Musical de Natal reúne mais de 800 voluntários em Curitiba

Evento da Primeira Igreja Batista de Curitiba tem música, teatro e dança, com coreografia de adolescentes e adultos, e terá dança com libras

Mais de 800 voluntários, com idades entre oito e 80 anos, participam do
musical Nataleluia, que este ano completa 25 anos. O megaespetáculo
natalino acontece nos dias 20, 21, 22 e 23 de dezembro, às 20 horas, na
Primeira Igreja Batista de Curitiba. Todos os anos, o grande desafio
artístico da produção é contar uma história que todos conhecem, de
forma criativa e inovadora. “Trazemos a verdadeira história do Natal, que
é sobre Jesus. E não é só uma história, mas um propósito de vida”, explica
o diretor executivo do musical e Pastor, Ragner Seifert.

Idealizado pelo Pastor Marcílio de Oliveira Filho (in memoriam), em 1997,
o espetáculo apresenta músicas natalinas, teatro, corais adulto e infantil,
orquestra, banda, solistas e dança. As coreografias de balé e de dança são
assinadas pela coreógrafa Juliana Mendes. A direção de atores e toda a
dramaturgia do musical é de Raissa Seabra. O musical se destaca também
pela participação de adolescentes e adultos que vão dançar e fazer a
tradução em libras. O espetáculo contará ainda com a participação do
Grupo de Pandeiros da PIB.

O Nataleluia de 2022 vai rememorar coreografias e personagens
marcantes da história cristã do Natal contada em anos anteriores, com
uma nova montagem e músicas como “De Belém para a Cruz” (2018); “O
Esplendor do Natal” (2019); “Um olhar para o Céu (2020); e “Um lugar
para nascer” (2021). “A nova montagem de palco terá a orquestra e coral
juntos no palco com atores e bailarinos”, conta o diretor musical do
Nataleluia, Guto Silva. Além de Silva e Seifert, o musical tem a direção
geral do Pastor Paulo Davi, a direção artística de Samuel Barros, a regência
do coral de Elaine Kossar Pimentel e a regência da orquestra de Even Zub.
O evento é aberto à população e os ingressos podem ser adquiridos no
site da PIB Curitiba pelo valor de R$ 15,00
(https://nataleluia.com.br/ingressos). A arrecadação é para a manutenção
do evento e parte do valor será revertida à Associação Batista de Ação
Social (ABASC).

Serviço:
Evento: Nataleluia, 25 anos
Onde: Primeira Igreja Batista de Curitiba, na rua Bento Viana, 1.200, Batel
Quando: 20,21,22 e 23 de dezembro
Horário: 20h
Ingressos: https://nataleluia.com.br/ingressos
Veja mais em www.nataleleuia.com.br

Teatro Guaíra abre processo seletivo para ingresso em escola de dança


São 80 vagas abertas para talentos nascidos entre 1999 e 2013

O Teatro Guaíra está com processo seletivo aberto para ingresso na Escola de Dança até o dia 30 de novembro. Oitenta vagas estão disponíveis para quem nasceu entre 1999 e 2013. A inscrição é gratuita e oferece a possibilidade de o candidato passar por avaliações técnicas que poderão lhe considerar apto ao Curso Livre de Formação do Artista Bailarino. A Escola de Dança Teatro Guaíra (EDTG) existe desde 1956 e é mantida pelo governo estadual.

Os responsáveis interessados em inscrever uma criança deverão ler o edital 2023 disponível no endereço www.teatroguaira.pr.gov.br, baixar o formulário de inscrição, preencher e entregar o documento na portaria da rua Amintas de Barros, do Teatro Guaíra.

O diretor-presidente do Teatro Guaíra Cleverson Cavalheiro lembra a história de 66 anos da Escola. “Nosso objetivo é o de manter a tradição da Escola, que é de despertar o desenvolvimento artístico e humano das crianças. Além de ser um aprendizado para a vida, aqui eles têm a chance de seguir carreira como bailarinos”, relata.

Todo o curso na EDTG é gratuito aos estudantes matriculados.

SELEÇÃO - Os candidatos passarão por três provas com diferentes conteúdos de dança clássica nos níveis técnicos básico, intermediário e avançado. As provas ocorrerão em dezembro. Com a aptidão conquistada na avaliação, a criança aprovada terá a vaga garantida para um ano de curso. A continuidade na EDTG dependerá do somatório de notas das avaliações que são feitas anualmente com todos os alunos. As aulas iniciarão em 2023 e serão ministradas em período matutino ou vespertino conforme a turma.

A chefe de departamento de formação e reciclagem e coordenadora da EDTG Larissa Pansera informa que essa é uma grande oportunidade para o aprendizado e formação de carreira em dança. “Nós oferecemos ao aluno aulas de balé clássico e de dança contemporânea cinco vezes por semana. Atualmente temos 110 alunos matriculados e diversos formados atuam como bailarinos profissionais no Balé Teatro Guaíra e em outras companhias nacionais e internacionais”, conta.

SERVIÇO
Inscrição para a Escola de Dança Teatro Guaíra
De 17 de outubro a 30 de novembro de 2002
Gratuito
Acessar o edital 2023 no site www.teatroguaira.pr.gov.br.

Restaurante Ópera Arte promoveu noite temática espanhola, com gastronomia e dança flamenca nesta sexta (5)

Localizado no mais charmoso cartão postal de Curitiba, o restaurante Ópera Arte, na Ópera de Arame, está retomando as atividades de eventos com uma programação especial de noites temáticas em homenagem aos países que vão participar da Copa do Mundo de futebol, em novembro.

A programação desta sexta (5) fará uma viagem à Espanha sem sair da cidade, com um menu que remete à culinária ibérica e uma apresentação de dança flamenca para animar o jantar. A sequência de pratos criados pelo time de chefs do Ópera Arte será servida em três tempos, começando pela entrada de tortilla espanhola assada de batata confitada com pimentão e ovo acompanhada de tapitas, que são petiscos para compartilhar feitos de pão italiano com tomate temperado, Jamón Serrano, queijo parmesão e figo.

De prato principal, a tradicional Paella Valenciana (frango e frutos do mar) será acompanhada de uma Polenta Matanza grelhada com Ragu Colita de Cuadril, que é um preparo com a maminha bovina. E, por fim, a sobremesa será uma Crema Catalana, doce típico da região de Barcelona que lembra o nosso pudim preparado com ovos, leite, açúcar, canela e raspas de limão com a superfície tostada com maçarico.

Esta é a segunda ação temática promovida pelo Ópera Arte, que já teve uma apresentação árabe, e as próximas vão abranger alguns os outros países que vão disputar o campeonato mundial. É também uma retomada da vocação original do restaurante, de unir cultura e boa gastronomia em um mesmo espaço – em especial pela localização, o grande teatro que já recebeu nomes nacionais e internacionais no seu palco.

