MIRAGE CIRCUS APRESENTA: TIRULLIPA SHOW“Se você não for, só você não vai’’

O consagrado e irreverente humorista Tirullipa chega ao picadeiro do Mirage Circus, em Curitiba, com o stand-up comedy “Se você não for, só você não vai’’. O divertido show, que conta com brincadeiras, causos, imitações, dublagens, música, figurino arrojados, paródias e muita interação com a plateia, acontecerá na próxima quinta-feira, 10 de novembro, às 20h30.

Tirullipa contará histórias que relembram sua trajetória de vida. “Tudo o que deu certo, tudo o que deu errado até aqui eu conto de maneira bem humorada”, diz o artista, filho do comediante e político Tiririca.

O espetáculo também retratará o cotidiano do brasileiro e o atual momento econômico e político pelo qual o país está passando. Tirullipa leva ao palco um humor sincero e puro, com algumas peças dos famosos palhaços circenses que provocam no público emoções nostálgicas. “É para as pessoas saírem do Circo pensando e falando: taquipariu doido, que loucura é essa?”, brinca.

O humorista aposta na renovação constante de cenas e textos, buscando sempre novas ideias para os shows.

A variedade de estilos e os mil modos de fazer humor fazem o espetáculo ter alcance nacional e internacional. Atualmente, Tirullipa se prepara para a estreia da comédia nacional “Os Parças 2”, em que atua ao lado de grandes nomes, como Whindersson Nunes, Bruno de Lucca e Tom Cavalcante.

O espetáculo especial contará ainda, com as principais atrações do Mirage Circus, sendo dividido em duas partes: Primeira parte – Atrações do Circo / Segunda parte – Stand up Comedy “Tirullipa Show’’

Serviço
Mirage Circus e Tirulipa
Data: Quinta Feira, 10 de novembro
Horário: 20h30
Local: MIRAGE CIRCUS - NO EXPOTRADE – PINHAIS - PR
Contato/Whatsapp: (19) 99864-7243
Ingressos: miragecircus.com.br

Futebol, humor e apresentação de circo: Jogo Por Um TETO quer arrecadar R$ 1 mi para construção de moradias emergenciais

A ação é uma idealização do Diretivo RH, da Lapidus Network, do qual fazem parte 20 grandes empresas do Paraná e será o maior evento de arrecadação de fundos da história da TETO.

Em 19 de novembro será realizado um grande evento para toda a família no Estádio Couto Pereira, na capital paranaense, com objetivo de arrecadar R$ 1 milhão que serão destinados à construção de moradias emergenciais em comunidades precárias da região de Curitiba. O Jogo Por Um TETO (JPUT) é uma ação social que surgiu a partir de uma parceria entre o Diretivo RH (DRH), da Lapidus Network, do qual fazem parte 20 grandes empresas do Paraná com a TETO Brasil.

Ao todo, 40 jogadores do Master da Seleção Brasileira e do Selecionado do Paraná disputarão uma partida de futebol. Do Selecionado Brasileiro de Masters, estarão presentes Biro-biro, Dodô, Túlio Maravilha, Edilson Capetinha, Flávio Conceição, Júnior Baiano, Renaldo, Robson, César Prates, Gustavo Nery, entre outros craques que já vestiram a amarelinha. Do Selecionado Paranaense, Jetson (CFC), Leomar (Athletico), Ednelson (Paraná) e Reginaldo Nascimento (CFC) são alguns dos atletas engajados com a ação e que entrarão em campo pela causa.

Quem também disputará a partida de futebol é Rafael da Silva Francisco, o Rafinha. O ex-integrante do Coritiba conta que desde que soube do objetivo do Jogo Por Um TETO, ficou motivado a participar. “É uma causa nobre, importante para dar um teto às pessoas em vulnerabilidade social que não têm condições de ter uma moradia apropriada”, declara.

Rafinha completa que acha a iniciativa muito legal e a participação dos outros ex-jogadores e de pessoas influentes é importante para contribuir para que mais pessoas tenham o direito a uma moradia de qualidade para poder viver com dignidade. “Minha expectativa é a melhor possível, esperamos que as pessoas participem do evento, porque quanto mais ingressos vendidos, mais casas serão construídas. Espero que o Jogo Por Um TETO seja um sucesso para podermos fazer muitas famílias felizes”, completa.

Uma das atrações do evento é o Mirage Circus, com a presença do ator Marcos Frota, que está preparando uma apresentação com intuito de levar magia, alegria e encanto para os presentes. “O que motivou nossa participação no Jogo Por Um TETO é a grandeza e a responsabilidade do evento por se tratar de uma das maiores ações sociais que o Brasil tem hoje e, principalmente, por conta do objetivo que é de atender muitas famílias que não têm acesso aos direitos básicos”, conta Marcos.

O ator completa que é extremamente importante contar com a presença de artistas e celebridades no evento para dar exemplo para outras pessoas. “A ideia é incentivar que outras pessoas possam fazer o mesmo para alavancar ainda mais essa ação e representar a solidariedade que o brasileiro tem, principalmente os artistas que estão junto com o povo, sendo recebidos por onde passam. Participar do evento é um exemplo de retribuição do que as pessoas proporcionam aos artistas do Brasil inteiro”, afirma Frota.

Além das atrações confirmadas acima, o cerimonial do evento ficará por conta do ator, apresentador e humorista Gabriel Louchard. O Jogo Por Um TETO contará ainda com a participação da jornalista Nadja Mauad e uma apresentação do grupo curitibano de humor Tesão Piá.

Responsabilidade social das empresas envolvidas

O Jogo Por Um TETO será a maior ação de arrecadação de fundos da história da TETO Brasil, organização presente no Brasil há mais de 15 anos e que trabalha pela superação da pobreza a partir da construção de moradias emergenciais em comunidades precárias. A iniciativa do Jogo Por Um TETO é de 20 grandes empresas do Estado do Paraná que fazem parte do Diretivo RH, da Lapidus Network, e que se reúnem mensalmente há 16 anos.

A diretora da Lapidus Network, Regina Arns, enfatiza que a contribuição de todos é muito importante para ajudar a transformar a realidade de muitas famílias. “Queremos arrecadar, no mínimo, um milhão de reais que serão destinados para a construção de casas em várias comunidades precárias da região de Curitiba. Desejamos ainda que este seja um evento replicável em outros lugares do país para atingir positivamente a vida de outras pessoas. A metodologia que usamos para a idealização do evento é de alto impacto social e tem como premissa ser transparente para a sociedade”, explica Regina.

Segundo o diretor de Serviços da Trane Technologies, Matheus Lemes, grandes empresas, como as que formam o Diretivo RH, têm um espaço importante dentro de seus planos operacionais para a Responsabilidade Social Corporativa e pequenas ações como o Jogo por Um TETO. “Essas iniciativas constroem nos colaboradores um espírito mais fraterno, cria o sentimento de orgulho por fazer parte de empresas que não olham unicamente para o lucro a qualquer custo e promove algo significativo para a sociedade de forma que as pequenas ações juntas se tornam um coletivo palpável”, afirma.

Matheus explica ainda que um dos pilares estratégicos corporativos da Trane Technologies reside em “elevar nossas pessoas, culturas e comunidades”. Assim, a parceria com o Jogo por Um TETO se encaixa como uma luva nesse Pilar. “Além disso, trabalhamos arduamente melhorando ambientes de aprendizagem com qualidade do ar e ambientes internos o que favorece os processos de aprendizagem, promovemos ações para desenvolver carreiras de ciências, tecnologia, engenharia e matemática conectadas em conceitos de sustentabilidade de modo a construir habilidades e amor a aprendizagem desde a primeira infância”, completa.

Outra empresa envolvida na idealização do JPUT é a Unidas Locadora, antiga Ouro Verde. Para o diretor de Gente, Hélcio Tessaro, a participação no evento é devolver um pouco para a sociedade daquilo que a empresa usufrui durante os anos. “Temos uma responsabilidade social muito grande de devolver à sociedade tudo aquilo que ela tem nos proporcionado e permitido para que possamos atuar no mercado. Entendo que esse é um compromisso que temos perante a sociedade”, afirma.

Hélcio conta também que tem sido feita muita divulgação sobre a causa. “Temos adquirido ingressos para envolver nossos colaboradores e as famílias com a causa. Nossas expectativas aumentam a cada dia para atingirmos o resultado esperado”, finaliza.

Jogo Por Um TETO

Realizado no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, no dia 19 de novembro, o Jogo Por Um TETO é um evento filantrópico que irá arrecadar fundos para a TETO Brasil. Será um dia repleto de atrações, com brincadeiras, ativações de patrocinadores e uma partida disputada por ex-jogadores. Este será o maior evento de arrecadação de fundos da história da TETO. Entre os parceiros do projeto estão a Lapidus Network, Electrolux, CNH Industrial, GRPCOM, Volvo, Mondelēz, Mobilize Financial Services, Grupo Boticário, Trane Technologies, Sodexo e Ouro Verde.

Doações à TETO Brasil

Qualquer pessoa pode contribuir com essa causa tão importante. Pessoas físicas têm a possibilidade de realizarem doações recorrentes ou pontuais, fazendo parte do programa de sócios Amigos da TETO. Para empresas, existem alguns tipos de parcerias: desde doações mensais, tornando-se uma "Empresa Amiga da TETO" até atividades de Voluntariado Corporativo. Mais informações podem ser acessadas no site da OSCIP (teto.org.br).

