CURITIBA RECEBE NESTE SÁBADO E DOMINGO A PEÇA “INSIGNIFICÂNCIA” COM GRANDE ELENCO

Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo, após uma bem-sucedida temporada em São Paulo, dão início à uma turnê com a peça que analisa os impactos da fama, sob a direção de Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni.

Neste sábado (25) e domingo (26), o Teatro Fernanda Montenegro recebe o espetáculo “Insignificância – Uma Comédia Relativa”, baseado na obra do renomado dramaturgo inglês Terry Johnson. A peça se desenvolve em um hotel de New York de 1953, onde acontece um encontro hipotético entre quatro famosas lendas norte-americanas – a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einstein, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marilyn, e o infame senador Joe McCarthy. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade. Esse encontro poderia ocorrer atualmente, trocando os personagens originais por seus pares contemporâneos. Os ingressos estão sendo vendidos pela Disk Ingressos.

Baseado no texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo assumem os papéis do Professor, da atriz, do jogador de beisebol e do senador, sob a direção de Victor Garcia Peralta.

Este encontro singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador.

Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macartismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e reedita a parceria entre o produtor Rodrigo Velloni e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo Histeria, com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de Fábio Namatame, o visagismo de Claudinei Hidalgo e as perucas de Feliciano San Roman são ingredientes essências na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto.

Mais de 40 anos nos separam da escrita de Insignificância, e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista.
O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

Patrocínio: Volkswagen Caminhões e Ônibus

Serviço
Insignificância – Uma Comédia Relativa @insignificancia.teatro
Data: 25 de janeiro, às 21h / 26 de janeiro, às 18h
Local: Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 – Batel – shopping Novo Batel)
Produção local: Orth Produções
Duração: 100 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia
Ingressos à venda pela DiskIngressos.com.br
Ingressos na modalidade popular a partir de R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada.
Acesse o link: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2148/2025-01-26/pr/curitiba/insignificancia

Ficha Técnica
Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo
Autor: Terry Johnson
Tradução: Gregório Duvivier
Direção: Victor Garcia Peralta
Produção: Rodrigo Velloni

Diretor Assistente: André Acioli
Cenário: Chris Aizner
Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Música Original: Marcelo Pellegrini
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Fábio Namatame
Designer Gráfico: Peu Fulgencio
Consultoria de Movimento: Vivien Buckup
Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Visagista: Claudinei Hidalgo
Perucas: Atelier San Roman
Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves
Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva

Produção Musical: Surdina
Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira
Operação de Luz: Melissa Oliveira
Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções
Diretor de Palco: Jones de Souza
Contrarregra: Eduardo Portella
Camareira: Luciana Galvão
Vestido Atriz: Juliano Queiroz
Alfaiate: Agenor Domingos
Assistente de Maquiagem: David Lenk

Cenotecnia: Casa Malagueta
Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama

Produção Executiva: Swan Prado
Assistente de Produção: Adriana Souza
Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria
Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes
Anúncios Online: Lead Performance
Assessoria Jurídica: Martha Macruz
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas e Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução

Mônica Martelli apresenta “Minha Vida em Marte” no Guairão

O espetáculo, que já levou mais de 380 mil pessoas ao teatro e originou versão cinematográfica que conquistou milhões de espectadores, coloca a capital paranaense na nova temporada.

Minha Vida em Marte, de Mônica Martelli, volta a Curitiba para apresentação única no dia 22 de março, às 21 horas, no Guairão. É o retorno da comédia à cidade, após o sucesso absoluto da peça que já passou por diversos teatros brasileiros sempre com as plateias lotadas. Com direção de Susana Garcia, o monólogo já foi visto por mais de 380 mil espectadores. Com realização da Martelli Produções e produção local da Orth Produções, os ingressos para a peça estão à venda pela DiskIngressos.com.br.

”Minha Vida em Marte traz a personagem Fernanda casada há oito anos e em crise no casamento. Vamos ver a protagonista tentando encontrar saídas para as intolerâncias diárias que a rotina traz, a falta de libido, o acúmulo de mágoas e as expectativas frustradas. “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.

Tendo como inspiração suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno. Será que é possível voltar a se apaixonar pelo marido? Ou a solução é se separar? A comédia toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.

Desde que estreou, em 2017, Minha Vida em Marte passou por dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, sendo vista por mais de 300 mil espectadores e recebendo cinco indicações a prêmios. Além disso, a peça inspirou o filme homônimo que levou mais de cinco milhões de espectadores aos cinemas e que marca a sua última atuação com o amigo Paulo Gustavo (1978-2021). Assim como no teatro e na televisão, Mônica foi dirigida por sua irmã, Susana Garcia, celebrando mais uma vez o sucesso da parceria.

O enredo de Minha Vida em Marte

A comédia conta a história de Fernanda, casada há oito anos e enfrentando uma crise no seu casamento. A personagem luta contra as intolerâncias diárias que a rotina traz, como a falta de libido e o acúmulo de mágoas de um relacionamento. Difícil separar, mas será que a gente tem que suportar tudo em nome da família? Ou por medo de ficar sozinha?

Esse é o pano de fundo para Fernanda se questionar na terapia de grupo. São nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõe assuntos íntimos como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de “trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas adia-se o afeto e acumulam-se as mágoas. “É muito comum no casamento a gente deixar para amanhã a ternura, o sexo: a gente adia o afeto.” revela Mônica sobre Fernanda.

Sobre Mônica Martelli

Nascida em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, Mônica Martelli é atriz, jornalista, criadora, roteirista e apresentadora. Uma voz potente de seu tempo que com seus trabalhos autorais lota salas de teatro e cinemas pelo Brasil afora. Criou e atuou no monólogo Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou!, que conquistou um público superior a 2,5 milhões de espectadores. A montagem ficou em cartaz durante 12 anos, passando por 40 cidades em 20 estados brasileiros, além de Portugal. O sucesso de Mônica em seu primeiro monólogo foi tamanho que a história migrou para o cinema em 2014 com mais de dois milhões de espectadores. Em seguida, protagonizou a série de quatro temporadas no GNT, um dos maiores sucessos do canal até hoje.

Em 2017, estreou a peça Minha Vida em Marte, também de sua autoria, que segue em cartaz – após um hiato por conta da pandemia – e já conquistou mais de 380 mil espectadores pelo Brasil. Ao lado de Paulo Gustavo, lançou a versão cinematográfica da peça como roteirista e protagonista, resultando em outro grande sucesso: mais de cinco milhões de espectadores e uma das maiores bilheterias do cinema nacional dos últimos anos. Por nove anos, Mônica atuou como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no GNT – participou ainda de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros. Recentemente, lançou o projeto Mônica Total com vídeos autorais sobre diversos assuntos que são publicados semanalmente em seu Instagram.

Sobre Susana Garcia, a diretora

Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do filme Minha Vida em Marte. Essa parceria profissional entre as irmãs começou quando Susana codirigiu o filme Os Homens São de Marte..., e continuou com as quatro temporadas da série do GNT, com o mesmo título e com Susana à frente da direção. Agora, essa parceria completou um ciclo artístico no teatro e no cinema. Diretora da maior bilheteria do cinema nacional, Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, Susana também dirigiu 220 Voltz, especial de fim de ano na Globo, estrelado por Paulo Gustavo. Susana foi responsável ainda pela direção do filme Minha Irmã e Eu, que conquistou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas.

Serviço: Espetáculo “Minha Vida em Marte” com Mônica Martelli no Guairão
Data: 22 de março de 2025. Abertura do teatro: 20 horas e Início do espetáculo às 21 horas.
Local: Teatro Guaíra (Conselheiro Laurindo, 175 – Centro)
Realização: Martelli Produções / Produção local: Orth Produções
Classificação etária: Livre
Ingressos: à venda pela DiskIngressos.com.br, no quiosque Disk Ingressos no shopping Mueller – a partir de R$ 100 a meia-entrada + taxa administrativa.
Acesse o link: https://www.diskingressos.com.br/evento/8632/2025-03-22/pr/curitiba/monica-martelli

Ficha técnica
Texto e interpretação: Mônica Martelli
Direção: Susana Garcia
Cenografia: Flávio Graff
Figurino: Marcella Virzi
Iluminação: Maneco Quinderé
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Trigo Casa de Comunicação
Produção de Martelli Produções

CURITIBA RECEBE A PEÇA “INSIGNIFICÂNCIA” COM GRANDE ELENCO

Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo, após uma bem-sucedida temporada em São Paulo, dão início à uma turnê com a peça que analisa os impactos da fama, sob a direção de Victor Garcia Peralta e produção de Rodrigo Velloni.

O Teatro Fernanda Montenegro recebe nos dias 25 e 26 de janeiro, o espetáculo “Insignificância – Uma Comédia Relativa”, baseado na obra do renomado dramaturgo inglês Terry Johnson. A peça se desenvolve em um hotel de New York de 1953, onde acontece um encontro hipotético entre quatro famosas lendas norte-americanas – a estrela de cinema Marilyn Monroe, Albert Einstein, cientista criador da Teoria da Relatividade (que levou à criação da Bomba H e, consequentemente, à Bomba Atômica), Joe DiMaggio, renomado jogador de beisebol e marido de Marilyn, e o infame senador Joe McCarthy. Encontro que poderia acontecer hoje, trocando os personagens originais por seus pares na atualidade. Esse encontro poderia ocorrer atualmente, trocando os personagens originais por seus pares contemporâneos. Os ingressos estão sendo vendidos pela Disk Ingressos.

Baseado no texto do dramaturgo e diretor de teatro, cinema e televisão inglês Terry Johnson, lançado em livro em 1983, os atores Cássio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo assumem os papéis do Professor, da atriz, do jogador de beisebol e do senador, sob a direção de Victor Garcia Peralta.

Este encontro singular destaca uma das questões mais discutidas na mídia contemporânea: as consequências da fama, tanto na vida pessoal de renomadas celebridades, em relação às concessões necessárias para alcançá-la ou preservá-la, quanto à sua exploração para objetivos políticos. Através das perspectivas de figuras que simbolizam alguns dos maiores fenômenos de popularidade do século XX, o autor reflete sobre as maneiras de lidar com a fama (ou com a perda dela): a rejeição por parte do cientista, a aceitação hesitante, personificada no mito sexual que Marilyn continua a representar, e a decepção quando a fama se dissipa, refletida no personagem do jogador.

Outro componente se une ao enredo: a política, representada pelo macartismo no contexto da Guerra Fria, quando o senador McCarthy capitaneou uma verdadeira “caça às bruxas” nos EUA, com o objetivo de criminalizar o comunismo e seus adeptos, cerceando as liberdades políticas.

