Covid-19 ou Dengue? Na dúvida sobre os sintomas, saiba o que fazer e onde buscar ajuda

Causadas por vírus e com quadro clínico que vai de assintomático a grave, podendo evoluir para óbito, as duas doenças têm semelhanças que podem confundir os pacientes

A pandemia do novo coronavírus ofuscou outro problema de saúde pública no Brasil: a dengue. Endêmica no país, a doença é uma ameaça e merece atenção pelo crescimento no número de casos, por seus sintomas iniciais serem semelhantes à Covid-19 – o que acaba confundindo os pacientes – e requer cuidados por sua gravidade, já que é uma infecção viral que pode levar à morte.

No Paraná, segundo o boletim epidemiológico nº 27/2020-2021 da Secretaria de Saúde, o número de casos de dengue confirmados ultrapassa 8,6 mil desde agosto do ano passado, com 18 óbitos registrados até o dia 13 de abril. O Estado soma 51.599 notificações em 353 municípios e 10.471 casos estão em investigação.

Professor do UniCuritiba - instituição de ensino superior que faz parte da Ânima, uma das principais organizações educacionais do país - o biólogo Carlos de Almeida Barbosa diz que o combate à dengue exige um esforço coletivo, uma cooperação comunitária para a prevenção, feita basicamente por meio da eliminação dos criadouros do mosquito transmissor.

Além do crescimento no número de casos, outro aspecto preocupa. “Por sua sintomatologia semelhante à da infecção pelo agente viral SARS-CoV-2, responsável pela Covid-19, os pacientes ficam em dúvida na hora de procurar atendimento médico”, comenta.

Mestre em Ciências e doutorando em Tecnologia em Saúde, Carlos explica que a infecção provocada pelo vírus da dengue pode apresentar um espectro clínico variado, desde quadros assintomáticos até eventos graves como hemorragia, choque e risco de morte.

“Não existe tratamento específico para a dengue e os cuidados terapêuticos consistem em tratar os sintomas, combater a febre e, se necessário, fazer a hidratação por via intravenosa. O atendimento rápido para a identificação dos sinais e a intervenção médica ajudam a reduzir o número de óbitos”, alerta.

Alguns países já utilizam uma vacina contra a dengue, aplicada em indivíduos entre 9 e 45 anos previamente infectados e que habitam áreas endêmicas ou de risco. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a vacinação seja feita somente em regiões nas quais as condições epidemiológicas indiquem alto índice da doença. No Brasil, o imunizante está em uso desde 2015.

Sintomas e assistência médica

Os primeiros sintomas da dengue podem ser quadros febris variando entre 39ºC e 40ºC de início repentino, com persistência de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e erupções cutâneas, podendo ocorrer náuseas e vômitos.

No caso da Covid-19, os pacientes costumam apresentar febre, cansaço, dores no corpo, congestão nasal, dor de cabeça, de garganta, diarreia, perda de paladar e olfato, conjuntivite e erupção cutânea.

Em função da pandemia, a orientação é que as pessoas com febre persistente ou qualquer sintoma com características semelhantes à dengue ou Covid-19 entrem em contato com o serviço de saúde de Curitiba para uma triagem prévia, antes do deslocamento para atendimento presencial. O telefone é 3350-9000.

Depois da avaliação inicial, a central fará o direcionamento do paciente para o local adequado: uma unidade de atendimento Covid ou uma “unidade limpa”, para onde são encaminhados pacientes com outras doenças. No caso das consultas presenciais, os atendimentos são feitos nas Unidades Básicas de Saúde (UBs) (casos com sintomas leves e moderados) ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em situações graves.

O professor Carlos Barbosa explica que ao apresentar febre alta é importante buscar o serviço de saúde o quanto antes. “É difícil diferenciar inicialmente os sintomas, mas os profissionais de saúde estão habilitados a fazer a triagem. Um teste preliminar para o diagnóstico da dengue é a ‘prova do laço’, que serve como um indicativo.”

Dependendo do caso, continua o docente do UniCuritiba e especialista em Biologia Celular, são realizados outros exames como detecção de anticorpos, IgG e IgM, hemograma, coagulograma e testes com técnicas moleculares, como a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

Reinfecção e prevenção

A pessoa que já teve dengue não está livre de sofrer uma nova infecção. Isso porque existem quatro sorotipos do vírus em circulação no Brasil e, para estar totalmente imune, seria necessário entrar em contato com todos eles. “O problema é que a cada contágio com um novo sorotipo, os sintomas podem ser mais intensos e os riscos de desenvolver uma forma mais grave de dengue são altos”, adverte o biólogo.

Uma das diferenças entre a dengue e a Covid-19 está na forma de transmissão. Enquanto o coronavírus é transmitido de pessoa para pessoa, a dengue depende de um vetor, o mosquito da espécie Aedes aegypti. “Neste caso, dizemos que é um arbovírus, um vírus transmitido por artrópodes”, explica o professor.

Para conter o avanço da dengue é necessário eliminar os criadouros do mosquito transmissor, que se prolifera em locais com água parada. A orientação é inspecionar vasos de plantas, manter o quintal limpo, evitando o acúmulo de entulhos que possam reter água e vedar reservatórios e caixas d’água.

Jasmine Consumo de snacks saudáveis cresce 50% durante pandemia

Aumento de peso e problemas de saúde provocaram mudança de hábitos alimentares

Que a alimentação mais saudável é benéfica para o corpo, saúde e mente todos sabem. Mas, mesmo com o mercado de alimentos saudáveis oferecendo ampla variedade de produtos, após um ano de pandemia, o que se constatou foi o aumento do peso médio da população e uma disparada dos problemas de saúde relacionados à falta de exercícios físicos e a má alimentação.

Por outro lado, algumas pesquisas mostram que boa parte dos brasileiros está "virando a chave" e inserindo na rotina algum tipo de esporte e passando a consumir produtos saudáveis no lugar de ultraprocessados e hipercalóricos. Segundo levantamento desenvolvido pela RG Nutri, em parceria com a Techfit, e divulgado em abril, 78% dos brasileiros entrevistados passaram a se preocupar com a alimentação e mudar seus hábitos alimentares. Outra pesquisa que reforça essa tendência é da Kantar Ibope, que aponta que o consumo de snacks saudáveis teve um crescimento de 50% durante a pandemia no Brasil, França e Reino Unido.

Ainda que os dados apresentem um cenário positivo, o consumo de alimentos ultraprocessados ainda é elevado. A Global Health Advocacy Incubator, entidade que trabalha pela defesa de políticas de saúde pública e na redução de mortes e doenças, tem realizado pesquisas e campanhas para ajudar a reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados no mundo todo. Um trabalho que também já vem sendo realizado há alguns anos pelas indústrias de alimentos saudáveis para ajudar a combater um problema que foi apontado pela OMS como uma epidemia mundial de obesidade. Ao todo, são mais de 300 milhões de pessoas que estão acima do peso no mundo.

Entre as causas apontadas por especialistas estão a ansiedade e a falta de tempo para adotar uma rotina mais regrada. Porém, segundo a engenheira de alimentos Melissa Carpi, o setor de produtos saudáveis evoluiu muito nos últimos anos. "Antigamente, as pessoas não tinham muitas opções de alimentos saudáveis industrializados. Claro que frutas e legumes podem ser consumidos como lanches ou em refeições leves, mas, em tempos de pandemia, em que estamos 100% em casa, a variedade é importante", explica.

Atualmente, as pessoas dispõem de produtos prontos, os chamados "snacks”, que oferecem sabor e qualidade, com mais nutrientes e menos calorias. "Com a evolução das tecnologias e dos insumos, conseguimos desenvolver alimentos saudáveis com muito sabor e praticidade. É importante que as pessoas que possuem hábitos ruins de alimentação busquem realizar mudanças na dieta para uma forma mais saudável e utilizem produtos como os snacks, sabendo identificá-los lendo os rótulos dos produtos. É essencial ter na despensa itens de fácil consumo, mas que sejam benéficos à saúde”, argumenta a gerente de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos.

Como exemplos de snacks para a rotina diária, Melissa cita os cookies e as granolas, as berries, os nuts, as frutas desidratadas e até mesmo as bolachas doces sem açúcar. "A cada dia, as pessoas se surpreendem com a variedade e com o sabor dos alimentos saudáveis", reforça.

