Espetáculo A Perseguição retorna em cartaz com as últimas sessões do ano

João Mauro Cruz e Daniel Keller encenam o espetáculo em sua última temporada (Foto: Clever d’Freitas)
Com lotação restrita a 35 pessoas por sessão, o espetáculo existencialista A Perseguição retorna a Curitiba (PR) em suas últimas sessões. Com apresentações programadas para os dias 15, 16, 22, 23 e 29 e 30 de agosto, no Teatro Barracão EnCena, sempre às 20h, a montagem traz ao público uma experiência cênica imersiva e única.
Em cartaz desde 2016 (e sucesso de público em todas as temporadas realizadas) A Perseguição provoca a plateia a mergulhar com os personagens em uma busca por reconhecimento. Com direção de Silvia Monteiro (um dos principais nomes do teatro paranaense), atuação de João Mauro Cruz (vencedor do Prêmio Gralha Azul - 2023) e de Daniel de Mattos Keller, o espetáculo conversa com o teatro do absurdo a partir do texto assinado pelo dramaturgo brasileiro, Timochenco Wehbi.
Para criar uma experiência intimista, a montagem considerou desde a iluminação (criada por Clever d’Freitas) até a sonoplastia operada em sistema surround 5.1 (de Gui Koehler) para criar uma experiência imersiva e multissensorial.
“O espetáculo 'A Perseguição' nos convida a olhar para dentro de nós mesmos, ao apresentar, de forma provocativa, nossas angústias existenciais, nossas frustrações e sofrimentos, que andam de mãos dadas com nossas alegrias e delírios...tal qual o Mito da Caverna de Platão, estamos constantemente em busca de conhecimento em um mundo de ideias plurais”, comenta o cineasta e jornalista, Willy Schumann.
Uma inversão provocativa e imersiva
No palco, dois seres abstratos, duas ideias que se perseguem utilizando de diversos recursos teatrais para dar o clima à obra e instigar a plateia. Para Matheus Gimenez, ator e produtor audiovisual na RPC TV, a montagem é tocante e promove uma jornada individual de autoconhecimento.
“‘A Perseguição’ é um espetáculo sensível, toca e conversa com cada um da plateia de forma indireta e muito precisa. Traz um mix de textos clássicos muito bem executados pelos atores. É uma jornada de carinho, autoconhecimento, aceitação. Envolvente para todas as idades por que fala do Eu, algo que buscamos todos os dias. Vale cada minuto assistido”.
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Foto: Clever d’Freitas
Nesse cenário imersivo, com interpretações de teatro físico e nuances grotowskianos, a partir de sons, do espaço cênico e de outros elementos, A Perseguição apresenta uma linguagem repleta de simbolismos.
“‘A Perseguição’ foi um grande, impactante e inesquecível espetáculo para mim. Os atores Daniel Keller e João Mauro foram impecáveis! Atores perfeitos e com excelente expressão corporal, transmitindo facilmente os conflitos humanos como liberdade, a opressão, a resistência e os desafios enfrentados pelas pessoas em sociedades repressivas. Valeu muito! Sugiro colocarem no Festival de Teatro 2025, pois mais pessoas merecem assistir!”, revela Vanessa Teixeira Silveira, que prestigiou o espetáculo durante a temporada de abril.
Vale ressaltar que os ingressos já estão disponíveis tanto na bilheteria do Teatro Barracão EnCena (R. Treze de Maio, 160, Centro – Curitiba) quanto na plataforma Sympla.

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Datas e horários
A Perseguição (apenas 35 lugares por sessão)
Quintas e sextas-feiras (dias 15, 16, 22, 23 e 29 e 30 de agosto), às 20h, no Teatro Barracão Encena (Rua Treze de Maio, 160, Centro). Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no Sympla, a partir de R$ 25 (meia-entrada): https://www.sympla.com.br/evento/a-perseguicao/2376198
FICHA TÉCNICA
A Perseguição
Texto: Timochenco Whebi
Direção: Silvia Monteiro
Elenco: Daniel de Mattos Keller e João Mauro Cruz
Iluminação e operação de luz: Clever d'Freitas
Trilha original e sonoplastia: João Mauro Cruz e Gui Koehler
Desing sonoro e engenharia sonora: Gui Koehler
Operação de sonoplastia: Bila Ivankio
Produção e Figurino: TOTEM Produções Artísticas
Preparação de elenco: Bila Ivankio
Design gráfico e assessoria de imprensa: ACCIO Comunicação Estratégica
Fotografia: Gabriel Rega
Social media manager: Kauanny Buccini
Mediação: Leticia Kotryk
Mais informações:
Linktree: @aperseguicao

O COVEIRO Projeto une teatro, artes visuais e cinema, em uma peça teatral e instalação visual na CAIXA Cultural Curitiba

A Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba recebe, a partir do dia 31 de julho, a peça O COVEIRO. Além da apresentação teatral, o espaço vai receber a instalação visual homônima, que estará aberta à visitação a partir de 1º de agosto. Ambas atividades são gratuitas.

O COVEIRO, nova peça da Rumo de Cultura, é um trabalho que age na intersecção entre teatro, artes visuais e cinema. Durante o percurso da peça, o ator Diego Marchioro monta, diante do público, uma instalação a partir de uma coleção sobre vida e morte. O trabalho convida os espectadores a viver uma experiência multidirecional - fruir um trabalho de teatro que, durante seu percurso, se transforma em uma instalação de artes visuais.

A peça é articulada por fragmentos de textos que falam sobre arte, natureza, relação entre espécies, nascimento, morte, misturas e ovo - o símbolo da vida. A mistura de estilos textuais - poesia, crônica, conto e textos teóricos - dá o tom do trabalho, que tem uma relação profunda com as imagens em vídeo. Na peça, Diego Marchioro se relaciona com imagens de artistas que participam ativamente do Projeto Te(a)tralogia: Isabel Teixeira, Beto Bruel, Cida Moreira, Ná Ozzetti, Nadja Naira, Edith de Camargo e Fernando de Proença - diretor da montagem, atuam em vídeo, ancorando a relação da cena e convidando o público a refletir sobre modos de vida e sobre a morte. A captação de imagens é de Alan Raffo e a montagem é de Pedro Giongo.

Na peça, Diego também interage com objetos visuais criados especialmente para a montagem como uma Máquina de Cavar, criada pelo artista Guto Lacaz, a obra Segunda Natureza, de Milla Jung e um mobiliário de cena, criado por Erica Storer - que assina o cenário de O Coveiro. Também faz parte da montagem, um adereço de cabeça criado pelo estilista Walério Araújo. A trilha sonora é de Edith de Camargo e a iluminação de Beto Bruel.

Os artistas articulam a peça e a instalação a partir do hibridismo de linguagens - para encontrar o público, fazem encontrar teatro, artes visuais e cinema que, misturados, criam uma peça instalação sinestésica a fim de mexer com a percepção dos espectadores e refletir sobre vida e morte.

O Coveiro também apresenta uma canção inédita composta por Ná Ozzetti que grava, pela primeira vez, com a cantora Cida Moreira.

Este projeto encerra as ações de TE(A)TRALOGIA - projeto de construção de 4 peças de teatro autônomas que investigam modos e meios de construir a cena a partir de dispositivos como a criação de matérias textuais em sala de ensaio e a pesquisa de materialidades como agentes dos trabalhos. O encontro entre os idealizadores deste projeto – Diego Marchioro, Fernando de Proença e Isabel Teixeira – aconteceu em 2016, com a criação da primeira peça da tetralogia: LOVLOVLOV – peça única dividida em cinco choques - trabalho criado a partir das cartas de amor de Carmen Miranda. Em 2019, estreia a segunda peça deste projeto – PEOPLE vs. PEOPLE – O trabalho explicita a manipulação de discursos que, retirados de seus contextos, podem incriminar e condenar. Em 2022, entra em cena O UNIVERSO ESTÁ VIVO COMO UM ANIMAL, terceira peça da TE(A)TRALOGIA criada a partir da vida e obra do cientista Nikola Tesla. Em 2024, O COVEIRO encerra este projeto amplo, apresentando uma peça instalação sobre vida e morte . Além das peças de teatro, o projeto se alarga a fim de pensar a expansão de ações em teatro: em 2020 cria a áudio série PEOPLE vs. TESLA e, em 2021, o longa documental TE(A)TRALOGIA.

O COVEIRO é um trabalho multimídia que oferece, além da peça, uma instalação de mesmo nome que fica aberta à visitação durante a temporada do trabalho.

Ao longo da criação da peça-instalação, o projeto ofereceu 32 oficinas gratuitas com os criadores da Rumo de Cultura, sobre as especificidades da criação da cena, oferecidas para alunos de teatro e pessoas interessadas em processos híbridos de criação de cena contemporânea.
Este projeto foi realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivadores: UNINTER, IPO, Divesa e Phil Young 's.
Ficha Técnica

idealização e dramaturgia > Diego Marchioro e Fernando de Proença
direção > Fernando de Proença
com > Diego Marchioro
participação em vídeo > Beto Bruel, Cida Moreira, Edith de Camargo, Fernando de Proença, Isabel Teixeira, Ná Ozzetti e Nadja Naira
máquina de cavar, cartelas e identidade visual > Guto Lacaz
obra > Segunda Natureza - Milla Jung
canção original > composição de Ná Ozzetti a partir do poema de Giuseppe Tomasi di Lampedusa
piano e voz > Cida Moreira
voz > Ná Ozzetti
produção musical, gravação e mixagem > Ivan Gomes - Estúdio Lebuá
cenário > Érica Storer
cenotécnico > WL Cenografia - Will Batista
iluminação > Beto Bruel
assistência de iluminação > Wagner Corrêa
trilha sonora > Edith de Camargo
direção de fotografia > Alan Raffo
edição e montagem > Pedro Giongo
técnico de projeção >Pablo Colbert
técnico de som > Derico Santos
figurino -> Diego Marchioro
adereço de cabeça > Walério Araújo
fotografias > Elenize Dezgeniski e Lidia Ueta
design > Julia Brasil
assessoria de imprensa > Fernando de Proença e Paula Melech
estratégia de mídias digitais > Gabi Berbert
libras > Talita Grünhagen - Taé Libras e Cultura
mediação > Roberta Ninin
pesquisa antropológica > Maria Eduarda Rodrigues
direção de produção > Cindy Napoli
produção > Elisa Cordeiro
captação de incentivo > Carol Roehrig
coordenação de produção > Diego Marchioro| Rumo de Cultura

