Lançamento da edição 5 do livro Cartas Curitiba by Iza Zilli

Neste sábado fui ao lançamento do livro mais especial da sociedade curitibana!

Mantendo a tradição anual,  que a jornaIista Iza Zilli tem em sua trajetória  profissional, com caracteristica principal de network, relacionamento interpessoal, festa, gastronomia, tudo isto dentro de uma agradável confraternização entre amigos, que ė como considero a Iza, e ela amorosamente me chama de sua "formiguinha"...rs

Sempre um  sucesso, agradeço  gentil convite

Meus aplausos à esta querida amiga sempre!

-CARTAS A CURITIBA -

Quinta Edição - evento aconteceu no Salão Cid do Clube Curitibano
Assinado pela jornalista Iza Zilli para convidados
Mestre de cerimônia: Jornalista Luiz Augusto Juk
Dia 2 de dezembro - sábado
Rua Getulio Vargas, 2857

Curitiba e Florianópolis recebem turnê do livro do artista Susano Correia

Artista visual com mais de 1 milhão de seguidores em suas redes, lançará o livro “Enquanto a Luz Durar” sexta e sábado, em Curitiba, e na próxima segunda-feira em Florianópolis
No encontro com os fãs, o artista terá ainda os outros livros disponíveis, artes, prints, camisetas e mais
b8KzAzj6I08tXkTUYX5cEiL7tsUcn6ZXKVX9uUMW1RivLPVU0q1NY2JaC89raXIUgLl_0FaJM9ga8rhtmy4AXrvDY1xM2NOZXoNM0hcniNoziP_pXWmzuve--gQRjY-AyqMbCg3RiLlpdKhklS-d8HxXzjwUxYvdZsKgvGZ5RIL2IWJNhzwNKlVUXHAwpg
Teaser Enquanto a Luz Durar
Fotos livro
Foto Susano Correia
Algumas obras de Susano Correia

Fãs de Juiz de Fora, Belo Horizonte, São Paulo e Sorocaba já puderam desfrutar da turnê do livro "Enquanto A Luz Durar" do artista visual Susano Correia pessoalmente. Agora, é a vez dos leitores do sul receberem o artista, que é um sucesso nas redes sociais e no universo digital. O lançamento resgata de maneira contemplativa os últimos dez anos da carreira, em um livro 100% dedicado à pintura, reunindo os principais trabalhos desse período. Em Curitiba, os apreciadores do trabalho de Susano terão duas oportunidades: uma na sexta-feira, dia 17, no Fika Cozinha e Café, das 14h às 18h, e outra no sábado, dia 18, no Mamute - a Feira Gráfica, das 11h às 20h. Já na segunda-feira, dia 20, Susano parte para Florianópolis, onde autografa seus livros na Fundação Cultural Badesc, das 17h às 21h. Os visitantes poderão adquirir também artes, prints, camisetas e vários produtos oficiais.

n1Z8AzOoCe16eSc0wDHjCCeQ2oRHfvaN2BDx599__SIEmQ_oYqCbQ7YCPT5B9kY1z-70cbOatNhz5HfeAXmWLEbs8bI4hs68iRm80R1lG90EStm3sbHpnxlFseNBX6ABHKs4SgvKArGWtIe2UMIrt_ugODFSrzTGUWJQ40j8ThMNKeaIYsBOK9YvyFcWVQ

O novo livro de Susano Correia chega em um momento de forte ascensão do autor no cenário artístico contemporâneo. O projeto gráfico e a organização da publicação foram pensados e desenvolvidos a quatro mãos, em parceria com Roberto Klaumann. Quando fechado, é um bloco maciço de pura escuridão, cuja capa é ilustrada pela pintura que dá nome ao próprio livro, um homem-vela a meio caminho de tudo o que existe, como uma metáfora da finitude e do percurso que é ser. Quando aberto, as pinturas muito coloridas iluminam o olhar de quem vê. “Se as minhas pinturas puderem, quem sabe, em algum lugar, algum dia, inspirar uma pessoa que cisma solitária, estarei satisfeito desde já, porque acredito na vida, e, por mais difícil que a vida seja, é preciso passar a chama acesa adiante”, idealiza Susano Correia.

O artista

Com mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais, Susano tem hoje seu trabalho reconhecido por milhares de brasileiros que não tinham o hábito de apreciar a arte como forma de materializar seus sentimentos. Assim, suas obras vão muito além da percepção individual das pessoas e passam a ser, também, um movimento que democratiza o acesso à arte. “Busco que minhas obras sejam vistas por todas as vias. Tenho quatro livros publicados, fiz diversas exposições e desde sempre faço publicações também na internet – desde os tempos de blogs em 2008. Trabalho com significantes universais e acessíveis”, explica o artista.

Mais do que simples expressão, a arte para Susano Correia é um delicado canal de interação e um elemento vital para o desenvolvimento humano. Natural de Florianópolis e residente em São Paulo, seu trabalho é permeado pela preocupação didática de significar para as pessoas. Com inspirações em diversos movimentos artísticos, além da literatura, psicanálise, filosofia e na música, busca fazer cada um refletir sobre o cotidiano, seja nas telas, no papel, em gravuras e no digital, com obras que transcendem a individualidade e traduzem sentimentos profundos presentes em todos aqueles seres humanos que desejam olhar para si.

Loja física Susano Correia

Susano Correia abriu esse ano a sua primeira loja física, em São Paulo. O ateliê funciona como espaço para venda, galeria e local de encontros. Susano promove eventos para os fãs, como sessões de autógrafos e encontros especiais. Na loja, que fica no subsolo da Galeria Metrópole, na República, é possível apreciar e levar para casa obras novas e as já vistas na galeria online, como gravuras, esculturas, desenhos e todos os livros do artista.

A Galeria Susano Correia fica no subsolo da Galeria Metrópole - Av. São Luís, Praça Dom José Gaspar, Rua Basílio da Gama - Loja 07, e funciona de terça-feira a sábado, das 10h às 19h.

Serviço - TURNÊ “ENQUANTO A LUZ DURAR”:

Curitiba e Florianópolis

17 de novembro - sexta-feira - Curitiba
Fika Cozinha e Café - R. Papa João XXIII, 341 - Centro Cívico
Das 14h às 18h

18 de novembro - sábado - Curitiba
Mamute, a Feira Gráfica - Estacionamento da Câmara Municipal de Curitiba, Praça Eufrásio Correia, Centro
Das 11h às 20h

20 de novembro - segunda-feira - Florianópolis
Fundação Cultural Badesc - R. Visc. de Ouro Preto, 216 - Centro
Das 17h às 21h

Site: https://www.susanocorreia.com.br/
Site institucional: guildasusanocorreia.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/susanocorreia/

Chef Délio Canabrava recebe prêmio internacional por atuação na gastronomia italiana

Empresário entra para o Livro de Ouro da Federação Italiana de Chefs em Roma e detém único Prêmio Chef Patron do Brasil.

