Bandas de sucesso da Jovem Guarda, Golden Boys e The Fevers fazem show especial em Curitiba

Elas se apresentam juntas no Festival "Jovens Tardes – A Festa da Jovem Guarda", no dia 18 de junho, no palco do Guairão.

Um evento para toda a família, com duas bandas icônicas das décadas de 60 e 70, trazem ao palco do Guairão grandes clássicos que vão da MPB ao rock n roll, celebrando a época de ouro da música brasileira, com os melhores hits da Jovem Guarda. O festival “Jovens Tardes – A Festa da Jovem Guarda”, que acontecerá no dia 18 de junho, no Teatro Guaíra, em Curitiba, contará com a presença dos grupos Golden Boys e The Fevers, expoentes da jovem guarda no Brasil. O objetivo do festival é promover um encontro de gerações, atraindo o público que acompanha as bandas desde o início da carreira até os fãs que foram surgindo no decorrer da trajetória, em uma noite dedicada a reviver os clássicos da época. Os ingressos estão à venda pela Disk Ingressos.

As bandas prometem uma viagem ao passado, tocando os grandes sucessos de suas carreiras, editando uma grande festa da Jovem Guarda, trazendo ao palco clássicos como “Mar de Rosas”, “Vem Me Ajudar”, “Agora Eu Sei”, “Alguém Na Multidão”, “Pensando Nela” e “Erva Venenosa”, além de inúmeros outros, que não poderão faltar. O show que conta com mais de 2h de duração, promete embalar os apaixonados por essa época brilhante e dançante.

GOLDEN BOYS

A Golden Boys que completou 60 anos, segue na estrada, desde 2020, com uma série de atividades que marca a trajetória da banca. Além de um novo show, eles lançaram CD e DVD com toda a história dos meninos de ouro. Na formação atual, os três irmãos, Renato, Ronaldo e Mário Correa (irmão que integrava o Trio Esperança e que ocupou o lugar de Roberto Correa, após o seu falecimento), acompanhados pelos filhos Beto Filho, Bruno Galvão, Diego Saldanha e Pedro Moraes.

Eles, que tiveram grandes canções regravadas por artistas consagrados, são também produtores de discos. Canções como “Meu Romance com Laura”, a primeira gravação, em versão para o português “Pensando Nela”, “Erva venenosa”, ”Andança”, “Minha Marisa”, “Avenida Atlântica”, “Menina Linda”, “Não Te Esquecerei”, “Feche os Olhos”, entre outros.

THE FEVERS

A banda The Fevers, que teve muita influência de Elvis, Beatles e Rolling Stones, destacaram-se gravando grandes versões de sucessos internacionais, acompanhando a evolução do mercado musical, onde mantinham a pegada de rock n’ roll, mas sempre com ritmo dançante, com um toque de contemporaneidade aos novos trabalhos, seja na tecnologia instrumental ou na adaptação de suas obras às novas mídias.

Emplacaram inúmeros hits nas principais paradas de sucesso do País: “Já Cansei”, “Agora Eu Sei”, “Cândida”, “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas”, “Sou Feliz”, “Nathalie”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Hey Girl”, “Sou Assim”, “Pra Cima, Pra Baixo”, “Elas Por Elas”, “Guerra dos Sexos”,“Por Causa de Você”, entre outras, incluindo “Trem da Alegria” e tantos outros.

Ao longo das décadas de estrada a banda conta com uma extensa discografia, incluindo compilações de sucesso, atingindo inúmeras premiações, entre elas: 29 discos de ouro, 5 discos de Platina, 3 discos de Platina Duplo e 1 disco de Diamante, além do Prêmio Sharp como “Melhor Grupo Musical Do Brasil’.

SERVIÇO:
Jovens Tardes – A Festa da Jovem Guarda (The Fevers e Golden Boys)
Data: 18 de Junho – Domingo
Horário: abertura do teatro - 18h/ Início do show – 19h
Local: Teatro Guaíra - (R. Amintas de Barros, S/N - Centro, Curitiba - PR).
Classificação etária: LIVRE
Realização: MG Entretenimento, Trilha Entretenimento e Branco Produções

Ingressos: a partir de R$ 99,00 a meia-entrada (2º balcão) até R$ 374,00 a inteira na plateia A + taxa administrativa da Disk Ingressos.
** A meia-entrada é válida para Doadores de Sangue devidamente comprovados, Estudantes devidamente comprovados, Idosos conforme Lei, PNE, Portador de Câncer e Professor.
** IMPORTANTE: Serão exigidos os documentos e comprovantes que constam nas respectivas leis.
** OS DESCONTOS NÃO SÃO CUMULATIVOS.

Pontos de venda: Disk Ingressos (Call Center 41 3315-0808). Site do Disk
Link para compra: https://www.diskingressos.com.br/evento/4758/18-06-2023/pr/curitiba/jovens-tardes-a-festa-da-jovem-guarda
INFORMAÇÕES: diskingressos.com.br

UP Experience Em ação inédita, avião aterrissa no Teatro Positivo para show de Bruce Dickinson

Em uma noite fria, mas aquecida pelos cerca de 2,4 mil fãs que lotaram o Teatro Positivo para prestigiarem o espetáculo The Music Of Jon Lord And Deep Purple, Banda e Orquestra, o maior teatro do Paraná também recebeu um avião, em homenagem ao vocalista e também piloto, Bruce Dickinson.

O avião da década de 40, que faz parte do acervo do WS Aircraft Museum, está em restauração, e era usado por pilotos que faziam treinamento para a Segunda Guerra Mundial. De acordo com o diretor do WS Aircraft Museum, Tide Athayde Júnior, levar um avião para fora do hangar é totalmente inédito. “A aviação é algo que desperta a curiosidade das pessoas, para o público acessar a aviação clássica como essa é difícil, por isso a ideia de trazer até aqui e também esse é o intuito do museu”, conta. O WS Aircraft, que fica em Campo Largo (PR), foi o local onde Bruce Dickinson conheceu em 2022, e voou em um dos aviões do acervo.

Outra ação especial que abrilhantou a noite foram as cervejas especiais Iron Maiden, da cervejaria curitibana Bodebrown. Os três tipos - Legacy, Trooper e Trooper Aces High - foram vendidos para os fãs que aguardavam para entrar no teatro. Além disso, em parceria com o Hard Rock Cafe, as cervejas foram oferecidas também para os camarotes. De acordo com o criador da Bodebrown, Samuel Cavalcanti, a ação foi pensada para os fãs curitibanos. “Não podia ser diferente essa união. E cada passo conquistado é sinônimo de reconhecimento de algo que a gente vem produzindo”, finaliza.

Também em uma ação inédita, o Hard Rock Cafe Curitiba montou uma operação fora do restaurante para atender os quase 100 músicos da banda e orquestra e os camarotes, com os hambúrgueres, além das cervejas especiais. “Os maiores nomes tocam nesse espaço, e somos Hard Rock Curitiba, com muito orgulho, então faz muito sentido estarmos nesse espaço referência no Paraná e na América Latina”, destaca o proprietário do Hard Rock Cafe Curitiba, Rafael Magosso.

Para o diretor da UP Experience, responsável pela gestão do Teatro Positivo, Eduardo Faria Silva, receber essa grande ação foi um presente para o público que compareceu ao espetáculo. “Além do ineditismo do rock com orquestra, a estrutura do Teatro permitiu aproximar grandes marcas para que tornássemos essa noite ainda mais memorável”, finaliza.

Johnny Hooker chega a Curitiba com show em homenagem a Marília Mendonça

Show acontece dia 27 de abril, no Teatro UP Experience. Ingressos à venda a partir de R$ 60

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Uma rainha jamais perde sua majestade, e homenagens serão eternas. Pensando na grandiosidade e falta que Marília Mendonça faz, o cantor Johnny Hooker chega a Curitiba com sua turnê inédita “Clube da Sofrência – Uma Homenagem a Marília Mendonça”, no dia 27 de abril, às 21h, no palco do Teatro UP Experience. No show especial, o cantor se divide entre os principais sucessos da meteórica carreira da cantora e clássicos de seu premiado repertório autoral. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 60, via Disk Ingressos. A produção do show é das produtoras Polarize Comunicação e Eventos e da Brave Produções.

A ideia inusitada de fazer um show que unisse os repertórios surgiu da vontade de homenagear a vida e a obra da cantora que morreu precocemente em um trágico acidente aéreo, em novembro de 2021. Marília ficou conhecida como a melhor representante da "sofrência" - famoso subgênero do cancioneiro romântico brasileiro.

Johnny, que despontou nacionalmente com o sucesso de seu primeiro álbum solo "Eu Vou Fazer Uma Macumba pra te Amarrar, Maldito!", também já é um velho conhecido do gênero, com sucessos como "Amor Marginal" e "Alma Sebosa". Esta última chegou a ganhar uma versão improvisada da própria Marília, em setembro de 2018, após se conhecerem em uma premiação.

O show, que pretende ser uma grande celebração dos "corações partidos" e promete um retorno às raízes românticas de Hooker, conta ainda com hits surpresas, além de clássicos da Marília Mendonça, como “Infiel”, “Amante Não Tem Lar”, “Alô Porteiro” e “De Quem é a Culpa?”.