O menu completo com o show de dança flamenca custa R$ 99 por pessoa, e as reservas podem ser feitas pelo 41 99999-2091. O restaurante Ópera Arte está localizado na Ópera de Arame, na Rua João Gava, 920, Abranches. Outras informações no Instagram @ opera_arte.

Balé Teatro Guaíra, do Paraná, apresentará “Lago dos Cisnes” na Noite de Abertura do 39º Festival de Dança de Joinville

Mais de 40 profissionais entre artistas, staff e técnicos do Balé Teatro Guaíra, do Paraná, estão trabalhando na preparação para a Noite de Abertura do 39º Festival de Dança de Joinville. A terceira companhia de dança mais antiga do Brasil dará a largada no dia 19 de julho, às 20h, nas apresentações no palco do Centreventos Cau Hansen. A coreografia escolhida foi o clássico do ballet “O Lago dos Cisnes”.

“É uma grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, motivo de muito orgulho, pois o evento tem uma dimensão e importância que é extraordinária. É uma oportunidade incrível de troca entre artistas da dança do país todo, e de outros países. E não é apenas o tamanho, mas qualidade do evento, da organização, que torna o festival tão importante. Estamos muito felizes com a possibilidade de mostrar o ‘Lago’ na abertura”, avalia Luiz Fernando Bongiovanni, Diretor do Balé Teatro Guaíra (BTG).

Conforme Luis Fernando, o trabalho fecha uma trilogia de amor trágico que o diretor desejava fazer há alguns anos no BTG, juntamente com “Romeu e Julieta” e “Carmen”. “É um trabalho impactante visualmente, envolvente e comovente. O trabalho se baseia na história clássica, conhecida de todos que trabalham com dança, mas com uma roupagem contemporânea, atual”, pondera.

“Nossa perspectiva é mais sobre o processo de construção de independência e autonomia do que o da busca da perfeição. Recontamos a história a partir de um sujeito, o príncipe, que busca se desvencilhar de uma mãe controladora. É o momento em que um jovem começa a fazer suas próprias escolhas, mesmo que sejam diferentes dos caminhos idealizados por seus pais. E o fio condutor desse processo todo é o amor”, acrescenta.

Balé Teatro Guaíra

O Balé Teatro Guaíra foi fundado em 1969, em Curitiba (PR). O primeiro grupo de dez bailarinos, contratados por meio de concurso público, foi coordenado por Yara de Cunto e, posteriormente, pelo paranaense Ceme Jambai.

A primeira apresentação foi a coreografia "Impacto", criada por Yara, em 1969. Em 1970, assume Yurek Shavelewski. Na década seguinte, a companhia foi a responsável, pela primeira vez, pela atração da Noite de Abertura do Festival de Dança de Joinville. A segunda edição do evento, realizada em julho de 1984, teve seu início com a apresentação "O Grande Circo Mistico".

Serviço

• O quê: 39⁰ Festival de Dança de Joinville.
• Quando: 19 a 30 de julho de 2022.
• Onde: Centreventos Cau Hansen (Avenida José Vieira, 315, América, Joinville).
• Realização: Instituto Festival de Dança de Joinville - Secretaria Especial da Cultura - Ministério do Turismo - Governo Federal.
• Promoção: Prefeitura Municipal de Joinville - Secretaria de Cultura e Turismo.
• Patrocínio: Instituto Cultural Vale.
• Mais informações: https://festivaldedancadejoinville.com.br/

Em clima olímpico, Curitiba recebe seletiva de principal Campeonato Mundial de breaking

Red Bull BC One abre inscrições nesta segunda (30) e reúne os maiores nomes da modalidade, que agora faz parte do programa oficial de Paris-2024

Brasileiros se enfrentarão em busca de vaga na Final Mundial, que ocorre na Polônia, em novembro (Crédito: Little Shao/Red

Bull Content Pool)
Com quase duas décadas e fortes nomes do breaking reunidos ao redor do mundo, o Red Bull BC One retorna ao Brasil em 2021 e abre inscrições a partir desta segunda-feira (30), por meio do site www.redbull.com.br/bcone. Para conectar os mais talentosos dançarinos do País, o evento conta com seletivas regionais, as chamadas Cypher - que, neste ano, não permitirão a presença de público - nas cidades de Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), e Brasília (DF). Os 16 b-boys e 16 b-girls que se destacarem nesta primeira fase se enfrentarão na Final Nacional visando à uma vaga por categoria na etapa Mundial do evento, que ocorre na Polônia, em novembro.

A disputa deste ano, que conta com a participação de mais de 30 países, marca a primeira edição após entrada oficial da modalidade no maior evento multiesportivo do mundo, e possibilitará que o público acompanhe um alto nível de disputa e conheça os principais nomes da cena. No júri da etapa nacional, grandes referências avaliarão os dançarinos brasileiros, como o b-boy Pelezinho, lenda do breaking e figura presente na cena há mais de 20 anos; o b-boy Neguin, colecionador de diferentes títulos mundiais; e a b-girl FaB*Girl, dançarina, coreógrafa, pesquisadora e fundadora do BSBGIRLS, primeiro grupo nacional de breaking formado apenas por mulheres.

“Neste ano, estou muito a fim de ver além de corpos altamente preparados: a expressão da autenticidade e espiritualidade. Ver as pessoas sendo quem elas verdadeiramente são e assumindo suas origens, regionalidades e suas histórias é tocante, inspira e emociona. Além disso, a tranquilidade e segurança expressa são fatores importantes. É sobre presença, saber a que veio e assumir a sua posição ali ou aqui no mundo - está na própria postura e comportamento ao dançar”, reflete Fab*Girl.
E MAIS:
> Confira o ‘beabá’ do breaking na produção “ABC do... Red Bull BC One”, que apresenta os diferentes elementos e movimentos que compõem uma dança da modalidade.
A competição funciona no formato 1x1, com duas a três entradas dos dançarinos em cada round. As apresentações levam de 30 segundos até 1 minuto, a depender da estratégia adotada pelo participante em cada um dos momentos. Para surpreender aos jurados, os artistas devem considerar em suas performances fatores como criatividade, originalidade, dinâmica, combinações de movimentos e musicalidade - que significa dançar em cima da ‘quebra’ da música, o que traduz o nome da modalidade.

“A expectativa para esse evento é imensa, já que, por conta da pandemia, não tivemos o evento por um ano aqui no Brasil. Com esse período em casa, os dançarinos tiveram bastante tempo para treinar, pensar e criar, então, acredito que o nível estará altíssimo e que os participantes virão bem afiados para disputar as cyphers deste ano”, revela Pelezinho.

