Serviço de Nefrologia do Pilar Hospital recebe novo equipamento para auxiliar pacientes graves

Um novo equipamento para a terapia de pacientes que sofrem de doenças renais agudas já está no Pilar Hospital e possibilita a diálise contínua em pacientes instáveis, retirada de CO² em pacientes com doenças pulmorares graves e plasmaferese (remoção de plasma do sangue).
Desenvolvido pela B. Braun, multinacional líder em soluções médico-hospitalares, a terapia OMNI com ECCO2R é uma tecnologia inovadora que enfatiza o atual conceito de suporte à múltiplos órgãos, dentro de um mesmo sistema, otimizando a terapia renal substitutiva associada à remoção de CO². “Essa é uma terapia que abre um novo cenário de tratamento e suporte ao paciente grave. Esse novo aparelho oferece todas as atuais terapias de substituição renal contínua (CRRT), sets para terapias de adsorção e extração de CO², com total flexibilidade e controle, disponibilizando mais usabilidade, segurança, estabilidade, flexibilidade terapêutica e gerenciamento de fluídos”, explica a nefrologista e diretora técnica do Pilar Hospital, Dra. Maria Laura Neme.
Conforme a especialista, a terapia OMNI ECCO2R abre uma nova perspectiva de tratamento e abordagem de suporte extracorpóreo à múltiplos órgãos. “Tudo isso utilizando a mesma máquina, trazendo mais conforto e possibilidades de melhora no suporte aos pacientes graves”, completa. O equipamento já está disponível no Serviço de Nefrologia do Pilar Hospital.

Na foto: Equipe de Nefrologia do Pilar Hospital: Dr. Diogo Peixoto, Dra. Luana Daitschmann, Dra. Maria Laura Neme, Dra. Carolina Pozzi, Dr. Fábio Ogata e Dr. Ricardo Benvenuti.

Médicos paranaenses participam do Innovation Symposium

Os cirurgiões vasculares, Dr Andre Dergint, Dr Mauricio Abraão e Dr Ronei Sandrini, do Pilar Hospital, em Curitiba (PR), junto com Luiz Fernando Zimer, da Boston Scientific, conferiram todas as novidades médicas apresentadas no Innovation Symposium – Peripheral Interventions, realizado no Rochaverá Corporate Towers, em São Paulo.

Pilar Hospital recebeu I Simpósio sobre Amiloidose

Amanhãm terça-feira (26/04), o Pilar Hospital, em Curitiba, recebe o I Simpósio sobre Amiloidose, que será realizado a partir das 20h, em um sistema híbrido (presencial e online), com a participação dos palestrantes, o cardiologista Dr. Fabio Fernandes e a neurologista Dra. Marcela Câmara Machado Costa, e moderação do neurologista do Pilar, Dr. Thiago Silva Yoshida.
A amiloidose é um grupo de doenças raras, causadas pelo depósito de proteínas insolúveis no corpo. Ao contrário das proteínas normais do nosso corpo, que são capazes de se degradarem, essas proteínas insolúveis se depositam nos órgãos e tecidos, causando danos. Elas formam os chamados “depósitos amiloides”, que geram uma fibra nos tecidos, incapaz de ser eliminada pelo organismo. Pode atingir diversos órgãos, entre eles, a medula óssea, rins, coração, fígado, sistema nervoso, entre outros.
A participação é gratuita, mas exclusiva para neurologistas, cardiologistas e hematologistas e basta se inscrever no link: https://bit.ly/PilarHospital2604

Cresce o número de brasileiros com dor nas costas

Especialistas em neurologia e ortopedia do Pilar Hospital ressaltam a importância do tratamento para evitar que se torne um problema crônico