A montagem brasileira tem tradução de Gregório Duvivier e reedita a parceria entre o produtor Rodrigo Velloni e o autor, após a montagem, em 2016, do espetáculo Histeria, com direção de Jô Soares, que recebeu o prêmio Arte Qualidade Brasil de Melhor Produção/2017. Os figurinos de Fábio Namatame, o visagismo de Claudinei Hidalgo e as perucas de Feliciano San Roman são ingredientes essências na montagem, captando e personificando as celebridades “emprestadas” ao texto.

Mais de 40 anos nos separam da escrita de Insignificância, e outros 70 da época em que se passa o enredo, mas as situações e os personagens continuam muito atuais. A estrela de cinema hoje seria musa das mídias sociais. O jogador de beisebol, para nós, brasileiros, seria o jogador de futebol, com milhões de seguidores e sem muita noção. O senador poderia estar sentado no plenário brasileiro, dizendo e fazendo o mesmo que o escroque do texto de Johnson. O único que, se estivesse ainda entre nós, estaria trazendo contribuições à sociedade seria o cientista.
O espetáculo é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.

Patrocínio: Volkswagen Caminhões e Ônibus

Serviço
Insignificância – Uma Comédia Relativa @insignificancia.teatro
Data: 25 de junho, às 21h / 26 de junho, às 18h
Local: Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 – Batel – shopping Novo Batel)
Produção local: Orth Produções
Duração: 100 minutos
Classificação etária: 16 anos
Gênero: Comédia
Ingressos à venda pela DiskIngressos.com.br
Ingressos na modalidade popular a partir de R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada.
Acesse o link: https://www.diskingressos.com.br/grupo/2148/2025-01-26/pr/curitiba/insignificancia

Ficha Técnica
Elenco: Cassio Scapin, Amanda Acosta, Marcos Veras e Norival Rizzo
Autor: Terry Johnson
Tradução: Gregório Duvivier
Direção: Victor Garcia Peralta
Produção: Rodrigo Velloni

Diretor Assistente: André Acioli
Cenário: Chris Aizner
Direção de Imagem: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Música Original: Marcelo Pellegrini
Iluminação: Beto Bruel
Figurinos: Fábio Namatame
Designer Gráfico: Peu Fulgencio
Consultoria de Movimento: Vivien Buckup
Fotos de Estúdio: Jairo Goldflus
Fotos de Cena: João Caldas
Visagista: Claudinei Hidalgo
Perucas: Atelier San Roman
Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves
Pesquisa e Consultoria Histórica: João Victor Silva

Produção Musical: Surdina
Assistência e Programação de Luz: Pajeú Oliveira
Operação de Luz: Melissa Oliveira
Painel de Led e Gerenciamento de Vídeo: On Projeções
Diretor de Palco: Jones de Souza
Contrarregra: Eduardo Portella
Camareira: Luciana Galvão
Vestido Atriz: Juliano Queiroz
Alfaiate: Agenor Domingos
Assistente de Maquiagem: David Lenk

Cenotecnia: Casa Malagueta
Equipe de Cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Cleiton Willy, Demi Araújo, Igor B. Gomes, Mariana Maschietto, Shampzss e Danndhara Shoyama

Produção Executiva: Swan Prado
Assistente de Produção: Adriana Souza
Assistente de Designer Gráfico: Daniela Souza
Assessoria de Imprensa: Vicente Negrão Assessoria
Captação, Criação de Conteúdo e Mídias Sociais: GaTú Filmes
Anúncios Online: Lead Performance
Assessoria Jurídica: Martha Macruz
Gestão Financeira: Vanessa Velloni
Realização: Velloni Produções Artísticas e Lei de Incentivo à Cultura Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução

“Natal Em Família”, o especial de Natal do canal “Causos de Família”!

Prepare-se para uma noite de gargalhadas e emoção com “Natal Em Família”, o especial de Natal do canal “Causos de Família”!

Neste show, os humoristas Índio Behn e Maikinho Pereira dão vida às icônicas personagens Marlene, Jéssica, Bruna, Nair e a irreverente Doutora Rosângela, que se reúnem para uma missão nada fácil: preparar a ceia de Natal e resgatar o verdadeiro espírito familiar que a data representa. Em meio a risadas e reviravoltas, o espetáculo explora o caos, a ternura e a comédia que só um Natal brasileiro pode oferecer, com situações que trazem à tona coisas que acontecem no Natal da nossa família, mas que poderiam ser na sua.

Este é um show onde a identificação é instantânea, refletindo cenas hilárias e comuns de encontros familiares, onde o …
Link do site para ingresso e mais infos: https://canessoproducoes.com.br/produto/natal-em-familia-curitiba-19-12-20h/
Instagram @canessoproducoes

Semana de espetáculos de teatro no teatro Ênio Carvalho

A casa de cultura Síncope apresenta dois espetáculos de teatro nesta semana, no Teatro Ênio Carvalho, no Centro Cívico em Curitiba. São duas peças: "O Inimigo do Povo" e "Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?" que acontecem nos dias 12 e 13 de dezembro.

A peça "O Inimigo do Povo" se passa em cidade costeira turística, onde o Dr. Stockmann descobre uma verdade alarmante que ameaça a economia local. Determinado a alertar a população, ele enfrenta a oposição das autoridades, levando a um intenso debate entre ética e poder. Isolado, Stockmann questiona os limites da luta pela verdade em um sistema prejudicado. "O Inimigo do Povo" reflete sobre dilemas morais e pressões sociais diante da coragem de desafiar interesses pessoais.

Já em "Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?" centraliza o debate entre o casal George e Martha revelando não apenas a fragilidade este relacionamento, mas também as dinâmicas de poder e as mentiras que sustentam uma convivência. Essa jornada psicológica desconstrói as convenções sociais, expondo as profundezas da vulnerabilidade humana e questionando até que ponto somos capazes de enfrentar nossas verdades mais sombrias.

Serviço
Espetáculos:
O Inimigo do Povo 12 e 13 de dezembro às 20h40
Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? 12 e 13 de dezembro às 19h20
Local: Teatro Ênio Carvalho (R. Mateus Leme, 990 - Centro Cívico)
Produção e Realização: Síncope
Apoio: Teatro Ênio Carvalho
Ingressos:
Quem tem medo de Virgínia Woolf:
https://www.sympla.com.br/quem-tem-medo-de-virginia-woolf__2742831
O Inimigo do Povo:
https://www.sympla.com.br/o-inimigo-do-povo__2742841

Terceira edição da Telúrica – Festival Feito por Palhaças reafirma seu espaço na cidade!

● Com 18 ações programadas, entre oficinas, bate-papos e espetáculos, o evento se firma na cena artística curitibana e nacional

Em meio ao riso e às múltiplas emoções suscitadas pela arte da palhaçaria, a Telúrica - Festival Feito por Palhaças - chega à sua terceira edição, consolidando-se como um espaço pulsante de expressão artística. Fruto do trabalho coletivo de palhaças da cidade, o festival abraça em sua programação artistas que vêm de diferentes regiões do Brasil, tecendo um mosaico vibrante de pluralidades.

Desde a sua estreia, em 2019, a Telúrica surgiu com o propósito de repensar a cena da palhaçaria e a produção cultural feita por mulheres, bem como incentivar a criação de redes entre artistas e desenvolver outros modos de gestão colaborativa. Nos últimos anos, o festival, que se reinventa continuamente, expande parcerias e amplia espaços de visibilidade para múltiplas existências em suas dissidências, reafirmando o poder político transformador da arte. Dos bastidores ao palco, a Telúrica celebra não apenas o fazer artístico, mas também a resistência e a construção coletiva de uma arte que emociona, provoca e conecta.

O mote da 3ª edição Telúrica atravessa passado presente futuro, com o desejo de continuidade e consolidação enquanto festival. A programação ascende (re)encontros entre artistas que estiveram em edições anteriores, aquecendo conexões e se abrindo para boas surpresas.

Entre 10 e 15 de dezembro, a Telúrica oferece espetáculos, cabarés, oficinas, cortejo, bate-papos, cinema e festa de encerramento. Tudo acontece em diferentes endereços: a Alfaiataria Cultural recebe as oficinas; a Caixa Cultural Curitiba recebe os bate-papos e os espetáculos; na Praça Santos Andrade e no Passeio Público serão apresentados os espetáculos de rua. A festa e o cabaré de abertura serão no Espaço Fantástico das Artes (EFA) e o Teatro do Memorial recebe o espetáculo de encerramento.

Em outro momento, um cortejo musical resultado das oficinas do festival e aberto a participações atravessará o calçadão da Rua XV movimentando e encantando o centro da cidade. Também haverá a exibição de um filme em formato documentário no Teatro da Vila, no CIC.

Entre as convidadas e convidades estão artistas de diferentes gerações vindas do Tocantins, Maranhão, Pernambuco, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e também Equador.

Todas as atrações são com contribuição espontânea no chapéu, o que possibilita a entrada gratuita e abre a possibilidade para contribuições diversas, democratizando o acesso à arte.

Idealizado e organizado por um grupo de palhaças e produtoras culturais em formato colaborativo, a Telúrica é um evento que começou a nascer em 2018. “Em outros festivais as pessoas indagavam sobre o movimento de palhaçaria em Curitiba e também sobre as palhaças da cidade. Foi então que para fomentar a rede de artistas e também novos modos de pensar e produzir festivais, nos unimos buscando fortalecer a arte da palhaçaria, produção e técnica nesse meio ", contam as idealizadoras.

“Continuamos a sonhar, como tem sido desde a 1ª edição. Sabemos que muitos festivais de arte e cultura no Brasil não permanecem. Também percebemos que caminhar com os sonhos é seguir experimentando e acolhendo em nosso fazer as diversidades de existências de como ser e estar artista no Brasil. Assim chegamos à 3ª edição, com o desejo de seguir compartilhando e buscando novas formas de produzir”, afirma o grupo de organizadoras desta edição, formado por Biaflora Lima (Palhaça Melanina), Camila Jorge (Palhaça Carmela), Karina Flor (Palhaça Skarlate), Larissa Lima (Palhaça Siriema), Lucri Reggiani (Palhaça Bisnaga), Má Ribeiro (Safo), Thays Teixeira (Palhaça Mina) e Yara Rossatto (Palhaça Solara).

A programação - A abertura oficial será no Espaço Fantástico das Artes (EFA), com o Cabaré da Produção, que leva ao palco as artistas que estão nos bastidores: palhaças, iluminadoras, comunicadoras, produtoras, idealizadoras e fazedoras dessa edição. Ao lado delas, as convidadas maravilhosas Iza Figueiredo, Suelen Oliveira e Stéfani Belo.

