitude do acervo. São eles: o artista paranaense Fernando Velloso, que traz uma abordagem histórica da formação do acervo do MON; o curador Marc Pottier, que discorre sobre arte contemporânea e o acervo de design; os curadores das coleções asiática e africana, Fausto Godoy e Renato Araújo, respectivamente; e o arquiteto Fabio Domingos Batista, representantes do Núcleo Curatorial do Museu.

O valor do livro, que será vendido no MON Loja e em livrarias de todo o Brasil, com distribuição da Editora Bei, é de R$ 200.

Trajetória
O acervo do MON teve início com a junção de três coleções: NovoMuseu (que foi o primeiro nome do MON), Museu de Arte do Paraná (MAP) e coleção Banestado. No legado da união dessas três coleções, destacam-se nomes de importantes artistas como Miguel Bakun, Helena Wong, Alfredo Andersen, Maria Amélia D'Assumpção, Arthur Nisio, Leonor Botteri, João Turin, Poty Lazzarotto, Bruno Giorgio, Sérvulo Esmeraldo e Emanoel Araújo.

O acervo foi se diversificando com a produção de artistas representativos no âmbito nacional e internacional. “Após o processo de pesquisa e reflexão para discutir a orientação e a identidade que o acervo do MON deveria objetivar, além da prioridade de colecionar arte paranaense e brasileira, também passou a expandir seu olhar não eurocêntrico para a arte latino-americana, asiática e africana”, explica Juliana.

A coleção de obras de arte asiática foi doada pelo diplomata Fausto Godoy e colocou o MON em posição de destaque nacional. Disputada por outras instituições do Brasil e por colecionadores do Exterior, a coleção é composta por aproximadamente 3 mil obras de arte.

Dando continuidade ao processo de consolidação de seu marco referencial, o MON iniciou uma negociação para viabilizar a vinda para o Museu de uma grande coleção de arte africana existente no País. Assim como aconteceu com a primeira grande doação, em 2021 as negociações foram concluídas e o MON foi mais uma vez escolhido por suas condições técnicas, capacidade de gestão e credibilidade, recebendo cerca de 1.700 obras de uma das mais importantes coleções de objetos de arte africana do século XX, doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY).

Em março de 2022, o MON concluiu, também, mais um complexo processo de negociações para receber sua maior doação até então: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas pelo artista paranaense Poty Lazzarotto (1924–1998). A doação foi feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto. São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros.

Outra maneira de incrementar o acervo foi a criação do projeto Sou Patrono, um movimento pioneiro no apoio e valorização da cultura e da arte no Paraná. Por meio dele, pessoas engajadas e comprometidas com a arte contribuem com a aquisição de obras, a partir de uma seleção realizada pela diretoria executiva e pelos Conselhos do Museu. Como contrapartida, o doador tem benefícios, além de deixar seu nome gravado na história da instituição.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Happy hour com moda de viola e comida da roça no Farofa

Chef João Soto mistura música e gastronomia caipira em seu novo restaurante no Jardim das Américas

Osvaldo Rios e Rogério Gulin, dois dos maiores representantes da música regional no Paraná estão à frente do projeto “A Viola está na Moda” que acontece nesta sexta-feira, dia 24 de março, a partir das 18 horas, no Farofa Bar e Restaurante (Av. Francisco Heráclito dos Santos, 1195). O local, recém-inaugurado pelo chef João Soto, no coração do Jardim das Américas, vai harmonizar música e petiscos em seu happy hour. E para acompanhar a trilha sonora dos violeiros serão servidos pratos como feijão tropeiro, quirerinha com costelinha de porco, galinhada e outras delícias da “roça”. Informações e reservas pelo telefone (41) 9 9682-9879

Farofa Bar e Restaurante
Av. Francisco Heráclito dos Santos, 1195 – Jardim das Américas
Horário de funcionamento:
Almoço, de segunda a sexta das 11h30 às 14 horas. Sábados com Feijoada e Barreado das 11h30 às 15h30.Horário noturno: de quarta a sábado a partir das 17h até às 22h30.
Telefone: (41) 9 9682-9879
Instagram: @farofabar_chefjoaosoto

Coldplay tem crescimento de quase 150% na Deezer durante o aquecimento para os shows de São Paulo

Com 11 shows no país, a banda está com 11 músicas no Top 200 da Deezer Brasil, incluindo hits como “Yellow”, “Paradise” e “The Scientist”

O Coldplay trouxe para São Paulo a sua nova turnê "World of Spheres" e, em um espetáculo grandioso, animou os fãs que lotaram o estádio do Morumbi. Com um repertório que passeou pelos seus grandes sucessos, a banda deu uma aula de energia e animação, mostrando porquê é uma das mais populares do mundo.