SERVIÇO

Jogo Por Um TETO.

Data: Dia 19 de novembro.

Abertura dos portões/início das atrações: 12 horas.

Início do evento: 12h30.

Término: 17 horas.

Ingressos: 1º lote até 26/10.

Valores: inteira R$80 / meia R$40.

Acesse www.jogoporumteto.com.br e garanta seu ingresso!

Oficinas circenses nas escolas municipais ajudam o intelecto e coordenação motora das crianças

A Escola Municipal Augusto Pires de Paula, em Campo Largo, irá receber o projeto Circo Maker

Saúde, bem-estar, estímulo do intelecto e coordenação motora. Esses são alguns dos benefícios de atividades circenses para crianças. Por meio do projeto Circo Maker, que mistura a arte circense com o movimento maker - ou faça você mesmo -, cerca de 100 alunos do 3º, 4º e 5º ano da Escola Municipal Augusto Pires de Paula, em Campo Largo, vão desenvolver muita criatividade e habilidades.

O projeto irá ofertar 16 oficinas gratuitas às crianças e, ao final das aulas, os alunos apresentarão um número circense de sua autoria. O Projeto tem o patrocínio da Cocel e é realizado com apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.

Para a Alenice de Fatima de Freitas Lara, diretora da Escola Municipal Augusto Pires de Paula, as oficinas são de extrema importância para os alunos, pois oportunizam as crianças a terem contato com a cultura circense. “As oficinas ajudam no desenvolvimento da aprendizagem das crianças, visto que elas são práticas e chamam a atenção dos pequenos por ser algo que não estão acostumadas no cotidiano escolar”, afirma a profissional.

Ela ainda destaca que é uma forma divertida de trabalhar a concentração, a atenção, o equilíbrio e a autoestima. “O circo é uma prática corporal que estimula o intelecto das crianças. Pois, trabalhando com movimentos corporais, estimula as crianças a desenvolverem várias habilidades, como coordenação motora, noções de lateralidade, desenvolvimento da criatividade, habilidades físicas, equilíbrio, autoconfiança e diversão”, conclui Alenice.

Além disso, as atividades circenses também promovem às crianças a socialização de grupos, envolvendo os alunos em dinâmicas em que é preciso pensar na convivência coletiva, no comportamento social e na responsabilidade individual e ambiental.

“É muito interessante esse trabalho coletivo, eles desenvolvem a percepção da importância de cada um, do trabalho comum e do senso coletivo. Eles entendem a sua importância e o seu lugar no momento. O malabarismo, por exemplo, desenvolve perseverança porque é uma atividade muito difícil, é preciso querer muito. Então esse foco é muito bacana de se ver”, conta o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.

Justamente em situações como essas, o projeto é importante para que as crianças encontrem a possibilidade de se auto afirmar como indivíduos capazes e competentes para resolver desafios.

Para a diretora da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, Jacqueline Merchiori, os alunos participaram das oficinas com interesse e entusiasmo. “Essa oficina foi muito importante, pois possibilitou aos nossos estudantes momentos de descontração, alegria, trabalho em equipe e, principalmente, enfrentar desafios”, finaliza.

Oficinas

Para entrarem na temática circense, as oficinas são divididas em quatro módulos que contemplam as áreas do equilibrismo, malabarismo, acrobacia e mágica. Na acrobacia, os alunos terão a oportunidade de aprender técnicas de estrelas, paradas de mão e muitos outros. No módulo de equilíbrio, serão trabalhados exercícios com bola, perna-de-pau e mais. Já no malabarismo, os alunos usarão claves, aros e bolas. E, por fim, serão ensinados truques simples de mágica no último módulo.

Mas, além dos conteúdos circenses, as crianças são incentivadas a construírem seus equipamentos. Assim, elas aprendem a criar objetos relacionados ao conteúdo trabalhado como, por exemplo, bolinhas de malabares com técnicas de balões, claves com cabos de vassoura e garrafas pet, prato chinês com tecido e muitos outros. Desta forma, os professores também estimulam as crianças a utilizarem materiais recicláveis.

Ao final da oficina, como os alunos acabam dominando alguns movimentos circenses, eles criam um pequeno espetáculo para ser apresentado para todos os alunos. “Eles desenvolvem muito a criatividade ao longo do processo. Na mostra artística, eu direciono, mas muito do que eles apresentam vem deles, criam os próprios números”, afirma o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.

Alinhamento com as ODS

Todo o projeto está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso, durante as oficinas, o projeto trabalha os objetivos de saúde e bem-estar, igualdade de gênero, redução de desigualdades e consumo e produção responsável.
Os participantes recebem informações sobre os ODS, seus objetivos e metas trabalhadas no projeto. A partir de desenhos e frases feitas por eles, é criado um banner que é doado para a escola.

Escolas Municipais de Campo Largo recebem oficinas circense

Projeto Circo Maker estimula crianças a construírem seus próprios objetos circenses

O projeto Circo Maker, que mistura a arte circense com o movimento maker - ou faça você mesmo -, oferece 16 oficinas gratuitas para alunos das escolas públicas de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ao final das oficinas, as crianças apresentam um número circense de sua autoria. O Projeto tem o patrocínio da Cocel e é realizado com apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.

Para entrarem na temática circense, as oficinas são divididas em quatro módulos que contemplam as áreas do equilibrismo, malabarismo, acrobacia e mágica. Na acrobacia, os alunos terão a oportunidade de aprender técnicas de estrelas, paradas de mão e muitos outros. No módulo de equilíbrio, serão trabalhados exercícios com bola, perna-de-pau e mais. Já no malabarismo, os alunos usarão claves, aros e bolas. E, por fim, serão ensinados truques simples de mágica no último módulo.

Mas, além dos conteúdos circenses, as crianças são incentivadas a construírem seus equipamentos. Assim, elas aprendem a criar objetos relacionados ao conteúdo trabalhado como, por exemplo, bolinhas de malabares com técnicas de balões, claves com cabos de vassoura e garrafas pet, pratos chinês com tecido e muitos outros. Desta forma, os professores também estimulam as crianças a utilizarem materiais recicláveis.

Ao final da oficina, como os alunos acabam dominando alguns movimentos circenses, eles criam um pequeno espetáculo para ser apresentado para todos os alunos. “Eles desenvolvem muito a criatividade ao longo do processo. Na mostra artística, eu direciono, mas muito do que eles apresentam vem dele, eles criam os próprios números”, afirma o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.

Importância do circo na sociocultura

Além de toda a diversão que as atividades circenses promovem às crianças, as oficinas ajudam a promover a socialização de grupos, envolvendo os alunos em dinâmicas em que é preciso pensar na convivência coletiva, no comportamento social e na responsabilidade individual e ambiental.

“É muito interessante esse trabalho coletivo, eles desenvolvem a percepção da importância de cada um, do trabalho comum e do senso coletivo. Eles entendem a sua importância e o seu lugar no momento. O malabarismo, por exemplo, desenvolve perseverança porque é uma atividade muito difícil, é preciso querer muito. Então esse foco é muito bacana de se ver”, conta o professor das oficinas.

Justamente em situações como essas, o projeto é importante para que as crianças encontrem a possibilidade de se auto afirmar como indivíduos capazes e competentes para resolver desafios.

Para a diretora da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, Jacqueline Merchiori disse que os alunos participaram das oficinas com interesse e entusiasmo. “Essa oficina foi muito importante, pois possibilitou aos nossos estudantes momentos de descontração, alegria, trabalho em equipe e, principalmente, enfrentar desafios”, finaliza.

Além disso, o movimento maker aproxima o universo circense do dia a dia da criança. Alexandre explica que as crianças se interessam muito na hora de aprender a fazer os objetos porque, assim, elas podem treinar em casa. “Nós usamos materiais de fácil acesso, que se ela procurar em casa, vai ter”, afirma.

Este movimento tem entrado em muitas escolas brasileiras nos últimos anos, permitindo a elaboração de projetos e protótipos, onde os alunos fomentam a criatividade e, de fato, colocam a “mão na massa”.

Alinhamento com as ODS

Todo o projeto está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso, durante as oficinas, o projeto trabalha os objetivos de saúde e bem-estar, igualdade de gênero, redução de desigualdades e consumo e produção responsável.
Os participantes recebem informações sobre os ODS, seus objetivos e metas trabalhadas no projeto. A partir de desenhos e frases feitas por eles, é criado um banner que é doado para a escola.