Serviço:
[Teatro] O Coveiro
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Datas: de 31 de julho e 18 de agosto de 2024
Horários: Quarta a sábado às 20h | Domingo às 19h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos na bilheteria a partir de 1h antes.
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos

[Instalação] O Coveiro
Local: Galeria Mezanino da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo n° 280 - Centro
Datas: de 1º a 18 de agosto de 2024
Horários: Terça a sábado das 10h às 18h | Domingo das 10h às 17h
Ingressos: Entrada franca. Retirada de ingressos na bilheteria a partir de 1h antes.
Classificação: Livre
Acesso a pessoas com deficiência 
Apoio: CAIXA e Governo Federal
Informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba
(41) 4501-8722

Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello se apresentam em Curitiba com a comédia ‘Conserto para Dois, O Musical’

Espetáculo é apresentado no Teatro Guaíra em data única, no dia 24 de agosto, às 21h

Comédia musical 100% brasileira retorna aos palcos com nova turnê e temporada

Ingressos podem ser adquirido nas bilheterias oficiais ou através do site https://www.diskingressos.com.br/

Crédito: Gabriela Schmidt
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Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello já têm data marcada para voltar ao teatro: dia 24 de agosto, às 21h, com a reestreia de “Conserto para Dois, O Musical”, no Teatro Guaíra, em Curitiba-PR. Depois do sucesso que foi a temporada e turnê em 2022, eles voltam em turnê e temporada com apresentações em cidades inéditas. Além de Curitiba, a agenda da circulação contempla as cidades de Pirassununga e Lençóis Paulista, no interior de São Paulo, as capitais do Rio de Janeiro-RJ e Vitória-ES, e uma temporada na cidade de São Paulo, no Teatro Frei Caneca. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

“Sentimos que ficou um gostinho de quero mais no público. Encerramos uma temporada com casa cheia e ingressos esgotados. Percebemos que ainda tinha mais gente que gostaria de ver essa comédia que é ‘Conserto para Dois, O Musical’ e decidimos fazer mais um temporada”, explica Claudia, que além de dividir o palco com Jarbas e se revezar com ele para interpretar os 12 personagens da história, ainda produz o espetáculo: “Quando voltamos no ano passado, ficamos na dúvida de como seria para o público voltar ao teatro, se eles iriam novamente, como seria essa retomada… Mas o abraço tão carinhoso deles superou e muito nossa expectativa. Então, estamos de volta!”.

Jarbas, por sua vez, também tem função dupla na montagem: além de estrelar “Conserto para Dois, O Musical” ao lado de Claudia, ele é o diretor do espetáculo. “Foi a primeira vez que dirigi Claudia e deu tudo muito certo. Ela é uma atriz que gosta de ser dirigida, que gosta da troca que essa dinâmica entre ator e diretor propõe. Então, o trabalho sempre fluiu de uma maneira muito boa. Acho que isso se traduz no palco, no encantamento que o público sente ao assistir ao espetáculo”, conta Jarbas: “O teatro já é mágico por si só. E acho que nosso musical traz uma magia ainda maior porque o público mesmo não entende como só nós dois podemos interpretar todos os personagens da história. Isso, aliás, rende histórias hilárias. Minha mãe, por exemplo, não me reconheceu quando eu estava no palco caracterizado como Dona Socorro (risos)”.

“Conserto para Dois, O Musical” conta a história de amor, encontros e desencontros entre o famoso escritor Ângelo Rinaldo (Jarbas) e a atriz internacional Luna de Palma (Claudia). Separados, os dois embarcam em um cruzeiro para esquecerem a desilusão amorosa. Eles só não contavam embarcar no mesmo navio, Sinfonia dos Mares, rumo à Antártida. É nesse cenário que se desenrola toda a história, criada por Anna Toledo a convite de Claudia e Jarbas.

“Eu cresci assistindo à Claudia Raia fazendo ‘TV Pirata’. Eu queria explorar aquele humor absurdo. Claudia e Jarbas são minhas grandes referências no teatro musical. Acho que assisti a tudo que eles fizeram no teatro nos últimos 20 anos. Os dois têm um sólido arcabouço de recursos cênicos, corporais, vocais. Sabendo para quem eu escreveria, muito dos personagens e situações já se desenharam”, afirma a roteirista.

Anna trabalhou lado a lado com o diretor musical, Tonny Lucchesi, e Thiago Gimenes para criar as músicas de “Conserto para Dois, O Musical”. Afinal, no teatro musical elas também contam a história que está se desenvolvendo, elas estão inseridas dentro da dramaturgia.

“Os temas foram pensados para dar todo esse clima de comédia. Como são muitos personagens, cada um tem uma característica musical bem marcante, que pretende dialogar muito com o público. Temos o luxo de ter Kátia Barros coreografando. É muito legal ver a conversa entre música e movimento que desenvolvemos. Além disso, Claudia e Jarbas são muito criativos e trazem humor para as canções”, pontua Tony.

O cenário, criado por Natália Lana, é praticamente um personagem da história. Ele vai se desdobrando para virar cenário para todos os momentos da divertida história que se desenvolve. Os figurinos são fundamentais porque eles ajudam a dar o tom da diferença entre as personas, que têm partituras corporais, timbres e trejeitos diferentes. O figurinista Bruno Oliveira ainda tinha um desafio muito importante: criar roupas que pudessem ser tiradas e colocadas entre 5 e 10 segundos. Sim, é mais ou menos esse o tempo que Claudia e Jarbas têm para sair de um personagem e entrar em outro.

“Trabalhamos muito com a Kátia Barros, nossa codiretora e coreógrafa, para criar os trejeitos e as partituras corporais de cada personagem. O figurino embala tudo isso. Já a preparação vocal ficou por conta do maestro Marconi Araújo, que é também quem assina a direção musical e vocal do disco do espetáculo, que lançamos com 10 faixas”, aponta Jarbas.

Navegando por outras águas

Com “Conserto para Dois, O Musical”, Claudia e Jarbas apostaram em criar novas formas de o público se entreter com o teatro musical. A dupla lançou o disco de espetáculo, com 10 faixas. Algo ainda pouco explorado no Brasil. As gravações aconteceram em um estúdio em São Paulo. O maestro Marconi Araújo é quem assina a direção musical e vocal do álbum.

“Eles já sabiam o texto e as músicas, já tinham feito o espetáculo, as concepções todas já estavam na cabeça. Eu realmente só precisei adaptar para o universo do disco. Acho que foi um processo muito tranquilo para eles. Tanto é verdade que gravamos o disco muito rápido, foi um processo que levou três dias. Eles realmente estavam muito preparados para fazer”, diz o maestro Marconi Araújo, que acredita que o lançamento do disco vai abrir mais um espaço para o teatro musical brasileiro: “Poucos espetáculos puderam fazer isso no Brasil. Alguns fizeram, mas, especificamente no nosso caso, tem um diferencial: no nosso caso, não é um álbum só das músicas, também há a parte de texto que une a história. Então, não é um álbum de músicas, é um álbum de dramaturgia. Isso é uma coisa diferente, acho que inédita, e pode sim abrir porta para outros espetáculos que queiram registrar o seu trabalho. Afinal de contas dá tanto trabalho e a gente acaba não ficando com registro nenhum nas plataformas digitais. Com certeza abre uma nova fronteira para o mercado de teatro musical brasileiro”.

As novidades não pararam por aí. Uma das faixas, “Tô bem melhor sem você”, ganhou um clipe, lançado em dezembro do ano passado. “Essa foi uma grande homenagem à comunidade LGBTQIA+, que sempre me acompanhou nesses quase 40 anos de carreira. Convidei para estarem comigo Marcia Pantera, Gysella Popovick, Catherrine Leclery, Salete Campari, Laysa Bombom, Alexia Twister, Silvetty Montilla, Allyssa Drummond, Lilian Ravani, Thália Bombinha e Rafaelly Poul. A Catherrine, por exemplo, veio da Alemanha especialmente para gravação”, relembra Claudia.

Marcella Rica é quem assina a direção do clipe, que foi gravado na boate Blue Space: “É sempre uma delícia e um privilégio trabalhar com a Claudia e com o Jarbas. Quando ela me ligou pedindo ajuda pra realizar essa ideia, eu não pensei duas vezes, ainda mais com a oportunidade de exaltar a arte drag e trabalhar com esse squad maravilhoso! Foi uma correria louca (risos). Realizamos tudo - da visita de locação, gravação, pré e pós produção - em uns quatro dias, se não me engano. E para isso contamos com a ajuda de uma equipe muito maravilhosa, que merece todos os aplausos! A ideia era também fazer esse paralelo com a linguagem do espetáculo, onde eles trocam de roupa com uma rapidez incrível diversas vezes durante a peça. Por isso, a ideia dos planos sequência com transições rápidas, que trazem um certo ilusionismo”.

Com texto de Anna Toledo, músicas dela, Thiago Gimenes e Tony Lucchesi, que também assina a direção musical do espetáculo, “Conserto para Dois, O Musical” volta em turnê nacional, com apresentações de 24 de agosto a 15 de dezembro. O espetáculo é apresentado por Ministério da Cultura e Bradesco Seguros.