A turnê, que conta com projeções impressionantes, efeitos especiais e um palco que se estende por todo o estádio, é uma experiência eletrizante. Além dos hits, a acessibilidade promovida pelo Coldplay é outro acerto, com a distribuição de coletes que vibram com a frequência das músicas e o uso de língua de sinais para os deficientes auditivos. Inclusive, o próprio vocalista Chris Martin performou em Libras!

Em São Paulo, Coldplay ainda trabalhou em prol da inclusão social e fez uma parceria com a ONG SP Invisível, convidando quatro moradores e artistas de rua para prestigiar os shows. Um evento único e inesquecível.

Nas seis datas que movimentaram os paulistas, ficou claro o amor e busca do público pelas músicas na plataforma Deezer.

Music of the Spheres, álbum que deu nome à turnê, teve um crescimento de, aproximadamente, 140% em streams e 76% em usuários únicos, comparando a data do primeiro show no Brasil (10/03).

E quando analisamos a data do primeiro show no Brasil (10/03) com a semana anterior (03/03), houve um crescimento de, aproximadamente, 75% em streams e 43% em usuários únicos. Entre 10/03 e 18/03 (primeiro e último show em São Paulo), o álbum teve um crescimento de, aproximadamente, 65% em streams e 60% em usuários únicos.

A seguir, você confere o Top 10 músicas mais ouvidas do grupo na plataforma no mês de março:
Viva La Vida
Paradise
Yellow
Hymn for the Weekend
The Scientist
A Sky Full of Stars
Something Just Like This
Clocks
My Universe
Fix You
As cidades que mais estão ouvindo Coldplay em março são São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife e, para atestar o quanto a banda é amada pelo seu público, a faixa etária dos ouvintes varia consideravelmente, ficando entre 18-25 anos (18%), 26-35 anos (38%), 36-45 anos (29%) e 46-55 anos (10%).
Para aproveitar ainda mais a passagem do grupo no Brasil, você pode conferir a playlist 100% Coldplay e sentir um gostinho da mágica transcendental que só Coldplay é capaz de criar.

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Nota para o editor:

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Sobre Deezer

A Deezer é uma das maiores plataformas independentes de streaming de música do mundo, com mais de 90 milhões de faixas disponíveis em 180 países, fornecendo recursos diferenciados no setor, como qualidade de áudio HiFi e uma tecnologia de recomendação inovadora. Considerada a Casa da Música, reúne artistas e fãs em uma plataforma mundial para expandir o acesso à música por meio da tecnologia. Fundada em 2007, em Paris, a Deezer é hoje uma empresa global com uma equipe de mais de 600 pessoas, com sedes na França, Alemanha, Reino Unido, Brasil e Estados Unidos, todos unidos por sua paixão por música, tecnologia e inovação. A Deezer está listada no Segmento Profissional da Euronext Paris (Ticker: DEEZR. ISIN: FR001400AYG6) e também faz parte do recém-criado segmento Euronext Tech Leaders, dedicado a empresas europeias de tecnologia com alto crescimento, e seu índice associado.

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Práticas de ESG unem Moët & Chandon e Fórmula E em etapa inédita do campeonato no Brasil

Impulsionada pela busca da excelência em práticas ambientais por meio de seu programa Natura Nostra, Moët & Chandon marca presença na primeira edição brasileira do Campeonato Mundial da ABB FIA de corrida de carros elétricos

São Paulo, março de 2023 - No próximo sábado, 25, acontece pela primeira vez no Brasil o Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA, série de corridas elétricas de rua reconhecida como o primeiro esporte a ser certificado com Carbono Zero desde a sua primeira edição.

Moët & Chandon é a champagne oficial Fórmula E, presente em todas as etapas do evento, como no pódio do vencedor, e nas áreas VIP. Este é o quinto ano consecutivo que a marca se une à iniciativa em suas edições ao redor do mundo, sempre em busca de evoluir seu compromisso com práticas de proteção e equilíbrio do meio ambiente. O projeto de parceria faz parte do “Natura Nostra”, plano de ações de Moët & Chandon com programas de conscientização ambiental ao redor do mundo.

