O desrespeito nos afasta de possíveis soluções

Por José Luiz Gomes do Amaral*

Como nas tantas pestes que precederam esta, elas nunca vieram sós; com frequência se fizeram acompanhar da ignorância e da intolerância.
Vivemos, também no Brasil, tristes momentos de tensão e agressividade.
É deplorável ver cidadãos e colegas serem alvo de agressões, ameaças, calúnias, apenas por externarem suas convicções. A liberdade de pensamento e expressão, bem como o respeito às ideias discordantes, são essenciais às sociedades civilizadas.
A sociedade brasileira está enlutada pela perda de cerca de meio milhão de pessoas: nossos familiares, amigos, colegas e pacientes. A morte nos ronda, levando-nos todos os dias aos milhares. Este é o foco da tragédia.
Quando a solidariedade e a convergência se fazem mais necessárias, vemos a discórdia prevalecer.
Profundamente lamentável!
No Congresso Nacional, uma CPI foi criada para que, da análise dos erros encontre-se o melhor caminho. Entre os protagonistas da gestão desta crise, vários têm sido chamados a depor: médicos, ministros, militares, advogados, economistas, empresários... Outros virão. Independentemente de seus cargos, formação, independentemente de suas convicções e matizes político-ideológicas, serão tirados de suas respostas os elementos que caracterizarão erros e acertos na condução da pandemia, de sorte a, com eles definir, o melhor caminho a seguir. Entretanto, não será jamais possível lograr o esperado êxito sem ouvi-los, em ambiente de civilidade e equilíbrio. Se não lhes é dado falar livremente, se não lhes dão ouvidos, de que serve obrigá-los a depor? Para expô-los a deploráveis cenas de humilhação? Inaceitável!
Assistimos o constrangimento dos depoentes, episódios que, a repetirem-se, afastar-nos-ão da desejada solução.
Acrescentar-se-á à peste a destruição dos nossos melhores valores e da nossa própria estrutura social.
Devemos resposta aos tantos que ficaram neste caminho.

*José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Paulista de Medicina

Rotina de inverno: Cães precisam de cuidados especiais de acordo com sua idade e raça

Veterinário dá dicas sobre frequência de banhos, cuidados, atividades físicas e alimentação para os dias frios

Embora o inverno ainda não tenha começado, os dias frios já anunciam que teremos uma estação rigorosa pela frente. E assim como os tutores, os pets podem sentir muito frio, principalmente de acordo com a idade e a pelagem: cães filhotes e idosos, assim como as raças que apresentam pelo mais curto - como Chiuahua, Pug, Bulldog, Boxer, Pinscher e Fox Paulistinha -, são mais suscetíveis ao frio e precisam de alguns cuidados especiais.

De acordo com o veterinário e proprietário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro Jr, medidas simples como colocar uma roupa no pet e aquecer sua pequena cama com mantas e cobertores podem ajudá-los a sentir menos frio, entretanto, a rotina de cuidados vai um pouco além disso. Pensando na saúde e bem-estar dos animais nesse período, a seguir, o especialista destaca uma série de dicas como orientação aos tutores.

Cachorro toma banho no inverno?

Os banhos no inverno podem acontecer com menos frequência, o que pode variar de acordo com a raça e ambiente que o pet habita. Em média, os banhos nesse período podem ser dados a cada 30 dias em cães de pelagem mais curta e que vivem em áreas externas. Já os cães de pelagem longa e que vivem dentro de casa, podem tomar banhos a cada 15 dias. "O mais importante é preservar a saúde do animal, eles não precisam estar sempre perfumados. Caso o tutor opte por uma frequência de banhos mais espaçada não há problema, mas alguns cuidados precisam ser mantidos como a limpeza dos ouvidos, escovação dos dentes e da pelagem, principalmente em cães de pelo longo que costumam sofrer com nós. Animais que tomam banho em pet shops não costumam ter problemas nesse período, mas caso o tutor opte por dar banho em casa, é muito importante escolher um horário mais quente do dia, evitar banhos ao ar livre, usar água morna, secar bem os pelos e proteger os ouvidos, para que não entre água. Cães da raça Cocker Spaniel, por exemplo, precisam de cuidados redobrados nesse sentido, pois apresentam problemas auriculares com maior frequência", explica Aldo Macellaro Jr.

Alimentação deve ser balanceada

Os pets devem receber uma alimentação balanceada ao longo do ano, independentemente das estações. Porém, com o inverno o animal acaba se exercitando menos e, consequentemente, gastando menos energia, o que pode levar ao aumento de peso. "Esse ponto merece bastante atenção, pois muitos tutores acabam compartilhando suas refeições, o que pode ser muito prejudicial para a saúde do cão. No inverno a dieta precisa ser seguida com ainda mais rigor, pois a obesidade abre portas para outras doenças mais graves", destaca o veterinário.

Está muito frio para fazer um passeio?

