Pilar Hospital é recertificado no ONA III

O Pilar Hospital recebeu a recertificação do selo “Nível III – Acreditado com Excelência”, ponto máximo de qualidade hospitalar outorgada pela ONA (Organização Nacional de Acreditação) por meio de avaliação do Instituto de Planejamento e Pesquisa para a Acreditação em Serviços de Saúde (IPASS). O resultado atesta a preocupação constante com a excelência e as boas práticas na Instituição.
A certificação, válida por dois anos, é conquistada por instituições que atendem aos
critérios de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais, e apresentam gestão integrada, com processos que ocorrem de maneira fluida e comunicação plena sobre as atividades. Essa metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança, como a ISQua – Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, instituição parceira da OMS - Organização Mundial da Saúde.
A assistência segura garante que o paciente receba o tratamento adequado, com minimização de riscos, implementação de protocolos clínicos e de prevenção de doenças, além de acompanhamento multidisciplinar. Já a gestão integrada entre os setores se refere à interação com todos os departamentos para a busca de soluções positivas que ofereçam mais eficácia nos resultados voltados à qualidade no atendimento à saúde.

Equipe de Enfermagem do Pilar Hospital recebe homenagem

Ontem (12/05), o Pilar Hospital homenageou cerca de 450 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e profissional multidisciplinar, que atuam na instituição, pelo Dia do Profissional da Enfermagem. A comemoração, além de um cardápio especial durante toda semana, incluiu também uma carta e um presente para aqueles que não medem esforços para a missão de ajudar a salvar vidas e atender, com imensa dedicação e profissionalismo, a todos os pacientes que passam pelo hospital.

Cortina do Abraço aproxima profissionais da saúde e alivia rotina hospitalar

Estruturas foram espalhadas em alas de hospitais para que colaboradores pudessem se abraçar e se reencontrar em meio ao distanciamento exigido pela Covid-19

A gente nunca sentiu tanta falta de um abraço. Essa é uma realidade que a pandemia impôs com a necessidade do isolamento social. Imagina então para os profissionais da saúde que trabalham na linha de frente no atendimento aos pacientes Covid-19, que precisam manter o distanciamento da família, amigos e até dos colegas de trabalho.

A coordenadora de enfermagem das unidades de internação do Hospital Marcelino Champagnat, Vanessa Ramos, conta que, com a pandemia e a rotina mais puxada de trabalho, deixou de ter o contato diário com vários colegas. Ela, que iniciou sua jornada como técnica de enfermagem no Hospital Universitário Cajuru em 2001, tem a técnica Córdola Hinz como inspiração profissional. “Conheci a Córdola na UTI do hospital. Ela é uma pessoa que ajuda todo mundo, brigava muito pelos pacientes, por todos os cuidados que eles precisavam. Tem um amor muito grande pelo que faz e é um exemplo. Encontrei com ela esses dias no vestiário e quase não me contive. É muito difícil não poder dar um abraço apertado em quem a gente gosta e admira”, conta Vanessa.

Em comemoração à Semana da Enfermagem, a Vanessa e a Córdola poderão finalmente dar aquele abraço apertado que há tempos está guardado. Nos dias 12, 13 e 14 de maio, cortinas de abraços itinerantes serão colocadas em alas dos hospitais Marcelino Champagnat e Cajuru, em Curitiba (PR). A ideia é que profissionais da saúde possam finalmente se abraçar. A estrutura é fabricada com cortina de PVC transparente com adaptação dos braços dos dois lados, material que impede a propagação do vírus e são rigorosamente higienizadas após cada uso.

Rostos da linha de frente

Como forma de homenagear profissionais da enfermagem, fotos dos profissionais também serão projetadas na fachada do Hospital Marcelino Champagnat, junto com mensagens e os nomes de todos os hospitais de Curitiba. “Os profissionais da área da Saúde merecem nosso reconhecimento. Eles demonstram, por meio do testemunho diário, a mais profunda essência técnica, de amor e sabedoria”, frisa June Cruz, diretor executivo da Província Marista Brasil Centro-Sul, organizadora da homenagem juntamente com o Grupo Marista.

As projeções serão realizadas dos dias 12 a 16 de maio, das 19h às 21h.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Dia mundial da enfermagem: Voluntários homenageiam equipes em hospitais com mais de mil bonecas de fuxico

Gerente de enfermagem recebe homenagem da própria mãe, que participou do grupo de quase 40 costureiras voluntárias

Uma iniciativa que une 38 costureiras voluntárias a 1.021 profissionais de enfermagem que estão na linha de frente da pandemia. E, mais do que isso, uma ação que liga uma mãe e uma filha, que, há mais de um ano, estão mais distantes do que gostariam por causa da Covid-19. Foram mais de mil bonecas de fuxico produzidas ao longo de 2 meses para distribuir, como forma de homenagem, à equipe que tem se dedicado dia após dia aos pacientes. Entre as voluntárias, a dona de casa Ester do Carmo Gomes, que entrou para o grupo motivada pela filha enfermeira e viu no voluntariado um alento durante a pandemia.

“Sempre quis fazer algum trabalho assim, mas nunca dava certo. Aí veio a pandemia e o hospital perguntou se eu queria ajudar a fazer máscaras, tudo indicação da minha filha. Aceitei e fiz máscaras por 5 meses e continuamos com as bonecas de fuxico até hoje. Para mim, foi uma benção, principalmente nessa pandemia. Como sou do grupo de risco e tenho que ficar em casa, me apeguei ao voluntariado. Pra mim é uma terapia”, diz Ester.

Jhosy do Carmo Gomes é filha de Ester e gerente de enfermagem do Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), onde, junto com o Hospital Universitário Cajuru, serão entregues as bonecas de pano ao longo da semana em que se comemora o Dia da Enfermagem. “O sentimento de receber uma homenagem que minha mãe ajudou a fazer é de gratidão porque ela é tudo pra mim. E saber que minha mãe está participando de uma homenagem para a minha classe, me deixa sem palavras. É um presente com amor em dobro”, revela.