SERVIÇO – Johnny Hooker em Curitiba

Data: 27 de abril de 2023 (quinta-feira)

Local: Teatro UP Experience (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)

Horário: 21h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 60 a R$ 170, de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Vendas: Disk Ingressos (Ventura Shopping - de segunda a sexta, das 11h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9 às 18h), na bilheteria do Teatro Positivo

**Entrega em domicílio com taxa de entrega

Classificação: Livre

Realização: Polarize Comunicação e Eventos e da Brave Produções

Remontagem de peça de Gianfrancesco Guarnieri discute questões raciais em apresentações no Guairinha

Um grito (preto) parado no ar leva aos palcos texto clássico de Gianfrancesco Guarnieri que furou a censura e é considerado um dos marcos do teatro brasileiro.

No final de abril, Curitiba terá em sua programação uma das obras mais importantes da dramaturgia brasileira: Um grito (preto) parado no ar, que remonta o texto clássico de Gianfranco Guarnieri, encenado na capital paranaense em 1973. Marco do teatro nacional, a peça de Guarnieri foi um importante instrumento de luta contra a ditadura militar, que governou o Brasil entre 1964 e 1985, e, apesar do seu tom contestatório, não foi vetada pela censura, em parte pela linguagem que o autor construiu.
A obra conta a história de uma trupe teatral às raias de estrear sua peça mas que se vê impedida por inúmeros entraves burocráticos, físicos e emocionais. Flutuando em uma névoa de incerteza, o grupo precisa se defrontar com a realidade e também os seus próprios fantasmas. O texto de Guarnieri esmiúça as muitas interpretações do que é ser artista e das relações entre arte e realidade.
Por isso, mesmo passados cinquenta anos, Um grito parado no ar é uma peça forte e atual, que expande ainda mais discussões que Guarnieri começou na década de 1970.

Espírito combativo
A montagem, que tem produção da Prosa Nova EduCultTech e direção de Loara Gonçalves, terá o mesmo espírito combativo que marcou o espetáculo desde a sua estreia, cinco décadas atrás, atualizando a temática paro as demandas sociais atuais, como a precarização do trabalho em certas categorias, e também para a discussão racial. E, por isso, da inclusão do adjetivo “preto” no título.
Portanto, ao colocar o adjetivo “preto” no título, evidencia-se preocupação e a necessidade de dar visibilidade e protagonismo a uma parcela da população que é marginalizada, destituída dos seus direitos. Segundo Loara Gonçalves, diretora do espetáculo, o teatro é um espaço de manifestação, de busca pelo grito, onde os silenciados podem contar as suas histórias.
“Vivemos em um sistema que massacra, que está tolhendo sonhos”, explica. “Quando a gente fala de ‘um grito preto’, está falando das mazelas e das denúncias que são fundamentais. A gente ainda vive em uma sociedade racista, que nos boicota a ponto de recebermos menos. A população carcerária é, em sua maioria, preta. A gente percebe que nossos lugares são sempre impostos, por isso, as nossas urgências são outras”.

Serviço
Um grito (preto) parado no ar
Quando
Quarta | 26/04/2023 | 21h
Quinta | 27/04/2023 | 21h
Sexta | 28/04/2023 | 21h
Sábado | 29/04/2023 | 18h
Sábado | 29/04/2023 | 21h
Domingo | 30/04/2023 | 18h
Domingo | 30/04/2023 | 21h

Onde
Guairinha – Auditório Salvador Ferrante
Endereço: Rua XV de Novembro, 971, 80020-310

Ingressos: https://bit.ly/IngressosUGPPNA

Ficha técnica
Direção: Loara Gonçalves
Elenco: Maicon José Gonçalves de Morais; Monica Margarido; Vanessa Marques; Murilo Ique; Cleo Cavalcantty; Taciane Vieira.

Equipe: Luiz Andrioli – Diretor de produção; Marina Rodrigues Pires Padilha – Maquiadora; Gui Almeida – Cenógrafo e figurinista; Katia Drumond – Coreógrafa; Jamille Reddin – Produtora; Luana Mello – Designer; Salve Samuca – Sonoplasta.

Realização: Prosa Nova EduCultTech | prosanova.com.br prosanova.com.br
Página do espetáculo com mais informações: prosanova.com.br/umgritoparadonoar

Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra

Incentivo: Ebanx e Serra Verde Express

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Peça teatral PENéLOPE discute as relações familiares e convida as mulheres a uma viagem sem volta.

Peça da la lettre criação estreia em Curitiba e tem temporada de 28 de abril a 7 de maio, no Teatro José Maria Santos, com entrada gratuita.

Foto de Elenize Dezgeniski. Faça o download de mais fotos de divulgação clicando aqui:
https://drive.google.com/drive/folders/1camIVg7HU9EqHZyi4NqIb6tjPxy6qeiB?usp=share_link

Um dos trabalhos curitibanos criados durante a pandemia e apresentado em lives no Instagram, chega em versão presencial: PENéLOPE ganha os palcos em estreia nacional na capital paranaense. O roteiro debate e reflete relações familiares entre homens e mulheres nos dias atuais e sobre como Elas têm problematizado papéis históricos. A peça - com texto de Lígia Souza e direção de Nadja Naira - realiza seis apresentações no Teatro José Maria Santos, todas gratuitas. O texto leva ao palco os encontros e reencontros de dois irmãos ao longo de 10 anos: ela uma mulher desprendida e viajante; ele o responsável por permanecer na casa em que cresceram cuidando dos pais.
A fonte de inspiração é Penélope. A personagem título, no original da mitologia grega (Odisseia de Homero) passa 20 anos esperando o retorno de Ulisses, seu marido, que lutava na Guerra de Tróia. No texto de Lígia Souza, a dinâmica é repensada para as relações familiares já que, agora, nesta nova história, entre os dois irmãos, é a mulher quem ganha o mundo, enquanto ele permanece esperando. Segundo Lígia, PENéLOPE debate a própria presença da mulher na contemporaneidade já que “faz parte da arte repensar e problematizar as condições atuais, e o papel da mulher na manutenção e cuidado da família ainda é um tabu que merece ser mais discutido”.
Em cena, se reencontram os atores Uyara Torrente (também vocalista da curitibana A Banda Mais Bonita da Cidade) e Pablito Kucarz. Os dois estiveram juntos em diversos trabalhos que marcaram a cena curitibana, como Chiclete & Som, Com Amor e O Beijo. A peça também marca a volta de Uyara aos palcos, depois de anos se dedicando à música. Capitaneados pela direção de Naira, os artistas dão vida a estes dois irmãos, seus afetos, dilemas e desamores. Em PENéLOPE, o histórico de trabalho que os dois atores já haviam construído em outros trabalhos trouxe uma nova camada pra relação dos personagens e um vínculo muito maior entre os irmãos.
Embora tenha sido viabilizada sem recursos, com investimento da companhia, a temporada tem entrada franca. O público que desejar poderá contribuir voluntariamente adquirindo cartões postais exclusivos com frases da dramaturgia, ou, ainda, o livro com o texto da peça, também publicado pela la lettre, a partir de R$5,00 e R$25,00, respectivamente. Estes produtos estarão disponíveis após as apresentações, na lojinha montada no hall do teatro.
SINOPSE
Dois irmãos se encontram depois de muitos anos sem contato. O que essa escolha vai gerar? Eles possuem um passado em comum, algumas lembranças que surgem de um passado compartilhado. Eu conheço você! Mas, ao mesmo tempo, o luto, a distância e o silêncio mantido por anos faz surgir uma culpa e um ódio pela ausência.
Quais são as ficções possíveis de quem fica e de quem parte?

SERVIÇO
PENéLOPE - Teatro adulto
De 28 de abril a 7 de maio I Sextas e sábados às 20h, domingos às 19h.
Teatro José Maria Santos (R. Treze de Maio, 655 - São Francisco, Curitiba)
Entrada Franca. Retirada de ingressos a partir de 1 hora antes no local. Sujeito à lotação.
Classificação: 14 Anos I Duração: 60 Minutos

FICHA TÉCNICA
Texto: Ligia Souza
Direção: Nadja Naira
Assistente de Direção: Paulo Rosa
Elenco: Pablito Kucarz e Uyara Torrente
Desenho de Som: Álvaro Antônio
Iluminação: Paulo Rosa
Cenografia e Identidade Visual: Pablito Kucarz
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Bruna Bazzo e Rebeca Forbeck
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Fotografias: Elenize Dezgeniski
Assessoria de Imprensa e Redes Sociais: Bruna Bazzo
Assessoria em Marketing Digital: Platea Comunicação
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural
Realização e Criação: la lettre criação

CONTATO
Bruna Bazzo I Assessoria de Imprensa I 41 9 9808-8009

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

MULHERIDADES
Dando sequência à pesquisa de Lígia Souza em dramaturgia criada por mulheres, PENéLOPE parte de diversos debates sobre mulheridades em voga nos dias de hoje. Porque é ela, sempre a mulher, quem espera? A peça rompe com essa estagnação, acreditando que a importância do trabalho está em criar novos imaginários e novas narrativas para as mulheres. O público poderá identificar uma situação muito comum, cotidiana, na relação entre irmãos, mas a peça propõe construir novos estigmas para as convivências entre homens e mulheres, mesmo que num contexto familiar.
Na peça o irmão afirma para a irmã: “Você é a filha, é mulher, teria mais jeito com nossos pais”. E a personagem feminina responde com uma provocação: "Não te incomoda a vida assim, tão previsível?”. Essa pergunta irá ecoar em todos na plateia, como um convite a repensar as relações de gênero principalmente nas construções familiares.