Mas saiba que a atividade física é essencial para a saúde física e psicológica do cão. Além de ajudar a controlar o peso, proteger de doenças cardíacas e articulares, os cachorros precisam estar em movimento, interagindo com outros animais e explorando novos ambientes. "Apesar do frio, os passeios precisam ser feitos pelo bem do pet. Quando eles passam muito tempo trancados em casa podem ficar ansiosos e até agressivos por manter a energia contida. Pode ser uma voltinha rápida pelo bairro e depois, complementar com mais alguma brincadeira de interação entre o pet e o tutor", exemplifica o especialista.

Vacinas precisam estar em dia

A vacinação do pet é fator importante para preservar sua saúde e deve estar sempre em dia. Mas no inverno, com as temperaturas mais baixas e possíveis quedas na imunidade, algumas doenças respiratórias infecciosas acometem os animais com mais frequência como a tosse dos canis, também conhecida como traqueobronquite infecciosa canina, e a vacinação é a melhor forma de prevenção. "Essa infecção pode ser causada por vírus ou bactérias e costuma apresentar sintomas como tosse frequente, espirros, secreções no nariz, boca e olhos, chiado na respiração, febre e vômitos. A tosse pode ser confundida com engasgos, por isso é preciso estar atento, alguns casos podem evoluir para pneumonia. As vacinas hoje disponíveis são indispensáveis para evitar essas contaminações e complicações", ressalta Aldo Macellaro Jr.

Frio, dor ou ambos?

Este é um ponto que requer muita atenção, especialmente quando diz respeito aos cães com idade mais avançada, que possuem massa muscular e camada de gordura reduzidas, um processo natural do envelhecimento. "Pode ser que o pet com mais idade durma por mais tempo e com o frio fique mais encolhido. Quando ele acorda, pode ser acometido por fortes dores articulares e agravar os casos de artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, é preciso estar atento ao que parece ser uma preguiça e ajudar o animal a se movimentar, para evitar que chegue a quadros mais críticos de dor e desconforto. Em alguns casos é preciso buscar ajuda veterinária para a realização de exames, diagnóstico e tratamento mais adequado", conclui Macellaro Jr.

Sobre o Clube de Cãompo
Fundado em 1996, o Clube de Cãompo é um hotel fazenda para cães localizado em Itu (SP), há 80 km da capital. Projetado para oferecer diferenciais em hospedagem, o espaço é uma verdadeira colônia de férias para animais, oferecendo diferenciais como amplos espaços em meio à natureza, chalés individuais, departamentos separados por porte de animal, ambientes higienizados e desinfetados diariamente. O espaço ainda conta com assistência integral de veterinários e a hospedagem inclui banho e passeios monitorados pelos 60.000 metros quadrados de área do Clube. Também podem ser contratados para os cães hóspedes os serviços de agility, natação, adestramento, obediência básica, solução de problemas comportamentais, condicionamento físico e Day Care, composto por um dia de atividades variadas, além do transporte porta a porta em veículos climatizados para maior comodidade e segurança.

Dia do Comissário de Voo: veja dicas para a saúde em viagens longas

Beber bastante água, se movimentar e usar meias de compressão são algumas dicas que podem ajudar a evitar desconfortos

O Dia Mundial do Comissário de Voo é celebrado em 31 de maio. A data surgiu em 1973, com a criação da Associação Internacional dos Comissários de Voo, mas foi oficializada apenas em 1986. Além de se preocupar com o bem-estar e a segurança dos passageiros, é importante que esse profissional também fique atento com a própria saúde, especialmente durante longas viagens.

Uma das situações já conhecidas de quem realiza longas viagens, seja comissário de voo ou passageiro, é o fato de ficar muito tempo parado na mesma posição, pés inchados e sensação de peso nas pernas. Isso ocorre porque a circulação fica inativa, possibilitando a formação de coágulos que bloqueiam o fluxo de sangue. Além do incômodo, essa má circulação pode trazer riscos para a saúde. No entanto, com pequenas atitudes é possível mudar esta situação. Confira cinco dicas para trazer mais conforto e segurança durante as viagens:

• Levante da poltrona e caminhe: a natureza do nosso corpo é estar em movimento, portanto, é essencial tentar se levantar da poltrona em alguns momentos da viagem e realizar breves caminhadas, como ir até o banheiro.

• Se movimente mesmo sentado: mesmo sentado, é possível - e muito importante - se exercitar para evitar a sensação de cansaço nas pernas. Movimentos circulares e elevando e abaixando os pés são exercícios simples que irão aliviar o desconforto.

• Use meias de compressão: as meias de compressão já existem há muitos anos e são usadas, principalmente, por pessoas que possuem varizes ou problemas de circulação. No entanto, o uso delas pode ser preventivo e há modelos no mercado específicos para viagens que promovem uma sensação de alívio nas pernas, sem machucar ou esquentar. A SIGVARIS GROUP, empresa líder mundial em produtos de compressão graduada, inclusive, possui uma meia especialmente desenvolvida para viagens, chamada Traveno, que é indicada para viagens com mais de duas horas de duração. Além de evitar o inchaço, promove mais segurança à saúde, pois trabalha contra os efeitos causados pela falta de movimento durante o percurso.

