Dirigido por Miguel Falabella, “Marrom, o Musical”, espetáculo inédito que celebra a carreira de Alcione, chega a Ópera de Arame

Apresentações acontecem em outubro e novembro; ingressos à venda em Disk Ingressos

Foto Caio Galucci

Com patrocínio da BB Seguros e apresentação do Ministério da Cultura e depois de emocionar mais de 80 mil pessoas em sua primeira montagem, “Marrom, o Musical”, espetáculo que celebra a carreira de Alcione retorna aos palcos e chega pela primeira vez em Curitiba, nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, com apresentações na Ópera de Arame. Os ingressos estão à venda, a partir de R$ 25, pelo Disk Ingressos

Idealizado por Jô Santana, com texto e direção de Miguel Falabella, “Marrom, o Musical” celebra os 50 anos de carreira de Alcione em uma narrativa que mistura memória, cultura popular, emoção e música. Mais do que revisitar a trajetória da artista, o espetáculo mergulha nas raízes do Maranhão e na força simbólica do Bumba Meu Boi, expressão cultural profundamente ligada à identidade da cantora.

No palco, a montagem reúne 24 atores e atrizes, mais de 300 figurinos e uma grande estrutura de produção, movimentando também a cadeia criativa e econômica das cidades por onde passa. Ao todo, são mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados desde a concepção até o fim da turnê.

Parte importante da estética do espetáculo também nasce no Maranhão: quatro artistas maranhenses integram o elenco e boa parte dos figurinos foi bordada em São Luís, pela Cooperativa Cuxá, em parceria sociocultural promovida pelo Instituto Humanitas360.

Para Luciana Garrone, Gerente de Marketing Institucional e Mercadológico da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, apoiar produções culturais que celebram grandes nomes da arte brasileira é uma forma de contribuir para a preservação da memória e da identidade nacional.

Segundo Miguel Falabella, o espetáculo nasceu da vontade de traduzir para os palcos não apenas a trajetória artística de Alcione, mas também a potência cultural que ela representa para o país.

“Contar a vida de Alcione é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense”, destaca o diretor.

Encerrando a “Trilogia do Samba”, iniciada por Jô Santana com “Cartola – O Mundo é um Moinho” e seguida por “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”, o musical reafirma o teatro como espaço de celebração coletiva, emoção e pertencimento. Em quase duas horas de espetáculo, o público é conduzido por uma experiência que atravessa música, memória afetiva e brasilidade.

SERVIÇO “Marrom, o Musical” Um espetáculo de Miguel Falabella

Quando: 31 de outubro (sábado) e 01 de novembro (domingo) de 2026

Onde: Ópera de Arame (R. João Gava, 920)

Sessões: sábado às 20h e domingo às 19h (duração: 2h, com intervalo de 15 minutos)

Ingressos: variam de R$ 25,00 a R$ 282,50

Vendas: Disk Ingressos

Classificação: Livre

Ficha Técnica:

Um espetáculo de Miguel Falabella

Idealização: Jô Santana

Texto: Miguel Falabella

Direção Conjunta: Miguel Falabella e Ilea Ferraz

Elenco:

Lilian Valeska
Letícia Soares
Anastácia Lia
Beatriz Martins
Mariana Gomes
Fernando Leite
Caio Giovani
Eduardo Guimarães
Theo
Luciana Lira
Nicole Sacramento
Cesar Viggiani
Becky Reis
Dino Fernandes
João Cortins
Esther Queiroz
Ester Freitas
Tainá Baldez
Heide Cabral
Nata da Sociedade
Charles Damásio
Carla Leilane
Maurício Xavier