Um fabuloso espetáculo de circo e música

A flautista Marcela Zanette apresenta o espetáculo O Fabuloso Circo Musical de Marcelita Flores no próximo fim de semana, sábado (14) e domingo (15), sempre às 15 horas, no Circo da Cidade- Lona Zé Priguiça (Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, Sn- Alto Boqueirão). O show marca o lançamento do primeiro álbum da compositora Marcela Zanette que vai dividir o palco com alguns dos melhores músicos de Curitiba na atualidade: Audryn Souza (trompete), Lauro Ribeiro (trombone e tuba), Renan Bragatto (acordeom), Dênis Mariano (bateria), Gabriela Bruel (percussão) e Gustavo Moro (violão). E as participações especiais de Carla Zago (violino) e Jay Ferreira (voz). As apresentações têm classificação livre e entrada gratuita.
Como o próprio nome já adianta, O Fabuloso Circo Musical... vai proporcionar ao público um mergulho no universo do circo e da música. Durante a apresentação, três artistas de circo, Fábio Salgueiro, Marina Prado e John Salgueiro, farão performances acrobáticas, criando um clima lúdico e animado.
Para Marcela, esse espetáculo conta um pouco de sua história e sua relação com a música e com a arte. Para ela o seu fabuloso Circo Musical, tem a capacidade de encantar crianças, jovens e adultos. “É um espetáculo multimidiático, plástico e encantador. Faz a gente sorrir, imaginar, querer fugir com a trupe. Faz a gente concluir que viver é preciso, fazer arte é necessário e sonhar é fundamental”, finaliza.
Lona Zé Priguiça
Palhaços, equilibristas, trapezistas e outros personagens das artes circenses percorrem os bairros de Curitiba e valorizam a cultura local há mais de 30 anos. O responsável por tudo isso é o Circo da Cidade, que ganhou, em 2008, uma nova lona e equipamentos, e, em 2009, um nome novo: Circo da Cidade Zé Priguiça. Ao longo dos anos, o circo se adequou às políticas culturais, mas manteve como prioridade o atendimento à população da periferia. Atualmente, o Circo da Cidade Zé Priguiça está instalado no Jardim Paranaense, Alto Boqueirão.

Serviço: O Fabuloso Circo Musical de Marcelita Flores
Local: Circo da Cidade- Lona Zé Preguiça
Endereço: Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, Sn- Alto Boqueirão
Datas: sábado (14) e domingo (15)
Horário: 15h
Capacidade: 400 lugares.
Classificação: Livre
Entrada: Gratuita
INGRESSOS PELO SYMPLA
https://www.sympla.com.br/evento/o-fabuloso-circo-musical-de-marcelita-flores/1550959
Crédito fotográfico: Márcia Kohatsu

Espetáculo circense “Samburá” estreia online em abril e mistura a magia do picadeiro com a cultura do campo e as tradições do interior do Paraná

Além das apresentações do espetáculo, a programação é composta por bate-papos e oficinas circenses de forma online e gratuita entre os dias 22 de abril e 1º de maio, no site e YouTube do projeto

De 22 de abril a 1º de maio, os paranaenses têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo de circo “Samburá”, criado e dirigido por Silver Neto, e com a participação de mais sete artistas circenses. Além do espetáculo, o projeto promove oficinas gratuitas de circo e bate-papos sobre a linguagem do circo e sua atuação no estado do Paraná e o processo de criação do espetáculo. A primeira apresentação online acontece na sexta-feira, 22 de abril, e fica disponível para assistir das 20h às 22h, no site www.projetosambura.com.br e no canal do YouTube https://bit.ly/youtubesambura.

“Samburá” é uma homenagem à cultura caipira paranaense, um espetáculo circense cheio de histórias e mistérios, com sete números que envolvem contação de histórias, acrobacia, malabarismo, contorcionismo, comédia e palhaçaria, que se passam num bucólico cenário rural e caipira. Um programa completo para toda a família assistir junto. As apresentações da obra acontecem nos dias 22, 23, 24, 29 e 30 de abril e 1º de maio, nas sextas, sábados e domingos, e ficam disponíveis para assistir entre 20h e 22h no YouTube e site. O projeto conta com uma exibição extra na terça-feira, 26 de abril, às 20h, com o recurso de audiodescrição.

Além do espetáculo, estão previstos três bate-papos com a participação de artistas convidados, para falar sobre o projeto e temas relacionados ao circo, nos dias 22, 26 e 29 de abril, sempre às 19h, antecedendo as apresentações, e oito oficinas abertas ao público nos canais do projeto nos dias 23, 27, 28 e 30 de abril, ministradas pelos artistas do projeto. Ao todo, são nove dias de ações online e gratuitas, com atividades pensadas para espectadores de todas as idades.

O espetáculo é ambientado na cultura do campo e nas tradições do interior paranaense. Na dramaturgia, ferramentas e elementos rurais se transformam em cenários, músicas e coreografias. As técnicas e aparelhos circenses também são adaptados com adereços típicos do trabalho rural. E o nome “Samburá” refere-se ao cesto bojudo e de boca estreita, feito de cipó ou taquara, em geral usado para a pesca.

Segundo o diretor Silver Neto, o espetáculo é uma homenagem ao estado do Paraná, ao circo e ao avô, Luiz Guil, sua inspiração. “Sempre tive vontade de fazer algo regional, com a nossa cara, e o estalo veio durante uma conversa com meu avô, que era agricultor. O nome ‘Samburá’, inclusive, era uma palavra que eu escutava muito quando criança”. O diretor completa dizendo que o intuito do projeto é “proporcionar entretenimento leve e despretensioso, que as pessoas se identifiquem, deem risada e se emocionem”.

O produtor Edran Mariano destaca que a ideia é levar o circo para todo o estado por meio do online: “O digital amplia o alcance das atividades e vai de encontro com a proposta do projeto de alcançar todas as regiões do Paraná. Essa ação, mesmo que de forma virtual, estimula e fomenta a formação de plateia, possibilitando maior alcance a variedade de formas de manifestação artística produzidas em nosso estado”, finaliza.

O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura, PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura, do Governo do Estado do Paraná e conta com apoio da Copel.

SERVIÇO
De 22 de abril a 1º de maio
Evento online e gratuito nos canais
Site: www.projetosambura.com.br
Youtube: https://bit.ly/youtubesambura

Espetáculo “Samburá”:
Duração: 45 minutos. Livre
22 de abril (sexta-feira), das 20h às 22h
23 de abril (sábado), das 20h às 22h
24 de abril (domingo), das 20h às 22h
26 de abril (terça-feira), das 20h às 22h - com audiodescrição
29 de abril (sexta-feira), das 20h às 22h
30 de abril (sábado), das 20h às 22h
1º de maio (domingo), das 20h às 22h

Oficinas:
23 de abril (sábado)
10h às 12h - “Um corpo, uma pessoa, um objeto: criação de números”, com Marina Prado
14h às 16h - “Iniciação à contorção com foco em flexibilidade de pernas”, com Michelle de Lara
17h às 19h - “Malabarismo”, com Ricardo Thomé
27 de abril (quarta-feira)
19h às 21h - “Contando com Sons - Percussão inventiva e investigativa”, com Denis Mariano
28 de abril (quinta-feira)
19h às 21h - “O Palhaço e o notório saber”, com Fábio Salgueiro
30 de abril (sábado)
10h às 12h - “Antipodismo”, com Camila Cequinel
14h às 16h - “Iniciação acrobática”, com Luiz Borges
17h às 19h - “Criação e composição no loopstation”, com Du Gomide

Bate-papos:
22 de abril (sexta-feira), às 19h - Atuação do circo pelo Paraná e o Lançamento do projeto Samburá
26 de abril (terça-feira), às 19h - Acessibilidade em Produções Artísticas
29 de abril (sexta-feira, às 19h - Circo contemporâneo e a identidade brasileira

Mais informações:
Facebook https://www.facebook.com/projetosambura
Instagram https://www.instagram.com/projetosambura

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silver Neto
Elenco:
Camila Cequinel
Denis Mariano
Fábio Salgueiro
Luiz Borges
Marina Prado
Michelle de Lara
Ricardo Thomé
Iluminação: Victor Sabbag
Cenário e Figurino: Gabrielle Windmuller
Maquiagem e Caracterização: Bruna Bley
Coreografia: Marina Prado
Trilha Sonora: Du Gomide
Produção:
Marianinho Produções (Edran Mariano)
Engenheiros da Comédia (Robinson Tocera)
Realização: Silver Neto
EQUIPE DE COMUNICAÇÃO
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de imprensa, conteúdo e anúncios das mídias sociais: Platea Comunicação e Arte
Designer Gráfico e Site: Creative Hut
Captação de Recursos: Itraining - Assessoria & Treinamentos - Iberê de Assis Júnior
EQUIPE DE GRAVAÇÃO E TRANSMISSÃO
Direção de Fotografia, Câmera, Edição e Coloring: Luigi Castel
Câmera e Continuísta: Luana Godin
Técnico de Som Direto: Paulo Rosa
Direção de Arte: Gabrielle Windmuller
Produção de Arte: Camila Scherner
Produção de Figurino: Camila Scherner e Gabrielle Windmuller
Transmissões das Ações: LUS - Produções Artísticas
EQUIPE DE AUDIODESCRIÇÃO
Roteiro e Narração: Raquel Carissimi
Consultoria: André Campelo
Realização: RC Tradução Audiovisual

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura | Governo do Estado do Paraná

Escolas públicas de Campo Largo recebem projeto de arte e tecnologia

Tetear Tech é um catalisador de potenciais humanos e contribui para formação cultural de crianças e adolescentes

Com o objetivo de transformar a educação por meio da arte e da tecnologia, a cidade de Campo Largo, pioneira do projeto e da Região Metropolitana de Curitiba, receberá pela nona vez, a partir de 21 de março, o projeto Tetear Tech em escolas municipais e estaduais que beneficiará 600 alunos no ano. Em sua 9ª edição, o projeto realizado pela Criacom e Parabolé, oferece aulas de Artes Plásticas, Musicalização, Circo, Teatro, Dança e CIT – Criatividade, Inovação e Tecnologia.

