Música Solidária – no palco de casa

Em março de 2020 e em meio a tantas notícias trágicas, eis que algo belíssimo estampava quase todos os jornais do mundo: “italianos em quarentena cantam e tocam em suas janelas e sacadas”. Pronto, deu-se início a um movimento que eu me atrevo humildemente a chamar de Música Solidária.

É certo que estamos vivendo tempos difíceis, mas neste movimento solidário de mostrar aquilo que se tem de melhor aos vizinhos, de repente veio a ideia de mostrar ao mundo o que temos de melhor, aquilo que podemos fazer para que este distanciamento social se torne mais suportável.

Mas algo que me faz refletir sobre estes dias são as lives. São tantas e para todos os tipos de público, todos os estilos musicais, todos os gostos: sertanejo, clássico, rock, pop, música para dançar, chorar ou curtir. Nossos ídolos, de shows caríssimos, movidos a megaproduções, com grandes equipes, infraestrutura, estão ali na tela do nosso celular e muitas vezes na tela do celular deles, com uma maquiagem improvisada, equipamentos de som portáteis, talvez alguns ajustes de edição (ou não). Os artistas, assim como todos nós, também estão em casa, e se você prestar atenção poderá ver ao fundo uma foto, uma cama bagunçada, uma imagem de algum santo, um bicho de estimação, uma rede... Mas o que será que tem levado tantos famosos a realizar essas lives?

Existe uma definição para música, do compositor italiano Paschoal Bona, que diz: “A música é a arte de manifestar os diversos afetos da alma mediante o som”.

O artista sem o seu público não tem voz e, com tantos shows cancelados, a utilização da tecnologia e das redes sociais para alcançar o público em casa tem sido algo incrível, pois se criou a possibilidade de alcançar os fãs mesmo em tempos de distanciamento social. Inclusive, para muitos desses músicos tem sido inspiração para compor músicas inéditas com a temática do que estamos enfrentando, com intuito de incentivar e homenagear àqueles que estão na linha de frente batalhando pelas vidas e também levar um pouco de alegria aos lares das pessoas que sofrem em meio a tantas notícias tristes. A música tem sido para muitos uma terapia, uma forma de expressão, de comunicação, como se através das lives os artistas rompessem as fronteiras distância para dizer às pessoas que tudo ficará bem.

Uma grande lição que podemos tirar disso tudo é que, famosos ou não, nessas horas somos todos iguais, somos humanos, temos uma vida privada, sentimos medo, insegurança, vivemos incertezas e quando tudo isso passar, com certeza, os shows apoteóticos voltarão a acontecer e os estádios e teatros voltarão a ficar lotados de fãs que jamais se esquecerão do dia em que viram seus artistas favoritos no palco mais improvável em que poderiam estar: em casa.

Autora: Florinda Cerdeira Pimentel é professora tutora no curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Internacional Uninter.

Henrique Ventura lança o single “Ansiedade”, que aborda a necessidade de nos reconectarmos com o lado bom da vida

“Cantor curitibano também prepara novas canções, em parceria com produtor do Melim e com integrantes do grupo 1Kilo”

Uma das funções da arte é despertar, em quem a consome, o sentimento de compreensão acerca de algum período difícil que podemos enfrentar. Foi a partir desta necessidade de entender, e estender para o público, todas as mudanças surgidas neste cenário da pandemia de coronavírus, que o músico curitibano Henrique Ventura compôs seu novo single, chamado “Ansiedade”, já disponível no Youtube e nos serviços de streaming.

Partindo de uma observação sobre a sensação de ficar em casa, lidando com questões como a ociosidade, as atribuições pessoais e profissionais, e o sentimento que decorre destes fatores, Henrique quis expressar tudo isso através de sua canção, para acalentar e ajudar as pessoas.

“O meu objetivo era expressar esse sentimento de ansiedade, que muitas vezes não é levado a sério. Para mostrar que as pessoas que enfrentam momentos difíceis não estão sozinhas, que tudo vai passar. Espero que elas consigam focar nas coisas boas, pra conseguir mandar a ansiedade embora. A vida é boa, nós só precisamos lembrar disso.”

Neste período de pandemia, as pessoas estão começando a consumir cultura de um modo muito mais profundo, principalmente por conta do isolamento social. Henrique acredita que, por conta da música exigir um tempo maior para compreensão, no dia a dia, na rotina, não tínhamos tempo de analisar e refletir as mensagens das canções na sua totalidade. “A música faz acontecer coisas que fogem da razão, elas despertam a emoção, a junção dos elementos musicais faz as pessoas se reconectarem com o próprio sentimento. Este período de isolamento pode ajudar as pessoas neste sentido, e a compreenderem melhor qual o papel da cultura em nossas vidas”.

Ligado à música desde criança, Henrique lançou em 2019 o seu primeiro álbum, “Coração que Sente”, pela Sony Music, trabalho este que lhe rendeu elogios e grandes oportunidades, como participar de uma turnê com Vitor Kley em Portugal, abrindo o show para o artista gaúcho.

Henrique prepara o lançamento, desta vez pela gravadora Altafonte, de quatro novos singles, que contam com as participações de Juliano Moreira (um dos produtores do trio Melim), e de Pablo Martins e Mozart MZ (integrantes do grupo de rap 1Kilo). As novas canções seriam lançadas neste primeiro semestre de 2020, mas por conta da pandemia de coronavírus, Henrique decidiu priorizar o lançamento do single “Ansiedade”. “O mais importante agora é conseguirmos olhar ao nosso redor, não nos fecharmos em relação ao mundo. Como eu falo na canção, ésó respeirar! Espero que depois de ouvir a música, você consiga controlar um pouco melhor a sua ansiedade e viver mais tranquilamente. Tudo isso vai passar”, finaliza Henrique, com um sentimento de esperança que pode (e deve) ser compartilhado por todos nós.

