“Uma Juventude Fascinante”, novo espetáculo do diretor Diego Fortes, estreia dia 5 de dezembro com temporada gratuita no Mini Guaíra

No palco, Leandro Daniel, recentemente em cena na novela "No Rancho Fundo" da Rede Globo, divide cena com Gabriela Freire, premiada atriz do filme paranaense "Entrelinhas". Com humor ácido e reflexivo, a trama escrita pelo chileno Guillermo Calderón apresenta um professor desiludido e uma aluna, a única presente naquele dia, que traz os ensinamentos de Buda como contraponto às frustrações do professor

Créditos: Eika Yabusame
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“Uma Juventude Fascinante” estará em cartaz de 5 a 22 de dezembro, com sessões de quinta a domingo no Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório do Teatro Guaíra), em Curitiba. Com apresentações às 19h30 às quintas, sextas e domingos, e sessões duplas aos sábados, às 17h e 19h30, a entrada é franca e os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada sessão no próprio teatro. As apresentações dos dias 07 e 14, às 19h30, contam com interpretação simultânea em Libras para garantir a acessibilidade e inclusão do público surdo.

Originalmente intitulada Clase em espanhol, a peça estreou no Chile em 2008 e é o segundo texto do aclamado dramaturgo chileno Guillermo Calderón que Diego Fortes traduz e dirige no Brasil. A primeira incursão de Fortes na obra de Calderón foi em Dezembro, montagem que estreou na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba em 2019.

A peça se passa em uma sala de aula em Santiago, onde uma única aluna (Gabriela Freire) comparece à aula, enquanto seus colegas participam de uma manifestação estudantil. Pronta para apresentar sua dissertação sobre Buda, ela se depara com um professor deprimido e implacável (Leandro Daniel), resultando em um confronto de ideias sobre vida, futuro e mudanças. Com humor ácido e uma trama envolvente, a peça explora o choque geracional e oferece uma visão crítica da sociedade chilena, trazendo paralelos com o Brasil e outros países da América do Sul, abordando temas como educação e relações de poder.

“Este espetáculo desperta uma série de provocações em diversas esferas — emocional, social e política. A escrita de Calderón é um verdadeiro fenômeno, equilibrando de forma magistral a reflexão e a emoção. Trata-se de um texto que exige atores experientes e sensíveis e que, sem dúvida, suscitará muitas conversas entre o público após a apresentação”, afirma Diego Fortes sobre a montagem.

O ator Leandro Daniel conta que o convite para atuar na peça veio em 2013. "Na época, não conhecia a dramaturgia do Calderón, mas o texto atendeu completamente às minhas expectativas artísticas, com uma narrativa ágil e uma visão crítica sobre as transformações sociais da América Latina", comenta.

Segundo ele, a conexão com a peça foi se aprofundando ao longo dos anos. "Li e reli o texto diversas vezes, percebendo novas camadas a cada leitura. Hoje, aos 49 anos, sinto que estou no momento ideal para interpretar a personagem", completa.

Para Gabriela, que já contracenou com Leandro Daniel no premiado filme Entrelinhas, o convite para este novo projeto foi uma grata surpresa. "Foi um privilégio contracenar com o Leandro e voltar ao teatro com um texto tão bonito, que nos oferece um espaço seguro e honesto para refletir sobre nossas dores e sombras, tem sido maravilhoso. Cada ensaio e cada troca trazem aprendizados, não só sobre a cena, mas também sobre mim mesma", revela.

Além das apresentações abertas ao público, o projeto conta com sessões fechadas com a participação de alunos e professores da rede pública de ensino, seguidas de bate-papos com a equipe, visando estimular a reflexão e diálogo sobre os temas abordados na peça. Ainda, será oferecida uma oficina de dramaturgia, intitulada "Ferramentas Criativas para Dramaturgia", ministrada por Diego Fortes, com inscrições gratuitas.

Sobre o diretor Diego Fortes
É diretor, dramaturgo e ator. Fundador d`Armadilha cia de Teatro em Curitiba, pela qual realizou as peças Café Andaluz, Os Leões, Bolacha Maria, O Fantástico Coração Subterrâneo, Poses para Dormir, Dezembro, entre outras. Escreveu e dirigiu O Grande Sucesso, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2017 e em 2018, a convite de Renato Borghi, encenou Molière, de Sabina Berman, que contou com Matheus Nachtergaele no papel-título. Foi artista docente convidado da Escola SP de Teatro em 2020, e desde 2021, divide sua carreira entre Curitiba, São Paulo e Berlim, onde pesquisa dramaturgia, teatro contemporâneo, e Inteligência Artificial aplicada à dramaturgia.

Sobre o dramaturgo Guillermo Calderón
Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é um renomado diretor, dramaturgo e roteirista, conhecido por explorar temas sociais e políticos com profundidade e originalidade. Entre suas principais peças estão Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso e Kiss, que já foram apresentadas em importantes festivais na América do Sul, Europa e América do Norte. No cinema, colaborou nos roteiros dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube, Neruda e El Conde — este último venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza de 2023 e está em cartaz na Netflix. Os filmes O Clube e Neruda foram indicados ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

SERVIÇO
“Uma Juventude Fascinante”
Data: de 5 a 22 de dezembro de 2024
Horários: Qui, Sex e Dom às 19h30; Sáb às 17h e 19h30
Local: Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Miniauditório do Teatro Guaíra)
Endereço: Rua Amintas de Barros, s/n, Curitiba
Ingressos: Entrada Gratuita —ingressos distribuídos uma hora antes (sujeito à lotação)
Duração: 70 minutos | Classificação indicativa: 14 anos

Mais informações: www.instagram.com/umajuventudefascinante

FICHA TÉCNICA
Texto: Guillermo Calderón
Tradução e Direção Geral: Diego Fortes
Elenco: Leandro Daniel Colombo e Gabriela Freire
Iluminação: Nadja Naira
Cenografia: Guenia Lemos
Figurino: Amábilis de Jesus
Música Original: Gilson Fukushima
Direção de Produção: Gilmar Kaminski
Produção Executiva: Dânatha Siqueira
Operação de Luz: Semy Monastier
Operação de Som: Diego Fortes
Intérprete Libras: Taé Libras e Cultura
Registro audiovisual: Lídia Ueta
Comunicação: Platea Comunicação e Arte
Design: Blanc.ag
Foto: Eika Yabusame

Realização: A Armadilha Cia de Teatro
Produção: Flutua Produções
Incentivo: IOP
Apoio: Padaria América, Lavanderia Blanche, No Quina Cozinha Brasileira, Divino Maravilhoso, Quintal do Monge, Mafalda Café e Bistrô, Biblioteca Pública do Paraná e Secretaria de Cultura do Estado do Paraná.

Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Grupo Fato comemora 30 anos em showcom Ná Ozzetti no Teatro Paiol

O show ‘Quando a Palavra abraça o Som’, com convidada ilustre, terá duas apresentações, nos dias 22 e 23 de novembro. A programação inclui também bate- papo no dia 21, no Conservatório de MPB de Curitiba.

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A cantora Ná Ozzetti é a convidada do show ‘Quando a Palavra abraça o Som’,
que comemora 30 anos do Grupo Fato.

O Fato vai fechar as comemorações dos 30 anos do grupo com chave de ouro: a cantora Ná Ozzetti é a convidada do show ‘Quando a Palavra abraça o Som’, que será realizado nos dias 22 e 23 de novembro, às 20h, no Teatro Paiol, em Curitiba. Além das apresentações, a programação inclui ainda um bate-papo com os artistas, dia 21, às 19h, no Conservatório de MPB.

Os ingressos estarão à venda no site https://deubalada.com/ a R$20 e R$10.

Desde 1994 o Fato vem desenvolvendo uma linguagem musical original que promove combinações entre elementos musicais contemporâneos, da cultura pop e da tradição, com destaque ao fandango caiçara e seus tamancos de madeira. Essa integração de universos sonoros é uma marca da produção do grupo.

A cantora Ná Ozzetti é voz premiada nacionalmente diversas vezes e, como compositora, explora diferentes parcerias, num processo contínuo de renovação. Com sua técnica singular abraçou uma música inventiva e renovadora a partir de sua entrada no Grupo Rumo, em 1979.

A busca pela inventividade como ampliadora do conceito de "canção" é um dos pontos de encontro desses artistas. Ambos abarcam em sua expressão musical a riqueza das tradições populares, ao mesmo tempo em que buscam o novo.

“Estou muito feliz com o convite. Me sinto honrada de fazer parte desta celebração. Eu não conhecia ainda o grupo e foi uma grata surpresa conhecer as ideias musicais desses artistas que resultam em um trabalho tão original. Me lembra muito do meu início de carreira, sobretudo dessa relação com o coletivo. Vai ser muito bacana essa troca”, declara Ná Ozzetti.

O encontro do Fato com Ná Ozzetti será uma experiência única, portanto imperdível.

“Conheci a Ná Ozzetti nos anos 80 com o Grupo Rumo, justamente no palco do Teatro Paiol. Eu nunca tinha visto nada parecido! Desde então, sempre estive acompanhando a Ná Ozzetti para ver o que ela vinha fazendo artisticamente. Estar com ela no palco é uma emoção sem tamanho, é um marco na minha vida, ela foi um divisor de águas em relação ao meu entendimento musical. Ver o Rumo e a atuação da Ná Ozzetti me abriu muitas portas e possibilidades”, comemora Grace Torres, integrante e uma das fundadoras do Fato.

O bate-papo previsto na programação irá explorar o processo de criação de composições dos artistas, proporcionando interação completa com o público.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Apoio: H-AL; Restaurante Ponte Vecchio; A Caiçara; Bar Sambiquira; Padaria América; Bait Nazha e Café Mafalda.

Redes Sociais: @grupofato (instagram, facebook e youtube)

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Grupo Fato comemora 30 anos com show no Teatro Paiol - Foto: Pâmela Brighente

Sobre o Grupo
O FATO é um quinteto curitibano criado em 1994 que explora combinações sonoras entre elementos de culturas tradicionais com instrumentos musicais e intervenções eletrônicas. Em 30 anos, o grupo já interpretou mais de 70 artistas, sendo a maioria paranaense. A ressignificação criativa dos tamancos de fandango caiçara, presentes em sua música desde 1996, é uma marca do grupo. A tamancalha, instrumento inventado por Zé Loureiro Neto, um ex-integrante, é uma expressão robusta dessa relação que ampliou horizontes da música popular feita em Curitiba.

Formação atual:
Andrezza Prodóssimo – voz, acordeom, teclados, percussão, percussão corporal
Daniel Fagundes – voz, guitarra, violão, cavaquinho, percussão
Grace Torres – teclados, voz, percussão
Priscila Graciano – bateria, percussão, voz
Ulisses Galetto – baixo, violão, voz
* todos os integrantes tocam tamancos e tamancalha

Discografia

1. Fato (1995) | Produção musical: Antonio Saraiva
2. Fogo Mordido (1997) | Produção musical: Paulo Brandão
3. Oquelatá Quelateje (2000) | Produção musical: Rodolfo Stroeter
4. Oquelatá Vivo (2002) | Produção musical: FATO
5. músicaprageada (2006) |Produção musical: FATO
6. Fato da Tamancalha ao Sampler - ao vivo (2012) – DVD/CD | Produção musical: FATO
7. Próximo (2014) | Produção musical: Pedro Luís
8. + PRÓXIMO ao vivo (2018) – DVD/CD | Produção musical: Ulisses Galetto & FATO
9. Claro_Movimento (2020) | Produção musical: João Cavalcanti

Sobre Ná Ozzetti

Nasceu em São Paulo e iniciou a carreira musical em 1979 com o grupo Rumo, com o qual fez diversos shows e gravou 6 LPs.

