O Governo do Estado do Paraná, a Secretaria de Estado da Cultura e o Centro Cultural Teatro Guaíra, convidam para o lançamento do livro TEATRO GUAÍRA 140 ANOS, autoria de Zeca Correia Leite

Hoje (24/02/2025) o lançamento do livro “Teatro Guaíra 140 Anos”, que conta a história de um dos mais importantes complexos culturais da América Latina.
O evento gratuito aconteceu às 19h30, no hall de entrada do Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão). O autor da obra é o escritor, poeta e jornalista Zeca Corrêa Leite, que esteve presente para autografar exemplares, que foram  distribuídos gratuitamente. A publicação também terá formato digital, com lançamento em breve. Participe!

#ParaTodosVerem: Convite com o seguinte texto: O Governo do Estado do Paraná, a Secretaria de Estado da Cultura e o Centro Cultural Teatro Guaíra, convidam para o lançamento do livro TEATRO GUAÍRA 140 ANOS, autoria de Zeca Correia Leite. A realizar-se no hall de entrada do Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão) no dia 24 de fevereiro de 2025 às 19h30.
#TeatroGuaíra #CentroCulturalTeatroGuaira #TeatroGuaira140anos

Projeto de @aldice Aldice Lopes Preservação e Memória, o ano passado lançaram o livro do Teatro de Comédia do Paraná 60 anos , este ano Teatro Guaira 140 anos conta toda a história do teatro desde o final do século XIX , até passando pelos corpos artísticos , Zeca Leite escreveu, nosso amigo jornalista, poeta dramaturgo, Rita Soliere direção de arte do livro, Adalberto Camargo trabalhou todas as imagens

Agenda e pesquisa com Aldice Lopes, como Zeca fala é um livro que é uma obra aberta , um conto dos 140 anos , livro de arte. Parabéns pelo super projeto de preservação e memória do Teatro Guaira @aldicelopes @teatroguaira  #teatro #livros #livro #curitiba #teatro #teatroguaira #memorias
Há 140 anos, o Paraná ganhava um espaço que se tornaria um dos mais importantes complexos culturais da América Latina: o Teatro Guaíra!
Para celebrar essa trajetória,  foi  lançado o livro “Teatro Guaíra 140 Anos”, escrito pelo jornalista e escritor Zeca Corrêa Leite. O livro resgata e preserva a memória da instituição, apresentando os bastidores, os espetáculos marcantes e as histórias dos corpos artísticos e projetos paralelos mantidos pelo centro cultural.
 
Rua XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba, PR, Brazil

(41) 3304-7900

teatroguaira.pr.gov.br

Mariana Stachiu assina capítulo em livro sobre governança antecipatória e futuro dos negócios

É uma das autoras do livro “Entre Drones e Dinossauros 2: Megatendências & Roteiro para o Futuro de Negócios Competitivos”, que será lançado no dia 20 de fevereiro no Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), em Curitiba, a partir das 18h30.

Curitiba, fevereiro de 2025 - A especialista em comportamento humano e liderança, Mariana Stachiu, é uma das autoras do livro “Entre Drones e Dinossauros 2: Megatendências & Roteiro para o Futuro de Negócios Competitivos”, que será lançado no dia 20 de fevereiro no Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), em Curitiba, a partir das 18h30. A obra reúne reflexões de renomados especialistas sobre governança antecipatória e os desafios das empresas diante das rápidas transformações do mercado.

O livro, organizado por José Marinho e José Cláudio Securato, traz análises sobre megatendências que moldam a economia e a gestão empresarial. No capítulo assinado por Mariana Stachiu, a especialista explora como a liderança estratégica e a inteligência emocional são essenciais para a adaptação e competitividade das organizações no cenário atual.

O evento de lançamento contará com a presença dos autores e um debate sobre as principais ideias abordadas no livro. A iniciativa reforça a importância de antecipar tendências e preparar líderes e empresas para os desafios da inovação e transformação digital.

Lançamento do livro:

Dia: 20 de fevereiro

Horário: a partir de 18h30

Local: Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Curitiba

🔗 Assista ao vídeo sobre o livro: YouTube

Roda de leitura online com a neta de Jorge Amado

A CAIXA Cultural apresenta Amado Clube, uma roda de leitura online, que faz parte da exposição Amados que acontece na CAIXA Cultural Curitiba. A atividade será realizada pela neta de Zélia Gattai e Jorge Amado, Maria João Amado, que vai realizar no próximo sábado, dia 14, das 16h às 18h, uma leitura comentada da obra Navegação de Cabotagem – um livro de memórias de Jorge Amado que, com humor e auto ironia, passa em revista sua vida extraordinária, em episódios envolventes e vibrantes, dignos de seus melhores romances. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo link: Amado Clube – 14 de dezembro.
Maria João Amado
Com 12 anos de experiência como redatora no mercado publicitário baiano, Maria João se reinventou ao unir sua vocação profissional com o desejo de contribuir cada vez mais para a valorização e difusão e do patrimônio cultural de sua cidade natal: Salvador. Esteve desde 2003 envolvida no processo de transformação da casa de Jorge Amado e Zélia Gattai em um memorial: “A Casa do Rio Vermelho” Hoje, um dos pontos turísticos mais importantes da capital baiana. Em sua Jornada, ainda dedica parte de seu tempo a divulgar a vida e obra deus avós, Jorge Amado e Zélia Gattai, ministrando palestras, participando de eventos literários e mais recentemente com a criação e apresentação dos shows “Amadas Canções” e “Serenata para Zélia”, em parceria com a cantora Guida Moira.

Serviço: Amado Clube – Roda de leitura com Maria João Amado, com a abroa Navegação de Cabotagem, de Jorge Amado.
Sábado, dia 14, das 16 às 18 horas. Inscrições gratuitas pelo link: Amado Clube – 14 de dezembro.

Galeria Zilda Fraletti celebra 40 anos de arte com o lançamento de livro histórico

No sábado, 30 de novembro, Curitiba viveu um momento marcante para a cena cultural. Em um evento repleto de celebração, com o lançamento do livro "Galeria Zilda Fraletti, 40 anos conectando pessoas à arte", uma obra que revisita quatro décadas de dedicação à arte contemporânea e ao fortalecimento do mercado cultural na cidade.

O lançamento, que aconteceu na Av. Batel, 1750, reuniu amigos, artistas, clientes e admiradores da trajetória de Zilda. O livro, pode ser adquirido com a contribuição de R$50,00 e teve toda sua renda revertida para o Centro de Neuropediatria do HC-CENEP, instituição que realiza cerca de 1.500 atendimentos mensais a crianças com problemas neurológicos.