Curitiba, abril de 2022 – Oito a cada dez brasileiros sofrem com dor nas costas. Depois de dois anos de pandemia, com trabalhos e aulas em home office, pouca atividade física, falta de ergonomia nos ambientes residenciais, o problema pode ser ainda maior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a dor na coluna atinge 80% da população e em 2020, foi um dos termos mais pesquisados no Google. A preocupação aumenta quando boa parte dos pacientes se automedica.
A neurologista do Pilar Hospital, e coordenadora do Pronto Atendimento de Neurologia, Claudia Panfilio, explica que a lombalgia (famosa dor nas costas) frequentemente é um problema postural, isto é, causado por uma má posição para sentar, para se deitar, para se abaixar no chão ou para carregar algum objeto pesado. “Outras vezes pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até emocional”, comenta.
A coordenadora diz ainda a doença se apresenta de duas maneiras: aguda e crônica. “A forma aguda é o ‘mau jeito’. A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém é quase permanente”, destaca.
O ortopedista Luiz Renato Brand, coordenador do Pronto Atendimento de Ortopedia do Pilar Hospital comenta que é preciso tratar para evitar que se torne um problema crônico. “Muitos fatores são importantes para a prevenção, entre eles, a correção postural, principalmente, na maneira de sentar no trabalho e na escola. Na fase aguda muitos exercícios físicos não são indicados, porém, após o final da crise, a prática regular de atividades apropriadas é importante. Quando fizer exercício com pesos na ginástica, por exemplo, é preciso proteger a coluna deitando ou sentando com apoio nas costas. Sempre evitar carregar peso. Não permanecer curvado por muito tempo. Quando se abaixar no chão deve-se dobrar os joelhos e não dobrar a coluna. Evitar usar colchão mole demais ou excessivamente duro”, esclarece.
Qual especialista procurar?
Muitos pacientes não sabem, mas os problemas na coluna podem ser tratados individualmente por neurologistas e ortopedistas, mas também em conjunto, principalmente, os casos crônicos e mais graves, a união das duas especialidades pode fazer a diferença na qualidade de vida dos pacientes. “Nem todos os casos são tratados cirurgicamente, mas, quando há essa necessidade é importante que o paciente esteja bem informado sobre as técnicas avançadas para o tratamento, o uso da tecnologia, como a robótica, microscópios que geram imagens em 3D e ampliam o campo de visão do cirurgião, tudo isso ajuda para uma cirurgia em menor tempo e uma recuperação do paciente mais rapidamente para que possa retomar suas atividades cotidianas”, ressalta a neurologista Claudia Panfilio.
Luiz Renato Brand, que é especializado em ortopedia e traumatologia, destaca que o importante é que o paciente não ignore a dor. “Muitas vezes o paciente fica com medo de ir ao Pronto Atendimento ou hospital ou pensa que pode tratar a dor em casa, se automedicando, pois isso pode agravar ainda mais o caso. A dor nas costas é algo bastante sério e hoje uma das principais causas de afastamento do trabalhador das suas atividades laborais, por mais de 15 dias, segundo ranking do INSS, então, procurar orientação médica sempre é importante para fazer o tratamento adequado”, comenta.

Pronto Atendimento de Ortopedia e Neurologia do Pilar Hospital
A emergência do Pilar Hospital tem como suporte ampla variedade de exames diagnósticos, além da retaguarda da Instituição para internamento com apartamentos e leitos de UTI. A estrutura inclui ainda um Centro Cirúrgico equipado com alta tecnologia para neurocirurgia e cirurgias ortopédicas, além do Pilar Centro Médico, que é uma extensão da instituição, localizado a poucos metros do hospital, onde os pacientes, após o passar pelo Pronto Atendimento, terão acesso às superespecialidades das duas áreas. O objetivo é que os pacientes possam dar continuidade ao tratamento, dois mais simples aos mais complexos, em ambientes integrados e extensivos.
O Pilar Hospital conta com a presença de médicos especialistas em neurologia e ortopedia, titulados com RQE (registro no CRM), em sistema de plantão no Pronto Atendimento, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Nos demais horários em regime de sobreaviso.