Para conhecer mais sobre o trabalho do artista, siga nas redes sociais - instagram - @ohenriqueventura / facebook – Henrique Ventura.

Banda curitibana propõe conscientização ambiental por meio da música

Projeto fala sobre as consequências dos atos humanos

Após um mês do lançamento do clipe da música “Estações”, a Banda Martan vem sendo alvo de elogios a cerca das reflexões que a canção provoca. Na letra, frases como “será que o tempo e o acaso, não nos afetam mais?” e “temos que seguir em frente, e agora?” levam o ouvinte a pensar sobre suas ações e consequências.

A urgência de uma mudança coletiva do comportamento para com a Terra, e a necessidade de que seja implementada uma consciência ambiental em nossa sociedade para que nossas próximas estações sejam menos dolorosas levaram à composição. “A música é a forma como sentimos as dores que são causadas a cada quilômetro quadrado que é desmatado. A cada derramamento de óleo que mancha os oceanos. A cada indústria que despeja toneladas de rejeitos sem o menor escrúpulo”, afirma o baixista Eduardo Albano.

De acordo com o vocalista Samuel Martan, o momento, diante de catástrofes ambientais e de saúde, é propício para reflexão. “Acreditamos e temos a esperança de que o tempo presente, embora cheio de incertezas e dificuldades, possa nos trazer uma profunda reflexão acerca do futuro que estamos construindo. Esse momento nos dá a oportunidade de entender o quão frágil somos”, diz.

O público que já conhecia a Banda ovacionou a canção e aqueles que ainda não conheciam passaram a admirar. “Simplesmente linda música e clipe sensacional. Nos faz refletir sobre o que queremos e fazemos pelo planeta e pelos outros. Amar é respeitar e cada um fazer sua parte”, comentou uma fã nos comentários do clipe.

A música é uma poderosa ferramenta e se mostra um meio capaz de propagar a mensagem de empatia e consciência coletiva. “Ela é uma ferramenta que auxilia na compreensão de nossa realidade. Ela fala verdades. Acreditamos que a música é o que pode nos salvar de nós mesmos”, completa o tecladista Marlon Hack.

O clipe da música “Estações”, que é um convite àqueles que querem repensar seu modo de agir diante dos impactos agressivos ao meio ambiente, está disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=Iqi88YHI3sg e no Instagram (@bandamartan).

SOBRE A BANDA MARTAN

A banda criada em 2015, nasceu no interior do Maranhão e hoje percorre o Brasil, levando sua história em formato de música por onde passa. Formada pelos integrantes oficiais Samuel Martan (guitarra e voz), Eduardo Albano (baixo), Marlon Hack (teclado e voz), e os músicos de apoio Bruno Marques (guitarra) e Willian Martins (bateria), a Martan fala de amor, desenvolvimento humano e relações.

Com raízes no rock e na MPB, a Martan é considerada atualmente uma Banda POP - Banda Popular Brasileira, que une diversos estilos e apresenta um som de qualidade, mas que, acima de tudo, visa "tocar o ouvinte" de alguma forma.

Surya lança o single Casa de Flores

A cantora curitibana Surya anuncia para esta sexta-feira, dia 15 de maio, o lançamento da faixa “Casa de Flores”, do seu novo álbum Amor, L'amour, Love. Ela traz uma mistura de MPB com Samba e um pouco de Bossa Nova, com arranjos de metais alegres.

A música foi composta originalmente como poema, uma grande metáfora ou analogia, que está presente no seu livro Se Deixar, Eu Viro Poesia, lançado em outubro de 2019. Surya conta que “Casa de Flores” revela um pouco do que o álbum como um todo traz. “A casa, como nosso mundo interior, repleta de flores, amor, abundância, sonhos e prosperidade. É como eu gosto de ver a vida; é como quero vê-la quando, por vezes, a minha perspectiva se embaça. Mas o sol sempre volta e, com ele, as flores também”.

Não haverá show de lançamento, mas as músicas estarão disponíveis em plataformas de streaming como Spotify, Apple Play e Deezer. O novo álbum traz 17 faixas em três línguas (português, inglês e alguns versos em francês) e tem lançamento na íntegra previsto para julho deste ano.

“Amor, L'amour, Love não fala apenas do romântico (talvez ele tenha o menor dos papéis dentro das canções), mas do amor universal, do amor à vida, à criação, à força invisível que nos conduz e nos nutre. Também da força do medo, a que surge quando nos afastamos do amor. Ele está presente em nossas vidas de todas as formas, até mesmo quando do avesso”, explica Surya.

Sua criação teve início de forma independente em abril de 2019, com a participação de seus amigos produtores Gabriel Carvalho e Eduardo Kuritza. “Depois de ter lançado o Moletom, meu primeiro EP, em 2018, eu não via a hora de me aventurar em voos mais altos”, lembra a cantora. Mais informações sobre a artista e seus trabalhos estão disponíveis em suryamusic.com.br.

Cantora, compositora, escritora e atriz, Surya publicou a sua primeira crônica aos 16 anos, no livro Antologia – Novos Autores Curitibanos, pela Fundação Cultural. Sempre mostrou um grande talento e já coleciona prêmios – Melhor Cantora (2017, 2018 e 2019) e Melhor Canção (música “Humana” e “Stop! I’m Gonna Cut My Hair”, em 2017 e 2019) pelo Festival da Canção de Pinhais. Em março de 2018, lançou o seu primeiro EP, Moletom, que é uma síntese de suas ocupações e interesses: letra, composição, arranjos e performance se fundem à sua teatralidade em um trabalho completamente autoral, onde até mesmo a capa do EP foi ilustrada pela artista.