FAMÍLIA
Sobretudo, o espetáculo aborda as relações familiares. De um modo ou de outro, todos temos alguma relação com pais e mães, estejam eles ausentes ou presentes. É justamente por esta razão que esta nova criação se faz tão universal. Falar sobre relações familiares é, também, falar sobre o envelhecimento e, portanto, sobre a juventude. Aparentemente, durante toda a vida, cabe ao pai/mãe a responsabilidade pelo cuidado. Ao filho/filha, o ato de ser cuidado, protegido. Em que momento da vida de um ser humano estes papéis se invertem? Como lidar com a altura do percurso em que são os filhos quem precisam cuidar de seus pais?
Na peça, os dois personagens discursam também sobre isso. O personagem de Pablito diz: “Eu escovei dentes, os cabelos. Eu cortei a barba e os pelos todos. Eu paguei as contas. Dei remédio, muitos remédios. Cortei as unhas da mão e do pé. Eu limpei a bunda.” Já a personagem de Uyara conta: “Você, em algum momento da vida, já pensou que ficar, permanecer no mesmo lugar, seguir as regras como esperam que você o faça, seja talvez só esperar que a morte chegue?”

CRÍTICAS
Em sua versão online, o texto de Lígia Souza foi amplamente aclamado pela crítica e repercutiu nacionalmente. Dentre os críticos e portais dirigidos à crítica em dramaturgia e teatro que promoveram o trabalho, citam-se:

Amilton de Azevedo, Ruína Acesa
“O que há é aquele momento de diálogo, conflito, confronto, pensamentos em fluxo. Um instante que perpassa anos e a dúvida do tamanho do agora. Sobre ele mesmo, sobre o ontem, sobre o amanhã. Nosso tempo é especialista em produzir ausências, escreve Ailton Krenak, do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Ausências, partidas e expectativas. Penélope carrega esses temas nas suas diversas camadas.”

Ivana Moura, Satisfeita Yolanda?
“Penélope inspira, respira, transpira. Mas como é longo o caminho e incerto o destino. Desta vez, ela não espera pelo retorno de Ulisses, como condenou Homero. Essa mulher foi à luta, mesmo fraturando sentimentos. Ela não é vítima, é senhora de si. Os riscos são enormes. Mas o benefício é estar viva e bulindo.”

Natasha Centenaro, Agora Crítica Teatral
“O acontecimento de quem parte, como fuga ou plano, e de quem fica, como resignação ou escolha, movimenta as engrenagens narrativas e os arranjos familiares. [...] Ela não retorna porque precisa se encontrar e reviver nas graças da família, Ela se achou quando resolveu partir e se perder no mundo. Ela retorna porque assim decidiu. E não é, para Ela, uma verdade incontestável as mudanças de rotas, os erros, as vacilações, tampouco o retorno.”

Helena Carnieri, Bem Paraná
“É verdade que relacionamento dá trabalho. Por isso em “Penélope” surge a acusação da fuga, algo que todo mundo que emigra escuta em um ou outro momento. Descobrir-se e conquistar o mundo pode requerer alguns abandonos. Mas quem pode dizer o que é certo? Existe uma lei onde esteja escrito que é necessário ou proibido partir? Aqui entra também o tema do que é exigido das mulheres.”

LIVRO
A la lettre espaço de criação (assim mesmo, em minúsculas) surgiu, inicialmente, como um selo de publicação de textos teatrais. Isto porque, no Brasil, muito pouco se fala sobre a leitura de dramaturgias. Atualmente, a la lettre é um espaço que também produz espetáculos, mas, seguindo suas origens, não poderia deixar de lançar o livro com o texto da peça. Assim, o público presente poderá adquirir uma versão inédita e original do livro com o texto integral do espetáculo. Por R$35,00, as pessoas que comparecerem durante a temporada terão a oportunidade não apenas de assistir ao espetáculo, mas também de levar para casa a dramaturgia de Ligia Souza, para ler e reler quantas vezes desejarem.

UYARA TORRENTE
A peça marca a volta da cantora Uyara Torrente, d’A Banda Mais Bonita da Cidade ao teatro. Ela abriu um espaço na agenda de viagens e enfrentou o desafio da sala de ensaio do teatro. A cantora, que já é conhecida por sua presença de palco marcante, volta agora a evidenciar seu talento como atriz no trabalho artesanal do teatro.

Mostra de Repertórios do Rosa Armorial no Paiol

O grupo Rosa Armorial preparou uma Mostra de Repertórios que será apresentada até dezembro no Teatro do Paiol. Ao todo serão seis shows diferentes que vão relembrar para o público todo o trabalho de pesquisa sobre a música Armorial realizado pelo grupo ao longo de 13 anos de carreira. A estreia será no próximo sábado, dia 22, às 20 horas, no Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro s/nº), com o show Becos (2021). O repertório da primeira apresentação do ano traz composições autorais, inspiradas no do movimento Armorial.
No palco do teatro os seis integrantes do Rosa Armorial - Carla Zago (violino), Marcela Zanette (flautas), Du Gomide (viola caipira, sintetizadores), Bruna Buschle (contrabaixo), Gabriela Bruel (percussão) e Denis Mariano (bateria) – vão apresentar ao público uma sonoridade que funde elementos eruditos, populares, acústicos e eletrônicos a partir de matrizes rítmicas da música brasileira.
As próximas apresentações incluem outros trabalhos produzidos pelo grupo. Em junho (dia 7) será “Viva Seu Antônio" – uma homenagem a Antônio Madureira. Em agosto (dia 24) é a vez de “Raízes Armoriais”, com os principais compositores, sotaques e orquestrações do movimento. Em setembro (dia 28) o espetáculo “Fragmentos de Guerra" faz releituras do Rosa Armorial para excertos da obra de Guerra-Peixe. Outubro (dia 25), o compositor Hermeto Pascoal será homenageado com o show “Hermeto Armorial”. E fechando a Mostra, no dia 1º de dezembro acontece “O Auto do Menino Jesus”, um Natal com sotaque brasileiro.
Rosa Armorial
O grupo surgiu em 2010 e tem no seu repertório músicas de compositores consagrados do movimento como Antônio Madureira e Guerra-Peixe, além de resgatar o conceito armorial na criação de arranjos refinados para músicas do folclore paranaense, assim como para músicas de compositores do sul do país, aproximando o popular do erudito, resultando numa sonoridade genuinamente brasileira.

Serviço: Becos. Show de abertura da Mostra de Repertório do grupo Rosa Armorial. Sábado, dia 22, às 20 horas, no Teatro do Paiol (Praça Guido Viaro s/nº). Ingressos R$15 e R$7,50 (meia entrada). Vendas pelo Sympla: www.sympla.com.br/evento/becos-a-musica-autoral-do-rosa-armorial/1946041
Classificação etária: Livre. Duração 65 min. informações: (41) 3229-4458.

Dire Straits Legacy faz show em Curitiba em maio

A banda apresenta show no dia 03 de maio, no palco do Teatro Positivo. Ingressos à venda a partir de R$ 170, via Disk Ingressos

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Após a bem sucedida turnê em 2022, DIRE STRAITS LEGACY volta ao Brasil em maio com a nova turnê. Formada por músicos que fizeram parte de diferentes fases da carreira do Dire Straits, a banda apresenta um show único no dia 03 de maio, quarta-feira, no palco do Teatro Positivo, às 21h. Os ingressos estão à venda a partir de R$ 170, via Disk Ingressos. O show na capital tem a produção da produção e realização são da MCA Concerts.

"Money for Nothing", "So Far Away", "Sultans of Swing", "Walk of Life", "Romeo and Juliet" e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Jack Sonni (guitarra), John Giblin (baixo), Marco Caviglia (voz e guitarra), Primiano Dibiase (teclados), Danny Cummings (percussão e voz) e Cristiano Micalizzi (bateria).

Sobre Dire Straits Legacy

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Formada por integrantes de diferentes fases da carreira da banda britânica formada na década de 70, a DIRE STRAITS LEGACY está em permanente evolução e, além de manter viva a memória de canções atemporais, como "Romeo and Juliet", "Sultans of Swing", "Money for Nothing", "Tunnel of Love", "Walk of Life", "When It Comes to You", "You and Your Friend", "On Every Street” e muitos outros hits, apresenta novas composições.

Alan Clark integrou o Dire Straits de 1980 a 1985 e participou de discos e turnês. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz), que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992, e o renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits de 1983 a 1985, que tocou no famoso Alchemy Live Album e no EP Twisting By The Pool.

O percussionista Danny Cummings integrou o Dire Straits em 1990 e participou do álbum e tunê On Every Street. E o guitarrista Jack Sonni participou das gravações e turnê do álbum Brothers in Arms.

Completam a Dire Straits Legacy músicos renomados que tocaram ao lado dos maiores nomes da música internacional. O baixista John Giblin gravou e fez turnês com Peter Gabriel, Annie Lennox, Phil Collins e a banda Simple Minds. Os italianos que se juntam à banda são o baterista Cristiano Micalizzi, que já trabalhou com Eros Ramazzotti e Laura Pausini, o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Dibiase.

Sobre os integrantes

Alan Clark (teclados)

Alan ingressou no Dire Straits em 1980, tornando-se seu primeiro e principal tecladista, e é conhecido como seu diretor musical não oficial. Além de trabalhar com a banda até sua dissolução, em 1995, ao lado de Mark Knopfler, co-produziu o último álbum da banda, On Every Street. O músico tocou e gravou com uma longa lista de outros artistas, foi membro da banda de Eric Clapton e diretor musical de Tina Turner por vários anos. Mais recentemente, produziu com Phil Palmer o álbum de 3 Chord Trick do LEGACY.

