Fagundes e Torloni se apresentam no palco do Guairão com a Peça “Dois de Nós”, neste sábado e domingo

Parceiros há mais de 40 anos no cinema e na televisão, Antonio Fagundes e Christiane Torloni dividem o palco pela primeira vez, ao lado de Thiago Fragoso e Alexandra Martins, na peça “DOIS DE NÓS”

Um dos casais mais icônicos da televisão e do cinema brasileiros, Antonio Fagundes e Christiane Torloni se encontram pela primeira vez no teatro, ao lado dos atores Thiago Fragoso e Alexandra Martins. A nova parceria é na peça “Dois de Nós”, texto inédito de Gustavo Pinheiro, sob direção de José Possi Neto. A comédia, assistida por mais de 60 mil espectadores em São Paulo ao longo de oito meses, faz duas únicas apresentações em Curitiba, neste sábado (24) e domingo (25), no Teatro Guaíra. Os ingressos já estão à venda pela DiskIngressos. E, a direção da peça destaca que a apresentação começa RIGOROSAMENTE no horário marcado, não sendo permitida a entrada do público após o seu início, nem a troca e/ou devolução do dinheiro.

Fagundes e Torloni trabalharam juntos pela primeira vez há 43 anos, na série “Amizade Colorida” (1981) e, em seguida, na novela “Louco Amor”, ambas da TV Globo. Depois, contracenaram na telona, no filme “Besame Mucho” (1987). Há exatos 30 anos, em 1994, formaram um dos casais mais antológicos da teledramaturgia brasileira: Dinah e Otávio, em “A Viagem”. Os atores se encontraram pela última vez diante das câmeras em “Velho Chico” (2016), também da Globo.

Outro reencontro em cena é o de Fagundes com o ator Thiago Fragoso que, juntos, fizeram enorme sucesso na novela “Amor à Vida” (TV Globo). “Em primeiro lugar foi o elenco que me fez ser atraído por esse projeto, Fagundes e Chris Torloni são atores que não só admiro, mas que são exemplo e inspiração para mim. Quando li o texto então, já estava dentro”, conta Fragoso, que, além de novelas e séries de enorme repercussão, também dedicou boa parte da sua carreira ao palco em peças como “Romeu e Julieta” (1998), “O beijo no asfalto” (2000), “O Despertar da Primavera” (2001), “Veneza” (2005) e “Rock’n’Roll” (2009).

Na comédia “Dois de Nós”, dois casais de gerações diferentes, se encontram num quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados trazendo à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre. “A peça propõe um jogo muito prazeroso e divertido para os atores e mais ainda para a plateia”, afirma Fagundes, há 22 anos sem encenar um texto de autor brasileiro (o último foi “Sete Minutos”, de sua própria autoria).

De forma poética e bem-humorada, são abordados assuntos comuns aos casais, como rotina, filhos, dinheiro, tempo, realização profissional, desejo sexual, frustrações e mágoas, tudo à luz das mudanças velozes de comportamento, características da atualidade. Da interação dos personagens, emergem as picuinhas da intimidade, as questões mal resolvidas, as implicâncias, mas também as cumplicidades. “Estar com o meu querido Antonio Fagundes em ‘Dois de Nós’ é uma celebração dos nossos 40+2! Uma provocação para uma VIAGEM ainda mais bonita. Dessa vez pelos palcos, nossa casa, compartilhando emoções com novos companheiros como Alexandra e Thiago e… mais um reencontro com meu delicioso e rigoroso diretor, amigo, irmão, José Possi. Evoé!”, celebra Christiane Torloni.

O projeto surgiu em julho de 2023 no Ciclo de Leituras do Teatro Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, onde peças inéditas são lidas gratuitamente para o público. Na leitura de “Dois de Nós”, os 350 lugares do teatro ficaram lotados e outras 200 pessoas ficaram de fora. “As pessoas gargalhavam e se emocionavam também! Essa resposta que tivemos do público no dia da leitura foi muito marcante para nos incentivar a fazer a montagem”, relembra Alexandra Martins que, além de atriz, estreia como produtora executiva do espetáculo ao lado de Fagundes, dando continuidade à parceria de sucesso do casal no teatro, cinema e TV. Os dois estiveram juntos na comédia “Baixa Terapia” entre 2017 e 2023, arrebatando 400 mil espectadores em 600 apresentações entre Brasil, EUA e Portugal.

Fagundes e Martins conheceram o autor Gustavo Pinheiro quando assistiram à peça “A Tropa”, de sua autoria, em 2017. Desde então, acalentavam a vontade de trabalhar juntos. “Nestes últimos anos, tenho a alegria de poder dizer que ficamos amigos. Tive as primeiras ideias para a peça em 2018, então conhecer o Fagundes e a Alexandra foi um motivo perfeito para finalmente colocar o texto no papel, propondo um jogo onde o público é surpreendido a cada minuto e as certezas são postas em xeque a cada nova reviravolta”, conta Pinheiro, também autor dos sucessos “A Tropa”, com Otavio Augusto, e “A Lista”, com Lilia Cabral e sua filha, Giulia Bertolli.

A montagem da peça “Dois de Nós” também renova a longa e bem-sucedida parceria profissional de Torloni com o diretor José Possi Neto, que já a conduziu em peças de sucesso como “O Lobo de Ray-Ban” (1988), “Salomé” (1997), “Joana D’Arc” (2000), “Mulher por um fio” (2005) e “Master Class” (2015-2019).

“DOIS DE NÓS é uma comédia que impõe e expõe ao espelho a história de dois casais contemporâneos e essencialmente brasileiros. Noves fora as rabugices e implicâncias que nos fazem morrer de rir, assistimos o desnudar de quatro personagens revelando suas dores e mazelas, suas vitórias e alegrias. Atravessam em uma hora e meia de espetáculo uma longa noite cumprindo o exercício fundamental do teatro que é enfrentar os deuses e mudar seu próprio destino”, afirma Possi Neto, um dos mais respeitados e premiados diretores do Brasil – vencedor, entre outros, de três Prêmios Mòliere; quatro Prêmios APCA e três Prêmios Mambembe –, e que trabalha pela primeira vez com Fagundes.

“A peça chega me oferecendo a alegria de trabalhar pela primeira vez com o grande Antônio Fagundes e voltar à sala de ensaios com minha parceira mais fiel, Christiane Torloni, somados ao privilégio de um primeiro encontro com os talentos de Alexandra Martins e Thiago Fragoso. Posso querer mais? Posso sim: divertir e encantar nosso público. Com esse time de frente eu tenho certeza que POSSO”, completa o diretor. Fabio Namatame, nos figurinos e no cenário, e Wagner Freire, no desenho de luz, completam a ficha técnica.

SINOPSE

Dois casais de gerações diferentes se encontram em um quarto de hotel. Segredos e mentiras começam a ser revelados e trazem à tona um divertido turbilhão de sentimentos, com muita emoção e desafios, que mudarão a vida deles para sempre.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Gustavo Pinheiro
Direção: José Possi Neto
Assistente de direção: Antonio Fagundes
Elenco: Antonio Fagundes, Christiane Torloni, Thiago Fragoso e Alexandra Martins
Figurinos e cenários: Fábio Namatame
Desenho de Luz: Wagner Freire
Desenho de Som: Labsom
Produção: Antonio Fagundes
Produção Executiva: Alexandra Martins e Gustavo de Souza
Assistentes de Produção: Vanessa Campos
Assessoria de Jurídica: Murillo Onesti | Onesti Advogados
SERVIÇO:
“DOIS DE NÓS” Teatro Guaíra – 24 e 25 de Maio (sábado e domingo) – Curitiba
R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba/PR - Tel: (41) 3304-7900
HORÁRIOS: sábado às 21h, dom às 19h
INGRESSOS: de R$120 a R$150 a meia-entrada
VENDAS: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2354/2025-05-25/pr/curitiba/dois-de-nos-tour-sul-curitiba

ou no quiosque Disk Ingressos no shopping

ACESSIBILIDADE: sim / DURAÇÃO: 90 min / GÊNERO: comédia / CLASSIFICAÇÃO: 12 anos
REALIZAÇÃO: Orth Produções
Redes Sociais: @doisdenosteatro / @fafacultural

Zeca Baleiro apresenta novo show “Piano” no Guairão

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro apresenta o show "Piano". Em seu recital pop, o artista inclui canções de sua discografia, além de várias releituras de músicas do seu repertório afetivo. Acompanhado por Adriano Magoo (piano, sintetizadores, samplers e acordeon), o artista garante boas surpresas ao público, com algumas autorais inéditas e canções consagradas que ganharam novos arranjos. Com produção local da Orth Produções, o show na capital paranaense acontece no dia 23 de maio, às 21 horas, no Guairão.

Esse show começou com uma pequena turnê, para um projeto especial iniciado por Baleiro com Magoo em 2011. Muita coisa mudou desde então, o repertório foi renovado e deve incluir compositores como Fausto Nilo e Belchior. Do show embrionário serão mantidas “Não Adianta”, de Sergio Sampaio, “Esotérico”, de Gilberto Gil, e “Espinha de Bacalhau”, de Severino Araújo.

Entre as canções autorais, devem se destacar “Babylon” (ZB), “Bandeira” (ZB), “Respira” (Chico César/ZB) e “Telegrama” (ZB), entre outras.