Mãe e filha precisaram se afastar durante a pandemia. “Nós nos vemos com muito menos frequência, mas ela é quem me ajuda em tudo e é meu suporte no dia a dia. Eu não posso mais abraçar, fazer as coisas que fazia antes e sinto muita falta disso. A gente não deixou de se ver, mas não ter aquele contato mãe e filha é muito difícil”, se emociona Jhosy.

Realidade que é enfrentada por muitos desses profissionais ao longo de todos esses meses, o que traz um significado ainda maior para a homenagem. “Essas pequenas ações são um motivador porque tiram a equipe da rotina e surpreendem. É um ato em que os profissionais se sentem reconhecidos e conseguem sentir que alguém está se preocupando com eles. E esse carinho agrega muito valor no dia a dia da equipe”, comenta a gerente.

Impacto na vida dos voluntários

Para Maria Regina Figueiredo Silva, voluntária há 9 anos no Hospital Universitário Cajuru, a ideia era exatamente essa: demonstrar, por meio das bonecas, todo o carinho e admiração que elas sentem pelos profissionais da enfermagem que têm se mostrado ainda mais essenciais durante a pandemia. “Resolvemos elaborar uma maneira de contribuir e homenagear as equipes mesmo à distância. Queríamos mostrar que estávamos pensando nas pessoas que estão trabalhando no hospital. As bonequinhas acabaram sendo uma ponte entre o nosso trabalho, naquele pequeno pedaço de pano, e os profissionais da saúde. O que eu espero com essas bonecas é que os enfermeiros percebam que eles não estão sozinhos”, afirma.

Sentimento de solidão que muitas vezes os voluntários também sentiam, por estarem com as atividades suspensas na pandemia. E até pensando em diminuir o impacto dessa ausência física, a entrega das bonecas nos hospitais é feita com o apoio de um tablet, para que os voluntários possam estar presentes por meio de uma videochamada. “Como a visita presencial dos voluntários está suspensa por causa da pandemia, decidimos usar um tablet para que a equipe de costureiras pudesse acompanhar a entrega das bonecas de forma remota e deixar uma mensagem para os profissionais”, diz a coordenadora do voluntariado dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Nilza Maria Brenny.

No meio dessa boa ação, o coração dos próprios voluntários foi aquecido pelo simples fato de fazer o bem. Para a costureira Masumi Fuji de Mello, a história no voluntariado começou após a aposentadoria e hoje percebe o impacto na pandemia. “Eu senti a necessidade de ocupar o tempo fazendo algo útil e ajudando quem precisava. E nesse momento, ao nos unirmos em um grupo de voluntários para atuar em um trabalho tão lindo em prol da equipe na área de saúde, compartilhamos atividades, conhecimento, dedicação e amor, mesmo em um momento tão difícil”, finaliza.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Voluntários em hospitais se reinventam durante pandemia

Visitas virtuais por meio de robôs e confecção de máscaras a distância estão entre as iniciativas adotadas no isolamento social

Com a pandemia do coronavírus, a busca por ações sociais aumentou no ano de 2020. Uma pesquisa divulgada pelo Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC), ainda antes do encerramento do ano, já indicava que o volume de doações dobraria no ano passado, em comparação com 2019. O estudo também apontou que houve uma mobilização maior para ajudar com recursos ações na área da saúde, principalmente no combate à Covid-19. Especialistas em ação social apontam essa mobilização como um legado da pandemia que deve se expandir nos próximos anos.

Mas e para quem tinha no contato e nas visitas in loco as principais ferramentas de ajuda? O ano de 2020 foi certamente de reinvenção para esses apaixonados pelo voluntariado. O aposentado Márcio Zeni é voluntário do Hospital Universitário Cajuru há 15 anos e conta que a presença de um voluntário, com toda a sua energia e atenção, é uma forma de diminuir o estresse e os traumas que muitos pacientes têm durante o período de internação. “A presença de voluntários comprometidos com a humanização do atendimento, com tempo, olhos e ouvidos à disposição, serve para diminuir o estresse do paciente. Esse olhar para o ser humano, com carinho e respeito transmite ao paciente maior segurança e conforto. É para isso que dedicamos nosso tempo e nossas energias”, diz.

Mas, durante o período de isolamento social, o trabalho dos voluntários em ambiente hospitalar foi suspenso para preservar a saúde dos envolvidos e, com isso, a conversa, a animação e as risadas passaram a fazer falta nos quartos e corredores dos hospitais. A coordenadora do voluntariado do Hospital Universitário Cajuru, Nilza Maria Brenny, conta que nesse momento foi preciso que o trabalho se reinventasse. “Com a pandemia, a presença dos voluntários foi evitada. Mas, a nossa vontade de ajudar os pacientes que estavam lá dentro foi maior do que toda essa situação. Então nós mudamos e adaptamos as atividades para que cada voluntário pudesse contribuir de forma remota, na segurança do seu lar”, revela.

E, se nesse momento está proibido o contato físico entre as pessoas, os robôs entraram em cena para aproximar voluntários e pacientes virtualmente. Desde maio de 2020, o Róbios é o novo integrante do Cajuru. Com um tablet na altura da cabeça, o robô sai pelos corredores levando os voluntários de forma remota até os pacientes. São mais de 320 voluntários que atuam no hospital, desde grupos de palhaços, músicos e até cachorros que agora, por causa da pandemia, fazem suas apresentações à distância com o auxílio do robô Róbios.