Conheça o Red Bull BC One:
O Red Bull BC One é a maior competição individual do mundo entre b-boys e b-girls. Criado em 2004, o evento de breaking é realizado em diversos países, onde a cada ano milhares de dançarinos competem em batalhas regionais, as chamadas Cyphers. Após essa primeira fase, os melhores 16 b-boys e 16 b-girls se enfrentam na final nacional do evento que, neste ano, ocorre em outubro na cidade de São Paulo. Os vencedores dessa etapa (um de cada categoria) garantem uma vaga na final mundial, que acontece no dia 6 de novembro, em Gdansk, na Polônia. A grande decisão funciona no formato mata-mata, no qual os participantes dançam em frente a um painel formado por cinco jurados e têm suas habilidades avaliadas. Vale tudo para impressionar: técnica, criatividade e simpatia. Quem for melhor em todos os requisitos e conquistar os juízes, vence.

Fique de olho nas datas!
30/08 - Início das inscrições por meio do site www.redbull.com.br/bcone
10/09 - Último dia de inscrições
11/09 - Cypher Fortaleza
19/09 - Cypher Brasília
25/09 - Cypher Curitiba
02/10 - Cypher São Paulo
03/10 - Final Nacional em São Paulo
06/11 - Final Mundial na Polônia

Pela primeira vez, Mostra Paranaense de Dança tem edição online e gratuita

Vídeos podem ser enviados até dia 21 de março e serão comentados por curadores de peso. Selecionados terão suas produções exibidas ao vivo pelo YouTube

Totalmente online, a 13ª edição da Mostra Paranaense de Dança já faz história. Esta é a primeira vez que o maior festival de dança amadora do Paraná acontece virtualmente. Estudantes de dança, bailarinos e grupos já podem fazer inscrições e enviar suas coreografias produzidas e gravadas durante a pandemia. O prazo vai até o dia 21 de março e a participação é gratuita.

A Mostra é realizada pela Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), e essa edição conta com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc e do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba e Ministério do Turismo.

Com a possibilidade da edição online, a mostra abre-se para dançarinos de qualquer região, ganhando assim abrangência nacional. “A ideia é estimular a produção do maior número possível de estudantes de dança e bailarinos amadores, grupos e escolas, além de fomentar o trabalho dos profissionais envolvidos na organização dessas produções, inclusive nas edições dos vídeos”, explica a coordenadora de projetos da Mostra, Simone Bönisch.

Os vídeos enviados podem ter até 3 minutos e 30 segundos e utilizar qualquer linguagem, contanto que respeitem a classificação indicativa livre. Não serão aceitos espetáculos filmados antes da pandemia e o participante pode enviar quantos trabalhos quiser. “É nos momentos críticos que deixamos fluir a criatividade. Acredito que essa Mostra trará trabalhos nunca vistos antes, com ousadia e emoção”, diz a coordenadora.
Análise artística

Cada vídeo inscrito será avaliado e comentado por um time de peso – os curadores Daniel Siqueira, Ian Mickiewicz e Patrícia Machado –, que enviará o feedback em formato de áudio aos participantes individualmente. Além disso, os materiais escolhidos serão exibidos ao vivo pelo YouTube em um evento online previsto para os dias 24 e 25 de abril, às 19h.

Além do evento final, nos dias 17 e 24 de abril estão programadas sete oficinas virtuais escolhidas a dedo: Pilates e Fortalecimentos para Dança (com Daniel Siqueira); Balé Clássico Intermediário (com Ian Mickiewicz); Balé Clássico Infantil e Adulto (Erickson Oliveira); Laboratório de Danças Urbanas (com Raphael Fernandes); Dança Contemporânea (com Patrícia Machado) e Tudo é Jazz (com Juliana Caillot). Para participar é preciso fazer inscrição prévia e não há custo.

No dia 23 de abril, às 19h30, o webinar gratuito “Eventos online e a produção de dança em tempos de pandemia” reunirá os organizadores Simone Bönisch e Jorge Schneider, além dos curadores da Mostra Paranaense de Dança Online 2021 num bate-papo sobre como é fazer dança na atualidade e o papel do artista em tempos de pandemia. “Acredito que o momento de retorno presencial será uma explosão de produções. Mas, enquanto isso não acontece, precisamos entender os limites e os benefícios do audiovisual e dos espetáculos virtuais para a dança”, acredita Simone.

Em 2020, a Mostra Paranaense de Dança chegou a ser organizada e divulgada, mas foi cancelada devido ao distanciamento social imposto pela covid-19. “O virtual não substituirá o presencial – mas é necessário aprender a usar a tecnologia a favor das iniciativas culturais”, finaliza a organizadora.

SERVIÇO

13ª Mostra Paranaense de Dança (Online)

Inscrições de 15 a 21 de março de 2021 pelo site https://www.mostraprdedanca.com.br. Consulte o regulamento.

Dia 23 de abril às 19h30: Webinar “Eventos online e a produção de dança em tempos de pandemia”, com os organizadores Simone Bönisch e Jorge Schneider e curadores da Mostra Paranaense de Dança Online 2021

Dias 24 e 25 de abril às 19h: Live com os vídeos selecionados pelo canal da ABABTG no YouTube.

FOTOS:

- Fotos da edição de 2019, do fotógrafo Cayo Vieira
https://www.dropbox.com/sh/t57a4yzdlhhqhtc/AADsO49vH1bpOfFCrQNMdr7Aa?dl=0

- Alguns vídeos de coreografias apresentadas em 2019
https://www.dropbox.com/s/n10rqzlat7rk7yg/36-%20Jazz%20Juliana%20Hauth%20-%20Fragmentos%20de%20Um%20Elo.wmv?dl=0

https://www.dropbox.com/s/9zbxhu3aax3b9ci/14-%20Cia%20de%20Dan%C3%A7a%20Ol%C3%ADvia%20Hauptmann%20-%20As%20Wandinhas.wmv?dl=0

https://www.dropbox.com/s/6nhvapgp5u7aqbt/17-%20Escola%20de%20Dan%C3%A7a%20Teatro%20Gua%C3%ADra%20-%20La%20Fille%20Mal%20Gard%C3%A9e%20-%20Pas%20de%20Deux.wmv?dl=0

https://www.dropbox.com/s/rbzkq5jp9lktiad/30-%20Amusic%20Escola%20de%20M%C3%BAsica%20e%20Dan%C3%A7a%20-%20ShitPost.wmv?dl=0

ABABTG – A atual Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra foi fundada em 2008, na cidade de Curitiba. Na época denominada Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra, ela surgiu com o propósito de fortalecer a dança e demais artes, motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Durante esse período, foram realizados diversos projetos culturais, com repercussão local, nacional e internacional, que promoveram ações de formação, atualização, divulgação, fomento e democratização das artes em suas diversas linguagens. A atual nomenclatura foi assumida recentemente, para adaptar-se aos novos níveis de atividades operacionais e aos novos mercados de atuação da ABABTG.