As manhãs dos três primeiros dias (10, 11 e 12/12) serão na Alfaiataria Cultural com duas oficinas: Cortejo com Matê Magnabosco e Criação de Adereços Cênicos com Materiais Recicláveis, com Katia Horn. O resultado dos trabalhos será conferido no cortejo pela Rua XV (classificação livre) na manhã de sexta-feira (13/12). Tradição nos festivais de palhaçaria, o Cortejo convida toda a comunidade a seguir do Paço da Liberdade até a Praça Santos Andrade, onde será apresentado “Tarântula Transita” de Vulcanica Pokaropa, espetáculo de rua escolhido entre inscrições de todo o país.

Meta For Mosa, da londrinense Grita Cia de Palhaças, está entre as peças que serão apresentadas no teatro da Caixa Cultural Curitiba. É uma celebração das relações que aceitam e respeitam a individualidade das mulheres numa sociedade machista, que as aprisiona em um mesmo padrão. Três palhaças, cada uma à sua maneira, lidando com as dores de ser mulher, se encontram e fazem um convite à liberdade, dialogando com a metáfora da lagarta, que no tempo dela, sai do casulo e voa como uma borboleta. A Grita nasceu em 2017, do encontro entre Aneliza, Juliana e Mariana ao unir suas pesquisas em palhaçaria feminina.

Trem Bão é Coisa Boa com Pé Vermêi de Pernambuco, espetáculo selecionado via edital, vai levar ao Passeio Público as histórias de uma família mineira nada tradicional, que roda de bicicleta pelo Brasil adentro levando seu circo nas garupas além de ser também uma pequena uma viagem ao universo do circo de rua. Em cena estão Ana Melo e Mone Melo, que desde 2001 pesquisam teatro de rua e há cerca de três anos circulam de forma independente por estados do Brasil, procurando estratégias para tornar menos precária a vida de artistas de rua e fortalecer a luta por direitos das pessoas nômades que vivem de bicicleta pelo país.

Tarântula Transita, de Presidente Bernardes, é outro espetáculo de rua selecionado por edital. Uma fábula sobre sonhos, onde quatros amigas passam por diversas adversidades e conflitos para chegar na tão sonhada ascensão que desejam e para isso vão precisar da ajuda do público. A história é contada através da comicidade, bambolê, malabares, mágica e manipulação de bonecos trazendo o público para um universo lúdico. A história é baseada em estudos sobre a Operação Tarântula, que aconteceu no final da ditadura militar no Brasil. Em cena, Vulcanica Pokaropa, Travesti, Mestra em Teatro e Doutoranda em Artes Cênicas, sua pesquisa aborda a presença de pessoas Trans nas artes do corpo.

Da capital mineira, vem o espetáculo Batalha, que trata sobre ser mulher deste território em nosso tempo. Os riscos da presença física, psicológica, espiritual. Facões, vidros e cama de prego. Muitas são as vozes que ecoam. O ato de se rebelar, ou seja, de experimentar miragens de liberdade, ainda que sejam passageiras. Se a luta é livre “estoy lista para empezar” Em cena, Dagmar Bedê - atriz cabareta, palhaça, e faquiresa. É também diretora, produtora, gestora cultural e pesquisadora da linguagem circense e palhaçaria há quase duas décadas.

Da capital paulista vem, Sobre tomates, tamancos e tesouras, com Andréa Macera, a Palhaça Mafalda Mafalda, que a partir da sua formação no método “O Clown através da Máscara”, com a mestra clown canadense Sue Morrison, cria esse espetáculo. Com direção de Rhena de Faria, estabeleceram uma troca entre as máscaras de Mafalda Mafalda, as sugestões dramatúrgicas e de encenação vindas da direção e temas pessoais. Andréa, atriz, palhaça e diretora, fundou o Teatro da Mafalda, também oferece formação através da Escola de Palhaças e realiza anualmente o EIMPA – Encontro Internacional de Mulheres Palhaças desde 2014.

Com As Charlatonas, a Trupe-açu de Tocantins traz duas palhaças que vendem suas invenções e produtos miraculosos na rua. Apesar de parceiras, suas visões de mundo são bem distintas: uma quer ganhar dinheiro a todo custo enquanto a outra coloca a ciência acima de tudo. Junto ao público, descobrirão a esperada cura para todos os males do mundo e a importância de muitas mulheres para o desenvolvimento da humanidade. A Trupe-Açu: Cia de circo de Taquaruçu, promove ideais feministas de valorização dos direitos das mulheres e das crianças, e tem como principal motivação levar a mensagem de que o riso é uma poderosa ferramenta de transformação social.

Birita Procura-se, com Ariadne Antico, de São José dos Campos, é a única apresentação que será no Teatro do Memorial. Ariadne apresenta Birita, uma palhaça (d)eficiente que para (sobre)viver e pagar as contas, parte em busca de um emprego e desafia (seus) limites para exercer alguma função importante em sociedade. Assim como qualquer mortal, tem uma sonhada meta, mas será que ela está preparada para lidar com as frustrações que encontrará em seu caminho? Birita tem limitações reais ou impostas pela sociedade? Ariadne é Produtora Cultural, Palhaça, Atriz, Performer e dona dos melhores movimentos involuntários e de um jeito de andar único, charmoso, não retilíneo e fora do eixo. Sua formação na área artística se deu através de cursos livres e do mergulho em seu próprio corpo.

Cabaré Telúrica, que acontece na Caixa Cultural Curitiba, traz a participação de números selecionados por edital e tem as presenças de Adelvane Néia (Jacarezinho/PR), As Mareadas (Balneário Camboriú/SC), Ester Monteiro (Taquaruçu/TO), Kelly Miranda (Curitiba/PR), Miss G (Curitiba/PR), Luiza Fontes (Recife\PE), Pipa Luke (São Paulo/SP - Equador), Simon Magalhães (Curitiba/PR) e Silvia Leblon (São Paulo / SP), num encontro catártico cabareteiro!

Para além da programação artística, a semana terá o bate papo "Tá escrito na pedra: múltiplas pesquisas, registros e criações sobre/com palhaçaria", uma conversa que atravessa a importância dos múltiplos registros e pesquisas, acadêmicas ou não, na área da palhaçaria. Livros, teses, lives, séries, oficinas... entre outras. Antônia Vilarinho, Daiani Brum e Manu Matusquela, mediadas por Camila Jorge irão compartilhar os caminhos trilhados e contar sobre diversos assuntos instigantes e necessários na área da palhaçaria.

“Palhaçaria Aqui, lá e acolá” será outro momento de bate-papo, uma conversa sobre as diversas áreas em que é possível levar e ser levada pela palhaçaria. Lugares e formatos de comicidade suas diferenças, facilidades e desafios. Teremos contribuição dos pontos de vista de Ana Melo, Ariadne Antico, Edna Miranda e Mone Melo e a conversa será mediada por Bia Flora.

Para além da programação artística a semana terá o “Encontro Telúrica - Vamos Tecer”, uma conversa aberta entre organizadoras, participantes do festival, palhaças, palhaçes, palhaços e/ou artistas da cidade e pessoas interessadas. Um pequeno intervalo, recreio, respiro para cultivar conversas múltiplas.

Completando a programação, a exibição do filme “Guarany - Histórias do Circo dos Pretos” seguida de bate-papo com a família Xamego: Mariana Gabriel, Daise Gabriel e Roberto Salim Gabriel, acontece no Teatro da Vila, no CIC.

Todos os espetáculos e bate-papos terão tradução em Libras. Os espetáculos Birita Procura-se e Meta For Mosa além de Libras contarão com audiodescrição. Os espaços da Caixa Cultural, Teatro do Memorial e Alfaiataria Cultural possuem acessibilidade arquitetônica para o público.

PROJETO APROVADO PELA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA - GOVERNO DO PARANÁ, COM RECURSOS DA LEI PAULO GUSTAVO, MINISTÉRIO DA CULTURA - GOVERNO FEDERAL.

Serviço Geral:

O que: Telúrica – Festival Feito por Palhaças - 3ª Edição
Quando: De 10 a 15 de dezembro de 2024.
Classificação: consultar cada atividade.
Onde: Caixa Cultural Curitiba (R: Conselheiro Laurindo,280); Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41), Teatro da Vila (Davi Xavier da Silva, 451), Teatro do Memorial (R. Dr. Claudino dos Santos, 79), Praça Santos Andrade e Passeio Público.
Quanto: Contribuição espontânea no chapéu
Ingressos: distribuição uma hora antes do início de cada atividade
Informações: https://www.instagram.com/teluricafestival/

Programação diária:
Terça, dia 10 de dezembro

Cabaré da Produção
Horário: 19h30
Duração: 1h30min
Classificação: 18 anos
Local: Espaço Fantástico das Artes
Rua Trajano Reis, 41- São Francisco
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Quarta, dia 11 de dezembro

“Encontro Telúrica - vamos tecer?"
Horário: 16h
Duração: 1h30min
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba - Sala de oficinas
Rua: Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Com tradução em Libras

Espetáculo Meta For Mosa com a Grita Cia de Palhaças (Londrina - PR)
Horário: 20h
Duração: 60 min
Classificação: 10 anos
Local: Caixa Cultural Curitiba
R. Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras e Audiodescrição

Quinta, dia 12 de dezembro

Bate-papo "Tá escrito na pedra: múltiplas pesquisas, registros e criações sobre/com palhaçaria"
Horário: 16h
Duração: 1h30min
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba - Sala de oficinas
Rua: Conselheiro Laurindo, 280
Com tradução em Libras

Lançamento de livros e prelos
Horário: 17h30
Duração: 1h
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba - Sala de oficinas
Rua: Conselheiro Laurindo, 280
Com tradução em Libras

Espetáculo “Batalha”
Horário: 20h
Duração: 50 min
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba
Rua: Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Sexta, dia 13 de dezembro

Cortejo
Horário: saída às 10h30
Classificação: Livre
Ponto de encontro: Paço da Liberdade até Santos Andrade

Espetáculo Tarântula Transita (Presidente Bernardes/SP)
Horário: 12h
Duração: 50 min
Classificação: livre
Local: Praça Santos Andrade - Centro, Curitiba
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Bate-papo “Palhaçaria - aqui, lá e acolá”
Horário: às 16h
Duração: 1h30min
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba - Sala de oficinas
Rua: Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Com tradução em Libras

Cabaré Telúrica
Horário:19h30
Classificação: 18 anos
Local: Caixa Cultural Curitiba
Rua: Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Sábado, dia 14 de dezembro