O projeto Tetear Tech, que ganhou força e espaço nas escolas públicas nos estados do Paraná e São Paulo, traz uma novidade para este ano: essas modalidades, agora, estão inclusas na grade curricular dos estudantes, o que reforça, ainda mais o caráter pedagógico atrelado a tais práticas, assim como valoriza a possibilidade de educar por meio de diferentes linguagens.

O coordenador cultural do Tetear Tech em Campo Largo, Thiago Domingues, está feliz com a retomada do projeto depois das dificuldades da pandemia. “A educação passou por muitas transformações neste período pandêmico. E o projeto fez parte disso também, em que ser flexível nos ajudou muito a encarar as mudanças e adaptações necessárias para se viver em um mundo em constantes alterações. A educação do futuro é a educação para a incerteza. É exatamente isso que trabalhamos com os estudantes, o olhar curioso, a possibilidade de investigar, tentar, encontrar alternativas, colocar em questão preceitos básicos, tudo isso voltado ao âmbito social mais amplo, que valoriza a importância de sermos adaptáveis, conectados, atentos ao mundo e às pessoas com quem vivemos. O Tetear Tech é uma oportunidade de desenvolvimento não apenas profissional, com qualificação nas áreas artísticas e tecnológicas, mas, principalmente, favorece o olhar sensível de cada participante, de maneira a observar e praticar a simplicidade da vida”, conta.

O projeto é um catalizador de potenciais humanos, colaborando com a comunidade escolar para ampliar os horizontes dos estudantes em relação a aplicação prática dos conteúdos curriculares aprendidos na escola e, também, no desenvolvimento de aprendizagem sociais e emocionais - como o trabalho em equipe, a empatia, o autoconhecimento e a comunicação efetiva.

Para isso, as atividades são direcionadas para vivências de processos criativos e experiências estéticas que promovam o contato dos estudantes com as diferentes linguagens artísticas e com atividades de cunho tecnológico, representadas pelo movimento maker e pelo currículo STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), por meio de um viés “mão na massa” e na perspectiva do “aprender fazendo”.

Um dos objetivos do Tetear Tech é contribuir para a formação cultural de crianças e adolescentes de diferentes níveis socioeconômicos, fortalecendo a autoestima de cada sujeito, assim como a inclusão social. Os alunos passam a ter contato com novas perspectivas de aprendizagem, desenvolvem habilidades de trabalho em equipe, acessam diferentes tecnologias e ampliam seu repertório cultural. “O projeto favorece as competências para a vida. Ele possibilita a descoberta, pesquisa, investigação e a criação, tudo isso associado ao conviver em grupo. São as competências socioemocionais”, revela Thiago.

O coordenador ainda fala sobre exemplos reais de participantes do projeto que conseguiram seguir carreira na área. “Ao longo dos anos, uma participante do projeto, depois, virou professora de dança do próprio Tetear e, futuramente, seguiu carreira na área, em Portugal. Sabemos o quanto contribuímos para o desenvolvimento dela. Outro exemplo é de uma aluna de circo que achou que nunca faria a atividade, pois não tinha recursos financeiros para investir em aulas especializadas em tal área. Então, sabemos que realizamos e proporcionamos acesso aos sonhos dos alunos”, revela Thiago.

Outra novidade é que o projeto está pautado nas ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), causando uma aproximação com importantes temas a serem desenvolvidos em relação a agenda 2030, construída e trabalhada pela ONU. Isso fortalece o pensamento sistêmico, o olhar para sustentabilidade e dialoga com as questões sociais e ambientais que afetam a todos e da qual fazemos parte.

Patrocinadores e Apoiadores

O projeto Tetear Tech é uma realização da Criacom e Parabolé através da lei de incentivo à cultura e tem como patrocinadores:

Scala Data Center, Blau Farmacêutica, Oji Papéis Especiais, Frameport, Ademicon, Atlas Eletrodomésticos, Caterpillar, ScanSource, ArcelorMittal, Gonvarri, Artely, Metisa e Ritmo Logística.

Apoiadores

Instituto CLQ e Prefeitura Municipal de Campo Largo.

Instituição Beneficiada

Hospital Pequeno Príncipe.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”: espetáculo circense com estreia em janeiro revive lenda curitibana

A montagem, que traz a lenda do Pirata Zulmiro como pano de fundo, também é uma homenagem ao artista idealizador do projeto, Marcos Gabriel Freitas (Palhaço Fidalgo), que faleceu em agosto de 2020. Ao todo, serão oito apresentações online e gratuitas para toda a família assistir no YouTube entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro
Entre os dias 27 de janeiro e 06 de fevereiro, de quinta a domingo, sempre às 20h, os curitibanos de todas as idades têm a oportunidade de assistir gratuitamente e online o espetáculo “O Tesouro do Pirata Zulmiro”, que, por meio de números circenses, parte da lenda que permeia o imaginário da cidade de Curitiba, para contar essa história. As exibições são feitas diretamente no canal do YouTube do diretor e dramaturgo do projeto, Silvestre Neto, o Palhaço Macaxeira youtube.com/SilverNeto.

“O Tesouro do Pirata Zulmiro”, foi idealizado pelo artista Marcos Gabriel Freitas — o Palhaço Fidalgo —, e complementado pelo artista Silvestre Neto. Após o falecimento de Fidalgo em agosto de 2020, a obra foi adaptada pela equipe, que está realizando o espetáculo em homenagem à vida e obra do Palhaço Fidalgo.

A obra foi gravada nas dependências do Circo da Cidade, no Boqueirão, e explora a saga do Pirata Zulmiro, um personagem do folclore curitibano, para conseguir abrir o baú que carrega consigo. Em um universo delirante, Zulmiro precisa passar por provações para descobrir de quais maneiras as riquezas dele podem ser reveladas. Buscando ajuda em uma lona circense, ele e Heraldo, seu fiel escudeiro, desvendam os mistérios do picadeiro de uma forma inusitada. Diversão garantida para toda a família.

Além das oito apresentações, o projeto conta, ainda, com a realização de um bate-papo da equipe com o público para compartilhar o processo de criação e refletir sobre os caminhos da linguagem circense no ambiente audiovisual. A live acontece no dia 27 de janeiro, às 21h, logo após a estreia da peça, também no canal do YouTube.

O espetáculo tem dramaturgia e direção de Silvestre Neto, e o elenco conta com a participação de artistas relevantes do cenário circense curitibano: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko e o próprio Silvestre Neto.

A estreia, inicialmente prevista para acontecer de forma presencial em março de 2020, como parte da programação do Circo da Cidade, precisou ser adiada por conta da pandemia causada pelo coronavírus e, posteriormente, pelo falecimento de Marcos.

O roteirista, diretor e parceiro de criação, Silvestre Neto, comenta que a realização do espetáculo é uma forma de homenagear o amigo. “O Marcos era um buscador. Tinha certeza sobre sua missão e assim o fazia com sua arte, buscando sempre se aprimorar. Era impressionante a sagacidade e o ímpeto dele em procurar compreender suas dificuldades com o único intuito de ser um artista mais completo. Nos ensaios que foram paralisados ele estava mostrando o quanto estava pronto para levar ao máximo essa forma de pensar”, diz. “Para mim e o elenco, todos amigos dele, o espetáculo foi criado de forma muito emocionante, com o coração nas atuações. Faço com a intenção de registrar o legado desse artista impressionante e homem fora do comum”, reforça Silvestre.

Marcos Gabriel Freiras nasceu em 1981, no município de Faxinal, a 300 km de Curitiba. Se mudou para a capital aos 9 anos de idade, para tratar problemas de saúde. Dos 38 anos que viveu, 16 foram dedicados ao teatro e à palhaçaria. Em meados de 2010, criou o bufão Fidalgo Filho de Algo — o Palhaço Fidalgo —, personagem que interpretou em diversos espetáculos locais e nacionais. Sempre com humor e irreverência, abordava temas como religião e política. Marcos faleceu em agosto de 2020, por complicações causadas pela COVID-19. Ele deixou a esposa, Letícia Lopes Freitas, com quem vivia há 13 anos.

O projeto foi aprovado no edital de Difusão e Formação em Circo, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇO:

O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Classificação indicativa: Livre
Exibições gratuitas de 27 de janeiro a 06 de fevereiro
Quintas, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Via YouTube youtube.com/SilverNeto

LIVE - Processo de Criação do espetáculo O TESOURO DO PIRATA ZULMIRO
Um bate papo sobre o processo criativo do espetáculo, refletindo sobre os caminhos da linguagem circense para o ambiente audiovisual
Dia: 27 de janeiro
Horário: 21h (após a exibição de estreia do espetáculo)
Via Youtube youtube.com/SilverNeto

FICHA TÉCNICA
Roteiro e Direção: Silvestre Neto
Elenco: Camila Cequinel, Denis Mariano, Mago Niko, Silvestre Neto
Iluminação: Wagner Correa
Técnico de iluminação (montagem): Well Daum
Cenário e Figurino: Levi Brandão
Costureira: Nair Scheffler
Trilha Sonora: Denis Mariano
Gravação: Paulo Rosa e Lídia Ueta
Edição: Silvestre Neto
Técnico de Som: Karina Scariott
Transmissões das ações: Paulo Rosa
Fotos: Lidia Ueta
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Platea Comunicação e Arte
Designer Gráfico: bialopse
Diretor de Produção: Marianinho Produções (Edran Mariano)
Realização: Silvestre Neto

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo 2021 reúne dezenas de atrações

A sexta edição do evento será totalmente on-line, com onze espetáculos transmitidos ao vivo a partir de unidades do Sesc; serão quatro estreias mundiais, três inéditas virtualmente, além de uma ampla programação formativa

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Cena de Bloom - Caminhos e Encontros, da Cia La Mala - Crédito da foto: Ricardo Avellar – CircoLab

Imagens e vídeos em: https://bit.ly/Circos2021

Qual a importância de um festival de circo em meio ao isolamento que estamos vivendo? Como a tecnologia pode ser usada para unir artistas e público, neste momento? É com o objetivo de trazer essas e outras perguntas para os palcos e para o debate que o Circos – Festival Internacional Sesc de Circo chega à sua sexta edição, entre 28 de agosto e 4 de setembro de 2021, de forma totalmente on-line, com criações inéditas, além de uma série de atividades formativas para todos os públicos.