Variação de temperatura pode agravar quadros de doenças respiratórias

Especialista do Pilar Hospital fala sobre as principais doenças da estação

Curitiba, maio de 2022 – Apesar de estarem comumente associadas ao inverno, as doenças respiratórias também podem ocorrer no outono. A otorrinolaringologista Mariele Lovato, do Pilar Hospital, em Curitiba/PR, alerta que resfriados acusados por vírus como rinovírus e adenovírus, e também o influenza, a famosa gripe, e suas complicações ainda são as formas mais comuns de proliferação de doenças respiratórias na estação. “No outono, as doenças respiratórias ficam bastante eminentes, favorecidas pela variação da temperatura”, esclarece. “As doenças mais comuns são rinite, asma, conjuntivite alérgica, resfriados, gripe H1N1 e variedades da Influenza”, explica.
Para os que estão acostumados a se deslocar em ambientes fechados com muitas pessoas, o desafio de permanecer saudável pode ser grande. “Todo tipo de aglomeração em ambiente fechado ou de difícil renovação e circulação de ar fresco deve ser evitado”, alerta a especialista. “Com o espirro ou tosse, a doença pode se espalhar pelo ar e atingir pessoas que se encontram muito próximas”, diz. A médica dá algumas dicas para quem não pode evitar esse tipo de lugar: evite tocar em objetos que são manipulados por muitas pessoas, e caso isto aconteça, lave as mãos ou passe álcool gel imediatamente antes de colocar na boca, nariz ou olhos e, se possível, fique próximo a janelas.
Os idosos estão entre as maiores vítimas das mudanças de estação e precisam ter cuidado redobrado. “Vacinação contra gripe, agasalhar-se bem e manter uma dieta equilibrada é essencial”, aconselha Mariele. Para as crianças, a recomendação é a mesma, mas com atenção redobrada quanto a rinite alérgica, asma e conjuntivite alérgica.
Com milhões de pessoas sendo afetadas todos os anos por doenças respiratórias, o tratamento para cada caso costuma depender do grau e de como o organismo responde aos medicamentos. O tratamento depende da gravidade dos sintomas, da idade e da existência de doenças associadas e a prevenção continua sendo a melhor maneira de evitar o surgimento de problemas respiratórios nessa época.
Sinais de alerta para a dor de garganta
Nas pessoas com dor de garganta, certos sintomas e características são motivo de preocupação. A especialista alerta sobre alguns, como, qualquer sinal de dificuldade para respirar, voz abafada, inchaço visível na parte posterior da garganta e inflamação. “As pessoas com dor intensa e/ou outros sintomas, como febre, fadiga extrema ou uma tosse constante, normalmente, devem se consultar um especialista o quanto antes, isso ajuda a tratar o problema com rapidez e evitar que o quadro se agrave”, comenta.
Outro agravante nesta época do ano é o clima seco. “A baixa umidade do ar pode ser um potencializador para o aparecimento de doenças respiratórias, por exemplo, as pessoas que convivem com a rinite, nesse período, podem apresentar mais quadros de dor de garganta, infecções e irritações, pois acabam respirando mais pela boca e isso favorece não só os quadros agudos de inflamações, como também e faringites, laringites e amigdalites”, explica.
Os pacientes que precisam passar por consulta médica podem contar com um facilitador. O Pilar Hospital disponibiliza um aplicativo “Pilar Centro Médico”, disponível para iOS e Android, com o qual é possível verificar as opções de horários, realizar o agendamento e até fazer alterações de consultas com diversos especialistas, entre eles, otorrinolaringologistas.
O Centro Médico une conforto e a qualidade no atendimento dos pacientes com consultórios médicos, além de unidade primária de oncologia e hematologia e estrutura para procedimentos cirúrgicos de pequena e média complexidade, de diversas especialidades.
Trata-se também da primeira unidade de Hospital Dia de Curitiba fora da estrutura hospitalar, localizado a poucos metros do Pilar Hospital, que oferece uma autonomia para procedimentos cirúrgicos, já que o espaço foi desenhado para melhor atender médicos e pacientes, disponibilizando estrutura e equipamentos modernos.
O atendimento ao público é das 8h às 19h na Rua Paulo Graeser Sobrinho, nº 270, no bairro São Francisco. O agendamento pode ser feito também pelo telefone (41) 3072-7272.

