Além da gastronomia: Pátio Batel celebra cultura asiática com música, dança e oficinas no Pátio Gastronômico Edição Ásia

Evento começa nesta quinta (19) com entrada gratuita; oficinas trazem ikebana, faixa hachimaki e móbile asiático

Entre os dias 19 e 22 de março, o terraço do Pátio Batel propõe um mergulho na cultura asiática contemporânea. O evento Pátio Gastronômico Edição Ásia começa com essa imersão pela gastronomia, e se estende para a arte, música e tradição. Espere pratos típicos, apresentações artísticas e oficinas para adultos e crianças.

Cultura viva e entretenimento
Ao longo dos quatro dias de evento, o público poderá vivenciar a força do Taiko (percussão japonesa), o dinamismo da Dança dos Leões e a elegância da dança indiana, entre outras atrações. As noites ganham trilha sonora com apresentações de DJs como Chaouiche e Disco Veneno, integrando lazer e sofisticação em um ambiente inspirado na estética asiática.

Para quem deseja aprender técnicas de culinária, especialistas conduzirão aulas-show focadas em clássicos como Lámens e Bibimbap. Também serão realizados workshops de coquetelaria com saquê e a técnica milenar do Ikebana, arte japonesa minimalista de arranjos florais.

"O Pátio Gastronômico nasceu como um espaço para experimentar o mundo pela gastronomia, e a edição Ásia expande esse convite”, avalia Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel. “Queremos que as pessoas se inspirem a partir de novas referências culturais."

Oficinas enaltecem conceitos de sabedoria e coragem

A UniDanitê e o Lapinha SPA, parceiros do evento, oferecem atividades carregadas de significado para todas as idades:

Móbile Asiático (UniDanitê): os participantes criarão amuletos inspirados no elefante, símbolo de prosperidade e proteção. Segundo a cultura de origem, ao balançar com o vento, o elefante espalha sorte e boas energias pela casa.

Faixa Hachimaki (UniDanitê): representando foco e determinação, os participantes confeccionam sua própria faixa japonesa. Elas escolhem caracteres kanji, que simbolizam força e vitória, criando um talismã pessoal para seus próprios desafios e aventuras.

Origami (UniDanitê): participantes moldam o papel através de dobras precisas e rituais. Eles transformarão uma folha simples em figuras como a milenar garça tsuru, que simboliza longevidade e paz, um dos origamis mais emblemáticos.

Ikebana (Lapinha SPA): a arte japonesa de arranjos florais, flores, galhos, folhas e caules são fonte de criação artística na oficina realizada pela Lapinha SPA. Em contraste com o hábito ocidental de simplesmente colocar flores em um vaso, a ikebana busca revelar as qualidades intrínsecas das flores e de outros materiais vivos, expressando emoções.

Programação Completa

19/03 (Quinta) – 18h às 22h

18h: Aula-show: lámens, com Chō Lamens e Baos
19h30: Apresentação: Taiko (arte japonesa de tambores)
20h: DJ: Chaouiche

20/03 (Sexta) – 18h às 22h

16h30: Oficina de Ikebana, por Lapinha SPA
19h: Aula-show: Curry por Koré
19h30: DJ: Madu Forti
20h: Flash drink (aula rápida de preparo de drinks)
20h30: Apresentação: dança indiana
21h: DJ Madu Forti

21/03 (Sábado) – 12h às 22h

13h: Apresentação: Dança dos Leões (dança tradicional da cultura chinesa)
15h: Aula-show: Bibimbap por Yü Cozinha Oriental
16h55: Apresentação: Dança dos Leões
17h30: Aula-show: Saquês por Adega de Sake
18h25 Flash drink (aula rápida de preparo de drinks)
18h30: DJ Leonor

22/03 (Domingo) – 12h às 20h

13h: Apresentação: dança indiana
14h: Aula-show: Saquês por Adega de Sake
15h: Aula-show: técnicas de cortes por Itigo by Ichigo Ichie
16h30: Apresentação: Taiko (arte japonesa de tambores)
17h25: DJ Disco Veneno

Oficinas

Oficinas para todas as idades por UniDanitê (durante o evento, sem agendamento)

De quinta a sábado: móbile asiático e hachimaki (faixa oriental para usar na cabeça).
Domingo: móbile asiático, hachimaki e dobradura origami.
Duração: 30 minutos por oficina.
Valor: R$ 48 por oficina (PCDs e neurodivergentes pagam meia-entrada).

Oficina de Ikebana por Lapinha SPA para adultos – Arte japonesa de arranjos florais

Sexta, 20 de março, às 16h30.
Agendamento via WhatsApp: 41 3622 1044‬
Duração: 1h.
Valor: R$ 195 por pessoa.

Gastronomia é o enfoque principal

A curadoria gastronômica do evento, como divulgado anteriormente, oferece uma imersão de alta qualidade pelas tradições culinárias da Índia, China, Japão, Coreia, Taiwan e Tailândia. Com pratos custando no máximo R$ 45, o público poderá saborear criações de oito restaurantes e dois estabelecimentos, incluindo Emy by Kazuo, Wao Asian Cuisine, Swadisht, Itigo by Ichigo Ichie, Chō Lamens e Baos, Yü Cozinha Oriental, Fun’iki Sushi + Rooftop, Johoja, Torá Kombini, The Coffee e Koré.

Serviço

Pátio Gastronômico Edição Ásia
19 a 22 de março
Local: Terraço do Pátio Batel (Avenida do Batel, 1868 – Batel)
Mais informações: https://patiobatel.com.br/patiogastronomico/

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.

Rua da Música tem fim de semana dedicado às mulheres

Atividades serão realizadas nos dias 7 e 8 de março em celebração ao Dia Internacional das Mulheres

O Parque Jaime Lerner realiza nos dias 7 e 8 de março uma programação especial em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres. Durante todo o fim de semana, a Rua da Música terá atrações musicais, experiências de bem-estar, oficinas criativas, ativações de marcas e ações integradas ao Vale da Música.

Entre os destaques da programação, a Oficina de Home Spray convida as participantes a criarem sua própria fragrância personalizada, aliando experiência sensorial e pintura em uma atividade com vagas limitadas.

Ao longo do dia, o público também poderá aproveitar ações gratuitas de bem-estar, com sessões de massagem e distribuição de vouchers oferecidas pela Magrass, além de experiências de cuidados com a pele e entrega de vouchers promovidas pela Tropicana, ampliando a proposta de cuidado e autocuidado durante o evento.

“Preparamos uma agenda com atividades que começam cedo e outras ações que se estendem ao longo do dia com música e convivência. A proposta é que as mulheres ocupem o parque, celebrem juntas e vivam um fim de semana pensado especialmente para elas”, afirma Gabriella Leão, superintendente do Parque Jaime Lerner.

Destacando a proposta de criar uma experiência completa e distribuída ao longo dos dois dias, o CEO do Parque, Hélio Pimentel, ressalta que a iniciativa foi pensada para oferecer diferentes possibilidades de participação ao público feminino. “O Dia das Mulheres no Parque Jaime Lerner foi estruturado para integrar cultura, bem-estar e experiências ao ar livre em diferentes horários, permitindo que cada visitante construa sua própria vivência. É uma celebração que valoriza a presença feminina e fortalece o parque como espaço de encontro na cidade”, destaca.

Com uma programação que une cultura, movimento, cuidado e celebração, o evento reafirma a vocação da Rua da Música como um espaço de encontro e experiências, e consolida o Parque Jaime Lerner como um dos principais cenários da cidade para ações que valorizam e fortalecem o protagonismo feminino.

Programação

Sábado e domingo
Oficina de Home Spray - Criação de fragrância e pintura
Atividade especial com vagas limitadas, voltada para criação de fragrâncias personalizadas.
11h às 12h30 (25 inscritas)
14h às 15h30 (25 inscritas)
Valor: R$ 85 (pix)

Ações de Bem-Estar
Durante todo o dia, duas marcas promovem experiências gratuitas para o público.
• 11h às 17h - Magrass ofertarão sessões de massagem e distribuição de vouchers
• 11h às 17h - Tropicana Experiência de cuidados com a pele e distribuição de vouchers

Vale da Música – Programação especial
Durante os dois dias, o Vale da Música também recebe ações especiais integradas ao calendário do Dia das Mulheres, ampliando a experiência do público no Parque Jaime Lerner.

Atrações do vale da música - Palco Flutuante na ópera de arame

07/03/2026
• 10:00 às 12:30 – Regional Roseira — Samba / Samba e Choro
• 12:40 às 15:10 – Halanna Aguiar Trio — Samba e Choro
• 15:20 às 17:50 – Lilian Nakahodo Trio — Música Instrumental

08/03/2026
• 10:00 às 12:30 – Beca Trio — Jazz / Música Universal
• 12:40 às 15:10 – Trio Anástacia — Choro / Forró
• 15:20 às 17:50 – Thatá Medeiros Convida — Choro

Sábado (07/03)

Atrações musicais
A Rua da Música recebe quatro atrações ao longo do dia, com estilos que vão do rock ao soul, passando por MPB e choro.
• 10h às 12h – Fer Cordeiro Trio Rock/blues – apresentação itinerante
• 12h30 às 15h30 – Rúbia Divino MPB – apresentação cantada
• 16h às 17h45 – Regional Roseira Choro – instrumental
• 18h às 21h30 – Carine Lupp Soul – apresentação cantada

Corrida Clube da Alice
O sábado começa com a presença do Clube da Alice, que realiza uma corrida fechada para seus participantes.
• 7h às 8h30 – Corrida
Percurso: Rua da Música → Parque São Lourenço → Rua da Música
Acompanhamento com professor e ambulância
• 9h às 10h – Aula no palco da Rua da Música
• 10h – Visita guiada pelo parque
• Encerramento, convidamos a todos para prestigiarem o ambiente e almoçarem na rua da música.
Vagas limitadas
Inscrição via formulário no link da bio do https://www.instagram.com/clubedaalice/.

Domingo (08/03)

Programação musical
O domingo segue com atrações instrumentais, samba e jazz.
• 10h às 12h – Fer Cordeiro Trio Instrumental
• 12h às 14h30 – Amanda Cortez Roda de samba – apresentação cantada
• 15h às 17h30 – Metafour Jazz – instrumental
Serviço
Dia das Mulheres – Parque Jaime Lerner
Datas: 7 e 8 de março (sábado e domingo)
Local: Parque Jaime Lerner
Endereço: Rua João Gava, 970 – Curitiba (PR)
Programação na Rua da Música e no Vale da Música, palco flutuante na Ópera de Arame
Entrada: R$ 30 (R$ 15 meia-entrada) | R$ 15 moradores de Curitiba

Grupo Magiluth vai dar “festão tecnobrega” na Ópera de Arame

Dividida em duas partes, releitura de “Édipo Rei” tem forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” das redes sociais

*Por Sandoval Matheus

Habitués do Festival de Curitiba, os pernambucanos do Magiluth frequentam o maior evento de artes cênicas da América Latina há quase 15 anos. Aportaram por aqui pela primeira vez na edição de 2012, e logo de cara com três espetáculos: “Aquilo Que Meu Olhar Guardou Pra Você”, “O Canto de Gregório” e “1 Torto”, os últimos dois pela Mostra Fringe. Também pelo Fringe, voltaram no ano seguinte, com “Viúva, Porém Honesta”. Dali pra frente, estiveram mais três vezes na Mostra Oficial, rebatizada em 2022 de Mostra Lucia Camargo, com “Dinamarca” (2018), “Estudo Nº 1: Morte e Vida” (2022) e “Apenas o Fim do Mundo” (2024).

Em 2026, o Magiluth chega à programação do 34ª edição do Festival de Curitiba com a peça “Édipo REC”, uma releitura da tragédia grega de Sófocles com forte inspiração cinematográfica e crítica à realidade “recortada” nas redes sociais. Dividido em duas partes, o espetáculo começa com um “festão”, nas palavras do dramaturgo Giordano Castro. “É discotecagem, música pra balançar, pra dançar. A gente convida o público pra estar no palco, bebendo e tudo mais”, conta, em entrevista.