O livro contou com a colaboração de nomes como o jornalista José Carlos Fernandes, responsável por dar vida ao texto do perfil de Zilda Fraletti, e o professor Fernando Bini, que contextualizou o panorama das artes visuais no Paraná ao longo dessas quatro décadas. Além disso, Zilda trabalhou junto ao jornalista Hiago Rizzi para organizar o rico material acumulado durante os anos, como fotografias, catálogos, vídeos e recortes de jornal.

A publicação foi idealizada a partir de uma reflexão pessoal. "Foi exatamente um ano antes da publicação deste livro que percebi que em 2024 eu completaria 40 anos de atividades no mundo da arte. Passou tão rápido que foi difícil de acreditar!", relembrou a galerista Zilda Fraletti. Inicialmente, a ideia parecia apenas um sonho distante, mas aos poucos ela entendeu que essa história ia muito além de sua trajetória pessoal.

"Esta história não é sobre mim, mas sobre as muitas pessoas que passaram pelos diferentes espaços ocupados pela galeria ao longo desse tempo e que ali deixaram a sua marca", afirmou a galerista.

Durante os meses de produção, Zilda revisitou lembranças que mesclavam alegrias, desafios e conquistas. Em suas palavras, "a arte é, por natureza, um campo da criação humana sujeito a mudanças que traduzem a complexidade e a beleza da vida. Hoje, ao contemplar esses 40 anos de história, percebo que os caminhos percorridos para chegar até aqui coincidem com a essência da própria arte. Arte que transforma de múltiplas formas, mas sempre para melhor”, conclui.

O evento foi um convite para olhar para o futuro com gratidão pelo passado e pela força transformadora da arte. O público que participou saiu não apenas com um livro, mas com uma inspiração profunda sobre como a cultura e a solidariedade podem caminhar juntas.

Imagens relacionadas

Zilda Fraletti
Zilda Fraletti
Gerson Lima
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Carlos Cavet e Zilda Fraletti
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Zilda Fraletti e o Presidente da Associação Amigos do HC, Domingos Murta
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Zilda Fraletti e Fernando Bini, que ajudou na contextualização que contextualizou das artes visuais no Paraná ao longo dessas quatro décadas
Zilda Fraletti e Fernando Bini, que ajudou na contextualização que contextualizou das artes visuais no Paraná ao longo dessas quatro décadas
Gerson Lima
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Galeria Zilda Fraletti celebra 40 anos de história com lançamento de livro em prol de causa social

No próximo dia 30 de novembro, das 11h às 15h, a arte e a solidariedade se encontram na Av. Batel, 1750, em Curitiba para o lançamento do livro "40 anos da Galeria Zilda Fraletti", uma publicação que celebra a trajetória da primeira galeria de arte contemporânea da cidade.

Com o título “40 anos conectando pessoas à arte", o livro reúne textos e imagens que contam uma história de dedicação e paixão pela arte, destacando o papel da Galeria Zilda Fraletti na formação do mercado de arte em Curitiba e no Paraná. Durante quatro décadas, a galeria trouxe obras de artistas de todo o mundo, ocupando um espaço central na promoção da cultura e no estímulo a novos talentos.

A obra estará disponível mediante uma contribuição de R$ 50,00, e toda a renda será destinada ao Centro de Neuropediatria do HC-CENEP, que realiza cerca de 1.500 atendimentos mensais para crianças com problemas neurológicos.

Serviço:

Lançamento do livro "40 anos da Galeria Zilda Fraletti"

Quando: 30/11, das 11h às 15h

Onde: Av. Batel, 1750, Curitiba

Contribuição R$ 50,00 (com renda integral destinada ao HC-CENEP)

A curitibana Leonarda Glück é uma das autoras do novo livro sobre dramaturgia brasileira

Após 13 anos de atuação no ambiente virtual com publicações digitais voltadas ao universo das artes e cultura com ênfase nas artes cênicas, a Antro Positivo lança sua primeira obra impressa

Dramaturgia brasileira contemporânea foi o tema escolhido pela plataforma de arte Antro Positivo para a sua primeira obra impressa. Com lançamento no próximo dia 23 de novembro, sábado, às 17h, na Livraria Megafauna do Edifício Copan, o livro Pensamento Sobre: DRAMATURGIA reúne seis dramaturgos de destaque na cena teatral brasileira da última década para compor uma publicação com ensaios sobre suas linguagens e ideias.
Pensamento Sobre: DRAMATURGIA se debruça sobre a obra dos dramaturgos Alexandre Dal Farra, Dione Carlos, Gaya de Medeiros, Grupo Magiluth (Giordano Castro), Leonarda Glück e Silvia Gomez. O livro cria uma reflexão analítica e filosófica sob o olhar do crítico Ruy Filho – idealizador da Antro Positivo ao lado da designer gráfica e fotógrafa Pat Cividanes –, sobre algumas dramaturgias escolhidas pelos próprios autores.
A primeira edição de Pensamento Sobre: DRAMATURGIA teve apoio do ProAC Editais e contará com 200 exemplares. Com 200 páginas, o livro traz uma apresentação do projeto assinada pelo crítico Ruy Filho e seis capítulos, um para cada dramaturgo, nos quais constam ensaios inéditos autorais de cada dramaturgo sobre a provocação Dramaturgia no Futuro, além das reflexões de Ruy para as obras indicadas por cada autor.
O livro também será lançado em Portugal no dia 26 de novembro, terça-feira, às 19h, na Livraria da Travessa, em Lisboa, em evento conjunto com o lançamento do livro Meio do Céu, de Ubiratan Muarrek (editora Assírio & Alvim).
Para Ruy Filho, Pensamento Sobre: DRAMATURGIA traz a oportunidade de o público conhecer melhor um recorte da dramaturgia brasileira mais recente. “Escolhemos dramaturgos com destaque no teatro dos últimos anos, que são da mesma geração e possuem muitas qualidades na escrita”, pontua. O crítico também acredita que a publicação é uma forma de apresentar essa dramaturgia brasileira contemporânea para os europeus, principalmente os portugueses. “Sabendo que Portugal é uma porta de entrada para os trabalhos brasileiros, a ideia é aproximar esses nomes da cena teatral lusitana”.
Dramaturgia no Futuro
A dramaturga Dione Carlos acha de suma importância um livro como esse, no qual texto e autoria estão a serviço de quem lê o que foi produzido. “Publicar um livro de dramaturgia com o relato do processo artístico de quem a escreve implica registar no tempo/espaço processos que talvez jamais seriam conhecidos caso essa publicação não acontecesse”, destaca ela.
Já Silvia Gomez realça a liberdade que teve em seu texto inédito para elaborar as inquietações em relação à escrita para a cena hoje. “A Antro Positivo vem fazendo um trabalho de imensa importância para a dramaturgia brasileira e o convite a este livro resume, de certa forma, esse olhar de provocação para avançar a forma adiante”.
Segundo Alexandre Dal Farra, a publicação parece muito interessante no sentido de propor formas de diálogo. “A proposta do livro não é ser apenas uma publicação crítica, mas uma inversão de olhar, um olhar diverso sobre a própria posição de quem escreve sobre teatro, além de propor uma reflexão sobre uma dramaturgia no futuro, ou o que seria o futuro da dramaturgia”, aponta o dramaturgo.

