Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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Carne de onça: conheça a história e aprenda a fazer a receita típica curitibana

Preparo, que é um grande sucesso nos bares da capital paranaense, conta com reconhecimento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

Curitiba, fevereiro de 2026 - Pode até assustar no nome, mas basta uma mordida para entender por que a Carne de Onça conquistou gerações de curitibanos — e também o selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no ano de 2025. A iguaria típica da capital paranaense entra para o seleto cardápio dos sabores brasileiros com origem protegida, ao lado de pratos como o Queijo Canastra e o Vinho do Vale dos Vinhedos.

Criada nos anos 1940, a Carne de Onça não tem nada a ver com o felino, mas com o “bafo forte” deixado pelo tempero marcante. Feita com carne bovina crua, moída na hora, ela é servida sobre uma fatia generosa de broa de centeio e finalizada com uma chuva de cebola picada, cebolinha verde, sal, pimenta e um fio de azeite. Uma explosão de sabores que conquista tanto os paladares mais tradicionais quanto os curiosos de primeira viagem.

“É um símbolo de quem somos. Essa conquista garante a preservação de uma receita que atravessa décadas e conta a história de Curitiba em cada garfada”, comemora Sérgio Medeiros, presidente da Associação dos Amigos da Onça, entidade que liderou o processo de reconhecimento com o apoio dos bares Canabenta, Quitutto, Silzeus, Burguer Bar, Barbaran, Ushuiaia, Cartolas, Jabuti e Bar do Alemão.

Desde 2016, a Carne de Onça já era reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Curitiba. Agora, com o novo selo, passa a ter proteção legal quanto à sua origem e modo de preparo, valorizando os bares e restaurantes que mantêm viva essa tradição. Além disso, o título deve impulsionar o turismo gastronômico e movimentar a economia local.

Algumas dicas são importantes para quem vai preparar a “Carne de Onça”. De acordo com Luíz Breda, do bar curitibano Bávaro, existe um ingrediente chave. “O conhaque misturado a carne dá um toque especial, valoriza muito o prato”, conta o especialista. Para o chef Rogério Teixeira, do Coxa Sports Bar, a dica é usar uma carne de boa qualidade. “Cortes de carnes nobres sempre fazem a diferença. Finamente picados a ponta de faca e com azeite extra virgem de qualidade”, complementa.

Confira a receita da “Carne de Onça” do Coxa Sports Bar:

Ingredientes:

1 broa escura (pão preto fatiado)
500 g de alcatra (3 vezes moída)
1 cebola branca picadinha
1 maço de cebolinha verde picada
2 dentes de alho picado
50 ml de conhaque (1 dose)
50 ml de azeite
1 colher de chá de páprica doce
Mostarda preta (a gosto)
Sal

Modo de preparo:

Misture bem a carne moída com o sal (a gosto), cebola branca picada, alho, conhaque, páprica doce e o azeite. Coloque a carne nas fatias de broa, em uma grande camada cobrindo toda a fatia. Polvilhe com cebolinha verde picada. Sirva acompanhada com mostarda escura e azeite.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NA CAIXA CULTURAL CURITIBA TRAZ MONÓLOGO TEATRAL SOBRE MATERNIDADE REAL

“Não Me Chame de Mãe”, com Carolina Damião, propõe acolhimento e partilha
a partir da vivência de uma mãe solo

Créditos: Max Miranda | Design: Fernando Souza
A CAIXA Cultural Curitiba recebe, entre os dias 6 e 8 de março, o espetáculo teatral “Não Me Chame de Mãe”, uma programação especial do Dia Internacional das Mulheres. Com entrada gratuita, o monólogo apresenta a atriz Carolina Damião como Elisa, uma mãe solo que, pela primeira vez, vê o pai de sua filha cumprir o horário de convivência e se depara com a difícil escolha entre resolver pendências acumuladas ou simplesmente descansar.

Dirigida por Luciana Navarro, a montagem transforma experiências individuais em reconhecimento coletivo. Ao evitar romantizações, o espetáculo constrói proximidade com o público e marca a cena com a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”.

A criação resulta de dois anos de pesquisa e da escuta de mulheres que compartilham histórias de exaustão, trabalho e desejo de autonomia. Elisa surge como síntese dessas vozes e como afirmação de que o cuidado não deve ser vivido em solidão.

Desde a estreia em Maringá, em 2024, a peça percorre o Paraná por meio da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando conversas sobre saúde mental materna e redes de apoio.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

A agenda inclui ainda ensaio aberto em 5 de março e bate-papo com Letícia Costa, do Kilombo das Mães Pretas, em 4 de março, com acessibilidade em Libras.

Serviço:
[Teatro] “Não Me Chame de Mãe”
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: de 6 a 8 de março de 2026
Horários: 06 e 07 de março (sexta e sábado), às 20h; 08 de março (domingo), às 19h - sessão com Libras no dia 08
Duração: espetáculo (60 minutos) | roda de conversa (30 minutos)
Entrada gratuita – retirada de ingressos no local
Classificação: 18 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• 4 de março, às 20h - Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)
• 5 de março, das 14h30 às 17h - Ensaio aberto

Instituto Natura e Pantys lançam calcinha absorvente exclusiva e ampliam debate sobre autonomia menstrual

Lucro arrecadado pela collab será revertido para projetos voltados para Direitos e Saúde das Mulheres

A menstruação é um marco que faz parte da vida das mulheres, mas que ainda é cercado por estigmas e tabus. Com o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, o Instituto Natura, organização sem fins lucrativos do ecossistema Natura e Avon com ações voltadas para os Direitos e a Saúde das Mulheres, Educação e Consultoras de Beleza, em parceria com a Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes da América Latina e única clinicamente testada do mundo, trazem em collab exclusiva uma calcinha absorvente reutilizável, que entrega conforto, cuidado e propósito.