As sessões acontecem nos dias 08 e 09 de abril, às 20h30, e ajudam a marcar o retorno da programação do Festival de Curitiba à Ópera de Arame. “A proposta é fazer a coisa ficar gigantesca. São mais de mil e quinhentos lugares.” Os ingressos para o Festival estão à venda pelo site www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física no Shopping Mueller (Av. Cândido de Abreu, 127 – Piso L3, Centro Cívico).

Fundado em 2024, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Magiluth é hoje um dos grupos teatrais mais respeitados do país, batizado com o acrônimo produzido a partir das iniciais de seus quatro fundadores: Marcelo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Thiago Liberdade.

Da trupe original, ficaram Lucas e Giordano, que no decorrer dos anos ganharam o acréscimo de Bruno Parmera, Mário Sergio Cabral, Pedro Wagner e Erivaldo Oliveira. Erivaldo, inclusive, faz uma ponta de “O Agente Secreto”, filme de Kléber Mendonça Filho indicado ao Oscar em quatro categorias, entre elas Melhor Seleção de Elenco.

Em “Édipo REC”, pensada como parte das comemorações dos vinte anos do grupo, em 2024, todos estão no palco, com a atriz convidada Nash Laila. A produção é do próprio Grupo Magiluth e do Corpo Rastreado.

A peça ainda reedita a parceria com o encenador paulista Luiz Fernando Marques, o Lubi, que pela quarta vez dirige uma peça da companhia. “A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste a camisa. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth”, brinca Giordano.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
No quê vocês basearam a montagem dessa versão tão inusual de Édipo Rei?

Tudo começa com a ideia de fazer um espetáculo pra comemorar os 20 anos do Magiluth. A gente queria algum clássico, alguma coisa que fosse marcante. E a ideia primeira era pensar num espetáculo que fosse uma celebração, uma festa mesmo.

Quando a gente chega no Édipo e começa a estudar a estrutura dramatúrgica da peça, percebe que existem leituras possíveis dentro dela. Uma delas, que talvez a gente siga muito mais do que a da peça original, é a do filme do Pasolini.

O filme tem uma primeira parte imaginando o que aconteceu antes, e na segunda parte ele usa basicamente a estrutura da peça original. É isso que a gente pega pra fazer o espetáculo.

Então, quem for assistir ao Édito REC vai pegar toda a trajetória do Édipo, não somente o Édipo do Sófocles, a gente faz uma atualização pensando o que aconteceu antes.

Quando a gente começa a fazer o espetáculo e a pensar sobre ele, uma das coisas que chama muito a nossa atenção é que a tragédia do Édipo é uma tragédia pela busca de se conhecer. A busca por tentar entender a si mesmo vai revelando a sua própria tragédia.

Hoje, a gente tem um excesso de informação o tempo todo, não só daquilo que a gente consome, mas também do que dá pro mundo. O tempo todo todo mundo tem uma câmera, está criando conteúdo, alguma coisa sobre si. E a discussão que a gente faz é: o que você revele que é de fato verdadeiro, o que é você por trás de tudo isso? Nessa busca por tentar saber quem é, o Édipo vai encontrando a própria tragédia.

É um espetáculo que flerta, faz uma junção, de toda a trajetória do Magiluth nesses 20 anos. Tem um flerte muito grande com a linguagem audiovisual, algo que a gente sempre traz muito forte pra dentro das peças do Magiluth. É por isso também que a Nash está conosco. A Nash é uma atriz que, se você pegar os dez últimos filmes pernambucanos que foram feitos, ela está em oito. É uma cara muito comum no cinema pernambucano.

Nessa primeira parte da peça o Édipo é um DJ. Tem também um beijaço, certo? Fala um pouco dessa festa.

A gente faz na peça uma divisão clássica do teatro grego. A primeira parte é comédia, a segunda é tragédia, tentando fazer com o que o público perceba que, pra você ter a dimensão da tragédia, você tem que viver um momento de festa: “Opa, a coisa virou”. É uma peça em que você experimenta isso. A primeira parte é uma festa mesmo, a gente convida o público pra estar conosco, dançando, cantando, beijando, sarrando.

Isso dura uma hora. O público vai estar uma hora com o DJ Édipo. Dentro do espelhamento que a gente faz da peça, o antigo DJ, o DJ Laio, morreu misteriosamente numa situação e violência. E quem assume agora a festa é esse novo DJ que chega na cidade, esse forasteiro, o DJ Édipo, que traz de volta a alegria pra aquele lugar. Então, assim, é festão mesmo, discotecagem, música pra balançar, pra dançar, a gente convida o público pra estar com a gente no palco, bebendo e tudo mais.

A proposta da gente é essa e dentro da Ópera de Arame é fazer a coisa ficar gigantesca, né? São mil e poucos lugares. Depois, num segundo momento, a gente convida o público a sentar e a assistir a tragédia desse Édipo.

No material de divulgação, vocês chamando Édipo REC de “uma tragédia à la Magiluth”. Como você define isso?

É fazer com que você viva a experiência, de fato. Os espetáculos do Magiluth tem a proposta de fazer o público participar de uma forma muito ativa, vivenciar aquela situação. Muito mais do que assistir ou apreciar, é fazer com que essa experiência seja uma experiência de fato imersiva. É uma das coisas que a gente foi entendendo dentro da linguagem do grupo.

Dentre todas as possibilidades à mão, por que Édipo?

Talvez porque, dentro dos clássicos, foi o que a gente conseguiu ver de forma mais palpável esse flerte com o cinema? Quando a gente encontrou a obra do Pasolini – talvez ela tenha aparecido pra gente até antes do que o próprio Édipo. Foi uma busca pra ver onde o teatro e o cinema se encontravam de alguma forma. O filme do Pasolini é muito forte.

A gente também assiste a um filme muito legal chamado “O Funeral das Rosas”, um filme japonês da década de 60, uma adaptação que tem uma travesti fazendo o Édipo. E isso deu um bom na cabeça da gente, maravilhoso.

É um filme feito na década de 60, numa sociedade super restrita, cheia de valores muito arraigados, e ao mesmo tempo é absolutamente contemporâneo. Quando a gente terminou de assistir, eu fazia assim: “Não é possível. De quando é que esse filme, gente? Parece que foi feito no ano passado”.

Foi quando a gente viu a possibilidade dramatúrgica que essa peça poderia dar. Se a galera fez isso em 60, vai o Édipo virar DJ é fichinha.

Agora, queria que você falasse um pouco da parceria com o Luiz Fernando Marques, o Lubi. Como ela se consolidou? Por que vocês se deram tão bem trabalhando juntos?

Trabalhar com o Lubi é muito fácil e gostoso, porque ele é um diretor que propõe e dirige muito numa ideia de parceria, horizontalidade, o que pra gente é muito caro. O Magiluth é um grupo que está caminhando pra 22 anos, e que foi se consolidando por essa relação de horizontalidade.

Quando a gente encontra um parceiro como Lubi, um diretor que vem pra trabalhar com o material da sala de ensaio, um material que a gente pensa de forma coletiva, isso é muito legal. A gente se sente muito respeitado por trabalhar com ele dessa forma, sabe? De fato, somos atores-criadores, e o Lubi é um diretor que tem uma escuta e uma sensibilidade muito forte pra entender os anseios desse grupo. Quando a gente propõe um projeto pro Lubi, a primeira pergunta que ele sempre faz é: “Tá bom, mas como é que vocês querem fazer essa peça?”. Nunca é uma proposta tipo: “Ai, eu queria que a gente fizesse a peça assim”.

Isso é muito legal. Acaba que no resultado final da peça, todo mundo está muito empoderado sobre aquilo, sabe muito o que está fazendo. A gente está em cena muito completo, porque é uma criação de fato coletiva.

O Lubi é um diretor muito sensível, e com um olhar para as questões e discussões contemporânea. Ele consegue fazer com que a gente perceba dentro da peça discussões que são muito importantes trazer pro nosso tempo de agora. É um cara muito bom de trabalhar. A gente fica dizendo que ele é o sétimo magiluth. Ele veste muito mais a camisa do que a gente. Se você olhar qualquer foto do Lubi, ele está com o boné do Magiluth.

Vocês também já disseram que fizeram essa trabalho porque gostariam de entender o que faz as pessoas saírem de casa pra assistir a uma história tão antiga. Conseguiram?

As peças são clássicas porque o tempo todo elas têm coisas muito humanas pra dizer. As questões humanas que atravessam essa peça, ou tantos outros clássicos, são questões que nos atravessam o tempo todo. Ela não se torna uma peça data, porque ela não está falando sobre uma situação específica, está falando sobre gente.

E quando a gente faz o Édipo, começa a entender e a levantar a peça, começa a perceber que existem muitas coisas dentro dela que são sobre nós, sobre nossa relação social, individual, sobre a relação do indivíduo com o meio. Viver essa experiência é responder muita coisa sobre si, sabe?

Por isso todo mundo sempre volta pra ver. O Édipo não é um cara que matou o pai, ficou com a mãe e agora está descobrindo a própria tragédia. Isso é Freud. É como Freud leu a peça. O Édipo está dizendo: cara, quem eu sou? Quem eu sou no meio disso aqui? Tipo, o mundo está acontecendo ao meu redor e eu estou querendo entender. Obviamente que não são respostas diretas, matemáticas.

Na montagem, o corifeu [no teatro grego, responsável por fazer a ponte entre o coro e os atores] da peça original é representado por uma câmera que fica captando e reproduzindo as imagens. E você mesmo antes levantou uma crítica ao excesso de produção de fotos e vídeos que a gente faz hoje, nas redes sociais. Como a peça trata isso?

Existem dois personagens que carregam a peça e que são importantíssimos pra contar e alinhavar essa história: o coro e o corifeu. O coro, na figura de uma mestre de cerimônias, uma drag queen, que convida as pessoas a viver tudo aquilo. E o corifeu que observa a situação.

A discussão que a gente vai trazendo na peça é a partir desses dois personagens, que vão revelando suas questões. O coro vai falando pro corifeu que, por mais que a gente tenha hoje um excesso de câmeras, um excesso de filmagens, um excesso de informações, ainda assim isso é um recorte. Não tem a ver com a experiência de tudo aquilo.

E aí em algum momento a gente começa a brincar dentro da peça com a experiência do é o cinema e o que é o teatro. E como a gente faz com que aquilo ali esteja vivo.

Por mais que o corifeu vá fazendo um recorte e ajudando a gente a fazer a leitura da peça a partir desses recortes, ainda assim a experiência completa tem a ver com presença, com o fato de estar ali e vivenciar tudo aquilo. E aí entra essa discussão sobre as redes sociais, né?

Uma coisa é aquilo tudo que eu posto no meu Instagram, o recorte que eu dou. E o recorte que eu dou no meu Instagram sou eu, Giordano, pai de família, artista, apaixonado pelo seu filho, e quem me acompanha, chega e diz: “Nossa, é tão legal ver teus vídeos com o seu”. Beleza, mas isso é quando eu estou na câmera. Fora da câmera, ninguém viu que esse final de semana eu dei um beliscão nele. E ele ficou puto comigo, e que eu briguei com ele. Porque aquele recorte que eu postei no Instagram é um recorte específico, mas na vida, criar uma criança, viver um relacionamento, viver essas dores, é uma outra coisa. Tem essa discussão dentro da peça: o que é real e o que é ficção? O que é real e o que você está recortando?

O cinema ou o teatro dão conta dos dias de hoje?

Eu acho que não. Tanto um quanto o outro são sempre um recorte artístico daquilo ali. Tem muito mais a ver com a ideia de proporcionar uma experiência estética.

A vida vai ser sempre a vida, sabe? Não tem como. Por mais que a gente faça e aconteça, ainda assim vai ser um recorte estético e artístico. O que a gente propõe é que, mesmo que seja uma experiência estética coordenada e encaminhada por um grupo de artistas, ainda assim ela seja sensorialmente quente, sabe?

