Antes da abertura, a Bienal convida Curitiba para dançar na Soma

Festa ao som de Fui Pará reúne artistas, curadores, galeristas, colecionadores e público em uma celebração que antecede a abertura oficial da 16ª Bienal Internacional de Curitiba

Curitiba, junho de 2026 | Bienal combina com descoberta, encontro e celebração. Às vésperas da abertura da 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES, a cidade ganha um momento com espírito multicultural dedicado justamente a isso: reunir pessoas diversas em torno da arte. No dia 12 de junho, a SOMA People & Culture recebe a festa oficial de lançamento da Bienal, uma noite de encontros entre artistas, curadores, galeristas, colecionadores e público. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.

A festa integra a programação da Bienal como um espaço de circulação e troca entre diferentes agentes do ecossistema artístico. Em uma edição marcada pelo diálogo entre linguagens, territórios e culturas, o encontro amplia para além dos espaços expositivos a proposta de construir conexões e aproximar pessoas.

A trilha sonora da noite ficará por conta do coletivo Fui Pará, festa itinerante que há anos difunde a potência da música produzida na região Norte do país. Nascido em Curitiba e hoje presente também em cidades como São Paulo, Florianópolis e Balneário Camboriú, o projeto transformou-se em referência na difusão do tecnobrega paraenses e da cultura amazônica contemporânea.

O repertório atravessa ritmos como tecnobrega, melody, lambada, carimbó e as diversas vertentes do chamado “rock doido”, em uma experiência musical marcada pela dança, pela mistura de referências e pela celebração da diversidade cultural brasileira. A programação reúne os DJs Arthur Show, Baby Plus Size, DJ Kevysson e DJ Mayra.

A festa acontece dois dias antes da abertura oficial da Bienal e no Dia dos Namorados. Em uma edição da Bienal que propõe reflexões sobre encontros, conexões e os espaços entre as pessoas, é uma oportunidade para os casais compartilharem uma experiência cultural fora do roteiro convencional e, quem sabe, para os solteiros encontrarem novas afinidades em meio à música, à arte e à atmosfera de uma das noites mais aguardadas da programação. 

Instalada em um casarão histórico entre os bairros Batel e Bigorrilho, a SOMA People & Culture consolidou-se nos últimos anos como um dos espaços culturais mais dinâmicos de Curitiba. O local abriga exposições, festas, shows e projetos multidisciplinares, tornando-se um ponto de encontro da cena criativa da cidade.

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal - Do lado do povo brasileiro, MON, MAC-PR e Paraná Festival - Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) - Governo do Paraná. Acompanhe pelos sites www.16bienaldecuritiba.org, www.curitibaartweek.com e pelas redes sociais no Instagram @bienaldecuritiba @cubic.bienal e @curitibaartweek, no Facebook @bienaldecuritiba, no Linkedin @bienaldecuritiba e no Tik Tok @bienaldecuritiba

SOBRE A BIENAL DE CURITIBA I A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é um dos principais eventos de arte da América Latina e uma plataforma de referência para a produção e o pensamento contemporâneo. Realizada desde 1993, ocupa museus, galerias e espaços públicos com uma programação que reúne exposições, performances, instalações e ações educativas. Com forte vocação para o diálogo internacional, a Bienal conecta artistas de diferentes países e promove encontros entre produção local e global. Ao longo de sua trajetória, já recebeu nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc, Louise Bourgeois e Cildo Meireles. Além do circuito expositivo, destaca-se pelo impacto cultural e educativo, com programas de formação e ampliação de acesso à arte. Em sua última edição presencial, reuniu mais de um milhão de visitantes, consolidando Curitiba como um polo relevante no circuito internacional da arte contemporânea. 