"Apesar do distanciamento, a arte segue sendo um respiro e proporcionando encontros nas mais variadas plataformas on-line, chegando a diversas pessoas a partir do campo criativo, potente e inventivo que é o digital, com suas presencialidades possíveis.", afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo. E complementa: "Frente aos novos desafios, o Sesc segue cumprindo sua missão de fomentar a difusão cultural e artística, e também as interlocuções, os encontros, as vivências e reflexões."

A programação tem onze espetáculos, sendo que quatro deles são estreias mundiais e outros três apresentados pela primeira vez de forma virtual. São mais de duas dezenas de atrações ao vivo, entre espetáculos transmitidos a partir de unidades do Sesc – SP e outras mais de 50 atividades gravadas, além de inúmeras ações formativas e encontros entre profissionais de várias partes do mundo. Todas as exibições acontecem a partir do youtube.com/SescSP em dias e horários disponíveis a partir de 19 de agosto no site circos.sescsp.org.br.

Entre os espetáculos, são quatro estreias mundiais: Circo Misterium, da cia. Barracão Teatro, em uma apresentação de palhaços que discute a finitude e a eterna continuidade da vida; CircomUns, do Circo e Teatro Palombar, que investiga a imagem de pessoas anônimas relacionando-as a uma 'estética periférica'; La Trattoria, do grupo Los Circo Los, com a história da inauguração de um restaurante; e Retumbantes, com Livia Nestrovski, Lívia Mattos, Tomás Oliveira e Rafé, espetáculo-show que promove o encontro do circo com a música e as artes visuais.

Além disso, alguns espetáculos, como A Caravana do Tempo, do Unidos do Swing, Bloom – Caminhos e Encontros, da Cia La Mala, e Ela - Em todos os lugares, da Troupe Guezá, são apresentados pela primeira vez de forma virtual.

Se numa ponta há ineditismo em montagens estreadas neste Circos de 2021, há também Exceções à Gravidade, obra apresentada há quase 40 anos no mundo inteiro pelo americano Avner Eisenberg - aclamado como um dos mais importantes palhaços de todos os tempos. Sempre arrancando gargalhadas do público, Eisenberg diverte a plateia em números de malabares, ilusionismo e palhaçaria, questiona o que é perder e ganhar com números engraçados, como engolir uma quantidade inacreditável de guardanapos ou equilibrar uma pena muito comprida em seu nariz.

Integram a programação ainda: Prot{agô}nistas - O Movimento Negro no Picadeiro, do coletivo Prot{agô}nistas - tema de documentário exibido durante a programação; Cachimônia, da Cia Artinerant's, que agora fecha a trilogia iniciada com os espetáculos Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017), que estarão disponíveis on demand durante o Festival; e Circo Charanga, o mais recente espetáculo da Cia. LaMínima.

E por falar em LaMínima, durante o CIRCOS 2021, será lançado o curso EAD de Palhaçaria dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O tema do curso é a criação dramatúrgica em palhaçaria, ministrado por uma companhia de circo e teatro que há quase 30 anos pesquisa o repertório clássico do palhaço.

A edição 2021 do CIRCOS conta ainda com encontros entre programadores brasileiros e internacionais para um intercâmbio de técnicas, conhecimentos e produções. A abertura (virtual) será no dia 30 de agosto, às 12h, pelo diretor do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda e pelo Secretário Municipal de Cultura, Alê Youssef.

As estreias

Uma das estreias deste ano do CIRCOS reúne duas artistas de trajetórias diferentes e o mesmo nome. Retumbantes traz Livia Nestrovski e Lívia Mattos, além de Tomás Oliveira e Rafé, em um espetáculo-show, em que o som é a forma de lidar com o mundo. As canções que servem de trilha e complemento aos números circenses - que incluem acrobacia, malabarismo, equilibrismo, ilusionismos, entre outras técnicas - são todas tocadas ao vivo pelos artistas em cena. São composições instrumentais e canções, trabalhos autorais do grupo e criações de nomes como Hermeto Pascoal e Capiba, tocadas com voz, instrumentos tradicionais, como a sanfona, e excêntricos, caso do serrote, do piano de garrafa e do contrabanjo (espécie de contrabaixo).

Os quatro artistas buscam a sua forma de ser e estar no mundo, em ressonância paradoxal entre os seus anseios e a incoerência da existência. Um homem que perdeu a cabeça, gêmeas siamesas de genealogias diversas e um beatboxer malabarista, têm a música como linguagem de interlocução entre eles e também com o seu entorno.

Numa apresentação de circo, o palhaço Zabobrim se engasga com suas bolinhas de pingue-pongue e cai desfalecido. Este é o ponto de partida de Circo Misterium, do Barracão Teatro. Nesse enredo, o grupo fala sobre a vida, em um sentido mais existencial do que religioso, tratando sobre a finitude, sempre de um jeito leve, a partir de técnicas de palhaçaria.

O espetáculo mostra o Zabobrim tentando encontrar respostas com a ajuda de divindades (seres imortais) de crenças diversas – de matrizes judaico-cristã, africana, islâmica, espírita, budista e de povos originários das Américas, que são representados no espetáculo por artistas do circo, com diferentes habilidades. A direção é de Luiz Carlos Vasconcelos, o palhaço Xuxu.

Do Circo e Teatro Palombar, o inédito CircomUns traz nove artistas ao picadeiro virtual em apresentações que falam do território urbano e retratam os trabalhadores comuns que fazem a cidade acontecer e que passam despercebidas na maioria das vezes. O grupo valoriza o trabalho coletivo continuado, a multiplicidade de linguagens e a criação de uma poética periférica, retratando paisagens do bairro de onde o grupo vem, Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo.

O protagonismo de cada uma dessas figuras - estudantes, motoboys, artistas de rua, eletricistas e executivos - aparece em números individuais, como mágica, palhaçaria, roda cyr (círculo de metal usado em giros e acrobacias), cubo, manjota (hastes para equilíbrio sobre as mãos) e arame. A trilha sonora traz sons da cidade e ritmos urbanos, como o hip-hop, além de intervenções musicais tocadas ao vivo pelo elenco, com uso de saxofone, trompete e sanfona.

O que é o sucesso? São perguntas que estão em La Trattoria, da cia Los Circos Los. A sinopse trata da tão aguardada e sonhada inauguração do "La Trattoria", um requintado restaurante.

Em cena, números de palhaçaria, acrobacia e equilíbrio, costurados com comicidade físicas, gags (o efeito cômico obtido por surpresa ou improviso) e quedas. A cia Los Circo Los vem compondo seu repertório com números, cenas e espetáculos em que estão presentes a comicidade física, as acrobacias, o malabarismo e equilíbrio, em dramaturgias singulares.

Estreias virtuais

Três espetáculos poderão ser vistos virtualmente pela primeira vez. Abrindo a programação do Festival este ano, em um clima de animação que remonta tanto às antigas caravanas circenses de séculos atrás quanto ao carnaval de rua de New Orleans (EUA) - mas com o ritmo brasileiro - Unidos do Swing apresenta A Caravana do Tempo. Gravado diretamente da parte externa do Sesc Itaquera, o espetáculo tem o acompanhamento musical do jazz temperado com ritmos brasileiros.

O grupo, que tem a característica de brincar com a arquitetura dos espaços, subverte movimentos cotidianos por meio de números de circo, unindo as linguagens da música, da dança e do circo numa proposta estética acústica, performática e interativa. Os arranjos musicais originais vão do swing jazz ao maracatu, do blues ao baião, da música brasileira de carnaval ao ritmo das brass bands. O espetáculo inclui a participação de 12 músicos e 13 artistas circenses, com números de malabares, monociclo, bambolê, duplas acrobáticas, pernaltas acrobáticas e Mastro Chinês.

A Cia La Mala apresenta, também no dia da abertura de Circos, seu mais recente espetáculo, Bloom - Caminhos e Encontros. O motor criativo desta obra é o encontro, o florescimento, a percepção da diferença dos indivíduos e dos corpos e de que pessoas diferentes reunidas potencializam tudo - o conhecimento, as dores e as alegrias. A companhia, composta pelos artistas Carlos Cosmai e Marina Bombachini, resolveu ampliar sua parceria e chamar outros artistas para compor. Em cena, os acrobatas - munidos de suas ancestralidades, histórias, gestos e movimentos - amplificam com técnicas circenses as referências aos ciclos da natureza e das estações do ano, em que o florescer (bloom) da primavera concentra toda a potência do encontro em forma de cor, sonoridade e movimento.