O empresário Délio Canabrava, proprietário do restaurante Cantina do Délio, acaba de receber dois importantes prêmios internacionais. Durante a convenção da Federação Italiana de Chefs - Associazione Estera Brasile (FIC-Brasile), ele foi condecorado com a comenda Chef Patron, que elege os chefs que, à frente de seus restaurantes, atuam como formadores de bons cozinheiros de gastronomia italiana. É a primeira vez que esta premiação é concedida a um chef no Brasil. Além dessa rara premiação, Délio Canabrava recebeu também outra homenagem, o título de Master Chef da FIC, em homenagem aos seus 25 anos de dedicação à gastronomia italiana e nove anos como associado. “Fiquei muito emocionado, não esperava! Agora tenho a certeza de que meu trabalho segue o caminho certo. E que estou deixando um legado positivo não só para meus filhos, mas para quem trabalha comigo”, diz o empresário. Ele destaca que a honraria recebida foi indicação pessoal do presidente da FIC Brasile, chef Bruno Stippe.
 A convenção da FIC-Brasile aconteceu dias 13 e 14 de novembro, em Atibaia, interior de São Paulo. O objetivo do evento é reunir profissionais ligados à culinária italiana.O evento com dezenas de chefs brasileiros contou com a presença do presidente da FIC Itália, chef Rocco Pozzulo. A FIC tem várias categorias de associados. Para participar da associação, basta ter simpatia e afinidade com a gastronomia italiana. Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo instagram @deliocanabrava com o próprio Délio, em Curitiba.
Sobre Délio Canabrava
Especialista em cozinha italiana e brasileira, Délio Canabrava é sócio-proprietário do Bar Canabenta e da Cantina do Délio , em Curitiba, esta com duas unidades, no Alto da XV e no Batel. Esse empreendimento nasceu há 17 anos, quando, seguindo o sonho de abrir um restaurante italiano, Délio fez uma viagem para a Itália com objetivo de conhecer as cantinas de Norte ao Sul. Ao voltar, inaugurou a Cantina, oferecendo comida tipicamente caseira italiana, autêntica, afetiva, saborosa, de qualidade e com preços acessíveis. Todos os pratos do cardápio são preparados na própria casa, o que traz ainda mais personalidade ao empreendimento. Com a esposa, trouxe para o Brasil em 2000 a torta Banoffi, a difundiu e a tornou famosa nacionalmente. É membro da Associação dos Restaurantes do Prato da Boa Lembrança e da Ospitalitat Italiana. Confrade dos Enófilos da Bairrada Portugal e professor voluntário em diversos projetos sociais.
Sobre FIC Brasile
A FIC é a maior associação de cozinheiros do mundo, com 15 mil associados. A Delegação Brasileira da Federação Italiana de Chefes tem atualmente 800 associados e é a entidade oficial no Brasil de representação da FIC Itália, reconhecida pela WACS (World Association Chefs Society), respondendo ao mesmo estatuto e diretrizes, atuando em todo o território nacional. A entidade mantém firme o propósito de trazer os fundamentos da tradicional culinária italiana para os mais jovens, através de palestras, workshops e participações em Escolas de Formação Profissional, programas televisivos e eventos gastronômicos, além de reconhecer e homenagear os grandes nomes da gastronomia no Brasil.

Daniel Spinelli lança “A Potência da Liderança Consciente” na Livraria da Vila do Shopping Pátio Batel, em Curitiba

Primeiro livro do especialista em desenvolvimento humano tem o propósito de ajudar líderes e empresas a expandir os níveis de consciência para construir um legado e uma carreira de sucesso

Curitiba, outubro de 2023 – O especialista em desenvolvimento humano Daniel Spinelli lança na próxima terça-feira (24) o seu primeiro livro, “A Potência da Liderança Consciente”, da Editora Gente, em evento para o público na Livraria da Vila do Shopping Pátio Batel, em Curitiba (PR).

A obra tem como propósito ajudar líderes e empresas a expandir seus níveis de consciência para construir um legado e uma carreira de sucesso, inspirando times com uma liderança mais empática e humana. “Líderes que não se atualizam com práticas mais modernas para trazer um tom mais humano à sua liderança contribuem não só para que haja pessoas e ambientes de trabalho de menor qualidade, mas também para cavar, paulatinamente, a cova da própria empresa”, afirma o autor.

“Se olharmos para o ser humano que está exercendo a liderança, vemos que não é raro encontrarmos tais profissionais enfrentando problemas psicoemocionais graves. É nesse contexto que o livro chega, com a missão de ser uma convocação para que líderes com disposição de acessar suas essências humanas - talvez até espirituais - tragam seu coração para o trabalho e se manifestem a partir de propósitos e valores mais nobres”, acrescenta.

Lançamento conta com palestra e noite autógrafos
Para lançar “A Potência da Liderança Consciente”, Spinelli preparou o evento “O Futuro da Liderança”, em que, a partir das 16h30, realiza uma palestra e recebe outros especialistas no assunto para discutir temas presentes nas páginas do livro. Alguns exemplo são: “a nova liderança precisa agir para obter sucesso no futuro das corporações”; “se autoliderar para, então, administrar sua relação com os outros”; “desenvolver habilidades para gerar pessoa com eficácia, autoridade e humanidade”; “aplicar uma visão sistêmica de interdependência em sua atuação; e “construir uma jornada de significado, resultados e lucros maravilhosos - ou seja, deixar um legado”.

Na sequência, às 19h, o autor promove uma sessão de autógrafos aos presentes. As vagas para o evento são limitadas, e é necessário reservar gratuitamente o ingresso no link: Link.

Cronograma do evento
16h15 - Credenciamento
16h30 - Início do evento “O Futuro da Liderança”
19h - Noite de autógrafos
Endereço
Livraria da Vila - Shopping Pátio Batel - Av. do Batel, 1868, loja 314, Batel – Curitiba (PR)

Dados técnicos do livro
ISBN: 9786588523797
Número de páginas: 192

Sobre Daniel Spinelli
Há mais de duas décadas, Daniel Spinelli tem se dedicado ao desenvolvimento humano nas organizações. Nesse período, investigou, pesquisou e aprofundou-se no tema, facilitando processos de aprendizagem para mais de 200 organizações. Empreendedor, palestrante e mentor, já coordenou programas para mais de 50 mil participantes, no Brasil e em outros 10 países. Acabou de lançar o livro “A Potência da Liderança Consciente”, pela Editora Gente. Mais informações em: Link

Artigo | Os benefícios da terapia e escrita literária na terceira idade*

 
O que terapia tem a ver com escrita literária? Para mim, tudo!

Meu empenho em seguir adiante nas sessões de terapia, de modo intermitente, desde o início da fase adulta — aos trinta anos —, até os tempos atuais — aos oitenta —, proporcionou-me o ingresso, na fase octogenária da existência, não como matusalém, mas como “experiente”; provido de autonomia plena, bem-estar físico e memória privilegiada.