Cristiano Micalizzi (bateria)

Formado na Beerklee College of Music, em Boston, Cristiano Micalizzi é um dos bateristas mais respeitados da Itália e trabalhou com artistas italianos populares em todo o mundo, como Eros Ramazzotti e Laura Pausini.

Danny Cummings (percussão e voz)

Danny juntou-se ao Dire Straits como seu percussionista em 1990 e tocou no álbum On Every Street, assim como na turnê. Fora de Dire Straits, ele trabalhou com grandes artistas, incluindo Tina Turner, George Michael, Bryan Adams, Pino Daniele, e foi o baterista em Mark Knopfler durante vários anos.

Jack Sonni (guitarra)

O músico, escritor e ex-executivo de marketing Jack Sonni foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as sessões de gravações e turnê do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni também participou da turnê do mesmo álbum e permaneceu na banda até 1988.

John Giblin (baixo)

O baixista John Giblin, além de transitar por diferentes gêneros musicais como jazz, clássico, rock, folk e música de vanguarda, gravou trilhas sonoras de filmes e música contemporânea. Giblin também gravou e se apresentou ao vivo com Peter Gabriel, Annie Lennox, Phil Collins e a banda Simple Minds.

Marco Caviglia (voz e guitarra)

Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988 e em 1990 fez uma turnê com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era tocar com seus “heróis” do Dire Straits, e esse sonho se tornou realidade em 2010 a DS Legends, e agora novamente com a Dire Straits Legacy.

Mel Collins (sax)

Mel se juntou ao Dire Straits em 1982 e tocou no álbum e turnê Love Over Gold e no álbum Twisting by the Pool. Ele também tocou com uma diversos artistas e bandas, incluindo Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears. Mel é um dos membros da formação original do King Crimson.

Phil Palmer (guitarra)

Phil ingressou no Dire Straits em 1990 e tocou no álbum On Every Street e na turnê mundial do mesmo álbum. Ele é um dos principais guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e realizado turnês com alguns dos maiores artistas do mundo; pense em um nome e Phil provavelmente já tocou com esse artista. Ele também foi membro da banda de Eric Clapton, onde ele conheceu seu colega da Dire Straits Legacy, Alan Clark, e é um membro fundador da Dire Straits Legacy.

Primiano Dibiase (teclados)

O também romano Primiano é um talentoso tecladista que já trabalhou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti e Neri Marcorè.

SERVIÇO – Dire Straits Legacy em Curitiba

Data: 03 de maio de 2023 (quarta-feira)

Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)

Horário: 21h

Ingressos: os ingressos variam de R$ 170 a R$ 560, de acordo com o setor e modalidade escolhidos

Vendas: Disk Ingressos (Ventura Shopping - de segunda a sexta, das 11h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h, Call-center Disk Ingressos (41) 33150808 (de segunda a sexta, das 9h às 22h, e aos domingos, das 9 às 18h), na bilheteria do Teatro Positivo

**Entrega em domicílio com taxa de entrega

Classificação: Livre

Realização: MCA Concerts

Cena Hum está com inscrições abertas para Laboratório de Vivência em Teatro 2023

A Cena Hum Academia Multiartes está com matrículas abertas para seu Laboratório de Vivência em Teatro 2023, com aulas que começam no próximo dia 11 de maio e vão até 06 de julho, sempre às quintas-feiras.

Serão oito encontros semanais, com duração de três horas cada (das 19 às 22 horas), com os seguintes temas: Jogos Teatrais, Maquiagem, Figurino, Improvisação, Consciência Corporal, Expressão Corporal, Expressão Vocal e Interpretação. É possível tanto participar de todas as aulas quanto de aulas avulsas, de acordo com a área de maior interesse do aluno.

Os encontros acontecerão na sede da Cena Hum, que fica na rua Senador Xavier da Silva, 166, no bairro São Francisco, em Curitiba. Podem participar pessoas com ou sem experiência na área das artes cênicas, a partir de 16 anos de idade.

Para mais informações: (41)99943-9396.

GRUPO FATO FAZ SHOW CLARO_MOVIMENTO EM UNIÃO DA VITÓRIA E RIO NEGRO

A turnê pelo Paraná vai passar por nove cidades e em cada uma delas contará com a participação especial de um artista local.

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Grupo Fato – Foto: Marco Novack

A turnê Paraná do Grupo Fato com o Show Claro_Movimento só está começando, a largada foi em março, em Curitiba. E não poderia ter sido melhor. Casa cheia e vibrante deram o tom do que vem por aí.

Na rota estão: União da Vitória, Rio Negro, Paranavaí, Maringá, Guarapuava, Ponta Grossa, Cascavel e Medianeira. Os próximos shows serão dias 14/04 - União da Vitória; e dia 15/04 - Rio Negro. A entrada é gratuita.

Em cada cidade o Fato conta com a participação de um artista local. Em União da Vitória, o palco será dividido com a cantora Ju Geisler. Em Rio Negro, o convidado é o compositor Erlon Evaldo.

O repertório, que tem duração aproximada de 75 minutos, traz 11 canções do novo álbum e outras quatro que marcaram os 29 anos de trajetória do Grupo, como: A Casa do Ar (FATO da Tamancalha ao Sampler - 2012); Istmo, Valadares (Oquelata Quelateje - 2000) e De (FATO - 1995). Além de uma música inédita, que reverencia os povos originários, representados pelos índios Nambiquara.

O show traz Grace Torres nos teclados; Ulisses Galetto no baixo e violão; Priscila Graciano na bateria e percussão; Daniel Fagundes na guitarra, baixo e percussão e Andrezza Prodóssimo no acordeom, teclados e percussão corporal.

“Acho que estamos no melhor momento do grupo, temos muita afinidade artística e de vida. Temos projetos sendo desenvolvidos e outros tantos semeados, o que mostra que estamos, também, conectados num futuro, mesmo após 29 anos de existência. E esperamos muito do futuro que se avizinha, por isso estamos disponíveis para ajudar a construir esse novo projeto de país que se vislumbra”, comenta Ulisses.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA. INCENTIVO: EBANX.

Parcerias: SESI / SESI Cultura; SESC Paraná e UNESPAR

Apoio: Nhundiaquara Áudio Criativo; UG Audio, ZMB Design e Prefeitura de Rio Negro.

Saiba mais:

https://www.fato.org/

Link do show realizado em 07/05/22 na Sala Black Box, do Sesi Cultura Paraná, em transmissão ao vivo:

https://www.youtube.com/watch?v=PssJ_qE9ed8

O novo álbum está à venda no link: https://tratore.com.br/smartlink/claromovimento

Redes Sociais: @grupofato (instagram, facebook e youtube)

Ficha Técnica:

Arranjos e Concepção Musical: Grupo FATO

Direção cênica: Márcio Mattana

Figurinos: H-AL – Alexandre Linhares e Thifany Faria

Concepção de Luz: Márcio Mattana

Técnico de Som: Valderval de Oliveira Filho

Projeto Gráfico: Zeh Henrique Rodrigues

Coordenação Geral de Projeto: OQ Produções

Produção Executiva: Grace Torres e Ulisses Galetto

Serviço:

TURNÊ PARANÁ

Show Claro Movimento - Grupo Fato

União da Vitória

Grupo Fato & Ju Geisler

Onde: Auditório UNESPAR

(Rua: Praça Coronel Amazonas, s/nº)

Quando: 14 de abril

Que horas: 19h

Quanto: Gratuito

Rio Negro

Grupo Fato & Erlon Evaldo - com Nanda Belém Ira Martins

Onde: Cine Teatro Antônio Cândido Amaral – anexo à Prefeitura

(Rua: Juvenal Ferreira Pinto, 2070 - Seminário)

Quando: 15 de abril

Que horas: 19h

Quanto: Gratuito

Classificação: Livre

Duração: 75 minutos

Realização: OQ Produções

Lendas do Rock nacional, Camisa de Vênus e Velhas Virgens prometem show histórico em Curitiba

Apresentação das duas bandas será realizado no lendário palco da Ópera de Arame, no dia 13 de maio; ingressos pela plataforma Bilheto

Verdadeiras lendas do Rock nacional, conhecidas por suas letras ácidas e afiadas, Camisa de Vênus e Velhas Virgens se apresentam juntas no dia 13 de maio, sábado, na Ópera de Arame, em Curitiba. Os ingressos estão no segundo lote, a partir de 90 reais, pela plataforma Bilheto, com possibilidade de parcelamento. O setor Premium está esgotado.

O Velhas Virgens, com mais de três décadas de estrada, traz a turnê do disco O Bar Me Chama, que além das novas músicas, oferece aos fãs faixas há muito tempo não tocadas ao vivo, incluindo lados B de grande impacto. A banda, formada atualmente por Paulão de Carvalho (voz e gaita), Alexandre Cavalo Dias (guitarra), Tuca Paiva (baixo elétrico), Juliana Kosso (vocal), Filipe Cirilo (guitarra) e Simon Brow (bateria) é conhecida por sempre estar nos palcos por todo o Brasil, o que torna a experiência de vê-los ao vivo algo único.

O grupo oriundo da Bahia, Camisa de Vênus, por sua vez, é uma das mais sólidas instituições do rock and roll nacional. Surgidos no começo dos efervescentes anos 1980, nunca se enquadraram em regras de etiqueta, entregando à sua imensa base de fãs músicas com letras despudoradas e o humor ácido único proveniente da mente criativa do vocalista Marcelo Nova. Mais de quarenta anos mais tarde, o grupo segue compondo, gravando e realizando shows memoráveis.