Alimentação Saudável começa na infância

As mudanças bruscas na rotina dos pequenos por conta da pandemia podem afetar a saúde e trazer consequências a longo prazo. Uma pesquisa realizada em 2020 na Itália e publicada no periódico Obesity, acompanhou 41 crianças por um mês e comparou o comportamento delas em relação ao mesmo período do ano anterior. Foi constatado que as crianças comeram, em média, uma refeição a mais por dia durante o homeschooling e aumentaram significativamente o consumo de bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados, como bolachas, salgadinhos e outros.

“Na nova rotina da casa, os adultos estão trabalhando em home office e boa parte das crianças no ensino remoto. Para os pais, é difícil manter o controle de tudo que as crianças com mais de quatro ou cinco anos consomem. Por isso, o controle começa no supermercado e, claro, no exemplo que eles dão aos filhos. Mas algumas dicas interessantes são deixar as crianças menos tempo em frente a telas, estabelecer horários regulares das refeições, implementar a prática de exercícios físicos e reservar um tempo para o lazer, como jogos e livros. São medidas essenciais para termos uma vida mais saudável'', finaliza Melissa.

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Mais informações: www.jasminealimentos.com

Campanha que mobilizou grandes nomes do futebol entra em nova fase para ajudar famílias durante pandemia

Ação do Instituto Futebol de Rua conta com apoio de ídolos da música, como Nando Reis, para que a mensagem chegue além do âmbito do futebol

Grandes nomes do futebol e da música estão se unindo para ajudar crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social numa campanha promovida pelo Instituto Futebol de Rua, ONG nascida na Comunidade de Heliópolis (SP) e que atende mais de duas mil e quinhentas crianças, de 34 cidades, de 19 estados brasileiros. Alex, Alexandre Pato, Jô, Rogério Ceni, Kaká, Amoroso, Dorival Júnior e outras estrelas do futebol ajudaram na primeira fase da campanha Virando o Jogo, iniciada em abril de 2020, que realizou 37 ações no decorrer do ano.

Apenas no ano passado, foram distribuídas mais de 14 toneladas de alimentos, sopas, lanches, além de gás de cozinha, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza e outros itens essenciais para famílias impactadas pela pandemia. Porém, com o agravamento da situação no Brasil, a necessidade de auxílio nas comunidades em situação de vulnerabilidade social aumentou. Por isso, o Instituto acaba de dar o pontapé inicial na segunda fase do projeto.

Para o fundador do Futebol de Rua, Alceu Natal Neto, a iniciativa faz parte dos valores da instituição. "Desde que nascemos, há 14 anos, sempre trabalhamos para ajudar as crianças a construírem um futuro melhor. É um trabalho gratificante e foi mais gratificante ainda vermos o apoio que recebemos no ano passado. A ideia dessa nova etapa é aumentar o número de pessoas beneficiadas. Todas as doações são bem-vindas, desde alimentos e produtos, até o suporte de empresas que podem ajudar com quantias em dinheiro", ressalta.

Além de grandes nomes do futebol, a campanha "Virando o Jogo - Segundo Tempo" também contará com a ajuda de estrelas da música, como o cantor Nando Reis, que vão divulgar a iniciativa para seus fãs, nas redes sociais. “Nosso embaixador Carlinhos Neves foi quem trouxe a ideia de mobilizar jogadores, técnicos e até artistas nessa causa. Nesse momento, precisamos usar a influência e o alcance de todas as pessoas para fazer o bem”, explica Alceu. Os vídeos das estrelas que apoiam a campanha são postados nas redes sociais do Instituto Futebol de Rua e nos próprios perfis dos ídolos.

Quem quiser ajudar nessa causa, pode realizar as doações com data e horário marcados na sede do Instituto, em Curitiba. Além disso, a instituição também recebe contribuições financeiras para a compra de donativos, além de oferecer a possibilidade de parcerias com empresas e indústrias.

Confira os vídeos dos apoiadores da campanha nas redes sociais:

Instagram @institutofutebolderua

Facebook www.facebook.com/futebolderua.org/

Serviço:

Campanha Solidária - Instituto Futebol de Rua

Doações: alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza.

Data: de acordo com agendamento ou atraves do link https://ebanxbeep.com/instituto-futebol-de-rua/virando-o-jogo-2-tempo

Local: Sede do Instituto - Rua Antônio Moreira Lopes, 190 - Cajuru, Curitiba - PR.

Conta bancária: Instituto Futebol de Rua

CNPJ: 08.607.847/0001-40

Banco do Brasil

Agência: 1518-0

Conta Corrente: 28234-0

Sobre o Instituto Futebol de Rua

Criado em 2006, o Instituto Futebol de Rua é uma organização sem fins lucrativos que utiliza o esporte, a educação e a cultura como ferramentas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Presente em 19 estados, 34 cidades e com mais de dois mil e quinhentos beneficiários, o Instituto conta com metodologia exclusiva que alia aulas de formação humana ao futebol de rua.

Voluntários em hospitais se reinventam durante pandemia

Visitas virtuais por meio de robôs e confecção de máscaras a distância estão entre as iniciativas adotadas no isolamento social

Com a pandemia do coronavírus, a busca por ações sociais aumentou no ano de 2020. Uma pesquisa divulgada pelo Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), ainda antes do encerramento do ano, já indicava que o volume de doações dobraria no ano passado, em comparação com 2019. O estudo também apontou que houve uma mobilização maior para ajudar com recursos ações na área da saúde, principalmente no combate à Covid-19. Especialistas em ação social apontam essa mobilização como um legado da pandemia que deve se expandir nos próximos anos.

Mas e para quem tinha no contato e nas visitas in loco as principais ferramentas de ajuda? O ano de 2020 foi certamente de reinvenção para esses apaixonados pelo voluntariado. O aposentado Márcio Zeni é voluntário do Hospital Universitário Cajuru há 15 anos e conta que a presença de um voluntário, com toda a sua energia e atenção, é uma forma de diminuir o estresse e os traumas que muitos pacientes têm durante o período de internação. “A presença de voluntários comprometidos com a humanização do atendimento, com tempo, olhos e ouvidos à disposição, serve para diminuir o estresse do paciente. Esse olhar para o ser humano, com carinho e respeito transmite ao paciente maior segurança e conforto. É para isso que dedicamos nosso tempo e nossas energias”, diz.

Mas, durante o período de isolamento social, o trabalho dos voluntários em ambiente hospitalar foi suspenso para preservar a saúde dos envolvidos e, com isso, a conversa, a animação e as risadas passaram a fazer falta nos quartos e corredores dos hospitais. A coordenadora do voluntariado do Hospital Universitário Cajuru, Nilza Maria Brenny, conta que nesse momento foi preciso que o trabalho se reinventasse. “Com a pandemia, a presença dos voluntários foi evitada. Mas, a nossa vontade de ajudar os pacientes que estavam lá dentro foi maior do que toda essa situação. Então nós mudamos e adaptamos as atividades para que cada voluntário pudesse contribuir de forma remota, na segurança do seu lar”, revela.

E, se nesse momento está proibido o contato físico entre as pessoas, os robôs entraram em cena para aproximar voluntários e pacientes virtualmente. Desde maio de 2020, o Róbios é o novo integrante do Cajuru. Com um tablet na altura da cabeça, o robô sai pelos corredores levando os voluntários de forma remota até os pacientes. São mais de 320 voluntários que atuam no hospital, desde grupos de palhaços, músicos e até cachorros que agora, por causa da pandemia, fazem suas apresentações à distância com o auxílio do robô Róbios.

Em cinco meses de trabalho fazendo as visitas com o robô três vezes por semana, foram em média 2100 atendimentos em quartos com os grupos de palhaços e cerca de 60 com os músicos, além das visitas diárias para os pacientes nas UTIs. Para Nilza, essa é uma forma de levar alegria para os pacientes e ainda diminuir a saudade dos voluntários. “As pessoas que estão internadas sentem falta desse cuidado, dessa atenção e carinho. Quando os voluntários chegavam, a alegria era contagiante. E agora, com o Róbios, nós podemos levar esse conforto para os pacientes de forma segura. Sem falar que os próprios voluntários sentem falta desse contato no dia a dia”, revela.