Leonarda Glück, autora. Foto: Divulgação/Antro Positivo.
Leonarda Glück acredita que lançar um livro sobre dramaturgia, especialmente para teatro, é muito importante em 2024. “Não é dramaturgia para audiovisual, não é roteiro para cinema, e não é que esses trabalhos não sejam importantes também. É que o teatro ainda é uma grande base e uma grande interação para as principais linguagens artísticas dos últimos séculos”, enfatiza ela.
O processo da publicação de Pensamento Sobre: DRAMATURGIA com os ensaios inéditos dos dramaturgos e a linha do tempo das dramaturgias analisadas está disponível pelo site www.antropositivo.com.br/pensamentosobre
Serviço
Pensamento Sobre: DRAMATURGIA
Antro Positivo
Lançamento Brasil
23 de novembro, sábado, às 17h.
Livraria Megafauna – Edifício Copan – Av. Ipiranga, 200, loja 53 – São Paulo.
Lançamento Portugal
26 de novembro, terça-feira, às 19h.
Livraria da Travessa – Rua da Escola Politécnica, 46 – Lisboa.

Ficha técnica:
14,8 x 21 cm | 200 páginas | colorido
Preço sugerido – R$ 70,00
Instagram – @antropositivo
Edição – Ruy Filho. Projeto Gráfico – Pat Cividanes. Fotografia – Pat Cividanes, Humberto Caligari (Dione Carlos) e Pedro Escobar (Giordano Castro e Grupo Magiluth). Revisão de Texto – Paulo Sérgio Fernandes. Produção Gráfica – Beth Iliescu. Impressão – Leo Graf. Produção – Dora Leão. Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta.
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Teatro Guaíra lançou o livro Teatro de Comédia do Paraná – 60 Anos

Nesta segunda-feira dia 4 de novembro, o Teatro Guaíra lança o livro Teatro de Comédia do Paraná – 60 Anos, do jornalista e produtor cultural Alvaro Collaço.

O evento, parte das comemorações dos 140 anos do Teatro Guaíra, será às 19h, no auditório Salvador de Ferrante (Guairinha). A obra revela o legado e a importância histórica do TCP, resgatando seis décadas de montagens que marcaram o teatro paranaense.

Na obra, Alvaro Collaço traz o registro e detalhes curiosos de todas as peças apresentadas pelo TCP, com um vasto acervo documental, incluindo informações sobre montagens icônicas baseadas nas obras de dramaturgos mundialmente consagrados.

O evento foi gratuito e aberto ao público.

Bar do Alemão lança livro comemorativo aos 45 anos da casa e prepara festa com novo chopp


O tradicional bar de Curitiba é conhecido por seus submarinos e gastronomia tipicamente alemã.

O Schwarzwald – Bar do Alemão, um dos bares mais tradicionais de Curitiba, completa neste mês de outubro 45 anos de história. E para celebrar essa data tão especial, estão previstas diversas atividades, como o lançamento de um livro especial alusivo ao aniversário do bar, apresentações musicais, concurso entre os clientes, novo chopp na casa e, claro, canequinhos comemorativos nos famosos submarinos.

“Esses 45 anos são muito especiais para nós e gostaríamos de comemorar isso com todos os clientes, colaboradores e curitibanos que nos ajudaram a construir essa história. Desde o meio do ano já vínhamos fazendo a escolha do novo chopp da Casa, que irá marcar esse aniversário. Também preparamos um livro muito especial e cheio de histórias bacanas, e outras surpresas que devem coroar essa data tão especial”, comenta Jorge Tonato, gerente da Casa.

O livro “Schwarzwald - Bar do Alemão: 45 anos de história” será lançado no dia 16 de outubro em um evento fechado para convidados. Escrito pela autora Juliana Cristina Reinhardt, ele conta um pouco da imigração alemã à cidade e traz diversos depoimentos de clientes que ajudaram a construir a história do icônico bar no Largo da Ordem. Quem quiser adquirir um exemplar poderá comprar na loja do bar por R$ 40.

Já nos dias 17 e 18 (quinta e sexta-feira) a casa contará com atrações musicais a partir das 20h e todos que pedirem o tradicional submarino terão a chance de receber o canequinho preparado especialmente para a data, com logotipo e cor amarela.

“Além disso, nas redes sociais também estamos propondo um concurso de pirâmides de canequinhas. Ou seja, o cliente que fizer a maior pirâmide com as canecas do bar e registrar isso por foto ou vídeo ganha 45 dias de chopp gratuitos no Bar do Alemão”, conta Tonato.

E como não poderia deixar de ser, aniversário do Bar do Alemão tem que ter muito chopp. Por isso mesmo, em agosto o estabelecimento fez um concurso junto com a PROCERVA - Associação das Microcervejarias do Estado do Paraná, e escolheu uma receita de chopp Märzen para celebrar os 45 anos de história.

“Esse é um estilo tradicionalmente alemão que harmoniza muito bem com o cardápio do Bar do Alemão”, explica o gerente da Casa. Nove cervejarias concorreram criando suas receitas seguindo as características do estilo e foram julgadas por um júri especializado e também pelos frequentadores da Casa. O chopp Märzen escolhido foi o da cervejaria 4Bodes. Ele está sendo comercializada na Casa durante todo o mês de outubro ao valor de R$ 18 (450 ml).

45 anos de muitos submarinos

O Schwarzwald – Bar do Alemão está presente na memória afetiva de inúmeros curitibanos. Tradicional para a cidade e ponto turístico para os que vêm de fora, seus frequentadores possuem estreita relação com o local. Seja pelo ambiente singular que ele apresenta, seja pela comida típica e deliciosa servida – referência da cozinha alemã na capital –, seja pelos submarinos que ele oferece.