• Mantenha-se hidratado: em longos períodos na mesma posição, beber água com frequência é fundamental para manter a circulação do sangue dentro da normalidade. Mesmo não sentindo sede, é importante que a pessoa beba pequenas quantidades de água a cada 30 minutos da viagem, já que o ar-condicionado pode ressecar a pele e desidratar.

• Evite o consumo de álcool, cigarro e comidas gordurosas: é fundamental evitar o consumo de tabaco e álcool em excesso antes, durante e após os voos. Isso vale também para alimentos gordurosos e salgados, que contribuem para a retenção de líquidos, o que pode potencializar inchaços nas pernas. Vale investir em alimentos saudáveis durante as viagens, como frutas, sucos e sanduíches naturais.

Sobre a SIGVARIS GROUP

A SIGVARIS GROUP é uma empresa suíça de capital 100% familiar desde sua fundação e líder de mercado global na produção de meias médicas de compressão graduada, com o objetivo de promover saúde e qualidade de vida às pessoas, prevenir e tratar doenças venosas e proporcionar conforto em todos os momentos da vida. A empresa foi fundada em 1864 na cidade de Winterthur e, por aproximadamente 100 anos, produziu "tecidos emborrachados elásticos", comercializado na Suíça e no Exterior. Entre 1958 e 1960, colaborou com o Dr. Karl Sigg para desenvolver meias médicas de compressão para melhorar a função venosa e aliviar os sintomas venosos. O portfólio de produtos foi ampliado em 2009 quando as linhas esportivas, de viagem e de bem-estar, dedicadas ao consumidor, foram acrescentadas à linha médica. As meias das linhas de viagem e bem-estar proporcionam uma função preventiva e aliviam os primeiros sintomas de problemas nas pernas, enquanto os produtos da linha esportiva apoiam o desempenho dos atletas e seu tempo de recuperação. No mundo, são 1,5 mil funcionários, em fábricas na Suíça, França, Brasil, Polônia e Estados Unidos, bem como subsidiárias integrais na Alemanha, Áustria, Reino Unido, Canadá, China, Austrália, México e Emirados Árabes Unidos, com atendimento a 70 países. No Brasil, são 200 funcionários em sua sede, em Jundiaí.

Outras informações

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Demora em tratar fratura de fêmur, comum durante a pandemia, traz complicações à saúde dos idosos

Frequente em idosos, a fragilidade óssea, ou osteoporose, pode ser evitada e tratada com medidas preventivas, em especial atividades físicas e adequação do metabolismo ósseo no organismo

Curitiba, maio de 2021 - Neste ano, um fato chamou a atenção da equipe do Pilar Hospital. Idosos chegavam ao atendimento com fratura de fêmur ocorrida há muitos dias, até mesmo uma semana. Este é um caso de emergência médica, mas devido à pandemia, os pacientes não procuraram o atendimento logo após o ocorrido.

“Notamos que na pandemia as pessoas ficaram com muito medo de sair, de se expor. Elas acabavam chegando ao hospital quando já não estavam aguentando tanta dor”, relata Dr. Luiz Renato Brand, médico ortopedista especializado em trauma ortopédico e em cirurgia de reconstrução de quadril e de joelho do Pilar Hospital.

É importante que as pessoas procurem por esse atendimento, mesmo na época da pandemia. O Pilar Hospital tem um ambiente exclusivo para o tratamento de pessoas com Covid-19 e outro específico para outras patologias.

A fratura de fêmur por fragilidade (que geralmente ocorre na região superior do osso, conhecida como fêmur proximal) necessita de uma intervenção cirúrgica na maioria dos casos, em caráter de urgência médica. Uma pessoa com este osso fraturado há dias pode ter uma série de complicações, como pneumonia, alguns tipos de trombose, coágulos e escaras de pressão (feridas que aparecem na pele de pessoas que permanecem muito tempo na mesma posição), além de dores intensas.

“Quanto mais rápido a equipe médica age, melhores as chances de não haver complicações. Muitas vezes o paciente é operado no mesmo dia em que ele dá entrada no hospital, ou no dia seguinte. Sempre com o objetivo de que o paciente volte a andar o mais breve possível. Quanto mais tempo de espera para operar, a incidência de complicações pode ocorrer de forma muito rápida”, alerta o médico.

Segundo Dr. Luiz Renato, a fratura de fêmur ocorre em idosos com fragilidade óssea (osteoporose) podendo ser essa a causa de uma queda. “A falta crônica de vitamina D muda o metabolismo da parte óssea, pois em níveis muito baixos não ocorre adequadamente a impregnação do cálcio nos ossos”, explica. A fragilidade óssea tem maior incidência em mulheres acima de 60 anos. No homem, começa a ser mais frequente acima dos 75 anos.