Serviço
Lançamento single “Casa de Flores”, da cantora curitibana Surya
Data: 15-05
Onde: Plataformas de streaming como Spotify, Apple Play e Deezer.
Mais informações: suryamusic.com.br
Link para a música: https://youtu.be/BkdQtwQj-34

Projeto inspirador da Duplo Produções Culturais

@duploproduçõesculturais que teve essa ideia bacana para promover nossos artistas!!
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Projeto inspirador da Duplo Produções Culturais:
Você artista pode se inscrever gratuitamente e se conectar a esta Rede para promover o seu trabalho!
Você empreendedor, empresário, e/ou executivo de marketing pode se inscrever gratuitamente também! Incentive a cultura para seus colaboradores e clientes e contrate esses profissionais para desenvolver ações criativas para impactar seus públicos no período de quarentena e após sairmos desta crise do Covid-19!
O objetivo é aproximar o artista de marcas, produtoras e produtores independentes para gerar parcerias e movimentar o segmento da arte e da cultura no Paraná!
Participe! Compartilhe!
O teatro, a música, a dança e as artes visuais (como já percebemos em algumas ações pioneiras online) aproximam e propõem uma experiência inesquecível. A hora é agora!!

Fundação Grupo Boticário lança playlist no Spotify com sons da Natureza

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza lançou uma playlist no Spotify com sons da natureza. A iniciativa tem o objetivo de estimular as pessoas a dedicarem parte de seu dia para atividades de relaxamento, como meditação e yoga, durante o período de isolamento social decorrente do novo coronavírus.

A playlist “Escute a Natureza” foi montada para que as pessoas se conectem com o mar, o canto dos pássaros da Mata Atlântica, o coral das aves ao amanhecer, os sons relaxantes produzido pelas baleias, entre outros, ajudando-as a manter o equilíbrio do corpo e da mente.

Os sons da natureza são como uma música clássica, uma orquestra. Têm o poder de auxiliar o indivíduo a relaxar, se liberar um pouco das questões cotidianas e transportar os pensamentos para lugares e paisagens que transmitem prazer e serenidade.

MATHEUS & KAUAN APRESENTAM A LIVE E LANÇAM DUAS MÚSICAS NA QUARENTENA

“Matheus & Kauan em Casa” será apresentado neste sábado (11). Na véspera (10), a dupla faz o lançamento de duas músicas inéditas

Depois de lançarem um EP com algumas faixas de aperitivo de seu novo DVD, “10 Anos Na Praia”, que teria o seu lançamento digital neste mês, e emplacar “Litrão” como um dos hits do verão, Matheus & Kauan preparam um material inédito para os seus fãs durante este período de afastamento social.

Programado para esse sábado, 11 de abril, às 16h, a dupla fará um show em seu canal do YouTube, com mais de três horas de repertório. Na ocasião, Matheus & Kauan vão apresentar as duas faixas do novo DVD, gravado em Recife, em janeiro deste ano, que serão lançadas na véspera (10). Na live, as músicas inéditas vão se juntar aos grandes hits da dupla como “Quarta Cadeira”, “Vou Ter Que Superar”, “Litrão”, “Solto Foguete”, “Ao Vivo e a Cores”, “Te assumi pro Brasil”, “O nosso santo bateu”, entre outros, conquistados nos últimos dez anos.

SOLIDARIEDADE – O objetivo do pocket digital vai além da aproximação com os fãs. A live tem como intuito arrecadar alimentos e itens básicos de higiene para instituições de caridade e comunidades, para ajudar na luta contra o COVID-19, trazendo consciência social sobre a atual pandemia para o seu vasto público, que inclui o Brasil e outros países do mundo.

A dupla vai cumprir todas as recomendações de segurança da OMS (Organização Mundial de Saúde) e do Ministério da Saúde brasileiro para manter o afastamento social durante todo o trabalho. Sendo assim, serão disponibilizados EPIs (equipamentos de proteção individual) para todos os profissionais envolvidos na produção da live.

Enquanto sábado não chega, não deixe de ouvir o sucesso “Litrão”, que conta com mais de 23 milhões de views no YouTube e quase 30 milhões de plays no Spotify – se mantendo no Top 10 desde que foi lançado. Assista ao clipe aqui: https://youtu.be/DfdN9tII0kw

Entretenimento em tempos de distanciamento social

Diante da pandemia da covid-19 e da recomendação de manter o isolamento para evitar a proliferação do vírus, a arte está encontrando formas de contornar o problema e alcançar as pessoas. Muitas instituições e espaços culturais lançaram ações para que o público possa continuar absorvendo informações culturais e se divertindo – ainda que virtualmente.É o caso de algumas iniciativas apoiadas pelo Banco Bradesco, que patrocina centenas de projetos de Norte a Sul do país. O Vale da Música, em Curitiba, recebe em seu palco flutuante centenas de músicos anualmente. As apresentações presenciais foram suspensas, mas o projeto passou a remunerar os artistas para enviarem curtas performances que ficam disponíveis nas redes sociais. A ideia, intitulada de “Crie em Casa”, é continuar a movimentar a cena musical da cidade e apresentar novos músicos.

Outro exemplo é o “Música em Casa”, criado pelo Mozarteum Brasileiro, que disponibiliza em seu canal no YouTube, e diariamente em redes sociais, grandes momentos de sua programação de São Paulo e do tradicional festival Música em Trancoso. O público pode assistir, por exemplo, ao encontro da cantora norte-americana Brenda Boykin com o cantor e trombonista sueco Nils Landgren, e a apresentação da soprano Ebony Preston Woods interpretando ‘Summertime’, da ópera ‘Porgy & Bess’, de George Gershwin.