Disponível nos tamanhos P ao GG, o produto, que pode ser usado por até 12 horas, é clinicamente e dermatologicamente testado, respirável, antibacteriano, antiodor e vegano. Mais ecológicas e sustentáveis do que os absorventes descartáveis, as calcinhas menstruais surgem como uma alternativa que reduz o impacto ambiental e amplia as opções de escolha das mulheres em relação ao seu ciclo menstrual. A novidade chega ao mercado no valor de R$57,00.

A collab também nasce com um forte compromisso social: todo o lucro obtido com as vendas nos canais da Natura e da Avon será integralmente destinado às ações do Instituto Natura voltados ao cuidado com a saúde das mamas e ao enfrentamento à violência contra mulheres. Já a Pantys destinará 20% do lucro das vendas realizadas em seus canais físicos e online ao Projeto Arrastão, apoiando diretamente adolescentes de 13 anos atendidas pelo programa. A iniciativa inclui a doação de kits da marca para todas as alunas da turma, além da realização de uma aula sobre saúde feminina e ciclo menstrual, conduzida por uma ginecologista parceira, prevista para maio, em conexão com o Dia Internacional da Dignidade Menstrual (28 de maio).

“A Avon e a Natura carregam uma história centenária de diálogo direto com as mulheres brasileiras. Nossa expertise em vendas por relacionamento, aliada à força de milhões de consultoras e consultores, nos permite democratizar o acesso a produtos que geram impacto social real. Já fazemos isso com as linhas Ofertas do Bem, da Avon, e Natura Crer Para Ver. Agora, com a Pantys, não será diferente: o lucro das vendas será revertido para as causas ligadas ao cuidado com a saúde das mamas e o fim da violência contra mulheres no Brasil, ampliando o alcance de causas que fazem parte da nossa razão de existir”, afirma Letícia Passini, gerente de Reputação e Comunicação do Instituto Natura.

Esta iniciativa que une o Instituto Natura - que em 2024 integrou o Instituto Avon, pioneiro em ações de defesa aos Direitos e Saúde das Mulheres - e a Pantys reforça o compromisso das marcas com o planeta e com a saúde e o bem-estar das mulheres.

Ao colocar o bem-estar feminino no centro da iniciativa, Instituto Natura e Pantys reforçam que falar sobre menstruação é falar de saúde integral, autoestima e liberdade. Em um mercado em constante transformação, impulsionado pela busca por soluções mais sustentáveis, tecnológicas e alinhadas ao autocuidado, a parceria aparece com o intuito de ampliar a conscientização sobre o ciclo feminino, promover educação e fortalecer a liberdade de escolha.

Além da mensagem e do produto, o projeto foi estruturado estrategicamente para ampliar o acesso à calcinha menstrual. Pela primeira vez em uma collab, a distribuição ganha protagonismo ao integrar não apenas os canais próprios das marcas, mas também a rede de Consultoras de Beleza Natura e Avon, levando o diálogo sobre autonomia menstrual a milhões de pessoas em todo o país e fortalecendo ainda mais a relevância e a escala do lançamento no mercado.

“Na Pantys, acreditamos que falar sobre menstruação é falar sobre saúde e, principalmente, dignidade menstrual. Ainda hoje, milhões de meninas e mulheres enfrentam barreiras de acesso a produtos adequados, informação e acolhimento. Essa parceria com o Instituto Natura reforça nosso compromisso de ampliar esse acesso por meio de inovação e sustentabilidade, transformando o cuidado com o ciclo em um direito e não em um privilégio”, complementa Emily Ewell, CEO e cofundadora da Pantys.

Menos resíduo, mais autonomia

De acordo com a campanha Ciclo Clean, lançada em 2025 pela Pantys, o impacto ambiental dos produtos descartáveis é preocupante: um único absorvente pode ser composto por até 90% de plástico. Ao longo da vida, uma pessoa que menstrua utiliza, em média, mais de 15 mil itens descartáveis — materiais que podem levar centenas de anos para se decompor na natureza. Por isso, além de promover mais autonomia menstrual, o uso da calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura gera impacto ambiental positivo: em quatro anos, é possível reduzir o descarte de até 780 absorventes, o que equivale a aproximadamente 27,3 kg de lixo a menos no meio ambiente.

“Ampliar o debate sobre menstruação também significa ampliar escolhas. Ao lado da Pantys, trazemos uma alternativa sustentável que coloca a autonomia no centro da conversa e reforça nosso compromisso histórico com os direitos e o bem-estar das mulheres. Para nós, essa discussão se transforma em ação através da potência e capilaridade da nossa força de vendas, que levam essa mensagem de forma especialmente próxima e acolhedora a milhões de pessoas em todo país”, afirma Tatiana Ponce, vice-presidente de Marketing e Pesquisa e Desenvolvimento da Natura.

A calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura está disponível com a Consultora de Beleza Natura e Avon mais próxima de você e nos sites da Natura, Avon e Pantys.

Sobre o Instituto Natura

Criado em 2010, o Instituto Natura almeja transformar a educação pública, garantindo uma aprendizagem de qualidade para todas as crianças e jovens nos seis países da América Latina em que está presente (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru). Também como forma de atuação, se dedica ao desenvolvimento educacional das Consultoras de Beleza Natura e Avon e trabalha em conjunto com inúmeros parceiros no poder público, no terceiro setor e na sociedade civil. Desde 2024, o instituto ampliou sua atuação para a defesa dos direitos fundamentais das mulheres, desenvolvendo iniciativas voltadas à conscientização sobre o câncer de mama e ao combate à violência contra meninas e mulheres por meio do apoio da Avon, que historicamente tem sido uma parceira comprometida e continua apoiando as ações do Instituto Natura nessa causa.