Em sua discografia destacam-se os seguintes álbuns: NÁ OZZETTI (1988 Prêmio Sharp de revelação feminina na categoria MPB); NÀ (1994 Prêmio Sharp nas categorias de “Melhor Disco” e “Melhor Arranjador” para Dante Ozzetti); LOVE LEE RITA (1996); ESTOPIM (1999); SHOW (2000, fruto da premiação como “Melhor Intérprete” no Festival da Música Brasileira da Rede Globo); PIANO E VOZ (2005, com o pianista e compositor André Mehmari); BALANGANDÃS (2009, que traz canções eternizadas por Carmem Miranda, “Melhor Disco Popular” no 5º. Prêmio Bravo! Prime de Cultura); MEU QUINTAL (2011); EMBALAR (2013 Prêmio Governador do Estado de SP); NÁ E ZÉ (2015, com Zé Miguel Wisnik); THIAGO FRANÇA (2015, com o Passo Torto); NÁ CANTA ZÉ CARLOS RIBEIRO - EP (2023) e DE LUA (2024 com o parceiro Luiz Tatit).

Ao longo de sua carreira, participou de projetos com outros artistas, entre eles Zé Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Suzana Salles, Itamar Assumpção, Zélia Duncan, Mônica Salmaso, Ivan Vilela, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Romulo Fróes e Kristoff Silva.

Serviço:

Show ‘Quando a Palavra abraça o Som’ com Grupo Fato e Ná Ozzetti

Onde: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho / Curitiba)
Quando: 22 e 23 de novembro (sexta e sábado)
Que horas: 20h
Quanto: R$20 e R$10 (meia entrada)
Ingressos: https://www.deubalada.com/lista.php?busca=S&txt_busca=grupo+fato
ou na bilheteria do teatro, de 3ª a 6ª feira, das 14:30 às 18:30; também nos dias dos shows, a partir das 19h.

Classificação: Livre
Duração: 75 minutos
Realização: OQ Produções

Bate-papo com Grupo Fato e Ná Ozzetti
Onde: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 - São Francisco / Curitiba)
Quando: 21 de novembro (quinta-feira)
Que horas: 19h
Quanto: gratuito

Mostra de Teatro Negro realiza segunda edição em Curitiba

A presença negra na cultura de Curitiba e do Paraná ganha uma grande homenagem e celebração. A Mostra de Teatro Negro realiza sua segunda edição entre os dias 8 e 20 de novembro, com uma programação totalmente gratuita. São 25 atrações e ações culturais, entre espetáculos teatrais para adultos e crianças, ciclo de palestras e oficinas. O evento acontece em quatro espaços: Teatro Memorial de Curitiba, Solar da Cultura, TUC e Teatro do Paiol.

A proposta é montar um vibrante painel que reúne importantes artistas e pensadores da cultura afro-brasileira para destacar o protagonismo negro nas artes. A organização é do diretor, produtor e ator Isidoro Diniz, divulgador e ativista da presença cultural dos povos de origem africana no Paraná e no Brasil. O evento termina justamente no Dia da Consciência Negra e Dia Nacional de Zumbi dos Palmares, 20 de novembro.

Primeira edição presencial pós-pandemia

Esta será a primeira edição presencial do evento - a que foi realizada em 2021 teve versão totalmente online por causa da pandemia. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

“Estamos muito animados em fazer este evento de forma presencial e encaramos como a verdadeira estreia, pois teremos finalmente o encontro com o público”, define Isidoro Diniz. “O artista tem que ir onde o povo está, como canta Milton Nascimento”.

Celebrar e fazer eco à arte feita por negros segue sendo uma missão muito importante, urgente e atual, completa Diniz. “O protagonismo negro na cultura brasileira ganhou mais espaço, sem dúvida, mas segue limitado, acompanhando a exclusão histórica de todos os outros setores da sociedade”, aponta. “Por isso, mostrar a arte feita por artistas negros é um ato de resistência e uma maneira eficaz de informar sobre a fundamental importância dos afrodescendentes na formação do nosso país”.

Poetisa negra curitibana que foi pioneira é homenageada

A homenageada do evento em 2024 será Laura Santos, poetisa negra de Curitiba que teve papel pioneiro em diversas frentes, numa época que poucas mulheres negras tinham espaço na poesia. Sua obra trazia ainda uma alta carga erótica, outro tabu para aqueles tempos. Nascida em 1919, Laura Santos faleceu em 1981. Boa parte de seu trabalho caiu no esquecimento. Foi a também poeta Helena Kolody, sua amiga, quem realizou o resgate de sua obra, em 1959, na antologia “Um século de poesia”, publicada pelo Centro Paranaense Feminino de Cultura.

Para celebrar vida e obra de Laura Santos, a atriz e diretora curitibana Loara Gonçalves vai apresentar a performance “Eu Toda Fluida Sou”, que traz reflexões sobre a homenageada.

Teatro em cena: sete espetáculos nos palcos

No total, o evento traz sete espetáculos teatrais, sendo cinco para adultos e dois para crianças, cinco Giras, como são chamadas as mesas redondas, três oficinas e uma performance. Entre as peças, estão montagens como “O Bom Crioulo”, “O Mestiço” e “Anjo Maldito”, com grupos paranaenses, com indicação para 18 anos. Também se destaca o espetáculo “Surdo, Logo Existo”, encenado por atores surdos.

Como um dos convidados especiais de outros estados, participa o escritor, produtor cultural, músico e ator Salloma Salomão, de São Paulo. Ele atua na peça “Fuzarca dos Descalços” e também integra uma das Giras do evento, com o tema “Teatralidades Negras Contemporâneas”.

Para as crianças, são dedicados dois espetáculos. “Enquanto Contava Chico Rei” e “Filhos do Tempo”. O primeiro trata das questões raciais brasileiras e sua formação histórica, enquanto o segundo utiliza teatro de sombras para resgatar contos africanos que falam sobre amizade, respeito e brincadeiras tradicionais.

Nesta primeira semana, estão em cartaz as seguintes peças, todas no Teatro Memorial: “Fuzarca dos Descalços” (dia 8/11, 20h30), “O Mestiço” (dia 11/11, às 19h e às 20h30), “Surdo, Logo Existo” (dia 13/11, às 19h), “Sarau Negritudes Surdas (dia 13/11, às 20h30), “Enquanto Contava Chico Rei” (dia 16/11, às 11h e 15h) e “O Bom Crioulo” (dia 16/11, às 20h30, e dia 17/11, às 19h).

Mostra de Teatro Negro – Segunda edição

Quando: de 8 a 20 de novembro de 2024.

Em quatro espaços culturais de Curitiba:

Teatro Memorial de Curitiba

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 - São Francisco, Curitiba - PR

Solar da Cultura

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 142 - São Francisco, Curitiba - PR

TUC - Teatro Universitário de Curitiba -

Endereço: Galeria Júlio Moreira, Tv. Nestor de Castro, s/nº - Centro, Curitiba - PR

Teatro Paiol

Endereço: Largo Professor Guido Viaro s/nº, Prado Velho, Curitiba - PR

Entrada: franca em todos os espetáculos e atividades.

Mais em: www.instagram.com/isidorodinizproducoes/

CAIXA Cultural apresenta Alfredo Del-Penho no Samba de Bamba

A CAIXA Cultural apresenta cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho como sétima atração do projeto Samba de Bamba. A apresentação acontece dia 12 de novembro, terça-feira, às 20 horas, no teatro da CAIXA Cultural Curitiba (R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). Na ocasião, o sambista vai mostrar, pela primeira vez ao público curitibano, um show que reúne músicas de dois discos de carreira Samba Sujo e Samba Só, alguns temas registrados em Desengaiola (2022), feito em parceria com João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Miranda, indicado ao Grammy Latino e que ganhou o Prêmio da Música Brasileira 2023 e outras selecionadas especialmente e que fazem parte do repertório de seu próximo (e ainda inédito) disco Samba Dois. Os ingressos estão esgotados.
Com quase 25 anos de carreira, Alfredo Del Penho (voz, violão 7 cordas e cavaquinho) vai dividir o palco da CAIXA Cultural com Eduardo Neves (sopros) e o percussionista Paulino Dias. No repertório estarão alguns sambas autorais feitos em parceria com grandes amigos como “Canto das gaivotas” (c/ Délcio Carvalho), “Depois da hora” (c/ Joyce Moreno), “Desengaiola” (c/ Pedro Miranda), “Já deu o que tinha que dar” (c/ Nei Lopes), “Longe de tudo” (c/ Zélia Duncan), “Não há mais espaço para nossa amizade” (c/ Chico César), “Pra quem quiser escutar” (c/ João Cavalcanti), e “Última esperança” (c/ Paulo César Pinheiro), entre outros.
Alfredo Del-Penho
Com 25 anos de carreira, o cantor, violonista, compositor, ator e pesquisador Alfredo Del-Penho retorna a Curitiba no projeto Samba de Bamba para apresentação única. Alfredo, reconhecido e premiado por sua versatilidade recebeu 2 Prêmios da Música Brasileira, além dos prêmios Shell, Cesgranrio, Aptr, Bibi Ferreira e de uma indicação ao Grammy Latino. Tem sua carreira endossada pelo mestre Nei Lopes, de quem é parceiro. Em seu mais recente disco, revelou parcerias com Zélia Duncan, Joyce Moreno, Chico César, Paulo César Pinheiro, entre outros. Como pesquisador, desenvolve amplo estudo sobre o canto do samba no Brasil.
Samba de Bamba
Após sete apresentações com ingressos esgotados, o curador e coordenador geral do projeto, Rodrigo Browne, acredita que a nova edição do Samba de Bamba alcançou seu objetivo de proporcionar ao público de Curitiba um encontro inédito do público da cidade com artistas que, muitas vezes, chegam pela primeira vez na CAIXA Cultural de Curitiba para apresentar seu trabalho. Browne relembra que, em 2024, já passaram pelo palco da CAIXA Cultural os sambistas Agrião, João Cavalcanti, Branka, Didu Nogueira, Marcelo Menezes, e Pâmela Amaro. “Todos chegaram com o compromisso de apresentar no repertório, composições que respeitam o nosso passado cultural e que, ao mesmo tempo, renovam o samba com qualidade”. A última atração da temporada 2024 do projeto é a sambista Janine Mathias, no dia 10 de dezembro.

Samba de Bamba – Alfredo Del Penho
Local: CAIXA Cultural Curitiba – R. Conselheiro Laurindo, 280 – Centro
Data: 12 de novembro, terça-feira, às 20h.
Ingressos: esgotados.
Duração: 80 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes).

Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba

Crédito fotográfico: Leo Aversa/divulgação

ABRAÇANDO O PARANÁ II EDIÇÃO CHEGA NA REGIÃO SUDOESTE

“O projeto cultural, que está em sua segunda edição, traz dois espetáculos, oficina teatral e dez apresentações gratuitas para o público infantil de cinco cidades: Reserva do Iguaçu (30 e 31/10), Chopinzinho ( 31.10, 01 e 02/11), Coronel Vivida (04/11), Itapejara do Oeste (05 e 06/11) e Pato Branco (07 e 08/11)”.

A alegria e o sorriso do teatro estão chegando a cinco cidades da região sudoeste do Paraná, com 10 apresentações de dois espetáculos e uma oficina teatral gratuitas voltadas para as crianças. A Cia. do Abração, promove o projeto cultural Abraçando o Paraná, que está em sua segunda edição e acontece de 30 de outubro a 08 de novembro. Nesta temporada de 2024, as cidades percorridas são Reserva do Iguaçu (30 e 31/10), Chopinzinho (31.10, 01 e 02/11), Coronel Vivida (04/11), Itapejara do Oeste (05 e 06/11) e Pato Branco (07 e 08/11). O projeto é aprovado pela Lei Paulo Gustavo – Secretaria de Estado da Cultura do Paraná - Governo Federal.

Neste ano, o projeto Abraçando o Paraná traz os espetáculos Estórias Brincantes de Muitas Mainhas e Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos, além de promover, também, debate para formação de plateia e uma oficina teatral para crianças: A Arte de Brincar.

A diretora da Cia do Abração, Letícia Guimarães comenta que o objetivo principal é fomentar o teatro para crianças no Estado do Paraná, através da circulação de espetáculos, com o intuito de ampliar o intercâmbio das pesquisas em novas dramaturgias, além de debates com público e artistas locais sobre este assunto, visando à formação de plateias. “Além disto, o Abraçando o Paraná almeja articular uma organização representativa deste segmento da produção teatral no Estado e enriquecer a articulação de pensamento e produção cultural, através do teatro”, disse a diretora.

A Cia. do Abração, proponente deste projeto, quer também valorizar os 24 anos de experiência dedicados à pesquisa e produção de espetáculos dirigidos à criança da Cia. do Abração, que lança em sua arte um novo olhar sobre a criança e o compartilhando com o público e artistas paranaenses.

“Sentimos a necessidade de pilotar esta iniciativa, propondo este espaço de troca, mantendo uma pesquisa contínua sobre o assunto, criando um panorama da arte paranaense dirigida à criança e, também, atuando na formação de novas plateias, que estejam capacitadas a desenvolver discernimento e critérios avaliativos em relação à obra teatral”, finaliza a diretora da Cia do Abração Letícia Guimarães.

Os espetáculos que estão sendo apresentados são os seguintes:

Em “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos”, o foco temático apresentado na peça é a relação entre pais e filhos, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele pai ou filho. Os “Tingas”, três simpáticos e oníricos personagens, buscam um Pai, um norte que oriente para a escolha de caminhos e “dê um jeito” no mundo, que todos temos o dever de cuidar. Nesta estória de afeto e respeito à diversidade de um mundo “bagunçado” apresentam-se às crianças várias figuras paternas desde o pai biológico ao adotivo, aquele que educa em casa e na escola, o pai escolhido por afinidade e até mesmo a própria “mãe-pai”, entre outras diversas formas de afeto paternalista. De forma lúdica, se possibilita a compreensão de diferentes aspectos da relação pai e filho, de suas abstrações e metáforas. “Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos” é a valorização da diversidade cultural de uma terra/nação, e de cada um de nós, em particular, como resultado do encontro entre o semeador e a terra, o pai e a mãe. Uma viagem lúdica ao interior de nossa terra e de nós mesmos, através de histórias de Pais e Países. Uma brincadeira de encontros e amores com nossa identidade. E, a certeza de que ser pai é antes de tudo uma celebração da vida, do amor e do sagrado.

Já em “Estórias Brincantes de Muitas Mainhas”, direcionada a alunos de escolas públicas, o foco temático apresentado é a relação entre mães e filhos, as diferentes relações que se podem estabelecer neste mesmo binário, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele mãe ou filho.

Três simpáticos velhinhos que adoram contar histórias, um para o outro e, do seu jeito, trarão ao espectador alguns contos da literatura nacional, dirigidos à criança. Nossos contadores de histórias, divertidos e ingênuos velhinhos se confundem, brincam e se emocionam com a pureza própria de uma criança. Movidos pelos sentimentos de saudades e lembranças, começam a falar sobre suas próprias mães e sobre as diferentes mães que conhecem. Neste clima de brincadeira e Faz-de-Conta, fazem abstrações imaginando que todas as coisas, isto é, objetos do cotidiano, elementos da natureza e seres elementais, também têm mães. Concluem-se como podem ser diferentes e ao mesmo tempo semelhantes a nós, as diversas relações entre mães e filhos: tudo quanto à imaginação e a sensibilidade de uma criança podem permitir. Um trabalho de muita sensibilidade e delicadeza feito para todas as crianças, de todas as idades, inclusive, aquelas dentro de nós.

Sob direção de Letícia Guimarães, ambos os espetáculos têm a concepção cênica da Cia do Abração. Sempre fundamentada nos princípios socioconstrutivistas, propõe espetáculos sob as técnicas da contação de histórias, abstração e manipulação de objetos e teatro de sombras.

Por meio da pedagogia do amor, que encontra suas bases no processo Montessoriano, a poesia está acompanhada da abstração e manipulação de objetos do cotidiano, método que o grupo encontrou para traduzir o amor e conduzir o espectador ao universo lúdico da criança. Os espetáculos de repertório da paranaense Cia. do Abração, consagrados pelo público têm uma vasta trajetória, circulando por diversas cidades e Estados brasileiros.

SERVIÇO:
ABRAÇANDO O PARANÁ II edição
De 30 de outubro a 08 de novembro de 2024
ENTRADA GRATUITA
Classificação etária: Livre

RESERVA DO IGUAÇÚ
Oficina A Arte de Brincar - 30.10 (Quarta), às 9h
Local: Colégio Monteiro Lobato ( R: Grécia s/nº Vila Copel)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 30.10 (Quarta), às 14h30
Local: Pavilhão Parque dos Tropeiros (R: João José Ribeiro s/nº)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 31.10 (Quinta), às 8h
Local: Pavilhão Parque dos Tropeiros (R: João José Ribeiro s/nº)

CHOPINZINHO
Oficina A Arte de Brincar - 31.10 (Quinta), das 14h às 17h
Local: Centro de tempo Integral

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 01.11 (Sexta), às 15h
Local: Anfiteatro David Rogos Schmitz (R: Frei Everaldo, 399-441 – Centro)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 02.11(Sábado), às 15h
Local: Anfiteatro David Rogos Schmitz (R: Frei Everaldo, 399-441 – Centro)

CORONEL VIVIDA
Oficina A Arte de Brincar – 04.11 (Segunda), das 9 às12h
Local: Escola Municipal Tiradentes (R: Primo Zeni, 851)
Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 04.11 (Segunda), às 9h
Local: Centro Cultural Benedito Rakowski

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 04.11 (Segunda), às 15h

Local: Centro Cultural Benedito Rakowski

ITAPEJARA DO OESTE

Oficina A Arte de Brincar – 05.11 (terça), das 8h30 às 11h30
Local: CRAS (R: Guarani, s/n)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas - 05.11 (terça), às14h30
Local: Centro de Idosos (R: Salgado Filho, s/n, Centro)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos – 06.11 (Quarta), às 19h
Local: Centro de Idosos (R: Salgado Filho, s/n)

PATO BRANCO
Oficina A Arte de Brincar – 07.11 (Quinta), das 14h30 às 17h30
Local: Complexo Cultural/anexo ao Parque de Exposições (R:Benjamin Borges Santos n°1121)

Peça - Estórias Brincantes de Muitos Paizinhos (com audiodescrição) - 07.11 (Quinta), às 19h30
Local: Teatro do SESI ( R. Xingu, 833)

Peça - Estórias Brincantes de Muitas Mainhas – 08.11 (Sexta), às 9h15
Local: Complexo Cultural/anexo ao Parque de Exposições (R: Benjamin Borges Santos n°1121)

“Orfeu e Eurídice”: montagem inovadora do Balé Teatro Guaíra estreia em novembro

"Orfeu e Eurídice", uma das mais conhecidas tragédias gregas, terá montagem inovadora do Balé Teatro Guaíra (BTG). A abordagem integrará elementos contemporâneos à mitologia clássica, um novo olhar sobre a obra, incorporando a estética das danças urbanas e com a trilha sonora ao vivo. O espetáculo estreia no palco do Guairão dia 9 de novembro, às 20h30.

Criada a quatro mãos pelo diretor do BTG, Luiz Fernando Bongiovanni, e o coreógrafo convidado, Eládio Prados, a coreografia cria um diálogo entre tradição e tempos atuais, conectando a lenda grega aos dias de hoje. Juntos, eles vêm desenvolvendo, há vários meses, um trabalho de pré-produção para preparar o elenco em uma possível fusão entre danças urbanas e dança contemporânea.

Cada coreógrafo conduz o processo de forma única, provocando os artistas a explorar novas possibilidades para que as cenas ganhem forma. Uma combinação de estilos completamente inédita e que promete surpreender o público.

“'Orfeu e Eurídice' entra na linha de trabalhos que fizeram muito sucesso no Teatro Guaíra, que eu poderia chamar de tradição revisitada. É uma tragédia, uma grande história de amor que termina mal e traz no seu enredo uma série de reflexões para o sujeito e o coletivo contemporâneo", diz Bongiovanni.

"É interessante frisar que, apesar de ser uma obra clássica, não teremos uma montagem tradicional, mas uma versão ligada aos tempos atuais, a uma ideia de modernidade com algo da estética da cultura urbana no que se refere à movimentação”, explicou. Ele conta que a proposta é apresentar o mito sob uma nova perspectiva, sempre com o encantamento que acompanha as obras da casa.

CAMINHO DIFERENTE – Eládio Prados, coreógrafo convidado com larga experiência em danças urbanas, explica ser esta a primeira vez que trabalha com uma companhia voltada para as danças contemporâneas e balé clássico.

"Dentro desse trabalho a gente descobriu um caminho muito diferente e que criamos uma movimentação bem híbrida, uma estética muito interessante, em que podemos utilizar a intensidade dessas movimentações das danças urbanas com a fluência natural do corpo dos bailarinos, criando uma obra diferente de tudo o que as pessoas já viram”, disse.

A trilha sonora também terá novidades. O compositor Ed Cortes traz uma abordagem mais eclética, com uma base eletrônica que irá dialogar com ele e seis músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) executando músicas ao vivo. Entre os instrumentos envolvidos destacam-se harpa, viola, cello, guitarra elétrica, bateria, percussão, além de sax alto e baixo, interagindo com batidas eletrônicas, criando uma atmosfera sonora singular.