O Teatro Bradesco também lança um programa de lives em seu Instagram com uma agenda diversificada de apresentações. A primeira da série “Adele e Convidados” acontece no dia 08 de abril com Stephanie e Rodrigo Teaser, que interpretam Adele e Michael Jackson, respectivamente. A cantora receberá ao longo do mês outros artistas brasileiros que interpretam grandes ícones da música internacional como Whitney Houston (09/04), Freddie Mercury (16/04) e Frank Sinatra (23/04).

Na área de exposições culturais, a Pinacoteca de São Paulo promove uma série de ações online dentro do projeto #pinadecasa nos perfis do museu, além de tour virtual ao seu acervo. Ainda em 2020 estão programadas duas grandes mostras em parceria com o Bradesco. Na Pinacoteca, “OS GEMEOS: Segredos”, que estava prevista para estrear em março e precisou ser adiada para uma data ainda não confirmada, e “Dança, Política e Sociedade” de Degas, no MASP, que acontecerá a partir de 30 de outubro. No MASP, toda segunda e sexta-feira, às 18h, seguidores podem acompanhar lives no Instagram @masp com conversas entre curadores do museu e convidados. Já o MASP Áudios, aplicativo gratuito disponível para download, que também conta com patrocínio do Bradesco, reúne cerca de 170 comentários feitos por curadores, artistas, professores, pesquisadores e crianças sobre as obras mais icônicas do acervo.

Cleber & Cauan lançam álbum “Resenha em Casa” nesta sexta (03)

Composto por 14 faixas, todas ganham videoclipe no canal do YouTube da dupla

Créditos: Robson Henrique e Shodo Yassunaga

Cleber & Cauan prometem animar a galera no estilo que mais gostam. A dupla lança o álbum “Resenha em Casa” nesta sexta-feira (03) pela Som Livre – ouça aqui. O projeto conta com 14 músicas, sendo seis inéditas, e “No Seu Tempo” possui a participação especial da dupla Max & Luan. Todas as faixas ganham cortes do DVD no canal do YouTube da dupla. Nesta sexta, o público já pode conferir o clipe de “Bobão” - assista aqui.

A música de trabalho intitulada “Bobão” traz a história de um amigo que chama atenção do outro por desvalorizar sua mulher, apenas ressaltando o lado negativo. A letra traz a reflexão do amigo vendo a situação: “Eu sei que é exagero o que ela faz/Com ela a paciência nunca é demais/Ela compra um sapato toda vez que sai de casa/Exagera na fatura do cartão/Mas olha esse sorriso quando ela te vê/Você está reclamando à toa/Ela se arruma para você/Seu Bobão e daí se ela chama atenção?”.

O álbum “Resenha em Casa” conta ainda com a releitura de músicas de grandes artistas como Bruno & Marrone, Leoni, Edson & Hudson e João Bosco & Vinicius. No YouTube, Cleber & Cauan já somam 400 milhões de visualizações e mais de 1,5 milhão de inscritos. No Spotify, a dupla conta atuamente com mais de 1,2 milhão de ouvintes mensais.

"Resenha em Casa" - Cleber & Cauan
Lançamento Som Livre - 03 de abril/2020

14 faixas

1) Pedaço Meu
2) Pot-Pourri: Não Olhe Assim, Por toda a Vida e Meu Calor
3) Bobão
4) 200 Reais
5) Ela que Lute
6) Pot-Pourri: Falando Sério e Porta-Retrato
7) Foi Você
8) Pot-Pourri: Hormônios, Hoje Eu Sei e Você Não Me Ensinou a Te Esquecer
9) Duas Saudades
10) Pot-Pourri: Só Pro Meu Prazer e Meu Melhor Amor
11) Pot-Pourri: Não Posso Ter Medo de Amar, Seu Amor Ainda é Tudo e Só Mais Uma Vez
12) Gostinho de Cerveja
13) Eu Gosto É De Problema
14) No Seu Tempo, em parceria com Max & Luan

Sobre Cleber & Cauan
Com apenas cinco anos de idade, Cleber já sabia que queria ser cantor e participava de festivais e eventos na sua cidade natal, Ceres, interior de Goiás. Cauan, também criança, tinha em casa a dupla formada, já que cantava por hobby com a irmã e também participava nos festivais da cidade. A rádio de Ceres proporcionava esses festivais de jovens talentos e foi num desses que os dois começaram a amizade, que não imaginavam que era para vida toda. Os dois cresceram, fizeram faculdade, mas a música falou mais alto. Em 2010, decidiram seguir cantando nos bares de Brasília e pelo interior de Goiás. Em 2015 a dupla gravou em Brasília seu primeiro DVD da carreira, intitulado “Sonho”, com participações especiais de alguns amigos, como Solange Almeida, Israel Novaes e Marília Mendonça. Em Goiânia, na capital da música sertaneja, eles gravaram o projeto intimista “Resenha” em 2017. Com música boa, muitos amigos, bate-papo descontraído e diversão garantida, o projeto “Resenha 2” foi gravado em 2018, com participações de Fernando Zor (da dupla com Sorocaba), Thaeme & Thiago e Israel & Rodolffo. Em 2019, a dupla lançou o DVD “SURREAL” gravado em um grandioso show ao vivo em Brasília. A dupla começa 2020 com muito entusiasmo e lançam pela Som Livre a novidade “Resenha em Casa”, álbum com 14 faixas.

Sobre a Som Livre

De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.