FICHA TÉCNICA

Texto: Anna Toledo
Músicas: Thiago Gimenes, Tony Lucchesi e Anna Toledo
Direção: Jarbas Homem de Mello
Codireção e Coreografias: Kátia Barros
Diretor Musical: Tony Lucchesi
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Jarbas Homem de Mello e Jackis Roberto
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Bruno Oliveira
Visagismo: Dicko Lorenzo
Elenco: Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello
Participação Especial: Guilherme Terra
Diretor Musical Assistente, Arranjos e Piano: Guilherme Terra
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli
Produção: Amanda Leones – Versa Cultural
Produção Geral: Raia Produções
Realização: Magali Elena Produções, Bradesco Seguros e Ministério da Cultura - Governo Federal - Brasil - União e Reconstrução
Assessoria de imprensa: Motisuki PR

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

SERVIÇO - “CONSERTO PARA DOIS, O MUSICAL”

Duração: 100 minutos
Classificação indicativa: 10 anos

CURITIBA-PR
Local: Teatro Guaíra
Endereço: R. XV de Novembro, 971 - Centro, Curitiba - PR, 80060-000
Data: 24 de agosto
Dias de exibição: sábado
Horários de exibição: 21h, sábado

PLATEIA: R$110,00 meia entrada e R$220,00 inteira
PRIMEIRO BALCÃO: R$75,00 meia entrada e R$150,00 inteira
SEGUNDO BALCÃO: R$21,18 meia entrada e R$42,36 inteira

INGRESSOS
Atendimento presencial:
Bilheteria do Teatro Guaíra: nos dias de apresentação, a partir das 14h;
Loja Shopping Muller: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Teatro Positivo: Seg. à Sex: 11h às 15h / 16:10h às 20h; Sáb.: 17h às 21h
Teatro Fernanda Montenegro: Seg. à Sex.: 10h às 14h / 15h10 às 18h; Sáb.: 12h às 16h / 17h10 às 20h
Atendimento online:
https://www.diskingressos.com.br/

“Dóceis” volta em cartaz no fim de julho

Peça inspirada em conto de Dostoievski foi destaque no Fringe 2024

A peça teatral “Dóceis”, inspirada em um conto de Fiódor Dostoievski retorna em cartaz na quinta, 25 de julho, depois de sessões lotadas no Fringe do Festival de Curitiba. A montagem assinada por Licurgo Spínola ragora cumpre temporada no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, através do edital de Fomento e Difusão em Teatro, do Fundo Municipal de Cultura de Curitiba

Com Natalie Fronczak e Emerson Rechenberg no elenco, a estória, inspirada em um fato real, retrata a relação improvável entre um dono de uma loja de penhores e uma jovem órfã, marcada pela dificuldade na comunicação e pela diversidade de interesses de ambos, culminando em um casamento tóxico, abusivo e trágico.

Montada originalmente em 2022, a peça foi apresentada em outras cidades do estado e passou por algumas reformulações ao longo do tempo, resultado de pesquisas e de novas abordagens, tanto textuais quanto na encenação. A versão atual, em cartaz em Curitiba, é mais simbólica e dinâmica, potencializando a interpretação dos atores.
Nessa nova fase, a atriz Natalie Fronczak, que tem se destacados por suas atuações no audiovisual, se junta ao já veterano Emerson Rechenberg, que completa 30 anos de teatro em 2024 e que é responsável por outra montagem relevante adaptada do mesmo autor: Memórias do Subterrâneo, que conta em sua trajetória com centenas de apresentações, também produzida pela Casa de Artes Helena Kolody.

As apresentações contarão com tradução em Libras em todas as sessões, e a entrada é gratuita, por ordem de chegada, respeitando a lotação do espaço. Após as apresentações, serão realizadas rodas de conversa com o elenco e diretor, sobre o processo de montagem, como contrapartida do projeto.

Ficha técnica: Dóceis, adaptada da obra de Fiódor Dostoievski / Direção: Licurgo Spínola / Elenco: Natalie Fronczak e Emerson Rechenberg / Figurinos: Gilca Rigotti / Iluminação: Vini Sant / Cenografia: Licurgo Spínola e Emerson Rechenberg / Sonoplastia: Chico Paes / Fotos: Lucas Szabo / Produção: Casa de Artes Helena Kolody

Serviço:
Dóceis - Casa de Artes Helena Kolody
de 25 de julho até 04 de agosto
quinta a domingo, 20h.
Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222. 41 3321-3358
Entrada franca.
Ingressos distribuídos uma hora antes das apresentações.
Sujeito à lotação.
Intérprete em Libras em todas as apresentações
Tempo de duração do espetáculo: 70 minutos
Classificação etária: 18 anos
Contato do Produtor: 99613-3410
Instagram: @teatrodebolsocuritiba @casahelenakolody

Chico Mello e Hélio Brandão – O Reencontro Músicos curitibanos se apresentam em duas sessões, em julho, no Guairinha

O cenário musical de Curitiba será palco de um evento que reúne dois grandes nomes da música paranaense. O projeto "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro" acontece em duas apresentações, 27 e 28 de julho, no Guairinha, e promete reviver a colaboração que marcou a carreira dos músicos a partir da década de 80 e que continua a influenciar a música local e internacional até hoje.

Chico Mello e Hélio Brandão desenvolveram, cada um a seu modo, uma voz musical que se destaca pela inovação e pela capacidade de dialogar com diferentes estilos musicais. Este reencontro busca dar continuidade a mais de 40 anos de um produtivo debate sobre os novos caminhos da música paranaense e sua relação com o Brasil e o mundo, sempre valorizando a individualidade musical.

O reencontro dos músicos será documentado para celebrar uma parceria que, no início de suas carreiras, resultou na gravação do aclamado LP "Chico Mello - Helinho Brandão" em 1984. O trabalho, inclusive, foi reconhecido como um dos dez melhores LPs independentes do Brasil e recebeu o Troféu Chiquinha Gonzaga, no Rio de Janeiro.

Chico Mello é compositor, violonista, cantor e pianista de destaque no cenário internacional, conhecido por suas composições inovadoras que transitam entre a Europa e o Brasil. Em 1987, Chico Mello foi para a Alemanha, onde faz carreira até hoje, em Berlim.

Hélio Brandão, por sua vez, seguiu outros caminhos no Brasil, focando na música instrumental e no jazz. Hélio possui uma carreira reconhecida, recebendo o prêmio Trajetórias da Lei Aldir Blanc em 2020, por sua carreira de mais de 20 anos.

Participação Especial de Leonardo Gorosito
Para enriquecer ainda mais o espetáculo musical, o duo convidou Leonardo Gorosito, um dos mais importantes músicos da nova geração paranaense. Sua participação promete renovar e expandir as discussões estéticas iniciadas por Chico e Hélio, contribuindo para reflexões que podem influenciar gerações futuras de músicos.
Este reencontro, viabilizado pelo edital da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), busca intensificar esses diálogos musicais e trazer ao público a riqueza dessas experiências.

Serviço
Evento: "Chico Mello e Hélio Brandão - O Reencontro"
Datas: 27 e 28 de julho
Horário: 20h00.
Local: Teatro Guairinha, Curitiba
Ingressos:
Link dia 27 de julho:
https://deubalada.com/evento/395/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro
Link dia 28 de julho:
https://deubalada.com/evento/396/Chico_Mello_e_Hlio_Brando-_O_Reencontro

Ficha Técnica
Proponente, Direção Artística, e Solista Sax: Hélio Brandão
Produção Executiva/ Arranjos/Solista Piano Voz e Violão: Chico Mello
Solista Percussionista: Leonardo Gorosito

Coordenação Geral de Projetos: Marcelo Lemos da Silva
Assistente de Produção: Ana Paula Machado

Contrapartida Social/Ministrante da Oficina de Musicalização Coral Inclusivo: Luiz Alberto Amorim de Freitas
Contrapartida Social/Pianista: Fábio Rodrigo Cardoso

Produção de Vídeo: Luciano Coelho
Gravação de Áudio e Sonorização do Show: Vinícius Araujo
Iluminação: RODRIGO ZIOLKOWSKI

Assessoria de Imprensa e Redes Sociais: Com Leite Comunicação
Design: Alexis Graf
Locação de Piano: Donizete Bonifácio

Recital Música Inesperada traz a música do mundo

As canções tradicionais de países por onde passaram as rotas da Seda vão ser
apresentadas pelo grupo Studium Musicae.

O STUDIUM MUSICAE – Ateliê de Música Histórica volta ao Teatro do Paiol, após três décadas, desta vez para o recital-gravação do documentário MÚSICA INESPERADA. O grupo - que já foi composto por várias formações – teve no Paiol seu mais frequente palco nos anos 80 e início dos 90. Os concertos agora acontecerão nos dias 31 de julho e 1º de agosto. O documentário que está em fase final de gravações é dirigido por Neni Glock, que no passado fotografou o grupo desde quando ele se chamava Conjunto Renascentista de Curitiba.
O Conjunto Renascentista de Curitiba nasceu em 1981 por iniciativa da gambista Eunice Brandão (1960-2001) com apoio da Fundação Cultural de Curitiba, do maestro Roberto de Regina e da cravista Ingrid Serafim. No segundo semestre de 1983 passa a se chamar STUDIUM MUSICAE e no ano seguinte grava o LP “As Cruzadas”, o primeiro dedicado integralmente a música medieval em todo país. O grupo coordena festivais de música organizados em Curitiba. Em 1987 o grupo faz sua primeira parada, retornando em 1990 com nova formação, que perdura até 1994, quando realizam uma turnê pelos Países Baixos, que gerou o CD “HollandTour”, gravado ao vivo em uma igreja em Thesinge.
O grupo ressurge em 2022 com o CD triplo “Tríptico”, produzido por Alvaro Collaço, que traz a música dos dois grupos, recupera os dois discos lançados e gravações inéditas, a maioria exatamente no Teatro do Paiol. Em abril de 22 o grupo decidiu retornar às atividades com novos músicos. Atualmente, três músicos são da primeira formação: Flávio Stein, Norberto Pavelec e Plínio Silva. O violista Júlio Cesar Coelho é, com Plínio, da formação dos anos 90. Ao grupo se uniram em 2022 as cantoras Daniele Oliveira e Márcia Kaiser e o percussionista Fábio Mazzon. Mais recentemente, o vielista Mateus Sokolowski.