A direção de arte do projeto é assinada por Renato Theobaldo, Cássio Brasil e Lucas Amado, responsáveis respectivamente por cenografia, figurinos e iluminação. Cada um traz sua expertise para criar um universo cênico particular, onde a forma, cor, movimento e luz se combinam para provocar sensações e emoções distintas no público.

Outro destaque da produção é a consultoria artística do CircoCan, representado por Pedro Mello, responsável por elevar o espetáculo a uma nova dimensão: a dança que transcende o chão. Uma novidade na performance dos bailarinos que surpreenderá.

Após a estreia em 9 de novembro (sábado), as apresentações seguem nos dias 10, às 18h00, e no dia 11, às 20h30. Os ingressos nos valores de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) já estão à venda no site Deu Balada e na bilheteria do Teatro Guaíra.

SOBRE O MITO – Na história, Orfeu, filho de Apolo e da musa Calíope, é conhecido por seu talento musical, especialmente com a lira, instrumento que lhe permitia encantar tanto seres humanos quanto a natureza ao seu redor. Orfeu se apaixona perdidamente por Eurídice, uma ninfa, e os dois decidem se casar. No entanto, o destino afasta o casal de forma trágica: um pouco antes do casamento, Eurídice é picada por uma cobra e morre.

Devastado pela perda, Orfeu decide descer ao mundo dos mortos, do domínio do deus Hades, para trazer sua amada de volta. No reino do submundo, Orfeu usa a música para comover os deuses Hades e Perséfone, que lhe concedem uma oportunidade única: levar Eurídice de volta ao mundo dos vivos.

Os deuses dão a Orfeu apenas uma condição: ele deve seguir à frente e em nenhuma hipótese olhar para trás, para Eurídice, até saírem do reino inferior. Mas, tomado pela dúvida, quando está quase chegando na saída do reino de Hades, Orfeu olha para trás, e perde Eurídice para sempre, condenando a amada a permanecer no mundo dos mortos.

Serviço:

"Orfeu e Eurídice"

Datas: 9 de novembro, às 20h30; dia 10 às 18h, e 11 às 20h30

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha (Guairão)

Ingressos: na bilheteria do Teatro Guaíra e no site Deu balada

CiaSenhas de Teatro estreia ESPANTO no Teatro José Maria Santos

Montagem que celebra os 25 do grupo propõe uma reflexão sobre a participação das mulheres na resistência à ditadura militar brasileira

A CiaSenhas de Teatro estreia, no dia 02 de novembro, a peça ESPANTO, projeto de montagem que comemora os 25 anos do grupo. A nova obra, dirigida por Sueli Araujo, propõe uma reflexão sobre o espaço político da mulher a partir da experiência na resistência à ditadura militar brasileira entre 1964 e 1985. A temporada permanece até o dia 17 no Teatro José Maria Santos.

Com dramaturgia de Sueli Araujo e a colaboração de Luiz Bertazzo, a peça tem como fonte de pesquisa e disparador para a criação dos textos relatos de mulheres registrados nos documentos da Comissão da Verdade. Na montagem, as atrizes Ciliane Vendrusculo e Greice Barros evocam personagens reais e ficcionais sem abandonar suas identidades pessoais e suas presenças enquanto mulheres de seu tempo.

Ao longo da peça, o público é convidado a mergulhar no ESPANTO também enquanto um afeto, que move a companhia a vasculhar o passado recente para encontrar a mulher-política como protagonista da busca de outros sentidos e formas de viver no presente. A Ciasenhas se ancora no processo colaborativo como ética criativa e na experimentação e invenção como exercícios de liberdade poética.

Na montagem, a companhia investiga o trauma social e político que resulta da ditadura militar brasileira, além do que conta a história oficial. Para isso, se aprofunda no emaranhado subjetivo que encobre a natureza patriarcal presente nas práticas de torturas destinadas aos corpos das mulheres.

Como parte do processo de criação, a companhia promoveu, no dia 25 de setembro, a Palestra “Fundamentos filosóficos da política feminista” com a filósofa e escritora Márcia Tiburi, realizado em formato virtual.

SOBRE A CIASENHAS DE TEATRO

A CiaSenhas de Teatro nasce do desejo de produzir arte em grupo e de pesquisar a linguagem cênica de forma colaborativa. Desde 1999 temos feito espetáculos e ações artísticas que tentam estabelecer diálogo com a sensibilidade do nosso tempo a partir de demandas poéticas e discursivas que emergem no interior do coletivo. Fazer teatro de grupo é uma escolha política adotada pela CiaSenhas. Trata-se de um gesto que entende a criação como uma ação consequente, onde cada artista envolvido possa entregar ao público uma obra cuja forma e conteúdo carregam o DNA das identidades individuais que formam o pensamento coletivo. O trabalho colaborativo se instaura como um intenso processo de compartilhamento de saberes, de experiências, de visão de mundo e de subjetividades. Fazer teatro de grupo significa criar territórios de vida “comum” e de resistência através da arte.

Projeto viabilizado por meio da lei municipal de Incentivo à Cultura, na modalidade Mecenato Subsidiado.

FICHA TÉCNICA
Atuação: Ciliane Vendruscolo e Greice Barros
Direção e Dramaturgia: Sueli Araujo
Assistência de Direção: Anne Celli
Interlocução Dramaturgia: Luiz Bertazzo
Direção de Movimento: Elke Siedler
Cenário: Paulo Vinicius
Figurino: Amabilis de Jesus
Design de Som: Ary Giordani
Design de Luz: Wagner Corrêa
Design de Projeção: Paulo Rosa
Captação e edição de imagem: Lidia Ueta
Direção de Produção: Marcia Moraes
Produção Executiva: Edran Mariano
Designer Gráfica: Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa: Paula Melech
Fotos: Elenize Dezgeniski
Realização: CiaSenhas de Teatro

SERVIÇO:

ESPANTO
De 02 a 17 de novembro
4ª a sábado às 20h
Domingo às 19h
Sábado e domingo – sessões extras às 16h
Ingressos: 20,00 e 10,00
4ª e 5ª – entrada gratuita e tradução em libras
Teatro José Maria Santos
Rua Treze de Maio, 655 - São Francisco

Keane, Fresno e Amado Batista comandam programação movimentada de novembro do Teatro Positivo e Teatro UP Experience

A programação do Teatro Positivo está bastante movimentada no mês de novembro. Já no primeiro dia do mês, o grande auditório recebe o humorista Rafael Aragão. Nos próximos dias a comédia segue na casa, com a apresentação de Fabiano Cambota, no dia 2, e a companhia humorística Os Melhores do Mundo, no dia 3.

Já no dia 4 é a vez do Pastor Cláudio Duarte. No dia seguinte (5), a banda de rock britânica Keane traz seu show a Curitiba, com ingressos já esgotados.No dia 6, um tributo a uma das maiores bandas da história, com a apresentação do Bee Gees Immortality.

Na véspera de feriado (14), o rock volta ao palco do Teatro Positivo com a Fresno, uma das maiores bandas nacionais da atualidade. Na sexta-feira (15), o espetáculo fica por conta de Mauricio Manieri. No dia 16 é a vez de uma das vozes mais conhecidas do Brasil se apresentar no grande auditório, Amado Batista.

A comédia volta ao palco no dia 17, com sessão tripla da humorista curitibana Bruna Louise, que vai gravar seu novo especial “Ela tá Correndo Atrás”. Nos dias 20 e 21 é a vez do musical A Cor Púrpura, que se apresenta em duas sessões no primeiro dia e mais uma sessão no dia 21. No dia 23, o grande auditório recebe um dos maiores nomes da história da música brasileira, o cantor Sidney Magal.

No último domingo do mês (24), o espetáculo fica por conta do youtuber Enaldinho, com sua apresentação “O Mistério do Circo”. No dia 26, quem se apresenta é o Pastor André Fernandes e, no dia seguinte (27), é a vez do Classrock, que traz um concerto de rock à luz de velas. O grande auditório fecha novembro com um tributo a uma das grandes bandas do rock nacional, com o show Mamonas Assassinas - O Legado, no dia 28.

TUX

Novembro está movimentado também no Teatro UP Experience (TUX). Já no dia 3 o palco do pequeno auditório recebe a apresentação do Beatles Para Crianças. No dia 8 é a vez do cantor Guilherme Arantes realizar seu show no teatro. Uma semana depois, no feriado do dia 15, o humorista Xaxa Charles, membro do grupo “Pagode da Ofensa”, traz sua apresentação intitulada “Xaxa Xou, Um Xou de Humor”. O TUX finaliza a programação de novembro no dia 28, com o show da Banda Rock Beats.

Os ingressos para todos os shows de novembro do Teatro Positivo e do Teatro UP Experience podem ser adquiridos no site do Disk Ingressos.

Serviço

Teatro Positivo - Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 - Campo Comprido

1º de novembro - Rafael Aragão

2 de novembro - Fabiano Cambota

3 de novembro - Os Melhores do Mundo

4 de novembro - Pastor Cláudio Duarte

5 de novembro - Keane

6 de novembro - Bee Gees Immortality

14 de novembro - Fresno

15 de novembro - Mauricio Manieri

16 de novembro - Amado Batista

17 de novembro - Bruna Louise

20 e 21 de novembro - A Cor Púrpura

23 de novembro - Sidney Magal

24 de novembro - Enaldinho

26 de novembro - André Fernandes

27 de novembro - Classrock

28 de novembro - Mamonas Assassinas: O Legado

Teatro UP Experience - Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 - Campo Comprido

3 de novembro - Beatles Para Crianças

8 de novembro - Guilherme Arantes

15 de novembro - Xaxa Charles

28 de novembro - Banda Rock Beats

Casas e Raízes de Thiago Duarte no Teatro Paiol

O resultado de uma intensa trajetória musical internacional, passando por cinco países nos últimos anos. Essa é em resumo a proposta do show Casas e Raízes que o músico e compositor Thiago Duarte vai apresentar na próxima quinta-feira, dia 31, às 20 horas, com entrada franca, no Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro s/nº). Na ocasião o contrabaixista será acompanhado pelos músicos Luiz Gustavo Rocha (bateria), Davi Sartori (piano e direção musical), e Jota P (saxofone) e vai apresentar composições autorais – escritas durante seu período na Europa, entre Berlim e Basel – que estarão no seu novo álbum, ainda inédito, que será lançado este ano.
O projeto Casas e Raízes é uma tradução musical da vida e dos sentimentos de Thiago na última década. Ele lembra que neste período teve uma vida quase nômade e, curiosamente, em cada lugar que morou se sentia em casa. Não importa o local, a música estabelecia uma raiz brasileira. “O disco tem um simbolismo entre a minha vida e como ela interfere na minha música. A sonoridade deste trabalho tem uma fusão entre o que aprendi aqui no Brasil e o que eu assimilei no exterior. As composições são como casas e cenas musicais deste trajeto”, explica.
Thiago Duarte conta que o show no Paiol, tem uma formação de músicos que não é exatamente a mesma do disco que já foi gravado e será lançado em breve. “No Paiol vai ser um quarteto piano, baixo, bateria e sax. Mas o disco, originalmente, foi gravado com três formações diferentes: com músicos de Curitiba, São Paulo e Berlim. Todas essas formações fazem alusão ao processo de constante imigração musical. O show, então, é uma adaptação de tudo isso”, contextualiza o músico.
Thiago Duarte é contrabaixista, compositor e mestre em cognição musical/educação pelo Jazz Institute Berlim. Nos últimos dez anos tocou e gravou ao lado de nomes como Flora Purim, Airto Moreira, Orquestra à base de sopro de Curitiba (com Egberto Gismonti, João Bosco, Maria Rita e Letieres Leite). Se apresentou em festivais nos Estados Unidos, França, Suíça, Portugal, Argentina, Índia e Brasil. Como compositor, lançou seu primeiro álbum em trio pelo selo Ars Magna em 2021, com a participação de Airto Moreira em duas faixas.
O projeto Casas e Raízes tem o incentivo da Phil Young, IOP e Centro Diagnóstico Água Verde e é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço: Thiago Duarte - show do projeto Casas e Raízes com o músico.
Quinta-feira, dia 31 de outubro, às 20 horas, no Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro s/nº).
Entrada Franca.
Retirada dos ingressos na bilheteria 30 minutos antes do espetáculo.
Capacidade de público: 215 lugares
Classificação etária: Livre.
Duração 65 min.