Sobre a Pantys
Pantys, marca pioneira que promete quebrar definitivamente os tabus relacionados à menstruação, transformando, ressignificando e trazendo novas opções sustentáveis para o mercado. A marca apresenta o conceito de calcinhas, cuecas e sutiãs absorventes, em um mix de tecnologia, modernidade, design, saúde e sustentabilidade. Além de única marca de calcinhas absorventes clinicamente testada no mundo, a Pantys tornou-se a primeira marca de moda brasileira a adotar a etiqueta carbono neutro em suas peças, que mede, reduz e compensa as emissões de carbono que produz durante a confecção.

Sensação entre a geração Z, Bea Duarte traz seu show “Acústico” a Curitiba

A cantora e multi-instrumentalista, ‘autista, vegana e bruxa', aposta em letras complexas com profundidade lírica.

Pela primeira vez em Curitiba, Bea Duarte trará seu show em formato intimista para o Teatro Fernanda Montenegro, no dia 07 de março de 2026. A jovem cantora, revelação da internet, promete uma experiência única e inesquecível para o público curitibano.

Indo além do óbvio, Bea conquistou a geração Z com canções profundas e bem-pensadas. A artista, diagnosticada com autismo e altas habilidades, toca mais de 20 instrumentos, aprendeu diversas línguas sozinha e aproveita o hiperfoco para criar.

No palco, Bea apresentará seu novo disco numa atmosfera mágica onde sua voz potente e suas interpretações tocantes serão as grandes protagonistas. O repertório, cuidadosamente selecionado para esta estreia em Curitiba, passeia por canções autorais que revelam a profundidade de sua arte que emocionam, mostrando toda a versatilidade da artista.

Mais do que um show, será um convite a uma jornada pessoal, onde Bea compartilhará histórias e inspirações por trás de suas criações, construindo uma ponte direta e sincera com a plateia.

Os ingressos custam a partir de R$ 185 mais taxa administrativa e estão à venda pelo site Zig. A produção é da Todt Produções e Lado C Ativadora.

Informações:
Onde: Teatro Fernanda Montenegro
Shopping Novo Batel - Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel - Curitiba/PR
Quando: Sábado, 07 de março, às 20 horas
Ingressos: https://zig.tickets/eventos/bea-duarte-acustico-em-curitiba
Abertura da casa: 19 horas
Classificação: Livre.
Realização: Todt Produções & Lado C Ativadora Cultural

[AGENDA CULTURAL] Roberta Sá comemora 20 anos de carreira na Caixa Cultural Curitiba

Espetáculo reúne canções marcantes da carreira da artista e destaca a produção musical feminina

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A cantora Roberta Sá. Crédito Foto: Flora Negri

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 13, 14 e 15 de março, o show Tudo Que Cantei Sou, da cantora e compositora Roberta Sá. O espetáculo celebra os 20 anos de carreira da artista e revisita canções marcantes de sua trajetória em formato intimista.

Após lançar o projeto em álbum e audiovisual, gravado na Casa de Francisca, em São Paulo, Roberta leva ao palco um repertório que percorre diferentes fases de sua discografia. Ao lado de Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), a cantora revisita músicas como “Eu Sambo Mesmo” (Janet de Almeida), “Cocada” (Roque Ferreira), “Casa Pré-Fabricada” (Marcelo Camelo), “Fogo de Palha” (Roberta Sá e Gilberto Gil), “O Lenço e o Lençol” (Gilberto Gil), e “Olho de Boi” (Rodrigo Maranhão).

A artista explica que sempre procurou marcar suas fases com registros audiovisuais, como forma de documentar e encerrar ciclos criativos, que funcionam como retratos de cada momento artístico. “Sempre que faço um audiovisual, sinto que ele marca bem a fase que estou vivendo e me arrependo quando não faço”, afirma.

Um dos destaques do show é o bloco dedicado à produção musical feminina, que reúne compositoras de diferentes gerações e estilos. O segmento inclui “Lavoura” (Pedro Amorim e Teresa Cristina), “Juras” (Fernando de Oliveira e Rosa Passos), “Virada” (Manu da Cuíca e Marina Irís) e “Essa Confusão” (Dora Morelenbaum e Zé Ibarra). Para Roberta, a escolha dialoga diretamente com sua própria trajetória. “Se estou contando minha história, faz sentido perguntar: quais são as mulheres que me ajudam a contá-la hoje?”, questiona.

Ao revisitar o repertório feminino, a cantora reflete sobre como sua percepção do papel da mulher na música mudou ao longo dos anos. “Eu sou outra pessoa, completamente diferente de vinte anos atrás e o mundo também é outro. A minha consciência sobre o feminino mudou junto.”

Mais do que uma retrospectiva, Tudo Que Cantei Sou reafirma o olhar artístico de Roberta Sá sobre sua caminhada na música brasileira. Em clima próximo e delicado, o show celebra a força das canções que moldaram sua identidade e convida o público a revisitar memórias, afetos e encontros construídos ao longo de duas décadas de carreira.

SERVIÇO:

[Música] - Roberta Sá – Show “Tudo Que Cantei Sou”

Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Datas: 13, 14 e 15 de março de 2026 (sexta a domingo)
Horários: sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)
Vendas: se iniciam no dia 7 de março, presencialmente na bilheteria a partir das 10h e online a partir das 15h em www.bilheteriadigital.com
Horário da bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Duração: 90 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Espetáculo em Cartaz – Entre Risos

🎭😂 Humor ao vivo, interação total e nenhuma apresentação igual à outra!

No dia 07 de março (sábado), às 18h30, o espetáculo Entre Risos e Improvisos entra em cartaz aqui no Teatro Barracão EnCena para uma apresentação imperdível.