Espetáculo Trem bão é coisa boa - Pé Vermei (Cabo de Santo Agostinho - PE)
Horário: às 10h
Duração: 50 min
Classificação: Livre (ideal para público misto de adultos e crianças)
Local: Passeio Público
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Filme -“Guarany Histórias do Circo dos Pretos” + Bate-papo com Daise Gabriel, Mariana Gabriel e Roberto Salim Gabriel (São Paulo - SP)
Horário: às 15h
Classificação: Livre
Local: Teatro da Vila
R. Davi Xavier da Silva, 451 - CIC
Com tradução em Libras
Espetáculo “Sobre tomates, tamancos e tesouras” (São Paulo/SP)
Horário: às 20h
Duração: 60min
Classificação: 14 anos
Local: CAIXA CULTURAL CURITIBA
Rua: Conselheiro Laurindo, 280
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Domingo, dia 15 de dezembro

Espetáculo “As Charlatonas” (Taquaruçu- TO)
Horário: às 16h
Duração: 55 min
Classificação: livre
Local: Caixa Cultural Curitiba
Rua: Conselheiro Laurindo, 280 - centro
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras

Espetáculo “Birita Procura-se” (São José dos Campos- SP)
Horário: às 19h30
Duração: 50 min
Classificação: 12 anos
Local: Teatro do Memorial
Rua: Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco, Curitiba
Ingressos: gratuitos - distribuídos 1h antes
Contribuição espontânea no chapéu
Com tradução em Libras e Audiodescrição

Festa de Encerramento
Horário: às 20h30
Classificação: 18 anos
Local: Espaço Fantástico das Artes
Rua Trajano Reis, 41

Paiol Digital debate iniciativas para transformação de bairro de Curitiba em distrito inteligente

Roda de conversa sobre empreendedorismo e inovação terá, entre os convidados, o prefeito Rafael Greca e integrantes do conselho do Verse360, empreendimento multiuso que será construído ao lado do Pinhão HUB

A edição de dezembro do Paiol Digital, evento mensal de empreendedorismo e inovação, terá uma roda de conversas sobre a proposta de transformação do Rebouças, em Curitiba (PR), em um distrito inteligente. Com iniciativas públicas e privadas, a intenção é reproduzir, na capital paranaense, o modelo de sucesso do 22@ Barcelona, que, em duas décadas, resultou na metamorfose do antigo bairro industrial em pólo europeu de inovação. O encontro será na terça-feira (03/12), no Teatro Paiol e terá o formato TED Talk.

Entre os convidados da edição está o prefeito Rafael Greca, que fará palestra sobre o tema “Cidade Inteligente”. O encontro terá, ainda, a apresentação dos conselheiros do Verse360, primeiro complexo privado multiuso que será construído no Vale do Pinhão. A diretora de projetos da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e ex-presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Cris Alessi, e o fundador e diretor-executivo da AGL Incorporadora, Luiz Antoniutti, vão falar sobre o tema "Distritos Inteligentes" e apresentar as novidades sobre o Verse360, empreendimento que deverá impulsionar o desenvolvimento do Rebouças.

O complexo, que terá 14 mil m² e 12 pavimentos, foi revelado ao público em em março deste ano, no Smart City Curitiba, a versão brasileira do maior encontro de cidades inteligentes do mundo, na mesma semana em que a Prefeitura de Curitiba inaugurou o Pinhão HUB e o Governo do Paraná anunciou a criação da Fábrica das Ideias.

Inspiração internacional
A construção do complexo de inovação será possível em função das mudanças no uso do solo do bairro Rebouças, a partir da nova Lei de Zoneamento de Curitiba. O Rebouças passou de antigo distrito industrial para uma área de uso misto, uma mudança pensada para viabilizar o desenvolvimento da região com foco nas atividades de inovação, tecnologia e indústria criativa. O histórico do bairro curitibano coincide com o do antigo distrito industrial Sant Martí, de Barcelona, desativado e degradado após o encerramento das atividades fabris.

A inspiração para o Verse360, de fato, vem do distrito 22@ Barcelona, celeiro de inovação da capital catalã, onde estão as sedes de gigantes da tecnologia, como Amazon e T-Systems. No polo de inovação europeu trabalham cerca de 90 mil pessoas, atualmente. O projeto do empreendimento das incorporadoras AGL e HIEX será desenvolvido por meio de um conselho estratégico que tem, entre os membros, o ex-CEO do distrito 22@, Josep Piqué, doutor em Ecossistemas de Inovação. “O Verse360 será um universo de inovação, que vai somar talento e tecnologia. O projeto vai incorporar toda a experiência de Barcelona no Vale do Pinhão. Será um epicentro de inovação, onde as pessoas vão trabalhar e interagir para criar um futuro próspero”, define o conselheiro.

De acordo com o engenheiro, sócio e diretor da AGL Incorporadora, Luiz Antoniutti, um dos idealizadores do Verse 360, “o Rebouças é um bairro central, com potencial para uma economia dinâmica baseada nos setores tecnológicos e da indústria 4.0. Com um urbanismo voltado para isso, a construção civil e o empreendedorismo da área imobiliária envolvidos nesse processo, é possível transformar esse bairro subutilizado e tão bem localizado em um pólo de inovação”, avalia.

Também integrante do conselho do Verse360, Cris Alessi destaca a importância de discutir a evolução do Rebouças e avançar com iniciativas que possam alavancar o projeto do Vale do Pinhão, iniciado pela Prefeitura de Curitiba. “A hora é de mostrar a iniciativa e criar um movimento também do setor privado, das universidades e da população como um todo a favor do desenvolvimento urbanístico e da inovação da região do Rebouças. Será algo importante para as pessoas e para a cidade, já que, a partir do ambiente físico remodelado, torna-se possível construir um celeiro de boas ideias e de desenvolvimento de novos talentos”, destaca.

A programação do Paiol Digital de dezembro terá, também, a apresentação do Dr. João Vítola, diretor-geral da Quanta Diagnósticos por Imagem. O médico curitibano, reconhecido internacionalmente pela trajetória na cardiologia e medicina nuclear, irá falar sobre o tema "Diagnóstico com IA". José Eduardo Bekin, CEO da Invest Paraná, irá palestrar sobre o livro “O Estado como Marca - Potencialidades, Perspectivas e Possibilidades”, no qual explora os desafios e as oportunidades na construção e consolidação da marca Paraná. A roda de conversa terá, ainda, a apresentação do prefeito de Bituruna Rodrigo Rossoni, que irá falar sobre "Aceleração de Araucárias".

O Paiol Digital é uma realização da Agência Curitiba de Desenvolvimento S/A. O evento, aberto ao público, está com inscrições abertas. O ingresso social é um quilo de alimento não-perecível.

Serviço
Paiol Digital
Data: terça-feira, dia 03 de dezembro de 2024
Horário: das 18:30 às 21:30
Local: Teatro do Paiol, endereço: Rua Coronel Zacarias, 51 – Prado Velho, Curitiba.
Link para inscrições: 03/12 - Paiol Digital Dezembro

“A Lista” com Lilia Cabral chega sábado ao Guairão

Lilia Cabral retorna à Curitiba ao lado da filha, a atriz Giulia Bertolli, com a peça A Lista, texto de Gustavo Pinheiro dirigido por Guilherme Piva, em única apresentação neste sábado, dia 30, no Grande Auditório do Teatro Guaíra. Os ingressos com preço único de R$90 (meia-entrada) e R$180 (inteira) já estão à venda pelo Disk Ingressos. Na peça, que já foi assistida por mais de 60 mil pessoas, Lilia interpreta Laurita, uma aposentada que, por força das circunstâncias, se vê obrigada a estabelecer contato com a vizinha, a jovem Amanda, vivida por Giulia Bertolli. O encontro das duas detona um turbilhão de sentimentos, lembranças e descobertas que marcarão suas vidas para sempre.
Com humor e delicadeza, A Lista, aborda as possibilidades de diálogo e empatia a partir da lacuna geracional entre duas mulheres. O resultado é um retrato emocionante dos afetos que, mesmo em circunstâncias improváveis, insistem em florescer. Para Giulia, a primeira palavra que lhe vem à cabeça quando pensa em A Lista é “encontro”: “Nesses novos tempos, A Lista virou uma linda surpresa. Uma peça emocionante, surpreendente e singela, que resgata aquilo que nós seres humanos temos de mais especial: a comunicação e a empatia”, afirma Giulia.
Na hora de escrever sobre afeto e solidão, o autor não teve dúvida sobre onde ambientar a trama. “A peça é uma crônica do Brasil e acho que não há lugar melhor para falar do país que Copacabana, essa grande metáfora do Brasil, com seu melhor e pior, passado e presente coabitando o tempo todo. Tenho uma grande intimidade com Copacabana, morei ali por 10 anos, minha mãe ainda mora, frequento o bairro e sou fascinado por sua beleza e caos, pela multiplicidade de tipos de pessoas”, explica Gustavo Pinheiro.
Ex-morador de Copacabana, o diretor Guilherme Piva conta sobre os aspectos que movem o espetáculo. “O texto é uma verdadeira montanha-russa de emoções, cheio de camadas que vão do riso ao choro, da dor ao amor. A peça se passa em três tempos, onde iluminação e cenário realçam cada parte. É uma alegria conduzir esse encontro de duas gerações, mãe e filha, numa comédia dramática cheia de poesia e afeto”, afirma.
A história por trás da peça
A montagem de A Lista é resultado de um longo processo. Criada no começo da pandemia, em maio de 2020, A Lista nasceu com o intuito de ajudar os profissionais da área teatral que ficaram sem trabalhar devido ao isolamento social, passou por algumas experimentações, e foi ganhando corpo com o passar do tempo. A montagem fez apresentações online de um trecho do texto, conquistando mais de 170 mil espectadores. Em seguida, o espetáculo foi apresentado parcialmente para plateias reduzidas, atendendo as orientações sanitárias da época.
“Nós tivemos a oportunidade de ir experimentando. Os meses de pandemia nos permitiram esse amadurecimento do processo. Diante da resposta a esse pequeno trecho que apresentamos, constatamos que é um trabalho muito poderoso. Rapidamente o público interage e se identifica com as personagens, tal a comunicabilidade da peça e a dramaturgia clara, eficiente, sonora, divertida e emocionante. Então decidimos seguir adiante e fazer a montagem integral do texto inédito que estreou em São Paulo”, explica Lilia Cabral.
A Lista estreou em março de 2022, em São Paulo, e teve mais de 60 mil espectadores em oito meses de temporadas paulistas, além de apresentações em Santos, Jundiaí, Campinas e Campos do Jordão. Desde então, já fez mais de 150 apresentações, passando por Niterói, Petrópolis e Teresópolis, incluindo o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, para uma plateia formada de professoras, assim como a personagem de Lilia Cabral.
A peça foi indicada em três categorias no Prêmio Bibi Ferreira 2022: Melhor Atriz (Lilia Cabral), Melhor Atriz Coadjuvante (Giulia Bertolli) e Melhor Dramaturgia de Peça em Teatro (Gustavo Pinheiro). O texto da peça A Lista foi lançado em livro pela Coleção Dramaturgia, da Editora Cobogó e virou um filme que será lançado em 2025.