Em cinco meses de trabalho fazendo as visitas com o robô três vezes por semana, foram em média 2100 atendimentos em quartos com os grupos de palhaços e cerca de 60 com os músicos, além das visitas diárias para os pacientes nas UTIs. Para Nilza, essa é uma forma de levar alegria para os pacientes e ainda diminuir a saudade dos voluntários. “As pessoas que estão internadas sentem falta desse cuidado, dessa atenção e carinho. Quando os voluntários chegavam, a alegria era contagiante. E agora, com o Róbios, nós podemos levar esse conforto para os pacientes de forma segura. Sem falar que os próprios voluntários sentem falta desse contato no dia a dia”, revela.

A falta para os voluntários

Márcio é voluntário no Hospital Universitário Cajuru desde a fundação do grupo, em 2006. Em 15 anos de trabalho, pelo menos duas vezes por semana ele acompanhava os pacientes pelos corredores do hospital, empurrando a cadeira de rodas entre o quarto, a sala de exames e os passeios no jardim. No caminho, conversas, histórias e risadas. Rotina que ainda segue suspensa. “O serviço de voluntariado foi interrompido para preservar pacientes, colaboradores e voluntários. Está sendo uma experiência única, o contato físico do dia a dia faz muita falta, todos nós fomos impactados. Nosso desejo é um retorno seguro e o mais breve possível ”, afirma.

Outra forma de manter os voluntários ativos mesmo com as restrições, foi a produção de máscaras de proteção. Cerca de 76 mil máscaras foram confeccionadas e distribuídas para pacientes internados, familiares, acompanhantes, visitantes e funcionários dos setores administrativos. “Como tínhamos essa necessidade de ter mais máscara, e tudo era muito caro, o hospital resolveu comprar o tecido para que a gente ajudasse a confeccionar. E, com isso, nós criamos o grupo de costureiras Mãos Que Transformam. Um grupo ficava encarregado de pegar os tecidos no hospital e levar até a casa dos voluntários. Quando prontas, traziam as máscaras para o hospital e, então, a gente distribuía entre as equipes”, diz Nilza.

Como ajudar

O processo é simples para quem deseja doar parte do seu tempo e se tornar um voluntário no Hospital Universitário Cajuru. Basta agendar uma entrevista por meio do telefone (41) 3271-2990 para que a equipe possa avaliar o candidato e ver qual atividade se encaixa de acordo com o perfil e disponibilidade de horários. Os voluntários também participam do projeto “Acolha Novos Voluntários” que ajuda os candidatos a conhecerem as missões e valores do hospital.

Já quem não tem disponibilidade e mesmo assim quer contribuir, existem diversas formas de colaborar com o hospital: boleto bancário, depósito em conta corrente ou por meio da conta de energia elétrica (Copel).

Empresas também podem fazer suas doações e deduzi-las até o limite de 2% do seu Lucro Operacional Bruto, confira mais informações no site http://www.hospitalcajuru.org.br/doacao/ ou pelo telefone (41) 4042-8374.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Hospital Cardiológico Costantini renova parceria com o Paraná Clube

O Hospital Cardiológico Costantini e o Paraná Clube anunciaram a renovação da parceria para a temporada de 2021. O clube paranaense utilizará a estrutura do hospital para a realização de exames cardiológicos para os atletas da equipe profissional e das categorias de base. A colaboração entre as marcas já vai para o nono ano seguido.

“Para o Hospital Costantini tem sido uma honra fazer as avaliações cardiológicas do elenco do tricolor. Estamos juntos com o Paraná Clube desde 2012, sempre com o firme propósito de estar ao lado deste que é um dos maiores clubes de nosso futebol e um grande formador de talentos”, comentou Alessandro Costantini, diretor administrativo do Hospital Costantini.

“Ter o Hospital Costantini em nosso lado, traz ainda mais credibilidade ao nosso trabalho. Confiamos muito na instituição e agradecemos a parceria de sucesso”, comentou o presidente do Paraná, Sérgio Molletta.

Hospital Care, Pilar Hospital e Cedip formalizam parceria em Curitiba

Hospital Care, Pilar Hospital e Cedip formalizam parceria em Curitiba

A Hospital Care, holding administradora de serviços de saúde, o Pilar Hospital e a Clínica de Exames de Diagnóstico por Imagem, Cedip, concluíram, no dia 31 de dezembro de 2020, uma parceria entre as entidades.

O negócio terá o compromisso de elevar, ainda mais, o patamar de qualidade e atendimento da clínica, gerando benefícios aos colaboradores, médicos, fontes pagadoras, acionistas e principalmente, pacientes.

Além disso, a parceria também vai permitir a expansão dos serviços de diagnóstico por imagem oferecido pelo Pilar Hospital aos seus pacientes, com ampliação de capacidade de atendimento e sinergias operacionais.

“Com a aquisição da Cedip, damos mais um passo na estratégia de expandir e fortalecer a nossa presença em Curitiba, praça importante para os planos da Hospital Care. A parceria trará mais qualidade e experiência para a nossa operação, aprimorando a prestação de serviços de saúde à população de Curitiba e região, afirma Rogério Melzi, presidente da Hospital Care.

“A parceria com a Clínica de Exames de Diagnóstico por Imagem consolida o projeto apresentado pela Hospital Care ao mercado curitibano, desde a sua chegada. A união com este importante player da saúde vai proporcionar um salto relevante nos serviços de diagnóstico por imagem de todo o grupo”, ressalta Rodrigo Milano, diretor do Pilar Hospital.

A Cedip, fundada em 1991, é referência em diagnóstico por imagem na região. São duas unidades de atendimento em funcionamento, em Curitiba e São José dos Pinhais, e uma terceira unidade em construção, com previsão de término para 2022. Hoje, a clínica realiza e 17,5 mil exames por mês, com atendimento mensal médio de 12,4 mil pacientes.

A gestão da clínica continuará nas mãos do Dr. Prestes, sócio fundador, e que está à frente da operação nestes 30 anos de história, em parceria com as outras duas entidades.

