Espetáculo gratuito inspirado no universo de Ariano Suassuna circula por 15 cidades do Paraná

Montagem "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" combina teatro, música e palhaçaria em apresentações ao ar livre, promovendo o encontro de culturas e a reflexão sobre a identidade brasileira

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Créditos: Divulgação
O espetáculo "O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena" passará por 15 cidades do Paraná entre os meses de março e abril. Com entrada gratuita e adaptada a cada espaço, a montagem convida o público a uma experiência cênica imersiva e interativa, inspirada na rica obra do escritor e filósofo paraibano Ariano Suassuna.

Ambientada no sertão paraibano da década de 1930, a narrativa é conduzida por Pedro Dinis Ferreira Quaderna, que é investigado pela misteriosa morte de seu padrinho, Pedro Sebastião Garcia-Barreto, e o enigmático desaparecimento de seus dois filhos, Sinésio e Arésio. Durante o inquérito conduzido pela Juíza, Quaderna aproveita para transformar o interrogatório em uma oportunidade para escrever sua grande obra literária, revelando sua descendência real. O personagem reflete, dessa forma, sobre a cultura e a identidade brasileira e explora pontos de vista de forma bem-humorada.

“Colocamos pontos de vista em cena, mas não entregamos respostas prontas. O espetáculo convida o espectador a tirar suas próprias conclusões, usando uma linguagem teatral acessível, encantadora e provocadora”, afirma Dafne Viola, atriz e proponente do projeto.

A circulação passa pelas cidades de Antonina, Morretes, Guaraqueçaba, Balsa Nova, Tijucas do Sul, Capanema, Ampére, Clevelândia, Carambeí e Tibagi, entre outras. As sessões ocupam praças e parques, transformando esses espaços em pontos de encontro entre arte e comunidade.

“A rua permite um encontro mais diverso e acessível com o público. Cada praça traz novos desafios e possibilidades, e isso faz com que o espetáculo se transforme a cada cidade, com mais improviso, mais escuta e uma participação ainda mais ativa das pessoas”, completa Dafne.

A montagem estreou em 2019, em Curitiba, e propõe uma experiência cênica que une teatro popular, elementos épicos e uma reflexão bem-humorada sobre a identidade cultural brasileira. Toda a sonoplastia do espetáculo é realizada ao vivo pelo elenco, formado por Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel, que também manipulam instrumentos musicais para criar atmosferas e conduzir a narrativa, tornando a experiência acessível a públicos de todas as idades.

"As presepadas, as histórias mirabolantes, os personagens astutos, tudo isso já faz parte da cultura brasileira e logo reconhecemos que a peça está falando daqui, do nosso país", destaca o ator Nathan Gabriel, ressaltando a conexão da obra com o público paranaense.

Além das 15 apresentações, o projeto contempla sete vivências de criação teatral em escolas públicas e duas oficinas formativas abertas ao público: Técnicas de Improvisação no Processo Criativo, com Andrei Moscheto, e Kryação – Ser Sonoro, com Vadecoo Schetini.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

SERVIÇO
O Enigmático Reino de Sol e Sangue e a Epopeia da Gota Serena
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.instagram.com/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Idealização e coordenação de projeto: Dafne Viola e Nathan Gabriel
Elenco: Alefer Soares, Anna Wantuch, Dafne Viola e Nathan Gabriel
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Dânatha Siqueira
Assistência de produção: Álvaro Antonio
Figurinos: Patricia Cipriano
Interlocução artística: Andrei Moscheto e Vadecoo Schetini
Assessoria de imprensa: Thays Cristine
Redes sociais: Gabriela Berbert

Premiado drama “Dois Papas” ganha montagem brasileira no Festival de Curitiba

No palco do Guairão, dentro da programação da Mostra Lucia Camargo, espetáculo transforma imaginado encontro entre Bento XVI e Jorge Bergoglio em um diálogo sobre polarização, tradição e mudança

Em tempos de polarização, o palco reafirma sua posição de campo de confronto. É nesse contexto que a Mostra Lucia Camargo, do Festival de Curitiba, recebe “Dois Papas”, nos dias 6 e 7 de abril, no Guairão. A encenação brasileira do texto de Anthony McCarten reúne Celso Frateschi e Zécarlos Machado em um duelo cênico de ideias, fé e poder.

Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Com direção de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro imaginado entre dois líderes da Igreja Católica com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista cardeal argentino Jorge Bergoglio, então futuro Papa Francisco, vivido por Celso Frateschi.

Primeira montagem internacional do texto teatral de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, a dramaturgia ganhou projeção mundial ao ser indicada a três Oscars, quatro Globos de Ouro e cinco BAFTAs. No palco, a encenação brasileira propõe uma imersão na intimidade e nos dilemas desses dois homens públicos, revelando a humanidade por trás das vestes papais.

A trama parte do momento em que Bergoglio viaja a Roma decidido a pedir aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado para uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se desenha é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

“Apesar de ser um homem mais aberto, é Bergoglio quem chega hesitante ao encontro. Já Bento XVI, mais conservador, é quem propõe o diálogo. É nesse jogo de complexidades que a trama se desenrola. O que move essa história é justamente a possibilidade de escuta mútua diante das diferenças”, observa o diretor Munir Kanaan.

Além de Frateschi e Machado — que voltam a dividir o palco após “Santa Joana”, de Bernard Shaw, nos anos 1980 — o elenco conta com Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de personagens femininas próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, jovem freira argentina transformada pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, editora de livros religiosos e confidente de Bento XVI.

A encenação aposta em forte aparato visual. O cenário branco, concebido como instalação cênica, se transforma a partir de figurinos, objetos e projeções, construindo desde ambientes sacros até momentos de intimidade. O videomapping insere conteúdos documentais e amplia o impacto estético do espetáculo, enquanto a trilha sonora conduz as transições com sutileza.

O ator Zécarlos Machado destaca a atualidade da obra: “Vivemos um tempo em que cada um tem sua própria verdade, muitas vezes de forma agressiva. A peça propõe um caminho de reconciliação pela escuta, pelo reconhecimento do humano no outro — mesmo que ele pense diferente.”

Celso Frateschi, que traz no repertório montagens como “O Grande Inquisidor” e “Processo de Giordano Bruno”, ressalta que a discussão extrapola o universo religioso: “São duas visões de mundo antagônicas que nos fazem refletir sobre a polarização e os impasses do nosso tempo. A dramaturgia é potente, filosófica, mas profundamente acessível.”

Trajetória e reconhecimento
Estreada mundialmente em junho de 2019, no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chega ao Brasil com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções. Após temporada de estreia no Sesc-SP, com sessões esgotadas e ampla repercussão crítica, o espetáculo foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística, em São Paulo, marcando a retomada das apresentações teatrais no espaço histórico.

“Dois Papas” foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura como Melhor Drama do Ano 2025 e teve seus protagonistas indicados ao Prêmio APCA 2025 na categoria Melhor Ator, consolidando-se como uma das montagens mais relevantes da temporada.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. O espetáculo conta com acessibilidade de intérprete de Libras. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Munir Kanaan Dramaturgia: Anthony McCarten Elenco: Celso Frateschi, Zécarlos Machado, Carol Godoy e Eliana Guttman Equipe Criativa: Dramaturgia: Anthony McCarten Tradução: Rui Xavier Diretor Assistente: Gustavo Trestini Trilha Sonora: Dan Maia Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud Cenário: Eric Lenate Figurino: Carol Roz Iluminação: Beto Bruel Produção: Gengibre Multimídia e Zug Produções Instagram: @doispapasteatro @munir_kanaan @carolgodoyatriz @celsofrateschi @zecarlosmachadooficial @eguttman

Serviço:
Dois Papas – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Teatro Guaíra (Guairão)
Rua Conselheiro Laurindo, 175 - Centro
Data: 6 de 7 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Drama
Classificação: Livre
Duração: 135 min (+15 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

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Caixa Cultural recebe espetáculo sobre exaustão materna na semana do Dia Internacional das Mulheres

Texto contemporâneo, com direção de Luciana Navarro, “Não Me Chame de Mãe” traz a atriz Carolina Damião na pele de Elisa, mergulhada em um drama reconhecível para muitas mulheres; entrada é gratuita

Curitiba, fevereiro de 2025 - No fim de semana do Dia Internacional das Mulheres (6 a 8 de março de 2026), o espetáculo "Não Me Chame de Mãe" ocupa a Caixa Cultural Curitiba com uma narrativa sensível e contundente: a história de uma mãe solo que conquista uma rara hora livre quando o genitor de sua filha cumpre, pela primeira vez, o horário estabelecido de convivência com a criança. Diante dessa pausa inesperada, Elisa (Carolina Damião) se vê frente a frente com a possibilidade de escolher o que fazer com o próprio tempo — resolver pendências acumuladas ao longo dos anos ou, simplesmente, descansar. O espetáculo, com apresentações gratuitas, foi aprovado no edital de Circulação Paraná da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) – Governo do Paraná, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, Ministério da Cultura – Governo Federal.