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CANTORES DETALHAM MILIONÁRIO MERCADO DA MÚSICA SERTANEJA EM DOCUMENTÁRIO

O Fenômeno Sertanejo estreia no dia 9 de abril, às 22h, no canal de TV por assinatura Music Box Brazil

Nem MPB e nem rock. O sertanejo é o estilo mais laico da música brasileira, isto é, que não se furta a fusões para continuar em evidência. É o ritmo mais rentável e que movimenta cadeia econômica milionária em que investidores, nem sempre ligados à cultura, definem o que é sucesso. O assunto é tema do documentário O Fenômeno Sertanejo, com Luan Santana, Chitãozinho & Xororó, Michel Teló, Alok e Naiara Azevedo, entre outros cantores, o produtor musical João Marcello Bôscoli, compositores, empresários e especialistas. A obra estreia em 9 de abril, às 22h, no canal de TV por assinatura Music Box Brazil.

Estruturado em nove capítulos, o filme resume três mutações do sertanejo até se tornar estritamente comercial. Surge em 1929 como música caipira e regional, com o retrato dos interiores do país. Canta o sertão, Chico Mineiro, cavalo e o arreio. O sertanejo moderno em 1982 com Chitãozinho & Xororó introduzindo banda nos arranjos de Fio de Cabelo, tocando em rádios e TVs das grandes cidades. Ganha fôlego na década seguinte com Zezé di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo no projeto Amigos. Em 2000, o país conhece o sertanejo universitário dos pioneiros João Bosco & Vinícius.

Aumento do poder de consumo dos brasileiros, pulverização das redes sociais e pirataria de discos. Os universitários João Bosco & Vinícius se apresentam em festas estudantis de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, até que um registro amador deles se espalha por repúblicas do Estado e pelo Brasil. “Deram um nome: sertanejo universitário”, explica Bôscoli. Os consumidores são “Um público jovem, que compra ticket, que consome shows e música na internet”, define Michel Teló. A explosão de novas duplas vem nesse embalo.

O sertanejo universitário se torna música de estética urbana consumida pela grande massa e elite brasileira, embora rejeitada pela MPB. Vira um negócio e um novo termo se populariza: gestor de carreiras. Isto é, investidores que acreditam no potencial econômico do meio, lançando duplas como espécie de startups. “São pessoas físicas, às vezes empresários, que não têm muito a ver com o mundo da música, mas gostam e injetam dinheiro num projeto”, caracteriza Cuiabano, locutor anfitrião da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

O debate também abordará o monopólio de grandes escritórios nos investimentos e faturamentos do meio, a mensuração de novos singles, fusões com pagode, música eletrônica e outros ritmos, o artista como um produto e o lançamento de novos talentos na dependência de investidores. Sorocaba, dupla com Fernando, refletirá sobre compras de posições em paradas de sucesso e engajamento nas redes sociais. A autoafirmação das mulheres como contraponto a letras machistas cantadas por homens no movimento Feminejo, com Maiara & Maraísa, Naiara Azevedo e Marília Mendonça.

O Fenômeno Sertanejo é uma produção da Clube Filmes com direção geral e artística de Fabrício Bitttar. “O sertanejo, com certeza, vai ficar muito tempo ainda nas paradas. Ele tem uma estrutura já montada e construída, com rádios e shows, pessoas vendendo esses eventos, uma estrutura de produção e criação de conteúdo. Há um interesse muito grande de jovens em se lançarem nesse mundo. Quer dizer, existe material humano. A gente não vê no horizonte da música brasileira uma reação da MPB e do rock”, avalia o pesquisador Edvan Antunes.

SERVIÇO
DOCUMENTÁRIO O FENÔMENO SERTANEJO
Canal de TV por assinatura: Music Box Brazil
Quando: 9 de abril, às 22h
Duração: 77: 26
Produção: Clube Filmes
Direção geral e artística: Fabrício Bittar
Classificação indicativa: Livre

SOBRE MUSIC BOX BRAZIL

O canal Music Box Brazil dedica 24 horas de programação voltada ao melhor da música brasileira. Exibe shows, videoclipes, documentários, entrevistas e programas exclusivos com os principais nomes do cenário nacional. Integra a Box Brazil, maior programadora independente de canais de TV por assinatura brasileira, que alcança diariamente 36 milhões de pessoas no Brasil. A empresa também possui outros quatro canais, sendo um deles voltado ao mercado internacional: Prime Box Brazil (dedicado a conteúdos ficcionais), Travel Box Brazil (focado no universo de viagens) e FashionTV (versão nacional do mais importante canal de moda do mundo), além do BOOM TV (canal de filmes e séries dos grandes estúdios transmitido na Angola e Moçambique). O Music Box Brazil é distribuído pelas principais operadoras, entre elas NET, Claro, Vivo, Oi e Algar. No mercado internacional, está presente nas plataformas Amazon Prime, TeleUP e Brusa.

Matheus Aleixo surpreende com nova campanha dedicada aos compositores

Cantor, que faz dupla com Kauan, cria oportunidades aos colegas em época de crise

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Foto: Divulgação

A arte de conquistar o show business e ter as suas músicas reconhecidas pelo público e por colegas da profissão tem em Matheus Aleixo a sua mais perfeita tradução. No início de sua carreira, ele enfrentou grandes adversidades, mas a principal delas foi a falta de reconhecimento, o que lhe marcou de forma positiva. Dono das linhas e da melodia de hits como “Tudo que você quiser”, “Onde nasce o sol”, “Eu vou tentando te agarrar”, e “Mente pra mim” nas vozes de Luan Santana, Bruninho e Davi, Gusttavo Lima e Cristiano Araújo, respectivamente, ele decidiu criar um projeto que envolvesse os compositores dito anônimos, aqueles que buscam ter as suas criações ganhando vozes e sucesso. O projeto se chama “Compondo com Matheus_MeK” e consiste em dar visibilidade aos talentosos compositores do Brasil.