Somada à osteoporose, há fatores que propiciam o desequilíbrio de um indivíduo, para que ocorra uma queda. “Infelizmente, as pessoas de mais idade não se hidratam com tanta frequência devido a uma diminuição do reflexo da sede. A redução da hidratação leva a uma diminuição da oxigenação do cérebro, ou hipóxia cerebral. Isso pode provocar falta de equilíbrio e acarretar em tonturas e quedas”, explica o Dr. Luiz Renato. Outro fator é a sarcopenia, que é a perda de massa muscular, sendo também uma das causas da falta de equilíbrio.

Os dois principais fatores de prevenção são: atividade física específica para cada pessoa e adequação do metabolismo ósseo por meio de uma consulta médica, sendo investigado através de exames laboratoriais específicos e exames de imagem. Assim podem ser tomadas medidas para regulação ideal desse metabolismo. “A vitamina D não pode ser tomada em jejum. Ela é lipossolúvel, portanto, precisa ser ingerida com gordura para ser absorvida. Além disso, é ativada com exposição solar. Com atividade física e exposição solar, você cria um ambiente favorável a não desenvolver a fragilidade óssea”, explica o médico.

No Pilar Hospital, um idoso com o fêmur fraturado passará pelo pronto atendimento, onde será feito o diagnóstico da fratura e uma avaliação clínica pré-operatória, para que em um segundo momento seja encaminhado ao serviço de ortopedia e para programação cirúrgica. É necessário que ele tenha estabilidade clínica (sem outras complicações além da fratura) para que esteja apto à cirurgia. Além de tudo isso, o hospital segue um protocolo de ação rápida para atendimento do idoso.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lançou, no último sábado (22), a exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br
Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.
A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.
Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.
A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.
Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br. A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br
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credito das imagens: Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

Plantas pet friendly: conheça as espécies não fazem mal aos animais

Especialista dá dicas de plantas ideais pra manter a casa linda e segura para os animais
Uma tendência que tem crescido cada vez mais entre os moradores dos grandes centros urbanos é o de cultivar plantas e flores nos ambientes internos. As chamadas urban jungles ganharam muitos adeptos nos últimos anos, principalmente durante o período de isolamento social, trazendo uma valorização estética e aconchego para o lar. Mas aqueles que gostam de conviver com a natureza em casa e também são tutores de pets sabem que muitas vezes os bichinhos são curiosos e adoram farejar, explorar e comer as plantinhas. E como escolher as espécies certas para não prejudicar cães, gatos e outros animais domésticos?

Ivonete Canoba, consultora da Esalflores (www.esalfores.com.br), maior rede de floriculturas do país, preparou uma lista com plantas que não causam problemas se ingeridas ou inaladas por animais. Além disso, as espécies indicadas se adaptam bem a ambientes internos, garantindo harmonia ao lar sem colocar em risco a saúde dos animais.

Samambaia americana: a tradicional planta se encaixa bem como planta pendente dando um aspecto exótico à casa sem fazer mal aos animais. “Ela funciona bem em cuias e vasinhos pendurados e adora luz indireta, ou filtrada, nas horas mais amenas do dia. Não suporta muito frio, por isso é perfeita para interiores”, comenta Ivonete.

Peperômias: as plantas dessa espécie, entre elas a Peperômia Melancia, Caperata, Scandens e Raindrop, são perfeitas para quem busca um toque mais tropical no ambiente e não são tóxicas para os bichinhos. As folhas redondas, com tonalidades vivas, criam um elegante contraste em qualquer ambiente. “Uma das mais valorizadas no momento é a Peperômia Raindrop, nativa das beiras dos rios da Ásia. Ela consegue ficar saudável dentro de residências e surpreende pela beleza”, explica a especialista.

Maranta Zebrina: uma das queridinhas dos adeptos de plantas em casa, é uma espécie de fácil cultivo, aguentando temperaturas de até 16 ºC e bem adaptável a qualquer ambiente. Ela prefere um local bem iluminado, mas não tolera o sol direto. O solo deve ser mantido úmido durante o verão, sem nunca deixar completamente seco. “A nutrição pode ser dada a cada duas semanas durante a estação de crescimento da primavera ao outono, sem nenhum suplemento durante o inverno. Para dar às folhas uma umidade agradável, pode ser regada com água morna sempre que possível”, detalha XXX. “As Marantas Makoyama, Rufibarba e Burle Marxs também são seguras para ambientes com pets”, complementa.

Calathea Trialstar: garantia de beleza e personalidade, essa planta tem folhas com cores bem características que se destacam no ambiente e não fazem mal para os pets. Devem ser mantidas à meia sombra e preferem luz média, a luz solar intensa torna as folhas murchas e as margens secas e castanhas. “Podem ser regadas todos os dias, mas moderadamente. Durante o período de crescimento ativo a rega deve ser abundantemente para manter a terra completamente úmida. Durante o período de repouso invernal deve-se regar escassamente, deixando que a metade superior da mistura seque entre duas regas”, completa.