Inclusive o Chopp Submarino é a criação mais famosa da casa. As canequinhas são personalizadas com diversos temas durante o ano todo, sempre exaltando datas comemorativas, projetos culturais e temas da atualidade. Essas canequinhas podem ser levadas pelos clientes como souvenir, que costumam montar uma coleção própria. Para se ter ideia, somente em 2023 foram vendidos 177 mil submarinos. A direção da Casa estima que se todos os canecos de submarino vendidos nesses 45 anos fossem colocados lado a lado o trajeto seria de mais de 600 km.

O bar possui capacidade para 725 pessoas e recebe clientes do mundo todo. Com decoração rústica, é fiel às suas origens, recriando a atmosfera das tabernas mais tradicionais da Alemanha – assim como a cozinha que prepara os pratos da culinária germânica.    
    

JOÃO BARONE DOS PARALAMAS LANÇA LIVRO EM CURITIBA: 18 DE OUTUBRO TARDE DE AUTÓGRAFOS E BATE-PAPO NA LIVRARIA CURITIBA NO PARK SHOPPING CURITIBA

fotos liberadas para divulgação do João Barone. Crédito: Marcio Farias

18/10 - LANÇAMENTO CURITIBA, TARDE DE AUTÓGRAFOS E BATE – PAPO

1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso

João Barone lança em Curitiba livro sobre a história dos Paralamas

Numa noite de outubro de 1981, João Barone emprestou sua precária bateria para uma banda de nome engraçado fazer sua primeira apresentação, na Universidade Rural, na Zona Oeste do Rio. Tinha conhecido a rapaziada do grupo horas antes. Faltando poucos minutos para o show, o baterista não apareceu. Coube a ele assumir as baquetas. Mais de quatro décadas depois, a história consagradora dos Paralamas do Sucesso é narrada por alguém que jamais perdeu um show da banda: justamente João Barone.

Em 1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso (Editora Máquina de Livros) que será lançado dia 18 de outubro na Livraria Curitiba do ParkShoppingBarigüi, com direito a um bate-papo antes da sessão de autógrafos, Barone faz um mergulho na trajetória da banda, com desconcertante sinceridade e uma incrível riqueza de detalhes. Ele busca na infância simples o fascínio pela bateria e lembra os primeiros passos ao lado de Herbert Vianna e de Bi Ribeiro no início dos anos 80, antes da fama: os ensaios na casa da Vovó Ondina, as tardes com os amigos na Praia de Ipanema, a gravação da demo que virou sensação na Rádio Fluminense FM...

– Poucas pessoas têm o privilégio de passar 40 anos exercendo uma mesma atividade. No meu caso, tocar bateria nos Paralamas me proporcionou conhecer o mundo inteiro sem gastar nenhum tostão, como diz o verso de Melô do marinheiro. Sou a prova de que os sonhos podem se tornar realidade – diz Barone.

O livro faz um passeio pela trajetória da banda, ao longo de 84 capítulos. Barone fala sobre o contrato para o primeiro disco, o convívio com outros grupos da geração, as farras nas turnês pelo Brasil e o apoteótico show no Rock in Rio de 1985, que mudou o patamar dos Paralamas do Sucesso. Numa narrativa precisa e embalada de afeto, ele revela ainda os bastidores das gravações de cada disco e como nasceram alguns dos inúmeros sucessos do trio. Barone reconstitui ambientes e diálogos, botando o leitor na cena dos acontecimentos.

– Minha motivação foi preservar as lembranças dos muitos episódios da nossa jornada até aqui, repleta de alegrias, aflições, amores, tristezas, ansiedades, comédias e tragédias. E de um ponto de vista único e muito especial: sentado atrás de uma bateria.

As lembranças de João Barone são aguçadas. Ele detalha desde os contratempos em viagens até a vitoriosa carreira internacional da banda, que se tornou fenômeno na América Latina e desbravou a Europa – inclusive, abrindo a primeira grande turnê solo de Brian May, logo após o fim do Queen. O livro traz também momentos delicados e de extrema emoção, especialmente ao narrar o acidente de ultraleve com Herbert, em 2001, e as semanas de agonia que se seguiram, até a volta triunfal da banda.

Com prefácio de José Emilio Rondeau e orelha de Elisabete Pacheco, ambos jornalistas, 1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso é essencial não só para quem busca conhecer a trajetória do grupo, mas também a evolução do rock brasileiro. O livro traz ainda mais de 80 imagens do acervo pessoal de Barone – quase todas inéditas –, que incluem manuscritos de letras, credenciais de shows históricos, documentos e cartazes do início da carreira.

FICHA TÉCNICA

Título: 1,2,3,4! Contando o tempo com Os Paralamas do Sucesso

Autor: João Barone

Editora: Máquina de Livros

Páginas: 416

Preços: R$ 89 (impresso) e R$ 49 (e-book)

LANÇAMENTO EM CURITIBA

Data: 18 de outubro de 2024 (sexta)

Horário: a partir das 15h

Local: Livraria Curitiba do ParkShoppingBirigüi

Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Mossunguê

ALGUMAS HISTÓRIAS DO LIVRO:

► Como ele conheceu Bi Ribeiro e Herbert Vianna ainda em 1981, num show na Rural, em que Barone emprestou a bateria através de um amigo em comum e acabou tocando na hora, porque o Vital não apareceu.

► Os detalhes do dia em que Barone foi convidado para entrar nos Paralamas, em 09/09/1982, num show em Seropédica. Ainda em 1982 vieram os primeiros shows e o livro traz as primeiras fotos dos Paralamas no palco, numa casa punk no Méier. São imagens inéditas que estavam perdidas.

► No fim de 1982, Barone – que morava na região da Rural – se mudou para a casa do Bi, onde morou num quartinho até 1986. Ainda antes do primeiro disco, iam direto à Praia de Ipanema pegar jacaré, lanchavam no Gordon, viviam em cinemas da Zona Sul e também no Circo Voador (onde tocariam pela primeira vez em janeiro de 1983, abrindo para o Lulu Santos)

► A gravação da demo com Vital e sua moto e mais três músicas, que viraram hit instantâneo na Fluminense FM.

► Depois do contrato com a EMI-Odeon, para o primeiro LP, Barone traz bastidores das gravações de todos os discos da banda, inclusive com técnicas inovadoras que usaram.