O Concerto
O programa do concerto tem uma proposta baseada no encontro. O encontro com um repertório instigante, que reúne instrumentos das mais diversas origens, colocados em diálogo de uma maneira criativa e inovadora; o encontro de vozes e línguas diversas. No sentido figurado porque cada integrante com sua longa experiência desenvolveu uma voz própria como intérprete. No sentido concreto porque o programa prevê música polifônica – portanto, com várias vozes – e também com várias línguas.
MÚSICA INESPERADA traz canções e também música instrumental pertencentes ao repertório dos inúmeros países por onde as Rotas da Seda cruzaram, no meridiano que passa por Portugal e Japão, percorrendo planícies, desertos, montanhas, mares, cruzando cidades, acampamentos, esconderijos de povos nômades até grandes impérios fundadores tanto no Ocidente, quanto no Oriente.
“Essa é uma proposta que vai muito além da música. Trata da cultura, da fé, do comércio, do intercâmbio entre povos, não só considerando as condições geográficas, mas também através do tempo, já que as Rotas iniciam séculos antes de Cristo, e permanecem cada vez mais ativas até o século XXI. Atualmente, inclusive, governos pretendem reinventá-las até de forma virtual”, afirma Flávio Stein, que ocupa a direção geral do concerto ao lado de Plínio Silva.
“O nosso encontro mais incisivamente é com o outro. Esse é um projeto que quer dar destaque a alteridade, porém, mais do que destacar as diferenças e confrontos, quer mostrar as semelhanças e a capacidade humana de dialogar e traduzir o mundo para o diferente, o estrangeiro”, finaliza Flávio que considera o concerto uma aventura-desafio com o objetivo de trazer para a contemporaneidade – e claro, para um público amplo - uma reflexão profunda sobre o momento em que vivemos.
Studium Musicae em Música Inesperada é projeto aprovado pela lei de incentivo à cultura da Prefeitura Municipal de Curitiba, categoria Mecenato, e com apoio do Instituto Joanir Zonta-Supermercados Condor. A realização é de Alvaro Collaço Produções. Os concertos têm entrada franca.

SERVIÇO
Rotas da Seda: a música do mundo
Data: 31 de julho e 1º de agosto
Horário: 20h
Local: Teatro do Paiol - R. Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho, Curitiba
Gratuito

PROGRAMA
Mevlana Macedônia
Lament Grécia
Epitaph Grécia
AvinuMalkeinu Israel

Chevalier mult estes guariz França
Gurun Armênia
Una pastora yo ami Sefaradid
Qosh Uzbequistão

Ondas do mar de vigo Portugal
Mongolia Mongólia
Psaume Rússia

Respiração da Primavera China/Taiwan
La Benedetta Itália
SnakeCharmer Índia
Cantiga de Santa Maria nº 18 Espanha

INTEGRANTES
Studium Musicae
Ateliê de Música Histórica

Daniele Oliveira voz
Marcia Kaiser voz
Norberto Pavelec voz, vièle
Fábio Mazzon percussão
Flávio Stein flautas, xiao
Júlio Coelho vièle, rabeca
Mateus Sokolowski viela de roda, bouzouki, bandolim
Plínio Silva harmonium, flautas

Direção Geral: Flávio Stein & Plínio Silva
Arranjos: o grupo
Transcrições: Plínio Silva
Transcrições fonéticas: Norberto Pavelec e Marcia Kaiser

Indavirus em “Não me quebra, Lauro” o show em Curitiba

A apresentação, que acontece no dia 04 de agosto no Teatro Bom Jesus

Curitiba se prepara para receber um show de comédia super aguardado que mistura stand-up comedy, sanfona, interação com o público e muito mais com o espetáculo Indavirus em “Não me quebra, Lauro" o show, apresentado pela dupla mais icônica do humor catarinense. A apresentação, que acontece no dia 04 de agosto no Teatro Bom Jesus, promete um imperdível show de humor e música ao vivo para agitar o público. Com realização da Canesso Produções, o evento começará às 19h. Os ingressos estão sendo vendidos pelo site da produtora CanessoProducoes.com.br .

Os curitibanos poderão se divertir com as aventuras e desventuras dos catarinenses que são conhecidos por seu humor único e cativante: Gustavo Pórco e Lauro Antigo. No palco, Gustavo fará de tudo para conquistar a atenção e arrancar elogios de seu amigo rabugento, Lauro, incluindo demonstrações de suas habilidades com a sanfona. Entre uma música e outra, os dois relembrarão histórias hilárias que viveram juntos.

Além disso, o show trará análises ao vivo de comentários nas redes sociais e revelará curiosidades inéditas sobre os bastidores do Indavírus, garantindo surpresas e muitas risadas para todos os presentes.

Sobre Indavírus

Apresentado pelos personagens Indaialenses “Gustavo Pórco” e "Lauro Antigo", o Jornal Indavírus tem a proposta desde a sua primeira edição, de levar alegria, conhecimento, e história para os moradores da região do Vale do Itajaí - SC. Contando lendas locais, curiosidades, e visitando as cidades da região, os programas são sempre apresentados na linguagem local da região, e com muito bom humor. Em 2022, o canal da dupla que leva o mesmo nome, Inda Vírus, foi o canal de humor catarinense mais assistido do YouTube.

SERVIÇO:
INDAVIRUS EM “NÃO ME QUEBRA, LAURO" O SHOW EM CURITIBA
Data: 04 de agosto de 2024
Horario: 19h
Local: Teatro Bom Jesus
Realização: Canesso Produções
Classificação: Livre
Duração: 90 minutos
Valores: A partir de R$ 50,00 (Meia-entrada pelo seguidor pelo @canessoproducoes).
Ingressos: CanessoProducoes.com.br

Shopping Estação realiza evento de adoção de Pets neste domingo (21/07)

Evento será realizado em parceria com o Instituto SOS 4 Patas PR

O Shopping Estação em parceria com o Instituto SOS 4 Patas Paraná vai realizar um evento de adoção de Pets neste domingo, 21 de julho, das 13h às 18h em frente ao Museu Ferroviário. Todos os animais disponíveis para a adoção estão castrados e vacinados.

“Ter um animal de estimação é um processo de muita alegria, na Feira conseguimos auxiliar na escolha, e contribuir com todos os cuidados gerais para essa fase inicial de convívio e adaptação no ambiente doméstico”, reforça Mariane Mazzon, representante do Instituto SOS 4 Patas Paraná.

Os interessados em adotar um ou mais cães devem ser maiores de 20 anos e devem apresentar os seguintes documentos: RG, CPF e comprovante de residência, assim como fotos e vídeos da residência. Além disso, serão submetidos a uma entrevista realizada pela ONG SOS 4 Patas.

Sobre o Shopping Estação

O Shopping Estação é ponto de encontro e referência em entretenimento e gastronomia na cidade, com um mix de mais de 150 lojas, entre compras, alimentação, serviços, comodidades e entretenimento. Além disso, reúne parte da história de Curitiba no Museu Ferroviário, único museu dentro de um shopping no Brasil. Inaugurado em 14 de novembro de 1997, há 26 anos o Shopping Estação tem participação ativa na vida dos curitibanos e de milhares de turistas que passam pela capital paranaense.

Campeonato de Pole Dance reúne 50 atletas em Curitiba

Acontece neste sábado (20), no Teatro Bom Jesus, em Curitiba, a 4ª edição do Curitiba Pole Arte, tradicional campeonato de Pole Dance, que vai reunir cerca de 50 atletas de todo o Paraná em performances que envolvem técnica e interpretação artística, em seis diferentes categorias: principiante, amador, semi profissional, profissional, master (+40) e HeelOgraphy (para quem quiser competir usando salto alto).

Uma pesquisa realizada pela Vortex, marca de roupa especializada na prática, em parceria com o Curitiba Pole Arte, aponta o crescimento médio de 45% no número de alunas e alunos interessados no treinamento desta modalidade, nos últimos dois anos, com idades entre 26 e 40 anos. O levantamento contou com seis dos principais estúdios do estado.

Segundo a organizadora do evento e educadora física, Eloise Alcântara, esta também é uma oportunidade para o público em geral conhecer melhor essa modalidade de dança. "Ainda existe muito preconceito quando falamos no pole dance e esse espetáculo nos permite desmistificar, mostrar que é um esporte, uma dança linda e cheia de magia, que pode emocionar, entreter e divertir o público".

Bárbara Bioni, empresária e fundadora da marca Vortex, conta que a paixão pelo Pole Dance levou a um grande impacto em sua vida, com mudança de hábitos e também de profissão. “Eu atuava como designer gráfica e o envolvimento com esse esporte, que também é arte, me fez seguir um caminho de dedicação total. Hoje sou atleta, participo de diversos campeonatos, e dedico a minha profissão para criar roupas que ajudam na expressão artística e também trazem conforto para as praticantes”, conta.

As apresentações deste campeonato serão avaliadas por sete jurados técnicos e artísticos, formados por atletas de renome na área: Grazzy Brugner, Talia Antoniolli, Isis Maia, Mariana Souza, Cris Sáez, Nanna Mercury e Sandra Souza.

UM ESPORTE PARA TODOS - Eloise, que também é especialista em treinamento de força e gestão cultural, ressalta que o Pole Dance é um esporte para todos os interessados. “Independente do corpo, da idade e da identificação sexual. Todos têm potencial para desenvolver as habilidades necessárias nas diferentes modalidades pole, que podem ser artístico, esportivo e aéreo, entre outras”.

São inúmeras as vantagens que o pole dance oferece e elas vão além dos resultados físicos como força, flexibilidade e equilíbrio. “Estamos falando também de autoestima e a sensação de pertencimento a um grupo. Desenvolvimento da criatividade, consciência corporal e eu sempre incentivo a participação em campeonatos e espetáculos”.

SOBRE A VORTEX - O nome da marca representa a deusa do Pole Dance, criada para celebrar a fusão da arte, força e espiritualidade. Segundo Bárbara, a primeira coleção é uma celebração do ciclo lunar. “O nosso desafio foi capturar beleza e misticismo e transformar em tecido. Cada peça desta coleção foi cuidadosamente desenhada para refletir as diferentes fases lunares, desde a Lua Nova (introspecção) até a Lua Cheia (transbordamento e abundância), simbolizando os ciclos de renovação e transformação que todos experimentamos”, ressalta.

As peças estarão disponíveis para pré-venda no início de agosto.