‘Piano’ com: Zeca Baleiro: voz, violões e ukulele / Adriano Magoo: piano, sintetizadores, samplers e acordeon.

SERVIÇO: ZECA BALEIRO – NOVO SHOW “PIANO” EM CURITIBA
Data: 23 de maio de 2025
Horário: Abertura do teatro (20 horas) e Início do show (21 horas)
Local: Teatro Guaíra (Rua Conselheiro Laurindo 175 Curitiba/ PR)
Classificação etária: Livre
Realização: Orth Produções
Duração: 90 minutos
Ingressos à venda pela DiskIngressos:
1º lote a partir de 120 a meia-entrada + taxa administrativa da DiskIngressos
Link: https://www.diskingressos.com.br/evento/8898/2025-05-23/pr/curitiba/zeca-baleiro-no-show-piano

Concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná com repertório dos Beatles destaca a influência da música clássica na obra da banda

Concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná com repertório dos Beatles destaca a influência da música clássica na obra da banda

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A banda Beatles - Foto: Reprodução

A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) realiza em apresentação única um concerto especial que mergulha na conexão entre a música clássica e o universo dos Beatles. Diferente de uma apresentação do tipo “tributo” ou “Beatles sinfônico”, o concerto propõe uma leitura conceitual do repertório da banda britânica, destacando como a música orquestrada e o papel do produtor George Martin transformaram a sonoridade e a profundidade das composições de John, Paul, George e Ringo.

O concerto será realizado em 18 de maio (domingo), às 10h30, no Guairão. As vendas começam nesta terça-feira (13), às 10h, no site deubalada.com.

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Orquestra Sinfônica do Paraná - Foto: CCTG

Este é um ano muito especial para a OSP, que celebra 40 anos de história com uma série de concertos ao longo do ano, e este especial de Beatles se destaca entre as comemorações. “Unindo a música clássica a grandes sucessos populares, sempre com muita qualidade artística, a Orquestra Sinfônica do Paraná é uma das grandes responsáveis pela formação de plateia para os palcos paranaenses, com um público que atravessa gerações”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

A proposta é uma iniciativa do Teatro Guaíra e da Orquestra Sinfônica do Paraná em parceria com o Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP), com patrocínio do Colégio Positivo, e tem como regente o maestro convidado João Maurício Galindo.
“É uma homenagem que reforça o compromisso da OSP com a diversidade artística e com a democratização da música de concerto, levando ao palco do Guairão um repertório que conversa com todas as idades”, afirma Luciana Casagrande Pereira, Secretária da Cultura do Paraná.

Como ressalta o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro, a OSP é um dos pilares da instituição, levando a música de concerto a públicos diversos e emocionando gerações há quatro décadas. “Este momento representa não apenas o reconhecimento de uma trajetória sólida, mas também o início de um novo ciclo, mais forte e promissor.”

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Beatles em estúdio, acompanhados do produtor George Martin, que influenciou a banda no diálogo com a música de concerto - Foto: Reprodução

Programa
O programa traz arranjos inéditos de Fábio Prado para obras emblemáticas dos Beatles. Clássicos como “Yesterday”, “Let It Be”, “Eleanor Rigby”, “Blackbird” e “While My Guitar Gently Weeps” ganham novas camadas orquestrais, revelando as raízes eruditas que influenciaram os músicos e evidenciando o quanto essa experimentação elevou o pop a um novo patamar artístico.

Segundo Galindo, o objetivo do concerto é mostrar ao público como os Beatles não apenas dialogaram com a tradição clássica, mas a integraram ao seu processo criativo a partir de um ponto de virada muito claro: a chegada de George Martin. “Ele era um músico de formação clássica, mas muito aberto para música pop, e trouxe para o estúdio uma abordagem que os Beatles não conheciam até então”, afirma o maestro.

Aos poucos, os quatro garotos de Liverpool (que já nem eram mais garotos e estavam ganhando maturidade, inclusive artística) começaram a entender a complexidade da harmonia, a riqueza dos timbres orquestrais e a possibilidade de criar texturas mais sofisticadas em suas canções. “Eles se voltaram para outras formas de música, saíram daquele rock básico, a essa fusão com a música erudita eles mudaram completamente de estilo”.

Deste modo, os Beatles descobriram um universo novo, onde o pop pode ser elaborado, ter camadas, se afastar da repetição e abraçar o inesperado. Isso é perceptível, por exemplo, na construção de canções como “Because”, que tem uma harmonia quase renascentista, ou “Eleanor Rigby”, cuja força emocional vem de um quarteto de cordas que substitui os instrumentos tradicionais do rock.

Além do repertório cuidadosamente selecionado, o concerto também convida o público a refletir sobre a transformação do papel do produtor musical na história da música pop. “George Martin incentivou o uso de instrumentos de orquestra, sugeriu outras referências nas músicas e ajudou a criar a sonoridade dos Beatles tal como conhecemos”, comenta Samuel Ferrari Lago, presidente do IAOSP.

A proposta do concerto é, portanto, pedagógica e sensorial: apresentar um recorte do repertório dos Beatles à luz da música de concerto, oferecendo novas escutas para canções consagradas e ressaltando o caráter revolucionário da fusão entre erudito e popular. “Os Beatles mudaram a música pop, e a música clássica foi parte fundamental dessa revolução. Nosso concerto pretende evidenciar esse processo, com respeito à obra e à inteligência musical que ela contém”, afirma Samuel.

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O Maestro João Mauricio Galindo, convidado para reger o concerto - Foto Dany Gurgel

Sobre a Orquestra Sinfônica do Paraná
Desde sua fundação em 28 de maio de 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) vem construindo uma trajetória marcada pelo talento e dedicação à música, se consolidando como a primeira e maior orquestra pública do Estado do Paraná. Atualmente, tem como regente titular Roberto Tibiriçá, ocupante da cadeira número 5 da Academia Brasileira de Música. Ao longo de quatro décadas, a orquestra alcançou um vasto acervo de aproximadamente 900 obras de 250 compositores. Com mais de 1.000 apresentações dentro e fora do Paraná, a OSP tem um histórico de colaborações com outros corpos artísticos do Teatro Guaíra, incluindo memoráveis montagens de ballets como “O Quebra-Nozes” e “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, e óperas como “Carmen”, “La Traviata”, “Fausto” e “Aída”.

Sobre o maestro
Convidado para reger o concerto “OSP apresenta Projeto Beatles”, João Maurício Galindo é regente da Orquestra Brasil Jazz Sinfônica. Está associado a esta orquestra desde o ano 2000, sendo seu diretor artístico de 2005 a 2017. É cocriador e regente da série de concertos didáticos “O Aprendiz de Maestro”, em cartaz na Sala São Paulo desde o ano 2000, e apresenta os programas “Pergunte ao Maestro” e “Encontro com o Maestro” na Rádio Cultura FM, dedicados à divulgação e ao entendimento da música de concerto. Como convidado, regeu diversas orquestras no Brasil e no exterior. Em 2010 foi condecorado pelo governo francês como Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres.

Serviço:
Concerto OSP apresenta Projeto Beatles
Data e horário: 18 de maio de 2025 (domingo), às 10h30
Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)
Duração: aproximadamente 1h30
Classificação: 7 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). Os ingressos começam a ser vendidos a partir de 13/05 na bilheteria do Teatro Guaíra ou pelo site DeuBalada.com

Arranjos e orquestrações de Fábio Prado
Todas as músicas são de John Lennon e Paul McCartney, com exceção de "Octopus's Garden", de Ringo Starr, e "While My Guitar Gently Weeps", de George Harrison
Direção: Maestro João Mauricio Galindo

Programa:

I Want to Hold Your Hand
Drive My Car
Do You Want to Know a Secret
I Will
Michelle
Yesterday
Yellow Submarine
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Octopus's Garden
Pepperland
Eleanor Rigby
Norwegian Wood
Because
Blackbird
Golden Slumbers
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
With a Little Help from My Friends
While My Guitar Gently Weeps
Oh! Darling
Let It Be
All You Need Is Love
Don't Let Me Down
Hey Jude

Jocy de Oliveira, ícone da música contemporânea,ganha, enfim, homenagens em Curitiba

Mostra, que vai de 20 a 25 de maio, apresenta

a pluralidade da artista curitibana

Jocy de Oliveira é compositora, pianista, escritora e cineasta. Reside no Rio de Janeiro. Curitiba quase sempre foi um retrato na parede, à espera de uma reflexão da artista, nascida no bairro do Batel. Ano passado a artista lançou o livro “Alucinações Autobiográficas”, em que Jocy conta para um personagem fictício como foram seus antepassados, a primeira infância, a presença feminina na sua família. Curitiba volta ao destino de Jocy neste mês de maio com a realização de algo inédito em sua vida: um evento que traz um pouco da sua produção em cinema, música e literatura e -claro­- muito da sua personalidade. A “Mostra Jocy de Oliveira-uma artista curitibana” inicia em 20 de maio e estende-se até o dia 25, com entrada franca ao público. Ela foi idealizada e produzida por Alvaro Collaço. Realizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal De Curitiba, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com apoio do ICAC-Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Museu Alfredo Andersen e da Secretaria de Estado da Cultura, Unespar e Embap.
“A ideia é proporcionar um encontro de Jocy com artistas e público da cidade. E que o público tenha acesso a sua obra”, comenta Alvaro Collaço, que pela segunda vez traz Jocy a Curitiba para apresentar a sua arte. Anteriormente, em 2013, ele trouxe a ópera “Sol(o)”, encenada na Capela Santa Maria. “Agora o espectro será maior. Haverá um contato pessoal da artista por meio de conversa e palestra, além de filme, concerto e lançamento de livro. Importante será a participação de artistas curitibanos ou que residem aqui - Lilian Nakahodo, Sérgio Albach , Felipe Ribeiro e da principal intérprete de Jocy de Oliveira, a soprano carioca Gabriela Geluda”.