Espécies que devem ser mantidas fora do alcance dos pets: Costela de Adão, Lírio da Paz, Jibóias, Comigo-ninguém-pode, Espada de São Jorge, Copo de Leite e Kalanchoe.

Santa Felicidade arrecada doações para ajudar a comunidade afetada pela pandemia

A campanha vai durar dois meses e objetiva atingir famílias carentes de Santa Felicidade e região - Vila Torres, Caximba, Parolin e Portelinha.

O desemprego no Brasil atingiu mais de 14 milhões de brasileiros em janeiro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cenário causado pela crise decorrente da pandemia de Covid-19. E, em tempos em que famílias passam por necessidades, faltam itens básicos, ações de solidariedade fazem a diferença.

Pensando nisso, em Curitiba, os moradores de Santa Felicidade uniram-se e criaram o projeto “Santa Solidariedade”, com o objetivo de arrecadar alimentos não perecíveis e de higiene pessoal, para atender às famílias necessitadas do bairro e de outras regiões do seu entorno, como a comunidade Vila Torres, Caximba, Parolin e Portelinha, algumas das mais carentes da cidade.

A iniciativa se deu através da Sociedade Operária Beneficente Esportiva Iguaçu (SOBE Iguaçu), e logo se estendeu para a Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade (ACISF), reunindo comerciantes, entidades religiosas e moradores, todos em prol da causa.

“O objetivo é arrecadar doações para suprir a necessidade de famílias vulneráveis, colocar comida na mesa de quem não tem nem o básico”, afirma o presidente da Sociedade Iguaçu, Sidnei Toaldo.

Lançamento da campanha, da esq. para a dir.: Marcus Bertoli (Presidente da ACISF), Daniela Brum (Advogada da ACISF) e Sidnei Toaldo (Presidente do Iguaçu).

Segundo ele, toda a campanha foi montada através de doações, como: a arte, o banner, as faixas, as caixas e as embalagens. A ação acontece pelo período de dois meses, podendo ser estendida, caso necessário.

“Esse é o primeiro projeto registrado em Curitiba, em que um bairro se uniu para uma mesma causa. Pretendemos fazer campanhas de agasalhos, arrecadação de móveis, em casos de força maior, produtos de higiene, brinquedos para crianças, e, também, ações em datas comemorativas, como o Natal”, destacou Toaldo.

As arrecadações serão destinadas às famílias carentes, cadastradas nas seguintes instituições: Paróquia Nossa Senhora da Conceição do Butiatuvinha, SOS Vila Torres, comunidade Damas de Caridade da Igreja matriz de Santa Felicidade e Igreja do Evangelho Quadrangular do bairro.

Para doar, basta ir aos pontos de comércio de Santa Felicidade. “Todas as doações serão muito bem-vindas”, diz Toaldo.

Para informações, entre em contato pelo telefone (41) 99582-1366 (ACISF).

Central Press completa 23 anos com reposicionamento e campanha social

Gincana virtual com colaboradores, auxílio a ONGs e nova marca fazem parte da programação de aniversário da agência

Com o novo cenário do país e do mundo frente à pandemia da Covid-19, fazer o bem e praticar a solidariedade foram as formas que a Central Press, agência paranaense de comunicação corporativa, encontrou para comemorar 23 anos de história. Com uma campanha solidária para apoiar uma instituição social escolhida pelo voto popular via redes sociais, os colaboradores fazem parte de uma gincana virtual para celebrar e também praticar a caridade.

Segundo a sócia-fundadora da agência, Lorena Nogaroli, foi necessário adaptar a celebração ao momento. “Estamos muito felizes por completar mais um ano de história e, principalmente, por nos mantermos firmes e crescendo, mesmo durante a crise. Mas a celebração não faria sentido se não pudéssemos dar um pouco de nós e do nosso talento a quem realmente precisa”, explica.

Além disso, a empresa também investiu em um reposicionamento de marca e na modernização da logomarca. “Resolvemos usar o aniversário da agência para apresentar ao mercado nossa nova comunicação, que traduz um pouco do processo de internacionalização que a Central Press iniciou em outubro de 2019, quando abrimos uma unidade de negócios em Londres”, conta o sócio Claudio Stringari.

Além disso, a Central Press passa a utilizar uma "tagline" diferente. Na nova comunicação junto ao mercado, a empresa se posiciona como Agência de Reputação. "Sempre gostamos de contar as histórias das marcas e, ao longo desses 23 anos, nos especializamos em gerir crises. No momento em que vivemos, denominado por muitos de 'infodemia', as corporações precisam se comunicar de forma ágil, assertiva, transparente e humana. E nosso time de especialistas pode ajudar muito nesse processo de manutenção e reconstrução reputacional das marcas", ressalta Stringari.