Serviço
Camisa de Vênus e Velhas Virgens em Curitiba
Data: 13 de maio de 2023 (sábado)
Local: Ópera de Arame
Endereço: Rua João Gava, 920 – Abranches
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
Horários: 19 (abertura da casa), 20h30 (Velhas Virgens), 22h (Camisa de Vênus)

Ingressos

PLATÉIA BAIXA

2º lote

Solidário R$ 135*

Meia R$ 130**

Inteira R$ 260

3º lote

Solidário R$ 145*

Meia R$ 140**

Inteira R$ 480

4º lote

Solidário R$ 155*

Meia R$ 155**

Inteira R$ 300

PLATÉIA ALTA

2º lote

Solidário R$ 95*

Meia R$ 90**

Inteira R$ 180

3º lote

Solidário R$105*

Meia R$ 100**

Inteira R$ 200

4º lote

Solidário R$115*

Meia R$ 110**

Inteira R$ 220

CAMAROTE

2º lote

Solidário R$ 155*

Meia R$ 150**

Inteira R$ 300

3º lote

Solidário R$ 165*

Meia R$ 160**

Inteira R$ 320

4º lote

Solidário R$ 185*

Meia R$ 180**

Inteira R$ 360

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

***Todos os setores são por ordem de chegada

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

https://www.bilheto.com.br/evento/1184/Camisa_de_Vnus_e_Velhas_Virgens (em até 12x no cartão)

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

LETS ROCK

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 e 04 - Centro - Curitiba - PR

De Seg. a Sex. das 09h às 19h e sábado das 9h às 15h

Camisa de Venus

Do seu início nos longínquos anos 1980 até os dias de hoje, o Camisa de Vênus sempre se pautou por textos com grande intensidade poética e também, muitas vezes, pontuados por sarcasmo e ironia. A sonoridade agressiva e muito intuitiva (outra característica do grupo) foi acrescida de um refinamento musical bastante perceptível desde o lançamento do disco Dançando na Lua, em 2016.

Comemorando 40 anos de existência, o Camisa de Vênus vem com seu mais recente álbum de inéditas: Agulha no Palheiro. Produzido por Marcelo Nova e Drake Nova, e gravado durante a pandemia, o novo trabalho contém letras que abordam o assunto sem reservas, como é do estilo do autor de todas elas, o vocalista e líder Marcelo Nova. Na contramão dos compositores e músicos brasileiros que simplesmente ignoram o assunto como se ele não existisse, o Camisa de Vênus bate de frente com o politicamente. Seja resgatando os velhos trabalhos ou se debruçando nos registros mais recentes, não há nada similar na música brasileira. No repertório dos shows, os antigos clássicos estarão presentes, tornando a noite uma verdadeira celebração.

Velhas Virgens

Com mais de 30 anos de estrada e mais de dois mil shows na bagagem, a maior banda independente do Brasil está nos palcos este ano divulgando o novo álbum O Bar me Chama, cujo repertório dos shows conta com músicas novas e outras que andavam fora do setlist e lados B. Além disso, releituras de canções brasileiras do começo dos anos 70 de nomes como Sá, Rodrix e Guarabira, Caetano Veloso e Secos & Molhados com a pegada roqueira característica do Velhas Virgens. “Os shows vão ser panelas de pressão com um viés hippie pesado”, como definem os membros do grupo.

O som de “O Bar me chama” é setentista no timbre, nas passagens, na temática e no peso das músicas, no qual investiram em mash ups, citando riffs clássicos dos anos 70, imortalizados por Alice Cooper, Jimi Hendrix, Neil Young & Cia., e fazendo uma mistura deles com esses clássicos da MPB.

As Velhas Virgens têm muita história para contar e para cantar nesses mais de três décadas de uma longa e tortuosa estrada que rendeu 18 CDs, 7 DVDs, e inúmeros clássicos que permanecem na memória do público rock and roll de todo o país. Além disto, eles têm dois livros, uma gravadora e sete rótulos de cervejas artesanais (cuja receita é do baixista Tuca Paiva). Os números são surpreendentes para uma banda independente: mais de 600 mil seguidores nas mídias sociais e música no YouTube com 2,5 milhões de acessos.

Resumo

O que: Camisa de Vênus e Velhas Virgens

Quando: Sábado, 13 de maio – 19h

Onde: Ópera de Arame – João Gava, 920

Quanto: de R$90 à R$440

Informações: www.abstratti.com e (41) 3355-6072

Fotos: Crédito nas fotos

Orquestra Didática abre para visitas neste domingo (16/04) antes ou depois do concerto realizado no Teatro Guaíra

Neste domingo (16/04), o público que comparecer ao Teatro Guaíra terá à disposição duas atrações: apreciar o concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná e também aprender mais sobre os instrumentos que compõem uma sinfonia por meio da Orquestra Didática, que estará aberta ao público das 9h às 13h. Trata-se de uma instalação montada na sala ao lado da bilheteria principal, que une telas de TV’s e caixas acústicas de alta fidelidade que apresentam conteúdos didáticos sobre cada instrumento e o som que ele produz. Assim é possível perceber cada sonoridade da “Sinfonia nº 3 – Eroica”, de Beethoven. O público poderá visitar a Orquestra Didática entre as 9h e as 13h, antes ou depois do concerto no palco do Guairão. Durante a semana, a visitação pode ser feita de terça a quinta-feira das 10h às 17h, até o dia 06 de junho, sempre com entrada gratuita. O projeto é uma realização da Mediacaos, com patrocínio da Positivo Tecnologia e Colégio Positivo, por meio da Lei Rouanet, e apoio do Teatro Guaíra, Radiocaos e Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP).

Serviço:
Orquestra Didática
Domingo (16/04), das 9h às 13h.
Em outras datas: de terça a quinta-feira, das 10h às 17h
Período de visitação: de 07/03 a 06/06
Local: Teatro Guaíra, na sala ao lado da bilheteria principal
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro (Curitiba – PR)
Entrada gratuita

Redes sociais:
facebook.com/orquestradidaticacuritiba
@orquestradidaticacuritiba

Mostra de Contadores de Histórias acontece em Curitiba com programação gratuita para todas as idades

Os espetáculos, bate-papos, oficinas e rodas de contação de histórias ocupam os espaços da CAIXA Cultural Curitiba entre os dias 26 e 30 de abril

Na foto, a contadora Regina Machado. Créditos: Divulgação
Acesse aqui uma pasta com mais opções de fotos

Entre os dias 26 e 30 de abril (quarta a domingo), a CAIXA Cultural Curitiba recebe a Mostra de Contadores de Histórias, realizada pela Travessia Arte e Educação e idealizada pelo contador de histórias Vinicius Mazzon, com incentivo do Colégio Positivo através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

A programação conta com 12 atrações gratuitas para todas as idades. Para esta primeira edição, a curadoria apostou em convidadas(os) nacionais, como a contadora Regina Machado, grande referência brasileira na área, e em artistas da cena curitibana. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 90 minutos antes das apresentações, e algumas atividades contam com interpretação em Libras.

A Mostra chega para promover a contação de histórias e refletir sobre a atuação do(a) contador(a) e o seu lugar na sociedade contemporânea, ao mesmo tempo em que serve de ponte entre a produção local e a nacional. Ao todo, são seis espetáculos narrativos, dois bate-papos, duas oficinas literárias e duas rodas de contação.

Para o público infanto-juvenil, a Mostra oferece os espetáculos “Foi Coisa de Saci”, da Companhia ContaCausos (SC), “Histórias à Brasileira - Causos e cantorias para crianças”, com o Trio Dedo de Prosa (PR), “Os Malasartes”, com a Companhia Barbas de Molho (PR) e uma roda de contação de histórias com artistas convidados.

Já a programação adulta reúne os espetáculos “O Cristal e a Chama - Narrações de uma vida”, com Regina Machado (SP), “Visagem”, com Josiane Geroldi (SC), “A Arte de Governar a Si Mesmo”, com Daniella D’Andrea (RJ), e uma roda de contação de histórias com artistas convidados. A Mostra oferece, ainda, os bate-papos “Literatura Oral: ouvir as histórias que o povo conta” e “Formas de Narrar [uma história das práticas de narração em contexto urbano]”, além das oficinas “Mitos e Lendas Brasileiras”, com Daniel D’Andrea, e “Narração de si como prática artística”, com Giuliano Tierno. Para as oficinas, é necessário se inscrever previamente pelo e-mail nucleo.cultura@gmail.com.

Segundo o idealizador do evento, Vinícius Mazzon, a Mostra é uma pitada do que de melhor está sendo feito pelos contadores de histórias hoje em dia. “É uma oportunidade do público interessado na contação de histórias, sejam educadores, leitores, artistas ou que trabalham em instituições sociais, ter contato com espetáculos e bate-papos com participação de pessoas relevantes no cenário nacional e curitibano”, complementa ele, que é contador de histórias há 15 anos.

Sobre Vinícius Mazzon
Vinícius Mazzon nasceu em Campo Largo (PR), onde aprendeu a montar em onça e a fazer tantas coisas sem serventia. Ator desde os 19 anos, é contador de histórias, atuando em espetáculos e programas de difusão literária. É diretor da Travessia – Arte e Educação.