Um show de humor interativo, baseado em técnicas de improvisação instantânea usadas no mundo todo.
Quatro atores se revezam em cenas e jogos criados na hora, com a participação direta da plateia, que sugere lugares, situações e até mudanças no rumo das cenas. 🎤🎲

👉 A cada apresentação, um espetáculo diferente.
Riso e descontração do começo ao fim. 😂✨

🎟 Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Teatro ou via Sympla. https://www.sympla.com.br/evento/entre-risos-e-improvisos/3323104?

📍 Teatro Barracão EnCena
🗓 Sábado – 07/03
⏰ 18h30

Garanta seu ingresso e venha rir com a gente! 🎭🔥

Quando o beijo vira manchete: Garalhufa estreia “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:” no Mini Guaíra

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano. (para mais imagens acesse: FOTOS IMPRENSA)

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato - Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço: “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”

Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n - Centro)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação.
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 - São Lourenço)
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h.
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.

*Ingressos: Gratuito - retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

Britânica Greentea Peng anuncia show em Curitiba

A artista, eleita pelo The Observer como uma das 20 maiores promessas da música mundial, se apresenta no dia 5 de abril

Curitiba, fevereiro de 2026 - Curitiba volta a integrar o circuito de grandes turnês internacionais e recebe, no dia 5 de abril, o show da britânica Greentea Peng. A apresentação, que contará com uma estrutura especial montada no palco da Pedreira Paulo Leminski, faz parte da turnê mundial de “Tell dem it’s sunny”, segundo álbum da artista, ovacionado pela crítica e apontado como um dos trabalhos mais instigantes da nova cena musical global.

Por trás do nome artístico está Aria Wells, cantora e compositora eleita pelo The Observer como uma das 20 maiores promessas da música contemporânea. Sua obra rompe fronteiras de gênero ao combinar R&B, neo-soul, dub, jazz e psicodelia, resultando em um som autoral que dialoga com diferentes cenas e públicos ao redor do mundo.

As composições de Greentea Peng são marcadas por narrativas introspectivas, que exploram temas como autoconhecimento, resiliência e espiritualidade, sempre a partir de vivências pessoais. O primeiro EP, “Sensi” (2018), apresentou ao público uma artista de identidade forte e voz inconfundível, garantindo reconhecimento rápido entre crítica especializada e ouvintes atentos às novas tendências da música britânica.

Com “Tell dem it’s sunny”, Greentea Peng aprofunda essa estética e entrega um espetáculo ao vivo intenso e imersivo, que vem sendo celebrado em sua passagem por diferentes países. A apresentação em Curitiba reforça o posicionamento da cidade como palco para artistas internacionais em ascensão e projetos autorais de destaque, conectando o público local ao que há de mais atual na música global.

O show com a britânica integra a programação do Curitiba Jazz Sessions, projeto que tem a missão de proporcionar experiências musicais inesquecíveis, trazendo ao Brasil artistas que dialogam com a riqueza e a diversidade do jazz contemporâneo. A apresentação promete transportar a plateia para um universo onde cada acorde conta uma história e cada nota ressoa com emoção, com uma construção sonora imersiva, com foco na força da voz, nos arranjos e na conexão direta com o público.

A apresentação de Greentea Peng na capital paranaense acontece no dia 5 de abril (domingo), no palco da Pedreira Paulo Leminski. Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma Meaple (www.meaple.com.br). Mais informações no perfil oficial do Curitiba Jazz Sessions no Instagram: @curitibajazzsessions.

Curitiba ganha novo “point” para amantes de forró

Pico do Sol lança a programação “Forró do Pico”, que vai transformar as sextas-feiras do bar em um pedacinho do nordeste brasileiro

Curitiba, fevereiro de 2026 – Em evidência em todo o mundo, o forró brasileiro está vivendo uma fase histórica, potencializada pelo sucesso estrondoso do astro João Gomes. Pensando nos curitibanos que amam o ritmo nordestino, o bar Pico do Sol, que funciona em frente à pista do Guabirotuba, na capital paranaense, acaba de lançar o “Forró do Pico”, uma noite pensada para quem quer sair, dançar e relaxar em um ambiente agradável e acolhedor.

Realizado nas sextas-feiras, o evento dedicado ao forró aposta em uma proposta mais leve e social: música ao vivo com bandas locais e, para quem ainda não sabe dançar — ou quer aprimorar os passos — aulas abertas ao público durante a noite. “A ideia é simples: ninguém fica parado”, destaca Felipe Floriani, um dos idealizadores do “Forró do Pico”.

Durante as noites, antes ou nos intervalos dos shows, professores conduzem uma aula descontraída que rapidamente integra quem chega sozinho, em casal ou entre amigos. “O resultado é uma pista cheia desde cedo e um clima de encontro entre pessoas”, ressalta Floriani.

Ambiente

Localizado em frente à pista do Guabirotuba, o Pico do Sol aposta em uma atmosfera praiana, com espaços amplos internos e externos, atendimento atencioso e uma experiência confortável para quem tem por objetivo curtir o final de semana sem excessos, mas com muita música e dança.

O Pico do Sol funciona na Rua Deputado Leoberto Leal (nº 207), em frente à pista do Guabirotuba. A casa conta com programação musical nas sextas, sábados e domingos. O “Forró do Pico” acontece toda sexta-feira, a partir das 17h. Reservas podem ser feitas pelo (41) 99935-0636. Para mais informações sobre os serviços e programação da casa, acesse o perfil oficial no Instagram: @pico_dosol.

Soleil Café lança novo Menu Executivo com proposta de almoço com calma e presença no Batel

Em meio à rotina acelerada da cidade, o Soleil Café apresenta uma nova proposta para quem deseja almoçar bem, com qualidade e tempo à mesa. O novo Menu Executivo é servido de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e foi pensado para transformar o intervalo do dia em um momento de pausa e presença.