No início de 2017, com setenta e quatro anos, iniciei um novo ciclo de psicoterapia, que proporcionou frutos inesperados. As sessões persistentes, por dezoito meses ininterruptos, levaram-me a recordar fatos longínquos com tamanha perspicuidade, que fui tentado a registrá-los por escrito. Deste registro seguiu-se um destemido inventário que, por sua vez, resultou em “Gastura”, o meu primeiro livro publicado.

Desde então, a terapia tornou-se, para mim, uma manifestação literária oral, onde o leitor — no caso o ouvinte — não é desagregado. Ele revela-se espontaneamente, em sincronia com o que está sendo dito, através da voz do silêncio, da expressão facial sensível, do olhar perscrutador, dos gestos contidos e da postura de seu corpo. Quando escrevi “Phenix”, o meu segundo livro, eu já identificava essas revelações sutis, com mais serenidade.

A escrita é uma faca de dois gumes “semelhantes”, em relação à terapia. Se, por um lado, experimentos emocionais — tais como a sensação persistente de fracasso e os traumas do passado trazidos à tona —, são levados para dentro do ambiente terapêutico; em contrapartida, eles são intelectualmente restituídos — refinados, conceituados e ressignificados — ao ambiente de criação literária.

Atualmente, estou me dedicando à escrita de meu terceiro livro, com o título provisório de “Spoiler”, de uma forma bem mais leve e solta, como se fosse um prolongamento das sessões terapêuticas, tal o alívio que eu sinto ao escrever. A síntese desta história, está plenamente enraizada na minha memória e, desta forma, me sinto bem confortável em não a escrever pelo começo, mas de forma aleatória, a partir dos pontos mais relevantes.

A prática diária da escrita beneficiou e continua beneficiando minha saúde mental, tal é a quantidade de letras, símbolos, palavras, regras e conceitos que circulam pela memória octogenária, cada vez mais rápido, “lubrificando” os neurônios ativados durante a escrevedura, afastando-me da inércia e da prostração.

É realmente lamentável o “tabu” que se criou a respeito da inutilidade de terapia para idosos. Tal conceito desestimulou o atendimento de tantas pessoas como eu, sem motivo aparente. Haja vista que, se eu não tivesse iniciado, há seis anos, a última terapia de regressão, eu não teria escrito meu primeiro livro; nem o segundo. E nem iniciado o terceiro.

Na concepção dos romances ficcionais inspirei-me em vários autores, como por exemplo, a espanhola Rosa Montero ou Ernest Hemingway. Entretanto, para a escrita autobiográfica e histórica de “Gastura”, foi fundamental, levar em consideração, a extensa literatura de Alcoólicos Anônimos. Foi nas salas do AA, que detive a compulsão pelo álcool e aprendi a “Viver Sóbrio”, um dia de cada vez, até o presente momento. Trinta anos depois.

*Fernando Machado é escritor e engenheiro civil aposentado, paulistano, formado pela Universidade Mackenzie em 1968. Começou a se dedicar à literatura pouco antes da pandemia, já com 75 anos. Quando começou uma terapia de regressão, percebeu-se dono de uma memória viva, rica em detalhes dos fatos, de seus contextos e das transformações que ocorreram ao longo do tempo na sociedade a qual estava inserido. O que resultou em suas obras: “Gastura” e “Phenix”. Fernando também foi fundador de um Espaço Multicultural que ganhou vida após sua aposentadoria. Pouco depois, se mudou para Florianópolis – quando começou a se dedicar à escrita.

Últimos dias da exposição do artista Túlio Pinto, com catálogo já disponível

A exposição “Buraco no Céu”, do artista visual Túlio Pinto, realizada pelo MON no espaço do Olho, poderá ser vista até o dia 22 de outubro. Para quem quiser levar um pouco da mostra para casa, o catálogo já está disponível na MON Loja.

A mostra reúne 33 esculturas e instalações, algumas com grandes dimensões, que exploram a potência do tridimensional. A curadoria é de Roberta Stubs. É um inusitado diálogo entre materiais de diferentes valências. Mármore e aço estão lado a lado, vigas de ferro parecem flutuar e convivem com lâminas de vidro, numa construção quase poética.

Elementos díspares constroem, entre si, certa cumplicidade que surpreende pela tensa aliança firmada entre naturezas dissonantes como a pedra, o ferro, o vidro, o ar, o mármore e o corpo. Hábil em criar estruturas quase arquitetônicas, o artista instaura campos de tensão que colocam as categorias de ordem e funcionalidade em questão.

Sobre o artista
Túlio Pinto (Brasília, 1974) é graduado em Artes Visuais com ênfase em escultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2009). Vive e trabalha entre Porto Alegre e São Paulo. Entre suas exposições, destacam-se: “13ª Bienal do Mercosul: Trauma, Sonho, Fuga” (Porto Alegre, 2022); “Encontros Divergentes” (Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, Sorocaba, 2021); “Glass and Concrete” (Marta Herford Museum, Herford, Alemanha, 2020); “Momentum” (MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2019); “Onloaded: Túlio Pinto” (Phoenix Institute of Contemporary Art – phICA, Phoenix, Arizona/EUA, 2015); “Bienal de Vancouver” (Vancouver, Canadá, 2014); “De Territórios, Abismos e Intenções” (Projeto RS Contemporâneo – Santander Cultural Porto Alegre, Porto Alegre, 2013); “CEP: Corpo, Espaço e Percurso” (9ª Rede Nacional Funarte, 2013); “Salvaje – Digesting Europe Piece by Piece” (Traneudstillingen Exhibition Space, Copenhagen, Dinamarca, 2012); “Transposição” (Galeria Augusto Meyer – Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, 2012); “Nova Escultura Brasileira” (Caixa Cultural Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011); entre outras. Seu trabalho faz parte de coleções nacionais e internacionais, entre elas: Usina de Arte, Pernambuco; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu Nacional de Brasília; Museu de Arte de Ribeirão Preto; Fundação Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação Maria Cristina Masaveu Peterson, Madrid, Espanha; Marta Herford Museum, Herford, Alemanha; Piramidón, Centre d'Art Contemporani, Barcelona, Spain. Nos últimos anos realizou residências artísticas em países como Ucrânia, Canadá, Portugal, EUA, Reino Unido e Holanda.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço
“Buraco no Céu”, do artista Túlio Pinto
Espaço expositivo do Olho
Até o dia 22/10
Catálogo já disponível na MON Loja, preço: R$ 70,00

www.museuoscarniemeyer.org.br

Fernanda Takai faz show gratuito na Semana Literária Sesc & Feira do Livro em Curitiba

Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Para encerrar as atividades da 42ª Semana Literária Sesc & Feira do Livro em Curitiba, no domingo (8), às 19h, o Sesc PR traz a cantora, compositora, escritora e multipremiada Fernanda Takai para um show gratuito, no Museu Oscar Niemeyer.

A apresentação será no Auditório Poty Lazzarotto e os ingressos são limitados e devem ser retirados com duas horas de antecedência do início do show, no stand da Central de Relacionamento do Sesc no evento.