Músicos

Piano: Gui Terra e André Kusmitsch

Cavaquinho, guitarra e percussão: Lucas Trindade

Baixo: Felipe Mota

Bateria: Diego Pereira

Sopro: Guilherme Montanha

Violão 7 cordas: Bruno Vieira

Trompete e flugel horn: Palloma Lima

Diretora Assistente: Bia Lucci

Direção Musical, Arranjos, Regência e Piano: Guilherme Terra

Coreografia Original: Barbara Guerra e Rafael Machado

Coreógrafa Convidada: Rafa L

Assistente de coreografia: Vida Maria Sena Santos

Cenografia original: Zezinho Santos e Turibio Santos

Figurinos Originais: Ligia Rocha, Jemima Tuany e Marco Pacheco

Visagismo Original: Dicko Lorenzo

Assistente de visagismo e chefe de perucaria: Valeria Velloso

Direção Técnica: Ricardo Santana

Stage Manager: Samuel Gonçalves

Desenho de Luz: Paulinho Medeiros

Designer de Som: Bruno Pinho

Cenotecnia: Marquinhos

Assessoria de Imprensa: Amigos Assessoria / Maurício Aires e Rogério Alves

Direção de Comunicação: Renato Araújo

Social Media: Letícia Ribeiro

Marketing: Iara Moraes

Designer Gráfico: Doroteia Design / Adriana Campos, Clara, Pedro Cancelliero e Vitória

Editor de conteúdo: Bruno Teodoro

Captador de conteúdo: Leo Nogueira

Performance: V2P

Assessoria Jurídica: Francez Advogados / Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista

Assessoria Contábil: Yara Paraná do Brasil

Direção de Produção: Renato Araújo e Carmem Oliveira

Produtor: Alvaro Sabra

Produtor de A&B: Osmar Ribeiro

Assistência de Produção: Elio Costa e Paloma Engler

Estagiário de Produção: Isabel Hani

Marketing Cultural: Gheu Tibério, Paula Rego e Pedro Ribeiro

Direção Financeira e Leis de Incentivo: Janaina Reais

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Chef: Osmar Ribeiro

Realização: Fato Produções

Fisioterapeuta: Deise Quele

Copeira: Débora Santos

Camareira chefe: Anna Américo

SUSANA VIEIRA APRESENTA A COMÉDIA ‘SHIRLEY VALENTINE’ NO GUAIRÃO

Com versão brasileira de Miguel Falabella e direção de Tadeu Aguiar, Susana Vieira faz única apresentação no dia 03 de setembro, em Curitiba

Curitiba vai receber uma das artistas mais consagradas e premiadas da TV e dos palcos brasileiros, Susana Vieira. Em comemoração aos 60 anos de carreira e 81 de vida, a atriz retorna aos palcos enfrentando um dos maiores desafios de sua vitoriosa trajetória, o clássico ‘Shirley Valentine’, um dos mais importantes textos do teatro moderno, com encenações premiadas em todo o mundo. Com versão brasileira de Miguel Falabella e direção de Tadeu Aguiar a peça Shirley Valentine será apresentada no dia 03 de setembro, domingo, às 19 horas, no Teatro Guaíra. Os ingressos já estão à venda pelo site Ticket Fácil.

O monólogo apresenta Shirley, uma mulher casada, mãe de dois filhos, que convive com o pior tipo de solidão: aquela que se sente mesmo estando acompanhada. A versão brasileira de Miguel Falabella trata com leveza e muito bom humor os dilemas da personagem. Na peça, a protagonista divide com o público suas angústias, buscando entender aonde foram parar seus sonhos. E também as situações inusitadas e pra lá de engraçadas que marcam sua trajetória. Cansada de conversar com as paredes (literalmente), Shirley Valentine decide dar uma virada em sua vida e faz uma viagem em busca de encontrar a felicidade e, sobretudo, se reencontrar.

A montagem é uma nova leitura para o clássico de Willy Russell, que já teve encenações premiadas no Brasil e também um filme de sucesso. Susana estreou esta versão no Rio de Janeiro e passou por Portugal, Porto Alegre, Goiânia, Belo Horizonte e São Paulo. Susana se apresentou na capital paulista com duas temporadas de sucesso.

Sinopse de “Shirley Valentine’

A peça traz essa protagonista solitária que decide conhecer a Grécia, ao lado de sua melhor amiga Wanda, sem a família, nem mesmo Joel, o marido controlador. Shirley decide embarcar nessa viagem – uma divertida jornada ao encontro do seu verdadeiro eu. Shirley está cansada da indiferença do marido, cuja principal preocupação é saber se terá carne no jantar. Os filhos Milandra e Jorge cresceram e só lembram da mãe na hora dos problemas. Com o passar dos anos, no lugar da mulher cheia de anseios e vontade de viver, só resta aquela que se deixa levar por situações comuns do dia a dia, que nem de longe se parece com a figura que protagoniza as boas memórias que tem da juventude.