Localizado dentro da Villa Mariantonio, na Rua Gutenberg, 585, no Batel, o Soleil integra uma galeria colaborativa charmosa, cercada por natureza, com mesas ao ar livre e ambiente pet friendly. O espaço convida a desacelerar, seja para um almoço de trabalho, um encontro entre amigos ou um momento individual de respiro no meio do dia.

O menu inicia com Salada da Casa, servida no carrinho de saladas, reforçando o cuidado no atendimento e a experiência personalizada.

Entre os pratos principais, as opções combinam técnica, sabor e equilíbrio:

- Fettuccine ao Ragu de Cogumelos (R$ 61), com creme trufado e quinoa crocante;

- Papillote de Peixe com Legumes (R$ 61), tilápia acompanhada de legumes, supremo de laranja e arroz cinco grãos;

- Carbonara al Mare (R$ 71), spaghetti com camarão, lula, gemas, parmesão, pimenta-preta e limão siciliano;

- Mignon Soleil (R$ 71), servido com manteiga da casa, farofa cítrica e opção de legumes ou aligot.

A proposta é oferecer um menu executivo diferenciado, que mantém a identidade do Soleil Café: leve, acolhedora e contemporânea - com pratos elaborados e serviço atencioso, mas sem formalidades. Para quem prefere seguir no ritmo do café da manhã prolongado, o brunch all day continua disponível das 9h às 19h, ampliando as possibilidades para diferentes momentos do dia.

Com o novo Menu Executivo, o Soleil reforça seu posicionamento como um espaço onde comer bem está ligado à experiência, ao ambiente e ao prazer de estar presente.

Serviço

📍 Soleil Café

📌 Villa Mariantonio: Rua Gutemberg, 585 – Batel

🗓 Menu Executivo: segunda a sexta

⏰ Das 11h às 15h

☕ Brunch All Day: das 9h às 19h

🐾 Pet friendly

XIV Retiro Nacional convida fiéis de todo o Brasil a “Reacender a Chama” em Curitiba

Encontro conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti será realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março de 2026, no Centro de Eventos Positivo, e deve reunir cerca de seis mil participantes

O XIV Retiro Nacional, promovido pela Associação Evangelizar É Preciso e conduzido pelo Padre Reginaldo Manzotti, já tem data marcada: 28 de fevereiro e 1º de março de 2026. O encontro acontecerá no Centro de Eventos Positivo, em Curitiba (PR), e deve reunir cerca de seis mil fiéis vindos de diversas regiões do Brasil e até de outros países.

Com o tema “Reacender a Chama: Voltar ao Primeiro Amor”, o Retiro propõe dois dias de profunda imersão na Palavra de Deus, com momentos de estudo, oração, espiritualidade, testemunhos, Adoração ao Santíssimo e Santa Missa. Ao longo da programação, Padre Reginaldo Manzotti conduzirá quatro palestras, além de momentos especiais de louvor e espiritualidade, fortalecendo a experiência de comunhão entre os participantes.

Para o sacerdote, o retiro é um chamado concreto à renovação espiritual. “O XIV Retiro Nacional é um convite muito especial para quem deseja reacender a chama da fé e voltar ao primeiro amor, que é Jesus. Em meio às pressões e desafios da vida, muitas vezes nossa espiritualidade vai se enfraquecendo e precisamos desse tempo de silêncio e de encontro com Deus. Serão dois dias intensos de oração, formação e profunda experiência com Deus. Tenho certeza de que cada participante sairá renovado, fortalecido e com o coração ardendo novamente pela presença de Deus”, afirma Padre Reginaldo Manzotti.

Mais do que um evento, o Retiro Nacional se tornou, para muitos, um marco anual de renovação espiritual. É o caso de Sandra Mara Mucke Silva, de Ouro Verde do Oeste (PR), que participa desde a primeira edição. A organização de caravanas começou no terceiro ano do Retiro, motivada pelo desejo de compartilhar com familiares e amigos a experiência que vive todos os anos. “Na minha vida pessoal o impacto foi grande. Alcancei muitas graças e, quando estou em retiro, minha alma descansa em Deus e volto renovada para enfrentar as dificuldades”, afirma. Segundo ela, a cada edição novas pessoas se unem ao grupo, atraídas pelo testemunho de quem já participou.

De Fortaleza (CE), Stela Maria Teixeira Pinheiro também organiza caravanas e destaca a seriedade da Associação como um dos motivos para incentivar a participação. Atuando com turismo religioso católico, ela ressalta que o Retiro proporciona “um encontro pessoal com o Senhor e a busca da santidade”. Para 2026, sua expectativa é clara: “Um crescimento na fé que me leve, a cada dia, a um desejo maior de santidade”.

Em Chopinzinho (PR), Ivana Lucia Hartmann participa desde o segundo Retiro e define o encontro como um verdadeiro combustível espiritual. “Para minha vida é como um combustível para passar o ano”, resume. Para ela, o testemunho vivido durante o evento motiva quem viaja na caravana a não querer perder mais nenhuma edição. A expectativa para o próximo ano é intensa: “A sede de buscar a Jesus, preencher os vazios da vida, é grande”.

Programação completa

No sábado (28/02), os portões devem abrir por volta das 9h. A programação começa às 13h, seguida da primeira palestra com Padre Reginaldo Manzotti às 13h30. A tarde contará ainda com momentos de música e oração, a segunda palestra, às 15h30, o momento especial com os Mensageiros de Jesus das Santas Chagas, às 18h, e a Adoração ao Santíssimo às 18h30. O encerramento do primeiro dia está previsto para as 20h30.

No domingo (1º/03), a programação inicia às 9h, com abertura e espiritualidade. A terceira palestra será às 9h30, seguida de música e oração e da quarta palestra às 11h15. Após a conclusão e testemunhos, às 13h40, a Santa Missa será celebrada às 15h30 e aberta ao público geral, sem necessidade de ingresso para participar, encerrando o Retiro às 17h.