Um espetáculo que nasceu da vontade de falar sobre temas comuns a todas as mulheres. Assim foi criado Ela - Em todos os lugares, apresentado pela Troupe Guezá. Fundado há 20 anos, o grupo se constitui de artistas circenses com múltiplas habilidades e interessados nas práticas e pesquisas corporais.

A versão que se verá no CIRCOS 2021 traz à cena três mulheres com seus tipos reais e diversos e que, enaltecendo a virtuosidade e leveza, buscam a representação poética do ser feminino. O coletivo se debruça neste universo tanto no trabalho físico – com acrobacias solo e aéreas pensadas para mulheres – quanto na temática, em que a narrativa apresenta figuras fortes que buscam em seus corpos e vivências a superação. É uma adaptação do espetáculo de sala Ela, de 2019.

Mais espetáculos on-line

Fazendo uso da mistura do circo, música e dança, e com base na comicidade, o Prot{agô}nistas apresenta um espetáculo com 25 artistas negros em cena. A ideia é mostrar uma diversidade de linguagens para manter o público atento, com números circenses a serviço da narrativa e embalado pela música. Trata-se de um convite à celebração, em uma dramaturgia que chama a plateia a contemplar a beleza negra na estética, discurso, humor e poesia.

O espetáculo, do coletivo homônimo do espetáculo, tem sequência com cenas e números circenses de faixa, palhaçaria, tecido, malabares, trapézio, contorcionismo e equilíbrio. Seu contexto vai além da celebração e transita pelo humor e poesia, com muita técnica e orgulho do futuro a partir do reconhecimento das ancestralidades presentes.

Antes da apresentação, haverá a exibição de um documentário produzido pelo grupo durante a pandemia. O foco não é o espetáculo em si, e sim o aquilombamento, o afeto, o cuidado e a troca de conhecimento entre os integrantes. A narrativa é construída mesclando depoimentos e imagens, com cenas de arquivo e outras inéditas.

Três palhaços erguem uma pequena lona no meio da rua e apresentam um espetáculo de variedades. Este é o enredo de Circo Charanga, da Cia La Mínima. Com direção de Esio Magalhães, o espetáculo é uma homenagem à tradição dos circos de lona, com números clássicos circenses.

Foram revisitados esquetes escolhidos e contados especialmente por artistas que são referência na palhaçaria brasileira, como Biribinha, Tubinho e Dedé Santana. Das técnicas e números, estão lá a manipulação de chapéus e acrobacias, o piano de garrafa e o trio de sopros, formando a charanga que batiza o espetáculo.

Com quase 30 anos de estrada, o grupo estará à frente de um EAD de palhaçaria lançado durante o CIRCOS 2021, dentro da plataforma digital do Sesc para ensino a distância (https://ead.sesc.digital/). O curso, em seis aulas, vai tratar da criação dramatúrgica em palhaçaria, abordando diversos temas pertinentes a este universo, como a comicidade física, a música excêntrica, os espetáculos de rua, a construção da dramaturgia e a pantomima (teatro gestual).

CachimÔnia é a parte final de uma trilogia, composta ainda por Vizinhos (2014) e Balbúrdia (2017) - que estarão disponíveis durante o CIRCOS 2021. Com elementos cênicos que remetem às artes plásticas, como se estivessem dentro de uma pintura, a dupla traz números acrobáticos, de equilíbrio e até de ilusionismo.

Dirigida por Lu Lopes e Tato Villanueva, a obra final da trilogia do Artinerant's revela que tudo pode ter sido um sonho. CachimÔnia mostra uma noite de um casal no campo, em um universo onírico e repleto de delírios, em que as vontades e emoções viram cenário de cenas surrealistas, com mesas que giram sozinhas, cabras que dão vinho no lugar de leite, objetos voadores e pessoas que se transformam em animais.

Cursos e oficinas

Uma das antigas expressões artísticas do mundo, o circo atravessa os séculos se reinventando e incorporando técnicas e linguagens como a música, o teatro e a dança. Para alcançar o espectador em 2021 - um ano marcado por fruições online, assim como 2020 - o Circos traz uma programação virtual para quem gosta de acompanhar esse universo e quer entender melhor como ele funciona (por meio das atividades formativas).

Para além das apresentações, conversas sobre questões ligadas ao circo estarão presentes durante a programação. Os debates serão transmitidos nas redes Sesc e terão diversos temas para discutir o papel do circo nos dias de hoje, como a participação de artistas com diferentes tipos de corpos até a produção circense em tempos de distanciamento social, passando pelo fazer rir em tempos em que uma pandemia deixa um rastro de morte e sequelas pelo planeta. Entre os debatedores, estão nomes como Christian Dunker (psicanalista e autor), Ronaldo Aguiar (palhaço e diretor da ONG Doutores da Alegria), Ermínia Silva (pesquisadora e quarta geração de circenses no Brasil), Bete Dorgam (palhaça, diretora e professora universitária), Lu Menin (diretora e artista circense) e Raimo Benedetti (videoartista e pesquisador), Tiago Munhoz (palhaço de rua), entre outros.

Ainda faz parte do CIRCOS 2021 uma série de cursos e oficinas a distância para crianças e adolescentes e para todos os tipos de público - parte pode ser acompanhada nas redes sociais do Sesc-SP, parte precisa de inscrições para participação. Também serão oferecidos oficinas e cursos para ensinar desde números circenses até técnicas de áudio e vídeo para melhorar a transmissão de apresentações, passando por maquiagem artística e exercícios de preparação corporal.

Uma sala de encontro entre programadores, artistas e produtores reunirá debates sobre os desafios do circo no futuro e a promoção de festivais em meio à pandemia de Covid-19, sendo também um espaço aberto para encontros, conversas e troca de ideias.

Outro destaque deste ano é o lançamento de um periódico reflexivo sobre a linguagem circense, com textos de pesquisadores da área, como Júlia Henning (artista, gestora cultural e fundadora da Cia Instrumento de Ver), Cibele Appes (cineartivista), Bel Mucci (artista circense, socióloga, professora de artes aéreas circenses e pesquisadora) e Mafalda Pequenino (atriz e diretora de circo e teatro, coordenadora dos Pernaltas do Orun, do grupo afro Ilú Obá de Min).

Está prevista, ainda, uma residência de palhaços, para instigar o processo criativo colaborativo. Participam Tato Villanueva e Letícia Vetrano (palhaços argentinos e diretores), Bruno Saggese (Palhaço Mimo), Dani Maimoni (Palhaça Danisguela), Tiago Marques (Palhaço Ritalino), Ariadne Antico (Palhaça Birita) e Dani Majzoub (Palhaça Olívia).

Programação para assistir quando quiser

Durante o Festival, obras audiovisuais estarão disponíveis on demand. São documentários, séries e outras obras sobre o atual momento do circo no Brasil e no mundo, além de investigar temas importantes como a negritude.

Alguns grupos que estão na programação do Circos 2021, também vão ser tema de outros materiais exibidos nas redes do Sesc. Como o coletivo Prot{agô}nistas, que produziu um documentário artístico durante a pandemia sobre o lugar do artista negro e sua representatividade na cena cultural paulista. E da exibição de Vizinhos e Balbúrdia, do grupo Artinerant's, que junto com CachimÔnia (uma das estreias deste ano), completam a trilogia que trata de forma divertida os encontros de um casal.

Será possível acompanhar também, por exemplo, "Palhaças do Mundo", seriado documental que mapeia poeticamente o universo de mulheres palhaças espalhadas pelo globo, com direção de Manuela Castelo Branco. A série será lançada no SescTV, com 12 episódios que trazem entrevistas com Fran Marinho, Drica Santos, Nola Rae, Enne Marques, Nara Menezes, entre outras palhaças que vão contar um pouco sobre a criação de personagens, suas inspirações e até suas pesquisas sobre o mundo circense.

"Guarany - A história do circo dos pretos", com direção de Mariana Gabriel, conta a história do Circo Theatro Guarany para resgatar a memória de negritude, racismo, questões de gênero, memória, terceira idade e até a arquitetura da antiga capital paulista dos anos 1940 e 1950. A diretora é bisneta de João (dono do circo do título) e traz à luz a história de sua família, em especial de sua mãe Deise Alves dos Reis Gabriel e da avó Maria Eliza, intérprete do Palhaço Xamego (uma mulher que se vestia de palhaço para trabalhar no circo do pai).

Haverá ainda a exibição de uma série de vídeos com apresentações circenses criadas especialmente para o meio audiovisual, feitas durante a pandemia. A série reúne mais de uma dezena de vídeos produzidos por profissionais de diversas partes do Brasil e do mundo, em trabalhos curtos, registrados nos mais diversos ambientes. Entre os artistas e grupos que que terão seus trabalhos exibidos estão Alice Rende, Daniel Seabra, Margarida Monteny, Kiriaki Baili e Luca Poit, e os grupos, Cia Duna, Cia Barnabô, Cia. do Relativo e Trupe Baião de Dois.