“Estamos muito satisfeitos com esta parceria e com tudo que ela vai proporcionar à Cedip e, principalmente, aos pacientes e colaboradores. Conseguiremos acelerar e ampliar o nosso plano de crescimento em Curitiba e região”, completa Dr. Prestes, sócio-fundador da Cedip.

A Hospital Care, o Pilar Hospital e a Cedip estão muito orgulhosos com mais este passo em direção ao incremento da medicina de qualidade para a cidade de Curitiba e região.

Pilar Hospital recebe certificação como referência no atendimento em AVC

O Pilar Hospital foi certificado, em dezembro de 2020, no Programa Angels (Angels Award). A premiação é uma iniciativa internacional da Boehringer Ingelheim para qualificar os centros de atendimento a Acidentes Vascular Cerebral (AVC) já existentes e auxiliar na implementação de novos centros. Mais de 150 hospitais no Brasil participam e mais de 2.800 hospitais no mundo.
O Pilar Hospital agora é um dos hospitais certificados com esse prêmio que foi lançado na Europa e acontece desde 2018 na América Latina, com o objetivo de reconhecer e honrar o comprometimento de profissionais e hospitais em qualificar o atendimento ao AVC, estimulando uma cultura de monitoramento de indicadores.
Para conquistar a certificação é necessário que a instituição de saída mantenha protocolos rígidos de atendimento, além de monitoramento constante, o que é fundamental para que os centros identifiquem possíveis déficits no seu atendimento, comparando-se com resultados de sua região e do mundo, e a partir dos déficits encontrados possam fazer melhorias em seu processo que vão repercutir em melhores resultados para seus pacientes.
O Angels Award classifica os hospitais como “Prontos para o atendimento do AVC” – quando tem a estrutura mínima e monitora os dados e estes hospitais recebem certificados e são reconhecidos nos grandes congressos nacionais e internacionais.

Legenda: Diretor técnico do Pilar Hospital, Paulo Sergio Matschinske, a diretora de enfermagem Mariangela Toledo Czornei (ao centro) e a gerente de enfermagem Débora Cordeiro de Melo.
Crédito: Divulgação

Medicina Esportiva é novo serviço do Pilar Hospital

Com consultas bem individualizadas e detalhistas, o objetivo da nova área de atendimento é melhorar a qualidade de vida do paciente, analisando e otimizando diferentes hábitos, como alimentação, sono e exercício físico

Curitiba, novembro de 2020 – Atletas profissionais, amadores e aqueles que querem começar a praticar atividades físicas contam agora com um atendimento especializado no Pilar Hospital, que passa a oferecer o novo serviço de Medicina Esportiva - representado pelo médico Dr. Pedro Bruno Costa Murara, especialista em Medicina Esportiva, com o apoio do ortopedista esportivo, Luis Antônio Bauer e o cardiologista esportivo, José Mauro Espósito.

Com consultas bem individualizadas e detalhistas, o objetivo da nova área de atendimento é melhorar a qualidade de vida do paciente, analisando diferentes hábitos, como alimentação, sono e capacidade física. “Existem vários fatores que precisamos analisar em cada consulta, que envolve desde pressão alta, à estrutura óssea, muscular, composição corporal, diabetes e outras fragilidades que envolvem cada uma das idades e o nível de experiência em atividade física de cada pessoa. Por isso, nosso propósito é ajudar os pacientes a terem mais qualidade de vida com a prática de exercícios feita corretamente”, explica Dr. Pedro Murara.

Atletas de nível
Os atletas competidores, das mais variadas idades, contam com um atendimento personalizado, voltado à melhoria de performance, adaptação de alimentação adequada, prevenção e tratamento de lesões desenvolvidas no dia a dia dos treinos. Uma das novidades é que o serviço passa a atender, inclusive, adolescentes, a partir de 12 anos, que já treinam competitivamente.

Amadores e iniciantes
Os atletas amadores e aqueles que estão começando a fazer exercícios precisam contar com um atendimento ainda mais individualizado, voltado a identificar quaisquer possíveis restrições corporais, bem como peso, doenças pré-existentes, capacidade física, muscular, cardíaca e pulmonar. Além disso, o direcionamento de uma alimentação adequada e, até mesmo, a orientações sobre quais as práticas físicas para cada biotipo. “Como médicos do esporte voltamos nossa atenção para um conjunto de fatores no atendimento, que vai desde a condição física do paciente, seu histórico de vida, alimentação, até uma análise cardiológica bem detalhada, que visa a proteger a saúde cardíaca de quem está começando a praticar exercícios”, diz.

Idosos ou pessoas com doenças pré-existentes
Todos precisam praticar atividades físicas para melhorar a qualidade de vida, mas os cuidados com cada fase da vida são fundamentais para que os exercícios promovam melhorias, e não mais danos à saúde. Os idosos, por exemplo, que já têm uma perda muscular muito grande, dificuldades de mobilidade, precisam de um atendimento mais específico. “Para algumas pessoas é preciso que avaliemos todo um conjunto de fatores que possam ajudar, inclusive, na prevenção de quedas, no fortalecimento muscular para melhorar a qualidade de vida, como é o caso de idosos que estão em uma situação mais frágil. O mesmo ocorre com as pessoas que já têm doenças crônicas e/ou pré-existentes, pois não podem fazer toda e qualquer atividade física, é preciso adequar as orientações para cada caso e, também, o modo de praticá-la, quantidade, peso aplicado e corrigir as formas de prática, com um acompanhamento mais regular para aumentar a dose de acordo com o desenvolvimento de cada paciente”, explica o especialista.