A falta para os voluntários

Márcio é voluntário no Hospital Universitário Cajuru desde a fundação do grupo, em 2006. Em 15 anos de trabalho, pelo menos duas vezes por semana ele acompanhava os pacientes pelos corredores do hospital, empurrando a cadeira de rodas entre o quarto, a sala de exames e os passeios no jardim. No caminho, conversas, histórias e risadas. Rotina que ainda segue suspensa. “O serviço de voluntariado foi interrompido para preservar pacientes, colaboradores e voluntários. Está sendo uma experiência única, o contato físico do dia a dia faz muita falta, todos nós fomos impactados. Nosso desejo é um retorno seguro e o mais breve possível ”, afirma.

Outra forma de manter os voluntários ativos mesmo com as restrições, foi a produção de máscaras de proteção. Cerca de 76 mil máscaras foram confeccionadas e distribuídas para pacientes internados, familiares, acompanhantes, visitantes e funcionários dos setores administrativos. “Como tínhamos essa necessidade de ter mais máscara, e tudo era muito caro, o hospital resolveu comprar o tecido para que a gente ajudasse a confeccionar. E, com isso, nós criamos o grupo de costureiras Mãos Que Transformam. Um grupo ficava encarregado de pegar os tecidos no hospital e levar até a casa dos voluntários. Quando prontas, traziam as máscaras para o hospital e, então, a gente distribuía entre as equipes”, diz Nilza.

Como ajudar

O processo é simples para quem deseja doar parte do seu tempo e se tornar um voluntário no Hospital Universitário Cajuru. Basta agendar uma entrevista por meio do telefone (41) 3271-2990 para que a equipe possa avaliar o candidato e ver qual atividade se encaixa de acordo com o perfil e disponibilidade de horários. Os voluntários também participam do projeto “Acolha Novos Voluntários” que ajuda os candidatos a conhecerem as missões e valores do hospital.

Já quem não tem disponibilidade e mesmo assim quer contribuir, existem diversas formas de colaborar com o hospital: boleto bancário, depósito em conta corrente ou por meio da conta de energia elétrica (Copel).

Empresas também podem fazer suas doações e deduzi-las até o limite de 2% do seu Lucro Operacional Bruto, confira mais informações no site http://www.hospitalcajuru.org.br/doacao/ ou pelo telefone (41) 4042-8374.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Street 444 muda modelo de negócio para se adaptar à pandemia

A casa no Batel muda conceito para restaurante, com cardápio assinado por Adriano Sadowick e inova com o serviço de cafeteria

“Foi um ano de muitos desafios. Da noite pro dia, vimos nossas portas fecharem e nosso faturamento ir a zero. Tivemos que pensar rápido para achar uma solução para não encerrar as atividades”, comenta o sócio-proprietário do Street 444, Marcelo Santana.

E foi da noite pro dia, também, que o badalado bar no coração do Batel, conhecido por estar sempre cheio e com música ao vivo de qualidade, virou um sofisticado restaurante, com um menu delicioso criado pelo então chef do Alessandro e Frederico, e agora sócio do Street 444 e chef da casa, Adriano Sadowick. Além de Sadowick, os colaboradores do extinto restaurante passaram a integrar também a equipe da casa.

“No Street 444 consigo criar semanalmente sugestões diferentes para os clientes, que estão cada vez mais exigentes e preocupados com qualidade”, afirma o chef. O menu habitual da casa contempla os famosos torteli de costela, de brie, mignon com risoto de parmesão, além das pizzas que são feitas artesanalmente, com farinha especial e ingredientes frescos. Para o verão, um cardápio que tem frutos do mar e ingredientes leves, ideais para os dias mais quentes.

Café - O ST 444 lançou neste mês seu novo serviço, junto à unidade da Presidente Taunay: o ST 444 Café, que funciona das 10h às 18h, de segunda a sábado. O cardápio contempla diferentes tipos de cafés da Lavazza, para curtir a qualquer momento do dia. Entre eles, o expresso tradicional, carioca, cappuccino, latte tradicional ou com chantilly e caramelo, entre outras sugestões. Para acompanhar, os queridinhos de preferência nacional: pão de queijo, pão na chapa e misto quente. O cafezinho pode ser degustado tanto na varanda, nos dias de calor, quanto no espaço interno.

Conforme decreto 520 da Prefeitura de Curitiba, o Street 444 funciona de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h (café), 12h às 15h (almoço) e das 19h às 23h (jantar), na Alameda Presidente Taunay, 444. Quem preferir, o restaurante atende diariamente na modalidade delivery pelo telefone (41) 3044-0444 ou pelo iFood, e também na modalidade take away.

Dia da Mulher: Conheça histórias inspiradoras de empreendedoras, gestoras e investidoras que se superam durante a pandemia

Em um ano que surpreendeu o mundo, mulheres enfrentam barreiras e desafios para "darem conta" de todas as responsabilidades; muitas delas estão à frente do mercado de trabalho

Embora o mercado de trabalho esteja mudando e as empresas estejam se preocupando com ambiente e políticas mais igualitárias, as mulheres ainda não dominam os cargos de liderança. Um levantamento da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontou que o Brasil ocupa a 25ª posição na lista de países com mulheres em cargos de chefia. A mesma entidade avaliou 115 países e concluiu que 39% dos cargos de gestão na América Latina e no Caribe são ocupados por mulheres.

Com a pandemia e com o fato de que muitas mulheres carregam a responsabilidade de, além de serem profissionais, também cuidarem da casa e dos filhos, a presença feminina no mercado de trabalho sofreu sérias privações. Segundo dados do IBGE, no terceiro trimestre de 2020, em torno de 8,5 milhões de mulheres tinham deixado a força de trabalho. Especialistas chamam a crise econômica de “she-cession” por estar impactando, principalmente, o mercado de trabalho para as mulheres.

Porém, muitas empresas e mulheres seguem na contramão dessa disparidade no ambiente trabalhista e assumem cargos de liderança ou que são tradicionalmente ocupados por homens, ou até mesmo são donas do próprio negócio e investem para ter independência financeira e alto poder aquisitivo. Conheça algumas dessas histórias inspiradoras:

Mulheres dominam setores inteiros da indústria: Com sede em Castro (PR), a Vapza mantém um quadro de funcionários composto por 364 colaboradores (dados de janeiro de 2021). Desse total, 46,9% são mulheres, mas o que chama mais atenção é a distribuição dos cargos por sexo: das 34 lideranças existentes na empresa, 20 são femininas – o que corresponde a 58,8%.

Além disso, existem setores compostos exclusivamente por mulheres, sendo eles o Financeiro, a Qualidade, o Refeitório e o Comércio Exterior. No setor de higienização, atuam 22 pessoas, sendo 8 mulheres e 13 homens. Nos últimos anos, a área tem sido coordenada por mulheres. Segundo os colegas de trabalho, a gestão feminina é carregada de competência e atenção aos detalhes, não só com a execução das atividades, mas com o bem-estar de cada colaborador.

A gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, Andreia dos Santos, faz parte do quadro de funcionários da Vapza há 20 anos. Ela iniciou a carreira como assistente de qualidade no controle de produção, passou para área de P&D e foi técnica comercial, até assumir o cargo de gerente da área.

Mulheres são maioria em rede de fast-food e em cargos de liderança: a participação de mulheres em cargos de gerência nos restaurantes do McDonald’s no Brasil já chega a cerca de 60%. No Paraná, essa média sobe para 64%, pois são 33 mulheres que ocupam o cargo de Gerente de Unidade de Negócios nos 52 restaurantes do estado.

Uma dessas profissionais é Caroline Rettig, de 33 anos, atual Gerente do Méqui do Shopping São José, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, onde é responsável por liderar 34 funcionários. Professora por formação, Caroline entrou na rede há quase nove anos, como Trainee, e com muita dedicação e empenho foi crescendo na empresa até atingir a posição que ocupa hoje. Para que isso fosse possível, fez cursos como ‘O profissional antifrágil - muito além da resiliência’ e ‘Arte de Liderar’, que a própria companhia oferece aos funcionários, e que foi responsável por ampliar sua habilidade em lidar com os desafios que o atual cargo exige. Durante a pandemia, se desdobrou ainda mais para manter a excelência em todas as áreas de sua vida, já que é casada e tem quatro filhos.