“Não Me Chame de Mãe” provoca, acolhe e desperta riso sem romantizar a maternidade. A obra dialoga diretamente com mulheres que reconhecem, em Elisa, diferentes camadas de suas próprias vivências — inclusive aquelas que não são mães. Essa identificação ganha força em um dos momentos mais marcantes da encenação, quando a personagem lança a pergunta: “Você já viu sua mãe descansando?”

A dramaturgia nasceu de um processo de escuta ampliada. O espetáculo foi desenvolvido ao longo de dois anos pela diretora Luciana Navarro e pela atriz Carolina Damião, ambas mães solo que, no período pós-pandemia, buscaram transformar em linguagem cênica experiências pessoais e coletivas que atravessavam seus cotidianos. As vivências individuais se somam às conversas que Carolina mantém com mais de 80 mil mulheres em suas redes sociais, onde circulam relatos reais de mães que tentam conciliar cuidado, trabalho, exaustão e autonomia.

“A gente queria se ver. E se ver no palco seria uma rebeldia, porque ninguém estava nos pedindo isso. Era o nosso próprio impulso poético de escrever nossas dores e nossos desejos. Queríamos romper esse isolamento. Transformamos o nosso silêncio acumulado em grito e acolhimento”, afirma a diretora Luciana Navarro. Segundo ela, o processo criativo foi marcado pela autonomia e pela construção coletiva entre mulheres que precisaram abrir seus próprios caminhos. “Tivemos que criar esse caminho juntas e sozinhas”, completa.

Já Carolina Damião conta: "Eu estava fora do mercado de trabalho, por fora do teatro, dos editais, de tudo, completamente imersa na pandemia e no puerpério, sozinha cuidando de uma criança muito pequena. Foi quando a Luciana me disse que eu precisava voltar para os palcos, que o meu trabalho na internet deveria se estender para o teatro, e a gente começou a compartilhar nossas histórias maternas e a criar o ‘Não me chame de mãe’. Dos textos que eu escrevi, o que mais explicita esse meu processo de vida naquele momento da criação é a ‘História para dormir’, que é um poema, na qual a personagem termina dizendo: ‘e viveram invisíveis para sempre’, porque era justamente desse lugar que eu estava querendo sair.”

Elisa é uma personagem ficcional inserida nesse contexto de solidão e sobrecarga, mas carrega múltiplas vozes, reforçando a ideia de que essas mulheres não estão sozinhas. O espetáculo se constrói, assim, como um espaço de identificação, acolhimento e partilha.

"Não Me Chame de Mãe” estreou em Maringá (PR), em 2024, viabilizado pelo Prêmio Aniceto Matti, e agora percorre o estado por meio da Lei Aldir Blanc, ampliando o debate sobre saúde mental materna e sobre o papel da coletividade na sustentação da infância.

Após cada apresentação, o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa com a atriz, ampliando o espaço de escuta e troca sobre os temas abordados em cena.

Atividades paralelas gratuitas e abertas ao público:
• Ensaio aberto no dia 5 de março, das 14h30 às 17h
• Bate-papo sobre arte, maternidade e mercado de trabalho, no dia 4 de março, às 20h, com Letícia Costa (jornalista, mãe da Aurora e idealizadora do Kilombo das Mães Pretas), com captação em formato de podcast e acessibilidade em Libras)

Mais informações sobre essas ações estão disponíveis no Instagram @naomechamedemae.

SERVIÇO – CURITIBA

Espetáculo: Não Me Chame de Mãe
Formato: Monólogo teatral + roda de conversa
Classificação indicativa: 18 anos

Duração:
– Espetáculo: 60 minutos
– Roda de conversa: 30 minutos

Local: Caixa Cultural Curitiba
Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro

Datas e horários:
– 06 de março (sexta-feira) – 20h
– 07 de março (sábado) – 20h
– 08 de março (domingo) – 19h

Entrada gratuita
Retirada de ingressos no local.

Acessibilidade: sessão com Libras no dia 08

FICHA TÉCNICA – CURITIBA

Direção Artística - Luciana Navarro @gloz.artes
Elenco - Carolina Damião @carolina_damiao_
Intérprete de Libras - Dani Marrie - Fluindo Libras @dani_marrie @fluindolibras
Dramaturgia - Carolina Damião e Luciana Navarro
Trilhas Originais - Natália Gimenes @nategimenes
Técnico de som - Chá di Lirian @chadilirian
Técnica de Luz - Fábia Regina @fabia_rguimaraes
Concepção de cenário e figurino - Luciana Navarro
Assistência e produção de cenário e figurino - Carolina Damião
Preparação Vocal - Ariadine Gomes @ariadinegomescanta
Vozes - Carolina Damião e Luciana Navarro
Artista Local - bate-papo Arte e Maternidade - Letícia Costa @leticiiacosta
Assessoria de Imprensa - Ana Paula Brandão, Madá Criativa @madacriativa.com.br
Apoio Local Imprensa - Dani Brito Bureau de Comunicação @danibritocwb
Designer gráfico e social mídia - Fernando Souza, Maringaense Cultural @maringaensecultural
Fotos e vídeos divulgação - Max Miranda, Fenda Filmes @maaxmiranda @fenda.art.br
Fotos acervo Carolina Damião e Luciana Navarro - Polly Polsaque @polsaque
Vídeo, registro - Guilherme de Souza, Duo Rec @gui.cisma
Fotografia, registro - DANICARV @danicarv_
Distribuição de cartazes - Pretha Almeida @owpre___
Produção fonográfica e captação para podcast - Chá di Lirian @chadilirian
Produção - Horla Produção e Arte
Coordenação de Produção - Carolina Damião
Produção Executiva - Isadora Cecília @isadorayalode
Produção e mobilização - Carolina Mariano @marolina.c
Produção Local - Pretha Almeida @owpre___
Jurídico - Natália Ferruzzi @natferruzzi

PROJETO APROVADO PELA SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA – GOVERNO DO PARANÁ, COM RECURSOS DA POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC DE FOMENTO À CULTURA, MINISTÉRIO DA CULTURA – GOVERNO FEDERAL.

CONTATOS E REDES

Instagram da artista: @carolina_damiao_
Instagram do projeto: @naomechamedemae
Instagram da diretora: @gloz.artes
Site: www.carolinadamiao.com.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA O ESPETÁCULO INFANTIL“A MENINA E A ÁRVORE”

Montagem premiada da companhia Dobra propõe uma delicada aventura sobre imaginação, coragem e descobertas, com sessões acessíveis e oficina gratuita

Foto: Renato Mangolin

A CAIXA Cultural Curitiba recebe, de 27 de fevereiro a 1º de março, o espetáculo infantil A Menina e a Árvore, uma das montagens mais premiadas da companhia Dobra, que completa 15 anos de trajetória em 2026. Voltada para todas as idades, a peça conduz o público por uma narrativa sensível sobre coragem, imaginação, pertencimento e escuta da natureza, com linguagem cênica minimalista e de forte apelo visual.

Fiel à pesquisa que consagrou o grupo desde Hominus Brasilis (2014), o espetáculo é encenado sobre uma pequena plataforma de madeira de dois metros por um, recurso que potencializa o corpo, o gesto e a imaginação. Sem cenários ou objetos, os atores utilizam teatro físico, pantomima, palhaçaria e sonoplastia vocal ao vivo para criar imagens diretamente na imaginação do público.

Na história, uma menina que vive com a família em uma fazenda decide ultrapassar os limites conhecidos de seu território. Guiada pela intuição e pelos sinais da natureza, ela encontra uma planta caída e aparentemente sem vida, iniciando uma jornada repleta de descobertas, riscos e encantamento. A travessia por rios, montanhas e florestas evoca temas universais como o medo do desconhecido, o desejo de ir além e o cuidado com o que é frágil.

“A linguagem da plataforma propõe um jogo que as crianças dominam, em que todos podem ser tudo a favor da história. O público se sente parte da aventura”, destaca o diretor e ator Matheus Lima.

O figurino, assinado por Camila Nhary, dialoga com o universo rural e a vida no interior, inspirado na paleta do pôr do sol, com tons de laranja, vinho e roxo. O visagismo de Mona Magalhães reforça o caráter lúdico e familiar dos personagens, evidenciando laços afetivos e criando uma atmosfera de fábula contemporânea. Mais do que uma história de aventura, o espetáculo propõe reflexões sobre crescimento, limites, escolhas e transformações.