Os vídeos complementam a programação, mostrando a diversidade, a relevância e a amplitude das atividades circenses nos dias de hoje.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo
De 28 de agosto a 4 de setembro
Informações em circos.sescsp.org.br

Novozymes apoia o Programa Guritiba, mostra infantil do Festival de Curitiba 2020

Curitiba, março 2020 - A Novozymes, por meio da Lei Rouanet, é uma das empresas apoiadoras do Programa Guritiba 2020, mostra que faz parte do Festival de Curitiba, um dos maiores eventos culturais do Brasil e um dos mais importantes em artes cênicas do mundo, que será realizado de 24 de março até 5 de abril, em aproximadamente 70 espaços da capital paranaense e região metropolitana, com mais de 400 atrações. O Guritiba surgiu como a mostra infantil do Festival e hoje, na sua 11ª edição, é um projeto independente que atende mais de 8 mil crianças em situação de vulnerabilidade social e suas famílias, integrantes 31 instituições em 7 municípios, levando as apresentações teatrais gratuitas e muita diversão a esses locais.

Estão abertas as bilheterias da
29ª edição do Festival de Curitiba



As vendas nos espaços físicos, nos shoppings Mueller e ParkShoppingBarigüi, no site e no aplicativo oficial estão abertas
Reunindo mais de 400 atrações em aproximadamente 70 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, o Festival de Curitiba chega a sua 29ª edição, com uma programação que contempla grandes nomes da classe artística nacional e internacional. Este ano, o Festival ocorre de 24 de março até 5 de abril, com estreias nacionais, espetáculos premiados e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para os diferentes públicos, de todas as idades. “Nesta edição mantemos nosso mote de ‘Festival para Todos’, com uma programação que possibilita arte e entretenimento para todos os tipos de públicos, de forma acessível e diversificada, em diferentes pontos da cidade”, explica Fabíula Passini, codiretora do Festival de Curitiba. 

Os ingressos estão à venda nas bilheterias oficiais, localizadas no ParkShoppingBarigüi (Piso térreo próximo à praça de eventos) e no Shopping Mueller (Piso L3) e nas plataformas online, pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e aplicativo oficial “Festival de Curitiba 2020” (disponíveis para os sistemas Android e IOS).
 
Ao manter sua tradição em destacar os novos, bem como os experientes artistas, a programação do Festival de Curitiba este ano conta com montagens de sucesso, com nomes reconhecidos no cenário nacional, como Denise Fraga, Emicida, Luis Miranda, Mateus Solano, Laila Garin, Denise Stoklos, Otávio Mueller, Lúcio Mauro Filho, Marcos Breda, Cacá Carvalho, Grupo Corpo, Rodrigo Portella, Ranieri Gonzales, Grupo Armazém, Gabriel Villela, Renata Carvalho, Grupo Galpão, entre outros.

Na Mostra, a curadoria sequencial de Guilherme Weber e Marcio Abreu investiga “O que é um Corpo?”, pergunta que inspira e faz pensar a nova resistência do mundo, redefinindo a vida e seus sentidos de liberdade. As Interlocuções, espaço dedicado aos debates, encontros, pensamento crítico, performances e ações de diversas naturezas, com o intuito de ampliar a experiência e os sentidos de convivência e troca, ganham mais uma edição em 2020. Seguem com a palavra aberta, palestras documentadas, oficinas gratuitas, temporada de performance, lançamentos de livros, encontros e outras atividades reunindo artistas e o público. “O sentido maior de um festival”, observam Weber e Abreu.
 
No Fringe serão mais de 370 espetáculos, espalhados por 60 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, que atuarão nos mais diferentes gêneros artísticos (comédia, drama, infantil, lambe-lambe, de rua, entre outros), possibilitando ainda mais o enriquecimento e a democratização da programação do Festival de Curitiba. Entre as atrações, peças vindas de 17 estados brasileiros e de 9 países, como Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Paraguai, Peru e Portugal. Serão em média 1500 apresentações, sendo que mais de 390 são gratuitas e 340 no “Pague Quanto Puder”. Além disso, o Fringe este ano contará com 19 mostras especiais, propostas por grupos artísticos de Curitiba e de várias partes do Brasil. “O Fringe é um grande centro de encontro das artes cênicas do país e apresenta as principais tendências da área. Ele possibilita a troca de informações, a divulgação de trabalhos, a colocação de ideias em cena. O Fringe é uma mostra que promove a arte no geral”, comenta a coordenadora do Fringe, Carol Scabora.
 
No Guritiba, uma programação voltada para as crianças de todas as idades, com companhias premiadas e reconhecidas nacionalmente, além de atividades recreativas, educacionais e sociais. São 3 grandes espetáculos, com destaque para o Grupo Triii, um fenômeno da música infantil na internet. O MishMash, que ocorrerá nos dias 4 e 5 de abril, continuará trazendo a sua magia e fantasia, em uma atração para toda a família. Com sua variedade artística, que reúne circo, música, dança, mágica, performance e teatro, o show este ano promete, mais uma vez, ser inesquecível, para ser apreciado entre pais e filhos. Já o Risorama, um dos maiores festivais de humor do País, manterá sua tradição de reunir os maiores nomes da comédia nacional, da televisão, da internet e dos palcos, em uma verdadeira festa do riso. A convite de Diogo Portugal, nomes como Fábio Rabin, Murilo Couto, Rodrigo Marques, Marlei Cevada, Victor Sarro, Igor Guimarães, entre outros, já estão confirmados. Encerrando as atividades do Festival de Curitiba, o Gastronomix promoverá o encontro da arte e da gastronomia, reunindo nomes de destaque da culinária nacional.
  
Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba, pelo aplicativo oficial “Festival de Curitiba 2020” (IOS e Android), pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Cadastre-se também na newsletter oficial.
 
Apresentadores, patrocinadores e apoiadores
O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.
  
Valores:
Mostra 2020 – De R$ 0 a R$ 80,00 (entrada inteira)*
Fringe – De R$ 0 a R$ 60,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Risorama – R$ 70,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
MishMash – R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Guritiba – De R$ 0 a R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
*Os espetáculos dos espaços José Maria Santos e Mini Guaíra, são acrescidos de taxa de R$ 1.44.

Serviço:
O que: 29.º Festival de Curitiba
Quando: De 24/03 a 05/04 de 2020.
Valores: Os ingressos vão de R$ 0,00 até R$ 80,00.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda

a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo
  
Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival
Sugestão de Tags – festival, curitiba, festival de curitiba, mostra, fringe, teatro, gastronomix, mishmash, guritiba, risorama, stand-up, artes cênicas, artes, circo, dança, música, cultura, show, atrações

Estão abertas as bilheterias da 29ª edição do Festival de Curitiba

As vendas nos espaços físicos, nos shoppings Mueller e ParkShoppingBarigüi, estão abertas.
Na sequência, os ingressos também estarão disponíveis no site e no aplicativo oficial.

Reunindo mais de 400 atrações em aproximadamente 70 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, o Festival de Curitiba chega a sua 29ª edição, com uma programação que contempla grandes nomes da classe artística nacional e internacional. Este ano, o Festival ocorre de 24 de março até 5 de abril, com estreias nacionais, espetáculos premiados e mostras que levarão teatro, dança, circo, música, oficinas, shows e performances para os diferentes públicos, de todas as idades. “Nesta edição mantemos nosso mote de ‘Festival para Todos’, com uma programação que possibilita arte e entretenimento para todos os tipos de públicos, de forma acessível e diversificada, em diferentes pontos da cidade”, explica Fabíula Passini, codiretora do Festival de Curitiba.

Os ingressos estão à venda nas bilheterias oficiais, localizadas no ParkShoppingBarigüi (Piso térreo próximo à praça de eventos) e no Shopping Mueller (Piso L3). Na sequência, as vendas dos ingressos nas plataformas online, pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e aplicativo oficial “Festival de Curitiba 2020” (disponíveis para os sistemas Android e IOS), também estarão acessíveis.

Ao manter sua tradição em destacar os novos, bem como os experientes artistas, a programação do Festival de Curitiba este ano conta com montagens de sucesso, com nomes reconhecidos no cenário nacional, como Denise Fraga, Emicida, Luis Miranda, Mateus Solano, Laila Garin, Denise Stoklos, Otávio Mueller, Lúcio Mauro Filho, Marcos Breda, Cacá Carvalho, Grupo Corpo, Rodrigo Portella, Ranieri Gonzales, Grupo Armazém, Gabriel Villela, Renata Carvalho, Grupo Galpão, entre outros.

Na Mostra, a curadoria sequencial de Guilherme Weber e Marcio Abreu investiga “O que é um Corpo?”, pergunta que inspira e faz pensar a nova resistência do mundo, redefinindo a vida e seus sentidos de liberdade. As Interlocuções, espaço dedicado aos debates, encontros, pensamento crítico, performances e ações de diversas naturezas, com o intuito de ampliar a experiência e os sentidos de convivência e troca, ganham mais uma edição em 2020. Seguem com a palavra aberta, palestras documentadas, oficinas gratuitas, temporada de performance, lançamentos de livros, encontros e outras atividades reunindo artistas e o público. “O sentido maior de um festival”, observam Weber e Abreu.