Fernanda é há 30 anos vocalista da banda mineira Pato Fu, há 14 lançou-se na carreira solo, tendo repercussão nacional e internacional. Ela gravou um álbum, em 2012, de músicas inéditas com o guitarrista do The Police, Andy Summers. Tem 20 álbuns gravados, nove DVDs, quatro discos de Ouro e vendeu mais de um milhão de cópias.

A artista já foi premiada pela APCA, Grammy Latino, MTV Brasil, Multishow, Revista Bravo!, Prêmio da Música Brasileira, entre outros. Como escritora, publicou Nunca subestime uma mulherzinha, A mulher que não queria acreditar, A gueixa e o panda vermelho e O cabelo da Menina. Este último conquistou o Prêmio Jabuti na categoria Livro Digital.

A programação completa da Semana Literária Sesc PR & Feira do Livro pode ser conferida AQUI.

Imagens relacionadas

Sesc PR traz Fernanda Takai para show gratuito
Sesc PR traz Fernanda Takai para show gratuito
Divulgação
baixar em alta resolução

42ª Semana Literária Sesc & Feira do Livro
42ª Semana Literária Sesc & Feira do Livro
Divulgação Sesc PR
baixar em alta resolução

Stepan Nercessian lança seu novo livro “Guia Prático para Inadimplentes e Negativados”

Stepan Nercessian lança seu novo livro "Guia Prático para Inadimplentes e Negativados", com senso de humor e com a seriedade que o tema merece.

O artista e escritor Stepan Nercessian faz de seu "Guia Prático para Inadimplentes e Negativados" uma radiografia contundente do dia a dia do brasileiro comum, aquele que vive às voltas com a arte de sobreviver. O personagem central é um escritor que para sair da inadimplência, resolve dividir sua experiência e seus conhecimentos em troca de ajuda de seus leitores.

Stepan nasceu em 2 de dezembro de 1953, em Goiás. Filho de pai armênio e mãe cearense, é ator e diretor de teatro, cinema e televisão. Botafoguense, foi vereador e deputado federal pelo Rio de Janeiro. Estreou na literatura em 2021 com "Garimpo de Almas" e apresenta agora seu segundo livro.

O livro está à venda em todos os sites: Mercado Livre, Magazine Luiza, Americanas, Submarino e Amazon. "Compre o livro, devore e use as dicas como for melhor. Não há contraindicações. Aproveite", declara Stepan Nercessian. Acompanhe o perfil do Stepan Nercessian no https://instagram.com/stepannercessian?igshid=YmMyMTA2M2Y=

Fonte/Imagens: Stepan Nercessian - Divulgação Sheilla Martins

UM MARCO NA MODERNIZAÇÃO DE CURITIBA: PESQUISADORA LANÇA LIVRO SOBRE UM DOS BAIRROS MAIS TRADICIONAIS DA CAPITAL PARANAENSE, O ALTO DA GLÓRIA.

O lançamento será dia 19 de abril, no Palacete Leão Jr. e propõe reflexão sobre identidade, memória e história.

downloadAttachment&Message%5Buid%5D=274369&Message%5Benvelope%5D%5Bmessage-id%5D=%253CSA1PR19MB706150D920CAB6AB87A553D4A19C9%2540SA1PR19MB7061.namprd19.prod.outlook.com%253E&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=INBOX&MessageAttachment%5B%5D%5Battachment_id%5D=%3CSA1PR19MB706150D920CAB6AB87A553D4A19C9%40SA1PR19MB7061.namprd19.prod.outlook.com%3E-1.1.2

Fachada do Palacete Leão Jr. – Foto: Guilherme Pupo

O estilo eclético da arquitetura do início do século XX do Palacete Leão Jr., que alia elementos neoclássicos e influências barrocas, localizado no bairro Alto da Glória, em Curitiba, hoje sede do Espaço Cultural BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul no Paraná atraiu a pesquisadora Amélia Siegel Corrêa, despertando nela o interesse em conhecer a história daquela icônica casa e, por consequência, também a formação do bairro e das famílias que ali viviam.

Desta curiosidade nasceu o projeto Alto da Glória: fragmentos de uma história desenvolvido em parceria com a historiadora Solange Rocha, que resultou na mais recente edição do Boletim da Casa Romário Martins, publicado pela Fundação Cultural de Curitiba, com prefácio do prefeito Rafael Greca de Macedo e, também em um documentário homônimo.

O lançamento será no dia 19 de abril, às 18h30, justamente no espaço que inspirou o projeto, o Palacete Leão Jr. A programação conta com a exibição do documentário, um bate-papo da autora com o jornalista e professor da UFPR, Zeca Fernandes e com o arquiteto Key Imaguire, seguida de uma sessão de autógrafos. A entrada é gratuita, as reservas podem ser feitas pela plataforma: https://www.sympla.com.br/livro-alto-da-gloria---fragmentos-de-uma-historia-lancamento__1949603

“Fiquei maravilhada com a beleza e o requinte da casa, o nível de detalhes das portas de madeira, os vitrais, o teto ornamentado, o chão ladrilhado, a varanda! Quis saber mais sobre como era a vida ali e sobre o contexto em que uma casa como aquela foi construída. Percebi que existiam lacunas na história e uma boa oportunidade para uma pesquisa mais aprofundada”, conta Amélia.

Fontes documentais inéditas, arquivos históricos, jornais, documentos, mapas, livros, imagens, fotografias e entrevistas com descendentes dos moradores e antigos funcionários da casa foram materiais usados na reconstrução dessa memória que conta também parte da história de Curitiba. Tanto o livro quanto o documentário apresentam os principais fatos que envolvem a formação deste tradicional bairro curitibano no qual famílias vinculadas à erva-mate se estabeleceram, e revelam a importância da região como patrimônio histórico e cultural do estado. “A história do Alto da Glória se confunde com a história da modernização de Curitiba, viabilizada em grande parte pela expansão da produção e exportação de erva-mate, que, por sua vez, se configurou a partir de algumas famílias tradicionais do Paraná, responsáveis por investir na cultura e no desenvolvimento da cidade”, diz a pesquisadora.

Os anos iniciais da formação do bairro são repletos de histórias fascinantes, envolveram personagens importantes da cidade, muitos deles, inclusive, nomeiam nossas ruas como: o Desembargador Agostinho Ermelino de Leão, o Comendador Fontana e o arquiteto Cândido de Abreu, que foi prefeito de Curitiba (nos anos 1892/1893 e de 1913 a 1916), entre outros. A pesquisa se preocupou em fazer novas leituras da história propondo um olhar contemporâneo, crítico e abrangente sobre a formação do bairro, incluindo e recuperando a participação de mulheres relevantes como Maria Clara de Abreu Leão, Dolores Leão, Maria Bárbara Correia Leão, bem como de imigrantes, como o italiano Antônio Dallegrave, figura central na construção da Capela da Glória, que ficou pronta em 1896.