Pilar Hospital e Zimmer Biomet ampliam Programa de Cirurgia Robótica Rosa Knee

No dia 11, será realizado também o lançamento do aplicativo Mymobility/Zimmer Biomet – Orthopedic Care Management System

Curitiba, maio de 2022 – Na próxima quarta-feira, dia 11 de maio, das 19h às 20h, o Pilar Hospital e a Zimmer Biomet lançarão o aplicativo Mymobility/Zimmer Biomet – Orthopedic Care Management System, na Faculdade Inspirar (Rua João Tschannerl, 583, Vista Alegre, Curitiba).
O evento é parte da expansão do Programa de Cirurgia Robótica Rosa Knee e é voltado a todos os Médicos Cirurgiões Ortopedistas já devidamente qualificados/habilitados, bem como para os profissionais que querem obter a referida qualificação.
O posicionamento de uma prótese mais perto da perfeição é provavelmente a maior vantagem proporcionada pelo uso do ROSA® Knee System. Quanto mais precisa for a colocação, maior o tempo de vida útil da prótese. Com a interpretação do robô, dos exames de imagem que são feitos antes da cirurgia e a colocação dos sensores durante a cirurgia, os cirurgiões ortopédicos chegam a uma prótese o mais perto possível da perfeição, que é uma prótese bem colocada, com a perna reta.
O ROSA® Knee System está em funcionamento no Pilar Hospital, em Curitiba (PR), e é um dos primeiros da Região Sul. “Com esse instrumento no nosso parque tecnológico do hospital chegamos à vanguarda da ortopedia mundial. Os melhores hospitais do mundo estão utilizando esse robô e tê-lo no hospital oportunizou que o Pilar se aproximasse das instituições americanas e europeias”, comenta o diretor presidente, Rodrigo Milano.

Serviço:
Expansão do Programa de Cirurgia Robótica Rosa Knee e
Lançamento do aplicativo Mymobility/Zimmer Biomet – Orthopedic Care Management System
Data: 11/05/2022 – quarta-feira
Horário: 19h às 20h
Local: Faculdade Inspirar – Rua João Tschannerl, 583, Vista Alegre, Curitiba (PR)
Participação gratuita – evento exclusivo para médicos cirurgiões ortopedistas já habilitados e para aqueles que querem obter a referida qualificação.

Metade dos pacientes com disfunções na tireoide não sabem que têm a doença

Endocrinologista do Pilar Hospital explica os principais sintomas da doença e a importância do tratamento adequado

Mais de 300 milhões de pessoas em todo mundo sofrem de disfunções na tireoide, mas metade delas não sabem que têm o problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde as mulheres são as mais afetadas pela doença, mas a endocrinologista do Pilar Hospital, Andressa Bornschein, destaca que todos devem prestar atenção nos sintomas e procurar um médico.
Quando a tireoide não funciona corretamente ocorrem diversos distúrbios no organismo, pois a glândula é responsável pela produção de hormônios que agem no funcionamento de órgãos vitais, como coração e cérebro por exemplo, além de interferir na regulação da fertilidade, ciclos menstruais, memória, concentração, humor e peso. De acordo com a endocrinologista, existem três principais problemas apresentados pela tireoide: “O hipotireoidismo, quando ocorre a redução na produção dos hormônios e o hipertireoidismo, quando há o excesso desses hormônios no organismo e ainda os nódulos de tireoide, que podem ser únicos ou múltiplos, no entanto 95% são benignos”, explica.
Tanto o hipertireoidismo quanto o hipotireoidismo são causados por doenças autoimunes, ou seja, o próprio organismo produz anticorpos contra a glândula. A doença de Hashimoto é a causa mais comum do primeiro e o segundo é provocado pela doença de Graves. Segundo a médica, não há nenhuma dieta alimentar ou mudança de comportamento que possa prevenir as disfunções da tireoide, no entanto “deve-se cuidar com fórmulas de emagrecimento que contenham o hormônio T3, que podem alterar a função tireoidiana. Alguns medicamentos e alimentos que contenham grande quantidade de iodo também podem interferir no funcionamento da glândula”, destaca.
O importante, segundo a endocrinologista, é que os problemas na tireoide possuem tratamento quando o paciente segue corretamente as recomendações médicas. No hipotireoidismo é feita uma reposição de hormônio T4 (Levotiroxina), que deve ser utilizado diariamente em jejum. Já no caso de pessoas com hipertireoidismo, o tratamento é baseado em remédios que bloqueiam a produção exagerada de hormônios pela tireoide, ou ainda com cirurgia ou iodo radioativo. “Em situações de nódulos, se pequenos, eles podem ser somente acompanhados com ecografia anualmente sem necessidade de tratamento, e em outros casos com cirurgia ou dose de iodo radioativo”, comenta.
Atenção aos sintomas
Os problemas na tireoide atingem mais as mulheres, aparecendo em 10% delas, especialmente após a menopausa, quando a porcentagem aumenta para 12 a 15%. As disfunções são menos frequentes em homens, com uma prevalência de 3%, no entanto, a médica alerta para que ambos os sexos prestem atenção nos sintomas. “No hipotireoidismo pode ocorrer cansaço excessivo, falta de disposição, sonolência, dores musculares e articulares, redução da memória, alteração na regulação dos ciclos menstruais, queda de cabelo, unhas quebradiças, pele ressecada, alteração no peso, prisão de ventre e infertilidade”, diz.
Naqueles que apresentam hipertireoidismo, conforme a médica, pode haver perda de peso, palpitações, tremores de mãos, insônia, episódios de diarreia, olhos esbugalhados, irritabilidade, ansiedade, irregularidade menstrual, aumento da transpiração. “Já no caso de nódulos na tireoide, pode não haver sintomas ou se apresentar como um caroço na região do pescoço, com desconforto local. Por isso a importância da consulta com um médico especializado e a realização de exames de imagem e outros que possam auxiliar no diagnóstico precoce”, conclui.
Integrando o escopo de atendimento à detecção precoce, os pacientes dispõem do apoio da CEDIP (Clínica de Exames de Diagnósticos por Imagem), que conta com profissionais especializados na realização de exames e diagnóstico de diversos tipos de doenças.