Quando Shirley Valentim transformou-se em uma Shirley qualquer? Atrás dessa resposta, ela cria coragem e embarca com destino à Grécia escondida de Joel. É um voo rumo à liberdade, à possibilidade de reencontro com a menina sonhadora e cheia de vida que Shirley foi um dia.

A protagonista fala do ser humano, daquele instante em que se percebe que o tempo passou e a vida ficou parada em alguma esquina. Mostra que nunca é tarde para recomeçar e tomar um bom vinho branco para encarar os fatos com leveza e bom humor, até quando tudo parece estar dando errado. Os dilemas de Shirley são tão dela quanto os nossos e podem fazer parte da rotina de qualquer espectador.

O espetáculo conquista plateias do mundo inteiro desde sua primeira versão, em 1986, quando estreou em Londres, sendo agraciado com o prêmio Laurence Olivier Awards de melhor comédia e melhor atriz (Pauline Collins). Em 1989, entrou em cartaz na Broadway e Pauline Collins levou para casa o Tony Award. No mesmo ano, estreou a versão cinematográfica, também com Pauline Collins, indicada ao Oscar e Globo de Ouro, e vencedora do British Academy Film Award.

O encontro de Susana e Shirley

Susana Vieira apaixonou-se pela peça à primeira leitura. “Quando Miguel me entregou o texto, fiquei encantada, fascinada pelo humor da personagem, pela força e coragem que ela tem de ir atrás da felicidade. Shirley vai à luta. Todas nós mulheres temos várias coisas dela, por mais diferentes que possamos ser”, conta. A atriz ressalta que, apesar da dureza da vida, Shirley jamais perde o bom humor. E, se as paredes são a companhia da personagem, Susana tem a plateia como confidente: “É um monólogo, mas não me vejo sozinha em cena. Somos o público e eu”, celebra.

O texto passeia pela comédia com muita sutileza, gerando uma identificação imediata do público. A versão de Miguel Falabella, assim como o original de Willy Russell, traz um olhar afetivo sobre o ser humano e as relações familiares. Com uma abordagem longe de estereótipos e personagens cheios de verdade e sede de vida, o espectador é levado da gargalhada ao nó no peito em segundos. “O humor é a forma mais verdadeira e humana de chegar ao coração das pessoas”, exalta Falabella.

A parceria entre Susana e Miguel tem uma longa história e rendeu um dos maiores sucessos do teatro brasileiro: a peça ‘A Partilha’ (1990), que gerou a bem-sucedida continuação ‘A Vida Passa’ (2000). “Eu e Susana tivemos um encontro de vida e estamos sempre juntos, é uma festa”, vibra Falabella. A recíproca é verdadeira e a atriz garante que trabalhar junto com o autor e diretor mudou sua carreira. “A minha vida artística se divide entre antes e depois do Miguel. Tenho uma carreira muito feliz, mas a ‘A Partilha’ nos uniu para sempre. É um prazer imenso, porque ele é um grande autor. E, como somos dois comediantes, damos risada de tudo o tempo todo. Temos o mesmo tempo de comédia. Somos amigos para sempre”, festeja Susana.

Ficha Técnica

Versão Brasileira - Miguel Falabella

Direção geral – Tadeu Aguiar

Figurino - Karla Vivian

Música Original - Sérvulo Augusto

Cenografia - Natália Lana

Designer de luz – Daniela Sanchez

Programação Visual - Alexandre Furtado

Diretor de Produção: Edgard Jordão

Realização – Jordão Produções

SERVIÇO:

Data: 03 de setembro de 2023 (domingo)

Horário: Abertura do Teatro às 18h e Início da Peça às 19h.

Local: Guaírão (R. Amintas de Barros, S/N - Centro, Curitiba - PR).