O livro e o documentário trazem registros de quando a área ainda era uma zona de chácaras na qual estava sediada o Engenho Munhoz, que utilizava mãe de obra escrava; passando pela construção do Passeio Público; a criação do Boulevard Dois de Julho, que mais tarde passou a se chamar Avenida João Gualberto. Levanta também a história do Teatro da Glória; da bela Capela de Nossa Senhora da Glória; da Chácara da Nhá Laura, onde atualmente fica o Colégio Estadual do Paraná; bem como da já demolida Mansão das Rosas; da Casa da Chácara, moradia do casal Desembargador Agostinho Ermelino de Leão e Maria Bárbara e, claro, do Palacete dos Leões, que em 1903 virou cartão postal da cidade e, em 1906, residência oficial do então presidente do Brasil, Afonso Pena, durante passagem por Curitiba. Considerando que era a primeira vez que um presidente visitava a capital paranaense, o fato foi um marco histórico.

“Este projeto além de contribuir para a historiografia dos bairros de Curitiba, contribui para a ampliação e divulgação de novas fontes e abordagens historiográficas. Nosso intuito é ampliar o conhecimento sobre o patrimônio histórico de Curitiba, bem como valorizar e fortalecer a identidade local”, ressalta Amélia.

A pesquisa foi além da paisagem, revelou características e descobertas peculiares, como por exemplo a centralidade da prática religiosa diária das famílias da burguesia que ali viviam e que chegavam a dispor de oratórios domésticos e capelas particulares em suas próprias casas, o que permitia a realização de missas e até de casamentos. O conservadorismo e a endogamia como forma de manter o poder entre as famílias também foram traços que apareceram, assim como se evidencia que o protagonismo daquelas mulheres de elite se dava principalmente no ambiente da igreja e nas atividades de filantropia.

Outro apontamento que o livro de mais de 100 páginas traz é sobre a importância da construção de um teatro particular, em meados da década de 1890, em uma das residências do bairro. O Teatro da Glória durou poucos anos, mas contribui para a modernização dos hábitos provincianos dos curitibanos e o avanço da cultura local.

Foi a partir do Boletim Casa Romário Martins que o roteiro do documentário, com duração de 13 minutos, foi elaborado. Em setembro de 2022, o material foi exibido aos alunos do Colégio Estadual do Paraná como contrapartida social do projeto. A ideia foi despertar o interesse pela história local também nas gerações que estão conectadas com a linguagem do audiovisual. O filme com narrativa poética pode ser visto gratuitamente pelo Youtube, no Canal da Fundação Cultural de Curitiba, ampliando assim as referências visuais dos leitores do Boletim.

“Este documentário preencheu uma lacuna que existia porque há muita informação e pesquisa sobre o Alto da Glória no final do XIX e começo do XX, mas nenhum material audiovisual que as compactassem. Ficamos muito orgulhosas com o resultado. E mais ainda de poder realizá-lo com uma equipe majoritariamente feminina”, comemora a pesquisadora.

O Boletim “Alto da Glória – fragmentos de uma história” é um projeto realizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura da Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura Municipal de Curitiba. A publicação impressa será distribuída gratuitamente no lançamento. Em breve a versão online estará disponível para download gratuito. O documentário pode ser visto no Canal Youtube da Fundação Cultural de Curitiba: https://youtu.be/6SFHAaIyUoQ.

Sobre a pesquisadora

Amélia Siegel Corrêa é doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Autora de diversos artigos e capítulos de livro, publicou ‘Alfredo Andersen: retratos e paisagens de um norueguês caboclo’ (Alameda Editorial, 2014). Atua como curadora e pesquisadora nas áreas de patrimônio histórico, história das exposições, museus, mulheres artistas e História do Paraná. Professora da Pós-Graduação em História da Arte e Curadoria da PUC-PR, é diretora artística da Alhures Galeria.

Serviço:
Lançamento do Boletim Casa Romário Martins e Documentário de Amélia Siegel Corrêa – Alto da Glória: fragmentos de uma história
Data: 19 de abril (quarta-feira)
Horário: 18h30
Onde: Palacete Leão Jr. (Av. João Gualberto, 530 / Alto da Glória)
Quanto: Gratuito
Ingressos: https://www.sympla.com.br/livro-alto-da-gloria---fragmentos-de-uma-historia-lancamento__1949603

Equipe Técnica do Boletim Casa Romário Martins:

Pesquisa e texto:
Amélia Siegel Corrêa
Pesquisa:
Solange Oliveira Rocha
Consultoria historiográfica:
Newton Carneiro Neto
Acompanhamento técnico:
Maria Luiza Barracho
Revisão de Texto:
Benedito Costa Neto
Editoração:
Léia Rachel Castelar
Projeto Gráfico e diagramação:
Dayana Salles
Tratamento das imagens:
Adriano Vital
Ilustração da árvore genealógica:
Mónica Defreitas e Nelson Smythe

Créditos Documentário:

Roteiro: Marcela Mussi; Direção: Jaciara Rocha; Assistência de Direção: Eduardo Simões; Direção de Arte: Gabriele Windmuller; Produção Executiva: Amélia Siegel Corrêa; Pesquisa: Solange Oliveira Rocha; Narração Poética: Thaís Aguiar Zeller; Narração Histórica: Amélia Siegel Corrêa; Fotografia: Mariana Boaventura; Captação de Áudio: Nanashara Scaravelli; Montagem/Sound Design/Finalização: Ana Vedovato

Autor curitibano cria um inferno na terra em livro de contos

Qual imagem vem à sua mente quando você pensa no inferno? Pecadores sofrendo penas eternas? O Diabo, com um tridente em mãos, espetando os traseiros de seus inquilinos? Pois bem, no livro de contos “Inverno, Inferno”, do autor curitibano Daniel Felipe, as coisas são um pouco diferentes – ainda que não menos mágicas, é importante
frisar.

“Inverno, Inferno” é um espaço-tempo onde tudo está prestes a explodir, já que a porta de entrada para o submundo está aberta. A todo momento, o leitor cruza a fronteira do ordinário rumo ao fantástico e ao fabular. O inferno em questão é um estado de espírito, compartilhado por cidadãos tão terríveis quanto moralistas, componentes da ecologia mesquinha e banal de uma cidade nublada e provinciana. Daniel Felipe criou uma cultura, onde o individual e o coletivo se apresentam sempre em tensão.

No livro, o leitor conhecerá um rol de personagens sombrios, e tramas que emergem do sinistro cotidiano. Pessoas que se chocam no trânsito – seja a pé, num carro, num ônibus ou numa bicicleta – em meio a um estado marcial. Humanos ínfimos, que se comportam como células cancerígenas prontas para pôr o planeta abaixo. Enfim, gente absurdamente falível – algumas das quais, em busca de redenção.

