Shopping São José divulga ganhadora do último sorteio da campanha de 10 anos

Shopping São José divulga ganhadora do último sorteio da campanha de 10 anos

Premiada levou para casa uma Renault Duster 0Km como presente de Natal

Muita coisa pode acontecer no intervalo de um sono. E para Cibele Cristina Cordeiro isso aconteceu no dia 27 de dezembro. Quase como um sonho de Natal, ainda em tempo de ser realizado. Isso porque Cibele estava dormindo – logo depois de ter voltado de mais um dia de trabalho – quando recebeu uma ligação com a notícia que era a ganhadora do sorteio de Natal da campanha de 10 anos do Shopping São José. O prêmio? Uma Renault Duster 0km. “Um colega de trabalho da minha mãe estava no Shopping assistindo ao sorteio e quando viu meu nome, ligou para minha mãe avisando. Eu acordei no susto e com ela gritando de felicidade. Cheguei a pensar que estava sonhando”, conta Cibele que ainda espera que a “ficha caia”.

A sortuda depositou 14 cupons na urna depois de ter comprado um smartphone novo e conta que o prêmio permitirá realizar um sonho. “Fui até o shopping comprar um aparelho de celular novo e, enquanto a atendente da loja atualizava meu aparelho, fui trocar os cupons. Na verdade coloquei os cupons e esqueci do sorteio. Que bela surpresa. Pretendo usar o prêmio para dar entrada num apartamento. Jamais imaginei que poderia ganhar um prêmio desses”, celebra.

A coordenadora de marketing do Shopping São José, Larissa Ribas, comenta que a campanha foi um sucesso. “Saber que um prêmio pode mudar a vida de uma pessoa e ajudar a realizar sonhos é gratificante. Criamos a campanha para retribuir as pessoas que fazem parte da nossa história. E conseguimos.”

Além desse prêmio, o São José sorteou um Renault Kwid 0KM, duas TVs 65 polegadas, quatro vale-compras de R$ 10 mil, viagens para Fortaleza e uma moto Dafra Horizon 0KM.

Obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completa 21 anos e conscientização ainda é um desafio

Obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completa 21 anos e conscientização ainda é um desafio

Quase 70% dos passageiros de bancos traseiros que morreram em acidentes nas rodovias brasileiras estavam sem cinto de segurança

Uma pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias, mostrou números preocupantes. Descobriu-se que 53% dos passageiro que transitam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança. O mesmo levantamento expôs que, de 2012 a 2014, 69,4% dos passageiros de bancos traseiros que morreram em acidentes nas rodovias estavam sem cinto de segurança. As vítimas fatais no banco da frente de passageiro sem cinto chegam a 38,4% e a 50,1% quando falamos dos motoristas. Não à toa, o não uso do cinto está elencado entre os principais fatores de risco à segurança viária no Plano Global da ONU.

Porém, nem dados como esses, nem a noção do grave risco que corre quem se desloca sem o dispositivo foram suficientes para, 21 anos depois de ser determinado como obrigatório em todo território nacional, conscientizar motoristas e passageiros sobre a importância do uso do cinto de segurança. Esse ainda é um desafio a ser superado, o que torna campanhas com essa finalidade uma necessidade constante.

Para Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons, educação para o trânsito é essencial para conscientizar e melhorar esse cenário. “Cada cidadão precisa exercer seu protagonismo no trânsito para que as ruas e vias do Brasil e do mundo se tornem mais seguras. Movimentos como a Década de Ação pela Segurança do Trânsito, estabelecida pela ONU, entre tantas outras, só terão sucesso com a adesão consciente de cada um de nós. É preciso que todos entendam que atitudes simples, como usar cinto de segurança, salvam vidas. Campanhas de educação e conscientização sempre auxiliam nesse objetivo”, enfatiza Campos.

Sentindo na pele

Com o objetivo de conscientizar motoristas e passageiros para a importância do uso do cinto de segurança, a ARTESP elaborou uma série de ações educativas. Entre elas, foi desenvolvido um simulador de impacto. Ao passar pela experiência do simulador a pessoa vivenciava a força do impacto de uma batida (o equipamento simulava o choque de uma colisão a 5 km/h), e mesmo à baixa velocidade ampliava a sensibilidade para a importância do uso do cinto de segurança.

O equipamento foi usado entre 2016 e 2017, passou por 50 municípios do estado de São Paulo e contou com a participação de mais de 30 mil pessoas. Segundo a ARTESP ações como o do simulador de impacto têm por objetivo consolidar um pensamento coletivo para diminuir, cada vez mais, negligências, imperícias e imprudências no trânsito.

213 mil multas em 2017

A falta do uso do cinto de segurança gerou 213.356 infrações nas rodovias federais em 2017, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. Destas, 143.913 foram pela falta de uso do dispositivo pelo condutor e 69.443 pelos passageiros.

A responsabilidade legal da utilização do cinto de segurança é do condutor, que deve conscientizar, orientar, observar e cobrar o uso do item por parte de todos os ocupantes do veículo.

A penalidade para o motorista quando um passageiro é flagrado sem o cinto de segurança é a mesma quando o próprio condutor está sem ele, resultando em uma infração grave sujeita à multa no valor de R$ 195,23, retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator e 5 pontos na carteira, conforme artigo 167 do CTB.