SERVIÇO
Curitiba Pole Arte - Realização Elô Alcântara
Quando: 20 de julho, a partir das 15 horas
Local: Teatro Bom Jesus, Curitiba - PR
Ingressos: R$ 70 (41) 9977-0628

Leticia Sabatella reúne a arte paranaense e pernambucana neste final de semana

Com ingressos esgotados, o Teatro do Paiol recebe nesta sexta (19) e sábado (20) Leticia Sabatella, Juliano Holanda, Eugênio Fim e Luiz Felipe Leprevost

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(Foto: Divulgação)

Entre o sul e o nordeste brasileiro, existe uma distância longínqua. Mas, pela arte do encontro, os sotaques e as relações culturais abrangem diversas possibilidades. Da poética entre a palavra escrita e a falada, é nesta tenuidade que surge o show ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, onde os artistas compartilham em cena, as canções do álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, lançado durante a pandemia.

O show no Teatro do Paiol, nesta sexta (19) e sábado (20), a partir das 20h, traz também, a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com direção musical de Eugênio Fim. Os ingressos para sexta-feira estão esgotados.

Mineira criada em Curitiba, Leticia Sabatella é de casa, conhece bem os palcos da cidade. Por outro lado, Juliano Holanda, desembarca na capital, diretamente de Pernambuco, e traz consigo, o seu repertório de vida e arte que engrandece o encontro entre os artistas.

Embora não seja a primeira vez que o compositor e instrumentista natural de Goiana (PE), esteja em Curitiba, esta junção entre eles, consolida nesta apresentação inédita, as canções que integram o álbum ´´Poéticas da Terra em Crise``, com produção musical assinada pelo músico Eugênio Fim. Desenvolvido durante a pandemia, segundo Leticia Sabatella, o projeto não é datado. Porém, expressa a realidade de um processo que extrapola os laços artísticos.

“Eu sou extremamente grata ao Emerson Rechenberg e ao Eugênio Fim, por terem me convidado durante a pandemia para fazer parte desse projeto, ter fomentado a minha criatividade neste encontro de ideias. Em um momento tão triste, foi um abraço à distância. Esse sentimento ainda existe, pois temos coisas boas daquele período para rememorar também. Isso é a arte, ela acontece em seus momentos e nos salva das crises, em sua emergência. É muito legal encontrar essa cena com diversos profissionais de diversas áreas entre o Paraná e o Nordeste”, ressalta a multiartista.

Com produção executiva assinada por Emerson Rechenberg, há três anos, quando Letícia convidou Juliano para integrar o projeto, foi um desafio abismal. Além da pandemia, toda a equipe estava em uma localidade distinta. Ainda assim, a sensibilidade entre eles possibilitou a reunião de um repertório atemporal.

“O tema proposto por Letícia é o centro gravitacional, e o repertório foi se desenhando a partir dele. Acaba que ficou um misto de canções pandêmicas e pós-pandêmicas. Durante a pandemia, cada um criou seu próprio formato de produção”, pondera Juliano Holanda.

Sobre o álbum

Com seis canções, além de confrontar o tempo, em ´´Poética da Terra em Crise``, o álbum reúne as composições de Zélia Duncan e Juliano Holanda – em ´´Apesar do Mundo``; Tio Tonho Champoski e Eugênio Fim – em ´´Sobre Hoje``; Chico Paes e Octávio Camargo – em ´´Laika``; e Luiz Felipe Leprevost e Thiago Catarino em ´´Senhores do Ódio``.

´´As crises são cíclicas e permanentes. Estar em crise é uma condição de crescimento e transformação. A gente ainda está vivendo diversas crises e recomeços. Existe um caráter universal. Para nós enquanto humanidade, lidar com tudo isso, com a poética e tantos artistas, é uma proximidade de construções diárias. A gente entende que sempre terá crises pessoais para também ser espelhada nesta poética``, ensina Leticia.

Com produção musical e arranjos assinados por Eugênio Fim, à distância, o processo criativo e a colaboração entre os três, foi norteada por uma sonoridade onde a preocupação estética reflete a poética da palavra escrita. Para o produtor, a realização do projeto durante a pandemia foi um desafio quase distópico, mas o alinhamento artístico foi imprescindível para o conceito do álbum.

“Batendo um papo com a Leticia ela chegou nesse nome que era justamente o estopim do isolamento social. Nós gravamos tudo de forma online e à distância. Foi um projeto árduo e bem intimista. É uma estética eletrônica, o processo é orgânico para o eletrônico nascer. Existem diversos contrapontos nas nuances sonoras”, reflete Eugênio Fim.

Sobre o show

Em ´´Letícia Sabatella convida Juliano Hollanda``, em ambas apresentações, o show conta ainda com a participação especial do escritor, dramaturgo, ator e compositor, Luiz Felipe Leprevost, com a direção musical de Eugênio Fim. Neste encontro de sotaques, a apresentação estreita os laços entre o nordeste e o sul. Para Juliano, realizar este show é um ciclo natural para fortalecer a proposta do projeto.

´´Quando a Letícia me falou do projeto e perguntou se eu tinha canções que coubessem. Acabei escrevendo uma com Zélia e ela escolheu “Porque você”, de minha autoria e que já havia sido gravada por Almério. Nós trabalhamos numa série chamada ´Amorteamo`, anos atrás. E desde lá, já rolou muita empatia e identificação. Aqui e ali estivemos por outros palcos, como no projeto Alfarrábio Sonoro, junto com Lirinha, Anelis Assumpção e Ava Rocha. Também estive com ela na Marcha das Margaridas, em Brasília. Acho natural que haja esse desdobramento”.

Após três anos, o palco do Teatro do Paiol, será marcado por um dos principais shows deste ano. Desde o conceito do projeto, até a realização desta performance, condensar a apresentação entre eles, é o início de um novo ciclo.

“A sensação em realizar este show é de preencher uma lacuna, embora a gente tenha ficado extremamente grato por realizar nas condições que fizemos e termos sobrevivido enquanto perdíamos muitas pessoas próximas, havia sempre a sensação de frieza da distância que o show vai complementar agora com o público”, explica Emerson Rechenberg, responsável por assinar a produção do show que integra a programação cultural dos 20 anos da Casa Helena Kolody.

Para Eugênio Fim, o show é complementar ao álbum. Porém, a construção para os dois dias de apresentação, é um processo em constante desenvolvimento. ´´Poder guiar todo esse processo e estarmos ao vivo pela primeira vez, é criar um espaço dramatúrgico de imersão. A estética final com as projeções e o som é um processo de maturação. É uma instalação audiovisual performática. Nós tivemos poucos ensaios, a emoção é de pura adrenalina e satisfação``.

Da terra em crise às possibilidades poéticas, a reunião cultural de repertórios e vivências distintas, afloram as perspectivas geográficas que serão celebradas com nomes essenciais da cena artística brasileira.

“Eu sou apaixonada pelos nossos poetas de Curitiba. Temos algo peculiar, muito próprio. Apesar da mesma língua de alma, e também da portuguesa, são outros sotaques neste encontro”, festeja Leticia.

Com ingressos esgotados para o show de abertura na sexta-feira (19), ainda é possível adquirir para o sábado (20), pela plataforma Deu Balada, neste link. Ambas as apresentações têm início às 20h, no Teatro do Paiol.

No sábado, além do show, Leticia Sabatella, Juliano Holanda e Eugênio Fim participam de um bate-papo aberto ao público no Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme 66), a partir das 10h, com entrada gratuita.

Em ´´Leticia Sabatella convida Juliano Holanda``, o show é um projeto realizado com recursos de apoio à cultura - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Com a realização da Casa de Artes Helena Kolody.

Serviço

Leticia Sabatella convida Juliano Holanda
Quando: 19 (sexta-feira) e 20 (sábado) de julho
Onde: Teatro do Paiol
Endereço: Cel Zacarias, nº 51 - Prado Velho
Abertura do Teatro: 19h
Início do show: 20h
Valores: Entre R$10 e R$20
Ingressos disponíveis em Deu Balada

Ficha Técnica

Realização: Casa de Artes Helena Kolody
Produção Executiva: Emerson Rechenberg
Direção Artistica: Letícia Sabatella
Direção Musical: Eugênio Fim
Musicos: Alonso Figueroa e Vina Lacerda
Cenografia: Guenia Lemos
Iluminação: Nádia Luciane
Libras: Jonatas Medeiros
Assistência de Produção: Mariane Antunes
Assessoria de Imprensa: Lucas Cabaña (Cabana Assessoria)
Artes: Andye Di
Videomaker: Roni Nascimento
Apoio: Soy Loco por Ti, Nina e Jacobina

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DE APOIO À
CULTURA - FUNDACAO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA
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Espetáculo teatral traz Édipo: uma Ópera Rap no Guairinha

Aliando o clássico ao contemporâneo, a peça traz uma perspectiva feminina do mito de Sófocles, adaptação de Marcelo Bourscheid, produzido pela Entre 2 Produções para desmistificar e ampliar o olhar sobre as mulheres na história que sempre padeceram sob a tragédia grega, estreia dia 8 de agosto, gratuitamente, no Guairinha, em Curitiba.

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Equipe de “Édipo: Uma Ópera Rap”, reunida para a montagem com estreia marcada para dia 8 de agosto no Teatro Guairinha, em Curitiba. Foto de Rapha Fernandes (acesse aqui para mais imagens: Fotos e arte - Édipo: uma ópera rap )

Já imaginou misturar música clássica, com o rap, um mito trágico sob a perspectiva das mulheres praticamente esquecidas na história? Essa é a resposta cênica proposta pelo espetáculo Édipo: uma ópera Rap, montagem da Entre 2 Produções, que estreia dia 08 de agosto às 20 horas no teatro Salvador de Ferrante, o Guairinha. A obra é conduzida pela diretora Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid, direção e composição musical de André Ricardo Souza e direção de movimento com Raphael Fernandes. Todo o processo foi feito de forma colaborativa e conduz o público para um olhar crítico feminino. Ismene e Antígona, representadas pelas atrizes e cantoras Taciane Vieira e Jaquelivre dão voz e corpo às filhas do rei Édipo, o mais infeliz de Tebas, soma-se a elas para narrar a história a cantora lírica Vanessa Rafaelly.