Mulheres nas mais diversas etapas da vida
As mulheres também contam com uma atenção ainda mais especial da Medicina Esportiva. De atletas profissionais, à amadoras e aquelas que querem começar a fazer exercícios, todas têm particularidades físicas que o atendimento especializado se propõe a orientar. "O organismo da mulher é muito diferente e precisa ser entendido como único, pois, além da nutrição, dos exercícios ideais para cada uma, ainda precisamos ter em conta a necessidade de vitaminas, as alterações hormonais e as mudanças corporais de cada fase da paciente. Assim, uma análise individualizada ajuda que elas consigam atingir seus objetivos com os exercícios físicos”, destaca Murara.

Hospital Erastinho inaugurado em 1º de setembro

Hospital Erastinho inaugurado em 1º de setembro
Cerimônia apresentou a estrutura do primeiro hospital oncopediátrico do Sul do Brasil transmissão ao vivo

Depois de um ano e meio de obras e de uma série de campanhas de intenso engajamento da sociedade para a construção, o martelo final foi batido: o Erastinho já tem data de inauguração. Será no próximo dia 1º de setembro. Idealizado pelo Hospital Erasto Gaertner, o primeiro hospital oncopediátrico do Sul do Brasil vai atender exclusivamente crianças e adolescentes com câncer, oferecendo toda a estrutura necessária para prestar os melhores serviços em 4.800 metros quadrados, num ambiente moderno e humanizado, com tratamento especializado e multiprofissional.

Para a inauguração, a organização optou por uma transmissão ao vivo nos canais do Hospital Erastinho e Hospital Erasto Gaertner. Assim, toda a sociedade poderá marcar a sua presença virtual e sentir-se no local mesmo em tempos de pandemia. É mais uma medida de segurança adotada pela direção para evitar o contágio do novo coronavírus.

“É uma grande felicidade para toda a família Erastiana. Ver esse projeto, que abracei como uma meta pessoal, concretizado, traz muita emoção. Foram diversas pessoas envolvidas, gente de todo o Brasil. Tudo pelo Erastinho. E por essas pessoas, que não poderão acompanhar de perto a inauguração, devido às medidas de segurança que a pandemia nos impõe, faremos uma transmissão ao vivo de alta qualidade, porque quero que todos se sintam aqui conosco”, diz Adriano Lago, superintendente do Hospital Erasto Gaertner

A capacidade anual da nova unidade será de até 17 mil consultas, 500 cirurgias e mais de 85 mil procedimentos. O complexo terá 43 leitos de internamento privativos e semiprivativos, recepção, lobby, atendimento ambulatorial, hospital-dia, centro cirúrgico e alas de internação (clínica, cirúrgica, TMO e UTI)

Crianças e adolescentes que hoje são atendidos na Ala Pediátrica do Hospital Erasto Gaertner passarão a ter, com a abertura, um espaço exclusivo, evitando totalmente o contato com pacientes adultos, que muitas vezes sofrem, como consequência do tratamento, alterações corporais de impacto negativo.

“No Paraná esperamos registrar 600 novos casos de câncer em crianças e adolescentes por ano. Com o Erastinho, estaremos preparados para atender pelo menos 50% desse número de pacientes que serão diagnosticados. Com certeza o Erastinho está vindo para contribuir, e muito, com a melhoria do atendimento e do tratamento de crianças e adolescentes no nosso estado e de todo o Brasil”, afirma Mara Albonei Pianovski, diretora do Hospital Erastinho e atual chefe do Departamento de Pediatria do Hospital Erasto Gaertner.

Mobilização que fez a diferença

O Erastinho é resultado de muito afinco, mobilização e dedicação. O projeto foi lançado em 2015 e contou com o apoio massivo da sociedade civil e de parceria entre os diferentes Poderes.

O projeto completo, e finalizado, custou R$ 30 milhões. Deste valor, R$ 22 milhões foram investidos na construção do Hospital através de um convênio firmado com o Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que destinou, ao todo, cerca de R$ 11 milhões. O restante do valor necessário para a conclusão da obra foi captado pelo Hospital Erasto Gaertner junto à sociedade civil através de eventos, projetos e doações espontâneas.

Para mobiliar e equipar o Hospital Erastinho, a participação do poder público novamente fez a diferença: foram R$ 8 milhões destinados pela Sesa, sob a liderança do Secretário Beto Preto, juntamente com a Assembléia Legislativa do Estado do Paraná (Alep). Com o apoio dos deputados Ademar Luiz Traiano, Alexandre Khury, Luiz Cláudio Romanelli, Homero Marchese, Fernando Francischini, Subtenente Everton e Rubens Recalcatti foi possível garantir o investimento necessário para a fase final do projeto. No âmbito federal, a instituição contou com a colaboração dos deputados Ney Leprevost, Pedro Lupion e Leandre Dal Ponte.

Hospital sustentável
A cada intervenção, a obra do Erastinho respeitou os parâmetros internacionais de sustentabilidade e de promoção da saúde, dentro do conceito Green Hospital. Construído pela RAC Engenharia, empresa vencedora da licitação pública, o hospital desponta como a primeira instituição brasileira a conquistar, simultaneamente, as certificações LEED for Healthcare e WELL Building Certification.

São os selos que atestam o menor impacto ambiental nos serviços e a possibilidade de otimizar recursos na operação do edifício, visando a práticas sustentáveis. “Os padrões por trás do WELL foram o resultado de sete anos de pesquisa envolvendo cientistas, médicos e arquitetos”, pontua Ricardo Luiz Cansian, presidente da RAC.

Projetado pela arquiteta Adriana Sarneli, o Erastinho teve como pilares do partido arquitetônico adotado, uma volumetria dinâmica e um paisagismo orgânico. “Isso expressa o caráter lúdico do projeto e um espaço acolhedor, o que transforma a ida ao hospital em um momento associado ao alívio da ansiedade e da dor,” explica Sarneli.

As chancelas poderão alçar o Hospital Erastinho à condição de único do país a contar com a inédita dupla certificação internacional, um lastro de excelência no uso das edificações para a promoção da saúde e da redução de impacto no meio ambiente.