SERVIÇO
Mostra de Contadores de Histórias
26 a 30 de abril (quarta a domingo)
CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Centro)
Entrada gratuita com retirada de ingressos 90 minutos antes na bilheteria do Teatro
Inscrições para as oficinas: nucleo.cultura@gmail.com
Mais informações: www.instagram.com/nucleo_producoes

Espetáculo “Foi Coisa de Saci”
26/abr | 15h | Companhia ContaCausos (SC) | Livre
Sinopse: Saci é coisa que gente da cidade nega, diz que não tem, mas tem! Numa casa de caboclo, quando alguma coisa estranha acontece, as pessoas dizem que foi coisa de Saci! O espetáculo faz um passeio pelos causos da nossa gente brasileira que jura que viu, ouviu e até já colocou o Saci na garrafa.

Apresentação “O Cristal e a Chama - Narrações de uma vida”
26/abr | 20h | Regina Machado | 16 anos
Sinopse: Uma apresentação de contos de Tradição Oral, entretecidos por uma narrativa invisível que os une e que será o mote da conversa com o público que se seguirá às histórias apresentadas.

Espetáculo “Histórias à Brasileira - Causos e cantorias para crianças”
27/abr | 15h | Trio Dedo de Prosa (PR) | Livre
Sinopse: ​​Um espetáculo bem-humorado, com música ao vivo. Apresenta uma trama de contos, causos e músicas populares, entrelaçados por conversas que os atores improvisam com a plateia.

Bate-papo com Josiane Geroldi (SC) e Daniel D’Andrea (SP)
27/abr | 18h30 | Livre
Sinopse: Conversa sobre as possibilidades e a importância da pesquisa de campo para o contador de histórias. Josiane Geroldi contará como reuniu relatos para a criação da dramaturgia de alguns de seus espetáculos. Daniel D´Andrea compartilhará com a plateia suas impressões sobre a pessoa e obra de Ruth Guimarães. Falecida em 2014, Ruth foi uma das mais destacadas autoridades sobre os contos populares do Brasil, sobretudo do Vale do Paraíba.

Espetáculo “Visagem”, com Josiane Geroldi
27/abr | 20h | Companhia ContaCausos (SC) | 14 anos
Sinopse: As experiências com o medo, o desconhecido da noite, causos de mal assombro e visagem, relatos, crenças, modos de vida e linguagem compilados através de pesquisa e entrevistas com moradores de comunidades caboclas no oeste catarinense, ganham vozes e imagens no espetáculo que de maneira poética, procura difundir e estimular o reconhecimento das expressões da cultura popular/oral cabocla do sul do Brasil.

Bate-papo “Formas de Narrar [uma história das práticas de narração em contexto urbano]”
28/abr | 18h30 | Giuliano Tierno (SP) | Livre
Sinopse: Conversa sobre o fenômeno da narração de histórias como prática artística e como a criação estética produz uma dimensão ética na atuação do artista da palavra nas cidades. A contemporaneidade do fenômeno da contação de histórias e suas matizes rurais, urbanas, seus limites territoriais e suas inter-relações. A tríplice fronteira no trabalho de artistas/narradores entre memória, imaginação e invenção de si e como esta imbricação se realiza nas dimensões poéticas e políticas na performance artística do narrador.

Espetáculo “A Arte de Governar a Si Mesmo”
28/abr | 20h30 | Daniella D’Andrea (RJ) | 14 anos
Sinopse: Um príncipe temperamental e desinteressado, criado com excesso de cuidados por uma rainha viúva, é colocado sob a observação de um mestre ancião. A partir de uma história moldura da tradição oral árabe, o espetáculo se desenha como uma coletânea onde as histórias se entrelaçam. Assim, narrativas ancestrais provocam reflexões sobre o tema governo, e sobre sua relação com a consciência e a vida. Com direção de Warley Goulart. Com interpretação em Libras.

Oficina “Mitos e Lendas Brasileiras”
29/abr | 9h às 17h | Daniel D’Andrea | Livre
Sinopse: Esta oficina pretende revalorizar a importância de compreender nossos mitos e lendas, como autênticos depositários da memória ancestral das diferentes etnias conformadoras do Brasil. Este trabalho propõe redescobrir as origens, transformações e significados destas histórias à luz de recentes estudos no século XXI, de disciplinas como: Antropologia, Psicologia, Sociologia, Folclore, Arte Educação, entre outras. A oficina busca fazer uma autêntica radiografia do imaginário brasileiro, das regiões que compõem o país. Estes subsídios e saberes populares ajudarão os Contadores de Histórias, Educadores, Mediadores de Leitura a promover um renovado interesse por nossas raízes culturais, e imbuir às novas gerações no conhecimento da multiplicidade do imaginário brasileiro.

Oficina “Narração de si como prática artística”
29/abr | 9h às 17h | Giuliano Tierno | Livre
Sinopse: A primeira questão fundamental da oficina será a de localizar a narração de histórias como uma prática social artística e diferenciá-la de outras práticas sociais nas quais a narração de histórias também aparece. Reconhecer, junto aos participantes, as formas narrativas por eles conhecidas, por meio de partilhas das trajetórias pessoais como narrador/a. Estudaremos, a partir de exercícios e práticas narrativas, as fronteiras entre memória, imaginação e escrita nos processos de criação de contadores de histórias, elaborando coletivamente as dimensões ética, estética, política e poética do artista no ato de contar histórias.

Espetáculo “Os Malasartes”
29 e 30/abr | 16h | Companhia Barbas de Molho (PR) | Livre
Sinopse: O espetáculo utiliza-se do teatro, da contação de histórias e da música para apresentar cinco histórias do famoso personagem Pedro Malasartes nas andanças pelo país carregando as suas espertezas na luta pela sobrevivência diária. As histórias foram reescritas pelos quatro integrantes do elenco (que também compartilham a direção do espetáculo) explorando o trânsito entre os papéis de narradores e personagens. De maneira ágil, simples e divertida, o espetáculo tem classificação livre e preserva a tradição das narrativas populares para crianças, jovens e adultos. Com interpretação em Libras no dia 29/04.

Espetáculo “Roda de Contadores” com artistas convidados de Curitiba
29/abr | 20h | 14 anos
Com Cleo Cavalcantty e Luana Godin, Cido Vasconcelos, Hélio Leites e Carlos Daitschman.

Espetáculo “Roda de Histórias para Crianças” com artistas convidados de Curitiba
30/abr | 11h | Livre
Com Adriane Havro e Érico Viensci (Malasartes), Caroline Casagrande e Moira Albuquerque (Cia. Girolê), e André Daniel (Grupo Baquetá).

FICHA TÉCNICA
Concepção e Curadoria: Vinícius Mazzon
Mediação de leitura: Michelle Peixoto
Direção de Produção: Greice Barros
Assistência de Produção: Jéssica Quadros
Técnico de Luz: Victor Sabbag
Técnico de Som: Derico Santos
Tradutores de Libras: Fluindo Libras
Registro fotográfico e vídeo: Lucas Rachinski
Ilustração: Daniel Almeida
Designer gráfico: Adriana Alegria
Assessoria de imprensa e redes sociais: Platea Comunicação e Arte
Consultoria cenográfica: Paulo Vinícius
Cenotécnico: André Baliú
Estagiária cenotécnica: Mainu
Estagiária de produção: Iyamí_bg
Produção: Núcleo produções cultura e desenvolvimento
Realização: Travessia Arte e Educação
Incentivo: Colégio Positivo

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Show em Curitiba leva a viagem pela história do Brasil com clássicos do samba

“Desde que o samba é samba é assim” apresenta ao público curitibano novas versões para clássicos do samba e conduz a uma caminhada pelo contexto histórico das épocas de cada composição

Depois de ter publicado 21 vídeos com regravações inéditas de alguns dos maiores clássicos do samba, a cantora e especialista na história do ritmo-símbolo da cultura brasileira, Luciana Worms, brinda o público curitibano com um show, no dia 16 de abril, no Teatro Regina Vogue. A apresentação conduz os espectadores a uma viagem pela história do Brasil, com novas versões em vídeo para clássicos do samba e uma verdadeira aula sobre o contexto de cada época. O espetáculo é uma das ações do projeto “Desde que o samba é samba - 100 anos de samba”, que brinda o público com um fino repertório que vai de “Pelo telefone” (1917), de Donga e Almeida, até composições mais recentes, como Talismã (2007), de Paulinho da Viola, Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

VÍDEOS: acesse a playlist no Youtube aqui.

A idealizadora do projeto, Luciana Worms, lembra que o show é um desdobramento do livro que escreveu com Wellington Borges Costa, em 2002, e que ganhou Prêmio Jabuti: Brasil século XX, ao pé da letra da canção popular. “O livro derivou das palestras que dávamos, nas quais contávamos a história do Brasil através da música, cantando canções que marcaram determinada época e que explicam, na maior parte do tempo, o contexto social, político e histórico. O livro é uma síntese disso”, explica a autora, que na época do lançamento deu inúmeras entrevistas, inclusive ao icônico entrevistador Jô Soares, no Programa do Jô.

Embora a inspiração do projeto tenha tudo a ver com o livro de 2002, Luciana conta que sua relação com o samba começou há muito mais tempo. “A questão do samba é o seguinte: eu canto samba porque só assim eu fico contente. Faço isso desde muito cedo. Desde criança, com meu pai, em São Paulo, com meus quatro anos, já cantava e ouvia muito samba antigo. Na época eu já ouvia João Bosco, Gonzaguinha, Chico Buarque. Geraldo Pereira, Wilson Batista, Ismael Silva. Com 10 anos, essas coisas eram completamente familiares”, lembra a artista.