Serviço:
Espetáculo A LISTA
Texto: Gustavo Pinheiro. Direção: Guilherme Piva. Elenco: Lilia Cabral e Giulia Bertolli.
SÁBADO - Dia 30 de novembro, às 21 horas.
Grande Auditório do Teatro Guaíra - Praça Santos Andrade, s/nº
Gênero: Comédia dramática.
Ingressos R$ 90 (meia-entrada) e R$ 180 (inteira)
Duração: 1h 20min.
Classificação indicativa: 14 anos
Compras:
Site do Disk Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/event/7829
Loja do Disk Ingressos no Shopping Mueller - de segunda a sábado das 10 às 22h e domingos das 14 às 20 h;
Bilheteria do Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) - de segunda a sexta das 10 às 14h e das 15h10 às 18h. Sábados das 10 às 16h e das 17h10 às 20h;
Bilheteria do Teatro Positivo de segunda a sexta das 11 às 15h e 16h10 às 20h. Sábados das 17h às 21h;
Bilheteria do Teatro Guaíra no dia da peça.
50% de desconto para todas as categorias beneficiadas por Lei.
30% de desconto sobre valor de inteira para ClubeDisk na compra de até 2 (dois) ingressos com pagamento à vista ou em até 2 parcelas com acréscimo.
Descontos não cumulativos.
Não serão aceitos cheques.

PRA VOCÊ NÃO ESQUECER: ESPETÁCULO INFANTIL ABORDA TEMAS COMO O ALZHEIMER, PROCESSOS COGNITIVOS E LAÇOS FAMILIARES

Com texto de Paula Giannini e direção de Amauri Ernani, o novo espetáculo da Palco Cia de Teatro propõe uma viagem às memórias afetivas dos personagens e espectadores.

Nos dias 17 e 24 de novembro e 1.º e 08 de dezembro, sempre aos domingos, às 11h da manhã, a peça teatral “Pra Você Não Esquecer”, que entra em cartaz no Teatro do Piá (com entrada franca), foi concebida a partir da experimentação com antigos brinquedos, objetos do cotidiano, materiais recicláveis e resíduos têxteis para a criação de bonecos, cenário e figurinos. Os elementos constroem tanto o imaginário infantil quanto o interior do cérebro do avô de neto, com suas recordações, expectativas, sonhos e até temores.

De maneira delicada e lúdica, a obra aborda temas como a relação entre gerações, laços familiares, Alzheimer e outros processos ligados à cognição.

O projeto conta ainda com música original especialmente criada para o espetáculo e com um livro de dramaturgia para crianças, contendo o texto da peça, e distribuído gratuitamente em formato de QR code, criando acesso ao e-book e ao audiolivro para toda a plateia (além do sorteio de 2 unidades impressas por sessão).

Serviço:
Espetáculo: Pra Você Não Esquecer

Local: TEATRO DO PIÁ
Praça Garibaldi, 7.
Pátio interno do Palacete Wolf - São Francisco
Curitiba

Informações: (41) 3321-3358

Quando: 17 e 24 de novembro e
1.º e 08 de dezembro.
(Sempre aos domingos).

Horário: 11h da manhã

Produção: Palco Cia de Teatro

Entrada franca.
Ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão.
Sujeito à lotação.

Acessibilidade: a peça conta com tradução em janela de Libras e legenda para os falantes de espanhol (ambas em tela).

Contato: Palco Cia de Teatro
palcoproducoes@hotmai.com
(41) 99981-5273
Instagram: @palcociadeteatro

Projeto realizado com recursos do programa de apoio e incentivo à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba.

Ficha técnica: texto: Paula Giannini / Direção: Amauri Ernani / Elenco: Andreza Crocetti, Paula Giannini e Amauri Ernani / Estética cênica: Andreza Crocetti, Sido Calesso e Surian Barone / música original: Sérvulo Augusto / Produção: Palco Cia de Teatro / Livros: Palco das Letras.
Foto: ilustrações do livro: Arô Ribeiro - divulgação

Sinopse: Neto e Avô são inseparáveis. Juntos, aprendem e ensinam um ao outro coisas sobre a vida. Um dia, porém, Avô se perde de si mesmo, esquecendo de todas as coisas, especialmente de quem é Neto. É nesse momento que Neto conhece Vovó, uma Tatu-bola que, vinda diretamente de seu próprio futuro, propõe a busca pelo mapa que permitirá reencontrar a memória do Avô.
Ao recuperar a memória do Avô, Neto depara-se consigo mesmo. Uma história que fala da importância do amor na construção dos processos cognitivos, seja com idosos, seja com crianças de todas as idades.

Palco Cia de Teatro: Com 25 anos de existência, a Palco Cia de Teatro possui um extenso trabalho voltado ao teatro infantil, sendo reconhecida nacional e internacionalmente. Com a peça "Se Essa Rua Fosse Minha - Espetáculo de Brincar", a companhia recebeu dezenas de prêmios, como o Pontinhos de Cultura e o Brasil Criativo, além de representar o Brasil na Tunísia por duas vezes e no Catálogo de Bolonha (a maior feira literária infantil do mundo, realizada na Itália).

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA RELEITURA DE “DOM QUIXOTE” COM LEONARDO BRÍCIO E KADU GARCIA

Em temporada de dez apresentações, Leonardo Brício e Kadu Garcia dão vida aos personagens mundialmente conhecidos da obra de Miguel de Cervantes, em uma adaptação para os dias atuais

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Kadu Garcia (esq.) e Leonardo Brício no espetáculo "Dom Quixote" - Foto: Carlos Grun

Com passagens por diversas capitais brasileiras, sempre com sessões lotadas, chega à Caixa Cultural Curitiba a peça “Dom Quixote” com os atores Leonardo Brício e Kadu Garcia nos papeis do cavaleiro andante que dá nome à obra e de seu escudeiro Sancho Pança. Será uma temporada de duas semanas, com dez apresentações de 28 de novembro a 08 de dezembro, às 20h (quinta-feira a sábado), 19h (domingos) e 17h (sessões extras aos sábados). Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

A peça faz uma leitura contemporânea dos desafios e perigos enfrentados por Dom Quixote: cavalos, lanças e moinhos de vento que o personagem imagina serem dragões se apresentam hoje na forma de grandes metrópoles e a luta para sobreviver em meio a uma profusão de crises, smartphones e superpopulação. “Mas nós, novos Quixotes das grandes cidades, seguimos movidos pela capacidade de sonhar, pelo amor, pela empatia e a busca pela felicidade”, destaca Leo Brício, que celebra seus 47 anos de carreira com este trabalho.

Em Curitiba, a temporada contará com a oficina “Princípios da Palhaçaria”, ministrada por Kadu Garcia. A apresentação do primeiro sábado (30/11) contará com intérprete de LIBRAS, garantindo maior acessibilidade. O teatro também oferece estrutura plena para pessoas com deficiência (PCD).

Um clássico da literatura universal
Criado por Miguel de Cervantes (1547-1616) como uma sátira aos romances de cavalaria da época, a obra narra as aventuras e desventuras de Dom Quixote, homem de meia idade que, de tanto ler romances de cavalaria, decide se tornar um cavaleiro andante. Munido de uma armadura enferrujada e um cavalo, recruta Sancho Pança como seu fiel escudeiro.

Quase tudo em sua jornada é fruto de sua imaginação. Ele luta contra moinhos de vento que pensa serem dragões e vive em busca da amada Dulcineia, mais uma invenção de sua mente sonhadora. “Dom Quixote” tornou-se a maior obra da literatura espanhola, o segundo livro mais lido da História, e o terceiro mais traduzido do mundo, além de ser considerado por muitos como o primeiro romance moderno.

Abordagem contemporânea
A montagem tem adaptação especial do imortal da Academia Brasileira de Letras Geraldo Carneiro, direção de Fernando Philbert e produção de Carlos Grun (Bem Legal Produções), com produção local da Banalíssima Arte. No palco, elementos tradicionais da história original são substituídos por outros adereços que se aproximam dos tempos atuais em uma abordagem contemporânea e esteticamente moderna.

O cenário de Natalia Lana ocupa o palco com tecidos gigantes que remetem a grandes velas de um navio. Espalhados pela cena, cordas e elementos metálicos remetem a equipamentos de navegação. Há projeções que retratam os variados desafios enfrentados pela dupla, e também elementos circenses trazidos pelo ator e palhaço Kadu Garcia, que vive o fiel escudeiro Sancho Pança.

Oficina sobre atuação do palhaço
Durante a temporada em Curitiba, será ministrada a oficina “Princípios da Palhaçaria” com o ator Kadu Garcia. A atividade será realizada em 06/12 (sexta-feira) a partir das 13h na Caixa Cultural Curitiba e parte dos princípios que regem a atuação do palhaço. Entre estes princípios estão a escuta, o olhar, o jogo, a potência criativa e a disponibilidade, utilizando-se de jogos e de brincadeiras para experimentação do território mais potente do palhaço: o encontro. A oficina é direcionada para estudantes de artes cênicas, artistas e interessados na linguagem do palhaço, maiores de 16 anos. Mais informações pelo instagram @caixaculturalcuritiba

Mais sobre Leonardo Brício:
Formado n’O Tablado, ator com papéis de destaque em novelas, séries e teatro. Em 47 anos de carreira, foi destaque na TV em novelas como “Renascer”, “Rei do Gado”, “Anjo Mau”, “A Muralha”, “Da cor do pecado” e “Rei David”, além da série “Arcanjo Renegado”, em que viveu um dos protagonistas. No teatro, atuou em grandes produções como “Romeu e Julieta”, com direção de Moacyr Goes; “Péricles”, com direção de Ulisses Cruz; “Últimas Luas”, com Antônio Fagundes, entre outras.

