DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DEPOIS DO COVID-19

A Síndrome Pós-Covid, também conhecida como Covid Persistente ou até mesmo Long Covid, é um dos assuntos mais frequentes na atualidade, tanto nas mídias quanto nos consultórios médicos.

“Ela consiste em uma inflamação multissistêmica e difusa do organismo em pacientes que foram infectados pelo novo coronavírus, mesmo após meses o contágio, de modo a apresentar sintomas como fadiga, cansaço para a realização de atividades físicas, tontura, zumbido, perda de olfato, perda de paladar, queda de cabelo, depressão, ansiedade, arritmia cardíaca e emagrecimento. Ou seja, esses problemas são sequelas causadas pela infecção do coronavírus que levam a inflamação de diversos órgãos”, explica o otorrino Dr. Alexandre Colombini.

Segundo o médico, os sintomas devem ser tratados separadamente, pois é muito importante que os pacientes que estão apresentando esse tipo de sintoma, procurem os profissionais adequados. Portanto, se você está apresentando muito cansaço e com sinais de uma fibrose pulmonar, a indicação é procurar um pneumologista. Caso tenha perdido o olfato, o paladar, sente o ouvido zumbir ou tontura, o indicado seria um otorrinolaringologista. Se está com sinais de perda de peso, alguma inflamação na tireoide, é importante procurar um médico clínico ou endocrinologista. Caso esteja com sintomas de pressão alta ou arritmia cardíaca, é necessário procurar um cardiologista. Caso tenha queda de cabelo, o indicado é procurar um dermatologista.
No caso das doenças respiratórias, Dr. Alexandre alerta que há casos que precisam ser tratados a médio e longo prazo, por exemplo.

”Saímos de um quadro de crítico para doenças crônicas como leve cansaço, dificuldade de respirar ( dispneia) durante as atividades físicas. Lançamos mão da fisioterapia prolongada também para a volta do olfato e paladar, que podem persistir até três meses após o contato com o Covid-19. A principal meta é a melhorar a qualidade de vida do paciente”, ressalta o especialista.

Sobre o médico:
Dr. Alexandre Colombini é Otorrinolaringologista, formado pelo renomado Instituto Felippu e Membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial – ABORL-CCF. Suas áreas de atuação: Otorrinolaringologia clínica e cirúrgica com enfoque nas patologias nasais, cirurgia endoscópica, ronco e apneia.

Assessoria de Imprensa: Dicas, releases, LIVEs, entrevistas e áudios em geral. Andrea Feliconio-
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Móveis anticovid 19:  testes comprovam tecnologia em painéis de MDF

Eficácia é comprovada pela Quasar Bio, no laboratório de biossegurança de nível3 (NB3) do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP)

Antes da pandemia da Covid-19, design e qualidade eram algumas das principais preocupações ao planejar o mobiliário residencial, corporativo ou comercial. Agora, além disso, o cuidado com a saúde passou a ser um grande diferencial no design de interiores. A Guararapes, referência nacional na produção de painéis de MDF, é pioneira no uso de tecnologias que combatem o coronavírus. Desde 2015, a marca utiliza a tecnologia exclusiva NanoxClean® que elimina bactérias, vírus e outros microrganismos e tem ação vitalícia.

No ano passado, os painéis de MDF da Guararapes foram submetidos a testes que também comprovaram a eficácia da tecnologia ao inativar em poucos minutos 99,9% do vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19.  Os testes foram conduzidos pela empresa especializada Quasar Bio, referência em ensaios com SARS-CoV-2, e que possui seus laudos protocolados pelo Dr. Lucio Freitas Jr, especialista no assunto. Os ensaios foram realizados em laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e obedecendo às Boas Práticas de Laboratório (BPL).

Esse resultado se deve ao uso de NanoxClean®, patenteada no setor há mais de cinco anos pela Guararapes junto à Nanox®, startup brasileira referência no desenvolvimento de materiais inteligentes. Pensada inicialmente para evitar a proliferação de fungos e bactérias no MDF, a proteção já está presente em todo o portfólio decorativo da marca há cinco anos. Ou seja, móveis fabricados com MDF decorativo Guararapes a partir de 2015 já têm essa proteção. Outro diferencial: a tecnologia não é afetada pela limpeza diária, por isso tem ação vitalícia.