► Ele conta também em detalhes como nasceram alguns dos maiores hits dos Paralamas, como “Óculos”, “Alagados”, “Melô do marinheiro”, “Uma brasileira” etc.

► Tem muitas histórias engraçadas das primeiras turnês da banda, especialmente até 1985, 1986, quando a estrutura dos Paralamas ainda era meio amadora, embora eles já fossem estourados no Brasil inteiro. Tem episódios de farras, de roubadas e de imprevistos.

► Os capítulos do livro são quase todos curtos (são 84) e ele dedica alguns ao Rock in Rio, desde as negociações para eles participarem – foram a última banda convidada – até o show explosivo, em que os Paralamas terminaram como o destaque nacional do festival.

► Barone conta como surgiram as rusgas de Lobão com Herbert Vianna, inclusive com a obsessão do cantor em atacar os Paralamas e um destempero de Lobão nos camarins do Canecão, onde os dois tocaram.

► Os Paralamas conseguiram uma carreira vitoriosa na América Latina, onde são idolatrados e tratados como um grande nome internacional do rock. O livro traz várias histórias curiosas e reveladoras de turnês e gravações de discos foram do Brasil (foram alguns), inclusive do do disco “D”, o primeiro ao vivo da banda, no Festival de Montreux, em 1986.

► Em 1993, os Paralamas foram escolhidos para ser a banda de abertura da turnê europeia de Brian May, o guitarrista do Queen que se lançava em carreira solo após a morte de Freddie Mercury. Brian e Herbert tinham se conhecido num festival em Montevidéu, ficaram próximos e em 1994 eles voltariam a se encontrar num estúdio em Londres, quando Brian participou de uma baixa do álbum “Severino”

► O acidente de ultraleve de Herbert em fevereiro de 2021, o período em que ficou em coma no hospital e a difícil recuperação nos meses seguintes são contados com mínimos detalhes, que nunca vieram à tona. E depois ele relata a volta dos Paralamas aos palcos e aos estúdios.

Marisol F. lança livros Caminho Caiçara e Maria Fumaça no Museu Ferroviário

Fotógrafo: Márcio Oko

Nele, os leitores poderão conhecer a história de como começou o Paraná, contado a partir de uma Rota Ciclística

"Caminho Caiçara" se destaca por entrelaçar um percurso ciclístico de 163 quilômetros que liga São José dos Pinhais a Guaraqueçaba, apresentando não apenas as belíssimas paisagens naturais, mas também as narrativas que moldaram a identidade paranaense ao longo dos anos. É, a partir desta rota ciclística que a escritora Marisol F. conta a história de como começou o Paraná, reunido em duas obras, o livro “Caminho Caiçara” e a versão infantil “Maria Fumaça”. O lançamento será no dia 1º de setembro, domingo, às 17h, no Museu Ferroviário, no Shopping Estação.

Na obra, Marisol F. apresenta vários aspectos do Paraná, desde a exuberância da Serra do Mar e da Mata Atlântica até os monumentos históricos e as colônias de imigrantes que desenvolvem para a pluralidade cultural da região. Ao lado de sua prosa envolvente, a autora transporta o leitor por uma trajetória enriquecedora, destacando a importância da preservação ambiental e a valorização da história e da cultura paranaense. As páginas dos livros ganham vida por meio da seleção criteriosa das fotos feita pela autora, para presentear os leitores com as belas paisagens que compõem este primeiro planalto, registradas pelos fotógrafos Daniel Castellano e Lucas Pontes.

O evento de lançamento contará com uma programação que incluirá um passeio ao Museu Ferroviário e a assistir ao filme no vagão sobre as belezas da Serra do Mar. E, é claro, a receber gratuitamente um livro autografado por Marisol F.

De acordo com a autora, a obra "Caminho Caiçara" é um convite para aqueles que desejam se aprofundar na beleza e nas histórias do Paraná, tornando-se uma oportunidade única de se conectar com as vantagens da literatura e da cultura local. “Não apenas conto a história, mas procuro provocar uma reflexão importante sobre a responsabilidade que cada um tem em preservar as florestas, nascentes e ecossistemas”.

De acordo com a autora, a versão infantil, “Maria Fumaça”, que faz parte do projeto, narra de forma bem humorada a história do primeiro trem a vapor do estado e da construção da estrada de ferro, convidando e instigando as crianças e desbravarem a história do Paraná, de forma divertida e lúdica. As ilustrações do design Anderson S. Silveira, atraem a atenção das crianças, em meio ao colorido e criativo, complementando a parte escrita.

Marisol F. não apenas narra, mas convida os leitores a cuidarem do meio ambiente e das belezas naturais, enfatizando que compreender as histórias do passado é fundamental para manter viva a história do Paraná.

O “Caminho Caiçara” é o primeiro de uma série de três volumes, idealizados com o objetivo de contar a história do Paraná a partir de seus 3 Planaltos. Os exemplares serão dirigidos para a rede pública de ensino e para as bibliotecas públicas do Paraná, para incentivar a leitura e contribuir para o conhecimento. Este projeto é patrocinado pela Copel e Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura, com apoio da Fomento Paraná e do Governo do Paraná.

Para mais informações, acesse o instagram @escritoramarisolf

Ex-jogador Paulo Miranda lança livro na Livrarias Curitiba

Hoje Gestor Esportivo no Athletico, Paulo relembra a carreira e compartilha as experiências dentro do comando do clube
Depois de uma vitoriosa carreira como jogador e experiência na gestão de atletas, Paulo Miranda quer compartilhar a história da sua vida com os amantes do futebol. O lançamento do livro “Vestiário Ganha Jogo”, com bate-papo, autógrafos e sorteio de duas camisas autografadas do Athletico, acontece no dia 17/08, às 16h, na Livrarias Curitiba do Shopping Palladium.

Paulo Miranda nasceu em São Paulo, mas cresceu na capital paranaense, precisamente no bairro Xaxim. Jogava pelos campinhos de futebol públicos, até ser observado por um olheiro que lhe levou até as categorias de base do Pinheiros. Passando na peneira, o menino de 12 anos havia se tornado um atleta. Em meio as dificuldades da família humilde, quando não estava na Vila Olímpica, Paulo estava catando papel para pagar as passagens de ônibus e comparecer aos treinos, e ajudar a família com o que sobrava.