Espetáculo “Eu Sei Que Vou Te Amar” faz últimas apresentações na Alfaiataria

"Eu Sei Que Vou Te Amar" espetáculo teatral inédito dirigido por Marianna Holtz, é o mais novo trabalho da Terceira Margem, que traz para cena uma colagem de histórias que falam sobre as diferentes formas de amor. O formato dá continuidade a linguagem utilizada pela diretora no premiado espetáculo “Eu Nunca Beijei a Débora Bloch”, que mistura realidade e ficção. A primeira peça tratava sobre perdas, de amores não vividos. Já o novo trabalho, faz um contraponto, trazendo para o palco histórias de amores vividos.

Marianna Holtz também assina a dramaturgia, criada durante o processo de criação, em colaboração com o elenco formado por Ane Adade, Guenia Lemos, Lais Cristina, Rafael Camargo e Willa Thomas, que trazem para a cena parte de suas histórias pessoais. “O grande desafio foi a criação da dramaturgia na sala de ensaio ao vivo e sem tempo para não conseguir. Simplesmente a magia tinha que acontecer e as pessoas estavam confiando a mim suas histórias. Ao mesmo tempo, esse exercício de escrita intensa nos deu a possibilidade de nos conhecermos”, disse Marianna.

“Uma grande construção coletiva… como toda peça de teatro é, mas essa em especial…. a gente desde o início trouxe nossas histórias para ajudar a construir a dramaturgia e isso foi muito especial, mas ao mesmo tempo é um mergulho bem profundo. Você coloca sua história em cena pra todo mundo ouvir, todo mundo conhecer, às vezes dá uns medos, inseguranças… mas aí vem a Mari com a dramaturgia e escreve, constrói de uma forma que a gente fica segura. Bom, de certa forma ainda estamos fazendo teatro, por mais que nossas histórias estejam ali costuradas com alguns elementos de ficção”, afirmou a atriz Willa Thomas.

A linguagem do espetáculo busca fazer uma falsa autoficção que cria uma linha tênue entre o que é verdade e o que não é, tendo elementos verdadeiros e de ficção costurados tanto no texto quanto no modo de interpretar. A diretora tem se dedicado nos últimos anos na direção e produção no audiovisual, então essa influência aparece também nesse novo trabalho. É uma peça de cinema, com telão e vídeos, fazendo uma mistura entre o audiovisual e o teatro, fazendo com que esses elementos próprios de cada linguagem dialoguem. Além disso, a sonoplastia é executada ao vivo, como uma trilha de filme. Gabriel Muller (diretor musical) criou uma ambientação, uma cama sonora para cada cena, que potencializa cada história que está sendo contada no palco.

A peça Eu Sei Que Vou Te Amar, faz curta temporada de estreia na Alfaiataria Espaço de Arte, entre os dias 11 a 27 de outubro, com sessões de sexta a domingo, com duas sessões, às 18h30 e 20h30. Os ingressos estão à venda antecipadamente via Sympla ou presencialmente uma hora antes do início de cada sessão. Os preços são populares: R$20 (vinte reais) a inteira e R$10 (dez reais) a meia entrada.

Projeto realizado por meio da Lei Municipal Complementar 57/2005 do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço:
Quando: 11 a 27 de outubro - sextas, sábados e domingos: sempre às 18h30 e 20hs30. Sessões em data alternativa: 14 de outubro, segunda-feira, às 18h30 e 20hs30.
Onde: ALFAIATARIA ESPAÇO DE ARTE | R. Riachuelo, 274, Centro, Curitiba/ PR
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Como adquirir ingressos: Ingressos antecipados via Sympla https://www.sympla.com.br/eu-sei-que-vou-te-amar__2676607 ou instagram da produtora @terceiramargem__). Também disponíveis na bilheteria do teatro 1hr antes do início da sessão. Formas de pagamento: Pix, crédito e débito

Produção: Terceira Margem
Incentivo: Uninter
Apoio: Alfaiataria Espaço de Arte, Arezzo, GenialGraph, Morena Rosa, Padaria América, Semente de Girassol, Viva la Vegan, Zuri

Após anos de espera, “O bom rapaz” retorna a Curitiba!

Wanderley Cardoso, uma lenda viva da música brasileira, trará seus
maiores sucessos em um super show no palco do teatro Bom Jesus.

Será uma noite de pura nostalgia e emoção!

Um dos ícones da Jovem Guarda, ao longo de sua carreira, Wanderley
gravou mais de 900 músicas e vendeu cerca de dezesseis milhões de cópias
de seus 84 discos.

Após o show, com duração de aproximada de 120 a 150min, o cantor tira
foto com o público.

SERVIÇO:
WANDERLEY CARDOSO
20 DE OUTUBRO
DOMINGO
TEATRO BOM JESUS - Rua 24 de maio, 135 (Pertinho da Praça Rui Barbosa)
ABERTURA DO TEATRO AS 18h
INÍCIO DO SHOW AS 19h
Ingressos a venda em DISKINGRESSOS.COM.BR e na loja do Diskingressos no
Shopping Mueller. Também no teatro Bom Jesus, no domingo, ingressos na
hora, a partir das 18h.
Ingressos a partir de R$ 60,00
Realização: META 5 EVENTOS

PEQUENO GRANDE ENCONTRO DE TEATRO PARA CRIANÇAS DE TODAS AS IDADES EM CURITIBA

“A partir desta quarta (16.10) até o dia 27 de outubro, a capital paranaense será palco para a 12ª edição do festival que reúne diversas companhias do país e Paraguai para disseminar a produção teatral para crianças com incentivo para novas plateias. As 16 apresentações gratuitas de dez espetáculos e a exposição ´Trajetória do Teatro de Regina Vogue´ acontecem no Teatro Zé Maria e atividades complementares na Cia do Abração”.

No mês de outubro, Curitiba será palco para um grande evento no Teatro Zé Maria (R: Treze de maio, 655) que trará uma oportunidade de compartilhar a produção teatral direcionada ao público formado por crianças, professores, e claro, famílias, incentivando assim a criação de novas plateias. A Cia. do Abração promove a partir desta quarta (16.10) até o dia 27 de outubro, o festival “Pequeno Grande Encontro de Teatro para Crianças de Todas as Idades”, que chega em sua 12a edição e contará com 16 apresentações gratuitas, com a participação de dez espetáculos de várias companhias. O projeto é aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura – Governo Federal, com o apoio do Teatro Guaíra e da ATINJ/PR - (Associação de Teatro para Infância e Juventude do Estado do Paraná), que assina a curadoria do evento.

Nesta temporada as companhias participantes serão: Cia do Abração (Curitiba); Afeto (Curitiba); Céu Vermelho (Curitiba); - Cia. Regina Vogue (Curitiba); Cia Tupi Pererê (Curitiba); Grupo Obragem (Curitiba); Companhia Karagozwk (Curitiba); Circo Teatro Sem Lona (Maringá/PR); Grupo Kunu´u Títeres (Assunção/Paraguai);

Além das apresentações teatrais, o público poderá visitar a exposição “Trajetória do Teatro de Regina Vogue”, que faz uma homenagem ao espaço e a atriz fundadora devido a sua trajetória no Teatro para Crianças. A mostra ficará em cartaz somente às sextas (das 13h às 18h), aos sábados (das 14h às 18h) e aos domingos (das 9h às 13h) no hall de entrada do teatro.

Como atividades formativas, serão realizadas ainda uma mesa redonda com os artistas participantes, na sede da Cia. do Abração e uma oficina teatral para crianças, destinada a crianças de escolas públicas.

A diretora da Cia. do Abração Letícia Guimarães comenta que o evento pretende voltar atenções ao teatro feito para crianças. “É uma oportunidade de propor a criação de um novo espaço, onde se possa mostrar, refletir e repensar esta linguagem, mantendo uma pesquisa contínua sobre este ramo do fazer teatral, disseminando novos pensadores, fazedores e pesquisadores sobre o teatro direcionado à criança, bem como para renovar e fortalecer a formação de plateia deste segmento”.

HOMENAGEM À REGINA VOGUE
O Pequeno Grande Encontro de Teatro vai prestar homenagem a Regina Vogue com a entrega do Troféu Bruxonilda aos artistas participantes. Atriz e produtora, fundadora do Teatro Regina Vogue. A trajetória na capital paranaense começou nos anos 80. Regina trabalhou em bares, foi faxineira, fez um pouco de tudo para manter a casa. Mas, se encontrou quando voltou aos palcos e foi convidada a produzir peças infantis. De lá para cá, produziu mais de 50 espetáculos e, desde 1986 tem a própria companhia. Impulsionou a carreira de vários talentos paranaenses como Guta Stresser, Katiuscia Canoro, Alexandre Nero, Daphne Bosaski, Simone Spoladore, entre outros.

Seu legado é de inestimável valor. Reconhecê-la é também ajudar a cunhar a nossa história e importância do Teatro Infantil.

Como parte da homenagem, terá uma exposição dos trabalhos de Regina Vogue, no hall do teatro e, no dia 19, após a apresentação do espetáculo da Cia. Regina Vogue, Regina será homenageada e promete levar a Bruxonilda para abraçar as crianças.

O evento proporciona ao público de escolas públicas o acesso gratuito às apresentações. Neste aspecto, o teatro surge como fator de integração social, possibilitando às crianças, que muitas vezes nunca assistiram uma peça de teatro, um outro olhar ou até uma possibilidade de ver e rever a própria infância com mais sensibilidade. Dentre a programação prevista, a mostra de espetáculos terá 100% de ingressos gratuitos, revertendo à população produtos culturais de qualidade.

As apresentações durante a semana serão voltadas para as escolas públicas. Já aos finais de semana serão abertas ao público. Os interessados deverão retirar os ingressos com 30 minutos de antecedência. Sujeito a lotação da casa.