“Investir em tecnologia para desenvolver produtos de alta qualidade e inovadores, alinhados às necessidades de mercado, é uma de nossas propostas de valor. Quando desenvolvemos a proteção antimicrobiana para nossos painéis de MDF, em conjunto com a Nanox®, o objetivo era contribuir para ambientes mais saudáveis para os lares das pessoas. Com o surgimento da Covid-19, realizamos diversos estudos em conjunto com pesquisadores da Quasar Bio e da Nanox®, e conseguimos comprovar a eficácia de nossa tecnologia exclusiva e pioneira no setor”, explica Humberto Oliveira, gerente de Marketing da marca.

Como funciona

A tecnologia NanoxClean® cria uma barreira de proteção à base de nanotecnologia que quando está em contato com os agentes patógenos, inativa os vírus, fungos e bactérias. Isso se deve à propriedade natural de seu ativo, a prata, que já é conhecida por sua ação antibacteriana. No caso do SARS-CoV-2, a prata oxida a camada externa do vírus, eliminando-o da superfície.

A linha decorativa da Guararapes recebe a proteção NanoxClean® por meio de uma lâmina de melamina com as micropartículas de prata, que é prensada na superfície dos painéis de MDF.

 “Nós já conhecíamos a ação antiviral da nossa tecnologia, existem estudos inclusive que comprovam sua eficácia contra outros vírus como H1N1. Mesmo assim, como o novo coronavírus tem uma durabilidade maior que todos os outros em especial nas superfícies, foi muito importante comprovar essa efetividade com o próprio SARS-CoV-2. Dessa forma, com o uso da tecnologia podemos minimizar a contaminação cruzada – quando alguém assintomático toca uma superfície e, posteriormente, outra pessoa se infecta no mesmo local”, detalha Gustavo Simões, Co-fundador e CEO da Nanox®.

Passo a passo do teste

Os testes foram realizados através de amostras do MDF Guararapes com e sem a proteção NanoxClean®. Os produtos foram expostos ao SARS-CoV-2 por meio de uma imersão em tubos que continham grandes quantidades do vírus. Dessa forma, foi avaliada a capacidade do produto tratado de inativar as partículas virais em um intervalo de contato de 10 minutos e 30 minutos.

No período mínimo, a proteção já tinha eficácia de 68,4%. O ensaio ocorreu no ICB-USP, instituto responsável por isolar o SARS-Cov-2 no Brasil, e foi liderado pelo Dr. Lúcio Freitas Júnior, pesquisador da Universidade.

Gustavo Simões,

Estudo revela que teste rápido para Covid-19 criado na UFPR é mais preciso e rápido que padrão ouro

Pesquisadores do Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Setor Litoral, compararam a performance do teste imunológico para a Covid-19 desenvolvido pela equipe com a do teste Elisa tradicional (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay), considerado padrão ouro para ensaios imunológicos. A conclusão foi de que o método paranaense é mais preciso e mais rápido. Além disso, o estudo revela que a nova tecnologia tem potencial para ser utilizada em pontos de atendimento de saúde e pode ser adaptada para o diagnóstico de outras doenças. O coordenador do Laboratório, professor Luciano Fernandes Huergo, é responsável por conduzir a pesquisa.

O teste criado pelos cientistas da UFPR é uma adaptação do método Elisa tradicional. A diferença é que em vez de o processo ocorrer na superfície de uma placa de plástico, ele acontece em nanopartículas magnéticas revestidas com antígenos virais. A técnica permite a redução no tempo de reação (interação entre antígeno e anticorpo) proporcionando um procedimento mais rápido. Enquanto o Elisa tradicional leva cerca de três horas para apresentar o resultado, o novo método precisa de apenas 12 minutos e pode ser adaptado para testar até 96 amostras simultâneas, com o auxílio de sistemas robotizados disponíveis comercialmente, mantendo esse tempo para o resultado.

Como funciona
Para a realização do teste, é necessário um volume muito baixo de sangue, que pode ser coletado com uma lanceta igual à utilizada para o exame de glicose. São necessários apenas dois microlitros de fração solúvel, conhecida como soro, também sendo possível utilizar o sangue bruto do paciente.

Essa amostra é incubada com os antígenos virais que estão mobilizados na superfície de nanopartículas magnéticas. Após cerca de dois minutos nessa fase, são feitas etapas de lavagens e, em seguida, acrescenta-se um revelador, que é o responsável por alterar a cor do material caso haja reação positiva. Assim, se o paciente tiver desenvolvido anticorpos contra o coronavírus, a amostra apresentará uma coloração indicando o resultado positivo.