Nesses quase 22 anos, como é a relação do Magiluth com a cidade de Recife? Parece que vocês têm até um tipo de fã-clube, certo?

Eu acho que uma das coisas que a gente conseguiu fazer nesses 22 anos de coletivo foi uma construção artística e estética muito alinhada com o pensamento de uma geração da cidade. Em Recife, Pernambuco como um todo, a gente tem uma ideia cultural muito apaixonada pela cidade. Eu tava agora no carnaval vendo isso. Não sei se em outro lugar as pessoas usam a bandeira do estado como roupa, como em Pernambuco. No carnaval a gente canta o hino da cidade, como quem está cantando uma música de carnaval.

Essa relação com a cidade é uma coisa muito forte, que tem a ver com uma construção passada, que veio antes de nós, mas que continua acontecendo. O Magiluth é muito fruto da continuidade de um legado cultural pernambucano. E falando da sua aldeia, você fala do seu mundo, né?

Agora parece que a camisa da Pitombeira [Pitombeira dos Quatro Cantos, tradicional bloco de carnaval de Olinda] se tornou uma segunda farda brasileira, todo mundo tem uma camisa da Pitombeira, e isso tem muito a ver com o filme do Kleber [Mendonça Filho], que usa elementos da cultura pernambucana pra falar sobre uma ideia de Brasil.

Quando “O Agente Secreto” está discutindo a memória brasileira, essa memória apagada, esquecida, causada por uma anistia e uma ditadura militar absolutamente violenta, e pra isso usa elementos fantásticos como a perna cabeluda, alguns críticos de cinema falaram: “Ah, mas parece algo muito localizado”.

Aí você fala: “Tá bom, você acha isso localizado, mas você lê ‘Cem Anos de Solidão’ e se emociona e, sei lá, quando é que você foi na Colômbia? Ou ouviu aquele realismo fantástico?”. São elementos que estão contando aquela história.

E quando a gente chega no Magiluth, é um grupo muito pautado, muito enraizado na cultura de uma cidade, de um estado, o tempo todo dialogando com questões nossas, mas que têm a ver com o mundo, sabe? É festa que a gente propõe no Édipo é uma discotecagem de qualquer festa de Recife. Tem som, grave alto, uma batida tecnobrega pernambucana, essa coisa toda. A gente é muito feliz de ser uma companhia com 22 anos sediada em Recife, sabe?

E já que a gente entrou no assunto, qual é a sua avaliação de “O Agente Secreto”?

Eu acho impecável, maravilhoso. Erivaldo, do Magiluth, está no filme. A gente fez até uma camisa na onda de que ele vai trazer o Oscar pra gente. É um filme que muitos amigos e parceiros fazem e participam. Eu saí muito emocionado do cinema. Eu acho realmente uma obra-prima, o melhor filme do Kléber, mesmo.

Eu acho que é um filme de uma densidade e de uma importância muito grande, principalmente nesse processo que a gente está vivendo, que chegou tão perto da perda de uma conquista tão dura que foi a democracia.

No final do filme, na última cena, quando menina chega pra conversar e um dos personagens do Wagner diz: “Então, você sabe mais do meu pai do que eu. Eu não sei nada do meu pai”. Caralho. Foi de uma geração pra outra que tudo se apagou, sabe? Eu acho assim que é um filme que vai trazer alguma coisa, sabe? Tem uma qualidade muito foda.

Trouxe bastante já, vários prêmios. Agora o pessoal está na expectativa do Oscar.

É, já trouxe bastante. Só pra Pitombeira, já pagou dois carnavais. Então, já trouxe muito.

Hoje, vocês são um os grupos mais respeitados do país, mas imagino que seja difícil se manter por mais de 20 anos fazendo teatro. Já fizeram muita coisa, não exatamente por vontade artística, mas por necessidade de sobreviver?

Já, já. Fizemos muito. Hoje, com 22 anos, dentro desse recorte do teatro brasileiro, a gente não é mais nenhum novinho. Mas que bom que na frente da gente tem alguns outros dinossauros, que também vão estar no Festival de Curitiba, como o Grupo Galpão e o Armazém, uma galera que veio antes e que foi abrindo todo o espaço pra que a gente pudesse andar.

Fora disso, quando alguém que sabe um pouco da história do Magiluth encontra o grupo, tem a ideia de que parece que a gente já chegou sentando na janela, saca? “Nossa, a galera vai todo ano pro Festival de Curitiba.” Cara, pra gente chegar aqui, teve que roer muita coisa.

A gente fez muita coisa, ação de bombom, trabalho de divulgação, teatro de empresa. A gente já fez a ação de Dia dos Namorados do Sonho de Valsa. Irmão, você está entendendo. Passei um mês andando de perna de pau, vestido de Cupido, no meio de shopping center e em parada de ônibus, entregando bombom e fazendo piada com o público. Isso a gente já fez, pô. Traz pra cá, vamos viver essa porra. Tem que pagar conta. Hoje, por tudo que conquistou, a gente está conseguindo, obviamente, escolher algumas coisas, tentar fazer com que sejamos donos do nosso destino.

Mas não é fácil. Vez ou outra você faz assim, “hum, esse projeto não era bem o projeto que eu queria fazer”, mas a gente tem que fazer porque precisa, mas obviamente com um lugar de mais autonomia, para poder escolher alguns processos. É uma loucura. É começar todo o ano pensando o que é que vamos fazer, como é que vai ser, quanto tempo a gente tem pela frente, planejamento, a mesma coisa de qualquer empresa.

E como é que faz um grupo funcionar por tanto tempo, manter ele coeso? Por mais que todos tenham o mesmo propósito, são pessoas, com suas idiossincrasias.

A gente tenta resolver tudo de forma democrática, o que é dificílimo, porque democracia com seis pessoas sempre tem um momento que pode dar empate. Aí começa de fato o exercício democrático, quando você começa a conversar, a entender, a fazer a divisão das coisas. Mas eu acho que nesse processo todo a gente também foi encontrando um lugar de respeito muito grande. Entendendo que todo mundo trabalha em prol de um bem coletivo. Todo mundo quer o melhor para o trabalho, o melhor para o grupo.

E quando existe algum atrito em relação ao trabalho, sempre existe o pensamento de todos nós que esse atrito é por conta de caminhos e não de objetivos. Todos nós queremos o mesmo objetivo, o caminho que cada um quer fazer pra chegar naquele objetivo é que às vezes é diferente.

E, claro, estamos envelhecendo juntos, percebendo que questões e ranzinzices de cada um vão aumentando, mas quem está a menos tempo no grupo está há quase dez anos, é muito tempo trabalhando juntos, você começa a entender muito bem.

E criando uma relação familiar, né? E você começa a entender que família não está ligada somente a amor. Eu tenho um irmão, ele é meu irmão, ele nasceu comigo e é isso. Eu posso não gostar, eu posso não sei o quê, mas é o que tenho.

Somos uma família. Cada um tem suas questões, mas é que somos. E como é que a gente vai trabalhando com isso? Eu acho que hoje o grupo está num lugar que maturidade de relação muito bonito. E, obviamente, sempre vai ter conflito.

Sempre vai ter um dia em que alguém acordou com o ovo mais virado. E aí hoje somam outras questões, né? Metade do grupo já tem filho. Agora o problema já é outro, o problema é com quem vai ficar a criança. Tem que viajar e a gente pensa assim: “Meu Deus, onde é que vai ficar o menino? Com quem vai ficar o menino? Pelo amor de Deus”. Tem um pouco disso.

A Mostra Lucia Camargo no Festival de Curitiba é apresentada por Petrobras, Sanepar e Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba, com patrocínio de EBANX, Viaje Paraná e Copel, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal - Do lado do povo brasileiro. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do Festival de Curitiba www.festivaldecuritiba.com.br, pelas redes sociais disponíveis no Facebook @fest.curitiba, pelo Instagram @festivaldecuritiba e pelo Twitter @Fest_curitiba.

Ficha técnica
Criação: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Direção: Luiz Fernando Marques
Dramaturgia: Giordano Castro
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral, Nash Laila e Pedro Wagner
Design de luz: Jathyles Miranda
Design gráfico: Mochila Produções
Figurino: Chris Garrido
Trilha sonora: Grupo Magiluth, Nash Laila e Luiz Fernando Marques
Cenografia e montagem de vídeo: Luiz Fernando Marques
Cenotécnico: Renato Simões
Videomapping e operação: Carol Goldinho
Operação de som: Gabriel Mago
Captação de imagens: Bruno Parmera, Pedro Escobar e Vitor Pessoa
Equipe de produção de vídeo: Diana Cardona Guillén, Leonardo Lopes, Maria Pepe e Vitor Pessoa
Produção: Grupo Magiluth e Corpo Rastreado
Instagram: @brunoparmera_ @erivaldooliveiraator @giordanocastro @torresmagiluth @mariosergiocabralator @nashlaila @roberto__brandao @eupedrowagner
Serviço:
Édipo REC – Mostra Lucia Camargo
34º Festival de Curitiba
Local: Ópera de Arame - Rua João Gava, 920 - Abranches
Data: 8 de 9 de abril
Horário: 20h30
Categoria: Teatro contemporâneo
Classificação: 18 anos
Duração: 120 min (+5 min de intervalo)

34.º Festival de Curitiba
Data: De 30/3 até 12/4 de 2026
Valores: Os ingressos vão de R$00 até R$85 (mais taxas administrativas).
Ingressos: www.festivaldecuritiba.com.br e na bilheteria física exclusiva no Shopping Mueller - Piso L3 (Segunda a sábado, das 10h às 22h e, domingos e feriados, das 14h às 20h).
Verifique a classificação indicativa e orientações do espetáculo.
Descontos especiais para colaboradores de empresas apoiadoras, clubes de desconto e associações.

Hashtags oficiais – #festivaldecuritiba #festcuritiba #ediporec #operadearame

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Sexta edição do Jardim Literário acontece no Jardim dos Sonhos, no Hospital Pequeno Príncipe

Evento gratuito terá distribuição de livros, contação de histórias, performance teatral e atração musical

Dia 7 de fevereiro, sábado, a partir das 10h, acontece a sexta edição do Jardim Literário no Hospital Pequeno Príncipe. No evento aberto a toda a comunidade serão lançados 4 livros, com distribuição integralmente gratuita.

Nesta edição, além dos lançamentos dos livros, o projeto oferece uma contação de histórias do livro infantil Que Pira é Essa? conduzida por Ailén Roberto e Paulo Soares, performance teatral do projeto “Com Carinho, Com Pipocas” do Grupo Malasartes Educação Sensível, além de um show com a banda Choro das 7, formada por sete mulheres, tocando o melhor do repertório de chorinho.

O Jardim Literário é um evento que integra literatura, música e saúde integral. Criado para celebrar histórias — reais e imaginadas — que florescem em meio ao cuidado e à infância, ele se propõe a democratizar o acesso ao livro, incentivar a leitura e promover o encontro entre autores e leitores em um ambiente de afeto e conexão, movimentando o maior hospital pediátrico do Brasil. Ao longo das suas cinco edições, lançou 13 publicações de mais de 16 autores independentes e distribuiu mais de 3.500 exemplares, sempre gratuitamente.

Viabilizado pela Lei Rouanet, o Jardim Literário tem o Hospital Pequeno Príncipe como anfitrião e instituição beneficiada e conta com patrocínio das empresas Diferpan, Metisa, Produtos Paraná, Master Cargas e Lavitta Engenharia.

SOBRE OS LIVROS:

Coleção Mascarados
A Coleção Mascarados é de autoria de Elza Forte da Silva Carneiro, com pesquisa de Geslline Giovana Braga, prefácio de Ana Rosa Tezza e ilustrações de Gabriel Rischbieter, Karine Kawamura e Silvio Silva Junior. A coleção é composta por seis livros infantojuvenis: cinco contos inspirados em máscaras de diferentes culturas e um volume com informações históricas sobre o uso de máscaras de diversos tipos, revelando aspectos simbólicos, culturais e afetivos desses objetos. O encarte ainda contém máscaras montáveis de papel, estimulando a interação das crianças com o tema e ampliando a imaginação.