Além das apresentações, a programação inclui a oficina gratuita “DesDobra – Corpo, gesto e espaço cênico”, voltada para artistas, estudantes de artes cênicas e interessados na pesquisa corporal do grupo. Ministrada por Helena Marques e Matheus Lima, a atividade acontece no sábado (28/02), das 10h às 13h, na CAIXA Cultural. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 20 de fevereiro por meio de formulário online.

Criada em 2011, a Dobra se consolidou como uma companhia que alia pesquisa de linguagem, qualidade artística e forte comunicação com o público. O grupo já circulou por diversas cidades brasileiras e representou o país em festivais internacionais nos Estados Unidos, China, Argentina e Portugal. Ao longo da trajetória, acumulou indicações a importantes premiações do teatro brasileiro, como Shell, Cesgranrio, CBTIJ e Zilka Sallaberry.

Serviço:
[Teatro] “A Menina e a Árvore”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 27 de fevereiro a 1º de março de 2026
Horário: às sextas-feiras, às 18h; sábado e domingo, às 15h e 18h
Sessão com acessibilidade: domingo (01/03), às 15h, com audiodescrição, intérprete de Libras e bate-papo após o espetáculo
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei); vendas a partir de 21/02, na bilheteria física da CAIXA Cultural Curitiba e pelo site Link
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Classificação: livre
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

Oficina DesDobra – Corpo, gesto e espaço cênico
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280. Centro
Data: 28 de fevereiro (sábado)
Horário: das 10h às 13h
Inscrições: gratuitas e devem ser feitas Inscrições até 20/02 através do link Link.
Vagas: 30 vagas
Público-alvo: grupos de teatro e artistas interessados

Mônica Martelli faz última apresentação de “Minha Vida em Marte” em Curitiba

O espetáculo, que já levou cerca de 500 mil pessoas ao teatro e originou uma versão cinematográfica com milhões de espectadores, terá a última exibição na capital paranaense.

"Minha Vida em Marte", protagonizada pela multipremiada Mônica Martelli, volta a Curitiba para a última apresentação da peça, que está em cartaz desde 2017, sendo vista por mais de meio milhão de espectadores. Com direção de Susana Garcia, o monólogo hilário e profundo, terá a sua última apresentação na capital paranaense no dia 20 de março, às 21h, no Teatro Guaíra. Com realização da Martelli Produções e produção local da Orth Produções, os ingressos para a peça estão à venda pela DiskIngressos.com.br.

A divertida comédia protagonizada pela atriz Mônica Martelli, que vive no palco a personagem Fernanda, uma mulher de 45 anos, casada há oito e que se encontra imersa em uma crise conjugal, abordando temas universais como a rotina que esfria a paixão, a falta de libido, o acúmulo de mágoas, o machismo estrutural e o medo da solidão e de como recomeçar.

O espetáculo se passa durante as sessões de terapia de grupo de Fernanda, onde ela desabafa e revive, de forma catártica e engraçada, as alegrias e frustrações de sua relação, questionando: é possível reacender a chama ou a solução é seguir em frente? “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.

Tendo como inspiração suas próprias experiências, Mônica leva ao teatro um monólogo bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras que melhor traduzem o comportamento feminino moderno. Será que é possível voltar a se apaixonar pelo marido? Ou a solução é se separar? A comédia toca ainda em temas como traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos. Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a premissa de que ser feliz é fundamental.

Desde que estreou, em 2017, Minha Vida em Marte passou por dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, sendo vista por cerca de 500 mil espectadores e recebendo cinco indicações a prêmios. Além disso, a peça inspirou o filme homônimo que levou mais de cinco milhões de espectadores aos cinemas e que marca a sua última atuação com o amigo Paulo Gustavo (1978-2021). Assim como no teatro e na televisão, Mônica foi dirigida por sua irmã, Susana Garcia, celebrando mais uma vez o sucesso da parceria.

O enredo de Minha Vida em Marte

A comédia conta a história de Fernanda, casada há oito anos e enfrentando uma crise no seu casamento. A personagem luta contra as intolerâncias diárias que a rotina traz, como a falta de libido e o acúmulo de mágoas de um relacionamento. Difícil separar, mas será que a gente tem que suportar tudo em nome da família? Ou por medo de ficar sozinha?

Esse é o pano de fundo para Fernanda se questionar na terapia de grupo. São nas sessões de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os muitos problemas do seu casamento. Ali ela expõe assuntos íntimos como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de “trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas adia-se o afeto e acumulam-se as mágoas. “É muito comum no casamento a gente deixar para amanhã a ternura, o sexo: a gente adia o afeto.” revela Mônica sobre Fernanda.

Sobre Mônica Martelli

Nascida em Macaé, no Estado do Rio de Janeiro, Mônica Martelli é atriz, jornalista, criadora, roteirista e apresentadora. Uma voz potente de seu tempo que com seus trabalhos autorais lota salas de teatro e cinemas pelo Brasil afora. Criou e atuou no monólogo Os Homens São de Marte... E é pra Lá que eu Vou!, que conquistou um público superior a 2,5 milhões de espectadores. A montagem ficou em cartaz durante 12 anos, passando por 40 cidades em 20 estados brasileiros, além de Portugal. O sucesso de Mônica em seu primeiro monólogo foi tamanho que a história migrou para o cinema em 2014 com mais de dois milhões de espectadores. Em seguida, protagonizou a série de quatro temporadas no GNT, um dos maiores sucessos do canal até hoje.

Em 2017, estreou a peça Minha Vida em Marte, também de sua autoria, que segue em cartaz – após um hiato por conta da pandemia – e já conquistou cerca de 500 mil espectadores pelo Brasil. Ao lado de Paulo Gustavo, lançou a versão cinematográfica da peça como roteirista e protagonista, resultando em outro grande sucesso: mais de cinco milhões de espectadores e uma das maiores bilheterias do cinema nacional dos últimos anos. Por nove anos, Mônica atuou como uma das apresentadoras do programa Saia Justa, no GNT – participou ainda de novelas globais como Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros. Nas redes sociais, criou o quadro Mônica Total com vídeos autorais sobre diversos assuntos que são publicados em seu Instagram.

Sobre Susana Garcia, a diretora

Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do filme Minha Vida em Marte. Essa parceria profissional entre as irmãs começou quando Susana codirigiu o filme Os Homens São de Marte..., e continuou com as quatro temporadas da série do GNT, com o mesmo título e com Susana à frente da direção. Agora, essa parceria completou um ciclo artístico no teatro e no cinema. Diretora da maior bilheteria do cinema nacional, Minha Mãe É Uma Peça, com Paulo Gustavo, Susana também dirigiu 220 Voltz, especial de fim de ano na Globo, estrelado por Paulo Gustavo. Susana foi responsável ainda pela direção do filme Minha Irmã e Eu, que conquistou mais de dois milhões de espectadores nos cinemas.

SERVIÇO: MINHA VIDA EM MARTE COM MÔNICA MARTELLI

Data: 20 de março de 2026

Horário: Abertura do teatro às 20 horas e início do espetáculo às 21 horas

Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) - Conselheiro Laurindo, 175 – Centro

Classificação etária: 12 anos
Realização: Martelli Produções e Orth Produções

Ingressos: a partir de 100 a meia-entrada + taxa administrativa no 2º balcão.
Vendas: https://www.diskingressos.com.br/evento/2563/2026-03-20/pr/curitiba/monica-martelli-em-minha-vida-em-marte

Informações: diskingressos.com.br

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA A PEÇA “AGORA É MINHA VEZ”

Montagem propõe uma releitura brasileira do clássico mundial, convidando adultos e crianças a refletirem sobre escuta, afeto e conexão

Foto: Aldo Boaretto

A CAIXA Cultural Curitiba recebe o espetáculo infantil “Agora é minha vez”, uma releitura brasileira de “O Pequeno Príncipe”, transformando a fábula em um jogo teatral divertido, delicado e contemporâneo. A temporada acontece nos dias 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de fevereiro de 2026, com sessões às sextas-feiras às 15h, aos sábados às 15h e às 17h, e aos domingos às 15h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia) e podem ser adquiridos pelo site da CAIXA Cultural Curitiba ou diretamente na bilheteria física da unidade. A classificação indicativa é livre para todos os públicos.