A presença de mulheres nos cargos de liderança na Arcos Dorados aumentou de 45% para 47%, no comparativo entre 2019 e o panorama atual. A empresa figura no ranking GPTW Mulher por suas iniciativas voltadas ao público interno feminino. Entre essas, estão rodadas de conversa nos restaurantes, abordando a importância da presença feminina no mercado de trabalho e incentivando a candidatura às oportunidades abertas dentro da empresa.

Empreendedorismo feminino: Cleonice Walsikoski ocupou altos cargos em grandes empresas, mas quando optou por não mudar de cidade para ficar com a família, se viu desligada do mercado corporativo, e foi quando colocou em prática o sonho de empreender. Assim, há quatro anos, surgiu a Segredos da Cleo, loja voltada principalmente ao ramo de pijamas e lingeries, localizada no Alto da XV Mall.

A empresária conta que decidiu atuar nesse segmento porque é algo que sempre gostou, mas tomou segurança em investir, de fato, após muita pesquisa e diversas consultas com o Sebrae. “Eu estudei muito e investi em algo que gosto para ajudar mulheres a recuperarem a autoestima por meio da lingerie funcional”.

Ela também diz que, quando começou, trabalhava sozinha e lidava com todas as funções que comandar um negócio exige. Por isso, passou por muitas experiências até chegar no modelo ideal. Hoje, com um bom faturamento mesmo na pandemia, Cleo ressalta o sonho de ter uma marca própria. “Meu objetivo é estar à frente de um projeto social que, com lingeries funcionais, volte a dar confiança e autoestima às mulheres mastectomizadas”.

Setor financeiro com liderança feminina: A área financeira é, geralmente, comandada por homens. Mas na GT Building, a gestora do setor é Claudia Meira, que está na companhia desde sua fundação, em 2019.

Ela iniciou carreira no setor financeiro e rapidamente identificou que seu perfil tinha tudo a ver com o segmento. Após anos dedicados à área, participando de desafios e projetos, diz ser gratificante estar à frente do departamento e que encara como conquistas diárias. “Mesmo tendo respeito dos demais líderes e equipe, existem situações que ainda precisamos ‘lembrar’ que temos competência e experiência para liderar e dividir informações. Mas, com tempo e persistência conquistamos, sim, nosso espaço”.

Na GT Building, dos 36 funcionários exclusivos da incorporadora, 24 são mulheres, o que representa 67% do quadro total.

Mulheres estão mais ativas em importantes decisões: As mulheres estão cada vez mais assumindo o poder de decisão na hora de concretizar grandes compras. Segundo a Caixa Econômica Federal, em 2014, 37% dos financiamentos aprovados eram delas. Na Construtora e Incorporadora Pride, durante 2020, 41,1% das vendas foram para mulheres.

“É cada vez maior o número de mulheres chefes de família e responsáveis pelas contas da casa. Acredito que isso seja reflexo do empoderamento feminino e participação ativa nas decisões e planejamento familiar”, destacou a sócia da empresa, Bárbara Almeida.

A Construtora e Incorporadora Pride possui 41% de todo o seu corpo técnico formado por mulheres, que vão desde a área administrativa até a direção da companhia. Elas também estão presentes nas obras em cargos muitas vezes ocupados por homens. Sibele Dranka, é técnica de segurança do trabalho há quase 2 anos, assim como a maioria das mulheres, já enfrentou o preconceito, mas soube driblar com muita competência e apoio da empresa.

Sibele destacou que mesmo em um ambiente majoritariamente masculino, é importante nunca perder a feminilidade. “Eu faço questão de sempre estar com uma maquiagem, um rímel e lápis nos olhos, muitas vezes, mesmo de máscara, estou de batom. Acredito que assim, demonstro todo orgulho que tenho em ser mulher”, enfatizou.

Representatividade feminina: A Mondelēz International, líder mundial em snacks e dona de marcas como Lacta, Trident, Halls, Club Social, Bis, Oreo e Tang, anuncia seu compromisso para promover o avanço em diversidade, inclusão, representatividade e pertencimento em todas as áreas em que atua no Brasil.

Entre as principais metas estão cumprir com 50% de cargos de liderança ocupados por mulheres até 2023 e aumentar o número de pessoas pretas e pardas dentro da empresa ainda em 2021. Atualmente a Mondelēz Brasil, além de já cumprir com a equidade salarial, também possui 45% dos cargos de liderança, a partir de gerente, ocupados por mulheres, reforçando o seu compromisso com a equidade de gênero.

Um exemplo disso, é a gerente de manufatura da planta de Curitiba, Cibele Souza, que administra todas as quatro unidades fabris de produtos e lidera mais de 1.500 funcionários. Cibele iniciou na companhia como estagiária em Vitória do Santo Antão, Pernambuco. Em mais de 10 anos, Cibele passou por vários setores até chegar em um dos cargos mais altos na planta de Curitiba. Outro exemplo é Flavia Sebastiani. Ela é diretora de todo supply chain do Brasil, cargo normalmente liderado por homens. Flavia organiza toda a cadeia de produção, manutenção e suprimentos do Brasil.

Investidoras e conselheiras em startups ganham mais visibilidade: Foi a partir da necessidade de conhecer mais sobre inovação, novas dinâmicas de tecnologia e negócios digitais que Maria Cristina Ricciardi e Patricia Rego ingressaram no programa de Certificação para Conselhos de Inovação (C2i), do Gonew. Ambas destacam que a busca constante por conhecimento e qualificação tem sido fundamental para o sucesso de suas carreiras.

Após trabalhar 30 anos na área financeira, Maria Cristina Ricciardi conta que a sororidade - ajuda mútua entre mulheres - foi essencial no início da sua trajetória como investidora anjo. “Em 2017, tive a oportunidade de conhecer várias mulheres que me ajudaram e me indicaram formações. Nos cursos do Gonew ampliei meu networking com empresárias e diretoras que hoje são minhas amigas”. A investidora ainda conta que apenas 5% dos investidores anjos no Brasil são mulheres. “São menos de 700 profissionais que atuam nesse mercado no país. Uma geração que precisou ser autodidata, mas que está abrindo espaço para outras muheres”, explica.

Já para Patricia Rego, conselheira certificada em inovação pelo Gonew, as empresas estão adotando uma postura mais humana, principalmente com as mulheres. Mas ainda é preciso de iniciativas concretas para alcançar um mundo mais igualitário. “As equipes precisam ser multidisciplinares, a liderança das empresas precisa ter a participação de mais mulheres e os conselhos de administração devem apostar mais no público feminino. Quando temos essa diversidade entre homens e mulheres, a empresa ganha em produtividade”. Patricia ainda conta que o conceito “lifelong learning” faz parte de sua carreira e que “é muito importante estudar sempre, principalmente nesses últimos meses com a pandemia, em que tivemos que aprender a desaprender e reaprender coisas novas”, completa.

Mulher no setor elétrico - uma profissão em ascensão: Formar-se em Engenharia Elétrica é um dos maiores desejos de Leila de Nazaré Amador Maciel e, foi por isso, que ela veio para Curitiba. Nascida em Belém do Pará, Leila, que hoje está com 42 anos e trabalha como auxiliar de eletricista, sempre teve interesse pela área e, há um ano, teve a chance que tanto queria. “Sempre gostei de engenharia e foi através do Grupo Noster que tive a oportunidade de trabalhar com isso. Entrei na empresa trabalhando como auxiliar de limpeza, mas durante este período aproveitei para fazer um curso profissionalizante no SENAI e, quando surgiu uma vaga, eles me deram essa chance”, conta feliz.

De acordo com a auxiliar de eletricista, um dos maiores desafios que enfrentou durante o curso foram os olhares de desconfiança. No entanto, isso não foi motivo para desistir. “ Eu era a única mulher da turma e os homens me olhavam como quem dizia: o que você está fazendo aqui? Ainda bem que isso tem diminuído. Agora existe mulher fazendo de tudo e, tudo o que quisermos fazer, podemos fazer”, afirma.