No Reino de Araucarilândia, de José Álvaro Carneiro
Após grande sucesso, o livro infantojuvenil ilustrado de autoria de José Álvaro Carneiro ganha uma reimpressão. Os personagens principais da história, o Menino Vespa e a Fada das Araucárias, guiam o leitor pelo universo da floresta das araucárias. Com coordenação editorial e projeto gráfico de Carla Irusta, a publicação também apresenta ilustrações botânicas, destacando parte da fauna e da flora desse território, no qual a araucária é a árvore de referência.

Que Pira é Essa?, de José Álvaro Carneiro
Em sua segunda edição, o livro literário infantojuvenil Que Pira é Essa? lança sua primeira versão em espanhol. A obra narra o encontro inusitado entre a menina Inaiê e um peixe à beira de um rio, em uma manhã ensolarada. Partindo de um poema que percorre lendas, expressões e saberes dos povos indígenas, o livro apresenta, de forma lúdica, a contribuição das línguas indígenas para o português falado no Brasil, além de aspectos da cultura e da identidade paranaense e brasileira.

Com coordenação editorial e ilustrações de Carla Irusta, o livro informa de maneira leve e poética, trazendo imagens ricas em significado que, junto ao texto, convidam o leitor a conhecer e valorizar a diversidade cultural brasileira expressa em nossa língua. Que Pira é Essa? apresenta vocábulos indígenas presentes no dia a dia, que nomeiam elementos da fauna, da flora e da geografia. Nadando pelas águas do rio, os leitores mirins podem conhecer mais sobre as culturas indígenas, tão importantes e presentes no Brasil.

O Feminino em Todas as Coisas, de Thelma Alves de Oliveira
O livro de poesias inéditas da autora curitibana Thelma Alves de Oliveira, com ilustrações de Ivana Cassuli, reúne textos sobre o universo feminino e as relações humanas com a natureza. Thelma brinca com as palavras como quem toca o vento: com doçura, curiosidade e coragem. Em seus poemas, o cotidiano se desdobra em delicadeza e descoberta. Infância, maternidade, amor e as feridas do mundo se encontram em um mesmo sopro. A autora poetiza o feminino em diferentes facetas de suas vivências e provoca o leitor a reflexões profundas.

SERVIÇO

Jardim Literário – sexta edição
Dia 7 de fevereiro (sábado), das 10h às 13h

Durante o evento haverá distribuição de livros, sessão de autógrafos, contação de histórias, performances teatrais e show com a banda Choro das 7.

Jardim dos Sonhos, em frente à fachada histórica do Hospital Pequeno Príncipe (entrada pela Av. Silva Jardim, 1677)

www.ojardimliterario.com.br

Evento gratuito e aberto à comunidade. A distribuição dos livros é gratuita, por ordem de chegada e irá acontecer durante o horário do evento conforme o estoque disponível.

Fonoteca Promove Série de Debates sobre Memória Musical

Evento gratuito "Memória, Acervo e Cena Musical" ocorre de 15 a 17 de janeiro, às 16h, no Irie Bar, reunindo gestores de acervo, músicos e jornalistas para discutir preservação sonora

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Irie Bar - Foto: Divulgação

A Fonoteca da Música Paranaense realiza, entre os dias 15 e 17 de janeiro (quinta-feira a sábado), a série de debates "Memória, Acervo e Cena Musical". O evento, que ocorre no Irie Bar, sempre às 16h, é aberto ao público, com entrada gratuita. A iniciativa visa discutir a preservação do patrimônio sonoro em três eixos: a gestão institucional de acervos, os processos técnicos de digitalização e o papel fundamental da cena local e da crítica cultural.

Programação completa

Dia 15/01 (Quinta) – 16h: Fonoteca – Institucional, Projetos e Planos
Foco: Apresentação da instituição, seus planos de gestão, inovação e projetos futuros para a salvaguarda do patrimônio sonoro.
Participantes: Rodrigo Amaral, Luiz Roberto Romano e Tiago Rangel (equipe da Fonoteca).

Dia 16/01 (Sexta) – 16h: Digitalização e Acervo
Foco: Detalhamento do projeto de digitalização do acervo histórico da Fonoteca da Música Paranaense e conversa sobre a cena musical local
Participantes: Matheus Moro, Getúlio Guerra, Adriane Perin, Rogério Franzini e representantes da diretoria da Fonoteca.

Dia 17/01 (Sábado) – 16h: Cena Local, Preservação e Divulgação
Foco: Debate sobre a dinâmica da cena musical local e paranaense, a importância crítica da preservação dessa memória e o papel da mídia especializada na sua divulgação.
Participantes: O jornalista cultural Abonico Smith, o pesquisador e fundador da Fonoteca Manoel J. de Souza Neto e convidados.

Sobre os participantes convidados
Manoel J. de Souza Neto: Pesquisador, produtor cultural e cientista político com trajetória dedicada à preservação, pesquisa e documentação da música paranaense. É fundador do Musin (Museu do Som Independente), iniciativa responsável por organização e guarda um vasto acervo de registros musicais e documentação relacionada. Sua atuação em políticas públicas culturais é reconhecida nacionalmente. Foi membro da Câmara Setorial de Música e do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC/MINC - entre 2005 e 2017), onde defendeu pautas como a educação musical nas escolas e de e reformas de leis de incentivo à cultura, da Ordem dos Músicos do Brasil e do direito autoral. Sua experiência combina a prática da preservação de acervos com a formulação de políticas públicas para o setor.

Abonico Smith: Jornalista cultural com mais de 30 anos de experiência ininterrupta. É doutorando em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), onde também realizou seu mestrado. Atua como diretor de redação e editor do site Mondo Bacana. Foi editor-chefe de jornalismo cultural da TV eParaná (hoje Paraná Turismo) e escreveu em veículos como Bizz/Showbizz, Veja Curitiba, O Estado do Paraná, Gazeta do Povo, entre outros. Na academia, utiliza seu nome de batismo, Antonio Carlos Persegani Florenzano.

Adriane Perin: jornalista atuante desde 1995, com experiência como repórter e editora em importantes redações do Paraná, como Gazeta do Povo e Jornal do Estado/Bem Paraná. Possui trajetória consolidada na área cultural, está à frente da De Inverno Comunicação, e também foi uma das idealizadoras, ao lado do jornalista e músico Ivan Santos, do selo De Inverno Records e do Festival Rock de Inverno. Ao longo de sua carreira, assinou a comunicação de eventos, como Psicodália e Psycho Carnival/Rock Carnival na área da música.

Getúlio Guerra: Poeta, gestor cultural e agitador comunitário, seu nome é sinônimo de uma luta concreta por descentralização, memória e direito à cultura na cidade. Sua atuação se materializa em projetos que recalibram o eixo da vida cultural curitibana. Através de iniciativas como o PrasBandas e o Sarau Popular, Getúlio lidera um movimento que proclama a periferia como território pulsante de narrativas e saberes.

Rogério Franzini: Músico multi-instrumentista e produtor musical com 35 anos de experiência, atuando como baixista na banda Creedence Brasil (há 33 anos) e na P!RA (tributo ao IRA!), e como baterista na Tony e Os Novos Rauls. Com experiência prática como radialista, atua há mais de 10 anos na Rádio Bairro Alto Online, produzindo e pautando jornalismo informativo, esportes, música e cultura geral. Sua trajetória vivaz na cena musical local traz uma perspectiva prática e de vivência direta para o debate sobre acervo e preservação.

Sobre a Fonoteca da Música Paranaense
A Fonoteca da Música Paranaense, originada do MUSIN - Museu do Som Independente (reconhecido pelo IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus) reúne o maior e mais completo acervo sobre a música do Paraná, com cerca de 400 mil documentos, incluindo arquivos digitais, fichas de músicos, cartazes, publicações, reportagens e mídias físicas (entre elas, aproximadamente 4 mil CDs, LPs, fitas cassete e compactos.). Fundada por Manoel J. de Souza Neto em 1989, a iniciativa tem contribuído para centenas de pesquisas e publicações acadêmicas e, atualmente, constitui-se como uma associação, ampliando seu papel na preservação e difusão da memória da música paranaense.

Serviço:
Evento: Série de Debates "Memória, Acervo e Cena Musical"
Realização: Fonoteca da Música Paranaense
Datas: 15, 16 e 17 de janeiro de 2026 (quinta, sexta e sábado)
Horário: Sempre às 16h
Local: Espaço Irie (Alameda Prudente de Moraes, 1282, Centro, Curitiba, PR)
Entrada: Gratuita.
Classificação Indicativa: Livre

Camerata Antiqua de Curitiba apresenta em primeira mão o programa da turnê italiana durante a 43ª Oficina de Música

A Camerata Antiqua de Curitiba realiza duas apresentações na capital paranaense durante a 43ª Oficina de Música antes de embarcar para uma turnê inédita em Roma, integrada às comemorações do bicentenário das relações entre o Brasil e o Vaticano, em janeiro de 2026. O público curitibano terá acesso, em primeira mão, ao mesmo repertório que o grupo apresentará no concerto oficial da Universidade La Sapienza, no dia 24 de janeiro.

As apresentações acontecem nos dias 16 e 17 de janeiro. No dia 16, às 20h, o concerto será na Catedral Basílica de Curitiba, com transmissão ao vivo para todo o Brasil pela TV Evangelizar. No dia 17, às 19h, a Camerata se apresenta na Capela Santa Maria, espaço cultural sede do grupo e um dos palcos mais simbólicos da cidade.

O grupo, formado por Coro e Orquestra, será conduzido pelo maestro e musicólogo Ricardo Bernardes, brasileiro radicado em Portugal, especialista em práticas históricas e referência no estudo da música luso-brasileira. Os solistas são Marília Vargas (soprano), Filipe Rissatti (contratenor), Jabez Lima (tenor) e Norbert Steidl (barítono).

O programa que a Camerata interpreta em Curitiba e posteriormente em Roma destaca obras de enorme relevância da música sacra brasileira do início do Oitocentos. A programação reúne a Missa de Nossa Senhora da Conceição (1810), de José Maurício Nunes Garcia, e o In Te Domine Speravi, de Sigismund Neukomm, colaborador de Nunes Garcia no Rio de Janeiro.

Além da importância musical, o repertório está diretamente relacionado ao contexto histórico das primeiras relações diplomáticas entre o Brasil recém-independente e a Santa Sé. Essas relações começaram a ganhar forma em 1826, quando Dom Pedro I enviou a Roma o sacerdote e diplomata Francisco Corrêa Vidigal para negociar o reconhecimento internacional do novo Império e regular a situação da Igreja no Brasil.

BADI ASSAD e SIMONE SOU se reencontram em “Mulheres do Mundo” na 43ª Oficina de Música de Curitiba

Depois de uma década, Badi Assad e Simone Sou voltam a dividir o palco em um encontro marcado pela música, pela amizade e pela celebração das mulheres na criação artística. O espetáculo “Mulheres do Mundo” acontece no dia 10 de janeiro de 2026 (sábado), às 19h, no Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha), como parte da 43ª Oficina de Música de Curitiba.

O show marca o reencontro do duo formado em 1999, quando a parceria musical entre Badi e Simone surgiu e ganhou o mundo. Simone acompanhou Badi em turnês internacionais e participou do álbum Singular (2016). Desde então, seguiram trajetórias paralelas, até este retorno especial, que costura passado, presente e novas possibilidades artísticas.

Em “Mulheres do Mundo”, Badi Assad e Simone Sou apresentam seus trabalhos solo e, juntas, revisitam canções que entrelaçam suas histórias pessoais e musicais. O espetáculo é dedicado às mulheres compositoras, artistas e cantoras de diferentes gerações e origens, revelando a força, a diversidade e a sensibilidade feminina na música global.

Badi Assad traz um repertório que reúne músicas de compositoras do mundo inteiro, canções autorais feitas em parceria com artistas brasileiras e obras criadas em homenagem às mulheres. Com sua virtuosidade única ao violão e sua expressividade vocal, a artista constrói uma verdadeira narrativa musical, transformando o palco em um espaço de reconhecimento e celebração da influência feminina na arte.