Sinopse
Do outro lado do muro, um inimigo animalesco se prepara para dar o bote. Nas ruas, máquinas metálicas separam humanos do mundo exterior, o que as obriga a travarem contato com seus pensamentos pouco ou nada belos. Trajetórias
individuais se delineiam em meio a um estado marcial. Os moralistas do subúrbio tentam pôr o planeta abaixo. Tudo pode explodir a qualquer momento, já que a porta de entrada para o submundo é logo ao lado. Inverno, Inferno é um cronotopo — ora fantástico, ora fabular, quase sempre em ebulição — onde convivem personagens terrivelmente falíveis, em contato com suas sombras e, às vezes, em busca de redenção.

O livro será lançado numa sessão de autógrafos na tarde do próximo sábado (8), a partir das 17h, no espaço Atuar Psicanálise, que fica na rua Manoel Ribas, 5884, sala 03, Santa Felicidade.

Sobre o autor
Daniel Felipe nasceu em 1988. É formado em jornalismo pela PUCPR e realizou pesquisa de doutorado no PPGMPA-ECA da Universidade de São Paulo, onde estudou a obra multimídia de Valêncio Xavier. Reside em Curitiba, sua cidade natal. Inverno, Inferno é sua estreia na ficção.

Serviço
Lançamento: Sábado, dia 8, a partir das 17h, no espaço Atuar Psicanálise, localizado na Rua Manoel Ribas, 5884, sala 03, SAnta Felicidade.

Inverno, Inferno
Autor: Daniel Felipe
Editora: Patuá
Formato: contos
Como adquirir: Inverno, Inferno, de Daniel Felipe (editorapatua.com.br)

Exposição e lançamento de livro celebram os 100 anos do Movimento Paranista

Evento realizado na semana do aniversário de Curitiba homenageia o Paranismo, que exerceu influência em áreas como artes e arquitetura por meio de símbolos paranaenses
Livro Paranismo (2).jpeg

O Movimento Paranista, que exalta a identidade do Paraná por meio da valorização de seus símbolos, está completando 100 anos. Para celebrar, um evento realizado no Memorial de Curitiba marca a abertura de uma exposição artística e o lançamento de um livro sobre o tema, nesta quinta-feira (30/03) às 19h, com entrada gratuita. Na ocasião, também é celebrado o aniversário de 330 anos de Curitiba.

O livro “Paranismo” foi escrito pelo pesquisador e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, o mesmo que lançou em 2014 a biografia do artista João Turin (1878-1949), um dos criadores e grande expoente do movimento. Teixeira Leite analisa a proposta que enaltece a identidade paranaense por meio do pinheiro, do pinhão, da erva-mate e de outros elementos típicos na arquitetura, esculturas, pinturas, móveis e até na moda.

Além de uma rica pesquisa sobre o tema, a publicação também traz um texto da Família Ferrari Lago, gestora do patrimônio artístico de João Turin, que relata a trajetória póstuma para preservação das obras (iniciado por familiares como Jiomar José Turin e Elisabete Turin) até o processo de resgate do legado deixado pelo artista. Turin também é citado diversas vezes em outras passagens do livro por sua relevância dentro da temática Paranista.

“O fortalecimento do legado do escultor paranista aconteceu graças à junção de esforços entre gerações de pessoas interessadas em manter sua arte viva ao longo dos anos”, comenta Samuel Ferrari Lago, um dos gestores das obras de Turin. O resgate realizado por sua família, a partir de 2011, possibilitou ações como a construção de uma fundição para produzir originais inéditos, montagem de três grandes exposições, localização e recuperação da obra “Pietá” na França, inauguração do Memorial Paranista (administrado pela Prefeitura de Curitiba), entre outras relatadas no livro.

Exposição artística
O livro “Paranismo” é um lançamento da Fundação Cultural de Curitiba, que também concebeu a exposição “Curitiba, Capital do Paranismo”. A mostra vai ocupar dois andares do Memorial de Curitiba com originais e reproduções de obras de diversos artistas, com linguagens artísticas que assimilaram as propostas do movimento, acompanhadas de textos explicativos.

Entre os trabalhos de João Turin presentes na mostra, o maior destaque é a releitura da obra perdida “No Exílio”, escultura com 2,70m de altura feita pela artista Luna do Rio Apa. No local, os visitantes poderão acessar um QR Code para acessar um vídeo que mostra a história desta obra e o trabalho para seu resgate e releitura. “No Exílio" foi a primeira escultura de grandes proporções feita por Turin, concebida em Bruxelas e premiada com Menção Honrosa em Paris.

A mostra também conta com duas esculturas em gesso de felinos (“Luar do Sertão” e “Tigre Esmagando a Cobra”), três vestidos produzidos a partir de croquis deixados pelo artista, especialmente criados pelo Centro Europeu para a premiada exposição “João Turin: Vida, Obra, Arte” no Museu Oscar Niemayer, entre 2014 e 2015; desenhos e reproduções arquitetônicas de Turin com a temática paranista. A exposição permanecerá em cartaz, podendo ser visitada de terça a domingo.

Sobre João Turin
Em quase 50 anos de carreira, João Turin deixou mais de 400 obras. Nascido em 1878 em Morretes, no litoral do Paraná, mudou-se ainda garoto para a capital Curitiba, iniciando seus estudos em artes, chegando a ser professor. Especializou-se em escultura em Bruxelas e em seguida morou por 10 anos em Paris.

Retornou ao Brasil em 1922, trazendo comentários elogiosos da imprensa francesa, e deu início à etapa mais produtiva de sua trajetória. Foi premiado no Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1944 e 1947. Faleceu em 1949 e é considerado o maior escultor animalista do Brasil. Possui obras em espaços públicos no Paraná, Rio de Janeiro e França. Em sua homenagem, foi inaugurado o Memorial Paranista, em Curitiba, que reúne 100 obras.

Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram “João Turin – Vida, Obra, Arte”, a exposição mais visitada da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo.

Serviço:
Exposição “Curitiba, Capital Paranista”
Lançamento do livro “Paranismo”, de José Roberto Teixeira Leite
Local: Memorial de Curitiba – R. Claudino dos Santos, 79 (Centro, Curitiba-PR)
Data e horário: 30 de março, quinta-feira, às 19h
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 15h.
Entrada gratuita

Paulo Vitola 100 anos da criatividade paranaense Hotel Radisson Curitiba

Amanhã, celebraremos juntos os 100 anos da criatividade paranaense!
Esperamos você para uma noite de autógrafos da obra que marca o centenário da propaganda do nosso estado.
O autor do livro, Paulo Vitola, e outras figuras importantes do segmento estarão presentes para celebrar esse momento.
Esperamos você às 19h no Salão Ametista I do Hotel Radisson Curitiba.
Até lá!

Lançamento do livro sobre acervo do MON reúne artistas, curadores e patronos da instituição

O livro histórico de 400 páginas com um recorte da coleção permanente do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi lançado na noite desta quarta-feira (22), na Livraria da Vila (Pátio Batel), em Curitiba. O evento reuniu artistas, curadores, patronos e conselheiros da instituição. Para marcar a ocasião foi realizado um bate-papo com a secretária estadual da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika; o curador Marc Pottier, integrante do Núcleo Curatorial do MON, e o sócio-fundador da Editora Bei, Tomás Alvim.