Médicos de todo Paraná participam do Programa de expansão da cirurgia com robô ROSA® no Pilar Hospital

Curitiba, maio de 2022 – Um novo programa de cirurgia robótica está sendo realizado em Curitiba, voltado para cirurgiões ortopedistas especializados em joelho. O Pilar Hospital, a Zimmer Biomet, a Medicalway, em parceria com a Faculdade Inspirar, estão reunidos para capacitar os médicos especialistas paranaenses à utilizar e operar com o robô ROSA® Knee.
De acordo com a pesquisa “Saúde e qualidade de vida: A relação com os pés, tornozelos e joelhos”, detectou que 69% dos brasileiros acima de 18 anos sentem dores na articulação do joelho; 70,5% das mulheres são afetadas, enquanto que o índice para os homens é de 65%. Com tantos pacientes precisando de atendimento especializado, Rodrigo Pinheiro Machado, Head de Mercado do Pilar Hospital, fala sobre a importância de ter um corpo clínico aberto e parcerias que possibilitam oferecer uma estrutura especializada e equipamentos de destaque nos principais centros do mundo. “Nosso propósito é possibilitar que cirurgiões de joelho de Curitiba, Região Metropolitana, de todo Estado e cidades circunvizinhas possam receber, aqui na capital, um treinamento completo e gratuito para a utilização desse robô, que traz maior precisão para procedimentos cirúrgicos e colocação de próteses”, comenta.
Na última semana, a expansão do Programa de Cirurgia Robótica Rosa® Knee foi realizada em conjunto com o lançamento do aplicativo Mymobility/Zimmer Biomet – Orthopedic Care Management System, que está sendo desenvolvido para um acompanhamento mais preciso e prático do pré e pós-operatórios realizados no ROSA® Knee.
O ROSA® Knee System está em funcionamento no Pilar Hospital, em Curitiba (PR), e é um dos primeiros da Região Sul. Cirurgiões de joelho interessados em participar do programa podem entrar em contato pelo email: rodrigo.machado@hospitalpilar.com.br

Doenças respiratórias podem ser confundidas com sintomas de coronavírus

A prevenção ainda é a principal ação que deve ser tomada por todos, independentemente da idade