Reconhecida como uma das artistas mais singulares da música brasileira, Badi Assad foi eleita pela Rolling Stone Brasil como uma das maiores violonistas do país. Sua trajetória inspirou o filme Badi, premiado em festivais nacionais e internacionais. Com sólida carreira internacional, teve o álbum Wonderland escolhido pela BBC London entre os 100 melhores discos do ano, foi eleita Artista do Ano pela revista americana Guitar Player e venceu o International Singer-Songwriter Competition como compositora. Ao longo de sua carreira, Badi lançou 26 álbuns, realizou turnês em quase cinquenta países e recebeu prêmios como APCA, WME e Prêmio da Música Brasileira. Recentemente, lançou o disco “Parte de Tudo Isso”, reafirmando sua constante inventividade artística.

Simone Sou é percussionista e baterista, construiu carreira a partir da década de 1990, integrando importantes projetos e bandas, como Orquídeas do Brasil, que acompanhou Itamar Assumpção, além de trabalhos de longa duração com artistas como Chico César, Zélia Duncan e Mutantes. Desenvolveu projetos autorais e colaborativos, como o duo Soukast e o álbum autoral SOS BRAS BEAT (2016), no qual reúne bateria, percussão, voz e experimentação sonora, consolidando-se como uma artista inventiva, plural e referência na percussão contemporânea.
“Mulheres do Mundo” é uma noite de celebração, reencontro e emoção — um espetáculo que une duas artistas em plena maturidade criativa, homenageando as mulheres que transformam o mundo por meio da música.

SERVIÇO:

Espetáculo: Mulheres do Mundo – Badi Assad e Simone Sou
Evento: 43ª Oficina de Música de Curitiba
Data: 10 de janeiro de 2026 (sábado)
Horário: Abertura às 18h | Show às 19h
Local: Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha)
Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro – Curitiba/PR
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada)

Vendas:https://www.diskingressos.com.br/evento/2100/2026-01-10/pr/curitiba/badi-assad-e-simone-sou-no-show-mulheres-do-mundo

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Débora Venturini
Assessoria de Comunicação
Tel.: (11) 98326.3851
Email: debora@venturinicomunicacao.com.br

Curitiba recebe oficinas gratuitas de Iluminação Cênica

Formação oferece 50 horas de aprendizado teórico e prático voltado à área técnica das artes cênicas

Estão abertas as inscrições para a oficina “Iluminação Cênica – Da origem à construção de um espetáculo”, que chega agora a Curitiba. As atividades serão realizadas entre os dias 6 e 9 de janeiro, no Teatro Barracão EnCena, com entrada gratuita e vagas limitadas. Inscrições podem ser realizadas através deste LINK.

Com carga horária total de 50 horas, a formação é voltada a artistas, técnicos, estudantes e pessoas interessadas em ingressar ou aprofundar conhecimentos na área técnica das artes cênicas. A oficina combina conteúdos teóricos e práticos, abordando desde noções básicas de eletricidade e ótica até o uso de refletores, lâmpadas, mesas de luz, dimmers e softwares de iluminação.

Ao longo do curso, os participantes têm contato com temas como teoria das cores, posicionamento e afinação de equipamentos, leitura e criação de mapas de luz, desenvolvimento de projetos de iluminação e operação técnica, além da construção de uma dramaturgia visual a partir da luz como elemento narrativo da cena.

A oficina integra o circuito estadual de formação em iluminação cênica, que já passou por cidades como Ponta Grossa, Londrina, Paranaguá, Francisco Beltrão e Guarapuava, fortalecendo o cenário técnico das artes cênicas no Paraná e ampliando o acesso gratuito à qualificação profissional.

A ação é uma produção do Coletivo Cacareco e da Dupla de Dois Produções, com realização da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Serviço
Oficina: Iluminação Cênica – Da origem à construção de um espetáculo
Local: Teatro Barracão EnCena
Endereço: R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR
Datas e horários: 6, 7, 8 e 9 de janeiro – das 09h às 18h
Inscrições: Através deste LINK
Produção: Coletivo Cacareco e Dupla de Dois Produções
Realização: Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná | Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura | Ministério da Cultura | Governo Federal

Projeto CUCA intensifica ações em novembro e dezembro e leva literatura, arte e imaginação para crianças em Curitiba

Com programação gratuita, o Clube de Pequenos Leitores da Colorida promove encontros especiais, contação de histórias, entrega de kits educativos e atividades ao ar livre, ampliando o acesso das infâncias à leitura e à criação.

Bartira ganha vida com a artista Ciliane Vendruscolo ao lado do ator e músico Nando Porto na contação “Bartira, a Borboleta Distraída”, realizada pelo Projeto CUCA - Clube de Pequenos Leitores da Colorida.

O Projeto CUCA - Clube de Pequenos Leitores da Colorida entra em sua fase mais vibrante com uma programação especial que ocupa diferentes espaços de Curitiba entre novembro e dezembro. A iniciativa, dedicada a crianças de 6 a 11 anos, promove uma jornada literária que une leitura, experiências artísticas, convivência e escuta sensível, com a democratização da cultura na infância. Os encontros reúnem duas turmas em atividades semanais mediadas por educadoras e artistas, sempre vinculadas ao universo da literatura infantil brasileira e à construção de repertório afetivo e imaginário.

No dia 29 de novembro, o CUCA chega ao Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná com uma manhã aberta ao público, reunindo contação de histórias e entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca. O destaque do encontro é o espetáculo “Bartira, a Borboleta Distraída”, criação da artista Ciliane Vendruscolo e do músico Nando Porto, que mescla teatro e narração em uma aventura inspirada em Dalton Trevisan. Na história, Bartira se vê perdida no noturno, um universo de sombras e sussurros que contrasta com o ambiente ensolarado ao qual está acostumada. É ali que encontra um morcego, personagem inicialmente temido, mas que se transforma em guia e amigo em uma jornada que evidencia que a curiosidade pode ser mais forte do que o medo. A apresentação, de caráter interativo, convida o público a participar da narrativa e um olhar sensível sobre as diferenças.

O encerramento do projeto acontece no dia 6 de dezembro, no Parque Vista Alegre, com uma experiência criada pela Colorida em parceria com a Cia Tagarelices, grupo teatral curitibano. A proposta traz um caça tesouros encenado, onde as famílias são convidadas a se aventurar pela natureza e descobrir autenticidade e criatividade em uma jornada guiada pela personagem - Tempo, que incentiva os participantes a refletirem sobre pertencimento, imaginação e descoberta. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link na bio: @soucolorida.

Idealizado por Flavia Milbratz, diretora da Colorida, o CUCA propõe um espaço de desaceleração e aprofundamento em um mundo repleto de estímulos. Para ela, a leitura oferece território fértil para que as crianças compreendam emoções, ampliem sua percepção do mundo e construam repertórios interiores capazes de acompanhá-las ao longo da vida. O projeto oferece kits literários com caderno de atividades, passaporte de leitura e propostas para realizar em família, e apresenta obras de autores brasileiros e produções do coletivo paranaense Era Uma Vez, com títulos das autoras Jô Bibas, Jaqueline Conte e Verônica Fukuda, aproximando o público das diferentes linguagens da literatura contemporânea.

Com atividades realizadas na sede da Colorida, no centro de Curitiba, e ações abertas em equipamentos culturais da cidade, o CUCA procura estimular o tempo, presença e encantamento entre crianças e livros. A iniciativa também prevê uma etapa digital com conteúdos gratuitos nas redes sociais da produtora, além de oficinas destinadas a educadores, ampliando o impacto do projeto para além dos encontros presenciais. A programação segue gratuita, com informações disponíveis pelo Instagram @soucolorida.

SERVIÇO: EVENTOS ABERTOS AO PÚBLICO
Encontro especial na Biblioteca Pública do Paraná
Contação de histórias: “Bartira, a Borboleta Distraída” + entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca

Data: 29 de novembro (sábado)

Horário: 10h

Local: Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133)

*Entrada gratuita, por ordem de chegada. Indicado para todas as idades.

Encerramento: Caça ao tesouro para famílias no Parque Vista Alegre com a Cia Tagarelices

Data: 06 de dezembro (sábado)

Horário: Das 14h30 às 17h

Local: Parque Vista Alegre (Rua Cel. João Maria Sobrinho, 88)

Inscrições gratuitas: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzFSFop6XsfpYbcgh3WdokLV29bN3oWXTDdPAOyBTsRP0jcA/viewform

Ficha técnica:

Direção Geral e Artística: Flavia Milbratz | Direção de Produção: Iara Elliz | Coordenação de Programação: Tayná Platz | Mediadoras Culturais: Tayná Platz, Thais Wroblewski e Ju Feacher | Designer Gráfico: Amorim | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Assessoria de Comunicação: Priscila Schip | Ministrante da oficina para professores: Fernanda Oliveira

Sobre o Projeto CUCA

O CUCA - Clube de Pequenos Leitores da Colorida é uma iniciativa gratuita dedicada a aproximar crianças de 6 a 11 anos da literatura infantil brasileira, estimulando práticas de leitura afetivas, criativas e participativas. Entre outubro e dezembro, o projeto promove encontros presenciais, leitura mediada, desafios para realizar em família, entrega de materiais literários exclusivos e experiências artísticas que fortalecem o vínculo entre crianças, livros e imaginação. A iniciativa também oferece oficinas para educadores e conteúdos digitais gratuitos para ampliar o acesso à literatura e ao diálogo sobre infância.

Sobre a Colorida
A Colorida é uma produtora cultural de Curitiba especializada em projetos voltados à infância. Com mais de dez anos de atuação, desenvolve experiências poéticas, afetivas e educativas que valorizam o olhar curioso das crianças. Seu portfólio reúne ações realizadas tanto no setor privado quanto por meio de editais e leis de incentivo, sempre promovendo espaços de criação, convivência e sensibilidade para o público infantil.

Viva a magia única do Natal: Pátio Batel anuncia Vila Doce com oficinas infantis e compre e ganhe exclusivo

Espaço lúdico transporta o público para um universo feito de biscoitos, com experiências encantadoras e uma lata musical exclusiva como presente; Mercedes-Benz Classe C 200 AMG será sorteado para compras a partir de R$ 1 mil

O Pátio Batel revela nesta sexta (14) a sua atração de fim de ano: a Vila Doce de Natal. A cenografia, desenvolvida exclusivamente para o shopping, transporta o público para um fascinante universo de biscoitos, com uma decoração concebida para encantar todas as gerações e transmitir um Natal clássico com doçura.

"Nesse ano, buscamos trazer algo inédito e que, ao mesmo tempo, tivesse elementos clássicos do Natal", comenta Camila Fleischfresser, head de marketing do Pátio Batel. “Para contar esta história, pensamos nos mínimos detalhes, desde a atmosfera aconchegante das casas de biscoito até a lata do nosso Compre e Ganhe, que é uma ‘versão em miniatura’ do carrossel da nossa decoração. São elementos que, juntos, criam uma atmosfera natalina especial", completa.

Com 16 metros, a árvore de Natal, se destaca com uma decoração em tons de bege e branco, remetendo aos biscoitos enfeitados com glacê. Completando o espaço, as crianças podem se divertir em um mini playground, que conta com um carrossel e um escorregador; encantadoras casas de biscoito que vão receber uma série de oficinas inéditas para os pequenos; e, é claro, o trono do Papai Noel, que chega ao Pátio Batel nesta sexta (14), às 14h.

O bom velhinho estará presente todos os dias, incluindo feriados, até a véspera de Natal, em 24 de dezembro. Os horários completos e valores das fotos digitais e impressas podem ser conferidos clicando aqui: www.patiobatel.com.br/natal

Lata musical com biscoitos em edição limitada e sorteio de um Mercedes-Benz
Neste ano, o Pátio traz um presente em sua ação “Compre e ganhe” que sintetiza a magia do Natal. Trata-se da exclusiva Lata de Biscoitos Musical, em edição especial e limitada para o Pátio Batel. É uma peça de colecionador, perfeita para presentear e compartilhar em família, celebrando a magia da data. A ação, válida para compras a partir de R$ 1 mil realizadas no Pátio a partir de 1º de dezembro, é limitada a uma unidade por CPF e está disponível enquanto durarem os estoques.