Confira a programação completa em pequenograndeencontro.blogspot.com:

Pensar a Arte
O Pequeno Grande Encontro de Teatro Para Crianças de Todas as Idades – Espaço para Mostrar, Refletir e Repensar o Teatro para Crianças, agora na proposta de sua décima segunda edição, tem a finalidade de promover a qualidade artística desenvolvida pelos grupos teatrais que se dedicam ao fazer teatral dirigido a crianças de todas as idades, através de apresentações teatrais, proporcionando intercâmbio das pesquisas em novas dramaturgias dirigidas a este público.

O evento marca a participação da ATINJ PARANÁ - Associação de Teatro para Infância e Juventude do Paraná e traz como público-alvo crianças, artistas, arte-educadores, estudantes de teatro e pedagogos, que juntos refletirão sobre a necessidade de se pensar e produzir um teatro de qualidade para um público tão especial.

SERVIÇO:
Pequeno Grande Encontro de Teatro para Crianças de Todas as Idades – XII edição
LOCAL: Teatro Zé Maria (R: Treze de Maio, 655, São Francisco)
DATA: de 16 a 27 de outubro de 2024 (quarta a domingo)
HORÁRIOS:
- de quarta a sexta - 10h e às 14h30 – apresentações dirigidas às escolas
- Sábados (19 e 26.10) – 16h / Domingos (20 e 27.10) – 11h – apresentações abertas ao público. Os interessados deverão retirar os ingressos com 30 minutos de antecedência. Sujeito a lotação da casa.
QUANDO A CRIANÇA ERA CRIANÇA - 19/10 (sábado) às 16h
FALA BICHO - 20/10 (domingo) às 11h
TODOS OS CAMINHOS CONDUZEM AO MONTE - 26/10 (sábado) às 16h
SECRETOS DE ÑANDUTY - 27/10 (domingo) às 11h
INFORMAÇÕES: 41 991380321 / 41 98517526

EXPOSIÇÃO Trajetória do Teatro de Regina Vogue
DATA: de sextas a domingos
HORÁRIOS:
- Sexta– das 13h às 18h
- Sábados– das 14h às 18h
- Domingos – das 9h às 13h

ATIVIDADES FORMATIVAS – Mesa redonda com Leticia Guimarães – indicado para professores, artistas e interessados
DATA: 27 de outubro de 2024 (sábado)
LOCAL: Cia do Abração (R: Paulo Ildefonso Assumpção, 725)
HORÁRIOS: das 14h às 17h
INFORMAÇÕES: 41 991380321 / 41 98517526

COMPANHIAS PARTICIPANTES

COMPANHIA DO ABRAÇÃO (CURITIBA) - A Cia do Abração é um espaço de arte e cultura, fundado em 2001, por Letícia Guimarães e tem como proposta principal a pesquisa e produção teatral para todas as idades, embasados em dramaturgia própria e difundidas como espetáculos de repertório. Sua proposta estética está alicerçada na fusão de linguagens artísticas elaborada em investigações advindas de processos colaborativos. Além da dança e das artes visuais, trabalha e investiga as técnicas de manipulação de objetos, mímica, produção sonora e conhecimentos da antropologia.

CIA. TUPI PERERÊ (CURITIBA) - É um grupo formado por atores e músicos brincantes. Cantando e encantando crianças de todas as idades, o grupo tem projetos artísticos voltados à infância, sempre com um olhar crítico para análise de suas produções: como entender o teatro e a música para crianças. Com aprofundamento pedagógico, os integrantes exercem dupla função, além de artistas, ainda se dedicam às salas de aula como professores. Muitas das histórias, contadas e cantadas, surgem dos materiais vividos e das experiências que colhem nesse trabalho direto com a criança. Ela sopra o caminho, os sentidos.O vínculo com as personagens nos jogos simbólicos, nas histórias e nos enredos de vários lugares, que enriquecem nossa cultura, são materiais humanos e artístico-culturais extremamente importantes, porque é deles que vêm as canções, mantendo vivas as tradições que enriquecem o universo lúdico das crianças.
CIA. REGINA VOGUE (CURITIBA)
Criada pela atriz e produtora na década de 1980, a Cia Regina Vogue foi palco para a formação de alguns dos mais importantes artistas brasileiros da atualidade, como Alexandre Nero, Guta Stresser, Katiuscia Canoro e Fabiula Nascimento. A companhia tornou-se referência na produção de peças teatrais para crianças no Paraná. Deu vida a mais de 40 obras e proporcionou à Regina alguns dos mais importantes prêmios da sua carreira, que somam mais de 50 no total.

GRUPO OBRAGEM (CURITIBA)
O Grupo Obragem de Teatro foi fundado em 2002, pelos artistas Eduardo Giacomini e Olga Nenevê, com o objetivo de LIGAR AS PESSOAS e promover EXPERIÊNCIAS, que estimulam novas visões de mundo, por meio de peças de teatro e dança, para adultos e crianças. A Obragem cultiva e fortalece o pensamento artístico, como potente instrumento para o crescimento humano.

COMPANHIA KARAGOZWK (CURITIBA)
responsável pela montagem da peça, desenvolve seu próprio equipamento de luz, e é especialista na arte milenar de teatro de sombras, seguindo em permanente pesquisa, atuando há 39 anos na região sul do país. Desde 2009, é citada pelo Dicionário do Teatro Brasileiro (Editora Perspectiva) como referência, no Brasil, na prática desta arte.

CIRCO TEATRO SEM LONA (MARINGÁ/PR)
A Companhia maringaense “Circo Teatro Sem Lona”, existe desde 1996, quando foi criada com o objetivo de unificar os estudos das linguagens de circo e teatro, através do resgate da figura simbólica do pequeno circo de fundo de quintal, motivo sempre presente nas brincadeiras infantis. Desde a estreia de seu primeiro espetáculo o grupo tem participado de inúmeros festivais e mostras de teatro, e com 27 anos de história conquistou mais de 70 prêmios em todo território nacional, solidificando o nome da companhia como uma das mais atuantes do estado do Paraná, realizando cerca de 350 apresentações por ano em todo o Brasil e 24 montagens. Nesses 27 anos a companhia já se apresentou em mais de 500 cidades e para mais de um milhão e meio de pessoas.

GRUPO KUNU´U TÍTERES (ASSUNÇÃO/PARAGUAI)
Companhia paraguaia de bonecos formada por Tessa Rivarola e Carola Mazzotti em 2009. Nossos primeiros passos foram levar os bonecos para praças, bairros, comunidades, postos de saúde, hospitais, aliando arte e fortalecimento comunitário. Depois vieram os teatros, os festivais internacionais (Argentina, Chile, Brasil, Colômbia, Itália e Islândia) e as experiências de coprodução de espetáculos com colegas da Argentina e do Brasil. Com as marionetas procuramos dialogar, criar pontes entre nós e as crianças e os adultos, suscitar debates que nos parecem importantes, ironizar, provocar, agitar, emocionar e fazer pensar.

RESUMO DOS ESPETÁCULOS DO FESTIVAL

O MÁGICO DE OSS - 16/10 (terça-feira) às 10:00h e 14:30h
CIA. DO ABRAÇÃO – Curitiba/ PR

Sinopse Na nossa história, a protagonista, Doroti, uma menina egoísta e dominadora, briga com seus amigos e se sente incompreendida por seus avós. Em um ataque de fúria, a menina egoísta que acredita que a vida que leva é sem graça e sem cores, se vê abduzida por um furacão que a transporta para um lugar mágico e colorido. Na jornada psicodélica de Doroti, ela encontra um espantalho sem cérebro, um homem de lata sem coração e um tigre covarde. Todos se unem para encontrar o único que poderá dar-lhes o que cada um necessita: o poderoso Mágico de OSS, o único capaz de dar um cérebro, um coração, coragem e o caminho de volta para casa. Porém, em nossa história, toda esta viagem, todos estes encontros, tudo foi apenas projeção do subconsciente de Doroti que, com a viagem, transcendeu suas fraquezas e conquistou virtudes.

Duração: 50min
Classificação – Livre

ESTÓRIAS BRINCANTES DE MUITAS MAINHASS - 17/10 (quinta) às 10:00h e às 14:30h
CIA. DO ABRAÇÃO – Curitiba/ PR
Sinopse - Embasado em obras literárias nacionais, o grupo de pesquisa e encenação da Cia. do Abração, fundamentado nos princípios socioconstrutivistas que norteiam sua pesquisa, propõe a realização de um espetáculo sob as técnicas da contação de histórias e abstração e manipulação de objetos.
O foco temático apresentado na peça é a relação entre mães e filhos, as diferentes relações que se podem estabelecer neste mesmo binário, ressaltando o respeito que devemos ter pelas diferenças individuais de cada ser humano, quer seja ele mãe ou filho.
Três simpáticos velhinhos que adoram contar histórias, um para o outro e, do seu jeito, trarão ao espectador alguns contos da literatura nacional, dirigidos à criança. Nossos contadores de histórias, divertidos e ingênuos velhinhos se confundem, brincam e se emocionam com a pureza própria de uma criança. Movidos pelos sentimentos de saudades e lembranças, começam a falar sobre suas próprias mães e sobre as diferentes mães que conhecem. Neste clima de brincadeira e Faz-de-Conta, fazem abstrações imaginando que todas as coisas, isto é, objetos do cotidiano, elementos da natureza e seres elementais, também têm mães. Concluem-se como podem ser diferentes e ao mesmo tempo semelhantes a nós, as diversas relações entre mães e filhos: tudo quanto à imaginação e a sensibilidade de uma criança podem permitir. Um trabalho de muita sensibilidade e delicadeza feito para todas as crianças, de todas as idades, inclusive, aquelas dentro de nós.

Duração: 50min
Classificação – Livre

A BELA E A FERA - 18/10 (sexta) às 10:00h e às 14:30h
CIA. DO ABRAÇÃO – Curitiba/ PR
Sinopse - Na nossa história, a protagonista pede ao seu pai, um ex-compositor de sambas, agora caixeiro viajante, que lhe traga de presente o samba da Rosa. Infortunadamente, o pobre homem escuta o samba vindo do castelo de uma terrível FERA. A partir daí se desenrola o conflito e toda a trama já conhecida deste clássico infantil.
A história é narrada por um bloco carnavalesco e se utiliza de todas as alegorias do CARNAVAL, incluindo fantasias, máscaras e instrumentos musicais da bateria de uma escola de samba, que são utilizados ao vivo pelos atores, encontramos músicas referenciais brasileiras que compõem a dramaturgia sonora, fortalecendo a nossa consciência e identidade brasileira.
Duração: 50min
Classificação – Livre

QUANDO A CRIANÇA ERA CRIANÇA - 19/10 (sábado) às 16h
CIA. REGINA VOGUE – Curitiba/ PR

Sinopse – Quando a criança era criança é uma visão poética da infância nos dias de hoje. O trabalho mescla, com certa nostalgia, o universo fabuloso e sonhador de um garoto que cresceu viajando com uma trupe mambembe de teatro, ao dos modernos recursos eletrônicos que invadem a vida das crianças de hoje. Essa fusão de dois tempos diferentes – passado e presente – nos dá a possibilidade de nos comunicar com crianças e com adultos.
Duração:45min
Classificação – Livre

FALA BICHO - 20/10 (domingo) às 11h
Cia Tupi Pererê – Curitiba/PR

Sinopse O show Fala Bicho é uma homenagem as canções que têm o “bicho” como referência a partir das poesias de Paulo Leminski trazidas pelo livro O Bicho Alfabeto. Curiosamente os bichos são criados a partir de papéis coloridos e executados por Guga Cidral.