A ideia nasceu na necessidade em ficar em casa, diante da crise que todos enfrentam, de isolamento social por conta do COVID19. Matheus tem consciência do quanto a música pode e está preenchendo corações em todo mundo. “É uma forma de enaltecer o meu passado e a classe dos compositores. Trata-se de um desafio com novos compositores tendo as nossas redes sociais como ferramentas. Quando eu comecei minha carreira como compositor, era muito difícil para eu chegar nos artistas e mostrar as minhas músicas, enfrentei muitas dificuldades até que o primeiro artista gravasse uma canção de minha autoria. Acredito que muitas pessoas passam pelo mesmo, eu diria que a maioria dos compositores, por isso, lancei este projeto na semana passada. Acredito que tem muita gente boa sem oportunidades, infelizmente. Penso que agora é a hora, de mostrar muitos talentos para o mundo”, conta Matheus.

SUCESSO DE CRIAÇÃO:

Para se ter uma ideia, foram mais de mil vídeos na primeira etapa do processo. Com funcionou? Bem simples: os interessados gravaram um vídeo de uma composição de autoria própria e postaram no seu feed do Instagram com a tag #DesafioDoCompositorMeK. Matheus tem assistido aos vídeos e as composições. A vencedora terá direito a uma composição junto com o próprio astro e mais um ou dois compositores renomados no mercado. Incrível, né? A composição será ainda gravada na voz do Matheus e postada em suas redes sociais.

Importante ressaltar que o instagram de quem participar do desafio deverá seguir o perfil do @matheusekauan @matheus_mek @kauan (dupla e individuais) e ter o perfil como público, caso contrário não é possível ter acesso ao vídeo postado.

Início do desafio: 26/03 (quinta-feira)

Data limite para postar seu vídeo: 02/04 (quinta-feira)

Composição com Matheus: 04/04 (sábado)

Link Post Instagram: https://www.instagram.com/tv/B-NhQmSpEyJ/?igshid=94l6qnh7g7vv

Economia Criativa é uma aposta do Sesi Cultura Paraná

O segmento inspira criatividade e inovação, principalmente em época de coronavírus

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Crédito foto: Chico Santos

O Sesi Cultura Paraná investe no segmento cultural e aposta sempre em novidades e inovação. Grandes projetos são realizados desde 2008 e a evolução em cada ano traz à marca conquistas que atraem grandes talentos. Agora, com o impacto do coronavírus o setor precisa se reformular, buscando novas estratégias tecnológicas para que a arte continue a se manifestar.

Segundo a Rede de Economia Criativa (Rec), o setor gera 30 milhões de reais e movimenta 3% do PIB mundial. O segmento ganha cada vez mais espaço e as indústrias já geram em torno de 30 milhões de empregos com movimentação de US$ 2,5 bilhões ao ano. O Sesi Cultura Paraná faz parte desses números, tendo como exemplo os Núcleos Criativos espalhados por várias cidades do estado do Paraná, como também os 11 equipamentos (teatros) que trazem durante o ano programações que envolvem diversas áreas como - Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Música, Games, Moda e Design.

Para o ano de 2020, com a chegada do coranavírus que modificou a dinâmica do mundo em sua forma de viver, a arte não pode ficar para trás - com isso, o apoio a inovação e ferramentas tecnológicas para que os artistas continuem ativos não faltam para o Sesi.

Nesse cenário, o primeiro passo foi criar um movimento em suas redes sociais com a #SesiIndica, em que são divulgados os trabalhos dos artistas que exploram o universo online. O movimento é um incentivo às pessoas para continuarem consumindo arte. Por meio das redes sociais, é possível atingir um grande público que apoia a cultura. Outras ideias estão surgindo para que os artistas possam movimentar ainda mais a economia criativa em parceria com o Sesi.

Novozymes apoia o Programa Guritiba, mostra infantil do Festival de Curitiba 2020

Curitiba, março 2020 - A Novozymes, por meio da Lei Rouanet, é uma das empresas apoiadoras do Programa Guritiba 2020, mostra que faz parte do Festival de Curitiba, um dos maiores eventos culturais do Brasil e um dos mais importantes em artes cênicas do mundo, que será realizado de 24 de março até 5 de abril, em aproximadamente 70 espaços da capital paranaense e região metropolitana, com mais de 400 atrações. O Guritiba surgiu como a mostra infantil do Festival e hoje, na sua 11ª edição, é um projeto independente que atende mais de 8 mil crianças em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, integrantes 31 instituições em 7 municípios, levando as apresentações teatrais gratuitas e muita diversão a esses locais.

Festival de Curitiba celebra o centenário de Clarice Lispector com “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”

O musical tem trilha sonora de Chico César para contar sobre
a vida da imigrante nordestina no Rio de Janeiro

No ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), o Festival de Curitiba traz para a Mostra 2020 o musical “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado em uma das obras mais emblemáticas da escritora. O musical vai emocionar ao mostrar a vida de Macabéa, uma migrante alagoana no Rio de Janeiro, cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Com direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César, a peça tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. As apresentações acontecem no Guairinha no dia 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.

Baseada na última obra de Clarice Lispector,o livro a Hora da Estrela, a peça narra o sofrimento de Macabéa, vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo e que se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária a história é contada por um escritor; no musical sua vida é descrita por uma atriz que a vê na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. “O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios”, comenta André Paes Leme, diretor do espetáculo.

Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores enquanto contracenam, fazendo uso de frases do livro original na íntegra. Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), contou com a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

“Fazer ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Fala das pessoas supostamente invisíveis, de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança’, finaliza Laila Garin, intérprete de Macabéa.