“A partir do momento que se faz um diagnóstico de câncer, são muitas as variáveis que têm de ser contempladas. Não é simplesmente tirar sangue, fazer uma quimioterapia, dar um comprimido, fazer uma cirurgia. Existe uma desestruturação emocional e social. Então, um ambiente como este, do Erastinho, vai permitir que essas crianças encontrem conforto, tranquilidade e paz para enfrentar todos os desafios do tratamento. Uma estrutura como essa prima pelo amor à vida, para onde a gente olha, a gente vê sinal de alegria, de vida, de natureza. Obviamente, ser tratado em um ambiente como esse vai fazer com que o resultado seja melhor, as energias poderão ser canalizadas para o tratamento. E isso integra a família toda, todo o grupo de colaboradores, a equipe multiprofissional. É benefício para todo mundo”, conclui Mara Albonei.

INAUGURAÇÃO HOSPITAL ERASTINHO
DATA: 1º de setembro de 2020
HORÁRIO: 10h
LOCAL: Hospital Erastinho
ESTRUTURA DO EVENTO: Transmissão ao vivo - Live - pelos canais oficiais do Hospital Erasto Gaertner e Hospital Erastinho.

BelClinic doa 300 frascos de álcool em gel para Hospital Pequeno Príncipe

Empresa paranaense entrega doação para auxiliar profissionais da área de saúde no combate ao novo coronavírus, na quarta-feira (20).

Comando News, agosto de 2020 - A BelClinic Dermoativos entrega 300 frascos de 130 ml de álcool em gel 70% com aloe vera para o Hospital Pequeno Príncipe. À doação aconteceu na quarta-feira, 20 de agosto. Cleyton Ogura, CEO da empresa, conta que tem uma ligação muito forte e especial com o hospital infantil.

“Minha filha mais velha ficou internada por um mês na UTI do Hospital Pequeno Príncipe sob os cuidados de profissionais incríveis que não mediram esforços para salvar a vida dela. Dessa forma, como pai, presenciei o comprometimento de médicos, enfermeiros e funcionários com a saúde e o bem-estar dela e de tantas outras crianças que passam por lá diariamente. Então, nesse momento de pandemia, em que todos esses profissionais estão tão expostos ao risco de contaminação pelo novo coronavírus precisava retribuir de forma prática todo cuidado que eles tiveram com a Luisa”, explica Ogura. Além da doação dos frascos de álcool em gel, a BelClinic Dermoativos contribui mensalmente com o Hospital Pequeno Príncipe há dois anos.

Sobre o Álcool em Gel 70% com Aloe Vera

A versão de álcool gel 70% com alta concentração Aloe Vera com fórmula exclusiva e hidratante da BelClinic Dermoativos é um aliado de profissionais de saúde, para quem precisa trabalhar ou sair de casa e de das pessoas que precisam desinfetar as mãos diversas vezes por dia, pois estão em movimento.

“A BelClinic possui um histórico de quase 30 anos cuidando da pele e do bem-estar das pessoas. Neste momento, não poderia ser diferente. Por isso, formulamos um álcool em gel de alta qualidade que, além de desinfetar as mãos, garante conforto e hidratação da pele. A diferença na hidratação da pele com o nosso álcool gel é perceptível no toque, no deslizar e na hidratação das mãos”, revela Cleyton Ogura, CEO da BelClinic Dermoativos.

BelClinic Álcool em Gel com Alta Concentração de Aloe Vera - 130ml
Composição: álcool etílico 70% INPM
Mais informações: https://www.belclinicbrasil.com.br/

Sobre Cleyton Ogura

Cleyton Ogura é engenheiro formado pela Unicamp, pós-graduado em administração pela FGV/SP e CEO da BelClinic Dermoativos. Profissional focado, Ogura está à frente da BelClinic desde janeiro de 2017, tem como principal missão inspirar pessoas a empreender. Cleyton também atuou na área de tecnologia da informação, desenvolvimento de pólos ecoturísticos e foi responsável técnico e comercial de diversas empresas no Brasil, quase sempre sendo dono ou o principal executivo do negócio www.instagram/cleyton.ogura.

Sobre a BelClinic Dermoativos
A empresa fundada em 1991 por Mutsumi Ogura, imigrante japonesa, é conduzida por Cleyton Ogura desde 2017. Referência em tratamento de pele, com presença em 11 estados por meio de uma rede de distribuidores.

Cleyton Ogura é palestrante e engenheiro formado pela Unicamp e pós-graduado em administração pela FGV-SP. Para mais informações sobre a BelClinic Dermoativos www.belclinicbrasil.com.br

LIDE Paraná apoia iniciativas para o enfrentamento à pandemia na área da saúde

Durante um dos períodos mais difíceis que o Brasil vivencia, empresários se unem para ajudar no combate à prevenção do contágio seja na arrecadação de recursos e disseminação de informações para a população

Ultrapassamos a triste marca de mais de 110 mil óbitos e vemos uma série de iniciativas nas quais os empresários se mobilizaram para ajudar no combate à pandemia do Covid 19. O LIDE Paraná é um grande exemplo disso, já vinha apoiando as iniciativas da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba e passou também a apoiar o projeto Rooms Agains Covid Brasil.

Em evento realizado no último dia 13 de agosto o LIDE TALKS PARANÁ, recebeu Nastassia Romanó Leite de Castro, coordenadora do Rooms Against Covid Brasil e Eduardo Otoni, diretor geral da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. "Estamos promovendo uma pauta para acelerar nossa economia, mas proteger e saúde dos que estão na linha de frente do combate à pandemia e usar da força da nossa rede para alavancar recursos é essencial", destaca a presidente do LIDE, Heloisa Garrett, que coordenou o debate.