Produzido pelo Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (GPeTI), o espetáculo tem direção de Gabriela Valcanaia e é interpretado por Karina Rozek e Vinícius Précoma. Em cena, dois atores se preparam para contar a história do Pequeno Príncipe, mas, ao tentar dar vida à narrativa, enfrentam desafios que ultrapassam a atuação dos personagens. Ao longo do enredo, surgem temas como tristeza, ausência e as dificuldades de comunicação entre adultos e crianças, sempre tratados com humor, leveza e sensibilidade. A montagem reforça a ideia de que sentir faz parte da experiência humana e que as emoções podem ser acolhidas e compartilhadas de forma cuidadosa.

Com uma linguagem poética e acessível, o espetáculo convida crianças e adultos a uma experiência conjunta, em que a escuta atenta se torna fundamental. Ao valorizar a brincadeira como forma de expressão, a peça propõe que emoções como a tristeza possam ser vivenciadas coletivamente, sem perder a delicadeza. “Partimos da escuta e da brincadeira como caminhos para que adultos e crianças possam elaborar juntos emoções que fazem parte da vida”, destaca a diretora Gabriela Valcanaia.

Sobre o Grupo de Pesquisa em Teatro para Infância (GPeTI)
Fundado em 2018, em Curitiba/PR, o grupo dedica-se à criação de teatro contemporâneo para crianças, com atuação multidisciplinar e projetos autorais. Suas pesquisas e produções são orientadas por três pilares: a infância como alteridade; a arte-educação; e a inclusão, acessibilidade e diversidade.

Seu primeiro espetáculo, “NO ARMÁRIO NÃO CABE NINGUÉM” (2023), circulou por importantes festivais e mostras no Brasil, como a Mostra Internacional de Artes para Crianças, o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos, o FENATA e o Festival de Curitiba, além de ter sido indicado ao Prêmio Gralha Azul de Melhor Cenário. “AGORA É MINHA VEZ” é o segundo espetáculo do grupo e reafirma o compromisso do GPeTI com a criação de obras que dialogam com crianças e adultos de forma sensível e transformadora.

Além dos espetáculos, o grupo também mantém produções digitais gratuitas como dramaturgias, podcast e curta-metragem, ampliando o acesso e o debate sobre o teatro para crianças no Brasil.

Serviço:
[Teatro] “Agora é minha vez”
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de fevereiro de 2026
Horário: às sextas-feiras, às 15h; aos sábados, às 15h e às 17h; e aos domingos, às 15h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 31/01, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h na Link
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 50 minutos
Classificação: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

CHICO CHICO EM CURITIBA

“No sábado, dia 31 de janeiro, um dos nomes mais potentes da nova geração brasileira, o cantor e compositor carioca desembarca na capital paranaense para o lançamento do álbum ´Let It Burn / Deixa Arder´, que leva o mesmo nome da turnê. A dobradinha acontece no palco do Guairinha”.

Em um dos momentos mais potentes de sua carreira, o cantor e compositor carioca Chico Chico lança oficialmente a turnê nacional “Let It Burn / Deixa Arder”. A série de shows, que celebra o novo álbum de mesmo nome teve estreia em novembro no Rio de Janeiro e chega nesta semana a Curitiba. Com realização da Prime, ele desembarca no sábado, dia 31 de janeiro, com direito a dobradinha no palco do Guairinha (R: XV de Novembro, 971). As sessões estão marcadas para às 18horas (restam poucos ingressos) e às 21h15 (ingressos esgotados).

Os ingressos estão à venda na plataforma www.blueticket.com.br e custam a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm, de acordo com o setor. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

A nova turnê é fruto da recente parceria com a LAGOSTAe, que assume o booking do artista e passa a contar com Chico em seu casting, ao lado de nomes como Nando Reis e Jorge Vercillo. “Chico é um artista novo, potente e autêntico, tudo o que acreditamos. Queremos levá-lo ainda mais longe. É uma dessas vozes que merecem circular mais, ocupar palcos e conquistar novos públicos. A turnê Let It Burn / Deixa Arder traduz bem essa força”, comenta Diogo Damascena, presidente da LAGOSTAe.

O espetáculo propõe uma experiência visceral, refletindo a diversidade musical presente no novo disco e em toda a trajetória de Chico, com uma estética que mistura rock, música eletrônica e ritmos da cultura popular brasileira.

O álbum Let It Burn / Deixa Arder, que já está disponível nas plataformas digitais pela gravadora Deck, é uma jornada profunda pelo universo do artista. Em seu trabalho mais visceral, Chico parece acender uma chama que começa com “Tanto Pra Dizer”, faixa que revela um lado mais romântico do compositor, também presente em “Tempo de Louças” e “Let It Burn”.

Como um fogo em movimento, o disco percorre suas múltiplas influências: o blues de “Two Mother’s Blues”, a milonga “Lugarzinho” com o bandoneon de Richard Scofano, o groove brasileiro de “Hora H”, o gospel “Acaso Inevitável”, e as delicadas “Canção de Ninar” e “Rita e Luísa”.

Navegando entre brasilidades e referências do folk norte-americano, o álbum amplia a travessia artística de Chico. Em “Parabelo da Existência”, o cantor conta com participações de Josyara (vocais e violões), Marcos Suzano (percussão) e Carlos Malta (pife). “Esse é um disco muito diverso, então cada música que o Chico me apresentava trazia uma ideia distinta de arranjo. Busquei ser fiel a cada gênero, usando instrumentações apropriadas para cada um deles”, comenta o produtor Pedro Fonseca.

Cantando com ainda mais domínio e sensibilidade, Chico também revisita clássicos em novas leituras, como “Vila do Sossego” (Zé Ramalho), “Girl From The North Country” (Bob Dylan) e “Four and Twenty” (Stephen Stills), do repertório de Crosby, Stills, Nash & Young.

“Estou muito feliz com o álbum. Sinto como um trabalho coletivo, meu, do produtor Pedro Fonseca e dos músicos incríveis que participam. Lançar um projeto novo sempre traz essa sensação de nova etapa, estou muito empolgado para sair em turnê com ‘Let It Burn – Deixa Arder’”, diz Chico Chico.

Para acompanhar o artista, ele está em todo as redes sociais - Instagram / Youtube / Spotify ou por meio do link oficial: linktr.ee/duasvezeschico .

SOBRE CHICO CHICO

Cantor e compositor, Chico Chico é uma das vozes mais potentes e autênticas da nova geração da música brasileira. Desde o início de sua carreira com a banda 2x0 Vargem Alta em 2015, o artista coleciona trabalhos aclamados. Sua canção “A Cidade” foi indicada ao Grammy Latino, e a parceria com Fran Gil na faixa “Ninguém” ultrapassou 23 milhões de plays no Spotify, integrando a trilha sonora da novela Vai na Fé, da Rede Globo. Entre as faixas já lançadas, destaca-se também a versão ao vivo de “Menino Bonito”, atualmente a música com mais streams do artista nas plataformas de streaming.

Seu álbum “Pomares” (2022) foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira e teve a canção “Ribanceira” como tema da personagem Maria Bruaca em Pantanal. No mesmo ano, lançou o disco “Ao Vivo na Macaco Gordo”, e em 2024, o álbum “Estopim”, que deu nome à turnê iniciada em sua terceira participação no Rock in Rio. Filho da icônica Cássia Eller, Chico honra o legado familiar enquanto constrói uma trajetória musical própria, marcada por parcerias com Maria Bethânia, Nando Reis e Zé Ramalho.

SERVIÇO:
CHICO CHICO - Turnê “Let It Burn / Deixa Arder”
QUANDO: 31 de janeiro de 2026 (sábado)
LOCAL: Guairinha (R:XV de Novembro, 971)
HORÁRIO: SESSÃO EXTRA: Abertura da casa - 17h15 / Início do show: 18h | 1a SESSÃO: Abertura da casa - 20h15 / Início do show: 21h15
VALORES: a partir de R$100,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
VENDAS ONLINE: www.blueticket.com.br .Para compras online é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento.
FORMA DE PAGAMENTO: Dinheiro, Pix e cartões de crédito/débito
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 16 anos. Menores de 16 anos acompanhados por um responsável legal.
Realização: Prime

DE VOLTA À CAIXA CULTURAL CURITIBA, SANDRA PÊRA APRESENTA NOVO SHOW DEDICADO À OBRA DE GONZAGUINHA

Espetáculo é marcado pela intensidade emocional, pela memória afetiva e pela força poética de um dos grandes nomes da música popular brasileira

Foto : Ana Alexandrino

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, nos dias 30 e 31 de janeiro, o show “Eu apenas queria que você soubesse”, espetáculo em que a cantora e atriz retorna aos palcos com o repertório do álbum homônimo, dedicado exclusivamente à obra de Luiz Gonzaga Jr., o Gonzaguinha. O trabalho foi lançado recentemente pela gravadora Biscoito Fino e celebra os 80 anos de nascimento do compositor.