Um dos mais emblemáticos mitos da antiguidade greco-romana, Édipo ainda intriga estudiosos e artistas, e ainda é fonte inesgotável nas artes cênicas para análise das relações entre a cena contemporânea e o imaginário grego. De acordo com a diretora, o espetáculo se fundamenta na transposição dos elementos presentes no mito de Édipo para o contexto contemporâneo, “a base é uma dramaturgia própria resultante em um universo cênico com inúmeras pulsões e imagens poéticas oriundas do mito”, revela Joss. As protagonistas femininas cantoras juntam-se com uma orquestra majoritariamente formada por mulheres, ao corpo de baile - um grupo diverso de bailarinos de diferentes estéticas da dança hip-hop com influências de danças clássicas, jazz e dança contemporânea - agregar força e movimento a esta obra, assumindo, formações diferenciadas em cena e executando coreografias que vem completar o fio dramatúrgico do espetáculo.

“Nosso trabalho tem um caráter híbrido e dialoga com elementos da ópera, da tragédia, do hip hop e seu processo de criação promove a fricção criativa de artistas do hip-hop, músicos e compositores de formação erudita, cantoras líricas, atrizes cantoras, como agentes criativos nesta investigação pela tragédia de Sófocles”, conclui a diretora Jossane Ferraz.

Serviço
ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Estreia: 08 de agosto 2024 - 20 horas
Dia 9, 16h e 20h.
Dia 10, 16h e 20h.
Dia 11, 19h.
Local: Guairinha - Auditório Salvador de Ferrante
Rua XV de Novembro, 971 - Centro
Ingressos: Gratuitos

Sinopse
Édipo: Uma Ópera RAP

A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP”, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas de Édipo, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega. Apostando na potencialidade do diálogo entre a tragédia grega, a ópera e o rap, esse espetáculo traz um elenco com artistas oriundos de diversas linguagens artísticas (hip hop, canto lírico, rap, dança, música, teatro) para dar voz ao que foi silenciado nesta moderna-antiga história: a voz das mulheres. Édipo, Laio, Etéocles, Polinices e todos os homens dessa história estão mortos. Restam a mulher e sua dor. Restam a mulher e sua voz. Vamos ouvi-las.

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Ficha Técnica ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP

Direção: Jossane Ferraz
Composição e direção musical: André Ricardo Souza.
Direção de movimento: Rapha Fernandes.
Dramaturgia e orientação cênica: Marcelo Bourscheid.
Produção: Jossane Ferraz e Iara Elliz.
Iluminação: Lucri Reggiani
Cenografia: Jossane Ferraz
Cenotécnico: Reinaldo Silva
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Design Gráfico: Rapha Fernandes
Estagiando: Giovanna Beatriz e Luiz Toniato.

Atrizes/cantoras: Taciane Vieira e Jaquelivre.
Cantora lírica: Vanessa Rafaelly.
MC: Junior Zehut
Bailarines: Gui Negão, FlaPê, Maikinho FlyingBoys, Silvester Neto e Flávia Martins.
Instrumentistas: Denusa Castellain, Dalila Lopes, Violinista Chavosa e Luís Fernando

RAIZ, nova criação da artista Greice Barros, estreia com entrada gratuita

RAIZ, nova criação da artista Greice Barros, abre curta temporada no dia 18 de julho de 2024 no Espaço Obragem. A peça fica em cartaz até dia 28 de julho, de quinta a domingo, 20h e sábados com sessão dupla, às 18h e 20h. A entrada é gratuita, com ingressos distribuídos uma hora antes.

Em maio de 2024, a peça foi apresentada no Mosteiro Monte Carmelo, no Sitio Cercado - instituição que atende mulheres em situações de vulnerabilidade, cumprindo ainda com outras sessões em espaços alternativos da cidade e também em Pindamonhangaba, em São Paulo.
RAIZ é uma obra que age no trânsito entre dança, teatro e performance. Ancorada na imagem e no movimento da raiz, a peça se cria na relação entre estudos da biologia e da anatomia dos corpos vivos, do corpo-voz enquanto produção de sentidos e das experiências poéticas e da ancestralidade das nossas raízes.
O processo de pesquisa de RAIZ teve início em 2020, no Projeto de Residência em dança IMP. Desde lá, Greice experimentou vários formatos em diferentes contextos até chegar no Espaço Obragem, em sua primeira temporada. Nesta etapa, de compartilhamento com o público, a artista contou com interlocuções e processos imersivos de criação com Elza Fernandes, participantes do Movimento Xondaria Kuery Jera Rete (Antonina), Maíra Leme (RJ) e Mônica Montenegro (SP). Inaugurando um processo de criação continuado de seis meses, junto aos co-criadores, o projeto foi se articulando com Lígia Souza, na pesquisa dramatúrgica, Faetusa Tirzah, na visualidade e as elaborações ritualísticas e Lu Faccini, na criação sonora, além de inúmeras colaborações e atravessamentos artísticos decorrentes deste percurso.
A imagem de ramificação, de rede, de plataforma de criação, de movimento contínuo e lento, se associa com o processo de pesquisa e criação e também com a cena em si. RAIZ é um acontecimento em experiência. Promove encontros com as pessoas para que, através da ativação de sensações relacionadas às raízes, possam emergir percepções - subjetivas, políticas e ancestrais - a partir da conexão entre modos de vida a fim de pensar, coletivamente, em futuros possíveis.
Greice Barros, com sua criação, busca criar uma dança ancestral e futurista que nasce do silêncio - sobretudo do silenciamento das mulheres. A peça convida a um rito coletivo que testemunha, afirma e celebra, na união dos corpos, a vida.
Este projeto foi realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivadores: Kirsten Painéis Elétricos, BRT Consolidadora | Operadora de Turismo, Sigma Telecom, Softmarketing e PESA.
SOBRE A ARTISTA
Greice Barros é intérprete, articuladora cultural e criativa, pesquisadora dos estados de presença artística no corpo/voz, produtora e gestora cultural, atuando principalmente em ações de continuidade em perspectivas de rede e práticas horizontalizadas de criação artística e produção cultural. Formada em Artes Cênicas pela FAP/UNESPAR, especialista em Políticas Culturais de Base Comunitária pela Flacso – Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (AR) / Programa IberCultura Viva e participante de inúmeras oficinas, residências e formações ligadas ao corpo, a dança, performance e teatro em Curitiba, São Paulo, Paraty e Rio de Janeiro, Brasília e Lisboa. Integra a CiaSenhas de Teatro desde 2002, como atriz e por dez anos na gestão de sua sede. Sócia fundadora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, produtora por onde idealiza e produz a maioria de seus projetos e parcerias com instituições e artistas. Atuante nos processos de produção, aplicação e pesquisa das políticas culturais voltada às linguagens artísticas e as culturas dos povos originários.

EQUIPE DE CRIAÇÃO

Criação, Pesquisa e Performance - Greice Barros
Interlocutoras de Criação/Imersões - Elza Fernandes, Maíra Leme e Mônica Montenegro
Dramaturgia - Lígia Souza
Visualidades e Elaborações Ritualísticas - Faetusa Tirzah
Criação Sonora - Lu Faccini
Colaboradoras de Criação - Katiane Negrão, Luah Guimarãez e Maíra Lour.
Produção - Cindy Napoli e Gilmar Kaminski
Desenho de Luz - Wagner Corrêa
Colaboração Técnica no Desenho de Som - Ary Giordani
Trilha Mesa Raiz - Ary Giordani, Bruna Buschle, Greice Barros e Roseane Santos
Assistente de Criação e Desenhos - Mainu
Assistente Técnica - Iyamí
Assistente de Produção - Dânatha Siqueira
Designer Gráfica - Adriana Alegria
Assessoria de Imprensa - Fernando de Proença
Redes Sociais - Tayná Miessa
Site - Gabriel Machado
Registro (foto/vídeo) - Lidia Ueta
Captação de recursos - Meire Abe
Realização - Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento

SERVIÇO
RAIZ

18 a 28 de julho de 2024
Quinta, sextas e domingos 20h
Sábados 18h e 20h

Espaço Obragem
(Al. Júlia da Costa, 204 - São Francisco, Curitiba/PR)

Entrada gratuita - ingressos distribuídos uma hora antes
Classificação indicativa: 14 anos

Teatro Paiol recebe o Palco Difusor da Bananeira Brass Band para show de lançamento de novo EP

Música

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

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Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP.
Créditos: Miriane Figueira (para mais imagens acesse aqui: FOTOS ARTISTAS)

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP - Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP - Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor - Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:

Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube

Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 - Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo. A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.
A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band:
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música:

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo "Garage". O grupo tem como pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista "Bface" em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro "Pumapjl". Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina e Jamile se uniram para formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Judy O Arco Íris é aqui com Luciana Braga

Depois do sucesso de público e crítica nas temporadas do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Brasília, Flavio Marinho traz a Curitiba, em Curtíssima temporada, o musical

Texto e direção de Flávio Marinho Direção musical Liliane Secco

Com Luciana Braga interpretando Judy Garland

Curtíssima Temporada de 26 a 28 de julho no Teatro Regina Vogue no Histórico Shopping Estação

Luciana Braga dá vida a Judy Garland

Através de uma dramaturgia de auto ficção e direção de Flavio Marinho, em que sua própria história da atriz brasileira se funde a da atriz norte-americana, jogando luz sobre as lutas internas e externas que o artista até hoje enfrenta. A Luciana é acompanhada em cena pelos músicos André Amaral e Liliane Secco, que assina também a direção musical.
Indicado aos Prêmios CESGRANRIO 2022 de melhor atriz em musical e melhor direção musical, o espetáculo foi criado em comemoração aos 35 anos de carreira de Marinho e ao centenário da lendária atriz e cantora Judy Garland (1922-1969), estrela da era de ouro de Hollywood.