Ao longo de duas décadas de evangelização, Padre Reginaldo Manzotti tem reunido multidões em eventos que unem formação, espiritualidade e vivência comunitária. O XIV Retiro Nacional reforça esse chamado: reacender a chama da fé, retornar ao primeiro amor e permitir que a experiência com Deus transforme a vida cotidiana.

Restam poucas vagas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://evangelizarepreciso.com.br/eventos/xiv-retiro-nacional/ .

Living Colour convida fãs para show em Curitiba

Banda se apresenta no palco da Live Curitiba neste domingo (1)

Neste domingo (1), a banda Living Colour sobe ao palco da Live Curitiba para seu primeiro show na capital paranaense em mais de vinte anos. Com um repertório repleto de clássicos, especialmente dos lendários Vivid e Time’s Up, a banda promete fazer jus às décadas de espera dos fãs curitibanos.

Segundo o baixista Doug Wimbish, a energia da banda no palco continua intacta. "Nós queremos celebrar os 40 anos dessa banda, então vamos adicionar algumas outras músicas ao repertório e explorar alguns outros territórios. É nos palcos que a nossa principal força reside [...] nossa força ao vivo nunca diminui", explica.

A apresentação ainda contará com a abertura da banda norte-americana Madzilla LV, que está promovendo seu segundo álbum de estúdio, A Deadly Threat, e promete trazer o peso e a melodia do metal para o aquecimento desta noite tão aguardada.

O Living Colour sobe ao palco às 21h, mas os portões abrem às 19h e o Madzilla LV começa seu show às 19h50.

SERVIÇO:
Local: Live Curitiba
Data: 01 de março de 2026 (domingo)
Endereço: Rua Itajubá, 143 – Novo Mundo
Classificação etária: 16 anos – acompanhado pelo responsável
Horários: 19h (portões), 21h (show)
Ingressos
PREMIUM
Solidário – R$ 299,00
Meia-Entrada – R$ 289,00
Inteira – R$ 578,00
MEZANINO
Solidário – R$ 249,00
Meia-Entrada – R$ 239,00
Inteira – R$ 478,00
PISTA
Solidário – R$ 229,00
Meia-Entrada – R$ 219,00
Inteira – R$ 438,00
* Solidário: limitados e válidos para qualquer comprador com a entrega de 1kg de alimento não perecível (por pessoa) na entrada do show.
* Meia-entrada: para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.
Pontos de venda:
Online (com taxa de conveniência): https://www.bilheteriadigital.com/living-colour-01-de-marco
* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.
* Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.
Ponto de venda físico (com taxa):
Hand Made Custom Shop - Rua Major Heitor Guimarães, 1130 (Anexo ao Distrito 1340). Telefone: 41 99249-3077
Funcionamento:
Terça e quarta-feira: das 10h às 19h
Quinta e sexta-feira: das 14h às 13h
Sábado: das 10h às 23h
Domingo: das 18h às 23h
LIVING COLOUR
O Living Color é uma banda de rock norte-americana, formada em Nova Iorque no ano de 1984. A formação conta com o guitarrista Vernon Reid, o vocalista Corey Glover, o baterista Will Calhoun e o baixista Doug Wimbish. A música do conjunto é uma fusão criativa influenciada pelo free jazz, funk, hard rock e heavy metal. Por sua vez, as letras variam de aspectos pessoais aos políticos, em alguns dos últimos casos, atacando o eurocentrismo e o racismo na América.
Conquistaram reconhecimento mundial com o álbum de estreia “Vivid” (1988), que trouxe hinos como “Cult of Personality” – vencedor do Grammy de Melhor Performance Hard Rock e até hoje um dos maiores clássicos do rock moderno – e pegaram a estrada na turnê Steel Wheels, como ato de abertura do Rolling Stones, fortalecendo os laços entre eles, afinal, Doug Wimbish e Vernon Reid haviam tocado em Primitive Cool (1987), disco solo de Mick Jagger. Na virada da década, lançaram “Time’s Up” (1990), também premiado com Grammy, ampliando a sonoridade e a crítica social que sempre caracterizaram a banda.
Após um hiato, se reuniram no final de 2000 e lançaram mais três trabalhos: Collideøscope (2003), The Chair in the Doorway (2009) e Shade (2017), mostrando que o grupo vai muito além da nostalgia, mantendo-se relevante e em constante evolução artística. Com essa combinação de talento, atitude e coragem artística, o Living Colour transcende o rótulo de banda de rock para ocupar um espaço único na cultura contemporânea: o de artistas que, além de entreter, questionam, inspiram e transformam.
Resumo
O que: LIVING COLOUR
Quando: Domingo, 1º de março – 21h
Onde: Live (R. Itajubá, 143 – Novo Mundo )
Quanto: de R$219 à R$578,00
Informações: www.abstratti.com e www.bilheteriadigital.com.br
Foto promocional: Divulgação/Living Colour
Foto ao vivo: Clovis Roman

INGRESSOS À VENDA: Sitarista mais famosa do mundo se apresenta em Curitiba em março

Anoushka Shankar, artista com mais de 30 anos de carreira e 14 indicações ao Grammy, fará sua primeira turnê pelo Brasil

Brasil, fevereiro de 2026 - O Brasil recebe, pela primeira vez, a aclamada sitarista e compositora Anoushka Shankar, um dos nomes mais influentes da música contemporânea global. Com 14 indicações ao Grammy, trilhas sonoras premiadas e uma carreira que ultrapassa fronteiras culturais, a artista desembarca no país para três apresentações especiais no próximo mês de março — em Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03). Os ingressos já estão à venda via plataforma Meaple.