Acompanhe todas as novidades e informações da Mostra 2020 do Festival de Curitiba pelo site www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @fest_curitiba

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

FICHA TÉCNICA:
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música Original: Chico César.
Direção Musical: Marcelo Caldi.
Direção de Produção: Andréa Alves com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin.
Músicos: PC Castilho, Pedro Aune e Pedro Franco.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de Som: Gabriel D’Angelo.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Assistente de Figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de Cenografia: Tuca Benvenutti.
Assistente de Preparação Corporal: Monique Ottati.
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.
Produção Executiva: Raphael Baêta.
Assistente de Produção: Paulo Farias.
Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.

Serviço:
O que: A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa no 29.º Festival de Curitiba
Quando: 28 de março, às 21h, e 29 de março, às 19h.
Onde: Teatro Guairinha (Rua XV de Novembro, 971).
Valores: R$ 80,00 (inteira).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110´
ESPETÁCULO CONTA COM INTÉRPRETE DE LIBRAS

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

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MUPA promove concerto de música paranaense para violino e piano

Interpretado pelas musicistas Bettina Jucksch e Carmen Célia Fregoneze, o evento integra a programação do Mês das Mulheres
Nesta quinta-feira, dia 12 de março, às 19h, o Museu Paranaense promove o concerto “Música Paranaense para Violino e Piano” com repertório dos mais renomados compositores paranaenses, executados pelas musicistas Bettina Jucksch (violino) e Carmen Célia Fregoneze (piano). O evento faz parte da programação do Mês das Mulheres da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.museuparanaense.pr.gov.br.
Bettina Jucksch é violinista formada pelo Konservatorium für Musik Bern, na Suíça, sob a tutela do professor Max Rostal. Participou do corpo docente de vários festivais de música no Brasil e no exterior e é primarius do Quarteto Amabile. Atua como solista, camerista e professora.
Carmen Célia Fregoneze é doutora em Música pela The Catholic University of America, Washington DC, EUA. É professora adjunta da UNESPAR-EMBAP onde leciona piano, música de câmara e pedagogia do piano. Recentemente concluiu o pós-doutorado em Performance Musical na Cleveland State University, período no qual tocou com a Orquestra de Câmara da Cleveland State University e apresentou diversos recitais solo e de música de câmara.
MÊS DAS MULHERES - A Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura (SECC) promove em março o Mês das Mulheres, com destaque para o protagonismo das mulheres na cultura. O objetivo é apresentar ao público uma ampliação de repertório de mulheres na cultura: artistas, pesquisadoras, trabalhadoras do audiovisual, musicistas, poetisas, empreendedoras e agentes culturais. Na programação, mesas-redondas, palestras, declamação de poesias, roda de leitura, apresentações musicais, oficinas, visitas mediadas e uma exposição. As atividades são abertas a toda a população. Confira a programação completa em www.cultura.pr.gov.br.
SERVIÇO
Música Paranaense para Violino e Piano
Dia 12 de março de 2020 às 19h
Inscrições gratuitas: www.museuparanaense.pr.gov.br

Museu Paranaense
Rua Kellers, 289, São Francisco – Curitiba/PR
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30.
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 16h.
(41) 3304-3300
Entrada gratuita

Valesca Popozuda declara que sua música é libertação para mulheres e comenta sobre as frases machistas mais ditas no Brasil: “ouço todas”

Cantora diz usar sua arte para desconstruir padrões onde o machismo é estrutural

Após repercussão do desabafo da cantora Gretchen, 60, sobre a pesquisa anual da empresa educacional alemã Babbel, “The patriarchal rooted in languages”, que revelou as frases machistas mais ditas em 12 países, a também cantora Valesca Popozuda, 41, se pronunciou sobre o resultado do levantamento internacional: “é lamentável! E não tem nada a ver com ser ‘geração mimimi’, estamos nos posicionando e reclamando de algo que era errado e continua sendo errado”, declarou.

O estudo, que foi desenvolvido por uma equipe de 150 linguistas e educadores de 50 países, avaliou as famosas “piadinhas” que são ditas de forma natural, mas na verdade, são falas que contém machismo, sexismo e violência contra a mulher, porém, com o tom de humor ficam disfarçadas de maneira sútil.

Ao ser questionada se em 2020 ainda há machismo no meio artístico, Valesca foi certeira: “Lógico! A gente luta contra o machismo e luta pedindo respeito pelas mulheres”. Mas, de acordo com ela, basta lançar uma música que contenha liberdade sexual feminina para receber comentários como: depois quer ser respeitada. “Isso é o fim!”, exclamou.

Para a artista, sua música é uma forma de libertar outras mulheres, de mostrar a elas onde está o machismo no dia a dia. “A música percorre a mídia. Ela está nas rádios, na TV, e atinge mulheres em casas onde o machismo é estrutural. É uma forma de levar a mensagem onde existe um machista encubado”.

Entre as frases levantadas pela pesquisa, as mais ditas no Brasil são: Como uma mulher tão bonita como você está solteira?, Mulher tem de se dar ao respeito, Comporte-se como uma mocinha, Mal-amada e Mulher de malandro. “Por incrível que pareça, já usaram todas essas frases comigo. São as frases que mais ouvi na minha vida. Mas a frase mais inaceitável é ‘mulher tem que se dar ao respeito’, nunca vi uma frase tão machista quanto essa. Essas frases precisam acabar, tenho horror a essa frase”, conclui.

Confira os termos mais citados em 12 países da pesquisa “The patriarchal rooted in languages”:

Brasil

Como uma mulher tão bonita como você está solteira?

Obviamente, essa frase implica que apenas mulheres feias ficam solteiras – como se a opinião dos homens sobre estética feminina tivesse o poder de decidir seu status civil. Nem os próprios homens saem ganhando com esta frase, já que ela comunica que eles são tão fúteis ao ponto de basearem suas escolhas apenas em aparências.