Leila conta que hoje se sente mais feliz por estar atuando na área e que no ambiente de trabalho nenhum de seus colegas a tratam com indiferença. “Faço de tudo um pouco ao que se refere a minha área e isso me faz eu me sentir muito valorizada. Sou a única mulher, mas meus colegas me respeitam. Quando surgiu a vaga cheguei a pensar que pudesse ser recusada por ser mulher, mas foi muito diferente do que imaginava. O Grupo Noster me deu todo apoio necessário e eu sou muito grata. Esta é a profissão que escolhi para minha vida e, por isso, pretendo ir mais a fundo e cursar uma faculdade de Engenharia Elétrica, para poder continuar fazendo o que tanto amo”, finaliza.

Docway anuncia trabalho remoto e tem vagas abertas para todo o país

Referência em soluções de saúde digital para empresas e operadoras de saúde,
a startup está à procura de profissionais multifuncionais

CURITIBA, 26/02/2021 – Referência em soluções de saúde digital para empresas e operadoras de saúde, a Docway cresceu 600% em 2020 na comparação com o faturamento do ano anterior. A expansão aconteceu na esteira do isolamento social, que acelerou a transformação digital em muitos segmentos, incluindo o da saúde, com destaque para a telemedicina. O crescimento exponencial da companhia fez também dobrar seu quadro de funcionários. Além de romper as fronteiras do cuidado da vida com a digitalização da saúde, a empresa optou também por derrubar as fronteiras geográficas na contratação dos seus colaboradores. Atualmente, 25% dos funcionários contratados não moram na capital paulista, cidade sede do escritório da Docway.

A liberdade de poder morar em qualquer lugar do mundo, combinada com a possibilidade de aumentar a diversidade e cultura da empresa, ampliando sua visão de negócio, é uma estratégia de atração de talentos na visão de Marcello Alvarenga, CFO e Diretor de Gente e Gestão. Com processos de recrutamento adaptados para a versão online, a startup está com vagas abertas para todas as regiões do país, incluindo oportunidades para quem deseja trabalhar de casa, no modelo home working, mesmo após o fim da pandemia. “Estamos à procura de profissionais que possam contribuir no desenvolvimento da Docway, independentemente de suas origens e formações. Desta forma, promovemos times diversos, porém com valores compartilhados”, conta Marcello.

Para viabilizar o recrutamento de pessoas de Norte a Sul do Brasil, a Docway firmou parceria com uma empresa de entregas, garantindo mais segurança e transparência às negociações. “Mesmo à distância, conseguimos contratar pessoas, enviar o kit de boas-vindas e fazer toda a gestão da equipe”, explica. “Dependendo do cargo, definimos uma periodicidade de visitas à sede, sempre com todas as despesas custeadas pela empresa. Buscamos um modelo sustentável e coerente com as necessidades e expectativas do gestor e dos colaboradores”, complementa.

Além das vagas já abertas para home working, diversos funcionários já contratados também tiveram a oportunidade de voltar para suas cidades de origem. “Não é mais necessário morar na capital paulista para trabalhar em uma empresa de saúde e tecnologia referência no país”, aponta. Atualmente, a Docway conta com colaboradores atuando à distância, nas áreas de tecnologia, enfermagem, jurídico, marketing e gestão de pessoas. Segundo Marcello, a expectativa é quebrar todas as fronteiras na contratação e, em breve, expandir também para a atuação no exterior. “Ainda que proporcionalmente não tenhamos muita gente de fora, as portas estão abertas”, afirma.

Pós-pandemia

“Até 2020, precisávamos estar no escritório porque lá estavam todos os equipamentos e recursos necessários para viabilizar nosso trabalho. Hoje, tudo o que precisamos é portátil e tem custo razoavelmente acessível”, diz. Marcello conta que ainda estão analisando a necessidade – ou não – de manter a sede fixa no pós-pandemia. “A gente ainda vai ter equipes médicas realizando atendimento, temos uma grande equipe de operação, então o que estamos observando é se faz sentido ter um escritório para alguns casos. Outra ideia é ter uma sede com posições rotativas, na qual apenas duas pessoas de cada cargo estarão atuando presencialmente a cada dia”, explica.

Neste momento, o principal objetivo da empresa é usufruir dos polos tecnológicos localizados nas demais regiões do país, principalmente no Nordeste. “O maior desafio da Docway é romper barreiras tecnológicas”, aponta. “Se temos a oportunidade de aproveitar as demais regiões do Brasil, porque se ater apenas ao mercado paulistano? Essa nova forma de contratação nos propiciou atrair novos talentos em regiões com menos oportunidade de emprego, por exemplo”, complementa.

Vagas abertas

A Docway está com oportunidades abertas para colaboradores de todas as regiões do país, em diversas áreas: Back end Pleno; Executivo Comercial (Closer); Back end Sênior; Engenheiro de Dados Pleno; Product Owner Pleno; Analista de Dados Sênior; e UI Design Pleno. Para saber de todas as vagas, acompanhe a página oficial da Docway no LinkedIn. Para se candidatar, os interessados devem enviar um e-mail para vagas@docway.com.br, colocando o nome da vaga no título.

Para mais informações, acesse o site www.docway.com.br.

Jasmine & Quatro alimentos que ajudam a controlar a ansiedade na pandemia

Estudo revela que cerca de 80% da população brasileira se tornou mais ansiosa com a chegada do novo coronavírus

Medo, apetite desregulado, alteração de sono, tensão muscular e preocupações em excesso são exemplos de sintomas que podem estar relacionados a transtornos de ansiedade. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil já era o país mais ansioso do mundo antes da pandemia, com cerca de 8,6 milhões de pessoas que sofrem com a doença. Contudo, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), após o início da pandemia, aproximadamente 80% da população brasileira se tornou mais ansiosa, enquanto em outros países a média é de 30%.

Segundo a engenheira de alimentos Erika de Almeida, a alimentação balanceada é uma alternativa para ajudar a diminuir e controlar a ansiedade. “Magnésio, cálcio e triptofano são exemplos de nutrientes que aumentam a produção de serotonina, conhecida como o hormônio da felicidade. Outros nutrientes como ômega-3 e selênio, por exemplo, contribuem para um melhor funcionamento do organismo, ajudando a melhorar os sintomas da ansiedade. Alimentos saudáveis podem ser uma grandes aliados neste cenário”, explica a analista de Pesquisa e Desenvolvimento da Jasmine Alimentos, empresa especializada em alimentos saudáveis.

Confira cinco alimentos que ajudam a controlar a ansiedade.

Castanha-do-Pará

Rica em selênio, a castanha-do-pará contribui para reduzir inflamações, que são comuns em pessoas que sofrem com transtornos de humor. Outro benefício das castanhas é a vitamina E, com propriedades antioxidantes, que ajudam a prevenir danos celulares e são benéficas no controle da ansiedade. Além de ser consumida in natura, as Castanhas-do-Pará podem ser encontradas em cookies e granolas, por exemplo.

Banana

Com alto teor de triptofano, a banana é uma importante aliada na produção de serotonina, que ajuda no alívio da depressão e dos sintomas da ansiedade. A fruta também é rica em potássio, nutriente que também pode ajudar a reduzir os sintomas de estresse e ansiedade.

Chia

A chia é rica em ferro, aminoácidos e vitamina B, essenciais para o bom funcionamento da saúde cerebral. Também são fonte de fibras e ômega-3, que ajudam a diminuir os sintomas da ansiedade. Ela pode ser consumida em grãos, como farinha, ou na composição de receitas como biscoitos, bolos e pães.

Frutas cítricas

A vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol e promove o bom funcionamento do sistema nervoso. O hormônio costuma ser liberado em resposta ao estresse e à ansiedade, transmitindo para todo o corpo. A ingestão de frutas cítricas também está relacionada com o aumento da imunidade.

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Plantas auxiliam no controle da ansiedade e mercado ganha força durante a pandemia

Em tempos de isolamento social e ao permanecer mais em casa, muitas pessoas passaram a valorizar ainda mais o contato com a natureza, a iluminação natural e o bem-estar proporcionado pelas plantas. Criar um "cantinho verde" em casa nunca foi tão desejado.

Isso porque estar em contato com as plantas ajuda no controle da ansiedade, os aromas emitidos pelas flores nos auxiliam a ter um sono mais tranquilo e a reduzir o estresse e o cansaço mental, de acordo com um estudo divulgado na revista Preventive Medicine Reports.