Com seus 13 anos, começou a cantar na noite, mas sua carreira musical teve de ser dividida com os bancos universitários da Universidade de São Paulo (USP), onde cursou direito. Ainda durante a faculdade, se tornou uma professora famosa de curso pré-vestibular e descobriu sua vocação. “Nunca me achei cantora, sou uma professora que quer contar, transformar e mostrar que aquilo tem função na sociedade. Essa é a minha grande inspiração, não deixar que esses sambas sejam esquecidos e mostrar que eles contam muito além do que trata a letra”, sintetiza.

Samba antigo nos novos tempos

Embora a maioria das regravações seja de sambas antigos, o projeto traz uma preocupação sobre como falar a linguagem do público atual e atrair novos olhares. Além do show, o projeto colocou no ar 21 vídeos no Youtube. Assim, a abrange os novos tempos da disseminação de conteúdo, na internet. “Na minha época, só de ouvirmos já era algo emocionante. Agora, há um apelo para o vídeo. E para tornar o material mais completo, incluímos também uma parte de contextualização, que vai além da canção”.

Palestras show e apresentação

“Desde que o samba é samba” é um projeto realizado com recursos obtidos via Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), com incentivo do EBANX. Além dos vídeos, o projeto prevê ações de contrapartida social com a realização de palestras-show em escolas públicas.

“Acredito que essas músicas que escolhemos são algumas das que precisam ser um repertório para todo mundo. Precisamos levar para a escola pública esse tipo de coisa. O aluno da escola particular tem dinheiro para ir no show do Chico Buarque. Ele não vai porque não se interessa. O pessoal de escola pública não tem acesso. Tem que levar isso pra eles, para ser um diferencial. Para fazer a diferença”, reflete Luciana.

Serviço
O quê: Show “Desde que o samba é samba - 100 anos de samba”
Quando: 14 de abril
Onde: Teatro Regina Vogue, Curitiba-PR
Endereço: Av. Sete de Setembro, 2775 - PISO 2

Ladies Ensemble interpreta clássicos eslavos no Auditório Regina Casillo nos dias 14 e 15 de abril

Apresentação acontece nos dias 14 de abril, às 20 horas, e 15 de abril, às 17 horas.

Segundo concerto da nova temporada na sala de concertos terá obras de diferentes períodos da música clássica russa com Tchaikovsky, Shostakovich e Shatrov
A próxima apresentação da Orquestra Ladies Ensemble promete uma viagem musical por diferentes períodos da música clássica eslava. O segundo concerto da temporada 2023 do grupo no Auditório Regina Casillo, no centro de Curitiba, apresenta obras dos russos Tchaikovsky, Shostakovich e Shatrov nos dias 14 de abril, às 20 horas, e 15 de abril, às 17 horas. O projeto é realizado pelo Ministério da Cultura e Centro Cultural Solar do Rosário por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada), mais taxa do Disk Ingressos (diskingressos.com.br).

Com direção artística e musical de Fabiola Bach Akel, o repertório reúne peças célebres dos três compositores, que figuram entre os nomes mais relevantes da música clássica russa e tiveram importantes influências da música tradicional eslava em suas criações. A “Valsa N.º 2”, de Shostakovich, abre o programa, seguida pela Serenata para Cordas, de Tchaikovsky, e de “On the hills of Manchuria”, de Shatrov. A apresentação terá comentários da educadora musical Clarice Miranda. A regência será de Roberto Ramos.

Programa
Composta por Dmitri Shostakovich (1906–1974), um dos principais nomes da música clássica do século 20, a contagiante “Valsa Nº 2” é um de seus temas mais conhecidos e populares, sendo tocado em inúmeras ocasiões até hoje – desde concertos de orquestra até casamentos e bailes de salão.

Também muito presente nos programas de concerto mundo afora, a Serenata para Cordas, de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840–1983), é considerada uma das melhores peças já escritas para orquestra de cordas. A obra é dividida em quatro movimentos e ilustra a expressividade e complexidade do compositor – um ícone do período romântico na música clássica.

Fecha o programa a peça "On the Hills of Manchuria", composta em 1906 pelo compositor e violinista Ilya Alekseevich Shatrov (1879–1952). Trata-se de outra valsa, desta vez de temática triste: a composição foi inspirada por uma batalha trágica da Guerra Russo-Japonesa (1904–1905), em que o músico serviu como líder da banda militar e se tornou um dos últimos sobreviventes de seu regimento.

A Ladies Ensemble
Primeira orquestra formada só por mulheres no Brasil, a Ladies Ensemble atua desde 2009 e reúne musicistas de diferentes idades, vertentes, influências e inspirações. Fundada pela violista Fabiola Bach Akel, o grupo é expoente em um universo com diminuta presença feminina em posições de liderança e mostra que mulheres podem ser protagonistas em uma orquestra.

O apoio a causas da mulher é uma de suas missões centrais — entre elas, a conscientização sobre o câncer de mama. Para isso, produz iniciativas como o “Concerto das Rosas” — espetáculo apresentado para milhares de pessoas entre 2017 e 2018 com o objetivo de arrecadar fundos para a compra de próteses mamárias.

Hoje com “casa própria” no Auditório Regina Casillo, a Ladies Ensemble tem entre suas missões a formação de plateia, a democratização da música clássica e a formação de musicistas. Desde seu início pioneiro como noneto até hoje, a orquestra influencia e inspira outras mulheres a seguirem seus sonhos e paixões sem medo.

A residência na sala de concertos se estabeleceu em 2022 por meio do bem-sucedido projeto “Orquestra Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo”, realizado pelo Centro Cultural Solar do Rosário e viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Foram dois concertos mensais inéditos do grupo no espaço – inaugurado pela instituição em 2019.

Com casa cheia ao longo de toda a temporada, a orquestra recebeu convidados como o pianista Arnaldo Cohen, a maestrina Priscila Bonfim, as cantoras Fortuna, Daniele de Oliveira e Masami Ganev e as violinistas Carolina Kliemann e Soraia Landim.

Além de outras ações de contrapartida social e concertos didáticos gratuitos, destacou-se em 2022 o concerto de Natal, em dezembro, que arrecadou mais de 500 brinquedos novos doados pelo Solar do Rosário ao Hospital Pequeno Príncipe – instituição beneficiada pelo projeto “Orquestra Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo”. As doações foram entregues a pacientes internados ou em tratamento no hospital pediátrico.

Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo
O projeto anual “Orquestra Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo” foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, e conta com patrocínio das empresas OdontoCompany, BHS Corrugated, Oregon, Nórdica Veículos, Guararapes, Impextraco, Tintas Dacar, Sollo Sul, Ferragens Negrão, Transunion, Abase Vet, Grupo Barigui Veículos, Grasp, Milium, Trutzschler, Agrosul Catarinense, GV2C, Tintas Alessi, Fobras, PASA, Delta Cable, Plast & Pack, M.A. Máquinas, Dissul, Stampa Food e Perkons. A Instituição beneficiada é o Hospital Pequeno Príncipe.

A realização é do Solar do Rosário, espaço particular de Arte e Cultura em Curitiba fundado em 1992. Com Direção geral de Lucia Casillo Malucelli e Direção Musical de Fabiola Bach Akel.

Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.

Serviço
Ladies Ensemble – Sensacionais Músicos Eslavos
Datas: Dia 14 de abril, às 20 horas, e dia 15 de abril, às 17h.
Local: Auditório Regina Casillo - Rua Lourenço Pinto, 500, Centro, Curitiba - PR
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) + taxa do Disk Ingressos
Vendas pelo Disk Ingressos: (41) 3315-0808 | diskingressos.com.br/
Estacionamento gratuito no local

O fenômeno KLB, um dos nomes mais importantes da música brasileira dos anos 2000, concede entrevista ao podcast Podpah, nesta sexta-feira

(14/04), a partir das 19h, com transmissão ao vivo pelo YouTube. Mais informações no press release abaixo.

Imprensa: meios de comunicação interessados em agendar entrevista com os artistas, por favor, entrem em contato. Sujeito à disponibilidade.

Atenciosamente,
Costábile Salzano Jr
Opus Entretenimento - PR
Fenômeno KLB é atração do Podpah nesta sexta-feira

Entrevista terá transmissão ao vivo pelo YouTube

Uma das bandas mais famosas do país está em tour comemorativa às duas gloriosas décadas de carreira e lançamento do primeiro álbum do trio

Banda durante tão aguardada apresentação de estreia na Vibra São Paulo

Crédito da foto: Caio Duran
Confira mais imagens do histórico show na Vibra São Paulo aqui
Confira mais imagens do show em BH aqui
Confira fotos da apresentação em Brasília aqui
O fenômeno KLB, um dos nomes mais importantes da música brasileira dos anos 2000, está promovendo a nova fase da tour “20 +2 Experience” e segue em destaque nos principais meios de comunicação do país.

Neste final de semana, Kiko, Leandro e Bruno são os convidados especiais do Podpah. Os irmãos concedem entrevista exclusiva para Igão e Mítico, nesta sexta-feira (14/04), a partir das 19h, com transmissão ao vivo pelo YouTube (www.youtube.com/podpah).

Mesmo após hiato de sete anos, o amor, o encanto e o respeito do público pelo trabalho do grupo só aumentou e, inclusive, ultrapassou gerações. A “20 +2 Experience” celebra duas gloriosas décadas de carreira e o lançamento do primeiro álbum do trio, que explodiu com os hits “A Dor Desse Amor” e “Ela não está aqui”.

A performance do KLB conquistou excelente feedback na imprensa e impressionou a todos pela superprodução de palco, som e luz.