Iniciativas que salvam vidas

Com ínicio em Portugal e lançado no Brasil, inicialmente no estado do Paraná, o Rooms Against Covid Brasil é um projeto sem fins lucrativos do movimento tech4 COVID19 Brasil, que por meio de uma plataforma online, oferece acomodações individuais e temporárias para profissionais da saúde na linha de frente do combate ao novo coronavírus no país. Assim, o profissional consegue se manter isolado de sua família e evita qualquer chance de contaminação em seu domicílio. “Esse movimento voluntário que busca hotéis, parceiras e os profissionais da saúde, divulga a necessidade desse olhar à esse profissional da saúde, sobretudo em tempos de pandemia, provendo condições para que todos estejam em segurança. É algo solidário e necessário para mitigarmos os efeitos da pandemia pensando na saúde como foco, porém sem esquecer da economia”, conta Nastassia Romanó Leite de Castro, coordenadora do Rooms Against Covid Brasil.

O projeto já viabilizou 688 diárias e já atendeu 22 profissionais da linha de frente que estão dentro dos grupos mais vulneráveis, sendo dois deles da Santa Casa de Curitiba. O projeto atende a capital do Paraná, Porto Alegre, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e Salvador. A startup Gear Up, filiada e patrocinadora do LIDE Paraná, também é parceira do projeto.

A Santa Casa de Curitiba é um dos hospitais que está na linha de frente no atendimento a pacientes com o novo coronavírus e, com a abertura do novo Hospital especializado em tratamento da Covid, soma 130 leitos exclusivos SUS para atendimento à doença, o maior do Paraná. “Em um momento complicado, conseguimos abrir mais leitos para ajudar a população. Temos 140 altas de pacientes que saíram do nosso instituto direto para sua família, são relatos lindíssimos. Isso é o que nos dá energia todos os dias para continuar”, declara Eduardo Otoni, diretor geral da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.

Segundo Eduardo, a iniciativa privada por meio das empresas possui grande importância nessas conquistas. “Eles que nos deram condições de levar o nosso atendimento adiante, mesmo nos momentos mais críticos.”

Para manter os atendimentos, a Santa Casa teve um aumento significativo em seus custos. Foi preciso reforçar a compra de EPIs, equipamentos e insumos, como álcool gel, além de intensificar os procedimentos de assepsia de leitos, enxovais e roupas usadas pelos profissionais, medidas essenciais para evitar a contaminação. Para ajudar nas despesas até o fim da pandemia, o hospital deu início à Campanha Santa Casa a Favor da Vida, cujo objetivo é arrecadar R$ 3 milhões e conta mais uma vez com o apoio da sociedade.

“É uma função do poder público ajudar esses profissionais da linha de produção do atendimento hospitalar, mas os entes do poder executivo mal estão conseguindo manter medicamentos, quem dirá pensar no bem-estar destes colaboradores ou nesta cadeia de atendimento. Então, se nós como iniciativa privada conseguimos nos mobilizar para ajudar de alguma maneira, estaremos ajudando estes heróis de alguma forma”, conclui Heloisa.

LIDE Paraná Talks – A websérie criada pelo LIDE Paraná tem a finalidade de auxiliar os empresários neste momento de incertezas, trazendo uma rica agenda com participação de especialistas e autoridades em diversos assuntos. Assista o episódio complete em www.lideparana.com.br/talks

Hospitais e instituições sociais recebem doações no Paraná

União entre os setores público e privado viabiliza doações para fundos da saúde e de assistência social

A curva de número de casos do novo coronavírus teve crescimento no Paraná nas últimas semanas, afetando direta e indiretamente toda a população, principalmente a mais vulnerável. Como forma de ajudar, um grupo de organizações públicas e privadas se uniu para arrecadar fundos para o combate à covid-19 no Estado. As doações já somam cerca de R$ 4 milhões, em dinheiro e em materiais, e estão sendo entregues para hospitais e outras entidades de todo o Paraná.

As primeiras arrecadações de equipamentos hospitalares já foram destinadas para o Hospital de Clínicas, Hospital do Trabalhador e Casa de Misericórdia de Jacarezinho. Comunidades de Guaraqueçaba, no litoral paranaense, e diversos asilos do município, também foram beneficiados com doações de cestas básicas, máscaras, itens de higiene e álcool em gel.

As doações somam mais de R$ 4 milhões, entre dinheiro e materiais para apoio às demandas emergenciais na área da saúde e para prestar apoio às ações e entidades sociais, como lares e asilos. Cerca de 20 instituições já foram beneficiadas. Apesar do resultado, o grupo que conduz a iniciativa reforça que as demandas continuam crescendo. “Ainda há muito o que ser feito. As instituições e o setor da saúde necessitam de muito auxílio neste momento. Quanto mais pessoas e empresas se juntarem a causa, maior será o benefício para toda a sociedade”, afirma a promotora de justiça do Ministério Público do Paraná, Karina Anastácio Faria de Moura Cordeiro.

Capacidade de atendimento

A Santa Casa de Misericórdia de Jacarezinho foi uma das instituições beneficiadas com a doação de materiais. “As arrecadações ajudaram a adquirir equipamentos e insumos muito necessários para o tratamento, aumentando assim a capacidade do hospital de atender os pacientes da região”, diz Caio Gome Tinti, analista Contábil do Hospital.

Rejane Costa de Oliveira Paredes, responsável do Instituto Lixo e Cidadania, uma organização criada para apoiar as associações de catadores de recicláveis na Região Metropolitana de Curitiba, afirma que as doações foram importantes para as famílias. “As arrecadações de máscaras e cestas básicas impactaram 72 associações e mais de 1,3 mil catadores de materiais recicláveis. Em sua maioria eles não podem parar de trabalhar. Cerca de 70% do nosso público é composto por mulheres, mães de família, que necessitam de muita proteção para continuar o seu trabalho de maneira segura”, reforça.