Cultivar plantas virou um hobby para muitas pessoas - em ambientes de trabalho ou no home-office - a vegetação contribui para a redução do nível de estresse e para o aumento do nível de concentração. Sem contar, que torna os espaços sempre mais aconchegantes.

Filipe Bender, supervisor do curso de Garden Design do Centro Europeu, explica que os jardins podem ser feitos em todos os espaços, sejam nas sacadas, em áreas externas ou internas. "Não precisa necessariamente acontecer em casas gigantes, com jardins gigantes. O garden está em interiores também, com paredes verdes, jardins verticais e pequenas hortas", afirma.

A profissão de Garden Designer está tão em alta quanto a atividade, tendo em vista que o profissional atua na elaboração de projetos aliando a estética com o meio ambiente, com o objetivo de tornar os ambientes mais agradáveis. "Com a pandemia aumentou a preocupação em relação à biofilia [harmonização das plantas com os espaços]. Hoje é muito estranho quando vamos a um café ou a um restaurante e não tem uma planta, por exemplo", ressaltou Bender.
Ele reforça ainda que a presença de vegetação natural, por mínima que seja, provoca um grande bem-estar emocional, além de melhorar a qualidade do ar e trazer mais energia.

A maior parte dos profissionais que atuam nesta área realiza o projeto de jardim levando em consideração questões como a escolha da espécie, necessidade de irrigação, privacidade e o risco de espinhos em plantas que serão colocadas em residências em que existem crianças, por exemplo.

Crescimento - Segundo o Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR), os produtores de plantas e flores chegaram a registrar aumento de 20% durante esse período e o setor espera um crescimento de 5% para 2021, impulsionado pelas vendas voltadas para a ornamentação das casas.

Atualmente o Brasil conta com 8,2 mil produtores de flores, cerca de 15 mil hectares de área cultivada e três mil variedades de flores produzidas no país, que figura entre os 15 maiores produtores do mundo, ainda de acordo com o Ibraflor.

Além disso, um belo jardim traz valorização a um imóvel. "Quando fazemos um belo jardim em uma casa o valor cresce muito. hoje as pessoas querem muito esse garden. Quando um casal se muda para uma casa a primeira preocupação é o jardim, não é só por questão estética, mas também por questão emocional".

Curso de Garden Design - O Centro Europeu oferece o curso de Garden Design, com três meses de duração, e que - após as aulas - permite a entrada imediata do aluno no mercado de trabalho. "Ensinamos questões teóricas e práticas, no final do curso o aluno desenvolve um projeto real que pode ser para uma casa, um restaurante ou uma escola primária", explica o supervisor.

Entre os temas abordados estão questões básicas de jardinagem, tipologia das plantas, software de projetos e questões financeiras em relação ao mercado de trabalho. "Hoje há um espaço muito bom para esse mercado porque ainda não tem tanta concorrência e o público está valorizando muito", ressalta.

Para inscrever-se no curso, que começa no dia 24 de março, com aulas presenciais duas vezes por semana, acesse: www.centroeuropeu.com.br

Link do estudo citado: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2211335516301401

Como o mercado de luxo mudou com a pandemia: Empresas de locação atendem aos mais diferentes pedidos

"Festas são mais exclusivas e com o dobro de segurança contra o coronavirus", diz CEO da Pugachev Concierge

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Nos últimos anos a locação tem sido uma tendência no Brasil e o setor tem visto muito espaço para crescer. Mas o que chama a atenção, dentre as opções de locação, está a de aluguel de carros de luxo e serviços. Antes requisitada apenas para eventos grandiosos como casamento, aniversários e outros, muitos estão alugando carros de luxo apenas para uma experiência ou até se exibir nas redes sociais. De olho nesse mercado, a Pugachev Luxury Concierge, destacou os pedidos mais inusitados que vem recebendo de clientes brasileiros quando se trata de eventos. A empresa está sediada em Miami, mas devido a tantos clientes brasileiros, Mark Pugachev, CEO da Pugachev Services, não nega seu desejo de abrir uma filial no Brasil.

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"Os pedidos mais inusitados sem dúvidas são de brasileiros, porque eles adoram ostentar para aqueles que ficaram no Brasil. Já me pediram para fazer uma cerimônia com o Cirque de Soleil para que um cliente pedisse a mão da namorada em casamento", alertou.

A empresa também afirma que já recebeu pedidos para fazer uma festa de aniversário nas pirâmides do Egito com todos os carros de luxo da empresa em volta. "Acho que esse foi o pedido mais insano de todos", diz o CEO.

Ele disse que uma das principais diferenças agora durante a requisição de serviços para eventos, é que todos exigem o número máximo de teste de Covid 19, então devem correr atrás de toda a burocracia para atender a todos.

A empresa disse que já realizou diversos desejos inusitados inclusive oferecer toda a frota de carros em uma locação para um grande cliente. "Queremos ser o Gênio da Lâmpada e realizar qualquer desejo das pessoas, isso não vejo problemas, desde que seja na legalidade".

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Fotos: Divulgação | CO Assessoria Steffany Gomes

Devido a pandemia, o processo de ensaio da peça A Quarta Zaragata Porvindoura foi adiado

. Com isso, adaptamos o texto para uma linguagem online onde a peça A Quarta Zaragata Porvindoura (Do Sonho ao Caos), através de quatro atos independentes, usa da metalinguagem para contar a saga de artistas de um espetáculo futurista prestes a estrear. Transitar entre as fronteiras da realidade e da ficção, do ator e do personagem, explorando os limites dramatúrgicos. Tensões que encontram potência justamente na experiência, aprofundando a reflexão sobre o teatro online (experimentando-o) onde o campo de visão, a montagem e recursos de edição serão usados para contar uma história aumentando as possibilidades cênicas. Um enquadramento que ressignifica a ação, uma mudança de cenário que fornece novos signos nos propõe um modo de ver. Tendo como cenário a fazenda onde acontece a montagem do espetáculo, a plateia se verá imersa nas justaposições e tensões sobre o tempo real e o ficcional, passado e presente, realidade e sonho. A peça dentro da peça, como em Hamlet de Shakespeare, Um Grito Parado no Ar de Gianfrancesco Guarniere ou ainda em Seis Personagens à Procura de um Autor de Luigi Pirandello.

FICHA TÉCNICA

Texto: Bruce de Araujo

Direção: Georgette Fadel

Elenco: Bruce de Araujo / Carol Garcia / Eduardo Speroni / Felipe Frazão / Georgette Fadel / João Vancini / Sarah Lessa / Vilma Melo

Direção de Produção e Produção Executiva: Rafael Faustini

Co-Podução: João Vancini

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem / Edição: João Gabriel Hidalgo

Som Direto: Juliana Santana

Direção de Arte: Gabriel de Stéfani, Sarah Lessa e Helena Casal de Rey

Diretor Assistente: Eduardo Speroni

Assistente de Direção: Paula Azevedo

Assistente de Produção: Vinícius Meneguzzi

Catering: Alice Carvalho

Apoio: Salete Francisco Furtado

Pós Produção: Terra Roxa Filmes

Realização: Faustini Produções

SERVIÇO:

A QUARTA ZARAGATA PORVINDOURA – DO SONHO AO CAOS

Estreia do ATO IV - 02 de dezembro – 22h - “O QUE A ÁGUA ME DEU”

Duração por ATO: 30 minutos aproximadamente

Classificação indicativa: 14 anos

Canal YOUTUBE: youtube.com/channel/UCIpr4bXAXYXf_b6jWuQva_Q?view_as=subscriber

Evento ON LINE gratuito

Mercado de confeitaria, bolos e tortas exige inovação e mantém demanda durante a pandemia

Festas na caixa, pequenas comemorações e muitos bolos enviados como presentes para adoçar a tarde de alguém querido. Essas foram algumas das mudanças provocadas pela pandemia para quem trabalha com doces e precisou se reinventar nesse período de isolamento social.

O levantamento da Wise Guy Reports aponta que o mercado global de confeitarias e doces deve apresentar constante crescimento durante os próximos anos. Em 2018 foi avaliado em mais de US$ 1.9 bilhão e tem previsão de chegar a US$ 2.5 bilhões até o final de 2025.

De acordo com a chef Karen Ranalli, professora do curso de Cake Design do Centro Europeu, o mercado de bolos não ficou sem demanda, mesmo com a proibição da realização de grandes eventos na pandemia.