A turnê brasileira, encabeçada pela participação de Anoushka no consagrado Curitiba Jazz Sessions, na capital paranaense, marca um momento simbólico da carreira da artista, que celebra três décadas de apresentações desde sua estreia aos 13 anos. Discípula de seu pai, Pandit Ravi Shankar, ela cresceu aprendendo não apenas a tradição transmitida por gerações, mas também a liberdade de improvisação que marcaria sua identidade artística. Anoushka também é irmã da cantora Norah Jones, com quem já colaborou e divide a herança musical de uma das famílias mais importantes da música indiana no cenário global.

Seu currículo inclui conquistas raras: foi a mais jovem e a primeira mulher a receber o British House of Commons Shield; é autora indicada ao Prêmio Ivor Novello; recebeu título honorário da Royal Academy of Music; e tornou-se a primeira musicista indiana a se apresentar ao vivo e atuar como apresentadora no Grammy Awards, além de ser a primeira mulher indiana indicada. Em 2024, recebeu um Doutorado Honorário em Música pela Universidade de Oxford.

“A vinda de Anoushka Shankar ao Brasil é um marco para a música instrumental e para o público que acompanha artistas que transcendem fronteiras culturais”, destaca Patrik Cornelsen, diretor da Planeta Brasil Entretenimento, uma das realizadoras da turnê. “Escolhemos Curitiba, Porto Alegre e São Paulo por serem capitais com cenas musicais vibrantes e público aberto a experiências artísticas profundas. Trazer uma artista desse porte, em sua primeira passagem pelo país, reforça nosso compromisso em conectar o Brasil às potências criativas do mundo”, ressalta Lucas Rodrigues, diretor da Goat Entertainment.

Com uma lista extensa de colaborações — de Herbie Hancock, Patti Smith e Sting a Joshua Bell, Arooj Aftab, M.I.A. e Norah Jones — Anoushka se destaca por sua capacidade de romper rótulos e criar pontes culturais. Sua versatilidade foi construída em apresentações que vão de cafés de jazz a festivais para 40 mil pessoas, além das principais salas de concerto do mundo. Seu trabalho mais recente, “Chapter III: We Return to Light”, encerra uma trilogia de mini álbuns aclamados pela crítica.

Confira os detalhes da turnê de Anoushka Shankar pelo Brasil:

Curitiba — Curitiba Jazz Sessions - 21 de março de 2026

Local: Ópera de Arame

Realização: Planeta Brasil e Goat Entertainment

Ingressos: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/anoushka-shankar-curitiba

Porto Alegre — 22 de março de 2026

Local: Teatro do Bourbon Country

Realização: Goat Entertainment e Branco Produções

Ingressos: https://uhuu.com/v/teatro-do-bourbon-country-72

São Paulo — 25 de março de 2026

Local: Cine Joia

Realização: Goat Entertainment e Planeta Brasil Entretenimento

Ingressos: https://meaple.com.br/goat/anoushka-shankar-sao-paulo

Para mais informações sobre a passagem de Anoushka Shankar pelo Brasil, acesse os perfis oficiais das produtoras no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @brancoproducoespoa.

No Dia Internacional do Bartender, Diageo anuncia 17ª edição do World Class, maior competição de coquetelaria do mundo

Conectando mais de 50 países, o programa celebra a criatividade, técnica e inovação em desafios que colocam os participantes para competirem em um palco mundial

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Ariel Todeschini, vencedor na etapa nacional do World Class 2025
Divulgação: Diageo
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Fevereiro de 2025 - No Dia Internacional do Bartender, celebrado em 24 de fevereiro, a Diageo anuncia a 17ª edição do World Class, a maior e mais prestigiada competição de coquetelaria do mundo. Criada para elevar o padrão da mixologia global e revelar talentos capazes de atuar em palco internacional, a plataforma chega a 2026 reforçando seu papel como catalisador de criatividade, técnica e protagonismo cultural na coquetelaria contemporânea.

Presente em mais de 50 países, o campeonato conecta bartenders a uma comunidade global de especialistas, mentores e embaixadores de marcas icônicas do portfólio da companhia em um intercâmbio cultural, desenvolvimento técnico e visibilidade internacional. Ao mesmo tempo, o programa reforça um de seus pilares centrais: fazer com que as pessoas se importem não apenas com o que bebem, mas com como e onde bebem, promovendo uma cultura de celebração mais consciente e qualificada.

A estrutura da edição foi desenhada para gerar impacto além da visibilidade, com novos desafios inspirados na evolução da cultura de bares e no comportamento do consumidor contemporâneo, que valoriza experiências autorais, técnicas inovadoras e consumo responsável. “O World Class atua como plataforma estratégica para fortalecer o portfólio de luxo da Diageo no coração das principais ocasiões de consumo, impulsionando experimentação e crescimento sustentável da categoria. Rótulos como Johnnie Walker Blue Label, Tanqueray Nº Ten e Don Julio ganham protagonismo nos desafios, estimulando o uso criativo dos destilados e conectando excelência técnica à construção de experiências memoráveis que fomentam uma cultura de celebração mais consciente”, afirma Guilherme Martins, CMO da Diageo.

Este ano, o programa avança com uma estrutura regional unificada na América Latina, com critérios padronizados de avaliação, portal centralizado de inscrições e alinhamento direto com os padrões exigidos na final global, que acontecerá em Dubai, como um passo estratégico rumo à ambição de posicionar a região entre os Top 3 do mundo. Como incentivo regional adicional, os três maiores pontuadores da América Latina, de três países distintos, serão reconhecidos com um prêmio regional exclusivo, ampliando a visibilidade e o estímulo à excelência competitiva. “Mais do que elevar o nível técnico da competição, estamos construindo um sistema que prepara nossos talentos para competir em igualdade com os melhores do mundo. A unificação regional nos permite gerar consistência e comparabilidade, criando uma base sólida para que a América Latina não apenas participe da final global, mas dispute para ganhar. Este ano, o convite está feito: é hora de jogar em um palco mundial e mostrar ao mundo a potência da coquetelaria latina”, comenta Nicola Pietroluongo, Gerente de Advocacy e World Class na Diageo Brasil

No Brasil, o World Class se tornou sinônimo de excelência e transformação de carreira. A cada edição, o programa registra crescimento no número de inscrições e na diversidade regional dos participantes, refletindo a força e a pluralidade da coquetelaria brasileira. Os vencedores nacionais passam a integrar uma rede global de ex-campeões que hoje ocupam posições de destaque como proprietários de bares, consultores, embaixadores de marcas e referências criativas em seus mercados.