Jocy está empolgada. “Essa Mostra em Curitiba, significa uma volta à memória, ao sonho, aos quintais de minha infância. Reavivar esta memória é um evento importante depois de tantos anos coroados pelo meu novo e recente livro Alucinações autobiográficas”, diz Jocy.Este trecho do livro dá bem a dimensão do que ele representa:

“Se as memórias me são sopradas pelo inconsciente ou pela faixa onírica da imaginação, não sei.

E isso importa? O que importa é que hoje, ao examinar as imagens que meu olhar de criança captou, posso fazer uma leitura muito mais profunda ou decodificar códigos incompletos que se transformam em eventos vividos mais tarde na minha vida.

Precisei viver muitas décadas para conseguir a chave que abre metáforas e enxerga por meio de arquétipos. Será que aqueles anos de infância foram a síntese do que eu viria a viver no futuro?”

PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA

A Mostra gratuita inicia-se em 20 de maio, terça-feira, com uma conversa, no Memorial de Curitiba, entre Jocy e Felipe Ribeiro, compositor e professor da EMBAP. Será como uma espécie de apresentação da artista sua história e importância ao público curitibano.

Nos dias 21 e 25 de maio, quarta-feira e domingo, a Mostra prossegue na Cinemateca com a exibição de “LiquidVoices - A história de Mathilda Segalescu”, que representa um ambicioso projeto de uma concepção da música e roteiro, visando a mescla da linguagem de cinema e ópera. O filme estreou no Festival de Londres em 2019 e foi premiado em 9 festivais de cinema na Europa, Israel, Estados Unidos e Chile. Está disponível no Brasil, em várias plataformas streaming e é mundialmente distribuído pela NAXOS.

No dia 22 de maio a Mostra terá um concerto com obras musicais de Jocy, na Capela Santa Maria. Participam da apresentação Gabriela Geluda, Lilian Nakahodo e Sérgio Albach. Geluda é soprano, atriz e professora, considerada a principal intérprete da música de Jocy, com 30 anos de colaboração em óperas, discos e filmes. Lilian Nakahodo é pianista trabalha com música contemporânea. Em 2011 gravou CD com obras de John Cage, e atualmente integra o coletivo “Piano Vero”. Sérgio Albach é um dos principais claronistas do país e reconhecido clarinetista, além de diretor da Orquestra à Base de Sopro.

Uma palestra com Jocy, no Auditório Praça Tiradentes, da Escola de Música e Belas Artes acontece no dia 23, sexta-feira, às 15h, para os alunos da Belas Artes e interessados. E no dia 24, sábado, às 10h30, haverá o lançamento do livro “Alucinações Autobiográficas” no Museu Alfredo Andersen. Publicado pela Relicário Editora, o livro foi produzido em 2024. No Museu haverá ainda a solenidade de doação por Jocy de um quadro de seu acervo pessoal, pintado por Andersen, em 1894.

MAS, QUEM É JOCY DE OLIVEIRA?

Jocy nasceu em Curitiba e possui hoje 89 anos de idade. Como pianista, estudou com José Kliass em São Paulo, e Marguerite Long, em Paris. Fez carreira internacional, foi solista sob a regência de Igor Stravinsky, nos Estados Unidos. Apresentou diversas primeiras audições de compositores que a ela dedicaram obras, como Iannis Xenakis, Luciano Berio, Claudio Santoro e John Cage. Foi solista sob a regência de maestros como Eleazar de Carvalho, LukasFoss, SixtenEhrling e Robert Craft. Em outubro de 1954, sob a regência de Eleazar de Carvalho e na condição de solista da Orquestra Sinfônica Brasileira, Jocy de Oliveira participou da primeira inauguração do Guairão, em Curitiba.

A artista enveredou pela música contemporânea ainda nos anos 1960. “Apague meu Spotlight” - composta com Luciano Berio -, foi o primeiro evento de Música Eletrônica do Brasil e estreou em 1961 no Theatro Municipal de São Paulo. O espetáculo foi produzido por Ferreira Gullar, com direção e cenários de Gianni Ratto e Fernanda Montenegro e Ítalo Rossi no elenco.

Jocy tem no currículo a composição de nove óperas multimídia, aclamadas pela crítica no Brasil e exterior. Nelas utiliza instrumentos acústicos e eletrônicos e instalações com música, teatro e vídeos, buscando reformular o formato convencional operístico. Eleita para a Academia Brasileira de Música, Jocy é detentora desde 2015 do título de Doutor Honoris Causa pela UFRJ, Rio de Janeiro, e Mestre em Artes/Música pela Washington University,St Louis, USA.Gravou 25 discos no Brasil, Inglaterra, EUA, Alemanha, Itália e no México, e registrou nos Estados Unidos a obra pianística de Olivier Messiaen.

Na sua faceta de escritora, Jocy possui 8 livros. Por “Diálogo com cartas”, lançado pelo SESI–SP em 2014, recebeu o Pêmio Jabuti. O livro foi também lançado em Paris pelas Editions Honoré Champion. Já como cineasta compôs oito vídeo-óperas, entre as quais “Berio sem Censura”, “Revisitando Stravinsky”e “LiquidVoices”

SERVIÇO:
MOSTRA JOCY DE OLIVEIRA

Conversa entre Jocy de Oliveira e o professor e compositor Felipe Ribeiro
Data: 20 de maio|terça-feira
Local: Memorial de Curitiba - R. Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco
Horário: 19h30

Exibição de“LiquidVoices” – Ópera Cinemática. Direção Jocy de Oliveira
Data: 21 de maio|quarta-feira
Local: Cinemateca - R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco
Horário: 19h

Solos – Composições de Jocy. Com Gabriela Geluda-voz, Lilian Nakahodo-piano e Sérgio Albach-clarone
Data: 22 de maio|quinta-feira
Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural-R. Conselheiro Laurindo, 273 - Centro.
Horário: 20h

Palestra de Jocy – “Postopera e diálogos”
Data: 23 de maio|sexta-feira
Local: Embap- Auditório Praça Tiradentes – Rua Saldanha Marinho, 131
Horário: 15h

Lançamento do livro “Alucinações Autobiográficas”
Data: 24 de maio|sábado
Local: Museu Casa Alfredo Andersen-Rua Mateus Leme 336
Horário: 10h30

Exibição de “LiquidVoices” – Ópera Cinemática. Direção Jocy de Oliveira
Data: 25 de maio|domingo
Local: Cinemateca - R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco
Horário: 19h
Eventos gratuitos

Jocy de Oliveira no YouTube

Barão Vermelho apresenta a turnê ‘Do Tamanho da Vida’ no Guairão na próxima semana

Lançada durante o show no Rock In Rio, a nova turnê traz canção inédita musicada a partir de poema de Cazuza.

O Barão Vermelho vai apresentar seu novo show “Do Tamanho da Vida”, título da música inédita de Cazuza e Barão Vermelho. A nova turnê, que foi lançada juntamente com a nova canção durante o Rock in Rio 2024, chega a Curitiba na próxima semana, no dia 16 de maio, sexta-feira, em única apresentação no palco do Guairão. No set list, estarão os grandes sucessos da trajetória como “Bete Balanço”, “Exagerado”, “Maior Abandonado”, “O Tempo Não Para” e “Pro Dia Nascer Feliz”. Com realização da Dumas Produções e LF+C Produções Artísticas, os ingressos estão à venda pelo site da DiskIngressos.

A canção que intitula a turnê, é uma versão musicada inspirada em poema de Cazuza, que foi apresentada pela primeira vez ao público durante o último Rock In Rio.

“O show do Barão e a sua turnê “Do Tamanho da Vida”, me pegam, por mil motivos. Parece que tudo que já fizemos tem relevância. O repertório é “matador”, a banda está voando alto, performances incríveis e muita vontade de agradar aos fãs. São 43 anos de estrada, tudo DO TAMANHO DA VIDA, como o prometido, como merecido. O Barão está mais vivo do que nunca”, exclama o empolgado Guto Goffi, baterista do Barão.

Há oito anos, o quarteto carioca, é composto por dois de seus fundadores: Guto Goffi e Maurício Barros (teclados e vocais), Fernando Magalhães (guitarra, violão e vocais), desde 1985 no grupo e por Rodrigo Suricato (voz, guitarra e violões).

“Adoramos tocar ao vivo, o Barão é uma banda de estrada, e estamos muito felizes com o lançamento do nosso novo single. Amamos prestigiar o nosso passado, mas estamos sempre olhando para frente, e do que se trata a nossa vida e esta nova tour”, diz Fernando Magalhães.