Moët & Chandon: ‘Natura Nostra’, um programa de preservação do nosso patrimônio natural

Inspirada por seu legado e espírito pioneiro, a Moët & Chandon lidera o caminho para um futuro responsável, protegendo a natureza, preservando a biodiversidade e reduzindo a sua pegada de carbono no meio ambiente. Os termos de compromissos a longo prazo da Maison se encontram em ‘Natura Nostra’, programa desenvolvido para preservação de recursos da natureza e uma maior biodiversidade, cuja missão é estabelecer um equilíbrio ecológico repensando as intervenções humanas, criando ambientes naturais para a fauna, diversificando paisagens de monoculturas, e muito mais.

Fórmula E: correr mais rápido para um futuro mais limpo

A Fórmula E enfatiza a excelência em questões ambientais com base em quatro pilares de sua estratégia de sustentabilidade. A série de corridas elétricas de rua é o primeiro esporte a ser certificado com Carbono Zero e é dedicado a manter esse status. No ano passado, a Fórmula E se tornou o primeiro esporte do mundo a aderir ao Science Based Targets initiative (SBTi) e ao compromisso Business Ambition Pledge for 1.5°C. A Fórmula E tem como objetivo reduzir as suas emissões em 45% até 2030, e também está tomando medidas para garantir que todos os eventos sejam alimentados 100% por energia renovável para reduzir ainda mais a sua pegada de carbono.

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Sobre Moët & Chandon
Fundada em 1743, a Moët & Chandon contribuiu para apresentar o champanhe ao mundo, oferecendo uma variedade de vinhos exclusivos para cada ocasião. Do icônico Moët Impérial à Grand Vintage Collection, do extrovertido Moët Rosé Impérial ao inovador Moët Ice Impérial, cada champanhe deslumbra e encanta com um frutado brilhante, um paladar atraente e uma maturidade elegante. Desde a sua fundação, a Moët & Chandon tem sido um champanhe de escolha para momentos de celebração

Sobre a Fórmula E e o ABB FIA Formula E World Championship
A Fórmula E existe para acelerar o progresso humano sustentável por meio do poder das corridas de carros elétricos. Primeiro esporte a ser certificado como Carbono Zero desde o início, a Fórmula E foi fundada para ajudar a neutralizar as mudanças climáticas e promover a utilização de veículos elétricos.

O ABB FIA Formula E World Championship traz corridas totalmente elétricas intensas e imprevisíveis para cidades icônicas ao redor do mundo. Em suas seis primeiras temporadas, a Fórmula E coroou cinco campeões diferentes e comemorou 17 vencedores em 69 corridas. Com mais fabricantes de automóveis no grid do que qualquer outro automobilismo, o ABB FIA Formula E World Championship não é apenas uma das séries de corrida mais atraentes do planeta, mas também um campo de testes incomparável para veículos elétricos de corridas de estrada e tecnologias sustentáveis de mobilidade.

Alimentados por um propósito e unido pela paixão de oferecer corridas emocionantes, a comunidade de equipes, fabricantes, parceiros, emissoras, cidades-sede e torcedores da Fórmula E trabalham juntos para iluminar o mundo com o poder transformador das corridas elétricas. www.FIAFormulaE.com.

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GRUPO LANTERI INAUGURA NOVO ESPAÇO CULTURAL E VOLTA A APRESENTAR A PAIXÃO DE CRISTO EM CURITIBA

Os ensaios do espetáculo que este ano será apresentado dia 07 de abril, acontecem neste fim de semana.

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Foto: Reinaldo Reginato

A tradicional encenação da Paixão de Cristo pelo Grupo Lanteri este ano voltará a ser apresentada em Curitiba. O Grupo que vinha encenando o espetáculo em Araucária nos últimos cinco anos, retorna ao seu local de origem (Curitiba) em espaço próprio, Espaço Lanteri, no bairro Orleans. Trata-se de uma área de 15.000 m2 entre a Rodovia do Café e a Rua Amadeu Piotto, doada em comodato pela Arquidiocese de Curitiba. A 45 ª apresentação do grupo que será na Sexta Feira Santa, dia 07 de abril (às 19h), irá inaugurar o novo espaço.
A ideia do grupo é construir futuramente no local uma cidade cenográfica para a apresentação da Paixão e de outros espetáculos.
“Uma cidade cenográfica irá permitir a criação de um ambiente teatral mais convincente e realista, vai transportar o público para uma outra época e lugar, criando uma experiência ainda mais imersiva, envolvente e emocionante”, conta o diretor artístico Aparecido Massi.