Mulher tem de se dar ao respeito

Esta afirmação significa que mulher que se preze tem de se portar e se vestir de uma certa maneira para ser respeitada por homens. Caso contrário, ela corre o risco de ser considerada vulgar e não digna de respeito – o que acaba justificando assédios e até estupros. “A frase é muito usada para tentar transferir a culpa de ações como essas, inclusive as criminosas, minimizando a responsabilidade de quem realmente cometeu a agressão. É bom lembrar que essa cultura de culpabilização da mulher é tão forte que também é reproduzida por mulheres”, diz Camila Rocha Irmer, linguista brasileira da Babbel.

Comporte-se como uma mocinha

Esta frase geralmente é usada para ensinar "boas maneiras" a meninas. “Comportar-se como uma mocinha” significa ser obediente, quieta e graciosa, implicando que qualquer outro comportamento fora desse escopo não é adequado e deve ser condenado.

Mal-amada

O termo, que é usado apenas para mulheres, pretende “descrever” a atitude de uma mulher usando uma suposta causa – falta de afeto masculino. Contudo, quando o mal-humorado é um homem, ele é o dono do próprio estado emocional/ atitude – e nunca um mal-amado. Já a expressão “mal-amada” sugere que um homem, ou a falta dele, teria o poder de moldar a personalidade feminina.

Mulher de malandro

A expressão normaliza a violência doméstica ao subestimar um assunto sério. Usar o termo, que se refere à mulher que apanha mas não larga o marido, é colocar na vítima a responsabilidade pela violência sofrida, absolvendo o agressor. Chamar alguém de "mulher de malandro" é ignorar os motivos que a fazem ficar em uma relação abusiva: falta de condições econômicas para criar as crianças sozinha, falta de apoio das pessoas ao redor, medo de ser assassinada pelo marido, etc. Quando está presa em uma relação abusiva, muitas vezes nunca consegue se libertar porque o abusador a humilha e a diminui até aniquilar a força e a autoestima necessárias para que consigam sair da relação.

Argentina

Sabes cocinar, ahora ya te podes casar (significado: sabe cozinhar, agora já pode se casar).

Apesar de já estarmos em 2020, esta frase remonta à primeira metade do século passado, quando as mulheres eram majoritariamente donas de casa. Contudo, ela continua sendo repetida não só na Argentina, mas no Brasil e em muitos outros países.

Chile

Con ese carácter, nadie te va a aguantar (significado: com essa personalidade, ninguém vai te aguentar)

Esta frase tem a ver com o termo “mal-amada” em português. Mais uma vez, mulheres que apresentam opiniões fortes e não são sempre “doces” acabam sendo vistas como desagradáveis – o que supostamente as impediriam de ter um parceiro.

Colômbia

Eso fue que se lo dio al jefe (significado: ela deve ter dormido com o chefe)

Apesar de o mercado de trabalho estar cada vez mais igualitário, esta frase, que ainda é muito proferida, denuncia o longo caminho que ainda é preciso percorrer. “Eso fue que se lo dio al jefe” supõe que uma mulher só chega a ser bem-sucedida se dormir com seu próprio chefe. “A verdade é que a persistência da desigualdade salarial e o abuso generalizado de mulheres dentro e fora do trabalho destacam desigualdades profundamente enraizadas – tanto na sociedade quanto na linguagem” comenta David Marín, linguista colombiano da Babbel.

Espanha

A los hombres se les conquista por el estómago (significado: homem se conquista pelo estômago). Esta frase remonta à argentina Sabes cocinar, ahora ya te podes casar. As duas impõem a ideia de que mulheres precisam cuidar dos homens. Do contrário, não são “boas mulheres”.

Itália

Tanto a voi basta aprire le gambe (significado: você só precisa abrir as pernas)

No mesmo sentido da colombiana Eso fue que se lo dio al jefe, esta frase, ainda muito usada na Itália, anula a capacidade profissional e intelectual das mulheres em alcançar seus objetivos.

França

C'est une affaire d'homme (significado: isso é negócio de homem)

Geralmente usada para excluir mulheres de assuntos intelectuais ou sobre negócios. Um exemplo é quando uma mulher tenta participar de uma conversa, mas é bloqueada com esta frase. Esse “não é da sua conta” subestima, mais uma vez, a capacidade intelectual da mulher, além de cancelar sua opinião sobre certo tema.

Alemanha

Bis du heiratest ist das weg (significado: quando casar passa)

Também na Alemanha, quando uma garotinha se machuca ainda dizem “quando casar passa” – como se o casamento fosse eliminar todas as dores de sua vida.

Reino Unido

Man up (significado: seja homem!)

Esse imperativo é usado para exigir que alguém se endureça e enfrente as coisas de frente. A frase implica que só através da masculinidade é possível vencer desafios.

Estados Unidos

Bubbly (tradução literal: espumante/ com gás)

O termo é usado para descrever um suposto traço de personalidade feminina extrovertida, que é feliz, bobo, comunicativo, mas sem conteúdo. O fato de bubbly não ser usado para homens, por si só, já denuncia o problema.

Austrália

Don't be such a girl (significado: não seja um mariquinha)

Frase frequentemente dita a meninos, comunicando que sensibilidade e tristeza são traços de fraqueza reservados a meninas.

Nova Zelândia

Cook the man some (fucking) eggs (tradução literal: cozinhe alguns ovos para o homem!)

Esta é uma frase de um filme da Nova Zelândia chamado Once were warriors. Nele, um personagem masculino ordena sua esposa a cozinhar alguns ovos para o amigo dele. Ela se recusa e o marido a agride violentamente. Desde então, é usado na popularmente com o significado "faça algo por mim". Contudo, seu uso como piada minimiza a gravidade da violência doméstica.