Geralmente, os anticorpos contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) atingem uma estabilização entre 11 a 16 dias após o início dos sintomas. No entanto, alguns pacientes produzem anticorpos detectáveis já entre dois a quatro dias após os primeiros sinais da doença. Por isso, esses testes imunológicos podem ser úteis como ferramentas adicionais para identificar pacientes na fase aguda da Covid-19 ou os que testaram como falso negativo no exame PCR. “A grande vantagem em relação ao teste rápido tradicional de imunocromatografia é que o resultado da cor no teste da UFPR é diretamente proporcional à quantidade de anticorpos. Ou seja, o ensaio fornece dados da quantidade de anticorpos e não apenas da presença ou ausência, como é o caso do teste rápido tradicional”, revela Huergo.

Comparação e metodologia
Para comprovar a eficiência do novo teste, os pesquisadores coletaram amostras de pacientes do Complexo Hospital de Clínicas (CHC) da UFPR que tiveram a Covid-19 confirmada por PCR. As amostras negativas foram obtidas no banco de doadores do hospital a partir do sangue coletado de indivíduos saudáveis em 2018.

O material colhido passou tanto pelo teste Elisa tradicional quanto pelo método criado na UFPR. De acordo com Huergo, no Elisa regular os testes dos pacientes positivos para Covid-19 mostraram forte reação com os antígenos, enquanto os negativos apresentaram uma pequena reação cruzada. Já na tecnologia baseada em nanopartículas magnéticas, os soros positivos mostraram forte reação com os antígenos e os negativos não apresentaram reação cruzada detectável.

“O nosso teste teve um desempenho melhor do que o Elisa clássico, especialmente para amostras com baixo título de anticorpos. O método classificou corretamente 49 das 50 amostras positivas de Covid-19 testadas e mostrou que não houve falsos positivos nas mais de 140 amostras negativas analisadas”, conta o professor. Apesar de uma maior precisão ser obtida com o uso de um leitor de microplaca, os resultados positivos e negativos podem ser observados por inspeção visual, sem a necessidade de instrumentação.Após uma revisão recente de diferentes técnicas sorológicas para o diagnóstico da doença, os pesquisadores concluíram que todos os métodos descritos exigiram muito mais tempo para fornecer resultados do que a tecnologia desenvolvida por eles. “Na literatura não há registros de um teste rápido imunológico para Covid-19 que forneça dados quantitativos tão rápido, com alta acurácia e com baixo custo. Acreditamos que a técnica possa representar um novo marco em testes imunológicos e que em breve deva substituir o Elisa tradicional, que já é empregado desde os anos 70 quando foi descrito pela primeira vez”, avalia Huergo.

Após uma revisão recente de diferentes técnicas sorológicas para o diagnóstico da doença, os pesquisadores concluíram que todos os métodos descritos exigiram muito mais tempo para fornecer resultados do que a tecnologia desenvolvida por eles. “Na literatura não há registros de um teste rápido imunológico para Covid-19 que forneça dados quantitativos tão rápido, com alta acurácia e com baixo custo. Acreditamos que a técnica possa representar um novo marco em testes imunológicos e que em breve deva substituir o Elisa tradicional, que já é empregado desde os anos 70 quando foi descrito pela primeira vez”, avalia Huergo.

Vantagens
Para a equipe de cientistas, o teste criado por eles tem muitas vantagens com relação ao teste imunológico padrão ouro utilizado atualmente. A primeira delas está associada à quantidade de material necessário para a análise: apenas de uma gota contendo dois microlitros de soro. É possível, ainda, utilizar o sangue total, ou seja, sem precisar passar pela etapa de separação da parte solúvel do sangue.

As reações podem ser interpretadas por inspeção visual, o que facilita a análise em pontos de atendimento, não sendo necessário levar para laboratório nem instrumentação específica. O tempo total de reação é 15 vezes menor que o do teste clássico, resultando em um exame muito mais rápido, que leva 12 minutos no total e pode processar centenas de amostras em poucas horas.

O antígeno, criado no laboratório da equipe, pode ser reproduzido em larga escala, sem a necessidade de instrumentação laboratorial sofisticada e com um custo muito baixo. Isso barateia o valor do teste, cujos insumos para produção devem custar aproximadamente R$5,00.

“Acreditamos que o método barato, rápido e quantitativo para detectar anticorpos humanos contra o SARS-CoV-2 descrito neste estudo pode ajudar a rastrear casos de Covid-19, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil. O ensaio requer instrumentação mínima em todas as fases da produção e está pronto para ser avaliado com maior número de amostras, bem como para produção em massa”, defende o pesquisador.