"Foram várias pequenas festas realizadas, comemorações em família. A vontade de celebrar e fazer um café com os familiares foi bem importante nesse período e muitas datas foram valorizadas. Muitos estão em home office e sentem vontade de comer um docinho ao longo do dia ou mandar um presentinho para alguém que gosta e está isolado", explicou a especialista.

Com o objetivo de capacitar os profissionais para atender a demanda do mercado em diferentes situações, o Centro Europeu, escola referência em gastronomia na América Latina, lança a 6ª edição do curso de Especialização em Cake Design, com as principais técnicas em Pâtisserie Design da Europa.

O curso ensina as novas técnicas e conhecimentos alinhados com as principais tendências do mercado, com aulas 100% práticas e tem duração de uma semana. "É um curso no qual você aprende desde fazer as massas, recheios, estruturar os bolos até a sua decoração final. É bem completo, pois ensinamos as técnicas e aplicações em pasta americana, Buttercream, Drip Cake e Semi Naked Cake além das tendências que estão em alta no segmento da confeitaria design ", explica Karen.

Entre os conteúdos da especialização, estão modelagens artísticas, decoração com pastilhagem, habilidades artísticas e estruturas de bolo e técnicas de cobertura.

A Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip) divulgou dados (2018) que mostram que a maior parte dos negócios do ramo são micro e pequenas empresas, o que aumenta a possibilidade de sucesso do confeiteiro autônomo.

"O Curso é seguramente uma porta aberta para o ingresso no mercado de trabalho ou uma opção para empreender no ramo da confeitaria artística.", afirma a chef.

Atividades físicas são indispensáveis para a imunidade durante a pandemia

O Educador Físico do Santa Mônica Clube de Campo, Gabriel Nappi, dá dicas importantes sobre os cuidados que devem ser tomados ao frequentar a academia

A pandemia ainda afeta muito o cotidiano das pessoas e impõe uma série de cuidados para a realização de atividades físicas. Exercitar-se é fundamental para ter uma vida mais saudável, pois ajuda a aumentar a imunidade e a evitar aqueles quilos indesejados. Não praticar exercícios físicos pode ser um risco para o surgimento de doenças crônicas associadas ao sedentarismo, como problemas cardíacos e obesidade. E, essas condições tornam o indivíduo mais propenso aos efeitos do coronavírus, potencializando os riscos de casos graves e de morte.

Conforme mostra uma análise promovida pelo Banco Mundial e publicada no Obesity Reviews, a obesidade chega a aumentar cerca 50% o risco de fatalidade entre pacientes com Covid-19.De acordo com dados do IBGE, um em cada quatro adultos brasileiros está obeso. Essa proporção mais que dobrou em 17 anos. Em 2003, o índice era de 12,2%. Já, no levantamento de 2019, saltou para 26,8% de adultos obesos. Além disso, 61,7% da população de 20 anos ou mais estão acima do peso.

Para evitar que esse número seja ainda maior, já que esse levantamento não levou em conta o período da pandemia, as pessoas precisam adotar um estilo de vida mais saudável. E, o exercício físico é um dos mais importantes aliados nesse processo. “A atividade física melhora a saúde de várias formas: reduzindo o risco de doenças crônicas como hipertensão e diabetes e diminuindo a gordura corporal, além de combater o estresse, a ansiedade, melhorar a autoestima e, de quebra aumentar a imunidade”, comenta o professor de educação física do Santa Mônica Clube de Campo, Gabriel Nappi.

Cuidados ao utilizar a academia na Pandemia

Muitas pessoas ainda têm receio de frequentar a academia. Segundo Gabriel Nappi, é possível realizar atividades para manter a saúde e boa forma, com todos os cuidados necessários para o momento. Na Academia do Santa Mônica, clube onde o profissional trabalha, os protocolos de segurança estão sendo respeitados à risca, para garantir o bem-estar e saúde dos frequentadores.

O profissional ressalta a importância dos cuidados que todos devem ter ao voltar a frequentar uma academia. "Fique atento à temperatura do seu corpo; Higienize as mãos e os calçados; Use máscaras; Lave sempre bem as mãos; Higienize os equipamentos; Mantenha distanciamento de 1,5 m; Evite o uso do celular enquanto se exercita; Use toalha individual no treino; Prenda os cabelos, se o seu for comprido ; Leve a sua própria garrafa de água; Não extrapole 60 minutos de atividade; Não utilize o chuveiro e evite ter contato das mãos com boca, olhos e nariz", diz.

Gabriel comenta ainda que o Santa Mônica Clube de Campo segue os protocolos exigidos pela Secretaria de Saúde de Colombo, e que ainda não liberou as atividades coletivas, como pilates solo, ginástica, dança e alongamento.

Venda de imóveis de alto padrão cresce durante pandemia

Alta do setor entre maio e julho foi de 43%, de acordo com Abrainc. Em Curitiba, empreendimento recém-lançado pela A.Yoshii Engenharia surpreende, com 64% das unidades vendidas

De acordo com o balanço da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) divulgado no início de outubro, a venda de imóveis de médio e alto padrão teve alta nos últimos meses. Os dados mostram que o total de unidades vendidas nesse segmento, em julho de 2020, foi 34,8% maior do que no mesmo mês em 2019. Quando considerado somente o resultado líquido, sem os distratos, o aumento foi de 43,2%.

O levantamento também aponta que os lançamentos de imóveis registraram alta de 38,2% em julho. Em Curitiba (PR), o Grupo A.Yoshii lançou recentemente o Talent, um edifício de alto padrão, que já está com 64% das unidades vendidas. O gerente de unidade da construtora em Curitiba, Erick Takada, conta que a segurança em todo o processo de venda 100% online e estudos de comportamento do consumidor fizeram com que os clientes se sentissem valorizados e confiantes na hora de investir. "Além da alta qualidade de nossos produtos, investimos fortemente nas soluções tecnológicas e digitais e estamos colhendo os frutos", celebra.

Outra estratégia de sucesso foi a campanha de lançamento do empreendimento, que contou com a participação de grandes destaques da cidade - referências em áreas como moda, comportamento, bem-estar, gastronomia e beleza.

Compradora de uma unidade do Talent, Lidiane Dalaqua de Paula explica que, “mesmo com a pandemia e dificuldades no cenário econômico, consegui realizar um dos meus maiores sonhos. No processo de vendas e visita ao showroom, me deparei com um trabalho que envolve excelência e me identifiquei com o empreendimento e com a marca. Realmente, fiquei muito impressionada com a construtora e a qualidade em todos os processos”, comenta.

O quinto empreendimento da construtora em Curitiba, tem 19 andares e está localizado em uma das áreas mais valorizadas da cidade, o bairro Água Verde. As unidades possuem 146 ou 157m² privativos e varanda, um diferencial que vem ajudando a alavancar as vendas, conforme pesquisa recente da Imovelweb. Outra tendência que está presente no Talent são os ambientes integrados e amplos.

“Muitas famílias buscam estabelecer residência no bairro Água Verde, por sua localização estratégica e facilidade de acesso a outros bairros. O edifício chega para suprir essa busca e apresenta, junto a um design contemporâneo, pontos muito desejados, como a sacada ampla com churrasqueira”, reforça o gerente.

O empreendimento, que fica ao lado do Clube Curitibano, oferece ainda estrutura completa de lazer, com espaço fitness, espaço família, brinquedoteca, playground, mini quadra esportiva e salão de festas.

Mais informações: https://www.talent.ayoshii.com.br/.

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br

União Brasileira de Compositores convida artistas para série de lives que apoiam a campanha “Juntos Pela Música”

Russo Passapusso, do grupo BaianaSystem e Hyldon são alguns dos participantes desta semana. A programação colabora com fundo financeiro criado para auxiliar profissionais do meio musical durante a pandemia.

Desenvolvida no início do período de quarentena pela União Brasileira de Compositores com transmissões em seu perfil do Instagram, a Janela UBC é uma série de lives que conecta profissionais de diferentes áreas da indústria musical ao grande público. De 12 a 15 de outubro, receberá sempre às 16h Sandra de Sá, Russo Passapusso, Hyldon e Iuri Freiberger no link http://www.instagram.com/ubcmusica/ .