Como doar

Empresas, pessoas físicas e organizações podem fazer suas contribuições via depósito bancário tanto para o fundo de apoio à área da saúde, quanto para o de iniciativas sociais. As doações são feitas de forma direta e não podem ser abatidas do cálculo do Imposto de Renda. Aqueles que quiserem contribuir de forma anônima podem fazer depósito ou transferência.

Os recursos dos fundos serão administrados por um comitê gestor que fiscaliza a destinação das doações. A prestação de contas para a sociedade é feita em tempo real e com fácil acesso pelo site da Funpar.

Para doar ou saber mais detalhes sobre a campanha acesse http://www.funpar.ufpr.br/oamorcontagia/

O amor contagia

A maior campanha de arrecadação vigente no Estado do Paraná nasceu da união das promotorias de Justiça do Ministério Público do Paraná e Ministério Público do Trabalho que firmaram uma parceria com a UFPR (Universidade Federal do Paraná) e a Funpar (Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná). Logo em seguida se uniram ao grupo Instituto GRPCOM, Grupo Marista, PUCPR, Instituto Positivo, a comissão do Terceiro Setor da OAB-PR e associações da sociedade civil organizadas com sede no Estado. A expectativa é que mais organizações integrem o grupo e ajudem a fortalecer ainda mais a iniciativa, intitulada como “O amor contagia” para reforçar a mensagem

A campanha conta com o apoio do Instituto Oportunidade Social, Instituto Renault, Facop. JCS Group, Instituto Purunã, Instituto Massa, Instituto Robert Bosch e das agências de comunicação 433, Vivas, Páprica, Página 1 Comunicação e Central Press

Electrolux doa cinco mil máscaras protetoras para Prefeitura de Curitiba

A entrega dos equipamentos foi realizada na quarta-feira (17) pela vice-presidente de RH da Electrolux na América Latina, Valéria Balasteguim, ao prefeito Rafael Greca, na sede da prefeitura.

A Electrolux do Brasil, líder no mercado de eletrodomésticos, tem buscado ampliar, cada vez mais, suas iniciativas de suporte à sociedade diante do cenário do Covid-19. Visando colaborar para suprir a demanda dos municípios onde atua, a companhia disponibilizou nesta quarta-feira (17) cinco mil máscaras de proteção facial para a Prefeitura de Curitiba, que serão utilizadas pela Guarda Municipal e funcionários públicos que trabalham na distribuição de kits de alimentação para estudantes da rede municipal de ensino.

A produção dos EPIs doados ao setor público acontece através de uma parceria com a Agência Curitiba de Desenvolvimento, que imprime face shields em suas impressoras 3D no Fab Lab Cajuru, espaço que funciona como um laboratório de fabricação digital e prototipagem. “Em um momento difícil e inédito para todos nós, queremos com essas doações reforçar a conduta humana e sustentável da Electrolux. Acreditamos que superaremos este momento atuando nos pilares público, social e privado”, comenta Valéria Balasteguim, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Electrolux América Latina.

Além desta ação direta à prefeitura, a companhia vem se dedicado na fabricação de 4 mil máscaras protetoras por semana em sua fábrica de Curitiba que abastecem a cidade, assim como Manaus (AM) e São Carlos (SP), onde a Electrolux também possui operações. Além da produção, a empresa doou mais de 600 produtos, entre refrigeradores, purificadores de água e eletroportáteis, para dar suporte à 9 hospitais da região. Entre eles, está o Hospital de Clínicas de Curitiba, referência no tratamento da doença, além de outras unidades da rede pública de saúde, como o Hospital do Trabalhador, Hospital Zilda Arns, Hospital Erasto Gaertner e Hospital Pequeno Príncipe.

A iniciativa deu início ainda no mês de março, a partir da mobilização dos colaboradores da Electrolux, que começaram a produção das máscaras utilizando impressoras 3D. “Começamos fabricando 300 máscaras por semana, como uma iniciativa dos nossos colaboradores, e agora estamos produzindo 4 mil unidades graças a adesão de parceiros, como a Agência Curitiba de Desenvolvimento, o que possibilitou ampliar a produção, e consequentemente, as doações”, finaliza Valéria.

Presente na casa de mais de 100 milhões de consumidores e prezando pelo bem-estar dos seus mais de 7 mil colaboradores, a Electrolux tem se dedicado e atentado a dar suporte às necessidades das comunidades locais, incentivando que as demais empresas continuem contribuindo como puderem, neste momento, onde a colaboração e solidariedade são essenciais.

A empresa também tem mantido seu compromisso de seguir entregando produtos essenciais ao bem-estar de milhões de pessoas que agora precisam ficar em suas casas. Para isso, manteve o serviço de entrega nas áreas sem restrições, sempre com o cuidado de proteger todas as pessoas envolvidas no processo. Orientando às assistências técnicas para adotar os mais rígidos padrões sanitários de prevenção à Covid-19 durante os atendimentos aos nossos consumidores, e o atendimento aos clientes nos canais online, chat, telefone e e-mail, com readequação da escala de trabalho dos atendentes, garantindo a solução para atendimento às demandas.

Sobre o Grupo Electrolux

A Electrolux é uma empresa global líder de eletrodomésticos que transforma a vida para o melhor há mais de 100 anos. Nós reinventamos as experiências de sabor, cuidado e bem-estar para milhões de pessoas, sempre se empenhando para estar à frente da sustentabilidade na sociedade por meio de nossas soluções e operações. Através de nossas marcas, que incluem a Electrolux, AEG, Anova, Frigidaire, Westinghouse e Zanussi, vendemos mais de 60 milhões de produtos para cozinhas domésticas e profissionais, em mais de 120 mercados, todos os anos. Em 2019 a Electrolux teve um faturamento de 119 bilhões de SEK e empregou 49 mil pessoas pelo mundo. Para mais informações, acesse: www.electroluxgroup.com.