Judy Garland, considerada um dos maiores nomes da era de ouro de Hollywood, e mãe da também atriz e cantora Liza Minnelli, se eternizou pela carreira brilhante iniciada ainda na tenra infância, crescendo acompanhada pelos olhos de um mundo inteiro, até o final. Sua atuação aos 16 anos como Dorothy no filme “O Mágico de Oz” (1939), e sua interpretação para a canção “Over The Rainbow” tornaram-se um clássico, e marco definitivo na indústria cinematográfica. Por este trabalho a atriz ganhou um Oscar Juvenil, prêmio honorário concedido poucas vezes pela ‘Academia’ a artistas menores de 18 anos em reconhecimento à sua "excepcional contribuição ao entretenimento na tela”.

Em seus 47 anos de vida, Judy Garland atuou em 38 filmes. Este mesmo público que acompanhou suas glórias, foi também testemunha das suas tragédias familiares e da luta contra as drogas e o álcool, mas pouco sabe sobre o humor e inteligência agudos de Judy, uma mulher que sabia rir de si mesma.

O musical “Judy - o arco-íris é aqui” fala de uma faceta pouco conhecida da estrela, e da capacidade do ser humano se reinventar e se redescobrir, assim como fez Judy, muitas vezes longe do olhar do seu público.
“Um texto sob medida, que nem nos meus delírios mais selvagens ousei fantasiar. Eu, Judy e Flávio, juntos e deliciosamente misturados. Que sonho! ”, nos diz Luciana.

A peça entrelaça, de forma não linear, a biografia de Judy Garland com a história pessoal de Luciana Braga, numa metalinguagem que navega entre passado e presente, ficção e realidade.

São executados ao vivo, em trechos ou íntegra, 14 sucessos de Judy, entre eles as emblemáticas “Over The Rainbow”, “The Man That Got Away”, “Get Happy”, “That's Entertainment”.

“Quando ‘Judy’ estreou em junho passado, no dia do centenário dela, tudo era uma incógnita. O público teria coragem de ir ao teatro por causa da pandemia? Como eles reagiriam diante de um musical biográfico não tradicional, onde são contadas as vidas da personagem e da atriz? A aceitação do público - de várias gerações - e da crítica foi enorme e imediata. Ganhamos segurança e coragem para trazer para São Paulo um espetáculo que
deu tanto prazer a nós e aos outros. Sem falar no êxtase provocado por Luciana Braga. Arrebatadora.”, conta Flavio Marinho.

Sobre a montagem, o diretor explica: “o espetáculo se sustenta no tripé da trajetória artística de Judy: o cinema, a TV e o music hall. Três veículos de representação artística com encontro marcado em um: o teatro.

A opção pela “auto ficção” veio naturalmente, para enfatizar o paralelo entre as vidas do artista brasileiro e estrangeiro. Longe de tentar mimetizar os jeitos e trejeitos da Judy atriz e cantora, o espetáculo assume um tom de ambiguidade em que a própria trajetória de Luciana – desde criança perseguida por ser ‘parecida com Judy Garland’ – estará em cena a ponto de levar o espectador a se interrogar quem está no palco: Luciana, falando de Judy, Luciana ‘Incorporando’ Judy ou Luciana falando de Luciana – que também se reinventa como Judy. ”

SERVIÇO
Judy O Arco Íris é aqui com Luciana Braga
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos

Curtíssima Temporada em Curitiba
De 26 a 28 de julho | Sexta e sábado às 20h e Domingo às 18h

TEATRO REGINA VOGUE
Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 - 2004 - Rebouças, Curitiba - PR, 80230-010
Telefone: (41) 3014-7826

Venda de ingressos
Online: www.diskingressos.com.br

Presencial – PDVS Diskingressos
Shopping Muller – Piso L1 – Segunda à Sexta - 10h às 22h | Sábado e Domingo – 14h às 20h
Teatro Positivo – Segunda à sexta - 11h às 15h e 16h30 às 20h | Sábado 17h às 21h
Teatro Fernanda Montenegro - Segunda à sexta - 10h às 14h e 15h30 às 18h | Sábado – 12h às 16h e 17h30 às 20h

Valores Ingressos

Setor único - Plateia: R$ 60,00 Meia-Entrada e R$ 120,00 Inteira

- ICATU – 50% de desconto para Clientes, funcionários, parceiros e corretores da ICATU.

- PROMOCIONAL – MEDIANTE DOAÇÃO DE 1 LIVRO EM BOM ESTADO SOMENTE PARA A SESSÃO DO DIA 26/JULHO –R$ 60,00 -

Atendimento à imprensa  
Marcelo Filgueiras 
48 991235055
producao.littlejohn@gmail.com

Link para fotos em alta
https://drive.google.com/drive/folders/1PDgq0ETIGi7S36aT5BZtsnydAysPkv3z?usp=sharing

Trilha do Espetáculo

- Introdução instrumental de “Se Eu Quero, Vou Cantar”
- Introdução instrumental de “YOU MADE ME LOVE YOU” (Songwriters: J. Mccarthy / J. Monaco / J. Bescos) 3- Introdução instrumental de “I Got Rhythm” (Songwriters: George Gershwin / Ira Gershwin)
- Trecho de “We’re Off To See The Wizard” (Arlen Harold / Harburg E Y)
- Introdução instrumental de “ZING! WENT THE STRINGS OF MY HEART” (Songwriters: James F. Hanley) 6 - “Rock-A-Bye Your Baby With a Dixie Melody” (Songwriters: Jean Schwartz / Joe Young / Sam M. Lewis) 7 - Introdução instrumental de “Trolley song” (Hugh Martin e Ralph Blane)
- Introdução instrumental de “HAVE YOURSELF A MERRY LITTLE CHRISTMAS” (Songwriters: Blane Ralph / Martin Hugh)
- Introdução instrumental de “GET HAPPY” (Songwriters: Harold Arlen / Ted Koehler)
- Introdução instrumental de “THE MAN THAT GOT AWAY” ((Harold Arlen / Ira Gershwin) 11 - Overture Instrumental de “JUDY AT CARNEGIE HALL”
- “THAT’S ENTERTAINMENT”
(Songwriters: Howard Dietz / Arthur Schwartz)
- Introdução instrumental de “FOR ONCE IN MY LIFE” (Songwriters: Ronald N. Miller / Orlando Murden) 14 - Introdução instrumental de “OVER THE RAINBOW” (Judy Collins, 1955)

FICHA TÉCNICA

Autor e Diretor: Flavio Marinho Elenco: Luciana Braga
Diretora Assistente: Juliana Medella Diretora Musical e Arranjadora: Liliane Secco
Músicos (teclados): Liliane Secco e André Amaral Preparador Vocal: Felipe Abreu
Fonoaudióloga: Angela de Castro Cenógrafo e Figurinista: Ronald Teixeira
Assistente de Cenário e Figurino: Ricardo Junior e Jovanna Souza Alfaiate: Macedo Leal
Coreógrafa: Tânia Nardini Iluminador: Paulo César Medeiros Caracterizador: Beto Carramanhos Operador de Luz: Marco Cardi Operador de Som: Vitor Granette Cenotécnico: Sr. Humberto Designer Gráfico: Gamba Jr.
Fotógrafa: Beti Niemeyer
Social Media: Marcus Vinicius de Moraes
Produtor Executivo e Diretor de Cena: Marcus Vinicius de Moraes Assistente de Produção: Márcia Serra
Assistente Administrativo: Mádia Barata Contabilidade: Guararapes Contabilidade Assessoria Jurídica: Roberto Silva
Diretor de Produção e Administração: Fábio Oliveira Coordenador de Projeto: Flavio Marinho
Produção Local: Little John Entretenimento

O QUE DIZ A CRÍTICA

“Luciana Braga nasce como cantora na cena íntima do musical 'Judy – O arco-íris é aqui’”
Mauro Ferreira, G1, blog Pop e Arte

“É sim, uma conversação com um mito do audiovisual. Conversação essa que desnuda imperativos e deixa exposta uma humanidade em seu estado mais cru.”
Rodrigo Fonseca, Estadão, blog P de Pop

“Encenação sintonizada pela reconhecida autoridade cênica de Flávio Marinho, sob a força arrasadora de um texto de envolvência sensorial.”
Wagner Correa, blog Escrituras Cênicas

Irretocável e comovente atuação de Luciana Braga.”
Gilberto Bartholo, blog O Teatro Me Representa

“Nesses 90 minutos recebemos coragem, amor e inteligência.”
Claudia Chaves, jornais Diário do Rio e Correio da Manhã

JUDY GARLAND

Judy Garland (1922-1969), atriz e cantora norte-americana, foi estrela da ‘Era de Ouro’ dos filmes musicais de Hollywood. Lembrada até hoje pela personagem Dorothy, do filme "O Mágico de Oz", em seus 47 anos de vida, atuou em 38 filmes.

Judy Garland nasceu em Minnesota, Estados Unidos, no dia 10 de junho de 1922. Filha dos atores Francis Avent Gumm e Ethel Marion Milne, fez sua primeira apresentação com dois anos e meio de idade, junto às duas irmãs mais velhas, no palco do teatro do pai, durante um show de Natal, cantando “Jingle Bells”, acompanhada por sua mãe ao piano.

Em 1928 "The Gumm Sisters”, formado por Mary Jane, Frances Ethel (Judy Garland) e Dorothy Virgínia, iniciam um curso de dança com Ethel Meglin, proprietária do grupo de dança Meglin Kiddies. Com a ajuda de Meglin, em 1929, Judy e suas irmãs fizeram suas estreias no cinema, em "Revue Big”, participando de várias gravações na sequência. Em 1934, o trio muda seu nome para "Garland Sisters" e Frances muda seu nome para Judy. Em 1938, aos 16 anos, interpreta Dorothy no filme "O Mágico de Oz", cantando "Over The Rainbow". Em 1940, interpreta seu primeiro filme adulto, "The Little Mellie Kelly". Em 1944, roda um dos mais bem sucedidos filmes pela MGM, "Meet me in St. Louise".

Em 1947, Judy sofre um colapso nervoso, sendo levada para um sanatório privado. Em julho desse mesmo ano, faz sua primeira tentativa de suicídio. Entre vários relacionamentos, Judy Garland teve três filhos: Liza Minnelli, filha de Vincent Minnelli (famosa pelos filmes Cabaret e New York, New York), Lorna Luft (atriz e cantora) e Joe Luft, filhos de Sydney Luft.