No final de 1989, Paulo deixou de ser um atleta do Pinheiros para defender um novo clube, resultante de uma união com o Colorado. Nascia o Paraná Clube, e junto com ele, as primeiras oportunidades de Paulo Miranda no futebol profissional. Pelo novo “velho” clube, Paulo conquistou 5 títulos Paranaenses (1991, 1993, 1994, 1995 e 1996), além do Campeonato Brasileiro da Série B, em 1992.

Em 1997, o vencimento do seu contrato com o Paraná o levou para o Athletico, outro time da capital. Foram apenas duas temporadas, mas com memórias que viverão para sempre na cabeça do torcedor do Furacão: o golaço de fora da área contra o Vasco, na Copa do Brasil de 1997, os triunfos sobre o rival Coritiba e claro, o título paranaense de 1998, visto como o “último grande Campeonato Paranaense”. Foram 52 jogos e 17 gols marcados no rubro-negro de Curitiba.

O auge no Brasil e período mais vitorioso da carreira de Paulo Miranda foi no Vasco da Gama, de 1999 a 2001. Jogar em um supertime ao lado de craques como Romário e Edmundo, renderam vários títulos: Torneio Rio-São Paulo (1999), Taça Guanabara (1999 e 2000), Copa Mercosul (2000), Campeão Brasileiro (2000), Taça Rio (2001), além do vice campeonato no Mundial de Clubes de 2000.

Na metade do ano de 2001, Paulo Miranda se transferiu para o Girondins de Boudeaux, clube tradicional da França, sendo campeão da Coupe de La Ligue em 2002. Voltou ao Brasil e foi Campeão Mineiro e da Copa do Brasil em 2003, pelo Cruzeiro. Ainda teve passagens pelo São Caetano, Coritiba, Joinville, Itumbiara e Santa Helena, até pendurar as chuteiras no Deportivo Anzoátegui, da Venezuela, em 2010.

Paulo Miranda teve passagens como técnico após a aposentadoria, mas foi no convite do presidente Mario Celso Petraglia que o ex-jogador encontraria o seu lugar. Em 2017, Paulo integrou a comissão técnica do então treinador Tiago Nunes e em 2018, ocupou o cargo de Gestor Esportivo, que exerce até hoje. Desde então, o Athletico foi campeão da Copa do Brasil e bicampeão da Copa Sul-americana, além do vice da Copa Libertadores, onde Paulo Miranda entrou com a cobiçada taça, na decisão contra o Flamengo, como representante do Athletico.

Todas essas histórias e muitas outras são contadas no livro “Vestiário Ganha Jogo”, lançado esse ano. O título do livro vem de uma lição que Paulo aprendeu desde cedo em sua carreira, e que hoje é fundamento importante em sua carreira como gestor.

Dividido em duas grandes partes, o livro passa desde a infância do jogador, até as conquistas recentes dentro da gestão do Athletico. E para contas essas histórias, a lista de entrevistados conta com nomes de peso do universo boleiro, como: Bruno Guimarães, Dorival Jr, Edmundo, Romário, Luiz Felipe Scolari, Thiago Heleno e muitos outros.

Serviço

O que: Bate-papo e autógrafos com Paulo Miranda, autor do livro “Vestiário Ganha Jogo”.
Quando: Sábado, dia 17/08.
Onde: Livrarias Curitiba do Shopping Palladium - Av. Pres. Kennedy, 4121 - Portão, Curitiba - PR, 80610-010. Piso L2
Horário: 16h
Quanto: Evento gratuito. Retire a senha e compre o livro no caixa da loja para participar do evento.
Sorteio: Na compra do livro e retirada da senha, concorra a duas camisetas autografadas do Athletico. Preencha a ficha de cadastro e a deposite na urna.

Sobre
O Grupo Livrarias Curitiba nasceu na capital paranaense em 1963 e atualmente tem 24 lojas nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Composta pelas Livrarias Curitiba e Livrarias Catarinense, a empresa é a maior rede de livrarias do Sul do Brasil. A companhia engloba uma editora infantil, e-commerce através do site e app, a marca LivLov, área de vendas por atacado e uma distribuidora de livros, artigos de papelaria, presentes e brinquedos com mais de 1 milhão de produtos para abastecer seus canais de vendas.

Bebel Ritzmann faz sessão de autógrafos no evento “Destaques por Fernando Fischer”, no Machadinho Thermas Resort (RS)

A escritora de Curitiba, empreendedora e jornalista, apresenta a coletânea de poemas “Outras poesias e Eu”, o mais recente lançamento pela Selo Livros Legais

Nos dias 02.08 e 03.08, a escritora e jornalista Bebel Ritzmann faz sessão de autógrafos de quatro livros durante o evento “Destaques Fernando Fischer”, que acontecerá no paradisíaco Machadinho Thermas Resort e Spa, na região nordeste do Rio Grande do Sul, divisa com o Santa Catarina.

A primeira edição do evento contará com programação que inclui lazer, conhecimento, cultura, turismo, tendo como ponto alto a noite de homenagens, e reunirá os principais nomes de colunistas e comunicadores do país.

Na ocasião, Fischer, que é presidente nacional da Abraccos (Associação Brasileira de Comunicadores e Colunistas Sociais), reunirá membros de sua diretoria para discutir estratégias e deliberar sobre as próximas ações da entidade. Entre as homenageadas na Categoria Escritora está Bebel Ritzmann.

Sessão de autógrafos

Bebel Ritzmann vai autografar no evento as coletâneas de poemas “Outras poesias e Eu” e “Páginas do Tempo” (versão bilíngue apresentada em Paris (França) e as obras dirigidas ao público infantil “A pequena Bebel e seu jeito feliz” e “Bebel, a menina arteira”. Publicados pelo Selo Livros Legais, as obras foram lançadas em várias cidades brasileiras e em Lisboa (Portugal).

Serviço
Sessão de autógrafos de Bebel Ritzmann
Evento: Destaques por Fernando Fischer
Data: 02.08, às 12h; e 03.08, às 17h
Local: Machadinho Thermas Resort (RS)
Endereço: RS 442, km 1,2, nº 1210 - Bairro Balneário Machadinho – RS

Guararapes lança livro em comemoração aos seus 40 anos

A publicação conta a trajetória de uma das maiores indústrias de painéis de MDF e compensados do Brasil

Para celebrar os seus 40 anos, a Guararapes, uma das maiores indústrias de painéis de MDF e compensados do Brasil, lança um livro contando toda a sua trajetória até os dias atuais. A publicação, disponível em formato impresso e online, conta como uma pequena madeireira familiar tornou-se uma das maiores fabricantes de Compensados e MDF do Brasil.