Curitiba, maio de 2022 – O crescimento dos casos de contaminação da covid-19, aliado às alterações de temperatura nesta época do ano, são dois grandes propulsores de doenças e infecções respiratórias. Segundo o Dr. Ruy Fernando, cirurgião especialista em oncologia torácica do Pilar Hospital, a rinite alérgica, a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são as mais frequentes no Brasil de uma forma geral. Nas estações frias, somam-se a essas doenças a incidência maior de infecções respiratórias (resfriado, gripe, pneumonia, sinusite), além de descompensação da rinite. E, agora, o fantasma da covid-19 volta a assombrar muitas pessoas.
“A maior prevalência de doenças respiratórias se encontra no Sul, onde o inverno é mais rigoroso. Temperaturas mais baixas associadas com baixa umidade relativa do ar são consideradas fatores de risco para o funcionamento adequado do aparelho respiratório”, aponta o médico.
A prevenção ainda é a principal ação que deve ser tomada por todos, independentemente da idade. Dr. Ruy Fernando recomenda evitar ambientes fechados e sem circulação de ar, lavar as mãos, proteger a boca ao tossir, manter a hidratação e a alimentação saudável, vacinar-se anualmente contra a gripe, manter a vacinação contra covid-19 em dia, evitar acúmulo de poeira nos ambientes e não compartilhar objetos pessoais.
Em meio à pandemia, é importante lembrar que doenças respiratórias comuns das estações frias podem ser confundidas com sintomas de coronavírus. “Os sintomas são muito semelhantes. Devido à pandemia, no início dos sintomas o ideal é manter o isolamento das outras pessoas que moram na mesma casa, procurar assistência médica para coleta do RT-PCR SARS-CoV-2 e seguir as orientações médicas”, afirma Dr. Ruy Fernando.
Ainda em relação à covid-19, o médico informa que, pela literatura médica, determinadas doenças respiratórias podem ser consideradas como fatores de risco para complicações pela covid-19. Entre elas estão a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), asma grave (em pacientes que ingerem altas doses de corticoides inalatórios ou fazem uso continuo de corticoide sistêmico), fibrose pulmonar, bronquiectasias, doenças pulmonares intersticiais, fibrose cística e hipertensão arterial pulmonar.
O Pilar Hospital conta com uma equipe completa de profissionais para atendimento de pacientes com doenças respiratórias, não somente da área clínica, mas também na enfermagem, fonoaudiologia e fisioterapia. Além do Pronto Atendimento, os pacientes que precisam passar por consulta médica podem contar com um facilitador o aplicativo “Pilar Centro Médico”, disponível para iOS e Android, com o qual é possível verificar as opções de horários, realizar o agendamento e até fazer alterações de consultas com diversos especialistas, entre eles, otorrinolaringologistas.
O Centro Médico é uma unidade equipada visando o conforto e a qualidade no atendimento dos pacientes com consultórios médicos, unidade primária de oncologia e hematologia e estrutura para procedimentos cirúrgicos de pequena e média complexidade, de diversas especialidades.
Trata-se também da primeira unidade de Hospital Dia de Curitiba fora da estrutura hospitalar, localizado a poucos metros do Pilar Hospital, que oferece uma autonomia para procedimentos cirúrgicos, já que o espaço foi desenhado para melhor atender médicos e pacientes, disponibilizando estrutura e equipamentos modernos.
O atendimento ao público é das 8h às 19h na Rua Paulo Graeser Sobrinho, nº 270, no bairro São Francisco. O agendamento pode ser feito também pelo telefone (41) 3072-7272.

Pesquisa do Pilar Hospital mostra que pacientes com dor orofacial têm bons resultados com a cirurgia

34 pacientes foram acompanhados e a cirurgia se mostrou eficaz e estável no prazo de tempo estudado, confirmando que, quando bem indicada, a cirurgia reflete bons resultados

Curitiba, janeiro de 2022 – Dor na face, no maxilar, nem sempre está relacionada a dor nos dentes. Alguns desses problemas são, inclusive, atendidos nos hospitais, como por exemplo os traumas de face, as deformidades de crescimento ou de desenvolvimento dos maxilares e as disfunções na articulação da mandíbula, conhecida como articulação temporomandibular, além de outras patologias da região da boca.
Dr. Killian Evandro Cristoff, cirurgião bucomaxilofacial do Hospital Pilar, explica que, muitas vezes, os pacientes precisam de cirurgias para a resolução desses problemas. “Uma grande parte da população necessita de intervenção cirúrgica. Sabemos que problemas como os que envolvem a articulação da mandíbula ou de desenvolvimento dos maxilares, são muito comuns e uma porcentagem grande da população necessita de tratamento cirúrgico. Os traumas de face têm uma recorrência ainda maior. Isso se dá devido à acidentes de trânsito e outros”, ressalta.
Conforme o especialista, hoje os procedimentos mais comuns são as cirurgias ortognáticas, que nada mais são do que cirurgias para a correção dos maxilares. Ou seja: pessoas que têm um desenvolvimento muito grande da mandíbula (queixo para frente). Além dela, cirurgias na articulação da mandíbula. “Essa cirurgia é para pacientes que têm estalido, dor ou limitação nos movimentos da mandíbula. Já as cirurgias de trauma são para correção das fraturas dos ossos da face”, conta.