Depois de se apresentar na CAIXA Cultural Curitiba em 2024 com um espetáculo dedicado a Belchior, Sandra Pêra volta ao palco do espaço em um show marcado pela intensidade emocional, pela memória afetiva e pela força poética de um dos grandes nomes da música popular brasileira, falecido precocemente em 1991, aos 46 anos.

Atriz e cantora com trajetória consolidada na música, no teatro e no cinema, Sandra mergulha em canções que atravessam gerações. Músicas de amor, de luta, de dúvida e esperança são apresentadas com a emoção de quem viveu de perto a ebulição artística e humana de Gonzaguinha. O roteiro percorre diferentes fases da obra de Gonzaguinha, equilibrando lirismo e veia contestadora, enquanto Sandra imprime uma leitura afetiva, pessoal e teatral a cada interpretação.

No repertório, estão clássicos como “O Que É, O Que É?”, “Recado”, “Coração” e “Feliz”, além de canções menos conhecidas do grande público, como “Morro de Saudade” e “Borboleta Prateada”. O espetáculo inclui ainda “A Felicidade Bate à Sua Porta”, primeiro sucesso do grupo As Frenéticas, do qual Sandra fez parte.

O desejo de levar essas canções ao palco nasce do vínculo profundo da artista com essa obra e com o próprio Gonzaguinha, pai da única filha de Sandra, Amora Pêra, que também está à frente da direção musical do show (compartilhada com Paula Leal). “Estar no palco com o repertório do Gonzaga é um desafio que me move. São canções que pedem entrega e sensibilidade, e me sinto motivada e feliz para vivê-las no palco”, afirma a cantora.

No palco, a artista é acompanhada por Lourenço Vasconcellos (bateria), Pedro Moraez (baixo), Rodrigo Lima (violão e guitarra) e João Bittencourt (piano e sanfona), com participação especial de Aline Gonçalves (sopros). Os arranjos contemporâneos respeitam a essência original das composições, valorizando o texto e a dramaticidade características da obra de Gonzaguinha.

Serviço:
[Música] Sandra Pêra – Show “Eu apenas queria que você soubesse”, com músicas de Gonzaguinha
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro - Curitiba
Data: 30 e 31 de janeiro de 2026
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei); vendas a partir das 10h do dia 24/01, presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba, e a partir das 15h no site da Bilheteria Digital
Horário bilheteria: de terça a sábado, das 10h às 20h e nos domingos e feriados das 10h às 19h
Duração: 80 minutos
Classificação: a partir dos 12 anos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (41) 3041-2155| Site CAIXA Cultural| @caixaculturalcuritiba

A música corporal do Barbatuques na 43ª Oficina de Música de Curitiba

Reconhecidos pelo mundo por sua linguagem singular de percussão e música corporal, o Barbatuques se apresenta dentro da programação da 43ª Oficina de Música de Curitiba. O grupo acumula mais de 26 anos de trajetória, que vem sintetizada neste show que explora sua gênese musical, desde a fundação. O show será no domingo, dia 11 de janeiro, no Guairão, e recebe as crianças e jovens do programa de educação musical MusicaR.

A 43ª Oficina de Música de Curitiba acontece de 7 a 18 de janeiro, oferecendo shows para todos os públicos e cursos voltados a educadores, reunindo prática musical, inclusão, inovação pedagógica e novas perspectivas de ensino. Entre eles, também o curso de Musicalização com o grupo Barbatuques, em abordagem criativa para introdução à música em sala de aula.

O repertório do show traz uma seleção significativa de toda a discografia do Barbatuques, como “Barbapapa’s Groove”, primeira peça para percussão corporal composta pelo fundador do grupo, Fernando Barba, também hits como Baianá e Baião Destemperado, novos singles que ainda não faziam parte dos shows, como “Eu vou Cantar” e “Natureza“ (parceria com Russo Passapusso), além dos tradicionais momentos de improviso e de interação musical com a plateia.

Junto a essa seleção, o show “Barbatuques" percorre a trajetória sonora do grupo, desde os ritmos e cantos afro-brasileiros no primeiro disco “O Corpo do Som”, passando pelos experimentalismos vanguardistas de “O Seguinte é Esse”, pelas harmonias e polirritmias ricamente elaboradas de “AYÚ”, chegando ao momento atual onde a canção também ganha força nos singles. Uma síntese da sonoridade do Barbatuques desde a sua criação.

A sonoridade do Barbatuques tem uma sobreposição moderna de estilos e estéticas, são canções e “músicas "instrumentais" em ritmos tradicionais ou contemporâneos, como o baião, coco, samba, maracatu, rap, música eletrônica, afoxé, funk, carimbó, toré indígena, rock, beatbox, kecak e a música africana. Exploram a fonética, aspectos rítmicos, harmônicos e melódicos do erudito, da tradição popular brasileira ao pop.

É uma experiência singular ver e ouvir o Barbatuques ao vivo, uma potente orquestra orgânica de música corporal, ressoando a musicalidade de variados cantos do mundo, sempre destacando a nossa brasilidade.

Show Barbatuques
Data: 11 de janeiro de 2026
Horário: 17h (domingo)
Local: Guairão
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo 175, Centro - Curitiba
Duração: 90 minutos
Classificação: livre
Capacidade: 2180 lugares
Acessibilidade: acessível para cadeirantes
Ingressos: a partir de R$ 30,00
Vendas on-line Disk Ingressos: Link

Músicos: André Hosoi, André Venegas, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein, Taís Balieiro.

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Canais Barbatuques:
www.instagram.com/barbatuques
www.youtube.com/barbatuques
www.barbatuques.com.br

+ Sobre:
Grupo paulista de música corporal e vocal com trajetória de mais de 26 anos de música. O Barbatuques foi muito além dos palcos, de mais de 30 países, estão em trilhas sonoras do cinema e da publicidade, em jogos, nas pistas de dança pelos milhares de remixes criados por DJs. Clássicos já consagrados pelo público, como “Baião Destemperado” e “Baianá“, fazem sucesso em todas as plataformas de streaming no mundo, com uso massivo em vídeos pelas redes sociais.

A linguagem pioneira desenvolvida pelo grupo contribuiu significativamente para a difusão da música corporal pelo mundo e é referência até hoje. O Barbatuques também mantém atividades pedagógicas e formativas, em setores distintos como o corporativo e educacional. Recentemente, lançou seu primeiro songbook ‘Barbatuques Volume 1’, com partituras de músicas transcritas e cifradas e um rico material sobre técnicas de música corporal, ferramenta que amplifica o acesso a essa linguagem. Recentemente lançaram dois livros: “ABCtuques”, que traz para as crianças uma lúdica representação sonora dos sons feitos pelo grupo, e “Barbatuques: músicas, jogos, brincadeiras”, que reúne jogos e atividades para explorar a música e transformar o corpo em um instrumento musical, este para adultos e crianças. Ambos apresentados na Flip 2025.

BADI ASSAD e SIMONE SOU se reencontram em “Mulheres do Mundo” na 43ª Oficina de Música de Curitiba

Depois de uma década, Badi Assad e Simone Sou voltam a dividir o palco em um encontro marcado pela música, pela amizade e pela celebração das mulheres na criação artística. O espetáculo “Mulheres do Mundo” acontece no dia 10 de janeiro de 2026 (sábado), às 19h, no Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha), como parte da 43ª Oficina de Música de Curitiba.

O show marca o reencontro do duo formado em 1999, quando a parceria musical entre Badi e Simone surgiu e ganhou o mundo. Simone acompanhou Badi em turnês internacionais e participou do álbum Singular (2016). Desde então, seguiram trajetórias paralelas, até este retorno especial, que costura passado, presente e novas possibilidades artísticas.

Em “Mulheres do Mundo”, Badi Assad e Simone Sou apresentam seus trabalhos solo e, juntas, revisitam canções que entrelaçam suas histórias pessoais e musicais. O espetáculo é dedicado às mulheres compositoras, artistas e cantoras de diferentes gerações e origens, revelando a força, a diversidade e a sensibilidade feminina na música global.

Badi Assad traz um repertório que reúne músicas de compositoras do mundo inteiro, canções autorais feitas em parceria com artistas brasileiras e obras criadas em homenagem às mulheres. Com sua virtuosidade única ao violão e sua expressividade vocal, a artista constrói uma verdadeira narrativa musical, transformando o palco em um espaço de reconhecimento e celebração da influência feminina na arte.