Prometendo novamente levar muita emoção pelo Brasil, até o momento, a “20 +2 Experience” consiste nas seguintes datas:
25/03 - Navio da Xuxa - Santos/SP
06/05 - Teatro Bradesco - São Paulo/SP
20/05 - Palácio das Artes - Belo Horizonte/MG
01/07 - Theatro Pedro II - Ribeirão Preto/SP
22/09 - Teatro do Bourbon Country - Porto Alegre/RS
23/09 - Ópera de Arame - Curitiba/PR
20/10 - Teatro Riomar Recife - Recife/PE
21/10 - Teatro Riachuelo - Natal/RN
22/10 - Teatro Riomar Fortaleza - Fortaleza/CE

Mais informações sobre as novas datas serão reveladas nas redes sociais e também em https://klb.com.br.

O Podpah é o podcast mais assistido do YouTube no Brasil atualmente, com média de 60 milhões de views por mês e 6,64 milhões de inscritos no canal principal e 2,35 milhões no canal de cortes até (12/4/23).

Desde outubro de 2022, o Podpah deixou de ser apenas um podcast para tornar-se um hub de conteúdo, incorporando novas produções ao canal. Criado em setembro de 2020, registrou um crescimento meteórico, tornando-se a principal referência em entretenimento do YouTube, quando o assunto é podcast e novos conteúdos.

Crédito das fotos: Will Alixo
Confira mais imagens do show no Teatro Bradesco aqui
Formado em 2000, o KLB lançou oito discos de estúdio e dois ao vivo. Em 2012, eles anunciaram uma pausa no ano seguinte. Curiosamente, o grupo nunca chegou a anunciar seu fim, mas seus integrantes deram um tempo na carreira para se dedicarem a projetos pessoais. Porém, em 2015, realizaram vários shows e gravaram o DVD intimista “Um Novo Tempo”, que teve como set a área externa do estúdio dos cantores e a presença de familiares e amigos íntimos.

Quem viveu os anos 2000, sabe muito bem quem são os irmãos Kiko, Leandro e Bruno. Eles dominaram e lideraram as paradas das principais emissoras de rádios do Brasil, eram semanalmente atração dos importantes programas de TV e conquistaram os corações de todas as adolescentes daquela época.

A consagração de todo sucesso veio traduzida na conquista de discos de ouro, platina e diamante. São mais de sete milhões de álbuns vendidos na carreira e uma infinidade de shows sold out com antecedência.

Links relacionados:
https://www.instagram.com/klb
https://www.instagram.com/kikoklb
https://www.instagram.com/leandroklb
https://www.instagram.com/brunoklb
https://www.instagram.com/opusentretenimento

Crédito das fotos: Giu Pera
Confira mais imagens do show na Vibra São Paulo aqui
Sobre o KLB
O primeiro álbum intitulado “KLB” foi lançado em 22 de maio de 2000, trazia os mega hits “A dor desse Amor”, “Ela não está Aqui”, “Por que tem que ser Assim?”, “Estou em suas mãos” recebeu disco de diamante e de platina triplo por ter vendido mais de 1 milhão e meio de cópias, além de ser o segundo álbum mais vendido daquele ano.

A primeira apresentação do grupo ocorreu em 31 de outubro, no lendário Olympia, em São Paulo, e a primeira aparição na TV, aconteceu no dia 25 de junho, no programa Domingo Legal, apresentado por Gugu Liberato. Em pouco tempo o trio ganha projeção no cenário musical brasileiro e participa assiduamente de programas televisivos.

Após dois meses em estúdio, o segundo CD da banda foi lançado em 2001. Assim como seu antecessor, o disco é composto por músicas pop com letras românticas e elementos da dance music. “Minha Timidez”, “Te Amar Ainda Mais”, “Olhar 43” e “Seu Nome” rapidamente viraram hits nas rádios de todo o país. O sucesso do grupo foi enorme e em pouco tempo já conseguiram ter mais 2000 fã-clubes, com mais de 100.000 membros cadastrados em uma central de fã clubes criada para atender a demanda (CFC KLB) e o lançamento de linhas de produtos com o nome KLB.

Em 2002, o trio lançou o 3º CD, que trouxe como carro-chefe o single “A Cada Dez Palavras”, que permaneceu por mais de 15 semanas seguidas no entre as dez mais pedidas e por 8 semanas como a faixa de #1 nas rádios brasileiras. O segundo single "Só Dessa Vez", emplacou nas rádios e também garantiu duas semanas seguintes na Posição de #1.

Neste mesmo ano, além do programa Popstars, que revelou o grupo Rouge, o KLB apresentou, ao lado de Wanessa Camargo, Fael e Pedro & Thiago, o programa Jovens Tardes, da Rede Globo.

Em 2002, eles renovaram o contrato com a gravadora Sony Music e se tornaram um dos primeiros artistas a gravar um DVD no Brasil. O álbum “KLB: Ao Vivo” foi gravado no fim de 2002 e lançado em 10 de agosto de 2003, embalado pelo sucesso "Por Causa De Você". Tudo isso foi a chave do sucesso para que se tornassem grandes estrelas da música brasileira, lotando centenas de shows pelo Brasil e sendo um dos grupos mais requisitados pela mídia.

Em 2004, os irmãos lançam o quarto disco de estúdio sendo liderado pelo single “A Ilha”, que repete o mesmo feito e se torna uma das faixas mais executadas das rádios chegando a ficar durante a primeira semana de lançamento em #1 posição. O videoclipe foi o mais pedido durante três semanas no top 10 da MTV Brasil.

No ano de 2005 foi lançado “Obsessão” com participação especial do rapper Pregador Luo, e na nova gravadora, a Universal Music. O destaque é a música “Um Anjo”, versão do hit “Angels”, de Robbie Williams e também “Não vou chorar” e “Quando penso em você”.

No ano de 2007, os irmãos anunciavam um projeto histórico com o CD “Bandas”, que trazia regravações de sucessos dos anos 1960, 70 e 80. Entre as músicas do repertório estavam “Menina Linda”, “Não devo mais ficar” e o sucesso “Todo azul do mar”.

Em 2008, o KLB lança “Entre o Céu e a Terra”, disco que traz uma sonoridade mais country. As músicas “Amor de Verdade”, “Juro Por Deus” e “Estou Morrendo aos Poucos” viraram hit nas rádios.

No dia 30 de novembro de 2011, lançaram “KLB 3D” e se tornam os primeiros artistas brasileiros a trabalharem com essa tecnologia. O CD é composto por 14 músicas inéditas e com o adicional de “A dor desse amor”, hit da banda, em uma nova versão inglês/espanhol. “Vai”, a primeira música de trabalho, foi top 10 das mais pedidas em diversas rádios do país.

Em 2012, o grupo decidiu dar um hiato, pois Leandro estava focado na política, Kiko seguiu produzindo e compondo e Bruno havia se tornado lutador de MMA .

Em abril de 2014, o KLB anunciou o retorno para a gravação do DVD comemorativo de 15 anos. Gravado em alta definição e com resolução 4K na área externa do KLB Studios, em São Paulo, o registro recebeu apenas familiares e amigos como convidados. O DVD “Um Novo Tempo” foi lançado em 19 de maio de 2015 junto com um EP com quatro faixas inéditas. Durante aquele ano, o grupo fez diversos shows em comemoração aos 15 anos.

Orquestra Sinfônica do Paraná convida o público a uma viagem musical neste domingo

A Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta neste domingo, 16, um concerto com repertório de sete compositores diferentes no Centro Cultural Teatro Guaíra (CCTG). O programa propõe uma volta ao mundo com compositores de diversos países, representando desde a música clássica até à contemporânea brasileira. A condução fica por conta do maestro convidado João Maurício Galindo, que irá interagir com o público, comentando e explicando as obras. O espetáculo acontece no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão), às 10h30.

Entre os compositores estão os estrangeiros: finlandês Jean Sibelius; os franceses Georges Bizet, Emmanuel Chabrier e Charles Camille Saint-Saëns; e o mexicano Arturo Márquez. Os brasileiros estão representados por José Domingos de Morais e Severino Dias de Oliveira, muito mais conhecidos como Dominguinhos e Sivuca, respectivamente. “Esse concerto promete ser uma viagem, destacando o trabalho de compositores de vários países”, diz Cleverson Cavalheiro, diretor-presidente do CCTG.

Interação
Galindo fará comentários entre as obras, tornando o espetáculo uma oportunidade de aprendizado, confirmando que a música no teatro é para todos. “Uma tem melodia mais bonita, outra mais vibrante, outra mais solene. Eu vou procurar mostrar isso para eles, que a música também pode contar histórias. Tem uma que se chama Dança Macabra, de Saint-Säens, que apesar do nome, não é assustadora, mas divertida.”, pontua o maestro convidado.

Diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, Roberto Tibiriçá, explica que o maestro convidado tem experiência em interação com o público, o que facilitará a experiência musical dos espectadores, principalmente aqueles iniciantes em desbravar o universo erudito. “João Maurício Galindo tem um programa sensacional na rádio cultura FM de São Paulo chamado Pergunte ao Maestro, onde ele responde as perguntas básicas da população sobre a participação do maestro frente a uma orquestra, sobre as músicas que serão executadas. A interação dele com a plateia é muito interessante”, enfatiza.

SERVIÇO
Encontro com o maestro
Orquestra Sinfônica do Paraná
O quê: concerto
Classificação: sete anos
Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia-entrada)
Quando: 16 de abril às 10h30
Onde: auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão), em Curitiba

Crédito das imagens: Dany Gurgel/Maringas Maciel