Adicionalmente, a cada R$ 1 mil em notas fiscais, os clientes garantem um cupom para concorrer ao sorteio de um Mercedes-Benz Classe C 200 AMG Line na cor cinza selenite, um clássico da engenharia alemã. Clientes do programa de relacionamento Singular têm direito a cupons em dobro para o sorteio do carro. O sorteio será realizado em 26 de dezembro, com transmissão ao vivo nas redes sociais.

Brincar com criatividade é o foco das oficinas dentro da Vila Doce
A Vila Doce de Natal vai além da decoração, com uma agenda de oficinas itinerantes que ocorrerão dentro do próprio espaço, estimulando a criatividade e a interação dos pequenos. Esta ação promete encantar as crianças com as atividades oferecidas.

São quatro atividades diferentes:

Oficina de enfeites de feltro: De 14 a 16 e 21 a 23 de novembro. Inscrição: R$ 60.

Oficina de guirlandas: De 17 a 20 de novembro, 24 a 27 de novembro e 1 a 4 de dezembro. Inscrição: R$ 65.

Oficina de biscoitos: De 28 a 30 de novembro e 5 a 11 de dezembro. Inscrição: R$ 60.

Oficina de pelúcia com o clássico personagem "Gingerman" (homem-biscoito) , de 12 a 21 de dezembro. Inscrição: R$ 140.

As oficinas têm duração entre 20 a 45 minutos e atendem até 12 crianças por sessão, podendo participar crianças de 2 a 12 anos. O acompanhamento de um adulto é obrigatório para menores de 4 anos. As inscrições podem ser feitas antecipadamente pelo site ou no local, conforme disponibilidade.

Serviço
Vila Doce de Natal no Pátio Batel: A partir desta sexta, 14 de novembro.
Ação Compre e Ganhe com lata musical: a partir do dia 1º de dezembro. (brinde disponível até quando durarem os estoques)
Sorteio da Mercedes-Benz: promoção válida de 19 de novembro a 24 de dezembro. Sorteio no dia 26 de dezembro, às 15h no Pátio Batel e ao vivo pelo Instagram.
Oficinas Itinerantes: entre Novembro e Dezembro.
Mais detalhes sobre datas e horários das oficinas: www.patiobatel.com.br/natal

Sobre o Pátio Batel
Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.

Nariz Solidário promove oficina gratuita de palhaçaria inclusiva em Curitiba

A vivência aberta ao público surdo e ouvinte integra o projeto “Entre Janelas” e acontece em 1º de novembro; inscrições estão abertas

Acesse opções de fotos aqui

No dia 1º de novembro (sábado), das 14h às 17h, a Faculdade Vicentina recebe a Oficina de Palhaçaria, realizada pela Associação Nariz Solidário como parte do projeto “Entre Janelas”. A atividade é gratuita e aberta ao público surdo e ouvinte, com interpretação simultânea em Libras. As inscrições estão abertas até o dia 26 de outubro e podem ser feitas pelo link encurtador.com.br/qLHeR.

Conduzida por Eduardo Roosevelt, fundador e diretor artístico da Associação Nariz Solidário, a oficina é aberta a qualquer pessoa interessada em desenvolver novas habilidades e perspectivas, sem a necessidade de formação ou experiência prévia com artes cênicas. Por meio do jogo, da escuta ativa e da improvisação, os participantes terão a oportunidade de experimentar uma vivência que estimula a criação de vínculos, a criatividade e o bem-estar, apoiada em uma metodologia construída ao longo de 10 anos de atuação em hospitais e espaços de saúde mental.

Durante a oficina, os participantes terão contato com truques e gags inspirados na atuação hospitalar, pequenos truques de mágica, jogos de equilíbrio e a ressignificação de elementos do cotidiano. A oficina também propõe exercícios corporais que ativam o estado de presença, fundamentais para o jogo do palhaço e para a escuta sensível em ambientes de cuidado.

Eduardo Roosevelt destaca que o caráter inclusivo da oficina amplia a troca artística e cultural, para além da formação de público. “A presença de intérprete de Libras na oficina de palhaçaria enriquece a troca artística ao incorporar diferentes formas de expressão, ampliando o alcance e a sensibilidade da linguagem cômica. Além de ser um direito das pessoas surdas, acreditamos que a palhaçaria é para todas as pessoas, por isso, incluir é também nossa missão nas oficinas que realizamos”, afirma.

Além da oficina, o projeto realizou a vivência artística Risos, Expressões e Janelas, conduzida pelo artista e palhaço Felipe Frutuoso, também integrante da Associação. A atividade aconteceu em setembro, no Colégio Estadual Professor Teobaldo Leonardo Kletemberg, no bairro Sítio Cercado, com a participação de 80 estudantes de três turmas do 8º ano.

Projeto “Entre Janelas” une palhaçaria, afeto e memória em ações de saúde mental nos CAPS de Curitiba
A formação integra o projeto “Entre Janelas”, concebido para atender os 13 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e a Unidade de Estabilização Psiquiátrica (UEP) – Casa Irmã Dulce. Desde maio, a iniciativa impactou mais de 1.250 pessoas por meio de 27 intervenções que combinam palhaçaria, improviso, música, afeto e escuta ativa.

Inspirado nos simbolismos da janela, o projeto cria ambientes de acolhimento em que os palhaços convidam pessoas atendidas, familiares e profissionais da saúde a compartilhar histórias e fortalecer vínculos. Carregando uma mala, molduras e objetos cotidianos, os artistas montam uma espécie de “casa poética”, espaço que se abre ao improviso, à escuta e à criação de memórias coletivas.

Para a artista circense e professora Sabrina Almeida (Palhaça Lupita), o projeto representou uma oportunidade de ressignificar as visitas. “Surgiram muitas possibilidades. Uma janela, aparentemente, pode ser apenas um lugar para entrar luz. Porém, pelo enquadramento das nossas molduras, demos luz aos encontros, grandes obras de arte que surgiram, portas que se abriram. E, por fim, ao procurar um lugar nos CAPS para colocar nossa casa e janela, descobrimos que lar é qualquer lugar em que você está”, compartilha.

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA, DO MINISTÉRIO DA CULTURA E DO GOVERNO FEDERAL.”

Sobre o Eduardo Roosevelt
Eduardo Roosevelt é diretor artístico, palhaço, músico, empreendedor social, produtor musical e cultural, além de fundador da Nariz Solidário. Foi premiado pela Melhor Gestão de Voluntários do Paraná, figurou duas vezes entre as 10 melhores ONGs do País e reconhecido no Top Marketing ADVB PR. Também é o idealizador de um fórum nacional que reúne 300 lideranças de grupos de palhaços voluntários.

Sobre a Nariz Solidário
Fundada em 2014, a Associação Nariz Solidário atua na promoção de arte, cultura e saúde mental por meio da palhaçaria. Com mais de 3 mil ações gratuitas realizadas, a organização já impactou mais de 400 mil pessoas. Reconhecida pela excelência em gestão de voluntários, coleciona prêmios como o 1º Prêmio Impulso de Boas Práticas no 3º Setor (2019), RPC GAME e Dhesca Brasil (2021), além de estar entre as 10 melhores ONGs de pequeno porte do país em 2022 e 2023. Em 2024, recebeu o Prêmio Pablo Neruda de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Curitiba.

Serviço – Oficina de Palhaçaria
Quando: 1º de novembro, das 14h às 17h
Onde: Faculdade Vicentina – Av. Jaime Reis, 531-A – São Francisco, Curitiba/PR
Custo: Gratuito
Vagas: 20
Acessibilidade: interpretação simultânea em Libras
Inscrições: até 26 de outubro, via encurtador.com.br/qLHeR

Mais informações: instagram.com/narizsolidario

BATICUM – FESTIVAL DE MÚSICA CORPORAL DE CURITIBA OFERECE PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA AS CRIANÇAS

O primeiro show desta 2ª edição do evento será nesta sexta (10), às 20h, com o Duo Badulaque (SP). No sábado (11), às 17h, quem se apresenta são os grupos Baticum e MusicaR. Ambos serão no Teatro Cleon Jacques, com entrada gratuita

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Baticum, grupo anfitrião do festival, se apresenta neste sábado (11), às 17h,
no Teatro Cleon Jacques. Entrada gratuita. Foto: Lidia Ueta

A programação da 2ª edição do Baticum - Festival de Música Corporal de Curitiba, desta semana em que se comemora o Dia das Crianças, está voltada para o público infantil e para as famílias. O primeiro show do evento “Invento” será nesta sexta (10), às 20h, com o Duo Badulaque de São Paulo, no Teatro Cleon Jacques, com entrada gratuita. No sábado (11), às 17h, no mesmo espaço, também com ingresso gratuito, os grupos Baticum e MusicaR sobem ao palco com o show “Deu no pé e no peito! Baticum convida Musicar”.

O evento, que vai até o dia 19 de outubro, conta com atrações nacionais e internacionais de renome. Em 15 dias de programação irá trazer seis shows, cinco oficinas, dois bate-papos e o Baticum Session, uma vivência de música corporal. As atividades acontecem em quatro espaços: Teatro Cleon Jacques, Teatro Regina Vogue, Casa Hoffmann e Villa Brincante.

Sobre o Duo Badulaque

O Duo Badulaque, formado por Daniel Ayres e Julia Pittier, compõe, produz, toca e canta músicas infantis desde 2016. A dupla já lançou mais de 100 canções autorais no DVD “Badulaque” (2016), no CD “O Dinossauro e o Dragão” (2018), na série “Decolar” do YouTube (2019) e na série “Vai ter Show do Badulaque” (2021) que estreou na TV Rá Tim Bum! em junho. Como membros da Banda Palavra Cantada, percorreram o Brasil fazendo shows e ministrando oficinas para professores da rede pública desde 2005.

Outras atrações confirmadas são: Kumbá (Chile), Subversos (RJ) e Carmem Romero Dança Flamenca (PR). Todos os shows são gratuitos e contarão com intérprete de Libras.

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Grupo Kumbá do Chile será a atração internacional da 2ª edição do Baticum -
Festival de Música Corporal de Curitiba que acontece de 04 a 19 de outubro.
(Foto: Mario Mutis Pinto)

“Estamos muito felizes com esta segunda edição do Baticum que chega em versão ampliada trazendo mais uma vez artistas de renome. Nossa intenção é tornar a linguagem da música corporal cada vez mais acessível e realizar anualmente o evento como parte do calendário cultural da cidade”, declara Andrezza Prodóssimo, percussionista corporal, cantora, pianista e idealizadora do festival.

As oficinas abertas ao público serão ministradas por nomes como:
· Charles Raszl (SP/Itália) Ex-integrante do grupo Barbatuques e diretor artístico do Festival CorpInFesta e do Colletivo Rosario) que irá abordar o tema ‘Música Corporal na Gestualidade das Danças Brasileiras’;
· Nayana Torres (RJ) Regente dos grupos Coro de Corpo, Pedra da Urca, Coral da Tarde e diretora do grupo vocal Subversos, grupo carioca dedicado à pesquisa da percussão corporal e voz. Oficina: ‘Canto-coral e Percussão Corporal’;
· Marina Mutis Parra (Chile) Atriz, diretora criativa e cofundadora do Grupo Kumbá, criou e implementou oficinas, espetáculos e workshops que fundem teatro, ritmo e movimento, apresentando-se em palcos e festivais no Chile, México e França. Com trajetória internacional e residências na França, Austrália e Espanha. Oficina: ‘Toques de Alegria’;
· Pedro Consorte (SP) Ex-integrante do grupo Stomp, comunicador, educador musical e facilitador com atuação em mais de 15 países. É cofundador do Instituto Música do Círculo, que utiliza a música como ferramenta de conexão. Oficina: ‘Música do Círculo’;
· Andrezza Prodóssimo (PR) Idealizadora do projeto, integrante do Núcleo Baticum, professora, musicista, cofundadora e coordenadora pedagógica do Centro Cultural Villa Brincante. Membra do grupo de pesquisa Educamovimento/NEPIE-UFPR, que pesquisa e estuda corpo, gestos e movimentos da criança pequena em contextos de educação. Oficina: ‘Onde Que Tá o Tum? – Música Corporal em família’.
Para participar das oficinas não é necessário ter nenhum tipo de experiência prévia; as inscrições estão disponíveis pelo Sympla.