Reconhecida como uma das artistas mais singulares da música brasileira, Badi Assad foi eleita pela Rolling Stone Brasil como uma das maiores violonistas do país. Sua trajetória inspirou o filme Badi, premiado em festivais nacionais e internacionais. Com sólida carreira internacional, teve o álbum Wonderland escolhido pela BBC London entre os 100 melhores discos do ano, foi eleita Artista do Ano pela revista americana Guitar Player e venceu o International Singer-Songwriter Competition como compositora. Ao longo de sua carreira, Badi lançou 26 álbuns, realizou turnês em quase cinquenta países e recebeu prêmios como APCA, WME e Prêmio da Música Brasileira. Recentemente, lançou o disco “Parte de Tudo Isso”, reafirmando sua constante inventividade artística.

Simone Sou é percussionista e baterista, construiu carreira a partir da década de 1990, integrando importantes projetos e bandas, como Orquídeas do Brasil, que acompanhou Itamar Assumpção, além de trabalhos de longa duração com artistas como Chico César, Zélia Duncan e Mutantes. Desenvolveu projetos autorais e colaborativos, como o duo Soukast e o álbum autoral SOS BRAS BEAT (2016), no qual reúne bateria, percussão, voz e experimentação sonora, consolidando-se como uma artista inventiva, plural e referência na percussão contemporânea.
“Mulheres do Mundo” é uma noite de celebração, reencontro e emoção — um espetáculo que une duas artistas em plena maturidade criativa, homenageando as mulheres que transformam o mundo por meio da música.

SERVIÇO:

Espetáculo: Mulheres do Mundo – Badi Assad e Simone Sou
Evento: 43ª Oficina de Música de Curitiba
Data: 10 de janeiro de 2026 (sábado)
Horário: Abertura às 18h | Show às 19h
Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba/PR
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada)

Vendas:https://www.diskingressos.com.br/evento/2100/2026-01-10/pr/curitiba/badi-assad-e-simone-sou-no-show-mulheres-do-mundo

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Débora Venturini
Assessoria de Comunicação
Tel.: (11) 98326.3851
Email: debora@venturinicomunicacao.com.br

Curitiba recebe oficinas gratuitas de Iluminação Cênica

Formação oferece 50 horas de aprendizado teórico e prático voltado à área técnica das artes cênicas

Estão abertas as inscrições para a oficina “Iluminação Cênica – Da origem à construção de um espetáculo”, que chega agora a Curitiba. As atividades serão realizadas entre os dias 6 e 9 de janeiro, no Teatro Barracão EnCena, com entrada gratuita e vagas limitadas. Inscrições podem ser realizadas através deste LINK.

Com carga horária total de 50 horas, a formação é voltada a artistas, técnicos, estudantes e pessoas interessadas em ingressar ou aprofundar conhecimentos na área técnica das artes cênicas. A oficina combina conteúdos teóricos e práticos, abordando desde noções básicas de eletricidade e ótica até o uso de refletores, lâmpadas, mesas de luz, dimmers e softwares de iluminação.

Ao longo do curso, os participantes têm contato com temas como teoria das cores, posicionamento e afinação de equipamentos, leitura e criação de mapas de luz, desenvolvimento de projetos de iluminação e operação técnica, além da construção de uma dramaturgia visual a partir da luz como elemento narrativo da cena.

A oficina integra o circuito estadual de formação em iluminação cênica, que já passou por cidades como Ponta Grossa, Londrina, Paranaguá, Francisco Beltrão e Guarapuava, fortalecendo o cenário técnico das artes cênicas no Paraná e ampliando o acesso gratuito à qualificação profissional.

A ação é uma produção do Coletivo Cacareco e da Dupla de Dois Produções, com realização da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Serviço
Oficina: Iluminação Cênica – Da origem à construção de um espetáculo
Local: Teatro Barracão EnCena
Endereço: R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR
Datas e horários: 6, 7, 8 e 9 de janeiro – das 09h às 18h
Inscrições: Através deste LINK
Produção: Coletivo Cacareco e Dupla de Dois Produções
Realização: Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná | Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura | Ministério da Cultura | Governo Federal

Chicago Legacy South American Tour, com Danny Seraphine, chega a Curitiba

A formação especial traz o baterista co-fundador Danny Seraphine para uma noite de clássicos que marcaram época no Guairão

Curitiba vai receber a turnê internacional, liderada pelo baterista e co-fundador da lendária banda americana de rock-jazz, Chicago, Danny Seraphine. O espetáculo "Chicago Legacy – South American Tour 2026", será apresentado no dia 22 de março, no Guairão, às 19h. No repertório, o público poderá conferir os sucessos que embalaram gerações e foram trilha sonora de filmes consagrados, oferecendo uma experiência única e nostálgica.

O show promete uma viagem no tempo, revisitando clássicos consagrados como "Hard to Say I’m Sorry", "You're the Inspiration", "Will You Still Love Me?" e "Saturday in the Park". De acordo com a produção, esta será a primeira vez que o formato "Legacy" será apresentado ao vivo em Curitiba, oferecendo uma experiência única e nostálgica. A tour, liderada por Danny Seraphine, reconhecido pela Rolling Stone como o “pai do jazz rodk” e um dos 100 melhores bateristas de todos os tempos, promete uma apresentação inesquecível, repleta de clássicos, energia e paixão pela música.

Sobre o Chicago Legacy South American Tour

O formato “Chicago Legacy” foi concebido para celebrar a vasta e bem-sucedida trajetória da banda em que Danny Seraphine foi um dos co-fundadores. A banda formada especialmente para este projeto, trará ao palco canções cuidadosamente selecionadas para garantir que o público curta o melhor do som, na mescla de rock, jazz e pop, com uma icônica seção de metais.

Fundador e baterista original da banda CHICAGO, Danny Seraphine marcou a história do rock ao dividir o palco com gigantes como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Led Zeppelin, Bruce Springsteen e The Beach Boys. Depois de uma aposentadoria dos palcos, Seraphine voltou com mais força do que nunca à frente de sua nova banda, neste projeto especial, revivendo a magia daqueles sucessos que marcaram gerações, com um som renovado e uma energia arrasadora.

Uma História de Sucesso

Fundada em 1967 em Chicago, Illinois, a banda, que inicialmente se chamava "The Big Thing" e depois "Chicago Transit Authority", adotou o nome definitivo em 1969. Seu som distintivo lhe rendeu a venda de mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, um lugar entre os artistas mais bem-sucedidos da história do rock americano e a indução ao Hall da Fama do Rock & Roll em 2016. Entre seus momentos de glória está o álbum Chicago X (1976), que trouxe o hit "If You Leave Me Now" – um standard do soft rock que lhes garantiu Grammys e vendas multimilionárias.

É claro! Aqui está a tradução do texto para o português do Brasil, mantendo a energia e o tom impactante do original, mas adaptando para o público brasileiro.

SERVIÇO: CHICAGO LEGACY SOUTH AMERICAN TOUR – COM DANNY SERAPHINE

DATA: 22 de março – domingo – às 19h30

LOCAL: Teatro Guaíra (Conselheiro Laurindo, 175, Centro) – Curitiba – Paraná

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre

REALIZAÇÃO: IKG Entretenimento e THT Events

PRODUÇÃO LOCAL: Dumas Produções

REALIZAÇÃO IKG ENTRETENIMENTO E THT events

INGRESSOS: 1º lote a partir de R$ 140 + taxa adm

SITE DE COMPRA: https://www.diskingressos.com.br/evento/1915/2026-03-22/pr/curitiba/chicago-legacy-south

MAIS INFORMAÇÕES: https://www.instagram.com/dumasproducoes/

Parque Vila Velha encerra o ano com programação especial e espírito de Natal

Teatro natalino, música ao vivo, recreação infantil e campanha solidária marcam as celebrações de fim de ano no Parque Estadual de Vila Velha

O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa (PR), a apenas uma hora de Curitiba, preparou uma programação especial para celebrar o fim de 2025 em clima de alegria, cultura e solidariedade. A agenda festiva promete envolver visitantes de todas as idades em experiências que unem lazer, arte e natureza.

No dia 20 de dezembro, o Parque recebe um teatro especial de Natal, produzido em parceria com uma companhia teatral da região. A apresentação trará ao público uma narrativa envolvente, inspirada nos valores de união e esperança que marcam o período natalino, transformando o cenário natural dos Arenitos em palco para a celebração.

Para o gestor da Soul Vila Velha, empresa concessionária do parque, Leandro Ribas, o objetivo é encerrar o ano com momentos que reforcem o vínculo do parque com a comunidade.

“O fim de ano é um tempo de renovação e afeto. Queremos proporcionar aos visitantes uma experiência diferente, que conecte arte, natureza e o espírito natalino em um ambiente de convivência e bem-estar”, afirma Ribas.