SERVIÇO | Festa de Lançamento da 16ª Bienal Internacional de Curitiba
Data: 12 de junho de 2026
Horário: 21h às 5h

Local: SOMA People & Culture
Rua Marechal José Bernardino Bormann, 730 – Batel – Curitiba/PR

Atrações: Fui Pará com os DJs Arthur Show, Baby Plus Size, DJ Kevysson, DJ Mayra

Ingressos:
Disponíveis pelo Sympla: https://da3spz4.s.gy/my-link
(Também disponível na bio de @bienaldecuritiba e da @curitibaartweek)

SERVIÇO | 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES
Abertura oficial: 14 de junho de 2026

Visitação: 14 de junho a 15 de novembro de 2026

Principal núcleo expositivo:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba/PR

Mais informações:
@bienaldecuritiba
www.bienaldecuritiba.org

Bienal de Curitiba abre no MON mergulhada no diálogo global da arte contemporânea

Com o tema “LIMIARES”, a Bienal ocupa o Museu Oscar Niemeyer e outros espaços com exposições, instalações e ações urbanas que conectam artistas de diferentes culturas e linguagens, consolidando Curitiba como capital cultural

Curitiba, junho de 2026 | Marcando três décadas de história, a Bienal Internacional de Curitiba abre ao público no dia 14 de junho sua 16ª edição no Museu Oscar Niemeyer e em diversos espaços culturais da cidade, reunindo mais de 300 artistas, de 38 países, dos cinco continentes em uma ampla programação de exposições, instalações, performances e ações urbanas. Com o tema “LIMIARES”, sob curadoria de Adriana Almada e Tereza de Arruda, a Bienal propõe reflexões sobre as transformações do mundo contemporâneo e os limites cada vez mais fluidos entre o humano e o tecnológico, o natural e o artificial, o físico e o digital.

“Mais do que um conceito, LIMIARES é uma atitude curatorial: habitar a fronteira, permanecer no entre, criar a partir da incerteza, gerando novos caminhos”, afirmam as curadoras Adriana Almada e Tereza de Arruda.

Reconhecida como uma das principais plataformas de arte contemporânea da América Latina, a Bienal reafirma nesta edição seu papel como espaço de intercâmbio internacional, experimentação estética e reflexão crítica sobre o presente. A programação segue até 15 de novembro de 2026 e reúne artistas, pesquisadores, cientistas e estudantes em projetos que articulam pintura, instalação, performance, inteligência artificial, videoarte, fotografia, arte sonora e experiências em realidade aumentada.

MON como epicentro

O principal núcleo expositivo da Bienal acontece no Museu Oscar Niemeyer, parceiro histórico da mostra e espaço indissociável de sua trajetória. A Bienal ocupará o Olho, a Torre, a Rampa, cinco salas expositivas e entressalas do museu, aprofundando uma relação construída ao longo de mais de duas décadas e marcada por exposições emblemáticas da arte contemporânea internacional.

Ao longo de sua história, o MON recebeu momentos marcantes da Bienal, como a performance de Marina Abramović em 2009; a grande mostra de arte cinética de Julio Le Parc no Olho, em 2015; a exposição coletiva de artistas chineses em 2017; e a apresentação da icônica escultura “Spider”, da franco-americana Louise Bourgeois, em 2019.

“Mais uma vez, o maior museu de arte da América Latina abre as portas para abrigar a Bienal Internacional de Curitiba, que chega a sua 16ª edição e tem o Museu Oscar Niemeyer como a sua principal sede”, comenta a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O grande destaque desta edição será a exposição “Poéticas da Memória e da Matéria”, com curadoria de Tereza de Arruda e protagonizada por Chiharu Shiota, um dos nomes mais relevantes da arte contemporânea mundial. Reconhecida por suas instalações imersivas construídas a partir de fios, objetos cotidianos e arquiteturas emocionais, a artista ocupará o Olho e os espaços Araucária 1 e Araucária 2 do MON com quatro obras inéditas e site-specific concebidas especialmente para Curitiba. A instalação principal utilizará cerca de 300 quilômetros de fios - distância equivalente ao trajeto entre Curitiba e Florianópolis - tornando-se a maior instalação site-specific da artista já realizada na América do Sul.