Juliana Vosnika destacou que o livro é uma forma de ampliar o acesso ao acervo do MON, um museu que foi um passo importante nas artes visuais do Brasil, da América Latina e do mundo. “Além de um salto quantitativo no seu acervo, o MON alterou e expandiu o marco referencial, demonstrando amadurecimento como instituição museológica. Entendemos então que era hora de registrar esta conquista e compartilhar com o público diferentes momentos da construção de sua coleção permanente. Assim nasceu a ideia desta publicação”, disse.

“O MON desperta em cada um de nós a sensação de pertencimento, de que ele é nosso. E o livro reafirma isso. Artistas, curadores, colecionadores, o público. Todos ajudaram a construir o museu”, afirmou a secretária da Cultura.

Também estavam presentes no lançamento alguns dos autores de textos que fazem parte do livro, como o artista Fernando Velloso, o historiador Ricardo Freire e Fábio Domingos Batista, que integra o Núcleo Curatorial do MON.

O decano Fernando Velloso disse que a arte e cultura paranaense passaram por uma “evolução respeitável” nas últimas décadas. “Esse texto é o depoimento de alguém que viveu todos esses fatos e que na sua juventude conseguiu colher uma série de depoimentos de pessoas que hoje se tornaram importantes para construir esse edifício que é a arte paranaense”, afirmou.

O livro
A publicação, editada pela Bei em capa dura, conta com textos autorais e centenas de imagens que retratam os destaques deste acervo que, nos últimos anos, quintuplicou de tamanho, chegando atualmente a 14 mil obras.

Além do aumento quantitativo do acervo, o museu alterou e expandiu o marco referencial. As áreas de artes visuais, arquitetura e design, com ênfase em arte paranaense e brasileira, passaram a conviver também com arte africana contemporânea, latino-americana e asiática.

O livro enfoca todas essas áreas, destacando cerca de 500 obras. Também há textos assinados pelos curadores, que selecionaram obras que representam a amplitude do acervo. São eles: o artista paranaense Fernando Velloso, que traz uma abordagem histórica da formação do acervo do MON; o curador Marc Pottier, que discorre sobre arte contemporânea e o acervo de design; os curadores das coleções asiática e africana, Fausto Godoy e Renato Araújo, respectivamente; e o arquiteto Fabio Domingos Batista, representantes do Núcleo Curatorial do Museu.

O valor do livro, que será vendido no MON Loja e em livrarias de todo o Brasil, com distribuição da Editora Bei, é de R$ 200.

Trajetória
O acervo do MON teve início com a junção de três coleções: NovoMuseu (que foi o primeiro nome do MON), Museu de Arte do Paraná (MAP) e coleção Banestado. No legado da união dessas três coleções, destacam-se nomes de importantes artistas como Miguel Bakun, Helena Wong, Alfredo Andersen, Maria Amélia D'Assumpção, Arthur Nisio, Leonor Botteri, João Turin, Poty Lazzarotto, Bruno Giorgio, Sérvulo Esmeraldo e Emanoel Araújo.

O acervo foi se diversificando com a produção de artistas representativos no âmbito nacional e internacional. “Após o processo de pesquisa e reflexão para discutir a orientação e a identidade que o acervo do MON deveria objetivar, além da prioridade de colecionar arte paranaense e brasileira, também passou a expandir seu olhar não eurocêntrico para a arte latino-americana, asiática e africana”, explica Juliana.

A coleção de obras de arte asiática foi doada pelo diplomata Fausto Godoy e colocou o MON em posição de destaque nacional. Disputada por outras instituições do Brasil e por colecionadores do Exterior, a coleção é composta por aproximadamente 3 mil obras de arte.

Dando continuidade ao processo de consolidação de seu marco referencial, o MON iniciou uma negociação para viabilizar a vinda para o Museu de uma grande coleção de arte africana existente no País. Assim como aconteceu com a primeira grande doação, em 2021 as negociações foram concluídas e o MON foi mais uma vez escolhido por suas condições técnicas, capacidade de gestão e credibilidade, recebendo cerca de 1.700 obras de uma das mais importantes coleções de objetos de arte africana do século XX, doação da Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY).

Em março de 2022, o MON concluiu, também, mais um complexo processo de negociações para receber sua maior doação até então: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas pelo artista paranaense Poty Lazzarotto (1924–1998). A doação foi feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto. São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros.

Outra maneira de incrementar o acervo foi a criação do projeto Sou Patrono, um movimento pioneiro no apoio e valorização da cultura e da arte no Paraná. Por meio dele, pessoas engajadas e comprometidas com a arte contribuem com a aquisição de obras, a partir de uma seleção realizada pela diretoria executiva e pelos Conselhos do Museu. Como contrapartida, o doador tem benefícios, além de deixar seu nome gravado na história da instituição.

SOBRE O MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Livro sobre Raul de Souza será lançado no Youtube

 

Evento acontece neste domingo (26), às 20h, com bate-papo e um pocket-show

O lançamento do Livro de Partituras de Raul de Souza – um dos maiores trombonistas de todos os tempos – acontece neste domingo, dia 26, às 20 horas, na plataforma do Youtube (www.youtube.com/@produtoragramofone). Para o organizador do livro, o músico e produtor de Curitiba Álvaro Ramos, a plataforma de vídeo é o local mais adequado para um lançamento nacional e amplia a oportunidade para o público conhecer e ouvir um pouco sobre a obra desse grande músico carioca que, curiosamente nasceu João José e depois de se destacar nos programas de calouros foi “batizado” artisticamente por Ary Barroso como “Raulzito” (em homenagem ao “Raulzão de Barros”). Durante o lançamento, além de um pocket show com algumas das músicas de Raul que estão nas partituras do livro, haverá um bate-papo musical com Fábio Torres (piano), Glauco Sölter (baixo), Mário Conde (guitarra), Sérgio Machado (bateria) e Sérgio Coelho (trombone) sobre a vida e a obra de Raul de Souza.

Ramos comenta que o Livro de Partituras não é voltado somente para músicos. “Na verdade, é um livro para quem gosta de música e nós vamos lembrar a trajetória artística de Raul de Souza com textos de Glauco Sölter, que o acompanhou no palco nos últimos anos de sua vida, e uma mini biografia escrita pelo jornalista Wagner Merije”, pontua. Para os músicos, o trombonista Sérgio Coelho – discípulo de Raul no instrumento –, preparou um texto sobre o estilo do trombone brasileiro de Raul. “É importante ressaltar que além de relembrar as histórias, o livro também disponibiliza 20 partituras de Raul para que os músicos estudem sua obra. Infelizmente pouca gente sabe que Raul de Souza teve um grande reconhecimento internacional e tocou nos quatro cantos do mundo com grandes artistas”.