O Tupi Pererê é formado por artistas da área da música e das artes cênicas. Cantando e encantando crianças de todas as idades, o grupo tem projetos artísticos voltados às infâncias, sempre com um olhar crítico e análise de suas produções: como entender o teatro e a música para crianças. Com aprofundamento pedagógico, os integrantes exercem dupla função, além de artistas, ainda se dedicam às salas de aula como professores. Muitas das histórias, contadas e cantadas, surgem dos materiais vividos e das experiências que acolhem neste trabalho direto com a criança.

Duração: 50min
Classificação – Livre

A GALINHA PIM PIM - 23/10 (quarta) às 10h e 14h30
GRUPO OBRAGEM – Curitiba/ PR
Sinopse “A galinha Pim-Pim” é uma peça de teatro para crianças a partir de 3 anos que conta uma história de transformação! Com dramaturgia composta pela combinação de narração; ações; bonecos; e projeções, a peça apresenta a trajetória da galinha Pim-Pim, para resgatar seu ovo roubado.

Duração: 50min

Classificação – Livre

ALBERTO O MENINO QUE QUERIA VOAR - 24/10 (quinta) às 10h e às 14:30h
CIA. KARAGOWSK – Curitiba/ PR
Sinopse - O ator-animador Marcello Santos, vive o personagem de um mecânico da época, amigo de Santos Dumont, para contar a história deste homem ilustre. A incrível trajetória de descobertas aeronáuticas deste perseverante brasileiro que genialmente, desde menino, afirmava que “...O HOMEM PODE VOAR....”
Misturando linguagens, Marcello usa o recurso da figura humana, do teatro de sombras e da música para levar o espectador de todas as idades, pais e filhos, à Paris em 1.900, em um palco cheio de imagens e luzes, projetando as máquinas voadoras criadas por Alberto Santos Dumont.
Na cena final, o mundo mágico do teatro de sombras é revelado de maneira espetacular. Toda a a estrutura de bastidor, recortes, cenários rotatórios, e silhuetas são iluminados movimentos, luze e cores de múltiplas cores, tudo isso em um grande telão posicionado ao fundo do palco, sendo assim, mais um elemento surpresa do espetáculo
Duração: 50min
Classificação – Livre

BRANCA DE NEVE – a Nossa História - 25/10 (sexta) às 10h e às 14:30h
CIA. CIRCO TEATRO SEM LONA – MARINGÁ/ PR
Sinopse - A peça “Branca de Neve – a Nossa História”, inspirada no conto infantil, utilizando a linguagem do palhaço/clown juntamente a linguagem circense, harmonizando cultura popular com elementos folclóricos para ser apresentado em teatros e espaços alternativos. A obra permeia em um cenário que quebra de paradigmas, onde os personagens, ao decorrer da peça, vão modificando a obra original, de modo que tragam a história para um cotidiano em que todos são iguais, quebrando imposições sociais, como por exemplo, a ideia do Princesa ser dependente do príncipe, do Príncipe Encantado, entre outros. A peça prega que cada um deve agir pela maneira a qual se sente bem e que devemos respeitar e aceitar todas as diferenças, entendendo que somente o respeito mútuo pode levar a uma convivência harmoniosa.
Duração: 50min
Classificação – Livre

TODOS OS CAMINHOS CONDUZEM AO MONTE - 26/10 (sábado) às 16h
GRUPO Kunu´u Títeres – ASSUNÇÃO/ PARAGUAI

Sinopse – A obra conta a história de um animal do Chaco ameaçado de extinção, uma fêmea Tatú Carreta, que é retirada de sua casa nas montanhas para ser exposta no Zoológico de Assunção. É na corrida de touros que ela conhece Kaí, um macaco simpático e amoroso. tecnológico, que passa várias horas do dia fazendo piadas com Zandro, o dono do Zoológico. Ambos os animais aprenderão com os modos de vida opostos um do outro. A vida na montanha e a vida na cidade aparecerão em diálogos e conflitos. Juntos eles tentarão o impossível para realizar o desejo de Tatú: voltar para sua montanha e recuperar sua liberdade.
Duração:45min
Classificação – Livre

SECRETOS DE ÑANDUTY - 27/10 (domingo) às 11h
GRUPO Kunu´u Títeres – ASSUNÇÃO/ PARAGUAI

Sinopse “Secretos de ñandutí” conta, sem palavras, a história de Anastasia, uma avó tecelã de ñandutí (espécie de renda artesanal, patrimônio cultural do Paraguai), que na Guerra do Guasú (1870) perdeu o coração e, com ele, a habilidade e a vontade de tecer. Muitos anos depois, sua bisneta Eireté, que também vive com um buraco no peito, inicia uma busca para desvendar sua história. Uma aranha ancestral será quem revelará o segredo escondido entre os fios da avó. - O coração é um novelo feito de memórias.

Duração: 50min
Classificação – Livre

Pearl Jam Symphonic com Black Circle na Ópera de Arame

O Teatro Ópera de Arame será palco do projeto de grande sucesso da banda Black Circle que está rodando o Brasil, o “Pearl Jam Symphonic”, que executa os grandes clássicos do Pearl Jam com arranjos de orquestra, além de algumas “surpresas grunge” para o público. A banda brasileira, que é apadrinhada por Eddie Vedder e reconhecida por interpretar com fidelidade as canções da banda norte-americana, apresenta este show inédito no dia 06 de dezembro, sexta-feira, às 21 horas.

Este projeto sinfônico que homenageia Pearl Jam, banda ícone do grunge, revisita os grandes sucessos, em arranjos especiais, acompanhados por uma orquestra ao vivo, com a regência do músico e arranjador Dhouglas Umabel, violinista da Ospa (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), uma das orquestras mais respeitadas do América Latina. Em quase duas horas de show, o público irá presenciar um espetáculo feito de fã para fã, revisitando todos os álbuns do grupo de Seattle e todas as fases dessa banda que marcou história!

Pearl Jam

Seattle, extremo oeste americano, 1990. Depois de colecionarem decepções tentando emplacar no mundo da música, quatro amigos ligados a um gosto musical em comum se reúnem com um cantor de San Diego, Califórnia, e formam o que viria a ser, pouquíssimo tempo depois, uma das bandas mais importantes da história do rock. Além de colecionar prêmios e feitos expressivos no mundo da música, o Pearl Jam detém a marca de 70 milhões de discos vendidos, patamar que os coloca na galeria das maiores bandas da história da música internacional e recebendo diversas homenagens ao redor do globo.

Uma delas, 100% inédita e exclusiva, ocorre no Brasil, capitaneada pela banda carioca Black Circle, reconhecida pela comunidade internacional de fãs do Pearl Jam por interpretar com extrema fidelidade e personalidade os clássicos e as raridades da banda. Surgida no Rio de Janeiro em 2016, o grupo alcançou um feito até então inédito para qualquer tributo: chamar a atenção do próprio Eddie Vedder! O cantor não só interagiu com a banda nas redes sociais como também decidiu, de forma espontânea, “apadrinhar o grupo”, convidando os cariocas para participarem de um show beneficente recheado de grandes nomes como Adam Sandler, Adam Levine, Billie Eilish, Willie Nelson e David Letterman, e transmitido, entre outros, no canal do Pearl Jam, durante a pandemia.

Se o sonho de abrir para a sua banda preferida não fosse suficiente, a Black Circle ainda viveu outra grande emoção, quando em um show do Pearl Jam, na cidade de Austin, Texas, em Setembro de 2023, Eddie Vedder recebeu da plateia uma bandeira da Black Circle, e os saudou e mencionou a banda, dedicando a eles a música que deu nome à banda, Spin The Black Circle, e recomendando ao público presente que conhecessem o grupo carioca. Em outro momento, Eddie fez uma aparição pública, junto com a sua família, usando uma camiseta com o logo da banda e a bandeira do Brasil.

Durante a pandemia a Black Circle realizou 25 lives, todas com mais de 3 horas de duração e contribuiu para que os fãs da geração 90 pudessem ter algum momento de escape e diversão. Durante várias dessas lives, Eddie e sua esposa Jill apareceram nos comentários e interagiram com os fãs presentes, protagonizando momentos únicos. A proximidade do cantor e as manifestações de carinho dele com a banda repercutiram na imprensa brasileira e internacional, fazendo com o que o grupo carioca atraísse a atenção de grandes veículos como a Rolling Stone.

Serviço: Pearl Jam Symphonic com Black Circle na Ópera de Arame

Data: 06 de dezembro de 2024 – sexta-feira / abertura dos portões: 20 horas / Início do show: 21 horas

Local: Teatro Ópera de Arame ( Rua João Gava, 920 – Abranches – Curitiba

Classificação: Livre

Produção: MG Entretenimento e Trilha Entretenimento

Ingressos: A partir de R$ 90 a meia-entrada

Pontos de Venda: Site www.diskingressos.com.br

Link de compra:

https://www.diskingressos.com.br/evento/7802/2024-12-06/pr/curitiba/pearl-jam-symphonic

CAIXA CULTURAL CURITIBA COMEMORA 20 ANOS DE REINAUGURAÇÃO COM SHOW DE LEILA PINHEIRO

Cantora foi a primeira artista a se apresentar no espaço reinaugurado há duas décadas e comemora 44 anos de carreira neste mês

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Leila Pinheiro - foto: Caterine Vilardo

A CAIXA Cultural Curitiba comemora, neste mês de outubro, os 20 anos da reinauguração de seu espaço. Para esta data marcante foi convidada uma estrela do primeiro time da MPB, a cantora Leila Pinheiro. As apresentações serão realizadas nos dias 24, 25 e 26 de outubro (quinta a sábado) às 20h, e dia 27 de outubro (domingo) às 19h. O teatro conta com acessibilidade plena para PCD e a apresentação de sábado contará com intérprete de Libras.

A escolha da artista traz um simbolismo especial para a data pois foi ela quem se apresentou há duas décadas na reinauguração da CAIXA Cultural Curitiba. “Muito feliz de voltar à esta cidade que eu adoro e agora por um motivo ainda mais especial que é celebrar os 20 anos de reinauguração do espaço. Com toda certeza, vou me emocionar mais uma vez com o público especialíssimo que ali sempre me prestigia”, comentou Leila.

Intérprete de repertório vasto e com 44 anos de carreira, a cantora, pianista e compositora contempla o público de Curitiba com o espetáculo “Todo o Sentimento”, em que é acompanhada do músico João Felippe no cavaco de 5 cordas e guitarra baiana, para juntos brilharem com uma seleção de canções de renomados compositores brasileiros como Chico Buarque, Gonzaguinha, Ivan Lins, Guilherme Arantes, Rita Lee, Flavio Venturini, Paulinho da Viola e Marcos Valle. A apresentação conta ainda com canções marcantes na carreira da artista como Verde (Eduardo Gudin-Costa Netto), Catavento e Girassol (Guinga-Aldir Blanc) e Besame (Flavio Venturini- Murilo Antunes) e algumas surpresas preparadas especialmente para esse show.