A tecnologia – que está disponível para parcerias de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e para transferência de tecnologia via Agência de Inovação UFPR – já teve o registro de patente depositado. Os cientistas estão em busca de parceiros para que a produção seja feita em grande escala.

Links úteis:Matéria UFPR: https://tinyurl.com/y5vxfe87
Artigo: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.26.20162255v1
Fotos: https://tinyurl.com/y3fhwz4n

MARCOS BERTOLDI ARQUITETOS & HABITAR A QUARENTENA

HABITAR A QUARENTENA

Sou um privilegiado. Minha profissão me permitiu trabalhar em casa. Passei a vida em home office, a novidade é o confinamento. Vivi grande parte da minha infância em casa e, ainda hoje, é o meu lugar de conforto, segurança e bem estar. Lugar onde preservo as minhas principais memórias, referências e encontros.

Quando comprei o meu primeiro laptop e passei a usá-lo para desenhar, me dei conta de que meu escritório seria onde estivesse. No ano de 2008, trouxe a atividade profissional para casa, inicialmente de maneira improvisada, com certo receio de que o escritório pudesse interferir na nossa rotina e privacidade. Rapidamente percebi que o tempo que eu economizava em deslocamentos, os custos de manutenção da antiga sede e a facilidade em ter o escritório próximo me recompensavam com sobras. Eventuais desvantagens de espaço e no recebimento de fornecedores e de clientes ainda deveriam ser testadas. Quando percebi que a situação não nos causaria nenhum embaraço, iniciei reformas e adaptações no térreo/subsolo da residência de modo a tornar os espaços mais agradáveis e salubres à nossa atividade.

Portanto, em tempos de SARS-CoV 2, estamos razoavelmente preparados, mental e fisicamente. Nossa equipe desmobilizou-se e todos agora trabalham de seus respectivos domicílios. Reuniões entre nós, clientes e fornecedores são feitas online, e têm se mostrado mais objetivas e igualmente eficazes.

O que virá de tudo isso não se sabe. “Fique em casa” é o novo mantra. Ainda lembraremos por muito tempo desta pandemia. O que vamos aprender – se é que aprenderemos algo, passado o susto – ainda é prematuro para se afirmar. Para alguns, nos tornaremos menos materialistas, desperdiçaremos e poluiremos menos, seremos mais solidários e cuidaremos melhor dos nossos entes queridos. A economia, finalmente, estará a serviço do homem – e não o contrário. Enfim, respeitaremos mais o planeta, a vida e o próximo. Assim espero.

P.S.: mesmo com o escritório acessível, bastando descer duas rampas, continuo trabalhando da sala da minha casa, onde tenho o nível necessário de introspecção e concentração.

Obesidade e coronavírus: pesquisa indica que pessoas acima do peso são mais propensas a desenvolver a forma grave da COVID-19

O consumo de alimentos saudáveis diminuiu durante a pandemia, passando de 37% para 33%, de acordo com dados da pesquisa ConVid, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a UFMG e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A ingestão de alimentos não-saudáveis — tais quais doces, congelados e embutidos — aumentou 63% entre jovens adultos, na faixa de 18 a 29 anos.

A Unicamp conduziu um experimento que indica que o coronavírus (Sars-CoV-2) pode ser capaz de infectar células adiposas humanas (as células que estocam gordura) e de se manter em seu interior. Esse dado pode ajudar a entender por que indivíduos com obesidade correm maior risco de desenvolver a forma grave da Covid-19.

Segundo a especialista em nutrição clínica e saúde da família e diretora-técnica do Nina Nutri Alimentos Saudáveis, Priscila Freiberger, não é de hoje que sabemos que é preciso evitar doces em uma alimentação saudável. “O consumo excessivo de açúcar é comparado a uma dependência química, quanto mais come, mais se quer comer”, afirma.

A vontade de comer doces, em alguns casos, pode ser comparada a vontade de usar drogas ou de beber para os alcoólatras. “Quando os consumimos, o açúcar eleva os níveis de glicose do organismo e estimula o pâncreas a liberar o hormônio insulina, que transforma a glicose em energia e estoques de gordura”, explica a nutricionista. “Quanto mais açúcar, mais a insulina terá dificuldades de fazer o seu trabalho. Com isso, uma grande quantidade de glicose pode ir para a corrente sanguínea e causar diversos problemas, entre eles a diabetes. Sempre que o pico de insulina baixa no corpo, vem a sensação de querer mais”, explica.