“Sua poderosa obra, assim como de outros artistas asiáticos que participam da Bienal, também fazem um diálogo com a coleção daquele continente que pertence ao MON”, acrescenta Juliana.

A Bienal realizou uma chamada pública internacional para integrar cartas, desenhos e relatos pessoais enviados pelo público à obra de Shiota, ação que já mobilizou centenas de participantes. Em diálogo com a poética da artista japonesa radicada em Berlim, a Torre do MON reunirá obras de artistas brasileiros como Iêda Jardim, André Azevedo, Evandro Soares, James Kudo, Luiz Mauro e Marina Camargo.

Destaca-se também em LIMIARES o renomado artista espanhol Max Esteban, cuja produção artística se debruça na crítica da condição humana frente à tecnologia por meio da fotografia e da videoarte. Outro artista contemporâneo que se revelará ao público no MON é o chinês Xia Hang, reconhecido por suas esculturas mecânicas interativas feitas de aço inoxidável polido, que misturam a estética cyberpunk com o conceito lúdico de "brinquedos para adultos".

Curadoria internacional

O texto curatorial da 16ªBienal é assinado por Adriana Almada e Tereza de Arruda. A edição está estruturada a partir de diferentes eixos curatoriais, desenvolvidos por uma equipe internacional de curadores convidados que articulam núcleos expositivos próprios, muitas vezes conectados entre si por aproximações conceituais, territoriais e tecnológicas.
Crítica de arte, escritora e editora argentina radicada no Paraguai, Adriana Almada é reconhecida por sua forte atuação na investigação da arte contemporânea latino-americana. Ex-vice-presidente da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), em Paris, foi condecorada pelo Governo da França com a Ordem das Artes e Letras. Dividindo a direção curatorial da Bienal, a historiadora da arte brasileira Tereza de Arruda traz a experiência de quem transita entre São Paulo e Berlim desde 1989, com projetos consolidados na Europa, Ásia e Américas e atuação junto à Bienal de Havana.
Entre os curadores convidados está o hispano-argentino Ferran Barenblit, conhecido internacionalmente por discutir o papel político e social das instituições culturais. Ex-diretor do MACBA, em Barcelona, Barenblit divide com Adriana Almada a curadoria da exposição “Cartografia Provisória”, do artista espanhol Max Esteban, no MON.
A conexão com a produção asiática contemporânea se estabelece com as curadoras chinesas Xiao Ge e Windy Lv, que trazem à Bienal um olhar marcado pelo rigor histórico e conceitual. No MON, propõem reflexões sobre meio ambiente, temporalidade e as transformações da experiência contemporânea a partir do diálogo entre arte, tecnologia e cultura visual do leste asiático.
Com passagem pela Bienal del Fin del Mundo (Argentina) e reconhecido por descobrir e impulsionar novos talentos das gerações emergentes, o italiano Massimo Scaringella assina a curadoria do eixo “Rifrações” ao lado de Antonella Pisislli. A mostra de videoarte reúne artistas mulheres da Guiana Francesa, África e Albânia.
Já o norte-americano Royce W. Smith, atual reitor do College of the Arts da California State University, Long Beach, assina o eixo “Camuflagens”, investigação coletiva sobre percepção, tecnologia, ocultamento e construção da realidade contemporânea.
Uma Bienal espalhada pela cidade

Além do MON, a programação ocupa mais de dez instituições culturais em Curitiba. Entre elas o Museu Paranaense (MUPA), o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), o Museu Alfredo Andersen, o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura – Memorial de Curitiba, o Museu de Arte Indígena e o Museu Municipal de Arte (MuMA).

Essa presença urbana, antecipada pela Curitiba Art Week e pelo Circuito Universitário da Bienal de Curitiba (CUBIC5), também se manifesta no sistema de transporte público de Curitiba, referência internacional em mobilidade urbana. A Bienal promoverá ativações em 22 terminais de ônibus, 300 paradas urbanas e mais de 1.000 ônibus da cidade. Durante toda a programação, até 15 de novembro, obras de videoarte com curadoria de Flavio de Carvalho serão exibidas nas TVs do sistema integrado, enquanto ações em realidade aumentada ocuparão terminais e estações-tubo. Essa programação começa no dia 16 de julho.