“O livro relata como a Guararapes é a prova viva do poder da visão, da determinação e do comprometimento de todos. Os leitores encontrarão histórias de desafios superados, inovações e sucesso. Poderão testemunhar a força de uma empresa impulsionada pela paixão, pela excelência e pelo desejo de fazer a diferença”, conta Ricardo Pedroso, CEO da Guararapes.

A empresa foi fundada em 1984 pelos amigos e sócios João Carlos Pedroso e Walderez Bertolin (in memorian), no município de Quilombo (SC), como uma pequena madeireira e produção de 150 m³/mês. Em 1986, a sede foi transferida para Palmas (PR) e logo em seguida iniciou a produção de painéis de madeira compensada para exportação. A busca pela excelência impulsionou o crescimento da empresa, levando à inauguração de uma nova fábrica de compensados em Santa Cecília (SC) em 2002.

Mais um passo importante foi dado com a inauguração de uma fábrica de MDF em Caçador (SC) em 2009. Com foco no mercado interno, portfólio de produtos inovadores e estratégia de marketing, a empresa cresceu rapidamente, e, em 2016, a capacidade produtiva anual passou de 200.000 m³ para 600.000 m³. O ano de 2023 foi um marco para a companhia, que inaugurou uma nova operação industrial, altamente sustentável, no complexo de Caçador (SC). Com isso, a Guararapes ampliou a sua a capacidade de produção de MDF em 90%, para 1,140 milhão m³/ano, passando a ter a maior planta das Américas no segmento.

O legado dos fundadores foi passado de pais para filhos, que mantiveram firme o compromisso em conciliar os negócios, o equilíbrio sustentável dos recursos naturais e o cuidado com as comunidades onde a indústria atua. “Nós não crescemos sozinhos, devemos isso ao trabalho e dedicação de toda a equipe. Por isso, cultivamos um legado de responsabilidade social, apoiando comunidades locais, protegendo o meio ambiente e promovendo o bem-estar de todos os nossos stakeholders”, explica Diórgenes Bertolin, Diretor Industrial da Guararapes.

Para quem quiser saber mais sobre a história da Guararapes, o livro está disponível em português e inglês no site: https://www.guararapes.com.br/a-guararapes/#40anos

Sobre a Guararapes
A Guararapes é referência nacional na produção de painéis de MDF, e uma das maiores exportadoras de compensado da América Latina, presente em mais de 50 países. Com 40 anos de história, a companhia possui três unidades fabris localizadas em Caçador (SC), Santa Cecília (SC) e Palmas (PR), com capacidade anual de produção de mais de 1,140 milhão m³ de MDF e 380 mil m³ de compensados. Entre os produtos comercializados estão MDFs decorativos, cru (standard), RUC (resistente a umidade e cupim), Áris (multirresistente à marcas de dedos, calor, raios solares e riscos), além de HDF e compensados estruturais e não-estruturais. Desde 2015, a marca utiliza no MDF decorativo a tecnologia exclusiva NanoxClean, que elimina bactérias, vírus e outros microrganismos das superfícies. Também conta com diversas certificações internacionais, como o selo FSC® – Forest Stewardship Council® (Conselho de Manejo Florestal) código de licença FSC-C041303, que destaca seu compromisso com um manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável. Saiba mais em www.guararapes.com.br.

O Encontro: Sessão de autógrafos com o autor Ricardo Aparício e aartista plástica Maristela Oliveira

Publicado pela Editora InVerso, livro une arte e poesia para falar de sentimentos
Neste sábado (6), a Livraria da Vila, no Shopping Pátio Batel, recebe o autor
Ricardo Aparício e a artista plástica Maristela Oliveira para uma tarde de
autógrafos do livro O Encontro. Publicada pela Editora InVerso, a obra reúne em
imagens artísticas e poesia a intensidade que permeia as relações românticas.
Para Ricardo Aparício, compositor, músico, produtor musical e poeta com 45
anos de carreira, O Encontro é um projeto em que as artes se complementam.
“A ideia de O Encontro foi buscar no meu acervo poesias que trouxessem à tona
um lado reflexivo sobre os sentimentos que temos e que moldam o que somos,
como vemos o mundo e nossas relações românticas. Unindo com a minha
identificação com o trabalho da Maristela, nasceu a vontade de juntar nossas
artes e fazer um trabalho juntos”, explica.
Com ilustrações criadas a partir da leitura das poesias, Maristela e Ricardo
apresentam uma obra que traz a intensidade dos sentimentos em forma de
energia, com estilo e originalidade onde artes plásticas e palavras se convergem
em um livro que traz arte em forma de poesia e poesia nos traçados, pinturas e
esculturas.
O evento será das 16h00 às 19h00, entrada gratuita.
Sobre os autores:
Compositor, músico, produtor musical e poeta, Ricardo Aparicio é natural de Chapecó
(SC) e é conhecido na música pelo pseudônimo Ricardo Moura. Fundador e vocalista
da banda de blues e rock Bartenders (1991) ao lado de Carlos Gaertner e Júlio Afara,
já tocou com importantes músicos do gênero no Brasil, como André Christovam e
Roberto Frejat, Luis Carlini e Franklin Paolilo (membros do Tutti Frutti). Seu gosto pela
poesia sempre foi determinante em sua carreira e o manteve produzindo suas
composições e escrevendo ao longo dos seus 45 anos de carreira.
Maristela Oliveira iniciou sua formação artística aos 16 anos com técnicas de pintura,
vitrais, artesanato, porcelana, folheação em ouro e restauro de obras, com as mestras
Stela Vitola e Maria Vitola. Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas
sendo destaque em várias participações nas Mostras da Casa Cor em Santa Catarina,
Paraná e Rio Grande do Sul, Decorare (SC) e Artefacto (PR).
Sobre a editora:
A InVerso atua desde 2004, com o objetivo de oferecer ao público produções com
qualidade gráfica e editorial dos mais diversos gêneros literários.
Nossa sede está em Curitiba – PR, com distribuição e divulgação em todo o Brasil e
para os demais países reconhecidos pela comunidade internacional. A editora participa
de feiras literárias, bienais, concursos culturais e grandes eventos do segmento.
Com a missão de oferecer aos leitores uma experiência literária por meio de várias
opções de títulos, a InVerso tem em sua essência, além da característica de identificar
e lançar novos autores no mercado literário, o relacionamento de proximidade entre
escritor, leitor e editora.
Serviço
Sessão de autógrafos do livro O Encontro, do autor Ricardo Aparício e a artista plástica
Maristela Oliveira
Local: Livraria da Vila | Shopping Pátio Batel - Avenida do Batel, 1868
Horário: das 16h às 19h
R$129
ISBN: 978-85-5540-375-0