SÉRIE DANÇA #EMCASACOMSESC INAUGURA NOVA FASECOM ESPETÁCULOS TRANSMITIDOS DO PALCO DAS UNIDADES

Programação semanal, às terças e quintas-feiras, agora em novo horário, às 21h, passa a trazer espetáculos direto da casa dos artistas ou de palcos das unidades; no próximo dia 6, Diane Ichimaru | Confraria de Dança apresenta "Desatino" e, no dia 8, a Cisne Negro Cia. de Dança apresenta, do Sesc 24 de Maio, espetáculo que homenageia David Bowie

Transmissões ao vivo permanecem no YouTube do Sesc São Paulo e no Instagram do Sesc Ao Vivo

youtube.com/sescsp
instagram.com/sescaovivo

Fotos das atrações em alta qualidade para imprensa: clique aqui

São Paulo, 2 de outubro de 2020 - Após completar três meses no ar, a programação da série Dança #EmCasaComSesc, que traz coreografias inéditas ou adaptadas dos principais artistas da dança brasileira, entra em nova fase, com a transmissão de espetáculos direto dos palcos das unidades do Sesc na capital paulista, sem a presença de público e seguindo todos os protocolos de segurança. As apresentações serão intercaladas com as lives realizadas na casa dos artistas. A série permanece às terças e quintas, como de costume, mas agora em novo horário, às 21h.

Com a mudança, o Sesc São Paulo passa a acolher apresentações com formações maiores, que contarão com os recursos do palco, permitindo que os trabalhos possam ser executados na íntegra ou bem próximos do original. O formato híbrido, com a manutenção das performances que acontecem no ambiente domiciliar, permite que a série continue oferecendo encontros com artistas de outros estados ou em condições de maior vulnerabilidade ao coronavírus. Ao mesmo tempo, ao abrir as portas dos palcos do Sesc, dá-se oportunidade a mais profissionais para realizarem seu trabalho, ajudando a estimular o setor cultural.

Na terça-feira (6/10), a artista Diane Ichimaru | Confraria de Dança apresenta "Desatino", um mosaico de inquietudes trazido a partir de fragmentos de seus solos autorais "Carta para não mandar..." e "Adverso", com o qual venceu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 2009 como melhor criadora-intérprete. A ação em cena é recontextualizada ao acontecimento pandêmico, proclamando seu desassossegado desentendimento das adversidades deste momento histórico. Seus desdobramentos criativos ocupam a sede da Confraria da Dança, que é também sua residência. Diane Ichimaru é graduada em dança pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Enquanto criadora-intérprete teve fortes experiências sob a direção de Graziela Rodrigues e João das Neves, entre outros. Desenvolve projetos junto a seu parceiro Marcelo Rodrigues pela Confraria da Dança desde 1996, onde também concebe projetos de cenografia, figurino e criação gráfica. Sua trajetória autoral transgride as fronteiras entre a dança, o teatro, a literatura e artes plásticas. A artista constrói seu discurso por meio de singularidades, embasado em sua formação intercultural estruturada por sua genealogia nipo/ítalo/brasileira. Classificação: 14 anos.

Inaugurando a nova fase da série Dança #EmCasaComSesc, na quinta-feira (8/10), a Cisne Negro Cia. de Dança apresenta Ziggy - Tributo a David Bowie!, diretamente do palco do Sesc 24 de Maio. Com coreografia de Mário Nascimento, que também selecionou a trilha sonora, nove dançarinos da companhia apresentam esse tributo a um dos maiores ícones da música mundial. O espetáculo é um mergulho interpretativo à genialidade de Bowie (1947-2016), único em sua trajetória pela diversidade de aptidões artísticas, seja como músico, ator, cantor, compositor, instrumentista e produtor. Bowie influenciou também o mundo da moda pelo jeito peculiar de seus figurinos e cenários e é um dos artistas mais reverenciados e respeitados do último século. Para a criação dos figurinos da companhia, foi convidado o figurinista brasileiro, Fábio Namatame, que fez uma releitura dos modelos originais, focando-se nas tendências dos anos 1970 e 1980, uma fase "psicodélica", muito colorida, com combinações inusitadas e cortes diagonais. O tributo conta também com o trabalho de visagismo de Chloé Gaya, que traduziu nos rostos dos bailarinos a ousada e andrógena alma de David Bowie. No elenco, estarão André Santana, César Dias Cirqueira, Felipe Silva, Fernando Souza, Gabriela Evangelista, Giovanna Perez, Isabelle Dantas, Renato Lima e Willian Gásparo. Classificação: 14 anos.

Até aqui, o Dança #EmCasaComSesc exibiu 29 apresentações com audiência que chega a mais de 56 mil visualizações (até 01/10). Já passaram pela série os bailarinos e coreógrafos Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira, em espetáculo com fragmentos da pesquisa "Outras Formas"; Diogo Granato apresentou "Toda Vez que me Despeço"; a dupla Key Sawao e Ricardo Iazzetta trouxe a "Dança do Dia"; Rubens Oliveira fez sua estreia em espetáculo solo com "Makahla"; Morena Nascimento foi atração com a dança-improviso "MADEIRA, uma Dança para meu Pai"; Márcio Greyk apresentou "Solos de Laje"; Cristian Duarte mostrou "Home100"; Jussara Miller trouxe o solo "Proximidade, um Olhar para o Avesso"; Denise Stutz esteve com o espetáculo "3 Solos em 1 Tempo"; Celly IDD e DG Fabulloso - Clássicos do Passinho apresentaram "Passinho, Dança e Tela"; Cesar Dias apresentou "Ser"; Frank Ejara & Discípulos do Ritmo apresentaram "(Com)Fluência - Pocket"; Lu Favoreto mostrou "LÁ, Onde a Gente Dançava Sobre Espelhos"; Jorge Alencar e Neto Machado apresentaram "Biblioteca de Dança"; Luciane Ramos-Silva mostrou "Gabinete de Curiosidades"; Marina Guzzo performou "Floresta"; Letícia Forattini e Otávio Portela, da São Paulo Companhia de Dança, apresentaram "Cartas para um Outro Tempo"; Luis Arrieta performou "Casa Tomada"; Dudude Herrmann apresentou "Danças Guardadas pela Casa", Eliana de Santana apresentou "Agnes & Alice", Suely Machado mostrou "Memórias", Jorge Garcia fez "Plano Sequência/INDOOR", Nave Gris Cia Cênica apresentou "Mu Ntûnda", Fabrício Licursi performou "Dança para Esquecer o Vô", Estela Lapponi apresentou "Manifesto!!!", Mauricio Flórez mostrou "Bolero - Flórez para Ravel", e o coletivo Zona Agbara apresentou "Engasgadas, um Ensaio para Regurgitar o Mundo" .