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba é realizada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal - Do lado do povo brasileiro, MON, MAC Paraná e Paraná Festival - Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) - Governo do Paraná. Apoio: Fundação Cultural de Curitiba (FCC) - Prefeitura de Curitiba. Acompanhe pelos sites www.16bienaldecuritiba.org, www.curitibaartweek.com e pelas redes sociais no Instagram @bienaldecuritiba @cubic.bienal e @curitibaartweek, no Facebook @bienaldecuritiba, no Linkedin @bienaldecuritiba e no Tik Tok @bienaldecuritiba

SOBRE A BIENAL DE CURITIBA I A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é um dos principais eventos de arte da América Latina e uma plataforma de referência para a produção e o pensamento contemporâneo. Realizada desde 1993, ocupa museus, galerias e espaços públicos com uma programação que reúne exposições, performances, instalações e ações educativas. Com forte vocação para o diálogo internacional, a Bienal conecta artistas de diferentes países e promove encontros entre produção local e global. Ao longo de sua trajetória, já recebeu nomes como Marina Abramović, Julio Le Parc, Louise Bourgeois e Cildo Meireles. Além do circuito expositivo, destaca-se pelo impacto cultural e educativo, com programas de formação e ampliação de acesso à arte. Em sua última edição presencial, reuniu mais de um milhão de visitantes, consolidando Curitiba como um polo relevante no circuito internacional da arte contemporânea.

SERVIÇO | 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES

Abertura: 14 de junho de 2026
Visitação: até 15 de novembro de 2026

Grande núcleo expositivo:
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba/PR

Ingressos MON:
R$ 36 (inteira)
R$ 18 (meia-entrada)
Entrada gratuita às quartas-feiras e nos últimos domingo do mês

EXPOSIÇÕES

LIMIARES

Curadoria: Adriana Almada e Tereza de Arruda

Co-curadoria: Ferran Barenblit, Margarida Saraiva, Xiao Ge e Windy Lv Artistas: A Duo, Alessandra Bergero, Alex Yuan Long, André Azevedo, Armarinhos Teixeira, aruma | Sandra De Berduccy, Barbara Steppe, Bianca Lei Sio Chong, Camilo Echeverri, Carlos Amorales, Che Jianquan, Chen Fenwan, Chen Zhuo, Evandro Soares, Fabianna Gabas Kallas, Fernando Aidar, Froiid, Gao Fuyan, Geng Le, Giselle Beiguelman, Ieda Jardim, Jack Holmer, Jaqueline Duhr, James Kudo, Jessie Kleemann, Joseca Yanomami, Kalman Pool (Liu Jinping), Kira Xonorika, Li Qing, Lin Chenxi, Lu Hang, Luiz Mauro, Luo Xi, Marina Camargo, Matilde Marín, Max de Esteban, Mayara Ferrão, Panmela Castro, Peng Yun, Qian Lihuai, Shen Yuan, Sunjeong Hwang, Tom Lisboa, Tong Kunniao, Wu Guanzhen, Wu Qian, Xia Hang, Xu Bing, Xue Lei, Yang Song, Yin Xiuzhen.

CAMUFLAGENS
Curadoria: Royce W. Smith
Artistas: Abel Barroso, Alejandro Sánchez, Ángel Poyón, Barton Lidice Benes, Bill Burns, Christopher Miles, Daniel Han, Fidel Fernández, Fernando Poyón, Glenda Salazar, Gonzalo García, Guillermo Srodek-Hart, Javier Calvo Sandí, Javier Vanegas, Jason Shulman, Julia Isidrez, Ledania, Levente Sulyok, Lilian Camelli, Mabilón Jiménez, Marcos Ramírez ERRE, Paulo Nazareth, Prospex Park, Regina José Galindo, Ricky Allman, Tavin Davis, Thiago, Martins de Melo, Toni Graton