O livro ainda disponibiliza dez obras de Raul de Souza em versão "Play Along" de áudio e vídeo para estudos, análises, improvisos e ensaios. Traduzindo: se o músico quiser, após aprender a música, ele pode compartilhar sua versão do tema estudado numa edição ao lado do quiteto musical que vai participar do bate papo. Para cada tema, os músicos deixaram uma base musical pronta para o improviso. Para isso, basta acessar o QR Code que está no livro e o músico é direcionado para uma página do Play Along – em vídeo ou áudio. O livro está disponível nesse site: https://gramofone.com.br/rauldesouzalivrodepartituras/.

O projeto do livro foi viabilizado através do PAIC, com apoio da FCC e incentivo das empresas EBANX e Instituto Joanir Zonta.

SERVIÇO:

Lançamento do Livro de Partituras Raul de Souza (https://gramofone.com.br/rauldesouzalivrodepartituras/)

Domingo dia 26 de março, às 20 h, no Youtube: www.youtube.com/@produtoragramofone

*com divulgação

Livro sobre Raul de Souza será lançado no Conservatório de MPB

Evento gratuito acontece na terça-feira, dia 14, com bate-papo e um pocket-show

O lançamento do Livro de Partituras de Raul de Souza – um dos maiores trombonistas de todos os tempos – acontece no Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme esquina com rua 13 de maio), na próxima terça-feira, dia 14 de março, às 18 horas. Na ocasião haverá um bate-papo falando sobre o Raul e a apresentação do trio formado por Glauco Sölter (contrabaixo), Mario Conde (guitarra) e Sérgio Coelho (trombone), que vão apresentar alguns temas do livro, composições de Raul de Souza. A entrada é gratuita.
O livro, que estará à venda no local (R$60), foi organizado pelo músico e produtor musical Álvaro Ramos, contempla partituras com a transcrição da melodia e harmonização de 20 obras do compositor, trombonista e saxofonista Raul de Souza. A apresentação é do músico e amigo Glauco Sölter, a minibiografia foi escrita pelo jornalista Wagner Merije e, ainda temos um breve texto sobre o estilo do trombone brasileiro de Raul nas palavras do (também) trombonista Sérgio Coelho.
O projeto do livro foi viabilizado através do PAIC, com apoio da FCC e incentivo das empresas EBANX e Instituto Joanir Zonta.

SERVIÇO:
Lançamento do Livro de Partituras Raul de Souza
Terça-feira dia 14 de março, às 18 horas, no Conservatório de MPB (Rua Mateus Leme, 66 - Centro - esquina com rua 13 de maio)
ENTRADA FRANCA

Claudia Piantini lança livro Técnica Multifatorial sobre o uso de cores na indumentária

O período pós-pandemia trouxe uma sensação de euforia para a moda: recortes, brilhos, fendas, micro comprimentos e uma profusão de cores sugere um visual que prepara as pessoas para os encontros e eventos outdoor. Gestado num ambiente bem mais íntimo - o isolamento social - o livro Técnica Multifatorial, da designer de imagem Claudia Piantini, é um estudo sobre as cores na imagem pessoal que chega ao público neste final de ano.

O livro traz um olhar científico e teórico para a aplicação das cores na estética. Uma mensagem simples, porém fundamentada, de que todos devem ter liberdade para usar as cores independentemente de modismos e predeterminações. “Para mim, a cor é uma expressão do comportamento. Temos emoções por determinadas cores, preferências, e o uso pode tornar-se algo muito benéfico para a imagem pessoal uma vez que traz autoestima nas composições que fazemos”, afirma Claudia. O contrário também pode acontecer. Muitas vezes gostamos das cores mas não ousamos usá-las por medo do julgamento.

Fundamento

Especializada em Antropologia e Neurociência, a autora, que também é consultora de imagem, nunca se convenceu com as técnicas presentes no mercado, que induzem as pessoas a usarem algumas cores em detrimento de outras, colocando-as em zonas permitidas e proibidas. A Técnica Sazonal e Sazonal Expandida, a mais usada, inclusive em consultorias de imagem online, data o ano de 1945. “Essa técnica nunca foi renovada e eu não conseguia encontrar um fundamento consistente para aplicá-la. Quando passei a me aprofundar nos estudos e também com a experiência em atender muitos clientes, percebi que não era apenas o tom da pele, mas muitos fatores devem ser avaliados no uso das cores. Somos seres evolutivos e com isto as cores mudam de acordo com nosso humor e com nossa fisiologia”, afirma Claudia.

O livro guia o leitor para que ele entenda qual é o seu fototipo cutâneo e assim alie as cores à sua imagem pessoal. Porém, segundo a técnica multifatorial, mudanças pessoais e do ambiente podem alterar essa cartela. “Me especializando em Neurociências tive a certeza que não é possível em um espaço de tempo, com luz direta, enxergar a cor com a mesma dimensão que outra pessoa. A pele é o maior órgão humano, sendo assim, pigmentações diferentes aparecem no nosso corpo em estações diferentes. A cor do cabelo também pode mudar e alterar os nossos contrastes e assim por diante”, exemplifica.

Por isso, o livro oferece uma opção de uso das cores muito mais abrangente e livre. “A pessoa precisa entender o seu próprio processo intuitivo e criativo de imagem pessoal. A maioria não se arrisca no uso das cores pelo receio de não saber harmonizá-las. Mas quando seguimos um caminho mais identificado conosco, com nossos sentimentos e estado de espírito, as cores podem ter a ação de bem-estar, autocuidado e autoestima.”

Segundo a autora, a mudança na imagem pessoal precisa ser acompanhada por “uma volta completa em todo o nosso estilo, naquilo que temos no guarda-roupa, nos acessórios, tipo de maquiagem…Por isso, o nome é multifatorial. Existem muitos fatores para serem alinhados”, afirma. Desta forma, garante, a Técnica Multifatorial, que foi devidamente registrada, é inovadora, sensível e principalmente uma experiência para quem executa e para quem recebe.

Sobre Claudia Piantini

Claudia Piantini é uma apaixonada pela vida e isso inclui o mergulho nos estudos do comportamento humano. Bacharel em Design de Moda, tem especialização em Comportamento de Consumo, Antropologia Cultural, Comunicação e Cultura, Ciências Sociais, Neurociências e Comportamento e Branding e Growh. Atualmente, especializa-se em Comportamento e Caos, Ética e Filosofia. É professora, palestrante, consultora de imagem e já ajudou mais de mil pessoas com seus atendimentos sobre Cores e Imagem Pessoal.

tags

#tecnicamultifatorial®️

#coloracaopessoal

#coresnaimagempessoal

#inspiracaodecor

#institutoclaudiapiantini®️

#livro

#livroclaudiapiantini

Serviço

Livro Técnica Multifatorial

Autora: Claudia Piantini

Aquisição pelo site www.claudiapiantini.com.br ou Whatsapp (41) 99282-3366

Informações e agendamentos de entrevistas: (41) 9 9951-9083

--