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Charles Raszl (SP/Itália) Ex-integrante do grupo Barbatuques irá ministrar oficina
‘Música Corporal na Gestualidade das Danças Brasileiras’ dia 18 de outubro.
Foto: Alberto Marchesi
Como contrapartida social, o projeto também oferece oficinas do grupo anfitrião Baticum para professores e alunos do projeto MusicaR, mantido pela Prefeitura de Curitiba.

‘Onde Que Tá O Tum? A música do corpo em família’ é uma das oficinas de destaque do evento. As aulas serão ministradas nos dias 08, 11 e 12 com possibilidade de participação integral ou parcial. A prática explora jogos rítmicos/melódicos e de improvisação e arranjos percussivos utilizando a voz e o corpo. A ideia é ampliar a capacidade de escuta, a criatividade e a habilidade relacional.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba - Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: Ebanx e Positivo

Serviço
2ª Edição Baticum – Festival de Música Corporal de Curitiba
Locais: Teatro Cleon Jacques, Teatro Regina Vogue, Casa Hoffmann e Villa Brincante
Data: de 4 a 19 de outubro de 2025
Atividades: Shows e bate-papos gratuitos; oficinas de R$ 75 a R$ 150 (mais taxas)
Inscrições e ingressos para oficinas: Sympla
Confira os descontos especiais conforme a oficina.
Classificação indicativa: varia conforme a atividade, consulte a programação completa AQUI.

Programação da 2ª edição Baticum – Festival de Música Corporal

Dia 08/10 (quarta-feira)
OFICINA – ‘Onde Que Tá O Tum? A música do corpo em família’
Esta oficina tem como fundamento a descoberta do corpo sonoro no fazer musical em família, trazendo na prática o corpo como local do processo, o corpo agente, participativo e criativo do fazer musical e o corpo sonoro em comunidade.

Classificação: crianças a partir dos 6 anos e familiares
Ministrante: Andrezza Prodóssimo (PR)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 18h30 às 20h
Ingresso: R$60 (para 2 pessoas criança + adulto) R$90 (para 3 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança); R$120 (para 4 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança).

Dia 10/10 (sexta-feira)
SHOW – ‘Invento’
Grupo: Duo Badulaque (SP)
Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 - São Lourenço)
Horário: 20h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dia 11/10 (sábado)
OFICINA – ‘Onde Que Tá O Tum? A música do corpo em família’
Esta oficina tem como fundamento a descoberta do corpo sonoro no fazer musical em família, trazendo na prática o corpo como local do processo, o corpo agente, participativo e criativo do fazer musical e o corpo sonoro em comunidade.

Público alvo: Crianças a partir dos 6 anos e familiares
Ministrante: Andrezza Prodóssimo (PR)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 9h30 às 11h
Ingresso: R$60 (para 2 pessoas criança + adulto) R$90 (para 3 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança); R$120 (para 4 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança).

SHOW – ‘Deu no pé e no peito! Baticum convida Musicar’
Grupos: Baticum (PR) e Projeto MusicaR (PR)
Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 - São Lourenço)
Horário: 17h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dia 12/10 (Domingo)
OFICINA – ‘Onde Que Tá O Tum? A música do corpo em família’
Esta oficina tem como fundamento a descoberta do corpo sonoro no fazer musical em família, trazendo na prática o corpo como local do processo, o corpo agente, participativo e criativo do fazer musical e o corpo sonoro em comunidade.

Público alvo: Crianças a partir dos 6 anos e familiares
Ministrante: Andrezza Prodóssimo (PR)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 9h30 às 11h
Ingresso: R$60 (para 2 pessoas criança + adulto) R$90 (para 3 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança); R$120 (para 4 pessoas, sendo 1 delas obrigatoriamente criança).

SHOW – ‘Sonido Flamenco’
Grupo: Carmem Romero Dança Flamenca
Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 - São Lourenço)
Horário: 18h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dias 13/10 (Segunda-feira) e 14/10 (Terça-feira)
OFICINA – ‘Música do Círculo’
Prática musical que tem o objetivo de desenvolver a musicalidade dos participantes de uma forma fluida e fortalecer a sensação de comunidade, trabalhando a partir de oito elementos: música corporal, contato, círculo, jogo, improvisação, movimento, comunicação não-verbal e fluxo.

Ministrante: Pedro Consorte (SP)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 19h às 22h
Ingresso: Oficina somente no dia 13 - R$75(1º lote) R$90 (2º lote)
Oficina completa (dias 13 e 14) R$120 (1º lote) / R$150 (2º lote)

Dia 15/10 (Quarta-feira)
OFICINA – ‘Toques de Alegria’
Visa explorar a consciência corporal através da percussão corporal e do canto através de jogos e dos ritmos latino-americanos, especialmente chilenos.

Ministrante: Marina Mutis Parra (Chile)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 10h às 13h / 14h30 às 17h30
Ingresso: R$120 (1º lote) / R$150 (2º lote)

Dias 16/10 (Quinta-feira) e 17/10 (Sexta-feira)
OFICINA – ‘Coro de Corpo - coral e música corporal’
Por meio de improvisos, pesquisas de timbres, exercícios criativos e arranjos de música brasileira, esta oficina pretende unir de forma estratégica e lúdica o universo da música corporal ao universo do canto coral.

Ministrante: Nayana Torres (RJ)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 10h às 13h
Ingresso: Oficina somente no dia 16 - R$75(1º lote) R$90 (2º lote)
Oficina completa (dias 16 e 17) R$120 (1º lote) / R$150 (2º lote)

SHOW – ‘Algarabia’
Grupo: Kumbá (Chile)
Local: Teatro Regina Vogue (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 – Rebouças)
Horário: 20h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dia 17/10 (Sexta-feira)
OFICINA – ‘Coro de Corpo - coral e música corporal’
Ministrante: Nayana Torres (RJ)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 10h às 13h
Ingresso: R$75 (1º lote) / R$90 (2º lote)

SHOW – ‘Show dos Professores’
Participantes: Andrezza Prodóssimo (PR), Charles Raszl (SP/Itália), Nayana Torres (RJ), Marina Mutis Parra (Chile) e Pedro Consorte (SP)
Local: Teatro Regina Vogue (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 – Rebouças)
Horário: 20h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dia 18/10 (Sábado)
OFICINA – ‘Música Corporal na Gestualidade das Danças Brasileiras’
A proposta dessa vivência é promover o encontro entre a voz cantada, a percussão corporal e a movimentação inspirada nas danças brasileiras.
Ministrante: Charles Raszl (SP/Itália)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: das 10h às 13h / 14h30 às 17h30
Ingresso: R$120 (1º lote) / R$150 (2º lote)

BATE PAPO – ‘Música Corporal e seus desdobramentos no universo artístico, pedagógico e terapêutico’
Participantes - Andrezza Prodóssimo (PR), Charles Raszl (SP/Itália), Nayana Torres (RJ), Marina Mutis Parra (Chile) e Pedro Consorte (SP)
Local: Villa Brincante (Rua Celestino Júnior, 189 – São Francisco)
Horário: 18h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

Dia 19/10 (Domingo)
SHOW – ‘Baticum Session’
Grupo: Artistas, grupos e professores participantes do Festival
Local: Casa Hoffmann (R. Dr. Claudino dos Santos, 58 - São Francisco)
Horário: 10h30
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

SHOW – ‘Subversos’
Grupo: Subversos (RJ)
Local: Teatro Regina Vogue (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775 – Rebouças)
Horário: 19h
Ingresso: Gratuito
Classificação: Livre

CuritiDivas: quando a música clássica ecoa em vozes femininas e transforma a paisagem cultural de Curitiba

Curitiba será palco, em agosto de 2025, de um projeto que transcende o concerto musical para se tornar manifesto artístico, social e sensível: CuritiDivas. Idealizado e dirigido pelo contratenor Paul Colmenares, com colaboração musical da pianista Priscila Malanski e produção de Valquiria Rumor, o projeto reúne intérpretes mulheres – cis e trans – em uma celebração da música clássica feita por mulheres, para todos os públicos. A iniciativa nasce como resposta a um cenário ainda desigual: embora as mulheres representem mais da metade dos estudantes de música no Brasil e no mundo, elas continuam sub-representadas nos palcos, nas programações das grandes orquestras e nos cargos de liderança musical. Em 2022, um estudo da Fundação Gulbenkian revelou que menos de 5% das obras executadas por orquestras europeias eram compostas por mulheres. No Brasil, a presença de mulheres regentes e solistas em grandes temporadas ainda é exceção. Com trajetória marcada pela democratização do acesso à música de concerto, Paul Colmenares realizou, por meio de edital da FUNARTE, o projeto “Concerto Interativo – Contratenor Barroco aos Estilos Atuais”, que levou apresentações de música erudita a crianças de escolas públicas, mesclando repertório clássico com linguagens acessíveis. Agora, com o Curitidivas, Paul amplia esse compromisso ao criar um espaço onde a música clássica se encontra com a diversidade, a representatividade e o direito à escuta.

O nome do projeto une a cidade que o abriga e inspira – Curitiba – ao brilho das grandes intérpretes: as DIVAS. Mas CuritiDivas não se limita a exaltar o talento feminino. Ele cria espaços onde esse talento pode ser visto, ouvido e reconhecido. Espaços de pertencimento, escuta, e sobretudo, de potência.

“Sempre me emocionou a força das mulheres na música, especialmente daquelas que, por muito tempo, ficaram à margem dos grandes palcos. CuritiDivas nasce do desejo de devolver a elas o centro da cena – com liberdade artística, beleza e dignidade”, afirma Paul Colmenares, proponente do projeto.

Uma jornada de vozes femininas

A programação começa com seis recitais líricos para voz e piano, nos dias 13 e 14 de agosto, no Instituto de Educação do Paraná. As apresentações são voltadas exclusivamente para crianças e adolescentes da própria escola, com o objetivo de aproximar esse público da música erudita de forma sensível e acessível. Mais do que ouvir música, os jovens são convidados a vivenciá-la, por meio de uma escuta ativa e interativa. O repertório, escolhido pelas próprias solistas, transita de Vivaldi a Villa-Lobos, em interpretações onde a voz não é apenas técnica: é corpo, identidade e expressão.

“Cada mulher que sobe ao palco deste projeto carrega mais que partituras. Carrega histórias, vivências, conquistas. O CuritiDivas não impõe repertório – ele convida as artistas a escolherem aquilo que dialoga com sua alma. Isso é raro e precioso”, explica Valquiria Rumor, produtora com mais de duas décadas de atuação na cena cultural.

O grande encontro

O ápice da experiência será no domingo, 28 de setembro, com um concerto especial no Auditório Mario Schoemberger, espaço de acústica impecável e acessibilidade garantida. Aberto ao público e com entrada gratuita, o espetáculo conta com a presença da solista trans Júni Bochne e será acompanhado pelo núcleo feminino da Orquestra Negra de Curitiba, coordenada pela Associação Beneficente Eduardo Filho (ABEF) e suas convidadas. O programa será inteiramente lírico, misturando a beleza da ópera e das canções de câmara, com curadoria coletiva das próprias intérpretes.

Mais do que um recital, o concerto é a celebração de um caminho construído por muitas mãos, onde cada mulher é protagonista de sua arte. O concerto será integralmente traduzido em Libras, garantindo a participação plena do público surdo, e incluirá ainda uma canção especialmente interpretada nessa linguagem, em cena, como gesto poético de acessibilidade estética e sensorial.