RIFRAÇÕES
Curadoria: Massimo Scaringella
Co-curadoria: Antonella Pisislli
Artistas: Fatima Mazmouz, Genny Petrotta, Michèle Magema, Myriam Mihindou, Nirveda Alleck, Rehema Chachage, Tabita Rezaire, Wanja Kimani
Outros espaços participantes:
Museu Paranaense
Museu da Imagem e do Som do Paraná
Museu Alfredo Andersen
Museu da Fotografia
Museu da Gravura – Memorial de Curitiba
Museu de Arte Indígena
Museu Municipal de Arte
e outros espaços culturais da cidade

PARCERIA
China International Exhibition Agency
China Arts and Entertainment Group (CAEG)
Mu Yao (Hangzhou) Culture and Art Development Co.
Shenzhen Jiaying Yichuan Culture Co.

Bienal Internacional de Arte de Macau
Museu de Arte de Macau
Macao Government Tourism Office
Instituto Cultural do Governo da Região Administrativa Especial de Macau
Mais informações:
Instagram: @bienaldecuritiba
Site: www.16bienaldecuritiba.org

Bienal de Curitiba lança evento on-line com nove meses de programação gratuita

Um dos maiores eventos de arte contemporânea do mundo se reinventou para oferecer exposições virtuais, palestras, lives e entrevistas, que vão acontecer entre dos dias 29 de março e 31 de dezembro

CURITIBA, 24/03/2021 – Considerada um dos principais eventos artísticos e culturais do planeta, a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba precisou se reinventar em 2021. Devido ao isolamento social tão necessário em mais um ano de pandemia no Brasil, a Bienal vai promover seu primeiro evento majoritariamente on-line, que será inaugurado na próxima segunda-feira, dia 29 de março. A Bienal On-Line integra ainda a 14ª edição do evento, que aconteceu de forma presencial entre 2019 e 2020, e será transmitida nas redes sociais e pelo site www.bienaldecuritiba.com.br. Serão nove meses de palestras, lives, entrevistas e exposições virtuais, fornecendo conteúdo de qualidade sobre artes visuais, design, arquitetura, cinema e literatura.

“Enquanto aguardamos as condições ideais para realização da 15ª Bienal de Curitiba de forma presencial, sentimos a necessidade de oferecer, dentro dos limites impostos pela pandemia, uma programação especial para o nosso público ainda dentro da 14ª edição, além de movimentarmos profissionais e empresas do segmento, que foram intensamente afetados por essa crise humanitária que já dura mais de um ano. Tudo isso com toda a segurança necessária, com as pessoas acompanhando essa extensão da última Bienal de dentro de suas casas”, comenta Carolina Loch, coordenadora institucional da Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba.

Novas temáticas foram propostas para a versão digital. Assuntos variados destacam a relação entre arte e responsabilidade socioambiental, arte e tecnologia, e questões sociais, apontadas pela organização como importantes e necessários para contribuir com uma sociedade mais desenvolvida na contemporaneidade. Na 14ª edição, realizada entre 2019 e 2020, o tema foi “Fronteiras Em Aberto”, discutindo o conceito de fronteiras – e recebendo artistas de todos os continentes, com destaque para membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Inaugurando a Bienal On-line, o curador e artista curitibano Flávio Carvalho, especialista em arte e tecnologia, vai participar de uma conversa ao vivo. Na próxima segunda-feira, dia 29 de março, a partir das 19h30, vai ao ar “O museu foi para a internet. E agora?”, na qual Carvalho vai discutir as dificuldades, transformações e maneiras de experimentar a arte contemporânea em plataformas on-line, entre outros assuntos. A conversa terá chat aberto para perguntas, comentários e participação do público, e acontecerá pelo Instagram do evento: @bienaldecuritiba.

Além de atingir um público fiel, que há décadas acompanha de perto todos os seus passos, a interação e formação de novos públicos são pontos relevantes da proposta da Bienal para esta edição especial e inédita nas redes sociais. “O evento busca seguir fomentando a cultura com uma audiência plural, proporcionando experiências estéticas adaptadas ao contexto atual de isolamento, facilitando o acesso via celulares e computadores”, completa Carolina.