“Este novo espaço cultural que a cidade ganha também irá permitir o desenvolvimento de outras atividades socioculturais para as comunidades do entorno”, comemora Júlio Rosário, um dos fundadores do grupo.

CONVOCAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS

Os ensaios da encenação serão retomados neste fim de semana, a partir de sábado, 25 de março, e novos voluntários já estão sendo convocados. Qualquer pessoa interessada pode participar, não precisa se inscrever, basta comparecer no local nos dias de ensaio:

Aos sábados (25/03 e 01/04), às 19h - Local: CEEP- Curitiba (Centro Estadual de Educação Profissional de Curitiba) / Rua Frederico Maurer, 3015 - Boqueirão.

Aos domingos (26/03 e 02/04), às 14h30 - Local: Espaço Lanteri / Rua Amadeu Piotto, 590 - Orleans

TEATRO FEITO PELO POVO
A encenação do grupo é a segunda maior, ao ar livre, do Brasil, envolve cerca de 1.200 mil voluntários entre atores, técnica e produção e atrai um público superior a 20 mil pessoas. A primeira apresentação do espetáculo foi em 1978, na Vila São Paulo, no Uberaba, em Curitiba.

Há mais de 45 anos o Grupo Lanteri ocupa lugar de destaque no cenário cultural de Curitiba atraindo multidões em suas apresentações populares. ‘Teatro feito pelo povo para o povo’ é o lema que caracteriza o grupo. Seus integrantes são voluntários, pessoas de todas as idades, religiões e classes sociais que se renovam a cada ano.

A luz e a sombra do Grupo Corpo para fechar o Festival de Curitiba

Referência na dança contemporânea mundial, grupo mineiro traz peças de cargas opostas para encerrar a Mostra Lucia Camargo

Por Sandro Moser – Agência de Notícias Festival de Curitiba

Sinônimo de melhor dança contemporânea brasileira desde a década de 1970, o Grupo Corpo está de volta ao Festival de Curitiba com duas coreografias em um mesmo programa, nos dias 8 às 20h30 e 9 de abril, às 19h, no Teatro Guaíra, nas duas últimas noites da Mostra Lucia Camargo.

A escolha da trupe mineira como espetáculo de encerramento do Festival faz todo sentido se pensarmos nas diferenças entre as duas peças. Primavera é uma coreografia ensolarada, suave, otimista ao passo que Breu é uma peça mais sombria, densa e sufocante. Essa oposição entre o trágico e o lírico é a própria essência do teatro.

O coreógrafo Rodrigo Pederneiras explica que Primavera foi criada na pior fase da pandemia e os movimentos da dança incorporaram as interdições daquele momento: os bailarinos quase não se tocam em cena.

Por outro lado, os figurinos têm as cores da primavera e a trilha sonora traz versões instrumentais de canções do projeto Palavra Cantada, adaptadas para estilos musicais que vão do jazz à percussão afro.

“A ideia era criar um trabalho que trouxesse esperança num tempo melhor, numa vida mais legal e fazer as pessoas saírem do teatro mais alegres e com um horizonte mais claro quando tudo estava muito nublado”, disse Pederneiras.

Como contraponto, a coreografia de Breu é uma tradução poética da violência e da barbárie que Pederneiras intuiu que podiam dominar a sociedade no futuro quando compôs a peça em 2007 com cenografia e os figurinos escuros, geométricos e cortantes.

Um dos destaques do repertório do grupo desde então, a coreografia de Breu exige um grande trabalho de chão dos bailarinos para acompanhar a trilha original de Lenine que usa samplers, efeitos e citações para criar uma peça única, de oito movimentos, que vai do hard rock à tradição de gêneros populares brasileiros.

“São trabalhos completamente diferentes. Breu fala de violência mesmo, essa vida estranha que a gente vive, muito graças ao Lenine que fez uma trilha fenomenal, que tem um peso raríssimo. Primavera é o oposto e as duas juntas formam um conjunto muito forte em que podemos mostrar as muitas possibilidades de novas de dançar e de fazer dança”, finaliza.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Banco CNH Industrial e New Holland, Novozymes, Copel e Sanepar – Governo do Estado do Paraná, com patrocínio de EBANX, DaMagrinha 100% Integral, GRASP e ClearCorrect. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Ingressos disponíveis pelo site oficial e na bilheteria física no Shopping Mueller (Piso L3).