A história do Barão Vermelho se confunde com a própria história do rock nacional. Banda que desfila sucessos, com repertório que passeia por quatro décadas.

Para Maurício Barros, “É uma alegria estar voltando para a estrada, nessa tour na qual celebramos a passagem do tempo. Estivemos lá, nos anos 80, e agora estamos em 2024 com a mesma pegada”.

E o tempo não para mesmo, como bem diz Rodrigo Suricato: “esse tema maior do tempo e suas contradições e celebrações é o que levamos de mais importante com essa turnê. Nós damos uma cutucada no tempo trazendo assuntos como o etarismo, já que alguns membros da banda passaram dos 60 anos. Queremos que isso sirva como inspiração para as pessoas.”

A nova programação visual e direção do show são de Batman Zavareze. “O show do Barão é uma explosão de sucessos. Tenho as melhores memórias como fã e hoje, colaborar na direção visual dessa nova turnê, me engrandece como profissional. Showzaço imperdível!”, afirma Zavareze.

A turnê anterior do Barão foi a vitoriosa tour BARÃO40, celebrando os 40 anos do grupo. Os shows convidaram os fãs a cantarem juntos, suas músicas mais conhecidas, do início ao fim dos concertos.

Serviço: Show “Barão Vermelho – Do Tamanho da Vida” no Guairão

Data: 16 de maio de 2025

Horário: Abertura da entrada às 20h e início do show às 21h

Local: Teatro Guaíra (Rua Conselheiro Laurindo 175 Curitiba/ PR)

Classificação etária: 16 anos. Menores acompanhados de responsáveis legais.

Realização: Dumas Produções e LF+C Produções Artísticas

Ingressos: A partir de R$ 140 a meia-entrada e R$ 280 a inteira + taxa administrativa da DiskIngressos.

Link para ingressos:

https://www.diskingressos.com.br/evento/9037/2025-05-16/pr/curitiba/barao-vermelho-do-tamanho-da-vida

Informações: DiskIngressos e Instagram @dumasproducoes

Meia Lua inteira no palco do Teatro Paiol

· Multiartista paranaense, com mais de 35 anos de trajetória, celebra a força da mulher negra no lançamento do primeiro disco autoral;
· O show será no dia 7 de maio, às 20h, com entrada franca.

“Eu não escolhi a Música, foi ela quem me escolheu”, declara a multiartista, Meia Lua, codinome da cantora, compositora, percussionista, capoeirista e atriz paranaense que faz no palco do Teatro Paiol, no dia 07 de maio, o show de lançamento de seu primeiro trabalho autoral, o EP Meia Lua – Simetria, em que celebra a força da mulher negra, musicista e agente das culturas tradicionais.

“Depois de mais de 35 anos de caminhada na arte, na educação e na resistência, subo ao palco com um repertório que nasce da minha história e da nossa ancestralidade”, afirma, sobre a apresentação que acontece às 20h, com entrada franca.

Em Meia Lua – Simetria, a artista se debruça sobre seu repertório de Samba Canção, Bossa Nova, Rock, Baião/Maracatu e Partido Alto, em cinco faixas que mostram algumas das facetas da compositora. O projeto Simetria também vai oferecer três vídeo clipes, que serão disponibilizados nas redes da artista e duas oficinas: O contexto da mulher nas rodas de samba, com pocket show e bate papo, que acontece no dia 25 de maio, na Casa Ará Espaço Cultural

“A oficina se fará com a contextualização do Samba no Brasil e no mundo, a presença feminina que chega com força nas Rodas de Samba, principalmente em Curitiba e, claro, sobre a baixa autoestima de algumas mulheres que ainda não desabrocharam para as delícias das Rodas que também nos pertencem por direito”, adianta.

Com uma extensa caminhada nas artes da capital, ao longo de mais de três décadas, Lua é presença certa em rodas de Choro e de samba de Curitiba e Região. Esperou um longo tempo até o lançamento deste seu primeiro EP autoral. “Justamente pela falta de oportunidade que a mulher negra ainda enfrenta, mesmo com todo empoderamento Afro-brasileiro. Mas, agora, aí estão os Editais de leis de incentivo colocando a mulher negra, também, onde ela quiser”, pontua, comentando os projetos aprovados em leis de incentivo à cultura do País.

“Este projeto sempre esteve dentro de mim, e apesar de, ainda, não ter conseguido realizar o sonho de um álbum completo, estou muito feliz em poder levar a minha arte musical às pessoas, pois com certeza é o melhor de mim”, diz ela. “Neste EP faço um passeio por variados gêneros musicais e por toda minha Ancestralidade Negra, que resgata e transforma toda uma sociedade”, completa.

Lua nasceu em Cianorte, filha de um casal de multiartistas mineiros, contadores de “causos” e mestres de cultura tradicional. O pai, Vitor - cantor, compositor, trovador, Mestre de Folia de Reis e Congadas – e a mãe, Laura - cantora, brincante, lavadeira de Maré -, alimentaram a base cultural da menina que cresceu em meio à música, à dança, ao teatro de rua e as artes circenses. A familiaridade com a construção de instrumentos musicais completa a formação orgânica da artista, que faz de suas heranças culturais um amálgama para sua personalidade que começou a ser formado antes ainda do berço, já na barriga da mãe.

Não por acaso, Lua começou a escrever ainda criança os Hai-kais e poesias que se tornariam suas composições musicais. O nome artístico vem da capoeira, a arte da ginga que ela pratica há mais de três décadas. “Minha musicalidade sempre esteve organicamente em mim. As brincadeiras de minha infância sempre foram musicais/teatrais e a frase do meu pai sempre foi respeitada: ‘Bora pra Rua, que a Rua é Nossa’. Quando Pai? ‘Agora, que amanhã pode ser tarde’. A Rua sempre foi palco pros Maracatus, Folias de Reis, Reisados, Samba de Roda e Congadas”, lembra, citando o pai, que criou seu próprio cavaquinho “e todas as percussões possíveis, que foram nossos brinquedos de criança”.

Autodidata criada nas Rodas de Samba, Jongo, capoeira e maculelê e todas as culturas afro-brasileiras, a Licenciatura em Música só chegou em 2015 – UNESPAR/FAP - por pura curiosidade e vontade de expandir conhecimentos, que se completaram com a especialização em Musicoterapia e Psicopedagogia. Na capoeira, ela aprendeu a ser forte, a cair e levantar rápido, não dando oportunidade para ninguém repetir a dose. Aprendeu também a valorizar a sua beleza negra, amar o cabelo crespo e a enfrentar o machismo e o racismo. “Ou qualquer outra modalidade negativa, aprendi a dormir com um olho aberto e o outro fechado”.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA. Incentivo: Ebanx

Serviço do show:
O que: Lançamento do EP Meia Lua - Simetria
Quando: 7 de maio de 2025, às 20h
Onde: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n)
Quanto: Entrada franca.
Ingressos antecipados: https://pixta.me/u/meia-lua-simetria-teatro-paiol

Para conhecer a artista: @meialua.cantautora

Para ouvir o disco na plataforma de sua preferência: https://offstep.link/233018065456

Ficha Técnica EP
Estúdio Musical: Vinícius Araujo
Produção Musical: Vinícius Araujo
Produção Executiva: Curitizoom
Arranjos Musicais: Fernando Vahia, Milena Marques, Vitor Grochoki;
Direção Musical: Meia Lua Cantautora
Assistente de Direção: Vitor Grochoki
Direção Geral: Meia Lua Cantautora

Faixa a faixa:

Meu Samba no Samba do Compositor: Composição: Meia Lua.

● Meia Lua – Composição | Voz | Percussões | Backing Vocal
● Fernando Vahia – Arranjos | Violão 7 cordas | Violão 6 cordas
● Cavaquinho: Vitor Grochoki;
● Leo Fé – Percussões | Backing Vocal
● Mayah Gaia – Backing Vocal;
● Thiago Saraiva - Flauta Transversal;
● Luciano Sangreman – Cuíca.

Choram as Notas, em Plena Canção: Composição: Meia Lua.

● Meia Lua – Composição | Voz | Backing Vocal.
● Milena Marques – Arranjos | Violão;
● Nenê Viana – Baixo;
● Dio Dias – Bateria.

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Canto pra Mamãe Iemanjá: Composição: Meia Lua e Jeff Pereira.

● Meia Lua – Composição | Voz | Backing Vocal;
● Fernando Vahia – Arranjos |Violão7 | Bandolin;
● Leo Fé – Percussões.

Meu Mimo em Si Maior: Composição: Meia Lua.

● Meia Lua - Composição | Voz;
● Fernando Vahia – Arranjos | Violão;
● Nene Viana – Baixo;
● Dio Dias – Bateria.
● Luciano Sangreman – Cuíca;
● Thiago Saraiva – Flauta Transversal.

Intuito ou Pesadelo: Composição: Meia Lua.

● Meia Lua – Direção Musical | Composição | Voz
● Milena Marques – Bandolin;
● Vitor Grochoki – Arranjos | Violão;
● Leo Fé – Percussão.