No Fringe serão mais de 370 espetáculos, espalhados por 60 espaços de Curitiba e da Região Metropolitana, que atuarão nos mais diferentes gêneros artísticos (comédia, drama, infantil, lambe-lambe, de rua, entre outros), possibilitando ainda mais o enriquecimento e a democratização da programação do Festival de Curitiba. Entre as atrações, peças vindas de 17 estados brasileiros e de 9 países, como Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Paraguai, Peru e Portugal. Serão em média 1500 apresentações, sendo que mais de 390 são gratuitas e 340 no “Pague Quanto Puder”. Além disso, o Fringe este ano contará com 19 mostras especiais, propostas por grupos artísticos de Curitiba e de várias partes do Brasil. “O Fringe é um grande centro de encontro das artes cênicas do país e apresenta as principais tendências da área. Ele possibilita a troca de informações, a divulgação de trabalhos, a colocação de ideias em cena. O Fringe é uma mostra que promove a arte no geral”, comenta a coordenadora do Fringe, Carol Scabora.

No Guritiba, uma programação voltada para as crianças de todas as idades, com companhias premiadas e reconhecidas nacionalmente, além de atividades recreativas, educacionais e sociais. São 3 grandes espetáculos, com destaque para o Grupo Triii, um fenômeno da música infantil na internet. O MishMash, que ocorrerá nos dias 4 e 5 de abril, continuará trazendo a sua magia e fantasia, em uma atração para toda a família. Com sua variedade artística, que reúne circo, música, dança, mágica, performance e teatro, o show este ano promete, mais uma vez, ser inesquecível, para ser apreciado entre pais e filhos. Já o Risorama, um dos maiores festivais de humor do País, manterá sua tradição de reunir os maiores nomes da comédia nacional, da televisão, da internet e dos palcos, em uma verdadeira festa do riso. A convite de Diogo Portugal, nomes como Fábio Rabin, Murilo Couto, Rodrigo Marques, Marlei Cevada, Victor Sarro, Igor Guimarães, entre outros, já estão confirmados. Encerrando as atividades do Festival de Curitiba, o Gastronomix promoverá o encontro da arte e da gastronomia, reunindo nomes de destaque da culinária nacional.

Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba, pelo aplicativo oficial “Festival de Curitiba 2020” (IOS e Android), pelas redes sociais disponíveis, no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba. Cadastre-se também na newsletter oficial.

Apresentadores, patrocinadores e apoiadores

O Festival de Teatro de Curitiba tem parceiros fundamentais para sua realização e é patrocinado pelo Ebanx, Vivo, Uninter, Renault do Brasil, Electrolux, Banco RCI Brasil, Junto Seguros, Cielo, Copel - Pura Energia, Sanepar, Governo do Estado e GRASP. O Programa Guritiba é apresentado por New Holland, com patrocínio de Novozymes e Fibracem. O MishMash é apresentado pela Unimed Curitiba e Thales Group, com o apoio da Ritmo Logística. Quem apresenta o Risorama é a Potencial Petróleo, com o patrocínio de Previsul Seguradora, tendo como a cerveja oficial a Cacildis e o apoio de FH Consultoria e Grupo Barigui. As bilheterias do Festival de Curitiba são uma parceria com o ParkShoppingBarigüi e o Shopping Mueller.

Valores:
Mostra 2020 – De R$ 0 a R$ 80,00 (entrada inteira)*
Fringe – De R$ 0 a R$ 60,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Risorama – R$ 70,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
MishMash – R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
Guritiba – De R$ 0 a R$ 40,00 (entrada inteira) + taxa administrativa
*Os espetáculos dos espaços José Maria Santos e Mini Guaíra, são acrescidos de taxa de R$ 1.44.

Serviço:
O que: 29.º Festival de Curitiba
Quando: De 24/03 a 05/04 de 2020.
Valores: Os ingressos vão de R$ 0,00 até R$ 80,00.
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br, pelo aplicativo “Festival de Curitiba 2020”, e nas bilheterias físicas do ParkShoppingBarigui (Piso térreo próximo à praça de eventos), de segunda a sexta-feira, das 11h às 23h; sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 20h; e no Shopping Mueller (piso L3), de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
Verifique a classificação indicativa e orientações de cada espetáculo

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ofestivalparatodos #omeufestival

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Feriadão prolongado tem espetáculo circense em Curitiba

Feriadão prolongado tem espetáculo circense em Curitiba
Sessões dias 15, 16 e 17 de novembro

Quem ficar ou visitar a capital paranaense no feriado pode aproveitar para conferir o Circo Portugal Internacional. A lona está montada no Pinheirinho, bem em frente ao terminal principal. São mais 150 anos de tradição, oito gerações, trupe com 156 artistas de cinco continentes. Malabaristas, acrobatas, trapezitas, mágicos e muitos palhaços vão se revezar no picadeiro.

Entre as atrações inéditas, está o Super Homem Bala que é disparado de um canhão. Tem, ainda, as Águas Dançantes, o King Kong em um número que remete ao filme, e também o camaro amarelo que se transforma em um imenso robô de sete metros de altura. Para completar, seis motos entram simultaneamente dentro do Globo da Morte o que sempre é o ponto alto de emoção da apresentação. Tudo acontece em uma estrutura confortável e completa, com ampla e bem decorada praça de alimentação.
Na sexta-feira de feriado, tem sessões às 15h, 17h30 e 20h e os horários do feriado se repetem no sábado e domingo. Os ingressos custam Cadeira Lateral R$ 10 criança de 2 a 12 anos e adulto R$ 20; Cadeira Central R$ 15 criança e R$ 30 adulto e Cadeira VIP R$ 30 criança e R$ 60 adulto. A meia entrada é válida para doadores de sangue, estudantes, idosos, PNE´s, professores e portadores de câncer. Criança de 3 a 12 anos paga meia entrada, menores de 3 no colo não precisam de ingresso. O ponto de venda é na bilheteria montada no local. Mais informações nas redes sociais @circoportugal

Temporada
O Circo Portugal Internacional fica em temporada em Curitiba até dia 01 de dezembro. As sessões acontecem de terça à sexta-feira às 20h, sábado, domingo e feriado às 15h, 17h30 e 20h.

Serviço
O que: Circo Portugal Internacional
Quando: feriado prolongado
Sessões: dias 15, 16 e 17 de novembro às 15h, 17h30 e 20h
Quanto: Cadeira Lateral R$ 10 criança de 2 a 12 anos e adulto R$ 20; Cadeira Central R$ 15 criança e R$ 30 adulto e Cadeira VIP R$ 30 criança e R$ 60 adulto. A meia entrada é válida para doadores de sangue, estudantes, idosos, PNE´s, professores e portadores de câncer. Criança de 3 a 12 anos paga meia entrada, menores de 3 no colo não precisam de ingresso.Bilheteria: no Onde: Terminal do Pinheirinho – Av. Winston Churchill
Mais informações nas redes sociais @circoportugal

Crédito de foto: Divulgação

Circo Portugal Internacional segue temporada em Curitiba em novo endereço

Circo Portugal Internacional segue temporada em Curitiba em novo endereço
Sessões acontecem de terça a domingo

Sucesso de público e crítica, o Circo Portugal Internacional se despediu do Pinheirão, mas não de Curitiba. A tradicional trupe já está com a lona montada no Pinheirinho, bem em frente ao terminal principal. A estreia é nesta sexta-feira, dia 1 de novembro, às 20h. São mais 150 anos de tradição, oito gerações, trupe com 156 artistas de cinco continentes. Malabaristas, acrobatas, trapezitas, mágicos e muitos palhaços vão se revezar no picadeiro.

Entre as atrações inéditas, está o Super Homem Bala que é disparado de um canhão. Tem, ainda, as Águas Dançantes, o King Kong em um número que remete ao filme, e também o camaro amarelo que se transforma em um imenso robô de sete metros de altura. Para completar, seis motos entram simultaneamente dentro do Globo da Morte o que sempre é o ponto alto de emoção da apresentação. Tudo acontece em uma estrutura confortável e completa, com ampla e bem decorada praça de alimentação.
Tem sessões também aos sábados às 15h, 17h30 e 20h; domingos e feriados, às 11h, 15h, 17h30 e 20h e demais dias de semana, terça à sexta-feira sempre às 20h. Os ingressos custam Cadeira Lateral R$ 20 criança de 2 a 12 anos e adulto R$ 40; Cadeira Central R$ 25 criança e R$ 50 adulto e Cadeira VIP R$ 40 criança e R$ 80 adulto. A meia entrada é válida para doadores de sangue, estudantes, idosos, PNE´s, professores e portadores de câncer. Criança de 3 a 12 anos paga meia entrada, menores de 3 no colo não precisam de ingresso. O ponto de venda é na bilheteria montada no local. Mais informações nas redes sociais @circoportugal

Serviço
O que: Circo Portugal Internacional
Quando: até 01 de dezembro – estreia dia 01 de novembro, às 20h
Sessões: terça à sexta-feira às 20h; sábados às 15h, 17h30 e 20h; domingos e feriados às 11h, 15h, 17h30 e 20h
Quanto: Cadeira Lateral R$ 20 criança de 2 a 12 anos e adulto R$ 40; Cadeira Central R$ 25 criança e R$ 50 adulto e Cadeira VIP R$ 40 criança e R$ 80 adulto.
Meia entrada:
Bilheteria: no local - Pinheirão (Victor Ferreira do Amaral).
Mais informações nas redes sociais @circoportugal

Crédito de foto: Divulgação