Criado pela UBC, o fundo Juntos Pela Música visa auxiliar financeiramente profissionais da indústria musical que foram severamente prejudicados pelas consequências da pandemia da Covid-19. Em seis meses de campanha, a organização arrecadou mais de R﹩ 1,7 milhão através de doações realizadas via Benfeitoria, plataforma brasileira de crowdfunding. Aqueles que quiserem continuar ajudando a iniciativa podem doar diretamente para a instituição, por meio de depósito. O valor conquistado tem sido capaz de ajudar aproximadamente 1.057 famílias pelo curso de 4 meses, e foi alcançado graças à parceria de matchfunding feita com o Spotify, que como parte de seu programa global de suporte, intitulado Covid-19 Music Relief, dobrou as doações recebidas pela UBC até agosto.

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Abrindo a programação da semana, na segunda-feira, 12/10, às 16h, a cantora Sandra de Sá entrevistará o produtor, compositor e cantor baiano Hyldon, responsável por sucessos como "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda" e "As Dores do Mundo", que foram popularizados por nomes como Kid Abelha e Jota Quest. O artista começou sua carreira musical aos 14 anos e ganhou reconhecimento na década de 1970, integrando a tríade da soul music brasileira juntamente com Tim Maia e Cassiano. A conversa faz parte do quadro "Música Preta Importa", no qual todas as segundas-feiras Sandra convida uma personalidade marcante para a cultura negra no país.

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As entrevistas prosseguem na terça-feira, 13/10, às 16h, quando Elisa Eisenlohr, Gerente de Comunicação da UBC conversa com Iuri Freiberger sobre aceleração de carreiras artísticas e o Projeto Impulso, iniciativa da organização para auxiliar artistas, a qual oferece mentoria, capacitação, networking e um aporte monetário para seguimento do trabalho. Iuri, além de ser produtor musical desde a década de 1990, é mestre em Design Estratégica, e também tem experiência como gestor público, professor universitário e gestor de projetos.

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Quarta-feira, 14/10, é a vez do cantor e compositor baiano Manno Goés receber o duo OutroEu, composto pelos músicos Mike Tulio e Guto Oliveira. O conjunto teve início no programa Superstar, da Rede Globo, e em sua formação inicial havia outros dois integrantes. O grupo ficou em terceiro lugar da edição de 2016 do reality show, assinando com o selo SLAP. Em 2017 lançaram seu primeiro álbum, "OutroEu" e passaram a se apresentar como uma dupla, tendo participado em um single da dupla Anavitória. No ano passado passaram a fazer parte do casting da Universal Music Brasil e lançaram o EP "Encaixe", que conta com a faixa "Não Olha Assim para Mim", parte da trilha sonora da novela "Amor Sem Igual", da emissora Record.

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Encerrando a programação desta semana, na quinta-feira, 15/10, às 16h, a cantora Paula Lima conversará com Russo Passapusso, frontman do grupo BaianaSystem. O músico é dono de uma voz e estilo marcantes que têm feito enorme sucesso ao redor do país nos últimos anos, tanto em seus trabalhos com a banda, vencedora do prêmio de melhor álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa da edição de 2019 do Grammy Latino, quanto em sua carreira solo. Desde 2008, Russo trabalhou juntamente com artistas como Margareth Menezes, Gilberto Gil, Curumin, Manu Chao e Elza Soares.

Sobre o fundo "Juntos Pela Música"

A pandemia do Covid-19 acertou em cheio a indústria da música. A proibição da realização de eventos estancou quase por inteira a fonte de renda de milhares de artistas. A crise afeta também a arrecadação de direitos autorais por execução pública, que terá queda de R﹩ 140 milhões em 3 meses, segundo o Ecad. Diante deste cenário, a União Brasileira de Compositores (UBC) e o Spotify lançam o fundo "Juntos Pela Música", que remunerará artistas que enfrentam dificuldades financeiras. O fundo nasceu com R﹩ 1 milhão, sendo R﹩ 500 mil da UBC e outros R﹩ 500 mil do Spotify, destinados a milhares de artistas afetados pela quarentena.

Para ampliar o alcance dos benefícios, as entidades abriram a campanha para doações da sociedade civil, através de uma plataforma de crowdfunding, a Benfeitoria, mas já alcançaram a meta estipulada no início do projeto, que conseguiu apoiar 1.057 famílias. Agora a campanha segue para a fase dois: aqueles que quiserem continuar contribuindo com a causa poderão fazer suas doações por meio de depósito direto para a organização, por meio da conta da UBC no Banco Santander: agência 0057, conta corrente 13005545-5, CNPJ 33.576.166/0001-00. Após a doação, solicita-se que seja enviado um comprovante para o e-mail comunicacao@ubc.org.br, para que o valor seja contabilizado.

O movimento faz parte do projeto global " Spotify COVID-19 Music Relief ". A empresa irá igualar as doações arrecadadas via crowdfunding, em parceria com a UBC, para atender os artistas. Neste caso, o Spotify se compromete a equiparar a doação em 1:1. Para cada real doado pela sociedade, a empresa doará o mesmo valor, além do aporte inicial de R﹩ 500 mil, até o limite do seu programa global de ajudas do gênero.

Atualmente, a campanha já soma mais de R﹩1,6 milhão. O valor arrecadado ajudará 1.057. 896 músicos já foram aprovados para receber o benefício de R﹩1.600, divididos em 4 parcelas.

Sobre a UBC

A União Brasileira de Compositores - UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.

A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 30 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras. Para mais informações: Elisa Eisenlohr: elisa.eisenlohr@ubc.org.br / Whatsapp: (21) 99746-4047

SERVIÇO - JANELA UBC

Transmissão: http://www.instagram.com/ubcmusica/

Data: 12/10 (segunda-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Sandra de Sá e Hyldon

Data: 13/10 (terça-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Elisa Eisenlohr e Iuri Freiberger

Data: 14/10 (quarta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Manno Goés e OutroEu

Data: 15/10 (quinta-feira)

Horário: 16 horas

Convidados: Paula Lima e Russo Passsapusso

Como a consultoria de imagem pode ajudar a recuperar a autoestima no pós-pandemia

Ilse Gaedke, consultora de imagem, dá dicas para começar a retomar a rotina de se arrumar para trabalhar, mesmo mantendo o trabalho remoto

Comando News, setembro de 2020 - A pandemia do novo coronavírus afastou as pessoas dos ambientes de trabalho, escola, academia e tantas outras atividades externas por meses. Desde meados do mês de março, a casa passou a ser o ambiente central da vida de milhões de brasileiros. Essa mudança forçada de hábitos fez com que o estilo e a necessidade de roupas mudassem junto. “Durante a pandemia as pessoas estão preferindo roupas, calçados e acessórios mais práticos e confortáveis. A tendência comfy deve permanecer no pós-pandemia, com roupas e acessórios que transitem bem em diversos ambientes, mantendo sempre o conforto e praticidade sem perder o estilo”, explica Ilse Gaedke, consultora de imagem pessoal.
Porém, esse período usando apenas roupas despojadas, pode impactar a autoestima. Muitas pessoas têm se sentido desmotivadas para se vestir, uma vez que a recomendação ainda é para sair de casa somente se necessário. “Minha dica é estabelecer uma rotina diária que ajude a retomar, mesmo que aos poucos, o hábito de se arrumar para sair. A ideia é ir voltando ao normal e procurando restabelecer a vontade de elaborar mais o visual do dia-a-dia”, sugere Ilse.

A consultora de imagem ainda reforça que em termos de estilo não existe certo e errado e que cada pessoa tem o seu. “A nossa missão é fazer com que a pessoa se sinta bem em sua melhor versão de apresentação pessoal. Para isso, é importante ter a cabeça aberta para receber as informações e, a seu tempo, colocar em prática os ajustes propostos no processo de consultoria de imagem”, finaliza Ilse Gaedke.
Sobre Ilse Gaedke

Consultora de imagem desde 2017, quando fez transição de carreira da área de gerenciamento de projetos, Ilse Gaedke já ajudou dezenas de pessoas com seu método exclusivo de trabalho. Em seus atendimentos, Ilse faz análise de estilo e cores, análise facial e visagismo, etiqueta, montagem de visuais, orientação para compra de peças sempre de forma objetiva e levando em consideração o perfil de cada cliente.

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