Programação entre o Natal e o Ano Novo

O clima festivo continua entre o Natal e o Réveillon. Nos dias 27 e 28 de dezembro, o cantor Mateus Dallas se apresenta ao vivo, levando música e descontração aos visitantes. Já as famílias com crianças poderão aproveitar as atividades de recreação infantil, que acontecem de 26 a 31 de dezembro, conduzidas pela equipe profissional da Fórmula Mágica, com brincadeiras, jogos e oficinas ao ar livre.

Além das atrações culturais e de lazer, o Parque Vila Velha promove uma campanha solidária de arrecadação de brinquedos, que serão destinados a crianças atendidas por instituições cadastradas pelo Sesc. As doações podem ser entregues até o dia 31 de dezembro na recepção do parque.

“Mais do que encerrar o ano com festa, queremos reforçar o compromisso social do Parque Vila Velha. Cada brinquedo doado representa um gesto de empatia e a chance de fazer o Natal mais feliz para muitas crianças”, completa Ribas.

Serviço

Programação de Fim de Ano – Parque Estadual de Vila Velha
Teatro de Natal: 20 de dezembro

Música ao vivo: 27 e 28 de dezembro (Mateus Dallas)
Recreação infantil: 26 a 31 de dezembro (Fórmula Mágica)
Campanha de doação de brinquedos: até 31 de dezembro
Mais informações e ingressos: www.parquevilavelha.com.br

Sobre o Parque Estadual de Vila Velha

Localizado em Ponta Grossa-PR, a apenas uma hora de Curitiba, o Parque Estadual de Vila Velha é o primeiro parque estadual criado no Paraná, em 1953, e atualmente é uma concessão do Governo do Estado do Paraná, por meio do Instituto Água e Terra, à Soul Vila Velha, uma empresa do Grupo Soul Parques.

As bilheterias funcionam até as 15 horas. O parque indica, a chegada ainda pela manhã, para que os visitantes possam conhecer seus atrativos – Trilha Arenitos Unimed, Furnas e Lagoa Dourada – se deliciar com as diversas opções gastronômicas e ainda aproveitar as atrações de aventura – Tirolesa, Arvorismo e Cicloturismo.

Mais informações podem ser obtidas em https://parquevilavelha.com.br/

Documentário sobre Festival Espetacular de Teatro de Bonecos resgata a história do maior evento do gênero no Brasil

Produção inédita da APRTB será lançada na Cinemateca de Curitiba, com intenção de iniciar o processo de salvaguarda do Festival como Patrimônio Cultural

No próximo dia 18 de novembro, Curitiba celebra a memória de um de seus eventos culturais mais relevantes. A Associação Paranaense de Teatro de Bonecos (APRTB) lança o documentário “Festival Espetacular de Teatro de Bonecos”, um registro inédito que mergulha na trajetória do evento criado em Curitiba e que viveu seu auge nas décadas de 90 e 2000, tornando-se uma referência no teatro de animação no Brasil e na América Latina.

O lançamento será realizado na Cinemateca de Curitiba, com horário às 15h, e marca o ponto de partida para a solicitação de salvaguarda do Festival como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da cidade. É também uma das ações de celebração dos 40 anos da Associação, celebrados neste 2025

A entrada é franca.

No dia 20 de novembro, às 19h, o documentário terá lançamento digital no canal do Youtube da Associação e ficará disponível gratuitamente: https://www.youtube.com/@APRTB

Viabilizado por meio de um edital da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), na área de patrimônio cultural, o projeto é uma iniciativa da gestão 2024 da APRTB, liderada pela presidente Inece Gomes, atriz, bonequeira e produtora cultural, que também fez parte da plateia do Festival. O objetivo central desta iniciativa é preencher as lacunas históricas sobre o evento, com informações relevantes que, com o passar dos anos, perderam-se em meio a mudanças de gestão e o rápido avanço tecnológico.

"Gerações de artistas, entusiastas e público que acompanharam este festival por anos se fazem a pergunta: como ele se manteve com tamanha relevância? Com o tempo, as informações sistematicamente foram se perdendo," afirma a presidente da APRTB, Inece Gomes. "Este registro não apenas celebra nossa história, mas é fundamental para darmos o primeiro passo na preservação oficial deste legado cultural."

Achados Inéditos

Para conduzir a pesquisa documental, o projeto convidou a arquiteta e urbanista Letícia Nardi, especialista em preservação do patrimônio cultural. Logo de início, a equipe teve uma bela surpresa, ao se deparar com o registro em acervos públicos que ninguém fazia ideia que existia. A pesquisa permitiu traçar a trajetória de todas as 24 edições do evento, concentrando-se no vasto acervo do Teatro Guaíra e no Arquivo Público do Paraná.

A grande quantidade de documentos e materiais encontrados nesses acervos foi uma "boa dificuldade" e uma surpresa para a equipe, que não imaginava a dimensão desse material”, diz Nardi, que sistematizou os dados dos catálogos do festival em uma planilha detalhada, revelando a grandiosidade da programação.

"Participar do projeto foi algo completamente novo. Eu não imaginava a grandiosidade do festival, que na maior parte de suas edições teve apoio de diversos órgãos governamentais e da Associação," comenta a pesquisadora, que também esteve na plateia do evento e guarda na memória a ida a algumas edições. "A análise dos dados nos mostrou a grande escala, a quantidade de estados e países participantes e, principalmente, nos permitiu ver que o teatro de bonecos é, no Paraná, uma tradição familiar, onde o conhecimento é passado de geração em geração", completa.

A pesquisa documental serviu de base para a seleção das pessoas entrevistadas, priorizando companhias e indivíduos que tiveram papel de destaque, como os bonequeiros paranaenses Manuel Kobachuk (in memorian), Renato Perré, Carazowski e Olga Romero. Nardi também destaca o papel crucial de Magda Modesto, figura do Rio de Janeiro que articulou diversas companhias internacionais que participaram, especialmente nas décadas de 90 e 2000, quando a comunicação era mais desafiadora. Como o feliz encontro deste acervo oficial, ficou para uma outra etapa o uso das memórias resguardadas em acervos pessoais, de bonequeiros e outros profissionais que atuaram, acompanharam e ajudaram a escrever essa história.

“Optamos por concentrar este primeiro momento neste material do Teatro Guaíra. Portanto, ainda existe um rico material a ser pesquisado na continuidade desta pesquisa”, pontua Inece.

"PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA - FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA, DO MINISTÉRIO DA CULTURA E DO GOVERNO FEDERAL.

SERVIÇO:

● O Quê: Lançamento do documentário “Festival Espetacular de Teatro de Bonecos”
● Quando: 18 de novembro. terça –feira, às 15h
● Quanto: entrada franca
● Onde: Cinemateca de Curitiba (R. Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)

O PALÁCIO MÁGICO DO NATAL: Bradesco celebra 35 anos do espetáculo no Palácio Avenida

Em 2025, tema homenageia a criança que vive em cada um de nós e celebra o poder transformador da magia natalina

Imagem: Divulgação/Bradesco

Novembro de 2025 – As janelas do histórico Palácio Avenida, no coração de Curitiba, se preparam para mais uma temporada do espetáculo que emociona o país há 35 anos. Neste ano, o Natal do Bradesco apresenta o tema “O Palácio Mágico do Natal”, convidando o público a reviver o encantamento da infância e a redescobrir o olhar mágico que a data desperta em cada um de nós.

As apresentações acontecem em dois fins de semana – dias 5 (ensaio geral), 6, 7, 12, 13 e 14 de dezembro, sempre às 20h15 – e prometem encantar os visitantes com música, luz e emoção em uma celebração que une tradição, arte e solidariedade.

Uma história sobre o olhar da criança que vive em nós
Inspirado no sentimento de enxergar o mundo com mais leveza, típico desta época do ano, o espetáculo de 2025 presta uma homenagem à criança, símbolo de pureza, esperança e amor, que sempre deu voz e alma ao coral do Palácio Avenida.

A narrativa acompanha a jornada de uma menina que descobre um mundo mágico de Natal escondido dentro do Palácio Avenida. Sob a regência da maestrina Dulce Primo e direção musical de Camilo Carrara, o espetáculo convida o público a reencontrar o encantamento e a alegria genuína de acreditar no impossível, em meio a canções natalinas que prometem, mais uma vez, emocionar e inspirar todas as gerações.

“É nesta época do ano que percebemos que a criança que fomos nunca deixa de existir, ela apenas se transforma e reaparece quando o espírito natalino nos toca. Para celebrar os 35 anos do Natal do Palácio Avenida, teremos dois fins de semana de apresentações que unem gerações e convidam todos a relembrar o que realmente importa.”, diz Raquel Bonaparte, head de experiência de marca do Bradesco.