Mais sobre Kadu Garcia:
Atuou em mais de 25 espetáculos, foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Amir Haddad, Dani Barros, Juliana Jardim, entre tantos outros. Pesquisa a palhaçaria desde 2005 e atuou como palhaço besteirologista na ONG Doutores da Alegria/RJ. É Artista fundador do grupo de palhaços Roda Gigante, projeto que pesquisa a interface arte, saúde e educação, realizando intervenções artísticas em hospitais do Rio de Janeiro desde 2009. Na TV, participou das séries “Sob Pressão”, “D.P.A.”, “Nós” e das novelas “A dona do pedaço” e “Deus salve o rei”.

FICHA TÉCNICA

Texto: Miguel de Cervantes
Adaptação: Geraldo Carneiro
Direção: Fernando Philbert
Interpretação: Leonardo Brício e Kadu Garcia
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Karen Brusttolin
Direção Musical e Trilha Original: Marcelo Alonso Neves
Iluminação: Vilmar Olos
Direção Musical: Maíra Freitas
Visagismo: Vini Kilesse
Videografismo e arte gráfica: ORLATOONS
Diretora Assistente: Glauce Guima
Direção de produção: Carlos Grun
Realização: Bem Legal Produções

SERVIÇO:
[Teatro] Espetáculo “Dom Quixote”, com Leonardo Brício e Kadu Garcia
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro
Datas: 28, 29 e 30 de novembro e 1º, 5, 6, 7 e 8 de dezembro de 2024 (quinta-feira a domingo)
Horário: quinta-feira a sábado, às 20h / domingo, às 19h / sábados com sessões extras às 17h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei);
Vendas: a partir do dia 23/11/2024 às 10h na bilheteria física e às 15h no site www.sympla.com.br
Bilheteria: de terça a sábado das 10h às 20h, domingo das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 80 minutos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência e audiodescrição. Sessão de 30/11 (sábado) com intérprete de Libras

Oficina: “Princípios da Palhaçaria” com Kadu Garcia no dia 06/12 (sexta-feira). Informações pelo instagram @caixaculturalcuritiba
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

“Uma Juventude Fascinante”, novo espetáculo do diretor Diego Fortes, estreia dia 5 de dezembro com temporada gratuita no Mini Guaíra

No palco, Leandro Daniel, recentemente em cena na novela "No Rancho Fundo" da Rede Globo, divide cena com Gabriela Freire, premiada atriz do filme paranaense "Entrelinhas". Com humor ácido e reflexivo, a trama escrita pelo chileno Guillermo Calderón apresenta um professor desiludido e uma aluna, a única presente naquele dia, que traz os ensinamentos de Buda como contraponto às frustrações do professor

Créditos: Eika Yabusame
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“Uma Juventude Fascinante” estará em cartaz de 5 a 22 de dezembro, com sessões de quinta a domingo no Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório do Teatro Guaíra), em Curitiba. Com apresentações às 19h30 às quintas, sextas e domingos, e sessões duplas aos sábados, às 17h e 19h30, a entrada é franca e os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada sessão no próprio teatro. As apresentações dos dias 07 e 14, às 19h30, contam com interpretação simultânea em Libras para garantir a acessibilidade e inclusão do público surdo.

Originalmente intitulada Clase em espanhol, a peça estreou no Chile em 2008 e é o segundo texto do aclamado dramaturgo chileno Guillermo Calderón que Diego Fortes traduz e dirige no Brasil. A primeira incursão de Fortes na obra de Calderón foi em Dezembro, montagem que estreou na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba em 2019.

A peça se passa em uma sala de aula em Santiago, onde uma única aluna (Gabriela Freire) comparece à aula, enquanto seus colegas participam de uma manifestação estudantil. Pronta para apresentar sua dissertação sobre Buda, ela se depara com um professor deprimido e implacável (Leandro Daniel), resultando em um confronto de ideias sobre vida, futuro e mudanças. Com humor ácido e uma trama envolvente, a peça explora o choque geracional e oferece uma visão crítica da sociedade chilena, trazendo paralelos com o Brasil e outros países da América do Sul, abordando temas como educação e relações de poder.

“Este espetáculo desperta uma série de provocações em diversas esferas — emocional, social e política. A escrita de Calderón é um verdadeiro fenômeno, equilibrando de forma magistral a reflexão e a emoção. Trata-se de um texto que exige atores experientes e sensíveis e que, sem dúvida, suscitará muitas conversas entre o público após a apresentação”, afirma Diego Fortes sobre a montagem.

O ator Leandro Daniel conta que o convite para atuar na peça veio em 2013. "Na época, não conhecia a dramaturgia do Calderón, mas o texto atendeu completamente às minhas expectativas artísticas, com uma narrativa ágil e uma visão crítica sobre as transformações sociais da América Latina", comenta.

Segundo ele, a conexão com a peça foi se aprofundando ao longo dos anos. "Li e reli o texto diversas vezes, percebendo novas camadas a cada leitura. Hoje, aos 49 anos, sinto que estou no momento ideal para interpretar a personagem", completa.

Para Gabriela, que já contracenou com Leandro Daniel no premiado filme Entrelinhas, o convite para este novo projeto foi uma grata surpresa. "Foi um privilégio contracenar com o Leandro e voltar ao teatro com um texto tão bonito, que nos oferece um espaço seguro e honesto para refletir sobre nossas dores e sombras, tem sido maravilhoso. Cada ensaio e cada troca trazem aprendizados, não só sobre a cena, mas também sobre mim mesma", revela.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto conta com sessões fechadas com a participação de alunos e professores da rede pública de ensino, seguidas de bate-papos com a equipe, visando estimular a reflexão e diálogo sobre os temas abordados na peça. Ainda, será oferecida uma oficina de dramaturgia, intitulada "Ferramentas Criativas para Dramaturgia", ministrada por Diego Fortes, com inscrições gratuitas.

Sobre o diretor Diego Fortes
É diretor, dramaturgo e ator. Fundador d`Armadilha cia de Teatro em Curitiba, pela qual realizou as peças Café Andaluz, Os Leões, Bolacha Maria, O Fantástico Coração Subterrâneo, Poses para Dormir, Dezembro, entre outras. Escreveu e dirigiu O Grande Sucesso, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2017 e em 2018, a convite de Renato Borghi, encenou Molière, de Sabina Berman, que contou com Matheus Nachtergaele no papel-título. Foi artista docente convidado da Escola SP de Teatro em 2020, e desde 2021, divide sua carreira entre Curitiba, São Paulo e Berlim, onde pesquisa dramaturgia, teatro contemporâneo, e Inteligência Artificial aplicada à dramaturgia.

Sobre o dramaturgo Guillermo Calderón
Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é um renomado diretor, dramaturgo e roteirista, conhecido por explorar temas sociais e políticos com profundidade e originalidade. Entre suas principais peças estão Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso e Kiss, que já foram apresentadas em importantes festivais na América do Sul, Europa e América do Norte. No cinema, colaborou nos roteiros dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube, Neruda e El Conde — este último venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza de 2023 e está em cartaz na Netflix. Os filmes O Clube e Neruda foram indicados ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

SERVIÇO
“Uma Juventude Fascinante”
Data: de 5 a 22 de dezembro de 2024
Horários: Qui, Sex e Dom às 19h30; Sáb às 17h e 19h30
Local: Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório do Teatro Guaíra)
Endereço: Rua Amintas de Barros, s/n, Curitiba
Ingressos: Entrada Gratuita —ingressos distribuídos uma hora antes (sujeito à lotação)
Duração: 70 minutos | Classificação indicativa: 14 anos

Mais informações: www.instagram.com/umajuventudefascinante

FICHA TÉCNICA
Texto: Guillermo Calderón
Tradução e Direção Geral: Diego Fortes
Elenco: Leandro Daniel Colombo e Gabriela Freire
Iluminação: Nadja Naira
Cenografia: Guenia Lemos
Figurino: Amábilis de Jesus
Música Original: Gilson Fukushima
Direção de Produção: Gilmar Kaminski
Produção Executiva: Dânatha Siqueira
Operação de Luz: Semy Monastier
Operação de Som: Diego Fortes
Intérprete Libras: Taé Libras e Cultura
Registro audiovisual: Lídia Ueta
Comunicação: Platea Comunicação e Arte
Design: Blanc.ag
Foto: Eika Yabusame

Realização: A Armadilha Cia de Teatro
Produção: Flutua Produções
Incentivo: IOP
Apoio: Padaria América, Lavanderia Blanche, No Quina Cozinha Brasileira, Divino Maravilhoso, Quintal do Monge, Mafalda Café e Bistrô, Biblioteca Pública do Paraná e Secretaria de Cultura do Estado do Paraná.

Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Grupo Fato comemora 30 anos em showcom Ná Ozzetti no Teatro Paiol

O show ‘Quando a Palavra abraça o Som’, com convidada ilustre, terá duas apresentações, nos dias 22 e 23 de novembro. A programação inclui também bate- papo no dia 21, no Conservatório de MPB de Curitiba.

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A cantora Ná Ozzetti é a convidada do show ‘Quando a Palavra abraça o Som’,
que comemora 30 anos do Grupo Fato.

O Fato vai fechar as comemorações dos 30 anos do grupo com chave de ouro: a cantora Ná Ozzetti é a convidada do show ‘Quando a Palavra abraça o Som’, que será realizado nos dias 22 e 23 de novembro, às 20h, no Teatro Paiol, em Curitiba. Além das apresentações, a programação inclui ainda um bate-papo com os artistas, dia 21, às 19h, no Conservatório de MPB.

Os ingressos estarão à venda no site https://deubalada.com/ a R$20 e R$10.

Desde 1994 o Fato vem desenvolvendo uma linguagem musical original que promove combinações entre elementos musicais contemporâneos, da cultura pop e da tradição, com destaque ao fandango caiçara e seus tamancos de madeira. Essa integração de universos sonoros é uma marca da produção do grupo.

A cantora Ná Ozzetti é voz premiada nacionalmente diversas vezes e, como compositora, explora diferentes parcerias, num processo contínuo de renovação. Com sua técnica singular abraçou uma música inventiva e renovadora a partir de sua entrada no Grupo Rumo, em 1979.

A busca pela inventividade como ampliadora do conceito de "canção" é um dos pontos de encontro desses artistas. Ambos abarcam em sua expressão musical a riqueza das tradições populares, ao mesmo tempo em que buscam o novo.

“Estou muito feliz com o convite. Me sinto honrada de fazer parte desta celebração. Eu não conhecia ainda o grupo e foi uma grata surpresa conhecer as ideias musicais desses artistas que resultam em um trabalho tão original. Me lembra muito do meu início de carreira, sobretudo dessa relação com o coletivo. Vai ser muito bacana essa troca”, declara Ná Ozzetti.

O encontro do Fato com Ná Ozzetti será uma experiência única, portanto imperdível.