20 anos da reinauguração da CAIXA Cultural Curitiba
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CAIXA Cultural Curitiba - foto: Caixa

A CAIXA Cultural Curitiba desenvolve atividades desde 1980. Os eventos aconteciam nos dois edifícios sede que o banco tem na capital, porém a consolidação da CAIXA Cultural com equipe dedicada exclusivamente ao marketing cultural e a inauguração da reforma do teatro como hoje o conhecemos ocorreu em 23 de outubro de 2004. Assim, nesse mês a unidade completa 20 anos de reinauguração.

Foi nessa data que as atividades passaram a ser realizadas exclusivamente no Edifício Sede II, em um imóvel incorporado pela CAIXA junto ao extinto Banco Nacional da Habitação (BNH). O espetáculo de inauguração do teatro da CAIXA Cultural Curitiba foi um show da cantora Leila Pinheiro.

Ao longo dessas duas décadas, diversas atrações de renome marcaram a história da CAIXA Cultural Curitiba. O rol de artistas que já se apresentaram no espaço conta com Vera Holtz, Jonas Bloch, Luís Melo, Paulo José, Alcione, Erasmo Carlos, Tom Zé, Elza Soares, Jorge Mautner, Ron Carter, Arnaldo Antunes, Aldir Blanc, Fafá de Belém, Toquinho, Nelson Sargento, Marcos Valle, entre outros. Já dentre as exposições, destacam-se Di Cavalcanti, Jean-Baptiste Debret, Farnese de Andrade e Miró.

Nos últimos 12 meses, a CAIXA Cultural Curitiba realizou 25 espetáculos teatrais, 15 espetáculos musicais, seis mostras de cinema, dois espetáculos de dança, dois eventos de vivências e 10 exposições de artes visuais, além dos projetos de arte-educação promovidos pelo Programa Educativo CAIXA Gente Arteira. De janeiro a setembro de 2024, 84.240 pessoas visitaram o espaço.

Atualmente a CAIXA Cultural Curitiba conta com três galerias expositivas, a terceira inaugurada no segundo andar da unidade em abril desse ano com a exposição Poty Expandido. O espaço também possui uma sala de oficinas que comporta atividades expositivas e práticas do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira e um teatro para 125 pessoas. A unidade está aberta ao público de terça a sábado, das 10h às 20h e domingos e feriados das 10h às 19h. Grande parte da programação oferecida é gratuita ou a preços acessíveis.

Serviço:
[Música] Leila Pinheiro, com o show “Todo o Sentimento” - Comemoração dos 20 anos de reinauguração da CAIXA Cultural Curitiba
Local: CAIXA Cultural Curitiba, Rua Conselheiro Laurindo n° 280, Centro Datas e horários: dias 24, 25 e 26 de outubro (quinta a sábado) às 20h, e dia 27 de outubro (domingo) às 19h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e tarifa cultural.
Venda dos ingressos a partir das 10h de 19/10 na bilheteria física e a partir das 15h pelo site www.caixacultural.gov.br
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos das 10h às 19h.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Duração: 90 minutos
Acessibilidade: PCD e audiodescrição
Informações: (41) 4501-8722 | Curitiba | CAIXA Cultural |@caixaculturalcuritiba

Katia Horn finaliza o Festival Homero com o Canto 13, episódio focado em um combate acirrado na Guerra de Troia

Apresentação é realizada em 13 de outubro, domingo, no Miniauditório do Teatro Guaíra

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Foto: Gilson Camargo

O Festival Homero realiza sua segunda etapa de apresentações, no Miniauditório do Teatro Guaíra, em 11, 12 e 13 de outubro (sexta e sábado às 20h e no domingo às 19h). A cada dia, sobe ao palco uma atriz para apresentar um dos segmentos da obra “Ilíada”, conhecidos como cantos: Patricia Reis Braga dá vida aos personagens do Canto 22, Eliane Campelli encena o Canto 14, enquanto Katia Horn finaliza a temporada com o Canto 13. Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos, no link https://www.diskingressos.com.br/grupo/1962/2024-10-13/pr/curitiba/festival-homero-guaira.

A iniciativa é da Companhia Ilíadahomero de Teatro, que há 25 anos se dedica a trazer para os palcos do Brasil e de outros países as obras clássicas da mitologia grega “Ilíada” e “Odisseia”, atribuídas a Homero. É hoje a única companhia de rapsodos do mundo, ou seja, com atores e atrizes que falam de cór os cantos que compõem as obras. “Soubemos disso quando estivemos na Grécia. Hoje isso não existe nem naquele país, onde a obra foi escrita. Isso foi uma grande surpresa”, comenta o diretor e fundador da companhia Octavio Camargo.

O modelo de mini festival tem se mostrado eficaz para apresentar uma diversidade de cantos. Além disso, esta ocasião celebra um período produtivo para a companhia, que teve uma grande demanda de apresentações. “Se contarmos todas as praças nos últimos anos, estivemos presentes em cerca de 15 estados do Brasil”, afirma Octavio.

Considerada a obra fundadora do pensamento ocidental, “Ilíada” se passa durante a Guerra de Troia tendo o herói Aquiles como protagonista, além de diversos outros personagens entre deuses, semideuses e humanos (como Zeus, Heitor, Juno, Júpiter, Vênus, Hipnos, Netuno, entre outros). A companhia utiliza a tradução experimental de Odorico Mendes, feita diretamente dos originais em grego. A iluminação entra como um importante elemento cênico e narrativo para conduzir a história e diferenciar os personagens. Foi concebida por Beto Bruel, um dos maiores e mais premiados iluminadores cênicos do Brasil.

Tradução instigante, diretamente do grego
Após as encenações de Patricia Reis Braga (Canto 22 na sexta-feira, 11/10) e de Eliane Campelli (Canto 14 no sábado, 12/10), chega a hora de Katia Horn fazer a apresentação derradeira do Festival Homero no domingo, 13/10, com o Canto 13. Ao ser convidada para o projeto, a atriz se surpreendeu com o texto de Odorico Mendes e sua tradução experimental. “Fiquei encantada pela musicalidade e complexidade da linguagem poética, e aceitei como um grande desafio e oportunidade de me desenvolver como atriz, que não era minha atividade principal na época. Foi uma escolha maravilhosa”, recorda. “É um projeto para a vida, pois a cada nova récita me aproprio mais do texto e das personagens, e descubro novas possibilidades cênicas”.

O canto 13, interpretado foca em um momento de combate bastante acirrado na Guerra de Troia, com baixas numerosas para ambos os lados. Diversos heróis realizam ali suas façanhas, enquanto o deus Netuno interfere no campo de batalha, disfarçado como o profeta Calcas Testórides, estimulando os gregos a resistir. É também no canto 13 que o narrador revela aspectos curiosos da religiosidade arcaica como o véu que encobre os mortais e a luta invisível entre Júpiter e Netuno.

Companhia se dedica 25 anos às obras de Homero
Fundada pelo diretor Octavio Camargo em 1999, a Cia Ilíadahomero de Teatro, de Curitiba, e tem por objetivo a encenação do texto integral da “Ilíada” e da “Odisseia” de Homero, entre outras obras literárias de interesse universal. Além do Brasil, a companhia já realizou apresentações em outros países como Grécia, Holanda e Portugal. Em 2023 apresentou “Ilíada” na Língua Brasileira de Sinais (Libras), em um projeto muito bem recebido pelo público e imprensa, em parceria com a produtora cultural Fluindo Libras.

Serviço:
Festival Homero

Datas: 11, 12 e 13/10
Horários: sextas e sábados às 20h. Domingos às 19h
Local: Teatro Guaíra - Miniauditório
Endereço: Rua Amintas de Barros s/n, Centro
Classificação: 12 anos
Informações: @ciailiadahomero
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) à venda no site
https://www.diskingressos.com.br/grupo/1962/2024-10-13/pr/curitiba/festival-homero-guaira

Ficha Técnica
Direção artística: Octavio Camargo
Direção de produção: Giceli Camargo
Elenco: Leticia Guimarães, Richard Rebelo, Pedro Inoue (primeira etapa), Patricia Reis Braga, Eliane Campelli e Katia Horn (segunda etapa)
Iluminação: Beto Bruel
Montagem e operação de luz: Blas Torres
Assessoria de imprensa: Lide Multimídia
Arte gráfica: Marcelo De Angelis, Foca Cruz e Gilson Camargo
Fotografia e documentação: Gilson Camargo

Bélgica tem nova Cônsul Honorária para o Paraná

Num prestigiado evento, a produtora cultural, empresária e jornalista curitibana Lucia Casillo Malucelli tomou posse nesta última quinta-feira (3/10) como nova Cônsul Honorária da Bélgica para o Paraná. O evento foi realizado no Auditório Regina Casillo e teve presença do embaixador do Reino da Bélgica no Brasil, Peter Claes, e da cônsul-geral em São Paulo, Valentine Mangez. Também estiveram presentes o governador em exercício do Paraná, Darci Piana, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, e outras autoridades dos governos federal, estadual e municipal, cônsules, empresários e meio cultural.

Lucia assume o consulado que por 23 anos foi exercido pelo seu pai, o advogado João Casillo, que se aposentou do cargo. Na oportunidade, Casillo também foi condecorado com o título de Comendador da Coroa do Reino da Bélgica.

Após a cerimônia, o cantor lírico sul-coreano Taehan Kim se apresentou no auditório. O barítono foi o vencedor do Prêmio Rainha Elisabeth da Bélgica em 2023 e está em turnê por cinco capitais brasileiras.

8 - Lucia Casillo Malucelli toma posse como Cônsul Honorária da Bélgica para o Paraná.

10 - João Casillo, o embaixador da Bélgica no Brasil, Peter Claes, e a cônsul-geral em São Paulo, Valentine Mangez.

11 - João Casillo recebeu a Comenda da Coroa do Reino da Bélgica.

12 - Regina e João Casillo com a embaixadora Lígia Maria Scherer, representante do Itamaraty no Paraná.

13 - Lucia Casillo Malucelli, nova Cônsul Honorária da Bélgica, com seu marido, Antonio Malucelli, e seus pais, Regina e João Casillo.

14 - O embaixador da Bélgica, Peter Claes, a produtora Cristina Barros, o barítono Taehan Kim, Regina e João Casillo e sua filha, Lucia Casillo Malucelli.

15 - O embaixador da Bélgica, Peter Claes, com o barítono Taehan Kim.

16 - Lucia Casillo Malucelli, nova Cônsul Honorária da Bélgica para o Paraná, com o barítono Taehan Kim, que se apresentou no evento.

17 - Patrick Pauwelyn, diretora da Impextraco, empresa belga sediada no Paraná, e João Casillo.

18 - João Casillo, Lucia Casillo Malucelli, Angela Casillo e o embaixador da Bélgica, Peter Claes.