A iniciativa se consolida, ainda, como um sistema internacional de desenvolvimento profissional, combinando competição e educação com um papel importante no fortalecimento da indústria de hospitalidade. O programa impulsiona capacitação, promove networking entre profissionais e incentiva a troca de conhecimento por meio de mentorias, conteúdos educacionais e ativações em parceria com a Diageo Bar Academy e o programa Learning for Life, que oferece formação gratuita em mixologia e já ultrapassou 30 mil pessoas formadas pelo programa, quebrando barreiras de entrada no setor.

Ao anunciar a nova edição no Dia Internacional do Bartender, a Diageo reforça seu compromisso com a valorização desses profissionais que transformam técnica em experiência e serviço em arte. As inscrições podem ser realizadas a partir do Link se encerram no dia 24 de março de 2026 às 23:59.

Sobre a Diageo 

A Diageo é líder global em bebidas alcoólicas premium com um portfólio de marcas consagradas como Johnnie Walker, Tanqueray, Smirnoff, Ypióca, Old Parr, entre outras, e está presente em 180 países. A empresa atua por meio da agenda do Espírito do Progresso: um plano de ação que direciona a ambição de crescimento, sustentada pelo compromisso de fazer negócios da forma correta.   Centrada em três pilares, a estratégia promove o consumo responsável de álcool, fomenta a diversidade e inclusão e garante a sustentabilidade da cadeia de produção do grão ao copo. Como parte dessa agenda, a Diageo promove globalmente o consumo responsável por meio do DRINKiQ, plataforma digital que reúne orientações e dicas para moderação.  A empresa está listada na Bolsa de Valores de Londres (DGE) e na Bolsa de Valores de Nova York (DOE). Para obter mais informações sobre a Diageo, nossas pessoas, marcas e desempenho, visite-nos em www.diageo.com e no Instagram @diageobrasil. 

Espetáculo gratuito inspirado no universo de Ariano Suassuna circula por 15 cidades do Paraná

Montagem "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" combina teatro, música e palhaçaria em apresentações ao ar livre, promovendo o encontro de culturas e a reflexão sobre a identidade brasileira

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Créditos: Divulgação
O espetáculo "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" passará por 15 cidades do Paraná entre os meses de março e abril. Com entrada gratuita e adaptada a cada espaço, a montagem convida o público a uma experiência cênica imersiva e interativa, inspirada na rica obra do escritor e filósofo paraibano Ariano Suassuna.

Ambientada no sertão paraibano da década de 1930, a narrativa é conduzida por Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que é investigado pela misteriosa morte de seu padrinho, Pedro Sebastião Garcia-Barreto, e o enigmático desaparecimento de seus dois filhos, Sinésio e Arésio. Durante o inquérito conduzido pela Juíza, Quaderna aproveita para transformar o interrogatório em uma oportunidade para escrever sua grande obra literária, revelando sua descendência real. O personagem reflete, dessa forma, sobre a cultura e a identidade brasileira e explora pontos de vista de forma bem-humorada.

“Colocamos pontos de vista em cena, mas não entregamos respostas prontas. O espetáculo convida o espectador a tirar suas próprias conclusões, usando uma linguagem teatral acessível, encantadora e provocadora”, afirma Dafne Viola, atriz e proponente do projeto.

A circulação passa pelas cidades de Antonina, Morretes, Guaraqueçaba, Balsa Nova, Tijucas do Sul, Capanema, Ampére, Clevelândia, Carambeí e Tibagi, entre outras. As sessões ocupam praças e parques, transformando esses espaços em pontos de encontro entre arte e comunidade.

“A rua permite um encontro mais diverso e acessível com o público. Cada praça traz novos desafios e possibilidades, e isso faz com que o espetáculo se transforme a cada cidade, com mais improviso, mais escuta e uma participação ainda mais ativa das pessoas”, completa Dafne.

A montagem estreou em 2019, em Curitiba, e propõe uma experiência cênica que une teatro popular, elementos épicos e uma reflexão bem-humorada sobre a identidade cultural brasileira. Toda a sonoplastia do espetáculo é realizada ao vivo pelo elenco, formado por Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel, que também manipulam instrumentos musicais para criar atmosferas e conduzir a narrativa, tornando a experiência acessível a públicos de todas as idades.

"As presepadas, as histórias mirabolantes, os personagens astutos, tudo isso já faz parte da cultura brasileira e logo reconhecemos que a peça está falando daqui, do nosso país", destaca o ator Nathan Gabriel, ressaltando a conexão da obra com o público paranaense.

Além das 15 apresentações, o projeto contempla sete vivências de criação teatral em escolas públicas e duas oficinas formativas abertas ao público: Técnicas de Improvisação no Processo Criativo, com Andrei Moscheto, e Kryação – Ser Sonoro, com Vadecoo Schetini.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

SERVIÇO
O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.instagram.com/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e coordenação de projeto: Dafne Viola e Nathan Gabriel
Elenco: Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Assistência de produção: Álvaro Antonio
Figurinos: Patricia Cipriano
Interlocução artística: Andrei Moscheto e Vadecoo Schetini
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais: Gabriela Berbert