Música, emoção e tradição
O espetáculo contará com um coral de 90 crianças, entre 7 e 12 anos, de instituições de acolhimento de Curitiba, e 100 anjos voluntários, funcionários do Bradesco que acompanham e cuidam dos pequenos durante todas as apresentações.

O repertório de 2025 terá 12 músicas divididas em 9 blocos, com canções inéditas como Era Uma Vez (Kell Smith) e Vou Deixar (Skank), e outras já clássicas de edições anteriores como Aquarela (Toquinho) e Natal Todo Dia (Roupa Nova).

Para transformar o Palácio Avenida em um verdadeiro cenário encantado, serão utilizadas mais de 105 mil luzes, entre micro lâmpadas e iluminação cênica. Toda a instalação utiliza LEDs de baixo consumo, que reduzem em até 80% o gasto energético, além de controladores inteligentes, com sensores e temporizadores para otimizar o uso da iluminação conforme a luz natural.

Transmissão ao vivo
Com produção dos Estúdios Bradesco, assim como nos anos anteriores, o espetáculo será transmitido ao vivo pelo canal oficial do Teatro Bradesco no YouTube, no sábado, 6 de dezembro, a partir das 20h15, para que pessoas de todo o Brasil e do mundo possam viver a magia do Natal diretamente de Curitiba.

Acessibilidade e inclusão
O evento contará com tradução em Libras, audiodescrição e equipe de monitores para atendimento a pessoas com deficiência. As funcionalidades também estarão disponíveis na transmissão online, reforçando o compromisso do Bradesco com um espetáculo acessível e inclusivo.

Campanha de arrecadação de brinquedos
Mantendo a tradição solidária, o Natal do Bradesco no Palácio Avenida contará novamente com uma campanha de arrecadação de brinquedos, liderada pelo Programa Voluntários Bradesco. As doações poderão ser feitas entre 17 de novembro e 21 de dezembro e terão como destino as 7 instituições que acolhem as crianças coralistas do espetáculo. Confira mais detalhes e pontos de coleta em: Voluntários Bradesco.

Ficha técnica O Natal do Bradesco em Curitiba tem direção de criação de Thiago Rodrigues, direção artística de Leda Maria de Almeida, Dulce Primo como maestrina e Camilo Carrara como arranjador e diretor musical. A produção geral é da AKM.

Serviço
Evento: Natal do Bradesco no Palácio Avenida Tema: “O Palácio Mágico do Natal”
Datas das apresentações: 5 (ensaio geral), 6, 7, 12, 13 e 14 de dezembro
Horário do ensaio e das apresentações: 20h15
Local: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR

Serviço – Decoração do Palácio Avenida
Quando: 1° de dezembro de 2025 a 6 de janeiro de 2026
Horário: acendimento das luzes às 20h
Onde: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR

Serviço – Transmissão ao vivo
Quando: 6 de dezembro de 2025
Horário: 20h15
Onde: TeatroBradesco no YouTube

A menina, a mulher e a anciã: Ana Paula da Silva e Clariô Silva trazem celebração feminina para Curitiba

Show será dia 19 de novembro, no Teatro Paiol, e ingressos estão à venda no Sympla
O palco do Teatro Paiol, em Curitiba, será o cenário para um encontro musical emocionante e profundo no dia 19 de novembro. As aclamadas artistas Ana Paula da Silva e Clariô Silva apresentam o espetáculo "A Menina, a Mulher e a Anciã", uma celebração rica e sensível da relação entre mãe e filha, onde a música se manifesta como um território potente de união, transmissão e criação. O show será realizado às 20h e os ingressos podem ser adquiridos por meio da plataforma Sympla (veja abaixo).

Este projeto singular explora as múltiplas facetas do feminino, revelando sua beleza intrínseca e também os silenciamentos que perpassam a experiência da mulher. Por meio de uma cuidadosa teia de vozes, percussões e violão, Ana Paula da Silva, uma cantora e compositora com quase 30 anos de uma trajetória premiada, e Clariô Silva, que vem despontando com notável força e personalidade no cenário musical, convidam o público a uma jornada introspectiva e coletiva.

A colaboração artística entre mãe e filha é um dos pilares deste espetáculo. Ana Paula da Silva, cuja carreira é marcada por prêmios e uma produção autoral vasta, compartilha o palco com Clariô, que desde a infância esteve envolvida em sua jornada musical. "Cantar com a Clariô neste projeto é um dos pequenos sonhos que se concretiza. Desde que ela era pequena, a música sempre nos uniu, e vê-la hoje no palco, com sua própria voz e identidade, dando vida a essas canções que celebram o feminino, é um dos momentos mais significativos da minha carreira”, completa Ana.

A narrativa musical se desdobra em três atos simbólicos, poeticamente explorados por meio de canções e interpretações:

● A Menina: representada em canções que evocam a delicadeza, as brincadeiras, a segurança e o amor que marcam essa fase da vida.
● A Mulher: revelada na figura da mãe e na passagem ritualística da moça para a mulher, guiada pelas águas de Oxum, que abrem e abençoam caminhos.
● A Anciã: o arquétipo que conclui o percurso, com canções que reverenciam as lavadeiras e as forças da natureza, em comunhão com o feminino, trazendo proteção, sabedoria, afeto e perseverança.

"A Menina, a Mulher e a Anciã" é um verdadeiro manifesto em música e poesia, que instiga o público a sentir, compartilhar e reconhecer a profundidade da experiência feminina em sua plenitude e inteireza. É uma tapeçaria tecida entre afeto e coragem, onde a arte se prova um ato de sobrevivência e celebração.

Sobre Clariô Silva Clara Corrêa da Silva, artisticamente conhecida como Clariô Silva, é uma talentosa cantora, compositora, instrumentista e produtora musical, atualmente graduanda em música na UFPR. Sua musicalidade é fundamentada no violão e na percussão. Desde a infância, Clariô tem se envolvido em gravações de discos e DVDs, como o premiado "Raiz Forte" e o DVD "Canto da Cigarra", ambos de Ana Paula da Silva, o que moldou sua própria jornada artística.

Desde 2019, Clariô participa ativamente de oficinas de criação musical e de diversos shows, incluindo o duo "A Menina, a Mulher e a Anciã" com sua mãe, Ana Paula, projeto que já realizou turnês no Brasil e na Argentina e terá lançamento de álbum e circulação por meio do PNAB em 2025. Ela também leva adiante outros projetos como "Florescer" e "Elis em Montreux", e participa da circulação do Sonora Brasil pelo SESC e da Orquestra do Grupo de MPB da UFPR. Sua trajetória inclui participações em festivais renomados, consolidando-a como uma artista versátil e em constante evolução.

Sobre Ana paula da Silva
Ana Paula da Silva é uma figura proeminente da música brasileira: cantora, compositora, instrumentista, produtora cultural e pesquisadora. Com quase três décadas de carreira, ela lançou e produziu sete álbuns, um DVD e um Songbook, sempre comprometida com a produção autoral e independente. Mestra em Música pela UDESC, sua jornada artística é profundamente entrelaçada com a maternidade e a música, influenciando e sendo influenciada pela presença da filha, Clariô Silva.

Sua carreira é repleta de marcos, como ser a primeira cantora brasileira a excursionar pela Europa com Joe Zawinul (2006) e a primeira cantautora catarinense a ter um projeto autoral aprovado no edital Caixa Cultural (2014). Premiada com o Prêmio da Música Brasileira (2017) e o Prêmio Grão de Música (2017), e mais recentemente como Melhor Cantora e Autora no Prêmio Profissionais da Música (2023 e 2025), Ana Paula também foi convidada de Rolando Boldrin e cantou com a Orquestra Sinfônica Brasileira do Rio de Janeiro. Sua carreira também ganha destaque no exterior, onde completou 20 anos de turnês, gravações e prêmios em 2024. Atualmente, ela circula o Brasil com o Sonora Brasil, por meio do show "Ana Paula da Silva e Seu Risca", projeto que nasceu de seu livro "Alma na Voz e Mãos no Tambor", e segue com o lançamento do oitavo álbum e shows do projeto A Menina, a Mulher e a Anciã onde assina a direção musical, produção e arranjos.

Serviço
● O quê: show "A Menina, a Mulher e a Anciã" com Ana Paula da Silva e Clariô Silva
● Quando: 19 de novembro de 2024, às 20h
● Onde: Teatro Paiol (Curitiba)
● Ingressos: R$60 (inteira) e R$40 (ingresso solidário, com 1 kg de alimento)
● Venda antecipada por meio do Sympla
Assista aqui ao clipe: Ana Paula da Silva e Clariô Silva • Luz Divina • CLIPE