Outro motivo que levou a agência a buscar uma nova apresentação ao mercado é a expansão de serviços e especialidades relacionadas ao segmento de marketing digital. “A Central Press investiu pesado em digitalização nos últimos anos, tanto em termos de infraestrutura, como de pessoal, e, nesse momento, estamos preparados para oferecer soluções completas de marketing digital e mídias sociais. Nascemos como assessoria de imprensa e nos tornamos uma agência 'full service'. Agora, podemos dizer que somos, também, uma agência digital. Porém, sem perder a essência do jornalismo, dos bons conteúdos e do poder das histórias verdadeiras”, completa Lorena.

Com a campanha social, o lançamento da nova identidade visual e o reposicionamento de marca, a Central Press estende as comemorações dos 23 anos até o final de 2021. Quem quiser acompanhar as novidades e fazer parte da ação solidária, basta seguir a agência nas redes sociais.

Atualmente o Estados Unidos é um dos países mais avançados na vacinação contra a Covid-19

Já foram aplicadas mais de 245 milhões de doses na ‘terra do Tio Sam’. Tal feito tem despertado interesse de brasileiros em viajar até o país para tomar a vacina, e, com as flexibilizações do governo estadunidense a respeito da entrada de estrangeiros no país, conseguir se vacinar nos Estados Unidos ficou mais fácil.

No início de maio foi liberada a entrada de estudantes, alguns acadêmicos, pessoas que forneçam apoio crítico de infraestrutura e jornalistas brasileiros no país e os agendamentos para o visto de estudante voltaram a acontecer no Consulado dos EUA, em Porto Alegre. A expectativa é que mais flexibilizações aconteçam nas próximas semanas.

Seguindo a onda de flexibilizações, o estado da Flórida não exige mais o comprovante de residência para obter a vacina COVID-19. A medida entrou em vigor na última segunda-feira (03). De acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Saúde da Flórida, a vacina poderá ser aplicada em "qualquer indivíduo que esteja presente na Flórida com a finalidade de fornecer bens ou serviços para o benefício de residentes e visitantes do estado".

Equipe de Enfermagem do Pilar Hospital recebe homenagem

Ontem (12/05), o Pilar Hospital homenageou cerca de 450 profissionais, entre enfermeiros, técnicos e profissional multidisciplinar, que atuam na instituição, pelo Dia do Profissional da Enfermagem. A comemoração, além de um cardápio especial durante toda semana, incluiu também uma carta e um presente para aqueles que não medem esforços para a missão de ajudar a salvar vidas e atender, com imensa dedicação e profissionalismo, a todos os pacientes que passam pelo hospital.

Cortina do Abraço aproxima profissionais da saúde e alivia rotina hospitalar

Estruturas foram espalhadas em alas de hospitais para que colaboradores pudessem se abraçar e se reencontrar em meio ao distanciamento exigido pela Covid-19

A gente nunca sentiu tanta falta de um abraço. Essa é uma realidade que a pandemia impôs com a necessidade do isolamento social. Imagina então para os profissionais da saúde que trabalham na linha de frente no atendimento aos pacientes Covid-19, que precisam manter o distanciamento da família, amigos e até dos colegas de trabalho.

A coordenadora de enfermagem das unidades de internação do Hospital Marcelino Champagnat, Vanessa Ramos, conta que, com a pandemia e a rotina mais puxada de trabalho, deixou de ter o contato diário com vários colegas. Ela, que iniciou sua jornada como técnica de enfermagem no Hospital Universitário Cajuru em 2001, tem a técnica Córdola Hinz como inspiração profissional. “Conheci a Córdola na UTI do hospital. Ela é uma pessoa que ajuda todo mundo, brigava muito pelos pacientes, por todos os cuidados que eles precisavam. Tem um amor muito grande pelo que faz e é um exemplo. Encontrei com ela esses dias no vestiário e quase não me contive. É muito difícil não poder dar um abraço apertado em quem a gente gosta e admira”, conta Vanessa.

Em comemoração à Semana da Enfermagem, a Vanessa e a Córdola poderão finalmente dar aquele abraço apertado que há tempos está guardado. Nos dias 12, 13 e 14 de maio, cortinas de abraços itinerantes serão colocadas em alas dos hospitais Marcelino Champagnat e Cajuru, em Curitiba (PR). A ideia é que profissionais da saúde possam finalmente se abraçar. A estrutura é fabricada com cortina de PVC transparente com adaptação dos braços dos dois lados, material que impede a propagação do vírus e são rigorosamente higienizadas após cada uso.

Rostos da linha de frente

Como forma de homenagear profissionais da enfermagem, fotos dos profissionais também serão projetadas na fachada do Hospital Marcelino Champagnat, junto com mensagens e os nomes de todos os hospitais de Curitiba. “Os profissionais da área da Saúde merecem nosso reconhecimento. Eles demonstram, por meio do testemunho diário, a mais profunda essência técnica, de amor e sabedoria”, frisa June Cruz, diretor executivo da Província Marista Brasil Centro-Sul, organizadora da homenagem juntamente com o Grupo Marista.

As projeções serão realizadas dos dias 12 a 16 de maio, das 19h às 21h.