“Conheci a Ná Ozzetti nos anos 80 com o Grupo Rumo, justamente no palco do Teatro Paiol. Eu nunca tinha visto nada parecido! Desde então, sempre estive acompanhando a Ná Ozzetti para ver o que ela vinha fazendo artisticamente. Estar com ela no palco é uma emoção sem tamanho, é um marco na minha vida, ela foi um divisor de águas em relação ao meu entendimento musical. Ver o Rumo e a atuação da Ná Ozzetti me abriu muitas portas e possibilidades”, comemora Grace Torres, integrante e uma das fundadoras do Fato.

O bate-papo previsto na programação irá explorar o processo de criação de composições dos artistas, proporcionando interação completa com o público.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Apoio: H-AL; Restaurante Ponte Vecchio; A Caiçara; Bar Sambiquira; Padaria América; Bait Nazha e Café Mafalda.

Redes Sociais: @grupofato (instagram, facebook e youtube)

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Grupo Fato comemora 30 anos com show no Teatro Paiol - Foto: Pâmela Brighente

Sobre o Grupo
O FATO é um quinteto curitibano criado em 1994 que explora combinações sonoras entre elementos de culturas tradicionais com instrumentos musicais e intervenções eletrônicas. Em 30 anos, o grupo já interpretou mais de 70 artistas, sendo a maioria paranaense. A ressignificação criativa dos tamancos de fandango caiçara, presentes em sua música desde 1996, é uma marca do grupo. A tamancalha, instrumento inventado por Zé Loureiro Neto, um ex-integrante, é uma expressão robusta dessa relação que ampliou horizontes da música popular feita em Curitiba.

Formação atual:
Andrezza Prodóssimo – voz, acordeom, teclados, percussão, percussão corporal
Daniel Fagundes – voz, guitarra, violão, cavaquinho, percussão
Grace Torres – teclados, voz, percussão
Priscila Graciano – bateria, percussão, voz
Ulisses Galetto – baixo, violão, voz
* todos os integrantes tocam tamancos e tamancalha

Discografia

1. Fato (1995) | Produção musical: Antonio Saraiva
2. Fogo Mordido (1997) | Produção musical: Paulo Brandão
3. Oquelatá Quelateje (2000) | Produção musical: Rodolfo Stroeter
4. Oquelatá Vivo (2002) | Produção musical: FATO
5. músicaprageada (2006) |Produção musical: FATO
6. Fato da Tamancalha ao Sampler - ao vivo (2012) – DVD/CD | Produção musical: FATO
7. Próximo (2014) | Produção musical: Pedro Luís
8. + PRÓXIMO ao vivo (2018) – DVD/CD | Produção musical: Ulisses Galetto & FATO
9. Claro_Movimento (2020) | Produção musical: João Cavalcanti

Sobre Ná Ozzetti

Nasceu em São Paulo e iniciou a carreira musical em 1979 com o grupo Rumo, com o qual fez diversos shows e gravou 6 LPs.

Em sua discografia destacam-se os seguintes álbuns: NÁ OZZETTI (1988 Prêmio Sharp de revelação feminina na categoria MPB); NÀ (1994 Prêmio Sharp nas categorias de “Melhor Disco” e “Melhor Arranjador” para Dante Ozzetti); LOVE LEE RITA (1996); ESTOPIM (1999); SHOW (2000, fruto da premiação como “Melhor Intérprete” no Festival da Música Brasileira da Rede Globo); PIANO E VOZ (2005, com o pianista e compositor André Mehmari); BALANGANDÃS (2009, que traz canções eternizadas por Carmem Miranda, “Melhor Disco Popular” no 5º. Prêmio Bravo! Prime de Cultura); MEU QUINTAL (2011); EMBALAR (2013 Prêmio Governador do Estado de SP); NÁ E ZÉ (2015, com Zé Miguel Wisnik); THIAGO FRANÇA (2015, com o Passo Torto); NÁ CANTA ZÉ CARLOS RIBEIRO - EP (2023) e DE LUA (2024 com o parceiro Luiz Tatit).

Ao longo de sua carreira, participou de projetos com outros artistas, entre eles Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Suzana Salles, Itamar Assumpção, Zélia Duncan, Mônica Salmaso, Ivan Vilela, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Romulo Fróes e Kristoff Silva.

Serviço:

Show ‘Quando a Palavra abraça o Som’ com Grupo Fato e Ná Ozzetti

Onde: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho / Curitiba)
Quando: 22 e 23 de novembro (sexta e sábado)
Que horas: 20h
Quanto: R$20 e R$10 (meia entrada)
Ingressos: https://www.deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=grupo+fato
ou na bilheteria do teatro, de 3ª a 6ª feira, das 14:30 às 18:30; também nos dias dos shows, a partir das 19h.

Classificação: Livre
Duração: 75 minutos
Realização: OQ Produções

Bate-papo com Grupo Fato e Ná Ozzetti
Onde: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 - São Francisco / Curitiba)
Quando: 21 de novembro (quinta-feira)
Que horas: 19h
Quanto: gratuito

Mostra de Teatro Negro realiza segunda edição em Curitiba

A presença negra na cultura de Curitiba e do Paraná ganha uma grande homenagem e celebração. A Mostra de Teatro Negro realiza sua segunda edição entre os dias 8 e 20 de novembro, com uma programação totalmente gratuita. São 25 atrações e ações culturais, entre espetáculos teatrais para adultos e crianças, ciclo de palestras e oficinas. O evento acontece em quatro espaços: Teatro Memorial de Curitiba, Solar da Cultura, TUC e Teatro do Paiol.

A proposta é montar um vibrante painel que reúne importantes artistas e pensadores da cultura afro-brasileira para destacar o protagonismo negro nas artes. A organização é do diretor, produtor e ator Isidoro Diniz, divulgador e ativista da presença cultural dos povos de origem africana no Paraná e no Brasil. O evento termina justamente no Dia da Consciência Negra e Dia Nacional de Zumbi dos Palmares, 20 de novembro.

Primeira edição presencial pós-pandemia

Esta será a primeira edição presencial do evento - a que foi realizada em 2021 teve versão totalmente online por causa da pandemia. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

“Estamos muito animados em fazer este evento de forma presencial e encaramos como a verdadeira estreia, pois teremos finalmente o encontro com o público”, define Isidoro Diniz. “O artista tem que ir onde o povo está, como canta Milton Nascimento”.

Celebrar e fazer eco à arte feita por negros segue sendo uma missão muito importante, urgente e atual, completa Diniz. “O protagonismo negro na cultura brasileira ganhou mais espaço, sem dúvida, mas segue limitado, acompanhando a exclusão histórica de todos os outros setores da sociedade”, aponta. “Por isso, mostrar a arte feita por artistas negros é um ato de resistência e uma maneira eficaz de informar sobre a fundamental importância dos afrodescendentes na formação do nosso país”.

Poetisa negra curitibana que foi pioneira é homenageada

A homenageada do evento em 2024 será Laura Santos, poetisa negra de Curitiba que teve papel pioneiro em diversas frentes, numa época que poucas mulheres negras tinham espaço na poesia. Sua obra trazia ainda uma alta carga erótica, outro tabu para aqueles tempos. Nascida em 1919, Laura Santos faleceu em 1981. Boa parte de seu trabalho caiu no esquecimento. Foi a também poeta Helena Kolody, sua amiga, quem realizou o resgate de sua obra, em 1959, na antologia “Um século de poesia”, publicada pelo Centro Paranaense Feminino de Cultura.

Para celebrar vida e obra de Laura Santos, a atriz e diretora curitibana Loara Gonçalves vai apresentar a performance “Eu Toda Fluida Sou”, que traz reflexões sobre a homenageada.

Teatro em cena: sete espetáculos nos palcos

No total, o evento traz sete espetáculos teatrais, sendo cinco para adultos e dois para crianças, cinco Giras, como são chamadas as mesas redondas, três oficinas e uma performance. Entre as peças, estão montagens como “O Bom Crioulo”, “O Mestiço” e “Anjo Maldito”, com grupos paranaenses, com indicação para 18 anos. Também se destaca o espetáculo “Surdo, Logo Existo”, encenado por atores surdos.

Como um dos convidados especiais de outros estados, participa o escritor, produtor cultural, músico e ator Salloma Salomão, de São Paulo. Ele atua na peça “Fuzarca dos Descalços” e também integra uma das Giras do evento, com o tema “Teatralidades Negras Contemporâneas”.

Para as crianças, são dedicados dois espetáculos. “Enquanto Contava Chico Rei” e “Filhos do Tempo”. O primeiro trata das questões raciais brasileiras e sua formação histórica, enquanto o segundo utiliza teatro de sombras para resgatar contos africanos que falam sobre amizade, respeito e brincadeiras tradicionais.

Nesta primeira semana, estão em cartaz as seguintes peças, todas no Teatro Memorial: “Fuzarca dos Descalços” (dia 8/11, 20h30), “O Mestiço” (dia 11/11, às 19h e às 20h30), “Surdo, Logo Existo” (dia 13/11, às 19h), “Sarau Negritudes Surdas (dia 13/11, às 20h30), “Enquanto Contava Chico Rei” (dia 16/11, às 11h e 15h) e “O Bom Crioulo” (dia 16/11, às 20h30, e dia 17/11, às 19h).

Mostra de Teatro Negro – Segunda edição

Quando: de 8 a 20 de novembro de 2024.

Em quatro espaços culturais de Curitiba:

Teatro Memorial de Curitiba

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco, Curitiba - PR

Solar da Cultura

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 142 - São Francisco, Curitiba - PR

TUC - Teatro Universitário de Curitiba -

Endereço: Galeria Júlio Moreira, Tv. Nestor de Castro, s/nº - Centro, Curitiba - PR

Teatro Paiol

Endereço: Largo Professor Guido Viaro s/nº, Prado Velho, Curitiba - PR

Entrada: franca em todos os espetáculos e atividades.