A dica é: moderação! Segundo a especialista, o açúcar não está presente apenas nos doces, ele é encontrado em alimentos como catchup, sucos, refrigerantes, pães e cereais. “É preciso ficar atento aos ingredientes dos alimentos que, muitas vezes, esconde o açúcar com diferentes nomes”, afirma. Por exemplo, a maltodextrina e a dextrose, substâncias de altíssimo índice glicêmico, sinônimos do açúcar, podem ser encontradas em caixas de hambúrgueres. “Você pensa que está consumindo apenas proteína, quando na verdade está, mais uma vez, ingerindo açúcar”, explica.

Evitar alimentos industrializados é a principal dica para manter a saúde e o peso corporal em dia. “A ingestão de farinha branca também eleva o índice glicêmico do corpo”, explica, lembrando que o consumo de proteínas garante saciedade por mais tempo, afastando a vontade dos doces a todo momento.

Além da obesidade, o consumo excessivo de açúcar também está ligado a doenças como depressão, alterações de humor, diabetes, aumento do risco de problemas cardiovasculares, hipertensão e até mesmo cânceres.

Sobre a Nina Nutri Alimentos Saudáveis:

Sob a curadoria da nutricionista Priscila Freiberger, especialista em nutrição clínica e saúde da família, o Nina Nutri Alimentos Saudáveis oferece produtos com foco na alimentação saudável, como vitaminas, suplementos, produtos veganos, além de alimentos, bebidas e cosméticos, com consultoria online para direcionamento e indicação dos melhores insumos de acordo com o objetivo de cada um, visando a nutrição saudável, bem-estar e qualidade de vida.

A eficiência na testagem da Covid19 salva vidas

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*Patrícia Munerato

O surto de Covid19 tem afetado social e economicamente países do mundo todo. Por ser tão complexa a situação, há muitas discussões acerca do surgimento do vírus, maneiras de retardar a propagação e as pesquisas para se descobrir a vacina. Porém, há um ponto de concordância entre as autoridades de saúde: a testagem em maior número possível do novo coronavírus é essencial para seu controle.

Em países como o Brasil, onde a doença ainda está em ascensão em diversas regiões, é fundamental realizar testes que tenham uma precisão na detecção do vírus, uma vez que um indivíduo contaminado com o Sars-CoV-2, o vírus da COVID-19, pode transmiti-lo para cerca de seis pessoas, muitas vezes antes mesmo de apresentar os sintomas mais agudos, ampliando exponencialmente a propagação do vírus, segundo o Disease Control and Prevention, o principal instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.

Em relação à tecnologia, há dois tipos principais de testes atualmente disponíveis para a diagnóstico do Sars-CoV-2: o RT-PCR (sigla em inglês que quer dizer Transcrição Reversa seguida de reação em Cadeia da Polimerase) e o Sorológico.

O RT-PCR consiste em um método laboratorial de diagnóstico molecular, ou seja, que detecta a presença do material genético do vírus. A amostra utilizada é obtida da mucosa das vias respiratórias. Ele é considerado o método padrão ouro, ou seja, o melhor e mais indicado para diagnóstico da COVID-19. E em meio a uma pandemia, com a enorme quantidade de casos confirmados e suspeitos, é imprescindível recorrer a um teste com qualidade e precisão diagnóstica.

A eficiência de um teste é avaliada por dois fatores: sensibilidade e especificidade. A primeira significa a capacidade de detectar o vírus mesmo em concentrações muito baixas. Em alguns infectados, especialmente aqueles em estágio pré-sintomático, a quantidade de partículas virais (ou cópias) pode ser muito baixa. O RT-PCR detecta a partir de 10 cópias do vírus, o que minimiza resultados falsos negativos. Já o conceito de especificidade está relacionado à capacidade de diferenciar “pedaços” do vírus da COVID-19 que não sejam semelhantes a de outros vírus. Em outras palavras, garantir resultado positivo quando houver a presença do Sars-CoV-2, apenas, e negativo em sua ausência, mesmo se houver infecção por outros vírus respiratórios. O RT-PCR tem a capacidade de detectar o vírus nos primeiros dias após o indivíduo o contrair, mesmo sem apresentar sintomas.

O outro tipo de teste, mencionado acima, é o Sorológico. E como ele funciona? Por meio da pesquisa de anticorpos (IgG e IgM) produzidos contra o SARS-CoV-2 numa amostra sanguínea.