A biografia fantástica de Estrela Leminski

Histórias familiares, onde qualquer semelhança com a vida real será uma mera saudade. É desta forma que a poeta, compositora e cantora Estrela Ruiz Leminski estreia na prosa com seu livro “quando a inocência morreu”, que será lançado na próxima sexta-feira, dia 5 de julho, às 19 horas, na ESC – Escola de Escrita (Praça General Osório, 379/901 – Centro). Na ocasião, Estrela fará um bate-papo com a escritora Julie Fank. A autora define a obra como um grande mergulho dentro da sua árvore genealógica. São quatro histórias em homenagem aos quatro avós que ela não conheceu, recolhendo sensações familiares e extraindo histórias e sentimentos que levantam questões do não-pertencimento e da invisibilidade da mulher para construir a narrativa.
Filha dos poetas Alice Ruiz e Paulo Leminski, Estrela visita o seu passado para contar, a partir das perguntas “quem”, “quando”, “onde” e “por quê”, quatro histórias de seus bisavós. O primeiro personagem é Pedro, um senhor que não vive linearmente, que é o pai do Paulo (avô do Paulo Leminski) que foi casado com a Catarina. A segunda história vai para o futuro com a Luíza, uma jovem em busca de suas origens, que é a tataraneta de outra Luíza (avó da Alice Ruiz) que foi casada com Johann Schoenrock. A terceira personagem é a Josefa (avó da Alice Ruiz) que vive no Brasil a contragosto, e é a mãe da Angela (avó da Estrela). O último capítulo, que dá título ao livro, é narrado por um menino sem nome, e conta sobre Inocência (avó do Paulo Leminski) que morreu muito jovem, possivelmente durante a gripe espanhola em Curitiba.
Estrela Ruiz brinca dizendo que em cada família tem um “doido” da genealogia e calhou dela assumir esse papel. Ela começou com uma pesquisa sobre o lado polônico do pai e descobriu que as informações estavam imprecisas. Então foi a fundo na sua árvore genealógica. Pesquisou sites, acessou documentos internacionais da Polônia e da Ucrânia e foi preenchendo as lacunas pessoais. “Assim, mesmo não tendo as referências básicas de memória como o tom de voz, a culinária e o temperamento, eu fui conhecendo a história desses avós, e entendendo o quão rico eram essas histórias que formavam a minha personalidade”, conta.
De fato, Estrela consegue se perceber em todos os personagens do livro e transformou essa pesquisa em quatro histórias independentes, onde, curiosamente, ela não aparece na narrativa. “Para mim era muito importante trazer um fio condutor que me tirasse da pessoalidade”. Ela lembra que durante o processo do livro, que durou quatro anos, também foi colecionando casos familiares de amigos próximos. “É impressionante que quando eu trazia histórias aparentemente surreais da minha família, sempre tinha alguém que me falava ‘Nossa você não sabe o que aconteceu na minha’ e contavam algo até pior”, comenta. Numa delas, contada por um amigo polonês, aconteceu durante um Natal na Polônia, quando a bisavó desse amigo, preparou uma grande festa para reunir a família. “Só que ela faleceu na manhã do dia de Natal. Era inverno, nevava muito e, para não cancelarem a festa, eles colocaram o corpo da velhinha na neve – para ficar congelado. Comemoraram o Natal tranquilamente para, depois das festividades, enterrá-la”. Apesar da situação bizarra, Estrela pediu licença ao amigo e incluiu no primeiro capítulo do seu livro.
Ao pesquisar seu passado, Estrela concluiu que, na maior parte das vezes, o apagamento das histórias se dá por conta da invisibilidade feminina e das narrativas não contadas. “Eu cito no livro que existem três mortes. A primeira é a do corpo, a segunda quando não falamos mais sobre quem morreu e a terceira quando não escrevemos mais o nome de quem morreu”. E se depender dela, a memória de sua família estará cada vez mais imortal, com boas histórias e uma narrativa deliciosa.

Serviço: Lançamento do livro “quando a inocência morreu”, de Estrela Ruiz Leminski.
Sexta-feira, dia 5 de julho, às 19 horas.
Local: ESC – Escola de Escrita (Praça General Osório, 379/901 – Centro), com bate-papo com a escritora Julie Fank.

FEIRA DO LIVRO COMPÕE O FESTIVAL HISTÓRIAS DA FLORESTANA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Evento inclui lançamentos de títulos, contação de histórias, bate-papo com autores e venda de livros

Feira do livro
Crédito: Mayara Jacques

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, a partir de 06 de junho, a Feira do Livro no Festival Histórias da Floresta. Autores e obras que celebram as narrativas da floresta estarão reunidos até o próximo domingo (09) com uma programação especial, que inclui lançamentos de títulos, contação de histórias, bate-papo com autores e venda de exemplares com preços especiais.
“Fizemos uma curadoria especial sobre narrativas da floresta. Estamos reunindo autores nacionais que falam da temática originária, e também autores indígenas que resgatam sua história”, explica Flávia Milbratz, diretora e idealizadora do festival. Editoras e livrarias estão expondo seus materiais, oferecendo títulos infantis e obras para pais e educadores. A Livraria Maracá, especializada em literatura indígena, é uma das convidadas e oferecerá um cupom de desconto para os visitantes. Outras presenças confirmadas incluem Tela Aranha, Contos do Ben, Vertov, Maitê Livraria e Editora Vooinho.

Festival Histórias da Floresta
O Festival Histórias da Floresta continua no foyer da CAIXA Cultural Curitiba até dia 23 de junho, destacando a literatura nativa com uma série de atividades gratuitas para crianças. Uma floresta viva, com mais de 300 espécies de plantas, foi criada no espaço, proporcionando uma experiência imersiva ao público. Além disso, uma instalação artística em formato de Ocaruçu, construção indígena destinada a compartilhar histórias e encontros, foi montada no foyer, enriquecendo ainda mais a experiência dos visitantes. A atividade celebra a rica cultura e história dos povos da floresta.

SERVIÇO
Feira do Livro no Festival Literário Histórias da Floresta
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro
Data: de 06 a 09 de junho de 2024
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Entrada gratuita
Horário: Terça a sábado das 10h às 20h e domingo das 10h às 19h

Confira a programação completa: Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram caixaculturalcuritiba
Informações: (41) 4501-8722