Sobre o Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Coronofobia: a nova vilã da saúde mental

Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia - o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa. "É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário", aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade. "Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos", salienta.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em ensino superior entre as IES do estado do Paraná e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m² de área verde no câmpus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam mais de 3.500m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em universidade.up.edu.br/

Dia mundial da enfermagem: Voluntários homenageiam equipes em hospitais com mais de mil bonecas de fuxico

Gerente de enfermagem recebe homenagem da própria mãe, que participou do grupo de quase 40 costureiras voluntárias

Uma iniciativa que une 38 costureiras voluntárias a 1.021 profissionais de enfermagem que estão na linha de frente da pandemia. E, mais do que isso, uma ação que liga uma mãe e uma filha, que, há mais de um ano, estão mais distantes do que gostariam por causa da Covid-19. Foram mais de mil bonecas de fuxico produzidas ao longo de 2 meses para distribuir, como forma de homenagem, à equipe que tem se dedicado dia após dia aos pacientes. Entre as voluntárias, a dona de casa Ester do Carmo Gomes, que entrou para o grupo motivada pela filha enfermeira e viu no voluntariado um alento durante a pandemia.

“Sempre quis fazer algum trabalho assim, mas nunca dava certo. Aí veio a pandemia e o hospital perguntou se eu queria ajudar a fazer máscaras, tudo indicação da minha filha. Aceitei e fiz máscaras por 5 meses e continuamos com as bonecas de fuxico até hoje. Para mim, foi uma benção, principalmente nessa pandemia. Como sou do grupo de risco e tenho que ficar em casa, me apeguei ao voluntariado. Pra mim é uma terapia”, diz Ester.

Jhosy do Carmo Gomes é filha de Ester e gerente de enfermagem do Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), onde, junto com o Hospital Universitário Cajuru, serão entregues as bonecas de pano ao longo da semana em que se comemora o Dia da Enfermagem. “O sentimento de receber uma homenagem que minha mãe ajudou a fazer é de gratidão porque ela é tudo pra mim. E saber que minha mãe está participando de uma homenagem para a minha classe, me deixa sem palavras. É um presente com amor em dobro”, revela.

Mãe e filha precisaram se afastar durante a pandemia. “Nós nos vemos com muito menos frequência, mas ela é quem me ajuda em tudo e é meu suporte no dia a dia. Eu não posso mais abraçar, fazer as coisas que fazia antes e sinto muita falta disso. A gente não deixou de se ver, mas não ter aquele contato mãe e filha é muito difícil”, se emociona Jhosy.

Realidade que é enfrentada por muitos desses profissionais ao longo de todos esses meses, o que traz um significado ainda maior para a homenagem. “Essas pequenas ações são um motivador porque tiram a equipe da rotina e surpreendem. É um ato em que os profissionais se sentem reconhecidos e conseguem sentir que alguém está se preocupando com eles. E esse carinho agrega muito valor no dia a dia da equipe”, comenta a gerente.

Impacto na vida dos voluntários

Para Maria Regina Figueiredo Silva, voluntária há 9 anos no Hospital Universitário Cajuru, a ideia era exatamente essa: demonstrar, por meio das bonecas, todo o carinho e admiração que elas sentem pelos profissionais da enfermagem que têm se mostrado ainda mais essenciais durante a pandemia. “Resolvemos elaborar uma maneira de contribuir e homenagear as equipes mesmo à distância. Queríamos mostrar que estávamos pensando nas pessoas que estão trabalhando no hospital. As bonequinhas acabaram sendo uma ponte entre o nosso trabalho, naquele pequeno pedaço de pano, e os profissionais da saúde. O que eu espero com essas bonecas é que os enfermeiros percebam que eles não estão sozinhos”, afirma.

Sentimento de solidão que muitas vezes os voluntários também sentiam, por estarem com as atividades suspensas na pandemia. E até pensando em diminuir o impacto dessa ausência física, a entrega das bonecas nos hospitais é feita com o apoio de um tablet, para que os voluntários possam estar presentes por meio de uma videochamada. “Como a visita presencial dos voluntários está suspensa por causa da pandemia, decidimos usar um tablet para que a equipe de costureiras pudesse acompanhar a entrega das bonecas de forma remota e deixar uma mensagem para os profissionais”, diz a coordenadora do voluntariado dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Nilza Maria Brenny.