O projeto também conta com a presença de uma agente cultural PCD na equipe, reforçando seu compromisso com inclusão, diversidade e a construção de experiências culturais verdadeiramente acessíveis.

Música que inclui, acolhe e transforma

Um dos destaques do projeto é a contrapartida social: uma Oficina Liniker de música clássica voltada para mulheres e trans, ministrada por uma das solistas trans do projeto Júni Bochne, no auditório Tiradentes EMBAP. É mais que formação musical: é um gesto de inclusão, escuta e afirmação de vidas.

“A arte é um território que deve acolher. Quando uma mulher trans entra em contato com a música clássica em um ambiente respeitoso, ela não só aprende — ela se vê como parte de algo maior. Isso é uma revolução silenciosa”, destaca Paul.

“O CuritiDivas foi pensado com cuidado em cada detalhe: da escolha das obras ao perfil das artistas, do espaço físico à linguagem acessível. Não é só sobre fazer música — é sobre criar pontes”, reforça Valquiria.

CuritiDivas: um gesto, uma semente

Em um tempo em que a arte precisa falar com mais pessoas e sobre mais realidades, CuritiDivas surge como um gesto poético e necessário. Um projeto que veio para inspirar jovens estudantes, forma plateias conscientes, valoriza a mulher artista e reescreve o lugar da música clássica na vida pública.

SERVIÇO

CuritiDivas

📍 Recitais: 13 e 14 de agosto de 2025 – Instituto de Educação do Paraná – Horários: 09h10, 15h e 19h30 - Evento fechado para os alunos do Instituto

📍 Concerto: 28 de setembro de 2025 – Auditório Mario Schoemberger – Horário: 19h
💬 Entrada gratuita aberto ao público geral | Acessibilidade em Libras

📍 Oficina: 17 e 20 de outubro de 2025 – Auditório Tiradentes EMBAP – Horários: 11h às 13h - Voltada às mulheres e trans da comunidade e ao público em geral

Shopping Mueller lança programação de oficinas manuais e sensoriais

Atividades reúnem técnicas como aquarela, tufting, punch needle, velas aromáticas e pintura em cerâmica, madeira e vidro

Oficinas de tufting. Foto: Ateliê Somos.

Depois do sucesso das oficinas de tufting e pompom art em julho, o Shopping Mueller amplia sua parceria com o Ateliê Somos e apresenta as Oficinas Mueller: um espaço criativo e multissensorial, que convida o público a experimentar diferentes técnicas artesanais e mergulhar no universo do “fazer à mão”. A iniciativa segue até o dia 10 de agosto, com atividades diárias e ações especiais aos sábados.

Além das oficinas de tufting, o espaço recebe novas opções de experiências manuais, como aquarela, pintura em madeira, pintura em taça ou copo de vidro, pintura em cerâmica e tela, punch needle (bordado russo) e produção de velas aromáticas. Cada oficina é conduzida por artistas e educadores do Ateliê Somos, com uma abordagem acessível, acolhedora e criativa.

“As Oficinas Mueller são um convite ao autocuidado e à expressão artística. Criar algo com as próprias mãos, em um ambiente calmo e inspirador, é também uma forma de pausa e reconexão. É essa a proposta do espaço: promover bem-estar, criatividade e memórias afetivas”, explica Tay Ferreira, fundadora do Ateliê Somos.

Aos sábados, o espaço também contará com ações temáticas especiais em parceria com lojistas do Shopping Mueller, que unem arte e gastronomia em momentos únicos. O Mais1café promove as manhãs criativas com café da manhã e oficina de aquarela. A Tea Shop comanda as tardes aromáticas, combinando um chá da tarde com a produção de velas artesanais e atividades de punch needle. E o Empório Gran Reserva assina as noites inspiradas que unem pintura em taças e degustação de vinhos.

“O sucesso das oficinas de tufting nos mostrou o quanto as pessoas valorizam experiências manuais e significativas. Por isso, decidimos ampliar o projeto e oferecer ainda mais possibilidades de criação, com técnicas variadas e momentos que integram arte, bem-estar e gastronomia”, destaca Ciro Gonçalves, gerente de marketing do Shopping Mueller.

A programação acontece no piso L4, em um espaço exclusivo, cuidadosamente ambientado para proporcionar conforto e inspiração aos participantes. Crianças, jovens e adultos podem participar das atividades, respeitando a idade mínima indicada em cada oficina. As inscrições para todas as atividades serão feitas pelo Sympla.

Serviço: Oficinas Mueller

Período: até 10/08

Oficinas manuais diárias + ações especiais aos sábados

Piso L4 – Shopping Mueller | Av. Cândido de Abreu, 127 – Centro Cívico

Inscrições: Sympla.

Informações: www.shoppingmueller.com.br

Instagram: @muellercwb

Sobre o Shopping Mueller

Desde sua inauguração, em 1983, o Mueller se preocupou em permanecer como uma referência em estilo, conforto e sofisticação. São mais de 200 lojas de marcas de renome nacional e internacional, além do moderno complexo de cinemas Cinemark, que conta com salas de exibição em 3D, restaurantes, atividades culturais e as melhores experiências.

Oficina de Aquarela celebra o Dia dos Avós no Shopping Mueller

Shopping promove atividade gratuita e afetiva neste sábado (26), em parceria com o Ateliê Somos

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla. Foto: Divulgação/ Shopping Mueller

Neste sábado, dia 26 de julho, o Shopping Mueller realiza uma ação especial em comemoração ao Dia dos Avós, convidando o público a viver momentos de criatividade e afeto em uma Oficina de Aquarela gratuita. A atividade acontece em parceria com o Ateliê Somos e faz parte da programação de férias do shopping, que tem promovido experiências manuais e lúdicas para todas as idades.

Com duração de uma hora, a oficina propõe uma vivência artística voltada para o público adulto, especialmente os avós, que poderão explorar a fluidez da aquarela em papel Canson 300g, com orientação de artistas do Ateliê Somos. A proposta é desbloquear a criatividade por meio de pinceladas livres, sem a necessidade de conhecimento prévio, uma atividade acessível, sensível e repleta de significado.

“O Dia dos Avós é uma oportunidade linda de celebrar os laços familiares e a sabedoria de quem nos inspira. Queremos proporcionar uma experiência especial, que estimule a criatividade e fortaleça conexões através da arte”, destaca Ciro Gonçalves, gerente de marketing do Shopping Mueller.

Serão oferecidas três turmas ao longo do dia: às 10h, 15h e 18h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sympla ou no local, mediante disponibilidade de vagas. A oficina será realizada no piso L4, no mesmo espaço que abriga outras atividades criativas da programação de férias, como as oficinas de tufting e pompom art.

“Mais do que uma atividade artística, essa oficina é um convite à conexão emocional, com a arte como ferramenta de expressão e lembrança afetiva. Aquarelar é uma forma lúdica de se reconectar com as emoções e registrar esse momento com delicadeza”, explica Tay Ferreira, do Ateliê Somos. Ao final da oficina, cada participante leva para casa sua própria criação em aquarela — uma lembrança feita à mão, carregada de afeto.

Enquanto os avós participam da oficina de aquarela, as crianças que estiverem acompanhando poderão se divertir nas demais atrações do espaço. Para o público infantil de 5 a 13 anos, estão disponíveis oficinas manuais com a técnica de tufagem em versão lúdica: os pequenos podem montar bichinhos, chaveiros, acessórios ou patches com pompons. As oficinas infantis acontecem de hora em hora, de segunda a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 14h às 20h. O valor é de R$ 30 por criança, com inscrições pelo Sympla.

Já os jovens a partir de 14 anos e adultos podem participar das oficinas de tufting — técnica de tapeçaria 3D com fios de lã. As sessões acontecem no piso L4, de segunda a sábado às 10h, 15h e 20h, e aos domingos às 15h. Os participantes escolhem entre dois tamanhos de projeto, com valores de R$ 130 a R$ 220, e as inscrições também são feitas via Sympla.

SERVIÇO:
Oficina de Aquarela – Dia dos Avós
Local: Shopping Mueller – Avenida Cândido de Abreu, 127 – Centro Cívico, Curitiba (PR) - Piso L4
Data: Sábado, 26 de julho
Horários: 10h, 15h e 18h
Duração: 1 hora
Inscrições gratuitas: via Sympla ou no local (sujeito à disponibilidade)
Todos os materiais estão incluídos.
Telefone: 41 3074-1000
Informações: www.shoppingmueller.com.br
Instagram: @muellercwb

Sobre o Shopping Mueller
Desde sua inauguração, em 1983, o Mueller se preocupou em permanecer como uma referência em estilo, conforto e sofisticação. São mais de 200 lojas de marcas de renome nacional e internacional, além do moderno complexo de cinemas Cinemark, que conta com salas de exibição em 3D, restaurantes, atividades culturais e as melhores experiências.

Shopping Mueller

Mueller Curitiba

Poloneses, italianos e ucranianos encerram a 63ª edição do Festival Folclórico e de Etnias do Paraná

Espetáculos acontecem no grande auditório do Teatro Guaíra até a próxima quinta-feira (10/07)

Em seus últimos dias de apresentação, a 63ª edição do Festival Folclórico e de Etnias do Paraná ainda reserva espetáculos inéditos dos grupos folclóricos Wisla (Polônia), Santa Felicidade (Itália), Poltava e Barvinok (Ucrânia). Com o tema “Viva o Folclore”, o mais longevo festival folclórico do Brasil, já recebeu este ano mais de dez mil pessoas no grande auditório do Teatro Guaíra para 13 apresentações. Os ingressos estão disponíveis em https://festivalfolclorico.com.br/ .

*Trajetória* — Idealizado e organizado por grupos folclóricos locais, o Festival Folclórico e de Etnias do Paraná acontece desde 1959. Em 1974, esses grupos formaram a Associação Interétnica do Paraná (Aintepar), entidade responsável por manter o evento ativo desde então, além de fomentar o trabalho dos grupos étnicos no estado. O evento fez parte do roteiro de reinauguração do Teatro Guaíra, depois do incêndio de 1970. Pela importante contribuição à cultura local, na década de 1980, o Governo do Paraná inseriu o Festival no calendário oficial do Estado.

*Sobre a Aintepar* — A Associação Interétnica do Paraná tem compromisso com a autenticidade e a essência do folclore, preservando as tradições que ajudaram a moldar a cultura e a identidade paranaenses. Atualmente, é composta por 16 grupos, que representam 12 etnias, povos de todo o mundo que se estabeleceram aqui no decorrer dos séculos XIX e XX e influenciaram diretamente o desenvolvimento do Estado, mas não deixaram de transmitir à sua descendência o amor pela terra de origem.

Apoios, Incentivo e Patrocínio - A 63ª edição do Festival Folclórico de Etnias do Paraná é realizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. A produção é da Unicultura e da Trento Comunicação com apoio da Fecomércio PR, SESC PR, Teatro Guaíra, Viaje Paraná e Bodebrown e patrocínio da Unimed Curitiba, Instituto Unimed e Laboratório Unimed.

SERVIÇO:
63ª edição do Festival Folclórico de Etnias do Paraná
Data: até 10 de julho
Local: Teatro Guaíra - Auditório Bento Munhoz da Rocha (Guairão)
Endereço: Praça Santos Andrade, s/n
Ingressos: Inteira: R$ 70 (setenta reais) meia-entrada R$ 35.
Vendas pela bilheteria ou pelo site https://www.ingressonacional.com.br/evento/31185/63-festival-folclorico-e-de-etnias-do-parana
Classificação etária: Livre
Mais informações em: https://festivalfolclorico.com.br/
Acompanhe o Instagram: @festivalfolcloricodoparana

*PROGRAMAÇÃO*
Tempo de duração do espetáculo: aproximadamente 2h

07 de julho de 2025 - 20h - Wisła - Grupo Folclórico Polonês do Paraná;

08 de julho de 2025 - 20h - Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade;

09 de julho de 2025 - 20h - Grupo Folclórico Ucraniano Poltava;

10 de julho de 2025 - 20h - Folclore Ucraniano Barvinok