Dor constante que pode ser resolvida ou minimizada
A maior parte dos pacientes orofacial já vem sofrendo por meses e às vezes anos com dores e limitações, além de já ter passado por múltiplos tratamentos. De acordo com o especialista, muitas vezes a indicação cirúrgica poderia ser evitada e até mesmo utilizada uma técnica menos invasiva se o diagnóstico e o tratamento precoce fossem realizados. “As dores orofaciais são complexas e requerem um diagnóstico bem preciso. Uma parcela desses pacientes necessita de tratamento cirúrgico. Quando bem diagnosticado e quando bem indicado, o procedimento cirúrgico é resolutivo. Com isso, há um aumento da qualidade de vida desses pacientes que, muitas vezes, sofrem por anos com dores e limitações na hora de falar ou comer”, diz.

Pacientes acompanhados apresentam resultado positivo
Dr. Killian, nos últimos anos, acompanhou e estudou 34 pacientes que foram diagnosticados, tratados de maneira conservadora por profissionais habilitados e capacitados. Eles não conseguiram boa evolução com o tratamento conservador, então, tiveram indicação cirúrgica. “Fizemos um procedimento cirúrgico na articulação temporomandibular. Esse procedimento é relativamente simples. Perfazemos uma pequena incisão próxima a orelha, seguido da colocação do disco articular (menisco) em uma posição mais favorável. Seguimos com a fixação dessa estrutura com um ou dois parafusos de titânio. Acompanhamos com a avaliação da dor e limitações de movimento desses pacientes imediatamente após o procedimento, reavaliando aos 6 meses depois do procedimento e após cada ano, até 4 anos depois da cirurgia. Concluímos, com isso, que a cirurgia se mostrou eficaz e estável nesse prazo de tempo, confirmando justamente que, quando bem indicada, a cirurgia reflete bons resultados”, comenta Dr. Cristoff.

Serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial, Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial
O Pilar mantém desde 2013 o Serviço de Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial, Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, que foi criado com o propósito de investigar doenças e tumores bucais, fazer pequenos enxertos ósseos ou implantes, corrigir irregularidades na estrutura do rosto e, em casos mais delicados, agir na reconstrução facial. Além disto, tratar cirurgicamente doenças que envolvem as articulações temporomandibulares, localizadas a frente das orelhas, também faz parte dos objetivos da equipe.

Pilar Hospital inaugura novo Centro Médico em Curitiba

Unidade será aberta ao público no próximo dia 20 de setembro

Curitiba, setembro de 2021 – O Pilar Hospital abrirá, no próximo dia 20 de setembro, seu novo Centro Médico. A unidade é moderna e equipada com tecnologia de ponta, visando o conforto e a qualidade no atendimento dos pacientes com consultórios médicos, unidade primária de oncologia e hematologia e estrutura para procedimentos cirúrgicos e de alta complexidade. A iniciativa faz parte do projeto de expansão e revitalização do Pilar Hospital, com obras previstas para serem iniciadas ainda em 2021.

“Esse espaço de destaque na cidade, e tão próximo ao hospital, será muito importante para o atendimento de qualidade e segurança dos pacientes de diversas especialidades médicas. Uma das nossas necessidades no momento é expandir nossa estrutura, mas oferecendo toda comodidade que já proporcionamos no Pilar. Vimos, nesse local, uma oportunidade de aproveitar o espaço e mostrarmos toda versatilidade que dispõe um ambiente como esse, agora, abrigando nossas clínicas médicas”, explica o Diretor Presidente do Pilar Hospital, Rodrigo Milano.