No meio dessa boa ação, o coração dos próprios voluntários foi aquecido pelo simples fato de fazer o bem. Para a costureira Masumi Fuji de Mello, a história no voluntariado começou após a aposentadoria e hoje percebe o impacto na pandemia. “Eu senti a necessidade de ocupar o tempo fazendo algo útil e ajudando quem precisava. E nesse momento, ao nos unirmos em um grupo de voluntários para atuar em um trabalho tão lindo em prol da equipe na área de saúde, compartilhamos atividades, conhecimento, dedicação e amor, mesmo em um momento tão difícil”, finaliza.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Pacientes com sequelas da Covid-19 recebem tratamento especializado pelo SUS em hospital de Curitiba

Ambulatório do Hospital Universitário Cajuru reúne profissionais de várias especialidades; fadiga e abalo psicológico estão entre os principais sintomas persistentes da doença

Muitos pacientes que recebem alta hospitalar da Covid-19 têm um novo desafio: superar as marcas deixadas pelo novo coronavírus. Para alguns, a dificuldade de andar e o cansaço extremo; para outros, a falta de ar. Falar e voltar a se alimentar da mesma maneira de meses atrás também pode ser um martírio para aqueles que precisaram de traqueostomia ou que seguem sem olfato e paladar; enquanto a dor de cabeça forte e os sinais de estresse pós traumático rondam a mente de muitas pessoas e até mesmo de seus familiares.

Para garantir uma melhora na qualidade de vida e para que os pacientes que venceram a Covid-19 superem as sequelas, o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), em parceria com a PUCPR, montou um ambulatório especializado nesse tratamento para atender a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais de 60 pessoas já receberam acompanhamento no local. São cerca de 6 a 8 pacientes por semana. O atendimento no ambulatório começou em novembro de 2020 como projeto piloto e, ao longo dos meses, novas especialidades entraram para a equipe.

Dependendo da sequela, os pacientes recebem atendimento especializado em pneumologia, fisioterapia respiratória e funcional, psicologia, neuropsicologia e cardiologia. Junto ao corpo clínico também atuam alunos de Medicina, Fisioterapia e Psicologia da PUCPR. São profissionais que, desde o começo da pandemia, formam uma força-tarefa de pesquisadores para entender o coronavírus e contribuir com formas de combater a Covid-19 e melhorar a assistência e a qualidade de vida dos pacientes infectados.

O serviço é oferecido às quintas-feiras no ambulatório do Cajuru, no período da tarde. Com o encaminhamento e agendamento de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou alta em hospital do SUS, o paciente passa por uma consulta e uma série de exames após avaliação médica.

Sintomas e tratamentos

O gerente médico do Hospital Cajuru, José Augusto Ribas Fortes, um dos responsáveis pela coordenação do ambulatório, conta que há um maior índice de pacientes com fadiga crônica, dificuldade cognitiva, persistência de dores no corpo e, principalmente, sequelas psicológicas como transtorno do estresse pós-traumático. “Essa doença tão nova tem nos mostrado desafios diários. No primeiro momento, passamos pela complexidade de entender as formas de contágio, depois veio a luta para encontrar os melhores tratamentos (situação que ainda segue) e agora precisamos avaliar as sequelas e as melhores formas de tratá-las”, analisa.

A manicure Ruthe Plefka, de 59 anos, recebeu a confirmação do contágio no dia 24 de fevereiro e, cerca de duas semanas depois, foi internada e ficou intubada por 8 dias. “Para mim, no começo, foi como uma crise de rinite alérgica. Fui até uma farmácia e fiz o exame que deu positivo. Depois disso, eu procurei o postinho e, por estar com falta de ar, fui internada e intubada. Duas semanas depois eu melhorei e fui para o quarto, mas com muita dificuldade devido ao tempo de internação”, diz.

No caso de pessoas que ficaram internadas para tratamento contra o coronavírus, as consequências também apresentam agravantes, como é o caso de Ruthe que, após receber alta da UTI, teve o novo desafio de recuperar o equilíbrio e voltar a andar. “Quando eu saí do hospital, eu não conseguia nem ficar em pé. Perdi muita massa muscular no tempo que fiquei internada e, com isso, só ia de um lugar para outro com ajuda de um andador ou cadeira de rodas. Nos primeiros dias em casa, até para tomar banho eu precisava de ajuda e o auxílio de uma cadeira apropriada”, conta.

Além do impacto físico, o abalo psicológico tem se mostrado uma das grandes sequelas para aqueles que passam pelos sintomas mais graves da Covid-19 e o acompanhamento especializado é essencial nessa nova fase. “Eu fui para o ambulatório do Hospital Cajuru algumas semanas após receber alta e me surpreendi com o atendimento. Foram cerca de oito médicos especializados em áreas diferentes que me atenderam da melhor forma possível. Para mim, foi extremamente importante ter esse acompanhamento porque eu estava muito preocupada com as sequelas que poderiam ficar e pude fazer todos os exames de forma gratuita. Para aqueles que não têm condições de pagar pelo serviço, é essencial. Além disso, pude conversar com a psicóloga. Hoje meu maior medo é pegar Covid-19 de novo e voltar para a UTI”, revela.

O gerente médico do hospital reforça a importância dos ambulatórios nesse momento, principalmente aqueles prestados pelo SUS. “Nós queremos permitir que essas pessoas superem os traumas, a dor, tanto as sequelas físicas quanto psicológicas. Com um serviço 100% SUS, alcançamos os pacientes que apresentam alguma sequela após o contágio, mas que não tem condições financeiras para fazer o tratamento e acompanhamento necessário”, revela o médico.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS. Está orientada pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.