+ SESC NA QUARENTENA

Desde o final de agosto, cinco meses após a suspensão majoritária do atendimento presencial nas unidades, o Sesc São Paulo anunciou uma parcial e gradativa retomada, com um número restrito de atividades, dirigidas aos alunos que já eram inscritos nos cursos de Ginástica Multifuncional, Práticas Corporais e Corrida, além de pacientes das Clínicas Odontológicas cujos tratamentos foram interrompidos pela pandemia. Todas essas atividades serão previamente agendadas, visando restringir a circulação de público no interior das unidades. Todas as 40 unidades do estado darão início a essa retomada gradual à medida que os municípios em que estão instaladas atinjam a classificação necessária para reabertura, estabelecida pelo Plano São Paulo do Governo do Estado, e em conformidade com as regulações municipais.

Paralelo à retomada gradual de alguns serviços presenciais, a instituição segue oferecendo um conjunto de iniciativas on-line, que garantem a continuidade de sua ação sociocultural nas diversas áreas em que atua. Pelos canais digitais e redes sociais, o público pode acompanhar o andamento dessas ações e ter acesso a conteúdos exclusivos de forma gratuita e irrestrita. Confira a programação e fique #EmCasaComSesc.

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+ SESC DIGITAL

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado.

Saiba +: Sesc Digital

Primeiro espetáculo de dança drive-in acontece neste sábado (03) em Curitiba

Acontece neste sábado (03), no estacionamento do restaurante Madalosso, a primeira apresentação de dança em formato drive-in e que poderá ser assistida pelo público, às 18h30 e às 20h.

Cerca de dez bailarinos subirão ao palco para a apresentação da obra "Quando se calam os Anjos", da companhia Curitiba Cia de Dança e que leva a direção geral de Nicole Vanoni e coreografia de Airton Rodrigues.

O espetáculo transporta para o palco questões cênicas e dramatúrgicas que realçam um universo pós-moderno virtual. "As cenas são criadas e recriadas num jogo de luz, sons e movimentos, e a dramaturgia se constrói tendo como ingredientes a inquietude, a ironia, a sensualidade e a fisicalidade exuberante dos corpos poéticos desta jovem companhia", explica a diretora, Nicole Vanoni.

O público também poderá participar do espetáculo, deixando os faróis dos carros ligados e provendo a iluminação que os bailarinos precisam.

Ficha técnica - direção geral e concepção, Nicole Vanoni; coreografia, Airton Rodrigues; ensaiadora, Nayara Santos; trilha sonora: Raul Arcangelo; figurino, Paulinho Maia; cenotécnico, Reinaldo Rocha; preparação corporal, Alessandra Lage; produção, Bia Reiner; realização, Curitiba Cia de Dança, Paraná Cultura e AADC - Amigos e Apoiadores da Dança de Curitiba. Elenco: Ane Adade, Davi Lopes, Frederick Martinez, Hamilton Félix, Marcela Pinho, Natanael Nogueira, Nicole Vanoni, Patrich Lorenzetti e Rubens Vital.

Serviço: Espetáculo "Quando se calam os Anjos", da Cia de Dança de Curitiba
Data: 03 de outubro
Local: Estacionamento do Restaurante Madalosso
Horários: 18h30 e 20h00
Valor: R$ 25,00 por pessoa ou R$ 100,00 por carro

All Dance World Live: edição especial 2020 

Confira os participantes curitibanos da Cia Desirre Favoreto

O All Dance World Live é o campeonato oficial de dança do mundo que reúne diversos profissionais dançarinos. Diante pandemia a competição não podia ficar parada, realizando então este ano uma edição especial “at home” que acontecerá entre os dias 23 a 27 de setembro, pelo horário de Miami, Florida-Estados Unidos.

Esse campeonato envolve a participação de dançarinos de mais de 50 países, dos cinco continentes.

O campeonato possui quatro divisões e a Cia Desirre Favoreto está participando de 5 modalidades, com cinco dançarinos, são eles:

Ketherin Goudel Favoreto, de 19 anos, curitibana que representará = o Hip Hop adulto, da Cia Desirre Favoreto. Pais: Alberto Ronney Favoreto e Desirre Goudel Favoreto.

Gabriel Vinicius Machado Maciel Valese, 11 anos, de Pinhais, representando o Hip Hop infantil, da Cia Desirre Favoreto. Pais: Rui Valese e Sirley Machado Maciel.

Victoria Toledo de Almeida, 13 anos, de Pinhais representando o Jazz e Lyrical Juvenil, da Cia Desirre Favoreto. Pais: Adolfo de Almeida e Neide Aparecida Toledo de Almeida.

Lais Lemos Apolinario, 12 anos, de Pinhais, representando o Jazz Show Juvenil, da Cia Desirre Favoreto. Pais: Carlos Andre Apolinario e Solange Deluca Lemos Apolinario.

Mariana Bittencourt Born, de 7 anos, curitibana representando o ballet neoclássico infantil, da Cia Desirre Favoreto. Pais: Maurício Antonio Born e Silvana Ferreira Bittencourt Born.

Desirre Goudel Favoreto

Dança há 31 anos e atua na área há mais de 20. Há 21 anos é coreógrafa e professora de dança. Atriz e dançarina profissional, criou uma metodologia própria dentro da proposta de desenvolvimento das habilidades e qualidades físicas associadas a dança e expressividade.

É formada em Educação Física pela UFPR e pós-graduada em Dança e Educação Física pelo ISEPE. MBA em gestão de espetáculos e dança. Jurada oficial do Hip-hop Internacional Brasil (HHIB) há 6 anos. Diretora da Cia de Dança Desirre Favoreto em Pinhais.

Festival Folclórico de Etnias do Paraná segue com apresentações nas redes sociais

Primeira edição online alcançou 16 mil visualizações no Facebook e Youtube nos cinco primeiros dias de exibições

A 59ª edição do Festival Folclórico de Etnias do Paraná - Folclorize segue com sua programação de apresentações dos grupos folclóricos na Internet. Nesta quinta-feira (20), às 20h, acontece a transmissão do espetáculo do Centro Espanhol do Paraná com apresentações de danças de três diferentes regiões da Espanha. Da Galícia, o público poderá acompanhar a Muinheira; da região de Aragón o Jota Aragonês e da Andaluzia o Flamenco.

Na sexta-feira (21), é a vez do Gruppo Siciliano Isola del Sole exibir as tradições da ilha mediterrânea do sul da Itália. O final de semana ainda reserva as apresentações do Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade, no sábado (22) e do Conjunto de Canto e Dança Junak com o folclore português no domingo (23)

Países celebrados
Realizado pela Associação Inter-Étnica do Paraná (Aintepar) com produção da ONG Unicultura, o Festival Folclórico de Etnias - Folclorize pela primeira vez acontecerá no formato online em virtude da pandemia. Até o próximo dia 30 de agosto serão exibidas versões inéditas de apresentações de danças típicas realizadas nos últimos três anos no Teatro Guaíra. Os países celebrados são Alemanha, Áustria, Bolívia, Brasil, Espanha, Grécia, Holanda, Itália, Japão, Polônia, Suíça e Ucrânia.