A força feminina de Alana Moraes no Samba de Bamba

A CAIXA apresenta a cantora e compositora Alana Moraes, terceira atração do projeto Samba de Bamba, que vai apresentar o show Balança Mas Não Cai no dia 13 de maio, terça-feira, às 20 horas, no Teatro da CAIXA (R. Conselheiro Laurindo, 280). A artista, que faz sua estreia nos palcos em Curitiba, vem acompanhada por sua banda com quatro músicos. No palco ela vai interpretar clássicos de mestres como João Bosco, Clara Nunes, Carmen Miranda, Elis Regina, Elza Soares, Baden Powell, Luiz Melodia, Alcione, Ary Barroso Lupicínio Rodrigues, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz, Toninho Geraes, além de apresentar composições autorais. Os ingressos, com preços populares de R$20 e R$10 (meia-entrada), já estão à venda, presencialmente na bilheteria ou on-line, pela plataforma digital Sympla.
Alana Moraes convida o público curitibano para um show muito especial: “Prepare-se para uma noite onde o samba se torna celebração, a batucada é oração e a música é o elo entre o sagrado e o profano”. Ela conta que o espetáculo Balança Mas Não Cai, vai mergulhar em um universo onde a força feminina, a ancestralidade afro-brasileira e a alegria do cotidiano se entrelaçam em um repertório vibrante e cheio de significado. “É um show que celebra a boemia e a conexão entre as pessoas através da música. Cada canção é uma celebração da diversidade cultural brasileira, exaltando o amor ao Brasil e aos brasileiros”, define.
Alana Moraes
Nascida em Palmeira das Missões (RS), Alana Moraes é uma artista que representa a nova geração da música brasileira com autenticidade e paixão. Cantora e compositora de alma livre, dona de uma voz afiada e interpretação comovente, Alana começou sua carreira em bailes no Sul até fazer turnês internacionais. Hoje, morando no Rio de Janeiro, ela transita com naturalidade entre o MPB, samba jazz, pop, bossa nova e ritmos latino-americanos. No samba — espaço ainda majoritariamente masculino — Alana se afirma como uma voz feminina potente, que defende a liberdade de ser quem se é. Sua presença marcante e entrega apaixonada fazem dela uma artista cativante que inspira e conecta o público em todos os projetos que realiza.
A próxima atração do projeto é a sambista mineira Giselle Couto, no dia 03 de junho.

Serviço:
Samba de Bamba – Alana Moraes
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 13 de maio
Horário: terça-feira, às 20h.
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA).
Os ingressos podem ser comprados on-line pela plataforma digital Sympla.
A bilheteria da CAIXA funciona de terça a sábado das 10h às 20h. Domingo das 10h às 19h)
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).
Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural| Instagram @caixaculturalcuritiba
Assessoria de Imprensa Curitiba:

Espetáculo “A Bela e a Fera” terá apresentação gratuita em Curitiba

Teatro Bom Jesus recebe a peça nos dias 9 e 10 de maio, com uma releitura do clássico infantil assinada pela Cia do Abração

CURITIBA, 02/05/2025 - “Era uma vez...”. É desta forma que histórias infantis como contos de fadas e fábulas eram introduzidas às crianças num passado recente. Os tempos são outros e as histórias também; e com o objetivo de contextualizar clássicos de literatura infantil dentro de dilemas contemporâneos, a Guanabara Produção Cultural e o Ministério da Cultura apresentam, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a 4ª edição do Festival Infantil “Era uma vez... Eram duas, eram três”, entre os meses de abril e outubro, com montagens adaptadas pela companhia de teatro Cia Abração. Ao longo de 2025, serão 18 apresentações gratuitas, com seis espetáculos diferentes, no Teatro Bom Jesus, em Curitiba. Na segunda atração do megafestival, que será exibida nos dias 09 e 10 de maio, o público terá a oportunidade de conferir uma adaptação do clássico “A Bela e a Fera”.

A diretora criativa da Guanabara Produção Cultural, Carolina Montenegro, destaca que a proposta do festival é fazer com que as famílias se identifiquem com os personagens e diálogos. Temas como diversidade, inclusão, educação, tecnologia e sustentabilidade são trabalhados. “Queremos cumprir o papel do teatro em levar as cenas para fora dos palcos e ser um espaço de transformação por meio da arte”, comenta Carolina. As escolhas dos espetáculos foram feitas com base nos clássicos mais reconhecidos pelo público infantil, ao total são 6 peças, uma por mês: “O Mágico de OSS”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Alice no País das Maravilhas”, “Peter Pan” e “Flautista de Hamelin”. A execução dos espetáculos conta com mais de 150 pessoas envolvidas entre artistas, produtores e equipe técnica, um quadro técnico altamente capacitado, para garantir uma experiência única e inesquecível para as famílias.

O espetáculo “A Bela e a Fera”, uma releitura do clássico da literatura mundial, traz a história com uma “cara de Brasil”, vivida no contexto dos bailes de carnaval, com características culturais, códigos e musicalidade que passa pelo samba, marchinhas e frevo. Na história adaptada, a jovem Bela pede a seu pai, um ex-compositor de sambas, agora caixeiro viajante, que lhe traga de presente o Samba da Rosa. Infelizmente, o pobre homem escuta um samba vindo do castelo da terrível Fera. A trama leva a uma reflexão sobre a importância da música e da poesia na construção das relações humanas subjetivas, essenciais e valorosas.

A peça “A Bela e a Fera”, que integra a programação oficial do festival “Era uma vez... Eram duas, eram três”, contará com três apresentações no Teatro Bom Jesus, na sexta-feira (09), a partir das 9h30 e das 14h30, em exibições exclusivas para escolas públicas; e no sábado (10), a partir das 15h, com público livre.

Confira a agenda completa do festival "Era uma vez...Eram duas...Eram três" na cidade de Curitiba:

O Mágico de Oss: 25 e 26 de abril – JÁ REALIZADO
A Bela e a Fera: 9 e 10 de maio
Pinóquio: 6 e 7 junho
Alice no País das Maravilhas: 8 e 9 agosto
Peter Pan: 26 e 27 setembro
Flautista de Hamelin: 17 e 18 outubro

Serviço:

A Bela e a Fera - Festival Era uma vez...Eram duas...Eram três
Quando: dias 09 (9h30 e 14h30) e 10 (15h) de maio
Local: Teatro Bom Jesus (Rua 24 de Maio, 135 – Centro)
Retire seu ingresso na plataforma Sympla: www.sympla.com.br

A 4ª edição do Festival Infantil “Era uma vez... Eram duas, eram três” conta com produção e idealização da Guanabara Produções Culturais com apoio da Montenegro Produções Culturais por meio de Lei de Incentivo à Cultura e patrocínio master das empresas: TCP, Havan, Sideral Linhas Aéreas e Cattalini. Realização do Ministério da Cultura e Governo Federal. Para mais informações, acesse o site https://montenegroproducoes.com/.

Show gratuito de Almir Sater é uma das atrações da Semana S

Evento organizado pela CNC, Fecomércio PR, Sindicatos Empresariais, Sesc e Senac no Paraná traz show gratuito do cantor ao Teatro Guaíra, em Curitiba

Reconhecido com um expoente da música regionalista e caipira do país, autor de clássicos como Chalana, Tocando em Frente, Um Violeiro Toca, Comitiva Esperança e Amanheceu, Peguei a Viola, o cantor, compositor e violeiro Almir Sater é o convidado para integrar a programação da Semana S que a Fecomércio, a CNC, o Sesc, Senac e Sindicatos Empresariais realizarão no Paraná de 10 a 18 de maio.

O músico virá a Curitiba para apresentação no dia 15 de maio, no Teatro Guaíra, a partir das 21h. Ele sobe ao palco acompanhado de sua inseparável viola de dez cordas – instrumento que se tornou sua marca registrada.

De acordo com a gerente de Cultura do Sesc PR, Mariah Fank, o Sesc PR oferta gratuitamente este show ao público, em um dos principais equipamentos culturais do Paraná. “Trazer nomes do cenário nacional para o Paraná, por meio do Sesc, é de extrema relevância, pois fortalece o papel da instituição na difusão cultural e na formação de público. O Sesc desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à cultura, proporcionando oportunidades únicas para que pessoas de todas as idades e classes sociais possam vivenciar experiências artísticas de alta qualidade. Equipamentos culturais como o Teatro Guaíra, em Curitiba, são essenciais para essa missão, servindo como palco para espetáculos que enriquecem a vida cultural da comunidade e promovem um intercâmbio cultural inclusivo”, salientou Mariah.

Retirada dos ingressos

Os ingressos são limitados e a partir do dia 5 de maio, o público preferencial do Sesc Paraná – trabalhadores do comércio e seus dependentes – poderá procurar as unidades do Sesc em Curitiba e em São José dos Pinhais para efetuar a troca de dois quilos de alimento não perecível, dentro da data de validade, por um ingresso, mediante a apresentação da credencial válida. Cada cliente pode retirar até quatro ingressos. A partir de quarta-feira (7), os ingressos remanescentes estarão disponíveis aos demais clientes.

Todos os alimentos arrecadados serão destinados ao programa Sesc Mesa Brasil Parolin.

Semana S - Programação Cultural

No sábado (10), o projeto Sábado em Família promove uma programação gratuita em 30 unidades do Sesc no Paraná. As atividades incluem atrações para todas as idades, como oficinas, mostras culturais, apresentações musicais e teatrais, palestras, gincanas, desafios esportivos, aulas coletivas e muito mais. A programação completa está disponível no site do projeto: https://www.sescpr.com.br/sabadofamilia/.