Classificação etária:12 anos

Ingressos:

Plateia – R$ 70 a meia-entrada e R$ 140 a inteira – Clube Gazeta do Povo – R$ 98

1º Balcão – R$ 60 a meia-entrada e R$ 120 a inteira - Clube Gazeta do Povo – R$ 84

2º Balcão – R$ 50 a meia-entrada e R$ 100 a inteira - Clube Gazeta do Povo – R$ 70

** A meia-entrada é válida para Doadores de Sangue devidamente comprovados, Estudantes devidamente comprovados, Idosos conforme Lei, PNE, Portador de Câncer e Professor.

** IMPORTANTE: Serão exigidos os documentos e comprovantes que constam nas respectivas leis.

** OS DESCONTOS NÃO SÃO CUMULATIVOS.

Compra do ingresso pelo link: https://www.ticketfacil.com.br/eventos/cctg-shirley-valentine.aspx

INFORMAÇÕES: www.ticketfacil.com.br

Com Claudia Raia, Miguel Falabella, Marisa Orth e José Possi Neto, TV Cultura revela o grande destaque do teatro musical neste sábado (31/10)

Vencedor do concurso musical, apresentado por Jarbas Homem de Mello, ganha um troféu exclusivo e uma bolsa integral no curso de formação em teatro no Célia Helena Centro de Artes e Educação

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Este sábado (31/10) promete ser de muita emoção na TV Cultura. A partir das 22h15, começa a grande final do programa Talentos, com Jarbas Homem de Mello, e a presença dos jurados Claudia Raia, Miguel Falabella, Marisa Orth e José Possi Neto, que escolherão o novo nome do teatro musical brasileiro.

Os candidatos que chegaram até a final da competição são Merícia Cassiano, Fabio Galvão, Aldozza e Fernanda Biancamano. Pela primeira vez desde o início da competição, as apresentações serão presenciais, no palco do Talentos.

Eles começam a edição cantando I Hope I Get It e One, ambas do musical A Chorus Line. E na sequência fazem performances em duplas e individualmente. A cada apresentação um candidato é eliminado, até chegar ao grande vencedor do programa, que ganhará um troféu exclusivo e curso de formação em teatro no Célia Helena Centro de Artes e Educação.

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Coaching

Outra surpresa da grande final do Talentos é a participação de dois artistas norte-americanos - Marlies Yearby e Telly Leung - que dividiram suas experiências realizando sessões individuais de coaching com os finalistas.

A ação é fruto de uma parceria entre a TV Cultura, a Embaixada e os Consulados dos Estados Unidos no Brasil em prol do incentivo à arte e à cultura, principalmente, ao teatro musical.

Sobre o programa

O Talentos contou com mil inscritos, 98 foram selecionados e passaram pela avaliação dos jurados Miguel Briamonte (maestro), Sara Sarres (cantora e atriz), Diego Montez (ator), Natan Bádue, maestro e também diretor musical do Talentos, e do ator e apresentador do programa, Jarbas Homem de Mello. Eles selecionaram os 24 participantes do Talentos 2020 .

Com roteiro de Mariana Elisabetsky e direção de Marcos Rombino, a competição começou com um programa de seleção dos 24 candidatos, seis eliminatórias, uma repescagem, quatro semifinais, e a grande final.

Foi desenvolvido em formato virtual, devido à pandemia, e os jurados, no estúdio, avaliaram os candidatos por vídeo. "Eles gravaram remotamente seu número musical, porém, com toda a supervisão artística da TV Cultura, que incluiu orientações das equipes de cenário, maquiagem e até questões técnicas", explica Marcos Rombino, diretor geral do Talentos.

Trouxe também workshops feitos por Sara Sarres e Diego Montez com os candidatos a cada eliminatória, orientando sobre belting (técnica de canto utilizada no teatro musical), dança, atuação e outros temas.

E contou com um grande engajamento dos amantes do teatro musical no Instagram do programa. Eles puderam acompanhar os bastidores do Talentos, saber mais sobre os candidatos e surpresas das edições, além de conhecer mais sobre o universo do teatro musical.

Realização: Fundação Padre Anchieta, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal - Lei de Incentivo à Cultura