Em formato live, as transmissões acontecerão sempre às 20h no Facebook e Youtube do Festival (endereços abaixo no serviço).

Histórico — Idealizado e organizado por grupos folclóricos, o Festival Folclórico de Etnias do Paraná acontece desde 1958. Em 1974, esses grupos formaram a Associação Inter-étnica do Paraná (Aintepar), entidade responsável por manter o evento ativo desde então, além de fomentar o trabalho dos grupos étnicos no estado. O evento fez parte do roteiro de reinauguração do Teatro Guaíra, depois do incêndio de 1970. Pela importante contribuição à cultura local, na década de 1980, o Governo do Paraná inseriu o Festival no calendário oficial do Estado.

Serviço:
Festival Folclórico de Etnias do Paraná
Data: até 30 de agosto
Horário: 20h
Locais: https://www.facebook.com/festivalfolcloricodoparana/
https://www.instagram.com/festivalfolcloricodoparana/
https://www.youtube.com/channel/UC6sUJmXPzLUkx_INxl6vFww/

Realização: Associação Inter-Étnica do Paraná (Aintepar)
Produção: Unicultura
Apoio: Toca Cultural

PROGRAMAÇÃO
Transmissões online sempre às 20 horas
20/ Qui - Centro Espanhol do Paraná
21/ Sex - Gruppo Siciliano Isola del Sole
22/ Sáb - Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade
23/Dom - Conjunto de Canto e Dança Junak
24/ Seg - Folclore Ucraniano Barvinok
25/ Ter - Centro de Tradições Brasileiras Santa Mônica
26/ Qua - Grupo Folclórico Ucraniano Poltava
27/ Qui - Grupo Folclórico Polonês do Paraná WisŁa
28/ Sex - Folclore Grego Neoléa do Paraná
29/ Sáb - Grupo Folclórico Raízes de Bolívia (GF-RDB)
30/Dom - Grupo Folclórico Nipo-Brasileiro Nikkei

Festival Folclórico de Etnias do Paraná realiza sua primeira edição online

Festival Folclórico de Etnias do Paraná realiza sua primeira edição online

De 15 a 30 de agosto serão transmitidas diariamente apresentações de 16 grupos folclóricos com a participação de mais de 1500 folcloristas

Uma grande celebração dos povos para valorizar tradições, respeitar diferenças e enaltecer a diversidade étnica. Assim segue um dos mais longevos festivais folclóricos do país que tem sua 59ª edição que acontece de 15 a 30 de agosto.

Realizado pela Associação Inter-Étnica do Paraná (Aintepar) com produção da ONG Unicultura, o Festival Folclórico de Etnias - Folclorize pela primeira vez acontecerá no formato online em virtude da pandemia. Durante 15 dias serão exibidas versões inéditas de 16 apresentações de danças típicas realizadas nos últimos três anos no Teatro Guaíra. Os países celebrados são Alemanha, Áustria, Bolívia, Brasil, Espanha, Grécia, Holanda, Itália, Japão, Polônia, Suíça e Ucrânia.

Em formato live, as transmissões acontecerão sempre às 20h no Facebook e Youtube do Festival (endereços abaixo no serviço).

Desafio de dança - Outra novidade da versão online é o Desafio Folclorize - Toca Cultural no Festival Folclórico de Etnias 2020. Nos mesmos moldes das brincadeiras que se popularizaram nas redes sociais durante a pandemia, desta vez a proposta é que um grupo folclórico desafie o outro a enviar um vídeo de 30 segundos executando um passo típico de dança. O resultado será muito divertido e divulgado nas redes oficiais do Festival no dia 15 de agosto.

Patrocínio - A organização do Festival ainda busca parceiros comerciais para patrocinar o edição deste ano. Em 2019, a presença digital do evento alcançou números expressivos e a expectativa é que neste formato, exclusivamente online, os números sejam ainda melhores.
O número de pessoas impactadas com informações da edição 58 do Festival foi de 1,6 milhão, foram mais de 107 mil exibições dos vídeos do evento e 65% do público composto por pessoas de 18 a 44 anos.

Para que as empresas que se juntem ao projeto possam alcançar bons resultados a equipe do Festival oferece inserções nos vídeos, posts programados, entre muitas outras ações de comunicação. Para solicitar uma proposta é preciso entrar em contato com a produção do festival pelo endereço https://www.unicultura.com.br/project/festival-folclorico/

Histórico — Idealizado e organizado por grupos folclóricos, o Festival Folclórico de Etnias do Paraná acontece desde 1958. Em 1974, esses grupos formaram a Associação Inter-étnica do Paraná (Aintepar), entidade responsável por manter o evento ativo desde então, além de fomentar o trabalho dos grupos étnicos no estado. O evento fez parte do roteiro de reinauguração do Teatro Guaíra, depois do incêndio de 1970. Pela importante contribuição à cultura local, na década de 1980, o Governo do Paraná inseriu o Festival no calendário oficial do Estado.

Serviço:
Festival Folclórico de Etnias do Paraná
Data: de 15 a 30 de agosto
Horário: 20h
Locais: https://www.facebook.com/festivalfolcloricodoparana/
https://www.instagram.com/festivalfolcloricodoparana/
https://www.youtube.com/channel/UC6sUJmXPzLUkx_INxl6vFww/

Realização: Associação Inter-Étnica do Paraná (Aintepar)
Produção: Unicultura
Apoio: Toca Cultural

PROGRAMAÇÃO
Transmissões online sempre às 20 horas
15/ Sáb - Grupo Folclórico Italiano Anima Dantis
16/Dom - Grupo Folclórico Germânico Original Einigkeit Tanzgruppe
17/ Seg - Grupo Folclórico Piccola Itália
18/ Ter - Grupo Folclórico Germânico Alte Heimat
19/ Qua - Grupo Folclórico Holandês de Castrolanda
20/ Qui - Centro Espanhol do Paraná
21/ Sex - Gruppo Siciliano Isola del Sole
22/ Sáb - Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade
23/Dom - Conjunto de Canto e Dança Junak
24/ Seg - Folclore Ucraniano Barvinok
25/ Ter - Centro de Tradições Brasileiras Santa Mônica
26/ Qua - Grupo Folclórico Ucraniano Poltava
27/ Qui - Grupo Folclórico Polonês do Paraná WisŁa
28/ Sex - Folclore Grego Neoléa do Paraná
29/ Sáb - Grupo Folclórico Raízes de Bolívia (GF-RDB)
30/Dom - Grupo Folclórico Nipo-Brasileiro Nikkei

Nave Gris Cia Cênica anuncia chamamento para Mostra de Videodança.

Até 31 de julho de 2020 grupo recebe obras de bailarinas(os), coreógrafas(os), performers e artistas do audiovisual de todo o país que exploram a linguagem videodança.