Programação
As atrações da Bienal On-Line serão divididas por temática de maneira mensal. Após a conversa inaugural, no fim de março, abril traz discussões sobre videoarte. Maio será o mês do design, enquanto junho será o mês da produção internacional. Aproveitando as férias escolares, julho terá a Bienal On-line para o público infanto-juvenil. Em agosto acontece o Take Over – Arte On-line, voltado às plataformas digitais. As temáticas de setembro são o cinema e a literatura, e em outubro, a arquitetura. Novembro é dedicado às exposições, com visitas on-line a mostras e ateliês de artistas. Dezembro retoma o Take Over, destacando artemídia e encerrando o evento. A programação será divulgada de mês a mês, sempre no primeiro dia útil.

Sobre a Bienal

Criada em 1993, a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba teve suas primeiras edições voltadas a programação expositiva, chegando a ter sedes em outras cidades brasileiras como São Paulo e Brasília, e até em Buenos Aires, na Argentina. A partir de 2007, expandiu sua proposta incluindo performances, interferências urbanas, cursos e palestras. Artistas de renome mundial já participaram da Bienal, como Marina Abramović e Ai Weiwei. Na 14ª edição, o conceito curatorial de “Fronteiras Em Aberto” foi assinado pelo espanhol Adolfo Montejo Navas e pela brasileira residente em Berlim (Alemanha) Tereza de Arruda, e contou com 461 artistas dos cinco continentes. Mais de 100 espaços da capital paranaense foram ocupados por ações do evento, atingindo um público de mais de 900 mil pessoas.

A programação da Bienal On-Line acontece entre os dias 29 de março e 31 de dezembro e estará disponível gratuitamente no site www.bienaldecuritiba.com.br e nas redes sociais da Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba: pelo Facebook (www.facebook.com/bienaldecuritiba) e Instagram (www.instagram.com/bienaldecuritiba).

Bienal de Curitiba promove mostra de videoartes em ônibus e terminais da cidade

Bienal de Curitiba promove mostra de videoartes em ônibus e terminais da cidade
As obras estão presentes em 22 terminais e 1.290 ônibus de circulação urbana

CURITIBA 30/10/2019 – A 14ª Bienal Internacional de Curitiba tem as “Fronteiras em Aberto” como tema principal de suas exposições, propondo uma desconstrução das noções de fronteiras. Pensando em levar a arte contemporânea para fora dos limites tradicionais dos museus e galerias, surge então a Bienal no Ônibus, uma grande mostra de videoarte realizada em 22 terminais e 1.290 ônibus de circulação urbana da capital paranaense e Região Metropolitana.

A Bienal do Ônibus terá duas fases, ambas com videoartes de temáticas e formas livres, com duração total de 15 segundos cada, e tempo de exposição distintos. A mostra vigente, que se estende até o dia 18 de novembro, sob curadoria de Tereza de Arruda e co-curadoria de Flávio de Carvalho, possui destaque para artistas representantes do Bloco BRICS, como a AES+F (Rússia), Buhlebezwe Siwani (África do Sul), Daniel Duda (Brasil) e Berna Reale (Brasil).

Já entre os dias 18 de novembro e 01 de março de 2020, entra em exibição a mostra “Eutimia”, com curadoria de Flávio de Carvalho. A segunda fase busca proporcionar aos passageiros da linha de transporte metropolitano de Curitiba a sensação de calmaria em meio ao caos urbano por meio de videoar­tes experimentais originárias da internet. Os artistas reunidos nesta mostra são Michele Schiocchet, Kevin Lustgarten, RenderBurger, Erik Winkowski e Lilian Döring.

A Bienal do Ônibus acontece em 22 terminais e 1.290 ônibus de circulação urbana até o dia 01 de março de 2019. Mais informações no site www.bienaldecuritiba.com.br.