Para o Diretor Presidente da Hospital Care, holding administradora de serviços de saúde em que o Pilar Hospital faz parte, Rogério Melzi, os investimentos reiteram os compromissos firmados no final do ano passado. “A implementação de modelos de gestão integrada de saúde requer uma parceria sólida na busca de resultados que gerem benefícios à população em aumento de qualidade dos serviços prestados e no aprimoramento do atendimento no Estado do Paraná. O mercado de Curitiba é estratégico para a nossa atuação regional, principalmente, por conta do seu perfil sociodemográfico e pela importância da cidade como um dos principais polos de saúde do país”, conta Melzi.

Primeira unidade de Hospital Dia de Curitiba fora da estrutura hospitalar

O Pilar Centro Médico está localizado a poucos metros do Pilar Hospital e foi abrigado em um espaço com aproximadamente 3.000 metros quadrados de área interna e um investimento de R$15 milhões para a sua construção. O local foi totalmente revitalizado e adaptado para abrigar 35 consultórios médicos, além de alianças estratégicas com parceiros de excelência, como a unidade primária de oncologia e hematologia com atendimento ambulatorial e centro de infusão, da Oncoclínicas, que traz uma unidade para o projeto específica para o tratamento de câncer.

O Centro abrigará também a primeira unidade de Hospital Dia de Curitiba fora da estrutura hospitalar, que oferecerá uma autonomia para procedimentos cirúrgicos, já que o espaço foi desenhado para melhor atender médicos e pacientes, disponibilizando estrutura e equipamentos modernos. Com isso, o Pilar Hospital expandirá também sua atual capacidade de atendimento aos procedimentos de alta complexidade.

Com a implantação, foram contratados 50 novos colaboradores e o Centro Médico contará também com a atuação de cerca de 70 médicos especialistas do próprio Pilar Hospital, das mais diversas áreas, desde atendimento geral até ortopedia, oncologia, cardiologia, dermatologia, otorrinolaringologia, pneumologia, urologia, entre outras, contando com várias equipes multidisciplinares dando continuidade ao atendimento ainda mais personalizado oferecido pela instituição.

O espaço contará também com estacionamento próprio, com capacidade para 50 veículos/hora, e atendimento do Centro Médico ao público será das 8h às 19h30, na Rua Paulo Graeser Sobrinho, nº 270, no bairro São Francisco, em Curitiba (PR), com atendimento particular para os principais planos de saúde.

Sobre o Pilar Hospital
Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba (PR), o Pilar é referência em procedimentos de alta complexidade com o seu moderno centro cirúrgico, que traz equipamentos de ponta. A infraestrutura inclui ainda uma Unidade de Atendimento 24 Horas para o acolhimento de qualquer tipo de urgência e emergência e um centro médico voltado para consultas. Um diferencial é o investimento constante em padrões rígidos de qualidade, que garantem o bom funcionamento de todos os processos hospitalares. A empresa possui o selo “Nível III – Acreditado com Excelência”, ponto máximo da certificação de qualidade hospitalar outorgada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) por meio de avaliação do Instituto de Planejamento e Pesquisa para a Acreditação em Serviços de Saúde (IPASS). Mais informações no site https://www.hospitalpilar.com.br, ou pelas redes sociais do hospital, no Facebook, Instagram e Youtube.

Sobre a Hospital Care
A Hospital Care é uma holding administradora de serviços de saúde. Criada em 2017, é a primeira companhia no Brasil a trabalhar com o modelo de gestão baseado nas ACO´s (Accountable Care Organizations) dos Estados Unidos, organizações responsáveis pelo cuidado e compartilhamento de risco com as operadoras. Este modelo integrado de gestão da saúde tem o objetivo de promover o equilíbrio de interesses entre pacientes, médicos, fontes pagadoras, parceiros e acionistas. Pertencente à gestora Crescera e aos fundos Santa Maria e Abaporu, a Hospital Care tem como estratégia de atuação a presença em cidades que funcionam como polos regionais para a gestão de saúde populacional, como São José do Rio Preto, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Florianópolis e Curitiba, fortalecendo todo o sistema de saúde do país.