O IgM, também chamado de anticorpo de fase aguda da doença, aparece quando a doença está em curso, e só é detectável após o oitavo ou décimo dia da infecção. O IgG, conhecido como anticorpo de memória imunológica, identifica se a pessoa foi exposta ao vírus e, por isso, produziu anticorpos em resposta à infecção. Embora capaz de distinguir infecção ativa (aguda) ou prévia (memória) da COVID-19, a sensibilidade dos testes sorológicos é bastante inferior à PCR. Por isso, a recomendação da OMS – Organização Mundial da Saúde e de autoridades de saúde, para diagnóstico da doença é o RT-PCR, descritos nos principais protocolos mundiais para detecção do novo coronavírus.

Atualmente, já é possível obter um resultado muito rápido do método RT-PCR – em menos de três horas, a partir da análise da amostra. Também há disponibilidade de testes para que o Brasil possa iniciar a testagem em larga escala, com o objetivo de auxiliar os governantes a tomarem as melhores medidas com relação à flexibilização do isolamento social, com um mapeamento preciso dos casos confirmados da Covd19 no país.

*Patrícia Munerato é diretora de Análises Genéticas da Thermo Fisher Scientific, empresa líder mundial em produtos e soluções científicas com presença no Brasil.

Harmonização corporal: como manter o corpo e mente em equilíbrio

Isolamento social aumenta casos de estresse, depressão e ansiedade aguda

Sintomas como estresse, fadiga, falta de libido, aumento de peso, insônia, perda de memória são realidade para muitas pessoas, ainda mais agora com o isolamento social. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse atinge 90% da população mundial e quase 70% dos brasileiros. Além disso, o Ministério da Saúde aponta que quase 20% da população do nosso país está obesa.

Nos últimos meses, em meio à pandemia, esses sintomas têm crescido entre os brasileiros. Um levantamento feito pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), em parceria com Matthew Stults-Kolehmainen, do Hospital New Haven, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostra que casos de depressão aumentaram 90% no intervalo de pouco menos de um mês, durante o isolamento social. A pesquisa aponta também que a prevalência de pessoas com estresse agudo subiu de 6,9% para 9,7% (aumento de 40%) e os casos de depressão saíram de 4,2% para 8%. Já os casos de crise aguda de ansiedade foram de 8,7% para 14,9% (alta de 71%). Além disso, dois novos estudos, um realizado na França e outro nos Estados Unidos, revelam que a obesidade é a condição crônica que mais leva pessoas a serem hospitalizadas pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Segundo a médica da Eden Clinic, Marcia Simões, um corpo em equilíbrio, junto a uma dieta balanceada, contribui para o controle de doenças crônicas, melhora da capacidade cognitiva e saúde em geral. “Muitas vezes o paciente tem insônia ou fica estressado constantemente e não procura ajuda médica. Essas doenças, se não tratadas, podem evoluir e se tornarem crônicas, como diabetes, hipertensão, hipotireoidismo, ansiedade, compulsão alimentar, anorexia, bulimia, depressão, transtorno bipolar, Alzheimer, entre outras”, alerta.

A harmonização corporal consiste em uma análise minuciosa dos níveis vitamínicos, minerais e hormonais do organismo, que identifica excessos ou falta de componentes que podem levar para o desenvolvimento dessas doenças. “Por exemplo: o paciente que tem falta de vitamina B no corpo, pode apresentar sintomas como cansaço, irritabilidade, inflamação na boca e na língua, formigamento nos pés e dor de cabeça”, explica. “A reposição desses componentes pode ser suficiente para manter a saúde em dia, com qualidade de vida. O ajuste corporal fornece uma melhora no funcionamento da parte cognitiva, disposição, foco, concentração, composição corporal e recuperação neural”, completa.

Os fatores analisados na Harmonização Corporal são a composição corporal; sintomas do trato intestinal - o intestino é um dos órgãos mais importantes do corpo, responsável por grande parte da produção hormonal, e também de serotonina, neurotransmissor importante no tratamento da depressão; saúde mental e a função cognitiva. “Um corpo em equilíbrio está preparado para o ganho de massa, diminuição de gordura e melhora da saúde em geral e, principalmente, para lidar com situações diversas, como essa que estamos vivendo agora, em meio à pandemia e isolamento social”, afirma.

Além da análise corporal, a saúde mental também está, muitas vezes, ligada a falta ou excesso de componentes no corpo. “O estresse faz a liberação acelerada de cortisol, adrenalina e noradrenalina, que reduzem o calibre dos vasos e, em longo prazo, potencializa o risco de hipertensão e arritmias cardíacas”, lembra. A falta de vitaminas como a B12 e minerais como o cálcio, ferro, zinco, ferro, ômega 3 podem causar falta de memória.