A programação cultural se estende ao longo da semana. Na sexta-feira (16), do meio-dia às 19h, o público poderá conferir diversas atrações culturais no Estacionamento do IMAP, no Parque Barigui, onde estará o caminhão Sesc Arte Móvel – um caminhão-palco.

Às 12h o compositor, diretor, produtor musical e bandolinista Daniel Migliavacca sobe ao palco para apresentar o show História do Choro. No repertório, um panorama da história do gênero, com composições de Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Joaquim Callado, entre outros.
O Palhaço Ribity e Marina Bailarina apresentam, às 14h, a performance O show não pode parar, que aborda, de forma poética, a arte como potência que sempre encontra brechas para continuar. Na sequência, às 15h, o Sesc PR promoverá contação de histórias sobre promoção à saúde e preservação do meio ambiente voltadas para o público infantil.
Às 17h a artista Janaina Fellini comanda a apresentação musical Para Onde Vai o Amor? – o show, uma obra composta em três atos: começo, meio e fim – inspirada por histórias reais, enviadas pelo público. Para encerrar a tarde de sábado, às 18h, o público poderá se descontrair com a aula de ritmos.
No sábado (17), a partir das 10h, a atriz e contadora de histórias Fafá Conta é a convidada para o Encontro com Contos, projeto que visa valorizar e divulgar a contação de histórias como instrumento cultural e artístico, proporcionando uma experiência de imersão no universo literário de forma leve e acessível.
O público poderá conhecer, às 11h, o projeto social em que o Sesc oferece formação musical gratuita para estudantes da rede pública da Educação Básica de Maringá. Os alunos do Centro de Difusão Musical de Maringá realizarão uma apresentação musical com trompetes, trombones, saxofone, flautas, violas, violões, violoncelo e percussão.

Encerrando a programação, às 17h, a banda Tuyo sobe ao palco do Sesc Arte Móvel em formato acústico. Em uma performance intimista, o trio revela novas camadas de sensibilidade e profundidade em suas composições. Conhecida por entrelaçar elementos da música eletrônica, do folk e do R&B alternativo, a Tuyo revisita seu repertório em versões desplugadas que ressaltam a força poética das letras, os arranjos vocais refinados e a intensa conexão emocional com o público. Com harmonias envolventes e uma presença cênica cativante, o grupo transforma o palco em um espaço de afeto e potência sonora — uma experiência delicada, profunda e inesquecível.

Para acessar a programação completa da Semana S e como participar e se inscrever, acesse o site https://semana-s.portaldocomercio.org.br/.

SERVIÇO

Show do músico Almir Sater

Data: 15 de maio, às 21h

Local: Teatro Guaíra | Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro

Troca de ingressos a partir do dia 5 de maio, nas unidades do Sesc em Curitiba e em São José dos Pinhais

Assessoria de Imprensa

Silvia Bocchese de Lima e Fernanda Ziegmann

jornalismo@fecomerciopr.com.br

(41) 99236-3335 | 99610-6251

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Almir Sater vem a Curitiba para compor a programação da Semana S
Almir Sater vem a Curitiba para compor a programação da Semana S
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Ingressos Solidários
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CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ESPETÁCULO AMAZONENSE INÉDITO NO SUL QUE COMBINA DANÇA E TEATRO COM MANIFESTAÇÕES LATINO-AMERICANAS

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro de 2024 na categoria destaque nacional, evento acontece de 15 a 25 de maio

Foto: Hamylle Nobre

De 15 a 25 de maio, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta o espetáculo amazonense As Cores da América Latina, que combina dança e teatro e incorpora três manifestações latino-americanas – a Fiesta de la Tirana, do Chile, a Huaconada, do Peru, e Cavalo-Marinho, do Brasil. As sessões ocorrem de quinta-feira a sábado às 20h e nos domingos, às 19h.

Ganhador do Prêmio Shell de Teatro em 2024 na categoria destaque nacional, o espetáculo da Panorando Cia. e Produtora aposta na visualidade e faz o uso de cores vibrantes, utilizando seis máscaras de Fofão, personagem do Carnaval Maranhense, que completam a estética das personas no palco, apresentando a história do último Fofão como uma homenagem a algumas tradições latinas.

A Fiesta de La Tirana, do Chile, é considerada a celebração religiosa mais importante do país, sendo marcada por tambores, trompetes e acordeões acompanhados por pessoas fantasiadas com saias pomposas e demônios com pedaços coloridos saltando.

Já a Huaconada, do Peru, é uma dança ritualística típica realizada pelos huacones, homens mascarados que executam movimentos coreografados em uma celebração da vida, da natureza e da comunidade. O Cavalo-Marinho, do Brasil, é uma brincadeira popular característica do norte de Pernambuco e do sul da Paraíba, tendo sido reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil. O teatro envolve performances dramáticas, poéticas, musicais e coreográficas, representando o cotidiano, o real e o imaginário desse grupo social brasileiro.

Em As Cores da América Latina, a influência das três festividades forma um documento/manifesto da história e estética latino-americanas para falar sobre temas como amor, morte e nascimento.

Sobre a Panorando Cia. e Produtora
Criada em 2016, a Panorando atua nos campos da produção de eventos e da montagem de espetáculos. Interessada nas intersecções entre as artes cênicas e manifestações culturais latino-americanas, o coletivo já criou cinco espetáculos, dentre os quais se destacam “Sodade” (2019) e “As Cores da América Latina” (2023), obras que já foram apresentadas mais de 90 vezes no Amazonas, Rondônia, Pará, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo.

SERVIÇO:
[Teatro/Dança] As Cores da América Latina
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 15 a 25 de maio de 2025
Horários: quintas-feiras a sábados às 20h | domingos às 19h
Acessibilidade: a sessão do sábado 17 contará com tradução em Libras e audiodescrição
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia-entrada e clientes CAIXA)
Vendas: a partir do dia 3 de maio às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: terça a sábado das 10h às 20h, domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 45 minutos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Sesc Paço da Liberdade recebe shows do Duo Varandas

Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Para abrir a programação musical de maio do Sesc Paço da Liberdade, a unidade recebe para duas apresentações o Duo Varandas, formado pelos músicos Vini Moraes (Diamante Violeiro) e Lu Pasinato, para duas apresentações gratuitas no Café do Paço.
Os shows vão ocorrer nesta sexta-feira (2), às 18h e no sábado, às 13h30.

Vini Moraes, natural de Rio Branco do Sul (PR), é cantor, compositor e violeiro. Atuou como guitarrista e contrabaixista nas décadas de 1990 e 2000, até se dedicar à viola caipira em 2007, com a dupla Diamante & Montenegro. Seguiu carreira solo, apresentando-se com diferentes formações e projetos. Em 2019, lançou seu primeiro trabalho autoral, Quando a estrada me chamar, com influências de folk e bluegrass. Seu repertório mescla clássicos da música caipira e regional (Tião Carreiro & Pardinho, Almir Sater, João Lopes), além de releituras de Pink Floyd, Beatles e peças de Bach.

Lu Pasinato é violeiro e compositor, com dois álbuns autorais: Mudernage (2008) e Aldeia (2014). Neste último, 11 das 13 faixas são de sua autoria, com destaque para ritmos tradicionais da viola como cururu, catira, toada e pagode. Seu trabalho é essencialmente instrumental, com forte identidade regional.

SERVIÇO:

Show no Café com Duo Varandas

Data: 2 de maio, às 18h e 3 de maio, às 11h30

Local: Café do Sesc Paço da Liberdade - Praça Generoso Marques

Entrada gratuita

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Duo Varandas
Duo Varandas
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Show acontece no dia 20 de maio no Teatro Positivo; ingressos à venda pelo Disk Ingressos

The Pretenders, banda comandada por Chrissie Hynde, anunciou show inédito em Curitiba. O grupo de rock anglo-americano se apresenta no dia 20 de maio no palco do Teatro Positivo, às 20h45. Os ingressos estão à venda, a partir de R$ 250, pelo Disk Ingressos – confira o serviço completo abaixo. O show em Curitiba é uma realização Music On Events, Mercury Concerts e RW7 Production & Entertainment.

No ano passado, a banda lançou o mais recente álbum de estúdio, o “Relentless”. O disco marca a segunda parceria entre Chrissie Hynde e o guitarrista da banda, James Walbourne. Sobre o processo de composição, Chrissie afirma: “Uma verdadeira jornada melódica”.

A impulsividade e a atitude, que ao mesmo tempo definem o espírito eterno do grupo, também estão no primeiro single “Let The Sun Come In”, registrado no BBC Radio 2. Já a canção “I Think About You Daily”, de Chrissie com a colaboração Jonny Greenwood, foi descrita como "uma canção lenta conduzida por piano e salpicada de cordas, que atinge você direto no coração", pelo The Sunday Times.

Com mais de 40 anos de carreira, o Pretenders trará à capital paranaense alguns de seus maiores sucessos, como “Brass in Pocket”, “Don’t Get Me Wrong“, “I’ll Stand by You” e, claro, músicas do seu mais recente disco.