Mostra faz parte de projeto contemplado pela 27ª Edição do Programa de Fomento a Dança para a Cidade de São Paulo

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Até 31 de julho de 2020 a Nave Gris Cia Cênica receberá obras de bailarinas(os), coreógrafas(os), performers e artistas do audiovisual de todo o país que exploram a linguagem videodança, e que possuem como matéria poética as culturas tradicionais-populares brasileiras em sua inter-relação com as artes contemporâneas. As produções selecionadas estarão na GIRA - Mostra Nave Gris de Videodança, que tem previsão de estreia para o segundo semestre deste ano, na cidade de São Paulo. O evento faz parte do “Mãos que bordam o tempo, pés que acordam o chão - circulação dos espetáculos A-VÓS e Corredeira” contemplado pela 27ª Edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo. O projeto, que tem duração de 18 meses, prevê apresentações gratuitas dos espetáculos A-VÓS e Corredeira, palestras, rodas de conversa e cursos gratuitos que visam fomentar um olhar ético e sensível para maneiras de conceber e vivenciar o tempo, a memória e os saberes ancestrais presentes nas culturas negras e ameríndias.
Tanto o regulamento da mostra como o formulário para inscrições estarão disponíveis a no site www.navegris.com.br. O resultado dos selecionados será divulgado em 31 de agosto de 2020 por meio dos canais da Nave Gris e as produções selecionadas serão exibidas gratuitamente em outubro de 2020, em espaço cultural aberto ao público, na capital paulista. De caráter não competitivo, a mostra visa proporcionar um espaço de visibilidade e circulação artística sem fins lucrativos, não havendo premiação de qualquer espécie.

Critérios:
1.A – Serão aceitas videodanças executadas por artistas que dialogam com as culturas tradicionais-populares do Brasil e suas inter-relações com as artes contemporâneas, explorando as possibilidades entre corpo e audiovisual.
1.B - Podem ser inscritas videodanças finalizadas com produção feitas a partir de 2015.
1.C – Serão aceitos vídeos finalizados de 01 até 10 minutos, que poderão estar hospedados em qualquer site ou compartilhamento de vídeos como Vimeo, YouTube, Dropbox, OneDrive ou SendSpace com resolução mínima de 640X480, em qualquer extensão.
1.D - Vídeos fora dos critérios acima não serão aceitos.
1.E– Limite de até 02 vídeos por artista e/ou grupo.
1.F – Até 20 videodanças serão selecionadas para esta edição.

2. Sobre a seleção dos vídeos:
A curadoria da GIRA - Mostra Nave Gris de Videodança é composta pelos diretores artísticos da Nave Gris Cia Cênica, Kanzelumuka e Murilo De Paula, e pela artista da videodança Vanessa Hassegawa.
A seleção dos trabalhos será baseada na qualidade das propostas cênicas dos(as) artistas, na relação com o conceito da mostra e na possibilidade de adequação do trabalho ao espaço da mostra.

Sobre a Nave Gris Cia Cênica:
A Nave Gris Cia Cênica, dirigida por Kanzelumuka e Murilo De Paula, nasceu em 2012 na cidade de São Paulo do encontro entre artistas de linguagens distintas e dedica-se, desde então, à pesquisa e desenvolvimento da cena como campo de pluralidade, espaço expandido e limiar entre dança, teatro e performance. As culturas afro-brasileiras e ameríndias estão presentes no trabalho da companhia como motores na pesquisa e produção de estéticas contemporâneas que afirmam a multiplicidade de vozes, corpos e pensamentos que nos constituem como latino-americanos. A Cia realizou Poéticas do Desacontecer (performance), o espetáculo de dança negra contemporânea Dikanga Calunga, a intervenção coreográfica Minha Cabeça Me Salva ou Me Perde, os espetáculos Corredeira, que estreou na Bienal Sesc de Dança 2017, e A-VÓS, indicado ao APCA 2018 na categoria Espetáculo/Estreia e como um dos melhores espetáculos de dança de 2018 pelo júri do Guia Folha de São Paulo.

Até que ponto os efeitos da pandemia podem ser contornados pela tecnologia?

Nem todos os eventos culturais, que estão entre os mais afetados pela crise, podem ser realizados online

O fato é que o mundo está transformado pela tecnologia. Nesse período de pandemia, as empresas, e, principalmente, as pessoas tiveram que mudar seus hábitos, comportamentos, atitudes e a forma de viver. O planeta exigiu de todos nós uma grande adaptação.

Para as instituições, há mudanças em todos os processos, em que a tecnologia, se não era usada antes, tornou-se essencial para a sobrevivência do negócio. Para as escolas, ocorreu uma adequação do processo educacional. Para os trabalhadores, a incorporação do sistema de trabalho home office somado ao aprendizado de novas ferramentas tecnológicas.

E alguém pensou nas artes? A produção artística também está sendo ajustada. Rapidamente, artistas e público tiveram que se instrumentalizar e familiarizar com todos os aparatos tecnológicos. Já havia uma forte tendência ao compartilhamento digital dos produtos artísticos e culturais, e a pandemia veio para acelerar esse movimento.

Mercado Cultural em meio à crise

O mercado cultural foi um dos segmentos mais afetados pela pandemia, já que muitas vezes, precisa de um grande número de pessoas para acontecer. Desde teatros, escolas de artes, centros culturais, casas de eventos, bares, circos, cinemas entre outros. O mundo da cultura e do entretenimento presencial está parado, as portas foram fechadas em março e ainda sem previsão de volta. Além desses espaços, as grandes mostras, festivais, shows, feiras e eventos foram todos adiados ou cancelados. Alguns conseguiram propor ações em formatos de webinar, lives, vídeos nas redes sociais e na internet, porém nem todos conseguiram migrar para esses ambientes.

É preciso também considerar que a arte movimenta a economia e gera empregos. Dados apresentados pelo Mapa Tributário da Economia Criativa, realizado pelo Ministério da Cultura, apontam que o valor movimentado pelo segmento de negócios que se originam de produtos ou serviços ligados a cultura, tecnologia e inovação — a chamada economia criativa — já supera as receitas com serviços de telecomunicações em todo o mundo. No ano de 2019, foram gerados em torno de 30 milhões de empregos e movimentados cerca de US$ 2,5 bilhões, valor que corresponde a 3% de todas as riquezas produzidas no mundo no período.

No Paraná, grandes festivais foram cancelados, como a Mostra Paranaense de Dança realizada pela ABABTG, entre outros eventos e shows. Em Santa Catarina, o Festival de Dança de Joinville adiou as atividades para o segundo semestre de 2020, mas ainda sem data definida. Até mesmo a Broadway parou, o que é um marco histórico.