Mais em: www.instagram.com/isidorodinizproducoes/

CAIXA Cultural apresenta Alfredo Del-Penho no Samba de Bamba

A CAIXA Cultural apresenta cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho como sétima atração do projeto Samba de Bamba. A apresentação acontece dia 12 de novembro, terça-feira, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Na ocasião, o sambista vai mostrar, pela primeira vez ao público curitibano, um show que reúne músicas de dois discos de carreira Samba Sujo e Samba Só, alguns temas registrados em Desengaiola (2022), feito em parceria com João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda, indicado ao Grammy Latino e que ganhou o Prêmio da Música Brasileira 2023 e outras selecionadas especialmente e que fazem parte do repertório de seu próximo (e ainda inédito) disco Samba Dois. Os ingressos estão esgotados.
Com quase 25 anos de carreira, Alfredo Del Penho (voz, violão 7 cordas e cavaquinho) vai dividir o palco da CAIXA Cultural com Eduardo Neves (sopros) e o percussionista Paulino Dias. No repertório estarão alguns sambas autorais feitos em parceria com grandes amigos como “Canto das gaivotas” (c/ Délcio Carvalho), “Depois da hora” (c/ Joyce Moreno), “Desengaiola” (c/ Pedro Miranda), “Já deu o que tinha que dar” (c/ Nei Lopes), “Longe de tudo” (c/ Zélia Duncan), “Não há mais espaço para nossa amizade” (c/ Chico César), “Pra quem quiser escutar” (c/ João Cavalcanti), e “Última esperança” (c/ Paulo César Pinheiro), entre outros.
Alfredo Del-Penho
Com 25 anos de carreira, o cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho retorna a Curitiba no projeto Samba de Bamba para apresentação única. Alfredo, reconhecido e premiado por sua versatilidade recebeu 2 Prêmios da Música Brasileira, além dos prêmios Shell, Cesgranrio, Aptr, Bibi Ferreira e de uma indicação ao Grammy Latino. Tem sua carreira endossada pelo mestre Nei Lopes, de quem é parceiro. Em seu mais recente disco, revelou parcerias com Zélia Duncan, Joyce Moreno, Chico César, Paulo César Pinheiro, entre outros. Como pesquisador, desenvolve amplo estudo sobre o canto do samba no Brasil.
Samba de Bamba
Após sete apresentações com ingressos esgotados, o curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, acredita que a nova edição do Samba de Bamba alcançou seu objetivo de proporcionar ao público de Curitiba um encontro inédito do público da cidade com artistas que, muitas vezes, chegam pela primeira vez na CAIXA Cultural de Curitiba para apresentar seu trabalho. Browne relembra que, em 2024, já passaram pelo palco da CAIXA Cultural os sambistas Agrião, João Cavalcanti, Branka, Didu Nogueira, Marcelo Menezes, e Pâmela Amaro. “Todos chegaram com o compromisso de apresentar no repertório, composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade”. A última atração da temporada 2024 do projeto é a sambista Janine Mathias, no dia 10 de dezembro.

Samba de Bamba – Alfredo Del Penho
Local: CAIXA Cultural Curitiba – R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 12 de novembro, terça-feira, às 20h.
Ingressos: esgotados.
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).

Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba

Crédito fotográfico: Leo Aversa/divulgação

ABRAÇANDO O PARANÁ II EDIÇÃO CHEGA NA REGIÃO SUDOESTE

“O projeto cultural, que está em sua segunda edição, traz dois espetáculos, oficina teatral e dez apresentações gratuitas para o público infantil de cinco cidades: Reserva do Iguaçu (30 e 31/10), Chopinzinho ( 31.10, 01 e 02/11), Coronel Vivida (04/11), Itapejara do Oeste (05 e 06/11) e Pato Branco (07 e 08/11)”.

A alegria e o sorriso do teatro estão chegando a cinco cidades da região sudoeste do Paraná, com 10 apresentações de dois espetáculos e uma oficina teatral gratuitas voltadas para as crianças. A Cia. do Abração, promove o projeto cultural Abraçando o Paraná, que está em sua segunda edição e acontece de 30 de outubro a 08 de novembro. Nesta temporada de 2024, as cidades percorridas são Reserva do Iguaçu (30 e 31/10), Chopinzinho (31.10, 01 e 02/11), Coronel Vivida (04/11), Itapejara do Oeste (05 e 06/11) e Pato Branco (07 e 08/11). O projeto é aprovado pela Lei Paulo Gustavo – Secretaria de Estado da Cultura do Paraná - Governo Federal.

Neste ano, o projeto Abraçando o Paraná traz os espetáculos Estórias Brincantes de Muitas Mainhas e Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos, além de promover, também, debate para formação de plateia e uma oficina teatral para crianças: A Arte de Brincar.

A diretora da Cia do Abração, Letícia Guimarães comenta que o objetivo principal é fomentar o teatro para crianças no Estado do Paraná, através da circulação de espetáculos, com o intuito de ampliar o intercâmbio das pesquisas em novas dramaturgias, além de debates com público e artistas locais sobre este assunto, visando à formação de plateias. “Além disto, o Abraçando o Paraná almeja articular uma organização representativa deste segmento da produção teatral no Estado e enriquecer a articulação de pensamento e produção cultural, através do teatro”, disse a diretora.

A Cia. do Abração, proponente deste projeto, quer também valorizar os 24 anos de experiência dedicados à pesquisa e produção de espetáculos dirigidos à criança da Cia. do Abração, que lança em sua arte um novo olhar sobre a criança e o compartilhando com o público e artistas paranaenses.

“Sentimos a necessidade de pilotar esta iniciativa, propondo este espaço de troca, mantendo uma pesquisa contínua sobre o assunto, criando um panorama da arte paranaense dirigida à criança e, também, atuando na formação de novas plateias, que estejam capacitadas a desenvolver discernimento e critérios avaliativos em relação à obra teatral”, finaliza a diretora da Cia do Abração Letícia Guimarães.

Os espetáculos que estão sendo apresentados são os seguintes:

Em “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos”, o foco temático apresentado na peça é a relação entre pais e filhos, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele pai ou filho. Os “Tingas”, três simpáticos e oníricos personagens, buscam um Pai, um norte que oriente para a escolha de caminhos e “dê um jeito” no mundo, que todos temos o dever de cuidar. Nesta estória de afeto e respeito à diversidade de um mundo “bagunçado” apresentam-se às crianças várias figuras paternas desde o pai biológico ao adotivo, aquele que educa em casa e na escola, o pai escolhido por afinidade e até mesmo a própria “mãe-pai”, entre outras diversas formas de afeto paternalista. De forma lúdica, se possibilita a compreensão de diferentes aspectos da relação pai e filho, de suas abstrações e metáforas. “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” é a valorização da diversidade cultural de uma terra/nação, e de cada um de nós, em particular, como resultado do encontro entre o semeador e a terra, o pai e a mãe. Uma viagem lúdica ao interior de nossa terra e de nós mesmos, através de histórias de Pais e Países. Uma brincadeira de encontros e amores com nossa identidade. E, a certeza de que ser pai é antes de tudo uma celebração da vida, do amor e do sagrado.

Já em “Estórias Brincantes de Muitas Mainhas”, direcionada a alunos de escolas públicas, o foco temático apresentado é a relação entre mães e filhos, as diferentes relações que se podem estabelecer neste mesmo binário, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele mãe ou filho.

Três simpáticos velhinhos que adoram contar histórias, um para o outro e, do seu jeito, trarão ao espectador alguns contos da literatura nacional, dirigidos à criança. Nossos contadores de histórias, divertidos e ingênuos velhinhos se confundem, brincam e se emocionam com a pureza própria de uma criança. Movidos pelos sentimentos de saudades e lembranças, começam a falar sobre suas próprias mães e sobre as diferentes mães que conhecem. Neste clima de brincadeira e Faz-de-Conta, fazem abstrações imaginando que todas as coisas, isto é, objetos do cotidiano, elementos da natureza e seres elementais, também têm mães. Concluem-se como podem ser diferentes e ao mesmo tempo semelhantes a nós, as diversas relações entre mães e filhos: tudo quanto à imaginação e a sensibilidade de uma criança podem permitir. Um trabalho de muita sensibilidade e delicadeza feito para todas as crianças, de todas as idades, inclusive, aquelas dentro de nós.

Sob direção de Letícia Guimarães, ambos os espetáculos têm a concepção cênica da Cia do Abração. Sempre fundamentada nos princípios socioconstrutivistas, propõe espetáculos sob as técnicas da contação de histórias, abstração e manipulação de objetos e teatro de sombras.

Por meio da pedagogia do amor, que encontra suas bases no processo Montessoriano, a poesia está acompanhada da abstração e manipulação de objetos do cotidiano, método que o grupo encontrou para traduzir o amor e conduzir o espectador ao universo lúdico da criança. Os espetáculos de repertório da paranaense Cia. do Abração, consagrados pelo público têm uma vasta trajetória, circulando por diversas cidades e Estados brasileiros.

SERVIÇO:
ABRAÇANDO O PARANÁ II edição
De 30 de outubro a 08 de novembro de 2024
ENTRADA GRATUITA
Classificação etária: Livre

RESERVA DO IGUAÇÚ
Oficina A Arte de Brincar - 30.10 (Quarta), às 9h
Local: Colégio Monteiro Lobato ( R: Grécia s/nº Vila Copel)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 30.10 (Quarta), às 14h30
Local: Pavilhão Parque dos Tropeiros (R: João José Ribeiro s/nº)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 31.10 (Quinta), às 8h
Local: Pavilhão Parque dos Tropeiros (R: João José Ribeiro s/nº)

CHOPINZINHO
Oficina A Arte de Brincar - 31.10 (Quinta), das 14h às 17h
Local: Centro de tempo Integral

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 01.11 (Sexta), às 15h
Local: Anfiteatro David Rogos Schmitz (R: Frei Everaldo, 399-441 – Centro)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 02.11(Sábado), às 15h
Local: Anfiteatro David Rogos Schmitz (R: Frei Everaldo, 399-441 – Centro)

CORONEL VIVIDA
Oficina A Arte de Brincar – 04.11 (Segunda), das 9 às12h
Local: Escola Municipal Tiradentes (R: Primo Zeni, 851)
Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 04.11 (Segunda), às 9h
Local: Centro Cultural Benedito Rakowski

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 04.11 (Segunda), às 15h

Local: Centro Cultural Benedito Rakowski

ITAPEJARA DO OESTE

Oficina A Arte de Brincar – 05.11 (terça), das 8h30 às 11h30
Local: CRAS (R: Guarani, s/n)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas - 05.11 (terça), às14h30
Local: Centro de Idosos (R: Salgado Filho, s/n, Centro)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 06.11 (Quarta), às 19h
Local: Centro de Idosos (R: Salgado Filho, s/n)

PATO BRANCO
Oficina A Arte de Brincar – 07.11 (Quinta), das 14h30 às 17h30
Local: Complexo Cultural/anexo ao Parque de Exposições (R:Benjamin Borges Santos n°1121)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos (com audiodescrição) - 07.11 (Quinta), às 19h30
Local: Teatro do SESI ( R. Xingu, 833)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 08.11 (Sexta), às 9h15
Local: Complexo Cultural/anexo ao Parque de Exposições (R: Benjamin Borges Santos n°1121)