Apresentando canções inéditas e sucessos surpreendentes, os shows foram descritos como "emotivos", pelo The Times; "o passado e o presente dos Pretenders na mesma faixa", pela Uncut Magazine; e "as composições de Hynde estão tão afiadas como sempre, com novas canções roubando os holofotes dos sucessos clássicos", pelo renomado The Guardian.

Além de Curitiba a banda passará ainda por Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna, Brasília no Ulysses Centro de Convenções e São Paulo no C6 Festival.

SERVIÇO – THE PRETENDERS EM CURITIBA

Quando: 20 de maio de 2025 (terça-feira)

Onde: Teatro Positivo (Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)

Horário: abertura da casa às 19h30 e show às 20h45

Ingressos: os ingressos variam de R$ 250 a R$ 1.960,00 de acordo com o setor e modalidade escolhidos

BENEFÍCIO DE MEIA-ENTRADA:

- Cartão Disk Ingressos (para titular e 2 acompanhantes)

- Vacinado Covid (somente titular, com apresentação no app ou carteirinha)

- ONG Amigo Guaipeca - Doação 1kg de Ração (para o titular e 1 acompanhante)

- Sócio Furacão (para o titular e 1 acompanhante, mediante carteirinha)

- Associados Clube Curitibano (para o titular e 1 acompanhante)

- Clube Gazeta do Povo (para o titular e 1 acompanhante, mediante carteirinha)

- Associados OAB com carteirinha funcional - OAB/PR (para o titular e 1 acompanhante)

- Associados ao Sindehoteis com a apresentação da carteirinha física ou digital (para o titular e 1 acompanhante)

- Clube Cult (para o titular e 1 acompanhante, mediante carteirinha)

- Funcionários CAA/PR com a apresentação do crachá (para o titular e 1 acompanhante)

Previstos por lei:

- Doador de Sangue, Professor, Portador de Câncer

- Idoso

- Estudante

- ID Jovem

- PCD-PNE

- Mesário

* carteirinhas físicas ou digitais ou app

FORMA DE PAGAMENTO

Dinheiro, cartão de débito e crédito.
Parcelamento em até 10X com juros
Vendas: Disk Ingressos (diskingressos.com.br)

Pontos de Vendas:

Shopping Mueller: de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h

Teatro Positivo: de segunda a sexta, das 11h às 15h e das 16h10 às 20h. Sábado das 17h às 21h. Domingo somente em dias de espetáculos

Teatro Fernanda Montenegro: de segunda a sexta, das 10h às 14h e das 15h10 às 18h. Sábado das 12h às 16h e das 17h10 às 20h

Classificação: 16 anos

Realização: Music On Events, Mercury Concerts e RW7 Production & Entertainment

Espetáculo “Ilíada em Libras – Canto I” é apresentado em cinco cidades do Paraná com sessões gratuitas e acessíveis

Ilíada em Libras Canto 1 - ator Jonatas Medeiros - Foto Gilson Camargo 2025 (1).jpeg
Foto: Gilson Camargo

Após estrear em 2023 no Teatro Novelas Curitibanas, em Curitiba, e ser apresentado na Mostra Surda de Teatro do Festival de Curitiba neste ano, o espetáculo “Ilíada em Libras – Canto I” inicia uma nova etapa, levando o teatro em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para o interior do Paraná. Em maio e junho de 2025, a montagem será apresentada em Ivaiporã (03 e 04 de maio), Jacarezinho (17 e 18 de maio), Londrina (31 de maio – sessões duplas), Apucarana (01 de junho – sessões duplas) e Jandaia do Sul (07 e 08 de junho).

A entrada é gratuita e os ingressos deverão ser retirados na bilheteria uma hora antes. Haverá bate-papo após as sessões dos sábados em Ivaiporã, Jacarezinho e Jandaia do Sul. Em Londrina e Apucarana, o bate-papo será após as sessões das 20h. As apresentações contam com recursos de acessibilidade ampliada, como guias surdos-cegos em todas as sessões, para interpretação em Libras tátil.

Com produção da Fluindo Libras e da Cia Ilíadahomero de Teatro, a peça tem direção de Octavio Camargo e Rafaela Hoebel, e propõe um mergulho visual na narrativa da Ilíada, obra atribuída a Homero e considerada um dos marcos da cultura ocidental, adaptada à Língua Brasileira de Sinais (Libras). O ator Jonatas Medeiros interpreta em Libras a epopeia de Homero, dando vida a personagens como Zeus, Hera, Afrodite, Poseidon, Apolo, Atena, entre outros. A encenação conta ainda com a cenografia de Fernando Marés e iluminação concebida por Beto Bruel, operada nesta circulação por Fernando Dourado.

Afirmação estética da cultura surda
Para Rafaela Hoebel, diretora surda do espetáculo, o trabalho vai além da tradução e representa uma afirmação estética da cultura surda. "A Ilíada é uma obra de grande complexidade e profundidade, independentemente de ser acessada por pessoas surdas ou ouvintes. Como uma das bases da literatura ocidental, ela marca o início da escrita alfabética e impacta diretamente as línguas orais, como o português. No entanto, sua história ainda é pouco difundida — especialmente entre o público surdo. Ao dirigir a peça, nosso propósito foi transformar essa narrativa clássica em uma experiência acessível e sensível através da língua de sinais. Mais do que uma tradução, trata-se de um ato de protagonismo e valorização da cultura surda. A peça convida o público a reconhecer a força estética da Libras e a celebrar a diversidade das formas de narrar, sentir e viver a arte."

Octavio Camargo, que atua há mais de uma década na pesquisa teatral em diálogo com a comunidade surda, destaca o momento atual do movimento cultural surdo no Paraná. "O movimento cultural surdo em Curitiba vem ganhando destaque no teatro nos últimos 10 anos, culminando em 2024 e 2025 com a Mostra Surda no Festival de Curitiba. Em 2025, sete grupos de diversos estados brasileiros apresentaram seus trabalhos no Sesc da Esquina, sempre com sessões lotadas, demonstrando o alto interesse da comunidade surda em participar de eventos culturais e espetáculos produzidos em Libras. Agora, teremos a oportunidade de levar o Canto 1 da Ilíada para cinco cidades do Centro-Oeste e Norte paranaense, ampliando o acesso à arte em Libras no interior do estado. É um trabalho experimental que amplia as possibilidades expressivas da Libras, criando sinais específicos para heróis e lugares da mitologia grega, tornando este repertório acessível à comunidade surda. Nosso objetivo futuro é ainda mais ambicioso: realizar um 'Homero em Libras' com o texto integral, interpretado por artistas surdos."

O ator Jonatas Medeiros relata que trazer a obra clássica para a Língua Brasileira de Sinais tem gerado outras iniciativas e desdobramentos. "Outro braço do projeto é a construção de corpos linguístico e poético com surdos poetas de várias regiões do Brasil, que, em uma rede de diálogos e construção de repertório, produzem poemas baseados em deuses e heróis, como se fossem nereidas a inspirar a empreitada tradutória performática desse trabalho. Essa construção ocorre por meio de oficinas sobre mitologia grega em Libras e trocas online. Além da circulação da Ilíada, estamos na fase de proto-tradução dos demais cantos, iniciando pelas sinopses dos cantos da Ilíada e Odisseia com poetas e artistas surdos."

"Ilíada em Libras" é resultado de mais de uma década de pesquisa do núcleo Sala 603, em parceria com a Cia Iliadahomero e a produtora cultural surda Fluindo Libras, responsáveis pela produção do espetáculo. Esta temporada conta com apoios da Prefeitura de Ivaiporã, ASC - Associação dos Surdos de Curitiba, ASSJP - Associação dos Surdos de São José dos Pinhais e AML Cultural. Os espetáculos de circulação são viabilizados pelo Edital de Circulação 010/2023 da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura/Governo Federal.

Serviço:
Espetáculo "Ilíada em Libras - Canto I"

Ivaiporã (PR)
Datas: 03 e 04 de maio
Horário: 19h
Local: Centro Cultural Olivia Hauptmann
Endereço: Avenida Souza Naves, 2775
Bate-papo após a sessão de 04/05

Jacarezinho (PR)
Datas: 17 e 18 de maio
Horário: 19h
Local: CAT - Conjunto Amadores de Teatro
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 968 – Centro
Bate-papo após a sessão de 18/05

Londrina (PR)
Data: 31 de maio
Horários: 17h e 20h
Local: Teatro AML Cultural
Endereço: R. Maestro Egídio Camargo do Amaral, 130 – Centro
Bate-papo após a sessão das 20h

Apucarana (PR)
Data: 01 de junho
Horários: 17h e 20h
Local: Cine Teatro Fênix
Endereço: Av. Curitiba, 1215 – Térreo – Centro
Bate-papo após a sessão das 20h

Jandaia do Sul (PR)
Datas: 07 e 08 de junho
Horário: 19h
Local: Auditório Municipal Professor Lourenço Ildefonso da Silva
Endereço: Praça do Café, 514-640
Bate-papo após a sessão de 08/06

Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Entrada gratuita (retirada dos ingressos uma hora antes na bilheteria do teatro)