A médica lembra que é preciso manter os exames em dias e os níveis adequados de vitaminas, minerais e hormônios, para um dia a dia saudável com muita qualidade de vida. “É importante verificar os níveis do organismo pelo menos uma vez ao ano ou sempre que algum sintoma chamar a atenção, ou incomodar por mais de uma semana”, explica, lembrando que mesmo em tempos de isolamento social a prática frequente de exercícios físicos é crucial para o bem estar físico e mental.

Sobre a Eden Clinic:

Sob o comando da médica Márcia Simões Kornin, a Eden Clinic atua no desenvolvimento de um plano de ação individualizado para cada paciente, que prioriza a saúde, longevidade e qualidade de vida, por meio do tratamento da fisiologia e harmonização hormonal. A clínica oferece equipe multidisciplinar, com o objetivo principal do equilíbrio entre o corpo e a mente, com atendimento psicológico, nutricional e estético, e também consultoria esportiva presencial e online com personal trainer, além da técnica japonesa Seitai, que realiza a harmonização da estrutura óssea, auriculoterapia, e massoterapia, com o método Renata França e de liberação miofascial.

www.edenclinic.com.br

Atendimento médico em tempos de COVID-19

Como agendar uma consulta e realizar cirurgias com segurança em meio à pandemia

A pandemia do coronavírus trouxe muitas incertezas para a área da saúde. Consultórios e hospitais que eram lotados, hoje se encontram mais vazios - apenas os casos graves chegam até as emergências. Segundo o médico Bruno Legnani, as pessoas estão receosas de sair de casa, com medo do vírus, e optam por não irem até o médico, mesmo quando necessitam. “Ter um atendimento médico eficiente é um direito de todos e se o paciente julgar que precisa realmente se consultar, deve agendar e contar com a avaliação médica”, afirma.

Cirurgião plástico, o profissional teve uma redução de mais de 80% nas consultas e agendamentos. Porém, como especialista em cirurgias reparadoras e microcirurgia reconstrutiva, os procedimentos não param. “Realizo todos os dias cirurgias que não podem esperar, e os pacientes têm um atendimento seguro e eficaz”, afirma.

Todos os procedimentos seguem a Nota Técnica 6/2020, com orientações para a prevenção e o controle das infecções pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) durante a realização de procedimentos cirúrgicos, publicada no dia 30 de abril pela Anvisa. De acordo com o documento, toda a programação cirúrgica deverá ser revista em relação aos riscos, prioridades e recursos da unidade e as cirurgias eletivas não essenciais devem ser adiadas. “Não é o momento de fazer procedimentos que podem esperar. Estamos realizando diariamente as cirurgias necessárias, com todos os cuidados para garantir a segurança e saúde dos pacientes”, afirma Legnani.

No consultório, medidas foram tomadas para garantir a segurança de todos, de acordo com as orientações dos órgãos oficiais de saúde. As consultas espaçadas, para evitar contato entre os pacientes, e a higienização constante das áreas tocáveis, como maçanetas, sofás e materiais usados para a avaliação que já eram constantes, foram intensificadas. “Orientamos os pacientes a usarem máscara durante toda a consulta e higienizar as mãos com frequência, para garantir a segurança tanto do paciente como dos profissionais do consultório”, completa.

Sobre Bruno Legnani:

O médico cirurgião plástico Bruno Legnani possui título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), tem residência médica em cirurgia plástica e microcirurgia pelo Instituto Nacional do Câncer e fellow internacional em cirurgia plástica estética na Akademikliniken, na Suécia.

Ação Civil Pública contra a China pede R$ 420 bilhões de indenização em favor do povo brasileiro por pandemia do coronavírus

Este artigo não é em primeira mão. Foi publicado na Folha de São Paulo hoje.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2020/04/associacao-de-cabo-frio-pede-r-420-bilhoes-da-china-por-danos-ao-povo-brasileiro-pelo-coronavirus.shtml

O Consultor e Advogado Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa explica que essa ação judicial vem buscar reparar as perdas sofridas pelo povo brasileiro perante ao vírus produzido na China.

A Associação Comercial de Cabo Frio-RJ entrou com Ação Civil Pública contra a China e está pedindo na justiça uma indenização de 420 bilhões em favor do povo brasileiro devido aos desdobramentos da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) e os prejuízos à atividade comercial.