Em 1951, Judy inicia uma temporada com dois espetáculos no Palace Theatre com grande sucesso. A vida da estrela inspirou o filme "Nasce Uma Estrela", que teve Barbra Streisand como protagonista. Judy Garland faleceu em Londres, no dia 22 de junho de 1969.

FLAVIO MARINHO - autor e diretor

Flavio Marinho, dirigiu mais de 90 espetáculos entre teatro e shows, escreveu 26 peças, adaptou 22, traduziu 23 textos, foi redator e/ou colaborador em mais de 30 programas de TV, escreveu o roteiro de 13 shows, tem 19 livros publicados, 7 prêmios e 12 indicações. Durante 14 anos, atuou como crítico teatral e repórter especializado nos jornais “Tribuna da Imprensa”, “Última Hora” e “O Globo”, e colaborador fixo de revistas como “Vogue”, “Visão”, “Elle” e “Manchete”. Atualmente integra a equipe de autores da novela das 18h da TV Globo, “Além da Ilusão”.

Entre seus textos originais, estão sucessos como “A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo”, “Abalou Bangu 2: A Festa”, “Além do Arco-íris”, “Cauby! Cauby!”, “Coração Brasileiro”, “Salve Amizade”, “Splish, Splash”, entre outras.

Assinou as versões brasileiras de “Noviças Rebeldes” de Dan Goggin, “Um Caso de Vida ou Morte” de David Mamet, “Aluga-se um Namorado” de James Sherman, “Boeing Boeing” de Marc Camoletti, a versão masculina
de “Na Sauna” de Nell Dunn, “Baby – O Musical”; “I Do! I Do!”/“Sim, Eu Aceito!”, de Tom Jones. Traduziu peças como “O Manifesto” de Brian Clark, “A Pequena Loja dos Horrores”, “Descalços no Parque” de Neil Simon, “O Fiel Camareiro” de Ronald Harwood, “Charity, Meu Amor” de Neil Simon, “A Rosa Tatuada” de Tennessee Williams, “O Homem Inesperado” de Yasmina Reza, para citar algumas.

Entre suas direções teatrais estão “Abalou Bangu 1 e 2”, “Além do Arco- Íris”, “Cauby! Cauby!”, “Um Caminho Para Dois”, “Nosso Amor a Gente Inventa”, “Coração Brasileiro”, “Salve Amizade”, “Os 7 Brotinhos” e muitas outras.

Dirigiu e/ou roteirizou shows de Selma Reis, Olívia & Francis Hime, Cláudia Netto, Sylvia Massari & Tadeu Aguiar, grupo Boca Livre, Stella Miranda, Edson Cordeiro, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Rafael Rabello, Tânia Alves, Zé Renato, Mário Adnet, Nonato Luiz, Danilo Caymmi.

Na TV, foi redator da pioneira série “Malu Mulher”; escreveu textos para o “Criança Esperança”; colaborou no roteiro de shows de final de ano de Roberto Carlos; colaborador ou redator dos programas “Escolinha do Professor Raimundo”, “Sai de Baixo”, “Zorra Total”, “Vídeo Show Ao Vivo”, “Gente Inocente”, “Jovens Tardes”. Criou o especial musical “Som Brasil”, do qual foi um dos roteiristas. Autor colaborador das novelas “Bambolê”, “Negócio da China”, “Aquele Beijo”, e atualmente “Além da Ilusão”, no ar na TV Globo; redator dos seriados “A Vida Alheia, “Pé Na Cova”, “Sexo e as Nêga”, “Brasil a Bordo”.

Clayton & Romário, afilhados de Jorge & Mateus, anunciam show inédito e cheio de participações em Curitiba

CWB Brasil

A turnê chamada "ComVida" acontece dia 14 de setembro no Complexo Durival Britto e Silva; ingressos à venda a partir de R$ 100

Em abril, Clayton & Romário arrastaram mais de sete mil pessoas no primeiro show de sua nova label, que leva o nome de “ComVida” - trocadilho que transmite vida, animação e entusiasmo para seus shows, ao mesmo tempo em que evidencia a intenção da dupla de convidar o público para curtir, além de alguns amigos para dividirem o palco. O projeto inédito chega a Curitiba dia 14 de setembro, sábado, no Complexo Durival Britto e Silva. Os ingressos já estão à venda, a partir de R$ 100, pelo site da Blueticket. A produção é da CWB Brasil e Expê Entretenimento.

Em Curitiba, a dupla, que é afilhada de Jorge & Mateus, receberá convidados especiais na edição do “Com Vida Curitiba”. Estão confirmados o pagodeiro Rodriguinho e o duo de DJs, Greg e Gont.

“Muito feliz por esse label. Ficamos meses pensando e planejando como poderia ser e chegamos aqui satisfeitos com o que vai rolar. Curtam muito, com muita vida, animação e modão, estou esperando vocês!”, diz Clayton.

“Mais um sonho que estamos realizando. A vibe de uma label é única e diferente, sabemos que temos que entregar mais do que o normal porque tudo ali é feito especialmente para ser ‘com vida’. Espero que a galera realmente vá nessa intenção, já que em todo show nosso já é assim. O Brasil nos espera”, completa Romário.

ComVida:

"ComVida" traz dois conceitos importantes para a atual fase de Clayton & Romário. O trocadilho transmite duas ideias que a dupla quer para o projeto: “Levar vida, animação e entusiasmo em seus shows”, diz Clayton. Romário emenda: “E também convidar o público para curtir muito modão e grandes amigos para subirem ao palco com a gente e agitar toda essa galera”.

Clayton & Romário tem perspectiva de levarem a label para todo o Brasil, fazendo cerca de 8 shows no ano e entregando muita moda boa e animação. A dupla garante três horas do melhor da música em todas as apresentações.

Serviço – Clayton & Romário “ComVida” em Curitiba

Quando: 14 de setembro de 2024 (sábado)

Onde: Complexo Durival Britto e Silva (Avenida Doutor Dário Lopes dos Santos, 500)

Horário: abertura dos portões às 15h

Quanto: a partir de R$ 100

Vendas: Blueticket

Classificação: 18 anos

Produção e realização: CWB Brasil e Expê Entretenimento

Almir Sater faz show no Guairão em agosto; ingressos estão nos últimos dias de venda a preço promocional

Espetáculo terá um repertório que contempla clássicos do artista e também canções mais recentes, que vão da música de raiz pantaneira à MPB

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Almir Sater - Foto: Marina Biava

A tradicional apresentação que o músico Almir Sater realiza todos os anos em Curitiba está marcada para 31 de agosto (sábado) no palco do Guairão. O público ainda tem poucos dias para adquirir ingressos a preços promocionais, a partir de R$ 140,00 (meia-entrada para pessoas vacinadas contra Covid-19, estudantes, idosos e demais condições previstas em lei). Em breve, novos valores vão entrar em vigor.

A apresentação será marcada por clássicos da trajetória do cantor e violeiro, como "Tocando em Frente", "Chalana," e "Trem do Pantanal", além de canções menos conhecidas, como as de seu álbum mais recente, "Do Amanhã Nada Sei". O evento é produzido pela Banalíssima Arte.

Além da música, Sater é um rosto conhecido da televisão, por ter atuado em diversas novelas brasileiras. Esteve nas duas versões de “Pantanal” (em 1990 e em 2022), “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “O Rei do Gado” e “Bicho do Mato”. Atualmente, pode ser visto em “Renascer”, em que interpreta o carismático personagem Rachid, um estrangeiro que não cansa de corrigir um erro recorrente dos brasileiros com a frase “Nós não é turco... Nós libanês!”

Uma carreira musical sólida
O estilo musical de Almir Sater incorpora uma ampla gama de influências, originando-se das ricas culturas regionais das fronteiras de seu estado natal, Mato Grosso do Sul. Essa essência cultural pantaneira e sertaneja é enriquecida com elementos da MPB, folk, blues e música instrumental brasileira de raiz, entre outros gêneros, resultando em uma identidade musical distintiva, reconhecível por qualquer apreciador de sua música.

O músico foi responsável por resgatar a viola de 10 cordas, ou viola caipira, realizando pesquisas de novos ritmos e sons para o instrumento. As composições refletem o popular e o erudito de maneira ímpar na MPB, com letras que tratam do estilo sertanejo pantaneiro, de amor e de reflexões sobre a vida, entre outros temas.

A carreira de Almir Sater foi construída de forma sólida, coerente e sem apelos comerciais, compromissos estratégicos ou imposições do mercado. Ainda assim, é um artista muito popular, recordista de público em diversos teatros e festas onde se apresenta, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Mesmo tendo chegado à excelência técnica, não deixou a emoção de lado. Compõe de forma intensa e apaixonada. O público, ao sair do show, muitas vezes tem a impressão de ter saído da sala de estar do cantor, completamente à vontade.

Lançou pouco mais de uma dezena de álbuns, iniciando sua discografia em 1981. Passou por diversas gravadoras, como Warner Music, Som Livre, Universal, entre outras. Foram dos lançamentos dos anos 80 e 90 que saíram suas músicas mais conhecidas. Um de seus maiores clássicos é “Tocando em Frente”, de 1990, composição realizada em parceria com o também cantor, compositor, violeiro e amigo de longa data Renato Teixeira (ambos gravaram juntos os álbuns “AR” e “AR+” em 2005 e 2008, respectivamente)

“Do Amanhã Nada Sei” é seu mais recente álbum, sendo o primeiro lançado de forma inteiramente digital. “Eu acho que isso é liberdade para os músicos”, observa Almir Sater. “O computador deu acesso para qualquer pessoa gravar um disco. E o fato de não precisar mais de indústria para ter um produto físico permite lançar sua música para o mundo, acessada de forma virtual, gostei dessa experiência”, completa.

Serviço:
Show com Almir Sater
Data: 31 de agosto (sábado)
Horário: 21h (abertura da casa às 20h)
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Rua Conselheiro Laurindo, 175 – Centro, Curitiba-PR)
Ingressos a partir de R$ 140,00 (meia-entrada) + taxa adm
Classificação etária: Livre
Venda de ingressos:
https://www.diskingressos.com.br/event/6875