Serviço:
Grupo Corpo – Primavera e Breu
Mostra Lucia Camargo - Festival de Curitiba
Data e Horário: 8 de abril às 20h30 e 9 de abril às 19h.
Local: Teatro Guaíra (Guairão) - Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Classificação: Livre
Duração: 80' (com intervalo de 20’)
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e no Shopping Mueller (Piso L3).
Valores: R$ 80 e R$ 40 (meia)

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #luciacamargo

Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, teatro, dança, grupo corpo, minas gerais, curitiba, primavera, breu, rodrigo pederneiras, coreografia

Grupo Petrópolis inicia cultivo de lúpulo em Uberaba (MG)

Nesta fase inicial, iniciativa prevê o plantio de mais de 5 mil mudas
em uma área de aproximadamente 2 hectares

Diego Gomes, diretor industrial do Grupo Petrópolis na cerimônia de plantação de lúpulo (Crédito: Divulgação Grupo Petrópolis)

São Paulo, março de 2023 -- O Grupo Petrópolis inicia, nessa quarta-feira (22), o plantio de mais de 5 mil mudas de lúpulo em uma de suas fazendas, localizada na cidade de Uberaba (MG). A iniciativa faz parte do Programa do Lúpulo, um robusto projeto da companhia que visa expandir o cultivo desse que é um dos mais importantes insumos para a produção de cervejas premium.

O plantio em Uberaba será feito em uma área de aproximadamente 2 hectares, onde serão plantadas mudas das espécies comet e cascade. Com a ação, o Grupo Petrópolis segue o cronograma das ações que foram iniciadas ainda no ano de 2018, quando o primeiro cultivo foi feito na cidade de Teresópolis (RJ). Na ocasião, a companhia realizou o plantio de 21.400 mudas em uma área de 5,27 hectares na Fazenda São Francisco. O principal objetivo com a iniciativa é desenvolver e fomentar a cultura da produção nacional de lúpulo, já que a indústria cervejeira brasileira é uma das maiores referências globais.

A primeira cerveja fabricada utilizando o lúpulo produzido pelo Grupo Petrópolis foi a Black Princess Braza Hops, fruto de um trabalho conjunto com o Centro Cervejeiro da Serra, em 2020. A Braza Hops é uma German Pilsner, estilo elaborado em 1870, na Alemanha. “A bebida apresenta cor dourada, coberta por um colarinho branco e duradouro. No aroma e paladar, o lúpulo se sobressai ao malte, e nessa receita em especial utilizou-se a variedade Comet, que confere aroma e amargor à cerveja”, descreve Diego Gomes, diretor Industrial do Grupo Petrópolis.

“O projeto é um importante marco, porque estamos fortalecendo a cultura de engajamento com produtores locais para fomentar o cultivo de lúpulo no Brasil. E mais: o objetivo é colaborar para a evolução do setor cervejeiro nacional que ainda é muito dependente de insumos importados de modo geral”, afirma Gomes.

Além de ser utilizado para a produção de cervejas especiais, o lúpulo é também comercializado no site do Grupo Petrópolis em embalagens de 100 g. O produto fez tanto sucesso que começou a ser disponibilizado também no formato peletizado que, antes de ser embalado, é seco em estufa, triturado inteiro e, em seguida, comprimido em formato de pellets.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS -- O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess, Petra, Cabaré, Weltenburger e Brassaria Ampolis (com os rótulos Cacildis, Biritis, Ditriguis e Forévis); as vodkas Blue Spirit Ice e Nordka; a Cabaré Ice; os energéticos TNT Energy Drink e Magneto; o refrigerante It!; o isotônico TNT Sports Drink; a água Petra e água tônica Petra. Com oito fábricas em operação, o grupo é responsável pela geração de aproximadamente 24 mil empregos diretos. Por meio de projetos ambientais, promove o plantio e a manutenção de milhares de árvores, além de ações de sustentabilidade e programa de educação ambiental para escolas municipais. Conta também com o Saber Beber, programa comprometido em orientar as pessoas sobre os benefícios do consumo moderado e as consequências do consumo exagerado de álcool. Saiba mais no link e @grupo.petropolis nas redes sociais.