Segundo o advogado e consultor jurídico responsável pela ação, Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa, a ação busca a reparação dos danos causados pelo SARS-CoV-2, ou, popularmente conhecido como novo coronavírus à economia e a atividade comercial no Brasil: "como podemos observar, a atividade mundial parou. As pessoas começaram a se isolar em suas casas, como medida de prevenção e para evitar a disseminação do novo coronavírus, levando a demissões em massa e crise financeira, sem contar ainda os danos à saúde pública e as milhares de vítimas do covid-19 que vieram a falecer.”

Ação pede R$ 420 bilhões em indenização ao povo brasileiro

Segundo o advogado, busca-se também reparar os danos que os cofres públicos sofrerão com a pandemia: "De acordo com o Ministério da Economia, foi feita a revisão da projeção do PIB, em 2020, de 2,1% para 0,02%, como reflexo direto na meta de resultado primário, o que aumentou a previsão de déficit nas contas públicas para R$ 419,2 bilhões, devendo então, quem deu causa a isso, no caso a China, reparar o dano material.”

Análise detalhada e exemplo estrangeiro

Antes de protocolar a ação, o Dr. Anselmo Melo conta que houve intensa pesquisa: "Tomou-se muito cuidado para o ajuizamento da ação popular. Em conversa com a parte autora, bem como com a minha equipe de advogados, incluímos estudos médicos já feitos em diversos países do mundo e analisamos o histórico da China em relação à origem de novas doenças. Buscou-se, também preceitos internacionais e ações que outros advogados em relação ao mesmo caso, como foi o caso de dois escritórios nos Estados Unidos, o que nos impulsionou a fazer o mesmo trabalho aqui no Brasil.”

Ainda nessa esfera, o Dr. Anselmo Ferreira Melo Costa aponta como fundamentou a sua argumentação: “Há evidências de que a China é a grande responsável por esse cenário caótico que estamos presenciando em todo mundo e que precisa sim ser responsabilizada. Sabemos que será uma grande inovação no mundo jurídico e que não há notícias de ações similares no histórico do Direito Brasileiro. A petição foi fundamentada por meio de provas técnicas e informativas não resta dúvida que o Governo chinês foi negligente e imprudente, com nenhuma cautela para evitar tal propagação mundial, adotando atitudes flagrantemente abusivas.”

Possibilidade de golpe político questionada

O advogado também levanta a possibilidade da pandemia do covid-19 ter sido parte de um conluio político: “Acredita-se que por conta do pavor que assola a população neste momento, que está com medo de ser infectada, as pessoas ainda não se deram conta em toda a possibilidade disso ter sido um perfeito golpe político da China. Isso porque, entre várias evidências que mencionamos na ação, como o fato dos médicos que tentaram avisar a população terem sido todos silenciados pelo governo chinês, merecendo destaque o Dr. Li Wenliang, que chegou a realizar alertas à população quanto à existência e a gravidade da doença e foi detido pela polícia chinesa, sendo acusado de propagar boatos. Dias após, o mesmo se tornou uma vítima fatal do coronavírus.”

Também são apontadas questões geopolíticas para embasar a possibilidade de uma ação planejada: "O vírus começou a se espalhar em larga escala em um dos países centrais da Europa, a Itália, que está listada em primeiro lugar do ranking mundial de maior população idosa no mundo (ou seja, mortes em escala para causar pânico na Europa e consequentemente do mundo). Outro fato que chama atenção é que Rússia, um dos maiores países do mundo e que faz fronteira com a China, ter pouquíssimos casos de covid-19. Sabe-se que a relação entre os presidentes de ambos países vêm de longa data assim como suas diferenças com os EUA.”

Governo Chinês responsabilizado

A ação cita nominalmente, em face da República Popular da China, o presidente Xi Jinping, e a representação do país no Brasil, a Embaixada da República Popular da China em Brasília e o Embaixador, Yang Wanming: “Devido a negligência do governo chinês, são nítidas que as consequências da covid-19 vão além da saúde da população, havendo grande desfalque econômico, déficits nos cofres públicos, desemprego em massa, o que deixará toda população à míngua e, muito provavelmente, crise na saúde pública. O governo chinês precisa indenizar a população brasileira, pois tudo isto é fruto da negligência deles.”

Desemprego e quarentena

Na petição, o Dr. Anselmo Melo aponta que nem todos os trabalhadores brasileiros podem estar em quarentena e trabalhar a partir de suas casas: “Existem diversos setores onde não é possível atuar em home office. Logo, as máquinas estão paradas, as vendas encerradas, o dinheiro não gira, e as dívidas aumentam a cada hora. O que temos como resultado é um colapso total da economia, desemprego, grandes perdas e sofrimento em nosso país.”