Cenário das Mostras

Para Jorge Schneider, bailarino e diretor da ABABTG, o cenário é delicado para toda a cadeia produtiva artística. Por trás de qualquer espetáculo, concerto, show, festival etc., há uma equipe enorme de profissionais seriamente impactada pela atual situação, para os quais, as alternativas digitais não acolhem. “Estamos com todos os projetos suspensos. Agora, entre maio e junho aconteceria a Mostra Paranaense de Dança, que há 12 anos reúne mais de 2.000 artistas, em geral jovens estudantes da dança de todo o Estado, em uma agenda extensa de atividades que culminam em espetáculos no grande auditório do Teatro Guaíra. Pensamos em uma versão digital, mas não encontramos um modelo que pudesse satisfazer às expectativas destes jovens artistas, dos profissionais colaboradores e do público que sempre participam”, conta.

A bailarina e também coordenadora de projetos da ABABTG, Simone Bönisch, reforça que a arte é troca, encontro e relação. “A tecnologia é uma grande aliada sendo o meio mais eficiente - senão único, que temos para a arte alcançar as pessoas hoje. É certo que quando tudo passar, ela permanecerá fortemente presente e nenhum artista poderá ignorá-la. Mas, acredito ser consenso que nada substitui a experiência presencial. A medida que as pessoas sentirem-se seguras, haverá um movimento de resgate dos meios “convencionais" de se vivenciar os eventos artísticos, sobretudo os cênicos”, comenta.

E encerra com um questionamento: Tem como a arte, enquanto agente humanizador, em tempos de distanciamento social e tecnologias digitais, transcender a interface da tela?

ABABTG – A atual Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra foi fundada há 12 anos, na cidade de Curitiba. Na época denominada Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra, ela surgiu com o propósito de fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Durante esse período foram realizados diversos projetos culturais, com repercussão local, nacional e internacional, que promoveram ações de formação, atualização, divulgação, fomento e democratização das artes em suas diversas linguagens. A atual nomenclatura foi assumida recentemente, para adaptar-se aos novos níveis de atividades operacionais e aos novos mercados de atuação da ABABTG.

RECREAÇÃO ON-LINE É UMA ALTERNATIVA PARA ENTRETER AS CRIANÇAS EM TEMPOS DE PANDEMIA

Para aliviar o estresse dos pequenos e dos pais, o Santa Mônica Clube de Campo oferece aos pequenos associados, encontros semanais on-line com brincadeiras e muita diversão.

Com o novo coronavírus e as orientações de isolamento social nos estados para impedir a propagação e a contaminação das pessoas, as crianças estão passando bastante tempo dentro de suas casas, e muitos pais, por conta do trabalho home office, estão com dificuldades em criar maneiras para que elas gastem toda a energia que possuem. E em tempos de pandemia é preciso que os pais busquem alternativas para entreter de forma segura e lúdica as crianças, e neste momento estão contando com apoio da tecnologia, e por meio de aplicativos e programas. O Santa Mônica Clube de Campo, pensando no bem-estar e comodidade dos pequenos associados, oferece recreação on-line para criançada com brincadeiras e muita diversão.

O Santa Mônica, localizado na Região Metropolitana de Curitiba, começou a utilizar recentemente uma plataforma digital para entreter as crianças em casa neste período. Batizado de Momento Kids, os encontros da recreação realizados por videochamada proporcionam diversos tipos de atividades como Dança, Contação de Histórias, Oficinas de Dobradura, Artesanatos, Colagens, entre outras.

Segundo a Supervisora de Esportes Joycenara Batista, esses momentos para brincar, de realização de atividades lúdicas e divertidas, mesmo que de maneira virtual, possuem grande importância para aliviar o estresse, a ansiedade e alterações no comportamento que o confinamento vem ocasionando nos pequenos. Já para os pais, gera um pouco mais de tranquilidade sabendo que seus filhos estão mantendo laços de amizade e carinho pelos recreadores e amigos, afastando assim, o isolamento e depressão.

Grupo da Univali apresenta criação coletiva no Dia Internacional da Dança

Bailarinos interpretam a música “Atrás do Temporal”, do O Mimo

Itajaí – Em tempos de confinamento e pouco contato físico, é preciso criatividade para expressar os sentimentos. O Grupo de Dança da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) uniu-se, mesmo distante fisicamente, e criou uma coreografia coletiva apresentada em um vídeo (disponível em https://youtu.be/7R-4Gcwbdro), que celebra o Dia Internacional da Dança, 29 de abril.

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O corpo fala, em alternância de movimentos leves e bem marcados, os bailarinos interpretam a canção “Atrás do Temporal", do grupo O Mimo. Sob direção da professora Luciana Gomes Alves, coordenadora do grupo e docente dos cursos de Dança e de Educação Física da Univali, eles gravaram em suas próprias casas, em cenários diversos, que ajudam a compor a mensagem que a música traz, de leveza e esperança de que viver é mais do que sonhar e há sol atrás do temporal.

“Cada um trouxe a sua contribuição, gesto, interpretação. O nosso grupo tem várias linguagens coreográficas e essa produção é uma homenagem a todas as pessoas que, de alguma forma, estão contribuindo para deixar esses dias de pandemia melhores, desde os profissionais que atuam diretamente com a doença até as pessoas que estão em casa. É um presente também aos artistas, que, em sua maioria, não podem atuar na área no momento e ficam muito prejudicados", afirma a professora Luciana.

O Grupo de Dança Univali

O Grupo de Dança Univali é um projeto vinculado à Seção de Artes da Vice-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários, que desenvolve a arte da dança no ambiente universitário e possibilita o acesso à cultura por parte da comunidade interna e externa à universidade. O projeto também proporciona aos participantes novas linguagens corporais e formação acadêmica por meio da dança. Acadêmicos e voluntários com experiência em dança integram o grupo. Além de realizar oficinas de criação e aulas de técnica de dança, o grupo desenvolve coreografias de Jazz, Contemporâneo e Street Dance para apresentação nos eventos do calendário estadual e dos campi da Univali.

Sobre O Mimo

O projeto "Mimo" é formado pelos cantores e compositores Giana Cervi, alumna (egressa) do curso de Fonoaudiologia e docente do curso de Música da Univali, por Vê Domingos e Bruno Kohl. A proposta do trio é explorar a leveza do contato entre o artista e o público, com letras sensíveis e melodias contagiantes.

Para mais informações sobre o curso de Dança da Univali, acesse www.univali.br/danca-itajai.

Projeto inspirador da Duplo Produções Culturais

@duploproduçõesculturais que teve essa ideia bacana para promover nossos artistas!!
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Você artista pode se inscrever gratuitamente e se conectar a esta Rede para promover o seu trabalho!
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O objetivo é aproximar o artista de marcas, produtoras e produtores independentes para gerar parcerias e movimentar o segmento da arte e da cultura no Paraná!
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O teatro, a música, a dança e as artes visuais (como já percebemos em algumas ações pioneiras online) aproximam e propõem uma experiência inesquecível. A hora é agora!!