Ficha Técnica:
Direção: Octávio Camargo e Rafaela Hoebel
Ator: Jonatas Medeiros
Voz: Fernando Marés
Iluminação: Fernando Dourado
Arte gráfica: Gilson Camargo
Divulgação: Zuca Alvino
Making of e foto: Gilson Camargo, Vanessa Veríssimo e Zuca Alvino
Intérprete de Libras: Viviana Rocha e Felipe Patrício
Guia-intérprete: Thiago Almeida
Produção: Felipe Patrício
Assistente de produção: Gustavo Moura e Viviana Rocha
Assessoria de Imprensa: Lide Multimídia
Produção local: Alana Komatsu, Giovana Guidelli, Renan Bonito, Rute Alvino, Dienifer Paixão
Produção local surda e agito cultural:
Agradecimentos: Ângelo Vanhoni, Chris Gomes, Evelin Ditikun, Lucineia Rodrigues, João Feio, Valdiceia Lopes Rodrigues, Sated/PR

Ilíada em Libras - Octavio Camargo, Jonatas Medeiros, Fernando Marés e Rafaela Hoebel - foto Gilson Camargo 1.jpg
Esq . para dir.: Octávio Camargo (diretor), Jonatas Medeiros (ator),
Fernando Marés (cenógrafo) e Rafaela Hoebel (diretora) - Foto: Gilson Camargo

CAIXA CULTURAL CURITIBA PROMOVE OFICINA TOMADA ÚNICA DO CURTA 8: UM DESAFIO CRIATIVO EM PELÍCULA SUPER 8

As inscrições são gratuitas até 10 de maio e os participantes selecionados receberão filme e filmadoras para realizar curtas-metragens

Foto: Poldo Aks

A CAIXA Cultural Curitiba e o CURTA 8 - Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba promovem, nos dias 17 e 18 de maio, a Oficina Tomada Única. Além de tomarem conhecimento das técnicas de filmagem em Super 8 – e da operação dos equipamentos, os participantes selecionados para a oficina receberão cartuchos de película e filmadoras. Depois disso, terão cinco semanas para produzir seus filmes, que devem ser totalmente captados e montados na câmera, para serem exibidos na mostra competitiva do Festival. As inscrições para a oficina são gratuitas e estão abertas até o dia 10 de maio, exclusivamente pelo site www.curta8.com.br

Ministrada pelo cineasta Pedro Merege, a oficina segue a proposta de captação em tomada única, a exemplo de eventos de super 8 que vêm conquistando o público em países da Europa, tais como França, Espanha, Suíça e Alemanha. Nesses festivais, são exibidos apenas filmes montados diretamente na câmera. Ao realizador é permitido utilizar efeitos de manipulação fotográfica durante a exposição para criar as transições nos cortes. Contudo, é proibida qualquer edição posterior nas imagens captadas, o que exige planejamento prévio e conhecimento básico de fotografia de cinema.

O resultado é sempre uma surpresa, tanto para o público como para os produtores que assistem aos filmes pela primeira vez durante o festival. A sonorização também fica a critério dos próprios realizadores, que podem optar pela execução de um CD com trilha sonora ou realizar performances, dublagens, ou mesmo a execução ao vivo do som a partir de instrumentos tocados durante a exibição do filme.

Este ano a oficina oferece três opções de participação. A primeira é para filmes com temática livre (18 vagas), a segunda para clipes musicais (5 vagas), e a terceira para filmes editados (2 vagas). Nesta última categoria os participantes receberão dois cartuchos de película e poderão editar digitalmente os filmes.

No site www.curta8.com.br, estão disponíveis o regulamento com os detalhes para a participação na oficina e o formulário a ser preenchido. Não é necessária experiência anterior em cinema, porém é recomendado que o participante possua noções básicas de fotografia. Ao longo dos últimos 16 anos, a oficina já produziu mais de 200 filmes em Super 8. Várias deles participaram de festivais internacionais de cinema, e muitos foram inclusive premiados.

O CURTA 8 é uma realização da Perfil vídeo e cultura e da Processo Multiartes, com o patrocínio da CAIXA. A atividade acontecerá entre os dias 11 de outubro a 14 de setembro. Mais informações sobre a oficina e o festival estão disponíveis no site www.curta8.com.br.

45 anos da CAIXA Cultural

Os espaços da CAIXA Cultural se abrem para os diferentes modos de produzir, sentir, exibir e criar a partir das práticas artísticas em celebração às culturas brasileiras. Com sedes em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, a CAIXA Cultural articula uma rede de conexões e possibilidades para promover a arte pensada e produzida por e para o povo brasileiro.

Em 2025, a CAIXA Cultural celebra 45 anos de atuação como um espaço de fomento à cultura, promovendo a diversidade artística e o acesso à arte em todo o Brasil. Em 1980, foi criada a primeira CAIXA Cultural em Brasília, iniciativa pioneira na valorização e no apoio à cultura de forma inclusiva, diversa, democrática e sustentável.

A CAIXA Cultural atua também na divulgação e preservação de um grande acervo artístico e na realização do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira, promovendo o estímulo à reflexão e criatividade.

SERVIÇO:
Oficina Tomada Única do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 17 e 18 de maio de 2025
Horários: Sábado das 10h às 18h | Domingo das 10 às 14h
Inscrições: gratuitas e pelo site Link até 10 de maio
Vagas: 25
Classificação etária: Maiores de 16 anos
Acesso para pessoas com deficiência motora
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722 e pelo e-mail

Choro Cruzado lança seu álbum de estreia em Curitiba

Apresentação será na abertura do Festival É No Choro Que Eu Vou

O grupo Choro Cruzado vai realizar o lançamento de seu álbum de estreia em Curitiba nesta terça-feira, dia 22, às 20 horas, Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho). A apresentação marca a abertura da 10ª edição do Festival É No Choro Que Eu Vou. O grupo é formado por Rodrigo Milek (clarinete e clarone), Marcela Zanette (flauta transversal), Victor Romero (cavaquinho), Otto Lenon (percussão) e Lucas Melo (violão de 7 cordas), e nesta apresentação vai ter as participações especiais de Lauro Ribeiro (trombone) e Marcílio Lopes (bandolim). A entrada é gratuita e pode ser retirada pelo link do Sympla – com ingresso solidário (opcional) de 1 kg de alimento não perecível.
Curitiba recebe o show de lançamento do álbum do grupo Choro Cruzado, justamente no dia 22 de abril, véspera do Dia Nacional do Choro, em comemoração ao nascimento de seu maior representante: Pixinguinha. O grupo tem se destacado por suas interpretações dos grandes clássicos do choro, sempre com arranjos que valorizam a beleza melódica e o virtuosismo instrumental. Nas 12 músicas que compõem o repertório do disco/show, além de compositores contemporâneos, eles apresentam clássicos de mestres como Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Waldir Azevedo, Radamés Gnattali. Moacir Santos entre outros.
Sobre a escolha do repertório, os integrantes - todos músicos experientes e dedicados ao choro-, explicam que fizeram uma seleção de obras dos grandes mestres do passado e, também, das criações de talentosos compositores da nova geração. E, a partir daí, fizeram uma releitura cuidadosa dos choros, criando então uma atmosfera musical com muita personalidade. O resultado é um projeto que celebra a tradição do gênero, ao mesmo tempo em que reafirma sua vitalidade e constante renovação de um dos estilos mais tradicionais e autênticos da música brasileira.
O Festival É no Choro que Eu Vou – Um Sarau para Radamés celebra a tradição do choro, conectando o público a esse patrimônio da música brasileira. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, por meio do Edital 251/2022 – Mecenato Subsidiado, com incentivo do Positivo. Se alguém perguntar onde estou, diga que "É no Choro que Eu Vou"! Viva o Choro!
Choro Cruzado
O Choro Cruzado se formou em 2022, durante os três anos de vida, o grupo tem se destacado por suas interpretações cativantes dos grandes clássicos do choro, sempre com arranjos que valorizam a beleza melódica e o virtuosismo instrumental. Em janeiro deste ano eles gravaram seu primeiro álbum com direção musical de Marcílio Lopes, que foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura, PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná com patrocínio da Copel, Rodoparaná, Timber e Frimesa

Serviço: Choro Cruzado, terça-feira, dia 22, às 20 horas
Show Lançamento do Álbum- Choro Cruzado- Festival É NO CHORO QUE EU VOU. Participações Especiais: Lauro Ribeiro (trombone) e Marcílio Lopes (bandolim)
Local: Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro, s/nº - Prado Velho)
Ingressos gratuitos pelo Sympla i ingresso solidário (opcional) 1 Kg de alimento não perecível

Crédito fotográfico: Nicolas Salazar/divulgação
Assessoria de Imprensa:
RB – Escritório de Comunicação
Rodrigo Browne – (41) 99145-7027

SUGESTÃO DE BOX

Repertório do show:
1-Choro Cruzado (Eduardo Neves)
2- Atlântico (Ernesto Nazareth)
3- Sobe e Desce (Waldir Azevedo)
4- Ingênuo (Pixinguinha)
5- A Generosidade como Missão (Marcílio Lopes)
6- Lembranças da Bahia (Toco Preto/Pitanga)
7- Os Boêmios (Anacleto de Medeiros)
8- Remexendo (Radamés Gnattali)
9- Coisa nº10 (Moacir Santos)
10- Maravilha (Aquiles Moraes)
11- Já te Digo (Pixinguinha/China)
12- Gafieira Carioca nº2 (Zé Menezes)